Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #312

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

160 comentários

  1. O Harlley Sathler sugeriu pegar um PagPhone (da PagSeguro). Pois bem, peguei e fiquei um dia com o aparelho, devolvendo em seguida.

    – 4 GB de RAM e 64GB de armazenamento para um celular de 600$ é excelente. Inegável a velocidade do aparelho.

    – A bateria é de 3000 mAh. Pelo que li (e experimentei): infelizmente o Pinpad (onde usa o cartão de débito/crédito/NFC) aparentemente consome bateria, com isso prejudicando o uso por um dia inteiro. Comigo consumiu 20% em 3 horas de uso intercalado (standby + Whatsapp + acesso a sites + tentativa de usar o Pinpad).

    – Eu não sei se foi falha minha ou se é algum recurso de segurança do PagPhone, mas criei uma conta PagBank e tentei fazer um teste usando o leitor de cartão de débito no PinPad. Um cartão (ELO) deu erro de incompatibilidade e outro (VISA) deu erro no PinPad.

    -Entrei em contato com o suporte do PagSeguro, e me falaram que só poderiam dar suporte ao comprador do telefone (um amigo meu que me repassou o aparelho).

    Devolvi o aparelho para meu amigo depois da última situação. Meu temor era ter mais problemas futuros com o equipamento e ter que recorrer a ele toda vez.

    Não é um aparelho ruim. Não mesmo. Pelo preço, o custo benefício compensa. Rápido, e com Pinpad, para quem quer ter uma conta PagSeguro e trabalha com algum ramo que você possa usar o celular (Motorista de App, Taxista, vendedor ambulante, etc…), é realmente uma boa pedida. Só que o ideal é pedir diretamente ao PagSeguro (para evitar o problema que tive) e ter um PowerBank (carregador Portátil) junto a ti. Consegui até ver o saldo do meu Bilhete Único (seria um outro motivo para ter o aparelho).

    Para quem está curioso, o nome do aparelho oficialmente é PAX M30

    1. Creio que na verdade foi o Pierre e não o Harlley, falha minha.

    2. Comprei um pra minha empresa como aparelho onde usamos o whatsapp business. Consome muito rápido a bateria. Não usamos o pinpad. É um ótimo aparelho pelo preço dele. Paguei R$350 dividido em 10x.

      1. Não fui claro. Aparentemente o circuito do PinPad é feito de um jeito que contribuí no consumo da bateria do celular (pelo que entendi, o PinPad é ligado em um conversor USB-Serial interno ao celular). O ideal é que no projeto poderia ter uma chave física para ligar e desligar o PinPad, mas entendo que hoje se projeta para tudo ligar e desligar sozinho.

        Eu queria ter pego nesta promoção, mas na época eu estava sem condições. Meu amigo queria se desfazer do celular que comprou da esposa, por isso peguei o dele (e depois o devolvi).

  2. Pessoal ao que vocês atribuem tamanho sucesso de engajamento de perfis e grupos bolsonaristas? Os números do presidente em plataformas como Telegram e Youtube são assustadores e mesmo figuras de forte apelo social, como o próprio Lula, mas não apenas, alcançam apenas uma fração ínfima disso.

    Entendo que eles tenham tomado a frente em um processo em 2018, mas até agora parece que ninguém aqui “do outro” lado conseguiu engajar tão bem nas redes. Mesmo gente que estuda diariamente esse processo e seus efeitos parece não conseguir reproduzir o mesmo sucesso.

    Seria uma forma de se comunicar que se funciona a partir de teorias conspiratórias e deslocamento da realidade?

    1. Sugiro a leitura do livro Tempestade Ideológica – Bolsonarismo: a alt-right e o populismo iliberal no Brasil, da Michele Prado, ou procurar textos dela publicados online. A Michele já esteve lá dentro da extrema-direita, saiu porque começou a discordar de muita coisa e pesquisou muito esse tema pra entender e criticar. A leitura dos textos dela ajuda bastante a entender como funciona essa coisa toda e vislumbrar por onde se pode fazer como contra-ataque.

    2. Recomendo o recém-lançado “Linguagem da destruição: A democracia brasileira em crise”, composto de três ensaios de Heloisa Starling, Miguel Lago e Newton Bignotto.

    3. Não seria porque o ódio e a indignação engaja mais do que qualquer outra coisa? Se vc diz “não concordo” o engajamento é X. Se vc diz “É UM ABSURDO!!! UMA POUCA VERGONHA!!! ESTÃO QUERENDO DESTRUIR A FAMÍLIA BRASILEIRA!!!”, o engajamento é 100X.

      Não li nada sobre isso. Não estou embasado em nada científico. É só uma impressão mesmo. Não costumo acompanhar canais de política, nem de um lado nem de outro, mas do pouco que vejo me parece que tem muito mais desse discurso agressivo na extrema-direita…

      Outra impressão que tenho. Convivo com bolsominions e lulistas roxos. A louvação ao seu “Deus” é igual em ambos, mas o ódio ao seu inimigo não. Sinto muito ódio dos bolsominions em relação ao Lula e não percebo o mesmo dos lulistas em relação ao Bolsonaro. Novamente, baseado em nada além da minha percepção pessoal. Gostaria de saber o porque dessa diferença, mas não tenho ideia…

  3. Vocês já pensaram no que vão deixar de legado para os seus filhos e netos, mas no âmbito digital? Já que “confiamos demais” nas big techs, precisamos ter uma cópia local das nossas lembranças.

    “Suas atualizações de status, suas fotos enviadas, seus vídeos, tudo isso ficará inacessível em algum momento no futuro. Não apenas pra você, mas para os seus descendentes”

    https://www.zdnet.com/article/your-social-data-is-doomed-and-dont-count-on-facebook-to-save-you/

    (Tá certo que o link da matéria é de seis anos atrás, mas continua muito atual)

    1. deixarei apenas meus relógios e as fotos impressas. Como não tenho midias anti-sociais, não farei falta no mundo digitial.

    2. Bah!
      Nunca pensei nisso. Só eu tenho acesso as minhas fotos.

      Eu me peguei refletindo sobre a importância de não centralizar tudo quando um amigo perdeu anos de fotos hospedadas no Google fotos.

    3. Um simples diário no day one, com reflexões do dia a dia, fotos de momentos.

      Uma “board” no notion com tudo que li e estudei e com anotações pessoais.

    4. Não pretendo deixar nada, não preocupo-me com isso. Quero apenas viver a minha vida em paz. kkk

      1. exatamente, se querem minhas fotos, as que estão nas redes sociais servem, as que não compartilhei são pessoais e por isso só as quero comigo.

  4. Descobri recentemente uma funcionalidade bem interessante para quem não quer ter o Windows permanentemente na sua máquina, mas quer ter uma instalação do Windows acessível e portátil: Windows To Go. https://docs.microsoft.com/en-us/windows/deployment/planning/windows-to-go-overview

    A Microsoft descontinuou a funcionalidade, mas ferramentas como Rufus ainda dão um jeito de mantê-la disponível: https://github.com/pbatard/rufus/wiki/Usage-Notes#Windows_To_Go

    Eu fiz o procedimento com um SSD externo ontem e fiquei impressionada com o quão funcional a instalação é. Instalei um monte de atualizações de firmware para o meu laptop e minha dockstation que a Lenovo não disponibiliza via Linux e agora uso para solução de problemas quando uma colega de trabalho me faz perguntas específicas para Windows.

    Imagino que também seja especialmente útil para quem é a TI da família e quer carregar um ambiente de testes e ferramentas de diagnóstico por aí. 😉

    1. Opa, Valeu a Dica Ana, vou apresentar a minha esposa, que só instalou windows por conta dos perrengues de manter uma microempresa usando linux por conta de certificados, programas específicos e etc.

    2. Muito obrigado, Ana, pela dica.
      Fui aprender mais sobre o assunto e achei mais essa referência [1] com um guia simples de como proceder pra ter um Windows 11 To Go num pendrive.

      Já encaminhei pra um amigo que constantemente precisa de um segundo sistema operacional instalado só pra lidar com sistemas e aplicativos que requerem Windows pra funcionar, e pretendo ter comigo um pendrive com W11TG (podemos chamar assim? hehehe) sempre à mão pra resolver problemas.

      [1] (inglês) https://www.minitool.com/news/windows-to-go-windows-11.html

  5. alguma indicação a app do Mastodon para Android, open source fora os indicados na página do Mastodon (Subway Tooter, Tusky, Fedilab)?

    1. O próprio site do mastodon é um ótimo app (ou PWA). Já usei alguns clientes, mas desde o ano passado tô usando apenas o PWA. Além de simples, é leve e bem funcional.

  6. O Vino Cuvelo, no Post Livre 311, perguntou se existe “Linux para Carros”.

    Não sei se pode considerar Android como Linux, mas se sim, és um exemplo. Boa parte dos multimídias automotivos sao base Android ou Windows CE, isso porque existem aplicativos prontos, inclusive para mapas (iGO é o exemplo maior).

    1. Complementando: Sei que na verdade existem padrões automotivos, que resultam em sistemas como o OBD (On-Board Diagnostic), e existem já aplicativos que conversam com o OBD. Centrais multimídias atuais “de fábrica” já fazem isso, diga-se.

      Talvez o que poderia ser interessante (e seria um nicho a ser explorado) é achar centrais multimídias antigas (com Android 4.4 e Windows CE) e a partir delas criar uma firmware nova baseada em Linux (com ou sem Android), com possibilidade de implantar comunicação via OBD, com isso integrando a central multimídia no veículo.

  7. qual a relação de vocês com o PowerPoint? (ou qualquer outro aplicativo para apresentações, como o Keynote, Google Slides, etc)

    amam? odeiam? gostariam que nunca mais ter de assistir novamente a uma apresentação com bullet points?

    (aliás, qual a melhor tradução para bullet points? estrutura de tópicos?)

    no meu caso: ao mesmo tempo em que eu odeio apresentações em powerpoint de um modo geral — em função da total inabilidade das pessoas com ferramentas de design, o que faz com que elas deixem de lado a apresentação delas e foquem em ler as coisas na tela — eu acho fascinante a forma variada com que as pessoas lidam com elas. Adoraria ver um museu do PowerPoint com milhares de apresentações cotidianas feitas pelas mais diferentes pessoas.

    1. Para ser bem sincero, prefiro assistir a apresentações que não tenham, dado o alto risco de a apresentação ser mal feita ou o(a) apresentador(a) ler os slides.

      É dessas ferramentas legais que se tornam contraproducentes porque é muito fácil usá-las de modo errado.

    2. Uma coisa interessante é pensar que as ultimaa versões permitem exportar para video mp4 nativamente. Quem tem uma TV que roda mp4 (2010 +), pode transformar a tv em um “outdoor” barato usando um video feito no powerpoint.

    3. Eu ainda gosto bastante. Mas, especificamente no PowerPoint, mais para servir de “pano de fundo” de uma apresentação. Preferencialmente mais fotos e pouquíssimo texto.
      Gosto mais ainda do Keynote da Apple, mas principalmente pela função que ele tem de mover os objetos repetidos de um slide para o outro, facilitando criar animações (não me recordo o nome agora da transição que faz isso. Era Magic alguma coisa, eu acho…). É mais prático que editar as mesmas animações em vídeo.

    4. Gabriel quando quero montar alguma apresentação mais atrativa, uso a plataforma canva.com

      É possível criar lá usando templates. Se não, há mais opções em ícones, figuras, molduras. Eu não manjo nada de design então o canva me parece boa alternativa.

      Depois de criar a apresentação, salvo como PDF ou exporto para PowerPoint. Quando a gente faz a exportação é preciso fazer alguns ajustes, mas fica fácil de editar.

    5. O problema das apresentações é o desconhecimento das pessoas sobre o bom uso da ferramenta. A função mais valiosa no PowerPoint e Keynote por exemplo é o “anotações”. O conteúdo apresentado fica em evidência e o seu discurso, texto de apresentação fica disponível apenas na sua tela, mas no geral as pessoas são despreparadas para fazer uma simples apresentação.

      Outro ponto é a regrinha 10,20,30 – 10 slides, 20 minutos de apresentação e fontes tamanho 30 para ter menos informação na tela. É o modelo ideal para prender atenção da sua audiência e ter tempo suficiente para apresentar um assunto sem correria.

    6. nesse caso de ler a apresentação, o problema ainda é o palestrante, independente da plataforma.

      Pontos servem apenas pra orientar a palestra – se você no sabe o assunto, não consegue desenvolver o tópico.

    7. Ás vezes uso o PowerPoint como um editor de vídeo. Pra fazer umas animações básicas de elementos, sem precisar usar algo mais avançado) funciona muito bem.

      Inclusive, quando fazia as apresentações no colégio, todo mundo adorava o meu jeito de fazer as apresentações. Animava de tudo quanto é forma.

      Inclusive, os WordArts do PowerPoint 2007 >>>> WordArts de hoje.

      1. Desculpem por algumas redundâncias e esqueci de abrir um parêntese em “sem precisar usar”, mas o meu teclado tá meio zuado.

    8. Talvez eu seja uns dos que faz péssimos slides e não perceba isso, mas exceto na escola, não lembro de uma reunião em que a pessoa usa como teleprompter.

      Eu tenho um trauma até reverso: na firma tem muito slide bem diagramado e apresentação, mas justamente de quem tem pouco conteúdo.

    9. O problema é que essas são ferramentas pra visualização, tipo entendeu ou quer que desenhe, e a maioria das pessoas que vão fazer uma apresentação continua a pensar verbalmente. Aliás, é um problema que assola boa parte de quem entra no universo web. Um bom (ou mau) exemplo é o jornalismo: a maioria dos profissionais ainda trabalha pensando quase que só em palavras. E a maioria de páginas e portais de informação que aparecem continuam com cara de material impresso, com aquelas colunas de texto ilustradas aqui e ali.

      1. acho que isso é tema para uma outra boa conversa:

        1. por um lado, concordo que de fato há uma espécie de “ditadura” da palavra sobre a imagem na forma como somos educados a pensar. Muito já escreveu sobre isso, inclusive: um tema bastante lembrado, por exemplo, é a forma como a escola (ou o ensino formal de um modo geral) disciplina as pessoas a pararem de desenhar à medida em que elas se alfabetizam — e, com isso, passam a pensar apenas verbalmente e não visualmente.

        2. por outro lado, penso que o fundamento da web ainda seja o texto — mesmo que necessariamente tratado visualmente, mas fundamentalmente a web é texto. Aplicativos como Instagram, TikTok, etc… — tudo isso acho que constituem experiências interessantes e cujas lógicas específicas precisam ser conhecidas por jornalistas e outros comunicadores, mas pensar a web ainda é pensar o texto (reiterando que texto pensado sempre visualmente, é claro).

        note que mesmo no instagram/tik tok muito da interação com o vídeo se dá por meio de texto (dancinhas com legendas espalhadas pela imagem, carrosséis tipo powerpoint, etc)

        o Nexo, sabemos, faz um excelente trabalho nesse sentido: o investimento deles em infografia é excelente e traz resultados maravilhosos. A infografia do New York Times também é maravilhosa.

        E nesse ponto concordo que a formação dos jornalistas talvez ainda seja precária em valorizar questões de design gráfico e comunicação visual, mas não diria que a web tem por base a imagem.

        1. aliás, uma coisa que sempre penso a respeito da ditadura da palavra sobre a imagem: a maioria das pessoas fica condicionada a apreciar experiências audiovisuais (como filmes e séries) com foco quase exclusivo na trama, ignorando ou menosprezando aspectos visuais — ou entendendo-os como necessariamente vinculados à narrativa. E com isso acabam deixando de apreciar ou experimentar situações audiovisuais caracterizadas por narrativas não usuais (ou situações simplesmente não narrativas)

      2. Poxa, eu acho que o mundo de hoje (e a internet, não nos limitando à web) é o contrário: excessivamente imagético. Essa impressão tem respaldo no trabalho do Norval Baitello Junior, por exemplo.

        Quanto à web ser baseada em texto, vejo zero problema nisso. Queria que fosse mais, até.

        1. mas não discordo da onipresença da imagem no mundo contemporâneo — mas entendo que essa onipresença não implique necessariamente na efetivação de sua potência, sobretudo do ponto de vista institucional

          nesse ponto, ainda acho o velho guy debord bastante atual: a onipresença da imagem leva ao espetáculo, mas não necessariamente ao nosso “empoderamento” imagético (embora essa palavra seja horrível)

          ao contrário: o mundo escolar, por exemplo, permanece iconofóbico — como disse, as crianças ainda são desincentivadas a lidar com imagens em prol da alfabetização. O mesmo para o mundo acadêmico: mesmo nas Humanidades é bastante comum encontrar pesquisadores que simplesmente não sabem lidar com imagens. O trabalho de autores como Didi-Huberman acho que também vai no sentido de apontar como nossa relação com as imagens é limitada e problemática, por mais onipresentes que elas sejam.

          o clássico ensaio de Susan Sontag (“Contra a interpretação”) também entendo que aponte esse problema e, apesar de parecer datado, acho que permanece bastante atual — nessa coisa da relação das pessoas com o audiovisual, por exemplo, em que a imagem é menosprezada em relação ao roteiro

    10. como o Ghedin disse: “alto risco de a apresentação ser mal feita ou o(a) apresentador(a) ler os slides”

      no geral eu vejo como uma ferramenta de marketing, especialmente de marketing interno, aquelas apresentações para os diretores da empresa …

      em princípio é uma ferramenta fantástica, mas me lembra um pouco o que acontece com o PhotoShop no Linux: “ah mas Linux não tem PhotoShop”

      só que PhotoShop é coisa de profissional, de nicho, pessoas “comuns” não conseguem (nem precisam) usar nem 0,001% do potencial do PhotoShop

      mesma coisa com o Powerpoint: pessoas comuns não sabem usar, dado o enorme poder do aplicativo

      exemplo de ridículo: o PowerPoint do Deltan (que ainda por cima tinha erro de português), apesar de que, na real, nem sei se era mesmo PowerPoint, mas vale como exemplo

    11. Sobre os bullet points, às vezes eu chamo de “bolinhas”, “pontos”, “tópicos” ou o próprio termo mesmo.

      Com relação ao PowerPoint e derivados eu gosto pelas possibilidades que eles nos trazem. Mas é de doer os olhos quando as pessoas fazem apresentações horríveis ou até mesmo quando essas pessoas estragam as suas apresentações (aconteceu recentemente no trabalho comigo, mesmo tendo orientado a pessoa direitinho).
      Depois pesquise no Instagram pro @minimiza, é uma empresa de apresentações e que dá dicas e mostra passo-a-passo de vez em quando. Uma das coisas que eles mostram é justamente isso de substituir tanto texto para outras formas visuais melhores.

    12. Enquanto professor eu uso no contexto da sala de aula. Meus slides são bastante carregados de texto [1], afinal querendo ou não boa parte dos alunos irá utilizar exclusivamente esse material como “texto” de referência.

      Quanto a ler, tento ler apenas uma ou outra frase do slide como uma introdução para desenvolver as ideias que quero apresentar, daí vou só falando mesmo sem ler. Acho q fica um bom balanceamento.

      [1] Carregado no sentido do que o Latex/Beamer permite, o q não fica exagerado demais qnd comparamos com um *powerpoint* realmente carregado.

  8. Alguém conhece a BeReal? Li há pouco sobre essa tal nova rede social.

  9. No canal do Manual no Telegram me parece que o emoji mais usado em reação é o cocozinho e eu sempre fico na dúvida se as pessoas quando colocam ele acham ruim ou bom, parece que usam nos dois sentidos. Alguém também acha confuso?

    1. Cocozinho pra mim sempre é ruim, é tipo uma expressão de desaprovação.

      Por exemplo.
      – Elon Musk vai comprar o twitter.
      – Que m3rd4 hein!

    2. Isso chamou a minha atenção e até debatemos no grupo de assinantes no Telegram. A conclusão a que chegamos é que a reação é muito mais ao conteúdo da notícia do que à notícia/ao Manual. Como o @Marlon disse na outra resposta, posts sobre o Elon Musk se dando bem, por exemplo, fatalmente terá uma chuva de cocozinhos.

          1. só me veio a cabeça o medo e delírio em Brasília usando o áudio de “canalhas” do presidente :D

    3. Hahahha também me questionei sobre isso.
      Eu uso cocozinho quando penso que “vai dar merda”.

      E também tem dias que eu aperto a reação e até apareceram as outras eu já tô sem paciência pra selecionar. Kkkk

  10. Acabei de encontrar esse site RAKKOTOOLS que é um belo compiladão de ferramentas online desde gerador de favicon até conversor de unidades, achei bem útil de ter a mão.

    1. É um belo canivete suíço! Obrigado por compartilhar!

  11. Um jornal 100% imparcial seria algo bom? Digo, como os leitores saberiam o que é destaque na notícia? A imparcialidade já começa pelos títulos então, a tão sonhada imparcialidade faz sentido? Algo 90% imparcial, abre dúvida se é 100% parcial? Deixo os questionamentos pra gente conversar…

    1. Na minha opinião, 100% imparcial não seria bom, não existe e não tem como existir.

      Existem vários exemplos de situações em que na minha opinião, não se deve publicar os 2 lados da história, e tivemos exemplos recentes disso com o movimento anti-vacina e Monark.

    2. Entendo que a imparcialidade total não existe.
      É impossível informar tudo o que acontece, então você vai ter que decidir o que é mais importante para se noticiar e o que não é relevante e pode ficar de fora. Só de tomar essa decisão você já está sendo parcial.

    3. Como disseram, acho que não existe jornal ou mídia 100% imparcial. Na verdade, aqueles que afirmam que mantêm uma linha editorial imparcial e totalmente neutra talvez sejam os mais perigosos. A construção do fato narrado vai desde a subjetividade do jornalista até as futuras edições das editorias. Creio que o mais importante é existir a posição declarada de determinado veículo, não sobre todos os assuntos possíveis, mas pelo menos princípios e valores que guiam a linha editorial. Afinal, o principal argumento por trás de blogs e portais de extrema-direita, por exemplo, é que eles “mostram a realidade nua e crua, sem a manipulação da grande imprensa etc.”

    4. Não existe imparcialidade total.

      Todos os meios de comunicação são enviesados. O problema é quando eles deixam esse viés conduzirem sua linha editorial.

      Mas acho bom quando o meio de comunicação assume seu posicionamento. Como quando o editor-chefe de um jornal online aqui no Rio de Janeiro assumiu que votará no atual governador para a reeleição. Quer dizer, eu não votarei no mesmo candidato que ele (nem morto), mas pelo menos ele foi honesto. Respeito isso.

    5. A pergunta que não quer calar é “o que é ser imparcial”?

      A partir dela – e isso valeu até para mim mesmo; a gente descobre que todos nós procuramos nossa parte e tomamos decisões baseadas em conceitos próprios e/ou de coletivos próximos a nós. Ser “imparcial” talvez seja no final “ficar na sua” na verdade, o que não deixa também de ser uma parcialidade.

      O conceito de imparcial é difícil de ser medido dado nossas relações sociais. Em uma situação binária, imparcialidade seria não seguir nenhum dos dois resultados seguintes. Aí caímos no “Gato de Schrödinger”: não sabemos se algo é A ou B até a hora que decidimos qual lado adotaremos.

      A imparcialidade absoluta é um conceito que eu ao menos não sei se existe – algum filósofo aí para ajudar? Talvez, imparcialidade seriam as “leis naturais”? Gravidade, Velocidade da Luz, etc?

      Vamos aos assuntos sociais por exemplo, como aborto ou uso de drogas. E não estou aqui comparando os dois, calma lá pessoal. Estou apenas dizendo o seguinte: quando nos é questionado sobre algo relativo a sociedade, a decisão que tomamos COMO PESSOAS sempre será uma parcialidade. No entanto não significa que tal decisão O DEVE ser usada como padrão absoluto à outros. Por exemplo, hoje entendo e defendo que aborto é algo que deve ser discutido a legalização para evitar abortos clandestinos e problemas como os que ocorreram nos últimos anos como o caso da menina estuprada que teve que ser levada escoltada ao médico para fazer o aborto por causa de um político estúpido mal escolhido que fez uma escolha pior ainda de uma representante de poder.

      No caso das drogas, PESSOALMENTE sou contra qualquer tipo de uso ou incentivo. E nisso vale INCLUSO qualquer coisa alcoólica. No entanto, sei que é uma decisão parcial que interfere em vidas alheias que preferem o uso. À estes, entendo que a restrição acaba prejudicando mais eles, dado que por exemplo só ver as questões de segurança pública e o “enxugar de gelo” do tráfico de drogas e os problemas do alcoolismo.

      Ambos os exemplos citados acima são parcialidades minhas. Não significa que devo obrigar o outro a seguir meu ponto de vista. No entanto o exponho esperando que alguém ou a siga se quiser, ou se contraponha de forma inteligente e ou consiga me convencer do contrário, ou chegaremos a um impasse e manteremos nossas opiniões diversas.

    6. Primeiro: imparcialidade (ou se quiser, neutralidade) não existe quando se trata de cada um ver a dita realidade com os seus olhos e comunicar o que viu com a sua voz. Segundo: em se tratando de grande imprensa (os jornalões tradicionais, a TV etc.), é coisa que sempre dependeu de muita grana e cada vez depende mais. Então, sempre vai acabar refletindo o ponto de vista de quem dá a grana. Terceiro: a gente tem hoje uma infinidade de fontes de informação online, em português ou qualquer outra língua (com muito recurso online de traduzir). Sem muito esforço, dá pra pegar uma única notícia, comparar mais de um ponto de vista e a partir disso chegar ao nosso próprio ponto de vista. Ou pelo menos ter alguma segurança de navegar entre os fatos.

    7. Jornal não precisa ser “imparcial”, tem que fazer o “contraponto”, tem que mostrar todos os lados.

      É chato colocar política aqui, mas vejam o exemplo da Lava Jato: Moro tinha todo o tempo que quisesse, tudo o que falava era mostrado, mas o Lula, NUNCA (até onde eu sei) deixaram ele falar um 1 minuto seguido na televisão, ao vivo. (Isso continua até hoje: mesmo sendo o líder absoluto nas pesquisas, de maneira geral é ignorado pela mídia “profissional”, especialmente televisão, que prefere entrevistar “candidatos” com 2% de preferências nas pesquisas).

      Tem um site (acho que é um grupo de pesquisas também) chamado Manchetômetro que faz estatísticas cobre a mídia brasileira, a manipulação da mídia é super transparente.

      Outra coisa a levar em conta é que a mídia é dominada por um setor da sociedade, o setor dos ricos, milionários e bilionários. Então a mídia de maneira geral coloca seus próprios interesses acima do interesse público. O exemplo padrão é a Globo, cuja fortuna da família calculada em 2022 é de 6 bilhões de dólares. Mas esse número é enganador, pois alguns anos atrás era por volta de 30 bilhões de dólares (https://www.terra.com.br/economia/forbes-familia-marinho-e-a-mais-rica-do-brasil-veja-lista,d0dd8e311baf5410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html). Onde foi parar o resto do dinheiro ? Não acredito que eles tenham perdido …

      Enfim, resumindo: o jornal (a mídia, “imprensa” em geral) não precisa ser necessáriamente “imparcial”, ela precisa antes de tudo ser honesta, e dar voz (na medida do possível) a todas as partes envolvidas em uma questão.

  12. estou alterando o cadastro de alguns logins e é impressionando como muitos sites não permitem alterar amigavelmente o e-mail.

    na XP tive que acessar o chat e pedir orientação, a atendente me encaminhou pra uma área que e tinha que imprimir um formulário, preencher, escanear e mandar pra eles, eu reclamei e ela me passou um e-mail para eu enviar solicitando a troca;

    a XP não é a única, tive trabalho com vários sites, um que achei engraçado foi o sócio torcedor do meu clube, antes permitia a troca, tanto é que fiz há uns 3 anos, agora fui trocar de novo e não consegui, tiver que enviar e-mail solicitando.

    1. Normalmente o login é seu e-mail, então imagino que seja complicado alterar o e-mail até por questão de segurança.

      Imagine se alguém tem acesso ao seu e-mail, usa o recuperar senha desses sites pra entrar na tua conta, e consegue facilmente alterar seu e-mail, e consequentemente login, para outro e-mail.

  13. Alguém tem experiência ou usa o Meshtastic ou outra comunicação via LoRa? Estava pensando em uma solução para comunicação bem simples entre um sítio e cidade (~15km) que funcionasse quando a internet caísse (o que acontece sempre).

    Para quem, como eu, ficou curioso: https://meshtastic.letstalkthis.com/

    1. Se eu entendi bem, você quer compartilhar a conexão de internet da cidade com o sítio quando este ficar sem a conexão nativa (é isso mesmo?).

      As redes construídas em cima de LoRa não são exatamente pensadas para esse fim. A ideia é o uso de sensores e dispositivos IoT em lugares remotos e/ou sem nenhum tipo de conectividade.

      Geralmente esses sensores e dispositivos trafegam informações que seriam trafegadas por links seriais, se essa fosse uma opção, ou seja, pequenos volumes de dados, ou seja, pouca largura de banda requerida.

      Assim creio que seria inviável usar um link desses para o que você quer (mais uma vez, se eu entendi direito o que você quer fazer).

      1. Não, na verdade estou buscando uma solução alternativa para estabelecer a comunicação (na forma de mensagens de texto) entre cidade-sítio quando a internet cair (visto que não há sinal de celular).

        1. Pra esse caso acredito que a solução deva atender bem. Sei lá, na cidade da outra “ponta” do LoRa interfaceada com um módulo GPRS, por exemplo.

          Me fez lembrar da época em que eu trabalhei com telefonia: na telecom daqui havia uma lenda de um cara que interfaceou a linha fixa de casa com uma estação de rádio amador. Ele saía com um rádio portátil e meio que tinha um “celular” anos antes do celulares aparecerem por aqui.

          1. O que é interessante no Meshtastic é que os módulos LoRa/GPS possuem conectividade bluetooth e a interface é via app android/ios. Você trocaria mensagens de texto entre celulares usando uma infraestrutura relativamente barata.

        2. Sim, vi isso no site, mas aí a pessoa a ser contactada na ponta da cidade deveria necessariamente estar em casa e dentro dos ~10m de alcance do bluetooth, né?

          1. Sim, para receber instantaneamente. A alternativa seria receber a mensagem quando conectar o celular/bluetooth novamente ao rádio ou carregar um módulo com bateria por aí (talvez usando até o rádio da casa como intermediário/mesh). As opções parecem ser bastante flexíveis.

    2. Pensei em uma ideia: criar um “pager” (sim, pager) para ir recebendo mensagens simpea encimhadas via alguma forma de comunicação que tu prefira e usa.

      Ou tentar criar uma espécie de “dumbphone” baseado na tecnologia.

  14. Como assistir YouTube sem anúncio num iPhone que não aceita jailbreak?
    Tive que trocar de celular e parece impossível.

    1. Na loja de aplicativos F-Droid, tem um cliente para YouTube chamado NewTube. Dá pra assistir vídeos sem anúncios com ele, além de poder baixar vídeos e um monte de outras coisas.

        1. Isso, NewPipe! É que eu tenho ele instalado no tablet velho de guerra, só uso lá, então não lembrei o nome certo, só sabia que tinha new. 😄

  15. Olá!

    Recentemente passei a utilizar Authy e BitWarden, por tanto ver o diálogo aqui sobre segurança.
    De vários serviços e do BitWarden eu consegui exportar o arquivo com os Recovery Codes, porém do Authy, que tive que aguardar 24hs pra resetar a senha, não encontrei essa opção. Ela existe?
    Além disso, pensei o seguinte: preciso ter uma alternativa de acesso que me permita chegar a um dispositivo conectado, onde eu possa acessar tudo imediatamente.
    Pensei isso na sexta passada, quando estava indo a um show e os ingressos estavam somente no meu e-mail e aplicativo. Caso eu perdesse o telefone na chegada, minha alternativa seria acessar meu computador através do celular da namorada, abrir o e-mail e de lá pegar os ingressos. Porém, se eu tivesse autenticação de dois fatores habilitada no Team Viewer, eu estaria preso p/ lado de fora. O que acham?

    1. Essa semana transferi tudo que era pessoal do Microsoft Authenticator para o Authy. Deixei na Microsoft somente o corporativo.

    2. Felipe, você sabe me dizer se o BitWarden permite o compartilhamento de itens?

      1. Acho que é possível através do Send, uma função interna do BitWarden. Não testei ainda.

        1. Legal, vou testar o serviço e dar uma olhada nessa função. Obrigado pelo retorno.

  16. Nos últimos anos tenho procurado usar alternativas a serviços comuns, e que respeitem mais a minha privacidade, de preferência que tenham criptografia de ponta a ponta. Uso o ProtonMail com meu domínio próprio para e-mail; uso Etesync para meus contatos e calendários; uso o Mega para “disco web”.

    Entretanto, um serviço que não encontro alternativa é o Google Fotos. Eu não sou um grande fotógrafo, mas fotografo muito coisas escritas como forma de tomar nota, e a busca do Google Fotos consegue encontrar as coisas escritas nas fotos muito facilmente.

    Alguém conhece alguma alternativa mais privativa a esse serviço? Me incomoda um pouco minhas fotos estarem não criptografadas no computador dos outros.

    1. Nenhuma nuvem vai ser 100% privada. Mesmo que vc criptografe, mesmo que a proposta da nuvem (como tem algumas) seja o foco na privacidade. Se for foto sensível, não suba pra nenhuma nuvem, ponto. O ideal, IMHO, é vc mesmo hostear, e pra isso eu recomendo o Lomorage. Imagino que o Ghedin vá fazer um post sobre ele em algum momento, porque vai muito ao encontro da proposta aqui do site.

      1. Se uma nuvem criptografa os arquivos de ponta a ponta, ela será privada. O problema é que, nesse caso, não seria possível fazer as magias que o Google Photos faz.

        Uma alternativa é usar uma solução de criptografia local, como o Cryptomator, e aí usar qualquer nuvem comercial não criptografada para hospedar os arquivos.

        1. Com certeza, pra fazer essas magias, só se fosse possível fazê-las localmente. Busquei uma alternativa open source, mas nenhuma é tão boa quanto.

          Ex.: pra OCR (extrair os textos das fotos), experimentei o tesseract, mas só funciona com coisas impressas e com bom contraste, e mesmo assim não chega aos pés do OCR do Google Photos. Pra reconhecimento de rostos, experimentei o Digikam, mas o reconhecimento funciona bem aquém ao esperado.

      2. Parece bem promissor o Lomorage, não o conhecia! Obrigado pela dica!

    2. Não é melhor comprar um HD externo pra transferir as fotos e você guardar de forma mais segura e privada ?

    3. Faltam alternativas. Na verdade não conheço serviço nenhum que seja a nível de Google Fotos. Inclusive sinto falta de alguma coisa similar ao iTunes para Android. O mais próximo desse backup que sei é no Linux com Shotwell que faz a importação de todas as imagens do aparelho.

  17. O que acontece com o Twitter se não aceitar a proposta do Musk?

    1. Nada, óbvio. Quero dizer, uma galera de acionistas vai querer sair de birra.

      1. Provavelmente o preço das ações vai cair um pouco, ainda mais porque Musk disse que venderá suas ações caso a proposta seja rejeitada.

        Não acho que vá rolar muita pressão dos outros investidores porque o prêmio que ele ofereceu nas ações está longe do pico (uns US$ 70 e poucos em meados do ano passado).

    2. Pra mim, o twitter vai ficar manchado, quase amaldiçoado porque o mundo (dos negócios) espera melhorias no twitter há anos (mesmo que alguns amem como está). A mancha será algo frio como “Elon Musk era uma ótima salvação, agora sem ele, não vemos mais esperança”, esse pensamento pode não ser verdade mas a sensação do mercado pode afundar o twitter como um bom negócio. Algo parecido com o yahoo, rejeitou a microsoft, era um super assédio indesejado, mas agora o yahoo é simplesmente alguém na web, e a microsoft avançou fortemente no oligopólio que a web é hoje…

      1. Fico me perguntando o porque que a galera pensa que o Musk traria uma evolução para o Twitter.

        Pra mim, ele só quer ter um lugar que ele possa mandar e sem regras.

    3. Acho que nada muito sério, mesmo ele sendo um acionista com grande peso agora. Na real, seguindo o que o Scott Galloway fala sobre o Musk, acho que isso é meio que fato do momento mesmo, de um cara que não consegue ficar 24h fora dos holofotes e que gosta de trazer volatilidade desnecessária para entretenimento pessoal.

  18. Ainda existe Napster?
    quero uns discos do João do Vale, que não tem nesses aplicativos ultra exploradores de trabalho alheio.

    Inclusive,
    ainda existe gente que acredita em não pagar pelas coisas?
    para além de Spotify Deezer etc não pagarem bem os vivos, tão fazendo dinheiro em cima de defunto.

    1. Ainda uso o Google para buscar por álbuns alternativos.

      Os blogs ainda tem muita coisa hospedada no Mega e outros serviços de armazenamento.

      Sobre o Soulseek, ele ainda está ativo, mas faz muito tempo que não uso.

    2. Tem grupos no Facebook tb com mp3 ou arquivos lossless.
      Saudades do Discografias do Orkut.
      4Shared já foi ótimo.

    3. Eu continuo procurando MP3, mas eu compro CDs até hoje. Também assino Amazon Prime (que me oferece algumas músicas, mas nada antigo) e recentemente assinei Apple Music.

    4. Tinha um script que eu achei uma vez no github em que você fornecia uma playlist do spotify e ele baixava as músicas a partir de ocorrências daquelas músicas no youtube usando o youtube-dl. Funcionou bem, já que eu gosto de algumas playlists mas não curto o spotify em si.

  19. Dicas para o Spotify:
    Fiz um compilado e traduzi algumas dicas do Spotify que peguei em sites estrangeiros. Além disso, adicionei as minhas dicas.

    No app do Spotify para desktop vc pode criar uma nova playlist com base na antiga: clique com o botão direito do mouse na sua playlist e vá em “criar playlist parecida”.

    Se vc criar uma playlist e nomeá-la como 80′ ou “anos 80” o Spotify vai sugerir várias músicas baseadas no nome da lista de reprodução. Neste caso, músicas da década de 80. Vc também pode nomeá-la como “rock”, “valsa” etc. Após criar a playlist com o nome sugestivo, clique no X para fechar a linha que tem escrito “Vamos incrementar a sua playlist” e depois disso vão aparecer as recomendações com base no título da sua playlist.

    Para saber quantas playlists existem na sua conta, crie uma nova playlist e o nome sugerido pelo Spotify vai ser “Minha playlist nº 243”, onde esse número corresponde há quantas playlists vc tem no seu Spotify.

    Você pode criar pastas e subpastas para organizar as suas playlists.

    Ative a “sessão particular” antes de ouvir algo que você não quer no seu Spotify Wrapped ou que bagunce as suas recomendações.

    Para evitar que o Spotify compartilhe os seus dados pessoais, acesse a sua conta pelo Spotify Web e no menu da lateral esquerda entre em “Configurações de privacidade”. Role a tela para baixo e desative a opção de “Processar meus dados pessoais para anúncios personalizados” e “Processar meus dados do Facebook”.

    No app desktop clique na foto do seu perfil no canto direito e vá em Conta: lá você encontrará as suas 50 músicas mais tocadas no mês.

    Vc pode controlar remotamente a reprodução de música em outros dispositivos através do Spotify Connect.

    Acorde com música: no app de alarme vc pode escolher qual faixa do Spotify o seu alarme vai tocar (válido somente para android). Só tome cuidado para não pegar ranço da música que vc escolher.

    Temporizador de sono: programe o seu Spotify para desligar automaticamente clicando nos três pontos “…” no canto superior esquerdo do álbum/playlist e vá na opção “Timer” (geralmente a última opção) e escolha em quanto tempo vc quer que o Spotify pare de tocar ou se for um podcast, quando o episódio terminar.

    Abra o Shazam no Spotify ao invés do Apple Music: vá no shazam através das configurações do seu iOS e escolha se conectar ao Spotify. De agora em diante, o Shazam sempre mostrará o link do Spotify depois de identificar qualquer música.

    Apague o cache do seu Spotify para liberar espaço no armazenamento: nas configurações do Spotify, encontre o Armazenamento e “Limpar cache”.

    Recupere suas playlists apagadas: abra a sua conta no Spotify web e vá na opção “Recuperar playlists”. Escolha a playlist apagada e clique em “Restaurar”.

    Fixar itens na sua biblioteca: para facilitar o acesso ao que vc ouve, fixe até quatro pastas/playlists/álbuns/artistas/podcasts no topo da Sua Biblioteca. No app, deslize para a direita no item que você deseja fixar ou deslize para a direita novamente para desfixar.

    Buscas:
    Busca por letra: digite a partir de 3 palavras da letra da música que vc procura.
    Use aspas para pesquisar o termo exato, como por exemplo: “Let’s Dance”

    Pesquisa:
    Use operadores lógicos AND, OR, NOT na pesquisa.

    Filtros de pesquisa:
    Year: Exibirá música de um determinado ano. Você também pode entrar em uma série de anos também. Exemplo: Pink Floyd 1965-1995
    Genre: Exibirá música de um gênero particular, como Rock ou Jazz.
    Label: Exibirá música lançada pela gravadora
    Isrc: Exibirá faixas correspondentes ao número de identificação de acordo com o Código de Gravação Padrão Internacional.
    Upc: Exibirá álbuns que correspondam ao número de identificação de acordo com o Código universal do produto.
    Outros filtros: Songs, Albums, Artists, Playlists, Podcasts, Moods, Profiles, Radio e Concerts.

    Vc também pode combinar os operadores lógicos (AND, OR, NOT) com os filtros.
    Exemplos:
    Kyuss AND Green – Mostra os resultados com as palavras-chave “Kyuss” e “Green”.
    Metallica NOT Anger – Mostra todas as músicas do Metallica, exceto aquelas com a palavra “Anger”.
    Year:1987-2022 NOT year:1993 – Mostra um intervalo de anos, excluindo um determinado ano da busca.
    Genre:rock AND year:1982 – Mostra músicas do genero rock de 1982.

    Faça uso das playlists que o Spotify cria automaticamente para vc:
    Descobertas da semana: Uma playlist de 30 músicas de novas músicas e raridades, atualizada todas as segundas-feiras.
    Radar de Novidades: Uma playlist de músicas novas de seus artistas favoritos, atualizada todas as sextas-feiras.
    Daily Mixes: Listas de reprodução que reúnem suas faixas mais recentes ouvidas, além das novas, atualizadas diariamente.
    No repeat: playlist atualizada a cada 5 dias com as músicas que você mais ouviu nos últimos 30 dias.
    De volta no repeat: playlist atualizada a cada 5 dias com as músicas que você mais ouviu há mais de 30 dias.
    Sua máquina do tempo: playlist personalizada para você relembrar as músicas do seu ano.
    Duo mix: playlist que combina os gostos musicais dos 2 membros do plano Duo (atualizada conforme os membros escutam mais faixas).
    Match: playlist compartilhada que combina o seu gosto musical com o de outra pessoa (atualizada diariamente com músicas baseadas no que vocês ouvem).
    Caminho diário: playlist de músicas e podcasts feito para você.
    * eu criei uma pasta e coloquei todas essas playlists de sugestões individuais do Spotify. Assim fica mais fácil me organizar com relação ao que o serviço me recomenda.
    ** vc pode bloquear um artista para que ele nunca mais apareça em suas playlists: navegue até a página do artista e clique no ícone de três pontos na parte superior da tela e vá na opção “Não tocar esse artista”.

    Atalhos:
    CTRL+A para selecionar todas as músicas do álbum/playlist.
    CTRL+C para copiar faixas selecionadas.
    CTRL+V para colar faixas ou pastas.
    CTRL+Z para desfazer a exclusão de uma música.
    SHIFT/CTRL+SETA para selecionar múltiplas faixas na playlist.
    DELETE para apagar a música de uma playlist ou uma seleção de músicas.
    *os atalhos equivalentes servem para Linux e MacOS.

    No final de cada álbum vc pode conferir a versão do mesmo com/sem conteúdo explicito ou remix (caso tenha).

    Quem tiver mais dicas do Spotify ou outro player para contribuir, coloque abaixo…

    1. meu querido, não havia lido teu comentário antes de fazer o meu
      que timing! :D

    2. “Você pode criar pastas e subpastas para organizar as suas playlists.”

      Essa eu definitivamente não sabia. Vai ajudar bastante aqui na organização das playlists. Obrigado!

      1. mas eu acho que é um negócio que tá implementado de forma ainda meio capenga

    3. ÓTIMAS DICAS! Algumas eu já conhecia mas outras foram muito úteis (como a do Wrapped)

      Mais algumas:

      Se você tiver o Spotify Premium, poderá baixar qualquer podcast, álbum ou lista de reprodução (não músicas individuais) e ouvir offline. Na área de trabalho, vá para o conteúdo que deseja baixar e ative o botão Download no canto superior direito. Depois que uma lista de reprodução for baixada, você verá uma seta verde ao lado dela, indicando que pode ouvir offline. No celular, toque na seta para baixo; para listas de reprodução, você também pode selecionar os três pontos e tocar em Download. Para preservar os dados, vá para Configurações > Qualidade de áudio > Baixar usando celular e verifique se o recurso está desativado. Dessa forma, os downloads só acontecem quando você está conectado ao Wi-Fi.
      (Observação: se você ficar offline, precisará voltar a ficar online pelo menos uma vez por mês para que o Spotify possa verificar sua conta. Dessa forma, você não pode baixar uma grande quantidade de música para um dispositivo, cancelar sua conta do Spotify, e ouvir essa música indefinidamente.)

      A escuta privada tem outro benefício: não estragar seu Spotify Wrapped . Em 2020, muitas pessoas descobriram que suas músicas mais transmitidas do ano incluíam os sons ambientes que ouviam enquanto adormeciam ou horas intermináveis ​​de “Baby Shark” para as crianças em casa. As coisas que você ouve em uma sessão privada não levam em consideração as recomendações do Spotify, ou Spotify Wrapped, então antes de cochilar para chover sons por 2 horas, abra uma sessão privada. Se você tiver um plano Spotify Premium Family, baixe o aplicativo Spotify Kids para manter as músicas deles separadas das suas.

      Os videogames têm trilhas sonoras incríveis , mas às vezes você quer adicionar sua própria música. Vincule sua conta ao seu PlayStation , Xbox ou PC por meio da Epic Games Store para navegar, ouvir o Spotify enquanto joga seus jogos e controlar a reprodução do Spotify usando seu telefone.

      Se você sempre abriu a navegação do Google Maps enquanto dirige (ou caminha), pode adicionar música à sua viagem sem sair do aplicativo. Sincronize o Spotify abrindo o Google Maps e navegando para Configurações> Navegação e, em seguida, controles de reprodução de música no iOS ou Mostrar controles de reprodução de mídia no Android. Depois que suas contas estiverem vinculadas, um pop-up do Spotify deve aparecer enquanto você dirige para um toque rápido para iniciar sua música

      Então, aqui está um truque bacana para salvar automaticamente as faixas da lista de reprodução ‘Discover Weekly’ . Tudo o que você precisa é vincular sua conta do Spotify ao IFTTT (Free, Android e iOS ), procurar todas as receitas do Spotify e ativar a receita ‘Arquivar faixas Spotify Discover Weekly’. Todas as faixas recomendadas nesta playlist são salvas em outra playlist do Spotify, então não se preocupe se você não salvou algumas das faixas que gostou. Basta acessar a lista de reprodução Discover Weekly Archive , que é atualizada regularmente pelo IFTTT, e encontrar aquela doce melodia novamente.

  20. Como vocês lidam com notícias como a da Agência Pública da semana passada, sobre a sabotagem que o iFood fez nos movimentos dos entregadores, e a desta quinta, de que Elon Musk pode se tornar dono do Twitter?

    Já pensam em boicote logo de cara? Ou acham que nada a ver?

    1. Eu pensaria em boicote, caso eu tivesse conta no iFood ou o Twitter.

      Na verdade no iFood eu acho que até tenho, mas só usei uma vez por que a empresa onde trabalho deu um voucher para os colaboradores durante a pandemia. Vou cancelar.

    2. Eu vou me ater apenas à questão do Twitter pois não acompanhei o lance do iFood. Na última década temos vivido esse movimento de grandes empresários ou grupos comprarem veículos de imprensa, canais de opinião e parece que chegamos agora em redes sociais. Não vou citar a Meta, pois Social Media é o core Business dela.

      Vou fazer um paralelo com futebol e as SAFs. O clubes de futebol eram propriedade particular mas com alto poder de manobra social e política. Com a venda dos clubes, aquele torcedor raiz descobriu o objeto da sua “paixão” tinha dono e esse dono não estava interessado em sentimentalismo, mas em retorno financeiro pois qualquer pessoa se tornou um consumidor em potencial.

      Eu vejo a relação do Musk neste sentido – ele é um cara que é capaz de movimentar milhões de US$ de capital especulativo (bolsa e criptomoedas) com uma frase de 144 caracteres. Influenciar bolsas, governos e sua audiência.

      Apesar de ser uma rede social privada, ainda via o Twitter como algo relativamente descentralizado e que não era influenciado diretamente pela mosquinha do capitalismo (graças à sua própria incapacidade de gerar receita rsrsrs).

      As ideias estão um pouco desconexas ainda, mas vou tentar amarrar melhor à medida que o assunto evoluir.

    3. Toda rede social tem um ciclo. Talvez essa manobra marque o fim do twitter como conhecemos e consequentemente gere um desinteresse massivo.
      Por mim, tudo bem, pois estou na internet desde o mIRC. Sei que novas formas de comunicação e conceitos vem e vão.
      É provável que o substituto do twitter já esteja aí (e não falo das redes da meta).

    4. Já não uso esses aplicativos, então o que costumo fazer é ler a notícia e baixar em PDF para que possa catalogar.

      As vezes comento com alguma amizade, o que é mais ou menos assim:
      “Ah, viu?”
      “Eita!”
      “Nenhuma novidade, mas é, tem isso ai agora.”
      “É, foda.”
      fim da conversa.

      De resto, tenho pastas com arquivos de notícias como essas que tu mencionou e dos crimes que eles cometem – tipo o facebook em Mianmar.

      minha ideia é ter acesso as empreitadas que fazem constituir um pensamento da sociedade presente, porque volta e meia alguém me pede como referências de pesquisa ou citação pra trabalho.

      Eu gosto, me faz mais isolado um pouco porque já não uso as redes fazem alguns anos, mas minhas amizades respeitam isso e acabo que recebo muitos prints de redes via zap.

      dica pra galera do boicote: pra pedir ifood é só ligar na loja e no mercado eles tem zapvendas e sistema de entrega :)

      1. Vino, poderia detalhar mais isso sobre salvar em pdfs e como você cataloga? TAGs ou coisa parecida?

        Tenho vontade de fazer algo parecido. Achei que com RSS no inoreader eu conseguiria, mas na versão gratuita não dá.

        1. Meu querido, sou velha guarda em relação a isso.
          Imprimir > PDF ou tu salva como imagem pela ferramenta do navegador e manda um NAPS2 para passar um OCR e transformar em pdf.
          Salvo em pasta mesmo: “artigos”, dentro dessa pasta tem os temas “Uberização do Trabalho” e “Vício Digital” e tal.

          E padronizo os titulos dos arquivos.

    5. Instaurei um boicote do iFood aqui em casa, mas de fato é trabalhoso. Para cada lugar que eu quero pedir comida, eu preciso me cadastrar em uma plataforma diferente (aparentemente não existe mais o conceito de LIGAR pra pedir comida). Ontem no trabalho eu tentei pedir um Subway no almoço pelo delivery próprio da empresa e não funciona, só que ele não te avisa que não funciona, tu pede e fica lá “pedido enviado” sem nunca ser atualizado. Não tem o telefone da loja, ou não atendem. Acabei pedindo pelo iFood e dando uma gorjeta maior.

      O argumento da comodidade é muito forte (mas a que custo, né?). Não foi só o cliente que ficou dependente, os restaurantes também ficaram.

    6. O Twitter eu já não tinha.

      Quanto ao iFood, reconheço que tenho preferido pedir direto aos restaurantes, seja pelo WhatsApp deles (prefiro), ou por alguma plataforma própria do restaurante. Acaba saindo mais barato, e gosto de pensar que contribuo para que os restaurantes e entregadores não virem reféns de “big techs”.

      Mas não chega a ser um boicote, porque se o restaurante não tem alternativa ao iFood, eu peço por ali mesmo.

    7. O iFood cada vez me dá mais motivos pra não usá-lo e de fato não tenho o feito desde 2021. Agora, o Twitter pra mim é mais complicado. Eu não tweeto quase nada, posso seguir pessoas usando Nitter ou qualquer outro front-end, mas também uso o Twitter como canal de comunicação com outros serviços. Se preciso reclamar do celular ou cartão de crédito, falo direto com os caras no Twitter. Outros meios de contato simplesmente são ineficientes. Acho que nos atendem no Twitter por medo de exposição negativa.

      1. P.S.: na minha cidade ainda funciona o ato de telefonar pro restaurante/lancheria e pedir pra entregar em casa. Acho que isso tornou bem mais fácil abandonar o iFood.

      2. eu criei uma conta no twitter só pra falar com a directv, pois nas minhas configurações no firefox o chat no site deles não aparece e o outro único contato é o twitter.

    8. Eu já tinha sérias restrições ao iFood, usava mais por causa de minha mulher, mas agora não tenho nenhum interesse em manter meu cadastro por lá.

      Sobre o Elão, ele é um riquinho birrento, né? Disse que se recusarem a proposta de aquisição ele vai vender suas ações.

      1. Aliás, eu fui abrir a conta no iFood e descobri que alguém já usava meu e-mail. (!!!) Imaginem, tenho o endereço do cara, poderia mandar um saco de bosta pelo correio, além de saber o telefone dele. Abri a conta para usar um voucher e até hoje não consegui usar. Como não tem atendimento pessoal, não consigo resolver o problema.

    9. Aqui na Cidade Maravilhosa, a Prefeitura do Rio lançou um aplicativo de entrega de comida, o Valeu.Rio (https://valeu.rio/).

      Nesse aplicativo, as taxas cobradas aos restaurantes será menor do que as taxas cobradas pelos concorrentes. Só se a compra for maior do que R$ 100 que a prefeitura cobrará dos restaurantes, e será 5%.

      Quanto aos entregadores, eles ganharão R$ 7 por entrega (valor fixo), ou R$ 7 + 2% do valor da entrega, se for maior do que R$ 100. A prefeitura pretende também colocar bases para os entregadores terem locais para descanso, banheiro, beber água, etc.

      Eu acho que essa é um caminho para forçar o mercado a mudar para algo mais humano. Eu nunca usei o iFood, mas já instalei o Valeu.

        1. Cara, só instalei no celular, ainda não pedi comida por ele.
          Pelo que eu vi no Google Play, ainda falta muita coisa, como poder pagar direto pelo aplicativo. Mas eu vejo com muito bons olhos.

          Justiça seja feita, a gente só pede pizza aqui em casa. E as pizzarias onde a gente pede, ou atendem por telefone (e aí minha esposa assume) ou tem um site acessível via celular onde fazemos o pedido.

          Só que agora, com a onda fitness aqui de casa (eu perdi peso e minha esposa também), ela não quer nem ver uma pizza por perto!

    10. Existem sujeitos que são babacas, os que são muito babacas, os que são extremamente babacas… E o Elon Musk.

      Taí um bom motivo pra apagar minha conta no Twitter, se ele realmente comprar o serviço.

    11. Sobre a notícia da Agência Pública, é bem interessante. Mto boa a reportagem que fizeram. Mas nada de novo no front pra quem sabe como funciona a luta por direitos no nosso país. Sou professor do Estado de Minas Gerais e saímos de uma greve agora. Vocês não tem ideia como fomos e ainda somos atacados. Lutar pelas melhorias de qualidade de trabalho não é algo simples! Ainda sobre a matéria do ifood destaco o trecho abaixo:

      “a maioria dos entregadores (61%) trabalha sete dias por semana para o aplicativo. O levantamento aponta ainda que 47% trabalham mais de 10 horas diárias, e 17% passam mais de 12 horas fazendo entregas. A margem de erro declarada na pesquisa é de 2,5 pontos percentuais. 
      Outros estudos apontam para a mesma realidade: uma pesquisa da Universidade Federal da Bahia (Ufba) revela que a jornada de trabalho ultrapassa 10 horas entre os entregadores que têm os aplicativos como principal fonte de renda.”

      Quando li a matéria lembrei demais de uma palestra no IEA/USP sobre uberização. Muito do que está noticiado pela A Publica foi apontado na fala dos cientistas que pesquisam sobre trabalho. Compartilho a palestra na integra com vocês , pra quem se interessar pelo assunto é claro. https://www.youtube.com/watch?v=OM6b1CK5Y-A

      Sobre o twitter, é simples. Deixa essa plataforma pra lá! Precisamos construir outros ambientes virtuais para a troca de ideias e nos relacionarmos de maneira mais harmoniosa.
      Vida longo ao Manual do Usuário! =D

    12. Assim, como disseram abaixo, isso é prática comum em todas as empresas. O iFood é mais visto/lembrado por ter uma relação ainda mais exploratória e predatória (tanto com empresas concorrentes como com os empregados).

      Se você pretende boicotar empresas que fazem isso, vai boicotar tudo (Amazon, Mercado Livre, Dell, Apple, WordPress, MS, Google etc). Se você procurar, até o mercadinho da esquina da sua casa tem problemas trabalhistas de exploração de MdO. Seu condomínio provavelmente tem vários (ok, não sei se você mora em condomínio, foi exemplo hipotético) problemas trabalhistas com zeladores, portaria (principalmente se for terceirizada como Rudder e outras) e limpeza.

      O Brasil é um grande “fazendão” a céu aberto. Choca para quem está melhor colocado na pirâmide, mas, mesmo assim, só choca quem nunca teve que lidar com patrão/dono em negociação salarial ou de direitos mínimos.

      É a lógica que o Darcy Ribeiro coloca no Roda Viva: “povo no Brasil é carvão pra queimar”.

    13. Eu li o artigo da Agência Pública. Parabéns à repórter (Clarissa, né?) e meus votos que o iFood vá pro quinto dos infernos.

      Eu não usava mesmo. Agora é que faço campanha contra.

    14. Eu não tenho conta em nenhum dos dois, então acho que meu protesto está feito. A esposa usa mais o ifood, ainda que, comparado a outros nosos uso seja esporádico (uma ou duas refeições/mês). Mas eu curto de usar o whatsapp da empresa quando vem na comida que consumimos e fazer a compra diretamente.

    1. Na última semana eu descobri que sei cantar todas as músicas da novela Pantanal. Não sei se fico com vergonha por cantarolar “Minha vida tem 2 amores, 2 rebanhos e 2 senhores, 2 destinos nas minhas mãos …” ou por entregar que assisti a versão original com toda atenção do mundo.

      1. Cara, eu não gosto de novela mas abri uma exceção à Pantanal, justamente por me lembrar muito pouco da versão original que eu acho que não tinha nem idade para assistir à época. O que me lembrava, no entanto, me fez querer acompanhar a nova versão e nisso, a trilha sonora dela, até agora, é o que mais tem me surpreendido positivamente.

      2. Essa novela tá ótima!
        Terminou a primeira fase e dou nota 10/10 para todos os atores. Todos entregaram tudo!
        A trilha da novela tá excelente, a fotografia tá excelente. Enfim, tem tudo pra ser a melhor novela da história.
        Nao cito a trama em si pq ela ainda está desenrolando, mas até agora está ótima tbm.

      3. Tô contigo! Fiquei impressionada também com as músicas que canto junto com o Almir Sater.

      1. Mas isso é pra se orgulhar do emocore brasileiro hahaha

        Não sei todas, mas ainda me lembro dos versos de “Mais Um Soldado”

    2. Eu sei muita coisa de brega e sertanejo antigo: Amado Batista, Zezé de Camargo & Luciano. Minha mãe sempre gostou e tinha vários LP’s.

    3. Pior que eu não sei música de cor nem das bandas que eu gosto! 😅

    4. Eu tenho vergonha de saber a letra de todas as músicas do CD Banda Djavú e DJ Juninho Portugal – CD Vol.01 2009.

      Eu tenho vergonha, mas gosto muito, muito mesmo, quando estou em uma situação mais pra baixo eu sempre coloco a música Me libera (Ela é a segunda música do CD).

      Eu gosto tanto que baixei esse CD e fiz backup dele em um HD externo e em uns três pendrives.

      Minha mãe tinha esse mesmo CD, então por causa disso eu ouvi muito essa música quando criança, essas músicas entraram na minha cabeça e nunca mais sairam.

      1. Sim. Sinto raiva quando ouço e me percebo cantando. Agora que li a dica de como banir a banda no Spotify, penso que isso vai melhorar. Aliás, agradeço muito pelo post didático sobre recursos no Spotify. Valeu João Carlos!

      2. importante saber separar a obra do autor.
        Senão, Lobato (racista) deveria ser banido.

    5. Brasileiras: Furação 2000, Latino, Falamansa, Barões da Pisadinha
      Gringas: Avenged Sevenfold, Creed

    6. Pode ser solo?
      Britney Spears. Sei o primeiro e o segundo álbum quase de cor, inteiros.

    7. Não é banda, mas… Roberto Carlos.

      Minha mãe é muito fã.

      1. como ter vergona do Rei?!
        Desde a Jovem Guarda, cantando o sentimento nacional.

        1. Roberto Carlos é meio que símbolo de uma parte dos artistas brasileiros: fechado em si, avesso a contrariedades a sua imagem, voltado ao culto a si mesmo.

          Inegável a representação dele na arte brasileira, mas ao mesmo tempo a postura dele não é a das melhores.

    8. nenhuma… kkkkkk
      Gosto de rock, mas escutamos de tudo em casa, de brega de Alipio Martins ao Punk de Buzzcocks.
      Danço com a esposa um technobrega do Calypso e canto com os filhos Pavarotti arrasando em Nessun Dorma. Levei a filha pra show de K-Pop e acompanhei a esposa no show do Roupa Nova.
      De Falcão à Mamonas, de Cartola à Vinicius, música boa – pra entreter ou refletir – não tem estilo.

      A vida é muito curta pra se importar com a opinião dos outros. Se gosto da música, coloco no volume máximo (de modo figurativo, é claro, a idade não permite abusos)

    9. Vale também curtir as músicas mas depois entender que não deveria curtir o autor?

      Tinha uma época que eu era viciado em escutar músicas do Gary Glitter. Depois de descobrir sobre os abusos e pedofilia dele, meio que parei, mas de vez em quando cantarolo mentalmente “Do You Wanna Touch”.

Os comentários deste post foram fechados.

Compre dos parceiros do Manual:

Manual do Usuário