Post livre #32

Post livre no ar! Semana que vem o Manual do Usuário faz aniversário, então aproveitarei este espaço para propôr uma DR com os leitores. Isso, claro, é só um dos pontos do post livre. Os comentários estão abertos e novos assuntos podem ser jogados ali, como sempre.

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390 comentários

  1. Poderiam sugerir uma opção (até R$1000, novo ou usada) adequada para tirar fotos de ambientes internos?

    EX: uma câmera que conseguisse em apenas uma foto tirar todo o cômodo de uma residência.

    Estou utilizando a função “foto panorâmica” do meu moto x 2014, mas não sai legal :(

    1. Você precisa de um lente grande angular (em inglês o termo é “wide angle”). Eu, como gosto de fotos de grandes paisagens, comprei uma Canon EF-S 10-18mm f/4.5-5.6 IS STM, mas ela custa nova no exterior 300 dólares (sem contar o preço da câmera). O mais importante é a distância focal, que é medida em milímetros. Quanto menor o número em milímetros, mais aberta fica a imagem (até um certo limite, pois abaixo de 10 mm a lente será necessariamente uma “olho de peixe”).

      Por esse preço aí, você pode tentar achar alguma câmera usada, de lente fixa, que tenha uma distância focal equivalente a partir de cerca de 24 mm, que talvez sirva para o que você precisa (mas teste antes). As especificações da distância focal (o número de câmeras é gigantesco) você encontra nos sites dos fabricantes ou em sites de reviews de câmeras, como o Digital Preview.

    2. Você precisa de um lente grande angular (em inglês o termo é “wide angle”). Eu, como gosto de fotos de grandes paisagens, comprei uma Canon EF-S 10-18mm f/4.5-5.6 IS STM, mas ela custa nova no exterior 300 dólares (sem contar o preço da câmera). O mais importante é a distância focal, que é medida em milímetros. Quanto menor o número em milímetros, mais aberta fica a imagem (até um certo limite, pois abaixo de 10 mm a lente será necessariamente uma “olho de peixe”).

      Por esse preço aí, você pode tentar achar alguma câmera usada, de lente fixa, que tenha uma distância focal equivalente a partir de cerca de 24 mm, que talvez sirva para o que você precisa (mas teste antes). As especificações da distância focal (o número de câmeras é gigantesco) você encontra nos sites dos fabricantes ou em sites de reviews de câmeras, como o Digital Preview.

      1. Complementando, uma opção barata são essas lentes olho de peixe para smartphones. As mais simples prejudicam bastante o resultado (fotos escuras e com qualidade geral ruim), mas, pelo menos para iPhone, tem algumas com bons resultados. O problema, como o @falbuquerque70:disqus explicou, é que lentes olho de peixe distorcem bastante as fotos nas beiradas, então se você precisa de fidelidade, aí o caminho é o das câmeras DSLR com lente grande angular mesmo…

        1. No meu uso não seguraria, mas na maioria até da. O bom é que o sistema e bem leve e a tela, amoled.

    1. Você leu o review do Tecnoblog? Se a resposta for não, é bem recomendável.

    2. Brotou um quiosque deles num shopping em Santo André, e passei uma horinha lá fuçando.
      Gostei do aparelho. Acabamento bem feito, sistema fluído, poucas (e úteis) modificações, tipo um botão de reiniciar no menu de desligar. O software me lembrou a cyanogen, o hardware, aquele vivo air, da BLU (meio antigo, mas que vale o review, viu, Ghedin?), e isso é ótimo. #GizmodoFeelings.
      A bateria não deu pra testar muito nessa horinha, porque tava com carregador e trava de segurança, mas deve durar o padrão dos androids atuais, 1 dia inteiro.
      Desbancou o moto G na minha lista de recomendações de aparelhos bons e baratos.

  2. me de parei com isso no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=wrH6xR1PQxw

    não sabia que tinha essa possibilidade de cobrar pra q um canal possa ser visto. me pareceu bem interessante pra financiar a produção de conteúdo e dizer às pessoas: “cara, alguém tem que bancar esses vídeos q vc vê”.

    1. Pois é. Ele tem 35 mil inscritos no canal dele. Não sei qual é a percentagem de quem efetivamente paga pelo conteúdo, mas mesmo que seja só uns 20%, isso já dá uma receita pra ele de mais de R$ 10 mil por mês.

      Claro, o canal dele é espetacular (o melhor canal de fotografia do YouTube brasileiro), e a área dele é uma área onde tudo é caro, então ele tem mais chances de conseguir assinantes.

    1. Gostei do Surface Book e do design dos novos Lumias (acho que foram os smartphone mais bonitos que vi nesse ano), mas, não confio no snapdragon 810.

      Já uso o Windows 10 no computador e ele está muito bom . Espero que tenha uma ótima experiência nos dispositivos móveis também.

      1. Mesmo com a versão 2.1 , clock reduzido e resfriamento ? Eu gistei de tudo, Balzano, especialmente do Surface Book

        1. Mesmo assim, vide o Z5 Compact que está com enormes problemas de aquecimento e já usa o processador revisado.

          1. O comapct não tem esse resfriamento. O z5 regular, e mesmo o Premium, com sua tela absurda, não sofrem desse mal

          2. Acho um erro sem tamanho usar um processador tão problemático sem necessidade. Parece que as empresas não aprenderam nada.

          3. Simples : ele é octa core. Não importa se ele e menos potente que o hexa da casa, o octa da concorrente chinesa ou o dual core de Cupertino.

          4. Mesmo assim, acho que usar um processador desse faz a imagem da empresa pegar mal.

          5. A maioria das pessoas não maja, logo não faz mal a imagem nenhuma

      2. Gosto do conceito do SurfaceBook mas não animei, os lumias sempre foram muito bonitos, mas sempre pecaram na falta de apps. Quem sabe em 2016 o Windows Mobile não decola?

    2. O Surface Pro 4.
      O Surface Book eu tinha entrado no hype no começo, depois percebi que não há nada pra hype nele.

        1. Li alguns hands-on e algumas coisas brocharam:

          1) a articulação da tela não é muito firme
          2) a autonomia em modo tablet é baixíssima, porque a bateria está no teclado, o que se faz questionar o motivo do modo tablet existir
          3) o preço é muito alto na configuração que realmente faz ele brilhar

          Dito isso,fiquei mais interessado nos novos XPS 13 e 15 da Dell.

          1. Não sabia disso (ainda não li nenhum review). Tenho um pé atrás com a Dell depois de ler tanto sobre problemas da linha comum vendida no Brasil, por esse motivo, não arriscaria pagar tão caro em um XPS.

          2. Como tenho um XPS 15 de 2012, acho que eu arriscaria. Mas faria uma pesquisa boa antes. De fato conheço muitas reclamações de Dell básicos e até mais elaborados, como Vostro.

            Mas fazendo uma correção: em specs, o novo XPS 13 não é melhor que o Surface Book em specs. O XPS 15 pode ser.

          3. Como tenho um XPS 15 de 2012, acho que eu arriscaria. Mas faria uma pesquisa boa antes. De fato conheço muitas reclamações de Dell básicos e até mais elaborados, como Vostro.

            Mas fazendo uma correção: em specs, o novo XPS 13 não é melhor que o Surface Book em specs. O XPS 15 pode ser.

      1. O SurfaceBook não me animou principalmente por causa da GPU, pois para a bateria durar até 12 horas, não vai ser nenhuma GPU que valha a pena investir. E o SurfacePro4 não me agrada devido a seu formato de tela. Mas quem sabe?

        1. A GPU não fica ativa 100% do tempo.
          Desde 200$ acho os drivers contam com aquela opção de uso conforme a demanda. A não ser jogos e aplicações específicas, tudo deve usar a Iris Pro da Intel.

          Mas ó, o XPS 15 tá prometendo 16 horas (!!!!) e vem com uma GF960m e Intel I7 6700 HQ. Talvez a galera tenha conseguido melhorar a eficiência das baterias.

          1. A bateria do XPS 15 é bem maior, só o processador é 45W, enquanto no Surfacebook é um de 15W, e tem um agravante, o SurfaceBook vem com o Intel Graphics HD 520 que é muito menos potente que que o Iris Pro 6200/5200

      1. Estamos falando do mesmo senhor que defende o não roubaras? Aliás, senhor, como você pretende articular e manipular a queda do sétimo mandamento ?

  3. Redmi 2 novo, como dobro de capacidade e de memória ram?

    O que acharam? Comentários?

    1. Era pra ter começado com esse , e pelas mudanças está um pouco caro, ainda mais com a chegada do Quantum Go

          1. É que a Xiaomi veio para o Brasil com o papo de que traria preços menores que a concorrência. Entretanto o RedMi 2 com ram de 2GB parcelado está R$ 799, o que não é nada competitivo para esse segmento. Por esse valor, acho mais negócio um Quantum Go.

  4. Um notebook bom por um bom preço?
    PS: para alguém que vai começar o curso de Ciências da Computação

    1. Bom, depende muito do valor, mas características importantes:

      – Portabilidade: você vai precisar dele para fazer algumas coisas da faculdade, um tablet ou smartphone só atenderá de forma superficial…então é bom ter um que você ache confortável carregar e tenha uma bateria decente.

      -Memória: dependendo do curso é bom ter um sistema Unix disponível, principalmente CC, um caminho é virtualizar caso você queira continuar usando Windows e/ou não quer fazer dual boot…ai é bom ter pelo menos 8GB.

    2. Pelo fator bom preço (e apenas isso} vi um CCE por uns R$ 600 no Clube do Ricardo Eletro.

        1. Vi um Dell Inspiron Special Edition 14″, com placa de vídeo AMD M265 e teclado iluminado por R$ 1.899,00 no Sou Barato. Nos outros sites ele está por volta de R$ 2.500.

    1. o parágrafo deve ter sido inventado pra fazer a pessoa achar q tem alguma saída, mas não tem. essa de dar respiro em texto é coisa de designer…

    2. já leu saramago ou thomas bernhard? ambos defuntos, mas eles não vinham com essa de dar respiro não. saramago então.. nem ponto final ele usa.

      1. Aí tu avacalha e transforma o parágrafo em uma segunda resposta =3

        Prefiro leituras com parágrafo pois meus olhos identificam melhor e leem mais rápido. Textos corridos cansam a vista e não consigo ler com rapidez.

        Mas era para forcar no Saci Kratos, não no parágrafo =p

        E não, nunca li nenhum dos dois :p Por isso que o Saramargo gera bipolaridade – ou ama ou odeia o cara =3

          1. Não isso. Ler textos corridos sem organização de layout depende muito do meu estado. Admito que é meio que herança do curso de datilografia que eu fiz. Mas de fato, sinto mais eficiência lendo textos bem paginados do que textos corridos. Textos corridos requer mais atenção, mas porém sinto cansaço de ler, e muitas vezes falta de coesão ou entendimento.

            Um parágrafo ajuda a separar as ideias. É que nem falar. ninguémfalatudojuntosemseparartermoscolocarvirgulasqueéoespaçopararespirarousepararoentenidmentoassimcriandotextoscomoestequeeuseiqueestouabusandodorecursovisualdaescritajáquepelomenosummínimodeseparaçãojátornaotextoútilrelevantenemtodomundotemcapacidadedefalarcomoeuescreviagoraimaginetextosgrandesounomesgigantesissoécomumemalgumaslinguaspeloqueseienfim.
            (O Disqus tem um limitador, e escrevi o texto acima sem nenhuma forma de separação de texto)

            Tanto é que não gosto de usar o celular para escrever algo. Só faço comentários rápidos.

          2. talvez vc tenha dislexia. eu tenho certeza q tenho, só nunca fui diagnosticado por médicos e tals.

    3. ah, e tem o sublime “lavoura arcaica”. um dos capítulos do livro é um parenteses – todo o capítulo. raduan nassar é o cara!

      se tá com a vista cansada veja o filme, magistralmente interpretado por selton mello e raul cortez (q já morreu).

  5. É aquela coisa… Prometi que não entraria na discussão porque os argumentos dos colegas aí em cima já estão muito bons.
    Mas, o que vejo muito são as coisas crescerem e perderem um pouco do foco inicial, o que acaba, sempre, refletindo na qualidade do produto ou do serviço.
    Falo isso porque eu tinha uma agência de publicidade até ano passado e fechei justamente porque não vi como crescer sem que eu gerenciasse e/ou participasse de todo o projeto.
    Sei que é mal meu, muito de medo mesmo, de arriscar. Mas não vi como mesmo.
    Faço votos para que você, Ghedin, consiga mesmo apostar e conseguir fazer tudo dar certo e crescer. Se eu não consegui, que você faça até para eu ter mais uma prova de que é possível. Sucesso! Você merece.

  6. É aquela coisa… Prometi que não entraria na discussão porque os argumentos dos colegas aí em cima já estão muito bons.
    Mas, o que vejo muito são as coisas crescerem e perderem um pouco do foco inicial, o que acaba, sempre, refletindo na qualidade do produto ou do serviço.
    Falo isso porque eu tinha uma agência de publicidade até ano passado e fechei justamente porque não vi como crescer sem que eu gerenciasse e/ou participasse de todo o projeto.
    Sei que é mal meu, muito de medo mesmo, de arriscar. Mas não vi como mesmo.
    Faço votos para que você, Ghedin, consiga mesmo apostar e conseguir fazer tudo dar certo e crescer. Se eu não consegui, que você faça até para eu ter mais uma prova de que é possível. Sucesso! Você merece.

    1. Spray é mais fácil. Me atento mais a marca do que o tipo, se for bom tanto faz como é usado.

    2. Eu uso somente desodorante em aerosol (daqueles que secam imediatamente). Prefiro a marca Dove.

  7. Já que o pessoal ta numas de fazer review de fone vou contribuir também. Tive um Bomber EB60 por um ano que começou a apresentar problemas no plugue. Na procura de um novo fone me aconselharam um Audio Technica ATH-CLR100. Sobre este então, começando pela construção: quem não conhece confunde com um de camelô, ele é de plastico e o fio tem uma aparência frágil, o antigo Bomber tem aquele cabo flat, além de não enrolar fácil da uma impressão de mais robustez, fora que o corpo é metálico, bem resistente a água. Sobre o som, ele é levemente mais nítido que o Bomber e tem os graves mais presentes, não sei se justifica o dobro do preço. Na época paguei R$40 no Bomber (esteve em promo esses dias por 11,50+frete), no AT foi R$85. Ainda estou em dúvida se fiz uma boa compra.

    1. só não curto muito esse tipo de fone q faz pressão no ouvido, saca? teve uma discussão sobre esses tipos de fone há alguns posts livres q foi bem elucidativa. mas essa marca parece ser boa, cara, pelo menos usam bastante fones deles em estúdio profissional.

      1. Tentou colocar uma borracha menor? De qualquer maneira, esses geralmente tem mais qualidade sonora, além de tirar o som externo.

  8. Não sei se é a velhice chegando ou a evolução do browser mas a cada formatação que eu faço no PC, menos coisas eu reinstalo. Há uma semana eu tive que fazer essa limpeza e até agora só reinstalei o Chrome e o iTunes. Não estou sentido falta nenhuma das coisas que estavam aqui.

    1. Do mesmo jeito aqui. O bom que o Windows melhorou muito nesse sentido nos últimos anos, já que com poucos programas funciona bem.

    2. nem office nem programas adobe? filezilla, outros navegadores etc?

      1. Muitas das coisas eu tenho feito no docs mesmo. Eu estava com o Autocad instalado, mas no momento não está tendo utilidade.

        Claro, há que se diferenciar a necessidade de algo indispensável à produtividade, do uso cotidiano. E neste último acabei percebendo que aquele monte do coisa que eu instalava pra usar vez ou outra não faz falta como eu imaginava. O Chrome tem suprido bastante coisa com suas extensões, sem contar os web apps. e como o @Louis disse, o W10 tá redondinho.

    3. Isso vem de antes e, na real, acho que é uma tendência que vem perdendo força pela ascensão dos dispositivos móveis. Até meados da década passada o navegador era a plataforma de fato; hoje, iOS e Android relegaram ela a uma terceira posição na maioria dos projetos focados em usuários domésticos. Pelo que sempre observei de fora e, agora, estou tendo a oportunidade de experimentar, o OS X corre por fora. Mas mesmo nele a força do navegador é inegável.

    4. Isso vem de antes e, na real, acho que é uma tendência que vem perdendo força pela ascensão dos dispositivos móveis. Até meados da década passada o navegador era a plataforma de fato; hoje, iOS e Android relegaram ela a uma terceira posição na maioria dos projetos focados em usuários domésticos. Pelo que sempre observei de fora e, agora, estou tendo a oportunidade de experimentar, o OS X corre por fora. Mas mesmo nele a força do navegador é inegável.

      1. Acho que estou passando por essa transição agora rsrsrs e apesar de usar bastante o smartphone e o tablet, ainda não dá pra deixar tudo nas mãos da dupla.
        Ainda sinto utilidade em ter um desktop. Algumas emergências surgirão, por mais simples que esteja sendo meu uso atualmente.
        Quanto ao Mac, queria experimentar. Tive a oportunidade de ter um e não peguei. Pensei demais e acabei não comprando.

  9. Lembro que perguntei de sites de moda aqui e não descobri nada, estranhamente um bom lugar é a newsletter da Men’s Market: http://www.mensmarket.com.br . Fiz o cadastro para fazer uma compra, desisti dela, mas estou gostando dos e-mails: é mais dicas, não muito falando de novas coleções e whatever (que não me interessa muito).

    Aliás, aproveitando essa dificuldade, acho que vale refletir se a sensação de deslocamento de homens em moda, afinal não me sinto completamente confortável de conversar sobre isso com qualquer um, não é uma forma de vivenciar o que é o machismo de nossa área de tecnologia inclusive…

    1. Tenho uns links de sites nacionais de moda masculina que favoritei, se quiser posso te passar.

    2. curioso isso, pq a moda me parece um dos campos q mais desafia o mercado qdo há os desfiles e tal. eu não acompanho, mas noto uma baita riqueza criativa numa área q caminha lado lado a lado com o mercado. vi um documentário no gnt uma vez sobre o assunto e era bem interessante. eu tenho até a impressão q a moda feita no brasil ganhou uma importância internacional q deixou a música (a atual, não a passada q ainda tem prestígio a perder de vista) já q não cria nada de expressivo e interessante há um bom tempo.

      esse receio de homens de falarem de moda é bem tolo, pq, claro, há muita afetação no meio, assim como há na publicidade, no cinema, no teatro etc. existem muitas formas de se falar de moda, inclusive se vc for pegar a história da moda. mas, enfim, falando de algo mais prático, como o q vestir, eu acho q não há muitas lojas, de fato, na qual se escorar, pq o guarda-roupa masculino é muito escasso em opções se comparado ao guarda-roupa feminino. então, é muito mais fácil um homem se vestir bem do q uma mulher e há apenas alguns detalhes q podem estragar o visual de homem (meias esquisitas, por exemplo, num traje social).

      mas mesmo os desfiles de moda, q trazem conceitos e tendência tb dão umas dicas do q vc pode fazer com o q já tem se vc quer andar na moda, digamos. mas como eu não ligo pra isso, pq prefiro conforto a visual, eu acho perigoso essas dicas de como se vestir (q tb estendo as mulheres), pq essas dicas não só padronizam a vestimenta, mas tb o modo de ser comportar e agir. uma roupa tida como cool, vai fazer vc se comportar de modo cool, uma roupa hispster, idem… então é preciso cuidado pra não deixar a moda interferir na sua personalidade a ponto de vc seguir um estilo q não é o seu…

      roupas sociais nesse país quente, por exemplo, são o fim da picada pra mim. especialmente se usarem tecidos pesados…

      1. É um mundo a parte interessante os desfiles, interpreto como uma arte plástica…tem muito mais um caráter conceitual e definição de linhas do que algo pronto para comercializar. Um dia talvez eu dê uma estudada em como isso funciona…

        Comentei esse problema do machismo, porque achei o estereótipo de “fragile masculinity” nesse blog de moda masculina por exemplo: http://www.modaparamacho.com.br/sobre/ . Achei engraçado essa necessidade toda de se justificar como coisa de macho também haha

        De forma simples: algumas vezes olho no espelho minhas roupas e não gosto, mas não sei o que está errado e como resolver. Por exemplo, eu coloquei um relógio prateado com o paletó e achei um pouco estranho…depois eu vi que o mais tradicional é usar relógio com pulseira de couro por isso eu achei estranho. E também alternativas de como, por exemplo, usar bermuda mas colocar outras coisas para não parecer tão informal no trabalho (que aliás entra nesse ponto da roupa social em país tropical). Por fim, observações de como certas coisas que você gosta em outras pessoas pode não ficar como esperado em você.

        As dicas são para formar um repertório, o que gosto mesmo é de uma explicação de como uma peça era usada e como foi mudando durante o tempo…o Bruno Passos faz alguns desses no PdH. Hoje meu guarda roupa tem bem menos coisa, consigo pegar uma roupa e me sentir bem vestido sem tanto esforço.

        Em geral tem essa conotação de superficialidade por causa da questão de grupo que a moda traz e também de ostentação pela questão de grifes…já que para muita gente o ideal é comprar de grife e pronto. Eu compro tudo em loja de departamento e não me vejo incluído em nenhum grupo claro em que a moda seja preponderante, só jovem de 20 anos haha…programador é mais o estilo sem estilo mesmo. :p

        Enfim, é um dos únicos interesses meus que não sinto ser socialmente aceitável por vários pequenos motivos…mas estou tentando deixar isso mais “à vista” porque um desses motivos é o machismo.

      1. boa, ligeiro! não me vejo comprando roupas usadas, mas é realmente uma boa. prefiro roupas baratas e básicas. nem fodendo gasto o q gastam num jeans, tipo uns mil reais. NUNCA.

        1. Alguém realmente gasta 1.000 reais num jeans? O máximo que eu já gastei numa calça foi 200 reais, numa Levi’s bem bonita que eu encontrei numa loja de departamentos.

  10. Alguém compra cerveja pela internet? Quais sites usam?

    Só conheço o Empório da Cerveja (creio que seja B2W) e to maravilhado em algumas promoções ocasionais.

  11. Projeto para “acabar” com a lei do arrependimento, o que vocês acham disso? :(

    Fiquei triste, até isso….

    1. Um retrocesso. Há duas semanas usei esse direito e foi ótimo — correu tudo bem com o Submarino.

      Aliás, a proposta não é de eliminar o direito, mas sim de que ele passe a ser taxado. A Proteste e, imagino, outras instituições de defesa do consumidor já se posicionaram contra e acho que vale a pena fazer algum barulho na tentativa de manter as coisas como são hoje.

      1. Mas fico pensando como empresário: se a pessoa toda hora vai em alguma loja, compra uma coisa e se arrepende de ter comprado, não era melhor ela não ter comprado?

        Afinal, o fato de recuperar um bem vendido também tem custo, na verdade já virando prejuízo – o produto não vale mais o mesmo (por estar aberto), pode vir com alguma pequena falha, que irrita compradores mais detalhistas, o fato de devolver dinheiro também significa que o que foi gerado foi um prejuízo – afinal, mobilizou funcionários, contabilizou nas contas, etc…

        Não discordo que o ideal é que dê uma margem para devolução, mas temo se isso não significa mais aumentos de preços.

        1. Mas não é o caso de se arrepender toda hora. Isso pressupõe má-fé do consumidor e a justiça defende o varejista em casos assim — há jurisprudência nesse sentido.

          Ah, e vale lembrar que o arrependimento só vale em compras fora do estabelecimento comercial e é uma garantia ao consumidor para o caso do produto não corresponder às suas expectativas. Tirar isso é enfraquecer ainda mais o consumidor, que por definição é a parte mais fraca na relação de consumo.

        1. Não conhecia, valeu

          Esse aqui:

          PL 65-2015

          Obrigará Prefeitos, Governadores e Presidente da República a deixarem saldo de caixa para garantir o pagamento das despesas com pessoal no início do próximo mandado.

  12. Vocês confiam naquela papagaiada da Xiaomi, que diz que os produtos são baratos porque não há gasto com publicidade e etc, ou isso é só chineses trabalhando análogos a escravidão?

    1. gastam os tubos com marketing e tudo isso é repassado. se eles dizem não ter esse gasto, me parece ser algo bem plausível mesmo. parece a mesma tática da forever 21 no campo da moda – instalada recentemente no brasil.

    2. gastam os tubos com marketing e tudo isso é repassado. se eles dizem não ter esse gasto, me parece ser algo bem plausível mesmo. parece a mesma tática da forever 21 no campo da moda – instalada recentemente no brasil.

    3. Claro que sim. No mínimo, não é nada muito diferente do que outras fabricantes fazem e, ainda assim, a Xiaomi consegue vender mais barato com alguma margem de lucro.

      Lembre-se que além do marketing diferenciado, a Xiaomi distribui ela mesma os dispositivos. Só de comissão para lojas e controle do preço deve haver um ganho expressivo.

      1. Nisso eu acredito…. Mas pra mim e quase certeza que aa exploração de chineses contribui

        1. Tem várias empresas que cobram valores absurdos nos produtos, inclusive com casos desse tipo registrados, e você acha que os baixos preços da Xiaomi são fruto de trabalho escravo?

        2. toda linha de montagem, a alienação q ela implica – seja na xaomi ou na construção do CERNE -, é de tal modo q mesmo uma alta remuneração não pagaria o custo psicológico e social dessa alienação. há graus de dureza entre as condições de trabalho, mas a escravidão é generalizada pra quem trabalha pra reproduzir esse modo loco nosso de vida…

      1. Fila não tinha nenhuma. O problema é que “perdi o tesão” mesmo. Fui lá, vi as motos, dei volta em uma moto elétrica, vi peças…

        Mas fico pensando no quanto de pessoas que fabricam multas e fazem besteira no trânsito estão ali… :

        1. Tenho um amigo policial que sempre diz, por ele ninguém era multado, mas, ele precisa obedecer a lei.

          1. Digamos que ele não diz essa frase com nenhum pingo de tristeza (muito pelo contrário).

  13. Alguém aqui já assistiu Perdido em Marte? O que acharam?

    E já dentro do assunto, como estão os cinemas na região de vcs?

    Moro no interior e quando estou na capital (Teresina) fico pensativo em ir ao cinema, principalmente em grandes lançamentos. Parece que tá cada dia mais difícil de achar um cinema onde as pessoas tenham um mínimo de educação e consideração pra assistir um simples filme.

      1. Antes de explicar, gostaria de dizer que um pouco chato pra assistir um filme. Preciso de silêncio e quietude. OK, estou em um cinema com pessoas dos mais variados níveis de educação, então tento relevar bastante coisa.

        Mas, vamos lá.
        1. Crianças – Isso me tira a paciência. Parece que pelo alto volume do ambiente, elas tentam compensar com a voz. E isso incomoda bastante. Já vi briga por pipoca, comentários incessantes e reações a cada cena de ação do filme. Tem sessões que parece que voltei pra uma escola de ensino infantil.

        2. Smartphone – Vc sai da sua casa, se desloca pra um shopping (na maioria das vezes), pega fila, e ainda paga pra assistir um filme. Então porque chegar no cinema e ficar usando o smartphone durante metade do tempo do filme. E com o brilho no máximo? Ver uma notificação, responder uma mensagem urgente, com o brilho no mínimo é perfeitamente perdoável. Mas, (pelo menos pra mim) aquele lampejo de luz abaixo de mim tira minha atenção no filme.

        3. Comentaristas – Odeio quem fica comentando o filme em voz audível. Simples. Cochichar pra quem está do seu lado é uma coisa, quase gritar reclamando do filme é outra.

        4. Sujeira – Esse é mais difícil de se ver na minha região, mas já vi em outros lugares e é simplesmente um retrato do tipo de pessoas que estavam assistindo. E resume bastante o que eu falei até agora. Se alguns desses pontos aparece, é só olhar no final do filme e verá que essas pessoas deixam seu rastro de falta de educação por aew.

        Em resumo, posso ter dado a impressão de ser bem chato. Não, não sou, mas ver menos disso deixaria as sessões de cinema mais bem prazerosas.
        Inclusive, abriu um novo shopping em Teresina, da rede Cinépolis e estou com vontade de ir lá, pra ver o filme citado acima. Se tiverem uma impressão sobre a rede, por favor, compartilhem. ;)

        1. cara, usam smartphone em sala de concerto e teatro, q são apresentações única já q são ao vivo… imagina em cinema q é só uma reprodução.

        2. cara, reli seu comentário. o q eu noto é q vc tem pouca paciência com outras pessoas e, nesse caso, vc tem q evitar certos dias e horários. não tem solução… e se tem criança na sessão, vc deveria agradecer, pq apesar da bagunça delas, se elas não se interessarem pelo cinema no futuro, o cinema vai deixar de existir… e como quero viver mais uns 50 anos e torço para q ainda existam cinemas… já q não fazem nada para velhos, estou na dependência dessas crianças.

          comentários sempre tem. eu mesmo faço. rio e reajo aos filmes. ontem fui ver “o homem irracional” de um diretor q respeito muito, o woody allen. cara, ele é um provocador e, claro, eu caio nas provações. e mesmo tendo um profundo respeito ao diretor, eu não estou diante dele, estou apenas diante da reprodução infinita do trabalho dele… é como respeitar o livro e não o autor do livro…

          sujeira… bom, já vi filmes, clássicos do cinema mundial, na companhia de mendigos q usam a sala pra se proteger do fascismo das ruas da pauliceia q os detestam. não cheiravam bem, mas e daí? e a sujeira q cada um carrega? não conta?

          vá em horários de sessões vazias q vc se chateia menos.

          1. Exatamente isso, tenho pouca paciência com outras pessoas. E não tinha pensado nessa visão sobre as crianças e cinema. E a sujeira que me refiro, é a que as pessoas produzem dentro do cinema (copos, “chão” de pipoca etc.) E é bem interessante ver os mendigos assistindo esses filmes.

    1. qdo vou ao cinema, geralmente vou nos do itaú (frei caneca e augusta) e cinesesc.

      no frei caneca vc encontra os grandes lançamentos, como esse ‘perdido em marte’, mas no da augusta é mais o circuito de arte, q tb tem no frei caneca, mas menos. só q o frei caneca tem um detalhe: tem um público gay (em outras palavras, tem q ter mente aberta, pq vai ter muito casal gay por lá) considerável e se vc não tiver nada contra isso, é um lugar pra ver filmes sem ser aborrecido com bagunça e zoeira no meio da exibição, assim como na augusta e no cinesesc (q tb é na augusta e tb tem circuito de arte).

      qto ao filme… tem uma boa crítica aqui: http://www.blogdoims.com.br/ims/crusoe-moderno

      mas se vc geralmente vai em cinemark… aí não tem jeito. a molecada faz mó bagunça e, em alguns casos, não tem problema nenhum, pq o filme geralmente motiva essa zoeira toda.

      1. Valeu pela crítica, e infelizmente tá assim mesmo. Tem que apelar pra locais ou horários menos frequentados. Bom pra quem tem, pelo menos, a opção pra onde fugir.

    2. Em que horário você escolhe para ir nas seções?
      Tenho esse problema também e minhas únicas opções próximas de casa são as grandes redes de cinema. O que faço é sempre escolher horários extremamente tarde e durante a semana, coisa de 22:50h, 23:30h. Sei que não é o ideal, mas infelizmente foi a forma que encontrei de conseguir ter uma boa experiência em salas de cinema.

      1. Para mim, os melhores horários são no meio da tarde, em dias úteis. É ingrato, e por isso quase sempre dá pouca gente — assisti a Mad Max com outras duas pessoas, numa quinta-feira às 17h.

        Eu também me incomodo com conversas e distrações no cinema :/

        1. Você e mais duas pessoas apenas em toda a sala?

          Não consigo conceber algo tão vazio.

          1. Fico feliz só de não ter alguém de um dos meus lados e diretamente na minha frente. Dá pra ficar bem mais confortável na poltrona e sem a preocupação de estar perturbando alguém.

          2. Eu já assisti uma sessão no Itaú Cinemas do Shopping Bourbon em São Paulo onde eu estava SOZINHO na sala. Era da Mostra Internacional de Cinema, última sessão, e era um documentário brasileiro. Não por isso, mas o filme era simplesmente maravilhoso.

      2. Pedro, infelizmente quase sempre assisto em horário “comercial”. Pelo fato de não morar na capital, dificulta bastante pegar essas sessões mais tarde.
        Mas, em Star Wars, vai ter jeito rsrs. Vou dormir por lá e tentar assistir o mais tarde possível…

        1. cara, para um filme pipoca há uma convenção social de q se trata de um divertimento e não a exibição de uma obra prima. está implícito uma certa bagunça e desleixo diante de um filme q não exige muito da pessoa q o vê. vc querer seriedade vendo ‘2001: uma odisséia no espaço’, do kubrick, é diferente de querer seriedade assistindo uma apresentação de ‘assim falou zaratrusta’, composição de richard strauss usada no filme. são condições de apreciação diferente pq envolvem convenções sociais diferentes. qdo alguém fala no cinema e o outro faz “shiiiii” eu acho q ele não entendem bem o q é uma exibição em um cinema…

          1. Exato, e lido bem com a convenção social. Ainda suporto o barulho e a falta de educação muito bem. Prova disso é que ainda vou ao cinema. Conheço um cara que faz 5 anos que não pisa num cinema por causa dessas situações. Expus isso por me preocupar com a piora disso tudo. Tenho medo de um dia ficar quase impossível assistir. E isso é princialmente complicado quando se tem poucas opções…

    3. Vi ontem Perdido em Marte. Gostei bastante, e achei interessante o lance de ser cientificamente correto (ou assim me disseram; não tenho conhecimento para validar a informação), mas enquanto “filme de espaço”, cinematograficamente falando, gostei mais de Gravidade e Interestelar

      1. Gravidade e Interstellar são os filmes que vão me fazer ir assistir ele. Espero que ele faça parte dessa atual boa fase de filmes “espaciais” .

      2. Eu também me empolguei mais por Gravidade.
        Não sei por que, mas me incomodei com a tentativa desastrada de tentar emplacar uma OST só com trilhas antigas, copiando Guardiões da Galáxia.

        1. É, foi por isso que enfatizei o “cinematograficamente”. Gravidade é mais filme no sentido de que explora mais os recursos do meio — aquele plano sequência logo no começo do filme, com quase 20 minutos, é absurdo de bom, e a fotografia é impecável. Perdido em Marte é competente e bem feito, e flerta um pouco com o humor. Não é um filme ruim, mas (com o perdão da brincadeira) é mais MUNDANO.

    4. Assisti Perdido em Marte semana passada. Sobre o cinema: tava lotado, tinha gente nas ultimas fileiras e mesmo assim foi muito agradável. Sobre o filme: por mim melhor do ano, o filme é longo mas passa rápido, a história é boa, não tem distrações (olá romancinho) e erros científicos (olá Interestelar). É um prato cheio pra quem gosta de exploração espacial e ciência.

      1. poxa, tem romancinho o filme todo… especialmente com aquela baita visão romântica da exploração planetária q os americanos têm.

          1. mas há. o amor da comandante da missão ao amigo abandonado. o amor dos q escaparam às suas famílias. o amor dos tarados da nasa pela ciência. o amor da comandante aos ideais militares. o amor sorrateiro da astronauta hacker pelo cara q não sei bem o q fazia na missão, além de parece um cara meio frágil. o amor do astronauta abandonado à vida, já q ele poderia muito bem ter se matada e pronto, mas não, resolveu viver sob condições austeras. tem o romancinho o filme todo… e expresso em boa parte do tempo nas canções q ele se obriga a ouvir… é um romance/novela espacial disfarçado de ficção científica. é o mesmo tipo de roteiro para perdidos no mar, perdidos em desastres naturais, perdidos em apocalipse zumbis etc…

    5. Eu fiquei um tempão tentando entender que cidade era essa (“THE”). Até que percebi que essa era a sigla do AEROPORTO de Teresina. Cara, se referir às cidades desse jeito é um troço muito chato e pedante. Dificulta a comunicação e está errado, pois o cinema não fica dentro do aeroporto.

    6. Eu fiquei um tempão tentando entender que cidade era essa (“THE”). Até que percebi que essa era a sigla do AEROPORTO de Teresina. Cara, se referir às cidades desse jeito é um troço muito chato e pedante. Dificulta a comunicação e está errado, pois o cinema não fica dentro do aeroporto.

      1. OK, cara. Valeu pela sua aula de português e geografia. Tentei só abreviar, e nem prestei atenção o quão “chato e pedante” isso seria.
        Mas, tudo bem. Tá corrigido. My bad…

        1. Eu acho que você teve uma percepção errada sobre a minha mensagem. Eu não dei “aula” de nada. Eu apenas não entendi o que você disse e por isso reclamei.

          1. E eu fui educado com você por causa do respeito que tenho a este espaço e ao Ghedin. Da próxima, vê se não reclama por besteira.

  14. Me deparei há pouco com essa notícia e fiquei pensando em algumas coisas…

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/10/crise-interrompe-tendencia-de-uso-de-varios-chips-por-celular-no-brasil.html

    A primeira é se passaremos a ter menos menos modelos dual-SIM sendo lançados, afinal com planos oferecendo Whatsapp e Facebook ilimitados passa a fazer menos sentido usar várias operadoras de acordo com quem você irá falar.

    Outra coisa mais ou menos relacionada é o fato de que vejo cada vez mais pessoas usando modelos antigos de iPhone. Seria um sinal de que muita gente está comprando aparelhos usados ao invés de novos? Eu me lembro que uma pessoa que reclamou pra mim que o iPhone não era bom porque não tinha dois chips…

    1. Os tops de linha já seguem essa tendência de poucos modelos dual chip. Mas, não acho isso nada bom porque de certa forma te prende a determinada operadora (mesmo assim utilizo um único chip).

    2. Penso assim: normalmente, quem utiliza dual sim, são usuários de pré-pagos. Na medida em que os planos de dados dos pré-pagos vão se tornando mais atraentes, as pessoas deixam de utilizar a voz e dão prioridade à comunicação por dados. Desta forma, não importa a operadora. Faz uns dois anos eu tinha duas linhas. E usava as duas, com certa frequência. Assim que adquiri um smartphone, de um sim, desativei a segunda linha. Hoje, não faz mais sentido pra mim. Até adquiri um chip do Oi Galera, mas mais para utilização dos wifis da Oi grátis. O chip está num aparelho antigo que nem ligo.

      Acho que as fabricantes demoraram a reagir à tendência do dual-sim, hoje temos bem mais aparelhos dual-sim, mas chegaram tarde.

      Quem ainda utiliza e precisa muito de voz são donos de pós-pagos. Estes, tradicionalmente, não dão muito atenção a dual-sim, pois normalmente os planos pós-pagos oferecem os minutos adequados às suas necessidades de voz e dados, já que os minutos incluem todas as operadoras.

  15. Ghedin, o Manual é um blog muito bom.
    Mais pessoas precisam conhecer o blog e não conhecem. Talvez divulgar seria a solução, mas como fazer isso? Eu sempre compartilho os posts do Manual, se todos que acessam o site compartilhasse, talvez ajudasse um pouco.

    Acho que para o Manual crescer precisa de mais conteúdo. Agora não sei como você encara isso, porque para ter mais conteúdo teria que mudar a filosofia do Manual. Não sei se caberia aqui uma sessão “destaques tecnológicos do dia” ou algo parecido, como um post com os acontecimentos do maravilhoso mundo da tecnologia que merecem destaque no dia. Terá dias que não terá nada de importante para citar, é verdade. Se isso não for viável, a minha ideia é aumentar a cobertura da tecnologia de consumo, mas sem perder o seu estilo.

    Para a sessão Na Mochila seria bacana ter uma variação dela como uma “Mochila Fotográfica” para ver o que os fotógrafos carregam em suas mochilas, com detalhes sobre o por quê que eles preferem determinada lente, filtro etc. Eu posso te indicar uns dez aqui de pronto para fazer esse quadro maaas.. no final dos posts do Na Mochila você deixa claro que é só gente que você admira, daí não sei como isso se encaixaria aqui.

    Besteira: Sinto falta de um domínio curto para chegar ao Manual mais rápido. Quando uso um novo computador ou celular e quero ler o MdU sempre penso que poderia ter um mdu.me para ser mais rápido e até para servir como encurtador de links. Não que o Manual precise de um encurtador, já que os links são os mais simples da internê. Pena que o mdu.me já está registrado. O mdu.com e .net também. :(

    Coisa de leitor folgado, não se preocupe, sempre vale a pena digitar manualdousuario.net!

    A volta do Guia Prático é, sem dúvida, o que todos nós leitores mais esperamos.

    Essas foram ideias que surgiram na minha cachola, são algumas coisas que eu gostaria de ver aqui no blog.

    1. Desculpa dizer isso, mas, o Manual é bom justamente por não focar em quantidade – coisa que a maioria dos brasileiros amam.

      1. Eu também AMO o Manual do jeito que está. Quando eu digo que quero mais conteúdo e para ampliar a cobertura de tecnologia de consumo é porque sempre fico com um gostinho de quero mais quando acabo de ler um post. É possível aumentar a quantidade de posts (dois ou três a mais durante a semana) sem perder a qualidade, só que falta tempo para o Ghedin. :(

  16. Olá, pessoal!

    Há mais de um ano e meio eu parei de fazer comentários em sites e blogs de tecnologia ou qualquer outro assunto. O motivo foi simples: não era saudável o que eu fazia. Quando eu escrevia um comentário em um site como o TecMundo (bate na madeira), por exemplo, nunca havia discussões saudáveis e apenas pessoas gritando umas com as outras e comigo, é claro. Me lembro de uma vez que fiquei tentando explicar para um grupinho de pessoas que ano-luz não é uma unidade de tempo e sim de distância (o autor do texto usou o termo como unidade de tempo). Olhando para trás eu acho graça da situação. Enfim, eu parei de comentar porque não era válido eu perder tempo com discussões vazias e entrar na jogada de alguns sites que meio que produziam pautas com polêmicas com o intuito de gerar esse ruído nos comentários.

    Em meio à toda essa minha decisão de não comentar mais, passei a mudar a minha forma de consumo de conteúdo e uso da internet. Passei à procurar novos sites, blogs, youtubers… fontes de informações. Abandonar algumas fez parte da mudança.

    Após seis meses de parar de ler alguns sites conheci o MdU, caí de paraquedas aqui – acho que foi em um podcast bem antigo que o Google indexou em uma das minhas pesquisas. E que sorte a minha, que conteúdo bacana! No início não acompanhei o blog diariamente como faço hoje, mas se contar desde a primeira vez em que acessei o Manual já se passaram pouco mais de um ano. Me lembro que foi no início de setembro e eu estava muito ansioso e me preparando para uma viajem que iria acontecer em dezembro (!) – tinha acabado de receber a notícia, né. Valeu a ansiedade.

    Sempre achei o espaço de comentários (e comentaristas) do Manual o máximo, mas nunca tive vontade de comentar e também não queria quebrar a minha máxima de não gerar ruído. Essa é a primeira vez que comento pra valer em todo esse tempo; é muito provável que eu continue sem comentar, estou tentando mudar isso e passar à compartilhar com outras pessoas a minha opinião e o Manual, principalmente, e os outros sites e blogs que escolhi para ler parecem ser o lugar certo para voltar à falação. :-P

  17. Alguém acompanha a Major League Baseball? Confesso que acho beisebol MUITO entediante, mas estou tentando assistir aos jogos dos playoffs, torcendo para a “profecia” de “De volta para o futuro 2” ser concretizada, com o Chicago Cubs campeão da World Series em 2015 hahahaha.

    1. Dúvida de um leigo total, baseball é jogado em outros países fora da América do Norte, ou é que nem o Futebol Americano, que fica só por lá, e todo ano rola a piada que o resto do mundo não está nem tentando.

      1. Tem dois países onde o beisebol é mais popular do que nos Estados Unidos: Japão e Cuba. Cuba inclusive é a seleção que tem o melhor nível entre todas, tanto é que tem 24 títulos nas 39 copas do mundo disputadas do esporte, incluindo um eneacampeonato (9 títulos seguidos) em 2005.

        O beisebol também é popular no Canadá, México, República Dominicana, Venezuela e Coréia do Sul.

  18. Quem aí tem iPhone?

    Vocês acham que o iOS é atualmente o sistema mais difícil para usar?

    Essa semana falei com várias pessoas e a maioria disse que não compraria iPhone por causa do sistema.

    Uma senhora do meu trabalho queria usar uma música como toque e foi uma novela para conseguir fazer isso (instalei o iTunes nem um PC e mesmo assim não aceitava de jeito nenhum modificar a música).

    Fora isso, notei também bastante gente usando Windows Phone. Será que vale a pena migrar do Android para o WP?

    1. A bem da verdade, ringtones no Android também não é algo trivial — precisa de um PC ou de um gerenciador de arquivos, dos arquivos de música em MP3, é um processo chatinho.

      Eu gosto muito do iOS e acho ele mais polido e fácil de usar que o Android, mas sei que sou (somos) fora da curva. Porém, é notório o quanto as pessoas que têm iPhone e não são da área da tecnologia ou muito ligadas nisso se viram bem e gostam do aparelho. Acho que a Apple acerta mais do que as outras em usabilidade e satisfação no uso.

      Windows Phone é popular porque é barato. Mas, a essa altura, eu não recomendo a ninguém salvo àqueles que sabem o que estarão comprando.

      1. “Acho que a Apple acerta mais do que as outras em usabilidade e satisfação no uso.”

        Ghedin, você vai experimentar isso com o MacBook!

      2. Mas no Android é só salvar em qualquer pasta que pelo player de música já aparece a opção – além das próprias configurações de sons que também deixam a opção. Fora que no Android até ao baixar a música o player já reconhece e dá essa opção.

        Não sei (ainda) como é isso no Windows Phone.

        Achei muito complicado no iPhone, por precisar de usar um programa do iTunes.

        Ghedin, não sei se isso que você escreveu se aplica as pessoas comuns. A grande maioria das pessoas que conheço com iPhone não sabe fazer quase nada com o aparelho. Essa senhora que falei só conseguiu usar botão voltar (teoricamente nem existe esse botão no iPhone já que a opção para isso fica na parte de cima) depois que expliquei para ela.

        Tenho pensando que o WP pode ser bom para quem não usa tantos aplicativos.

        1. Eu usei iPhone por quase dois anos e nunca sequer instalei o iTunes. Fora passar música, ele é totalmente dispensável.

          Já ouvi o argumento de que usuário de iPhone “explora” menos o aparelho, mas não vejo demérito nisso. Se ele está feliz, mesmo sem utilizar todo o potencial do que tem, qual o problema? E mesmo isso eu acho (achismo mesmo) que não é tão grave quanto você sugere… Algumas coisas, como o atalho para voltar telas (arrastar o dedo da borda esquerda para a direita), são mesmo difíceis de adivinhar e nem todo mundo usa, mas o básico é intuitivo. Minha afilhada usava o iPad desde os cinco anos e nunca teve problema (ela até sabia os gestos multitouch de cinco dedos, haha!)

          1. Crianças sempre dão uma surra em adultos quando a questão é tecnologia.

      3. Pelo menos o pessoal dentro da curva que usa o iPhone, sabe configurar direitinho a acessibilidade pra colocar o botão home flutuando na tela. Aquilo dá um nervoso…hahahaha

      4. Nem me fale de WP , comprei e felizmente consegui vender apos 1 mes , o OS é muito entediante

    2. Curto muito os sistemas e serviços MS, mas, na minha humilde opinião, nada se compara ao iOS.

      Gosto do WP, mas não é páreo pro iOS, não. Tbm na minha opinião…

      Quanto ao Android… Prefiro não comentar.

      1. Isso é bem diferente da questão que levantei.

        Não tem nada a ver com gostar ou não de determinado sistema.

        O iOS, por exemplo, é rápido, fluido e muito bonito. Mas, é bem complicado para fazer algumas coisas simples.

        1. eu já tinha bebido umas… #sorry

          Indepedentemente de opinião sobre o grau de dificuldade do iOS, sendo esta a sua questão… Acho que é o sistema mais easygoing entre os demais.

          1. Pelo pouco que usei, foi isso e Davey como voltar, multitasking e busca.

            Foi difícil conseguir comprar aplicativos pela primeira vez (até os bairros pediam senha). Não sei se mudou, mas na loja as fotos da descrição dos aplicativos ficavam do na horizontal (do achei estranho e engraçado).

            Só isso, que me lembre. Mas, tenho que ressaltar que a loja por exemplo, depois de configurada não pediu mais senha e o desempenho sempre foi muito bom (diferente de lags comuns no Android).

    3. iOS como mais difícil? Ainda hoje só tem dois sistemas no mercado com base instalada, sorry WP users ;) e o iOS sempre foi extremamente fácil de usar, o Android está evoluindo e ficando mais amigável aos novatos, mas ainda não está lá. E de fato, a M$ está conseguindo o que quer, vender o maior número de WPs para tentar inflar a base de usuários.

        1. Posso considerar, estou no iOS desde que era chamado iPhone OS3, já que estou no sistema há certo, posso ter me deixado valer. Mas não sabia que é tão difícil, ao menos como você se diz.

    4. Eu sai de um wp 7 (aquele descontinuado) para o Android.
      Gosto bastante do Android e já utilizou há mais de 3 anos.
      Nunca usei iPhone diariamente, mas acho ele meio esquisito, com coisas escondidas. Também não me convence a barra de notificações.
      Penso que o wp pode dar o pulo do gato com o wp 10 e a prometida integração, que falta ao Android e sobra na Apple.
      Mas acho que depende também de após. Como sabemos, falta engajamento dos desenvolvedores em relação ao wp.

  19. Ghedin, eu vejo o MdU como uma empresa de um cara só, e acho isso foda. A questão é que você poderia começar a distribuir tarefas com gente engajada, com certeza alguém toparia fazer publicações por aqui e vc poderia intermediar, escolher o que publicar, editar, etc.

    o segundo ponto é que você pode começar a pensar numa plataforma com uma base boa de usuários, como o Youtube, mas ai vem todo o ônus de criação de conteúdo bacana.
    Curto podcasts, seria interessante também ver isso por aqui.

    São só idéias soltas…

    No mais, parabéns pelo trabalho.

    grande abraço.

    1. Eu tentei chamar mais gente para me ajudar e em algumas áreas deu certo (design, tradução, revisão). Até rolou de publicar um post da Beatriz, que foi bem bom! O problema para trazer mais gente ao editorial é que sou bem chato com o que entra no site e fico numa situação desconfortável de cobrar sem dar nada em troca. Daí prefiro tocar sozinho.

      Valeu pelas sugestões!

      1. O MdU tem o valor da marca, do seu nome e da credibilidade. Quem procura ajudar tu, sem cobrar, provavelmente o faz justamente porque conta com seu nome, que já tem um valor grande no meio da tecnologia. Ter um currículo escrito “escrevi algo no Manual do Usuário, do Rodrigo Ghedin” dá um bom valor para a pessoa ;)

    2. Aqui tem podcasts, mas devido ao assalto e a falta de tempo do Ghedin, ele pausou o projeto. Mas acho que o youtube, até o momento não favorece o editorial do Ghedin, vira e mexe, ele solta um vídeo junto com algum review, mas como adicional.

    1. Acho que não, sei que tem como acessar mídias remotas em ambos, mas não sei como espelhar.

    2. Quando fiquei sem TV pensei nisso. Cheguei a ver um tutorial que ensinava como fazer exatamente isso, mas nem fiz.

      Por isso, se você procurar vai encontrar (só não sei se vai funcionar).

    3. Em que sentido?

      Se for um notebook que quebrou e quer usar a tela, teria que ser um especialista em eletrônica para fazer um circuito e colocar a tela do note. Geralmente telas de notebook são “sob medida”.

      Se for para colocar em um notebook, teria que usar uma placa de captura. E isso dá lag.

      Uma dica? Procure por adaptadores HDMI-VGA (se for games de nova geração) ou RCA-VGA (para games antigos).

    4. Complemento e resumo: Uma tela de notebook só funciona com notebook. Se quer usar como “Monitor”, ou teria que ter um circuito compatível, ou ligar em uma placa de captura.

      Fora isso, só usando um monitor + adaptadores.

  20. Guedin,vc disse q comprou um Macbook.Posso estar enganado,mas eu me lembro que já ouvi vc falando q não era acostumado com o OSX.Queria saber como está sendo sua experiência com o sistema e pq vc decidiu adotá-lo.

    1. Sim, estou esperando chegar. Conto depois que tiver uns dias de uso, mas te digo que estou curioso e um pouco ansioso — e com um medinho de que a curva de adaptação seja grande.

          1. Review eu não sei, mas devo comentar algo sobre a experiência como um todo. Afinal, eu nunca tive um Mac, nem usei um por períodos prolongados. Será algo totalmente novo para mim e acho que isso renderá um texto bacana :)

          2. Seu amigo Higa fez um texto bacana sobre isso, mas, nunca mais tocou no assunto.

          3. O que te levou a essa mudança radical sem nem conhecer o sistema? Até porque não é barato um mac aqui nessas terras.

          4. Soará bizarro, mas o MacBook Pro foi o mais barato entre notebooks premium que encontrei. Até comprei um Samsung Style S20 na esperança de que fosse uma versão atualizada do meu antigo Série 9; não era. O acabamento piorou muito e a Samsung cometeu o pecado de colocar uma tela com ângulo agudo de visão.

            Fora isso, cogitei XPS 13, da Dell e o ThinkPad X1, da Lenovo. Ambos, mais caros que este MacBook Pro. Aliás, eu já escrevi sobre isso: https://www.manualdousuario.net/macbook-notebooks-concorrentes/ Qualidade, seja com Windows ou OS X, custa caro.

          5. Pelos sites oficiais o xps 13 é (um pouco) mais barato que o mac pro, e tem touchescreen.
            Mas enfim, não estou questionando a compra. Só queria entender a mudança “radical”.
            Não fazia ideia do preço do xps 13. Os lenovo sei que são caros mesmo.
            Mas pela pouca diferença de preço, acho justo partir pro mac.

          6. achei a escolha acertada, mas sou um tanto apegado ao windows. uso um g5 no trabalho, mas sei lá… só q esse hardware da apple é incrível. esse meu dell vostro só me aborrece. quem sabe aquele lg q indicaram num outro post ou mesmo esses novos notes da microsoft seja possível ter um note windows verdadeiramente bom. pq o dell xps não me anima muito, apesar de achar aquela tela quase sem borda bem legal.

          7. Nossa, se aquele Samsung tava com pinta que ia ter fôlego, esse daí então…

            Você comprou pelo MacMagazine mesmo ou na AppleStoreBR?

      1. Também tenho muito interesse nisso.

        Já decidi que no próximo mês comprarei um notebook (o meu se tornou zumbi em setembro) e estou em dúvida entre o Macbook Pro Retina 13″ e o Dell Inspiron 7000 15″.

          1. É exatamente isso que pretendo trocar se comprar o Inspiron 7000. Gostei do design (mesmo sendo plástico) e sinto medo de pagar um valor absurdo em Macbook de entrada e ser mais um contemplado com o problema na tela que milhares de usuários vem relatando.

          2. É exatamente isso que pretendo trocar se comprar o Inspiron 7000. Gostei do design (mesmo sendo plástico) e sinto medo de pagar um valor absurdo em Macbook de entrada e ser mais um contemplado com o problema na tela que milhares de usuários vem relatando.

          3. Se der problema aciona a garantia, ora.

            E fique atento a outros detalhes além do plástico (embora, só isso, já seja suficiente para tirá-lo de uma hipotética lista minha). Coisas como teclado, touchpad (quase sempre crítico em notebooks de entrada e intermediários com Windows) e tela (ângulo de visão agudo) podem ser bem decepcionantes…

          4. A tela é um destaque desse Dell, por ser IPS e Full HD (de qualidade). Tem também teclado iluminado e tela touch (confesso que quase sempre me vejo clicando na tela depois de ter um ultra touch). Mas, por ser de plástico (e com as experiências ruins quer tive com a Acer) fico com um pé atrás.

      2. Acho que pode ser chato para você aproveitar bem no começo, mas para conseguir usar, com tudo sendo multi-plataforma e 90% dentro do navegador será de boa provavelmente.

        Acho que para blogueiros é uma boa, conquanto que você esteja disposto a pagar pelos apps: Reeder, Tweetbot, Pixelmator, etc…

          1. Opa! Se precisar de um Windows para uma coisa ou outra, tem sempre a possibilidade de uma máquina virtual. É o que eu faço.

      1. Faça por favor um post unboxing e aproveite para postar no YouTube. Por sinal, rodei atrás de vídeos brasileiros de análise do Pro Retina 13″ 2015, mas não vi ainda nenhum com qualidade.

      1. O Android Police fez uma carta aberta reclamando do MotoE 2015 e do MotoX, vale a pena dar uma olhada. Não creio que a Motorola vá ceder à pressão, mas esse ocorrido mostra que: ou ela não é uma empresa tão ‘Magica’ e comprometida como se pensava ou está em apuros financeiros e teve que cortar desenvolvimento de software em aparelhos menos recentes(nem ouso dizer antigos).

        1. ou ela prometeu algo antes da hora, para um aparelho muito low end. Ao notar que o Android 5 roda no limite máximo da honra no Moto E, ela deve ter percebido que o 6 vai ser quase impossível.

          Lembrando que o Moto E 2015 tem uma versão bem popular com o Snap 200… a versão com o Snap 410 com certeza aguentaria.

      1. Nada disso. A questão é que o Moto G tem hardware idêntico ao Moto G 2014 e enquanto o último será atualizado, a versão anterior já foi abandonada.

          1. Pois é. Espero que receba pelo menos as atualizações de segurança.

            O problema é prometer e depois do consumidor adquirir o aparelho refutar o que disse.

      2. Eu tenho um Xperia ZQ de mais de 2 anos, ele recebeu a sua ultima atualização (o 5.1.1 ) mesmo a Sony não sendo a melhor nessa parte de update, devo parabenizá-los pelo esforço de manter a linha Z com os updates mais recentes.
        Agora imagina o cara que compra um moto g esperando receber pelo menos 3 grandes atualizações…

        1. Meu tio não sabe fazer isso, mas ele quer que o aparelho esteja atualizado. O que fazer?

          1. Tem tutoriais aos montes em fóruns brasileiros explicando o processo passo a passo.

          2. A questão não é ter tutoriais. Pense um pouco como o usuário basico.
            De todos os usuarios de Android no mundo, qual a porcentagem desse total que instala essas roms customizadas?
            Por que uma pessoa comum com pouco conhecimento dessa pratica iria abrir mão de um botao “aperte para atualizar” como é feito em alguns aparelhos em troca de desbloquear bootloader, instalar o kernel, depois fazer o flash da ROM…?
            Se você tivesse (pode ser que tenha) um carro ano 2013, você trocaria o motor dele em casa por um mais potente utilizando o conhecimento de algum tutorial, levando em conta que possui todas as ferramentas para isso?

          3. Não estamos falando de motor, mas seria próximo ao software de GPS que se tornaria mais preciso para ter levar ao caminho certo.

          4. Mas a analogia é perfeita. O motor é o “core” do carro assim como o SO é o “core” do telefone. Por mais detalhado que sejam os tutoriais, só usuários hardcore’s o fazem.

        2. Já que citou CyanogenMOD, deixo minha recomendação:
          crDroid by Benowit
          Até agora a mais estável ROM pra o G 2013 que achei. Tá fazendo eu continuar com meu guerreiro até agora.

          E é interessante ver a CyanogenMOD sendo usada pra criar novas ROM’s por cima dela. Mostra o potencial que eles tem de se distanciar do Android, mesmo que eu não goste dessa ideia.

        3. Já que citou CyanogenMOD, deixo minha recomendação:
          crDroid by Benowit
          Até agora a mais estável ROM pra o G 2013 que achei. Tá fazendo eu continuar com meu guerreiro até agora.

          E é interessante ver a CyanogenMOD sendo usada pra criar novas ROM’s por cima dela. Mostra o potencial que eles tem de se distanciar do Android, mesmo que eu não goste dessa ideia.

  21. Oi, pessoal! Entao, (estou sem acentuacao novamente, PC do lab da escola nao deixa modificar nada), como eh sexta, o que voces pretendem fazer no feriado prolongado? Eu vou assistir alguns filmes, series, estudar e comprar umas coisas…

    1. Meu quarto está uma bagunça e preciso organizá-lo. Fora isso, vou aproveitar para ir a academia (inclusive no feriado) e tentar colocar em dia um curso que estou fazendo. Além disso, vou jogar bastante e monitorar o preço de um notebook que estou de olho – o ruim é que a grave bancária impede até pagar boletos.

    2. Hoje ficarei em casa, amanhã vou ver um filme do Studio Ghibli na mostra do Studio para o Festival do Rio, a noite vou a uma festa, domingo outra festa, e é isso…

    3. aqui em Passo Fundo vai chover o fim de semana todo. então pretendo diminuir a minha lista de filmes pendentes, principalmente aqueles de ~3hrs de duração.

      1. Bem vindo ao clube.
        To considerando vender o carro pra comprar um barco já ¬¬

      2. Bem vindo ao clube.
        To considerando vender o carro pra comprar um barco já ¬¬

    4. Com a chuva que não para no RS inteiro, o jeito é ficar em casa.
      Se tudo der certo, pretendo tomar uma cerveja e botar um curso online em dia.
      Como a previsão é de chuva até terça-feira, acho que repetirei isso até lá :P

  22. Comprei um smartwatch Moto 360 e agora quero um fone de ouvido BT que não seja caríssimo. Gostaria de um que fosse preso por trás, como os da Motorola ou Nokia. Alguma dica?

    1. Quer para ouvir música ou apenas aprender ligações? A motorola tem um que parece bom se for apenas para ligações.

      1. Seria para ouvir música. Descobri um app pra smartwatch que permite ouvir musica sem a necessidade do smartphone.

  23. caros, segue um review bem do mequetrefe para um fone de ouvido que comprei. nos posts livres passados chegamos a falar sobre isso, mas não dei uma contribuição. agora lá vai.

    estou muito satisfeito com o sennheiser mx 470, adquirido no mercado livre, com nota fiscal e embalagem lacrada. o som é perfeito para jazz, música clássica, rock (incluindo heavy metal), pop e podcasts… só não faz grandes coisas com música eletrônica com muitos graves (na verdade qualquer estilo com muitos graves). o utilizei em casa, na rua e no metrô e em todos os ambientes era possível ouvir muito bem a música. claro, em ambientes silenciosos vc aproveita melhor, pq não tem isolamento, é fone comum. mas é simplesmente impressionante como um fone tão pequeno produz um resultado tão bom.

    achei melhor deixar o equalizado do spotify desligado, pq o resultado é melhor assim, mas pra eletrônica é preciso apelar a algum recurso digital.

    o fone vem com espumas e borradas pra tornar mais confortável o uso. preferi umas borrachas pequenas ao invés as espumas e uma outra borracha que acompanha o aparelho, pq ela é meio esquisita, com saliências que não incomodam, mas parece q não terão vida longa.

    a qualidade do fone é realmente muito boa e o cabo me pareceu ser resistente. estava usando um philips pra sports, mas além dele estar desmanchando, o som estava cada vez pior, tanto q até tinha parado de ouvir música na rua…

    pra quem estava em dúvida sobre um fone da xaomi e outras opções, recomendo considerar esse tb. paguei 88 reais. o q, pela qualidade sonora, me pareceu ser um bom negócio.

    1. Um dos melhores negócios de fone que fiz foi com um Sennheiser MX 365, paguei R$ 35, numa promoção de uma loja, já com o frete incluído. Barbadíssima. O fone custa em torno de R$ 80.

      1. deve ter sido mesmo, pq, acho pouco provável q entre os modelos da sennheiser haja um decréscimo muito grande de qualidade. claro, q eles têm lá os produtos tops, mas mesmo os modelos de entrada (acho q o meu é um desses modelos, não sei), são muito bons!

        1. O único “defeito” dele é que não é específico para smartphone, portanto, não tem microfone. Pelo preço sei que não deve ser o melhor dos fones, ainda assim a qualidade, comparada com o original do Moto X (1a. geração) é marcante, inclusive consegue entregar uns baixos bem competentes.

          Nunca ouvi música em um fone mais top, portanto, não sei dizer se eu notaria a diferença para gastar um pouco mais por um fone mais topzinho.

          O fone em que paguei mais caro foi um headphone da Panasonic, estilo retrô, paguei em torno de R$ 120, tem um som bem competente, bem acima dos fones básicos, como aqueles da Clone com microfone, por exemplo, hahahaha.

          1. estou prestes a comprar um fone tido como top, mas até 500 mangos, minha faixa era 400, mas não teve jeito. e pra minha esposa vou comprar um sennheiser desses com plush, pq ela tem alergia a esse material típico dos fones. obviamente esses fones melhores fazem um trabalho melhor… mas notei tb, e talvez vc tenha visto isso, q é preciso um complemento se vc quiser aproveitar melhor a sonoridade do note e mesmo do celular, algo parecido com aquela dragonfly, saca? parece q dá uma puta melhorada no som e vc aproveita um fone mais top…

            esses fones muito baratos até q não são ruins, tiro pela philips, q já não compro mais pq eles estão usando maus materiais. mas eu não sei se estou partindo pra excesso de preciosismo ou se vale a pena mesmo… a conferir.

          2. Pois é, o som integrado nas placas mãe meio que tirou um pouco da importância que se dava para a placa de som. É verdade que o som integrado melhorou, mas imagino que placas externas ou mesmo off-board (se é que existe ainda) melhorem o som.

            Lembro do final dos anos 90, início do 2000, quando se ia comprar um computador, a placa de som era escolhida a dedo

            Sobre os fones top, com alta impedância (160 Ohms pra cima, acho, mas não tenho certeza) praticamente não funcionam (ou não funcionam at all) com celular/notebook, aí um amplificador auxiliar é essencial.

            Comprei um da Philips que o Ghedin anunciou no Facebook, por R$ 40, é piorzinho que o da Panasonic que tenho, e às vezes acho que tem um som pior que o Sennheiser MX365. Por R$40, até R$ 80, acho que vale a pena, mas o preço de taberla dele é de R$ 149, inviável pelo que é. A Philips é questão de sorte. Comprei umas caixinhas uma vez, paguei carinho até, mas eram uma bosta, o som era muito baixo. Tá certo que eu deveria ter lido as especificações, mas se prestar a vender algo ruim assim é de lascar.

            Edit: acho que não é preciosismo seu evitar a Philips. Cobrando valores semelhantes que marcas reconhecidas, acho que não vale, por valor mais barato, aí até vale.

          3. a philips tem uns produtos bem caros, mas mesmo esses, pra mim, agora estão sob suspeita. não dá pra confiar na qualidade do material q eles usam nos fones, pq o som até q é bom, pelo menos desses em formato de concha.

            de fato a placa de som era uma escolha mais cuidadosa antes… agora, já era, ficaram invisíveis. eu gostaria muito de ter uma dragonfly e um bom fone, mas, com o dólar nesse valor, sem chance…

            umas caixinhas de som q comprei, pra deixar ligada na tv, foram da edifier. custaram pouco, uns 250, são relativamente pequenas, som 2.0 e funcionam muito bem. mil vezes melhor q o som da tv… mas precisou de adptador por conta da saída ótica da tv. tem mais potente, mas, pra mim, não carece tanto, mesmo pq são mais caras.

          4. Cara! Estou procurando caixinhas pro meu PC, 2.0 mesmo. Utilizava um “micro system” com a saída P2-RCA, mas to utilizando o som para um aparelho de vinil em outro ambiente e fiquei sem caixinhas.

            Vi que a Edifier tem uns modelos que vem com DAC embutido, e é necessário apenas um plug na USB. Fiquei bem interessado. E sobre esse modelo da Edifier que tu mencionou, sabes o modelo?

            Esses dias, por curiosidade, fui olhar os preços de fones da linha Fidelio, cara, sem noção, e como você comentou, eu não confiaria na Philips para um equipamento tão caro assim. Mesmo na faixa de R$ 500. Pelo menos não sem um bom review. Depois do “Beats-gate”, vi que preço não significa bons materiais.

          5. também acho q o preço não é indicaticativo/sinônimo de alta qualidade. pode ser em alguns casos específicos, mas não é algo q se possa generalizar nem como conceito, porque marca, status, indicações etc podem inflacionar um produto e deixá-lo com um preço surreal por fatores q não têm relação com qualidade, duração e mesmo vantagem. o modelo q comprei é este:

            http://www.edifier.com/int/en/speakers/r1000tcn-2.0-powered-bookshelf

            me parece q é o mais básico da linha e dá conta em casa, pq o espaço não é dos maiores. talvez um dia eu troque por caixas mais potentes, mas por ora tá mais q suficiente e nem dá pra ouvir muito alto à noite q já fazem um puta barulho. ela tem duas saídas de áudio rca e controle de graves. comprei no mercado livre mesmo e fui buscá-las pessoalmente na santa ifigênia qdo da retirada. acredito q caixas maiores e mais potentes tenham um resultado bem melhor, mas aí eu acho q se aplicam mais a espaços maiores ou pra estúdio…

            acho q já faz uns três anos q estou com elas.

          6. Tanto pesquisou q desisti de gastar muito com um fone agora. Vou comprar um igual ao q tenho mesmo e pronto. Vi em alguns fóruns especializados dizem q ele tem som neutro, q é q mais me agrada…então vão esse mesmo, apesar de ser da Philips.

            Iapegarum da Sony BA kabum, q está com preço ótimo, 507, e depois cogitei um ath mx40 q tem um som mais neutro q o da Sony, mas desisti por conta do preço, mais de 600…

        2. Dificilmente há decréscimo em qualidade, o problema é o custo que há quando se aumenta a qualidade dos sons. AMPs de qualidade, e um bom sistema para ser o player da música. O que acaba elevando muito o preço da equação.

      2. Comprei o mesmo fone pelo mesmo preço. Se bobear foi na mesma loja, rsrs.
        Também foi o melhor negócio em fones que já fiz. A qualidade é muito boa!

  24. Acompanho siite/blog diariamente,nem sabia que ja esta a quase 2 anos no ar,nossa,tempo ta passando rapido demais???????Gosto dos reviews e mochilas dos geeks,por favor voltem com esses assuntos.

      1. Hahahah
        Boa….
        Mas a coisa tá complicada.. não preciso de algo caro como um Ipad. Gostaria apenas de uma tela de 7″ ou mais para consumo de conteúdo. Uma tela e bateria descente ou mesmo aceitável…. E se não for pedir muito um SO atualizado ou atualizável com um espaço interno que me permita instalar ao menos os apps necessários hehehe

        1. Cara, pra definir, tenho um celular Android e… um iPad 4…

          Não é dos mais caros (ainda tem a MP do Bem pra comprar) e mesmo com mais de 2 anos de uso, está firme e forte. É o tipico gadget que você só troca depois que quebra… estou feliz com ele… e como uso serviços de nuvem multiplataforma, não faz diferença se é iOS, Android ou Windows.

          o Ipad eu quase esqueço de carregar quando ele fica em standby… é assombroso o quanto ele poupa nessa situação. e SO atualizado.. só com o iOS ou Nexus para ter garantias razoaveis disso…

          Tive um tablet Android (Samsung) e não gostei muito não..

        2. Para conteúdo indico no mínimo 8″. Dê uma olhada nos modelos da LG (acho que são 8.3″) pois possuem bateria razoável e qualidade boa de tela.

          1. O primeiro G Pad, de 8,3″, era ótimo. Esses atuais perderam em tela, especificações e até acabamento… São baratos, quebram o galho, mas meio ruinzinhos.

          2. É verdade, eu tive um G Pad. Mas continuam sendo uma boa opção custo x benefício e com ótima qualidade.

          3. tenho um desses e realmente é bom, mas depois q instalei o cyanomodgen… ficou ruim, pq dá blackscreen em alguns apps e os caras não arrumaram isso até hj. se for comprar um desse, fique com a versão oficial da LG. eu me arrependi de ter trocado…

      2. Ainda tenho um Galaxy Tab 2, da Samsung, e é engraçado, no início era bem satisfatório, achei uma compra excelente, mas com o tempo foi ficando cada vez mais lento, hoje em dia está lentíssimo, quase imprestável. Efeito do Android? Com o Windows isso também costuma (ou costumava) acontecer, no início é ótimo, depois vai se degradando…

        1. Nessa época vi um texto do Jean-Louis Gassée em que ele falava que “o Android é o novo Windows” exatamente nesse sentido!

          A questão, eu acho, é que o Tab 2 roda o Gingerbread (Android 2.3), né? O sistema evoluiu muito de lá pra cá. Tenho um Note 8″ com o KitKat (4.4), uso intenso, e não percebo lentidão.

          1. Ele já foi atualizado para o Jelly Bean (parece que vai ficar por aí…) e na época eu até senti um ganho em performance, mas com o tempo veio a crescente lentidão… Posso estar enganado, mas tenho a impressão que o problema é realmente o Android, com o Windows sempre aconteceu isso. Será que vale tentar um cyanogenmod da vida?

        2. Acho que tem um pouco de tudo Bernardo. Um pouco de obsolescência programada e também porque os apps estão ficando muito pesados (e programadores de hoje não economizam muitos recursos não). Novas versões do SO que tem mais recursos (e no caso da Samsung, aquele monte de parafernália)

          Por fim, mo tempo de uso, todo SO (mesmo o iOS) exige uma resetada de “quando em vez”…. meu iPad 4 já teve dias melhores. Ele ainda não é lento, mas já não é mais o mesmo… o Chrome pra iOS por exemplo dele ele engasgando.

    1. Eu estou procurando um para ficar no lugar do Ipad 2 do meu filho/esposa que está morrendo. Olhando na internet achei o LG V480 que tá na faixa de ~ R$ 500,00 com 16 GB. Acho que para acesso ao facebook/instagram/youtube ele dá conta do recado. Alguém tem um desses?

      1. Os Vpad da LG são outros modelos interessantes. Tem também o Slate da HP e os Iconia da Acer…

      2. Os Vpad da LG são outros modelos interessantes. Tem também o Slate da HP e os Iconia da Acer…

      3. A linha v480 e a v500 tem autonomia pífia perto do v700, tenho o v700 e o v500 e enquanto um dá 14 horas de tela o outro mal passa de 4.

        1. Estava olhando no site da LG e vi que este V700 é um V480 com tela maior e quase o dobro de bateria, tudo isso por uns R$ 200,00 a mais. Já o V500 tem tela FULL HD, processador mais rápido (1.7 GHz) e bateria igual à do V480, tudo isso pelo basicamente o mesmo preço do V480. A dúvida que ficar é: pagar mais para ter tela maior e mais tempo de bateria ou decidir entre tela melhor e pouca bateria ou tela mediana com uma bateria um pouco melhor. Cenas para o próximo capítulo.

          1. Pior que não. Assim que o Lollipop saiu a Samsung já atualizou e ele continua recebendo updates.

            Fora isso, não sei se vc já notou mas o problema da Samsung e outras fabricantes é justamente depender de outros parceiros (leia-se Qualcomm) que não fornecem o driver – vide o problema que a própria Motorola admitiu em relação ao Lollipop e Moto X 2013.

            Por isso, com os Exynos a Samsung resolveu esse problema e quem acompanha nota que as atualizações chegam nos dispositivos.

          2. A coisa com a samsung não sei se é bem por aí. Comprei um Galaxy Note 8″ no final de 2013, com o 4.1.1 (Jellybean) instalado. Para ter acesso a alguma atualização em 2014, fui obrigado a gravar uma ROM original, mas do reino unido. Desde que o google anunciou o Lollipop já incluíram e retiraram esse modelo da lista de atualização e sinceramente eu duvido que ele receba mais alguma por parte da fabricante. E, veja bem, não é um hardware de entrada (leia barato) e que conta com um SoC Exynos de quatro núcleos.

          3. Nessa caso é bom você duvidar, mas esperar com esperança. Vide que até o antigo Note 2 receberá Lollipop.

            Talvez as únicas coisas boas é que o Marshmallow não exige hardware mais parrudo (além do que o Lollipop já necessita).

          4. Cara, o Note 2 também tá nessa de entra na lista / sai da lista! Só acredito vendo! rs…

            Mas sério, Samsung em se tratando de atualizações, é phoda!

    2. Depende pra que quer. Comprei um LG G Pad 10.1 V700 pq tem uma ótima autonomia e era barato. Pra o meu uso está mais que excelente (assistir vídeo aulas ,navegação e PDF). O único defeito que eu achei é não ter sensor de luminosidade, de resto é tudo aceitável pelo preco, o melhor é a bateria, passo com ele mais de 14 horas de screen e o tempo de espera também é ótimo.

      Esqueci, esse modelo já roda o pirulito.

      1. Esse é o modelo que mais me agradou nas pesquisas mas não achei abaixo de 800 mangos…

        1. Puts, nem tinha reparado :(
          Tenta mandar uma mensagem perguntado se tem previsão.

          Eu tenho uma há 5 anos que comprei na Renner e paguei R$ 25! Duvido muito que ache alguma nesse preço, mas pode ser uma opção. Não sei se você quer algo bem específico, como compartimento para notebook, se não precisar, acho que lá todas são mais genéricas e podem te atender.

          1. Sim, teria que comportar um notebook de 13″ e não ligo de gastar um pouquinho a mais se o produto for de boa qualidade. É o mesmo caso de notebooks no Brasil: a gente quer gastar, mas não tem quem venda…

          2. Case Logic faz esse tipo de bolsa? Porque minha mochila da Case tem uns 8 anos… e tirando um ziper de um bolso lateral (que não é importante) ela simplesmente não arrebenta.

  25. Quem aí curte automobilismo? É o único esporte que eu assisto, mas só acompanho a F1, que nesse fim de semana tem o GP da Rússia, em Sochi.
    Quero começar a acompanhar também a Formula E na próxima temporada. Eu só assisti a última prova, que foi muito boa!

    Mas ultimamente F1 tá foda e olha que eu sou bem tolerante… No último GP (do Japão), nem 2 latinhas de Red Bull conseguiram me deixar acordado, foi bem monótono. O regulamento é complicado, só a Mercedes conseguiu se adaptar bem e mudanças mais radicais só em 2017. Esse ano já tá decidido pro Hamilton, mas tiveram corridas legais, principalmente aquelas que o Vettel ganhou.

      1. Parou de assistir só por causa da morte do Senna?
        Vou te dizer que você perdeu muita coisa boa nesses mais de 20 anos.

        1. Ocasionalmente,eu olhei durante esses 20 anos,20 minutos e nao perdi nada,aproveitei os domingos para churrasco em familia.

          1. “não perdeu nada”. Bem… então vc não gosta de automobilismo, você torcia pro Senna…. são coisas diferentes.

            Acho “justo” que tenha parado de ver porque um idolo morreu, mas, pra quem gosta de automobilismo, teve MUITA coisa boa nesse meio tempo

    1. Tem uma ou outra corrida emocionante, mas está complicado mesmo. E olha que Suzuka é um GP das antigas com bons pontos de ultrapassagem.

      A questão é 1) O Hermann Tilke e seus circuitos seguros ao extremo….extremo da chatice 2) ninguém obviamente quer ver pilotos morrendo, mas, esportes a motor são perigosos.. capar velocidade e ultrapassagem num nível master faz tudo ficar chato. Um Senna hoje não conseguiria correr, até porque ele tinha aquela manobra de ultrapassagem que ou o adversário cedia, ou rolava porrada. Seria punido quase que eternamente 3) A F1 precisa evoluir e acompanhar a evolução automobilistica (quando não dita as regras). Mas o V6 1.6 turbo é tão emocionante acelerando quanto uma velhinha japonesa indo fazer compras num Keycar. Não dá.. simplesmente não dá.

      BTW, tem ótimos pilotos que se fossem “soltos” dariam trabalho a Prost, Senna e Michael: Hamilton, Alonso, Vettel (do jeito dele) são sangue-no-zóio. procuram a perfeição e se tiver que atropelar quem tá na frente, atropelam. Falta isso na F1.. liberarem ser uma competição…. não precisa ser vale tudo, mas discussão do circulo do livro no chá das 17 tá complicado…..

      Ah outra coisa… as corridas precisam, talvez, ficar um pouco mais curtas.

      EDIT: lembrei do filme Rush. Obrigatório para amantes da velocidade, para amantes de cinema também (o filme é bom e muito bem dirigido). Para convencer a mulherada, tem o Thor de James Hunt. Para contra balancear, somos agraciados pela Olivia Wilde. Quem está lendo esse comentário, assista. Porque é sobre o que sinto falta nos carros de hoje em dia: conexão máquina-homem. E sobre competir ao extremo sem ser inimigo. Não temos condição de ter um James Hunt hoje em dia… ele seria escrachado e não teria patrocinadores. Um pouco da realidade de nosso mundo atual, feito com crianças nascidas em um longo verão.

      1. Pelo menos o Tilke vem se redimindo, o CotA é espetacular! Espero que ele mantenha essa tendência de fazer bons circuitos nos próximos projetos (que o face-lift do Hermano Rodriguez tenha sido bom).

        Concordo com você que a FIA cerceia demais as disputas em pista, várias punições sem sentido que apenas deixam os pilotos com medo de arriscar nas disputas.

        Julgo a tecnologia atual da F1 impressionante, mas como disse no outro comentário, houve erros graves na implementação que levaram à impopularidade desse regulamento.

        Rush, ótima lembrança, filme espetacular, endosso sua recomendação.

      2. Pelo menos o Tilke vem se redimindo, o CotA é espetacular! Espero que ele mantenha essa tendência de fazer bons circuitos nos próximos projetos (que o face-lift do Hermano Rodriguez tenha sido bom).

        Concordo com você que a FIA cerceia demais as disputas em pista, várias punições sem sentido que apenas deixam os pilotos com medo de arriscar nas disputas.

        Julgo a tecnologia atual da F1 impressionante, mas como disse no outro comentário, houve erros graves na implementação que levaram à impopularidade desse regulamento.

        Rush, ótima lembrança, filme espetacular, endosso sua recomendação.

        1. Verdade, o CotA é BOM mesmo. Mas ele precisa fazer mais uns 5 desses para se redmir do porre de Yas Marina.. risos.

          é… quando eu quis dizer que o v6 1.6 turbo de hoje é chato, não era mesmo a relacionado a tecnologia. Os carros de hoje são incríveis e as vezes a FIA até precisa segurar a tecnologia deles. Mas os tempos de pista desse novo motor + o barulho que ele não faz… argh..

        1. hahahahaha cara, como bom gearhead que sou, adoro também! Claro que, esse tem uns milhões a menos que Rush.. mas vale!! boa lembrança!

          Sou do tipo que vê o curta C’était un Rendez vous de 1976 periodicamente, e quase explodindo as caixas de som…..E isso é música!

          (curiosidade, apesar do som ser de uma Ferrari o carro é um mitico Mercedes 450SEL 6.9…talvez porque ande tanto quanto mas pulando menos que a Ferrari. E a “go pro” de 1976 deva pesar uns 320 kg)

          https://www.youtube.com/watch?v=Dwjy0qED2Lo

          1. tem um diretor francês, q é meio obcecado por carros… agora não sei se é o luis malle ou outro… vou pesquisar e digo, mas não por carrões, mas os carros estão sempre na história.

    2. Dizem que a NASCAR é coisa de americano conservador (republicano)… Pensando bem, e em retrospecto pq via f1 com meu pai na infância e agora eu e ele não assistimos mais, a f1 padedece de ser mesmo um entretenimento conservador e para conservadores, pq mesmo sendo européia, segue o modelo medieval de luta pela glória, mas com tecnologia de hj e besteirol tipo celebridade no meio. Acho q é esse modelo de competição q já deu o q tinha q dar e por se tratar mais de tradições do q esporte propriamente, já não me vejo prostrado em frente a TV torcendo por algo tão… manjado.

    3. faz umas semanas que eu e a muié fomos na casa de um casal amigo. lá o cara instalou sky e começamos a assistir fox sports. estava passando uma corrida da nascar. cara, aquilo é doidera. bateu o carro? bandeira amarela, vai pros boxes, dá uma ajeitada e volta pra pista! furou pneu? vá trocar e depois volta pra corrida.
      foram diversos imprevistos durante o evento. como os carros são muito parecidos uns com os outros o piloto precisa ser muito habilidoso e os mecânicos precisam de muito cuidado ao modificar alguma coisa.
      fora que assistimos mais uma prova de motocross que ele havia gravado e uns documentários de exploração de geleira.
      fiquei babando pelo conteudo do canal. foda é pagar 170 reais só pra alguns canais interessantes.

    4. faz umas semanas que eu e a muié fomos na casa de um casal amigo. lá o cara instalou sky e começamos a assistir fox sports. estava passando uma corrida da nascar. cara, aquilo é doidera. bateu o carro? bandeira amarela, vai pros boxes, dá uma ajeitada e volta pra pista! furou pneu? vá trocar e depois volta pra corrida.
      foram diversos imprevistos durante o evento. como os carros são muito parecidos uns com os outros o piloto precisa ser muito habilidoso e os mecânicos precisam de muito cuidado ao modificar alguma coisa.
      fora que assistimos mais uma prova de motocross que ele havia gravado e uns documentários de exploração de geleira.
      fiquei babando pelo conteudo do canal. foda é pagar 170 reais só pra alguns canais interessantes.

    5. Automobilismo é o esporte que mais gosto, meu feed é dividido quase igualmente entre automobilismo, música e tecnologia, acompanho muito de perto os campeonatos da IndyCar, WEC, F1, TUSC e meio de longe outros diversos (WRC, Blancpain Sprint Series e Endurance Series, WTCC, V8 Supercars, etc.).

      Sobre a F1, de fato esta temporada está tendo corridas bem soníferas. Eu tenho uma teoria de que a emoção das corridas nos últimos anos é quase sempre dependente de diferença de desempenho causada por pneus, vide as boas corridas de 2012 (auge da pouca durabilidade dos pneus Pirelli), então conforme as reclamações sobre a Pirelli aumentaram e os italianos se viram obrigados a fabricarem pneus mais duros, era previsível que a emoção das corridas se esvairia, acredito que a monotomia das corridas atualmente tem mais a ver com essa questão do que com o novo regulamento de motores da F1, vide que as boas corridas deste ano contaram com esse fator (Malásia e Barhein, temperatura alta afetou maneira de como os carros tratam a borracha, Inglaterra, chove-não-chove criou carros em condições diferentes na pista, Hungria, Safety Car abriu alternativas de estratégia), então acredito que a melhora do espetáculo passa necessariamente por existirem mais opções de estratégia de pneus, a ideia que está para ser implementada ano que vem, de deixar as equipes escolherem dois em três tipos de pneus para cada corrida, pode ajudar neste sentido, mas eu acredito que o ideal seria a volta da “guerra” dos pneus, infelizmente não vejo isso acontecendo em curto prazo.

      Claro que não se deve desprezar o domínio da Mercedes, há parcela de culpa desse domínio na monotomia atual (até porque Nico Rosberg não se dá o trabalho de ser um desafiante real a Hamilton). Acredito que a F1 se enveredou por um caminho muito perigoso, em colocar o desempenho do carro tão dependente do motor em detrimento da aderência aerodinâmica e mecânica, pois acabam se vendo situações como esta que a Red Bull está vivendo, um carro com potencial muito bom para o qual Ferrari e Mercedes não querem fornecer motor por medo de serem derrotados por uma mera cliente, mas é um caminho aparentemente sem volta.

      Para mim, uma maneira de lidar com essa disparidade de desempenho, seria fazer como a Moto GP, permitir equipes piores utilizarem pneus melhores (ou mais jogos do melhor pneu), ou mesmo fazer um Balance of Performance como em categorias de turismo, com a adição de lastros, eu sou um pouco contra isso, pois isso pune quem fez o melhor trabalho na concepção do carro, mas daria uma chance mínima a equipes clientes de conseguirem bons resultados, a implementação disso deveria ser muito bem estudada para não dar vantagens deslais a qualquer uma das partes. Uma opção que eu realmente gostaria de ver é uma maior liberadade para evolução dos motores e para concepção dos carros (o regulamento é muito restritivo em relação a isso, por isso a Honda não consegue evoluir, por exemplo).

      Uma outra medida que criaria uma variável estratégica que poderia resultar em carros com desempenhos diferentes na pista (=mais ultrapassagens e emoção) seria a volta do reabastecimento, mas a F1 não parece querer andar nesta direção novamente.

      Em tempo, eu acho fascinantes os novos motores híbridos da F1, mas tem duas coisas que matam qualquer apelo do público que deveriam ser observadas antes da implantação disso: o barulho é uma marca registrada da F1, foi um tiro no pé fazerem motores tão silenciosos; o regulamento é muito confuso, as punições em posições no grid são difíceis de entender para quem não se aprofunda no assunto.

      Em tempo2, o DRS deveria ser abolido, é um recurso artificial demais e desleal para quem se defente, o uso de energia híbrida como em 2009 era um recurso muito mais interessante para auxílio nas ultrapassagens, até por permitir a quem vem à frente se defender de alguma maneira.

      1. Você colocou bons pontos também. a questão de não poder evoluir os motores é um fator muito claro…. Ainda mais para fabricantes de massa, com um orçamento muito mais complexo de explicar para investidores do que a Ferrari que precisa ganhar corridas para vender o core do seu negócio, super carros esportivos.

        Agora.. a Red Bull é um bebê chorão…. acho que que a Renault ajudou no ultimo campeonato do Vettel desenvolvendo o v8 e abrindo mão do V6… Quando virou, eles ficaram pra trás, mas ok, é um novo desenvolvimento…. se a Ferrari, McLaren, Williams, etc saíssem no primeiro biênio sem títulos… nem teriamos F1….

      2. tenho a ligeira impressão q o q restava do espírito do automobilismo deve ter ficado nessa época, nos primórdios… depois foi só um esporte corporativo, como o futebol. um exemplo patético q me ocorre é o rubinho, q era só um administrador de percurso e não um piloto… e o senna q citaram era um bon vivant tb, mas era um piloto e não à toa a sua inadequação ao corporativismo…

        eis uma foto do lartigue q acho incrível:

        http://www.indemaudable.com/wp-content/uploads/2013/01/Jacques-Henri_LARTIGUE-700×484.jpg

    6. Cara, amo Fórmula 1.

      Confesso que perdi bastante o interesse em acompanhá-la depois da 1ª saída do Schumacher.

      Queria ter acompanhado mais a era Vettel/Hamilton.

    7. Há uns 3 anos eu acompanhava bem, mas perdi a vontade, e olha que sou bem tolerante: ainda acompanho “Agents of Shield” e assisti a “Under the dome” até o fim!

  26. Manual do Usuário, ano dois, a nossa DR. A hora de manifestar sua insatisfação, dar pitacos sobre o que poderia mudar no site ou sobre qualquer outro aspecto daqui, é agora. Mandem ver, sem medo de magoar.

    1. Pô, Ghedin, tou sabendo que tu tá traindo o movimento, meu! O movimento quer se separar de você! Já mandou avisar que é para tu ficar no minimo 100 metros longe dele =p Nem quer discutir DR, já quer separação! =p

      ;) haha!

      Falando sério, da parte de “Tech”, tu é um dos poucos mais “tranquilões” em matéria de notícias. Raro achar reclamação sobre ti. Continue seu bom trabalho e sucesso sempre. :)

      1. Ahh, difícil, hein. A menos que vocês queiram ler um semanário das minhas partidas no FIFA — e com lacunas esporádicas, já que nem sempre dá para jogar :)

        1. Numa semana mais folgada, organiza com campeonato pequeno de FIFA com os leitores e depois faz um apanhado sem compromisso :P

      1. Quando o Periscope saiu eu cheguei a fazer umas duas ou três transmissões, mais pela curiosidade mesmo. Mas, como algo fixo no site, não considero. Aliás, é difícil integrar outras mídias aqui por falta de tempo e talento. (Até o podcast, que sei como fazer, acabou vitimado pela falta de tempo.)

        Por ora, ou pelo menos até terminar minha faculdade, o foco será em texto.

    2. A única coisa que me incomoda sobre o Manual do Usuário é que ele não é tão conhecido quanto deveria.

      Ghedin, você encontrou um tipo de conteúdo que sabe produzir melhor que todo mundo, achou um formato que faz desse conteúdo algo único no mercado, achou uma forma de distribuir o conteúdo eficientemente e, principalmente, achou um público disposto a pagar por ele.

      Se fôssemos pensar no Manual do Usuário como uma startup, a hora agora seria de escalar absurdamente, fazer seu público crescer 10, 30, 100 vezes. Eu acredito que isso possível e meio que torço por isso.

      Como você vê o crescimento do Manual do Usuário nos próximos anos? O que você espera?

      1. Valeu, Renan!

        Concordo contigo, acho que é hora de crescer. Nunca persegui page views, mas noto que esse descaso afeta a publicidade (no sentido de se tornar visível, não de anúncios) do site.

        O problema é que o único caminho que conheço para se fazer mais visto é interagindo mais. No caso do Manual, seria publicando mais conteúdo. O que nos leva a uma encruzilhada.

        Não consigo produzir mais conteúdo na linha atual (textos longos e bem pesquisados). Falta tempo e, em certos momentos, assunto. Também não conseguiria fazer um site com notícias no estilo Tecnoblog e Gizmodo — sem falar que isso seria mais do mesmo, algo que não quero fazer aqui.

        Há alguns meses venho considerando o formato de curadoria. O que faço na newsletter semanal, só que distribuído no site, ao longo da semana. Devo testar isso em breve; será uma ruptura no formato adotado pelo Manual nesses dois anos, mas acho que pode ser uma novidade bem-vinda e tão querida pelos leitores quanto os textos tradicionais. E, de quebra, um chamariz para que mais gente descubra o site.

        1. talvez como leitores, também ficamos numa encruzilhada.

          No meu caso, não tenho mais um site de tech pra “chamar de meu”. Já o Manual é um dos que ficam na categoria “Pra chamar de meu”, só que ele tem outra filosofia….

          Essa carência por um site pra acompanhar, acaba gerando esse pedido por mais page views, publicidade e consequentemente: mais conteúdo do Manual. Que é o que sinto falta,mas entendo.

          Quanto ao “mais do mesmo” discordo…. . Embora, talvez não seja economicamente viável, dar noticia com um “Plus” a mais, é para poucos. E sinceramente não temos mais nenhum site de tech grande (Com excessão de posts esporádicos) que fazem isso no Br

          1. Rodrigo, como seu leitor, dá pra dizer que você manda muito bem na forma como toca o MdU. Também lembro de ótimos trabalhos em outros sites, como em sua época do Gizmodo.

            Isso posto, se você aplicar sua qualidade e excelência em uma nova filosofia no MdU, dificilmente vai desagradar. Salvo, é claro, ser algo completamente diferente é ai o gosto do leitor pode falar mais alto. É como se uma banda que você ADORE mude o estilo. Mas não creio que você fará algo assim.

            A partir daí, mesmo que o site cresça e tenha até equipe, uma boa gestão sua, aplicando A SUA filosofia, faz a coisa acontecer! Atrai novos e bons leitores. (audiência desqualificada também, um efeito colateral da fama, e que alguns sites acabaram sucumbindo a isso)

            Agora, você pode, tem tempo ou jeito para isso? Não sei…. É economicamente viável? Duvido! Ainda mais com essa crise. Mesmo não dando uma guinada muito radical, pode desagradar alguns leitores? Possivelmente….

            Os sites estão muito preocupados em dar a noticia com primazia e gerar page-views, mas são raros os posts que se aprofundam na notícia e vão na entre-linha…. você faz isso muito bem aqui…

          2. “Os sites estão muito preocupados em dar a noticia com primazia e gerar page-views, mas são raros os posts que se aprofundam na notícia e vão na entre-linha…. você faz isso muito bem aqui…”

            o que eu tenho notado é que sites que fazem isso bem estão se afastando do hard news. O Gizmodo publica muita variedade, o Tecnoblog pisou no freio das notícias e tem apostado em menos-posts-mais-completos e pautas frias. Ficou uma lacuna, ironicamente, no espaço que me parecia tão saturado em 2013, quando criei o Manual do Usuário.

            Acho que, no fim, vou acabar testando esse modelo que venho pensando. No máximo gerará um mês anormal, caso desagrade geral. Por outro lado, se vingar pode ser uma boa para todos e alavancar o site. Não darei muitos detalhes para não estragar a surpresa (!), mas é algo na linha do que sugeriu o @mateusazevedo:disqus: um trabalho de curadoria.

          3. É uma boa idéia mesmo! E no frigir dos ovos (amo/odeio essa expressão) você ocasionalmente já faz isso aqui!

            Agora apenas não largue mão de alguns posts excelentes “Que você só encontra no MdU” hein! XD

          4. Desde que não vire o Gizmodo, com um monte de “notícia” mal produzida, ta tudo certo!

            Vi que tu comentou sobre curadoria e achei interessante a ideia.
            Em vez de fazer um post semanal específico com links, poderia ir soltando eles avulsos mesmo, entre uma postagem e outra. Isso manteria o site com novidade todo dia.

          5. O erro do Gizmodo foi o Ghedin não ter tomado o lugar do Burgos =3 =p

            (puxa saco mode ligado =p )

            mas uma vez o Ghedin falou sobre a rotina de trabalhar com um site como o Giz, então entendi perfeitamente ele :)

          6. No Giz eu nunca fui editor-chefe. É um cargo aparentemente desgastante — todo mundo que assume fica arrebentado. Quem sabe um dia eu não volte? :)

          7. Não conheço bem a estrutura editorial do Tecnoblog, mas parece diferente do que rola no Giz. No TB os editores parecem ter mais autonomia e a figura do editor-chefe (Mobilon) aparece menos, talvez por ele se desdobrar em CEO e outras funções mais administrativas. No Giz, o editor-chefe direciona a pauta inteira, que acaba sendo um reflexo dele.

          8. Isso mesmo que noto também. Bem, acho que isso explica o porque do Giz estar meio “flutuando” nos últimos tempos (fiquei sem acompanhar o site por um ano mais ou menos).

            A propósito, sites de tecnologia, em boa parte, ou são grupos que se conhecem ou editores solitários. Não são muitos sites techies que tem estrutura grande, e ao que noto, estes acabam sendo meio que o centro dos “curiosos clássicos”, porém com matérias bem mais superficiais ou caça-cliques.

        2. Curadoria é o caminho na minha opinião. Na minha visão como leitor do site, essa é a característica mais forte e que fideliza o público aqui.
          Nesse mar de informações e updates instantâneos de lançamentos de produtos e tudo mais, mesmo já sabendo das informações gerais, mesmo que algo seja publicado aqui com “atraso”, sempre venho aqui pra ver a opinião, o review, a dica com as considerações do MU, que por ter um estilo diferenciado, costuma sempre acrescentar algo diferente do que já foi publicado por aí.
          É isso que me faz voltar regularmente e também o que me faz sugerir e recomendar o site.

      1. hahahahahaha! Também venho toda sexta aqui cedinho, tipo aqueles caras que esperam do lado de fora o dono do bar chegar para abrir!

          1. Aí tem o post livre :)

            São tão poucas vantagens para os assinantes (embora a maioria nem assine o site por elas) que não me sinto confortável em removê-las…

          2. Relaxa Ghedin, entendi… é que ainda não estou em condições de lhe dar uma mão… ;) Senão seria um prazer ser assinante ou pelo menos dar uma contribuição anual =)

    3. Argh, DR… Lá vai: Alguma decepção ou observação a respeito dos leitores/comentaristas? Ainda que em relação a alguma expectativa não atendida?

    4. Eu continuo querendo promoções de livros/e-books de tecnologia! :D
      LifeHacks/DIY também seriam bem vindos, mesmo não sendo o foco! Mas essa é apenas a minha opinião, não sei o que o resto dos leitores pensa!

      1. Eu tenho um arquivo com 200 e-books que achei num grupo do FB, não sei se você se interessa, mas se quiser, me manda um email que te mando o arquivo. Tem livros de empreendedorismo, tecnologia, história, filosofia e outros que não me lembro.

    5. na minha visão de leitor assíduos, se o manual para de mudar, ficaria chato. o mais interessante é justamente é q não há comodismo do formato. o textos de reflexão estão intercalados com outros tipos de textos e alguns com caráter experimental… assim me parece. curto essa ideia de curadoria de conteúdo sim, como vcs comentaram abaixo, pq, sinceramente, achar coisas boas nesse mar de sites pra ler é um saco e tinha um jornalista, q já morreu, q eu achava interessante esse esforço dele, mas ele apresentava livros, autores, exposições etc… o daniel piza. ele tinha uma colona no estadão e desbravava o mundo da cultura muito bem. faz uma puta falta, inclusive. ele tinha análise às vezes pendendo pro conservador em alguns aspectos, deixando pesar o gosto como norte, mas mesmo assim, era um bom trabalho… não sei se vcs o liam, mas é algo q eu noto no estilo do rodrigo, mas no campo da tecnologia. qto mais diferente o manual for ficando e mais experimental, melhor. pq, convenhamos, há muita preguiça no jornalismo de modo geral e pouca ousadia.

      1. Eu também acho isso, @fmontarroios:disqus. Uma das grandes vantagens de ter uma operação pequena e enxuta é a flexibilidade em mudar e acho que deveria explorar mais isso. Assim, portanto, tentarei experimentar com outras coisas com mais frequência.

    6. Uma coisa que tem me interessado cada vez mais é a impressão do autor em detrimento de gráficos, planilhas e uma cusparada de estatísticas pra validar o que se diz num texto. Eu sinto que se escorar em dados ou dar importância demais a eles interfere de tal modo na narrativa que, sei lá, parece q o essencial q o autor quer dizer fica lá meio submetido aos números que tb servem para frear refutações que possam partir justamente de impressões dos leitores – em outras palavras, é uma escrita demasiada orientadora. Depois de ter feito um curso de jornalismo de dados…. acabei sentindo que há mesmo um fetiche em relação aos dados que anda tomando conta dos autores. Nos seus textos, Ghedin, eu não noto isso, ao contrário até, pq sobressai a impressão da sua relação com o tema proposto; já nos do Benedict Evans, os dados são bem mais ostensivos… Não â toa os vejo como quase um contraponto aos seus textos. Mas ao dizer isso não quero afirmar que seus textos, Ghedin, são achismos ou palpites furados. Não. O que me parece interessante é qdo o autor deixa a sua intuição trabalhar tb e compartilha isso com as pessoas, mesmo q de modo inconsciente. Se o MdU perder esse lado, eu acho q seria uma grande perda. Desconfio q muitos leitores acham algo parecido, mas acham isso com outras explicações, provavelmente bem melhores q a minha.

      1. Também não me agrada o excessivo apego aos números, benchmarks etc. Isto, na verdade, tem me irritado porque nada mais é que tomar o artificialismo como medida de ‘realidade’, algo que nunca será verdade, como um teste controlado de batida ou consumo (no ramo automotivo). Postam prints de milhões de testes, dizem, baseados nisso, que determinado produto é ótimo e a prática do consumidor mostra o contrário (alô Moto G…). Dito isto, tem sido até agradável ver vídeos de ‘mostre seu celular’ no YT. São, em geral, moças meio sem noção, mas que fazem uma análise mais certeira, porque mostram o ponto de vista que, realmente, interessa: uso normal, vida real. Nesse aspecto, o Rodrigo está no caminho certo, porque prioriza o ‘humano’.

        1. pode ser influência do jornalismo de economia ou simplesmente qdo alguém quer realmente fazer valer o q diz e apresenta números como se fossem verdades. nada contra os números propriamente, mas, sei lá, tem hora pra eles. uma coisa é vc ler um relatório sobre algo q se escora em dados como o mapa da violência, por exemplo, e outra é vc ler um cara q escreve sobre violência cuspindo os dados desse relatório e de muitos outros, mas sem necessariamente dar sentido àquilo, sendo mais um exercício de ajuntamento de números do q uma abordagem contextualizada de um assunto q possa interessar as demais pessoas.

          para o caso de produtos tecnológicos a coisa anda só nisso em muitos sites: números e mais números e falta de sentido.

    7. O post livre é tão grande que não sei mais quem falou que está na hora de você crescer. Eu concordo.
      Sei que é difícil delegar tarefas, eu também tenho essa dificuldade. Achamos que ninguém faz tão bem quanto nos mesmos. Mas você não vai crescer sem delegar tarefas.

  27. #saudadesfretegratis
    Estou pesquisando um simples conversor HDMI/Vga e o frete está quase o preço do produto…

    1. Se você quer comprar com frete grátis, o Aliexpress é a melhor opção principalmente para esse tipo de produto.

      1. Só demora 5 meses para chegar e entra uma taxa de 300% linda quando chega :(

    2. Esses produtos MUITO baratos não valem ser comprados online, aqui no RJ tem o site boadica, que da pra procurar sobre produtos de informatica e telefonia em stands do tipo promoinfo, vem muito a calhar, dai o preço da passagem da na mesma de pagar um desses fretes ai…

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