Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #317

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

231 comentários

  1. Ghedin, a sessão escritório em casa continua só aceitando a mesa de trabalho de quem tá em home office ou vale também de profissionais liberais que voltaram ao escritório (particular)?

    Abraço!

  2. Gente, tudo bem?

    Eu sou usuário da Vivo há muito tempo, mas sempre tive questões com a operadora, como quando decidiam me empurrar insistentemente pra um plano mais caro a cada 6 meses, e pra isso me ligavam todos os dias.

    Pois bem, dizem que operadoras são todas quase a mesma coisa, mas sempre tive curiosidade de experimentar a Tim, que, talvez pelo marketing, me dá a impressão de ser um pouco menos abusiva.

    Tá aqui uma questão quase analógica: como escolho a melhor operadora pra mim? A Tim é mesmo uma boa escolha ou é tudo igual?

    1. O ranking de reclamações da Anatel por grupo econômico (atualizado até 2019) indica que são todas iguais, talvez a TIM seja um pouco pior que as outras.

      Nesse cenário, talvez seja mais interessante escolher a operadora pela cobertura e qualidade do sinal no lugar onde você vive/frequenta.

      Uma dica: escale as reclamações à Anatel, neste site. Sempre salve os protocolos e, se necessário, solicite as gravações dos seus contatos com a Vivo. Quando ela descumprir o combinado, faça uma reclamação bem fundamentada. É mágico. Em poucos dias, alguém da Vivo te liga e resolve o problema.

      Fiz isso alguns dias atrás. A Vivo fez um compromisso comigo em julho de 2021 e, desde então, só cobrou o valor acordado em dois meses. No atendimento, tiveram a audácia de dizer que eu estava mentindo. Pedi as gravações das ligações, numa delas o atendente confirmava o acordo, e cobrei o ressarcimento em dobro dos valores pagos indevidamente e que o acordo fosse honrado. A Vivo concordou com tudo.

      Operadora sempre faz corpo mole, tenta vencer no cansaço, mas morre de medo da Anatel. Não pode deixar barato, não.

      1. Valeu, Ghedin! Vou olhar os links e seguir essa dica da Anatel. O barril é realmente que esse cansaço desgasta demais e nem sempre tô com disposição pra fazer a operadora se mexer.

    2. Uma coisa que entendi há alguns anos: A missão das operadores de telecom na face da terra é fazer da vida de seus clientes um verdadeiro inferno. Poucos são tão bem sucedidos quanto elas!

    3. Em quesito encheção de saco a Tim vai ser tão chata quanto a vivo.

      Agora se for no quesito qualidade de rede, antes de migrar você pode comprar um chip pre-pago e testar a rede pra ver se te agrada.
      Fiz isso quando mudei pra Claro.

      1. Eu até comprei um chip, mas nunca cadastrei. Vou fazer isso e dar uma olhada, mas admito que os links do Ghedin já me desanimaram um pouco quanto à migração.

    4. No meu caso específico, a TIM sempre foi boa e a experiência com a Vivo em 2021 foi um verdadeiro inferno.

      Rede 3G não funcionava direito em casa, VoLTE não era ativado (o que fazia eu ficar fora de área dado que o 3G ficava fora), usaram meus dados para registrar novas linhas, problemas de atendimento, etc.

      Voltei pra TIM e fiquei tranquilo. Mas é igual árbitro de futebol, não pode elogiar.

  3. Galera, hora de trocar de celular por aqui.

    Já devemos pensar em comprar aparelhos com suporte a 5G, ou é cedo pra isso?

    Como não faço questão de desempenho monstruoso, pq meu uso é super básico, pensei no Poço M4 Pro 5G, mas sei que há opções melhores na mesma faixa de preço sem o 5G. E agora, será que tô me precipitando com uma tecnologia ainda sem previsão de chegar à nossa realidade?

    Obs.: Moro numa capital e pretendo ficar com o aparelho por uns 3 anos.

    1. Eu iria de 5G, acho q em 1,5 anos isso deve estar redondo nas principais capitais.

      Ouço falar bem do poço, mas olharia de é compatível com lineage, pois geralmente implica em maior tempo de atualizações (ainda que extra oficiais).

    2. Sim, vai feliz nos 5g. Os aparelhos com 5g são basicamente o padrão e isso já não é diferencial competitivo pra maioria deles.

    3. Eu fiz a compra de um novo celular há alguns meses. Na época, quando pesquisei, diziam que o 5G ainda demoraria pra ter um uso prático pro dia a dia. Não sei até onde são pontos realmente importantes, mas sempre me advertiam que o 5G não necessariamente vai ser o mais prático pro cotidiano, porque vai estar restrito aos planos mais caros e com uma limitação maior de banda. Outro ponto pra mim é que moro em uma capital pequena e por isso deve haver um atraso ainda maior pra tecnologia chegar e se estabelecer.

      Acabei optando por um Xiaomi sem 5G, mas com um desempenho um pouco melhor – e NFC, que realmente tem feito muita diferença no dia a dia.

      1. o meu smartphone atualmente não tem NFC, mas o próximo irei colocar como pré-requisito, vejo que no dia a dia faria uma boa diferença pra mim.

        já o 5G no momento seria indiferente, pois eu quase sempre estou no wi-fi e quando não, não faço uso demasiado de internet.

  4. parece que, enfim, haverá uma nova temporada de black mirror, né?

    será que a série ainda faz sentido?

    1. apesar de gostar muito, sinto que deveria acabar, creio que já cumpriu bem seu papel.

    2. Eu preferiria um livro, pois acho que daria pra inovar beeem mais.

      Mesmo assim pretendo assistir quando/se lançar uma série (até filme eu vejo).

  5. Existe alguma forma de “burlar” DRM para assistir seviços de Streams não compatíveis com sistema Linux?

  6. Pessoal, comprei um HD externo novo para adicionar no meu setup da Raspi. Não quero tirar o HD antigo, mas sim adicionar o novo, mas quero mover os arquivos que estão nele, para o novo, pois esse terá um novo uso.
    Revendo o que fiz da outra fez, elaborei esse passo-a-passo:

    Ligar HD externo na Raspi
    Parar todos os serviços
    Descobrir o UUID do Hd externo (sudo fdisk -l e depois sudo blkid)
    Editar o fstab (sudo nano /etc/fstab)
    Na linha referente à pasta que eu quero trocar de HD, trocar o UUID para o novo HD.
    Sair do nano (CTRL+X, Y, ENTER)
    Reiniciar a Raspi

    Mas em qual etapa eu moveria os arquivos? Ou isso seria automático depois de reiniciar a Raspi?
    Eu não pensei em criar uma nova pasta, com um novo nome, pois ai eu teria que mexer na configuração de todos os serviços.

    Outra dúvida é na etapa de parar os serviços. Eu devo parar eles manualmente com o “sudo systemctl stop XXX”?

    Estou perguntando pois o sistema está rodando bem certinho e não queria “quebrar” nada por falta de informação e não consegui fazer uma busca que tivesse os resultados que espero.

    1. Eu desligar is a raspi e, numa outra máquina, usaria algo tipo o rsync para espelhar a estrutura de diretórios e arquivos no disco novo. Depois, com os dois conectados, pararia os serviços e faria as alterações necessárias. Depois de reiniciar, tudo deve estar de volta, mas já rodando do HD novo.

      1. Precisa ser o rsynch mesmo ou simplesmente copiar e colar dentro do windows, de um drive pra outro, resolveria?

        1. Windows?! Se você formatou os HDs usando a Raspberry Pi, provavelmente formatou em EXT4. Se foi o caso, Windows no máximo vai falar que os discos não podem ser lidos e vai sugerir que você formate ambos. Leve noutra máquina com Linux ou siga o a sugestão do colega abaixo, que foi muito mais completa do que a minha.

          1. Os HDs foram formatados no Windows em NTFS. Antes de irem para a Raspberry eu os usava para carregar dados de um lado pra outro e simplesmente liguei na USB do Raspberry e funcionou.

            No fstab eles estão configurados como NTFS, inclusive.

            É necessário mudar?

          2. Não é necessário, se está funcionando. Eu preferiria usar em EXT4 (ou outro sistema de arquivos nativo do Linux), se fosse fazer algo do tipo.

    2. Seguindo esse caminho que vc tá mencionando só substituirá o dispositivo que será montado no lugar onde seus serviços esperam encontrar seus arquivos. Realmente não há ali nada para copiar os dados de um disco para outro.

      Minha sugestão seria, antes de substituir a montagem fazer a cópia. Então, depois de descobrir o UUID do novo HD e antes de editar o arquivo /etc/fstab é um bom momento pra realizar a cópia: até esse ponto nada definitivo foi feito.

      Ligar o HD novo no Raspiberry
      Parar todos os serviços relevantes
      Descobrir o UUID do HD novo
      Montar o HD novo em um local temporário
      Copiar os arquivos de do HD atual para o novo
      Desmontar o HD atual e re-montar o HD novo no local onde o atual estava
      Reiniciar todos os serviços
      Se algo não funcionou a cópia teve problemas (refaça a cópia) ou o HD novo não está montado onde deveria (re-monte no local correto)
      Se tudo funcionou corretamente chegou a hora de tornar a montagem do HD novo permanente editando o arquivo /etc/fstab
      Por fim, reiniciar o Raspberry para se certificar de que tudo funcionará corretamente sem interferência nenhuma

      Pra cópia, como já recomendaram, rsync é uma ótima opção. A linha seria algo como:
      sudo rsync -avz </caminho/do/hd/atual> </caminho/do/hd/novo>

      Uma última dica: na hora de editar a linha do /etc/fstab não substitua a linha atual simplesmente: duplique a linha, comente uma delas (pra comentar basta iniciar a linha com um #) e edite a outra com o UUID do HD novo. Assim, fica fácil retornar para o HD atual caso algo dê errado bastando remover o comentário da linha que lida com o HD atual e comentando a linha que lida com o HD novo. E também assim será um trabalho a menos pra usar esse HD atual novamente nesse sistema caso seja a intenção bastando mudar seu novo ponto de montagem.

      Assim, todas as etapas são não-destrutivas e facilmente retornáveis.

      sudo fdisk -l e sudo blkid

      1. oops, essa linha final só com sudo fdisk -l e sudo blkid foi um typo. ignorem pfv :)

      2. Obrigado pela ajuda Tiago!

        Perturbando mais um pouquinho!
        Reescrevi o procedimento, adicionando os comandos que pesquisei aqui. Note que sou usuário de Windows, então nunca fiz isso antes!

        Estou supondo que o HD antigo está em /dev/sda1 e o novo em /dev/sda2. Vou atualizar de acordo com o fdisk.
        1) Ligar o HD novo no Raspiberry
        2) Parar todos os serviços relevantes (sudo systemctl stop XXXX)
        3) Descobrir o UUID do HD novo (sudo fdisk -l e sudo blkid)
        4) Criar um local temporário (sudo mkdir /mnt/temp)
        Montar o HD novo em um local temporário (sudo mount /dev/sda2 /mnt/temp)
        5) Copiar os arquivos de do HD atual para o novo (sudo rsync -avz /mnt/media /mnt/temp)
        6) Desmontar o HD atual (sudo umount /dev/sda1)
        7) Re-montar o HD novo no local onde o atual estava (sudo mount /dev/sda2 /mnt/media)
        8) Reiniciar todos os serviços (sudo systemctl start XXXX)
        9.1) Se algo não funcionou a cópia teve problemas (refaça a cópia) ou o HD novo não está montado onde deveria (re-monte no local correto)
        9.2) Se tudo funcionou corretamente chegou a hora de tornar a montagem do HD novo permanente editando o arquivo /etc/fstab
        10) Por fim, reiniciar o Raspberry para se certificar de que tudo funcionará corretamente sem interferência nenhuma

        Note que eu não sei exatamente como as coisas em Linux funcionam, então apareceu uma dúvida: na etapa 7, quando eu remonto o novo HD, depois de feito a cópia do antigo para ele e retirado o antigo, no local antigo, vai ser “automático” o sistema entender que os arquivos, que estavam em /mnt/temp foram para /mnt/media? E o que aconteceu com o /mnt/temp? Posso dar um rmdir nele depois do passo 10?

        Digo isso pois minha forma de raciocinar é na forma como o Windows gerencia suas pastas. Então nele eu precisaria copiar uma pasta de um HD para outro, sem trocar nome, e depois trocar a letra da unidade.

        1. Há uma porção de programas para gerenciar discos e partições no Windows. (Até sempre senti muita falta de uma ferramenta gráfica nativa pra isso).
          Mesmo versões pagas deixam o usuário básico fazer essas tarefas mais simples de graça

        2. Para os aplicativos e serviços, não importa qual dispositivo está montado em que caminho. Para eles isso é transparente e só “enchergam” o caminho em si. Então, se vc bota naquele caminho um novo dispositivo substituindo um antigo, as aplicações e serviços vão assumir que estará ali o que precisam para funcionar ou servir. Se o novo dispositivo é uma cópia exata do antigo não haverá nenhuma distinção e o funcionamento será o mesmo.

          Noutro ramo dessa conversa vc mencionou que o disco antigo foi formatado como NTFS e está lá montado assim. Não há problema em usar um sistema de arquivos NTFS no linux mas se ocorrer algum problema de corrupção nesse sistema de arquivo as ferramentas de reparo para NTFS no linux podem não ser suficientes pra corrigir e vc precisará mover o disco pra um computador com Windows para realizar as correções necessárias.
          Pra fins de longevidade a recomendação é usar um sistema de arquivos nativo para o linux como o já sugerido EXT4.
          Aproveitando que uma troca de discos já está em curso fica fácil fazer uma formatação com EXT4 no disco novo antes da movimentação dos arquivos.
          Novamente, para o sistema e aplicações isso será transparente e o funcionamento será o mesmo, uma vez montado no mesmo lugar.
          Veja que neste momento não há nenhuma razão para mudar nada no disco antigo. Este permanecerá formatado como NTFS e conterá os arquivos como estavam no último momento antes da migração.
          Depois de feito todo o procedimento e vc tiver checado que está tudo como deveria estar, aí sim vc pode se desfazer dos arquivos do disco antigo, reformatar, desplugar da Raspberry Pi… enfim, dar o destino que te interessar.

          Se for fazer a formatação do disco novo vc deve desmontar o disco novo, formatar e remontar ele.
          Então:
          sudo umount </carminho/do/disco/novo>
          sudo mkfs.ext4 </caminho/do/dispositivo/novo>
          sudo mount </caminho/do/dispositivo/novo> </caminho/do/disco/novo>
          E na hora de colocar a linha da /etc/fstab ao invés de informar que o tipo de sistema de arquivos é ntfs vc indicará ext4.

          1. Obrigado pela ajuda Tiago!

            Estou aqui esperando o rsync terminar (deve demorar um pouco para copiar 400GB!) e alguns pontos que tive dificuldade:

            1) Formatar a partição não foi possível com apenas umount + mkfs.ext4 + mount. Precisei entrar no fdisk, apagar a partição e criar outra. No fim, usei o mkfs.ext4 apenas para desencargo de consciência. Mas a partição ficou no linux filetype.

            2) Na hora de fazer o rsync, após desligar os serviços, mostrou que enviou apenas 67 bytes. Achando isso estranho, tentei entra no diretório antigo e não tinha nada lá. Reiniciei a raspberry, verifique o diretório e todos os arquivos estavam lá. Nesta fez, ao invés de parar todos os serviços que eu tinha parado da outra vez, deixei o smbd ativado e, aparentemente, está indo.

            Quando terminar essa odisséia em linux, reporto como foi no restante do processo!

          2. Ok, o rsync não acabou, mas precisei parar ele. Motivo: Comecei a ouvir um barulho de clique do HD externo. Fui pesquisar e isso ocorre quando a Raspberry não consegue fornecer energia suficiente. Durante a semana vou procurar uma fonte nova, preferencialmente de 5A ou mais para usar nele.

            Um deslize meu depois de ter reiniciado o rsync. Eu havia esquecido de montar o diretório temporário no HD externo e deu um erro de falta de espaço. Posso assumir então que os arquivos estavam sendo copiados para o cartão SD?

            Depois de perceber o deslize, montei o HD no diretório temporário e voltei a fazer o rsync. Parei pelo motivo que expliquei acima.

            Agora eu acho que preciso apagar os arquivos no cartão SD, para liberar o espaço ocupado. Minha dúvida: onde estão esses arquivos??
            Quando dou cd / e ls aparece:

            bin boot dev etc home lib lost+found media mnt opt proc root run sbin srv sys tmp usr var

            bin e sbin num azul mais calro e tmp com fundo verde.

        3. (respondendo aqui pra dar continuidade ao comentário 167408)

          É um procedimento bem simples e eu acho que tem muita confusão acontecendo que não deveria.
          Faz o seguinte: num terminal limpo, recém aberto, passa o comando history. Isso vai despejar na tela todos os comandos que vc executou.
          Copie tudo para um bloco de notas, revise em busca de alguma informação sensível como endereço de email, telefones, senhas ou qualquer outra informação sensível. Se encontrar alguma remova colocando em seu lugar algo como [SENSÍVEL].
          Ao terminar, vá em Pastebin e cole o texto completo. Em “Paste Exposure” escolha “Unlisted”; Em “Password” clique em “Disable” para mudar para “Enable” e copie a senha; Clique em “Create New Paste” para publicar.
          Depois volte aqui e cole numa resposta nessa conversa o link que vai gerar depois de publicar e a senha.
          Assim compreenderemos o que foi feito, aonde e em que ordem.

          Também seria bom pensarmos em uma forma de mantermos essa conversa para além do tempo que os comentários aqui no PL ficam ativos (usualmente até as segundas-feiras).
          Podemos criar um grupo no Telegram ou na Matrix, que são as plataformas públicas que frequento.

          1. Aqui está o history. A senha é a0SSsufMj8.
            Bacana esse comando, mais um pro meu cheatsheet!

            No fim das contas, o problema da partição acho que foi resolvido. No pastebin, foi a linha 397.
            Na linha 413 foi aquela tentativa onde disse só ter copiado 67 bytes. Resolvi com o sudo reboot da linha 447. Só que, no rsync da linha 465 havia esquecido do comando mount, e por isso ele copiou para o cartão SD, que lotou.
            Montei tudo certinho e fiz o rsync novamente. Foi ai que comecei a escutar os estalos e, pesquisando na internet, todos falam que isso acontece quando a porta USB não fornece energia suficiente, então vou providenciar uma fonte de maior potência essa semana.

            Minha dúvida agora é saber onde estão os arquivos que eu copiei para o cartão SD, para que eu possa apagá-los e liberar o espaço.

            De qualquer forma, ainda criei o grupo no Telegram (não conheço esse Matrix) e mais gente pode vir quebrar a cabeça também.

  7. Eu estou buscando um jeito de hospedar as fotos de um blog pessoal que faço e comecei a estudar o flickr. Fiquei me perguntando o que ele tem de diferente e legal. Pq o manual do usuário escolheu o flickr para fazer um grupo de fotografias e não outra plataforma? Eu procurei por aqui e não encontrei.

    1. eu acho que, o principal é, manter a qualidade original das fotos

    2. Cheguei a usar bastante o flickr quando ele ainda era do Yahoo. O que eu curtia nele na época e tinha até uma conta pro era o espaço que ele disponibilizava na época, a facilidade de acessar as fotos de qualquer lugar com uma boa qualidade e as várias integrações com softwares de edição de imagem, geralmente eu subia as fotos direto do lightroom pro flickr. E também tinha uma comunidade bastante ativa e com os grupos você conseguia também conhecer outras pessoas que curtiam coisas parecidas. Hoje em dia não sei se essas coisas ainda são válidas, mas imagino que ainda seja uma boa ferramenta para hospedar fotos.

    3. Escolhi o Flickr por ser uma plataforma usável, fácil e que não está sob o controle de uma big tech. Não é o ideal, mas… né, quebra o galho por ora.

  8. Alguém usa o Thunderbird para ver e-mails? Se sim, como faz com calendário?

    1. Eu uso o thunderbird. Mas não a função de calendário. O tipo de organização de calendário eu faço mais no celular mesmo.

    2. Eu “uso”, mas só entre aspas. Tenho meus e-mails por lá e quando abro o computador só pra responder e-mails ele me ajuda. No resto do dia acabo usando o webmail mesmo, é mais prático que esperar ele iniciar e meu computador não é a coisa mais veloz do mundo, digamos kk

      Pela mesma demora eu acabo não usando o calendário do Thunderbird. No celular, uso o Google Agenda (não me orgulho) e no PC uso a sincronização nativa do Gnome mesmo. Funciona bem e tem compatibilidade com o Tarefas.

      1. É uso uma coisa similar somente Google Agenda. Mas esses mas esses dias recebi um convite de um evento por e-mail que vejo no Thunderbird e aceitei por lá no automático e acabei perdendo o evento :(

    1. Cara, chorei de rir com o “deforest-in-chief”. Rir pra não chorar…

  9. Alguém aí usa o AbtennaPod como gerenciador de podcast?
    Se sim, também estão tendo problemas com ele?

    Aqui ele está bastante bugado. Literalmente na metade das vezes que eu estou escutando algum podcast, ele simplesmente para de reproduzir. Não importa se é por streaming ou com o episódio já baixado.
    Se estou escutando algo e ele trava, apenas reiniciando o celular que eu consigo fazer com que ele volte a funcionar.
    Isso vem acontecendo há algum tempo já, creio que cerca de dois oi três meses.

    1. Por aqui está normal! Não sei se essa info muda algo, mas eu só ouço podcast baixado, sem fazer o streaming então se o problema for no streaming não saberia dizer.

    2. Uso! Aqui está normal, inclusive ao usar o streaming, que é como sempre escuto

    3. Também uso! Eu costumo baixar os episódios e tem funcionado bem. Acho que só uma vez tive uma falha, mas era pra atualizar um podcast. De maneira geral tá funcionando bem.

    4. Obrigado a todos os que responderam. Hoje deu um erro da atualização em todos os meus podcasts assinados. Só se resolveu ao reiniciar o celular. Está cada vez pior.
      Vou tentar reinstalar o aplicativo para ver se resolvo o problema.

    5. Tá bem esquisito esse comportamento. Minha sugestão seria exportar o banco de dados, remover a aplicação, reinistalar a aplicação e importar o banco de dados.
      Se o problema persistir acho que vale registrar um bug ou ver se alguém no fórum oficial te orienta com mais precisão na solução. (ambos os links tão no final das configurações do AntennaPod. Em minha experiência pessoal esse tipo de problema quando persiste costuma ser um problema com o ambiente do celular como algo se comportando mal que compromete o funcionamento do aplicativo.

  10. Estou precisando de ajuda em um setup para uma sala de aula com instrutor remoto.
    Funcionaria assim:
    – Um local com vários computadores, para os alunos – digamos que seria aula de programação.
    – Um instrutor remoto, apresentando a aula compartilhando sua própria tela, e também podendo acessar a tela/teclado/mouse dos computadores dos alunos.
    – O instrutor poderia assumir a tela de um aluno e projetar na apresentação – sem o aluno precisar liberar esse acesso.

    A solução que pensei foi um conjunto de X janelas tipo VNC abertas, mas não sei se com o instrutor remoto, em rede diferente, o acesso se daria com bom desempenho.

    Os computadores dos alunos seriam Linux, mas o do possível instrutor pode ser outro S.O.

    1. VNC tem riscos. Não conheço opções de servidores de video em rede, mas talvez seria uma opção. Chegando em casa tento desenhar algo.

      1. Tinha lido rápido e não caiu a ficha que o VNC era para o instrutor operar o pc dos alunos (sinceramente meio que cismo com isso).

        Acho que a opção aqui seria:

        – Para a aula – achar uma solução de vídeo remoto que seja leve e prática. Se caso a escola queira guardar as aulas, usar algo tipo Vimeo / YouTube.

        – Para o professor – o problema de um VNC é a questão de liberar acesso e a galera esquecer aberta, gerando risco de segurança. Como imagino que queira algo gratuito, já descarto os VNCs pagos (TeamViewer / Anydesk). Não sei se o Google tem alguma solução (ele tem o sistema Classroom), mas creio que também possa ser descartado.

        Como não conheço bem Linux, não consigo sugerir algum sistema de controle remoto de PCs para o sistema.

        Mas basicamente o ideal aqui seria o PC do professor ter duas ou três telas (uma desktop normal, uma de “lousa” e uma do VNC), e o PC do professor ter o OBS Studio, que permite ajustar o foco da tela onde deseja. Ou o OBS Studio seria instalado em um PC a parte que sirva para o streaming, o professor teria um joystick ou teclado dedicado para operar o OBS Studio para por exemplo escolher a tela (ou a câmera).

  11. Salve, meus caros!!!
    Ainda esta valendo comprar um Macbook Air ou espero o próximo lançamento?

    1. se não for urgente, eu esperaria uns três meses (mas é puro chute: os tão rumorados novos macbooks coloridos com M2 talvez nem cheguem neste ano)

    2. Vale, mas se puder esperar, siga o conselho do gabriel. Até porque depois do lançamento do (suposto) M2, os mac air m1 vão ter um bom desconto pra queimar estoque.

    3. Um ótimo termômetro é aguardar a WWDC no próximo mês em provavelmente fecharão a linha com um novo Mac Pro. O M1 não tem 2 anos completos e pensando em termos de processador desktop, que costumam ter uma janela de lançamento mais demorada, acho que a Apple ainda vai demorar mais uns bons meses pra colocar o M2 no mercado.

  12. everything everywhere all at once já na plataforma torrent. Cuidado, não é comédia.

    1. o waymond é aquele menininho sidekick do indiana jones no templo da perdição, tô ficando velho…

  13. Quem aí está acompanhando Spy x Family levanta a mão! o/

    E para quem não conhece, é uma série que conta a história de um espião cuja missão é formar uma família para se aproximar de uma liderança política, consegue uma esposa (que é uma assassina) e adota uma filha criança. E nenhum dos adultos sabe das vidas secretas entre si, só a criança porquê lê mentes / pararnormal.

    Eu já tinha falado dos quadrinhos em outro Post Livre, mas já saiu a animação há mais ou menos um mês. Tem dublagem (com diferença de dois capítulos em relação a versão orginal) e é distribuído via Crunchyroll (animação) e Mangá Plus (quadrinhos).

    E em tempos: tem pinceladas sobre a vida na guerra fria e a moralidade. Além de situações hilárias graças ao poder de ler mentes da criança.

    1. o/

      Tô assistindo o anime sim, está bem interessante! rsrsrs

    2. eu leio o mangá graças a sua recomendação, to curtindo muito, ainda não tive tempo de ver o anime.

  14. Olá a todos.

    Estou há meses tentando achar uma forma de colocar meu filtro de linha suspenso, preso a minha mesa de trabalho, de modo que não fique caindo. Mas não consigo deixar tudo firme e toda hora desconeta por conta da gravidade.

    Alguém já passou por isso e conseguiu resolver? como?

    Um abraço

    1. Seu filtro de linha provavelmente tem furos atrás para ficar pendurado. Coloca dois parafusos alinhados e pendura o filtro de linha. (Se a mesa for de compensado, não de madeira maciça, talvez nem precise de furadeira/parafusadeira.) Eu fiz isso aqui em casa e ficou muito bom.

      1. eu fiz isto. meu problema não é fixar o filtro de linha, e sim os conectores, principalmente o do notebook, ficar caindo por conta do peso… :/

        1. Hmmm, entendo. Outra saída é anexar uma daquelas grades embaixo, no fundo da mesa, e deixar o filtro de linha ali. Também coloquei uma dessas na minha mesa, para esconder fios. Comprei um modelo bem chulézento, de plástico, e está funcionando bem. (Este aqui.)

          1. é exatamente isso que preciso! nem sabia que existia. muito, muito obrigado

          2. Onde você comprou esse, Ghedin? Vi um exatamente igual a esse no AliExpress, mas tava por 40 reais e achei que pela construção (de plástico) não valia isso tudo.

          3. @Diogo, o que o Ghedin postou me lembra cabideiro ou suporte para roupas e cintos. Creio que algo com este visual ajude.

        2. Se as tomadas ficam se soltando dele, verifique se os contatos estão firmes. Contatos frouxos podem causar centelhamento, que causa queda de tensão e gera calor no local, podendo até provocar incêndios em casos mais severos.
          Os contatos das tomadas, além de prover o contato elétrico em si, é projetado para agir como uma mola sobre os pinos, de modo que estejam sempre firmes. Se houver centelhamento, o calor vai destemperar o metal e a pressão que eles faziam sobre os pinos vai ser menor ou inexistente. Daí eles ficarem se soltando facilmente.

          1. não sei onde mais conseguiria conselhos tão bons quanto este.

            muito obrigado!

    1. toda iniciativa de combate à propriedade intelectual é positiva e tem meu apoio a priori

    2. Conheço há muito tempo, e gosto muito, porém vale ressaltar que não tem compromisso com copyright rsrsrs.

      1. pensei o mesmo, com a justificativa de justiça social. ao mesmo tempo eu concordo com a liberação de artigos científicos…

        1. Acho que os autores não devem estar felizes com essa democratização rs.

          1. Chuto que não devem se importar muito, assim como músicos eles devem ganhar uma merreca sobre cada obra vendida.

          2. Claro que se importam, ainda mais os nacionais. Se os livros não são vendidos, as editoras não fazem ou renovam contratos. Como consumidora desse mercado, concordo que os preços estão altos, mas tem bastante promoção e e-books com preços menores. Dá pra esperar e comprar livros interessantes por menos de 10 reais.

            Na área acadêmica, já acho que é diferente e é um mercado que deveria ter sido revisto pra ontem.

    3. Conhecimento e cultura não deveriam ser limitador por dinheiro. Então sou um grande defensor do compartilhamento de conteúdo.

      1. Eu sou defensor do compartilhamento de comida, mas eu faço doações à Cufa e ao Solidariedade Vegan, não saqueio os mercadinhos perto de casa…

        1. A comparação não cabe porque comida é algo físico e, portanto, finito. Livros digitais são bits que podem ser replicados infinitamente a custo zero.

          Eu gasto um bom dinheiro com livros, publicações (digitais!) e tudo mais, e sou favorável à pirataria. De certo que tem quem se aproveite, mas a lógica é que, não fosse a pirataria, essa pessoa provavelmente não consumiria aquela coisa de qualquer forma. Sem falar que há estudos de sobra apontando que, ao contrário da propaganda dos grandes conglomerados, a pirataria faz aumentar as vendas.

          1. >A comparação não cabe porque comida é algo físico
            Essa é uma análise muito superficial. Tudo que é físico foi antes ideia. Muito frequentemente é no aspecto imaterial que está o valor dos produtos. O maior valor do Iphone não é o plástico e o metal, é?

            >Livros digitais são bits que podem ser replicados infinitamente a custo zero.
            É justamente esse o problema, você não consegue mesmo ver?

            >estudos
            Aí a gente cai no cloroquinismo de não especialista brandir estudos que não leu sobre assuntos que desconhece. As editoras não devem ter esses insumos porque combatem ativamente o roubo intelectual do fruto de seu trabalho.

          2. @ michelmarqu.es

            Agradeceria se, em vez de me acusar de “cloroquismo”, apontasse fontes para os seus argumentos.

            Você confunde valor com dinheiro. Não neguei, em momento algum, que as editoras precisam vender para se manterem viáveis. Reiterando, eu compro livros em grande parte por acreditar nisso.

            O que estou tentando apontar aqui é que pirataria é um assunto muito mais complexo do que esse reducionismo barato (e equivocado) que equipara a cópia de um livro digital ao furto de comida.

    4. Há bibliotecas, há sebos. Livros podem ser compartilhados, ou seja, há várias formas decentes de ter acesso ao conteúdo. Disponibilizar isso em massa é atividade criminosa. Muita gente trabalha na cadeia do livro. São pessoas normais que ficam sem trabalho, porque o mercado encolhe. Às vezes, abandonam esse mercado. E os livros ficam piores a cada dia. Vocês sabiam que a maioria dos títulos dá prejuízo?

  15. oi pessoal, encontrei esse site pesquisando sobre o 12ft.io e outras formas de desbloqueio de conteúdo.
    por acaso alguém sabe como desbloquear comentários d respostas de questões do site qconcursos? q agora eles bloqueiam os 2 primeiros comments e só liberam para assinantes.
    tks

    1. Depende muito de como o bloqueio é feito. No caso dos paywalls, a maioria dos jornais usa um código JavaScript que “esconde” o conteúdo carregado pelo navegador, ou seja, se desativar esse código, o conteúdo (que já está no seu computador/celular) é revelado.

      Agora, quando é um chamado “hard paywall”, em que o conteúdo só é carregado depois que o usuário se autentica, fica bem mais difícil e entra numa área cinzenta de legalidade — neste caso, você estaria acessando indevidamente uma parte do site que não é disponibilizada sem pagar.

    1. Que ideia mais maravilhosa. Espero ver essa máquina replicada algum dia. E lindo o conceito de serendipidade, já havia me deparado com essa palavra antes e acabei esquecendo.. pequenas coisas que dão sabor à vida.

      1. Opa, eu usava php pra gerar as páginas estáticas, mas agora resolvi ser mais radical e refiz tudo no braço direto em html, na verdade xhtml 1.1. Só usei o vs code e muito tempo livre.

        1. Roberto. Vi que vc não oferece o feed rss. Gostei do seu blog mas não sou muito chegado a acompanhar por email.

          1. Até dá pra criar o arquivo rss no braço e atualizar manualmente mas eu tenho preguiça. Vou tentar descobrir um jeito de transformar tudo em epub pra download.

        2. Pensou em usar um gerador de site estático como Hugo ou Jekyll?
          Com algo assim implementar um feed RSS é bem fácil além de que, usando Markdown pra formatar seus textos fica fácil exportar pra PDF ou Epub com estilos próprios usando pandoc e/ou latex.

          Outra coisa, por curiosidade: por que optou por usar XHTML 1.1 ao invés de HTML5?

          1. Então, pelo pouco que pesquisei, esses sistemas tipo Jekyll usam comandos no servidor e eu sou bem ignorante nessa parte, só sei jogar as coisas lá por ftp mesmo :(
            Eu usei xhtml porque html5 é bagunça, fica para o navegador se virar e mostrar o que acha que era a intenção de quem criou a página, enquanto que xhtml não tolera erro e tem compatibilidade com versões antigas dos navegadores. Pensando a longo prazo faz mais sentido usar marcação mais rígida. Na verdade html5 era pra ser o xhtml 1.2 mas a galera do w3c meio que desistiu porque, né, cada desenvolvedor acaba fazendo o que quer mesmo.

    2. Pensei em uma ideia de adaptar este conceito nestas “gelotecas” (geladeiras que usam para guardar livros) nas ruas. Tipo, ao invés da pessoa escolher o livro na geloteca, poderia adaptar este mecanismo para a pessoa puxar uma alavanca (como num caça-níquel) ou algo parecido, só para soltar um livro de cada vez, de forma aleatória.

      Antes destas duas gestões horríveis que tivemos (Temer / salnorabo), me lembro de ver vending machines com livros, livretos e revistas, por preços entre R$ 2,00 a 10,00. Até comprei um mangá por R$ 2,00 (mais por curiosidade do que por coleção) e comprava muita revista de dicas de operação em computadores (as vezes no final nem lia eles direito).

  16. Olá pessoal,

    A maioria dos Android’s (ou todos, talvez), possuem o recurso “Bem Estar Digital” ou similar. O problema, pelo menos no meu Xiaomi, é que ele precisava de um “plus”, como por exemplo, permitir inserir uma senha para acesso a opção do bem estar digital, do contrário, expirado o tempo definido de uso de app, basta ir nas configurações, bem estar e pronto.

    Alguém sabe se há algum app para isso?

    Obrigado!

    1. Sei que não foi bem essa a pergunta, mas o Tempo de Uso do iOS permite colocar uma senha de quatro dígitos. Cria um atrito, é verdade, mas não muito forte — é fácil inserir a senha e continuar usando.

      Para mim, essas ferramentas de bem-estar digital que impõem um tempo de uso diário servem mais como lembretes do que bloqueios.

  17. O cara do Beeper fez uma petição online para juntar pessoas que queiram um celular Android pequeno. Já tem 10 mil assinaturas e… acho que é isso aí, não vai rolar?

    Primeiro que não acho que ele ou alguma fabricante pequena (leia-se que não seja Apple, Samsung ou chinesas) teria muita dificuldade em encontrar componentes para criar esse celular pequeno.

    Segundo que, a julgar pelo fracasso comercial do iPhone Mini, apesar do barulho que esses lamentos por celulares pequenos fazem na internet, a demanda é muito pequena. Os dois iPhones Mini venderam menos que o esperado e, segundo rumores, não estará presente na linha iPhone 14.

    É uma pena para quem prefere, mas… né, é o que tem para hoje.

    Em tempo: até onde sei, o Zenfone 8 é o menor celular Android à venda no Brasil. Tem tela de 5,9 polegadas e é ~1,6 cm mais alto que o iPhone 13 Mini (comparativo visual). Chegou ao Brasil custando ~R$ 5 mil, mas, segundo o Zoom, neste momento tem loja vendendo o modelo por R$ 2,7 mil. Ah, e é compatível com o LineageOS.

    1. No dia das mães, parei na Magazine Luiza pra mexer nos iPhones expostos, e tive a oportunidade de mexer no 13 Mini.

      Pena que não vingou, porque curti bastante o tamanho dele, ele é pouca coisa maior que o iPhone SE 2016 da minha namorada.

    2. Não me recordo agora o modelo específico, mas antes do surgimento dos iPhones mini, houve um Sony que era o queridinho de todo mundo que queria um smart menor.
      Ainda tenho bastante vontade de ter um mini, porque seria menor que o SE 2 que uso hoje e com mais tela. Mas ainda não pretendo trocá-lo.
      Acho que há mercado. Meio nicho, mas há.

      1. Era o Xperia Z3 Compact. Pena o problema que ele possui de obsolescência programada após a garantia – problema com o touch. Era um telefone fantástico, cheguei a importar tela nova pra ele e, mesmo trocando, continuou excelente.

    3. já ouviu falar na Unihertz? Eu sonho em usar um modelo qwerty deles. kkkkk

      1. Eu vi alguns vídeos de review dele e achei interessante o conceito. Acho engraçado que até hoje não vingou algum design legal para teclados qwerty em celulares aliados a capinha, tipo que nem capinha de tablet.

    4. Eu tenho o iPhone SE de 2016. Tem o mesmo tamanho que o iPhone 5. Ele é ótimo e espero que dure muito tempo ainda viu.

      1. Amoooo, já comprei e vendi vários. Tem tudo que um atual tem.

    5. Salvo engano, celulares Sub 6″ são os que tem uma “qualidade menor”, tipo alguns modelos do Multilaser por exemplo (acho que a série F deles é 5 ” – é sim https://www.tudocelular.com/Multilaser/fichas-tecnicas/n5969/Multilaser-F.html )

      Celulares mid-range ou “high” com tela pequena é bom para quem apenas usa o celular como comunicação. Só que como hoje um celular é um computador central na vida das pessoas, então o tamanho “Foblet” (oi Henrique Martin! Acho que tu foi um dos primeiros a cravar este termo, não?) é o que serviu para a galera usar tanto como comunicação quanto como multimídia.

    6. Tenho um 12 Mini e a bateria é triste. 6 meses de uso e 90% de saúde. É bem usado, mas não se justifica 10% de perda em apenas meio ano.

        1. Média de 6 horas e meia. Uso muito pra trabalho no aplicativo Dropbox, aplicativos de banco também pra trabalho, depois Duolingo, redes sociais.
          O tamanho do dispositivo é indiscutível melhor no quesito ergonomia. Vim de um XR, 6,1′. Se o usuário trabalha/vive sempre próximo de uma fonte de energia, não é problema. Agora, se o sujeito precisar administrar bateria, seja se organizando pra recarregar, ou carregando uma bateria externa, aí eu acho que o conceito do mini se perde.

    7. Fiz a troca de um iPhone 11 para um 13 mini recentemente. Senti muita falta de um celular pequeno, que realmente cabe na minha mão — o 11 era gigante. A bateria tem sido satisfatória até o momento — frequentemente dura 1,5 dias no uso que faço —, mas comprei uma daquelas baterias MagSafe por precaução em caso de dias mais intensos. Apesar do peso adicional, a ergonomia ainda é excelente.

      Entendo por que celulares pequenos estão morrendo: eles se tornaram o computador central, ou o único computador, da vida das pessoas. Celulares maiores = mais tela para ver filmes, séries e outros vídeos. Mas isso é uma tristeza especialmente para pessoas com deficiência que precisam de aparelhos menores e mais leves. A Mila (@milamesmo no Twitter) já falou sobre isso algumas vezes.

    8. Eu amo telefone pequeno, já tive telefones como Xperia Z3 Compact e amo os iPhones Mini, mas pelo menos no Brasil não tem condições de alguém comprar custando uns 300 reais a menos que o padrão… A primeira coisa que vem a cabeça das pessoas é que vai deixar de pagar 300 e ter uma bateria menor.

      Fora que rola um boato que ele existe pra valorizar os outros modelos, injusto na minha opinião…

    9. comprei o Zenfone 8 justamente pelo apelo do tamanho. vim de um Poco F1 – nem tão grande hoje, enorme quando comprei, em 2019.

      até agora, o Zenfone tem se mostrado muito bom. a bateria dele é a mesma do Poco, mas sinto que gasta mais rápido [provavelmente por causa do chipset mais potente e da tela com taxa de atualização mais alta].

      a ZenUI é quase Android puro, e é bem ok, embora já tivesse acostumado com as personalizações da MIUI. o único porém é a central de notificações fica acessível na tela de bloqueio, mesmo configurando pra que peça senha e não mostre notificações. na prática, qualquer um pode desligar wifi/dados e fazer outras coisas no celular mesmo sem desbloqueá-lo. não contem pra ninguém. 😜

      1. No ZenFone 8 você pode impedir pessoas de desabilitar em o Wi-fi e os dados móveis com o celular bloqueado.
        É só retirar os atalhos do Wi-fi e dados móveis da central de notificações e manter apenas um atalho chamado “internet”. Por ele você pode gerenciar tanto o Wi-fi quanto os Dados Móveis, porém, só com o celular desbloqueado.

      2. tenho um redmi note 7 com xiaomi.eu e possui esse mesmo problema que vc citou, já configurei várias vezes, mexi em tudo que é possível, mas mesmo assim dá pra desligar as coisas com a tela bloqueada.

      3. é uma coisa que eu nunca entendi de alguns celulares (principalmente quando usava Samsung): para desligar o WiFi e os dados móveis, pede-se para desbloquear a tela. Porém, com um dos dois ativos (ou ambos), é só ativar o Modo Avião e puf, sem conexão e sem pedir para desbloquear

    10. Possuo o ZenFone 8. Estou a enviar essa mensagem por ele. Comprei justamente pelo fato de ser um celular pequeno, com Android muito próximo ao puro, possuir snap888 e iP68.

      Acho que é plenamente possível inserir todos os componentes top de linha em um celular pequeno. O custo é uma diminuição no tamanho da bateria (o ZenFone 8, por exemplo, com o modo 120Hz ligado, dura apenas 6h de tela). Seria possível aumentar o tamanho da bateria deixando o celular mais grosso, o que para mim não seria um problema, mas para as equipes de marketing (que tentam vender a ilusão de celulares extremamente finos) seria.

      Quanto a demanda ser pequena. Concordo. Porém não há concorrência. Se eu prefiro celulares “pequenos”, não tem para onde correr, a única opção é o ZenFone 8 (e se você aceitar algo um pouco maior, o S21). Foi uma excelente jogada da Asus para não precisar concorrer com a Samsung/Xiaomi/Apple/Motorola.

      Do meu ponto de vista (um ex-usuário do Galaxy S3 Mini), o ZenFone 8 possui um tamanho ideal Não é um celular pequeno. É inclusive muito maior que a maioria dos celulares de 3-4 anos atrás.

      Foram todos os outros celulares que acabaram virando phablets. :(

    11. Minha esposa tem um Samsung Galaxy S10e.

      Adorei a pegada e desempenho dele.
      O único contra é a bateria.

      Uma pena não achar modelos sub 6 polegadas.

  18. Sou novo em bolsa de valores e me deparei com centenas de apps pra tal função. Eu gosto do Google Finance porque sempre que pesquiso uma Ação ele abre detalhes e já me mostra o webapp.

    Recomendam algum pra android ou web (pwa)?

    1. O objetivo é só ver a cotação e o histórico do papel? Eu uso o padrão do iOS/macOS — é meia boca, mas quebra o galho.

      No Google dá para pesquisar pelo ticker e ele retorna um gráfico bem ok. (O DuckDuckGo também tem isso, mas não contempla papéis da B3.)

      Para Android, o Candle parece bem legal e tem o código aberto. (Não sei se ele suporta papéis da B3, porém.)

      1. Vou ver esse, o melhor que achei até o momento é o Yahoo Finance. Porém fica aquela estranha sensação costumeira que tenho de querer saber qual é o melhor app. E como falei o Google Finance é satisfatório e recentemente percebi que ele calcula portfólio também. (ou seja, seus lucros baseado na data de compra)

    2. Não é um APP, mas o melhor site para acompanhar as ações e saber tudo da empresa, dividendos, P/L etc e inclusive com recurso de cadastrar sua carteira e acompanhar é o Status Invest. https://statusinvest.com.br/

  19. Migrei recentemente meu blog pessoal do Medium para o GitHub. É um blog bem simples, mas gostaria de medir a audiência. Existe algum serviço ou ferramenta free para medir a audiência de um site e que não seja do Google?

  20. Caí num “Golpe do Zap”

    Há dois meses caí pego num golpe, não especificamente do “Zap”, mas sim porque a abordagem foi bem parecida. Como o assunto concluiu, agora me sinto a vontade para comentar.

    Trabalho como recepcionista para uma rede e num dia que estava treinando um novato e com muito movimento, recebi uma ligação no telefone da empresa. Um rapaz se identificou como sendo da empresa que faz a gestão do sistema que roda nessa empresa. Deixou um número de protocolo e informou que haveria uma atualização. Para isso, ele precisava do acesso remoto ao Anydesk.

    Aqui começa uma sucessão de estranhezas que deviam ter acionado o alerta de GOLPE, mas acabei ignorando. Perguntei se seria uma atualização local ou em todos os computadores. Ele informou que seria em todos os computadores que eu tivesse acesso, mas que por fim, afetaria todos os computadores da rede.

    Liberei o acesso Anydesk. 🤦🏻 Por telefone, ele pediu para que fosse até as outras máquinas e passasse o acesso também. Para ganhar um tempo, falei que era na sala ao lado. Nisso já mandei mensagem para matriz perguntando da tal atualização. Recebi um “Não! Por que?”. Nessa hora o sangue some do corpo. Paralelo a isso, imaginando que estivesse em outra sala, o atacante foi até as configurações do aplicativo e alterou a senha mestre que permite acessar a qualquer momento a máquina. Nessa hora, derrubei o acesso, desliguei o computador da rede, passei a informação para a matriz e liguei para o pessoal da TI da rede.

    O golpe foi dado ao mesmo tempo em toda a rede, imagino que para aumentar a chance de eficiência. Com essa engenharia social, eles salvam as configurações que alteraram do computador para acessar quando a chance de ter alguém online é menor, na busca por documentos e registros, segundo o que fui informado. Felizmente, mesmo caindo, não houve danos a empresa e esse assunto foi incluído no programa de treinamento para novos funcionários.

    Algumas dicas e lições que tirei disso:
    Dê treinamento para seu pessoal, especialmente para quem trabalha conectado a rede e que receba ligações e e-mails. Toda a informação disponível é bem vinda e talvez ainda não seja suficiente.
    Não faça as coisas com pressa. A pessoa que está aplicando golpe dá a entender que aquela ação tem de ser feita rapidamente, que é algo urgente. Uma ação impensada pode colocar tudo em jogo.
    Sempre desconfie. Quando algo for suspeito, encare como realmente é: “suspeito”. Confirme a informação com um responsável, gerente ou encarregado. Se possível, tente meios mais confiáveis de comunicação como pessoalmente ou uma ligação para um número oficial. Talvez mensagens ou e-mails não sejam indicados nesse momento.
    Muito cuidado com senhas e acessos que você repassa. Golpistas podem se identificar como alguém que dará manutenção no sistema, responsável pela rede, a empresa que trabalha com a impressora e normalmente, eles têm algumas informações que podem usar para ser convincentes.

    Depois do extremo susto que tomei, do alerta que deu e de me recuperar do “mini infarto” a situação foi resolvida.

    Já passou por algo semelhante? Que outras ameaças um acesso como esse poderia causar?Tem mais alguma dica?

    1. Geralmente trabalho por conta então não sou o responsável técnico de segurança. Mas digo com alguma tranquilidade que do jeito que muitos órgãos públicos tratam os sistemas, é fácil a invasão e exploração de dados. E olha que nem entendo tanto de segurança digital, digo mais pelo jeito que sistemas e usuários atuam nos programas, sites e equipamentos.

      Tenho a sensação que muitas vezes isso é meio que “sucateamento”, justificando o profissional a usar-se de alternativas inseguras (ou profissionais não muito competentes :p )

      1. Triste imaginar, mas sim, isso é verdade. Depois de um tempo fiquei pensando em várias formas mais eficientes de aplicar esse mesmo golpe, com o objetivo de me precaver contrar ações futuras. É uma área extremamente vulnerável.

        1. Sim sim, lembrando que o “maior hacker” não foi o que criou códigos para invadir equipamentos mas sim usou-se de engenharia social (Kevin Mitnick).

    2. Baita susto. @Ghedin, existe alguma forma de compartilhar esse relato através de um link do Post Livre, que remeta diretamente à essa parte?

      1. É possível por clicar com o botão direto sobre a data e hora do meu comentário ou pressionar e segura pelo celular e então “Copiar endereço do link” ou algo nesse sentido.

    3. No meu atual emprego, eles fazem todo mês uma espécie de “treinamento” de segurança enviando um email falso. Cai no primeiro, que estava associado a vacina da COVID-19 e o plano de saúde da empresa. Depois disso, comecei a ficar mais atento e ler tudo com mais calma.

      1. interessante demais.

        e quando caiu no golpe eles deram algum treinamento ou aviso?

        1. Acabei esquecendo, mas sim, eles fizeram uma página informando que tinha caído em um phishing scam e que precisava fazer o treinamento de segurança dentro de uma plataforma de treinamentos que a empresa possui.

      2. Também passamos por isso na outra empresa que eu estava. Havia o email local que era restrito e só permitia a comunicação interna. Eles fizeram um email com o conteúdo fake, bem semelhante ao que recebíamos sempre, mas enviaram para o nosso email pessoal. Depois de um tempo, tivemos uma palestra que informou que 80% dos emails enviados tiveram seus links duvidosos abertos.

    4. e como foi a recepção da diretoria quando aconteceu? te deram bronca? algo assim?

      1. Não. Nesse caso, não. Eles ficaram assustados, mas foi só depois que entenderam a gravidade da situação. Até elogiaram pela rapidez em agir e reportar. Mesmo assim, fiquei um bom tempo meio paranoico. Estava no período de experiência ainda.

  21. Alguém mais está, há dias, sem conseguir acessar o app do Bradesco no Android?

    No Twitter e na Playstore tão chovendo reclamações, e comentários negativos, de usuários que não conseguem fazer nada porque o app não abre.

    Curioso que, até agora, nenhum site de tecnologia tá comentando sobre esse problema.🤔

    1. Eu até consigo acessar o app do Bradesco no Android, mas não consigo fazer nenhuma movimentação na conta, porque ele não “enxerga” que a chave de segurança está instalada ali e não preenche o código automaticamente, preciso sair da conta para visualizar o código e, nisso, perco a operação. Tem uma semana que reparei nisso (movimento a conta pelo PC em 95% das vezes).

      1. Isso aconteceu comigo uma vez quando troquei de celular. Na hora de tentar transferir a chave, deu falha e perdi a chave do celular antigo. O jeito foi ir no banco rearivar a chave de segurança.

    2. Ontem e hoje eu não estava conseguindo acessar o app Bradesco, aí li no Telegram de uma pessoa dizendo que há uma URL (possivelmente de rastreamento) usada no app e que o Pi-hole está bloqueando, impedindo o acesso da conta no Bradesco.
      Como eu uso o Pi-hole, liberei a tal URL e o app Bradesco voltou a funcionar no Wifi de casa.

      1. Você tem como compartilhar essa informação? Aqui ainda não consigo acessar o app.

        1. Checa os logs do Pi-Hole e veja se tem alguma URL bradesco travando. Se sim, basta libera-la na lista e pronto.

          1. Eu to indo no Query Log e não aparece propriamente nada do dominio Bradesco. Eu acessei o app pra ver o que apareceria nesse log e apareceu um tal de igodigital.com, mas mesmo colocando ele na whitelist, continuou travando o acesso.
            O whitelist é automático? Nunca fiz isso antes.
            Saindo do Wifi o app funciona normal.

  22. Pessoal, alguma dica de um bom teclado que tenha touchpad/trackpad embutido? Sei que a grande maioria é sem fio, mas se tiver recomendações de com fio também agradeço.

  23. Senhores, consegui uma oportunidade de pós graduação + estágio (com bolsa, glória!) e sendo home office. Aliás já começou, e preciso da ajuda de vocês com a montagem do “home office” (mesa, cadeira, monitor, teclado + mouse etc). Já peço desculpas pelo textão a seguir:

    Sobre cadeiras, só conheço a flexform. Se puderem recomendar modelos/marcas que tenham cadeiras “respiráveis” (aqui no Ceará é bem quente, suar é padrão aqui) eu agradeço demais.

    Sobre mesas, eu penso em algo espaçoso, talvez 1,20 por 0,60m, não sei se preciso de gavetas ou nichos. Uso notebook. Vocês recomendam alguma marca/modelo, ou é melhor eu mandar fazer?

    Na pós eu vou programar, ler documentação, PDFs, escrever bastante. Um monitor de 21 polegadas é suficiente? Gostaria de investir em um modelo que fica na vertical ou com boa qualidade de cores. Quais marcas devo olhar?

    Para teclado e mouse, bastaria um kit logitech? Há outras marcas melhores? Para digitação, é melhor um mecânico silencioso ou um modelo de membrana?

    Já comecei a ler os posts das mesas de trabalho e achei incríveis. Deu até vontade de mandar a minha (quem sabe?) quando estiver pronta, hehe.
    Obrigado por lerem até aqui, agradeço as sugestões.

    1. Olá, fui um dos que enviou fotos da mesa de trabalho (inclusive fui o primeiro a aparecer).

      No teu caso, acredito que uma Flexform suprima as necessidades – vale a pena ver se a empresa não fornece alguma para ti, daí é menos gasto para ti. Sobre a mesa, uma de 1.20*0.60 tá ótima, embora eu goste de 0.80 pra cima, pois me incomoda o monitor ficar muito próximo do meu rosto.

      Pegue um kit da logitech sim, a marca é muito boa. Quanto a escolha entre um mecânico ou membrana, não sei te responder pois sou surdo ahahhaha senão te ajudaria nisso.

    2. Olá, trabalho na área de segurança do trabalho e ergonomia e tenho feito muito trabalho em escritórios administrativos, estou montando um manual pra poder ajudar (Alô Ghedin, podemos transformar numa série).

      Diria que você está na melhor situação, ainda sem mesas e cadeiras erradas para terem que ser ajustadas. O maior problema que encontro são as mesas serem muito altas para a maioria das pessoas. Mesas comerciais tem em média 74 a 75 cm de altura, mas cada pessoa tem uma altura mais adequada.

      Qual a sua altura? Pra começar dá uma olhada nessa calculadora. Tenho o projeto de desenvolver uma mais completa
      https://www.thehumansolution.com/ergonomic-office-desk-ergonomic-chair-and-keyboard-height-calculator/

        1. Queria ter entrado em contato depois do podcast em que falaram sobre ergonomia. Vou te mandar um email, mas provavelmente amanhã

        2. Façam essa série, por favor.

          E se conseguirem aliar isso a dicas de como conseguir uma boa ergonomia com o menor custo possível, será maravilhoso!

          Tento investir ao máximo em ergonomia, mas em geral as opções são extremamente caras

      1. Legal o site. Fiquei com uma dúvida: Esses valores são entalhados na pedra ou há alguma tolerância? Usando a calculadora do site descobri que, para a minha altura, tanto mesa quando cadeira estão 10cm acima do indicado. Nunca senti desconforto, no entanto.

        1. Além da tolerância, essa calculadora considera um proporção específica entre tronco e pernas (proporção essa desconhecida), mas cada pessoa tem a sua. Outra coisa que está fixada nessa calculadora é a configuração com suporte de teclado e mouse, com o peso dos braços sobre o apoio da cadeira. O mais comum atualmente é se apoiar os braços direto na mesa, o que pelo angulo adotado dos cotovelos, tem-se um ganho de +- 3 cm.
          Sobre a tolerância, dá sempre pra considerar +-2 cm, a depender do conforto percebido e depender da sua condição física. Essa sobra de altura pode estar sendo absorvida 1. pelos ombros e braços mais elevados, 2. pelas pés mal apoiados e pernas penduradas e/ou ambos. Esses desvios levam a contração estática dos músculos ou tensões desnecessárias de articulações/tendões/ligamentos, reduzindo a irrigação sanguíneas da região, podendo gerar de distrações até lesões crônicas. O quanto isso vai te prejudicar, vai depender da saúde da região afetada e sua estrutura musculoesquelética, ou seja, quanto mais hipertrofia do músculo, maior a tolerância desse

          1. Vocês já ouviram falar naqueles mochos-sela (originalmente indicados para dentistas e tatuadores) e agora vendidos para escritórios (atividades administrativas) e que “supostamente” estado adequados às normas de ergonomia?
            Sou advogado (trabalho muito tempo sentado) e tenho 1,65cm, então mesas e cadeiras são relativamente altas pra mim, segundo as regras de ergonomia.

    3. Além da Flexform, outra marca com opções custo-benefício é a Cavaletti. Já tive cadeira de ambas as marcas e recomendo.

      Pro tampo da mesa, também prefiro com 80cm ou mais de profundidade. E nessa distância iria com um monitor de 24″. A linha UltraSharp da Dell possui modelos com boa fidelidade de cores, mas são um pouco mais caros do que os convencionais.

  24. quais são as estratégias que vocês possuem para se manter organizado no dia a dia?

    digo isso porque tenho tdah e tá sendo o maior sofrimento conseguir trabalhar de dia, a minha concentração fica no limbo. daí a noite eu fico todo disposto para trabalhar hahahahaha

    1. Anotar tudo que precisa ser feito ao longo do dia. Seja num app, seja no bloco de notas. Apenas anota.
      Outra dica. Te pediram algo, tu lembrou que precisa fazer algo? ANOTA! Se não anotar, vai esquecer. :)
      Eu particularmente uso o Things e dai apenas preciso pressionar Control + Space para abrir a janela de novo lembrete. Enquanto estou em reunião, etc. cada vez q percebo que preciso de algo, vou ali Control + Space, digito o que eu preciso, aperto Return e tá na inbox. Ao longo do dia vou olhando o que coloquei ali. Depois que comecei a fazer isso, nunca mais deixei coisas pra trás.

    2. Um aplicativo de listas de tarefas ajuda horrores. No meu, tenho duas listas principais, uma de rotinas (tarefas recorrentes) e outra de lembretes (tarefas que só preciso realizar uma vez só).

      Ajuda deixar essas listas “na cara”, como na tela inicial do celular e sempre abertas no computador.

    3. Vida pessoal: Google Agenda + Keep + Google Tarefas.

      No trabalho: Outlook + Outlook Calendar + OneNote + To Do.

    4. Tenho um Amazon Echo dot que fica do lado da minha área de trabalho, dai sempre to criando lembretes ou criando tarefas. Consegui integrar o recurso com o Todoist usando o IFTTT, com isso consigo me manter sem perda de foco.

    5. Todoist é meu maior aliado pra organizar o que preciso fazer, todo dia de manhã dou uma olhada pra organizar a ordem dos afazeres do dia, daí vou me adaptando de acordo com a demanda. Sou o tipo de pessoa que esquece o que tem que ser feito se não anotar na hora.
      Google agenda é meu segundo melhor amigo. Tenho várias agendas, pessoal, produção, cultural, familiar… Consigo aliar as tarefas do Todoist com meus compromissos da agenda e agilizar demais minha vida. Depois que virou hábito o uso dessas ferramentas eu não consigo mais viver sem.
      Outro aliado que ganhei recentemente foi medicação pra ansiedade, depois de anos fugindo eu decidi aceitar e tem sido ótimo. Fui bem claro com a psiquiatra de que não quero tomar medicação pra sempre, mas nesse momento tá me fazendo super bem (além de acompanhamento psicoterapêutico, claro).

  25. vocês cumprem a recomendação dos especialistas em economia de destinar apenas 30% do salário em aluguel?

    1. Hoje eu tenho o privilégio de morar com meus pais, mas se eu tivesse que sair de casa para morar perto do trabalho, faria o possível para equilibrar os 30% com a distância do trabalho, podendo subir um pouco mais se não tiver que pegar transporte público para chegar ao trabalho.
      Não moro em SP então (acho que) deve ser possível colocar isso em prática.

    2. Eu moro na ZS do Rio (que é bem cara) e sou freela. Impossível fazer essa conta. haha
      Mas ainda prefiro isso que gastar me deslocando (não sei dirigir, btw), embora muito do meu trabalho sempre tenha sido home-office. Gosto da região que eu moro porque é muito fácil de encontrar pessoas conhecidas andando na rua a esmo, pois Botafogo é um bairro que é fluxo pra todo mundo. É por isso que tô por aqui faz 10 anos, mesmo que eu ache mais caro do que eu gostaria segundo meu orçamento. Enfim, as idiossincrasias explicam.

      1. 33% (aluguel, condomínio e seguro) conta?
        Morando sozinha, não conseguiria algo abaixo desse preço que não fosse uma kitnet.

    3. dei entrada num apto. na planta, então ele obrigatoriamente respeita esse teto, mas quando morar e tiver o condomínio vai passar, mas a expectativa é eu receber mais do que hoje até entrar no apto.

    4. Eu nunca fiz esse cálculo e nem sabia dessa recomendação, mas interessante que o meu é exatamente isso mesmo. Moro em cidade de interior. Acredito que seja mais fácil manter esse padrão.

    5. O problema @Jorge é que varia muito o contexto de vida das pessoas. Como já falaram, São Paulo (e metrópole) é um exemplo de dificuldade de achar uma habitação barata – seja para comprar ou alugar. Cidades interioranas com infraestrutura de transporte e comunicação mais simples provavelmente tem custos habitacionais mais baixos. No entanto, acaba-se gastando mais com outros custos – transporte inclusive.

    6. Eu quase sempre gastei mais ou menos esses 30% (pago aluguel há 10 anos), mas agora tô pagando menos que isso. Estou num processo de reeducação financeira (?) que tem me ajudado bastante nos últimos meses. Antes, a última semana do mês era sempre de aperto e desespero, agora é menos tenso, embora ainda longe de ser algo realmente tranquilo

  26. frio do krl
    menor temperatura histórica registrada aqui em bsb

    top d+

    1. Nem fala. Em Anápolis-GO tava tão frio que nem conseguia me concentrar na aula a noite. A cada meia hora era -1 grau.

      Muito bom.

      1. Me manda -10 graus desse frio aí por favor kkkkkkkkk
        Aqui no Ceará é tão quente (entre 28 e 34ºC em dias normais) que quando a temperatura bate 23ºC a gente acha uma maravilha kkkkkkk

        1. Vamos pra Guaramiranga usar cachecol e comer fondue com 22°!

    2. Hoje de manhã tava 6º aqui no quadradinho. Bom demais!

    3. Tá terrível esse frio. Tudo fica pior, tem que andar empacotado e dentro de casa, fechando janela, porta, com dois edredon parece que não esquenta, Jesus…

      Pelo jornal hoje foi a menor temperatura registrada, 1°C.

  27. Nos últimos 5 meses já teve 3 arrombamentos e furtos em casa aqui na minha vizinhança (tô falando de casas coladas a minha). Com isso eu tenho ficado com o cy na mão toda vez que saio de casa e principalmente quando viajo (o que acontece pelo menos 1 vez a cada 2 semanas) e comecei a dar uma pesquisada em possíveis esquemas de segurança.

    O problema é que coisas que parecem ser minimamente eficientes (conjunto câmera com acesso remoto e armazenagem em nuvem e alarme) facilmente estoura o meu orçamento.

    O que vossas senhorias aconselham para um possível sistema de segurança residencial minimamente eficiente e que caiba no bolso?

    1. No que uma câmera ajudaria a impedir o assalto ou mitigar o prejuízo?

      Se o temor é só pelo prejuízo material, acho que um seguro residencial é o melhor investimento que você pode fazer.

    2. Como o Rodrigo mencionou, camera não adianta muito.. experimenta alarme sonoro e sensor de presença pra acionar luzes. Pode até usar timers para ligar e desligar as coisas dentro de casa.

    3. seguro é o único que resolve caso aconteça algo. o problema é vc falar em orçamento, se não tem orçamento, não tem o que fazer, no máximo dar sua casa para algum parente ir morar enquanto vc não está. ou tira tudo caro de casa e deixa na casa de alguém.

      na prevenção, se você tem orçamento apertado, não tem jeito, se sua vida exige você viajando, eu me mudaria para um apartamento (se for alugado devolve, se for próprio, aluga)

      não há nada que consiga evitar uma pessoa com tempo e vontade de acessar algum lugar. no máximo atrasar ao colocar um quarto com janela solida e porta reforçada sólida de madeira com chave tetra, coloca tudo mais caro dentro. mas aí novamente depende de orçamento.

      se tem tempo, tentar conversar com vizinhos e fazer alguma forma de grupo de vigia comunitária. mas no fim tudo acaba com gastar dinheiro para algum tipo de equipamento.

      1. só faltou deixar claro, viver com stress preocupado, se você consegue conviver com a sensação, ok, fora isso, o custo de se mudar e viver tranquilo, a depender de como vc funciona, pode sair barato.

        já passei por uma situação do tipo, roubaram casa do lado, invadiram e fizeram quase uma mudança, proprietário não queria subir o muro, quase uma semana sem dormir bem, me mudei em uma semana para apartamento e pude dormir tranquilo.

    4. Acho que o ideal seria:

      – Sistema de alarmes com bateria interna e rede celular: um alarme é apenas um sistema para indicar se tem algo aberto ou fechado em casa. Afinal, são sensores de liga-e-desliga na qual se um é acionado, dispara o alarme. Para muitos ladrões, isso é meio manjado e com isso geralmente eles cortam o sinal do telefone / internet. Então o ideal é ter um alarme que tenha um sistema de redundância e use uma rede celular para comunicação em caso de corte de sinal.

      Quando não se tem isso, no final o alarme dispara quando uma comunicação é cortada. Como as vezes pode ocorrer disparos falsos, isso pode no final gerar o efeito “Pedro e o Lobo” (vizinho pensa que não é algo que está ocorrendo e ignora o alarme).

      Um ladrão que tenha interesse relevante pode tentar usar formas de clonar as senhas e acessos do alarme (como o código do controle remoto).

      – Câmeras: todo DVR tem sistema de sensor de presença virtual (as vezes sensível demais). Pode se configurar para o DVR lhe mandar um e-mail (ou dependendo disparar um alarme) quando passa no sensor. Geralmente câmeras servem mais para identificar criminosos, mas estes também já estão “manjados” – uma câmera é bom instalar em altura na qual fica difícil o acesso dela.

      Talvez a forma mais simples e barata seria instalar alarmes de presença por porta aberta. Alarmes geralmente funcionam mais para ser uma primeira barreira, mas não impede alguém interessado de fazer algo pior.

      Em último caso, meta caco de vidro no muro.

    5. Aqui tem câmeras, cerca elétrica e alarme, mas que eu pessoalmente acho que são só paliativos. O cara vai olhar pra minha casa e outras na vizinhança e vai dizer “essa aí é mais difícil” e escolher outra. Na real, a melhor alternativa é uma vizinhança solidária. Sabe aquelas velhinhas que sabem tudo da vida de todos e conhecem todos da vizinhança? Essas ficam de olho “com prazer” quando vocês está fora e te avisam se acontece algo. Aqui foi um fator de escolha antes de comprar a casa, o bom relacionamento com alguns vizinhos mais idosos. O único problema é que eles morrem com o tempo, usualmente antes de você.

        1. Um conhecido meu após um furto que ocorreu na casa dele, pôs tudo isso que o @Emanuel citou. Até onde sei não houve mais ocorrências de furtos. Inclusive quase todos os outros vizinhos adotaram a mesma prática.

          Pelo que noto, depende muito de como é a região e outras circunstâncias. Ladrão quer algo fácil, se for para ser difícil, só se o custo-benefício valer (vide a questão do “novo cangaço”, tentando fazer grandes assaltos).

    6. O que nessa vida é 100%? No caso quando temos duas casas e uma está com alarme, cerca elétrica, câmeras de segurança e a outra não tem nada, qual você acha que o criminoso vai tentar furtar? Acredito que ele vai na mais fácil.
      Esses sistemas de segurança são mais para prevenção.

      Tem pessoas que colocam para monitorar quem entra em sua casa/apartamento, olhar os cachorros/gatos, movimento da rua quando vão entrar com carro, liberam as suas câmeras da rua para vigilância solidaria (tem gente que fica muito tempo em casa e qualquer movimento suspeito eles mandam mensagens em grupos de WPP da rua), etc.

      Como seu orçamento é apertado você pode colocar câmeras MIBO da Intelbras em pontos de acesso da sua casa que sejam cobertos, pois alguns modelos não são externos, exceção do modelo IM5.

      As vantagens é que pode armazenar as gravações no cartão SD e na nuvem (opcional). Mais detalhes https://www.intelbras.com/pt-br/mibo-cam
      Hikvision também, tem este tipo de câmera.

      Se fosse no modo “padrão” comprar DVR + HD de CFTV, câmeras, cabos de pode ficar mais caro.

      Os criminosos utilizam vários modos para escolher uma casa e um deles é tocar o interfone/Vídeo porteiro várias vezes para verificar se tem alguém em casa. Para amenizar esse risco tem algumas soluções como Sigam-me da Intelbras e Linha IP de Vídeo Porteiro da Hikvision que ao tocar interfone/ Vídeo porteiro da sua casa ele liga para seu celular e você pode atender como se estivesse em sua casa.

      Bacana também para não perder alguma encomenda quando tocam e não tem ninguém ou simplesmente não conseguimos atender/ouvir.

      Seria bom também ter um alarme com sensores na porta e de presença para você mesmo monitorar. Tem centrais de alarme de marcas como JFL e Intebras que possuem algumas opções com GPRS (chip de celular), linha telefônica analógica e opção de conectar cabo de rede (RJ45).

      Você conseguira monitorar pelo aplicativo para smartphone e também receber SMS notificando algo como disparo ou simplesmente que foi ativado/desativado alarme. Tem muitos modelos com fio e sem fio de centrais de alarmes dessas marcas.

      Para não estourar o orçamento sugiro começar pela MIBO Cam e se possível alarme.

      1. Esqueci que tu entende bastante disso ;)

        Agora que me veio a mente: agora que estão vindo video-porteiros remotos pelo visto.

  28. No grupo do MdU, estava tendo uma discussão sobre o NuBank e seus resultados medianos, pensando depois estou com a sensação de que o “sonho” das startups acabou. Ao menos, reduziu-se as expectativas gerais delas, o discurso de “meritocracia” é díficil até para startups financiadas por fundos bilionários de VC.

    NuBank e Netflix tem uma premissa que eu – como desenvolvedor e cientista de dados – esperava muito dar certo haha: invista muito em tecnologia, seja “data-driven” e entregue uma experiência de qualidade. Uma mistura de discursos da Apple e Amazon, que são o conto de fadas dos empreendedores de que inovação e boa execução dão resultado. Ambas se tornaram empresas relativamente sólidas, mas não viraram o jogo como esperado.

    NuBank prometeu agilidade e confiabilidade usando tecnologias mais de nicho, como o Clojure e Datomic. O app era nativo para cada plataforma, para ter experiência impecável. Sempre teve áreas de dados, prometia revolucionar a concessão de crédito com “dados de redes sociais” e cientistas de dados muito bem pagos.

    Os bancões, amarrando seus legados com tecnologias novas não são mais rápidos ou melhores em tech…mas são bons o suficientes e completos em serviços. Outras startups também estão na cola deles, mesmo que com menos grife em termos de tecnologia e poder de marca, conseguem entregar produtos mais atrativos. Hoje, o Nubank tem a maior inadimplência e crédito rotativo mais caro do mercado: cade o modelo mágico de crédito?

    O Netflix é visto como a referência no uso de dados: recomendações, estratégia de lançamento e até o roteiro diziam ser decididos por machine learning. Ninguém no mundo é mais “data-driven”. A experiência do usuário é ótima, usando seus CDNs com FreeBSD altamente otimizado e apps de qualidade para qualquer conexão e hardware. Mas agora, precisam competir com Big Techs criando bundles e gigantes de mídia com anos de propriedade intelectual. Não parece que a excelência em tecnologia e dados será suficiente.

    1. De alguma forma, lembrei daquela célebre conversar entre Drew Houston, fundador do Dropbox, e o finado Steve Jobs, que disse que o Dropbox era um recurso e seria esmagado por empresas como a Apple.

      O Dropbox ainda está por aí, mas há muito deixou de ser apenas uma camada de sincronia de arquivos porque, por melhor que fosse/seja sua tecnologia, empresas como Apple e Google estavam melhor posicionadas para replicar a experiência num nível “bom o bastante” e, com apenas isso, acabar com o Dropbox.

      O “boom” de ~inteligência artificial talvez tenha criado essa ilusão de que excelência técnica seria um diferencial suficiente para disruptar empresas tradicionais de seus respectivos setores. O que ninguém parecia perceber é que a barreira para que essas empresas incumbentes adotassem tecnologias similares era baixa. Deu no que deu.

      1. No caso dos NuBank, achava que o maior diferencial seria ausência de legado, tanto em sistemas quanto processos: não é rápido implementar um recurso novo em um sistema arcaico, não importa quanto dinheiro se jogue no problema. Uma questão de “time to market” no linguajar dos MBAs.

        Além disso, eu pensei que logo estariam lucrando bem, já que parece tão fácil para os bancões lucrarem absurdo com estruturas grandes (a despeito dos jovens classe média subestimarem a importância das agências, tanto em receita quanto para os clientes).

    2. Sei que é difícil entender, mas na prática não existe prejuízo na Netflix ou Nubank.
      Isso vale para Spotify, Apple Music e afins.
      E isso em nada tem a ver com startups.

      1. Sei que é difícil entender, mas na prática não existe prejuízo na Netflix ou Nubank.

        Como assim, não existe prejuízo “na prática”?

      2. Na real, existe. O que o Nubank faz, o Spotify já fez e outras também fazem, é dar uma maquinada na contabilidade, esmurrar os números até que eles contem uma história mais bonita.

        Imagino que você esteja se referindo às infusões de capital que essas empresas recebem, principalmente na fase pré-IPO. É verdade, isso distorce um tanto as noções de lucro e prejuízo, mas não interfere na contabilidade operacional. Em tese, o capital de risco é usado para finalidades bem específicas, como crescimento/expansão. A ideia é que, em algum momento, a empresa passe a andar com as próprias pernas e, de preferência, passe a dar lucro.

    3. Capitalismo é isso. Tubarões querendo engolir o que encontram pela frente e engordando o estômago pra caber cada vez mais. Em volta, peixes novos sonhando em ser tubarões quando crescerem. O problema é que num ambiente que funciona assim não tem espaço pra todo mundo. Não adianta embarcar numa startup inovadora e tal se você continua pensando na mesma velha lógica do mercadão.

    4. Acho que não é só sonho, é o caminho natural de grandes empresas. Elas crescem, burocratizam processos, são cobradas para o lucro…. Não vai demorar pra ocorrer o mesmo com a Tesla… VW e Toyota são muito maiores e tem muito mais recursos e infraestrutura pra desenvolver veículos.

    5. Esse ultimo resultado do Nubank foi bem polemico, com uma maquiada nos números “normal, muitas fazem isso”.
      Mas eu pelo pouco q entendo, achei estranho quando o Nu foi precificado para o IPO mais que o Itaú, o maior banco do Brasil e um dos mais lucrativos do mundo, por mais q saibamos do potencial do Nubank essa precificação foi um erro, como uma “aposta” q esta demorando para mostrar novidades vai valer mais q Itaú, onde a própria empresa não se utiliza para pagar a folha de pagamentos dos funcionário (ironicamente usa o Itaú). Mas com certeza os próximos resultados trimestrais eles irão ser mais claros para evitar menos polemicas por seus resultados.

      1. onde a própria empresa não se utiliza para pagar a folha de pagamentos dos funcionário

        Isso não acho um absurdo, porque normalmente o banco vende um sistema de folha de pagamentos junto, algo que não enxergo como prioridade para eles nesse momento….mas ilustra bem que eles ainda não chegaram lá. Digo mais: Itaú está se aproximando mais deles do que eles se distanciando.

        Mas concordo: a empresa é promissora, tem seus ativos (marca, carteira, etc…) e mostrou capacidade de execução. Mas a matemática desses IPOs não fecha, só porque você se descreve como de tech vale 10x mais.

        Disclaimer: trabalho no Itaú.

    6. São questões que envolvem muitos fatores.
      Um deles é que o Nubank enfrenta uma concorrência grande que não existia (ao menos de maneira estruturada) no seu início. Há outros players no mercado com dinâmicas e tamanhos semelhantes (Inter, C6 e outros) e os bancões que refinaram estratégias para tentar correr um pouco atrás (ainda que com toda a burocracia que o sistema já naturalmente carrega.
      Acho que o Nubank ainda nadou sozinho por um bom tempo. E também acho que ficou parado um bom tempo, enquanto concorrentes avançaram. Ideias inovadoras, nas quais o Nubank fundou o posicionamento e o discurso no início, foram ficando mais lentas. Ganharam clientes demais (e hoje você vê o roxinho na mão de muita gente – de todos os perfis) – e talvez esse tenha sido o objetivo principal durante esse período.

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