Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #319

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

257 comentários

    1. Pergunta sincera, qual o motivo de deixar o Pc sem desligar?

      Tem algum programa que necessite ficar rodando, ou é apenas pra não desligar mesmo?

      Pergunto isso porque com SSD a inicialização dos meus PCs são instantâneas.

      1. Qual o motivo de desligá-lo? O consumo energético em repouso é mínimo, o computador pode desempenhar algumas funções de rotina quando ligado direto (baixar atualizações, fazer backups) e… bem, por que não?

        Nem vou postar o do meu MacBook, porque reinstalei o sistema ontem e tive que reiniciá-lo algumas vezes para instalar uns negócios hoje cedo.

        Já o Raspberry Pi, ligado direto há 84 dias.

        1. Saquei, olhando pelas atualizações realmente faz sentido outro ponto que eu vejo é quando o sistema inicia extremamente lento(na empresa eu deixava ligado direto)
          Já sobre consumo não sei quanto um pc + monitor impacta na energia em comparação a um notebook. Então não vejo por que deixar ligado.

          Qual o motivo de desligá-lo?
          R: uso desktop e acho mais prático desligar logo tudo do que só o monitor =P, se não eu não durmo.

          Obs: se não fosse as faltas de luz, meu Raspberry pi 3 teria um uptime de quase um ano hehehe

          1. Ah, desktop no quarto, realmente, o barulho deve se destacar no silêncio.

            Aqui uso um notebook, que é bem silencioso e, de qualquer forma, não fica no quarto. Também deixo o monitor ligado direto. Quando bloqueio a sessão, ele identifica isso (ou o Mac “conta” para ele) e depois de alguns segundos a tela se desliga sozinha. Aí basta um toque no teclado para acordá-la junto do macOS.

        2. Como tudo nessa vida, depende. Aqui eu tenho um notebook gamer, que consome bastante energia, além dele, mais 2 monitores de video, 2 monitores de audio, dockstation Dell D6000 que tem a fonte igual a de um notebook e consome bastante, roteador, HD de 8TB para backup, carregador por indução, tudo isso ligado em uma régua, que faço a medição e dá um consumo razoável. Desligo a régua sempre que vou dormir e ligo novamente pela manhã.

        3. Vi um caso de um cara que deixava o PC ligado 100% do tempo, e que a conta de luz vinha bem alta, na faixa dos 400 reais. Daí ele foi testar o consumo dos componentes, e só o gabinete tava dando 125W de potência, o que é muito para um computador “comum”, imagina com os monitores. Imagino que o computador tinha placa de vídeo, RGB e tals. Daí o cara passou a desligar o PC diariamente, e no mês seguinte a conta veio 270 reais e no outro, 179 reais.

          Acho que vale a pena considerar o consumo de energia quando o PC é de última linha, gamer e tals.

          1. Isso não seria resolvido com um sleep?
            Aqui em casa é isso que eu faço, quando eu saio do PC por qualquer motivo por mais de 5/10 minutos, eu coloco em hibernação. Com SSD + DDR4 ele “acorda” bem rápido. Não vejo qual a diferença entra desligar e colocar em sleep, exceto a comodidade.

  1. Acabei de ver uma matéria que só me lembra o livro “Admirável Mundo Novo”… https://www.uol.com.br/tilt/colunas/felipe-zmoginski/2022/06/05/inteligencia-artificial-clonagem-porcos-robos-biotech-china-biotecnologia.htm

    Uma empresa de biotecnologia chinesa usou robôs autônomos capazes de analisar problemas e tomar decisões por si só, movidos por inteligência artificial (IA). A primeira aplicação que a Clonorgan Biotechnology executou, em um projeto realizado em parceria com a Universidade de Nankai, na província de Chengdu, foi a clonagem de porcos de forma automatizada.Pode parecer pouco, mas não é. A inovação, se aplicada em larga escala, tem o potencial de elevar enormemente a produção de alimentos, na China e no mundo. Mas não só isso.

    Do livro:

    Vou começar pelo começo – disse o D.I.C., e os estudantes mais
    aplicados anotaram sua intenção no caderno: Começar pelo começo. – Isto – agitou a
    mão – são as incubadoras. – E, abrindo uma porta de proteção térmica, mostrou-
    lhes porta-tubos empilhados uns sobre os outros e cheios de tubos de ensaio
    numerados. — A provisão de óvulos para a semana.

    1. eu tentei ler o livro mas não curti, a ideia é boa, mas não me pegou, acabei desistindo, rs

  2. Em um post livre passado perguntei sobre aplicativos para registrar percursos de caminhada para Android. Eu testei o FitoTrack e ele funcionou uma vez e depois não funcionou mais, tentei agora o OpenTrack e também não funcionou. Ambos parecem ter o mesmo problema o GPS não inicia. Baixei um outro aplicativo que só retorna as informações do GPS do celular e nada. A localização está desbloqueada para todos esses aplicativos. Alguém sabe como posso tentar debugar isso? Aplicativos como GoogleMaps e Moovit funcionam normal.

    1. Parece que a localização em aparelhos GPS atuais está vinculada a ter o WiFi ligado. Então a permissão que tem que dá para o app é GPS e Wifi.

      1. Parece que tá com essa permissão também! O bizarro que baixei um app da PlayStore que checa o GPS e ele funciona, o da F-Droid não. Tô achando que é algum bloqueio pelo FitoTrack não ser disponibilizado pela PlayStore.

        1. Tente achar algum app de teste de GPS e verifica se puxa os dados.

          1. É foi isso que eu tentei no comentário anterior, o aplicativo da PlayStore retorna dados e o da F-Droid não.

        2. Wi-Fi auxilia, mas o GPS funciona independentemente dele. (Você pode fazer um teste ativando o modo avião e abrindo um Google Maps da vida; o GPS vai te localizar.)

          1. Me lembro que alguns aplicativos pedem o uso dos dois – localização e WiFi. Não me pergunte o porquê. Não é o ideal, mas é o que tem acontecido (inclusive em aplicativos tipo “WiFi Sensor” para identificar redes wifi vizinhas e ver interferências de canais).

    2. É bem rápido saber a localização bem aproximada de uma localização sabendo as redes wifi que estão próximas.
      É uma das funções que “o carro do Google Maps” tem. Na hora de mapear uma região, enquanto as fotos são tiradas, todas marcadas com os dados de GPS, também é feito o registro de quais redes wifi estão disponíveis, suas intensidades, nomes e outras informações públicas que os pontos de acesso divulgam.
      Daí, quando vc tá usando um aplicativo que pode acessar essa base de dados, ainda antes de travar os sinais de pelo menos 3 satelites de GPS, já foi capturadas as redes wifi e suas intensidades de sinal, enviado pro servidor do software de mapa, e recebido a informação de que aqueles wifi estão naquela posição geográfica e, pela triangulação das intensidades dos sinais, a aproximação de onde exatamente se está.
      Alguns instantes depois, quando os sinais de GPS são obtidos e a localização é verificada, novamente toda a coleção de dados sai do dispositivo para atualizar nos servidores as mudanças que ocorreram naquela região desde a última passada do “carro do Google Maps”. Quais novos wifi surgiram, quais sumiram, os horários dessas coletas… e, do lado do servidor, uma aglutinação de informações de cada região é feita com dados dos clientes e uma média é tirada (porque um celular pode não ter capturado o sinal de uma fonte wifi por qualquer motivo mas isso não precisa significar que ela deixou de existir, é na coleção de dias e diversos horários que vai indicar que houve uma mudança).

  3. Estou bastante inclinado a reinstalar o macOS neste MacBook Pro (2015) para ver como ele se comporta sem os resíduos de quase sete anos (!) e incontáveis atualizações do sistema. (Desde que o tirei da caixa, sempre atualizei o macOS, nunca fiz esse processo de reinstalar o sistema.)

    No último ano, o peso da idade finalmente começou a incomodar. Dia desses, estava lançando um gasto com cálculo na minha nova planilha, com algumas poucas centenas de linhas, e em dado momento o Numbers gastou um tempo perceptível para fazer um cálculo besta, algo como =-24,5/2. Dureza.

    Será que vem aí um novo computador? Talvez, mas quero dar a chance de ver como o atual se comporta com um sistema limpo.

    Alguma orientação para quem nunca fez isso num Mac?

    1. Rodrigo, acredito que essa máquina ainda da um bom caldo. Não gosto de atualizar o sistema por cima. Sempre optei pela formatação. Deixar resíduos de sistemas antigos acaba de alguma forma deixando o computador mais lerdo. Outro dia formatei um iMac de 27’com o Monterey. Ele estava parado a dois anos e rodava o Mojave. Foi perceptível a melhora e olha que ele não tem SSD. Tem que não goste, mas sempre oriento meus clientes a instalar do zero. É absurda a diferença. Quanto a formatação em si, basta gerar o pendrive com o sistema que ele suporta e instalar. Te garanto, é muito tranquilo. Deixo abaixo o link para te ajudar na empreitada.

      https://macmagazine.com.br/post/2021/10/25/como-fazer-uma-instalacao-limpa-do-macos-monterey-12/

        1. Eu tenho o CleanMyMac X. Rodo algumas rotinas dele uma vez por mês, mas não todas — não vejo muito sentido em apagar cache do Mail e do Safari, por exemplo.

          Nunca tinha ouvido falar desse Onyx e o site não explica muito (não tem nem prints). Sabe dizer o que ele tem além ou diferente do CleanMyMac X?

          1. Rodrigo, nunca usei o CleanMyMac então não sei dizer se há alguma semelhança. O OnyX proporciona uma limpeza geral no sistema, desde cache, passando por uma verificação do sistema de arquivos, processos, além de você poder otimizar configurações e por fim lhe trazer informações de hardware e software. Uso ele desde a versão para o Snow Leopard e como disse, atende bem o básico da manutenção e o melhor, é “de grátis”.

    2. Eu tenho o costume de reinstalar tudo do zero regularmente a cada um ou dois anos: evito acumular “tranqueira digital” ao longo dos anos, repenso alguns usos e organizo melhor os backups.

      Em relação a reinstalar o MacOS, é mais prático fazer a partir da ferramenta de recuperação, em que você apaga os discos e baixa a última versão disponível para seu hardware. Entretanto, eu já tive alguns problemas nesse processo e acho mais seguro criar um disco de boot do MacOS antes: sem outro MacBook que eu tenho encostado, seria um parto ou quase impossível resolver.

      Naturalmente, eu tentaria antes fazer esse processo e ver se resolve o problema, mas acho que um upgrade seria significativo nessa altura. Os Macs ARM seria um enorme avanço em performance, assim comoúltimas gerações de AMD e a última da Intel.

      No trabalho, eu troquei um notebook com configuração similar a um MacBook Pro dessa época por um Thinkpad L14. A navegação web básica com Firefox ficou muito melhor, em webapps mais pesados nem se compara.

      1. É, estou esperançoso que a Apple anuncie um novo MacBook Air com mais portas na segunda-feira. Os novos Pro acho muito caros, mesmo comprando fora.

        Para não ficar no “e se…”, vou tentar a reinstalação do zero amanhã.

        1. Mudaria muita coisa novas portas? Não seria meio inevitável precisar comprar um hub USB-C, nem que seja para eventualidades? Duvido que venha algo além de MagSafe e suponho que, além de HDMI, você gostaria de USB-A que não veio nem nos MacBooks Pro.

          Imagino que possa fazer sentido pegar um MacBook Air antigo depois de lançarem o novo, a depender de eventuais descontos/oportunidades.

          1. USB-A (a esperança é a última que morre) e HDMI me seriam úteis. Por outro lado, a moldura da tela branca, igual à do iMac, desanima — acho muito feia. Talvez acabe pegando um Air M1 com um hub mesmo…

        2. Tô na mesma! Eu tava pra comprar o MacBook Air quando vi rumores que de pode sair algo novo esse ano com M2 e mais portas. Agora tô esperando. Pelo menos até outubro..

          1. Pelos rumores o M2 não será um grande salto em relação ao M1 e pessoalmente, acredito que ele ainda vai demorar uns bons meses para dar as caras, pois eles não terminaram nem o rollout completo do M1 (falta o Mac Pro). Há mais chances dele adotar o M1 Pro de entrada.

        3. Já considerou o Mac Mini M1? Perde-se portabilidade mas ganha em capacidade de expansão e preço (é fácil achar ele por R$4.5k).

          1. Já sim. Acho que seria ótimo se eu “batesse cartão”, ou seja, se meu trabalho estivesse vinculado a um local físico, o que não é o caso. Daí acaba que o notebook, mesmo custando um pouco mais, se encaixa melhor no meu perfil.

    3. Os SSDs estabilizaram os preços. Talvez trocar o armazenamento (até para ter o antigo como “backup”) poderia ser uma solução. Não sei se seu equipamento já é SSD, mas tipo, só cogitando uma ideia plausível.

        1. Mesmo um computador de 2015 para serviços básicos atende bem nos padrões atuais. Dado que falou de já usar SSD, então mudo um pouco o foco.

          Talvez analisar se tem “aplicativo de fundo” (não sei ver sobre programas que iniciam sozinhos no Mac) talvez ajude ao invés de reinstalar o sistema.

          1. Ainda arrisco a dizer que deve ser por causa das atualizações e updates feitos ao longo dos quase sete anos, conforme relatado. O macOS é um baita de um sistema, mas como qualquer outro, chega num ponto que somente uma formatação pra colocar as coisas no seu devido lugar.

          2. O Windows que tenho aqui @Wendell acho que faz uns 2 anos que tenho ele, e até que está rápido (para um notebook com HDD que tem mais de 10 anos e ainda ganhei ele – sempre aqui agradecendo a quem me doou ele!). Geralmente reviso se tem algo na inicialização que atrapalha.

            Não sei como é no Mac a questão de updates, diga-se. Mas vou ser sincero: tenho ficado meio que traumatizado com a questão de formatar pcs – e olha que trabalho com isso.

            Formatar dá trabalho, perde-se tempo e ainda há risco de perder configurações nas quais a pessoa já está acostumada (tou ficando velho…).

            Outro ponto é que uma reinstalação significa também instalar o OS em algum ponto sem correção de bug. Então pode vir algo que mais vai atrapalhar que ajudar.

            Enfim, acho que formatar é meio que último caso – isso falando do Windows. Nos Macs, como não tenho tanta experiência, não posso opinar com peso. Mas sei que de fato pode ajudar – inclusive se a atualização acaba sendo meio que “incompatível” com a máquina, dado que o update pode ter alguma função que usa mais recursos, e nesse caso, tendo que voltar a uma versão anterior do MacOS /OSX

          3. @Ligeiro tenho essa mesma preocupação em relação a formatação e concordo contigo quando menciona sobre a trabalheira. No caso específico do macOS, acho bem mais tranquilo que em qualquer outro sistema. Fazendo backup dos seus dados o resto o sistema se encarrega de fazer com a instalação. Talvez a parte chata é reinstalar aplicativos e configurações específicas, mas ainda sim acho bem mais suave. Gostaria de enfatizar que ao longo dos últimos anos a Apple implementou muita coisa no macOS desde o Snow Leopard, com isso, a cada nova release e update o sistema vem se mostrando inchado. Um exemplo é quando chega alguma nova atualização pra minha versão (BigSur), um atalho é criado na área de trabalho mostrando que itens foram realocados com a nova instalação. Confesso que nunca aprofundei sobre, mas pela experiência, não deixa de ser mais tranqueira que vai acumulando. Mencionei acima sobre um iMac de 2017. Uma bela máquina por sinal. Processador parrudo, memória de sobra. Se não tivesse formatado seria impossível utilizá-lo devido a lerdeza do sistema. Também dou assistência em máquinas Windows em vários clientes, inclusive corporativos, e noto que ao longo do tempo o sistema apresenta a mesma lentidão com acúmulo de resíduos de updates, arquivos temporários e outras tralhas digitais que impactam absurdamente na performance. Isso sem mencionar o registro do sistema que é outro problemão. Tenho observado ultimamente que até mesmo no Linux, que a princípio é um sistema que gerencia melhor isso, existem problemas com excesso de updates e instalações de novas versões sem formatação, isso tem sido uma das maiores reclamações de usuários em grupos de discussão, sendo necessário intervenções mais avançadas para tentar otimizar para se evitar formatar. Realmente o “usuário” as vezes excede e acaba entupindo o sistema com coisas sem necessidade o que geralmente impacta justamente na inicialização, causando tais lentidões. Aí nesse caso não tem jeito, é formatar mesmo. Só pra esclarecer, só opto pela formatação quando todas as possibilidades estiverem esgotadas. Também acho já estou velho pra isso…. rssssss

          4. Grato pelo debate @Wendell. Vivendo e aprendendo, como dizem. :)

            Acho que minha maior falha como alguém de manutenção é justamente que dado problemas que tive no passado, meio que tenho trauma de mexer em arquivo de terceiros. Quando precisa formatar ou reinstalar, pergunto umas três ou quatro vezes se a pessoa pode perder os arquivos ou não, dependendo do caso.

            E também preciso revisar umas bagunças no PC aqui. Eu queria era fazer um hackintosh com o note que ganhei, mas meio que desempolguei. A ideia era fazer o hackintosh para trabalhar com edição de vídeo (o iMovie é um ótimo programa de edição – ao menos acho que na versão do High Sierra que eu me lembro quando ajudei um colega a trabalhar com vídeos, e ele tinha um Macbook 2013 i5 8GB).

            E toda a pessoa que presto serviço enfatizo a necessidade de uma cópia de segurança – se possível fora da nuvem mas se necessário, com a devida atenção. Só que é aquela coisa: galera busca praticidade.

          5. @Ligeiro é como você disse, vivendo e aprendendo. Se tem algo que me preocupo é com os dados. Apanhei muito com a falta de backups no passado. Nas vésperas de meu TCC senti na pele a falta de uma cópia de segurança. Hoje possuo um NAS onde salvo tudo que não posso perder. Além dele, utilizo o Syncthing para sincronizar em meus computadores aquelas informações vitais para meu dia a dia. Tenho também uma cópia na nuvem dessas informações sincronizadas e por fim, ainda realizo um backup em um drive externo. Seguro morreu de velho.

            Em relação a meus clientes, normalmente tenho a paciência de ensiná-los a realizar a cópia de segurança de seus arquivos em uma pasta específica no sistema ou em um drive externo. Também realizo a cópia dessa pasta antes da formatação para evitar perda de dados. É meio trabalhoso mas consegui bons resultados com isso e a satisfação dos clientes.

            Quanto a questão de configurações específicas, normalmente discuto com cada cliente antes da manutenção. Não costumo dar esse tipo de suporte quando se trata de algo de terceiros, devendo o cliente acionar o suporte caso necessário antes de qualquer intervenção. Nunca tive problemas até então. Diria que sou meio seletivo quanto a prestação de serviço. Faço como se fosse meu e tento entregar qualidade aos clientes. Não instalo softwares piratas e trabalho na linha de que é melhor investir em algo original do que ter dor de cabeça no futuro. Na verdade não pego qualquer tipo de serviço pra justamente evitar dissabores que tive no passado.

            E por falar em hackintosh, já experimentei uma vez. Confesso que não gostei. Ainda penso que macOS deve rodar em hardware Apple. Nada relacionado a questão de licença. Apesar de trabalhoso, nada fora do comum, sempre fica algo pelo caminho e o SO não te entrega todo o potencial que deveria. No mais, valeu pela troca de experiência.

    4. fiz isso com o meu, também um macbook pro 2015, procedimento bem simples, apenas usando um pen-drive. re-instalei o Mojave e a impressão é que até a bateria tem durado mais(?). pretendo manter a máquina por mais alguns anos antes de investir em um computador novo

    5. Em minha experiência com computadores da Apple já notei que (salvo raras exceções) recebem atualizações por um longo período para versões mais novas do OS mas, quando se aproximam do limite que a Apple pretende dar suporte àquele hardware, vão exigindo mais poder computacional para tarefas que antes era realizado com menos.
      Forçando o fim de vida de um hardware competente para impulsionar vendas de novos aparelhos? Eu acredito que sim mas só se um dia tivermos emails internos da Apple sendo revelados pra sabermos com certeza.

      Então eu acredito que uma instalação limpa do OS vai trazer algum benefício em termos de performance mas muito mais pela redução de aplicações que estão rodando em segundo plano… pelo menos até que vc instale as mesmas aplicações novamente.
      Diferente do que acontece com o Windows que tem aquele registro tenebroso que dificulta pro sistema se manter ágil com o passar do tempo, no macOS esses arquivos de configuração legados de aplicações que não são mais usadas não estão causando nenhum impacto além do custo de ocupação do armazenamento que, por sua vez, só teria impacto se alcançasse uma ocupação crítica, algo como 90% ou mais. De forma mais rígida, recomendo sempre ter no mínimo 10GB livres no armazenamento principal. Quando vejo alcançar esse valor imediatamente tento fazer uma limpeza de caches inúteis e mover documentos não utilizados para outros armazenamentos pra ganhar espaço imediato; e depois a substituição do armazenamento principal por outro com maior capacidade.

      E uma coisa que sempre ajuda para hardwares antigos é ficar algumas gerações antes da última suportada do OS, quando tudo funciona com mais agilidade.
      O problema disso é o limite do suporte de atualizações de segurança que se não me engano são sempre a versão atual e uma anterior pra Apple nos computadores.

      Depois disso, são sempre bons candidatos a rodar alguma distro Linux com ótimo desempenho por mais alguns anos.

      1. Esse é o grande problema. A Apple te entrega um belo hardware que ao longo do tempo vai acabar subutilizado por falta de uma versão mais recente do sistema operacional. Aí entra em cena o Linux para salvar o equipamento e dar aquela sobrevida ao mesmo.

    6. Fiz a reinstalação usando o assistente de recuperação (segure Command + R assim que o computador é ligado).

      Até agora, tudo tranquilo. O sistema ficou mais ágil, mesmo depois de instalar os aplicativos de que preciso — não todos que tinha antes; estou sendo seletivo.

      Aproveitei a oportunidade para usar o MacPorts em vez do Homebrew para instalar e gerenciar aplicações em modo texto (ffmpeg, git, rsync). Pelo que li, o MacPorts é mais “careta” e tem menos coisas, mas respeita mais as convenções e padrões do sistema. Até agora, as coisas estão correndo bem.

      Ah, e o backup e restauração dos meus arquivos foi sem sustos com o iCloud. (Obviamente, havia feito um num pen drive também.)

      Talvez daqui em diante eu adote a prática da instalação limpa a cada nova versão. Foi mais fácil e (muito mais) rápido do que os melhores cenários que imaginei antes de fazer o procedimento.

      1. É muito suave esse tipo de instalação. Nesse ponto a Apple da um show.

    7. Falando nisso, como é o upgrade e atualizações do MacOS?? É suave e rápido como no Linux ou um parto como no Windows?

      *alias, acho que essa experiência horrivel de atualização do Windows nunca vai mudar.

      1. Suavíssimo. É parecido com atualização do iOS/iPhone: aperta um botão, deixa ele quieto baixando e instalando e, quando termina, o sistema te deixa na tela de login.

  4. alguns gráficos interessantes do “ngram viewer” do google:

    https://imgur.com/a/td9gO0s

    1. explosão da incidência da palavra “android” a partir de meados da década de 2000

    2. entre os anos 1950 e 1960 a palavra “computer” ultrapassou as palavras “phone” e “telephone” em incidência nos livros de língua inglesa. “Computer” teve um pico de incidência entre os anos 1980 e 1990 e começou a cair bastante — sendo ultrapassada novamente por “phone” em 2009.

    1. O gráfico do “android” é bem curioso por comportar dois “android” diferentes: o andróide, robô humanoide até o final dos anos 2000 (o pequeno impulso ali na década de 1980 seria influência de filmes como Blade Runner?), e o Android sistema operacional do Google, que hoje é o que a maioria pensa quando fala/ouve a palavra.

      1. interessante também comparar “android” e “cyborg”

        https://bit.ly/3PYw31B

        sem dúvida tem muito do efeito blade runner em “android”, mas é curioso ver como nos anos 80 e 90 a palavra “cyborg” tinha incidência bem mais expressiva — e será que talvez o clássico ensaio de donna haraway (manifesto ciborgues) tenha a ver com isso, apesar de ser uma leitura de nicho?

        1. Não sei se falo besteira, mas nos Anos 80 e posteriores houve muita produção (animação e séries) com a temática de androides e ciborgues. No Japão mesmo Gundam, Astro Boy e Robô Gigante eram exemplos (e os tokusatsus, claro). Nos Estados Unidos, “O Homem de 6 Bilhões de Dólares” / “A Mulher Biônica”, Tron, e claro, Blade Runner são exemplos.

  5. alguém tem alguma “alternativa”, se possível, open-source para habilitar a escrita de dispositivo (pendrive/HD) NTFS no mac? o que vcs usam?

    1. estou fazendo essa busca pq converti meu HD externo recentemente de exFAT para NTFS – comprei um roteador com compartilhamento USB e ele não lia exFAT, nem a minha TV.
      parece que não tem solução fácil não. só software proprietário ou pirateando mesmo

    2. Se o uso de pendrive/HD em NTFS for algum essencial para você, eu recomendo a solução da Tuxera (https://ntfsformac.tuxera.com). É uma solução paga, licença custa 15 euros, mas funciona direitinho e geralmente logo após de chegar uma nova versão do macOS eles lançam uma atualização.

      Acabei de ver que comprei a minha versão em 2017 por 31 dólares, uso desde então e nunca tive problema.

  6. Estava pensando em começar a escrever histórias. Não sei bem de que tipo, se seriam contos, fábulas, romances… Acredito que gostaria de começar com histórias pequenas. Desde os tempos de escola, sempre gostei de escrever e inventar enredos interessantes. Tive a oportunidade de ter bons professores, que me incentivavam, tanto na escola, quanto no cursinho, e isso me fez ficar empolgado. Foi uma narrativa bem macabra que me fez ser aprovado no vestibular. Esse é outro ponto a favor para prosseguir com a ideia. Talvez publicaria em um blog. Inicialmente não busco lucro com isso, seria apenas um hobby e uma forma de entreter as pessoas por meio da imaginação.

    1. Cara. Caso faça mande o link do blog aqui me respondendo pra que eu possa ver.
      Tenho uma ideia parecida. Quando estava no ensino médio eu tinha começado a escrever uma história no wattpad e agora sempre que eu tenho tempo (não tenho muito tempo) eu pego pra reformar ela. Penso em disponibilizar em ePub mesmo.
      Está rolando um concurso de contos no canal do YouTube do ficçomos. Talvez isso de mais algum estímulo pra ti.

    2. Você pode tentar o Wattpad. Lá é meio que uma “rede social para criadores de histórias”. Tu pode encontrar bastante leitores lá. Mas também muitos escritores.

      Agora, um blog pode ser uma opção mais particular, mais focada; um espaço só seu. Também é interessante.

      Boa sorte com sua jornada na escrita, amigo!

  7. Saudações! Sou fã de papéis de parede. Sempre dou uma zapeada pela net em busca de imagens bacanas. Gostaria de sugestões de sites, de preferência imagens free. Se puderem compartilhar, agradeço.

    1. Eu gostava muito do Interface Lift, mas desde 2018 que não aparece nada novo por lá (o acervo, no entanto, parece estar no ar e tem muita coisa boa). Fora isso, costumo usar os diários do Bing.

    2. Recomendo o Unsplash. Imagens em alta resolução e gratuitas.

    3. Eu uso alguns bancos de imagem com enfoque mais artístico como pexels.com

  8. existe algum smartwatch que funcione o google pay? pq os da samsung são caros, além de precisar de um telefone samsung.

    obs: precisa funcionar aqui no Brasil

    1. Os da Ticwatch são os que tem o melhor CxB com Wear OS atualmente.

      E não precisa ter um celular da Samsung pra usar o Galaxy Watch. Você tem uma integração menos profunda entre relógio e sistema, mas ele funciona super bem. Usei o primeiro GW com vários aparelhos da Xiaomi e nunca tive problema.

        1. Comentando na saideira do post: Sim, consegue normal. Só instalar o plugin do Samsung Pay na Play Store. Mas ele só vai funcionar no relógio.

  9. Há 6 meses criei um email e nunca cadastrei ele em nenhum lugar.
    Hoje fui abrir essa caixa de correio e acreditem: estava cheia de spam.
    Como um email que nunca foi digitado em lugar algum caiu em lista de spam?

    1. deve ter robôs que enviam e-mail para qualquer endereço, aí descobrindo que não volta, coloca numa lista para vender.

  10. Galera, meu teclado bluetooth dell tá com as teclas muito duras (tá foda digitar nesse frio!), e como trabalho escrevendo tô pensando em trocar por um mais “suave” pra digitar. Indicam algum?

    1. Será que estão duras por causa do frio mesmo? Pq noto a mesma coisa nos cabos elétricos que uso aqui.

      1. acho que velho e sujo mesmo, o frio dificulta pra digitar hehe. Talvez seria uma boa eu abrir e limpar, acho que o @Ghedin falou disso esses tempos?

  11. ainda no assunto frio: tenho a sensação de que em São Paulo faz mais frio no outono que no inverno (setembro ainda é inverno — ao menos oficialmente — e as temperaturas já começam a ficar desconfortavelmente quentes)

    alguém mais sente o mesmo?

    1. (claro, num país tropical como o nosso não existem rigorosamente o outono e a primavera, apenas estação seca e chuvosa, mas enfim…)

    2. Não moro em SP, mas na minha cidade, pelo menos, acontece exatamente isso. Os outonos costumam ser bem mais frios que os invernos.

    3. Eu acho que SP tem um dos climas mais agradáveis do país. Perde pro litoral do NE apenas. Dizem (na realidade um amigo geográfo meu) que é por conta da urbanização que aqueceu o estado e secou o que antes era um aglomerado de pântanos por onde passavam as bandeiras.

      A verdade é que hoje em dia em SP não faz muito frio e não faz muito calor – pelo menos quando comparados com POA que fez 40.6ºC em janeiro e 4ºC ontem – e a chuva é bem distribuída ao longo do ano – de novo, ao contrário do RS/POA onde o verão seca ficando às vezes 20/25 dias sem chuva e no inverno não é raro ficar 14/15 dias chovendo direto.

      Aqui no RS outubro ainda faz frio de noite, baixando pra ~10ºC a depender das massas de ar polar que vem da Argentina/Uruguai. Mas aqui o mês mais frio é julho, o ápice do inverno climático (hora de comer pinhão e tomar quentão e chimarrão o dia todo).

      1. o inverno em São Paulo é de fato agradável — aliás: seria agradável não fosse a total ausência de políticas públicas e a omissão criminosa do estado em não salvaguardar direitos de cidadania, já que não é pouca gente que morre de frio nas ruas

        mas o verão é insuportável. As temperaturas nominais não são as maiores do país, mas a sensação térmica é horrorosa: essa cidade não venta. Vivemos em janeiro e fevereiro cozinhando dentro de uma panela com ar quente e úmido imóvel

        sempre digo que gostar de calor é privilégio de classe: só vivendo com ar-condicionado e piscina pra gostar disso

  12. Não lembro quem foi, mas obrigado a quem indicou o “What the golf?!” há 1 mês atrás mais ou menos em um destes post livre! Passei o mês de Maio me divertindo nele cerca de meia horinha por dia.

  13. Um breve relato para quem deseja comprar as Tech T-shirts da insider.
    Elas são realmente ótimas, pensei em substituir todas as minhas camisetas da hering por elas e manter um guarda-roupa mais enxuto, mas…
    Por serem leves e de material sintético, marca de mais o corpo, de modo que usar somente elas no escritório com ar condicionado ou em dias frios, pode ser.. constrangedor, se é que me entende. (.)(.)
    Se isso não te incomodar, vai fundo.
    Eu não compraria novamente.

    1. Sendo bem sincero, não vejo tanta diferença dessas camisetas para as esportivas que existem há anos: são práticas em termos de manutenção, duram bastante mas não vestem bem igual as de algodão.

      Para quem gosta de modelagem larga e reta, acho que funciona legal, mas a “clássica” camiseta branca mais ajustada prefiro bem mais de algodão mesmo.

      1. Na real eu também sou fã de algodão. Não gosto muito desses tecidos “sintéticos”.

    2. Tenho algumas peças do modelo Tech (as mais antigas têm quase dois anos de uso) e não tenho do que reclamar. Apesar de eu também ser do time das camisetas de algodão, o conforto das Tech não deixa muito a desejar na minha experiência. Minha única bronca fica por conta do tamanho delas após várias lavagens. As mais antigas, no tamanho P, acabaram virando peças no tamanho M. Depois disso, acabei comprando mais algumas no tamanho PP, já prevendo o upgrade de numeração.
      O grande entrave é o preço. Hoje eu só consigo recomendar os produtos da Insider em eventuais promoções e com algum cupom de desconto. No preço cheio pode não valer a pena.

  14. Como é a experiência de vocês com bluetooth?

    Na maioria das situações em que utilizo um aparelho bluetooth, tenho uma experiência negativa. Uso um controle 8bitdo no notebook e ele demora a responder os comandos em alguns momentos, a mesma coisa acontece com o teclado bluetooth da logitech que tenho por aqui – engraçado é que independe da posição em que estou, as vezes do sofá funciona bem e na mesma mesa tem lag.
    Numa dessas, percebi que trocar a conexão wifi de 5Ghz para a 2.4Ghz fez com que a interferência diminuísse de forma geral, mas ainda assim tem determinadas situações em que há interferências que não sei de onde vem.

    Parar, reconectar e as vezes só desistir é algo comum da experiência com bluetooth ou estou fazendo algo errado?

    1. Eu só tenho uma caixinha bem antiga da Logitech. Funciona super bem, raramente tenho problemas.

      Quando tinha carro, também funcionava super bem. O sistema era aquele Sync, da Microsoft. Eu entrava no carro, ligava ele, o som ligava junto e já conectava ao celular. Zero esforço e sempre funcionava.

      Acho que depende um tanto da qualidade da implementação das duas pontas, não?

    2. Uso teclado, mouse, trackpad e, coincidentemente, também um joystick da 8bitdo. Tudo bluetooth e não tenho problema nenhum esse setup. Na mesa também fica uma caixinha bluetooth que vez ou outra uso com o celular e, mesmo com tudo ligado ao mesmo tempo, não tenho lag.

      A questão toda é que os rádios dos dispositivos bluetooth operam em 2,4GHz, a mesma frequência que por acaso o WiFi também usa. Que também é a mesma de fornos microondas e alguns telefones sem fio. Eu diria que você pode estar com problemas de interferência aí. Alguns cartões mini PCIe que proveem WiFi e Bluetooth são conhecidos por apresentarem justamente esse tipo de problema.

      Acredito que seu computador seja um notebook, né? E acredito que seu host bluetooth seja nativo do equipamento também, certo? Eu tentaria usar um adaptador bluetooth de boa qualidade na USB e se continuasse com problemas, talvez plugá-lo usando uma extensão USB para afastar as antenas.

    3. uso mouse e teclado bluetooth da logitech e minha experiência é bem tranquila. beem de vez em quando o mouse ‘engasga’ mas é raro, e quando acontece o bom e velho desligar e ligar de novo resolve. Mas meu notebook tá numa conexão com fio, não sei se isso favorece…

    4. Nesse momento tô usando um headset, controle do Xbox, celular conectado via app Seu Telefone no notebook com um Galaxy Watch no pulso, tudo conectado no BT e no wi-fi de 5Ghz. Sem interferência nenhuma em todos eles.

      Às vezes pode ser algum problema no receptor BT do seu notebook. Você sabe qual é a versão dele? Pergunto porque a diferença de estabilidade entre as versões 4.0 e 5.0 em diante é brutal.

  15. Estou querendo comprar um PC para colocar na tv, como um mídia player e servidor basicão. Encontrei modelos como este da beelink, teria um desempenho razoável? Ah, e tbm colocar um Minecraft que minha filha quer jogar. https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-2114931508-mini-pc-beelink-intel-n3350-4gb-hd-64gb-usb-30-windows-10-_JM?searchVariation=174010994788#searchVariation=174010994788&position=2&search_layout=grid&type=item&tracking_id=0de6d557-002a-4f6b-861c-21e2d78391cc

    1. Não conheço a marca, mas olhando as especificações, no seu lugar eu não gastaria dinheiro nisso. O processador é um Celeron com desempenho bem baixo. 4GB de RAM hoje é meio que o mínimo do mínimo e 64GB de armazenamento para Windows 10 é bem pouco também. Fora que é eMMC, que na verdade é um cartão de memória em outro formato físico soldado à placa. Provavelmente mais rápido que um HD mecânico, mas mais lento que qualquer SSD.

      1. Esse link foi só o início da pesquisa, mas eu tenho limites de budget também, então o desempenho não vai poder ser um fator importante.

        1. Só pese bem a relação custo/benefício. Na minha opinião vale mais esperar mais tempo e ajuntar mais grana para pegar algo que te atenda bem do que queimar o seu limite budget em algo meia boca.

          Desempenho é sempre um fator importante! É a diferença em algo que te atende para algo que te faz raiva.

          De que adianta colocar algo ligado à TV que vai engasgar quando estiver reproduzindo vídeo e fazendo qualquer outra coisa simultaneamente? Ou simplesmente começar a engasgar quando estiver só reproduzindo vídeos porque daqui a um tempo o serviço de streaming da vez resolveu usar um codec para o qual o seu hardware não foi projetado para decodificar?

          Há uns 10 anos eu ganhei os restos de um All in One com a tela ferrada. Por dentro ele usava uma placa miniITX com um processador da Intel bem de entrada. Montei isso num gabinete bonitinho, instalei um Debian em modo texto e fui construindo um ambiente gráfico mínimo para rodar um media center (não me lembro mais, mas acho que era o XBMC) e instalei debaixo de uma TV 720p. Nessa época ainda não havia serviço de streaming no Brasil e tudo o que eu rodava era “alugado na locadora”. Dependendo do formato do vídeo, a reprodução engasgava, porque não havia decodificação por hardware e a CPU não dava conta de decodificar por software. E eu não rodava servidor nenhum nele, fora o SAMBA para poder jogar os arquivos pra dentro.

          A diferença é que a única coisa que eu gastei, nesse caso, foi no gabinete, mas não demorou muito e tive que procurar outra solução.

    2. Eta Prime, BuildBughets e RandomGamingHD sao canais no YouTube que ja fizeram reviews da Beerlink. Aparentemente é uma marca boa (eu queria algo assim tbem)

    3. Queria algo assim tbm, mas acho mais barato adaptar um notebook usado. Hoje uso um Ryzen 3 que minha irmã tinha encostado por casa. O pczao ocupa um espaço considerável, mas é muito silencioso.

    4. Já fiz isso e não faria de novo, o que funcionou muito bem para mim foi um raspberry pi 3b+ em rede.

      Uso da seguinte maneira: tenho o plex server no rp3b+ e o plex cliente na tv – o servidor é gratuito mas o cliente é pago, ou era – assim as séries e filmes ficam organizados porque o plex já categoriza e organiza tudo que estiver no hd. Pode até parecer contra senso transmitir o que está gravado no HD ao invés de simplesmente executar pelo micro mas o desempenho no streaming é superior à execução direta, não pergunte porque, não faço a menor ideia.

      Para jogar minecraft não sei se dá, pode ser que o 3b+ abra o bico então o rp4 é uma opção bem superior. Outra coisa: tem que gostar de linux. Mais uma vantagem é o custo, bem inferior ao link que vc postou.

      Tenho também um servidor de arquivos, onde armazeno minhas fotos, e vc pode seguir instalar uma vpn, um filtro como o Ghedin sugeriu em um vídeo, um servidor de minecraft ou pode ter a sua própria nuvem, nem precisa ser anjo. Fica a dica. Boa sorte!!

      1. Não tenho problema com linux e realmente pensei em usar inicialmente um Raspberry Pi. Mas, o que tenho aqui é só um versão 2, e para qualquer tipo de uso gráfico ele é lerdo.
        O Pi4 além de estar difícil de achar, está bem próximo do preço destes mini pcs.

  16. Bom dia, pessoal!

    Comprei um Mac, mas tô meio perdido. Quais dicas de uso e apps vocês me dão?

    1. laptop ou computador de mesa?

      se for laptop, a primeira dica é: acostume-se com os gestos do trackpad (eles facilitam DEMAIS a sua vida). Se estiver usando mouse, configure os cantos da tela para simularem os gestos de trackpad (por exemplo: jogar o mouse no canto inferior direito para mostrar todas as janelas abertas, ou para mostrar a área de trabalho vazia)

      se for um mac de mesa: consiga um trackpad :)

      no finder, use colunas em vez de ícones

    2. Uma lista de bons utilitários. Eles suprem algumas lacunas do macOS, como o gerenciamento de janelas (Rectangle) e a ausência de um gerenciador da área de transferência (Maccy).

      Acho que a coisa mais importante num primeiro momento é familiarizar-se com o teclado, especialmente as teclas Command, Option e Control. Ao contrário do Windows e do Linux, a Command é a mais importante aqui — é quase o equivalente ao Control nos outros sistemas, a que você usa para copiar e colar coisas, por exemplo.

      O gerenciamento de janelas é diferente do Windows. Aplicativos podem estar abertos sem janelas abertas, e você alterna entre aplicativos, não entre janelas. Use os atalhos Command + Tab para alternar entre aplicativos e Command + ` para alternar entre janelas de um mesmo aplicativo.

      E aprenda os atalhos no teclado. Essa é uma das maiores vantagens do macOS sobre outros sistemas: os atalhos são “universais”, funcionam em todos os apps de modo idêntico. A Apple tem uma ótima documentação.

      1. Cara, eu uso Mac há mais de 10 anos e não sabia dessa “Command + `”. Já valeu ter aberto este post aqui.

      2. Tem o AltTab (o app, não o atalho) que replica o comportamento do Alt + Tab (o atalho, não o app) do Windows. Com ele dá pra alternar entre todas as janelas de todos os aplicativos e ainda ter o preview da janela no alternador.

        1. Sim, tem vários mini-utilitários que replicam comportamentos do Windows no macOS. Eu sou do time dos que acham que, já que vai migrar, tem que se abrir à lógica do novo sistema. A do macOS não é pior nem melhor que a do Windows/Linux, só é diferente.

          1. Seguindo essa lógica ao pé da letra, você não usaria nem o Rectangle, que implementa algo que apareceu primeiro no Windows, nem o Maccy, que implementa algo que apareceu primeiro no… Onde gerenciadores de clipboard apareceram primeiro?!

          2. Complementando: Eu sou do time dos que acham que o sistema deve se curvar ao meu fluxo, não o contrário. Se para isso vou precisar alterar configurações padrão e usar alguns utilitários, acho que o preço é pequeno a se pagar. Ainda mais no macOS, onde é possível ir migrando seus programas e respectivas configurações, pasta de usuário e configurações do sistema entre várias versões do SO e várias máquinas ao longo do tempo.

          3. @ Eu

            Sim, pensei no Rectangle enquanto escrevia o comentário 😄

            Reformulando: acho que quando você migra para um sistema novo, é importante abrir-se às convenções e peculiaridades dele. Muita coisa será diferente do que você estava acostumado, e vale a pena entender esse modo diferente e ver se funciona.

            Se não, aí sim vale a pena ir atrás de remédios. Eu tentei usar o gerenciamento de janelas nativo do macOS, mas é muito ruim, não me serviu. Só aí fui atrás de algo como o Rectangle.

          4. Nesse caso específico, eu acho que do Windows é pior porque com muitas janelas começa a ficar menos produtivo, especialmente o meu caso que normalmente são múltiplas janelas de um mesmo programa.

          5. Ah sim! Aí com certeza. No meu caso, acho que fui me adaptando ao longo dos anos. Na época em migrei para o Mac, o Windows ainda não tinha esses detalhes, tipo o “arranjamento” de janelas. Lembro de utilizar pra caramba os atalhos de teclado do Exposé e me pegar pressionando as teclas de função quando utilizava o Windows ou algum Linux (não havia trackpad com gestos de vários dedos ainda). A curva foi bem suave porque nos meus fluxos, praticamente tudo no Mac funcionava muito mais redondo que no Windows.

            No meio do caminho, o próprio Mac foi perdendo algumas das funções que me eram caras, tipo o “enrolar” as janelas para a barra de títulos (um recurso que o XFCE tem!) e os widgets do Dashboard.

  17. Junho de 2022. Peguei COVID pela primeira vez. Acho que chega pra todos né? As 3 doses ajudaram pra caramba, mas to MOÍDO!

    1. Melhoras!
      Por aqui nos útimos 15 dias vi várias pessoas próximas pegando Covid – felizmente ninguém que tenha precisado hospitalização. Eu tive uma suspeita, mas os exames deram negativo.

    2. Peguei também pela primeira vez no fim de maio. Achei que pegaria no meu trabalho, mas estava usando máscara direto. Mas peguei no lugar menos esperado: em casa. No escritório onde meu pai trabalhar ninguem estava usando e deu no que deu.

      Nos primeiros dias parecia que tinha um trator passando por cima de mim o tempo todo, indo pra frente e voltando de ré. Fora os calafrios mesmo vestindo casaco. Bizarro. Felizmente as 3 doses de vacina ajudaram e foi “só” isso tudo, mas sem precisar internar. Já voltei ao trabalho, de máscara novamente, mas ainda estou tossindo igual cachorro velho.

      Aqui na cidade a prefeitura voltou com a obrigatoriedade de máscaras em lugares fechados. Quem diria que isso seria importante! /s

      1. Cara, isso que eu to pensando que não vejo final ainda pra minha dor de garganta, mesmo beirando o final do ciclo do Covid saca? Tu ficou tossindo muito tempo ainda?

        1. Ainda estou tossindo muito. Ontem até deu uma piorada. A médica do trabalho receitou acetilcisteína para expectorar as secreções e tem ajudado, mas devagar.

          Para a tosse, me sugeriram espremer um limão e misturar com mel e água quente e tomar uma vez por dia. Falaram pra tomar isso de jejum, mas não acho que consigo. Vou tentar hoje mais tarde isso.

  18. Opa!
    Tão conseguindo acessar o Gov.br? No app para iOS, ou mesmo no Safari, recebo como resposta à tentativa de acesso a seguinte resposta:

    403 Forbidden

    Request forbidden by administrative rules.

    1. O acesso é ruim mesmo, mas essa mensagem aparece por causa da “retransmissão privada”. É só desligar pra acessar normalmente.

      1. Verdade. Ainda ontem alterei o navegador principal e no mesmo instante consegui o acesso. Por se tratar ainda de um serviço beta, acredito que a Apple possa futuramente incluir a opção de uma lista de endereços permitidos.

  19. senhores(as), não aguento mais passar frio e o inverno nem começou.
    alguém tem dica de algum tipo de roupa hipertecnológica que impeça o usuário de sentir FRIO? alguma segunda pele especificamente recomendada ou algo do gênero?
    aceito dicas de aquecedores também. atualmente uso um a óleo, mas deixa muito a desejar e to comprando um daqueles tipo ventilador, com uma resistência atrás. evito aqueles laranjas porque queimam oxigênio e isso me parece potencialmente perigoso…

    1. Aquecedor não tem milagre, a ventoinha só vai ajudar a soprar o vento, mas o que define o calor é a potência e dificilmente vai achar algum que mais de 2200W. Já roupa é formar camadas, muita gente ri, mas eu uso ceroula o dia todo, junto com 2 manga longa. Essa semana comprei uma calça com forro do Aliexpress, espero que seja boa.
      Aliás, você é de onde? Tá quantos graus aí?

      1. a ceroula é de lei, não falha mesmo!
        estou na divisa SC/PR, as mínimas estão em torno dos 5-10 graus todo dia. isso pra mim é temperatura do AUGE do inverno, não de outono ahahah

        1. Eu moro em Passo Fundo RS, esse ano tá uma desgraça né? Tenho amigo já querendo fazer gambiarra com aquecedor a álcool. Agora começa a temporada de acidentes.

        2. Também sempre fui adepto das ceroulas (ou “cuecão”, como meu pai chama) nessa época do ano, mas nunca tive sorte quanto à qualidade das peças que usei. Já comprei de várias marcas (sendo Mash a mais recente) e sempre acabei enfrentando o mesmo problema: diversos furos em pontos aleatórios. Seria um problema inerente ao tecido canelado dessas peças? Há ceroulas com tecido liso?

          Assim como o gimigliano, também gostaria de recomendações de boas marcas.

          1. Fiquei curioso agora e fui pesquisar o que seria uma ceroula. Cara, eu tive uma ideia totalmente equivocada do que era até há poucos segundos atrás!

          2. furos em tecido ocorre por atritos. Veja onde fica os furos e tenta imaginar o tipo de atrito que possa ter causado (raspando na roupa, algo no bolso, algum movimento que estica a ceroula e deixa mais fina, etc…). Eu tenho muito problema de furo na virilha – coxa grossa….

          3. Sempre achei que ceroulas eram aquelas calças justas que usa por baixo da roupa. O tal do “cuecão”, pra mim, é uma boxer do tamanho de uma bermuda.

            Todas as minhas (seja boxer ou cuecão) são da lupo de um material chamado micromodal. Pra mim isso é o ápice do conforto.

            O tal cuecão (aka long leg) de micromodal é esse aqui. Nunca comprei direto por eles na loja online, só na loja física deles (mas isso tem anos) e também pelo MercadoLivre, que costumava ter até pacotes com mais unidades e um preço melhor no geral.

            Como falaram, atrito costuma ser fatal pra essas cuecas e, eu, como uma pessoa grande, sei bem como é isso. Mas essas costuma estragar na cintura antes de qualquer furo, rasgo ou descostura.

            Curiosidade: achei o site da Lupe é confuso. Indo nele, não achei esse produto. Só encontrei indo pelo Google… 🤷🏻‍♂️

          4. @Eu
            Fiquei curioso: o que você pensou que fosse? hahaha
            Por um momento a tua dúvida fez eu questionar meu próprio conceito de ceroula 😛

            @Ligeiro
            A parte do atrito faz sentido mesmo (pois é, eu não havia pensado nisso até então). Os furos na altura dos fundilhos são até justificáveis (piadinhas ao estilo Zorra à parte), mas aqueles que surgem em pontos como a panturrilha me deixam encucado. Meu “problema”, inclusive, é o oposto do teu: pernas bem finas, legítimos cambitos.

            @Felipe
            Essa ideia do cuecão como sinônimo de ceroula veio do meu pai e ficou, mesmo sabendo que não faz tanto sentido. Bom, ele adora trocar o nome das coisas, tipo chamar gambá de raposa…
            De qualquer modo, temos a mesma definição de ceroulas: calças justas que a gente usa por baixo da roupa.
            Essas cuecas de micromodal da Lupo são extremamente confortáveis mesmo, assino embaixo! Ah, duráveis também. Tenho várias da marca, a maioria em microfibra, mas essas de modal dão um banho em termos de conforto – pena que a um custo razoavelmente maior. Já essas long leg do link que você trouxe eu não acho tão interessantes (tenho três do tipo), pois vivem enrolando nas minhas pernas.
            E sim, o site da Lupo é bem confuso e muitas vezes bugado, sem falar nos preços proibitivos e no frete caro e ruim. Em outros sites, como Dafiti, Zattini e afins, é possível encontrar as mesmas peças pela metade do preço.

          5. @William S. pode ser que a roupa que você usa atrita na panturrilha em algum movimento que você faz (esticar perna ou sentar por exemplo). Ou talvez você não nota se tem algum “tique” (coçar a panturrilha por exemplo).

            Uma coisa que me passou pela cabeça é que talvez você use as calças ou ceroulas de forma que elas ficam esticadas na panturrilha, e com isso a cada movimento gera atrito.

      2. que marca vc recomenda para a compra de roupa ceroula? tenho receio de comprar alguma coisa na internet de forma aleatória e nem ser eficiente

        1. Eu não sei. Não comprei, ganhei da minha mãe kkkk (dá até um pouco de vergonha de admitir kkkk). Minha mãe me empurra uma porção de roupas, ai como sou auxiliar de indústria eu não preciso de roupa cara ou grife pra trabalhar.

    2. De roupa geralmente quando está muito frio uso duas camadas de roupa simples mesmo (não tenho dinheiro para roupa hipertecnológica – perdão Insider – e da última vez que comprei algo assim, na Decathlon, não funcionou), tipo uma camiseta, um agasalho e uma jaqueta além de uma calça jeans e uma moleton ou calça fina simples por baixo, isso quando chega a uns 15-18 ºC.

      Penso em comprar uma daquelas leggins que as mulheres usam que parece-me que funciona como “segunda pele”. Até penso de novo em ir em uma Decathlon para ver se acho algo melhor para o frio, mas da última vez que vi, as melhores jaquetas de frio passam dos R$ 800,00 (salvo engano, é feito para montanhista mesmo, não para falsos coachs…)

      1. Todo esse aparato para 15-18 ºC vc não esta preparado para região sul do Brasil, com essa temperaturas na casa de um digito rsrsrs
        Mas com temperaturas baixas em dias de um digito de temperatura uso legging por baixo do jeans, camiseta térmica, mas opto por usar casacos e jaquetas com parte interna com lã, apelúciada. Anos atrás passei um tempo em no estado de Illinois durante o inverno e tive de comprar casaco para conseguir sair na rua, para as temperaturas baixas aqui em Curitiba uma camiseta e o casaco resolve tranquilamente. Mas se encontra casacos semelhantes na Decathlon geralmente as roupas deles vem com indicação de temperatura, mas os valores são um pouco salgados eu acho.

        1. Eu sempre vou nessa época para SC (familiares) e ja virei madrugada gelafa na rodoviaria de Curitiba (agora tento sempre levar dinheiro a mais para pegar um hotel em emergência). Aqui em São Paulo meu padrão é esse, mas no sul aumento as camadas.

          1. Olha, bicho, São Paulo é meio traiçoeira. Esses dias, início de maio, saí de Floripa numa temperatura amena para passar frio em São Paulo. No domingo eu vendo pelo instagram o povo na praia aqui e eu passando frio lá.

            Mas boa sorte pra mim em convencer um Curitibano que em algum lugar do Brasil faz mais frio do que em Curitiba. (Muitos risos)

          2. Sim @Rodrigo Santiago. Uma vez virei a madrugada na Rodoviária de Curitiba, e creio que estava uns 10 °C. O jeito foi pegar algumas das peças de roupa na mala e vestir por cima do que eu já tava usando.

            São Paulo tem ilhas de calor. Centro e alguns bairros geralmente são um pouco mais quentes. Bairros periféricos que são frios traiçoeiros.

            Rodoviária do Tietê é fria, diga-se.

          3. Nossa, eu já passei a noite no inverno na rodoviária do Tiete, não recomendo rsrs
            uma vez eu era jovem e dura, na segunda vez o ibis do lado tava lotado. aquela rodoviária ser toda aberta não ajuda.

          4. Eu passei uma vez a serviço @Mariana. Fui para Campinas acompanhar a produção de uma revista (a primeira vez que trabalhei com isso, depois nunca mais :p ), aí cheguei e perdi o último trem. O jeito foi esperar 4 horas até a abertura do Metrô.

            Mas geralmente quando tenho ido para a Rodoviária, fico entre 2 a 4 horas esperando o ônibus; compro a passagem umas 21h/22h e vou em um ônibus das 00h para onde preciso – 90% das vezes Curitiba ou Florianópolis.

            Já virei madrugada não só no Tietê ou Rodoferroviária de Curitiba , mas também no Rita Maria, de Florianópolis.

            As vezes me pergunto se este tipo de assunto acaba sendo relevante, pois aí fico pensando… “pô, a galera deve pensar que sou bem besta nesta questão de viagens… :p” – é, talvez…

    3. Roupas de lã natural são o mais recomendado, especialmente roupas mais grossas e pesadas

    4. você mora em casa própria ou alugada? às vezes algumas pequenas modificações no imóvel ajudam a melhorar o conforto térmico

      como são suas janelas? pega sol ao longo do dia?

      1. o imóvel é alugado. não tenho dúvida de que isso é um fator relevante, pq a casa é MUITO gelada, não raro sinto mais frio do que na rua. mas já faz uma semana que não sei o que é ver o sol, então tem situações que não tem jeito mesmo

        aliás, tenho uma impressão de leigo de que o convencional no brasil é que uma casa seja construída literalmente com as mesmas técnicas na bahia e em santa catarina, o que me parece ABSURDO. isso procede?

        1. embora não seja possível fazer grandes alterações na casa, verifique o funcionamento das janelas (vedação, frestas, etc). às vezes uns pequenos ajustes ajudam na perda de calor interno e na prevenção de entrada de ar frio

          sobre as técnicas de construção: sim, vivemos uma enorme homogeneização com a proliferação dos métodos “convencionais” de construção ancorados na indústria do cimento (com paredes de blocos e estruturas de concreto armado). Longe de romantizar a arquitetura dita “vernacular” — como muita gente faz — mas é interessante ver como perdemos inércia térmica nas construções à medida em que técnicas tradicionais foram sendo substituídas e homogeneizadas.

          aliás, eu diria que o maior problema nem é a proteção para o frio (embora isso realmente seja relevante em várias regiões), mas a absoluta ausência de estratégias para enfrentar o calor na maior parte do ano e na maior parte das regiões do país. Prédios de vidro espelhado dependentes exclusivamente de ar condicionado são um verdadeiro crime ambiental — além de um crime social, dadas as atividades feitas em lugares como a faria lima…

    5. Moro em país “pobre” da Europa que não tem aquecimento em casa e estou juntando algumas dicas para essa situação. Seguem:

      – aquecedor que se liga na tomada gasta muita energia elétrica. Evite;
      – roupa: roupa térmica por baixo, uma camada de lã ou moletom por cima, quando for sair, uma camada a mais de um casaco corta-vento. Sugiro comprar roupa térmica na Decathlon, eles têm as melhores opções;
      – quando sair do banho: vista o mais rápido possível primeiro sua roupa de baixo e TODA a roupa térmica e meias antes de passar pra próxima camada. Assim você protege parte de cima e de baixo rápido;
      – faça exercícios físicos, pelo amor da deusa. Não pare, mesmo que seja muito tentador. O frio te deixa mal física e psicologicamente, se você não fizer exercício.

      É isso, espero ter ajudado e boa sorte!

      1. olha, sempre tive uma teoria de que o sul do brasil é um dos lugares onde mais se sente frio NO MUNDO, pq no hemisfério norte e no extremo sul do planeta seria comum e usual ter aquecimento e imóveis preparados pro frio. agora vc acaba de jogar por terra a minha teoria ahahha

        e li teu comentário justamente numa semana em que matei a academia todos os dias pela primeira vez em um bom tempo, o alerta é de fato relevante!

        1. Sim, moro em Portugal. Acabei de visitar Amsterdã e, apesar de lá estar ainda meio frio (máx 14 min 8), você simplesmente não sente frio nos lugares. Faz toda a diferença, você não sente que seu corpo esqueceu como produz serotonina hahaha

          Boa sorte aí, fique firme que daqui a pouco chega a primavera :)

          1. Como são os imóveis “classe média” em Portugal? Realmente ache que fossem bem preparados para o frio.

            Peguei duas semanas com mais ou menos essa temperatura aí em Buenos Aires (ou seja, país pobre, como todos da América do Sul) há algumas semanas e embora na rua o frio fosse de cortar a cara, o apartamento em que me hospedei era MUITO confortável. Eu ficava de camiseta, calça de moletom e suéter finos e estava tranquilo, sem ligar ar-condicionado no quente nem nada.

            Agora no litoral catarinense, com temperaturas entre 11 – 15 porém muito vento úmido, em um apartamento preparado apenas para veraneio eu sofro bem mais :(

          2. Por alguma razão não consigo responder ao Lucas embaixo do comentário dele, mas só pra deixar a resposta aqui:

            Como são os imóveis “classe média” em Portugal?

            Absolutamente não preparados para o frio. Apenas ricos ou muito ricos têm aquecimento central em casa. O resto vive em casas e apartamentos que são completamente vulneráveis ao frio. Meu quarto várias vezes no inverno está mais gelado que a rua.

    6. Não sei de onde tu és, mas aqui no Sul é muito comum fogão a lenha. Além do cheirinho maravilhoso de lenha, ainda ajuda a combater o frio.

      1. Logo que mudei para Curitiba, estava em um carro de aplicativo num dia bem frio e o motorista deu a dica para quem mora em apartamento pequeno: ligue o forno do fogão e deixe ele ali, hahaha!

        (Não façam isso, por tudo que é sagrado. O risco de morrer intoxicado pelo gás é gigante.)

        1. Haha
          Essa semana fizemos isso em casa algumas vezes, mas o forno é elétrico. Paramos porque fiquei com medo de dar problema no termostato

          1. Quando a gente assa algo na cozinha já aproveitamos pra ficar aqui mesmo curtindo o calorzinho kkkk

        2. Dia desses em MG um casal morreu por algo parecido: Levaram uma churrasqueira para dentro do quarto!

          Fico imaginando o que se passou na cabeça deles para não perceber o quanto essa ideia era ruim!

        3. Saiu um vídeo do Dave do 8BitGuy, falando sobre consumo elétrico, e ele tava mostrando que la ele comprou um sensor de monóxido de carbono para quando usa algum aquecedor a combustão (querosene no caso)

        4. Já assei uns biscoitos de queijo no frio só pra dar uma esquentada no ambiente, nem era por vontade de comer!

    7. Sem acreditar que ninguém aqui sugeriu a famosa bolsa de água quente. Método extremamente barato e eficiente.
      Naquele frio que fez umas semanas atrás usava uma bolsa com água quente no colo, quando estava morno colocava dentro da camisa. À noite colocava ela na cama, debaixo das cobertas, primeiro perto do peito e dps perto dos pés, quando ia me deitar já estava tudo quentinho.
      Dá até pra usar garrafa pet, se vc tomar cuidado. Eu sinto muito frio nas mãos, então enchia umas duas garrafas pequenas, colocava perto do mouse ou onde pousava a mão, o calor ia irradiando e aquecendo sem muito esforço.

      1. É isso. Às vezes ficamos na pira dos produto high tech e esquecemos das soluções simples e eficientes. Essa da bolsa de água quente na cama é excelente pra antes de dormir.

      2. bem lembrado! vou arrumar uma bolsa de água quente assim que possível

    8. Moro na serra catarinense numa altitude de 1300 m, onde a temperatura média anual é de 16 graus, então estamos acostumados a enfrentar frio. Nem vou falar em roupa, pois aqui no inverno a sensação térmica é abaixo dos 4 graus negativos na passagem das frentes polares, então somos obrigados a ter uma gama de roupas de inverno.
      A casa tem parede dupla e manta térmica no telhado. Temos sistema de aquecimento de água via fogão a lenha/boiler.
      Para teu caso o melhor é o aquecedor a óleo mesmo. Temos um da Mondial de 1500W que resolve bem na sala do computador. Minha mulher o utiliza perto das pernas.

    9. Recomendo na primeira camada uma segunda pele boa, tem umas com lã de merino, uma espécie de carneiro, que são excelentes. Finas e aquecem legal. Bastante utilizada pelo povo do montanhismo. A Decathlon tem alguns modelos, da marca Quechua (a marca de montanha deles). Substituem uma ceroula com gosto, são mais finas e um conforto térmico semelhante, se não melhor. O ideal da segunda pele é ser isso mesmo, ficar muito rente ao corpo para evitar bolsões de ar, dificultando a perda de calor corpóreo para o ambiente.

      Casacos com enchimento de plumas de ganso são leves e quentes. Valem o investimento pois durarão vários anos. Mas precisa de um cuidado extra no armazenamento e lavagem (de preferência não lavar). As plumas de ganso são mais leves e eficientes que o material sintético. Mas se a grana é curta, vale investir num sintético também. Ou um bom casaco de lã grossa.

      É importante também uma meia térmica, e roupa também, que “expulse” o suor, não retenha ele entre a pele e essa peça. No inverno a gente sua e nem percebe, o pé fica úmido, a umidade é um excelente condutor térmico, acelerando a perda de calor para o ambiente, causando o frio. Em dias muito frios, mesmo com duas meias, sendo uma delas de lã, às vezes ainda sinto muito frio. É só tirar as meias e aguardar um pouco o frio ameniza.

      Sobre aquecedores, meus parcos conhecimentos de química/física me deixam céticos quanto ao consumo de oxigênio pelo aquecedor de lâmpadas halógenas. Acho que o que consome o oxigênio, no quesito aquecedor, é só a combustão mesmo, ou seja, fogo. Porém, contra-indico os aquecedores halógenos porque eles emitem uma luz amarela absurda. Parece um sol dentro de casa kkkkkk. Outro fator que pode contribuir com a baixa oxigenação nos dias frios é que temos a tendência de fechar mais a casa e, quando dormir, fechar o quarto, que geralmente é menor, sem circulação de ar. Seu próprio corpo vai consumir o oxigênio. E em períodos prolongados pode ser um problema.

      1. cara, ótimas dicas! agradeço
        essas meias térmicas são vendidas na Decathlon também? não sabia que isso existia, vou dar uma olhada

        1. Sim, a decathlon tem umas dessas. As melhores coisas da decathlon para frio encontra nas marcas da Quechua e da Wedze (marca de esqui e esportes de neve). Mas assim, falo meia térmica mas é só porque é um tecido diferente, ela fica mais colada nos pés, sem muita folga, pra tentar evitar deixar o pé suado, que é o que causa a maior perda de calor. Mas também não fazem milagres hahaha.

          Esqueci de falar dos fleeces, também feitos de materiais sintéticos, mas que ajudam a aquecer, sendo a camada logo acima da segunda pele e abaixo de um casaco.

          Mas enfim, se for comprar tudo vais à falência, então dá preferência às segunda peles, pois imagino que o restante você já deva ter.

          1. Há uns 10 anos atrás comprei um fleece na promoção (estava uns 20 $) pensando que ina funcionar como segunda pele. Me enganei.

    10. Complementando o que já falaram das várias camadas (sendo pelo menos 1 de lã de verdade, não aquele suéter de poliéster), proteja bem as extremidades.

      Pés, mãos e principalmente cabeça precisam estar bem protegidos. Um cachecol de lã protegerá seu pescoço e talvez até seu peito.

      Colocar a camisa base por dentro da calça também ajuda a manter o seu corpo aquecido, sem perder calor.

      Calçados grossos para sair de casa ou meias e pantufas em casa.

      Para ficar no sofá ou computador, além do aquecedor próximo de você, pegue um cobertor.

      Cortinas grossas também ajudam a não deixar perder o calor pelas janelas.

    11. Nos momentos de desespero acho que um cachecol e um gorro são as peças mais importantes, o cachecol ainda dá pra colocar por dentro da blusa pra proteger mais o peito.

      Também tenho muito frio nas mãos e pés, e percebi que usar segunda pele ajuda a controlar isso. As vezes você está sentindo muito frio nas mãos e acha que precisa de uma luva melhor, mas uma segunda pele pode te trazer mais benefícios. Uso as da Quechua há alguns anos, e o que mais gosto nelas é que são felpudinhas por dentro mas lisas por fora, então não ficam enroscando com as roupas de cima.

  20. Sugerem algum software ou appliance pra emular uma estrutura de storage vs. servidores, entrando LUNs para os clientes, com a finalidade de estudo e planejamento ??
    Algo semelhante ao Cisco Packet Tracer pra área de redes.
    Cheguei no “Oracle Unified Storage Simulator”, FreeNAS e OpenMediaVault, mas nenhum deles emulam LUNs viabilizando o zoning em outros servidores. Obrigado.

  21. Tenho a esperança que o RCS virá pro “Mensagens da Apple”.

    1. Será? Eu acho que isso só vai acontecer se algum governo forçar. A Apple tem zero incentivo para suportar RCS. O iMessage, no mercado norte-americano, é um poderoso “cadeado” para manter usuários no ecossistema da Apple. E é um protocolo bem mais desenvolvido e integrado aos sistemas da Apple que o RCS poderia ser.

    2. Assim como Ghedin, eu também duvido, a não ser que eles estejam realmente com medo de algum movimento anti-truste como no caso do direito ao reparo.

      No cenário geral, acho que muda pouco também, já que só nos EUA existe essa dinâmica de iMessage. Outros países, imagino que continuariam presos a soluções como WhatsApp e WeChat.

  22. Vou pedir ajuda dos leitores no post livre do MDU, porque sinceramente não conheço outro “grupo” mais preocupado com privacidade:
    Alguém conhece um aplicativo para controle de investimentos que respeite a privacidade do usuário?
    Eu uso planilha do excel, mas ela é limitada e não tem um décimo das funcionalidades que aplicativos como Kinvo, Meusdividentos, Trademap, etc., possuem.
    O problema é que esses aplicativos pedem integração com CEI e corretoras, e queria um que eu colocasse os dados, e ele só atualizasse o valor das cotações (que é píublico).
    Enfim, você usam aplicativos para controle da carteira de investimentos?
    Se sim, qual?
    Há alternativa à planilha?

    Obrigado.

    1. mas o excel não puxa as cotações automaticamente? aposto q deve ter um jeito

      1. Tem, mas é trabalhoso.

        Existem planilhas pela internet que pode servir de referência.

    2. Eu uso o Guru e me atende bem. Você consegue adicionar ativos sem precisar conectar ao CEI, que em breve dará lugar q B3.

    3. Usei o Kinvo por um tempo, faz uns dois anos, e lembro que ele permitia inserir os ativos manualmente. Não é mais o caso?

      Eu tenho alguns investimentos, mas, sinceramente, não esquento muito a cabeça fazendo microgerenciamento. Acompanho a flutuação de valores mês a mês e a repercussão dos balanços trimestrais — e, nesse momento, aproveito para ver com mais atenção a flutuação de cada ativo. Não sinto falta de um controle mais detalhado.

      Até ano passado, recorria às notas de transações da corretora e ao meu controle financeiro pessoal para fazer a declaração do imposto de renda. Neste ano, a B3 lançou um novo portal (no lugar do CEI) que devolve todos os seus ativos em determinada data e os proventos num intervalo em formato de planilha ou PDF. Foi uma mão na roda para fazer a declaração do IR.

    4. Cara, quando usei o kinvo eu conseguia inserir manualmente. Eu uso o Gorila hoje, e embora tenha integração com a B3 (agora é diferente, não é necessário fornecer a senha, a B3 criou uma api ou algo do tipo), dá pra inserir tudo manualmente também. Também uso a planilha do dlombello, é bem completa, é grátis, mas pagando tem umas funcionalidades a mais (facilidade na hora de preenchimento da declaração do IR, pois já te entrega as coisas mastigadas etc.)

    5. A alternativa a planilha é uma planilha melhor ainda:

      dlombello

    1. Que sensacional! É minha série favorita da vida, vou apreciar a entrevista.

    2. Foi a série que indiquei no PL passado. 😁

      The Wire não é uma série “fácil” de assistir, mas com certeza é uma das melhores produções audiovisuais de todos os tempos.

    3. eu achei a primeira temporada sensacional, a segunda achei legal. a terceira assisti por obrigação. comecei a quarta mas sem vontade nenhuma de continuar

    4. Só descobri The Wire este ano. Assisti as cinco temporadas e adorei a forma como eles trabalham os personagens, como eles vão se moldando às mudanças. Mostrar e realidade dos jogos de poder na política, polícia e entre os traficantes é outra coisa que a série faz muito bem. O elenco, embora desconhecido na época, reuniu atores e atrizes excelentes. Mesmo os pequenos papéis mostraram grandes interpretações. Simplesmente me apaixonei.
      Saudades de Omar Little. 😁

  23. Reparei que a maioria desses influencers Linux tem um MacBook.
    E alguns já deixam até bem claro que o MacBook é o principal dispositivo.

    1. Relaxa. Se não me engano até o Linus Torvalds usa MacBook com Linux.

        1. Eita! Saberia dizer o por quê da mudança? Não gosta mais do teclado da Apple?

          1. Não faço a mínima ideia tal mudança, suponho no entanto que deve ter relação com poder de processamento, porque analisando a configuração, nota-se que se trata de um belo hardware.

            A matéria sobre tal mudança pode ser lida no link abaixo.

            https://gizmodo.uol.com.br/linus-torvalds-amd/

    2. Entre o que se diz e o que se faz, há um enorme abismo.
      O Diolinux é um influencer linux que, de fato, usa linux. Mesmo quando comprou o macbook, esclareceu que ia usar o macOS para melhor saber como avaliar o linux em si, e jamais foi sua máquina principal que, salvo engano, ainda usa Pop-os desde a derrocada do ubuntu.

        1. Ainda não, mas se continuar, em um médio prazo pode até ser uma “derrocada”. Veja, para um sistema que surgiu com a proposta de ser um “Linux para seres humano”, hoje ele está longe disso. Não serve muito de base, mas se visitar o Distrowatch da pra ter uma ideia do que estou falando. O Ubuntu já teve seus dias de glória. Hoje é só um produto de uma empresa que já tentou de tudo pra emplacar coisas mirabolantes no desktop e só deu com os burros n’água. Acho que o Mark deveria escutar mais a comunidade e focar no trivial. Se é que o desktop hoje é prioridade pra eles. Por isso que as “crias” do Ubuntu estão se dando melhor. Minha modesta visão. ;-)

          1. É bem isso aí mesmo. Forçar snap numa versão LTS foi muito complicado. Os programas demoram muito pra abrir, que pro usuário final, no dia a dia pesa bastante na escolha. Uso manjaro atualmente e estou gostando demais.

    3. Quem seriam esses influencers? Não sei se quero ouvir mais gente falar sobre isso, mas talvez talvez tenha alguém interessante haha

      Eu acompanho o r/linux e alguns vídeos do Dio, acho que isso basicamente cobre tudo.

      1. Prefiro nao citar pq certamente os fas dele vao correr aqui.
        Mas digo que tem brasileiro no meio.

        1. Não vejo nenhuma incoerência em falar de Linux e usar macOS ou qualquer outro SO. Conheço inúmeras pessoas que migraram do Linux para o macOS e continuam trabalhando e usando o sistema criado por Torvalds normalmente. Uma coisa é você ser “defensor” do software livre, aquele sujeito que não aceita nenhum tipo de blob no kernel, que levanta a bandeira da liberdade de software e segue a fio as recomendações da FSF, outra é agir contra tais recomendações. Aí sim ficaria no mínimo estranho e incoerente. Eu uso Linux em meus computadores e tenho um MacBook. Nunca deixei de usar o sistema do pinguim em detrimento ao sistema da maçã. O Linux/Debian sempre foi meu sistema principal. Tem sido uma tendência natural usuários Linux de longa data utilizarem o macOS. Ao menos vários que conheço usam os dois sistemas de boa.

    4. Eu sigo vários influencers Linux que não usam Linux no seu computador pessoal. Alguns usam Mac, outros usam Windows até. Acontece que para o conteúdo que eu me interesso, que é Linux para servidores e coisas relacionadas, isso não faz diferença.

      Eu mesmo trabalho bastante com Linux mas meu computador principal é mac.

      Óbvio que para um influencer, se o conteúdo da pessoa gira em torno de falar de Linux para desktops e computadores pessoais, eu só levaria em consideração alguém que usa um sistema desse diariamente, ou se propôs a fazer isso por um período para poder comentar sobre.

        1. Como dizem no Twitter, contar fofoca pela metade deveria ser um crime haha

  24. Pra resumir: porquê que o governo fica pedindo doação de sangue se o Brasil sempre teve dinheiro de sobra em caixa pra comprar?

    —-
    Sempre tive essa dúvida, e recentemente perdi minha mãe para complicações de um câncer. Porém algo que me deixou muito intrigado é que ela precisou diversas vezes de várias bolsas de sangue. O hospital era particular e ela estava internada sob o plano de saúde porém nunca nos cobrou extras ou que procurassemos alguém pra repor os sangues que ela usou…

    Gostaria de saber seus palpites ou que sabe alguém aqui sabe a resposta pra essa dúvida.

    1. No Brasil é proibida a remuneração em troca de sangue (Lei 10.205/2001, art. 14, III). O sangue é doado. Mesmo os bancos de sangue e hospitais particulares não podem “comprar” sangue e dependem da doação voluntária. Mesma coisa com o sistema público de saúde.

      O que os hospitais e planos de saúde pagam é pelo processamento do sangue, que é uma série de procedimentos realizados pelo banco de sangue para garantir a qualidade do sangue. Após a doação, são feitos testes sorológicos para detectar diversas doenças. Em alguns casos o sangue também é processado e tem seus vários componentes separados, pois nem sempre o paciente precisa do sangue total. Existem as bolsas apenas com plasma ou concentrado de hemácias, por exemplo.

      Assim, no final das contas o plano de saúde vai remunerar o banco de sangue pelo processamento e testes nas bolsas de sangue, não pelo sangue em si.

    2. Isso aí. Como Clis escreveu, é proibido comprar/vender órgãos e tecidos. Na verdade, desde a CF88.
      O que se paga é mesmo o processamento (testes, material, equipamento, pessoal…).
      A doação solicitada para pacientes,, na verdade, é mais para manter o estoque. Tanto que não se exige que seja do mesmo tipo do paciente. E nunca soube de alguém não ter sido operado porque não apareceu nenhum doador.
      E há campanhas de doação no mundo inteiro. Um jogo de que participo (Ingress) tem grupos que anualmente organizam atividades, com brindes e tal, no entorno de bancos de sangue.

      1. Sal nos sapos!

        Andrea vc jogava com o pessoal de Campinas?! Nossa que sdd do ingress, depois da pandemia e prime não consegui manter mais! Pessoal de campinas tbm parou, Soutelo e o casal de Souzas q esqueci o nome

        1. Soutelo, conheci!
          Reduzi na pandemia e detesto o prime. Mas podemos conversar só nós? Acho que o papo não interessa aos outros.
          crandrea1@gmail.com
          Ah! Nasci resistente, mas, atualmente, sou iluminada.

    3. Não sei em outros estados, mas aqui constantemente eu vejo nas redes sociais pessoas implorando por bolsas de sangue pra mãe, filhos etc fazer cirurgias, tratamentos etc

      1. Sim. Os hospitais pedem, pra compor seu banco. Vão operar/tratar, mesmo que não tenha doador. É tipo uma microcampanha. Tanto que não exigem que seja do mesmo tipo que o paciente.
        No Brasil, não temos muito essa cultura de doar sangue. Ou fazer parte de banco de doação de medula, ou mesmo doador de órgãos.

  25. vejam que site interessante (ainda que um pouco mal desenhado): https://invisible-voice.com

    ele permite identificar pessoas-chave e principais investidores de variadas empresas

    por exemplo: eu sabia que o warren buffet era um dos principais acionistas da Apple, mas não fazia ideia de que um outros acionistas em posição de destaque é o fundo soberano da noruega (ou seja, uma parcela considerável do dinheiro público norueguês — incluindo aquele relacionado à previdência do país — foi usado para comprar zilhões de ações da Apple). Em cada uma das fichas de cada uma das empresas é possível ver outras empresas a que estão conectados esses acionistas.

    seria fantástico transformar isso em gráficos de redes

    1. é interessante perceber a recorrência de algumas empresas de investimento (como a black rock, vanguard group e state street)

      a gente sempre se refere aos “acionistas” como uma entidade meio amorfa e abstrata, mas são essas empresas que estão por trás de parte considerável do capitalismo (e, portanto, do exercício do poder) dos dias atuais

      e seguem completas desconhecidas da maior parte de nós

      1. talvez eles queiram exatamente isso, não sabendo quem são, não tem quem cobrar.

  26. Recebi uma ligação da TIM de que existe um número com ddd 21 com fatura em aberto no meu nome. Ocorre que moro em outro estado, não tenho contrato algum com a TIM, já liguei no atendimento informando a ocorrência e pedir a desvinculação desse número de meu CPF, bem como pretendo abrir uma reclamação na ANATEL de como conseguiram registrar um número pós-pago em meu nome sem assinatura tampouco comprovação de identidade.

    Ainda imagino ser de bom tom abrir um BO, pois no mínimo quem abriu essa conta cometeu falsidade ideológica.

    1. Conta de telefone, abertura de conta corrente em bancos digitais, tomada de empréstimos, financiamento. Hoje com o atendimento digital tudo é possível. Esses casos são muito recorrentes. E não parece haver solução. Você vai ter a dor de cabeça de ficar brigando com a TIM para encerrar essa conta antes que negative seu CPF. Torça para não precisar fechar conta falsa em banco, é desesperador.

      1. Sim, é complicado. As empresas não tomam as devidas providências para confirmar a identidade do estelionatário. Já fiz tudo que poderia fazer: BO, registro na operadora pra cancelar a conta, tentei registrar na ouvidoria mas a URA automática deles não registra o número de protocolo do atendimento como verdadeiro, então fui direto pra ANATEL, cobrando essa falha no procedimento. E cancelamento de eventuais débitos. Fiz um reclameaqui também.

        Ou seja, se insistirem em cobrar e colocar no SPC, o negócio não vai ficar bom pra eles. Vou perder um tempinho ajuizando, mas tem que ser assim, não dá pra deixar em branco.

    2. Aconteceu isso comigo com a Vivo, 4 números registrados no Acre em 2021. Gastei uns bons meses resolvendo e, recentemente, apareceu uma fatura perdida relacionada a um desses números. Consegui resolver de vez junto à Anatel.

    3. Tive um problema semelhante uns dois meses atrás, mas com um banco digital que pediu a inclusão do meu nome no SPC.
      No mesmo dia fiz um BO eletrônico, registrei queixa no Banco Central, no consumidor.gov e na ouvidoria do banco. Em pouco mais de uma semana a situação se resolveu.
      Espero que você consiga resolver, mas se for para a justiça é causa ganha.

    4. E a minha mãe entrou com uma ação no Procon porque fizeram 3 empréstimos no nome dela, sendo que ela nunca solicitou.

      1. Foi o maior números de casos que tivemos esses ano. Pessoas com mais de 5 empréstimos não solicitados. Valor descontado de 5-10 reais. Valor do empréstimo 500 valor total cobrado 2300. Sendo que por ser consignado praticamentenão tem risco de inadimplência.

    1. Até agora o que aconteceu comigo foi proposta de empréstimo para quitar empréstimos em outros bancos para ter uma dívida só.
      Uso conta/cartão Santander conectado com Mercado Pago e cartões Itaú.

        1. Você compartilha as informações de um banco com o outro. Dentro do app do Banco A vc escolhe se ele vai enviar ou receber informações e escolhe pra onde vai ou pra onde vem. Daí vc seleciona quais informações você quer compartilhar (financiamento residencial, cartões, limites etc). Daí esse app do Banco A vai abrir o navegador ou app do Banco B onde vc entra na sua outra conta e se certifica que está compartilhando as informações que escolheu no banco A, enviando ou recebendo. Há a possibilidade também de você controlar uma conta dentro da outra. Não consegui ainda pois o app do Santander fecha de uma vez (vi que no Mercado Pago tb tem essa funcionalidade mas não testei).
          Com a movimentação das contas as informações são compartilhadas e depois de um tempo podem aparecer ofertas de crédito e outros serviços pra vc.

          1. eu não perguntei bem, kkk

            gostaria de saber se após linkar é tranquilo mexer no saldo da outra conta, ex.: você pegou as informações do Mercado Pago e Itaú pro Santander, é tranquilo mexer nas coisas do MP e itaú no aplicativo do Santander?

        2. Não é tranquilo. Ou o app fecha ou aparece a mensagem “que algo inesperado aconteceu na instituição MP”

  27. Noutro dia estava conversando com um amigo que havia iniciado um processo de transição, do Ecossistema da Apple para o da Samsung e ele estava comentando facilidades e os perrengues que estava enfrentando no processo. Também é um assunto recorrente no meu meio, pessoas que estão inseridas no Ecossistema da Adobe tentam migrar para alternativas como Affinity e por aí vai. E é engraçado ver que não é raro ler ou assistir videos de “influentechs” criticando a curva de aprendizado necessária para essas transições como um grande obstáculo e muitas vezes acabam condenando o produto como algo de outro mundo.

    Bom então fica a proposta de discussão: Qual a importância de um ecossistema de produtos para você e como isso impacta no seu dia a dia?

    1. Grosso modo, perfeitamente viável. Acho que os principais ecossistemas oferecem tudo o que alguém precisa para ser produtivo e fazer suas coisas.

      O que pega são os detalhes. O jeito que tal aplicativo apresenta um fluxo de trabalho, atalhos e comportamentos globais do sistema operacional, até os defeitos de softwares e sistemas com que você aprende a lidar.

      A menos que haja necessidade ou muita vontade de migrar, não vejo vantagem em ficar pulando de um ecossistema para outro.

      Eu estou amarrado à Apple. Preferiria usar outra coisa, somente softwares de código aberto e tal? Sim. Mas a curva de adaptação, a ponta dela, a dos detalhes, seria muitos meses de micro-frustrações diárias. Se eu tivesse mais tempo livre ou nada para fazer, até me submeteria a isso, mas hoje avalio que compensa pagar o pedágio da Apple e ter tudo funcionando, do jeito a que estou acostumado (e, em alguns aspectos e cenários, do melhor jeito que conheço).

    2. Eu acho que os ecossistemas são bem importantes porque, no fim das contas, o objetivo da tecnologia é facilitar nossa vida. E não dá pra negar que, em um ecossistema bem integrado, as coisas ficam mais fáceis. Ter os dados em um só lugar e poder usar em vários produtos que compartilham esses dados e oferecem uma interface/experiência similar é muito bom.

      Idealmente, os produtos usariam padrões universais e se integram bem até mesmo com produtos de outras empresas (e-mail, por exemplo), mas na prática não é bem assim né. Complica porque torna muito difícil migrar de um pro outro. A minha migração do Gmail pro Fastmail foi super tranquila, mas do Google Fotos pro iCloud não. E é ruim saber que caso eu queira trocar de marca de celular um dia, vou ter que contabilizar o tempo e esforço pra migrar minhas fotos também.

    3. Acredito que dá migrar sim. Eu por exemplo, uso em casa Mac Os e no trabalho Windows 10. Dá um nó na cabeça por conta do layout do teclado e atalhos, mas em 10 minutos eu consigo “virar a chave” e sigo numa boa. No meu caso, só uso aplicativos Adobe em casa no Mac, mas o Office do Mac me dá algumas pequenas dores de cabeça em relação ao do Windows apesar de ambos terem o layout praticamente idêntico. Já em relação aos ambiente de smartphones, estava há uns 3 anos usando Iphone e recentemente troquei por um Android, percebi que o sistema doAndroid amadureceu muito e estou tendo uma ótima experiência com um aparelho de entrada da Samsung.

    4. Meu ecossistema é Windows + Office 365 no trabalho e Windows + Android + Google Apps para a vida pessoal. Funciona bem. Já tentei migrar no pessoal para os apps da Microsoft, mas já uso os Google Apps há quase 20 anos e eles simplesmente funcionam, então não penso em mudar. Mas, a verdade é que é quase tudo igual.
      Eu já tentei utilizar Ubuntu e o ecossistema de software aberto mas, para mim não funcionou. Até em coisas muito básicas a curva de aprendizado era alta.
      Agora, migrar pro ecossistema da Apple seria facinho, facinho.

    5. Você comentou dessa parte profissional, relacionada a suíte da Adobe, interessante pensar que no setor de TI as empresas possuem trauma desses ecossistemas e acabou mudando bastante o mercado.

      O sucesso do open-source na área de desenvolvimento vem muito dos problemas em lidar com fornecedores como Oracle e Microsoft, que “prendiam” os clientes dentro das próprias soluções.

      Na época que o open-source ameaçava o modelo de negócios da Microsoft, o argumento era o mesmo que dos ecossistemas para usuários comum: talvez seja mais caro e menos flexível, mas é complicado sair e já está tudo aqui.

      1. Quando eu comecei no mundo da programação as duas IDE’s principais eram pagas (a série “Turbo” da Borland). Tanto o Turbo Pascal como o Turbo C era elefantes enormes que comia muita RAM dos terminais da faculdade. Depois de uns anos migraram tudo pro FreePascal e pro DevC – e hoje todo mundo roda VSCode. Só locais com software legado, como o CPD da UFRGS que mantém software com mais de 20 anos escrito em Delphi 5, que tem essas licenças (até onde eu sei).

        Ainda existe um nicho da Borland no Delphi (acho que agora é Embarcadero) que eles chegaram a criar interações com iOS, Android e .NET. Nunca foi pra frente (ainda bem).

    6. Já usei Mac, faz muito tempo, mas não consigo enxergar essa superioridade toda, reconheço a qualidade superior do ecossistema, mas em 2022 essa superioridade não justifica migração “para” e nem “de”.
      Onde está a justificativa? Não é uma pergunta retórica, quero mesmo saber.

    7. As minhas escolhas de aplicações, plataformas, serviços são feitas com alguns critérios. Nessa discussão acho que o critério mais importante é interoperabilidade.
      Interoperabilidade permite circular entre fornecedores, provedores e aplicações com nenhuma ou pouca perda de funcionalidade.

      Mover entre ecossistemas pra mim é uma questão de encontrar um que eu queria e aceite essas condições e não o contrário.

  28. A Índia está implantando a Open Network for Digital Commerce. Tipo um mercadão público de comércio eletrônico, uma espécie de Bondfaro oficial superampliado. Quem quer comprar uma coisa entra lá e vê as opções disponíveis em todo local que esteja cadastrado, seja um gigante de compras online, uma loja de rede ou até o mercadinho da esquina. Tudo junto no mesmo espaço. A coisa andou sendo noticiada como “Amazon slayer”, a Bloomberg falou até em fechamento de portas pros gigantes tecnológicos no último mercado de um bilhão de pessoas que ainda estava disponível. Claro que precisa muito mais que isso pra abalar o alicerce de uma Amazon, mas quem sabe renda uma discussão aqui…

    1. Inclusão digital e tecnológica é algo muito importante. Uma ferramenta pública para isso vai trazer muitas vantagens para as futuras gerações indianas.

  29. Surgiu um papo no Hacker News a respeito do lado negativo dos e-mails “catch-all”, quando você configura um endereço para receber de qualquer outro naquele domínio — se alguém mandar um e-mail para dfiojoejuoesahf@manualdousuario.net, uma caixa de entrada que não existe, ele cairia na minha.

    A parte das situações estranhas/constrangedoras é real, tanto que já teve situações em que dei o braço a torcer e passei um endereço do Gmail mesmo, mas… sei lá, não achei o argumento forte para me dissuadir da prática.

    Sei que é específico, mas o que você acha disso?

    1. Eu quase nunca falo meu email em voz alta pra alguém então sei lá o quanto isso afeta. Ainda acho que a facilidade em criar um filtro caso o email seja vendido vale a pena.

      Mas já aconteceu de as pessoas não entenderem a parte do domínio do email, mesmo dando o email “normal”. Eu falava o email completo, olhavam com cara de perdido e acabavam salvando como “fulano@dominio.dev@gmail.com”, porque na dúvida é tudo Gmail. Obviamente, não conseguiram me contatar depois….

    2. eu confesso que fiquei com preguiça de toda a gestão de nomes de usuário e senha…

      1. Com um gerenciador de senhas é bem tranquilo. O e-mail é encarada da mesma maneira que a senha, que você “esquece” (ou nem sabe) qual é.

    3. Eu tava lendo o texto no Notcheckmark e me embolando de rir.

      Eu prefiro usar o catch-all pro que foi feito (capturar os emails que foram enviados para usuários que não existem naquele domínio) e usar o recurso do “+”.
      Além disso costumo fazer alias para meus emails pra ter controle de origem do email.

      E pra quando alguém não entende que o @domínio não é @gmail… bem, JOMO! Joy-Of-Missing-Out :D

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