Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #316

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

242 comentários

  1. E aí, pessoal? Chromecast, Roku ou outro? Qual vocês sugerem? Por que acham legal? Quero comprar um… e nada sei :) Obrigado!

    1. to com um fire stick ha 1 ano e chateado q nao tem hbomax e globoplay. cheguei a conclusão que tem q ser um q seja a base de androidtv/googletv.

    2. se achar algum apple tv a partir da quarta geração com bom preço, eu recomendo. O meu aparelho é de 2015 e ainda permanece perfeito.

      mas se for pra pagar o preço brasileiro cheio, aí realmente não vale a pena

      por outro lado, anos atrás comprei uma mibox para os meus pais e em pouco tempo ela já estava lentíssima

    3. Roku. Funciona aqui bem. Não tem Star+ mas aceita airplay lisinho, então dá pra mandar do celular. e num preço bem ok.

    4. Tenho ChromeCast e Roku considerando preço com certeza o Roku te dá mais funcionalidades com aplicativos de N empresas, controle remoto físico e virtual.

    5. Uso um Roku Express aqui. Se a sua TV é limitada a 1080p, é a opção mais barata. O sistema é bom, rápido, tem uma boa oferta de aplicativos e o controle remoto é ótimo.

  2. Sugestão de leitura: Promessa de renda, torres eólicas incomodam e expulsam vizinhos no Nordeste

    A “fuga” da zona rural ocorreu em agosto de 2021 porque a esposa, Edite Maria da Silva, 72, adoeceu por conta do barulho dos geradores de energia. “Ela não dormia, não se alimentava bem e entrou em uma grande depressão, teve crises de ansiedade e passou mal.”
    (…)
    Problema similar ocorreu com a comunidade quilombola do Cumbe, no município de Aracati (CE), onde vivem cerca de 1.500 pessoas. O grupo de pescadores sofreu com a instalação de cerca de 70 torres. “A forma como elas chegam é danosa, sem falar com as pessoas. É uma invasão total”, diz Luciana Cumbe, uma das líderes comunitárias.

      1. isolados significa ‘sem pessoas’, e gente pobre. ribierinhos, esses pequenos pescadores e essas comunidades simples não sao considerados gente pelos engravatados dos investimentos, basicamente

    1. Interessante o descumprimento da norma ambiental.
      Explico, para se instalar certos empreendimentos, é obrigatório realizar um processo de licenciamento ambiental, e usinas eólicas entram nisso, porque possuem um potencial de causar impacto ambiental. O padrão é a divisão em três etapas, a licença prévia, licença de instalação e licença de operação, e alguns tem a obrigatoriedade de estudos mais aprofundados, chamados de Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental, ou EIA/RIMA.
      O fato destas pessoas serem impactadas desta forma por estas usinas eólicas significa que o licenciamento ambiental foi porco.
      O que realmente me surpreende é não constar qualquer informação sobre a atuação do Ministério Público, em vista dos impactos ambientais, sociais e financeiros sobre as comunidades.

      1. Uma coisa que venho cismando é como falam que “algo vai ser bom para a natureza” e no final altera mais ainda a natureza.

        Tem horas que sinceramente a vontade de virar alguém com jeito de viver de “povo originário” (indígena) é alto.

        1. Vc tem razão. No nordeste eles instalaram em várias dunas (Ceará). Acabou com tudo. Criaram estradas por cima. Loucura. Não sei como conseguiram aprovar aquilo. Podem reclamar pra quem Agora?

      2. depende muito da existência de normas, padrões e estudos que realmente identifiquem esse impacto. geralmente o licenciamento desse tipo de empreendimento foca muito no impacto durante a instalação, havendo pouco o que se embasar sobre os impactos da fase de operação. o ideal é que o conama ou conselho estadual elaborem critérios de distanciamento das torres de comunidades lindeiras

        1. Não, os impactos durante o funcionamento obrigatoriamente devem ser considerados, justamente em cumprimento às normas ambientais, por isso existe uma licença de operação. Na realidade, os estudos ambientais prévios devem analisar quais serão os impactos durante a implantação e operação, para que sejam tomadas medidas para mitigar, ou estabelecer uma série de condicionantes para obter a licença de operação.

          Seriam estes estudos, sérios, que identificaram, por exemplo, o impacto nas pessoas que morem a X metros das torres, ou qual o efeito conjunto de todas as torres a área ao redor das usinas eólicas. O que parece não ter ocorrido, porque do contrário não teriam sido instaladas desta forma, ou a empresa responsável teria tido a obrigatoriedade de adquirir as propriedades e indenizar os moradores para evitar isso que está ocorrendo. Isso que não estamos falando do impacto desconhecido, aparentemente, sobre o meio ambiente na região além dos humanos.

          Se este empreendimento obteve uma licença ambiental para operar, é porque foi um licenciamento ambiental porco. E se não ocorreu embargo, multas administrativas ou ações por parte do Ministério público, é porque temos um caso grave de corrupção.

          1. Nestes últimos 4 anos, o que mais teve é justamente licenciamento ambiental porco. A questão do garimpo e da grilagem no Norte brasileiro mostra isso.

    2. Mas é um fenômeno documentado que repete-se em outros locais? Em todos os outros locais?

      1. Creio que isso valha para muitos empreendimentos no Brasil. Estamos perdendo mata nativa ou revitalizada para condomínios e galpões logísticos. Isso significa também perder capacidade de preservação e captação de água (urbanização significa botar uma camada isolante ao invés de absorvente de água na terra).

        No caso das usinas eólicas, me lembro que no começo da implantação das mesmas, eram vendidas como “pró natureza”, “sem impactos para a população local”. Eis o resultado: o marketing como sempre enganou e com isso prejudicou a quem tinha antes um terreninho e vivia na sub existência, mas com algum conforto.

    3. Tenho familiares que moram na zona rural de Lagoa Nova (RN) em uma cerra que tem muitas instalações eólicas e vou lhes falar um pouco sobre a percepção por lá
      Há uma percepção relativamente positiva, ao menos com as pessoas com quem eu conversei, sobre a chegada das turbinas e estações. A concessionária faz um acordo com os fazendeiros e cada um que permite que as turbinas sejam instaladas em suas propriedades ganha um aluguel que, se não me engano, é de R$1000,00. Esse aluguel por si só ajudou muitas famílias pois lá um salário mínimo “compra bem mais coisa” que em grandes capitais e no sudeste. Não sei se é viés meu ou se passei pouco tempo por lá, mas a impressão que tenho é que uma turbina isolada acaba não fazendo tanto barulho.
      Ao mesmo tempo, há sim relatos de pessoas que não conseguiram se adaptar e inclusive uma das vizinhas do local onde eu estava tinha “ficado doida da cabeça” por causa do barulho. Não cheguei a entrar mais a fundo e perguntar de outros exemplos, mas vi que construiram e expandiram muitas estradas pro lado de lá depois que construíram as estações.
      Por fim, o nordeste como um todo não pode ter a mesma matriz energética que o resto do Brasil, que depende bastante de hidrelétricas. A região careçe de chuvas e eu me lembro dos apagões quase semanais quando eu era criança. Dizem que esse investimento em energia eólica foi um dos motivos de contribuir para a estabilidade da energia pra lá, mas nunca mergulhei pra saber a fundo. Sei lá, não quero soar como o advogado do diabo nem nada, só mais um reflexo de um monte de engenheiro planejando um projeto sem ter noção de impactos sociais.

      1. Perfeito! São ótimos pontos que a gente pode discutir no próximo post livre, já que agora são 11h30 e daqui a pouco o Ghedin fecha esse :)

  3. para aqueles que moram em cidades médias: ainda existem livrarias aí onde você vive? Elas resistem, apesar de tudo?

    e para os que moram em cidades grandes e em grandes metrópoles: quantas livrarias ainda restam? estão bem distribuídas?

    vocês frequentam livrarias? lembro de visitar livrarias com uma certa frequência até uns dez anos atrás… e de repente elas minguaram absurdamente

    (desconsiderem sebos, antiquários, etc)

    1. aqui no Rio ainda tem algumas livrarias bacanas pelo centro e zona sul, acho que pras zonas norte e oeste deve ter menos. tô pra visitar a Casa da Árvore, que é perto de onde moro (Tijuca, zona norte).
      Adoro visitar livrarias, melhor lugar pra passar o tempo!

    2. Moro na região metropolitana de são paulo, e aqui eu só vejo livrarias em shopping, as poucas de rua que tinham não existem mais, e nos shoppings que normalmente tinham de duas a três, agora só tem uma. Acho triste.

      1. curitiba tem quase tres vezes mais de gente que maringa
        Mas infelizmente tem poucas livrarias em Maringa, quase a mesma quantidade de Sebos 🥲

    3. Tem mais livraria do que sebo… Menos do que deveria pra ambos.

    4. Porto Alegre tem bastante sebo na região central. Na periferia não tinha nada antes e não tem nada agora, só livrarias de shopping. Nos shoppings reinam as grandes redes (normalmente 1 loja por shopping).

      Porto Alegre tinha uma Livraria Cultura que era muito bonita (com uma ponte suspensa que cortava o “mezanino” (acho que o nome daquilo era mezanino)).

    5. Em São Paulo capital tem rolado esse movimento de novas livrarias, vide a matéria compartilhada pelo Guedin e Léo B. Por falta de grana, sempre priorizei comprar livros na feira da USP, que dá 50% de desconto. Mas esse desconto, na verdade, é a fatia das livrarias. Então, sempre que posso, e principalmente durante a quarentena, passei a comprar em livrarias. Em São Paulo, indico a Livraria Simples, a Mandarina e a Livraria da Tarde (que tem um belo mascote: https://www.instagram.com/p/CdTPfCxrcw9/?igshid=YmMyMTA2M2Y=). Esse docs foi criado durante a quarentena para fortalecer as livrarias quando o comércio precisou fechar: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1SarR2m5AqYAIXiaS5NhkJke-gr5nTDGcsXsIgw9FM3E/edit?usp=drivesdk

      1. queria falar justamente sobre esse fenômeno das pequenas livrarias de nicho da zona oeste paulistana

        se vocês repararem, elas surgiram justamente em áreas que, apesar da fácil acessibilidade de transporte público, são em geral destinadas a um certo recorte social (de classe, renda, etc)

        apesar da resistência às gigantes tipo Amazon, essas pequenas livrarias contribuem menos à democratização do acesso a livrarias do que o contrário

        1. Complemento – Quando se anda para as periferias, é um pouco mais difícil de ver seja livrarias (no final as bancas em partes compensam um pouco, apesar da derrocada das mesmas), bibliotecas municipais (São Paulo tem um número razoável) e projetos de doação de livros (tipo “livro na geladeira”).

          Aí vai ao contrário da questão deste fio: teria que somar sebos e similares para dar um número maior de pontos de venda de livros. Neste ponto São Paulo ainda tem um pouco mais, apesar de que também derrocando com o advento da internet.

        2. Talvez o fim da FNAC tenha gerado esse boom de livrarias na região. Eventualmente elas podem atrair um público de outras faixas de renda que trabalhe ou estude pela região. As livrarias têm seu papel na democratização do acesso a leitura (a Livraria Simples, por exemplo, tem uma programação de troca de livros), mas a obrigação é dos governos. Hoje por acaso conheci uma ação na linha do que o Ligeiro citou: https://portaldoipiranga.com/index.php/2022/05/10/projeto-gelateca-transforma-geladeira-usada-em-biblioteca-comunitaria/. Essa matéria da piauí traz um panorama e dificuldades do setor: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/panico-nas-livrarias/

        3. Evidente que ajudam, mas com qualquer livro a R$ 40, talvez as livrarias não sejam a melhor ferramenta para democratizar (ou melhor, incentivar) a leitura…?

          1. Bibliotecas municipais e projetos de leitura creio que funcionam bem melhor do que só por uma livraria em um bairro pobre – que para se sustentar teria que ser papelaria e cafeteria tbem

          2. sim, são coisas diferentes: de um lado política cultural de leitura (que se faz com biblioteca, centro cultural, etc — e sobretudo com escolas abertas no fim de semana com programação cultural para as famílias, dado que se trata do equipamento público com maior capilaridade em todas as regiões do país — e com forte investimento público a fundo perdido) e de outro política para pequenos negócios resistirem ao avanço da Amazon — e mesmo nesse ponto acho que daria para fomentar pequenos negócios associados a todos os movimentos de saraus periféricos, etc

            o problema é que fora essas novas livrarias em áreas já dotadas de infraestrutura cultural, não temos tido nem uma coisa nem outra

    6. eu frequentava muito livrarias, e entrava em tudo quanto era banca de jornal

      mas com a internet, para mim essas duas coisas passaram ou a não fazer mais sentido

      livraria ainda dá pra existir, mas como um nicho pequeno de mercado

      ps. eu frequentava muito a Livraria Cultura … depois fiquei sabendo (pela internet) que era um lugar horrível de se trabalhar, os funcionários eram explorados, ganhavam salários miseráveis

    7. As livrarias de Gravataí, quase todas elas, tiveram que virar papelarias pra vender material escolar, produtos pra casa, etc.

    8. Em minha cidade (parte de Grande São Paulo, de porte médio), há uma única livraria, localizada no shopping da cidade, e sempre está bem movimentada. Já fiz algumas compras lá por mero impulso, mas, num geral, as seleções são bem fraquinhas. A área de HQs/mangás é composta por duas prateleiras, por ex., e com coletâneas/volumes incompletas(os).

      Como costumo comprar livros por recomendações, 99.5% das minhas compras são pela internet (exceto Amazon).

  4. Bom dia, pessoal.
    Repercutindo o excelente guia prático dessa semana, fiquei com uma dúvida aqui. Tenho 2FA na minha conta google; uso o Authy no Android. Gostaria de saber se eu tiver meu celular roubado, como posso trocar a minha senha do google, acessando um outro dispositivo ou navegador se o meu Authy está com o meliante.
    Obrigado.

    1. Uma das grandes vantagens do Authy é ter cliente para sistemas operacionais de desktop (Windows, MacOS e Linux).
      Então vc pode ter instalado no computador e acessar suas contas 2FA de lá.
      https://authy.com/download/

      Além disso, vc pode acessar sua conta do Google (e muitas outras que fazem 2FA direito) sem o Authy com um daqueles códigos de segurança (usualmente são 10, de uso único).

      1. Muito obrigado. Tinha instalado o Authy logo, sem estudar muito mesmo só para garantir de pronto um pouco mais de segurança. Valeu.

    2. No site do Authy (https://authy.com/download/) você encontra versões para desktop, Windows, Linux e Mac; assim suas senhas ficam sincronizadas e você não depende de um aparelho só. Tenho instalado no meu celular, no tablet (ambos android) e no pc também.

    3. Todo serviço que oferece autenticação em dois fatores te dá um ou mais códigos de recuperação caso você perca o acesso ao TOTP. O indicado é que você imprima ou guarde todos os códigos em um lugar seguro, com alguma redundância, para que você possa desligar o 2FA temporariamente.

      1. Isso.

        Uma alternativa complementar é você acessar outro dispositivo (um computador pessoal, por exemplo) que esteja logado e marcado como confiável no Gmail e, dali, desativar o 2FA.

        Note que essa via não dispensa a guarda dos códigos de backup, que é o último (e mais poderoso) recurso que você tem para recuperar uma conta protegida dessa maneira.

        1. Ghedin, esses códigos de backup são apenas alguns, finitos? Tipo, se eu for assaltado umas 10x (eu sei, exagero!) e precisar usar todos, tem como “renová-los”?
          Outra pergunta: como eu acesso esses códigos de recuperação, tanto do ?Authy quanto do Google, agora que os apps já estão instalados?
          Valeu.

          1. Sim, são finitos. A quantidade varia de serviço para serviço.

            Você consegue renová-los na área administrativa de cada serviço — é algo que depende do Gmail, por exemplo, não do Authy/aplicativo de 2FA.

            Atente que, ao renovar os códigos, os antigos deixam de funcionar.

  5. O Face Id da Apple possui brecha de segurança?
    O hoje em dia tá fazendo uma pauta sobre o rapaz que teve milhares de reais de prejuízo por causa de um iPhone roubado. Ele permite cadastrar uma nova biometria sem validar a anterior? Por que aqui no meu Android xumbrega eu não consigo colocar outra digital sem validar a atual. Até mesmo o Bradesco pede a digital para transferências, mesmo que ele já esteja aberto.

      1. Fui lá ver, mas não sou do tipo que gosta de ouvir gente conversando. Se tivesse versão impressa seria bem melhor.

    1. testando aqui, pediu passcode pra entrar nas opções de segurança. mas, uma vez dentro, não pediu face id pra mudar a biometria

  6. Olá pessoal! Ando fazendo caminhadas longas e fiquei com vontade de ir registrando/mapeando o percurso que faço, mas tenho vontade de fazer isso com alguma coisa que seja bacana de extrair esses dados depois. Alguém faz algo do tipo?

    1. Uso o OutRun no iOS. É um aplicativo indie, feito por um adolescente (!), que registra trajetos/caminhadas/corridas apenas localmente, sem qualquer componente online.

      Ele permite exportar as sessões em arquivos *.gpx e num formato próprio dele.

      1. Ghedin este aplicativo pede para dar permissão de “Motion access”. Como eu faço isso não configurações do IOS?

        Eu cedi a permissão de localização para o aplicativo mas não encontrei essa outra permissão que é requerida.

        1. Imagino que seja Movimento e Preparo Físico. Entre em Ajustes, depois Privacidade e desça a página. Estará quase no final da lista.

    2. Não é específico pra essa finalidade (então certamente não é a melhor alternativa), mas vc pode trackear a localização usando o OwnTracks, localmente e fazer upload pra um servidor seu (rodando na sua máquina) é interessante de usar, mas como disse, pra esportes usaria algo dedicado.

    1. anatel + consumidor.gov + reclame aqui.
      Trabalhoso, mas funciona.

    2. Eventualmente recebo só do “skeelo” na linha atual que tenho do Correios Celular. Mas geralmente quando faço recarga aparece esta propaganda, então tá tolerável. Na época da Claro era a cada 12 horas um anúncio da skeelo, a ponto de eu mandar no Reclame Aqui, eles falarem “ah, vamos tirar da nossa base de dados, mas não nos responsabilizamos pelos nossos parceiros”.

      As vezes penso em voltar para a Vivo, mas tipo, minha decepção é tamanha com ela – inclusive porque a política de preços dela é alta demais.

      1. Venha pra Fluke. Usa a infraestrutura da vivo e possui pacotes muito mais baratos e flexíveis.

        1. Grato pela indicação. O problema é que estou a pouco tempo nos Correios e migrar creio que seria meio preju.

          Pelo menos pago 20 a 25 $ por mês e me atende bem.

          1. Qual rede os correios utilizam. Uso a Oi atualmente porque a vivo não finciona onde trabalho, mas ela vai deixar de existir já já. A mais barata pré paga até então é a TIM, dos que eu pesquisei.

          2. A Correios usa rede TIM.

            Dependendo, avalie se seu número vai portar para alguma rede antes, pois parece que a Oi vai ser dividida.

        2. Não conhecia essa Fluke, mas já curti os preços/planos! Estou com um plano de 25 GB (20 GB promocionais + 5 GB de franquia) na TIM por R$ 60,99, mas minha fidelidade só encerra em dez±. Contratei pensando que a flexibilização da pandemia aumentaria meu consumo de dados móveis, mas tenho usado, em média, uns 3 GB – sendo o Spotify o maior “culpado”. O de R$ 29,99 já me atenderia bem, e já me faria economizar bastante.

          Como está sendo sua experiência com a Fluke? Há quanto tempo é cliente? Tenho um pouco de receio dessas operadoras mais pequenas, pois vivi um pesadelo com a Veek quando suspenderam os serviços há alguns anos.

          Quero mudar de operadora, mas o valor nem é o principal motivo: meu plano/cadastro está com um erro patético na TIM que me confunde com um cliente pré-pago. Recebo diariamente uns cinco pop-ups – daqueles “importantes”, que “sequestram” a tela –, informando que cancelarão meu número por ausência de recarga “conforme regulamentação Anatel”. Tenho um protocolo registrado no ReclameAqui, em que a representante da TIM assume ser um erro da operadora, e que já havia sido “solucionado”, mas as mensagens persistem e cada vez com maior frequência.

          Já nem corro atrás, mais. Torço diariamente para acordar com meu número cancelado só para processar essa operadora ridícula.

          1. Tem sido tranquilo, mas aínda tô no segundo mês. Tinha Oi e durante 4 anos bastava eu colocar 15 reais mensais pra ter 3GB de dados… Aí mudaram o plano e migrei pra Fluke. Ganhei cobertura de sinal e economia, pois já vou alterar o plano na próxima recarga pra colocar só um pacote de uns 1,5GB de dados.

          2. o que acha do vivo easy? coloquei 100gb de internet há mais de um ano e até agora não acabou, e o consumo mensal atual está em 20 reais e a perspectiva é diminuir ainda mais.

      1. Verdade, nem da segunda empresa com o maior valor do mundo, e com mais dinheiro em caixa que muitos países (ou talvez justamente por isso), deveríamos esperar algo diferente.

        1. Empresa serve pra lucrar. Qualque preocupação com profissionais e tudo mais sempre está abaixo da prioridade, simples assim.

  7. Boa tarde!
    Eu estou procurando um headset para FPS, jogo bastante Valorant. Alguém tem alguma recomendação? Eu estou usando o do Fallenzão por enquanto.
    Obrigado!

  8. Preciso de uma ajuda/tirar uma dúvida. Sou um pouco leigo no assunto mas estou com o wifi muito ruim em algumas áreas da minha casa mesmo assinando a Vivo Fibra de 300mb. Nas proximidades do modem (sala e cozinha) a internet funciona super bem, tanto nas redes 2G quanto 5G, seja pra streaming, vídeo chamadas, jogar online, etc. Entretanto, quando vou para os quartos, o sinal fica tão ruim ao ponto de eu desligar o wifi e usar o 4G do celular.

    Meu modem é o padrão da Vivo Fibra que vem com o plano da operadora, destes sem antena. Me falaram que eu deveria colocar um modem melhor, então resgatei um modem antigo da Apple (Airport express 2a geração) que tinha guardado na gaveta, usei ele como um roteador e criei uma outra rede na casa. Problemas continuaram. Depois me disseram que a solução seria comprar um repetidor e por próximo das áreas de sombra, comprei um TP-Link desses plug and play (TP-Link TL-WA850RE) e melhorou um pouco, mas continua ruim. Resumo: estou com 4 redes wi-fi na casa (5G e 2G padrão da Vivo + roteador AirPort Express + repetidor TP-Link) e o sinal continua ruim em todos eles quando acesso dos quartos.

    Agora me sugeriram trocar isso tudo por um sistema Wi-Fi Deco E3 Mesh AC1200, da TP-Link. Confesso que estou bem perdido e sem saber como solucionar. Qual a opinião de vocês? Qual solução poderia tentar para resolver este problema?

    1. Eu recomendaria justamente o sistema mesh!

      Comprei um para o apartamento novo e ainda não usei (me mudo em agosto), mas sempre ouvi opiniões muito boas sobre o sistema. Comprei um kit com 2 Deco M4 para atender um apartamento de 70m2.

    2. Mesh, sem dúvidas.
      Tentei de tudo, repetidor, roteador com função de repetidor… Nada dava jeito.
      Comprei um kit com 2 Twibis da Intelbras e é praticamente ligar e ser feliz.
      Muito mais estável e mantendo quase a velocidade total do plano.

    3. Se quer algo mais prático, plug and play, um sistema mesh encaixará bem.
      Esses repetidores que comprou tem bastantes contras.
      Hoje em dia os Deco M5 (ou mesmo M4) são muito elogiados. Um kit com 3 está por volta de R$ 1.000,00.

    4. No seu caso eu só consigo ver 2 soluções:

      Ou conectar ambos os roteadores com o cabo, ou então rede mesh.

      Em casa escolhi o cabo, o roteador da Net/Claro na sala, um cabo até o escritório, e um roteador TP-Link gigabit (um archer aí q não lembro qual o modelo).

      Uso o mesmo nome de rede em ambos os roteadores, apenas uso um canal diferente para cada rede e funciona bem o handoff. Fiz questão do cabo pois no escritório fica o Desktop e queria ter a estabilidade do cabo, fora que minha placa mãe não tem wifi embutido e não quis comprar uma externa.

      Eu daria preferência ao cabo, se for viável. Se ficar inviável, aí recomendo a solução Mesh.

      Fora isso, tudo que já testei em casa nunca funcionou direito. O repetidor a velocidade caía pra perto de 10% da velocidade do roteador principal.

  9. Pessoal, uma pergunta simples mas de respostas geralmente complicadas.
    Qual o melhor sistema operacional entre as smartvs no mercado atualmente?
    Ou não tem jeito e o negócio é sempre apelar pros FireTV da vida?

    1. Eu sou do time Android TV porque é mais difícil dos app perderem o suporte como acontece nos outros SOs. Mas, em usabilidade, gosto bastante do WebOS da LG.

      1. concordo com vc

        tenho um roku que não pega star+, aí pensei em ir pro fire stick, mas esse não funciona o globoplay

        1. Mesma situação aqui. Acabei de comprar o Roku e dancei no Star+.

    2. Bom, melhor é um termo meio complicado, eu diria pra você ver os comparativos em algum site de reviews. Cada um tem seus prós e contras, mas todos cumprem seus objetivos. Aqui em casa eu tenho um Fire Stick e uma TV LG com webOS, e na casa dos meus pais tem um Mi TV com Android TV. A princípio eu diria que o Android é melhor por ter compatibilidade com mais apps, mas o Fire TV tem a integração com a Alexa. E o webOS da LG não tem assistente, mas não deixa a desejar nos apps, a ponto de eu não precisar me incomodar de colocar outro stick nele pra substituir.

      1. Eu tenho uma LG com WebOS e na TV tem 3 assistentes: LG (que eu acho que é um Google Assistant customizado), o Google Assistant e a Alexa.
        Em termos de apps e atualizações, creio que Android TV tem mais suporte e vida útil, em seguida tem WebOS e Tizen.

        1. Acho que minha TV LG é um pouco mais antiga, deve ser uma versão do webOS mais desatualizada (porém tem os apps mais recentes). Lembro que tem uma versão cujo controle remoto é um apontador na TV (estilo o controle do Wii). A minha não é dessas.

          1. Pode ser isso. A minha é uma LG 50UM7500PSB lançada em 2019 com WebOS 4.5. Tem 3 assistentes de voz e controle remoto Magic Remote que é estilo o controle do Wii. As TVs LG de 2021 já estão no WebOS 6.0.
            Como sempre as fabricantes deixam de atualizar as TVs que saíram de linha para fazer a gente comprar os novos lançamentos, ainda bem que tem dongles usb para ajudar a manter nossas TVs modernas por mais tempo.

    3. Há alguns anos comprei uma LG por conta do webOS. Gostava muito e considerava muito mais intuitivo que os sistemas embarcados em outras marcas.
      As versões mais recentes que utilizei, entretanto, já não achei uma navegação tão boa como antigamente.
      Acho que inevitavelmente todas irão migrar para algum sistema terceirizado (a maior parte para AndroidTV/Google TV).
      Aqui, as LGs já estão usando o FireTV mesmo. Acho muito mais fluído e simples que o sistema da Mi Box, por exemplo.

      1. Complementando: Embora ache os webOS mais complicados, ainda acho melhores que o Tizen das Samsungs. O Tizen é rápido. Mas acho com uma navegação confusa. Meus pais mesmo não se dão bem nem um pouco com ele.

    4. Com o advento dos Fire TV, Mi stick, chromecast, eu olharia apenas pra qualidade de imagem, tecnologia do painel etc, e usaria o sistema da própria TV até ele pedir penico (como é o caso da minha LG de 2013, que uso um chromecast)

      Depois disso, gostei bastante do android tv e a facilidade de instalar apks. Usei uma tv da Philco, acho, e era bom. Complicado que aí só tem em tvs que não são LG ou Samsung. Acho que no Brasil Philco e TCL.

      Tb já usei da Samsung e é ok. Ela cumpre, mas fica dependente de existir app pro sistema operacional. Algo mais de nicho talvez não tenha.

      Se for adquirir um “stick”, daria preferência ao da Xiaomi ou Chromecast, pois o da xiaomi é android e difícil não ter algo pra ele, e o Chromecast quase tudo tem suporte ao Chromecast (menos apple tv +)

      1. Android tv que é possível instalar o YouTube nextv que c bloqueia propaganda do YouTube. impossível usar sem, e não vou pagar o Google nem f*

    5. Aqui em casa tenho um Roku no quarto e um GoogleTV (Realme TV Stick 4K) na sala, prefiro esse último por ter todos os aplicativos de streamings que assino, por ser fácil instalar APK, e pela própria interface que também considero mais agradável. Mas o Roku não é ruim, só é uma pena não ter todos os aplicativos de streamings.

      Também tenho um WebOS antigo, e como já faz uns anos que não atualiza então nem vou entrar em detalhes.

    6. dentre os android tv qual o melhor?
      mi stick x realme stick x googletv?

  10. Semana passada perguntei no PL se já valia a pena atualizar pro Windows 11.

    Um tempinho depois das respostas, respirei fundo, cliquei no botão de atualizar… E voltei pro Win10 no dia seguinte.

    Logo de cara, me deparei com os mesmos bugs que me deram raiva no lançamento, com problemas de lentidão e de vídeo (e meu note é um Ryzen 7, em teoria, um processador que roda tudo tranquilamente), além das “melhorias” de funcionalidade questionáveis cujos feedbacks de mudanças bombam no Insider desde o day one, como dificultar mais ainda a conexão com dispositivos bluetooth, logo a função que eu mais uso no W10.

    Pelo visto vou ter que incluir o Windows 11 no meu ciclo de distrohopping que faço com o Linux: Surto, saio do Windows, testo umas 3 ou 4 distros e volto pro Windows.

    Saudade do que eu ainda não vivi com o Windows 12.

    1. Já foi-se o tempo em que eu era entusiasta do Windows e corria pra atualizar logo no mesmo dia pra ver as novidades do sistema. Hoje eu estou feliz com meu Windows 10 aqui funcionando perfeitamente e sem pressa de atualizar. Acho que só vou migrar pro Windows 11 quando a Microsoft tirar os requisitos de compatibilidade do sistema (o que acho que não vá acontecer) ou quando comprar um notebook novo compatível com o Windows 11 (o que espero que demore a acontecer, pois meu notebook atual de 2013 com SSD ainda me atende).

      1. Desde que conheci o Windows LTSC, meu entusiasmo de acompanhar os lançamentos do Windows (ou, como alguns amigos chamam, de “coragem”) também acabou. Prefiro mil vezes a estabilidade do LTSC, com apenas atualizações de correções e de segurança.

        Só encararei um “upgrade” quando o suporte para o LTSC 2021 acabar (que, infelizmente, reduziram para 5 anos ao invés dos 10 anos das versões anteriores).

        Até o ano passado, estava com o LTSB 2016 (baseado na versão no Anniversary Update [1607]), e só atualizei para o 2021 (21H2) quando alguns jogos recém-lançados passaram a exigir versões mais recentes.

        1. O problema do Long Term é que é voltado para Workstations/Empresas, Insiders, ou “yar hars”.

          A Microsoft poderia fazer um esquema de “Long Term” para usuários comuns, mas acho que é mais fácil sempre ter a desculpa de atualizar o sistema (pois assim a MS pode tirar e desativar hacks colocados na instalação anterior).

        2. Você conseguiu o LTSC oficialmente? Estou há algum tempo buscando isso e não faço a mínima ideia de como conseguir.

          1. Mais ou menos…. Explicarei:

            1. Existia uma forma de comprar o LTSC oficialmente (se você procurar, encontrará até tutorial no reddit) como usuário final sem vínculo à uma empresa, que envolvia uma plataforma específica (e desconhecida, aparentemente) da Microsoft. Infelizmente, essa plataforma foi substituída/descontinuada recentemente. A única maneira, agora, de comprá-lo oficialmente é estando vinculado ao Dreamspark (normalmente oferecido por instituições como a FATEC) ou sendo uma empresa, assinando um pacote anual de 400€.

            2. Existe, porém, uma forma de licenciar o Windows (qualquer versão, incluindo a LTSC) de maneira legítima com chaves KMS genéricas, disponibilizadas pela própria Microsoft em documentações à fora. São três comandos no próprio CMD/PowerShell e sua cópia estará licenciada, sem o uso de ferramentas externas. Se você procurar no GitHub por “KMS Setup” ou algo similar, encontrará tutoriais explicando melhor. Não divulgarei links, pois, a depender da perspectiva dos demais, poderia-se engradar em “pirataria”, pois “infringe” os termos de serviço e uso propostos pela Microsoft para tal funcionalidade – o que eu discordo, já que tal documentação é pública e oficial (incluindo tais chaves citadas), mas evitarei dor de cabeça ao Ghedin.

            Você só teria que encontrar, portanto, um link para o download da .ISO (na época de lançamento, vazou um link oficial da própria Microsoft). Se procurar pela SHA256 (que também encontra fácil no reddit) no Google, encontrará outros locais com a mesma .ISO para download (eu, mesmo, baixei no lançamento, e salvei na nuvem).

            Sei que é um pouco vago, mas, se tiver realmente interesse em usar o LTSC, este é o único caminho possível. Quaisquer outras lojas que vendam chaves avulsas do LTSC são tão “shady” quanto este método, pois com certeza foram obtidas de maneiras ilegítimas e violam os ToS ao serem comercializadas.

            E tenha em mente que o Windows passou a ser oferecido como um serviço com o lançamento do Windows 10; isso significa que é perfeitamente cabível usá-lo sem licença e com todas* as funcionalidades.

            Espero ter ajudado aí em tua missão, e tenha um ótimo domingo!

            *Algumas opções de personalização, como cores e temas, ficam bloqueadas até sua ativação (que, para muitos, será indiferente).

    2. Tenho visto muuuita gente relatando a mesma história. É estranho. Parece que o sistema definitivamente não engrenou. Vai ganhar um Gravador de Som repaginado agora… E ainda estão trabalhando em funções que foram *retiradas* do menu Iniciar. Estamos andando para frente mesmo?

    3. Eu atualizei para o Windows 11 e concordo contigo, o Windows 10 é bem melhor e estável de usar. Sinto falta de opções que ainda não adicionaram no Win11 ou talvez nunca adicionem como arrastar aplicativos para a barra de tarefas.

      1. Estou pensando seriamente em usar uma distro Linux. Possivelmente o Xubuntu (que usa a interface XFCE)

        Coloquei em um pendrive pra testar e eu me impressionei com a rapidez do sistema. Tu quer abrir alguma coisa nele, um ou dois cliques, abre em poucos segundos. É como se tu usasse o Windows XP em um PC de 4GB de RAM em 2008.

        Fora que tu pode criar temas para o Xfce e poder customizar o sistema de verdade. (Basicamente são imagens PNG, vetores SVG e um formato próprio de imagem que é o XPM e arquivos CSS)

    4. Já comentei outras vezes: não sei como o Panos Panay promete tanto e entrega tão pouco, mas continua a frente do Windows e Surface. Na melhor das hipóteses, as coisas andam de lado….na pior nem existem (e.g. as quarentas versões de Windows alternativas que morrem e nascem como serviços de chat do Google).

    5. eu atualizei o note da empresa para W11, e achei muito ruim porque diminuíram ainda mais as possibilidades de customização no visual

      fiquei fuçando na internet, e instalei uma coisas que deixaram a interface praticamente igual ao W10, especialmente: barra de tarefas na borda superior, e explorer idêntico ao do W10

  11. Viram a noticia que a compra do twitter foi paralizada por conta da quantidade de perfis falsos no twitter?

    Alguém além de mim ficou feliz por essa compra ter sido potencialmente melada por causa dos perfis fakes da direita/bolsonaro? :)

    1. Sim, mas duvido muito (muito mesmo) que Musk esteja falando sério. O problema de robôs e mesmo esse percentual divulgado pela Reuters já eram conhecidos.

      De duas, uma: ou Musk está querendo pular fora do acordo, ou está querendo negociar um valor mais baixo.

    2. ele lançou um caô/migué pra adiar, negociar ou cancelar a compra do Tweeter.
      O golpe esta aí, cai quem quer!

    3. Quem nunca fez uma comprinha por impulso e se arrependeu depois, né?

      1. Para quem quiser entender melhor, recomendo seguir no Twitter o professor de Economia Rodrigo Zeidan (@RodZeidan). Em 26 de Abril ele fez um fio sobre a possibilidade do Musk de não comprar o Twitter.
        Segundo Zeidan, Musk tem que pagar U$1 bi pra desfazer o negócio e ele já perdeu mais q isso na queda das ações da Tesla. Assim provavelmente vai ter q vender parte grande das sua participação na empresa. Mais detalhes aqui:
        https://twitter.com/RodZeidan/status/1519136593210376194

    4. para mim parece que ele tá fazendo de tudo pra pagar ainda menos pela plataforma.

    5. Já tem uma galera falando que o Elon fez todo um esquema para vender ações da Tesla e recompra-las por um preço menor. Rico fica ainda mais rico.

  12. às vezes quando estou fazendo algumas partes específicas da faxina em casa lembro exatamente de trechos igualmente específicos de podcasts que ouvi em outras ocasiões de faxina — naquele mesmo ponto da casa ou naquela mesma etapa da faxina

    acontece o mesmo com vocês?

    é a “memória auditiva faxinal”

    :)

    1. Acontece sempre!
      Também em tarefas específicas como cuidar do jardim, aguar as plantas, limpar o aquário, etc. ou quando vou correr e passo por trechos específicos da cidade.
      Muitas vezes lembro de podcasts de uns 5 anos atrás ou mais até junto com um saudosismo bom de algo daquele período.

    2. clássico deja-vu. Acontece direto ouvindo podcast no transporte

    3. É quase uma técnica mnemônica. Tipo quando se está estudando, as musiquinhas de vestibular são uns clássicos. Em termos de quantidade as músicas são maiores do que o que se quer memorizar, mas de uma forma mais palatável ao nosso cérebro. E mesmo tendo passado já mais de 20 anos que eu saí do ensino médio, ainda lembro que “Foram Clamados Bravos Índios Ateus”

    4. Hoje aconteceu do dia inteiro me soar que tive um deja vú do dia (ou de várias partes do dia), e não teve música relacionada, mas sim mais as sensações de algum sonho antigo (ou nem tanto).

      Eu geralmente trabalho muito as memórias mais indo nos lugares que eu morei quando criança. Direta ou indiretamente consigo me lembrar bem dos lugares, mas não mais de certas situações (traumas infantis devido a ansiedade, e talvez um TDAH não tratado que ainda nem sei se tenho oficialmente :p ).

      Até os 25 anos até que me lembrava bem de situações entre a infância e a idade. 25 anos foi a época que namorei (e terminamos). Meio que desde então tenho problemas para guardar na memória certas situações (fujo de guardar, tento não lembrar).

  13. Olá. Pesquisando serviços de armazenamento em nuvem p minha empresa descobri que existe um dispositivo de armazenamento chamado My Cloud. Mas não encontrei muitas informações além de modelos e preços. Alguém pode indicar uma leitura? Ou um usuário que possa compartilhar informações? Muito grata!

      1. Cuidado que teve muitos problemas com a WD. FOI COM SOFTWARE QUE NÃO ERA MAIS ATUALIZADO, vale lembrar, só que sempre fica aquele pé atrás.

      1. Oi Léo! Vou olhar as marcas que vc sugeriu. Obrigada pela dica :)

      2. o Synalogy ainda roda docker, dá pra fazer algumas coisas com ele, como hospedar um homeassistante ou vaultwarden (bitwarden), por exemplo

    1. Uma alternativa também, dependendo da sua disposição é fazer um NAS caseiro… Um RaspberryPi 4 + HDs funciona, ou até mesmo um notebook mais antigo.

      Se você combinar o OpenMediaVault, com OpenVPN, DuckDNS, Nginx Proxy Manager e o ownCloud rola perfeitamente. E pode parecer complicado, mas não é muito.

      1. Pra mim parece complicado sim. Não é a minha area. Mas conheço quem possa descomplicar. Ajudou demais. Obrigada pela dica.

        1. Haha, entendo perfeitamente. Não é minha área também, consegui fazer só com um dia dedicado e vários vídeos no Youtube. Mas se você conseguir essa ajuda vai simplificar e baratear bastante pra você. Hoje eu tenho um site hospedado num notebook, um serviço de nuvem e meus torrents tudo acessível por um domínio específico. Super prático.

      2. Tem alguns meses que eu penso em implantar um NAS com RAID redundante aqui em casa, mas sempre me fica a dúvida sobre “o que fazer quando o equipamento pifar?”. Quando 1 dos 2 HDs pifar eu troco o HD, mas e quando o NAS pifar?
        Ja ouvi quem diga que basta ligar os discos em um NAS igual, mas e se o modelo não estiver miss disponível? Há quem diga que eu posso ligar em qq computador , mas ha quem diga que não é bem assim…
        O que eu tenho percebido é que um RAID linux (rasp.pi) é uma melhor opção, pq tenho certeza que consigo ligar em outro linux e acessar os dados ou recriar o serviço de NAS.

        1. Olha, acho que isso é um preocupação interessante que nunca tinha pensado. Acho que existem soluções pra isso caso o NAS pare de funcionar, talvez existam softwares de recuperação. Mas sem dúvidas um raspberry ou qualquer linux (gosto do Debian pra essas coisas) funciona bem melhor por essa questão de compatibilidade.

  14. Alguma recomendação boa de estação de rádio de rock, folk, jazz e indie? Tenho escutado o Folk Foward da Soma FM e o KEXP, mas tava querendo diversificar um pouco mais.

    1. Eu alterno entre a KEXP e o programa do Iggy Pop na BBC 6. É bem eclético, tenho descoberto muita coisa boa por lá. Sugiro também o Vida Fodona, do Alexandre Matias e o podcast ABFP, do pessoal que tinha o programa de rádio Garagem. Também é bem diversificado, muito mais do que o Garagem, que focava mais em rock alternativo. Você pode ouvir os episódios que têm as músicas e entrevistas ou, se quiser só ouvir as músicas, têm uma playlist do podcast no Spotify.

  15. Estou pensando em fazer iniciação científica, e o maior congresso da minha área é a Intercom. Eu vou falar com mais detalhes com o meu professor e possível orientador também.

    Uma coisa, é normal ter um bilhão de ideias sobre o que fazer? Como afunilar os tópicos a serem abordados?

    Ah, e outra, eu vou tentar fazer tudo isso com Markdown. Vamos ver se é possível.

    1. Cada área, cada disciplina é uma coisa. Tem coisa que é melhor ouvir seu orientador primeiro.
      Mas uma dica que eu posso dar e que vai além do que normalmente se ensina em metodologia científica é o conceito de Zettelkasten – não nada “anti-acadêmico”, pelo contrário, é um método de organizar as ideias e anotações de um jeito que faz qualquer pesquisa fluir e torna muito mais fácil ter controle das leituras, citações, abnt, etc. O que muda é a importância dada às anotações e a organização.
      É legal para você pois é um método que não limita a pesquisa e tira partido deste um bilhão de ideias que você tem.
      Tem muita gente falando sobre isso em youtube, blogs etc, mas um livro ótimo que ensina isso muito bem (e que acho que é o original que espalhou isso pelo mundo) é o “How to Take Smart Notes: One Simple Technique to Boost Writing, Learning and Thinking – for Students, Academics and Nonfiction Book Writers” do Sönke Ahrens. Infelizmente só tem em inglês (acho que tem em espanhol também). Qualquer coisa dá para achar na zlibrary (outra dica boa para qualquer pesquisa ;) ).
      Gostaria de saber destas coisas quando estava na faculdade.

      1. Cheguei no Zettelkasten recentemente. É uma coisa meio aquele emoji de explodir a cabeça!
        Enfim, dali cheguei no Obsidian, que é a ferramenta em si. Ainda tentando me encontrar, mas parece ter um potencial gigantesco!

    2. todo trabalho de pesquisa começa bastante aberto e vai afunilando — pesquisadores maduros são justamente aqueles que conseguem delimitar um problema de pesquisa de forma a formatar um projeto precisamente adequado para seu enfrentamento

      começar com interesses múltiplos é normal e faz parte do amadurecimento como pesquisador ir diferenciando a escala e escopo dos problemas de pesquisa com o tempo

      de qualquer forma, uma IC é apenas “o primeiro” trabalho acadêmico da sua vida (ou um dos primeiros) — então não precisa se preocupar em abarcar tudo o que for do seu interesse, você ainda terá muitas outras oportunidades de pesquisa (mestrado, doutorado e eventualmente vários pós-docs)

    3. nao há como fazer pesquisa no sul global sem scihub e libgen, a xerox da faculdade da internet

      Obsidian usa markdown, ja deram a dica do método Zettelkasten.

      1. Sim, são tão bons que não sei como ainda estão online. Que o diga Aaron Swartz, que foi inclusive um dos criadores do markdown.

    4. Tet, normalmente os trabalhos acadêmicos (IC/mestrado/doutorado/pós-doc) estão subordinados a um grupo de pesquisa ao qual seu orientador pertence. A maneira com que eles se relacionam a um tema central ou trabalho de longo prazo varia de grupo para grupo, mas em linhas gerais os pesquisadores realizam frações de um trabalho maior.

      Os ICs que eu acompanhei participaram de pesquisas com doutorandos, realizando levantamentos, mapeamentos, assimilando parte do método científico no processo e publicando seus resultados. Eles também participaram das discussões com todos os outros pesquisadores, que envolvem o estudo de uma literatura comum (que varia conforme o grupo de pesquisa), a discussão dos projetos de pesquisa (e a maneira com que eles se relacionam entre si) e questões organizacionais do grupo.

      Esse primeiro contato além de servir como introdução ao método científico, possibilita que o aluno possa refinar seu projeto de pesquisa para o mestrado, adequando-o à literatura de referência e aos objetivos do grupo.

      É normal ter muitas ideias nessa etapa e uma boa conversa com o seu orientador irá servir para acomodá-las.

    5. i) você precisa ter dinheiro pra IC. A bolsa não paga as suas obrigações. E elas estão escassas.
      ii) um bom momento onde você vê se o seu projeto de pesquisa está na direção certa é no salão de IC da sua faculdade. Aqui na UFRGS (e outras do RS, por isso acredito que seja comum no país inteiro) você apresenta para uma banca de professores da área correlata à sua pesquisa. A banca faz as perguntas que você nunca pensou hahaha
      iii) tenha em mente que isso vai consumir muito do seu dia-a-dia da universidade e fora dela. Pesquisa é uma erro-e-acerto o tempo todo. Eu passava 4h estudando e mais 4h~5h dentro da sala do grupo de pesquisa. Todos os dias. AWS me salvou de ter de ir nos sábados pra UFRGS =D
      iv) scihub é seu amigo
      v) Dá pra fazer tudo em MK, Latex e até word, se você quiser. A maioria das apresentações vão ter algum tipo de poster (virtual) onde você vai ter que resumir o resumo da sua pesquisa. Pense sempre em formatos que você possa rodar em qualquer local sem perder a formatação, contudo.
      vi) peça a Deus para Lula voltar, senão a pesquisa que já é pouca vai morrer de vez.

  16. Aproveitando essa reflexão sobre a praticidade de ícones monocromáticos. Há um senso comum entre leigos de design (eu incluso), que uma UI gráfica boa é funcional. No caso, que um grid de ícones facilite diferenciar os aplicativos.

    Mas não é simples assim né?

    Não é incomum ver entusiastas usarem ícones monocromáticos e launchers “tipográficos”, tipo os menus do saudoso Windows Phone. Objetivamente não é melhor em termos de funcionalidade, mas fica muito legal de olhar e normalmente a gente decora a posição dos ícones. Por que consistência importa tanto para alguns usuários?

    Na área de TI, normal algumas pessoas serem muito apegada as ferramentas (SO, DE, IDE, teclado, linguagens, etc…) e — até pela natureza da profissão — procuram dar argumentos baseados em eficiência/eficácia. Mas até pelo nível de polêmica, é óbvio que simplesmente tem algo intangível em muitas dessas escolhas.

    Prefiro trackpad a mouse pelos gestos e inércia, apesar de ter certeza que sou mais rápido com segundo. É importante para mim algo ser “premium”, mesmo que não agregue nada (ou até piore), tiro mais fotos porque gosto de sentir minha câmera na mão. Gosto de usar atalhos, porque ficar alternando entre mouse/teclado me desagrada…mas não o suficiente para preferir usar vim ou tilling.

    Enfim, só pensando que normalmente pessoas tem fortes opiniões sobre design e tentam definir em termos de um problema de “otimização de funcionalidade”, mas me parece bem mais sutil a questão.

    1. Sim, também acho que muitas opiniões que criamos de algo ser mais eficiente não leva em consideração o nosso hábito ou cultura. Existe uma afirmação que fontes serifadas – tipo a Times New Roman – são mais legíveis para textos longos e um dos fatores que influenciam essa opinião é que elas se tornaram um certo padrão para livros impressos, e como um dos pontos da legibilidade se baseia no reconhecimento das letras e por lermos tantos textos com fontes serifadas o próprio hábito reforça o desempenho delas.

    2. Ainda não li a matéria do Ghedin, mas engraçado que você menciona os ícones monocromáticos e na mesma hora me vem uma lembrança desagradável pelo outro lado, que são os “novos” ícones do Google, aqueles todos com as cores todas do próprio Google.
      Até hoje me pego errando várias vezes o aplicativo para onde quero ir. Não sei vocês, mas preferia um milhão de vezes a identidade visual anterior, com cada um com uma identidade (e principalmente uma cor – ou cores) definida.

  17. Alguém indica um app de gravação de áudio para Android? Vou precisar gravar uma reunião de umas horas de duração. Minha ideia é conectar o celular diretamente à saída de fone de ouvido da mesa de som, usando uma interface USB externa.
    Testei com o gravador de voz que vem no aparelho e funciona. A qualidade não é excepcional, mas só preciso que o áudio seja compreensível ao final.
    Gostaria de algo que me mostrasse o nível de áudio durante a gravação, para que o volume possa ser ajustado de modo a evitar que a gravação estoure. E claro, um aplicativo que seja estável e não feche sozinho durante a gravação.

    1. Eu tenho usado ocasionalmente o Simple Voice Recorder do Simple Mobile Tools.

      Dá pra achar no F-Droid ou na Google Play.

    2. Lexis Audio Editor.
      Grava e ainda tem ferramentas básicas de edição.

  18. Alguma recomendação de mp3 players baratinho para usar na academia? Nem sei se ainda existe algum sendo vendido de relativa boa qualidade e queria depender menos do celular enquanto me exercito. Até pensei em algum iPod antigo, mas nem sei onde posso encontrar algum funcionando direito – ainda mais com essa morte decretada pela Apple, aposto que vão querer cobrar bem mais pelos usados.

    1. Eu queria um pras minhas caminhadas que aceitasse meu fone bluetooth, nas minhas pesquisas acabei achando o Ruizu X50.

      Ele tem 8gb de memória interna e aceita cartão de memória tbm, além de radio fm.
      Tem no Aliexpress, mas o dolar tava bem caro aí eu não achei que ia compensar a espera extra, então comprei no mercado livre. Não sei se agora que o dolar caiu um pouco se ainda compensa.

      1. Bacana, vi alguns modelos dessa marca e parece ser de boa qualidade mesmo (comparado a outros da mesma faixa de preço). Funciona direitinho mesmo com o bluetooth?

        1. eu uso um fone da jbl sem fio e funciona muito bem, o mp3 tem bluetooth 4 então o alcance tbm é bacana.
          O rádio fm que eu achei que fica melhor usando um fone com fio.

    2. Não serviria um celular antigo que você ou algum parente não usa mais? Como seria exclusivo para isso, 8GB de memória seria mais do que suficiente, caberia aplicativos de streaming de música, e o aparelho ainda serviria de “celular do ladrão”.

      Sei lá, pode ser só impressão minha, mas esse lance de MP3 onde você tem que baixar as músicas separadamente e colocar no player via cabo USB me parece tão… 2009.

      1. Ter algo separado, além da nostalgia, é tipo mais prático pois dependendo do equipamento, é bateria a parte (que dura mais em um dia), é fone a parte… Acho que um celular no lugar do MP3 interessante, mas ocupa mais espaço no bolso. Um mp3 geralmente é entre metade a 1/4 de um celular normal de 5″.

  19. O Google I/O lançou tanta coisa, o que vocês mais gostaram e porque?

    1. Tanta coisa, e nada significativo, até onde vi. Esse ecossistema de hardware do Google é fraco, para dizer o mínimo. Relógio bonito, mas… né, a gente sabe como terminam os gadgets e a maioria dos projetos do Google.

      1. No mesmo cantinho onde o Google Reader foi “guardado” para sempre. Rsrs

    2. Nada. Tudo coisa que já tinha “vazado” ou pequenas melhorias no que já estava bom. O que, por um lado, é uma coisa boa, porque reforça a consolidação e solidez do Android como sistema operacional atualmente.

    3. O Flutter 3.0 e o foco em vários sistemas operacionais. Mas sou designer, posso ter visto ali coisas que não são grandes avanços! Hehe

  20. Seguindo o colega, indicações de jogos casuais para android? Nada que pertube a cabeça, aqueles esporádicos que reconforta e deixam passar o tempo. Sei que tem centenas, por isso estou pedindo indicações dos seus favoritos.

    1. Joguei no iOS, mas o “What the Golf?” é um dos meus jogos favoritos. É bonitinho e fluído, e cada nível te surpreende com alguma ideia doida, que te deixa com um sorriso no canto da boca.

      1. Vi boas recomendações porém tem pra tudo, tudo mesmo, exceto Android.

        Plataformas: Nintendo Switch, Apple Arcade, iOS, Microsoft Windows, Linux, Mac OS

        Quase tem pra Symbian kkkk

    2. Tenho três, todos eles gratuitos e sem propagandas: Sliding Seas, é um clássico match-3, só que numa temática de resgatar sobreviventes de naufrágio no mar — apesar de parecer um tema meio “negativo”, o jogo é bem fofinho.

      PixelPuzzle, um jogo no estilo “nonogram” (tem vários nesse modelo para celular), onde você vai pintando os quadrados conforme as dicas de números nas linhas e colunas. Não exige muito esforço mental, eu diria que é comparável a Sudoku (ou até mais leve que isso).

      House Flipper, a versão do jogo de reformas domésticas para celulares. Por ser em 3D/primeira pessoa, os controles são um pouco mais complexos no celular, mas o jogo é simples. O ponto negativo é que conforme você vai avançando no jogo, ele vai exigindo comprar itens específicos pra cumprir as missões, e esses itens exigem dinheiro de verdade para desbloquear.

    3. hehehehehe [entrelaça os dedos das mãos e estica o braço com as palmas para fora estalando os dedos]

      Em ordem alfabética. Quanto mais * mais eu gosto!

      Alto’s Adventure *****
      Alto’s Odyssey *****
      Anomaly Series **
      Badland ****
      Botanicula **
      Canabalt **
      Contre Jour ***
      Downwell **
      Duet ****
      FOTONICA *
      GRIS ****
      Hook *
      I Love Hue ***
      KAMI 2 ****
      Leo’s Fortune *
      Limbo ***
      Little Inferno *
      Machinarium **
      Mini Metro **
      Monument Valley *****
      Monument Valley 2 *****
      Please, Don’t Touch Anything **
      Prune ***
      Reigns *****
      Reigns: Her Majesty *****
      rymdkapsel **
      Super Hexagon ******
      Threes! ****
      World of Goo ***

      1. Mini Metro é meu melhor companheiro em qualquer fila. Lista excelente.

    4. 1. Cell to singularity: idle e clique cheio de curiosidades e fatos científicos para você evoluir um universo desde a sopa primordial até um futuro imaginado. Tem áreas específicas para evoluir dinossauros e corpos celestes. Jogo há mais de ano e é sempre divertido voltar.
      2. Monument valley 1 e 2. Quebra-cabeça do Escher e é lindo.
      3. Polytopia: é Civilization com design Minecraft
      4. Plague Inc: War de doença.
      5. Rebel Inc, se vc quer tratar revoluções como uma pandemia
      6. Viridi: cuidar de suculentas
      7. Sonic 2
      8. Survive: quase text based, sobrevivência na selva (ou na montanha)
      9. Tiny room stories: mistério, escape point and click super dinâmico

      1. Lendo suas sugestões eu me lembrei de mais algumas.
        Survive me lembrou de Dark Echo, um jogo de suspense sonoro. Muito bom, assustador e com ótima imersão.

        Gostei muito de conhecer Viridi e o estúdio Ice Water Games. Vou ficar atento à essa galera!

    5. O Through the Ages tem versão pra celular. Gosto dele. Originalmente ele é um cardgame de civilização. Mas funciona bem na versão digital. É possível jogar online com pessoas de verdade tb.

      Eu e meus amigos as vezes fazemos partidas assíncronas. É bem divertido.

    6. Eu já puxei no F-Droid o Tower Jumper (Um jogo “sem fim” onde o objetivo é descer uma bola por entre vãos sem esbarrar em alguns lugares) e o SolitaireCG (um conjunto de jogos de “paciência” bem simples e leve – ultimamente jogo nele quando estou no trem ou com ataque de ansiedade).

  21. Qual o setup de vocês em relação ao uso de calçados dentro de casa?

    Aqui estou pensando em comprar um daqueles tapetes sanitizantes, além de colocar um banquinho pra facilitar a retirada dos mesmos, andar em casa apenas descalço ou de meia.

    1. Sempre achei um horror quem anda em casa com calçados que usou na rua.

    2. Aqui os sapatos ficam perto da porta de entrada. Entrou e já tira. Tem um banco que serve como sapateira tbm. :)

    3. Sempre sapatos na mão dentro de casa. Quando eu varria a casa, era por comodidade, com a pandemia por segurança sanitária. Agora que está passando tudo, por costume.

    4. Tenho uma estante de plástico aqui só pra colocar sapatos e um desinfetante spray (acredito que um spray de álcool líquido serviria da mesma forma). Antes de colocar na estante, sempre dou uma borrifada no solado, só pra diminuir os germes, e deixo na estante descansando e ventilando até o próximo uso.

    5. Temos uma sapateira em madeira, simples, na porta, para colocar os sapatos que usou no dia e eventualmente os sapatos são limpos e guardados.

      Em casa só havaianas que só usamos em casa ou descalço. Isso já funcionava assim antes da pandemia.

      Só não temos o banco pra sentar porque nossa porta fica no meio de um corredor, mas nos viramos bem.

  22. Eu quero me especializar em Diversidade, Equidade e Inclusão, mas não sei por onde começar na parte técnica.

    Alguma luz nisso?

    1. pode começar fazendo uma graduação nas áreas sociais (sociologia, antropologia, psico, assistência social)

  23. Nesta semana o Jason Kottke anunciou que fará um sabático de seis meses. Ele escreve o mesmo blog há 24 anos (!) e nunca havia feito algo do tipo. Nesse período, o site ficará parado. (Em outras ocasiões, quando ele se ausentou/tirou férias, deixou alguém no lugar postando.)

    O anúncio levou a algumas discussões do tipo “mas como ele teve burnout, se o trabalho é só navegar na internet e postar coisas legais?”

    Eu estou numa posição parecida. (Não acompanho de perto, mas acho que o Kottke é só curadoria, não tem conteúdo original nem de cunho jornalístico.) No Manual, vez ou outra fico um pouco desgastado, mas até hoje sempre foi um tipo de desgaste que passa com um fim de semana, feriado prolongado ou, no limite, com o recesso do fim do ano (~1 mês).

    1. As vezes me vejo na mesma situação, acho que independente da tarefa ser simples ou não uma hora ou outra a gente “enche o saco” ou coisa do tipo, nestas horas ter um sócio/colaborador/parceiro demonstra-se interessante
      e vez ou outra me vejo no dilema se devo mudar os rumos, arriscar mais, tentar algo novo, muito diferente ou não, ou mesmo fazer igual o Jason tirar um sabático, confesso que a ideia do sabático está cada vez mais presente, quero pegar o carro e rodar até Ushuaia demorando uns 3 ou 4 meses, já fiz este trajeto de moto mas em 30 dias, acho que preciso de uma dose maior.

    2. eu to me sentindo um pouco assim, mas sei que é por causa do período

      atualmente no trabalho estamos entregando ECD, que é algo que precisa de muita atenção, além estar fazendo trabalho extra de imposto de renda, tem minha pós, além do curso de tributos, por causa disso até deixei meu curso de programação de lado, mas mês que vem quando esse furacão passar pretendo estudar com calma e recuperar o tempo perdido.

    3. Acho que a gente que trabalha “por conta” tende a se cobrar demais pelas coisas que fazemos ou deixamos de fazer. Quando eu tinha o chefe me cobrando eu gastava boa parte da energia mental xingando ele mentalmente e não ficava tão estressado, mas agora que a cobrança só vem de mim mesmo, parece que me sinto mais desgastado.

      1. Acho também que quando você trabalha para você mesmo, deve ficar a sensação de que seu você trabalhar mais horas você vai ganhar mais. Fica mais difícil se desligar do trabalho. O que não acontece na maiorias dos empregos em que a gente “bate ponto”. Conseguimos nos deligar (ou deveríamos) por completo do trabalho.

  24. À pessoa maravilhosa que compartilhou sobre o UpNote num post livre passado, um beijão p’ro ‘cê. :*

    O Standard Notes já estava me cansando bastante, principalmente pela assinatura caríssima e funcionalidades “capadas” no plano Core. Comprei a assinatura vitalícia do UpNote e já transferi minhas anotações; o sistema de “notebooks”/pastas é infinitamente superior à hierarquia básica e frustrante de #tags do Standard Notes.

    O Standard Notes é um app mais polido; ainda percebo algumas engasgadas no UpNote (versão Windows) ou animações inconsistentes (ex.: alternar entre parágrafos com formatações diferentes às vezes demora para refletir na barra de ferramentas), mas a experiência das últimas semanas com o UpNote vem sendo algo que o Standard Notes nunca me proporcionou nos últimos dois anos que o usei.

    1. Acho legal ler essas experiências porque elas evidenciam padrões e exigências diferentes. Para mim, por exemplo, engasgadas em um aplicativo de anotações é algo inadmissível. É… texto puro, não tem argumento que me convença de que não é possível, no ano da graça de 2022, com computadores e celulares super poderosos, fazer um aplicativo de texto que não engasgue.

      (Faz algum tempo já, alterno entre o Editor de Texto — o Bloco de notas do macOS — e o Simplenote.)

      1. Eu usava o Notion no PC e celular e mudei pro Obsidian exatamente por esse motivo. O Notion engasga muito, por qualquer coisa. Eu sei, ele salva na nuvem e tal, mas é como se cada caractere que a gente digitasse viesse com um “Ctrl+S” embutido, porque, acho que só assim pra travar tanto. Mas foi bom, porque assim descobri o Obsidian e o Syncthing. Melhor dupla! ❤️

        1. Imagino que o Syncthing seja para sincronizadar o Obsidian entre os dispositivos, correto? É fácil configurar?

      2. Por muitos anos, usei hardware/aparelhos de entrada que me fizeram acostumar com lentidões, engasgadas/stutters etc. Até pouco tempo, estava com um iPhone 5s que ainda atendia perfeitamente ao meu uso. Mesmo hoje, com um iPhone 12 e um 9900K + RX 5600 XT, minha paciência é de outro nível.

        Em minha empresa, continuei usando um HDD como boot primário – mesmo já acostumado há anos com um NVMe (970 EVO Plus) em minha máquina pessoal –, até que o HDD morreu há dois meses, e só aí optei por substituí-lo por um 860 EVO (SSD SATA). Aliás, nessa máquina da empresa, continuo usando um i7-2600K – comprado da China quando nem se pensava em método de pagamento brasileiro nessas lojas.

        Sobre o editor de textos, o UpNote é um projeto extremamente recente, desenvolvido (aparentemente) por uma única pessoa, então as engasgadas (que não são tão frequentes como meu comentário anterior parece afirmar) não me incomodam nem um pouco – ainda mais que minhas anotações são monstruosamente longas (culpa das pós).

    2. Sou usuário do upnote.
      Uso ele no Linux e nao engasga. Nao faço ideia de como e no windows.
      Ja usei notion, evernote, onenote, apple notes, google keep, standardnote, simplenote. Enfim, quase todos.
      Foi o upnote que encerrou a minha fase de notehopping

    3. Me recomendaram Obsidian e é meu sonho de consumo porque se aproxima muito de um delírio enciclopédico

      1. Aproveita que o Obsidian é grátis e realiza esse sonho! Sabendo o básico de markdown você já pode começar a usá-lo. E ele vem com um arquivo de ajuda que basicamente é um arquivão feito no próprio Obsidian. É bem legal! Tem tutoriais no YouTube também de como usar e etc, caso seja necessário.
        Boa sorte no delírio enciclopédico! :D

  25. perguntei aqui outro dia sobe fones bluetooth que conectam em dois aparelhos e fui procurar mas não achei nos pesquisei falando que funciona em 2 pontos.

    então a minha dúvida é: conhecem fones bluetooth intra-auriculares multiponto, se possível com cancelamento de ruído e boa bateria? ah, custando no máximo 400 reais (se possível, menos)

    1. Talvez você tenha interesse em pesquisar lá no ifixit, para ver como é a dificuldade de reparo em caso de problemas, principalmente após a garantia, se tiver.

      Dentre os melhores nesse e outros quisitos, o Galaxy Buds Pro, Galaxy Buds, e antes um Sony.

      Descobri isso quando um Anker Soundcore fez 2 anos e a bateria de repente diminuiu muito. Contatei o suporte e a resposta, pelo tempo de vida, foi que não já não poderia ter suporte. Não quiseram sequer me oferecer alguma ajuda.

      Samsung, tem feito em determinadas épocas, com troca de linha de produtos, preços mais baixos. Além de poder se conseguir promoções, preços de Black Friday, etc. Eu consegui um Buds por menos de 400.Vi aqui um comentário de alguém que conseguiu um Pro na faixa de 350.

      1. Engraçado a Anker tem um equipamento que a bateria dura tão pouco, sendo que a Anker é bem conhecida pelos powerbanks…

        1. Tão, como é anormal as coisas darem problema.
          Uma análise de um TWS da Anker que abriram, está lá.
          Poderiam ter simulado alguma consideração, algo além de somente tentar me dispensar.
          Todavia, melhorou muito minha percepção da marca que, sempre que posso, externalizo.

    1. Aleluia!
      Por enquanto não veremos grandes novidades, mas, futuramente, é possível que melhore bastante a compatibilidade entre hardware e software com o envolvimento da comunidade. Literalmente o pessoal resolve sozinho (e de graça) os problemas que as fabricantes não resolvem.

    2. Minha postura em relação a Nvidia é de dúvida e desconfiança.
      O computador que uso hoje tem uma Nvidia+Intel e funciona muito bem com os drivers proprietários mas já decidi que, pra minha próxima máquina, Nvidia não será uma opção.

      *Se* este movimento atual da Nvidia se mostrar continuado e uma mudança de postura completa da empresa nesse aspecto talvez daqui a 10+ anos eu reconsidere.

  26. Faz um bom tempo que venho acompanhando o desenvolvimento do Fedora. Com o lançamento da versão 36, resolvi instalar em um de meus computadores a versão oficial com GNOME. Até então tá se mostrando bem estável e estou gostando bastante. Tá aí uma oportunidade de diversificar um pouco já que faz muitos anos que uso o Debian.

    1. Continuei no debian mas mudei para o testing (bookworm) e troquei o gnome pelo xmonad (catei um monte de coisa do git do distrotube para viabilizar rapidamente o uso do xmonad)
      To curtindo.

      1. Minha máquina principal roda o Testing. Cheguei a experimentar o Unstable, mas acho que o Testing já me atende bem. Quanto ao ambiente, ainda vou de GNOME.

    2. Usei Debian como desktop por muitos anos, depois testei vários, ficando no linux mint por mais tempo, até que encontrei o Arch Linux. De longe o melhor que já usei. Tem uma curva inicial de aprendizagem, mas depois que nos acostumamos é incrivelmente versátil e estável, mesmo sendo um rolling release. Sempre recomendo a quem tem mais experiência com Linux.

      1. Arch é tudo de bom. Já experimentei, mas meu lado Debian nunca me abandonou. Na verdade tenho três máquinas com Linux. A principal rodando Debian Testing juntamente com outro notebook. O Fedora ficou em outra e ao que parece, vai permanecer instalado um bom tempo. Sempre tive desejo de mander uma distro base RPM. Acho que o Fedora 36 chegou em um bom momento.

    3. Uso o Fedora desde a versão 32. Neste meio tempo cheguei até a olhar outras distribuições, mas foram aventuras bem breves e sempre retornei para o Fedora. Foi o que, efetivamente, “curou” o meu distrohopping. É atualizado o suficiente para eu ter as melhorias mais recentes, estável o suficiente para não me causar dores de cabeça e suportado o suficiente oficialmente para que eu não sinta falta de coisa alguma.

      Estou digitando isso aqui do meu ThinkPad rodando a versão 36 e o único bug chatinho é da rotação do cursor no Mutter quando uso duas telas (já solucionado por esse merge request).

      1. Instalei o Fedora em meu ThinkPad L450. Não desmerecendo os demais computadores, mas ThinkPad é ThinkPad! Por aqui não tive nenhum problema perceptível. Tá rodando lisinho e confesso que estou gostando muito da experiência em usar o Fedora.

  27. Pessoas de Análise de Dados:
    dicas para alguém recém formado num curso tentando entrar no mercado como junior?

    1. Você se formou em que tipo de curso (e.g. bootcamp, pós-graduação ou graduação)?

      Se você já trabalha em alguma outra área, normalmente é uma boa tentar algo de dados na própria área. Por exemplo, se trabalha com direito, procurar algo relacionado a jurimetria.

      Se está começando de tudo na carreira, aí acho que o caminho é seguir estudando e montando portfólio e se candidatar em plataformas como LinkedIn. A depender da instituição, pessoal tem algum painel de vagas e colegas podem indicar também.

    2. depende de sua área.
      – Pode ser engenheiro de dados e ficar catando as informações por aí e arrumando de forma acessivel;
      – O cientista de dados cria e atualiza o modelo para analisar os dados coletados anteriormente;
      – o Analista pega esses resultados e os interpreta pra melhor evolução do negócio;
      – o Arquiteto gerencia todo o processo, desde a coleta e organização dos dados até a forma que o analista deveria apresentar os resultados.

      Pode fazer estatística, engenharia ou economia pra entrar na área.

  28. 👋 Estou a procura de indicações de jogos para iOS casuais, daqueles que dá pra jogar uns minutos, parar e depois continuar de onde parou.

    Ontem vi um cara no trem jogando PvZ e lembrei que preciso de um joguinho nesse estilo para passar o tempo. :)

    1. Não sei se você curte jogos no estilo puzzle ou envolvendo matemática, mas aqui vai minha sugestão: Pythagorea. O jogo basicamente é um quadriculado e te dá missões para desenhar formas geométricas, que lembram algumas tarefas das aulas de geometria (exemplo: desenhe o ponto médio do segmento, desenhe um triângulo isósceles passando pelos pontos indicados, etc.). O desafio é fazer isso sem medir nada, usando apenas a lógica dos pontos e retas que você desenhar. O próprio jogo te dá uma ajuda nos conceitos que ele cita, caso alguma coisa esteja muito obscura na mente.

      O jogo é totalmente gratuito (pelo menos a versão Android que eu jogo é), não tem anúncios e ele diz que tem compras in-app, mas não achei nenhuma. A desenvolvedora do app tem outros jogos sobre matemática, que devem ser no mesmo estilo, só que mais difíceis (um é sobre formas 3D).

    2. Se tolerar os anúncios, o Paciência da Microsoft é bem legal. Testei várias versões de Paciência e, infelizmente, a da Microsoft é a melhor, de longe. Tem um Paciência no Apple Arcade, nunca testei, porém. Jogo tão pouco (esse e o Termo) que não compensa pagar mais uma assinatura só para isso.

      1. Paciência é legal, mas chega uma hora que você fica pensando: eles querem que eu jogue ou que eu pague? Aí vira impaciência.

        1. Sim, tem muitos incentivos para fazer desafios, acumular moedas etc. Quando eu jogava com mais frequência, pegava um modo e ficava só nele, ignorando as chamadas para outras partes do aplicativo. Aí funciona bem.

    3. Jogos de corridas entram aí? Dá uma olhada na franquia Gear.Club (saiu recentemente o ‘Stradale’ para o Apple Arcade); curto, também, o(s) Rush Rally 2/3. São corridinhas/stages curtas, de até 2 minutos cada. Não poderia deixar de recomendar também o Absolute Drift, que já joguei no PC e é maravilhoso para passar o tempo. Outros “famosinhos” que também curti foram o Hill Climb Racing e PAKO.

      Off-topic: coragem usar um iPhone num trem (ou qualquer outro transporte público, na verdade), ainda mais com os casos de roubos/assaltos nas últimas semanas.

      1. Eu joguei um pouco do Gear.club do Arcade e curti. Vou ver os outros!

        Sobre o trem, não moro no Brasil. :)

    4. Um jogo meio estranho que descobri e estou adorando: Exponential Idle. Ele é um jogo do tipo incremental, daqueles que vc tem que ir comprando itens pra ganhar mais dinheiro para comprar mais itens. Com a diferença que praticamente não tem gráficos (mas é bonito), ele te apresenta somente os números e a equação crua. Os itens que você vai comprando são novas variáveis para fazer a sua equação “render” mais.
      Até tem uma historinha simpática de fundo, mas é indiferente.
      É grátis, não tem compras no app, não tem publicidade (tem uma meio escondida, mas só clica quem quer muito e não faz diferença), não tem notificações (nenhuma!) e com o tempo apesar de ser viciante, o próprio jogo vai espaçando as coisas, fazendo vc clicar cada vez menos e tirando o vício. E o melhor: Tem um fim!
      Tem para iOS e Android.

      1. Interessante, me lembrou um pouco o AdVenture Communist/Capitalist. :)

        1. Sim, existem muitos jogos nesse estilo. O que gostei deste é que ele tira (quase) todos os gráficos, efeitos, gatilhos visuais, sons e narrativas para deixar só a equação crua. E continua viciante sem oferecer compras e publicidade para avançar.

    5. Se gosta de jogo de estratégia em turnos eu recomendo o Antiyoy. Jogo leve, gráficos minimalistas, dá para jogar offline e sem propagandas. Você consegue salvar e continuar de onde parou.

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