Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #305

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

241 comentários

    1. eita, to ferrado, kkk

      engraçado como a evolução nos deixa ignorante de coisas óbvias (e hoje em dia não tão óbvias).

      algo engraçado que lembrei lendo esse post: eu achava o máximo nos filmes americanos quando as pessoas perguntam lugares e alguém falava “vá para leste”, eu nunca soube essas direções de cabeça e ninguém do meu convívio sabe também, curioso.

      1. “evolução” é uma palavra que me incomoda em função de coisas como essas (embora, como tenha comentado lá, também ache meio moralista demais esse questionário)

        mas sobre as direções: eu acho que no mundo estadunidense é mais comum as pessoas conhecerem “de cor” as orientações muito em função da maneira como muitas cidades lá orientam suas grelhas e sistemas viários nas direções norte–sul/leste–oeste (o exemplo clássico é a grelha de manhattan, mas sei que muitas outras cidades médias também se guiam mais ou menos por isso)

  1. Olá, pessoal! Só gostaria de deixar uma recomendação de série. Ruptura, do Apple TV+ com produção e direção de Bem Stiller. Apresenta uma discussão forte sobre trabalho e patologias relacionadas.

    Segue trailer: https://youtu.be/dTqlZkvbNVg

  2. Olá pessoal! Espero que estejam bem. Queria tirar uma dúvida. Como posso fazer um download de áudio de um vídeo do YouTube, de forma segura, com a velocidade modificada, por exemplo em 0,75? Pergunto porque quero ter off-line algumas músicas infantis para meu filho recém nascido, mas num ritmo menos alucinógeno (acho a velocidade de uma boa parte das música muito acelerada). Eu usava aTube mas já ouvi dizer que possui alguns riscos para o meu dispositivo e nao lembro dele modificar a velocidade de reprodução. Obrigado pela ajuda!!

    1. A velocidade de reprodução é uma característica do reprodutor e não da fonte do som (no Youtube). Então se seu reprodutor tiver suporte a controle de velocidade de reprodução, é o que vc precisará usar.
      Um exemplo muito bom é o VLC (link do site oficial). Ele permite aumentar ou reduzir a velocidade de reprodução facilmente e está disponível pra tudo que é sistema. Mas pode ter uma alternativa interessante: modificar após o download o tempo de reprodução criando um arquivo novo ou substituindo o baixado.

      Quando preciso fazer isso eu uso o ffmpeg. A aplicação é de linha de comando e faz qualquer coisa que vc precise com áudio e vídeo.
      Por exemplo, para reduzir a velocidade de um áudio para 0.75x e gerar um arquivo novo seria algo como a seguinte linha:
      ffmpeg -i in.mp3 -filter:a "atempo=0.75" out.mp3

      Só 3 coisas te importam aí: in.mp3 é o arquivo original; out.mp3 é o arquivo novo, após modificação; "atempo=0.75" é o trecho que determina o quanto modificar e aceita valores dentro da faixa de 0.5 a 2.0, onde 1.0 é a base, o 1x do player. Se quiser fazer algo abaixo da metade como um quarto da velocidade original precisa passar um segundo filtro na sequência, ficaria ali "atempo=0.5,atempo=0.5".

      Aí é escolha sua, modificar o arquivo pra ter uma versão mais lenta ou mudar a velocidade de reprodução na hora de reproduzir com um controle do player.

      A outra parte, como obter. Eu uso o yt-dlp (um fork muito bom do youtube-dl original que não é mais mantido). É um software de linha de comando, multiplataforma, poderosíssimo, suporta centenas (não, não é hipérbole!) de sites de streaming… eu só uso uma pequena parte de suas funcionalidades pro que me interessa.
      Pra baixar um áudio de um vídeo seria algo como a seguinte linha:
      yt-dlp -f bestaudio

      O <link do video é qualquer link de um vídeo de qualquer das plataformas de streaming suportadas pelo yt-dlp como Youtube, Vimeo, Dailymotion, BilliBilli, TikTok…
      E -f bestaudio vai optar por baixar a melhor versão somente áudio disponível daquele vídeo. Usualmente esses sites de streaming têm múltiplas versões de cada vídeo em diferentes qualidades ou só com áudio, ou só com vídeo, ou com áudio e vídeo mixado.

      1. Excepcional! Excelente tutorial e super claro. Muito obrigado por compartilhar. A minha pretensão é essa mesmo, deixar uma versão MP3 modificada. Tem umas músicas bem legais pra criança, mas acho extremamente acelerada.. mesmo sendo áudio, me preocupo com o excesso de estímulo, que pode deixá-lo agitado.

        1. Ele não corrige porque ele não altera se usar o filtro atempo.
          Se quiser modificar tempo e tom precisa usar alguns filtros a mais: asetrate e aresample.
          Com esse trio eu não tenho prática seria algo como:
          ffmpeg -i in.mp3 -filter:a "asetrate=44100*4/3, atempo=3/4, aresample=44100" out.mp3

          Aqui usamos asetrate pra mudar tom e tempo então o primeiro filtro fica mais rápido e agudo; corrigimos o tempo usando atempo e o tempo retorna ao original mantendo o tom agudo; e corrigimos a taxa de amostragem com aresample=44100 pra manter a taxa de amostragem original.
          Importante observar que o valor da taxa de amostragem precisa ser o mesmo tanto no cálculo passado em asetrate quanto em aresample e que por sua vez deve ser a mesma do arquivo fonte. Então se a fonte for 48000 substitua esse valor onde houver 44100.
          Pra mudar o tom pra mais grave, basta inverter as frações: asetrate com valor menor que atempo
          Legal também notar que esses valores aceitam cálculos e, portanto, podem ser frações, como no exemplo.

  3. vocês já repararam como o Google Shopping é um festival de scams e golpes? recomendo que coloquem “microondas” na busca do Google, entrem no menu do Shopping e vejam a quantidade de anúncios falsos e ” ofertas” absolutamente discrepantes que aparecem, com direito a falsificação dos sites das grandes lojas e tudo mais… aquilo é um escândalo e me pergunto quantos incautos não caem nos golpes, afinal, aparece no próprio Google, o que traz uma aparente confiabilidade para os leigos

      1. Espero que sim! Fiquei sabendo que talvez ele lance no final desse mês.

  4. Interessante essa matéria do G1 sobre as técnicas antiéticas de vendas em grandes centros de comércio. No caso da matéria, o mercado municipal de São Paulo:

    https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2022/02/19/especialistas-explicam-por-que-quem-cai-no-golpe-da-fruta-no-mercadao-tem-dificuldade-em-negar-oferta.ghtml

    Particularmente acho pavoroso esse tipo de local, no Paraguai é igual, você é abordado na rua por vendedores extremamente insistentes e chatos, colocam a mercadoria na sua mão e não aceitam de volta, somente vão embora depois de pagar. A única técnica infalível é ficar com as mãos no bolso, fechar a cara, etc.

    Em comércios mais normais já tive informações de gente que trabalha no ramo que existem algumas técnicas de vendas “alternativas”, desde as mais conhecidas, como o vendedor que independe de como você ficou com a roupa, sempre vai falar que “ficou ótimo em você”, “é a última peça”, etc, como outras menos reconhecíveis como o vendedor mostrar um esforço extra pra te atender bem, apresentar várias opções, buscar no depósito várias peças, etc, pra que ao final você acabe levando algo por vergonha de sair de mão abanando depois de fazer o vendedor se esforçar tanto. Lembro de uma vez inclusive a muito tempo atrás de um vendedor de loja de shopping pedindo por favor pra eu levar algo porque ele precisava bater a meta do mês pra não ser demitido.

    De qualquer forma, achei interessante compartilhar também pois aqui falamos muito sobre o ambiente on-line agressivo de segmentação de propaganda, de como os anúncios se utilizam do psicológico para nos vender algo, mas que de forma alguma isso é exclusivo do ambiente digital, existe no “mundo real” e muitas vezes é até mais perigoso individualmente para quem se encontra nessas situações.

    1. Sempre falaram que “O Mercadão é armadilha de turista”, e finalmente, após anos onde a própria mídia investiu atenção, agora virou alvo de chacota e reprovação.

      Isso também tem um significado político – mostrar as falhas é desvalorizar o local, e com isso permitir que se possa agir com cobranças menores.

      Das técnicas de venda, noto também que não é só no Mercadão que há problemas. Umas quadras ao sul, na 25 de Março, e vemos uma profusão de “puxadores” (pessoas que ficam em frente as galerias “puxando” clientes para lojas dentro delas), ambulantes e anunciantes (narradores, gente vestida de personagens, etc…). Agora também com empresas com som alto e técnicas de narração para tentar chamar a atenção.

      Eu gostaria muito que este tipo de atividade fosse até proíbida – sinceramente odeio excesso de publicidade e até tenho alguma dó, mas não suficiente para esperar que o governo aja contra “puxadores”.

      Em tempos: só fui uma vez comprar mortadela no mercadão. Além de um trauma gigantesco (foi na época que começou a moda de popularizar e gentrificar o lugar), nem fui eu que paguei o lanche… :\

      (Tempos depois descobri que na esquina da Av. Ipiranga com Av. São João tem uma lanchonete chamada “A Casa da Mortadela”, com preços um pouco melhores que os do Mercadão e tamanho justo no lanche.

      1. Sta Ifigênia tem puxadores também, mas no meu caso até ajudou, falei com um quando fui pra SP em 2020 e consegui um desbloqueio do Swicth por R$100 a menos do que eu ia comprar no Mercado Livre. É provável que tivesse locais mais baratos, mas, pra eu que estava vindo do RS, fui super-barato.

        Totalmente não relacionado com o tópico, mas me lembrei disso aos 49 do segundo tempo.

    2. O camelódromo aqui da cidade tinha essas práticas terriveis de puxar cliente (não piso lá faz anos). Já faz um tempo que os chineses chegaram aqui na cidade e começaram a abrir grandes lojas de bazar, junto com a popularização de vendas pela internet isso acabou quebrando os camelôs, já que os mesmos não oferecem um preço tão bom e não souberam profissionalizar-se.

  5. Talvez essa questão já tenha sido abordada em outros posts livres, já peço desculpas antecipadas. Já tem um tempo que fico estudando alternativas a esses serviços de armazenamento de fotos e vídeos como o Google Photos ou icloud. Eu uso o Google Fotos há algum tempo, ele tem recursos realmente interessantes, manda tudo do meu smartphone pra lá, faz reconhecimento de rostos e objetos etc etc. Mas fico sempre pensando em bolar algo meu e fugir desses serviços. Quase comprei um desses WD Mycloud seminovo mas li reviews muito pessimistas. Cogitei talvez criar um servidor com raspberry e mandar tudo pra lá. Ou, talvez, seguir em algo como o Google Fotos mesmo e vida que segue. Alguém já adotou alguma solução satisfatória sobre isso que possa compartilhar?

    1. As facilidades e recursos que o Google Photos oferece, nenhuma solução mais manual ou caseira terá. O que aconselho é você além do Google Photos ter um backup de tudo offline, em alguma unidade de armazenamento.

  6. Quem aí conhece de carro… tem chances dos carros de entrada voltar a preço de entrada num futuro próximo?

    1. Não entendo tanto de carro, mas acho difícil. O mercado de carros está se renovando, os carros menos caros eram projetos antigos, que apesar o baixo valor, davam pouco lucro para as montadoras, então eles estão tirando esses carros de linha, alguns até por conta de leis que exigem que os carros sejam mais seguros ou menos poluentes, e colocando no mercado apenas carros mais novos e modernos (embora não tão modernos quanto no exterior), e elas vão querer cobrar um preço por isso.

    2. Não vai voltar a preço de entrada, vamos precisar aumentar a nossa renda novamente e precisamos de um governo comprometido com isso, senão é melhor jair se arrependendo.

    3. com o dólar alto, a exportação de commodities bombando e a crise dos semicondutores, acho improvável… com isso somado às exigências de controle de poluentes que o Marlon falou, penso que não veremos novamente um boom do mercado automotivo como tivemos na década passada, e mesmo uma redução tímida de valores deve levar alguns anos pra acontecer, pois demandaria um rearranjo da nossa economia como um todo

    4. Sinceramente? Até que eu gosto desta situação. A população deveria aprender a exigir melhor transporte público do que comprar veículo particular. Não por mal nem por egoísmo, mas sim por consciência.

      O engraçado é que de alguma forma o mercado automotivo ainda vive. Carros usados são vendidos, revendidos, reformados… e usados até a hora que caem (literalmente) aos pedaços.

      Não há programas de “renovação de frota” ou ” eliminação de sucata” no Brasil. Ultimamente tenho visto um bom número de carros com mais de 20 anos e em mau estado de conservação circulando. Quando não, temos ainda a questão do “só para rodar” – veículos com documentação irregular e em dívida com o governo, muitas vezes sendo parados pelo próprio quando acumulam dívidas na casa de dezena de milhares de reais.

      “Carros de entrada” no Brasil hoje seria algo no nível do Kwid ou Fiat 500, mas um virou algo para frotista e outro artigo de luxo.

      Motos então, me lembro que a moto que comprei zero quilômetro (e em 5 anos de prestações) no final “não perdeu” valor nos últimos anos. Motos em mau estado de conservação e com problemas de documentação são vendidos entre 1 500 a 2 mil reais. Motos com boa documentação, acima de 2 mil. A minha perdi por documentação atrasada e até agradeço por isso – acho que se eu tivesse com ela hoje talvez teria dívidas quanto a manutenção dela por ser “chinesa” (Dafra dos primeiros anos). Não compensaria.

      Questão de veículos se liga a questão da mobilidade e ocupação urbana. É um assunto que não é só “incentivar a compra de veículos de entrada” vai resolver algo.

      1. Mesmo reconhecendo que o carro é necessidade pra um bocado de gente, não deixa de ser um problema enorme essa cultura do automóvel. Eu moro numa cidade de pouco mais de 700.000 habitantes na região metropolitana de SP e, quando saio na rua, a impressão é de que aqui tem mais carros do que pessoas. Tudo congestionado, tudo parado por causa do excesso de carros, aí você repara que a maioria dos carros tem só uma pessoa dentro…

        1. Sim sim, eu também moro na RMSP e noto o grande número de veículos com uma pessoa só.

          E de fato, soma-se que as cidades onde circulo ainda tem uma rede razoável de transporte (ônibus e trens), apesar de mal modelada (linhas que dão volta demais, trânsito, superlotação, etc…).

          Eu queria muito que este ano tivesse mobilidade urbana e ocupação urbana como pautas durante as campanhas, mas infelizmente dado 2018 e os errados que espelham suas escolhas, o Brasil perdeu anos de possibilidades e agora temos meio que recomeçar todas as discussões que existem sobre.

          Ainda mais observando a situação pós chuvas que ocorrem desde o início deste verão. Sul baiano, norte de Minas, Petrópolis, Franco da Rocha e outras cidades e regiões que sofreram com as chuvas. Isso mostra muito de como temos problemas com ocupação urbana e que deveríamos já ter achado uma solução inteligente, ao invés de ficar dando valor para ricaço ou “herdeiros de nada que não existe mais”.

    5. Carro popular é bicho em extinção. As fabricantes estão buscando vender carros com margem de lucro maior (leia SUVs). Não interessam mais a elas margem pequena e grandes vendas. As exigências de carros menos poluentes e mais seguros encareceram também a produção.
      Pra mim o Brasil vai ter uma frota de carros cada vez mais envelhecida. Muitos não vão mais conseguir renovar sua frota. Carro vai ser item de luxo.

    6. Essa matéria fala disso e aponta uma série de fatores envolvidos; pelo visto, num futuro próximo, a chance é baixa; sobre ter ou não carro próprio, acho bem complexo. Se tivéssemos uma oferta de transporte público adequada, ok. Mas não é o caso. Só de ver inúmeras vezes motoristas de ônibus (ainda mais em modelos sem janela) sem máscara, em meio a uma pandemia, já acho motivo válido para alguém querer ter seu carro.

  7. Pessoal, uma dúvida rápida: qual gerenciador de senhas vocês indicariam para uma pessoa que nunca utilizou um gerenciador antes? Me pediram indicação, mas até hoje eu só usei LastPass, e quando teve o vazamento, eu migrei pro KeePassXC, que uso até hoje. Sei que existem outras alternativas, mas não sei quais seriam melhores considerando segurança versus facilidade de uso.

    1. Bitwarden. Gratuito e tem extensão pro navegador, além de app para Android, iOS, Windows

      1. O Bitwarden é mais amigável a iniciantes porque lida com o arquivo onde ficam suas senhas, ao contrário do KeePassXC. Você faz a conta, salva suas senhas e elas ficam salvas na nuvem, criptografadas, acessíveis de qualquer lugar. Seria a minha recomendação também.

    2. +1 pro Bitwarden!! Uso há anos e faço questão de pagar anual para apoiar o projeto. Tem ainda uma vantagem extra: Se fores geek o suficiente, podes instalar tua própria instância e não depender dos servidores deles. :)

  8. existe alguma forma de burlar o bloqueio do twitter e conseguir acessar perfis e tweets sem ter uma conta? (se vc acessar um perfil qualquer deslogado e der umas 3 scrolladas no mouse, não consegue ler mais nada)

    1. Aperta no botão de login e voltar no navegador. Eu sei. É ruim. Mas funciona.

  9. quais seus seus escritores brasileiros favoritos que ainda publicam algo?

    eu curto muito o Jader Pires e Alex Castro, o primeiro fala sobre coisas do cotidiano de um jeito único e o segundo ultimamente tem falado sobre escritores de tempos passados, e também tem uns pitacos bem interessantes sobre estilo de vida.

    1. Eu apoio, acompanho e leio praticamente tudo que sai da Aline Valek, a escrita dela é excepcional, uma prosa que às vezes soa como poesia, mas sempre de forma muito natural, quase como se fosse feito sem querer. Os dois livros que ela tem publicados pela Rocco, “As águas vivas não sabem de si” e “Cidades que afundam em dias normais” me deixaram sem chão após a leitura.

      Pro jabá ficar completo vou deixar o site aqui: https://alinevalek.com.br/

      Eu também falei um pouco da minha experiência com um dos livros dela no meu blog há um tempo: https://lapsotrivial.bearblog.dev/sobre-cidades-afundam-dias-normais/
      (Se não puder postar esse tipo de auto-jabá me avisem 😬)

      1. eu a conheço mas nunca li muito do seu conteúdo, vou dar uma olhada no site dela, rs

        e o livro dela das águas vivas já estava na minha lista, acabei de adicionar o outro.

      2. Opa, uma Valeker aqui!
        Gosto muito da escrita da Aline também. Ainda não li o segundo, porque estou “guardando” sabe? Aquela coisa de “deixar para um momento legal”. Mas “As águas vivas não sabem de si” é espetacular. Recomendo muito (assim como o grupo no whatsapp para quem apoia).

    2. Cara, fui aluno do Jader e acabamos virando amigos, ele não só é um escritor excelente como um professor de escrita incrível também. Graças a ele voltei a escrever com regularidade e até fiz amigos maravilhosos que partilham desse mesmo hobby.

      Eu diria que, dos que conheço, o meu favorito talvez seja o Carrascoza. A prosa dele é um desbunde de tão boa, mas sem se inclinar pro excessivamente lírico, como às vezes faz o português Valter Hugo Mãe. Recomendo muito o “Aos 7 e aos 40”, muito mesmo.

      Quem eu curto bastante também, mas numa linha totalmente diferente, é a Paula Gomes. Li os dois livros dela, assino a newsletter e acompanho no Medium. Vale muito a pena.

      Em termos de autores que não li ainda mas tão na lista, acho que a que mais me chama a atenção é a Ana Paula Maia. Recomendações excelentes de gente em cujo gosto pra livro eu confio demais (inclusive o próprio Jader). Quando terminar o que tô lendo, vou pegar.

    3. Eu gosto muito do Daniel Galera. Li uns 4 ou 5 livros dele, e o acompanho pela web desde que ele era um dos caras do e-zine CardosOnLine.

    4. Recentemente li o Roma Invicta do Eduardo Spohr e gostei bastante. Tbm gosto do Daniel Galera. Vou aproveitar o post pra recomendar o livro que a minha esposa lançou esse mês, sobre o incêndio no Edifício Joelma (pessoal de SP deve conhecer): https://www.amazon.com.br/dp/B09RB9XJ48

  10. hoje estava refletindo sobre como a última fronteira da produção de conteúdo no estilo da web 2.0 são os blogspot/wordpress que encontramos perdidos por aí. conteúdo majoritariamente textual, mais palpável e denso do que os conteúdos das redes sociais de hoje, com interação efetiva nos comentários – e não meros emojis impessoais – e que são perenes, estão ali pra serem lidos sem prazo de 24 horas ou coisa que o valha. infelizmente a grande maioria dos poucos blogs que conheço que permanecem sendo atualizados são restritos à temática de finanças e investimentos – e pouco a pouco vão minguando, não resistem à corrente implacável da internet 2022…
    talvez os jardins digitais sejam um revival dessa tradição, mas sinto que falta fôlego pra se tornar algo relevante. vocês acompanham blogs hoje em dia? quais indicam?

    1. Eu acompanho vários, mas a maioria pessoais então não são necessariamente blogs para se recomendar porque o gosto varia muito.
      Além disso, participo de uma comunidade online chamada Micro.blog (https://micro.blog) onde muitas pessoas compartilham seus “microposts”ou links para posts maiores. É uma forma de conhecer vários blogs que eu recomendo.

      Blogs “maiores” eu leio basicamente o Manual do Usuário e Pixel Envy (https://pxlnv.com)

    2. A experiência mais próxima que acompanho hoje em dia são alguns perfis no medium.com Apesar de segmentado, é uma boa fonte de leitura.

      Fora isso, aqui no Brasil especificamente sobre tecnologia e comportamento digital, acompanho além do Manual, o Rodrigo Toledo que é um dos caras das antigas.

    3. Curioso que ontem passei aqui pra iniciar um post sobre blogs e acabei desistindo, e qual não foi minha surpresa que o tema apareceu aqui de toda forma.

      Estou escrevendo o primeiro post do meu novo blog, que tá só esperando esse texto pra começar, e meu desejo é continuar só nele por um bom tempo. Só de pensar que é o que vai acontecer já me traz um alívio grande.

      Assim que ele for ao ar vou desativar o que ainda me resta de redes sociais (Instagram, no caso).

      1. curioso, o que te leva a relacionar o blog com a rede social em si? penso que os objetivos são distintos… ao meu ver o blog vai ser mais uma coisa pessoal tua, ou no máximo reunir aficionados de uma temática específica caso o blog tenha um tema fixo…
        enfim, pergunto pq estou ausente das redes há uns três anos mas venho tendo uma reflexão parecida com a que o ghedin teve recentemente… me sinto excluído das vidas de colegas e amigos menos próximos – mas que são pessoas queridas, ainda assim… venho considerando fazer o movimento oposto e voltar para o instagram pra ter essa pequena aproximação com algumas amizades novamente

        1. Não relaciono, mas se é pra eu ‘perder um tempo na net’, que não seja sugado pelas redes sociais, mas me dedicando a escrever, que é algo que eu gosto.

          Mas, sim, a experiência continua individual e não é porque algo faz bem pra mim que faz a todo mundo.

          Quem é feliz usando redes sociais, que continue assim. Nada contra. Só não é o meu caso.

      2. Interessante. Eu uso o Medium e o TinyLetter por causa da facilidade de só escrever e mandar sem me preocupar com formatação, hospedagem etc (sobretudo o Medium, que tem uma formatação linda. TinyLetter é basicamente bloco de notas).

        Isso não te incomoda?

        1. Eu dou um suspiro de lamento quando vejo um texto promissor hospedado no Medium. O leiaute é bom (já foi melhor), mas todo o resto é horrível, dos elementos em torno do texto ao site em si, que é pesadíssimo — e, por deus, para exibir texto, o objeto mais leve possível no digital.

          Entendo que o fator comunidade/“descobertabilidade” pesa muito, mas adoraria que as pessoas usassem o Medium meio que como rede social, apenas para replicar conteúdo postado em outros lugares mais amigáveis ao texto — até um WordPress.com está valendo.

          1. Olha, “descobertabilidade” eu acho que fica devendo, viu.

            Pra mim que não manjo bulhufas de nada, não consigo mandar nem um Hello World em html, o Medium tem sobretudo o apelo de ser só sentar e escrever. Fica bonito em todo tamanho de tela, tem as opções certas e suficientes pra eu editar minimamente e compartilhar, e quem entra de fora não se depara com AdSense, política de cookies (eu acho) etc e tal.

            Entendo seu suspiro, eu tb dou os meus, mas putz, fica tão bonito tão fácil.

            Eu até já procurei editores de texto que tivessem aquele msm layout, de tanto que gosto da interface pra escrever.

          2. ghedin, corrija-me se eu estiver errado, mas lá por 2013 você havia feito uma resenha bastante positiva do Medium, certo?

            de lá pra cá, o que acha que piorou a plataforma, além desses pontos que você já citou?

            imagino que a frequente mudança de escopo/identidade do site também pese nisso

          3. @ gabriel

            Sim, é verdade. Acho que há dois fatores que mudaram muito de lá para cá:

            1) O próprio Medium, ou sua inconsistência danosa. A ideia original do Medium era ser um lugar legal, bonito e fácil para publicar. Isso mudou muitas vezes ao longo dessa quase década — ora se propôs ser um sistema de blogs, ora um espaço para publicações profissionais, agora é um paywallzão que remunera autoajuda barata e artigos com títulos click bait.

            É a lógica das startups aplicada a um negócio que, em essência, se beneficia e, arrisco dizer, só se sustenta na estabilidade, ou numa estabilidade relativa mínima. O caso mais dramático dessa falta de foco foi a destruição que o Medium causou a uma série de publicações já consolidadas, que ele atraiu com a promessa de apoio tecnológico, e que um ano depois foram abandonadas em mais uma pivotagem. The Owl, um blogzinho simpático norte-americano, não aguentou o baque e fechou por conta dessa palhaçada.

            2) O produto em si piorou. Agora está menos pior, mas até uns meses atrás acessar o Medium disparava as ventoinhas do meu notebook e deixava meu tablet quente. Eu aceito isso quando estou num jogo com gráficos refinados ou renderizando vídeo, mas para exibir palavras? É, como disse acima, o elemento básico da comunicação. É muito inchado, novamente reflexo da cultura startupera/de capitalismo de risco que está na gênese do Medium. (Fazendo um mea culpa, essa daria para ter previsto lá atrás.)

            Além disso, os diferenciais do Medium deixaram de sê-lo, porque é difícil criar diferenciais quando a sua matéria-prima é texto. O editor do Medium era revolucionário em 2013; hoje, deve ter um punhado de bibliotecas JavaScript que o reproduzem, algumas até melhores que o original.

            No fim das contas, é a gente aprendendo mais uma vez aquela velha lição de que não dá para confiar cegamente em grandes (ou mesmo médias, como é o caso) empresas de tecnologia.

          4. WordPress se você não pagar a hospedagem deles vai ser um CAOS de anúncios. Se você quiser colocar a sua própria instância no ar, vai ter que pagar hospedagem + domínio (ou pegar um domínio grátis que vai encher de anúncios também). Medium ainda é o local com menos atrito para o leitor e o escritor. Eu parei de usar ele porque é *MUITO* pesado. Mas migrei pro Substack, que não é exatamente conhecido.

    4. Além do Manual, eu acompanho pelo Feedly os blogs Vida Organizada (Thais Godinho), Update or Die (meu autor preferido é Wagner Brenner), Contraditorium (Cardozo), Kika Castro, Mauro Segura e Lígia Fascioni.

      Ah! E também assino o feed da Você S/A exclusivamente para ver os posts de Alexandre Versignassi, que antes escrevia para o blog Crash, da Super.

      Dos gringos, sigo os essenciais: Seth Godin, Kottke e Swiss-Miss.

    5. eu sempre volto a esse assunto por aqui — talvez até de uma forma irritante. Por outro lado, também entendo que todo saudosismo seja ruim no fim das contas, então também tento não me prender muito a isso.

      também acho que devíamos estimular mais essa produção de conteúdo “autônoma” e nos frequentar mais

      mantenho ainda um blogue pessoal jurássico, que atualizo de vez em nunca: https://arquiteturaemnotas.com

      e aqui tenho uma listinha desatualizada de blogues que gosto (ou gostava) de acompanhar: https://arquiteturaemnotas.com/linques/

      em tempo: @ghedin lembro de que no ano passado você havia comentado algo sobre fazer um diretório de sites pessoais (blogues, jardins digitais, etc) no estilo do diretório de newsletters. Estou errado? Ainda pretende fazer esse projeto? Sei que daria um trabalhão, mas seria fantástico.

      1. Sim, havia/há esse plano, mas confesso que tenho me sentido meio atropelado pelas demandas rotineiras do site. Até o diretório de newsletters está meio abandonado, por exemplo…

        1. Se me permite uma sugestão, acho que o legal é saber se está tendo demanda para gerar uma cauda longa ou não.

          Se está abandonado, é porque não é um projeto que no final muitos se empolgaram, ou talvez houve também não só da sua parte, mas também da ausência de novas newsletters e projetos de sites mais simples pipocando por aí. Se o pessoal se empolgar de novo, talvez pode ser o momento também de deixar na mão de outro que se empolgue com o projeto.

          É eventualmente, tal como agora, sempre questionar esta demanda por aqui no Post Livre, ou em outros lugares.

  11. Fala galera, beleza?
    Tô precisando de uma recomendação de bom fone de ouvido. Sou psicólogo e atendo online, desde o ano passado tenho usado o da Samsung que veio com o celular mesmo, mas tô com medo de me fazer mal a médio prazo, por ele ser intrauricular.

    Preciso de alguma coisa confortável, durável, com um microfone bom e entrada P2. Help!

    1. Edifier W820BT. Muito robusto, bluetooth, bateria interminável, ótimo som. Ah, e tem o cabo P2 incluso.

    2. acho que não tem problema dele ser intrauricular, a não ser que vc deixe o volume bem alto.

    3. Pode dar algum problema a longo prazo usar fone intra-auricular?

      Eu uso meio direto :|

    4. teoricamente o intra-auricular seria até melhor por isolar os sons externos de forma mais eficaz, sendo assim vc nao precisaria usar o volume tao alto… mas na prática eu pelo menos acabo usando o volume alto da mesma forma, e aí ele acaba causando mais dano à audição mesmo, pelo que sei

    5. Pra trabalhar, sugiro fones circumaurais (over-ear). São daqueles grandes mas q não ficam em cima da orelha (o em cima da orelha chama supra-auricular ou “on-ear”). A espuma é pra ser maior q a orelha e ficar em volta. Eu acho muito confortável pq não aperta a orelha e tbm veda bem o som de fora.
      Eu adoro intra-auricular pra usar na rua ou academia, mas pra trabalho usando direto é bem cansativo. Nem pelo volume, mas eu sentia q cansava do som mais rapido, e a pecinha dentro do ouvido começava a incomodar dps de umas 2 horas.
      Qdo eu fui comprar, eu dei uma olhada em fones gamers pq pensei q seriam as pessoas q precisam usar por mais tempo e fazendo chat, então seriam confortáveis.
      O q eu comprei tem umas vantagens tipo eu posso tirar e por o microfone, aí ele não fica atrapalhando se eu tô só ouvindo música. E tbm tem a concha de tecido em vez de couro vegetal, q sempre esfarela com o tempo. (Fica encardido, mas acho melhor sujo do q esfarelando)
      Infelizmente comprei antes da pandemia e acho q não existe mais, é o Logitech G G433. Os poucos lugares q tem estoque tá tipo o triplo do q eu paguei na época. Mas fica a dica de achar um nessa linha.

      1. Já tinha caído no site deles há um tempo, o produto é lindo demais mas também é Premium demais pro que eu preciso/tô disposto a pagar hahahah

    6. Eu tenho um JBL Quantum One, que é o de entrada da linha gamer da JBL.
      Ele é com fio e o microfone dele é removível, assim como alguém citou acima de um da Logitech.
      Me atende bem, até porque ele tem alguns ajustes, tem como ajustar o volume por ele e também mutar/desmutar o áudio dele.
      Dê uma olhada.

      Com relação ao ouvido, a exposição prolongada e volumes altos acaba que prejudica a gente sim, mas não sabemos o quanto, nesse caso de pandemia, home office e tal. Talvez seja até bom fazer checkup num otorrinolaringologista. Porque já até reparei que por passar horas em reuniões com o headset, meu ouvido produz muito mais cera que antes, o que não sei se é um bom sinal

    7. Eu tenho um Anker Soundcore Life Q30, que é maravilhoso. Confortável, bluetooth, bateria dura 40 horas, cancelamento de ruído muito bom, e ainda vem com o cabo p2 incluso. Gostamos tanto aqui em casa que minha esposa comprou um igual. Pegamos no Aliexpress, cerca de 400 reais e não foram taxados.

    1. Desconfio das reais intenções de qualquer militância que usa criança como muleta.

      Certeza que existem outros interesses obscuros por trás desse tipo de campanha e de quem a financia.

    2. Que ideia triste. Usar menores pra destruir algo muito maior que um problema específico.

  12. Que hospedagem vocês recomendam para site simples (estático, tipo portfolio + blog) e que retorne algumas métricas simples (de onde vem os clicks, clicks mensais, etc)

    1. vc paga e-mail? se sim dá uma olhada que alguns tem esse benefício, o fastmail por exemplo, a partir do plano de 3 dólares disponibiliza.

    2. Olha, se duvidar dá pra fazer isso tudo no próprio Github, de graça, com domínio seunome.github.io, tudo de graça.

      1. Isso! Gitlab também permite e, salvo engano, o Sourcehut idem. E dá para usar domínio próprio, não precisa ficar com o cedido pela plataforma. Meu blog pessoal, rodando em Jekyll, está no GitHub.

        1. Pô Ghedin, entrei no teu blog pessoal e ri disso kkk

          O isolamento das redes sociais cobra um preço. Dia desses perguntei a uma amiga, que morava fora, quando ela visitaria o Brasil outra vez.

          Ela havia voltado a morar no Brasil fazia sete meses.

          Fiz uma conta no Instagram.

          1/12/2021

          1. o benefício de não usar redes sociais e ter a surpresa de encontrar um grande amigo que não via a muito tempo. :-D

    3. Complementando a resposta anterior, uma plataforma que eu testei foi o https://hubpress.xyz/, que é um sistema que permite “hospedar” um blog no Github, da forma como falei. No site diz que usa o Google Analytics pra gerar as métricas, mas não sei se dá pra usar outra opção.

    4. Se tu usar um gerador de site estático tipo Hugo ou Jekyll, da pra hospedar gratuitamente no netlify, digital ocean e outros. Inclusive pode mapear um domínio.

  13. Vocês tem indicação de Certificado Digital? Preciso comprar um pra minha ME e gostaria de um melhor custo benefício (preço baixo. validade maior). Pode ser aquele A1 mesmo.

    1. O preço para certificado digital é tabelado, pouca diferente entre um emissor e outro. Certificado A1 a duração é de 1 ano.

    2. complementando o amigo, se quer um com melhor custo x benefício, faz o da nuvem, ele é mais caro (cerca de R$: 500,00) mas tem validade de 5 anos.

      1. Estava pensando aqui: não há risco de uso indevido por ele estar na nuvem?

        1. não, pq vc vai ter que instalar um aplicativo que é um autenticador em segunda etapa, que a senha muda a cada 30 segundos, e vc pode suspender o direito desse aplicativo a qualquer momento através do site.

    3. Fiz o A3 pela certisign, custou 150 na época (certificado com validade de 3 anos + leitora)

      Nas renovações pago 50~60 por 3 anos de validade

  14. Pessoal, depois de 15 anos vou montar um PC! Do zero! E almejo alcançar o sonho do Windows Pirata! Mas não tenho nem ideia de como anda isso hoje, alguém poderia me dar somente uma direção do que pesquisar? Qualquer coisa acho que já me ajuda, to realmente no escuro!

    1. Quanto ao Windows Pirata, talvez tu consiga até usar uma chave OEM de outro computador antigo que tu tenha, e por isso nem precise ser pirata.

    2. Eu montei o meu pc em 2020 e instalei o Windows sem ativar. Uso normal até hoje, sem problemas (tirando algumas configurações que não consigo alterar* e lidando com o fato de que absolutamente todos os meus dados devem estar sendo enviados para a Microsoft).

      Mesmo assim, não precisei pagar nada, e aprendi a conviver com a marca d’água.

      *No passado até alterei algumas coisas via regedit, mas cansei e hoje me contento com menos personalização.

    3. Então você é ryco ou corajoso. O preço do hardware tá absurdo, tem gente pedindo mais de 10k em PC “gamer”. Já escolheu se vai ser Intel ou AMD?

      1. Também estou querendo montar um Super PC. O atual vai fazer seis anos (um notebook da Dell ou Core i3 de quarta geração ainda). Até tive que colocar um pente de 8GB de RAM (o máximo suportado) e um SSD.

        É uma pena que tá quase custando um carro usado. Mas como não tenho CNH, talvez possa ser esse “o meu carro”

        😄😄😄

    4. Resolvi isso comprando uma licença do Aliexpress por 16 reais.

      Funciona até hoje e melhor do que os KMS pico da vida.

      1. Caramba, não sabia que vendia uma licença no Aliexpress tão barato. Sabia que tinha alguns sites do tipo, mas não lembrava de ser tão barato assim.

        Será que tem do Office também?

        1. @Diego, tem sim agora não sei se é confiável, o número de pedidos é bem menor em comparação as licenças do Windows.

        2. Tem do Office também! Eu adquiri uma.

          Confesso que não pareceu perfeitamente seguro não, nesse vendedor ele me encaminhava um e-mail e senha para fazer login e logo que loguei fiz a troca. Ainda não tive nenhum problema, mas o endereço de e-mail parecia muito com “burner e-mail” e eu imaginei que dali 2 meses ia tudo expirar.

          Usando há 6 meses sem nenhum problema

        3. O site GVGMall também vende licenças. Comprei a minha lá em 2019, já formatei o computador umas 3x de lá pra cá e tudo funciona perfeitamente. Paguei uns 100 reais na época.

    5. – Qual tua ideia? Gamer? Casa normal? Edição de vídeo? Pesquise bastante antes de tudo.

      – Vou te falar um lugar: “Fórum My Digital Life”. Sério. Passa lá. Eu confio e não tenho problemas com o que eles tem lá. E aparentemente tudo ok ;) .

      – Preços atuais estão nas alturas. Veja sua intenção – se é um totalmente novo, se vai pegar um usado e ir melhorando, etc… Se quer economizar, vai pelo óbvio: estude um case que caiba no projeto do seu PC e seja barato para compensar.

      – Compre SSD de “marca”, não “chineizinho”. Tipo, caso realmente queira economizar, eu tenho comprado Life Data e Kazuk e ambos não tem falhas – ao menos com as pessoas que eu tenha montado pc para eles com tais SSDs. O ponto só é que são um teco mais lentos que SSDs “de marca” (Kingston, que já foi alvo de investigação por forjar testes, San Disk, Etc…).

      – E boa sorte!

    6. Sempre pirata!!! 🏴‍☠️🏴‍☠️🏴‍☠️

      Brincadeiras a parte, minha recomendação é sempre pelo Software Livre e depois pela pirataria. Então se sua decisão já tá formada em torno de usar Windows e MS Office recomendo piratear.

      Já falaram sobre o fórum My Digital Life que é maravilhoso mas vou te poupar muito tempo de leitura por lá já com o link da melhor ferramenta que tem hoje, o KMS_VL_ALL_AIO.

      https://github.com/abbodi1406/KMS_VL_ALL_AIO

      Não vou falar muito sobre como usar porque é textão mas recomendo usar a opção de Auto-Renovação da Ativação ao invés de apenas Ativação. Desse jeito ele renovará sozinho de tempos em tempos (acho que são 180 dias).
      Se quiser detalhes ou mais informações escolhe a opção Read Me. Vai abrir uma página web local com um monte de informações, em inglês. Se não souber a língua usa um tradutor online.

      1. O KMS_VS_AIO faz a renovação automática de um hack KMS dependendo do tipo de instalação (até 180 dias). Ele é um fork de outra ferramenta, mas que tinha que fazer a renovação manual do hack.

        Fora o KMS_VS, tinha um outro que não me vem a mente – por isso que sugeri a entrada no fórum, até para conhecer e pesquisar as ferramentas – que já faz uma ativação do Windows baseada no hardware ID. Ele é uma atualização de um hack que tinham descoberto que era possível atualizar do Windows 7 para o 10 e ficar o Windows 10 ativado como orginal.

  15. Alguém sabe de algum fone bluetooth no estilo do JBL Tune 225TWS mas que não custe R$ 800?

    1. Olha a Edifier, tenho um atualmente e estou gostando bastante da proposta dele.

        1. Comprei o Edifier W800BT Plus.
          Achei ótimo o custo beneficio dele.

          1. Mas esse aí é do grandão, over-the-ear. O que o cara quer é um daqueles intra-auriculares bluetooth.

    2. Procure no site scarbir, lá tem comparação de tudo q é fone tws

  16. lembro que, a “muitos post livres atrás”, foi comentado sobre lojas de roupa sem estampas, sei que tem a insiderstore, mas pra mim é muito cara, queria algo preto liso e de algodão, comprar umas 5 só para ficar no home office sem me preocupar com o que usar

      1. opa, já é bem mais barato que a insiderstore, mas para comprar 4 ou 5 precisava conseguir por um pouco mais barato, sei que é exigir muito (rs), mas vou procurar mais antes de ir de hering.. enfim, obrigado pela dica

    1. a malwee tem uma marca de roupas básicas chamada basicamente. acho bem boa

      1. Parecem boas, mas, com todo respeito, eu só pagaria 127 reais numa camiseta lisa se ela fosse a prova de balas.

    2. Camiseta Dimona.
      São muito boas, sem estampa bem acessíveis.
      Mesmo estampadas individualmente ficam em torno de 50 pila.

  17. Tarde… Conhecem este serviço? https://www.naomeperturbe.com.br/
    Não investiguei possíveis problemas de privacidade, minha esposa cadastrou o cel dela ontem de madrugada e as ligações simplesmente pararam, eu recebi duas, ao invés de dezenas.
    Cadastrei um e-mail específico e estou verificando se ele será disponibilizado para “parceiros” mas o serviço é bem eficaz.

    1. Seria um contrassenso o seu email ser disponibilizado para terceiros.

    2. sou usuário ha uns 3 anos ou mais. raramente tenho problemas (só skeelo, mas já reclamei no reclame aqui e eles pararam de vez).

      migrei o número. verei se muda algo.

      1. Eu mudei de número e de operadora. Contratei um plano controle da vivo. As ligações de spam foram a quase zero.

        1. Eu tinha uns 3 números cadastrados no Não me Pertube. Isso da época que eu usava dois chips e tinha linha fixa. Agora só tenho um número de celular apenas (no CPF tenho dois, pois 1 fica com a mãe) e mais nada.

          Já estou há uns 15 dias com o número no chip novo (migrado para Correios Celular). Nenhuma propaganda ainda.

          Minha operdora antiga era a Claro. O ruim era o excesso de “mude seu plano” e “leia livros na Skeelo”. Fora que tinha cidades onde eu passava e tinha sinal, mas a internet estava bloqueada.

  18. Alguém uma indicação de programa para fazer backup de Android no PC?

      1. eu quero um programa que faça o backup do android com o Itunes faz do Iphone. Incluindo dados do APP

        1. Até onde sei, isso não existe no Android. Alguns aplicativos fazem backup pelo Google Drive, outros não. Isso é o que mais senti falta quando migrei do iOS para Android.

    1. Olha, eu tenho usado o Syncthing e tenho achado perfeito. Mas só sincroniza quando ambos estão online.

      Tenho sincronizado pastas específicas entre dois notes e um android e tem funcionado muito bem

  19. Alguém conhece alguma plataforma virtual para permuta de serviços? Estou há algum tempo oferecendo serviços de Produção e Edição de Áudio no Upwork e Fiverr, mas venho percebendo que a oferta por lá é bem alta, o que faz com que muitos não consigam prestar o serviço. E se essas pessoas se conectassem para receberem uma das outras o serviço de que precisam? Aproveito pra anunciar que faço permutas com Designer para capa de Singles.

    1. Existe o GetNinjas, que também pode ser um lugar de divulgação.

      Ñ tenho redes sociais, mas lembro que existiam diversos grupos no Facebook com essa utilidade, caso tenha conta por lá, pode ser outra espaço de divulgação.

  20. Boa tarde pessoal.

    Uso o vim tem anos e, decidi por influência de um amigo, a experimentar o emacs.

    Aprendi bastante coisa e, antes mesmo de me aprofundar mais e fazer minhas próprias configurações, por influência de um outro amigo bem mais experiente em emacs, me sugeriu usar o doom-emacs (não é o jogo).

    Fiquei muito mais surpreso com a ferramenta e animado. Estou estudando ainda mais comandos e como adequá-lo ao meu fluxo de trabalho.

    Gostaria de usar todo o potencial que o doom-emacs propicia mas gostaria de saber workflows que vocês usam se é que tem alguém que usa por aqui ou se tem interesse em responder rsrsrs.

    Aceito indicações também! =)

    Achei bacana alguns vídeos do Distro Tube sobre emacs e o doom-emacs. Recomendo rsrs.

    1. Usei por um tempo o spacemacs, mas tava achando pesado e migrei pra minha config própria e minimalista, só com evil, org e algumas linguagens de programação que uso no dia a dia. Acho um software fantástico, só queria que funcionasse melhor no windows enquanto não migro 100% para linux

      1. Li em algum lugar que o spacemacs é pesado mesmo.

        Bacana, João.

        Você usa o emacs só para programar?

        1. Também uso para tomar notas pelo org-mode (acho que meu uso é ínfimo perto do que o org-mode oferece, mas gosto bastante) e como editor externo para o joplin (markdown)

          Recentemente descobri o protocolo Gemini (uma espécie de web leve, sem javascript, css, vídeos… Apenas texto mesmo) e uso um package pra navegar por lá também

  21. As diferenças nos preços de cartões microSD são exorbitantes atualmente. Já passei por perrengues com cartões falsos, então tenho sido mais criterioso na hora de comprá-los. O maior problema de hoje em dia é que a maior parte das lojas online somente vende esse produto por marketplaces (muito mais baratos) ou custando os olhos da cara. Nas lojas físicas de grandes varejistas o risco de comprar algo falso também é menor.

    Vocês têm alguma outra dica para não ter dor de cabeça com isso?

    1. Eu recomendaria comprar de lojas oficiais na Aliexpress, como a da Kingston. Preços razoáveis e certa confiança de origem.

    2. Se for comprar online, compre em lojas que vendam o produto diretamente, sem ser Marketplace. Geralmente lojas que são do ramo (como a Kabum ou a Nagem que é aqui do nordeste) eu diria que são confiáveis.

  22. quais são as experiências de vocês possuem em plataformas de contratação de profissionais como getninjas?

    nesses últimos tempos tenho tido dificuldade em encontrar pessoas confiáveis para fazer reparos domésticos (hidráulica, elétrica, jardinagem etc.). normalmente converso com a vizinhança ou procuro referências nas pequenas lojas de ferragem/material de construção. ainda não me sinto à vontade em usar esses serviços que parecem uma uberização do mundo.

    1. Usei umas duas vezes o GetNinjas.

      A primeira vez foi a uns bons anos atrás, pra instalação do meu ar condicionado. Foi bem rápido pra encontrar, e a pessoa que fez o serviço também era bem confiável, tanto que chamo a mesma pessoa até hoje.

      Tentei usar recentemente pra encontrar alguém que consertasse meu filtro, e… nada. Não sei se é porque meu modelo de filtro realmente não tinha ninguém que consertasse (convenhamos que instalação de ar condicionado é uma coisa bem mais comum) ou se é a plataforma que está decaindo, com poucos profissionais ativos…

      Mas eu não vejo o GetNinjas como uma “uberização”, até onde eu conheço a plataforma, ela simplesmente funciona como um grande “classificados” online, e o preço é definido pelo profissional e não pelo aplicativo. Se fosse precificado pelo aplicativo, aí sim seria algo mais próximo a uma “uberização”, na minha opinião.

      De toda forma, das últimas vezes que eu precisei de algum profissional, eu sempre recorri a indicações, ou pesquisei no Google e vi se tinha alguma recomendação, ou procurei no Instagram e vi o “portfólio” dos serviços que a pessoa já fez (o Instagram meio que é uma ferramenta muito boa pra isso). Por algum motivo, eu nunca pensei o GetNinjas como a minha primeira opção, não sei o porquê.

    2. Usei o getninjas duas vezes, ambas péssimas, pra cotar a troca do para-choque do meu carro que quebrou numa batida.

      O primeiro funileiro queria me cobrar o preço de um para-choque novo, sem pintura, de uma peça de desmanche (!).

      Já o outro entrou em contato comigo oferecendo um valor legal pelo serviço. Problema é que o contato veio dois anos depois de eu ter trocado o para-choque e vendido o carro.

      De resto, sempre que preciso de algum serviço profissional, peço indicações de conhecidos ou pego o site/telefone da pessoa no Google e entro em contato.

    3. Já usei o serviço do GetNinjas algumas vezes no passado e foram satisfatórios. No entanto, há poucos dias precisava instalar um ar condicionado de janela e não consegui um profissional por lá.

      Um outro lugar que passei a procurar foi em grupos de indicação de profissionais no Facebook. Tem comentários e fotos dos serviços executados. Tento procurar aqueles que mais de uma pessoa indicou. Ainda assim, dessa vez não consegui achar alguém por um preço que considerasse justo.

      Por fim, acabei recorrendo a um profissional que já havia feito outros serviços pra mim e não fiquei totalmente satisfeito.

    4. Não curti muito a experiência. Os prestadores acabam entrando numa competição entre si, fiquei recebendo contato de um querendo saber o quanto o outro tinha pedido no serviço para oferecer um preço menor. Contratei um reparo no notebook; de início foi bom mas, quando precisei de outro reparo e voltei na mesma loja, o serviço não foi feito pelo mesmo prestador. Acho que eram funcionários dele, o serviço foi péssimo.

  23. Eu tenho um Mac Mini de i5 com 4GB de ram e 500gb de ssd.

    Não sei o que faço com ele. Ele fica muito lento com o Monterrey. Trava bastante.

    Pensei em instalar Windows para ver se fica menos ruim ahahah

    Tenho pensado em vender ele com o meu MacBook Pro, que eh uma puta máquina mas não uso justamente pq eh laptop e pegar um iMac de 27” usado. Não sei o que eu faço, sinceramente.

      1. Até que dá… Porém é muita máquina, eu tô na vibe de ter menos coisas. Sigo aquela filosofia de menos é mais.

        1. vende o macmini e fica com o macbook, que é uma máquina melhor, poxa. melhor que comprar outra coisa, é ficar com o que já tem.

        2. Poxa, nesse caso o “menos é mais” acho q tá sendo mal interpertado hehe. Vendendo o mac mini você ainda vai estar com menos coisas do que hoje.

          Na minha opinião o “menos é mais” aí seria usar o notebook num suporte e usar o teclado e mouse que já tem do mac mini e, caso sinta falta de uma tela grande, usa o monitor que já usa no mac mini. A diferença pra um imac, em termos de fio, é o cabo de vídeo do mac ao monitor. Em termo de espaço, um local pra deixar o macbook fechado. E você ainda pode fazer algo bacana pra deixar o notebook em pé atras do monitor ocupando pouco espaço, não sei . E tem a vantagem de, caso queira, ter uma segunda tela.

          Sou da opinião do pedro, vende o mac mini e usa o que já tem. Acho arriscado vender o notebook que, segundo vc, é uma puta máquina pra comprar algo usado que não foi usado por você.

        3. Corroborando a opinião do @Rodrigo Santiago: compra um monitor de 27 polegadas que carrega o notebook via USB-C, vai ter apenas um cabo conectado ao seu notebook.

          Coloquei o monitor em um braço, deixo o notebook em um suporte vertical fechado ao lado e a mesa fica bem livre. Caso sua preferência seja em usar o teclado do notebook, mais fácil ainda: só conectar e deixar ele embaixo do monitor.

    1. Eu acho que a idéia de trocar ele junto o macbook em outra coisa é uma boa. Senão você sempre pode usa-lo como um server linux rodando um um servidor de arquivos para backup agregando uns discos externos, pi-hole, etc.

      1. Fiquei curioso sobre torná-lo um servidor de arquivos. Achei interessante isso! Só tem a opção de usar o server Linux para isso? Vi que tem o MacOS Server.

        1. Sou da opinião de que GUI em servidor é desperdício de recursos. Acho que faz um tempo desde que a Apple oferecia o OS X Server ou o kit de upgrade para tornar um Mac em um servidor. De todo modo, dá pra fazer com a versão normal do sistema, mas eu iria de Linux ou FreeBSD (ou outro BSD).

          Aliás, se o uso for pensado só para servir arquivos, dá uma olhada no FreeNAS.

  24. Quero me aperfeiçoar em Análise de Inteligência de Mercado, embaraçando-me em Ciência de Dados, qual é o melhor caminho para aprender linguagens?

    E também quero melhorar a minha análise e mensuracao de dados.

    p.s: quais são as pós graduações boas para ciência de dados ou analytics? ahahaha e q ofereçam bolsa, já q sou um fudido.

    1. Estou no mesmo barco que você, também querendo entrar em Ciência de Dados e ver se as oportunidades profissionais melhoram.
      Andei pesquisando por uns bootcamps, mas o custo deles fica meio caro se for para experimentar apenas e não achei opiniões concretas. A Alura costuma oferecer e me parece ser uma plataforma de respeito, mas atualmente não estão com um desses em aberto. Achei também o databootcamp e infnet. A Edx também tem cursos, mas alguns desses costuma ser pagos, e beeem pagos.
      Achei também uma lista desses internacionais e online, mas ai o preço decola para as dezenas de milhares de reais.
      No fim, marquei dois cursos na Udemy e estou esperando desconto pra arriscar. Prefiro perder R$30 do que R$1k+
      Não havia pensado em uma pós sobre isso.

      Não tenho nada contra o autodidatismo, pelo contrário! Mas nesse caso fico pensando se a falta de networking específico não seria contraproducente para o objetivo de mudar/melhorar de carreira.

    2. a linguagem atual para ciência de dados é Pyhton – busque cursos online, tente analisar desafios modernos, p.ex.: relação vacina × redução nos óbitos – onde baixar os dados, como carregar no programa, qual função analisar os dados. O R Studio é bom, mas o Python é mais completo.

      1. O R talvez seja até melhor que o Python pra Ciência de Dados, a questão é que o Python é muito mais flexível. O mercado usa mais Python, mas R é sensacional e muito rápido.

  25. Depois que vi aqui no MdU um usuário falando das vantagens do Simplenote, comecei a usa-lo e a refletir o quanto complicamos o uso de determinados serviços.
    Acho que parte desse problema é pq eu assistia muito aqueles “produtivos” de Youtube que recomendam mil apps/serviços para “aumentar a sua produtividade”. Tenho a impressão de que eles ficam inventando tarefas para preencher os apps.
    Já fui usuário de longa data do Evernote e nos últimos anos usava o inchado Notion, mas hoje vejo que não é necessário um app com tantos recursos, pois um app simples como o simplenote, google keep ou apple notes dá conta do recado com sobras.

    1. Faz um bom tempo que uso o Google Tarefas e, mesmo sendo bem simples, me ajuda demais na minha produtividade.

    2. na minha opinião, quanto mais simples, melhor.

      também já usei o evernote e tentei colocar tudo nele, mas acabava me dando mais trabalho

      hoje uso o drive para arquivos e o standard notes para anotações, tarefas uso o do calendário e me serve bem e é isso.

    3. O Simplenote é legal, mas deixei de usa-lo quando soube que armazena os dados sem qq criptografa do conteúdo. não sei como isso está hoje em dia.

      Também tentei usar o Evernote, mas sempre achei muito complexo.

      Fiquei muitos anos com o Keep, mas precisei mudar e ainda estou pensando o que usar para notas, acho que o notas da apple (que só compensa com mac+iphone).

    4. Se for usuário de produtos da Apple, eu recomendo oBear, que infelizmente só tem para iOS e macOS. Nem versão web. :/

      Por outro lado, gosto da interface simples, com vários recursos úteis (tags, por exemplo) e a velocidade dos apps.

      Uso o Notion, mas ñ para anotacões, muito mais como banco de dados, deixando para coisas mais “complexas”, como por exemplo, receitas culinárias.

      Ps.: o Bear é gratuito, porém só assinando para ter o sync entre dispositivos.

    5. Ainda meio perdido com isso, sem um app pra chamar de meu.

      Gosto muito das integrações do evernote, e isso pesa muito a favor dele, principalmente no uso com os atalhos do iphone, integrações com e-mail e afins.
      Gosto de automatizar as coisas e ele facilita muito isso, fora que as buscas são ótimas, mas tenho achado caro mantê-lo por mais de R$ 200/ano

  26. Com essa polêmica envolvendo o Spotify, decidi testar os outros serviços.
    Peguei o mês grátis do Apple Music.
    Peguei o mês grátis do Tidal.
    Peguei o uso gratuito do Deezer por conta da assinatura de outro serviço.

    Resumindo: mesmo com toda a polêmica e com a saída do Neil Young, o Spotify ainda é disparado o melhor.
    É o melhor app no Carplay. É o melhor app no smartphone. É o melhor app desktop (no MacOS é melhor que o próprio Apple Music e é o único que tem app decente no Linux. O resto é port mal feito ou apenas camada web).

    Fora que vc manda link de músicas, playlists ou albuns para os amigos através de algum serviço que não seja o Spotify e ninguém tem, pois todo quase todo mundo usa o Spotify. É praticamente o whatsapp do streaming.

      1. Adoro o Tidal, mesmo que de vez em sempre não encontre alguns artistas e/ou álbuns e/ou músicas específicas (Free as a Bird, dos Beatles, pra mencionar um exemplo bem esquisito, mas há vários outros “furos”).

      2. Tidal aqui também!

        Comecei a usar depois que falaram aqui e dos que usei (Spotify, Deezer e Tidal) é o melhor.

        App mais limpo e organizado para Android .Fácil de ver letras, verificar quem são os artistas por trás de cada faixa ou álbum, e boa curadoria de playlists. Spotify era um saco por só aparecer sertanejo, e nada contra quem gosta mas não é minha praia.

        Pra meu fone (kuba disco) eu senti diferença na qualidade Hifi pra muitos álbuns. Ficou bem melhor e é fácil de mudar a qualidade, é um toque. Mas se a pessoa tem um fone mais modesto provavelmente não vai sentir diferença.

        Únicos pontos contra para mim são a falta de um app para linux (mas resolvi isso com um web app e o app “oficial” do spotify no linux era lerdo mesmo) e falta interação social (não é tão fácil achar playlist feitas por outros usuários).

    1. concordo com vc sobre o spotify. testei o tidal por 1,99 e peguei o apple music na versão estudante mas, o spotify ainda é o melhor multiplataforma em disparado

    2. Eu também tô nessa de testes. Fiz uma conta no Deezer gratuitamente por conta do Globoplay e nossa, que serviço horroroso! Ainda manda as tags erradas pro Last.fm. Apple Music não tive chance de testar. Já o Tidal vem me conquistando bastante. Gosto das playlists e nisso, as do Tidal são muito melhores que as do Spotify. A qualidade de som também aparenta ser melhor.

      1. Galera que está usando Tidal, um pedido de ajuda: tem como adicionar uma música ou álbum à lista atual (“queue”) no final dela (“tocar depois”), e não como próxima música (“tocar em seguida”)?

        Lembro de já ter usado essa opção no Tidas, mas ela nunca mais apareceu e isso tem me incomodado horrores.

        1. Pior que não sei.
          Como uso o Tidal a base de ouvir álbuns completos, eu pouco uso essas ferramentas de playlist.

    3. SoundCloud para bandas novas.
      Youtube para bandas antigas e novas.

  27. Comprei um cooler para um computador secundário meu onde, esqueci de prestar atenção na quantidade de pinos, e acabei comprando o de 3 pinos e minha placa mãe é de 4, e isso faz com que, o controle automático não funcione e o cooler fique sempre no máximo. Alguém saberia se tem como eu converter esse cooler para 4 pinos e fazer o controle automático funcionar?

      1. é um modelo chinês JGINYUE B85 LGA 1150, mas se quiser que eu procure alguma coisa na bios, posso enviar foto

        1. O problema com a placa é achar um datasheet pra ver a função de cada pino, aí daria pra adaptar outro plug. Eu nem cogito adicionar um arduino ou coisa similar por fora.

          1. O pinout desses coolers é padrão, do contrário só seria possível usar determinados ventiladores em determinadas MoBos. Não é necessário identificar isso na placa mãe, dá pra identificar no próprio cooler:
            https://www.electroschematics.com/wp-content/uploads/2019/12/13-Intel-Fan-Connector-Pinout.jpg?w=550&resize=550%2C313

            Aliás, na busca preguiçosa que fiz pelo pinout, descobri que existem interfaces para controle:
            https://www.aliexpress.com/item/1005003118630515.html?spm=a2g0o.productlist.0.0.7edc2f7ezn42jv&algo_pvid=cdc759bb-46b3-40f2-9f4d-90a0e16cf6ee&algo_exp_id=cdc759bb-46b3-40f2-9f4d-90a0e16cf6ee-0&pdp_ext_f=%7B%22sku_id%22%3A%2212000024196819198%22%7D&pdp_pi=-1%3B36.34%3B-1%3B-1%40salePrice%3BBRL%3Bsearch-mainSearch

    1. Jeito de fazer até tem. Eu consigo imaginar um arduino entre a MoBo e o cooler. Mas na real, acho que o custo e o trabalho não compensam.

      1. Hmm, realmente, seria muito trabalho e provavelmente não teria lugar no gabinete pra isso, é um mini-itx

    2. cara, vou montar um PC novo do zero, depois de sei la 15 anos. Comprei todas peças, um dia depois, olhei as ventoinhas que comprei são tudo somente molex, comprei 6, quero morrer.

      1. Se tiver paciência, tu pode tentar arrumar elas. Basta ou fazer uma adaptação (usar um Molex para 3 pinos) ou até mesmo ir atrás de uma interface antiga de ventoinhas.

        Ou se tiver mais paciência ainda, pode tentar revende-las.

  28. Vocês ficaram sabendo do Chrome OS Flex, OS gratuito do Google que promete dar uma vida nova pro seu PC ou Notebook velho de guerra? Quando vi a release, a mão coçou para instalar em um Dell Vostro 1400 de 2008 que está encostado.

    Segundo a página de suporte no Google, eles prometem dar uma ótima experiência para qualquer coisa acima de 2010, com 4GB de Ramaya e 16GB de armazenamento. Será que desta vez o Chrome OS vai vingar?

    1. Eu curti bastante quando fiquei sabendo. Vi numa notinha aqui mesmo no MdU. Depois, no tecnoblog consegui me aprofundar um pouco mais.

      Me inscrevi no site mas não vi onde tem a opção de baixar. Se você conseguiu aí, poderia me dar uma força? Quero instalar num Vaio de 2013 que minha esposa usa pra trabalhar, mas que tá bem lento.

      1. Também gostei da novidade, recebi um alerta no meu Chromebook velho de guerra de que as atualizações dele serão interrompidas em junho/22, então já estava pensando em instalar outro OS.

    2. Vocês já ouviram falar do Zorin OS? É uma distro linux baseada no Ubuntu, mas como diferencial tem uma interface muito amigável a quem está saindo do Windows (recomendo dar uma olhada, a interface é boa mesmo). Eles possuem uma versão lite para computadores mais antigos, os requisitos mínimos são um processador single core de 1 GHz, 1 GB de ram 10 GB de armazenamento. Onde eu trabalho deu uma sobrevida a alguns netbooks velhos de guerra

    3. Achei muito top a iniciativa do Google em relação ao ChromeOS Flex. Tenho um Chromebook e tem sido meu parceiro em várias atividades. Agora mesmo estou na zona rural usando ele com 4G do celular. Nunca imaginei que era tão bom, pelo menos para meu uso. Foi um ótimo investimento. Tenho um netbook e penso seriamente instalar nele também.

    4. Fui ver como ele é instalado, e aí me lembrei dos métodos para instalar o Chrome OS sem ser em um Chromebook. No final, pelo visto é a Google oficializando (e facilitando) este método.

      1. No EEEEEEEpc (Asus 701) instalei o Q4Os e está funcionando muito bem, leve e utilizável. Com as devidas limitações de uma máquina de uns 15 anos atrás, não vai rodar nada que exija demais do mero atom single-core monothread monotarefa do EeePC, mas funciona.

  29. E vamos para mais um post livre.
    Pessoal, tenho uma viagem planejada para abril, vamos eu e a consagrada de carro para Montevidéu e do Uruguai vamos de balsa até Buenos Aires.

    Nunca fizemos uma road trip antes, mas para fugir de aglomerações em aeroporto/avião, além do preço das passagens, resolvemos experimentar.

    Para quem já fez esse tipo de viagem, quais as principais dicas para a estrada?

    Sei que no mercosul não precisa de passaporte, mas ele agiliza algum processo, ou melhor deixar em casa mesmo?

    No mais, aceito dicas do que fazer nos destinos, nunca fomos para Buenos Aires, mas Montevidéu já, então sobre a capital uruguaia rolês alternativos são prioridade.

    1. Pra resumir, pegue a lista locais pra visitar no TripAdvisor, não tem erro.
      Leve real e Dolar e sempre pergunte se aceita real nos locais, e qual a cotação.
      De resto, desligue da internet e aproveite a viagem.

      1. Bem que eu gostaria de poder desligar, mas acho que terei que ficar disponível, pelo menos para conseguir repassar algumas buchas de clientes, mas vou tentar restringir isso aos momentos no hotel/air bnb.

        Valeu pela resposta!

      2. Eu fico sempre meio com pé atrás desses conselhos de “desligue a internet” em férias.
        Até entendo desligar de redes sociais (com algumas ressalvas), mas da internet eu não desligo. Acho ela muito importante para pesquisar lugares, ideias ou planos que surgiram na hora.
        Procuro deixar a internet ligada na hora das fotos para que a localização das mesmas fique o exif.
        Além disso, acho importante ver como está o trânsito no local antes dos compromissos de férias, bem como noticias de algo importante que tenha acontecido no local.
        E por fim, é necessário internet para mandar as fotos do dia para a sua nuvem ao final do mesmo.

        1. Acredito que o que o amigo acima quis dizer foi justamente para se desligar das redes e e-mails de trabalho, etc. :)

        2. o Licas matou a charada .Deslogar a internet é se desplugar de midias sociais e problemas reais – em viagem, aproveite o momento e não fique enfurnado na tela do celular.
          Obviamente, vamos precisar da internet pra waze, tripadvisor, Here Maps (mapa offline), google maps, etc.

    2. Uma coisa que esqueci de perguntar é sobre grana.

      Onde é melhor trocar dinheiro? Minha ideia é ter alguns pesos na manga para eventualidades, mas usar cartão de crédito a maior parte do tempo, ou o IOF não compensa?

      1. Segundo o que vi esses dias, especialmente Buenos Aires o negócio é levar dólar. Lá tem dois câmbios: o oficial e o paralelo, e a diferença entre eles é absurda. Vale pesquisar.
        No Uruguai (acho que alguma coisa na Argentina também) tem a questão da isenção do IVA (o imposto deles, nacional) no pagamento de alguns serviços (hotel, restaurante, alguma outra coisa mais) no cartão de crédito – isso compensa o IOF.

    3. Em Buenos Aires, dá pra tirar um dia inteiro pra ficar na região da Recoleta. Além do cemitério, tem o centro cultural e vários lugares legais por perto, achei o lugar mais bacana da cidade quando fui. Dito isso, fui em 2020 um mês antes da pandemia iniciar, e não sei se algo mudou desde então.

    4. Cara, que tri essa tua aventura.

      Vou responder rapidão, depois respondo mais coisas com calma.

      Antes de nais nada tem que ver a carta verde e agora com a pandemia, tem a questão da vacinação. Não sei bem ao certo quais documentos tu precisa e nem como é a função toda, mas só sei que a Aduana do Uruguai é bem exigente com isso.

      Ah, e Montevideo e Buenos Aires são maravilhosas. Em Buenos Aires, como disseram aí, a Recoleta é um lugar incrível para passar um dia inteiro, até mais que um… tem também os bares escondidos. Procura por eles na internet. São muito legais.

      Depois dou mais dicas.

    5. Sobre a viagem de carro, lembra de ver um seguro do carro para o Mercosul (Carta Verde). Normalmente, a tua própria seguradora deve ter esse serviço.

      Sobre passaporte, precisa levar RG ou Passaporte, CNH NÃO é aceita na fronteira. Já vi gente voltando pra casa por causa disso.

      1. Reitero que basta RG atual ou bem conservado. Quando fui ao Uruguai em 2018 um casal estava tentando entrar, mas o rapaz só tinha a CNH. O fiscal até avisou que poderia entrar, mas não poderia garantir que não fossem sofrer consequencias por outros fiscais no caminho.

        1. Pode entrar com o RG no Mercosul, mas ele tem validade de 10 anos da emissão.

          1. O meu tava “vencido”, mas como tava praticamente novo o fiscal nem falou nada.

    6. Tudo certo Lucas, já fiz road trips pela Argentina, Peru, Chile e cia, uns detalhes, atravessar de balsa do Uruguai para Argentina é caríssimo, mas muito caro mesmo, recomendo andar alguns quilômetros a mais e passar por terra.
      Dinheiro na Argentina, use a Western Union, enquanto o cambio oficial na Argentina está 1 real para 19 pesos em média usando a Western Union você consegue quase o dobro quando não consegue mais que isto é muito simples você faz o PIX para a Western e retira os pesos argentinos em qualquer representante da Western em Buenos Aires ou outras cidades.
      Pode levar RG tranquilo é a mesma burocracia que o Passaporte, unica vantagem do Passaporte é ter os carimbos.
      Buenos Aires como disse o amigo ai vá pelo Trip Advisor e seja feliz (Recoleta, Palermo, Teatro Colon, Caminito, etc)

    7. Ando sempre com o passaporte quando saio do BR. Vira e mexe alguém na fronteira encrenca com a validade do RG ou qualquer outra bobagem. Com o passaporte não tem erro.

    8. Muito bom hein!! To me preparando faz anos ($) para ir até Antofagasta ou Ushuaia. Já viu os preços da balsa?? A maioria dos argentinos cruza pro Uruguai por Fray Bentos.

    9. Vou aproveitar o fio e perguntar se alguém sabe se é barato fazer mochilão pelo Uruguai. Tipo, pegar um ônibus lá na fronteira e ir até Montevidéu.

      1. Ligeiro, possível com certeza é, barato fica a seu critério. De uma olhada na empresa COT, que é uma das várias empresas de ônibus deles.

    10. Caso use o RG, verifique se foi emitido nos últimos 10 anos. Você muito provavelmente vai ter a sua entrada negada se for mais antigo.

  30. Lógico que não contive a curiosidade e abri aquele novo painel no aplicativo da Uber para ver quantas avaliações negativas já recebi. Já tive uma nota 1 e uma nota 2.

    Depois fiquei pensando em qual a utilidade prática disso. O usuário passageiro já tinha a nota cheia, que é uma média das avaliações das últimas 500 corridas e que, essa sim, eu entendo o motivo — é um termômetro do seu comportamento segundo a avaliação dos motoristas.

    Só que essa nota quebrada… é curioso, isso não nego (tanto que não resisti e dei uma olhada), mas não consigo ver utilidade fora, sei lá, insuflar um clima ruim entre passageiro e motorista — será que esse cara vai me dar nota ruim? (Lembrando que as avaliações recentes não aparecem de imediato na listagem de avaliações, justamente para evitar esse cruzamento de dados que pode revelar a nota dada por um motorista.)

    Alguém tem uma hipótese/teoria/explicação?

    1. Não entendo tanto de psicologia, mas não duvido que “evitar qualquer nota ruim” é uma métrica também. Então deixar sempre a desconfiança de que “alguém pode falar mal de mim” é uma forma também de moldar um comportamento. Por exemplo, tu pode ter falado algo que desagradou o motorista, e por birra ele pôs a nota 1. Ou simulando uma situação pior, motoristas implicam com um passageiro e vão aplicando notas 1 para rebaixa-lo, assim como pode ocorrer de passageiros fazerem com motoristas também – e não devido ao comportamento dele.

      Como aparentemente é um serviço que depende de como as pessoas avaliam-se entre os pares, pontos negativos tiram o valor da pessoa no meio. Aí a pessoa pode ter menos chance de alguém ter uma viagem aceita por exemplo. Ou as viagens até serem mais caras.

      Esse é a tal “meritocracia” pelo algoritmo deles: vira-se alvo de uma contabilidade mágica que pode acabar deixando-lhe fora do sistema.

      1. Bom, sim, essa é a base da psicologia por trás da nota/avaliação. Mas isso já estava embutido antes da revelação das notas individualizadas, com a nota média das últimas 500 corridas. Não?

        1. Fui prolixo. No final, creio que os caras só querem ainda mais atiçar a ansiedade agora do lado do passageiro, vamos dizer assim. Era nisso que eu queria chegar.

    2. Anos atrás eu li algo sobre dar nota baixa pra “quebrar” a nota era uma maneira dos motoristas identificarem mais facilmente quem é conta nova (5 estrelas) e quem já usa há mais tempo (4.xx estrelas), pois geralmente os assaltos são no pessoal com conta nova e tals.

      Não achei o painel no meu app, mas estou com 4.97

      1. O motorista não consegue ver quantas corridas um passageiro já fez? Porque o passageiro conseguem ver quantas corridas o motoristas que está vindo buscá-lo já fez.

        1. No painel de privacidade ali, tem uma opção de “O que os motoristas parceiros veem sobre você”. Não menciona número de corrida, antes da corrida aparece apenas avaliação, primeiro nome e local de partida.

    3. Tenho uma única nota 3, e tenho certeza que levei ela depois de pegar um Uber durante um temporal em BH

        1. Kkkkkk tipo isso, mas acho que molhei o banco do cara, então 🤧

    4. Uma informação a mais é saber como é a distribuição: recebi poucas notas baixas que baixaram minha média ou recebo notas medianas no geral? Por exemplo, {3,4,4,5} e {1,5,5,5} tem média 4, mas no primeiro caso eu penso que sempre faço algo chato e no segundo foi uma eventualidade.

      Mas sei lá, também não sei que ação tomar sobre no primeiro caso. Seria mais útil se o motorista pudesse colocar um comentário. O que significa ser um motorista/passageiro 3 ou 4 estrelas? Esse esquema de estrelas é meio ruim para coisas subjetivas, tanto que muitas plataformas simplificaram para “Gostei e Não Gostei”.

      1. Mesmo com comentários, este sistema de notas, a tal meritocracia dos APPs continua a ser uma merda.

        Muita gente vai dar 5 estrelas para um carro com banco furado se o cara for gente boa, ou mesmo que só para ajudar. No Uber isso afeta pouco, mas no AirBnb é foda, tem que aprender a ler os comentários, se a avaliação for cheia de elogios, mas deixar de citar algo fundamental como cama ou chuveiro, quase certeza que o item não citado é uma bosta. E falo de ambas as posições, de quem já ficou em lugar ruim por não prestar atenção e de quem ficou sem graça em avaliar mal o chuveiro de um casal super gente boa, com quem até saí para jantar.

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