Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #307

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

263 comentários

  1. E parece que o [Youtube] Vanced subiu no telhado. Alguma recomendação de outro app para youtube sem as propagandas?

    1. por coincidência parei de usar ele tem 2 semanas, pq tenho ficado com medo do google banir minha conta, hahaha

      e em alternativa tenho usado o newpipe

      1. Cheguei a ver o newpipe, acho que até por recomendação da galera aqui mesmo, mas como o vanced me atendia muito bem, nunca nem tentei. Ele bloqueia propagandas também?

        1. ele faz tudo que o vanced faz, só não tem tanta cara de youtube.

          1. Show! Vai ser a próxima parada então!!! Valeu pela informação.

  2. Semana passada me bateu uma nostalgia da socialização na internet 1.0, forums coisa e tal. Eu costumo ser moderadamente otimista com relação ao avanço das tecnologias e sei que há uma tendência em romantizar o passado, mesmo assim, parece que alguma coisa realmente se perdeu ali.

    A descentralização fazia com que os sites pudessem experimentar mais livremente, além de implicar uma fragmentação que, no fim, era positiva, porque fazia com que as comunidades mantivessem um número de usuários que tornava possível socialização. Sei lá, conheci muita gente de todos os cantos nessa época, e hoje vejo que minhas interações na internet são (i) ou com pessoas que eu já conheço, via redes sociais padrão, (ii) ou com completos desconhecidos com quem nunca mais vou falar novamente (ex. Reddit). Os grupos do Facebook contribuíram para matar essa cultura, mas esse caráter monolítico deixa a experiência muito pior. Eu não quero manter um mesmo perfil para interagir com pessoas do trabalho, com minha tia avó e com grupos de algum hobby de nicho, p.ex.

    Vocês sentem falta de meios de interação na internet dessa época? Conhecem substitutos para além das principais redes sociais, ou buscar isso é chorar sobre o leite derramado?

    1. Tenho saudade dos grupos por e-mail. Para mim, foi o modo mais eficiente de comunicação que já existiu (desde que as pessoas não tivessem preguiça de ler e escrever).
      :D

  3. Assistindo agora a reportagem do Fantástico sobre o Telegram, lembrei do repositório de newsletters, e veio o questionamento: existe algum repositórios de canais/bots legais do Telegram?

  4. Hoje fui testar o Clipchamp, novo “Windows Movie Maker” da Microsoft, e, muito embora para um editor de vídeos básico ele até que funciona, não entendo como a Microsoft quer cobrar o valor que tá cobrando por ele.

    Primeiro que para poder exportar em FullHD (cadê o 4K?) o plano é o Business, pelo preço de 19 bidens por mês. Já para exportar em FullHD com direito ao banco de imagens o custo é de 39 bidens por mês.

    Ok, fui editar uns vídeos antigos que tenho (ripados de VHS há muito tempo, picotado em vários arquivos, mas que ainda não tinha mexido) e como a resolução dos vídeos é VHS, ou seja, muito baixa, fui exportar em 480p que é o que o programa gratuito permite.

    Achei bem limitado para algo que se pretende cobrar. Não tem monitor pra assistir ao vídeo da biblioteca e só insetir na timeline o trecho que se quer, precisa carregar tudo pra timeline e ali dentro cortar, não dá pra ir avançando frame a frame com as setas do teclado, precisa dar um zoom imenso na timeline pra isso.

    Sou dos Premiere Pro das antigas (versão 6 ou 7, acho) e pelo que me lembro o padrão era avançar frame a frame quando se usava a seta.

    Enfim, e, ao exportar, fui ver quanto de CPU tava usando, e, pasmem, o processo que estava exportando era o Edge! Não tinha me tocado, mas aparentemente o app funciona como um webapp. Que vacilo.

    Se gratuitas já existem opções muito boas e até melhores, pagas, então, nem se fala. Achei fraco.

    1. Aparece o Edge porque o Clipchamp era/é um editor de vídeo web. A Microsoft só deve ter empacotado o site num app e liberado.

      Agora, esse lance de cobrar assinatura para exportar em HD num app da própria Microsoft e, pior, distribuído pré-instalado no Windows, é… zoado, para dizer o mínimo.

      Escapa-me o motivo da Microsoft ter abandonado o Movie Maker. Era excelente.

      1. Pois é, não faz o menor sentido. Porque existem apps gratuitos que são melhores. E cobrar por um app desses bem meia boca é uma ofensa. Baixei o shotcut e mesmo portable já tive uma experiência de uso fantástica.

        Isso sem falar daqueles que já trazem uma aura mais profissional, como o avid media composer, que na versão grátis já traz a lógica do profissional, e o davinci resolve, mas que tem uma curva de aprendizado um pouquinho maior.

        Acho que até o imovie do iphone é melhor do que o clipchamp.

        Teve uma época em que eu trabalhava editando vídeos de casamento e no pacote que os noivos contratavam tava incluído slideshows com fotos e músicas escolhidas pelos noivos. Usava o Premiere pra editar os vídeos e as fotos ou era um outro software ou era um plugin no premiere, mas tinha q soltar as fotos e fazer o movimento e transições uma a uma, levava uma tarde inteira pra isso praticamente, fora que era maçante.

        Aí surgiu o movie maker e tinha uma opção de criar automaticamente um slideshow desses. Ninguém percebia a diferença entre fazer manualmente e com o movie maker. Economizou horas de meu trabalho. Era excelente pra coisas pequenas. Aí a microsoft em vez de deixá-lo um pouco melhor, apenas o matou. Realmente não faz sentido.

    2. Por esse valor aí é melhor pagar uma assinatura da Adobe. Para quem quer algo simples e funcional para edição de vídeo, eu recomendo o Movavi Video Editor Plus. Comprei ele recentemente por menos de 100 reais com um cuponzinho que achei no Google.

    3. Inclusive esse Clipchamp faz menos sentido quando o próprio aplicativo de Fotos tem um editor de vídeos bem capaz incluso (e que pasmem, permite exportar em Full HD). Só espero que a MS não descontinue essa função do Fotos em favor desse serviço.

  5. Vocês também estão com receio que o presidente seja reeleito?

    Vejo que o preço de tudo sobe, que a cada dia só piora, porém não existe um grande movimento de revolta, nem de caminhoneiros, nem da população em geral.

    1. de acordo com as pesquisas é muito improvável, acho mais fácil o lula ser eleito no primeiro turno que o bolsonaro se reeleger.

    2. Também acho difícil ser reeleito. Lula vai jogar na cara dos brasileiros toda merda que o Bolsotralha fez.
      Mas, caso ele seja eleito eu vou embora mesmo. sério, quem tiver condições que vá embora. Mais 4 anos desse chorume vai enterrar o BR em mais décadas de atraso.

      1. oras bolsonaro e lula não são nada se comparado com porcaria de collor que fodeu o brasil roubando a poupança e tivemos ditaduras segue a lista:

        1)A “Noite da agonia”: dissolução da Assembleia Constituinte de 1823 e Golpe da Maioridade (1840)

        2)Proclamação da República (1889) que foi um golpe militar,

        3)Golpe de 3 de novembro de 1891,

        4)Primeira Revolta da Armada na época de Floriano Peixoto na Segunda Revolta da Armada e uma série de outros levantes contra o seu governo com “mão de ferro”.

        5)Revolução de 1930

        6) Estado Novo (1937)

        7)Deposição de Getúlio Vargas em 1945

        8) regime militar (conhecido como ditadura militar) no Brasil: o Regime Militar, 1964 a 1985.

        vc ainda vem reclamar de lula e o bolsonaro se seus parentes viveram em tempos piores tipo passar horas na fila e tomar cuidado com militares, perder a poupança para o collor?

        cara dá para lidar com esses parasitas via eleição, o brasil é um pais jovem. vc reclama de lula então está no lado de bolsonaro, está na cara que vc não quer lula volte mas apoia o Bolsonaro ficar no poder.

        1. Acho que o Rafael quis dizer que não gostaria do salnorabo continuando no poder. Lula se voltar, vai de boa. Estou certo @Rafael?

          Quanto a história política, é bem lembrado, obrigado @vontutu. Só que muitos de nós hoje só vivemos o pós-Collor. Alguns aqui (nascidos entre 75 a 85) viveram um pouco da era Sarney/Collor, mas só com as lembranças nostálgicas da infância, enquanto nossos pais ou parentes (vai da história de cada um) se matavam para pagar contas e conseguirem seu espaço no capitalismo selvagem.

          O ideal é que tudo sobre o passado tivesse sido bem discutido nas nossas aulas de história, mas bem, nossa educação só nos fez saber o básico e olha lá. Ainda mais lembrando que cartilhas, livros e professores tinham suas vertentes, revertidas nas aulas.

        2. Meça suas palavras parça. Vou votar no Lula e ainda jogar na cara dos Minions: melhor Jair se acostumando.

          Lula tem seus defeitos, mas foi a época que tivemos o melhor desenvolvimento, meu pai pode até comprar carro e máquina agrícola com taxas ridiculamente baixas, coisa que era proibitiva via bancos normais.

          1. @rafael eu entendi e concordo contigo que o lula foi um bom politico apesar dos defeitos e problemas. e estou animado com volta de lula.

            @Ligeiro verdade melhor debater e conversar passado porque conhecer o passado cria o futuro para teremos crescer como país.

            enfim eu vivi na era de presidentes Itamar Franco 1992–1995 (eu nasci em 94) e Fernando Henrique Cardoso 1995–2003, Luiz Inácio Lula da Silva 2003–2011 e a dilma 2011-2016 e o temer 2016–2019,

            enfim agora temos o palhaço no poder (nojento e vergonhoso)

            uma história sobre fakes news que eu recebi quando era adolescente durante 2011 até 2018 foram nesses dois anos (não lembro anos exatos) que sofri do fake news de que o PT ia aplicar golpe do estado via golpe militar algo assim..

            só que não sabia que era fake news de palhaço (atualmente no poder) e vassalos deles para colocar medo e fazer de eu acreditar que o PT era maior ameaça comunista e fiquei dois anos em casa com medo de PT aplicar golpe do estado…

            então eu sofri dois anos por causa de maldito fake news mas consegui sai dessa…anos depois eu fiquei lendo artigos sobre fake news e tática de extremistas, eu comecei entender que o palhaço e vassalos tavam criando fake news sobre PT e criar um ambiente de medo e paranoia e depois votar no palhaço e virar um minon.

            cara, eu penso que eu escapei dessa de virar minon e ainda vivi malditos 2 anos de fake news do PT criado pelo bozo e vassalos.

        3. respondendo ao outro comentário…
          entendo perfeitamente como você se sente. eu nasci em 1987, ali nos anos 90 não foi fácil, principalmente pra quem era da roça. abraço, boa semana.

        4. Você está usando situações passadas para diminuir o sofrimento presente? Por acaso quando vê uma notícia do aumento no número de pessoas em insegurança alimentar e fala “Ain, mas na ditadura militar foi pior”?
          Nós estamos em uma situação horrível muito por conta do fator do biroliro, porque ele fomenta a barbárie, o descumprimento da Democracia e o fragiliza nosso país em um momento já delicado.
          Se tudo der certo, estaremos livre dele ano que vem, e melhor ainda se ele for devidamente responsabilizado por seus atos.

          1. não estou usando usando situações passadas para diminuir o sofrimento presente? mas sim para relembrar que o presente ainda tem jeito para arrumar e temos mais conhecimento e informação que no passado. e concordo sobre situação horrível de bozo piscopata!

    3. nunca votei pq acho que é tudo “farinha do mesmo saco”… um ignorou as normas de saúde e o outro roubou da saúde pública… mas confesso que estou torcendo pra esquerda ganhar e a moeda desvalorizar de vez, pq assim fica mais vantajoso trazer dinheiro de fora (graças a Deus trabalho com TI e devo finalizar o processo de cidadania italiana esse ano, então se ficar muito feio eu simplesmente vou embora, caso contrário dá para aproveitar, não que eu deseje isso, a desvalorização da moeda no Brasil e viver “bem” perto dos meus pais)

      1. Uma coisa que aprendi sobre política: quando a gente fala que “todos são farinhas do mesmo saco”, ignoramos uma coisinha – políticos são seres humanos, e parte de nossa sociedade. E quando não, nossa representação pública.

        Trabalhei para políticos um tempinho e de fato não vou negar – são inescrupulosos e buscam o poder. Isso é fato. Mas isso falando de “políticos tradicionais”. Já convivi com ativistas de esquerda e eles tem bem mais moral do que os políticos tradicionais, só que infelizmente eles são honestos demais, o que significa que o poder que eles gostariam de ter não conseguem pois não tem os recursos para isso – dinheiro e influência.

        Pessoas compram e vendem votos – bem vindo ao capitalismo. Esse é um dos principais males que existe na política, ainda consideramos muito o fator $ quando se fala em políticos no poder. Não a toa continuam “os mesmos” – eles tem a base de influência baseada em cálculos políticos. Todo político, mesmo de esquerda, tem “núcleo duro”. No caso do pessoal de esquerda, porque de fato ao menos boa parte destes atuaram positivamente para os anseios dos eleitores, seja regularização fundiária, legislação mais eficiente, etc… Dos de direita, parte é compra de voto mesmo, disfarçada em “ações sociais” – quando em 2020 revelaram que uma associação ligada aos políticos do PSDB distribuíram cestas bascas, houve divulgação maciça do ocorrido, mas poucos tiram voto do PSDB.

        Lula é a representação da centro-esquerda: por ter sido representante sindical, tem força e poder de conversa. Não a toa hoje é reconhecido por sua atuação. Se ele errou ou não, tais erros tem mais a haver também com o famoso “centrão”, que é o núcleo de políticos com poder financeiro e social que influenciam eleições e atuações políticas. E geralmente tais tem ligações também com submundo criminal. Lembremos que política no Brasil não é só presidente que manda, mas sim o Legislativo.

        E aí o outro mal: as pessoas ignoram muito a eleição para deputados, senadores e vereadores. São eles que fazem os cálculos políticos para se manter no poder. O quanto de dinheiro eles tem que gastar para criar “bases políticas”, seja com obras, seja com “injeção de dinheiro” mesmo, para compra de votos ou propaganda.

        Quem dera assim como você eu poder sair do Brasil e inclusive achar formas de denunciar algumas coisas que vi por estas bandas. O ponto é que também não sei tudo, mas entendo que até a Justiça é falha. Então não adianta denunciar, o ideal é “recomeçar de novo”, ou seja, de alguma forma ter uma “convulsão social” que faça a galera reagir contra as elites de poder. Mas isso é papo comunista, no que o Paulo Pilotti é mais especialista do que eu.

        1. Eu concordo com você, inclusive, confesso que política não é uma das minhas área do conhecimento para opinar ou discorrer sobre. Mas, na minha humilde opinião é, o Brasil foi colonizado com um único propósito, ser explorado, e ninguém tem maior interesse nisso que aqueles que se candidatam a política. Como vc bem comentou, quem tem boas intenções são honestos de mais para entrar e quem não é tem papo para se eleger/reeleger.

          Não vejo político como uma “representação” da nossa população pq ela não quer um corrupto lá, ela tem o desejo de mudança, de algo melhor. Sim, não temos uma cultura muito honesta (vide o “jeitinho brasileiro”) mas isso não significa que não desejamos o melhor (vide a eleição da direita por conta dessa promessa). Ignorar o passado por conta do presente é ignorância, o país não elegeu a direita pq ela é mais “justa ou honesta”, mas ela deseja a mudança, o melhor (foi isso o que foi prometido, não?)

          Enfim, do fundo do meu coração, não desejo o pior para o Brasil, muito pelo contrário, eu gostaria de viver em uma país na qual eu não fizesse parte de uma minoria que consegue viver “bem”. Não vejo nem noticia pq me deixa indignado por não poder mudar a situação (tento fazer minha parte com doações mensais, mas sei que isso está longe de ser o suficiente), e pra manter minha sanidade mental eu me abstenho do que acontece lá fora.

          1. Mas eu fico meio triste em ver que a esperança é no passado que o país tentou esquecer elegendo o atual governo. Não existe esperança no passado e querer tirar algo de bom com base no presente é adiar o inevitável.

          2. Vou me focar neste trecho aqui:

            Não vejo político como uma “representação” da nossa população pq ela não quer um corrupto lá, ela tem o desejo de mudança, de algo melhor.

            Sim e não.

            A percepção de “corrupção” varia muito conforme as pessoas e onde elas aprenderam. E nisso até já discuti com o Ghedin por estas bandas uma vez.

            Entendo que “corrupção” é “quebra de regra” – você sai da condição de regra que tinha estabelecido com alguém.

            Essa percpção de mudança que você fala é notório quando o salnorabo muda as leis a favor de quem quer fazer o que antes era transgressão – o desmatamento, grilagem, garimpagem de ouro, porte de armas sem tanto controle, etc… O que antes era corrupção em uma gestão anterior hoje não é mais. A lei foi modificada e a pessoa não é mais “corrupta”.

            Esse é o ponto: melhor ou pior varia conforme a cultura. De fato, você acerta quando diz que “nosso país foi colonizado para ser explorado”. E parte desta cultura ainda reside um pouco em parte da população. O melhor a eles é a possibilidade de ter poder e pertences. Ter conforto. O jeito rápido, que era fora da lei, hoje não o é mais.

            Falha em partes da esquerda, que quando teve no poder, não se aproveitou para mudar culturalmente as pessoas – algo difícil, mas possível e necessário.

            O resultado é o que vemos hoje. Um país que se destrói devido as discrepâncias. E é difícil corrigir pois mesmo aquele hoje pobre no fundo sonha mais em ser algo perto de um corrupto com dinheiro do que viver em uma comunidade que se respeita. Nossa educação foi falha, voltada ao consumo, ao capital. “Melhor sair daqui do que ficar carpindo mato”.

            É algo que preciso aprimorar minhas leituras e entendimento para falar melhor sobre.

      2. Esse pessimismo generalizado é contraproducente. Em outro comentário, mais abaixo, você disse que “política não é uma das minhas área do conhecimento para opinar ou discorrer sobre”. Tente informar-se mais. Ainda que todos os políticos sejam farinha do mesmo saco, existem os ruins e os menos ruins — estamos tendo uma prova incontestável disso neste momento. Estaríamos muito melhores com políticos menos ruins no poder.

        Infelizmente, é o único caminho. Doações mensais são paliativos, úteis, mas não resolvem muita coisa no macro.

        E esse papo de “ganho em dólar, vou para a Europa qualquer coisa”, desculpe a franqueza, é muito, mas muito mesquinho.

        1. Concordo que pensamento negativo não leva a lugar algum.

          O ponto que me deixa chateado é, a população aclamar o passado em vez de desejar um futuro diferente como se tivesse medo do novo. Como eu comentei, usar do presente para deixar o passado melhor não faz dele melhor. Votar em político “menos ruim” é uma solução paliativa que apenas adia o inevitável.

          Sobre doações, tal qual eu comentei, estou ciente que está longe do ideal mas, alguém precisa ajudar, se não o governo então eu.

          Não precisa se “desculpar” Ghedin, parte da maturidade depende de aceitar feedback a evoluir com o que se aplica.
          Sobre “ganho em dólar, vou para a Europa qualquer coisa” é “muito mesquinho” em que sentido vc diz?

          1. No sentido de que é uma saída um tanto egoísta, né? E te livra de qualquer comprometimento com milhões de pessoas para quem ganhar em dólar e/ou sair do país não é uma alternativa possível.

            É como se o Titanic estivesse afundando e você não ligasse porque tem um jetski na sua cabine que dá para o mar. Tipo “dane-se a galera que vai morrer congelada no fundo do oceano, eu vou embora daqui e boa” 😕

    4. Mesmo q ele não se reeleger. As coisas estão longe de melhorar, o problema é estrutural. Políticos continuaram fazendo apenas o necessário para se reeleger. Empresas continuaram pressas no manicômio tributário. Brasileiro médio, mão de obra pouco qualificada, continuará recebendo salário de subexistencia e demais incapazes (e tbm os nem tanto incapaz) auxílio

      1. Eu vivi de auxílio por muito tempo, e sinceramente preferiria que existisse um sistema de renda básica no Brasil.

        Explico: se toda a relação no país é baseada em comprar e vender coisas, ter uma renda mínima faz a pessoa agir conforme a necessidade, mas também não se acabar. Lembremos – Linus Torvalds recebia auxílio universidade quando criou o Linux (salvo engano)

        Entendo que o medo de muitos é que o auxílio no final seja subterfúgio para quem tem vícios alimenta-los, mas isso se combate de outras maneiras sociais. Além do mais, geralmente auxílios são concedidos com critérios – geralmente para consumo alimentar principalmente.

    5. O que temos que nos atentar, é que nem Lula, nem Bolsonaro, farão com que as coisas melhorem. Lula ganhando, não será como em 2002 ou 2006. Ele não terá governabilidade, nem maioria no congresso. Será uma pressão gigante e quem sabe não farão algo parecido com o que fizeram com a Dilma.

      Para mim, o Ciro é o que tem o programa de governo mais coerente, e mesmo sabendo que ele não ganha, seu programa merece uma chance no primeiro turno.

      1. Ciro tem me soado muito falastrão, esse é o problema. Se ele quisesse tentar a sorte no poder, para começar, ele não ficaria sendo ácido com todos, ainda mais com o Lula (este último que sempre tem uma margem de tolerância com o bocudo do Ciro).
        Ainda mais, ele não estaria só buscando eleitores de forma midiática. Ele estaria fazendo que nem o Lula: articulando nos bastidores e aos poucos dando as caras. O cara tá desde 2019 meio que em “mezzo campanha”.

        Sou mais o irmão dele, o Cid. Este literalmente “se põe a frente” quando precisa fazer algo.

        1. É uma questão de estratégia de campanha. Podemos discordar, como eu também discordo. Mas falo de projeto para o país. Eu li todos na eleição de 2018 e li o livro do Ciro. E falo com tranquilidade que ele é o mais preparado pra assumir o compromisso, mesmo sabendo que ele não ganha.

          1. Se o Ciro realmente estivesse preparado, não teria ido para a França em 2018. Ele teria feito qualquer coisa para articular algo, mas bem… já foi.

            Ele ganha se o Lula sair do páreo. Não duvido que se acontecer algo com a chapa Lula / Alckmin, uma opção será Lula declarar voto no Ciro. Fora eles, não existem outros nomes (atuais) que sejam minimamente democráticos. Simone Tebet ia fazer aliança com o Moro. Isso já diz muito. Nem Novo tem mais chances. Tem o Janones, só que é esquisito como ele corre “por fora”. É uma penúltima opção. Dória é a última opção, pois apesar de atos estúpidos em São Paulo, de alguma forma ao menos ele ainda sabe articular politicamente, algo que o salnorabo nem consegue direito.

    6. Acho que não é trivial analisar esse fato. Existem muitas diferenças do cenário atual em relação ao que era até 2018. Por exemplo: tivemos que voltar a lutar avidamente por elementos da mais básica sobrevivência (veja ato pela Terra/PL 191, desemprego, inflação, agroterrorismo…), além de uma pandemia que desnorteou a todos/as; As forças políticas “tradicionais” tomaram um tufo, estão se realinhando. A cereja do bolo é a irrefutável ambiguidade do poder econômico que, de um lado quer todo tipo de entreguismo por parte do Estado, mas de outro também não tolera tanta ogrisse e irresponsabilidade.

  6. Fala galera, tudo bem? Vocês costumam utilizar Libre Office para escrever artigos cientificos/ monografias. A faculdade em que estudo diz que “precisa ser salvo em word” (foi exatamente dito desta forma), fiquei com a pulga atrás da orelha, pois pode ser que a diagramação mude ao salvar em outro formato além de ODT. O que vocês acham?

    1. Mude de faculdade. Eu não sei nem em quantos aspectos isso está errado. Formato proprietário, difícil de portar ( perde formatação sempre que preciso mexer), pode ser alterado, ruim para equações e referências e outros.

      1. E é pago. A faculdade vai dar uma chave de uso do Office ou subsidiar? Não? então foda-se.

        1. Fala Rafael! Tudo bem? Nenhum dos dois. Eles querem é que todos usem kms ou qualquer outro ativador, pelo menos é o que ficou “subentendido” na resposta do suporte. O pior que não uso office há anos, depois que comecei a usar libre office, deixei a microsoft para trás.

          1. Putz. Normalização da falcatrua. Eu sou pró-pirataria, mas como fator de aprendizado e cultura. Quando usa-se um item de forma comercial deve-se pagar ao seu respectivo desenvolvedor.

          2. Só um lembrete: a versão online do Office é gratuita, salvo engano.

            E faz tempo que não mexo com arquivos de documentos, mas creio que as conversões entre ODT e DOCX não tem tanta perda. Caso seja DOC (Word até 2007), converte de ODT para DOCX, depois para DOC via Office online.

      2. Será que existe alguma outra suíte de escritório open source ou freeware que trabalhe bem com .doc/.docx?

        1. Cara, primeiro… exigir que o aluno use uma solução paga e não fornecer uma maneira do aluno usar de forma legal é ridículo.
          Se fosse eu, bateria o pé e entregaria tudo em ODT mesmo. Ou em PDF, que também é livre.
          Segundo, pelo que eu sei o OnlyOffice lida bem com arquivos DOCX.

          1. Valeu galera pelas sugestões, vou tentar o WPS e o Only Office!

    2. No Libre Office não exporta pra docx? Se não, usa o Google Docs.

      1. Fala Alberth! Tudo bem? Exporta sim, mas o padrão é .doc, quando você abre no Microsoft Word, fica meio desconfigurado.

    3. Na minha pós também tinha essa orientação. Mas fiz tudo em LibreOffice (auxiliado com Zotero), apenas salvei no formato “.doc”. E ainda por cima escrevi num rodapé da minha dissertação :”Escrito com software livre….”.
      :D

      1. Fala Cristiano! Tudo bem? Estou testando o Only Office que também é open source, conforme sugeriram aqui. E ele de fato possui uma compatibilidade melhor com o formato .doc que O LibreOffice, embora eu ainda ache o LibreOffice superior, fora que tenho utilizado ele há muitos anos, ainda vou me acostumar com o Only.

  7. Nas últimas atualizações do Whatsapp, ocorreu algo que não sei se já é oficial ou não – consegui mandar mensagem para “eu mesmo”. Só estou preocupado se isso é bug ou não.

    1. Essa função existe desde sempre… é util pra enviar coisas pra vc mesmo caso não queira criar um grupo e deixar vc sozinho nele rsrs

      1. eu nunca tinha conseguido. aconteceu agora durante as mudanças para o “multiponto”.

        sabia que o telegrama tinha a função, mas no whats é novidade

        1. A forma mais prática de iniciar uma conversa com vc mesmo, até onde sei, é usando um link do WhatsApp com seu numero:
          https: // wa . me / +55[seunumero]
          :)

          1. Queixo caído

            Bem, pelo visto não tem uma forma “oficial” então, pois criar uma conversa comigo mesmo só deste jeito, então não é fácil. Teria que aparecer nos… ah tá, apareceu nos contatos, mas via Whatsapp Web, foi assim que consegui.

          2. Também é possível salvar seu próprio contato na agenda, encaminhar seu contato numa conversa com qualquer pessoa, e depois clicar em Mensagem, no seu contato compartilhado.

          3. Então @felipe eu já tinha meu contato na agenda, mas nunca aparecia no Whats. Só apareceu depois que ficou a atualização que oficializou o uso “multiponto” (em várias telas). Detalhe que não aparece com meu nome, só o número.

          4. sempre uso essa função quando tenho que conversar com alguém e não quero adicionar o contato

    2. Sempre teve isso, mas só aparecia quando criava um link para uma conversa com o próprio número, já que o próprio contato não aparece na lista de conversas do WhatsApp por padrão.

      Eu prefiro criar grupos só com o meu contato como membro, daí posso renomear para “Lembretes”, “Boletos e comprovantes”, “Lista de compras”, etc. Não lembro se o WhatsApp permite criar grupos com só 1 pessoa, mas aí é só colocar uma pessoa qualquer e tirar ela depois.

  8. Alguém já utilizou a versão gratuita do ProtonVPN? Recomendam?

    1. Bem limitado, mas funciona.
      No stacksocial sempre saem algumas confiáveis o suficiente pra maioria das pessoas por um preço justo

    2. Estou usando Surf Shark compartilhado pelo kotas.com.br e tá me atendendo bem pelo preço.

      1. caramba, não sabia que tinha o SurfShark no Kota. ainda tenho uma assinatura mas assim que finalizar, acho que vou dar uma chance para o Kotas

      1. Nunca ouvi falar dessa VPN, e esse preço baixíssimo para uma licença vitalícia é um sinal de alerta forte de um possível trambique. Eu não confiaria navegar usando essa VPN.

        Encontrei uma análise do TechRadar (uma das poucas minimamente confiáveis/aparentemente não pagas) que traz outros problemas, como “Privacy policy lacks detail and there’s no security audit”.

        Parece-me o proverbial barato que sai caro.

    3. Usei recentemente numa viagem, celular e notebook, e funcionou bem, embora demore um pouco para conectar e a seleção de países seja bem limitada (três só, Brasil não incluso). Quebra o galho para usos bem eventuais, mas se a necessidade for maior ou o uso, mais frequente, acho que fica devendo.

      1. No meu caso, por ora, seria mais para uso eventual mesmo, mais especificamente em viagens.

          1. Consultando o uso da bateria nos últimos 7 dias, o consumo do aplicativo SurfShark foi de 1,7%. Com 4500 mAh segura bem o dia todo.

  9. TL;DR
    O upnote é um excelente app de anotações/tarefas com ótimos recursos, visual limpo e apps multiplataforma.

    Algumas semanas atrás encontrei uma conversa sobre um app chamado Upnote em um fórum linux.
    A princípio, pensei ser mais um desses apps de notas para linux que não tem versão mobile e só recebe atualizações por 6 meses no desktop para depois ficar jogado às traças em algum repositório.
    So que eu estava enganado, pois trata-se de um app multiplataforma que funciona muito bem (testei no windows, linux e ios). Devo destacar que no iOS ele me pareceu visualmente semelhante a um daqueles apps de journal (que considero muito bonito). Por isso não me pareceu estranho descobrir que muitas pessoas tem usado o upnote para Journaling.
    Diferente do Joplin e Standard note, onde os apps desktop parecem uma coisa e o mobile parece ser outra coisa, na versão mobile do UpNote vc sabe que está usando o app correspondente ao desktop, pois ambos funcionam com a mesma ergonomia.
    Em todas as plataformas que testei, o app é rápido e apesar de várias funções, vai direto ao ponto como o Simplenote ou o Notas da Apple, mas não é poluído de funções como o Notion, nem lento como o evernote e muito menos desengonçado como o onenote.

    O upnote permite organizar suas notas por tags e por pastas (sim, as pastas ainda funcionam muito bem, apesar de alguns devs tentarem matá-las a todo custo).
    Mas o recurso que mais gostei foi o de lista de tarefas: no topo da barra lateral existe uma pasta chamada “Todo”. Lá ficam todas as suas notas que vc tenha transformado em lista de tarefas. É uma especie de atalho automático. Algo simples, mas que na minha opinião, transformou o Upnote no app que melhor consegue mesclar notas e listas, pois geralmente os outros apps dão prioridade para um ou outro. E novamente: você tem a mesma experiência no app mobile e desktop.

    De uns tempos pra cá, apps/serviços gratuitos são os que me trazem mais desconfiança, pois se não venderem os seus dados ou não tiverem uma grande empresa por trás (como o Apple Notes), significa que não vão durar muito. Por isso, estou preferindo os que tem assinatura ou pagamento lifetime. O upnote tem os dois e optei pelo lifetime, pois além de ter melhor custoxbeneficio, sabe-se lá quanto o dólar vai estar custando daqui dois meses…

    O app ainda tem muitos recursos que nem conheço.
    No momento o Upnote está em promoção na licença lifetime.

    1. O valor da licença vitalícia não cobre nem dois anos da assinatura mensal. Isso é um sinal de alerta — muito barato.

      Sabe dizer se os aplicativos são feitos em Electro? A julgar pelo tamanho do instalador no macOS (158 MB) e ser multiplataforma, talvez sim?

      1. Eu já vi esse questionamento sobre o preço e os devs disseram que estão conseguindo pagar as contas. Mas eu já entendi que o lifetime é temporário e vai deixar de existir em algum momento. Nos termos deles faz uma menção dizendo que quem pagar o lifetime estará sempre incluído em todas as novas funcionalidades que surgirem, mesmo após a extinção da modalidade lifetime, ficando apenas a assinatura.

        Sim. É em electro, mas nos meus testes ele não passa de 95mb de ram (Linux e Windows). Ou seja, é muito bem escrito.
        Tô testando outro app em electro chamado cider (Apple Music para Windows e Linux) que consome entre 500 e 900mb kkkkkkkkkkk. Um absurdo mal feito.

  10. Estava aqui trabalhando num processo de colagem (de madeiras), enquanto ouvia música. Em um determinado momento parei e fiquei pensando em como eu gostaria que a banda na qual estava ouvindo fosse mais conhecida, tivesse suas músicas mais divulgadas, tamanha a qualidade do seu trabalho.
    As letras, a rima envolvida nelas, os versos que as compõe, os temas que elas abordam; o instrumental, essa mistura de rock, pop e música popular brasileira; a energia ao vivo, quem já foi a um show deles sabe o quão lindo é quando a banda está completa, com as dançarinas fazendo acrobacias no palco e a interação do vocalista com a platéia. A banda em questão é O Teatro Mágico.

    Daí fiquei curioso em saber de vocês. Que banda que vocês amam, que gostariam que tivesse seu trabalho mais difundido e por qual motivo?

    1. eu não conhecia a banda, deixei uma pausada no spotify pra ouvir mais tarde.

      eu curto uma banda chamada greta van fleet, e apesar de ter mais de 3 milhões de ouvintes mensais, no meu círculo de amigos só um conhece, os outros nunca ouviram falar (e olha que quando vieram pro brasil o local lotou)

      1. Greta Van Fleet é enorme, já ganharam Grammy, fazem turnê mundial, abriram show pro Metallica, tocaram no Lollapalooza Brasil.

      2. Cara, Greta van Fleet… boas lembranças de janeiro de 2019. Hhahahah foi quando eu conheci a banda. Gostei muito logo de cara. E o que eu vou dizer agora pode ofender muita gente, mas eu prefiro eles à Led. Pronto, falei! =P

    2. Camarada, de onde vem esta febre…

      Fui num show deles em 2008 em Palmas, maravilhoso. Poder conversar com todos os artistas depois do show foi outra experiência fantástica.

      Eles vieram na minha cidade no dia do meu aniversário e eu estava viajando (oh…) – desde então não apresentaram mais com banda inteira, apenas o Fernando Anitelli.

      Eu valorizo muito a música feita pelos meus amigos aqui da cidade (Santa Maria – RS). Tivemos um coletivo de compositores que durante 3 anos fez um espetáculo apresentando 12 compositores diferentes com uma banda base, além de Do último fui produtor e baixista. https://www.youtube.com/c/EntreAutores

      Deste coletivo surgiram vários trabalhos, entre um deles o Pegada Torta, que tem uma produção pequena como grupo mas os integrantes seguem na estrada. https://www.youtube.com/watch?v=WaTfAZ4L6_8

      E não posso deixar de citar meu amigasso Léo Pedrete, cujo primeiro EP foi captado 99% na minha casa sob meus cuidados. Doutor em Antropologia, carioca radicado no RS, compositor, cantor e instrumentista único, https://www.youtube.com/channel/UCajHfgp5SNhY-26zMUbUekA

      Valorizo a autenticidade na composição. Não desdenho da música comercial (muito do que gosto e me influencia é sim comercial), mas a arte que nasce porque rebenta mexe muito mais comigo.

      1. Santa Maria é referência em música aqui no RS. Foi daí que saiu a mítica banda Fuga.

      2. Isso! O fato d’OTM saírem para conversar com o público após os shows é muito legal. E como tu mesmo disse que já fostes ao show somente do Fernando, é incrível como ele consegue envolver o público nos seus shows solo.

        Sobre as tuas dicas, cara, quanta coisa legal! Obrigado pelas dicas dos artistas e pelos links no Youtube. Agora dei apenas uma pausa nos estudos, mas mais tarde vou ouvi-los.

    3. Massa o relato! Também compartilho desse sentimento diversas vezes escutando algumas bandas.

      Também vi o Teatro Mágico aqui no RS quando fui num show deles no começo da minha adolescência (2009). Foi bem marcante e uma grande descoberta na época. Hoje já não escuto tanto pois foge um pouco dos meus interesses musicais, mas tenho admiração e carinho pelo trabalho deles.

      Uma banda que sou “pregador” e sempre gostaria que todos conhecessem é o Vulfpeck. Eles são uma banda de funk music com grande influências do jazz.

      Aqui tem o show deles no Madison Square Garden. O que me impressiona são duas coisas:
      1. eles foram uma das primeiras bandas a esgotar os ingressos pro MSG sem um manager ou uma “gravadora”.
      2. O vídeo do show foi gravado ao vivo com um iPhone em um único take.

      1. Uma banda que sou “pregador” e sempre gostaria que todos conhecessem é o Vulfpeck. Eles são uma banda de funk music com grande influências do jazz.

        Nessa pegada, acho legal BADBADNOTGOOD e – mais puxado para jazz fusion – o Snarky Puppy.

        1. Vulfpeck é maravilhoso. Conheço poucas pessoas que ouvem.
          The Fearless Flyers (outro projeto com integrantes do Vulf) tbm é ótimo. E as coisas que o Cory Wong faz, cara é prolífico demais da conta.

      2. Cara, nunca ouvi falar dessa banda, mas só o fato de tu ter dito que é “funk music com grande influências do jazz” já me agradou muito! Capaz de ser a minha trilha sonora do trabalho, amanhã.

        Já conseguisse ir em algum show deles?

    4. Nightwish, que por conta das brigas internas e polêmicas, perdeu muito da fama e glória que tinha nos anos 2000, apesar de lotar estádios até hoje.

      A banda teve um período complicado com a substituição da Tarja Turunen pela Anette Olzon, que é uma baita cantora, mas claramente não batia com o estilo musical do NW.

      A entrada da Floor Jansen praticamente ressuscitou a banda e deu um toque épico na musica maior até que nos tempos da Tarja. E a Floor por si só merece muito mais destaque no mainstream. Pra mim, ela entra fácil em qualquer top 10 de maiores cantoras de todos os tempos, de todos os ritmos.

    5. Não uma banda, mas uma artista com a qual me sinto muito assim é a Mitski. As letras dela são poesia pura e ainda por cima toca e canta bem demais, queria que todo mundo conhecesse.

      1. Nunca ouvi falar dela, mas já vou colocar na lista de artistas para ouvir amanhã. Bem desconhecida, ao menos eu nunca tinha ouvido falar (e esse é o objetivo dessa lista).

      2. Adoro a Mitski. Dos artistas mais recentes que ando descobrindo, coloco-a no topo junto com o boy pablo e a beabadoobe (sim, em minúsculas mesmo), acho que são três bons exemplos de um indie pop gostosinho.

        1. Conheci a Mitski e muitas outras bandas indie (americanas ou não) pelo canal do youtube da KEXP, uma rádio de Seattle que parece ser muito bem conceituada no circuito. Todo mundo acaba indo tocar no Live at KEXP.

    6. João Penca e Seus Miquinhos Amestrados. Okay My Gay não estar no top 3 de qq lista de melhores discos nacionais dos 80s é puro preconceito.

      1. Melhor nome, ever! AIhsAIUHsauihsai

        Interessante a banda. Adicionarei na lista de amanhã!

        1. Se gostou do nome da banda, saca a discografia:
          1983 – Os Maiores Sucessos de João Penca & Seus Miquinhos Amestrados
          1986 – Okay My Gay
          1988 – Além da Alienação
          1989 – Sucesso do Inconsciente
          1990 – Cem Anos de Rock ‘n Roll

          Pena que nos serviços de streaming (pelo menos no Tidal e Spotify) só tem parte da coletanea Hot 20.

          Eles davam gás até nos playbacks do Chacrinha.
          Fui em um show numa das voltas deles em 2008. Uma festa apoteótica de tão bom.

          1. Sdds Miquinhos! O problema da discografia deles é que os discos foram lançados por gravadoras pequenas, parece que algumas quebraram, outras só desapareceram, e os fonogramas originais sumiram.
            Fui no shows dessa turnê de 2008 aqui em BH, tenho uns três vídeos no meu YouTube que até hoje ainda recebem uns comentários lá.

  11. E ah, mais uma pergunta: eu confesso que estou interessado (e curioso) em usar um teclado AZERTY. Daí a pergunta é: onde compro um? Pode ser naquele leiaute francês.

    1. Por curiosidade, o que leva alguém a buscar um teclado com esse padrão?

    2. já tive um thinkpad com esse padrão, comprei ele em uma promoção na newegg mas já passei pra frente pq não me dei muito bem

    3. Eu gosto muito de experimentar teclados diferentes tanto na forma do teclado quanto nas distribuições das teclas.
      Atualmente gosto de, de vez em quando, mudar o teclado virtual do celular pra formatos diferentes e línguas diferentes.
      Acho que pode ser uma boa introdução a um layout diferente de custo zero. Daí se você sentir que gostou de usar virtualmente e tiver disposto a ter um teclado físico tem menos chances de se frustrar, e já terá um treino pra começar a usar já de cara.

  12. Vou montar meu PC! Semana que vem chega o resto das peças!

    Tive um pensamento de colocar um rastreador dele, pra caso ele seja roubado eu conseguisse achar.

    Pensei naquele AirTag. Mas muito caro! Alguém tem alguma ideia de como eu poderia fazer isso de uma forma mais “caseira” ou barata sei lá?

    1. Anote os números de série das peças. E se necessário, inscreva em serviço de rastreamento como o da própria Microsoft ou Prey Project.

      1. Hum, isso do número de série não tinha pensado. Vou fazer!

        Mas queria um jeito de trackear mesmo. O da Microsoft precisa ta conectado na internet, e eles podem resetar antes de disso. Esse Prey não to ligado, vou pesquisar!

        1. Eles tem um plano gratuito. Mas o mal de sistemas de rastreamento assim é que exigem que a instalação ainda esteja lá. se o equipamento for formatado, inutiliza.

          1. Pois é! Isso que quebra saca! Por isso pensei nas tags! Mas sei la, pensava se talvez sei la, um rastreador de carro num era melhor mais barato, sei la, ou algo que eu não tenho ideia também saca?

    2. Será que compensa fazer isso? “Achar” um PC roubado é complicado por dois fatores: 1) Às vezes você acha ele num lugar onde não é recomendável ir, pois perigoso; e 2) Existe a possibilidade de quem levou o PC desmontá-lo para vender as peças separadamente.

      Talvez seja mais negócio fazer um seguro.

      1. Bingo! Era nisso que eu queria chegar.

        Ter o número de série das peças ajuda pois vale da regra das bicicletas: quem rouba não se atenta a isso, então ao achar um classificado de uma peca roubada, pode aferir o numero de série discretamente e acionar a policia. Se a pessoa entende de redes, é possível rastrear pelo Mac Adress também.

        Rastreador em PC depende muito. E em notebook é mais plausível.

      2. Pois é! Da parte 1, eu pensei que poderia acionar a polícia e ela ia lá e resolvia!!! (HAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA gostosas risadas) acho que não pensei direito isso. E quanto ao 2 acho que é mesmo a pior parte. Vou anotar os números de série como o colega acima falou, e talvez ver do seguro mesmo!

        1. É só um caso anedótico, mas em 2015, quando invadiram meu apartamento e levaram tudo, havia um iPhone 5 no meio das coisas com o “Buscar Meu iPhone” ativado. Ele acusou uma localização suspeita. Passei à Polícia Militar, que reconheceu aquele local como um típico de desmonte/revenda de celulares furtados/roubados, mas ficou por isso mesmo. Ninguém foi atrás, nunca mais vi o celular. Ces’t la vie.

          1. Já tive dois casos de sucesso.

            – Furtaram um tablet de um amigo dentro da casa dele (ao lado da casa ele aluga um galpão para uma empresa). Puxei via “Encontre meu Android” o tablet e ele foi encontrado em uma cidade vizinha, 30 km. Deu para deixar um aviso na tela para a pessoa devolver o tablet (na época) e o tablet foi deixado em uma delegacia. Com isso ele foi recuperado.

            – Furtaram um iPhone dentro de uma loja. Nessa puxei pelo rastreador do iCloud. O telefone estava a duas quadras da loja jogado dentro de uma moita (provavelmente o ladrão suspeitou que o celular era rastreável e deixou lá para testar). Gritei para a vizinhança “se foi alguém da vizinhança que roubou, é tão corrupto quanto o bolsonaro”.

    3. Cara, rastreador num PC?

      Concordo com o Rodrigo: será que compensa? Onde tu mora é tão perigo assim?

    4. Cara, é desktop? Caso positivo, acho que vai ficar mais em um local só, não é? Acho que sai mais barato fazer um seguro residencial, dá pra configurar até que valor eles seguram (o meu segura até 10K em casos de roubo à residência, se não me engano).

      Faz uma cotação e vê quanto sai. Aí é backup + criptografia para caso seja roubado ao menos os dados estarem seguros.

  13. seu que no ecossistema da apple dá pra fazer isso, mas no windows/android eu não conheço:

    como usar um fone sem fio com mais de um aparelho ao mesmo tempo? aqui eu tenho um notebook, tablet e celular (o primeiro windows, os demais android) e quando estou conectado em um eu preciso desconectar e conectar manualmente no outro, tem como fazer isso de maneira facilitada?

    1. Acho que vai mais da configuração do fone, não? Eu tenho um que aceira duas conexões simultâneas.

        1. Vish, nem sei mais, é um chinesinho da Bluedio com cancelamento de ruído.

    2. Eu uso um fone que aceita até 3 conexões, é o Corsair HS70 Bluetooth.

      Inclusive ele é bem versátil a ponto de permitir diferentes pontos de entrada: USB, P2 e Bluetooth. Já conectei em 2 devices ao mesmo tempo no bluetooth com ele, não sei se aceitaria um terceiro só por Bluetooth

    3. Essa função pertence ao hardware, no caso o fone de ouvido. Se só aceita 1 conexão bluetooh, não tem o que fazer. Eu já tive um da samsung que aceitava até 2 aparelhos.

    4. Cara, meu sonho é conhecer/ter um fone que aceite múltiplas conexões. Mas não conheço nenhum. Inclusive se alguém tiver alguma sugestão pra dar, porque ficar pareando/despareando entre aparelhos é um saco. Me parece que isso é mais uma função de hardware (se alguém souber o nome também).

      Inclusive, queria ter um rádio bluetooth pra carro que aceitasse múltiplas conexões com celulares também, pois passo pelo mesmo problema no carro. Se alguém souber de algum pra dar a dica…

    5. O único fone com essa função que já usei foi o Soundcore Q30. Ele se conectava em até 2 dispositivos e alternava por um botão no próprio headset.

      1. Não sei se é o único, mas ele tem essa função sim. É bem bacana. Mas o meu, com menos de um ano de uso, as almofadas estão descascando se abrindo. Bem decepcionado. Mas tirando isso, a qualidade de audio, conforto, e bateria são ótimos.

  14. O que fazer quando bate a crise de identidade.
    Troquei de emprego para ver se resolvia, mas a sensação continua igual. Por varias vezes penso se quero continuar na área ou se mudo radicamente.

    1. Cara, eu sei que não é barato e também não curto isso de recomendar terapia para todo mundo.

      Mas eu acho que terapia pode ser uma boa.

      1. eu sou o contrário, recomendaria terapia pra todo mundo, somos muito limitados quanto ao “nosso mundinho”, ter alguém na qual confiamos e que tenha uma opinião fora desse aspecto eu acho que é muito importante (independente da sua “saúde mental”)

    2. Muitas vezes tentei fugir de mim, mas aonde eu ia, eu tava.
      – Tiririca

    3. Todos falaram terapia. Eu ia falar isso também, mas para ir contra a maré – se tem amigos pessoais, converse com eles. Se for familiares, melhores ainda.

      Busque em si mesmo as respostas. Faça algo que se sinta bem e uma hora você relaxa ao ponto de “se achar” ;)

      1. Indo na linha do Ligeiro (mas ainda dando voto a terapia) e lembrando, não existe formula mágica pra isso.
        Tire uns dia pra vc (tipo, todo domingo), sai de casa, da uma volta seja lá onde teu coração desejar ir mas que ao mesmo tempo, que vc não evite de pensar em si mesmo. Tentei encontrar alguém na qual vc consiga confiar alguns pensamentos mais profundos, isso é muito importante. Saia um pouco do seu “mundinho”/dia a dia, vc só vai encontrar uma resposta fora dele.

        1. Isso.

          O meu hobby hoje é dar uma volta em lugares diferentes da região que moro. Quando tenho condições, tento ir a alguma cidade ou região que nunca conheci mas que seja nas proximidades.

          Isso falo por mim, não sei quanto a outros, dado que tem gente que prefere ficar em casa ou ir para lugares com amigos conhecidos.

      2. Eu não sei, cara, às vezes falar com amigos/família é pior. Pois existe uma ligação emocional e as próprias pessoas não conseguem pensar objetivamente. “Mas você tem um emprego tão bom” “mas a sua vida é tão boa”. E muitas vezes não conseguimos realmente nos abrir com essas pessoas pois temos essa ligação e, às vezes, ficamos com receio do que essas pessoas pensariam de nossos pensamentos mais íntimos.

        Um psicólogo tem treinamento. Por mais que julgue internamente, ele não pensa de forma subjetiva, o objetivo dele não é afagar nosso ego, enfim, só coisas positivas. Fora que ele lida com MUITA gente e a própria experiência aliada ao conhecimento já dão uma ideia de como proceder com paciente x ou y.

        1. Está certo. Quando falei de falar com familiar / amigo, é mais para “preparar o terreno”, ou seja, ir conversando e com isso achando pontos que a pessoa precisa se encontrar. A terapia faz melhor, mas tem um ponto ignorado – terapia É caro (existem gratuitos, claro) e precisa que a pessoa se aceite para ir atrás.

          Eu mesmo preciso voltar a fazer terapia, mas quero ter condições financeiras melhores de pagar um. Terapia gratuita é ótima, mas sinto as vezes que abuso desta situação.

    4. Primeiramente, terapia é válido, mas não é uma solução mágica para tudo. Muita gente recomenda como se fosse algo milagroso e infalível. Dependendo de quem você é, de onde veio, talvez o profissional não consiga ser empático a sua realidade, nem capaz de compreender seus problemas. Exemplo: você é uma pessoa cheio de problemas na família, mora na periferia, é negro etc. Dificilmente as palavras ditas por um psicólogo que nasceu em berço de ouro, fez faculdade paga pelo pai e ganhou sua própria clínica ao se formar, vão ter alguma utilidade pra você. Não é tão simples assim. Essa romantização da terapia pode ser prejudicial.

      Minha sugestão: ocupar sua mente com coisas que te façam feliz. O que você mais curte fazer? Estar com uma namorada? Fotografar? Surfar? Conhecer lugares novos? Ir a shows? Tenta focar em coisas que te fazem feliz e ocupar sua mente com elas. Ler também (fuja de auto-ajuda) é muito bom.

      1. Entendo a terapia como algo mais abrangente, transversal. Um(a) bom(a) psicólogo(a) consegue ajudar o paciente mesmo tendo uma bagagem bem diferente.

        Na terapia, pelo menos na psicanálise, o papel do(a) psicólogo(a) é mais de te guiar do que falar. Ali você começa a cavucar a sua própria história, a fazer novas associações, observar situações de outros ângulos, a conhecer-se numa camada mais profunda.

        Concordo que é preciso um tipo de compatibilidade com o profissional, para que a gente sinta confiança para se abrir. Se não der certo com o primeiro, é bem provável que seja isso, não que a terapia lhe seja inútil ou dispensável. Tente outro(a). Uma hora acerta e a coisa deslancha.

        1. Ghedin, isso funciona pra branco classe média. Existem muitas realidades no Brasil e você sabe disso. Há uma romantização generalizada da terapia, mas tenta conversar com pessoas pobres, negras ou que tem problemas sérios na família uma patricinha que nunca passou dificuldade na vida, formada numa Uniqualquer vai poder ajudar em algo.

          1. Vamos ficar batendo na mesma tecla aqui 😄

            Só reitero que terapia não “funciona só pra branco de classe média”. Desculpe, Alberth, mas essa é uma visão condescendente do outro, do pobre. O sofrimento da existência humana é universal, independe de classe ou renda, e contém aspectos que são, também, universais. Mesmo alguém formado numa Uniqualquer e que sempre viveu em berço esplêndido é capaz de compreender e se sensibilizar e, assim, ajudar pessoas com quem não compartilha as vivências.

            Chama-se “empatia”. Se isso não fosse possível, como você argumenta, não estaríamos tendo esse debate (eu, pelo menos, que nunca passei perrengue na vida).

            Existem psicólogos atendendo o SUS e programas sociais de auxílio social que integram a terapia ou têm psicólogos no corpo multidisciplinar, como o CRAS, por exemplo.

    5. Você reparou que sua mensagem está associando sua identidade com sua carreira, seus objetivos profissionais? Você é seu trabalho? De que maneiras sua carreira te define?
      (a terapia já começou!)

      Esse pode ser seu questionamento inicial num processo terapêutico, assistido ou não.
      Muitos aqui já argumentaram sobre a terapia e ótimos conselhos já foram dados. Eu recomendo muitíssimo a terapia e, como já foi dito, a relação com o/a terapeuta é uma parte importante pro andamento do processo então não se deixe acreditar que é a terapia que não funciona se você sente que não está progredindo.

  15. Fala galera! Recomendações de extensões pro Safari do iPhone? Comecei a usar recentemente e queria aproveitar pra dar uma turbinada.

    Já estou usando:
    – 1Password, pra gerenciar senhas.
    – Vinegar, pra trocar o player do Youtube pro padrão do iOS.
    – Super Agent, pra clicar no banner de cookie sozinho.
    – Hyperweb, que faz uma porrada de coisas (bloqueia ads, dark mode onde não tem, e outros)

    1. Eu uso o Keyword Search. Que tu pode assinalar uma palavra chave pra quando tu fizer a busca, ele buscar direto no site.

      Exemplo, assinalei y pra Youtube, m pra Mercado Livre, z pra Zoom, etc. Dai quando eu quero pesquisar algo no mercado livre, digito m coisa, e ele busca la direto.

      Eu uso no iPhone porque uso no safari ja, mas no iPhone faz pouco sentido parece, enfim, caso faça pra ti, tai.

      1. Baixei aqui, mas estou com uma dificuldade sobre as configurações, poderia deixar a sua de exemplo as configurações que utiliza?

    2. O Dark Reader é uma boa se vc se irrita com páginas de fundo claro e o celular tá no modo escuro (é ruim principalmente de noite).

      Não é perfeito, mas quase nunca quebra layout e as vezes é melhor o site mais feio do que a luz branca destruindo a sua córnea

  16. Alguém conseguiu se livrar totalmente do telefone fixo? Como foi a experiência?
    Encontrou algum entrave com instituições que “precisam” desse dado?

    1. Eu não tenho há 2 ou 3 anos.
      Em alguns cadastros insistem, mas digo que não tenho. Hoje em dia não tenho problema nenhum.

      1. Tb vivo sem telefone fixo há uns 3 anos. Não tive problemas com isso.
        Tempos atrás havia números 0800 que não aceitavam chamadas de celular, mas não sei se ainda existe algo assim.

        1. Ainda tem sim. empresas medias geralmente só aceitam 0800 via fixo – me pergunto se aceitam em pos pago

    2. Não tenho há pelo menos 7 anos, em geral não faz falta alguma, embora realmente de vez em quando tenha esse problema de não conseguir ligar para 0800.

    3. Já não uso telefone fixo há muito tempo. Não faz a menor falta.

    4. 10 anos sem fixo, nunca tive dificuldades, as poucas empresas que insistiam em usar 0800 que não aceitavam celular eu acabava contactando por outro meio.

    5. Sem fixo faz mais de 10 anos. Só tínhamos a linha pra conectar o modem mesmo. Quanto a cadastros eu nunca tive problemas.

    6. Então, sobre a segunda pergunta, nunca tive esse problema. Geralmente, quando o formulário exige um telefone fixo, eu acabo colocando o celular mesmo, e ele acaba aceitando.

      Sobre a primeira pergunta, vamos lá. Acho que faz mais de dez anos que meu pai não utiliza telefone fixo. Até mais ou menos 2009, a única utilidade do telefone fixo pra gente era acessar internet discada. Nessa época, meu pai trocou o telefone fixo por um plano da Embratel (chamado Livre) que funcionava em um celular, era meio que um fixo “móvel”. Era um Nokia “antigo” que não tinha chip, era bloqueado somente para aquela função. Meio que substituía um celular pré-pago, mas com um número de um fixo.

      Desde então, o Livre foi descontinuado e meu pai ficou com um celular pré-pago mesmo. Quando a gente mudou de casa, em 2014-2015, eu precisei contratar um fixo pra poder ter acesso a internet, pois a Oi meio que forçou uma venda casada, e não tinha outro provedor que atendesse a região. O telefone fixo nessa época ficava sem uso mesmo, exceto quando eu precisava ligar pra casa e nenhum celular atendia (o que não era raro de acontecer).

      Hoje em dia eu já tenho um provedor local que atende minha região, então a gente vive tranquilamente sem um telefone fixo.

    7. Eu tenho um fixo pq estranhamento o plano da Net/Claro ficou mais barato com ele do q sem.
      O aparelho fica desligado o tempo todo, pq ngm q quer falar cmg de verdade usa esse número (no começo minha mãe ligava por costume de fixo, mas agora ela só liga por video do whatsapp rs). Só era telemarketing e engano, então deixamos desligado.
      O número eu nunca nem lembro pra usar em cadastros. 90% das vezes coloco o celular, a não ser q role insistência. Não vou atender msm, já q tá desligado.

      1. Essa questão do preço é engraçada mesmo.
        No caso da Oi, se eu quiser só TV eu pago o mesmo que pago hoje por TV+Internet Fibra 200MB+Telefone “fixo”. Possivelmente teria até alguma melhoria, mas eu detesto falar com a Oi.
        O “fixo” é pq o telefone vem do modem da fibra, então não é mais aquela linha com par de cobre.

        1. Não sei como é a legislação, mas creio que eles conseguem oferecer mais barato com linha telefônica devido a isso. Parece que cabe no mesmo motivo de fazer oferta de telefonia e internet, e “de graça” colocar “serviços digitais”.

    8. Não uso já há uns 10 anos. E tem sido normal. Não lembro de ter tido algum problema por ter dito “não tenho” ou deixar em branco em cadastros.

  17. Indicações de newsletter para ler? :) Além do Manual do Usuário, é claro! hehehe

  18. Para quem não trabalha diretamente com edição de imagens, mas que gosta de editar: Vale a pena assinar a Creative Cloud? Vi que está em promoção por uns centos e uns reais, o que me atraiu bastante. Até pq é chato ter que ficar crackeando os programas.

    1. Seguindo uma ideia baseada no último “Escritório” aqui no MdU: talvez compense também conseguir uma antiga licença ao invés da anual. Tipo, comprar uma licença de uma versão um pouco mais antiga, como a CS6. Depende de sua necessidade, claro.

    2. Uma alternativa é usar software livre, que é menos polido (é só comparar o preço da mensalidade da adobe com o preço de um gimp da vida) mas é gratuito e tem a maioria das funções já disponíveis.
      Sugiro olhar o gimp.

      Se você ainda quiser ficar com software proprietário, eu recomendo dar uma passada na Affinity, eles tem alguns programas que podem te atender, e a licença é compra única.

      1. Cacete, ainda bem que você me alertou. Que péssimo isso.

    3. Depende… se for uma alternativa ao Photoshop para criação, eu indicaria o GIMP, Krita ou o Photopea que é basicamente um Photoshop online e free (https://www.photopea.com/).

      Se for para editar fotos em RAW, indico o Darktable.

    4. resposta sucinta: não

      o pacote da Adobe é realmente maravilhoso, mas mesmo em promoção eu diria que quem não o utiliza cotidianamente vai simplesmente deixar vários aplicativos lá ociosos na maior parte do tempo

      há alguns anos eu comprei licenças do pacote Affinity, da Serif. São aplicativos equivalentes ao Photoshop, ao Illustrator e ao inDesign e para meu uso são suficientes — mas não possuem todos os recursos presentes nos da Adobe

      1. Realmente, se ele só edita fotos não tem nem motivos para assinar a creative cloud completa, basta o pacote para fotógrafos, que inclui todas as versões do Lightroom e o Photoshop por 43 reais.

    5. Brinco de “desastre gráfico”, com edição de imagens e elaboração de mídias – usava um photoshop “alternativo” por muitos anos (v6, bem antiga, mas me supria).
      Testei o Gimp – mas fica anos-luz de recursos e, principalmente, usabilidade.
      Conheci o Affinity e sou feliz… :-)
      Comprei o Corel Draw 18 (quando já estava na v20) numa promoção de queima de estoque, me é suficiente.

    6. se quiser assinar, da uma olhada no kotas.com.br, talvez vc encontre algum grupo de pessoas assinando e sairia bem barato assinar

    7. Se for apenas para edição de imagens também acho que não vale muito a pena ainda se você ver o quanto vai embora por ano e como nesse nicho tem outras alternativas legais para testar como já citado por aqui acho que eu iria primeiro nessas alternativas.

      E vale lembrar também que como o ecossistema da Adobe é proprietário e por assinatura, caso mais pra frente você desencane por não ser algo essencial no seu dia a dia você vai perder o acesso aos arquivos originais dos seus projetos. Por exemplo se for criar um catalogo no Lightroom, cancelar a assinatura você perde o acesso a esse arquivo.

    8. Olha, o plano de fotografia da Adobe é bem honesto. Custa 43 reais por mês e você tem direito ao Lightroom Classic (computador), Lightroom (mobile, PC e web) e ao Photoshop. Dá pra fazer muita coisa. Sincroniza tudo entre seus dispositivos e ainda se livra de problemas com pirataria.

    9. Bem como já comentaram a minha indicação seria o pacote Affinity. Há alguns anos dei uma chance para os aplicativos pois o custo x benefício era muito superior considerando os ganhos e perdas em funcionalidades e automações. Salvo engano paguei cerca de R$120 por cada aplicativo da Affinity e aproveitando para fazer uma transição completa totalmente adobeless também comprei o pacote de aplicativos profissionais de vídeo da Apple. O investimento total foi de R$850 pelas licenças vitalícias e representou uma economia de R$4.000 por ano pra minha empresa. A transição completa dos arquivos / trabalhos demorou pouco mais 6 meses e a qualidade das entregas permanece a mesma e aqui.

    10. Resposta curta: não!

      Se vc não trabalha com isso assinar é um enorme desperdício de recursos.
      Se craquear não é a sua então encontra alguma alternativa. Algumas pagas outras gratuitas, muitas muito boas.
      Eu gosto muito da suite Affinity mas gosto ainda mais de softwares livres como GIMP e Krita.
      Se você gosta de desenhar e tem uma mesa digitalizadora, Krita é muito bom! Conheço gente que trabalha profissionalmente com Krita e mesa digitalizadora e é uma delícia ver o processo criativo acontecendo.

      … mas, pagar pra Adobe mensalmente por um software que não é seu ganha-pão: faz isso não. pega essa grana e compra de sorvete, pastel com caldo de cana, jogos, poupança pra trocar de celular… será muito melhor o investimento *e* o retorno. :)

  19. Sobre aquele assunto das atualizações do whatsapp, em que seria opcional atualizar para a versão que compartilha ainda mais dados com a empresa… parece que morreu, né? E ninguém falou mais nada. Estou recebendo mensagens dizendo que “Esta versão expira em 1 dia.”. Parece que, para continuar usando, não terá saída.

    1. Espera, acho que são duas coisas diferentes. Você está se referindo à atualização do WhatsApp Web, certo? Que permite usar o app sem precisar ter o celular ligado. Essa, tenho visto relatos, será obrigatória em breve.

      O aceite da política de privacidade do começo de 2021 continua pendente. Aqui, todo dia recebo aquela tela (no app do celular) pedindo para eu aceitar, e o X continua disponível, ou seja, continuo podendo ignorá-la. Mesmo quando troquei brevemente de celular o aceite não foi imposto.

      1. Ahn, como ele avisa que vai sair e depois vai precisar acessar pelo QRcode de novo, pensei que precisaria atualizar no celular também. Vamos testar. :D

  20. Pessoas que trabalham na área de programação, se hoje fosse anunciado que você pode rodar VS code em ipads com o M1, vocês comprariam ipad as para usar como máquinas móveis? Levando em conta que são mais leves que notebooks e con melhores baterias.

    1. Eu não programo, mas nem se tivesse todos os aplicativos que uso no Mac disponíveis no iPad, trocaria o Mac pelo iPad. Para teclado e mouse, o macOS é muito mais jogo que o iPadOS — e continuará sendo, a menos que a Apple aproxime os dois sistemas, o que não me parece estar no horizonte da empresa.

      Tenho comigo que com os chips M1, essa ideia de “iPad no lugar do computador” deu uma esfriada. Sempre achei que isso era só uma desculpa para empurrar tablets mais caros para mais pessoas.

    2. Pra mim não teria jeito, ainda tem muitas outras ferramentas que usamos, além do editor. A não ser que seja uma dessas soluções cloud, que acredito já ser possível.

    3. Já dá pra usar no iPad, através do VS Code Web. Porém acho que o caso de uso dele é só correções básicas, porque rodar algum projeto nele é difícil.

    4. Cientista de dados aqui. Não usaria pois o trabalho de desenvolvimento envolve muito mais que o editor de código, pelo menos no meu caso. Uso MUITO comandos UNIX no meu trabalho, alguns scripts dependem de sistema operacional, containers e também a necessidade de um sistema de arquivos maleável, coisa que tablets no geral não costumam ter

    5. Com certeza! Já precisei usar o VSCode Web + Github pelo iPad e ambos me atenderam muito bem naquela ocasião.
      Se trouxessem essa possibilidade de se usar uma IDE completa e de maneira local seria o melhor dos mundos pra mim, porquê o iPad já sempre anda na mochila comigo, e o notebook viraria um peso a menos para se carregar quando eu precisasse sair e ficar atento a algo do trabalho.

  21. Estou buscando um teclado para se usar com o laptop num suporte. No momento uso-o num suporte, com o teclado do próprio laptop, que fica meio inclinado, e a posição não é das melhores. Fica horrível pra digitar textos longos, mas quebra o galho, e é melhor do que ficar olhando a tela lá embaixo. Aí, numa conversa com um amigo, tomei conhecimento de uma galera que customiza teclados, desde algo mais “pronto”, com o PCB já pronto e só montando, até projetar o PCB, mandar imprimir e tal.

    A partir dessa conversa já fiquei babando nos modelos que a galera monta e em teclados diferentes. Atrás de opções mais prontas, encontrei esse teclado, Planck EZ (https://ergodox-ez.com/pages/planck), modelo 40%, com firmware open source e bem customizável. Não sei se conseguiria me adaptar a um teclado assim, mas dá vontade de experimentar. O problema é o preço, 245 dólares. Em cotações de hoje dá uns 1.200 reais se não cair na alfândega. É fora de cogitação. Nesse preço tá melhor comprar um bom teclado ergonômico aqui no Brasil mesmo, como sculpt da MS. O problema é que pra acompanhar o laptop talvez ele seja meio grandalhão.

    Daí, atrás de opções mais sensatas ($$$) que o Planck, fui atrás dos 60% que vendem aqui no Brasil, e, em meio aos teclados gamer, encontrei o modelo Fizz da RedDragon. Quem aí já usou produtos deles, considerando o custo (por volta de 300 pilas), tem alguma consideração? Ou outras recomendações também?

    Valeu.

    1. Precisa ser mecânico? Se não, tem esses pequenos e de perfil baixo, porém de membrana, que recomendaram em um post livre recente: o da Apple, o MX Keys Mini da Logitech (ambos caros) e os K-qualquer-coisa da Logitech (o K480 está R$ 193 na Kabum, menor preço dos últimos seis meses, segundo o Zoom).

      1. Em tese não precisa, desde que seja confortável de digitar. O teclado desse laptop atual (Dell Inspiron 5406, 2 em 1, 14 polegadas) não é ruim, mas é que a questão do ângulo realmente não rola.

        Eu considerei esse da reddragon pois achei num preço ok na terabyte, e, pode parecer bobagem, mas é no layout pt-br. Eu até acho que conseguiria me adaptar de boa no layout us, mas teria que ser algo unânime aqui em casa, pois compartilhamos o laptop.

        Mas vou considerar e mostrar esse K480 pra ver qual a opinião da minha companheira. Valeu, Ghedin

    2. Uso um Redragon Kumara e posso te adiantar que são ótimos. Teclas feitas em bom material, inluminação boa e os switches são muito bons (uso os Brown).
      O único problema que tive ao passar para o mundo dos mecânicos foi que acho extremamente desconfortável digitar sem um apoio de pulso, pois como o perfil das teclas é mais alto o pulso fica em uma posição bem desconfortável para se digitar sem um apoio na altura das teclas. Por isso, recomendo que considere um apoio mesmo que dos mais baratos.

      Sobre estes teclados 60%, recomendo um pouco de cautela, pois como eles possuem algumas teclas a menos e operam por “layers”, dependendo do que voce faz, a adaptação pode ser bem chata.

      1. Opa, valeu o feedback. Vou considerar melhor essa marca.

        Então, pensei sobre os teclados 60% pois considero o teclado do laptop que uso atualmente, tirando as teclas de função (F1-F12), ele tem ~70 teclas, ~10 a mais do que um 60%. Mas dessas 10 a mais, 8 são insert, delete, pgup, down e as setas, que no laptop já são aquelas setas horrorosas de tamanho diminuto.

        O que já sinto falta no laptop é o teclado numérico que, às vezes, sinto falta. Mas não considero pegar um teclado maior já com teclado numérico pois é grande demais.

        Por isso acho que num 60% eu conseguiria me adaptar, pois as coisas para controle do laptop em si (volume, brilho etc) dá pra fazer no próprio laptop.

        E, na extrema falta de um teclado numérico, acho que dá pra apelar para um avulso.

    3. O tecladinho ali é lindo, mas não consigo lidar com uma tecla Enter tão pequena.

      1. Sim, dá até uma certa aflição de olhar hahaha. Também senti falta de uma linha para os números. Sei que a onda desses teclados menores que 60% é trabalhar mais com layers, mas ainda assim.

    4. Se for de mecânico, os da ReDragon são bons modelos de entrada, se quiser algo mais bem construído tem os da Keychron e os Royal Kludge que aqui no Brasil podem ser encontrados na Kumori (https://kumori.com.br/produtos/teclados-mecanicos), ou pode comprar os Aliexpress (comprei o meu Keychron K8 no Ali). Como o colega ai também sugiro cautela com os teclados 60%. Eu sou programador e já tive um Keychron K6, mas não consegui me acostumar com a falta de teclas de função dedicadas e o posicionamento das setas e dos botões de home/end/insert/del. Acabei vendendo o K6 e pegando um K8, que é uma versão TKL (tenkeyless), que pra mim é o ideal, as teclas numéricas sempre me incomodaram porque usava pouco e o mouse ficava mto afastado.

      1. Eu acho que um K3 talvez seja melhor, dado a necessidade de transportar o teclado. Eu uso um K2 e acho muito bom, mas ao menos para mim, tem o problema que não consigo usar sem apoio de braço também…então seria outra coisa para carregar por aí.

        1. Legal, o K3 é bem gostoso de digitar também. Eu acabei pegando o K2 pq errava muito as teclas no K3, mas é preferência e costume. Tenho amigos que adoram o K3. O único ponto do K3 que eu, iniciante nesse mundo, consideraria antes de comprar é que ele limita suas opções de personalização. Você vai precisar de switch e keycap específico pra teclado low profile, caso seja seu interesse.

      2. Quando menos perceber vai tá gastando R$200 em keycaps pra deixar o teclado colorido :)

        1. Haha, sim!! Eu gastei €12 em 1 keycap de pata de gato de silicone 😅

        2. Pois então, comecei a ver e, antes de ter qualquer teclado já deu vontade de comprar uns 3 kits de teclas hahaha.

    5. Me segurei bastante para não entrar nos mecânicos, passei por diversos modelos, de Apple até alguns da Logitech, não me adaptava com nada, já estava partindo para o mecânico, foi quando resolvi dar uma chance para o teclado (com fio) que veio junto com meu desktop, é um Lenovo, linha Corporativa, segundo a etiqueta o modelo é KU-1619, não troco por outra coisa, lembra os teclados antigos da IBM, é de membrana mas o toque é excelente, estou super satisfeito.

      1. Então, no meu trabalho (repartição pública) uso um KU-0225 da Lenovo e também tem me atendido bem, pois não tenho longas sessões de digitação. Mas sinto que se fosse o caso começaria a sentir dores. O teclado numérico que atrapalha um pouco o mouse, mas no meu trabalho é necessário, então vou me virando.

        Mas já cogitei em pegar no particular um teclado mais ergonômico sem teclas numéricas e pegar um teclado numérico dedicado, mas o preço tá muito fora.

    6. Oi! Eu tenho um Moonlander Mark I e um Lily 58 Pro, além de ter montado alguns outros teclados para amigos e família. Se você gostou do Planck EZ, uma alternativa mais barata seria o BM40RGB. Você consegue comprá-lo no AliExpress por menos de 300 reais. Montei um desses para o meu irmão e o preço total ficou em menos de 500 reais. Ele também oferece um firmware aberto e você pode usá-lo tanto com QMK quanto com VIA (que tem uma interface mais amigável, você não precisaria programá-lo em código puro).

      1. Olha, não conhecia o Lily 58… já to aqui me coçando, não achei o valor caro, tampouco muito complexo pra montar. É mais paciência do que técnica.

        Mas é viável.

        E o BM40 também é uma boa pedida. Vou dar uma olhada nisso daí.

    7. Rodrigo, apesar de estudar as switches, o primeiro teclado que peguei era com switch blue, bem barulhenta, mas menos que a red.
      Agora peguei um mais silencioso, o Redragon Mitra, switch brown, mas sem iluminação rgb. Achei um bom custo benefício.

    1. Temos outra guerras dentro do Brasil sendo travadas e ninguém está sabendo onde apontar a arma. Essa externa, só se aproveitou o salnorabo para tirar uma foto, pois o Brasil perdeu depois isso.

    2. Não no Brasil somente, mas no mundo. E se escalar e outros países forem envolvidos?

      1. Não vejo desta maneira, longe disso, não é de interesse de ninguém uma guerra que envolva outros países, se este fosse o interesse da Rússia, já teriam usado algo nuclear (e qualquer outro país não se envolveu fisicamente pq tb não tem interesse, essas sanções, na minha visão, são só para manter o status quo). O mundo precisa da Rússia (vide petróleo aumentando e boa parte da Europa depende do gás que vem de lá para esquentar as casas) tal qual ela precisa do restante, só não quer um país armado (OTAN/união europeia) tão perto da sua capital.

    3. Eu trabalho numa autarquia municipal há 21 anos.

      Apesar da tal “estabilidade” no emprego, a sofrência dos funcionários é generalizada.

      Para começar você convive com corrupção em praticamente todas as gestões, entra uma e sai outra é tudo farinha do mesmo saco; sem perspectiva de uma promoção de cargo, a menos que seja um puxa-saco de campanha política; pessoas que assumem cargos de confiança que não entendem nada, muitas vezes mal sabem usar o básico de informática, mas adoram mandar; funcionários desmotivados; perdas salariais constantes; equipamentos sucateados, sejam máquinas em geral e principalmente de TI; isso sem contar o descaso dos administradores com questões essenciais na empresa.

      Com a mudança na lei trabalhista que aumentou o tempo de trabalho consideravelmente para aposentar, resolvi que não vou continuar aqui.

      Escolhi uma área e comecei a fazer uns cursos para me requalificar. Ainda não sei se será suficiente, mas vou tentar.

      O problema é que quando você observa tudo o que está acontecendo a sua volta e também no país, a gente fica assustado.

      Muitos querem sair, mas não sabem como e nem pra onde.

    4. Ontem 11/03 acho que quem saiu na rua mesmo que não tenha carro ou moto deve ter visto a fila de veículos para abastecer antes do aumento do combustível. Mesmo quem não queira saber nada dessa guerra, ao menos ontem notou que ela gera impacto global, como preços dos combustíveis, dos alimentos, frete, enfim, reação em cadeia sobre tudo.

      1. Embora, nesse caso, a guerra só piora um problema que já vinha de longe e não dava sinais de arrefecimento. O preço alto do combustível no Brasil é mais reflexo da atual política de preços da Petrobrás e da privatização de refinarias do que de qualquer outra coisa.

  22. Estava conversando com uma amiga ontem, ela trocou de emprego essa semana. E a frase dela foi uma que vejo respaldar para todo lado: “Está todo mundo querendo sair”.

    Como estão as coisas nos locais de trabalho de vocês? Tenho a impressão que todos que estão há mais de um ano em um lugar, estão querendo sair de alguma forma, seja por clima organizacional, má gerência, salários ruins, falta de plano de carreira e outros.

    Sabem de alguma pesquisa cientifica recente que analise a alta rotatividade da nossa geração? (Anos 80 e 90)

    Seria reflexo de impaciência nossa, ou do próprio mercado?

    Me recordo que na época dos meus pais, eles sempre emendavam feriados, tinham reajustes salariais de acordo, não faziam tanta hora extra, e tinham melhor poder de compra, pois moradia não levava 1/3 do salário.

    1. Estou fora do mercado de trabalho, então não posso dizer por experiência própria, mas será que essa insatisfação não é algo restrito ao mercado de tecnologia? Porque, no geral, a minha sensação é de que acontece o contrário — muita gente querendo entrar e não conseguindo. Os altos números de desemprego e de empregos precarizados meio que apontam para essa tendência, não?

      1. Eu atuo em uma empresa de atendimento e tecnologia, e vejo esse desgaste desde o marketing até o SAC.
        Não acredito ser uma dor só da TI.
        Quanto ao pessoal querendo entrar, essa é uma realidade mesmo.

        Lembrei agora de um texto da VC S/A indicando a quantidade de pessoas pedindo demissão nos últimos anos, mesmo com o mercado de desempregados gigantescos.

        https://vocesa.abril.com.br/economia/eu-me-demito-fenomeno-da-grande-resignacao-chega-ao-brasil/

        1. Fui ver o gráfico e o que vi foi gente “chão de fábrica”, geralmente quem realmente tem que aturar todo o tipo de gente. Atendente de Telemarketing é o primeiro lugar, e o mais óbvio da lista.

          Telemarketing / SAC só vai parar de ter rotatividade na hora que investirem em saúde mental deste tipo de profissional.

          Ou assumirem que é uma profissão que precisa de rotatividade tanto pelo desgaste mental/psicológico quanto pela necessidade de mudanças de comportamento das empresas – muita gente enchendo o saco no SAC significa muito…

      2. Ghedin, muita gente querendo entrar no mercado por necessidade mesmo, porque é melhor que não ter renda. Mas arrisco dizer que 99% das vagas de trabalho são ruins ou péssimas, seja pelas pessoas que fazem o ambiente, as condições físicas e técnicas do lugar, ou pela exploração/precarização. Tá osso!

    2. Eu acho que é reflexo do nosso mercado em crise. Trabalho no setor de educação e estou querendo sair do lugar em que trabalho, há 2 anos, por motivos de salário baixo, falta de reconhecimento e sem perspectiva de crescimento.
      O problema é que por mais que eu mande currículos, nunca tenho respostas ou sou chamado, o que tem sido muito frustrante para mim.

    3. trabalho num escritório de contabilidade e troquei de emprego em setembro, então estou há 6 meses nele, e vira e mexe alguém sai, mas no meu setor ninguém saiu e na área fiscal mais da metade da galera foi embora (pedido de demissão), é muita gente!

      o clima lá é bom, não sei dos salários, se é atrativo, mas os benefícios não são muitos (só o básico).

      1. Isso me recorda Will, como estão os estudos pra mudança de área?

        Eu estou conseguindo uma boa consistência nos cursos da Datacamp, pretendo mudar de área antes do inicio do segundo semestre.

        1. estou avançando mas não muito, pois estou um pouco atrasado, começo de ano é difícil pra contador, acabei de passar pelo período da DIRF, agora tem Imposto de Renda (aliás, quem quiser fazer comigo…haha) e em breve tem ECD e ECF, e tb tenho minha pós, mas consigo fazer de pouco e pouco e avançando

        2. O que você está achando deste Datacamp? Vi que o ideal pra fazer um curso completo é assinar. Tá valendo?

          Estou atualmente fazendo um curso de Python na Udemy e já estou com um de Data Science “engatilhado” lá também. O de Python estou gostando muito visto que o que eu sabia, aprendi na “cabeçada”, indo ao Google. Lá to vendo os detalhes e tá sendo bem proveitoso, por mais que eu ache que estou fazendo muito devagar…

    4. Creio que é uma soma de fatores – incluso aí o que o Ghedin põe, que é a questão de “gente querendo entrar”.

      Explico:
      – Seu segundo parágrafo já dá as respostas: as empresas tem problemas nas quais quem é contratado muitas vezes não quer nem tocar no vespeiro. Quem saí geralmente ou é porque não quer continuar vendo a situação onde está com medo de entrar no meio do bolo e se prejudicar, ou já acostumou com o pinga-pinga empresarial, dado que a rotatividade já vem alta desde a década passada. E em tempos de crise, plano de carreira só existe em empresa grande ou poder público.

      – Para o empresário, até é bom isso pois “sangue novo” teoricamente ajudaria a melhorar a situação na empresa. Outro ponto é que custos de demissão se reduzem, dado questão de ter que pagar multa de FGTS por exemplo, ou aumento. Por sorte, um empresário pode conseguir alguém sedento por um emprego e que receba um salário menor sem reclamar.

      Quando a gente vê que no Brasil perdemos grandes empresas, aos poucos se nota o baque que o mercado tem tomado, ainda mais com o fato que hoje boa parte dos trabalhos são feitos remotamente – o famoso “home office”, e que tem empresa que pede para contratar o funcionário como Pessoa Jurídica, para não ter que lidar com encargos diretamente.

      No final, temos um problema sério na relação contratantes e contratados. E talvez só resolva quando houver uma troca política a favor dos contratados.

      1. A fuga de grandes empresas do país certamente é um fator forte na desvalorização dos profissionais.

        É quase que oferta e demanda, como a oferta tá baixa e todo mundo precisa pagar boleto, aceitamos ficar em locais aonde não estamos satisfeitos, e oportunidades novas que não sejam tão ruins quanto as atuais são escassas.

        1. Sim, aí sobra apenas serviços de baixo valor e alto estresse – geralmente atendimento ao público e movimentação operacional.

          Empregos qualificados pedem muitas vezes conhecimentos que muitos nem tem acumulado direito. Tem empresa que pensa que pode contratar um cara faz tudo por valor baixo. É tudo isso e mais um pouco.

    5. É uma tendência que vem acontecendo em vários países. Eu acompanho o subreddit /r/antiwork e fica nítido que as pessoas estão mais dispostas sair de um trabalho para buscar algo que seja mais agradável fisicamente e mentalmente.

    6. É uma mistura de diversos fatores. Eu trabalhei 3 anos numa empresa de merda, não saí antes por causa da pandemia, no começo de 2021 as coisas pareciam melhorar. Estavamos com uma equipe nova, pessoas competentes, mas devido a má gestão foram caindo fora, inclusive eu saí em novembro. Quando digo má gestão isso envolve várias coisas… falta de controle financeiro, falta de respeito pelos funcionários, processos engessados e desorganizados…. Todas as tentativas de mudanças são fracassadas, os funcionários passam a trabalhar apenas pelo salário e saem na primeira oportunidade.

      Eu observo que a geração mais nova é mais impaciente com a incompetência alheia, pra quem ganha pouco mais de 1 salário não é dificil ir pra outro trabalho pra ter mais qualidade de vida. Antigamente as pessoas passavam décadas dedicando-se a empresas, a concorrência não era tão grande, então não era dificil receber aumentos e benefícios. Hoje o mercado tá mais competitivo e empresas má geridas dificilmente dão certo.

      Anos atrás trabalhei com software ERP, eu vi centenas de empresas que “funcionavam”, mas só estavam abertas por que o concorrente era ainda pior.

      Outro fator recente pode ser a desilusão com o neoliberalismo. Caiu por terra muita ideologia babaca desses alienados. A galera mais jovem têm entendido que não adianta trabalhar tanto se não sobra tempo para aproveitar.

      1. Ah, outro fator que ocorre: o custo das coisas está muito mais alto e não falo da recente inflação. Hoje é muito dificil comprar um terreno, construir uma casa. O pessoal tá preferindo viver de aluguel do que arcar com décadas de financiamento.

    7. Minha sobrinha a procura do primeiro emprego entrou no Arcos Dourados em São Paulo SP, aguentou só 1 semana horrorizada com a exploração, sem horário para sair quase todo dia, fazendo de tudo (isso ela já imaginava que iria acontecer) e saiu. Não chega a 1 salário mínimo, na entrevista tinha vários benefícios, porém, cada benefício que ela optar desconta do salário chegando quase ao ponto de ter que “pagar para trabalhar”.

    8. Não acho q é geracional, mas é o momento.
      Eu trabalho numa multinacional de TI, e é impressionante como nesses dois anos de home office 100%, quase todo mundo saiu.
      Não acho q é geracional pq é justamente gente q tava na mesma empresa faz um tempão. Conhecia gente q entrou aqui com 18 anos e saiu agora, na pandemia, já com 30 e poucos. Então a pessoa até lidava bem com a estabilidade, até q esse momento foi meio um basta. Ou uma oportunidade.
      Eu mesma, q continuo na empresa, mudei de departamento duas vezes nesses 2 anos… O q pra uma empresa grande, as vezes é como se fosse outro lugar. Por mais q tenha a cultura da empresa, cada departamento tem o seu jeitinho e uns são piores q os outros msm.
      Pode ser que tenha mais empresa contratando sem limitação de onde a pessoa mora, por causa do home office, e aí tem mais oportunidades aparecendo tbm. O pessoal passa a considerar coisas que não consideravam antes, já q os dias são iguais com o computador em casa, q diferença faz pra qual empresa o trabalho é?

    9. Diria Baumman que eh reflexo da nossa realidade mais líquida, tudo muda muito fácil, existe mais opção. É uma resposta vaga, mas explica muitos dos pontos que o pessoal comentou. Aqui na prefeitura a rotação é enorme, eu msm troquei de escola em todas as oportunidades que tive. Acho que estamos treinados demais na busca por novidades, updates.

  23. Semana que vem tentarei usar Linux no computador 100% do tempo. (Vou comentar essa experiência na newsletter.)

    Queria aproveitar a expertise de quem está nessa há mais tempo, então pergunto a vocês: que dica útil, não muito óbvia, você daria a alguém prestes a embarcar nesse experimento?

    1. Uso Linux há pelo menos 5 anos, direto, no meu computador principal. Acho que o primeiro passo, ao menos pra mim, foi a de não depender de ninguém pra instalar, então eu mesmo fui atrás de todo o passo a passo pra instalar, e quando consegui, foi um reforço de que dali pra frente era tudo comigo (pois antes, no geral, sempre dependia de alguém mais inteirado dos meandros como suporte). Isso me deu segurança.

      KDE é melhor, mais bem resolvido e poderoso que Gnome. 🙃

      Por isso, recomendo o neon. Com ele você já tem tudo o que já tem no snap, aí depois que você configura o flatpak tem todo o restante que pode vir a precisar — e o Discover, gestor de apps e pacotes etc. do KDE, se integra aos dois.

      Mas não consigo pensar em qualquer dica útil não muito óbvia no momento… Se lembrar de algo, volto depois.

      1. Isso eu já fiz, hehe! Optei por usar o Fedora 35. Entendo o apelo do KDE Plasma, mas acho feião e gosto mais das decisões de design e usabilidade do Gnome.

        1. É que tu provavelmente vem do Mac, né?

          Tenho usado Gnome no lap do trabalho e é revoltante. Cheio de ‘elegâncias’ porém bem pouco sofisticado diante do que é possível fazer no KDE.

          Por exemplo: definir quais programas você quer ou não que sejam abertos depois do login. No KDE, muito simples E poderoso etc. No Gnome, um parto, é preciso editar vários arquivos de sistema etc.

          Outro exemplo. Desligar o bluetooth por default. KDE, bem simples. Gnome, outro parto, editar arquivos de sistema etc.

          Mas, sim, é mais hábito que qualquer outra coisa…

          1. Isso! Não gosto/tenho saco de ficar personalizando o sistema. Prefiro interfaces gráficas que “resolvam” esses problemas por padrão, nem que elas demandem algum nível de adaptação da minha parte.

            Esses problemas que você levantou parecem resolvidos no Gnome, não? Aplicativos na inicialização e desativar o Bluetooth (embora eu sempre deixe ele ligado em todos os meus dispositivos; no ecossistema da Apple, isso é bem útil para as integrações entre macOS e iOS).

        2. O problema do Plasma (KDE) é que ele tem tantos recursos, que acaba confundindo. Se fosse mais simples, sem muitas firúlas, seria o ambiente ideal e até menos bugado. Sempre tem uma ou outra mensagem pipocando na tela devido um crash.

    2. para quem trabalha em diversos equipamento e sistemas (windows, android e linux no notebook, desktop ou celular), eu sempre recomendo usar applicativos on line – mantém o fluxo de trabalho pela interface sempre igual e não precisa ficar copiando arquivos (ou esperar sincronizar o drive)

      Eu trabalho com mapas e planilhas pesadas – que estou tentando migrar pra Python ou R studio – esse preciso do Notebook com Windows.

      Mas, pra gerenciar o trabalho (Notas) e elaborar o relatório (Google Doc) já fico nessa pula-pula entre sistemas

      Por uma feliz coincidência, eu comecei a testar o Samsung Dex pra finalizar o relatório, ao invés de ficar com o notebook pra casa e pro trabalho. Carrego um cabo de carregamento e um hub USB-C para ligar o monitor hdmi e o teclado (que já estão no trabalho) – vamos confirmar se o resultado é o mesmo, só precisa o chefe não diferenciar o PDF final.

      1. Essa é uma boa dica mesmo! Já venho pensando nesse assunto há algum tempo, então creio que não terei (muitos) problemas com isso. Já instalei o Syncthing para ter acesso a alguns arquivos de texto e o cofre de senhas, por exemplo, no notebook com Linux.

    3. Uma dica que dou para facilitar o uso do terminal é usar o ZSH e o oh-my-zsh com as extensões zsh-autosuggestions e zsh-syntax-highlighting. Explico

      O bash, que estamos acostumados a ver quando abrimos um terminal no Linux (e por muito tempo no Mac), nada mais é que um emulador de terminal. É um sistema que encaminha os comandos pro sistema em si. Entretanto, existe vários outros com diversas funções adicionais, o bash foi o primeiro e muita coisa nova surigu desde então

      O ZSH é um desses vários emuladores (que passou a ser padrão no Mac em 2019) e possui algumas funções a mais que o bash que, entre outras coisas, permitem customizações mais interessantes. Nessa onda de customizações, existe o oh-my-zsh (https://github.com/ohmyzsh/ohmyzsh) que é uma forma de vc personalizar o seu terminal. Dá uma lidinha nos tutoriais que eles ensinam a configurar tudo certinho .

      A cereja do bolo do ZSH são as extensões e, na minha opinião, as que mais facilitam o uso do terminal são a zsh-syntax-highlighting (https://github.com/zsh-users/zsh-syntax-highlighting), que faz uma checagem dos comandos e, caso não seja um comando válido, destaca-o em vermelho e, um comando válido, fica em verde, e a zsh-autosuggestions (https://travis.media/top-10-oh-my-zsh-plugins-for-productive-developers/#20210719-zsh-auto) que vai tentando te ajudar a completar o comando que você está construindo com base no seu histórico

      1. Uso oh-my-zsh no mac e no linux, melhor coisa!

        Esse plugin zsh-syntax-highlighting ñ conhecia, vou usar. Uso muito plugins relacionado as ferramentas que utilizo frequentemente, tipo npm, node, docker…

    4. Minha dica pro GNOME é não tentar lutar contra ele – ele brilha quando é usado da maneira que foi desenhado – e o Fedora é o melhor jeito de fazer isso.

      Mas contra-intuitivamente, ainda acho que algumas extensões podem ser úteis. Elas não modificam o comportamento padrão, apenas adicionam uns recursos a mais. Você pode instalar elas pelo extensions.gnome.org (mas precisa instalar uma “ponte” no navegador) ou por esse app mesmo: https://flathub.org/apps/details/com.mattjakeman.ExtensionManager

      – Clipboard History, caso vc goste ou esteja acostumado a ter um histórico de ctrl+c;
      – Just Perfection, permite ajustar vários detalhezinhos no GNOME como um todo. Eu uso pra deixar as workspaces sempre visíveis, mas vc pode usar pra esconder elementos que vc não usa, por exemplo
      – X11 Gestures permite usar os gestos do trackpad (tipo os do Mac) em sistemas rodando o XOrg e não Wayland. Se já estiver no Wayland, não precisa
      – Sound Input & Output Device Chooser, se vc costuma plugar/desplugar coisas como fones de ouvido e microfones. Aí vc consegue controlar qual dispositivo usar rapidinho sem precisar abrir as Configurações.

      E, finalmente, eu tentaria usar o sistema sem os “indicadores”/system tray que ficam na barra do topo, já que o GNOME aposentou eles. Assim ícones como Telegram/Slack não aparecem lá em cima, mas não altera funcionalidade. Porém tem alguns apps que simplesmente se recusam a funcionar sem isso. Nesse caso, tem a extensão “AppIndicator and KStatusNotifierItem Support”, mas eu deixaria pra último caso mesmo.

    5. Você, digamos assim, já molhou bem os pés né? No caso, verificou se as ferramentas do trabalho funcionam no Linux ou mapeou as alternativas, certo? Além de, obviamente, garantir que o sistema em si está funcionando com seu hardware.

      Caso esses pontos estejam resolvidos, acho que o experimento de uma semana é bem tranquilo. Diria até que meio irrelevante, já que algumas dores devem se tornar mais relevantes no decorrer.

      Ao menos para mim, a morte é mais por cortes do papel: poderia viver com Linux tranquilamente, só perderia muito em edição de imagens, mas tem vários pequenos problemas:

      – O Bluetooth funciona relativamente bem, mas algumas vezes não conecta o teclado no login. O sistema não “decora” que minha caixinha é a saída padrão, mesmo com ela conectada.

      – Algumas alternativas são piores, não achei nada tão bom quando o Photos + Capture One Express para meu uso. Destaco esse por ser o pior caso, mas outras coisas são ligeiramente piores: Geary comparado ao Spark, Tweetdeck no lugar do Tweetbot, Telegram faltavam (faltam?) recursos e frescuras da Apple em geral (e.g. AirDrop, Continuidade, aplicativos básicos melhores)

      – Eu gosto muito da ideia do Gnome, mas tem alguns problemas. Aplicativos não-GTK perdem muito espaço com a barra superior fixa e da janela, a solução de menus na barra do sistema é muito melhor. Não que os MacOS não tenha problemas, mas acho mais fácil lidar com as dores.

      Em resumo: acho que vai ser tranquilo 1 semana haha

    6. Uso Linux 100% do tempo desde 2005 e não sou programador (sei programar, mas nunca foi nem possibilidade de trabalho kkkk)

      Usei o Debian por quase 14 anos, depois migrei para o Manjaro e hoje uso o Zorin OS para testar.

      Uma dica que eu dou para quem quer embarcar e apenas usar é vá para uma distro pronta como Manjaro ou Zorin OU uma com uma comunidade gigantesca como o Debian ou Manjaro.

      1. De curiosidade mesmo, pq não o Ubuntu?
        Usei debian mnts anos e hoje uso ubuntu no trabalho e popos em casa.
        Apt-get é meu pastor e nada me faltará! Rsrs

    7. aprender e interiorizar atalhos de teclado (do gerenciador de janela, dos aplicativos) aumenta o fluxo de trabalho.

    8. Penso que essa curva de aprendizado já foi mais difícil. Quando implementei no escritório o uso de distros linux pensei que haveria mais resistência. Mas de fato, como os aplicativos que precisávamos atendiam de forma satisfatória (edição de texto, navegador, comunicador, gestor de arquivos, visualizador de áudio, video, imagens, pdf) não tive maiores problemas. O hardware sempre foi reconhecido (impressoras e scanner em rede resolveram MUITO). Hoje a exceção é um computador em dual boot para utilizar o sistema da Justiça do Trabalho que ainda não consegui resolver satisfatoriamente. Já em relação a qual distro uso eu tento manter uma padronização (Linux Mint) com XFCE para máquinas mais velhas e Cinnamon para as mais novas. Mas tem outras que estão com Zorin OS, e algumas mais fraquinhas com o MX Linux. Servidor vai de Ubuntu ainda 16.04 com ESM ativado (porque ainda funciona e recebe atualizações) então não vou sair mexendo no que tá ok só porque tem versão mais nova e correr o risco de parar o escritório. =]

    9. Dê uma olhada em Flatpak (https://flatpak.org), Snap (https://snapcraft.io) e AppImage (https://appimage.org). São três soluções diferentes em busca de “pacotes universais”, que poderiam rodar em qualquer distribuição. Diria que boa parte de software “mainstream” oferece pelo menos uma dessas opções hoje. É um dos motivos pelos quais eu não sinto mais falta do Ubuntu, tendo usado o Fedora por quase dois anos.

      Assim como o Arch Linux tem o AUR ou o Ubuntu tem PPA, o Fedora tem o COPR (https://copr.fedorainfracloud.org). Extremamente útil.

      Você muito provavelmente está usando GNOME com Wayland. Este site documenta o estado do Wayland até o momento: https://arewewaylandyet.com

      1. O Fedora dá suporte nativo ao Flatpak, e pelo que li, desses três pareceu-me o melhor, então estou usando ele. Já incluí o Flathub no sistema e baixei um ou outro aplicativo. É legal ter versões mais atualizadas e uniformas, mas acho meio deselegante o lance dele baixar todas as bibliotecas de novo e de novo. Enfim, fazer o quê, né?

        Não conhecia o COPR, obrigado! Acho que o sistema já está no Wayland. Até agora, não tive problema.

        1. Vou adicionar os meus 2 centavos.

          Dê preferencia ao flathub e flatpak para instalar software, são desenvolvido pelo mesmo pessoal do Gnome, geralmente são os que se integram melhor ao desktop e são os mais seguros porque se isolam do seu sistema operacional (o snap tbm mas eles tem um proposito diferente).

          “acho meio deselegante o lance dele baixar todas as bibliotecas de novo e de novo. Enfim, fazer o quê, né?”

          O sistema é um pouco mais inteligente, ele vai baixar essa biblioteca só uma vez para cada runtime, se você instalar um segundo programa via flatpak que reaproveita essas bibliotecas elas não serão reinstaladas.

    10. Qual sistro recomendariam para rodar num MacBook Pro de 2013?
      I7, 8Gb de ram

      1. Qualquer distro rodará muito bem nessa máquina. É um hardware bem potente ainda. Se você for iniciante, opte por alguma voltada para esse público. Mint, Zorin, pop_OS!, Ubuntu, Manjaro. Se quiser algo mais avançado, Fedora, openSuse e Debian, sendo este o rei de estabilidade. Um detalhe a ser considerado é que algumas coisas poderão não funcionar bem, como por exemplo a câmera que é proprietária. Normalmente o wi-fi também é um problema a parte. Tem solução, mas implica em alguma intervenção um pouco mais avançada. Se já tiver experiência, não terá dificuldade.

      2. Sendo GNU de primeira viagem, iria de Manjaro ou Zorin. São simples, lindas e prontas.
        O Debian ainda é o minha preferida e indicaria, porém, tem uma mínima curva de aprendizado que pode te deixar um pouco frustrado, mas ainda acho mais simples que usar Windows por exemplo e não indicaria o Mint, sinto que é uma distribuição mal acabada e simplória.

    11. Extensões do gnome são legais, mas use com cuidado.

      https://extensions.gnome.org/

      Em alguns casos acho interessante instalar pelo menos a extensão de systray (ou icone de bandeja): https://extensions.gnome.org/extension/615/appindicator-support/ que mostra aqueles icones perto do relogio e o gnome não tem por padrão. Os aplicativos gnome não usam o systray mas alguns aplicativos legados ou que seguem um padrão estilo windows ainda tem esses icones (ex. telegram, discord), pra vc saber o que está rodando em background.

    12. Ghedin, a dica mais óbvia é: use sem moderação e explore as possibilidades. Um universo novo e cheio de recursos te espera. O Linux tem fama de difícil, mas não tem nada disso. Tente fazer sozinho, leia os manuais (man page) e verá que é um sistema como qualquer outro. Vá em frente e seja bem vindo ao time.

    13. Sou usuário fedora. Para áudio e vídeo, sugiro habilitar os repositórios rpmfusion e, para não ter problemas com reprodução de vídeos da web, sugiro a versão flatpak do Firefox (na real sugiro flatpak pra tudo que conseguires, é o futuro do fedora com o silverblue)…
      Wayland é bacana e tal… mas muitos apps ainda não oferecem suporte estável, se começares a notar algumas pequenas instabilidades, tenta logar usando xorg… Extensões são ótimas, mas não é bom exagerar… uso três: para manter os ícones de notificação, para escolher a saída de áudio e para abrir o panorama arrastando o cursor para baixo… (tem várias que fazem essas mesmas coisas, só escolher a que te agrada)… Linux é muito versátil… para aquela tua questão de substituir o App de fotos do Mac, sugiro o digikam (usar a versão appimage) que tem até “motor de caras”… boa jornada 👍🏼

    14. Depois de ler sua questão inicial e todas as respostas eu fiquei me perguntando “útil e não muito óbvio?” e daí parti pra resgatar o que eu aprendi bem mais tarde que eu gostaria de ter aprendido antes no meu processo de introdução ao Linux.

      Acho que a minha resposta pra mim mesmo seria que “alternativo” não é “segunda classe” mas também que não precisa ter cada função replicada e do mesmo jeito.

      Parece óbvio mas quando se usa softwares em alternativa a outros é usual buscar encontrar no novo reminiscências do antigo. Aceitar essas diferenças e trabalhar pra contornar as diferenças é um processo custoso, e será ainda mais se houver resistência ou antipatia.

Os comentários deste post foram fechados.

Compre dos parceiros do Manual:

Manual do Usuário