Pessoa de sexo não identificado, com cabelo roxo e pele azul, segurando uma xícara de café com vários ícones em alusão ao Manual do Usuário na fumaça e um celular na outra mão. Embaixo, o texto: “Apoie o Manual pelo preço de um cafezinho”.

Post livre #302

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

260 comentários

  1. Vocês se inscreveram naqueles programas de descontos de supermercados? Faz um tempo já que isso virou uma febre e, hoje, praticamente todos oferecem um “clube de vantagens” que consiste em oferecer descontos a cadastrados. Em troca, você cede seus dados de consumo, que podem ser repassados a terceiros.

    Até agora, tenho evitado, mas o aperto ($$) tem sido cada vez maior. Li os regulamentos/políticas de privacidade dos dois mercados mais próximos de casa, que costumamos frequentar, e fiquei com um pé atrás com ambos… Mas, né, sei lá.

    1. Sim, esses dias comprei frango e de 17 reais foi pra 11… Tá apertando o cinto pra todo mundo.

    2. Olha, sim, por motivos de comprar carne e gasolina com 30% de desconto… É difícil não sucumbir a esse desconto quando a situação econômica é tendente à piora… Farmácia então, sabe todos os meus dados.

      Mas claramente é uma situação de perda ao consumidor né. Desconto sempre existiu, só não era atrelado à venda de sua alma

    3. Eu tenho em alguns, mas não informo o CPF toda vez. Somente informo quando estou comprando algo com um desconto significativo.

    4. Sim, tenho cadastro em apenas um, que fica bem próximo da minha casa.
      Mas assim como o Roberto, informo meu CPF apenas quando vou comprar algo que possua desconto, de qualquer outra forma compro “anônimo” mesmo.

  2. para quem usa safari:

    existe alguma maneira de forçar o navegador a apresentar, sempre que ele estiver disponível, o botão de “visualização do leitor”?

    muitas vezes é possível ativar o recurso mas é preciso clicar nos três pontinhos

    queria aquele ícone de “documento” sempre aparecendo quando for possível ativá-lo

    aliás, em tempo: vocês usam bastante esse recurso (seja em qual navegador for)? em tempos de uma web cada vez mais poluída, ele é bastante útil

    1. Entre nas preferências do Safari (Command + ,), depois na aba Abas e selecione Separado na opção Layout de abas.

      Isso reverte o visual do Safari 15 ao antigo e, com ele, o botão da folhinha sempre fica disponível no canto esquerdo da barra de endereços.

      1. obrigado! mas estava na dúvida se era possível deixar sempre visível mesmo no novo leiaute (de início tinha achado poluído, mas acabei me acostumando e preferindo o melhor aproveitamento da tela)

    2. uso demais, fico até me sentindo mal por não prestigiar o trabalho dos meus colegas desenvolvedores de front-end, mas simplesmente não dá. essa função também é útil pra driblar o paywall de certos sites de notícias.

  3. Alguém conhece um administrador de contatos que não desorganize os dados e que puxe perfis de outras redes sociais (mesmo que vc não os tenha adicionado), além de atualizar os dados? No meu celular coloco todo mundo pelo nome e sobrenome, até minha mulher e meus pais, então queria um app pra organizar.

    1. gostaria de saber tb, eu usava um que puxava do facebook, mas parei de usar há um tempo, então quando me ligam a foto está há anos desatualizada, kkk, seria legal se tivesse algum que puxasse do whatsapp / instagram

      1. Parabéns por ainda terem tantos contatos que ligam com frequência pra vocês. Eu tenho tão poucos contatos que realmente me fazem uma chamada telefônica, que é bem tranquilo manter os esses poucos contatos atualizados manualmente.

  4. Algum de vocês faz parte do masto.donte.com.br?
    Gostaria de me cadastrar, mas pelo site eles não estão aceitando.

    1. Sinceramente não recomendo a instância lá não. Acho que o perfil deles é bem fechado (exigência demais e hipocrisia junto) e eles já se fecharam no grupinho deles. Vai no Mastodon.social mesmo.

      1. A Ursal.Zone é legal se tu tem cabeça “de esquerda” – mas é mais voltado a assuntos políticos mesmo. Só se quer um espaço em português mesmo.

    2. Não vai na onda do Ligeiro, não, hahaha.. A instância é legal, o povo é receptivo e tudo mais.

      Mandei um convite para você em seu e-mail. Espero que curta!

  5. Já se perguntaram o quão diferente a culinária brasileira era antes do chocolate/chocolate em pó e do leite condensado?

    Esses dias estava pensando nisso, pouco tempo depois troquei uma ideia com a minha namorada, vi uma conversa a respeito no Reddit e a minha namorada topou com [O joio e o trigo](https://ojoioeotrigo.com.br/) no Instagram (obrigado, algoritmos!). Além de ser um veículo jornalístico, eles tem livros, incluindo o [Receitas sem Nestlé](https://ojoioeotrigo.com.br/2021/08/receitas-sem-nestle/)!

    Em resumo a algumas coisas que eu li, a Nestlé meio que se mexeu pra popularizar o uso dos seus produtos na cozinha brasileira. Deu tão certo que hoje em dia é até dificil para as gerações mais novas pensarem em doces brasileiros sem a dupla chocolate em pó – leite condensado.

    E aí, o que acham?

    1. Engraçado que em algumas receitas se pede para usar o açúcar demerara, que é mais caro.

      Não quero aqui defender Nestlé nem nada, mas acho que há um ponto ignorado aqui – leite condensado acaba adiantando a receita e diminuindo itens que precisam ser colocados nela. Mas dado o preço mesmo de uma “genérica”, muitos hoje já fazem receita sem leite condensado.

      Outro ponto é que os genéricos de leite condensado hoje usam gordura hidrogenada ou algo para simular a “grossura”, e o pessoal tem evitado isso também.

      No final, este tipo de receita – sem leite condensado – já existe e creio que é mais popular fora de grandes cidades, onde itens assim são mais caros, escassos e no final pode nem agradar o gosto de quem já faz comida na terra onde vive.

      1. Claro que adianta as receitas, afinal o argumento básico e mais forte de alimentos ultraprocessados é praticidade.

        A Nestlé e outras mega-empresas de alimentos têm uma capilaridade extrema, Ligeiro. Não existe cidade no Brasil (ou se existir, são pouquíssimas) onde não se pode comprar uma caixinha de leite condensado ou uma Coca-Cola. O poder delas, idem. Todo mundo que faz doces, não importa onde more, usa leite condensado. É o padrão.

        1. Pra muitos nem é leite condensado. É leite moça mesmo. Refrigerante é coca (tomar uma coca).

          Acho que isso é uma figura de linguagem né? Quando o nome de um produto acaba sendo usado popularmente para designar tudo.

          1. outro dia na casa da minha sogra eu falei “palha de aço” e ela ficou zoando, dizendo que ninguém fala assim e todo mundo chama por “bombril”

    2. Cara, isso é uma coisa que eu venho há tempos notado. Gerações mais novas infelizmente não conhecem nossos doces tradicionais. E o pior, ao meu ver, ainda é a tendência de colocar chocolate/leite condensado em tudo.
      Sou de Pelotas, conhecida como a “terra do doce”, e por aqui já virou comum quindim coberto com chocolate (WTF?!) e outros doces com essas bizarrices.
      Enfim, nada supera um bom sagu ou um figo cristalizado. =P

  6. Estou a procura de um monitor 24/28 polegadas 4k com possibilidade de acoplar aqueles braços articulados. Alguém recomendaria alguns modelos para eu ficar de olho (até uns R$2500*) ou quais modelos nem passar perto?

    Finalidade será trabalho, mas como vou passar o dia nele, queria algo mais voltado ao conforto ocular, além disso, a ideia de ser 4k é para a densidade de pixel da tela não ser muito discrepante que a do macbook.

    *se o valor for muito abaixo do esperado para essa modalidade, pode indicar com valor de até 3k, esse é meu limite

    1. Estava em busca de um com essas exatas características, gimigliano. Acabei comprando o LG 27UL650: 4K, com 27 polegadas, bordas finas, achei bem decente. A única coisa que me desagrada um pouco é a parte de trás ser branca, mas como nunca a vejo… sem problemas.

      Tem alguns anúncios no Magalu dentro do seu orçamento (este link tem o código do Manual; caso compre por ele, o preço não se altera para você e o site recebesse uma comissão).

      1. Obrigado pela indicação Ghedin!! Chegou a comparar os modelos LG 27UL650 e o SAMSUNG U28R550UQLM? Pergunto pois, estou entre esses dois e queria saber o que o levou a escolher o LG. Pelo o que eu vi, o Samsung tem maior fidelidade de cores, principalmente no preto mas, no branco reclamam por ser meio amarelado, já o LG tem um brilho mais forte e densidade de pixel também melhor (por ter um pixel menor). Mas o que tem pesado, pra mim, ao da Samsung é o certificado deles para TUVRheinland voltada ao descanso ocular.

    2. Dell tem boas telas IPS.
      Interessante que eu percebi, é que muitos monitores com boas telas, tem elas fabricadas pela LG.

    3. Tem aquele Pro Stand da Apple por $999, acho que cabe no orçamento 😂😂😂

      #ironia

  7. Fui assaltado no início do mês, enquanto estava passando férias em Natal (RN), e perdi meu iPhone (que felizmente estava no seguro) e meus AirPods. Logo depois do assalto, consegui travar ele pelo Find My iPhone, cancelei os IMEIs do celular e bloqueei o SIM.

    Antes disso, havia lido no ano passado umas reportagens sobre ladrões que conseguiam desbloquear iPhones roubados usando o SIM em outros aparelhos e descobrindo e-mails associados ao celular. Logo habilitei a senha no SIM e troquei por um eSIM.

    Resultado: não conseguiram acessar o aparelho de jeito nenhum e resolveram tentar estratégias de phishing usando meus contatos de emergência. Ficaram mandando SMS dizendo que o “iPhone de Fulano” havia sido encontrado, com um link bem duvidoso. Logo desconfiei que era golpe e não interagi com as mensagens. Depois de dias, um dos meus contatos de emergência recebeu uma mensagem no WhatsApp de uma pessoa dizendo que havia encontrado o celular e que ele estava “apitando sem parar”. Quando falei para entregar o celular para a polícia, disseram não querer “se envolver com isso”. Mandei bloquear e não engajar com mensagens do tipo.

    De certa forma, tudo funcionou como esperado: não conseguiram acessar os apps de banco e roubar dinheiro, nem meu WhatsApp foi clonado como sempre rola. Vocês acham que existe possibilidade de conseguirem acessar o celular? Eu acho bem difícil, já que mesmo usando o Recovery Mode o iPhone exige a senha da conta original do celular. Já os AirPods foram para o brejo, mas eram as réplicas chinesas perfeitas da Shopee, então não ligo tanto rs

    1. se de alguma forma eles conseguirem acessar seu celular, com certeza o terão formatado, então não vão acessar seus dados.

      e o uso do seguro, conseguiu usar tranquilo? teve algum estresse?

      1. Sim, felizmente dados protegidos. Obrigado, Apple 👀

        Meu seguro era o da Pier Digital, que ficava aparecendo para mim nos ads do Instagram prometendo seguro sem burocracia, carência e pagamento em até 5 dias úteis. Cheguei a pagar duas mensalidades, coisa de 50 reais por mês e com cobertura de 80% do valor do aparelho.

        Fiz o sinistro logo após o roubo, mas solicitaram documentação complementar: foto de documento, selfie com documento, nota fiscal, foto da caixa do celular e um vídeo narrando o assalto (?). Depois disso, demoraram 15 dias até finalmente liberarem o pagamento. Morri de medo nesse período de tempo porque acheivários relatos no Reclame Aqui de recusa de pagamento por agravamento de risco, mas comigo deu tudo certo.

        1. se eu tivesse seguro ia dar ruim, pq a nota fiscal eu tenho, mas a caixa eu joguei fora, não tem pq pedirem isso, mas enfim, ainda bem que deu bom pra vc, eu fiz o seguro do itaú, pelo que pesquisei na época eles só pedem o BO citando o aparelho e a nota fiscal

          1. Pois é, também achei estranho porque fazem seguro de celular de segunda mão… nem imaginava que iam pedir isso.

        2. uma curiosidade: sabe dizer como eles diferenciam “furto simples” de “perda”? fico imaginando eventuais clientes fraudando o seguro ao alegar furto falso — claro, a pessoa teria que mentir pra polícia ao produzir um BO falso, mas não é impossível imaginar alguém fazendo isso

          1. Não faço ideia, mas têm vários relatos de furto simples no Reclame Aqui onde a Pier se recusou a pagar o seguro citando várias clausulas violadas do contrato. Eles exigem que o aplicativo esteja instalado no celular e ele coleta diversos dados, então imagino que façam uma análise disso tudo além do BO para decidir se vão pagar ou não.

          2. Gabriel, é exatamente essa a diferenciação: se vc foi fazer BO e notificou um crime que não aconteceu (o furto simples), então vc estaria cometendo um crime também. Eles assumem que se vc fez BO, então foi furto simples mesmo.

            Agora, obviamente que isso não prova que não foi perda — se eles acharem que vc está mentindo, vão tentar buscar mais informações para ter certeza: pedir mais dados, requisitar um vídeo explicando o roubo, etc. Vc não faz ideia da quantidade de gente que já se entrega na hora de explicar a história — seja no vídeo, seja em uma ligação para confirmar como ocorreu o roubo. Não é coisa de esquecer de comentar algum detalhe, é coisa de dizer que estava em um lugar e depois fala que era outro, que era dia depois vira noite, etc.

        3. Se me pedissem um vídeo narrando um assalto, eu gravaria e editaria com uma dublagem porca estilo aqueles programas do Discovery ID só de sacanagem.

          1. Kkkkkkk eu tentei fazer a voz mais triste do mundo pra ver se agilizavam o meu reembolso

        4. Pera ai, A pier pediu foto da caixa do aparelho e pediu nota fiscal????

          Rapaz lembro que quando assinei o seguro deles não tinha nada disso, inclusive tem em letras garrafais no simulador do preço de seguros:

          “Celulares sem nota fiscal”
          “Cobrimos aparelhos novos, usados ou comprados no exterior – independente do tempo de uso!”

          1. Pois é, pediram e ainda ameaçam não dar o reembolso caso você se recuse a enviar a papelada. Olha a lista:

            Informações pessoais

            Foto de um documento de identidade seu mostrando frente e verso em conjunto (RG, CNH e RNE)
            Selfie segurando a frente do mesmo documento de identidade;
            Comprovante do seu endereço de residência, de preferência em seu nome, emitido nos últimos 90 dias (Conta de água, luz, telefone, internet e ou fatura do cartão). Deve ser o mesmo preenchido no BO, ok?
            Informar um telefone para contato com DDD para que possamos falar com você, se houver necessidade.
            Celular:

            Nota Fiscal com todas as informações legíveis;
            Foto da caixa do aparelho protegido mostrando o IMEI do aparelho;
            Declaração de outros seguros (documento no qual você relata possuir ou não outro seguro que possa reembolsar o celular protegido pela Pier) – modelo em anexo;
            Ocorrência

            Um vídeo seu descrevendo a ocorrência com detalhes;

        5. Eu trabalhei na Pier um tempo, então posso _tentar_ explicar algumas partes — eu era só desenvolvedora lá, mas como a empresa não era grande, a gente acabava tendo contato com todas as partes, incluindo análise de fraude.

          Se vc pagou 2 mensalidades e depois foi roubado, deve ter caído no mesmo caso que fraudador usa — é muito comum gente querendo fraudar o seguro pagar poucas mensalidades e já acionar no 1º ou 2º mês. Esse monte de documentação que eles pediram em geral é para ver se vc é vc mesmo, se topa mostrar sua cara, etc.

          Caso aconteça de vc não ter algum desses documentos, dá até para tentar conversar com eles e explicar a situação. Como eles não pedem nota fiscal para fazer o seguro, seria coerente não pedir o documento para fazer o sinistro tb. Mas se vc tem a nota contigo já adianta bastante o processo.

          Conheço o pessoal de lá e posso dizer sem medo que eles _querem_ te reembolsar, mas é assustadoramente impressionante a quantidade de fraude que o pessoal tenta aplicar. Teve gente que literalmente usou até a mãe para fraudar: descobriram isso porque ligaram para o telefone de contato, falaram com a dona do seguro, e ela não tinha ideia do que se tratava, pois o celular dela estava “funcionando normalmente”, então ela completou que “devia ser coisa do filho, que era quem cuidava desses assuntos”. (Eu sei dessa história porque estava literalmente do lado do cara que ligou para ela).

          A gente brincava que depois que vc trabalha com seguros vc perde a esperança nas pessoas, mas no meu caso a coisa aconteceu mesmo: eu vi tanto caso de fraude que ficava difícil achar que gente com seguro recente estava falando a verdade.

          Apenas para finalizar: eu sigo confiando tanto na empresa (mesmo depois de ter saído de lá por divergências quanto ao ritmo de trabalho) que mantenho meu celular segurado por eles, e ainda diz seguro para os celulares dos meus pais também. Sei que isso poderia ser apenas reflexo de funcionário-fã, mas posso te garantir que esse não é meu caso em relação à Pier — é só olhar meu Linkedin pra ver que passei bem menos tempo trabalhando com eles do que costumo trabalhar nos lugares.

          1. Bacana saber, Luiza! Fiquei com medo de ser confundido com fraudador depois de ler alguns relatos do Reclame Aqui. Felizmente deu tudo certo, pretendo voltar a usar o seguro da Pier no futuro pq me salvou bastante nesse momento.

    2. há uma opção no FindMyPhone que executa uma limpeza e exclusão profunda no aparelho…
      Não sei se vc havia habilitado, mas vale a pena tentar de forma remota e excluir tudo.

      1. Havia habilitado sim, mas no Find My iPhone o status tá pendente. Provavelmente desligaram o celular e ao ligar novamente não conseguiram passar pela tela de bloqueio e ligar numa rede Wi-Fi; o 4G só ligava depois de inserir a senha do eSIM, então o celular permanece sem internet e/ou já foi formatado.

        1. Ghedin, tem alguma matéria no Manual do usuário que explique todos esses passos de segurança numa eventual perda do celular ou roubo?

          Comprei um iPhone recentemente, pela primeira vez, e não sei nada disso. E agora realmente fiquei assustado.

    3. Sinto pela sua experiência, mas fico feliz que os caras não conseguiram acesso.
      Todo carma pra quem rouba pobre é pouco, vão roubar políticos hahaha
      Pra acessar o find my phone você acessou do pc mesmo? Ou por outro dispositivo? Eu pergunto pq a minha conta do icloud tem o duplo fator e não sei como eu acessaria ela em caso de roubo do aparelho.

      1. Fernanda, o Find My Phone não exige segundo fator de autenticação para ser acessado.

        Este vídeo do MacMagazine traz essa explicação e boas dicas para o caso de perda ou furto/roubo do iPhone.

  8. não sei já sabem, mas para quem usa o Chromium, e tem assinatura do youtube quando se instala ele como webapp, agora podemos ter videos off-line no PC também.

  9. Sempre quis ter um bom assunto pra publicar por aqui, e finalmente acho que tenho um!

    Recentemente comprei um novo celular (Poco X3 Pro) e ele vem equipado com NFC. Não sei vocês, mas sempre achei que o pagamento por aproximação
    dos cartões de crédito, apesar de prático, é muito inseguro, já que basta um furto e a pessoa pode usar o seu cartão sem precisar de senha ou qualquer meio de autenticação. Bom… o NFC no celular me dá a segurança de precisar ao menos do desbloqueio da tela.

    Mas aí veio a questão: como fazer isso sem depender da Google com o Google Pay? Será que existem alternativas legais e de código livre? Se souberem de alguma notícia ou já tiverem passado por esse dilema e quiserem compartilhar aqui, agradeço demais!

    1. Também fiquei com essa mesma dúvida quando testei o Android “degoogled” da e Foundation.

      Até é possível, desde que o aplicativo do banco implemente o pagamento por NFC/aproximação. O problema é que quase nenhum faz isso. Em outras palavras, a menos que você dê a sorte do seu banco ter essa implementação (desconheço algum brasileiro que faça isso), não tem jeito. Só com Google, Samsung ou Apple.

      1. O Santander tem pagamento por NFC num app específico deles, o Way.

    2. A única alternativa ao Google que oferece pagamento por aproximação, até onde sei, é o Mercado Pago, mas não me animei a testar.

    3. Bom, no meu Samsung uso o Samsung Pay, que exige a biometria para permitir pagamentos por aproximação.
      Desconheço alternativas de código aberto, pois essas carteiras muitas vezes dependem de acordos com bancos/emissoras.

    4. Não entendi, pra pagar, o celular precisa estar desbloqueado, normalmente quando coloco celular na frente da maquininha ele aparece pra colocar a digital. Curiosamente esses dias a primeira compra não passou e quando tentei de novo em curto período o Google Pay forçou a colocar a digital novamente mesmo destravado.

      E no Google Pay eu adicionei um cartão adicional/temporário, se algo acontecer com celular é só apagar aquele cartão.

    5. O pagamento por aproximação tem algumas regras e limites, tipo no máximo 3 compras seguidas ou até x valor para pagamento sem senha, compra acima de 100 ou 200 reais é obrigado a colocar senha, já comprei por menos e tive q por senha. No celular uso o cartão virtual como NFC, unindo ao que falei ainda tem a segurança de não ter como clonar o cartão e ainda precisar da senha de desbloqueio.
      Mas alternativa em app tbm desconheço e caso não queria usar, acredito q todos os bancos já tenham para desativar o contactless os q eu uso pelo menos tem como ativar.

    6. Existe um limite diário (acho que 3 ou 5) de compras sem senha por aproximação. Existe também um limite máximo de 100 reais nessas compras.

      Se seu cartão for furtado, o estrago não será tão grande até que se faça o bloqueio. E, obviamente, os bancos têm responsabilidade sobre isso, então eles farão os devidos estornos sem muita complicação.

        1. Verdade. Antes da pandemia era 50 e durante foram aumentando…

        2. Não sei se houve mudanças ou se varia de conta para conta. Mas já passei em compras de mais de 400 sem senha.
          Apple Pay com Itaucard.

  10. Sou um cara meio desligado de certas coisas, e não sabia tinha uma turma disposta a recriar totalmente o final (deixado via script, dado que a série foi cancelada antes de o script ganhar a animação) do “Caverna do Dragão” (Dungeon and Dragons), o desenho dos anos 80.

    Acabei de assisti-lo (São 30 minutos) e sinceramente achei bacana. É um esforço sensacional em tentar fazer algo que na cabeça de muitos já era para ter sido feito faz tempo. Não é perfeito por motivos óbvios: foi refeito baseado em montagens e adaptações da animação antiga. Mas para um trabalho não comercial, é ótimo o resultado.

    Fizeram inclusive com fã dublagem (na versão brasileira).

    Para quem quiser ver – https://www.youtube.com/watch?v=hlCW1ms5egI

      1. Eu meio que achei depois de procurar algumas coisas enquanto twittava em resposta ao Nerd Boomer Imagens, que trouxe alguém que jogou uma montagem do Lula como Mestre dos Magos.

        E o meme até que fez sentido

  11. um pequeno experimento:

    pegue-se um computador pessoal “médio” típico daqueles vendidos ao grande público em 1982, 1992, 2002 e 2022. Por computador “médio”, entenda-se aquele com um desempenho satisfatório nas tarefas cotidianas que se esperavam dele em seus respectivos períodos para a maior parte dos usuários.

    comparem-se tais computadores dois a dois:

    • os aparelhos de 1982 e 1992 parecerão dois completos estranhos: o primeiro parecerá jurássico frente ao segundo;

    • o aparelho de 1992, no entanto, ainda parecerá bastante precário frente ao de 2002, embora eles já não sejam tão mutuamente irreconhecíveis enquanto uma mesma categoria de produto;

    • já o aparelho de 2002 parecerá muito mais próximo em desempenho e aparência em relação ao de 2012. Utilizá-lo em 2012, no entanto, certamente será desagradável, mas não uma experiência completamente deslocada no tempo;

    • finalmente, os modelos de 2012 e 2022 provavelmente terão diferenças mínimas. A depender do perfil de uso, ambos os modelos inclusive pareceriam muito similares, com apenas alguns eventuais engasgos e irritações no aparelho de 2012.

    Enfim: do ponto de vista de computadores pessoais, chegamos nos últimos anos num platô de desempenho e desenvolvimento aparentemente intransponível… até o lançamento do processador M1 pela Apple no ano passado, que soava muito mais sofisticado, veloz e eficiente que qualquer outro concorrente.

    Quando saíram as primeiras resenhas dos computadores equipados com M1 a sensação era de que a Apple estava pressionando toda a indústria para que ela decolasse desse platô a que tínhamos chegado.

    Um ano depois, a sensação que tenho é que essa decolagem ainda não ocorrera — e talvez nem venha a ocorrer de fato. Estou errado?

    1. Eu estou lhe escrevendo de um computador de antes de 2012, um Mac Mini Intel “mid-2011”. Modificado, de fato, com SSD e 8GB de RAM. Mas o que você falou se corrobora com esse simples exemplo. Esse update me custou menos de R$400 (SSD saiu por R$59 num blackfriday e um módulo de RAM de 8GB de notebook, que é o que o Mac Mini usa, saiu por uns R$200 uns anos atrás no Mercado Livre).

    2. O bacana é que esse seu exemplo serve pra celulares e TVs, faça o mesmo experimento com eles e a resposta é parecida inclusive com o platô das TVs sendo o mais perceptível uma TV de 2012 com um stick não deve nada pra uma de TV de 2022,2023,2024….

      1. acho que os celulares atingiram esse platô uns quatro ou cinco anos atrás — e acho ótimo, a pior coisa do mundo é ter de trocar de celular por conta de obsolescência de desempenho. Meu sonho é poder não ter de trocar de celular por uns dez anos.

          1. Concordo. Usava um iPhone SE de primeira geração até um ano atrás e ainda rodava dentro do razoável. Passei para o de segunda geração, que parece que vai ficar comigo por uns bons anos.

          2. Usuária de IPhone SE presente. Pretendo trocar só se roubarem ou eu quebrar ele sem querer. Tela com tamanho na medida, desempenho e bateria bons pro meu uso, e ainda tem alguns anos de suporte.

        1. Por 10 anos? Com o mesmo celular?

          Bom, sonhar ainda é de graça.

          1. e qual o problema? devíamos, enquanto sociedade, caminhar neste sentido

            se a superação do capitalismo não está concretamente no horizonte, ao menos devíamos trabalhar em prol de regulação do mercado a fim de que essa perspectiva seja viável: que se garantam atualizações de software, direito ao reparo, etc.

            por que alguém precisaria trocar de telefone tão frequentemente? quero ter o direito a não poluir ainda mais o planeta e a não precisar gastar cada vez mais dinheiro com isso

            escrevo essas palavras em um computador de 2014 — que espero poder usar até 2024, pelo menos. Se posso ter um computador com dez anos, por que não um celular?

    3. Vou fazer um bastidor de comentário:

      É interessante pensar que ao ler o seu comentário, pensei “caramba, acho que já li isto em algum lugar”. No final, aí me veio outra ideia em mente – a “Lei de Moore”, que previu como funciona as evoluções tecnológicas baseadas nas melhorias dos semicondutores (e agora vou ficar me devendo ler por completo sobre).

      Hoje estamos em um ponto tecnológico onde de fato não é nem exatamente um “platô”, mas sim talvez um degrau para ou um futuro mais abrupto (chips extremamente menores e processamento próximo ao nível humano) ou para uma consolidação em um nível um pouco acima ou abaixo, virando o verdadeiro platô.

      Aqui cabem alguns pontos também: a gente esperou muito baseado em ficções científicas – carros falantes e voadores, antigravidade, inteligência artificial. Erramos demais, acertamos de menos. E talvez até seja bom estes erros, pois são erros no sentido que criamos tecnologias que não sejam “perfeitas” a ponto de não contrariar as leis de Assimov sobre os robôs.

      1. A ficção científica só criou uma visão caricata né.

        Se você pensar, por exemplo, em inteligência artificial, ela já vem sendo muito utilizada, mas de forma muito sutil, por baixo dos panos. IA não é únicamente um computador dialogando com a gente, ou um robô humanoide fazendo faxina à lá Rosie dos Jetsons. Nós temos o robô aspirador, alguns modelos inclusive com certa inteligência, e nós temos a caixinha que conversa com a gente na Alexa, Siri e afins. Então até que algumas coisas foram acertadas :)

    4. O de 2002 seria plenamente usável hoje, não fosse a necessidade de internet. Fora isso, é provável que os programas da época ainda atendessem ao usuário médio sem muitos problemas.

      Quanto à migração da Apple para ARM, a indústria ainda não teve tempo para reagir. Só recentemente a Intel conseguiu bater a performance da família M1 (fizeram até uma comparação com o M1 Max), com um porém: Entrega performance parecida, em alguns cenários até superior, mas consumindo muito mais que a contraparte da Apple.

      De todo modo, o caminho que a Apple está desbravando hoje, será inevitável para o resto da indústria. Afinal, computadores com boa performance E boa autonomia num cenário em que eficiência energética tem se tornado um fator cada vez mais crítico, provavelmente serão o futuro.

    5. Eu tenho minhas dúvidas se o resto da indústria vai conseguir implementar ARM para PCs de forma satisfatória. A grande vantagem da Intel e AMD é a facilidade de customizar um hardware que já é compatível com todo software disponível. E também não vejo grande movimento da Qualcomm ou Mediatek pra facilitar isso. Há chance de abocanharem um bom mercado de notebooks, mas desktops eu tenho dúvidas ainda.

    6. (aliás, como comentei abaixo, esse platô me parecia muito satisfatório: é perfeito não se ver obrigado a trocar de aparelho após apenas poucos anos em função de redução relativa de desempenho — meu atual computador já tem sete anos e ainda está satisfatório)

    7. Uso um MacBook Pro mid-2012 (i7 2.9Ghz Dual Core), que turbinei com SSD, 16GB de RAM, além de um HD secundário de 2TB no slot do drive de DVD. É um tratorzinho até hoje, com bom desempenho até mesmo para usos mais pesados, como o tratamento de fotos. A única coisa que eu percebo ele aquecendo ou engasgando no multitarefa é com as chamadas de vídeo (que eram bastante esporádicas quando ele foi lançado, e hoje são diárias e de longa duração).

      Nesses 10 anos, já precisei substituir algumas peças (obrigado, Aliexpress e tutoriais na internet), mas a cada vez que abro para trocar algo por conta própria ou para fazer manutenções preventivas (como a troca da pasta térmica, por exemplo), dou um suspiro aliviado por, ao menos por enquanto, ainda não haver razão concreta para pensar em trocá-lo, quase 10 anos depois.

      A única coisa que infelizmente não consegui um substituto razoável foi a bateria – todas as genéricas que comprei perderam capacidade ridiculamente rápido, e a original na Apple custa um valor que não compensa investir para um computador de 10 anos de idade…

      Aliás, se alguém souber onde comprar uma bateria boa, aceito dicas! :) Li bons reviews das OWC/NuPower, mas não entregam no Brasil. O que tem aqui é um mar de baterias genéricas de procedência absolutamente duvidosa…

  12. Lembro que um tempo atras teve um post sobre o Hey e achei bem interessante essa proposta de e-mail.
    Enfim, todo esse tempo se passou e percebi que eles ainda não oferecem a opção de pagamento em moeda local (BRL). Uma outra opção que procurei foi o Protonmail, que mesmo depois de anos estabelecido no mercado também não oferece.

    E ficou a dúvida… Será que nosso mercado é tão irrelevante a esse ponto?

    1. Eu usei o Hey durante um tempinho e achei muito bom, contudo, preço impraticável.

    2. com esse câmbio guediano, sim.
      50 dólares (barato lá) vira 300,00 (caro aqui) – eles pensam se vale a pena investir pra atender uma pequena demanda tupiniquim.

      1. Não é barato lá, porque são $99. Quem compra é quem é entusiasta ou quer muito usar o serviço. Tudo bem que “não é caro” (eu pagaria R$99, por exemplo).

  13. Vocês costumam marcar as cidades/países que vocês visitam de alguma forma? Usando mapa físico ou algum aplicativo?

    1. quando eu for pra minha casa pretendo fazer algo bem clichê, colocar um quadro na parede e ir pintando, hehe

      1. “Marco” só com as estrelas do Google Maps, dos estabelecimentos que marquei antes da viagem como referência. Mas nada pós viagem. Nada de mapa físico muito menos mais um app.

    2. Tenho uma porrada de ponto marcado para visitar no Maps, mas nada além disso… até por que preciso de muita grana ainda…. kkkk

    3. Viajo a trabalho ou em família há mais de 20 anos e não, não fico marcando nada. Tá tudo na memória – as boas lembranças e os perrengues, como quando esqueci de liberar o cartão internacional numa viagem e não conseguia alugar o carro…

    4. Sou meio neurótico em registrar essas coisas mas não mantenho nada sistemático assim. Nas viagens maiores que eu faço (ou melhor: fazia, já que a pandemia, a inflação e o câmbio-Bolsonaro acabaram com a possibilidade de viajar) eu costumo anotar no celular os lugares que eu visitei em cada dia de viagem.

      Uma maneira legal também é desenhar — mas sempre que eu paro em algum lugar pra desenhar enquanto estou viajando penso que poderia estar visitando outro local :)

      1. Também costumava desenhar os lugares que visitava, mas na minha cidade mesmo! Eu comecei a fazer isso em 2019 quando me juntei a um grupo que se encontrava em pontos turísticos para fazer desenhos de observação. Esse grupo existe em várias cidades do Brasil e do mundo, vc conhece (se chama Urban Sketchers)?

    5. Nunca saí do meu estado na verdade (RS), o mais longe que fui viajar foi na Serra Gaúcha.

      Lá por volta de Gramado, Nova Petrópolis.

  14. Eu pretendo fazer uma viagem internacional e estou com algumas dúvidas:

    1. Qual é a melhor forma de ter internet móvel? Ativar o roaming da Vivo ou comprar um chip de alguma operadora?

    2. Levar em dinheiro ou abrir um cartão prepaid internacional?

    3. Uber funciona bem e é barato em Argentina?

    1. Nunca fui, mas se eu fosse (e lembrando de amigos que foram)

      – se vai ficar algum tempo, pegue plano pré pago estrangeiro. Lembro-me de amigos reclamando que o Roaming sairia por $ 1 mil R$, isso porque ficou internet ativada. Se vai ficar pouco, veja se ha plano temporário internacional.

      – o misto dos dois é recomendado. Tanto por segurança (se perder um tem outro) quanto por controle (monitorar gasto e ver se pagará algum imposto ou até tem ressarcimento de imposto)

      – dizem que Argentina é o país dos táxis baratos (lembro de reportagens sobre). Sugiro também ver as rotas de transporte público.

      E boa viagem.

      1. 1. Então, sim! Estou pensando em pegar um plano pré-pago estrangeiro enquanto isso.

        2. É aí que tá: uso o cartão de banco daqui ou pego esses pré-pagos?

        3. Bom saber disso! Gostei!

        Obrigado, Ligeirão! \o/

        1. – Creio que existe cartões pré pagos seja do banco que você tem conta, seja de empresas como Western Union ou até mesmo PayPal. Teria que dar uma pesquisada. Mas creio que o correto (e mais seguro) é usar um cartão pré pago, pois em caso de roubo ou furto, só fica o valor ali que tu precisa.

          Argentina, salvo engano, não tem (aparentemente) problemas de roubo de visitantes. Talvez mais tentativas de golpes ou furtos. Fora isso, aparentemente é um país bem sossegado. Tem mais problmas, por incrível que pareça, com corrupção policial – dê uma pesquisada sobre.

          Um finado amigo nasceu lá e ia de tempos em tempos visitar familiares – ele tinha casado-se com uma pessoa (e minha amiga) no Brasil e estabeleceu morada aqui. Faleceu acho que faz uns 3-4 anos, infelizmente vítima de câncer. :\

          Enfim, fora isso, é tranquilo. Eles tem um sistema de transporte razoável (inclusive uma rede ferroviária de longa distância um pouco melhor que a nossa no quesito abrangência). Além de linhas de ônibus, e como falei, os táxis – https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/turismo/turismo-de-negocios/buenos-aires/taxi-e-a-melhor-opcao-de-transporte-na-capital-argentina,28b5ba7b471ca310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

          E tudo de bom!

          1. Num assunto paralelo, pego essa descrição dele e não consigo não fazer um paralelo com o Brasil e com a mídia porque se você assistir a TV aberta argentina é crime atrás de crime, em alguns canais como a Crônica TV é quase 24h. Fico pensando se não acontece um fenômeno igual aqui com o jornalismo policial alimentando o ciclo da percepção de violência (não que ela não exista, mas que seja aumentada e alimentada por isso) e pessoas que não acompanhem ele acabem tendo uma percepção um pouco menos fabricada.

            Jornalismo policial nosso que foi importado de lá aliás, o Aqui Agora original era uma cópia da Crônica.

          2. @Micael

            Sim e não. Os programas policialescos criam uma neurose na gente, claro. Mas se você comparar as taxas de homicidios dos países do Conesul, vai ver que o Brasil é *MUITO* violento.

            Argentina tem uma taxa de 6.6/100 mil; Paraguai de 4.6/100 mil; Uruguai 9.3/100 mil (aumentou muito com a imigração brasileira e, por conseguinte, com o PCC agindo no país). O Brasil, para efeito de comparação, tem uman taxa de 19.3/ 100 mil (e claro que isso é puxado pra baixo por região de baixa criminalidade como SP, porque, por exemplo, Porto Alegre tem uma taxa de homicidios de 17.6/100 mil [mas que na época do governo do “Sartonaro” bateu em 53.5/100 mil]).

            Toda a América Latina é violenta, mas o Brasil é um dos mais uiolentos daqui, principalmente zonas de periferia.

        2. Ah, lembrete! Argentina tem uma economia dolarizada. Tente organizar os gastos tanto em dólares (para compras) quanto em pesos argentinos (para uso no transporte ou serviços básicos, imagino). Como nunca fui, não sei como é bem na prática, mas bom pesquisar. Me lembrei agora de reportagens que falam que lá é bem dolarizado a economia

          1. De tantas medidas erráticas que foram aplicadas por lá, eles não confiam mais na moeda local, tanto que os argentinos possuem mais dinheiro lá fora do que as reservas do próprio país.

            Deixo essa matéria do G1 pra vocês conferirem (tá certo que é uma matéria de 2 anos e meio atrás, mas só pra ter uma noção):

            https://g1.globo.com/economia/blog/joao-borges/post/2019/10/29/fuga-dos-argentinos-para-o-dolar-soma-us-3045-bilhoes-sete-vezes-a-reserva-do-banco-central-do-pais.ghtml

    2. Compre um chip de uma operadora local é barato e normalmente vem com internet suficiente.

      Para Argentina levar dinheiro compensa pois o cambio está muito favorável, enquanto o oficial está 18 para 1 o paralelo paga 38 para 1 e recomendo ativar o saque internacional pelo seu cartão para emergências.

      Uber em Buenos Aires não funciona tão bem quando no Brasil(apesar que aqui também já foi melhor), mas os táxis são baratos e é bem tranquilo andar e metrô, se for Buenos Aires boa parte você consegue fazer na caminhada mesmo.

      1. Aproveitando para perguntar sobre o cambio: esses paralelos, onde é que eu procuro? Existe alguma forma de identificar?

        Pq lembro q em Uruguai, era só ir nesses de rua que parecem nada fancy que eles pagam bem.

        1. Se for em Buenos Aires tem casas de cambio por todo lado (Rua Florida)

          1. É para Buenos Aires que eu vou mesmo! Olha só, a rua Florida é bem perto da onde eu ficarei!

            Yay!

        2. Câmbio paralelo é na hora das compras, no restaurante, na feira, no taxi… Pergunte se aceita dolar e por quanto ele “cambía”.

    3. 1. Pegue um chip lá. Só pela descomplicação já vale a pena, mesmo que saia mais caro que o roaming da Vivo (duvido que saia, porém).

      2. Nas vezes em que fui, usei o cartão internacional mesmo. Único contra é o IOF, mas a menos que você faça alguma compra muito grande, acho que vale o custo de não ter dor de cabeça.

      3. Já ouvi dizer que o Cabify é forte lá, mas tem Uber também. (Relato de fevereiro de 2021. Na dúvida, eu iria com os dois instalado.

      1. 1. Perfeito. Farei isso.

        2. Hmmm e não vale a pena usar esses cartões pre-paid?

        3. Cabify não é da 99? hahaha

        1. Não sei, nunca usei cartões pré-pagos. Se não custar nada, talvez valha a pena arriscar!

          Cabify não é da 99, não. Acho que você confundiu com a Easy Taxi. A Cabify se fundiu/incorporou a Easy Taxi em 2019.

    4. Confesso que eu fui duas vezes pra Argentina a trabalho e não pensei em nada disso hahahahaha só entrei no carro e fui (mas vale colocar que POA BsAs é quase a mesma coisa que POA SP). E foi em 2016, antes da crise mais forte de lá e antes da crise daqui.

      Na época que eu fui lá o melhor plano era o da Movistar, de longe. Vende em qualquer lugar, tipo aqui. Vale mais a pena.

      Como o peso tá bem desvalorizado, como já falaram, habilita saque na Argentina (eu sei que o Banrisul faz (ou fazia) isso aqui no RS) e saca lá com o cartão normal por lá e troca nas casas de câmbio (já indicadas). Pelo que eu me lembre tem uma taxa pequena depois de 2 saques.

      Pouca gente usa Uber na Argentina. Táxi é barato (MUITO, ainda mais pagando em Real) e o Uber é demorado e, em 2016, normalmente eram carros ruins (piores do que o táxi) e os motoristas não eram os melhores (ainda que o taxista portenho tenha “um quê” de taxista carioca).

      Uma dica é aproveitar e conhecer Montevidéu. Dá pra ir de balsa (dava) pelo Rio da Prata numa viagem rápida (ainda que cara). A Rambla é muito bonita. Pelo que eu me lembre tem uma empresa que tem barco com Freeshop (não tenho certeza, eu fiz a volta porque eu fui de carro). Sei que são várias empresas que operam o “ferry”, vale a pena se informar e conhecer a simpática Montevidéu =D

      Ah, e não vai no verão, BsAs é muito quente.

      1. É o da Movistar que eu estou querendo. Em MVD usei o da Claro e gostei bastante.

        Peraí, sacar em real? Daí trocar na casa de cambio? É possível fazer o saque em real? Chocado hahaha

        Quanto ao taxi, ótimo. Usarei! Agora sobre ter um quê de taxista carioca: curioso isso pq não sei como é o taxista carioca hahaha MESMO indo várias vezes para o Rio.

        Eu vou em Abril, no fim do mês. Acho que é bem tranquilo o clima nessa época, né?

        1. Abril já começa até a ficar frio, se duvidar.

          O Banrisul (banco do estado do RS) deixa sacar em real em alguns caixas do aeroporto de Ezeiza.

          Mas fica atento: eu fiz isso tudo em 2016, não sei como ficou depois. Era inicio do governo Macri (peguei até uma greve na agência que eu trabalhava) e a crise não tinha pego ainda. Dizem que muita coisa mudou depois dessa crise e, principalmente, a relação com o governo e as empresas do Brasil depois da eleição do Bolsonaro.

          1. Então se começar a esfriar, eu vou amar!

            Sobre sacar dinheiro em reais, vou ver isso direitinho! Pois se rolar, ótimo.

    5. 1. Eu sempre peguei chips das operadoras locais. Alguns cartões de crédito aqui no Brasil (acho que Visa) te dão chip do país de destino como benefício.

      2. Penso que você pode levar um pouco de dinheiro pra alguma emergência ou para gorjetas. Mas eu optaria por levar a maior parte num cartão mesmo. O da Wise é muito interessante nesse ponto.

      1. Eu tenho uma conta no Wise. E seria possível transferir do banco brasileiro para o Wise sem ter que pagar altos descontos tarifários?

        Quanto ao chip, não sabia disso! Achei bem bacana isso.

        1. Na Wise (antiga Transferwise) pode fazer muita coisa na conta como converter as moedas que possui saldo, sacar para sua conta bancária brasileira (você fica como “beneficiário) , etc.

          No “Help” deles você pode ver mais https://wise.com/pt/help/search?q=argentina

          Ainda não viajei para fora do país, mas sempre que leio a experiência das pessoas na maioria das vezes elas levam dinheiro em espécie, cartão de credito internacional ou um cartão pré-pago internacional na moeda que vão utilizar para evitar taxa de conversão e também poder sacar em casos de emergência.

          Se der tempo pode tentar solicitar o cartão da Wise aqui no Brasil, mas precisa colocar dinheiro (R$) para poder pedir o seu. Não sei como funciona na Argentina (não tem cartão Wise lá), mas tenta deixar o saldo na moeda local da Argentina (ARS) e em Dólar (USD) para sacar/comprar sem a taxa de conversão/cambio https://wise.com/gb/pricing/card-fees

          Aparece isso na conta Wise:
          Você poderá guardar ARS para pagar por futuras transferências. Não é possível adicionar ARS diretamente, mas você poderá obter ARS fazendo a conversão de outra moeda em sua conta da Wise.

          No caso de internet não tem várias empresas especializadas em vender chip/internet para utilizar em outros países? Acredito que no próprio pais tem algo do tipo para turistas.

          Boa Viagem!

    6. Se for para a Argentina, compra um chip pré-pago por lá mesmo. Vai ser mais barato que qualquer opção de “chip internacional”.
      Quanto ao dinheiro, eu costumo levar uma parte em papel e o restante em cartão pré-pago também, mas de novo, é Argentina, quando fui troquei meu dinheiro numa casa de câmbio muito da suspeita (mas que me deu a melhor taxa de câmbio). Talvez valha a pena usar a função crédito, tem umas regras especiais a depender do país.
      Não posso dizer quanto ao Uber, quando fui em 2016 funcionava, mas se tiver que nem o Brasil, espere para passar um pouco de raiva. Só evite os taxistas mesmo, tive péssimas experiências com taxímetro fraudulento.

    7. Opa! Jorge, minhas sugestões:

      1) Contrate um pré-pago local, sai mais barato e você consegue controlar melhor o uso, além da cobertura 100% garantida.

      2) A taxa do cartão pré-pago é muito mais cara que dinheiro vivo. Como você vai pra Argentina, em alguns lugares eles aceitam Real brasileiro sem problemas. O dólar é meio complexo por lá, tendo em vista que há o cambio turismo e o cinza. Lembro que não eram todos tipo de nota de dólar que aceitavam pois havia rastreabilidade ou algo do tipo.

      3) Não saberia dos preços, mas é o meio de transporte mais confiável (preço antecipado) tendo em vista a desonestidade dos taxistas (quando visitei a cidade não havia Uber).

    8. 1. Compra lá, bem no centro na mesma região das casas de câmbios.

      2. Eu recentemente pedi um cartão da Nomad, não tenho certeza se funcionária na Argentina, provavelmente sim, mas a vantagem é que no câmbios pra dólar não tem o IOF, apenas o agio que seria o mesmo da casa de câmbio. E o valor pago no dólar é o comercial. Tem o cartão físico, mas demora pra chegar. A saída é usar o cartão digital no celular.

      3. Vale procurar se não existe uma variação de Uber localizado, na Colômbia tinha um app de uma “bandeira” local.

    9. Já fui a Buenos Aires e Uruguai.
      Vamos por partes:
      1. Compre chip lá, é mais barato.
      Mas tem alguns planos pós-pagos que tem roaming internacional grátis. Eu usei o meu plano da Claro.

      2. Nunca use cartão pré-pago. Tem as taxas de um cartão de crédito normal sem os benefícios (seguro viagem, cashback/milhas, sala vip, etc)
      E nunca leve souma forma de dinheiro – o ditado sempre foi acertado: nunca coloque todos seus ovos numa unica cesta: Leve real (aceito em algum lugar), dolar (aceito em TODOS os lugares) e cartão internacional (C6 ou BS2).
      3. Existe uma briga muito grande entre taxis e Ubers em Buenos Aires, ainda assim, pode pedir Uber – com risco de demorar MUITO… Tem horas que sai mais batato (e rápido) pedir Taxi.

    10. Fui a Buenos Aires 2x, na primeira completamente despreparada e quase sem grana, o que deu pra pra aprender bastante pra aproveitar bem a segunda ida hahaha
      – Pegue um chip de lá mesmo, mas tem muitas áreas com Wi-Fi gratuito. Tem na maioria das estações de metrô, muitas praças do centro, prédios do governo (como escolas e postos de saúde) e pontos turísticos têm e, pelo menos até 2019, funcionava muito bem. Tem um app do governo que mostra todos os pontos.
      – Se economizar é importante pra você, leve dinheiro e troque lá pela Rua Florida mesmo. O câmbio é bom, não tem as taxas, vários lugares tem preços diferentes pra cartão e dinheiro. Com a moeda desvalorizada, o peso é volumoso. Eu sempre andava com uma parte na carteira, outra maior escondida naquelas doleiras. Se for usar cartão, use Visa. Tive vários problemas com Master das duas vezes.
      – Uber é precário, da última vez até numa Kombi caindo aos pedaços eu me enfiei. Táxi é barato, use dinheiro, mas cuidado pra não ser enrolado com caminhos longos. Metrô e ônibus funcionam bem, desenrole logo o cartão de transporte (Subte). É uma delícia andar a pé por lá e as ruas são retas, o que ajuda muito a não se perder. Na sua localização da pra ir pra muitos, muitos mesmo, lugares andando. Até de madrugada é relativamente tranquilo andar porque tem sempre alguém passeando com cachorro e muitos restaurantes/bares cheios abertos até tarde por perto. Eu andava 10, 15km por dia brincando. Bicicleta pode ser uma boa opção também.
      – Outra dica é baixar os apps oficiais do governo da cidade. São uns de ícones amarelo e ciano. São bem bons e ajudam muito.

      Aproveite bem e boa viagem :)

    11. O pessoal que viaja de moto está usando o Western Union. Baixa o aplicativo, faz um pix para a WU e saca localmente pesos na taxa de rua (1:38). WU tem em toda a Argentina.

    12. Pra mim, o melhor é que faço sempre:

      1 – chip local pré pago (pesquisar antes, alguns países não permitem a estrangeiros adquirir chips)

      2 – dinheiro vivo com cartão de débito internacional para saques de emergência e cartão de crédito igualmente para emergências – não vale a pena abrir um cartão pré pago pra isso, na minha opinião.

      3 – não sei dizer. Mas táxi comum em buenas Aires costumava ser pedir para ser sacaneado.

    13. Fui a Buenos Aires em janeiro de 2019, então vou relatar a experiência que tive lá.

      1. Comprei um chip pre págo e coloquei crédito e “assinei” esses planos de 1 semana, como só usei os dados móveis foi mais que suficiente. Quando estava em locais fechados usava o wifi.

      2. Levei dinheiro e comprei uma boa parte na agência do banco central argentino que tem no aeroporto. A medida que fui precisando fui trocando em casas de cambio espalhadas pela cidade.

      3. No começo utilizei o uber mas com alguns dias eu baixei o app dos taxistas de lá e cadastrei meu cartão de crédito. Então as corridas já saiam com o valor “fixo” descontadas no cartão, no momento que eu pedia as corridas no app.

  15. É só eu que tenho medo desse “metaverso”?

    Andei pensando sobre esse tema que pode ser apenas um hype passageiro ou realmente mudar o modo como interagimos. O certo é que há diversos conceitos que me são difíceis de compreender. Nem estou falando de siglas estranhas como “NFT”, ou tecnologias como “blockchain”, estou me referindo ao fato de que as pessoas no futuro vão preferir ir a shows virtuais, namorar e se divertir exclusivamente na frente de uma tela.

    Lembrei de uma cena em “The Big Bang Theory” onde o Sheldon está fazendo uma caminhada dentro do jogo Red Dead Redemption, apenas para se distrair e relaxar mente. A cena cômica parece estar bem perto de se tornar a norma em um futuro não tão distante.

    Meu maior medo é que para as crianças que nascerão daqui a alguns anos, esse mundo virtual será tão “real” quanto o que nós vivemos em carne e osso. E ai vem meu questionamento, nós, que ainda nascemos e vivemos em um mundo “analógico” vamos nos adaptar a essa nova realidade? Eu acredito que estou correndo o risco de ficar completamente avesso a isso, tal qual muitos idosos estão completamente avessos aos smartphones de hoje.

    Estou ficando louco? Exagerando?

    1. Não acho que você esteja ficando louco nem exagerando. É uma preocupação válida e pertinente, porém, acredito que será mais uma forma de escapismo que se somará às que já existem, como as drogas (lícitas e ilícitas).

      Quando a realidade machuca (e ela sempre machuca, de uma forma ou de outra) parte da sociedade enfrenta e parte se refugia em outra realidade. No futuro teremos políticas pública para lidar com o vício do metaverso…

    2. Eu acho que jogos como GTA, Free Fire, The Sims e outros já são um metaverso. Mas ainda duvido muito que o metaverso como o Zuckerberg propõe vá vingar.

      1. Sim, o são.

        Um “metaverso” é um universo a parte. Mesmo esta área de comentários é uma espécie de “metaverso”. O ponto é que aqui não tem avatar 3D do Knucles feito de forma preconceituosa repetindo “Du y know the uai” sem parar.

    3. Olha, pode parecer ceticismo, ignorância ou até ingenuidade da minha parte, mas não tenho medo desse metaverso por simplesmente achar que isso não vá dar certo. Ou pode até dar certo, mas ficar reduzido a um nicho, não interferindo muito no nosso cotidiano e consequentemente a nova geração. Tipo um Second Life da vida.

      Tenho uma sensação que o “metaverso” que temos atualmente – com pessoas comuns, celebridades e empresas presentes em redes sociais e aplicativos e interagindo através delas – não vá evoluir muito além disso, talvez mudando apenas o formato de mídia ou algo assim.

  16. Com a pandemia e consequentemente o home-office e as crianças em casa, muitos devem ter tido aquele problema de participar de reuniões com um barulho em algum lugar. Até que me apresentaram o Krisp (https://krisp.ai/), mas uso linux no trabalho e não pude utilizá-lo. Depois acabei achando o Cadmus (https://github.com/josh-richardson/cadmus) e funciona quase que perfeitamente, mas tem um porém: eu uso um headset que tem a função flip-to-mute e aí acaba acontecendo um problema de eco quando estou usando o Cadmus e o flip-to-mute e assim, mesmo com o microfone desabilitado no headset, as pessoas, às vezes, acabam me escutando.

    Acabei abandonando tudo quando as crianças puderam voltar para a creche mas vez ou outra ainda sinto necessidade de remover ruído de fundo em algumas reuniões.

    Alguém tem esse mesmo problema e conseguiu resolver? Foi com o Cadmus? Alguma sugestão?

    1. Infelizmente não tenho nada a contribuir com a sua dúvida, mas agradeço por me apresentar o Cadmus. Muito obrigado!

  17. Eu não quero estar presente em redes sociais como Instagram, WhatsApp, Twitter, TikTok, devido às decisões muito duvidosas que as proprietárias dessas redes têm tomado recentemente – privacidade, publicidade infantil, racismo, negacionistas, etc. Aquele ditado: se é gratuito, você é o produto.
    Mas, ao mesmo tempo, vem um sentimento de isolamento muito grande por não ver o que as pessoas têm feito.
    Daí vem o conflito entre os meus princípios e a sensação de não existir perante os outros por não estar nas redes.

    Esse é um pensamento que tem me incomodado muito recentemente.
    Alguém tem alguma reflexão sobre o assunto?
    Ou já leu/viu algo sobre isso?

    1. Eu entendo esse sentimento, especialmente relacionado ao TikTok. Entrei nele por, vez ou outra, receber uns links de amigos e fiquei curioso. Meu problema com isso foi minha falta de autocontrole. Se eu começava a ver algo, entrava no modo automatico de “passar pra cima” e, quando via, tinha passado 1 ou até 2 horas! Não que eu ache que tenha que ser produtivo e estar fazendo algo todos os instantes em que estou acordado, mas esse tempo que sumiu me deixava preocupado. Inclusive, no dia que fui apagar minha conta do TikTok e apagá-lo, novamente, perdi 2 horas nele.

      Essa decisão de apagá-lo veio, pra mim, pelo fato de eu não poder filtrar o que aparece pra mim. Coisa que é relativamente simples noReddit, Instagram e Twitter. Então eu noto que, seguindo apenas coisas que eu tenho interesse em saber nestas duas redes, eu consigo visualizar o feed por uns 5~10 minutos sem ficar “zumbificado” por horas e horas. Meu feed do Twitter, por exemplo, não mostra nada de BBB. No instagram ainda aparece nos stories de perfis que sigo, mas passo pra frente e sigo a vida. Outra é que uso meu celular completamente no mudo. Sem musiquinhas e pessoas falando. Se não tem texto pra ler, passo pra frente.

      Só gostaria que essas redes parassem de quantificar a importância dos posts por métricas que, pra mim, não importam, e me desse a chance de colocá-los em ordem cronológica. Já o Reddit permite isso (não por padrão, mas está lá).

      E esse é meu relato, que espero ser útil!

      1. Tive o mesmo com o TikTok antes de excluir. A pressão lá pra te manter rolando os dedos é muito grande.
        Apesar de que outras redes também já implementaram o mesmo estilo de design.

        1. Engraçado que, pelo menos pra mim, nenhuma outra plataforma tinha esse “imã”. Mesmo o Instagram, no modo aleatório de stories. A versão disso do Twitter eu nunca usei pra ser sincero. E o reddit eu passo alguns posts, vejo um interessante e acabo mergulhando naquele.

    2. Fiz um comentário sobre o metaverso que acho que tem um pouco a ver. Sinto que corro o risco de ficar “de fora” do mundo ultra conectado de hoje. Enquanto os relacionamentos que eu realmente me importo ainda estiverem acessíveis “offline” eu não ligo muito para isso. Mas e quando chegar a um ponto em que, principalmente as oportunidades de emprego, estiverem disponíveis majoritariamente dentro dessas redes? Aí sim, a coisa vai ficar complicada para pessoas como eu.

    3. No final do ano passado senti isso, aí fiz uma nova conta no Instagram após passar três anos sem. É interessante ver a vida de pessoas próximas (e estou me policiando para não adicionar marcas, influencers ou qualquer perfil que não seja família ou amigos), e isso tem funcionado (não passo mais do que 10 minutos por dia).

      Acho que não dá para sermos tão duros com a gente mesmo, quando do outro lado estão as empresas mais poderosas do mundo gastando bilhões de dólares para nos viciar. Se der vontade, vai, mas sem jamais perder de perspectiva os perigos de estar nesses ambientes. É tipo o anel d’O Senhor dos Anéis — é um grande poder, use pouco ou ele te corromperá.

      Dia desses fiz uma conta no Facebook, só para ver como anda aquela pocilga e interagir com mais pessoas que no Instagram.

      1. Pocilga descreve bem a reação que tive ontem ao re-visitar o Facebook. Estava buscando uma foto em que fui marcado e comecei a ver as postagens de algumas pessoas na minha lista de amigos… relembrei que o nível baixo é baixo mesmo.

      2. Não dá pra acompanhar perfis no Instagram e Facebook por RSS? Já li que dava mas nunca tentei.

    4. Tipo, Twitter e Reddit são lugares recheados de pedantes. Eu tenho conta só no Twitter pois consigo seguir pessoas que são boas para conversar (e de vez em quando não nego que fico xingando um ou outro. Não é o melhor esporte, mas a vontade de xingar ali é melhor do que a vontade de socar um na rua por não usar máscara). Reddit acho que se fechou nas próprias comunidades, tal como o Discord. Entrei em uma começando, mas já estou fora demais dos papos que rolam por lá.

      Facebook só uso para negociar coisas hoje e eventualmente ver parentes e um ou outro colega/amigo. Além de eu seguir poucas pessoas, limpei bem a timeline.

      Kwai e TikTok nunca tive vontade de entrar. Quando via os vídeos virais, vi que aquilo nunca foi para mim. As vezes acho que tenho TDAH, e ali ia me por em crise…

      YouTube acompanho alguns poucos canais. Não tenho paciência para podcasts (Desculpe Ghedin e Jaqueline, e o Felitti acabo lendo a transcrição).

      Eu queria era uma hora de uma vez por todas largar o computador e tentar algo que não precise de tecnologia. Só me falta oportunidade para isso.

    5. Eu entendo completamente essse comportamento. No Twitter eu estava seguindo um monte de pessoas, de jornalistas sérios à subcelebridades, sob a justificativa de “me manter informado” e isso tava fridando a minha cabeça. Durante a pandemia eu entrei num loop de assistir todas as séries possíveis da Netflix só para “não ficar para trás” nas discussões nas redes sociais.
      Para me manter afastar desse ciclo vicioso, comprei um guitarra e estou fazendo aulas de música. Pra mim, foi um santo remédio.

    6. Nunca fiz parte de nenhuma rede social, a melhor decisão da vida.
      Essa sensação de FOMO (“fear of missing out” ou medo de ficar de fora) é valida somente quando você dá importância às frivolidades discutidas nessas redes. Se precisar MUITO asssitir algum video bloqueado dessas redes, é só pegar o link e baixar.

  18. Boa tarde pessoal, escrevo aqui na tentativa de que o gimigliano possa ver, (por favor se for incomodo me avise que eu apago) acompanhei por aqui que ele comprou um celular, um Lg G7 ThinQ, aparelho reformado e que fez desbloqueio deste, acontece que meu irmão também comprou um (G710N) e fez o mesmo mas enfrenta diversos problemas.

    Tento contato aqui no intuito de receber uma dica, algum tutorial que a gente possa seguir que vc conheça que possa dar uma luz, enfim, segue uma pequena descrição de como estamos.

    É o seguinte, a custom ROM que ele instalou, começou a apresentar falhas no gerenciamento de carregamento (as vezes não carregava) e câmera (as vezes não abria), então ele decidiu trocar a ROM e flashou o OrnageFox recovery na partição de boot para que pudesse fazer isso, e o fez por meio do app root Franco Kernel Manneger, daí então quando o celular reiniciou no recovery, começaram os problemas, não era mais possível instalar uma nova ROM pois o recovery reiniciava no meio do processo, além de que em uma das tentativa de instalação ele limpou a partição system.

    Em uma tentativa de outro modo, ele decidiu restaurar um backup da ROM feito anteriormente no OrangeFox, mas foi mal sucedido de novo (aqui vc pode ver os erros: https://ibb.co/SJWTX12 e https://ibb.co/2vzBMnD) como dá pra ve na imagem, ele não conseguiu restaurar e depois tentou montar a partição system e tentou mais uma vez, o que fez com que nem o OrgangeFox esteja mais disponível.

    Agora o celular está em bootloop e vazio, conseguimos entrar em modo EDL mas não tivemos sucesso na instalação do driver Qualcomm 9008, então nem se quisermos conseguimos carregar a tabela de partições (firehorse).

    É isso kkkkk

    1. boa tarde e-mersona, claro, será um prazer ajudar, mas já adianto que tb não é minha especialidade. entra em contato pelo telegram (@gimigliano) que eu tento ajudar na medida do possível (estou trabalhando mas, a noite e de manhã devo estar mais tranquilo)

      1. Opa, agradeço desde já, meu irmão já te contatou lá no telegram, de qualquer forma melhor três cabeças pensando do que duas, valeuzão ;)

        1. respondi meio tarde, mas já enviei algumas informações por lá

    1. @catchforme_bot (seja alertado de palavras desejadas quando elas forem mencionadas em grupos onde o bot está. Bom para seguir promoções); @promotop_bot (mesma ideia do catchforme mas para o canal @promotop); @TrafficRobot (cria emails descartáveis para vc receber email direto no telegram); @RastreioBot (bot para rastreio de encomendas dos correios); @MasterTagAlertBot (similar ao catchforme); @Send2KindleBot (envia arquivos para seu Kindle como o serviço de e-mail da Amazon já fazendo a conversão); @voicybot (converte mensagens de áudio e até arquivos de áudio e vídeo para texto. Muito útil para colocar naquele grupo que muita gente manda áudio)

    2. Eu gosto do Transcriber Bot. Uso meu celular 100% mudo e sem vibração, enquanto em geral áudios me incomodam profundamente. No computador ainda ouço pelas caixas de som, mas quando estou somente no celular, não gosto de ouvir áudios perto de outras pessoas, me dá um sensação de falta de privacidade.

      Em geral ele funciona para pessoas com uma dicção de boa para cima. Se a pessoa gagueja muito ou usa muitos uh ah hm, fica meio tenso entender o texto. Mas nesse caso, as vezes até ouvir o áudio é doloroso…

      Aparentemente ele faz OCR também, mas nunca testei.

    3. Muito boa a sua dica, Suarez. Deixe-me contribuir:

      @RastreioBot (https://t.me/rastreiobot) – pra acompanhar as encomendas da internet

      @ytWatchBot (https://t.me/ytWatchBot) – pra se inscrever em canais do YouTube e receber os vídeos novos. Útil pra quem não quer ter conta no YT.

      @twiMonBot (https://t.me/twiMonBot) – similar ao anterior, mas pra acompanhar quando começam lives no Twitch

      @ToNotionBot (https://t.me/ToNotionBot) – você envia pro bot e o bot envia pro seu Notion

      @rss2tg_bot (https://t.me/rss2tg_bot) – bot pra acompanhar feeds Atom/RSS

      E esses são os que eu uso. Espero que sejam úteis pra alguém!

      1. Rodrigo, já adicionei aqui o (@ytWatchBot) e o (@twiMonBot). Ambos tem a opção (Top10) para conhecer novos canais e lives.
        Obrigado.

        Aproveito o comentário para sugerir + um bot. Esse para remover o backgroud das imagens. Produzindo duas imagens uma de fundo branco e outra de fundo transparante. (@AI_Background_Remover_Bot) (https://t.me/AI_Background_Remover_Bot).

        Permite o envio de três imagens por dia FREE. A dica é que o bot esta no fuso horário India Standard Time (IST), então quando é meia noite lá será 15h30 aqui no Brasil. É dessa forma que o bot considera o envio de três imagens por dia.

        Eu particularmente não envio fotos que julgo “sensiveis”.

    4. Eu fiz dois bots como aprendizado de APIs, são ideias tradicionais, mas funcionam ;)

      @baixaissoai_bot baixa vídeos, imagens, gifs do twitter e tiktok, o Instagram fica de fora pq o zuk é muito mala.

      @leissoai_bot converte links para o Outline, no futuro pretendo dar a opção de já ver um PDF ou fazer leitura paginada no próprio bot.

      1. Esse seu bot de baixar vídeos é simplesmente perfeito! Obrigado pela dica!

    5. Um que uso muito é o https://t.me/chotamreaderbot que força sites sem leitura rápida nativa a virar. Tira todo lixo e dá pra ler muito rápido.

      Tem o https://t.me/Regrambot que você encaminha direto do instagram pra a conta do bot no instagram e já recebe na mesma hora o vídeo no telegram, pronto pra encaminhar ou compartilhar em qualquer app.

      Baixar vídeos do youtube em qualquer qualidade ou em áudio https://t.me/utubebot

      Transformar stickers do telegram pra whatsapp https://t.me/tgtowabot

      Pra devs, transformar linhas de código em uma imagem bonitinha:
      https://t.me/colorcodebot
      https://t.me/cris_highlight_bot

      1. Gostei desse bot “article reader”, seria interessante já poder gerar um pdf como faz o Brave.

  19. Seguindo no assunto do último post-livre, (guardar memórias criptografadas na nuvem) … qual a opinião de vocês sobre, criptografar (gpg) arquivos pessoais pra guardar na nuvem (como forma de backup) ? “E lá na frente”, quando a computação quântica se popularizar, privacidade zero para os arquivos criptografados hoje?

    1. Eu uso o VeraCrypt. Quando a computação quântica se popularizar, provavelmente vai ter um algoritmo de criptografia quântico. Aí é só atualizar o backup.

  20. Alguém aqui tem usado no dia a dia uma Yubikey NFC? Qual tem sido a experiência geral? Viram algum ganho prático no dia a dia, ou em segurança?

    Estou pensando em comprar uma, hoje utilizo two factor auth em tudo que posso, mas via aplicativo (Authy). Mas fico me perguntando se vale o investimento, e se seria mais segura do que usar um aplicativo (que em todo caso está protegido pelo bloqueio do telefone, e me parece que a Yubikey, se for roubada, o ladrão teria acesso a se autenticar, certo?).

      1. Obrigado! Acabei de ver o vídeo, e ficou bastante claro o funcionamento.
        Estou pensando em uma dessas igual à sua, ou uma open source que vi esses dias no conselho do Manual, se não me engano. Apesar que provavelmente optarei pela Yubikey pela compatibilidade do hw com “tudo”.

  21. Um amigo me ofereceu um macbook pro de 2011 com um i5, 8gb de ram, 1tb de HD e 128gb de ssd por 1500 reais, eu usaria ele como computador reserva dado o fato de que atualmente só tenho um desktop, nesse caso o uso seria para escrever textos, talvez editar podcasts e navegar na web, por esse valor seria um bom negócio?

    1. acho que sim, só tenha em mente que você terá que instalar um patch (dosdude1) para atualizar pra versão mais recente possível do mac os. pela limitação do hardware, acredito que a última versão possível será o catalina (10.15)

      1. Eu nunca usei MacOs, obrigada pela dica. Eu também penso em comprar mais ram para ele já que meu amigo falou que não é caro ai eu ficaria com 16gb e assim conseguiria estender a vida dele mais um pouco.

        1. Eu uso desde 2012 um notebook tal como este mencionado. Porém com 4gb de ram, instalei o Mac os Mojave via patch. E o básico (office e navegação) ele roda bem. Porém já engasga com aplicativos Adobe. Mas com 8 gb de ram, capaz de rodar melhor.

    2. Ótimo preço, vai na fé.

      O meu computador principal é o primeiro laptop que comprei na vida: um MacBook White Unibody Mid 2010 (Core 2 Duo, Nvidia 320M), adquirido em 2010. Hoje ele está meio como um desktop, em modo “quiosque”, conectado a um monitor externo. Mas, a bateria ainda dura umas boas duas horas e não pretendo trocar com medo de vir uma bateria paralela que irá estufar inevitavelmente.

      As configurações atuais (saudades eternas MacBooks atualizáveis) são: 1,5TB armazenamento (500GB SSD + 1TB HDD), 16GB RAM, teclado e mouse bluetooth e webcam externa.

      Uso macOS Catalina, cortesia do patch de dosdude1.

      1. O correto é modo “concha” (clamshell) e não “quiosque”. 😅

  22. a partir desse mês estarei usando o notebook em casa mais que nunca, então para melhorar meu uso eu vou comprar um teclado, mouse e aquele suporte de notebook (ele tem nome específico?), então gostaria de indicações desses itens, eu to procurando alguns, mas não tenho experiência, o teclado e mouse eu gostaria que fosse sem fio (de preferência sem aquele adaptador que vai na USB, mas se só tiver com, não tem problema) e barato, com bom CxB pois será só para trabalho e estudo, nada de jogos.

    se puderem ajudar, ficarei muito grato.

    1. Mouse ótimo CxB, Logitech M720. Sobre teclado, por que não usa do próprio notebook? Eu tenho um segundo monitor que fica logo acima da tela do notebook. Acho bem mais agradável que colocar o monitor ao lado do notebook e usar um segundo teclado.

    2. Olá!

      É suporte de notebook mesmo. Se o notebook não abre muito a tela, há alguns tipos que deixam toda a máquina mais alta (uso um desses). Optei por usar um teclado mecânico (de entrada) e um mouse com fio ligados a um mini hub USB (uso o da TP-Link).

      Por que não usar um teclado comum, sem fio? Porque o desgaste dele é MUITO maior do que de um mecânico. Mouse, é quase indiferente.

    3. “de preferência sem aquele adaptador que vai na USB”

      eu, ao contrário, prefiro desse jeito, acho que é muito mais confiável e fácil de usar do que Bluetooth

      inclusive, no meu caso, que tenho o computador da firma e o meu computador, é muito fácil chavear o mouse de um computador para o outro

      para o teclado não uso porque uso teclado mecânico, e até onde sei teclado mecânico sem fio é muito caro, então fico no teclado com fio mesmo

  23. Oi, pessoal
    Há algumas semanas venho pesquisando um provedor de e-mail para domínio próprio, por questões profissionais.
    Como todo bom brasileiro, procuro por algo que tenha um bom custo benefício, sendo o benefício questões mais ligadas a segurança e privacidade, além, claro, performance em si.
    Topei essa semana com o https://postale.io, vocês tem alguma experiência com ele? Ou melhor, teriam indicações, sugestões?

    Valeu!

    1. A Bruna, da newsletter Atalho, recomendou esse Postale. Parece um bom serviço, mas o custo-benefício não é tão bom se excluirmos aquele plano de US$ 1 (que é bem limitado).

      Para meu e-mail pessoal, uso o Fastmail, plano intermediário (US$ 5/mês). Tem me servido muito bem desde 2017.

    2. eu ouvi falar desse postale na newsletter “atalho.xyz” mas não parei para testar/pesquisar, há um tempo eu ia assinar o https://posteo.de/en, pois respeita a privacidade e foi o mais barato que achei, o “ruim” é que não tem aplicativo móvel, precisa usar de terceiro (mas tem vários bons).

      1. Sabe dizer se consegue usar pelo “Mail” da Apple e pelo thunderbird?

    3. Eu tenho usado o protonmail há alguns anos, e nunca tive problema. É rápido e tem algumas características interessantes relacionadas à segurança. O plano Plus, com direito a 1 dominio personalizado, custa USD 5 por mês, o que é um preço ok por tudo o que entrega.
      Existe outro serviço, o tutanota, que é bastante seguro também, e é mais barato. Mas não usei muito pra dar mais opiniões.

      1. Eu fui fã de carteirinha do Protonmail por um bom tempo. Acho a implementação técnica deles fantástica, mas acabei deixando ele de lado por problemas de entregabilidade: era comum as pessoas dizerem que não tinham recebido meus e-mails, e eles terem caído no Spam.

    4. tem o migadu.com tb, se eu não me engano, custa US$19 anual e é bem completo, mas ele não tem aplicativos, é “apenas” o serviço de e-mail (tem um webmail mas é bem limitada)

  24. Terça-feira a tarde eu denunciei um comentário antivacina no youtube e que nas respostas do comentário o mesmo perfil se declarou também ser anticiência. Hoje é quinta-feira e o comentário continua lá. Para qualquer um ver.
    Eu já tive outras experiências com denunciar publicações em redes sociais antes. Uma vez eu denunciei uma postagem de um tio no facebook onde tinha uma foto e a legenda desejava a morte de travestis, demorou 2 dias até que o facebook retirasse o post, até lá ele já tinha aparecido pra muita gente.
    Em outra vez eu denunciei uma publicação de uma piada homofóbica no TIKTOK, dois dias depois eu recebi uma mensagem da rede social dizendo que a publicação não violava as diretrizes da rede.

    Ainda que as publicações denunciadas fossem depois de dias retiradas da rede, o tempo em que ficam expostas é extremamente prejudicial. Imagine por exemplo um banner em uma cidade exposto por dois dias com uma mensagem que deseja a morte de travestis. É algo inaceitável e imoral na vida real mas nas redes é normal.

    Ultimamente eu penso que um post depois de denunciado deveria ser ocultado pela rede enquanto é averiguado e só retornar depois se estiver de acordo.
    Mas eu sei que não existem soluções simples para problemas complexos. Gostaria de conversar com vocês. Agregar um pouco mais de argumentos prós e contras.

    1. Quando eu tinha Twitter, gastei os dedos de tanto denunciar coisas, principalmente homofobia (e algumas até com ameaças de violência).

      A maior parte das denúncias era respondida dias depois dizendo que não violava as regras da comunidade. Cheguei à conclusão que se o Twitter é uma comunidade que admite, portanto, esse tipo de discurso, não é uma comunidade da qual eu quero fazer parte. Assim, removi minha conta.

      Este é o ranço que tenho com as redes sociais em geral: não a liberdade de expressar bizarrices, mas a liberdade de atingir um grande público com bizarrices, gratuitamente ou quase gratuitamente.

      1. Concordo contigo. Hoje eu não tenho TikTok (só tinha entrado pq eles estavam pagando novos usuários). Eu tenho o Facebook por conta de amigos que estão lá, mas quase não entro, na verdade o Facebook eu tenho só pra ter uma forma de contato com amigos antigos quando eu quiser entrar em contato.
        Também decidi deixar de acompanhar o youtuber, ele não é famoso, não tinha muitos comentários no YouTube e ele respondeu vários deles então eu acho que ele viu o comentário mas mesmo assim deixou rolar.

        Mas não adianta muito nós sairmos e a plataforma continuar lá com seu público e com politicas de moderação tão ineficientes.

          1. Na verdade. Se puder passar o nome no programa da entrevista já ajuda pra pesquisar.

    2. Sou muito da ideia de que “o lugar faz a pessoa”.

      Quando o Ghedin fez o MdU, e permitiu a gente aqui encher o saco nos comentários, o trabalho de podar as ações prejudiciais deram resultado. Só que como o Ghedin já falou outras vezes, aqui é pequeno, perante os milhões de usuários em grandes redes como Facebook e Twitter.

      Não sei se falo besteira e agora posso cair em um erro de “apontar dedos”, mas temos que nos lembrar que Facebook e Twitter foram feitos por pessoas com algum poder econômico e social – fazer faculdade nos Estados Unidos ou Europa é ter algum poder econômico, ainda que mínimo, e as relações que se criam geram poder social, que permite ir alavancando, amplificando seus atos conforme seus desejos.

      Não li livros, mas entendo por cima por quem já falou sobre que a criação de redes sociais previu provavelmente as ações “negativas” – ofensas, bagunças, provocações, preconceitos. E ações “negativas” geram engajamento. Só lembrar que programas “popularescos” tem quê disto – como Casos de Família, BBB e programas policiais desde Aqui Agora, Alborghetti e agora Brasil Urgente e similares.

      Foca em mim: provocar = chamar atenção. Uma comunidade calma não tem tanto movimento quanto aparenta, e para um capitalismo que usa atenção como moeda, isso é prejuízo.

      Vai de cada um como quer usar o seu valor de tempo e atenção onde quer direcionar. Ultimamente admito que uso o Twitter, isso porque aprendi com todos aqui e em outros lugares (inclusive no próprio Twitter) a filtrar e evitar “sujeira”. Mas bem, a sujeira agora está em todo lugar, o que resta é pensar como ir driblando ela, pois é uma sujeira que EU só conseguiria limpar se eu fosse o dono. Não sou. Assim como não consigo por exemplo limpar toda hora os pixos feito por criminosos (para mim pixador é igual a eleitor do salnorabo, mas divago). Ignorar é o melhor a se fazer, os pixos conversam com quem os entendem – o código é feito por e para eles, tal como as ofensas e preconceitos acabam sendo o mais para entre tais pares. Se bem que diferente dos pixos, conseguimos entender contextos, e com isso nos enervar.

  25. Fala, pessoal. Como estão?

    Estamos voltando ao PL. O assunto de hoje é apenas curiosidade mesmo.

    Queria saber como é a relação de vocês com o toque de celular. Você usa algum toque, apenas vibração ou fica no silencioso?

    Meu caso: a mais de anos meu celular não tem nenhum toque. Usava o modo vibração até que em 2020 comprei uma pulseira Honor Band 6. Agora o celular fica mudo completo e as notificações chegam como vibração direto no relógio.

    Como é no celular de vocês?

    1. Eu deixo com o toque. Na real, é a única coisa que faz barulho: o celular fica no “Não perturbe” o tempo todo, com exceção de ligações. Só coloco no mudo/vibratório quando estou lendo, vendo um filme ou se quero me concentrar completamente.

      1. Aqui fica completamente no “Não perturbe”. A noite, eu defini um “Não perturbe MESMO” para não receber absolutamente nenhum alerta, tanto no celular quanto no relógio.

    2. eu desligo o máximo de notificações, só deixo as realmente importantes, e nenhuma liga a tela do celular e as que recebo fica tudo no mudo, exceto a de ligação, mas quando eu tinha um relógio/pulseira (já tive 2 de cada) da xiaomi eu desliga até isso, inclusive penso em comprar outro no futuro, pois é uma mão na roda receber notificações de jogos só olhando pro celular e controlar e ver nome de música (sou péssimo nisso) na rua.

      1. Eu gosto bastante também de receber as poucas notificações que deixo ativadas e o recurso de pular músicas também é muito bom. Essa que uso agora não tem nada demais. É apenas uma “extensão” da tela do celular com alguns botões. Mesmo assim, uso muito. Passei dois dias sem o carregador dela e quase pirei.

    3. Uso o toque do filme Crank…. Hoje deixo tocar alto, pois espero contato pra emprego. Kkkk. Pras mensagens eu deixo só um toque mínimo mesmo.

      1. Eu já tenho muita aflição quando escuto celular tocando. No meu serviço, trabalho com outras 3 pessoas. Quando escuto tocar e a pessoa não veio atender, muto com o botão de volume e entrego a ela. O telefone da recepção, que atualmente é um celular, no meu período fica mutado e eu atendo quando a tela acende. Criei algum trauma de toques de celular. 😁

        1. Trabalhou com suporte? Quando era suporte técnico eu não conseguia nem pedir uma pizza fora de expediente. Kkkk. As vezes me dava uma paranóia de ter achado que o telefone tocou.

    4. Eu desativo a notificação de vários apps e deixo no modo toque mesmo.

    5. Aqui é modo DND direto, sem som, sem vibrações. Eu deixo as notificações para ver quando eu tiver um tempo, não quando elas aparecem. Grupos de apps de mensagem eu geralmente deixo no mudo, pra não gerar notificações, a não ser que seja algum grupo de trabalho realmente sério (incrível como isso existe no Whatsapp e as pessoas policiam).

      Algumas pessoas (familia próxima e amigos conscientes) deixo nos contatos favoritos para, se me ligarem, realmente tocar. Emergências acontecem, afinal de contas. A família exagera no que é realmente emergência, mas 🤷‍♂️

      Como o Rafael disse, se estiver esperando alguma ligação, eu até deixo o som ligado. Mas acho que isso aconteceu uma vez e a ligação não veio, apenas uma mensagem!

    6. Silencioso pra sempre. Tenho um Galaxy Watch 4 que vibra quando chega coisas. Mas acho que mesmo sem seria no silencioso pra sempre, até vibrar me dá raíva porque já sei que ninguém tá me chamando pra me dar presente.

    1. O caso do Neil Young, né?
      Vi o pessoal do hackernews condenando o cara, mas a bolha lá é muito “liberdade acima de todos”. Acho que ele tá certo, se o Spotify vai jogar um caminhão de dinheiro pro Monark gringo falar as besteiras dele eu também não ia querer participar

      1. Ué para esse pessoal onde fica a liberdade do cara de gerenciar a distribuição das suas músicas?

        1. Acho curioso que quando foi aquela atriz do Mandalorian que foi demitida por essa turma da liberdade elogiou por “não se vender” e “manter seus princípios”

    2. Nesse momento o “Youtube Music” está no TT.
      Geral falando que vai migrar pra ele.

    3. Uso o Spotify pago há 6 anos, mas essa situação com o Neil Young despertou um lado que eu nunca tinha muito sobre, e estou tentado a cancelar meu plano com eles.

      Acho a ação dele muito pertinente por que traz esse questionamento a tona. É claro que nenhuma plataforma é perfeita, mas se muitas pessoas cancelarem suas assinaturas e mais artistas saírem, fazendo eles perderem valor (no fim é isso que importa), talvez alguma mudança aconteça.

      Aproveitando, decidi testar o Apple Music, já que a TIM oferece 6 meses de graça em alguns planos. Alguém sabe alguma maneira de importar as playlists de um serviço pro outro? Encontrei algumas alternativas, mas são pagas.

  26. Só queria repassar uma indicação de livro que o Guilherme Felitti deu no Twitter dias atrás: A Menina da Montanha (“Educated”, na versão original). Mais do que uma história cheia de absurdos, em que você passa raiva 500x ao longo da leitura, tem uma discussão pela qual eu particularmente venho refletindo muito nos últimos anos: em que lugar do peito guardar pessoas queridas que se deixaram levar por teorias conspiratórias, movimentos políticos toscos e ideologias bárbaras? É possível manter a antiga admiração e amor que se costumava ter por esses entes?

      1. Complicado…
        Para conhecidos, “amigos” e parentes, isso pode ser mais fácil.
        Mas, quando é sua família direta – companheira(o), pais, irmãos ou mesmo filhos – não acho que seja tão simples.

        1. Os mais chegados eu tenho sorte de serem todos racionais…. Já uns cunhados, tios e primos eu já não falo mais faz anos!

    1. Eu sei que é uma decisão dificílima mas a melhor coisa que tu pode tomar é se afastar dessas pessoas. Essa ideia de que “porque a pessoa é próxima então eu não posso desistir” é uma violência por si só porque nos coloca numa situação incômoda mas como se o problema estivesse em nós mesmos e não nos outros e acabamos aceitando o inaceitável.
      Também tratar essas pessoas “queridas” como meros personagens que caíram no conspiracionismo e no extremismo político é prejudicial porque, em parte ou totalmente, tira a responsabilidade sobre aquilo que elas falam e pensam.

    2. Contrariando alguns comentários aqui. Eu não acho que se afastar seja o mais correto. Penso que muitos dos mais absurdos que pessoas pensam ou falem não vem somente de um caráter próprio mas também de influências externas. Você não viveu a vida do outro, não sabe o que o influenciou a pensar ou falar tal coisa. Acho que saber isso ajuda a se colocar numa posição mais compreensiva e talvez então possa iniciar uma relação, claro que de maneira mais tranquila no início, buscando pontos em comum, talvez boas lembranças ou lembranças engraçadas que tiveram juntos.

    3. Vou falar da minha experiência.

      Quando o salnorabo entrou no poder, já me afastei logo de cara de muitas pessoas que votaram nele. Inclusive meu irmão e meus melhores amigos. Perdi bastante cliente, diga-se. Mas muitos deles me pagavam mal ou abusavam. Para mim isso foi lucro.

      No caso do meu irmão, foi um pouco mais profundo – tem questões familiares no meio que ainda não estão resolvidas, mas de fato hoje meio que nos respeitamos, cada um por si só.

      Com um dos meus melhores amigos voltei a conversar, mas evitamos falar de política. Só ajudo ele com algumas coisas e ok.

      O ponto é que já sou meio solitário. Com esta situação, filtrou bastante e aprendi que o melhor é aprender a viver sozinho. Só sou meio difícil para me amar, mas aí é questão de terapia.

  27. Pessoal, alguém tem uma recomendação de TWS para reuniões? Eu uso meu Galaxy Buds de vez em quando, mas é bem ruim o microfone…por outro lado é ótimo não ficar preso na mesa em reuniões longas.

    1. Nunca usei em reuniões, mas o Edifier X3 tem captação bem decente em ligações.

    2. Gosto muito do Jabra Elite 75T, acho que ele foi atualizado mas não usei versões mais recentes.

    3. Já tive e tenho vários. A maioria pesada, é a mesma coisa, agora quem tem um com ANC não quer mais usar outro. Quanto ao microfone, acho que só da Apple mesmo, e olhe lá porque é bem complicado captar só a voz tão distante da boca. Eu costumo usar uma microfone simples de lapela pra compensar isso e usar um TWS nos ouvidos, mas sem usar o microfone.

  28. Vi esta em outro fórum, achei legal: que gasto recorrente vocês deixaram de ter nos últimos anos, por qualquer motivo, e que não fez falta?

    1. Hospedagem para meu site pessoal e para os e-mails com meu domínio personalizado.

      Troquei por alternativas gratuitas e de menor manutenção: Github pages, e redirecionamento dos emails (oferecido pelo próprio registrar do domínio, namecheap) para uma conta normal do GMail. Ainda consigo enviar os e-mails com meu domínio pelo próprio GMail.

      1. Opa!
        Minha hospedagem no hostinger eu abandonei (anos) antes mesmo de vencer para utilizar o netlify (gratuito).
        Ganhei MUITO desempenho na navegação por trocar o wordpress por site estático (hugo).
        O custo que aumentaria seria o conhecimento técnico necessário que eu já tinha.

      2. como funciona para ativar essa função de responder e-mail com domínio no gmail?

          1. Jerônimo, eu consegui configurar, muito obrigado pela dica, mas estou com um problema.

            na hora de configurar ele pede pra configurar um e-mail específico e eu fui e criei um, não tem como configurar um “catch all”?

            ex: criei um usando o eu@will.com

            mas quando vou responder ele só dá a opção do meu gmail e do “eu@will.com” msm eu tendo recebido um email do “mdu@will.com”, é isso msm ou eu configurei errado? teria que criar uma configuração para cada alias?

          2. @Will infelizmente sim, pra este caso, teria que configurar um por alias. :-(

          3. A Cloudflare tá liberando essa mesma opção do Improvmx, a diferença que é mais prático porque pra ativar basta um clique se já tiver DNS lá.

            Pra saída de emails por SMTP no gmail pelo @dominio eu recomendaria a Sendgrid, tem uma cota diária grátis bem aceitável.

    2. Comigo foi o pagamento do Spotify. A única vantagem dele para mim era o uso do aplicativo no Android. Com a pandemia parei de sair de casa, e não fazia mais sentido, então parei de pagar.

      Quando parei de pagar descobri que agora o Spotify Desktop pra Linux permite pular os anuncios (antes só pagando). Criei um script pra identificar anúncios através do Dbus enquanto ouço música, e tenho levado numa boa desde então. Ele toca 5 segundos do anuncio antes de deixar pular, mas é um inconveniente pequeno para mim.

      Já no Android, comecei a ouvir podcasts quando saio ao invés de música, e nao tenho mais Spotify instalado.

    3. O tradicional telefone fixo e tv a cabo, usando directv go

      1. eu to passando uma raiva com o directv go, do nada eles recusaram meu cartão, é a segunda vez que acontece, na primeira vez, logo quando o serviço estreou no brasil eu assinei, no mês seguinte recusaram meu cartão e fiquei alguns meses sem acesso, depois consegui assinar de novo, fiquei alguns meses usando mas em dezembro recusaram meu pagamento novamente e estou até agora sem acesso, desde então todo dia eu mando DM pra eles no twitter, mas sempre falam que abriram chamado e pedem pra usar um cartão físico.

        1. Eu acabei de receber um e-mail deles recusando meu cartão! Tomara que eu consiga resolver fácil…

          1. eles tem que mudar a empresa de processamento de pagamento, pq vejo muita gente reclamar disso.

      2. Eu fiz esse movimento semana passada também. Cancelei os serviços da Claro (que a internet estava sofrível aqui), e contratei uma Oi fibra que tá ótima, e o Directv Go pros canais. A única ressalva é q o app da Directv Go na minha smart LG é meio bugado e lento.

    4. Eu tinha o plano estudante no app Spotify quando fazia MBA e, após concluir o curso, tinha que mudar para o plano mais caro.
      Eu cancelei e até o momento não estou sentindo falta, tenho o plano premium do Deezer incluso no plano da minha operadora e, apesar de eu achar inferior ao Spotify, está me atendendo bem como alternativa.

    5. Telefone fixo. Desde que comecei a morar sozinho, não vi mais sentido em usar, até porque antes da pandemia eu passava a maior parte do dia fora. Daí se alguém precisa falar comigo, é celular ou WhatsApp.

    6. Difícil falar isso quando os ganhos são justos ao que se gasta… :\

      Na verdade, o que mudou foi parte de onde vão os gastos. Se antes eram para a linha fixa com ADSL, hoje foi para a Fibra Ótica.

      Tinha uma época que eu tinha celular com 3 chips. Mas isso acho que já faz 10 anos, antes do Whatsapp dominar o mercado.

      Ultimamente tenho dois chips pois estava cogitando migrar de operadora. Mas no final a outra operadora que escolhi (Correios Celular) tem muita área de sombra e problemas no 3G (não tenho 4G).

    7. Pessoal já comentou aqui, mas o estático tá na moda (JAMstack) então faz muitos anos que não pago mais por hospedagem compartilhada.

      Spotify também troquei pelo Youtube Music.

  29. Agora que as indicações de leitura estão espalhadas no site, e não mais na newsletter, deixei de publicar aquele pedido às quartas-feiras de leituras longas legais que vocês fizeram. Aí pensei: “Por que não fazer o pedido no post livre?”

    Então, digam aí: que leituras longas legais da última semana vocês indicam?

    1. Pegando o gancho da indicação de leitura que repassei no outro comentário, gostaria de sugerir essa (antiga) entrevista da Tara Westover (autora do livro), falando sobre a eleição do Trump. Em resumo, enxergando isso não como causa, mas sim como um sintoma de um problema muito maior: a cisão da sociedade como um todo em 2 mundos muito distintos: cidades modernas, com empregos “digitais”, e áreas rurais onde o emprego e as expectativas de futuro estão cada vez mais escassos.

      https://www.theatlantic.com/magazine/archive/2019/12/tara-westover-trump-rural-america/600916/

    2. Comecei 1984 esta semana e já estou chocado com o livro. Recomendo muito.

      1. eu li ano passado e cumpre o que todo mundo fala, que o livro é sensacional.

      2. Quando eu li o meu exemplar era da escola, tinha a capa preta, pois a original tinha estragado. Quando Winston lê um livro ‘revelador’ de capa preta foi surreal eu estar fazendo a mesma coisa. Kkkk

        1. Estou no começo, então ainda não saquei a referência. Mas eu peguei o livro emprestado da faculdade e a capa dele é LINDA. A edição é de 2019 pela companhia das letras.

        1. É verdade, né. Por mais que possa soar como paranóia, também não dá pra confirar em quase nada que tenha a ver com esse mandato .

          1. Tanta coisa soava como paranóia em 2013 e né …

            E essa falha ajuda MUITO os antivaxx do governo Bolsonaro pra eu não pensar em segundas intenções …

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