Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #306

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

131 comentários

  1. Fala galera! Peguei um notebook velho da namorada para rodar Linux. Troquei o velho HD original dele por um SSD, instalei o Fedora 35 e vou encomendar um teclado novo — as teclas a, q, 1/!, "/' e Tab não estão respondendo.

    1. Bom dia!

      E se tivesse uma área do site (tag, talvez) para condensar todos esses experimentos de hardware/software, como o Pi-Hole, por exemplo?

      Acho simplesmente fantástico o tanto de coisas que o pessoal compartilha nos Posts Livres, e sinto que falta mais desses materiais em português.

      Só uma sugestão, mesmo. Interessado em saber mais sobre esse projeto de reciclagem de notebook! (Tenho um parado que precisa de uma vida nova, rs.)

      1. É um desafio de arquitetura da informação mesmo, André. A busca do site (ou o equivalente no Google/DuckDuckGo com site:manualdousuario.net) ajuda a encontrar, bem como as etiquetas (tags) e categorias — tem um panorama nesta página.

        De qualquer modo, daria para criar uma etiqueta específica para esse tipo de conteúdo. Alguma sugestão de nome?

  2. Alguém aqui escreve ficção? Vocês usam o quê (quero dizer: qual ferramenta) para escrever? Eu acho que o Word tem uma _aura_ muito pesada que tira minha vontade; tentei escrever no Obsidian, que achei que seria bom por ter uma interface relativamente limpa e ao mesmo tempo permitir um certo gerenciamento de informações (eu estava escrevendo fanfic de fantasia e inventando muitas coisas, e por vezes eu me perdia), mas a longo prazo tive a impressão que o apelo do Obsidian realmente não é para escrever textos muito longos e tal, e muito menos pra ficar muito tempo no memso lugar, e sim para uma escrita mais _dinâmica_ e tal.
    Suponho que o bloco de notas seria o suficiente se eu não tivesse que “adminsitrar” muitas informações durante a escrita, mas não é o caso.

    1. Opa, já experimentou algum software para escrever roteiros de filmes?

      Geralmente eles tem ferramentas para “organizar” personagens, locais etc. Não sei se pra literatura eles funcionam.

      Tem o Scrivener também que acho que é o mais famosinho, pra escritores mesmo, não sei como funciona para português, se funciona bem fora do inglês.

      Acho que bloco de notas é meio complicado. Funciona, mas quanto maior o arquivo vai ficando fica difícil de se achar, navegar etc.

      Eu penso que se você quer procurar alternativas ao word, deve procurar algum software que ofereça MAIS do que o word te oferece, e não menos. Focar no conteúdo, que são o texto e os materiais de suporte (notas, pesquisa etc.)

      Com o word você consegue marcar os títulos (título 1, 2 etc.) E consegue navegar na barra lateral.

      Nos meus tempos de faculdade tentei me aventurar com o LaTex para meu TCC, mas desisti. A curva de aprendizado era enorme.

      Economicamente, caso já possua uma licença do word, acho que ainda é a melhor opção. Consegue se organizar com outros arquivos de suporte além do de texto principal (um arquivo com o texto principal, outro com personagens, ideias, etc)

    2. Você conhece a linguagem Fountain (https://fountain.io/)? Não é pra ficção exatamente, é tipo o markdown pra escrever roteiro de cinema, mas eu utilizo o plugin dela para o Visual Studio Code (BetterFountain) e com isso tenho opções de acompanhar as cenas, atos, capítulos etc.Acredito que pode servir pra acompanhar tudo que você criou.

      Eu uso no VS code, mas tem plugin para Atom, tem um plugin +ou- pro obsidian, dá pra escrever num bloco de nota simples e só converter pra pdf depois… No site ta bem documentado todo o funcionamento e tem também uma seção com os apps que dão suporte a linguagem. (em inglês). A principal vantagem pra mim é poder escrever sem ligar para formatação (apenas sinalizando, como markdown) e ainda assim conseguir acessar rapidamente seções especificas do roteiro que to desenvolvendo.

  3. Existe alguma forma de fazer backup local das conversas do Whatsapp? Sempre tive essa dúvida.

    Sempre achei um incômodo não ter outras opções de backup além do google drive no WhatsApp, e como não tenho essa opção, um backup local seria uma boa odeia.

      1. é exatamente o dito sobre copia local:

        – copiar a pasta “whatsapp” na raiz do celular.
        – colar em outro armazenamento (SD card, pc, pendrive, etc).

        o restore é o inverso: cópia do armazenamento e cola na raiz do celular ANTES de instalar o Whatsapp

        detalhe: de preferência, com o comando “backup no google drive” desativado ou internet desligada.

        1. Barbada. Então se deixar tudo pra salvar no cartão SD ele pegaria automaticamente quando eu ativar em outro aparelho?

          1. não pega ou salva automático. o Whats sempre força a usar o armazenamento principal. Nunca testei desta forma – e estou sem celular para isso.

        1. De backup do WhatsApp? Existem aplicativos de terceiros que prometem fazer backup e restauração, e até transferir as conversas do iOS para Android, mas nunca testei. Oficial, mesmo, só iCloud — da mesma forma que no Android, oficial, mesmo, só Google Drive.

    1. eu uso um aplicativo chamado “foldersync”, na qual configuro a minha nuvem e vou até o lugar que fica salvo o backup local e ele pega e salvo as informações automaticamente.

  4. Neste ponto da vida, é muito complicado viver sem conta no banco. Já que não há saída e isso logo será necessidade para mim, qual serviço é o mais indicado para quem ainda não entrou no sistema? Há alguma pesquisa relativa a isso?

    1. eu indicaria um bancão com os serviços básicos que são gratuitos e todos devem oferecer.

      depois disso, caso tenha interesse, veja os que podem usar as carteiras digitais (apple/samsung/google pay) e por último mas não menos importante, os que permitem saque sem cartão (acho isso importante)

      1. Concordo. Os bancões oferecem mais segurança do que as fintechs.
        Uso o Itaú com o pacote gratuito de Serviços Essenciais.

    2. Do meu ponto de vista:

      – Uma conta no Banco do Brasil com pacote Bacen/serviços essenciais (gratuito)
      Tem agências e caixas eletrônicos em muitas cidades e banco 24h

      – Uma conta em banco digital para maior flexibilidade.

      O C6 dá tag de pedágio “de graça”, recentemente teve 40% comprado pelo JP Morgan

      O Inter oferece cartão black com acesso à sala vip de aeroportos ilimitado pra quem investe mais de 250K no banco, não necessariamente em produtos do banco

      Tem o nubank / nuconta / nuinvest tb, que ainda acho a forma de usar o cartão de crédito mais conveniente. As notificações são instantâneas e fácil contestar lançamentos.

      Aí o banco digital você procura aquele que oferece o que você mais procura

      Não vá pra bancos muito esquisitos. Dê preferência para bancos listados na bolsa, pois há mais pessoas olhando a contabilidade e administração do banco (acionistas). Pesquise no bancodata.

    3. Eu sou do time que não gosta de ter mais de uma conta, prefiro tudo concentrado. Iria direto para uma conta digital, atualmente eu uso o Nubank (já a uns 7 anos eu acho), e único ponto que não gosto é a taxa para saque, mas se eu saquei 5 vezes nesses 7 anos foi muito, então não me incomoda.

      Se pra vc é importante fazer saque, mas não faz muitos por mês, de uma olhada no Banco Neon, eles dão, se eu não me engano, 2 saques em caixa 24h gratuito. Caso faça com maior frequência, de uma olhada no Banco Next que é o banco digital do Bradesco, ou o Banco Iti do Itau, por último o Banco Inter, mas nunca gostei muito dos serviços deles, acho tudo muito bagunçado. Conforme já citado, o C6 Bank tem “tag sem mensalidade” para sem parar no carro, caso tenha.

      Minha opinião sobre os bancões, apesar de serem “mais seguros” (vejo mais fraude ocorrendo em relação a empréstimos em bancões que em fintech, mas né, dizem que são mais seguros), os apps são mau desenvolvidos/feios, lentos e com um UI/UX fora da realidade em comparação aos bancos que nasceram digitais.

        1. É incrível como o app deles no começo era super gostoso de usar e hoje é um caos, vira e mexe eu apanho para encontrar funções básicas tipo o extrato de movimentação da minha conta

    4. conta em banco é bom até para conseguir receber os cashbacks desses sites que oferecem.
      particularmente acredito que com a difusão do pix as vantagens das fintechs de ter serviços gratis foi pro saco. eu sou do time bancão, ate porque tem uma agencia no meu trabalho então maior facilidade caso precise de algo, não há. o app funciona bem então ta tudo certo. só tive um trabalhinho pra conseguir aderir aos serviços essenciais, ou seja, ficar com o pacote gratis, ja que eles querem mesmo é que voce adira a um pacote de serviços pago mensalmente. aí não vale a pena ao meu ver.

    5. Conta essencial do banco central. Pesquise por isso e veja se te atende.

      Ficar longe do cartão de crédito, dando preferência ao débito/dinheiro também é uma boa idéia.

    6. Acredito que há 3 formas de uso do cartão de crédito
      1. cartão de crédito é para parcelar compras. Eu só uso para compras grandes que eu não tenho o valor total ou não quero usá-lo todo;
      2. emergências: preciso comprar algo e não tenho dinheiro. tipo um problema com o carro;
      3. ganhar “dinheiro”: substituo minhas compras em débito e dinheiro por crédito para acumular pontos e cashback nos programas de milhagem/pontos do cartão para trocar por vantagens;

  5. Eu quero ter a certeza de uma coisa: é realmente necessário o uso de cartão de credito?

    Noto que as vezes perco promoções ou possibilidades por não ter um cartão. No entanto, vendo as pessoas em espirais de divida e a questão do atraso do pagamento, sendo que eu não tenho renda estável, sempre vejo com maus olhos a ideia de um cartão de crédito.

    Precisando viajar, vi passagens por um preço que só pagaria no dia da viagem naquele valor se fosse via cartão. Para pagar via Pix, só se fosse com 2 dias de antecedência. Nisso fiquei tentado em pensar em ter um cartão.

    1. Só tem dívida no cartão quem não sabe gerenciar o próprio dinheiro.

      1. Calma, não generalize. Uma parcela considerável da população simplesmente não tem acesso facilitado a outras formas de crédito e os juros abusivos do cartão de crédito se transformam num dos únicos recursos possíveis — alie isso à precariedade e instabilidade no acesso à renda e o resultado é explosivo.

        Não culpabilize as vítimas do sistema.

        1. se vc tivesse citado “falta de educação financeira” ou “market abusivo para consumo compulsório” aceitaria como algo generalizado, mas o que vc citou é a exceção a regra, logo, não invalida a generalização do Rafael

          e a questão de “falta de crédito alternativo” pra mim é falta de conhecimento e interesse sobre o assunto.. é que nem cheque especial, todo mundo sabe que é uma bomba a longo prazo e usa quem pode ou quem é irresponsável financeiramente (claro, existem exceções, um parente próximo ficou doente e vc precisa de grana, mas isso é exceções, não invalida a regra e generalização)

    2. Eu só utilizo cartão de crédito, raras as vezes q uso debito e com o cartão no celular o plástico físico tem vezes q não carrego. Sim ele é um vilão, mas como foi falado, só tem problema de juros e taxas se ficar devendo. Para quem não se organiza financeiramente o cartão de crédito vai potencializar a desorganização com suas altas taxas.
      Mas pensando em benefícios o cartão já me ajudou muito, tenho o controle do andamento da fatura, de alguma compra parcelada, eu costumo usar com perfil mais para viagens, o acesso a sala vip é um diferencial, parte de seguro viagem tbm.
      mas lembro de quando passei a usar somente crédito, levou um tempo, pq muitas vezes eu esquecia e comprava no debito, hoje isso não acontece mais

    3. “Necessário” não é, mas, como você mesmo concluiu, o cartão de crédito te dá vantagens — além da óbvia, o crédito para gastar ao longo do mês.

      Eu uso e gosto. Acho conveniente. Como sua renda é instável, há o risco de atrasar o pagamento e aí… de fato, a espiral de dívida é preocupante — gosto de pensar mais em uma bola de neve, que cresce muito rápido.

      Um caminho possível é definir um limite baixo, um valor que você tenha certeza de que terá no fim do mês ou tem em reserva de emergência (poupança), para o cartão. Aí você consegue aproveitar as vantagens dele sem o risco de não conseguir pagar a fatura ao virar o mês.

      1. Nessa linha de você definir um limite seu, baixo, outra opção é você apenas gastar o que você tem certeza de ter, especialmente quando se trata de parcelados. Muitas vezes pode valer mais parcelar algo sem juros e deixar seu dinheiro aplicado em algo (p.ex. aquele “dinheiro guardado” do Nubank, com retirada imediata) do que pagar a mesma coisa a vista. Vai render pouco, dependendo do montante? Vai. Mas pouco é melhor que nada, do meu ponto de vista.

        O problema, que eu mesmo já enfrentei, é aquela idéia de ver o parcelamento apenas como a parcela mensal e esquecer que podem acontecer imprevistos nos meses subsequentes, principalmente em parcelamentos maiores de 8x a 12x.

        E isso pode ser pensado para qualquer compra. Se você precisa/vai comprar e o preço no débito é igual ao crédito, jogue no cartão e deixe seu dinheiro rendendo alguma coisa em algum lugar. Depois, você paga tudo de uma vez só.

        Outra coisa que tenho visto muito são pagamentos de boletos no cartão. Ainda não parei pra ver se existem taxas, mas é outra opção que pode valer a pena se o valor pago for igual. Picpay volta e meia oferece uns cashback doidos… O problema maior é o timing.

    4. O fato de uma pessoa não conseguir ser capaz de gerir suas finanças não deve ser motivo para invalidar a ferramenta… Atualmente o Cartão de Crédito é uma das formas de pagamento mais abrangentes e é relativamente segura.

      Se você souber administrar ele como meio para compras e não como extensão de renda já estará bem longe passar por algum problema relativo a atrasos e inadimplência.

    5. Já pensei sobre essa questão uma vez e minha conclusão é que o único diferencial do cartão de crédito frente a outras formas de pagamento (claro, tirando outros benefícios como promoções e pontos) é a possibilidade de fazer uma compra parcelada.

      Não sei se existe uma estatística para isso, mas eu diria que 95% da população não teria condições de pagar um eletrodoméstico ou eletrônico de uma tacada só. E eu estou considerando itens básicos para uma casa, como uma geladeira, fogão, televisão, guarda-roupa, até mesmo coisas como celular e computador são meio que essenciais hoje em dia. São itens que custam fácil no mínimo 500 reais (que já compromete o orçamento de uma família) até mais de 2000 reais.

      Aí alguém pode pensar: “Ah, mas é só se controlar e economizar durante um tempo e comprar quando tiver a grana”. Aí a geladeira quebra no fim do mês e faz o quê? Espera 10 meses pra comprar uma nova, e fica sem onde guardar a comida? O celular ou computador quebra, faz o quê? Fica sem um instrumento útil para trabalhar, até que junte algum dinheiro?

      Acho que isso explica porque o cartão de crédito e o parcelamento é tão popular no Brasil mas não é algo que se vê comumente em outros países.

    6. uma alternativa é usar um cartão pré-pago, daí só depositar dinheiro e esperar uma promoção.

    7. Obrigado a todos pelas respostas.

      Eu notei que em algumas das respostas (Anderson por exemplo) há o fato que há pessoas que usam o cartão como forma principal de (controle de) gastos, o que acho interessante e noto também que meio que os bancos digitais como Neon, Nubank e C6 estimulam muito isso. Já cogitei pensar nisso, mas uma coisa que temo (e aí a dúvida seria com contabilista como o Will) é cair na Receita Federal, mesmo com movimentação financeira abaixo dos 3 mil.

      Como o Diogo bem levantou, há a questão do parcelamento. Para mim isso é interessante pois de fato há coisas que precisamos (minha mãe e eu) para casa e no momento só parcelando mesmo.

      A ideia do limite de gastos (Ghedin e Will) é o que eu vinha pensando também. Sei que existem cartões de crédito pré-pagos, tipo AcessoCard. Talvez eu entre neste caminho.

      Há uns 15 anos atrás, eu tinha feito cadastro em uma empresa de crédito de baixo custo da Itaú. Usei duas vezes e meio que peguei trauma depois, pois acabava sempre atrasando pagamento. Isso vale para a moto que eu tive também – muitas vezes atrasava a parcela.

      No final, em ambos os casos consegui pagar – e até houve reembolso, ainda que em baixo valor, de correção de juros por exemplo.

      Agradecendo novamente a todos aí, e quem quiser dar mais opiniões, serei todo olho a isso.

    8. Eu só uso débito/pix/à vista se tem desconto, se não tem, jogo no cartão de crédito. Normalmente eu já tinha o dinheiro pra consumir aquilo, então o dinheiro fica guardado.

      Essa é uma forma de usá-lo tendo renda instável: só usar se tiver o dinheiro e pra situações que não seja possível ou seja complicado pagar com pix/dinheiro/débito.

    9. Eu uso da seguinte maneira, se não existe desconto a vista e eu posso dividir sem juros, eu divido pois, meu dinheiro hoje vale mais do que mês que vem por conta da inflação. MAS eu só faço isso pq tenho total controle financeiro e não divido nada que não tenha condições de pagar a vista em caso extraordinário.

      1. Então, o ponto do uso do cartão aqui seria para pegar algo com desconto, no dia e apenas com cartão de crédito. Se for via pix, só aceitam com 48h de antecedência.

        Neste caso falo de aplicativo de ônibus, o WeMobi.

        De qualquer forma fiz a viagem e na ponta do lapis, do jeito que fiz esta compensando.

        Se eu fosse fazer um cartão agora, demoraria, teria alguma burocracia e claro, ha a questão da anuidade.

        E como VC falou tbem, o dinheiro de hoje vale mais do que amanhã – a inflação vem chegando e corroendo.

        1. Eu só queria apresentar uma possível utilização do cartão pois, já tinham sido comentado, por outros leitores, motivos de se ter cartão. Sobre anuidade, acho que, hoje em dia já não é um problema (existem várias opção sem anuidade).

          1. Mas era este tipo de opinião que eu precisava. Obrigado de verdade a ti e a todos, mesmo :)
            Dependendo como vai ser, e lendo alguns comentários acima – como o o papo sobre banco acima deste aqui -, vou estudar arrumar as contas que tenho (tenho duas poupanças abertas) e talvez abrir alguma conta digital com cartão de crédito – mas que me permita usar de forma “pré-paga”.

            O ponto também é como será minha renda daqui para frente. Já faz um tempo que venho me organizando, ainda que eu ganhe pouco. Aprendi na terapia, lendo os comentários do MdU, e em outros lugares.

          2. Quanto a anuidade, tem várias opções sem anuidade. Vai depender do que vc quer, “pode” e precisa.
            Quem viaja muito, quer um cartão com acesso à sala vip.
            Quem não viaja muito, pra que?

            O da nubank por exemplo atende bem, tem o programa surpreenda Mastercard que é grátis (pra qlqr Mastercard) e gera cartões virtuais com facilidade.

            E tem aquela coisa coisa que o gimigliano falou, não parcelo nada sem ter uma reserva pra quando acontecer um imprevisto (na minha cabeça não é se vai acontecer, mas sim quando vai acontecer).

            Atualmente Bradesco e Caixa eatao com promoções de cartões de crédito com isenção vitalícia.

    10. @ligeiro,
      Tente não ver o cartão de crédito como salvador ou vilão, mas sim um catalisador.
      É um machado, funciona muito bem pra matar uma pessoa, ou pra salvar dezenas de pessoas numa outra situação, depende do uso (exemplo polêmico, mas ok).

      Eu faço muito uso do cartão de crédito, pgto tudo que for possível no cartão.
      Repito: tudo que for possível.
      Aí que está o ponto. A minha definição de possível é quanto eu posso gastar do meu orçamento, eu uso o cartão não como um adiantamento do próximo pagamento, mas um “concentrador” pra facilitar a gestão.

      Separo antes quanto vou gastar no cartão e uso. Compras de casa, quando tinha vivo pagava a internet pelo cartão de crédito e assim vai. Então uns 20 a 30% do salário que vão pra consumo e serviços e consigo usar o cartão eu uso. O que não dá, pago no dinheiro mesmo.

      Com isso sempre junto umas milhas e aproveito umas promoções. Muita coisa na minha casa foi comprada com 40 a 50% de desconto (ok, demoramos 1 ano pra ir comprando o básico de casa, mas foi o q deu pra fazer).

      Enfim, já tive fatura bem alta, 4 a 5x meu salário, mas não foi uma surpresa, precisávamos reformar a casa, fomos juntando e quando tínhamos o dienhiro tocamos a reforma.

      Nessa brincadeira, entre reforma, casamento, itens da casa, compramos nossas passagens pra lua de mel com os pontos do cartão. Foi uma baita ajuda pra fazer um passeio mais legal.

  6. gente, queria fazer um site pessoal de “cartão de visitas” (com algo como meu nome ponto com ou coisa do tipo) — algo que pudesse passar para as pessoas como uma espécie de linktree pessoal

    algo na linha do site do ghedin (https://rodrigo.ghed.in) ou do paulo higa (https://higa.me)

    no fundo seria uma espécie de “linktree” com domínio personalizado e breves informações pessoais

    gosto também de sites pessoais como o da jacqueline lafloufa (https://lafloufa.com), mas não teria tempo (e talvez sequer conteúdo) para fazer algo nessa linha, então queria mesmo apenas um cartão de visitas na web

    queria indicações de onde fazer isso

    algum tema de wordpress fácil pra isso? algum lugar com hospedagem fácil e barata?

    tenho um blogue pessoal no wordpress.com com domínio próprio, então o problema não é lidar com o CMS, mas achar o tema/template ideal sem construí-lo do zero

    sugestões?

    1. Fiz o meu com HTML e CSS simples, hospedado no espaço para sites estáticos do Fastmail — que já pagava pelo e-mail, então saiu “de graça”.

      Acho que dá para fazer algo similar com WordPress. O que eu tentaria: criar uma página (não post; uma página), colocar os links/botões (deve ser bem fácil com o editor de blocos) e, por fim, abrir as configurações do blog e definir essa página como capa/home (Configurações, Leitura, Sua página inicial exibe).

      1. obrigado

        de fato, é a solução mais inteligente e simples mesmo

        tinha pensado em procurar um tema/template específico mas isso serve para a maioria dos temas disponíveis

      1. interessante, obrigado

        pelo que entendi, é uma alternativa a CMSs como o wordpress, certo?

    2. Não sei qual é sua familiaridade com o código, mas se tiver alguma ou quiser experimentar recomendo dar uma olhada nesses serviços: Glitch e GitLab Pages. Ambos permitem criar algo como você quer utilizando HTML e CSS gratuitamente. Parecem complicados no primeiro olhar mas tem bastante tutorais por ai que com um passo a passo de configuração.

      Mas se você quiser manter no WordPress acho que vale as vezes seguir a sugestão do Ghedin e criar essa lá dentro mesmo. No meu site pessoal, eu tenho essa página de links: guilhermevieira.info/links/ que tem essa função de compilar coisas no site.

  7. Um site que conheci essa semana foi o https://resume-parser.vercel.app

    Nele vc envia seu cv e ele mostra o resultado dos leitores automatizados de cv (ATS)

    Já tinha lido que é melhor evitar os layout mais sofisticados pois os leitores não reconhecem mas com esse site da pra ver de fato o resultado

  8. E aí mucambada. Comecei a trabalhar CLT novamente, depois de passar por duas empresas e quase abrir uma xisaria. Ao menos parece não ser uma empresa arrombada, tem até iso9001. Ainda tô fazendo bico 3x por semana num estúdio de ensaios aqui da cidade. Bom fim de semana aí galera!

  9. Alguém mais p* da vida com um grupo de bots/perfis no Telegram chamado HV Cursos? Sabe-se lá pq eles entram aos montes nos grupos e ficam por lá. Não respondem mensagens nem nada e agora deram pra criar perfis com imagens de pessoas. Devem entrar pra ficar capturando msgs ou contatos… enfim vá entender.

  10. Pro pessoal da área de TI:
    Estou fazendo uma migração de carreira para a área e quero focar em Front-end. Já tenho uma boa noção de HTML, CSS e JS básico então estou partindo pras frameworks. Depois de estudar a estrutura de cada, me bateu a dúvida: focar em React ou Vue?

    Quase todos os prós que considero pendem para o Vue: mais simples, intuitivo, organizado, em crescimento, e não é do Facebook hehe. Já o React parece ter muito mais mercado atualmente, pelo que pesquisei (e, claro, isso tem também um peso grande na escolha). Se vocês tivessem entrando agora, iriam pra que lado? É tão difícil de encontrar vagas Vue?

    1. Eu gosto bem mais do Vue exatamente pelos motivos que você falou. Porém eu “sinto” que tem bem mais vaga pedindo React então, se tivesse que escolher, acho que estudaria React primeiro. Mas dá uma pesquisada no mercado de qualquer forma pra ter certeza.

      1. Mano, trampo com React.js desde 2015. Amo Vue.js, uso em todos meus projetos. Mas nunca consegui emprego usando ele.

        Recomendo React.js se tu quer começar e quer mais oportunidades

        (não que eu tenha buscado tanto assim, mas enfim…)

    2. Sou de Ti mas essa não é minha área, mas pelo que vejo de mercado de trabalho React parece ter mais vagas, mas alguém da área pode te dar mais certeza

    3. Aprendendo javascript, React ou Vue, ñ faz fazer a diferença. O mercado está buscando profissonais que saibam lidar com as situações, independente do frameworks.

      E se prepare para os stress da área, principalmente no frontend.

      Boa sorte!

  11. Galera, vocês recomendam algum mouse ergonômico? Pensei em comprar algo melhor, talvez um trackball, mas nunca usei.

    1. Uso um MX Master 2 e acho bem confortável, apesar do preço nada convidativo.

      Quanto a trackball, eu recomendaria tentar testar antes de bater o martelo.

      Eu comprei um para o trabalho, numa promoção do AliExpress, que copia o formato do MX Ergo da Logitech. É confortável de usar, mas vez ou outra me pego tentando arrastar o bicho. A posição meio inclinada por causa da bola, faz com que meus dedos fiquem inclinados sobre os botões o que, vez ou outra, acaba fazendo com que eu clique o botão direito sem querer, mas aí pode ser coisa do modelo xingling mesmo.

      1. Eu sempre curti trackball. Sou destra, mas uso mouse canhoto. Pra mim, elas são uma maravilha, mas estavam difíceis de achar. Agora que alguém me trouxe o destaque de novo, vou buscar!!

    2. Eu tenho um Delux m618c um mouse vertical gamer!

      Eu acho ele bem confortável, inclusive jogo Valorant com ele hehehe.

      O único ponto negativo é os leds que gastam uma pilha danada em comparação aos logitechs sem fio.

  12. Bom dia, pessoal. Vocês tem indicações de bons cursos online de SQL para alguém que está tentando fazer a transição de Publicidade para Analista de Dados/BI? Já tenho certa familiaridade com SQLite, então não precisaria ser algo totalmente do zero e seria importante que fosse algo com certificado no final. E uma questão bônus: como conseguir criar uma rotina de estudos/cursos quando seu emprego atual suga toda a sua energia, rs?

    1. Estou na mesma situação que você. Já trabalho com Análise de BI/Dados, amo a área e estou procurando cursos de SQL e de PowerBI que seja legendado (tanto em ingles qnt em pt ou espanhol) pois sou surdo. hahaha

      E sobre a rotina de estudos, ih, não sei. Queria saber também, viu?

    2. Trabalho Com BI e Analise de Dados com mais de dez anos de mercado, participo de toda etapa do BI, hoje estou um pouco mais com Analise de Negocio, mas sempre colocando a mão na massa. Vc possuir conhecimento de sql eu acho mais q diferencial, fundamenta. Mas o banco SGBD especifico é difícil pq depende muito da empresas, o importante é ter o conhecimento e focar na sintaxe de cada um dos bancos, já trabalhei em empresas que utilizavam Oracle, Sybase IQ e as ultimas com SQLServer. O que me fez aprender em cada um foi abrir a documentação de cada um deles e ver como é feito e nos foruns.

    3. Estou no mesmo caminho. Por enquanto estou evitando cursos pagos, então para SQL estou fazendo um da SoftBlue, e um de Power BI da Data Science Academy.

      Quanto a rotina de estudos, eu tinha uma, furou e não consegui reestabelecer ainda. Mas tem que começar com o básico:
      – Definir um horário mínimo e rígido de estudos, e se controlar para cumprir este horário;
      – Mapear os tópicos que precisa estudar e distribuir no tempo de estudo. Tem quem se dê bem fazendo um roteiro periódico (um tópico por dia, ou hora) e quem pega um assunto e vai direto nele até finalizar. Questão de testar e ver o que funciona melhor pra cada um.

    4. Sobre cursos, não sei indicar, acabei aprendendo SQL no dia a dia mesmo.

      Sobre a rotina de estudos, não tem como não ser cansativo, infelizmente. Eu estudo pela manhã, normalmente, antes do trabalho. Começo a trabalhas as 9h e começo a estudar umas 6h30, 7h; se eu deixar pra depois, não rende tanto, e prefiro ficar com minha noiva a noite.

  13. Economia. Já está difícil de levar uma vida digna com a pandemia, tem mais essa…

  14. Bom dia pessoal, estou com uma dúvida, recebi uma proposta de emprego para trabalhar em SP. Salário: 3100 bruto + 900 de VR/VA. Cargo: Associate no grupo de Segurança Cibernética, Segurança da Informação e Proteção de Dados – Cyber C3BR do Advisory.

    Eu moro em Caucaia/CE, nunca saí daqui. Queria saber se esse salário é suficiente para viver em São Paulo, sem passar necessidade nem perrengue. Sei que é suficiente para Caucaia, mas São Paulo?

    Sou um recém-formado desempregado, tentando trainees e pensando na próxima etapa (mestrado, concurso ou emprego CLT).

    Essa proposta se dizia um trainee, mas o gestor esclareceu que não é durante a entrevista. Dito isso, em 1 ano há chance de promoção se eu me destacar. É o meu primeiro “Sim” desde que eu me formei (Julho/21) e tenho medo de não conseguir outro tão cedo.

    Comentei aqui porque, apesar da oportunidade, eu sinceramente estou confuso. Recebi tantos “Nãos” e jurava que seria outro para esta empresa, que eu me inscrevi no processo mais no automático do que de forma consciente. Preciso da ajuda do pessoal aqui que mora em São Paulo, mais especificamente nas regiões de Barueri e na Capital, para saber se o salário dá conta dos custos fixos.

    Obrigado pela atenção, por ter lido até aqui, e pelos comentários.

    1. A ideia é morar sozinho? Se for, acho que o aluguel pode tornar bem complicado, ainda mais considerando que deve ter cond0mínio. Na capital, menos que 1K só em região bem distante, aí precisa considerar o custo/tempo de transporte.

      1. isso. Aluguel barato só existe em regiões sem bom transporte público e nas cidades ao arredor.

        Poderia morar em republica, co-hosting ou similar. Mas isso é algo que fica a ti estudar.

        O custo de vida em si – alimentação e transporte, varia também conforme região. O “Lifehack” aqui seria achar locais tipo loja de 1,99 e atacadistas para comprar o que precisa. E estudar bem o transporte para economizar.

        1. @Ligeiro
          Aí complica. Não quero gastar mais que 30% do salário só com aluguel, até porque tem outros custos. Vou pesquisar sobre as opções que você mandou.
          Só tenho até 17h de hoje pra mandar o “sim” ou o “não” pra proposta.

      2. Inicialmente sim, mas não tenho problema em dividir apê. Meu requisito é ter um quarto próprio pra deixar a bagunça (e minhas coisas) num canto só.

        Agora não queria gastar muito tempo com transporte. Hoje eu faço tudo em fortaleza, e chego só o pó nos lugares (pego 2 ou 3 ônibus pra ir pros lugares em fortaleza). No máximo 1h de viagem. Eu mandei e-mail pra empresa, pra saber exatamente pra onde eu vou. Daí eu pesquiso os preços de aluguel.

        Obrigado pela resposta!

    2. Olha, se você quer morar sozinho e com conforto: não rola. Se você estiver disposto a dividir apê e talvez passar alguns perrengues, aí pode ser que dê.

      1. Eu tô disposto a dividir apê, basta ter um quarto pra mim. Hoje eu moro com meus pais e divido o quarto com 2 irmãos, então só queria um pouco mais de privacidade se eu me mudar.
        O resto do apê pode ser compartilhado sem problema.
        Quanto a passar perrengue, eu prefiro não passar. Se for impossível evitar, acho melhor continuar com os problemas aqui em Caucaia mesmo e seguir estudando.
        Obrigado pela resposta!

    3. É meio sufoco, viu. Mesmo dividindo apto, você ainda vai gastar quase 1/3 a menos que tope morar em lugares distantes. Aqui em Curitiba, que é uma cidade menos cara que SP, já seria perrengue…

      1. Verdade, da realidade de SP sei de apenas conhecidos, e falam ser um custo bem alto, mas como morador de Curitiba mesmo dividindo, vc viveria bem apertado, cada dai é um susto gastos de mercado está um absurdo. O ideal seria home office, mas começo de carreira é complicado é um perrengue com muita indecisão

    4. Não tem a possibilidade de home office? Mesmo que já tenham negado, você pode jogar o argumento “por esse valor, só se for home office” ao invés de dizer simplesmente “não”. Daí, se eles não negarem, eles podem oferecer uma proposta melhor ou resolverem admitir o home office.

      1. Diogo, eu já perguntei, aparentemente não.
        Mesmo que a empresa feche a sede por causa da pandemia, ainda tem que ir visitar clientes, e todos estão em São Paulo. Daí acaba que eu preciso me mudar pra lá de qualquer jeito.
        Vou pensar no que tu falou, é uma boa ideia.
        Obrigado pela resposta!

        1. Bom, só lembrando que você colocaria dessa forma se fosse, de fato, recusar a proposta. Mas se você estiver disposto a aceitar a vaga, e a se mudar pra um lugar bem distante da tua terra, e levando em consideração que tem a chance de promoção, acho que dá pra passar um pouco de “perrengue” até conseguir algo bom. Lembrando que você pode procurar oportunidades em outras empresas em SP durante esse período. A tua decisão vai depender do que tu realmente quer e o quanto está disposto a “sofrer” por isso…

    5. Cara, por esse valor e não querendo passar perrengue, eu diria que é impossível.

      Pra gastar pouco no aluguel (o que já é algo improvável, mas vamos imaginar que você consiga), vai ter que morar longe, e aí vai perder um tempão de transporte público, ida e volta, o que no geral já impacta em ter que acordar mais cedo e dormir mais tarde.

      Se tu conseguir morar mais perto do trabalho, provavelmente vai ter que morrer pelo menos R$ 1 mil, mas com certeza acho que mais do que isso SE tu ainda quer ter um quarto só pra você (o que também é outro complicador em relação ao preço).

      Se tu quer muito, mas muito mesmo, ter uma experiência nesse tipo de empresa E/OU morar em São Paulo, pra mim esses teriam que ser os critérios mais importantes do que os outros que você elegeu (não passar perrengue, ter um quarto só pra você, gastar no máximo 30% com aluguel etc.).

      Sendo assim, se sou você, jovem que não tem no momento como desejo último de vida morar em São Paulo a qualquer custo, eu não iria e esperaria mais um pouco uma oportunidade melhor.

      Na moral.

    6. Sendo o primeiro emprego, se arrisque.
      Veja no OLX se tem alguém com anúncio pra dividir aluguel, perto do Metrô (transporte bararo).
      Separe uma grana pra conhecer a cultura paulistana (teatros, cinemas, museus, galerias, etc).
      E vai na fé.

      Já dizia o poeta:
      “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”

      1. Hehehe, é tipo isso mesmo.
        Não vejo sentido ir trabalhar em SP e o salário acabar só com as contas básicas. Tá certo que eu gasto pouco (não saio, não vou pra festa etc) mas é porque aqui tem poucas opções.
        Ir pra SP e não poder curtir a cultura paulistana vai ser triste.
        Obrigado pelo comentário!

    7. Como todo mundo disse o que mais quebra as pernas é o custo da moradia. Como a empresa é de Barueri, se você for trabalhar no local talvez seja bom procurar algum lugar em Barueri mesmo ou em Osasco. Pode ser que seja um pouco menos caro do que na cidade de São Paulo em si.

    8. Bom, eu nunca tive uma experiência de sair de vez. Vou te contar as minhas. Eu tinga um emprego no Rio, e apareceu uma parada em Angra dos Reis. Eu pegava o ônibus pra ir com passagem na mão na AV Brasil (saindo do meu emprego aqui), ficava 3 dias lá, e pegava ônibus de volta na beira da BR em frente ao posto, pra descer na Brasil direto para o emprego aqui. Ficava num passado hotel muito esquisito (se quiser, dou os detalhes). Pagava bem. Depois, voltei meio definitivo pra fazer mestrado e saí dos dois. Peguei um na Estácio, dando aula em Resende e Nova Friburgo. Nessa época, trabalhava pra prefeitura. Eu saía 3a à tarde pra Resende, pra dar aula à noite, e voltava 4 da manhã. Táxi pra casa, 8h no posto. 5a à noite, ida pra Friburgo. Ficava num hotelzinho que tinha convênio. Dava aula pela manhã, descia, e posto à tarde. Mesmo morando com meus pais, ajudava na casa e minhas despesas eram minhas. Acabava ficando muito empatado Mas Angra me deu chances e segurança de segurar muita coisa sozinha, E as aulas me deram bagagem e currículo pra galgar mais altitude.
      E, se tua família te apoia, se der xablau, sempre tem pra onde voltar. ;^)

    9. Quando mudei para SP, em 2013, ganhava 500 reais a mais desse seu salário e consegui até alugar o apt que moro até hoje. Porém, era 2013, outros momentos.

      Te digo que por esse valor, você ñ vai conseguir economizar muito e precisa ver em qual região a empresa tem sede, porque a depender, vc vai precisar morar no meio termo.

      Os alugueis em SP estão surreais. Se eu ñ tivesse negociado, meu aluguel iria para 2770 reais em apt de um quarto e sem o condominio, que hoje está em 537 reais.

    10. Olha respondendo sua pergunta vai depender do seu padrão de vida aí, vc tem emprego aí? Quanto vc ganha? Paga aluguel? Caso não pague aluguel, já comparou a diferença entre o seu salário daí sem o aluguel e o daqui?

      Se aqui em São Paulo você quiser ter um padrão mais classe baixa pré média(usar esses 900 de VA e levar marmita pro trabalho), a casa/apartamento serem em lugares um pouco mais afastados ou mais simples e sem ter luxo dá pra viver OK sim, agora se vc já pensa em algo um pouco mais elaborado pode pesar mais no bolso e ficar naquelas olha só gasto pra caramba com aluguel.

      Obs: me lembrei uma vez um post do LinkedIn que um cara tava reclamando que 5000 era um salário ruim, porque com esse valor só conseguia apartamento meia boca de 1500-2000, e gastava 2000 em alimentação achei bem exagerado da parte dele, provavelmente ele tem um padrão de vida classe média pra alta.

      1. Só complementando uma rápida pesquisa encontra casas mais simples entre 600-850 em Barueri/Osasco na OLX.

        1. Cês falam muito de Osasco e Barueri como referência, mas teria que ver o bairro onde dá estes valores. Provavelmente são bairros distantes de linhas de trem e terminais de ônibus. Ou regiões periféricas “barra pesada” (como Novo Osasco e Rochdale)

          Quanto mais distante do centro de SP, mais barato. No entanto, não significa que seja tão barato quanto pareça – só ver se há trem.

    11. Oi, Gabriel. Cheguei um pouco atrasada na discussão, não sei se vc já aceitou ou recusou a proposta, mas se tiver aceito ir para SP tenho alguns pitacos :)
      Alugar um apartamento hoje é complicado pq os contratos de locação de imobiliárias geralmente são de 3 anos, talvez não seja interessante para vc ter um contrato tão longo agora, então sugiro alugar apts direto com o proprietário, alguns aceitam contratos com 1 ~ 1 ano e meio. Alugar um quarto ou morar em república é bom também por isso, vc pode assinar um contrato de 6 meses, 1 ano, assim vc pode conhecer a região, fazer amizades e em pouco tempo mudar para outro lugar que seja mais vantajoso para vc, dividir o apartamento com algum amigo, essas coisas. Fora que alugar um apt. pode ser complicado pq geralmente pedem fiador, depósito ou seguro, em um quarto ou república vc não teria esse problema, eu acho.
      Sugiro também que vc dê uma volta em universidades próximas e veja os murais com anúncios de repúblicas. Muitos lugares nem publicam na internet, só colocam aqueles papéis direcionados para os universitários.
      Não sei bem quanto custa morar em SP pq sou do Rio, aqui seria meio apertado morar sozinho de aluguel em um lugar com mais opções de transporte e lazer, mas é possível. Acredito que em SP seja mais difícil porém viável, mas é bem provável que o aluguel passe dos 30% do seu salário.
      Se não tiver aceito ir, fica tranquilo que muitas outras oportunidades vão aparecer!

    12. Pra morar sozinho e não gastar muito tempo em transporte, é impossível. Mas se for dividir apto, é possível sim.

      Pelo valor, pra primeiro emprego achei bom, mas SP é caro mesmo, infelizmente.

      Quando me mudei pra cá, achei apartamento pra dividir nos grupos do Facebook. Se precisar de alguma ajuda aqui, avise, pode me mandar um alô.

    1. alto com guerra na ucrânia, cara Se acontecer uma destruição em massa (vai vir com certeza o 3 guerra mundial) , mesmo que 0 bombas caiam no BR, a tempestade nuclear e o posterior inverno nuclear destruirá a vida da terra inteira. A bomba nuclear libera eletromagnetismo no seu acionamento, destruindo eletrônicos em geral. Comunicação será escarça, quase 0. Não existirá economia mais, anarquia é o que resta para os sobreviventes, que no final morrerão quase todos, pelos efeitos das tempestades e radiação.

      *PS: Probabilidade disso acontecer, é minima. Existe, mas é minima.

      a china que é aliada da rússia pode entrar nessa e eua e pronto teremos 3 guerra mundial….tenho medo se isso rolar 3 guerra mundial, se evoluir para 3 guerra mundial ultima coisa que farei vou partir para suicídio rápido para não viver na guerra nucelar.

      1. Quando teve a explosão em Chernobyl, era garoto e sempre acompanhava meu pai no supermercado.
        Ao invés de ter desabastecimento, chegou caixas e mais caixas de Leite soviético – mais barato que o produto nacional.

        Ou seja, nosso problema vai ser o aumento do preço do combustível, escassez de fertilizantes e prejuízo na agricultura nacional.

        1. “Chega mais dona de casa, tá passando na sua rua o carro do leeeeite radioatiiivo, mais barato e cheio de energia”

          Desculpa!

      2. Eu acho bem improvável termos uma guerra nuclear em pleno 2022, só se for o último do último recurso.

        Hoje é possível desligar um país inteiro com um ataque hacker e forçar a rendição sem as consequências sociais e financeiras que uma bomba atômica traria.

        1. Ucrânia parece complexo no sentido social. Era um país com problemas de identidade e que votou em políticos que tentaram “dar valor nacional”, mas no final se sabotaram. O cúmulo foi no final as lideranças mais recentes (os dois últimos presidentes) terem confrontado demais a Rússia e um cara Putin (duplo sentido embutido).

          Ao mesmo tempo, aparentemente a guerra é mais para demarcar posição do que para matar, dado a ausência de noticias sobre haver algum massacre severo. Esperando os próximos capítulos.

          (E uma bomba cair na casa de um certo presidente latindo para americano).

    2. e a legislação brasileira que regulamenta a pena de morte. De acordo com a legislação, crimes como traição, motim, revolta ou conspiração e espionagem são passíveis de punição com a vida, e a execução deve ser feita com fuzilamento. ou seja se não for ao guerra que é obrigado morre no brasil!
      o palhaço no poder vai falar porcaria e pronto vamos nos ferrar!!! é o fim do mundo!!!

    3. O primeiro grande reflexo no Brasil será a economia (exportações, importações e petroleo). A guerra em si irá trazer grandes reflexos para todos, pois a Russia já estava se preparando para este cenario à mais tempo que o imaginado. Espero que situação não inspire a China fazer o mesmo em Taiwan.

      1. Com sanções, já está fazendo, mas entrando na guerra de fato, acho pouco provável…

    4. Alguma, mas não muita.

      Por mais ditador malucão das ideias que o Putin seja, ele não é burro. E pra ser um ditador malucão das ideias, é preciso que exista algo para governar. Todo líder mundial sabe que iniciar uma guerra nuclear é matar a si mesmo (num sentido bastante literal, inclusive).

      Agora, que vai dar merda economicamente, isso vai. Mas não acho que Alemanha, França e outras potências da Europa e da OTAN vão comprar uma briga com a Rússia (e talvez a China) e enfrentar uma crise no abastecimento de gás natural só por causa de um pedacinho da Ucrânia que já falava russo de toda forma. Ainda mais num momento em que já está claro que o império dos Estados Unidos daqui só vai pra baixo.

    5. Nível baixo.
      Me preocupo com as pessoas que vivem lá.
      Não tenho como agir ou alterar nada naquela situação, posso fazer isso somente com a minha vida e a minha circunstância, portanto, continuo cuidando dos meus, trabalhando e fazendo o que posso pela minha realidade. Caso aconteça algo aqui, aí sim eu iria me dedicar a tentar ajudar ou mudar algo.

    6. PREOCUPAÇÃO direta é baixa, no que tange algo como nós entrarmos na guerra, porém sentiremos alguns efeitos principalmente em relação a tudo que envolve commodities, ou seja, inflação e mais miséria, então de um modo ou de outros, todos, literalmente todos serão atingidos e claro quando mais pobre pior.

    7. Nenhuma! Muito feliz de não acompanhar as noticias, mas infelizmente são coisas que furam a bolha. Fico triste que mesmo bloqueando as palavras Ucrânia, Ukraine, ukrainian, guerra, ainda passa coisa no meu filtro do twitter.

      Me solidarizo com toda população afetada, mas busco saber o mínimo possível (se possível nada) pra não me afetar pessoalmente!

    8. Honestamente, não muito. Quer dizer, o Brasil vai ter reflexos econômicos, mas fora isso…

      Putin não é nem louco de usar alguma arma nuclear, a não ser que tenha entrado em um nível muito mais extremo, porque é destruição mutua. E Europa não vai gastar grana em esforço militar por causa da Ucrânia.

    9. O nível de preocupação é o efeito pós-guerra, no sentido de que a depender da resposta dos países teremos ou não novos conflitos, igual foi antes do início da segunda guerra mundial.
      E isso é algo que precisamos ficar de olho, e que falhamos miseravelmente nos últimos 20 anos com o Iraque e Afeganistão, uma vez que a diferença é a Ucrânia estar dentro da Europa. Terá uma briga pelo cumprimento do direito internacional e obrigações perante a ONU ou tudo isso é apenas enfeite e os países podem ignorar? Dependendo da resposta, principalmente no quesito ONU, devemos considerar um novo período de conflitos, inclusive na Europa, de separatistas a invasões territoriais

    10. Depois ver um vídeo de bombardeio com uma criança ao fundo gritando desesperada e sendo pai nada justifica o ataque, por mais q falem q não terá civis mortos e parece que já tem, pensar o trauma e abalo psicologico de crianças como essa do video irão carregar de agora em diante, ser a favor de guerra é muito fácil para gente que está aqui do Brasil.

    11. Dizer que não há preocupação nenhuma com a guerra na Ucrânia (e tantos outros conflitos) é um privilégio tão masculino…
      Uma zona de guerra é uma zona de estupro – há inúmeras reportagens e estudos que analisam o impacto de uma guerra para mulheres: “A violência contra as mulheres em conflitos sociais e políticos sempre atinge nossos corpos. É um controle muito específico que nos acomete, que gera outros tipos de dores e comportamentos, que diz respeito a outras decisões que temos que tomar”
      A analista Talita Tanscheit escreveu na Brasil de fato sobre isso: “Uma zona de guerra, é sempre uma zona de estupro. São duplas as repressões que vivemos. Dentre as diversas forças de dominação e repressão, utilizam a dominação sexual para impor o poder e gerar medo e pânico nas mulheres”.

      Não preciso estar lá pra me solidarizar com essas mulheres e crianças
      Desesperador

    12. Preocupo-me bastante, mas penso que esta invasão não vai durar. O conflito é de 2014, estamos tendo mais um capítulo.

      Está muito claro que a Rússia quer colocar um novo governo sem aspirações de entrar na OTAN (ou que o atual ceda). Não penso que a Ucrânia tenha condições de segurar a barra por muito tempo.

    13. Pelo que entendi, é uma falha de quem ajudou a Ucrania a ter um stand-up nada gentil no governo.

      No tabuleiro politico, jogaram o personagem no quadrado errado.

    14. Pânico.
      Assustadoras as imagens do flight com espaço aéreo da Ucrânia isolado.
      Eu não consigo imaginar as repercussões.

    15. Estamos em um dos lugares mais seguros do mundo para “guerras mundiais”. Qual foi a última guerra em que um país sul americano participou (Malvinas e golpes de estado não valem)?
      A vantagem de se viver num lugar que ninguém se importa é justamente essa: ninguém se importa

      1. Se acontecer uma destruição em massa (tipo 3 guerra mundial), mesmo que 0 bombas caiam no BR, a tempestade nuclear e o posterior inverno nuclear destruirá a vida da terra inteira. A bomba nuclear libera eletromagnetismo no seu acionamento, destruindo eletrônicos em geral. Comunicação será escarça, quase 0. Não existirá economia mais, anarquia é o que resta para os sobreviventes, que no final morrerão quase todos, pelos efeitos das tempestades e radiação.

        Boa sorte viver nesse “mundo” que sobrará.

        *PS: Probabilidade disso acontecer, é minima. Existe, mas é minima

    16. Minha preocupação é basicamente com os mais vulneráveis. Ver fotos de crianças, idosos e mulheres sofrendo me faz refletir até onde vai a ignorância humana. Ontem, um vídeo de um pai de despedindo de sua filha, hoje um tanque passando sobre o carro de um idoso. Até quando? Lamentável em pleno 2022 assistirmos isso em tempo real e não poder fazer nada. Sem falar também nas guerras urbanas que todos os dias fazem mais e mais vítimas por esse mundão a fora.

    17. Sinceramente, baixo. Nenhum dos dois lados é flor que se cheire, os dois estão errados. Não acredito que vá ser um conflito que vá se espalhar/virar 3a guerra.

      Meu maior pesar mesmo são pelas pessoas que estão nesse fogo cruzado sem tem como escapar, as inúmeras vidas e etc.

    18. Vou confessar que, fora as questões locais, que são tristes de se ver, eu não me preocupo.

      PORÉM, quando surgiram as primeiras notícias do coronavírus eu tampouco me preocupei muito, não imaginei que chegaria nessa proporção, imaginei que seria algo estilo H1N1.

      Logo, confesso que, agora, estou 1% receoso do conflito escalar em nível europeu e/ou transcontinental, quiçá mundial.

      Vale lembrar que enquanto o bozo tava lá fechando acordo de fertilizante, a Rússia fazia um acordo militar com a Venezuela.

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