Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #301

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Os comentários fecham segunda-feira ao meio-dia.

279 comentários

  1. Trabalho com um cara que têm uns 50 anos, bolsominion ferrenho, o mesmo trabalhou muitos anos como “técnico” de informática….
    Essa semana ele estava instalando um PC pra lançar a produção e revisão de equipamentos… Aí ele foi baixar o google drive para ter acesso as planilhas e documentação… Ele abre o Chrome, digita ‘google’ na barra de endereço, clica na sugestão que leva ao google, no campo de pesquisa do google ele digita ‘google drive’, clica no primeiro link que é um anúncio e leva até a página pra criar uma conta no google drive….
    Eu tava olhando aquilo e quase sangrando pelos olhos! tive que me afastar do ambiente. kkkkkkk.
    O cara parou no tempo, tava até sugerindo um PC com AMD Athlon pra um rapaz que queria um PC gamer kkkkk.
    É isso ai pessoal, cuidado para não ficarem defasados na sua propria área. kkkkk

    1. Nem sou da area mas pelo amor… Que volta que o maluco deu!. Deve ser vicio , mania que deixa nos caras das antigas…tem um outro nome tb isso…enfim…

    2. eu só não conto as histórias que eu conheço porque seria extremamente antiético

      mas olha

      eu te entendo: às vezes é difícil ter paciência com isso — considerando se tratar de um profissional, não de um usuário leigo

    3. isso me lembra vem a página do “Vida de Suporte” hahahahha histórias desse naipe…

    1. O problema não e a câmera de segurança, ela seria útil se eles realmente fossem ladrões. Mais sim o caráter das pessoas, o brasileiro precisa evoluir muito e as leis brasileiras também, ser acusado de ladrão, perder o emprego e ser desmoralizado em público, deveria ser crimes que merecem indenização de 10 mil, como pediram, e uns 8 anos de prisão para o responsável. E a culpa também e das pessoas, acabei vendo um caso recente aonde por causa de boatos do Facebook e whatsapp, uma mulher foi espancada. Esse e o nível de burrice e imoralidade. Me desculpa pelas palavras.

      1. Existe dois problemas que geraram tudo isso:

        1.º: O fato de que infelizmente no Brasil a gente desconfia de qualquer um, com isso INFELIZMENTE gerando situações como esta. Só não desconfiamos quando é “amigo/conhecido/parente” ou quando a pessoa aparenta ser alguém “bonito ou confiável” – nisso cabe uma discussão a parte.

        2.º: Não sabemos lidar direito com as situações de risco ainda. Qualquer situação que a pessoa pensa que possa ser um problema para ela, muitas vezes ela não tem a orientação que precisa para evitar algo como isso – no caso expor profissionais a serviço que foram apontados com criminosos. Detalhe que de fato há uma justificativa para barrar eles – há crimes onde as pessoas se disfarçam de profissionais e com isso assaltam residências. No entanto, a falta tanto de orientação quanto de EDUCAÇÃO dos porteiros e responsáveis gera esta situação. Se o porteiro (ou os profissionais de segurança ou até mesmo os responsáveis do condomínio) fosse(m) educado(s), bastaria uma ligação na empresa de energia – sim, demora, mas se faz necessário. E claro, pedir as devidas identificações de forma correta – pelo que li na matéria, é um sistema de portaria eletrônica, então não tem porteiro no acesso (aparentemente). Neste caso bastaria pedir para alguém do prédio ir atender com a devida segurança.

        Enfim, o problema não é nem só de ter câmeras, mas sim da nossa cultura, que desconfia do outro de uma forma ruim.

        (Eu desconfio que há um ponto extra, que pode ser por exemplo alguém do condomínio que não queria que desligassem a luz, e aí fez a fake news)

        1. Entendo o ponto de vocês, mas não concordo. Acredito que ter tantas câmeras em tudo que é lugar é parte do problema sim. Vejam que não é incomum ver vídeos na internet de pessoas pagando mico e sendo flagradas por câmeras de segurança.

          “Ah, mas o problema não é ter camera, a câmera serve pra se proteger, o problema é quem usa a câmera pro mau.” – Troquem nessa frase a palavra “câmera” por “arma” e será exatamente o argumento muito utilizado por um outro grupo por aí.

          1. Eu trocaria este ultimo parágrafo por um outro tipo de argumentação, até porque hoje entendo que qualquer coisa pode ser uma arma – mas claro que armas de fogo é uma situação a parte e por mim, ou que se proíba e faça o devido controle, ou se libera e aí vou… bem [censurado]

            Acho que na verdade o melhor argumento sobre câmeras é lembrar das distopias mais famosas e citadas para a pessoa se passar por inteligente – que nem tou fazendo agora :p . Falo de “Admirável Mundo Novo” e “1984 / Grande Irmão”.

            Em ambas as distopias, se usa a tecnologia para tentar “normalizar” o comportamento padrão das pessoas – em 1984 é a plena vigilância e medo, incluindo aí o uso de câmeras (Teletela); e em Admirável Mundo Novo no caso as tecnologias de criação de pessoas (criação por “raças”), estudos comportamentais e padronização plena de comportamentos humanos baseado em recompensas positivas ou de redução de negatividade.

            Em 1984, as pessoas são instigadas a desconfiarem umas das outras. O risco de você ser denunciado, mesmo fazendo algo “correto” mas a pessoa implicar com você por qualquer coisa boba, é alto.

            Nisso cabe o exemplo que tu trouxe: ao invés das pessoas do condomínio pensarem com calma o que pode ter sido e feito os procedimentos que se devem, (aparentemente – aí cabe uma suposição também) resolveram falar que tais profissionais na verdade eram criminosos. Isso soma-se também a preconceitos antigos – a pessoa vê o profissional e se depara com algum estereótipo na qual ela relaciona como se tal estereótipo = a pessoa ser criminosa.

            Estou escrevendo todo este texto prolixo (que vou manter… :p) e aí me lembrei de uma situação até similar em certos aspectos – no caso, alguém que foi convidado para ser informante do FBI, recusou (e acabou no impulso contando para um parente sobre), e o FBI acabou “sujando o nome” do cara em retaliação. https://theintercept.com/2021/12/28/ele-rejeitou-oferta-informante-fbi/

            Enfim, aproveito para dizer que o Ghedin está certo – a gente acaba ligando o “modo viralata” e ignora que somos seres humanos e nossos comportamentos de alguma forma tem seus padrões, seja aqui, seja nos estates, na china ou na sibéia.

            A então “arma” aqui poderia ser tanto a câmera de vigilância, quanto a câmera do celular de um vigilante presencial que não tenha ideia de como agir em situações como essa, pode ser o (apenas) testemunho de outras pessoas que estiveram na situação (este tipo de coisa na verdade é o que gera inclusive prisões ilegais de negros, diga-se).

  2. Fiquei descepicionado com o Ghedin. Esperava encontrar um cara usuário de Linux, projetos open source, android… Mas só deu applemania.

    1. E qual o problema? Ele continua tendo interesses semelhantes que o nosso.
      Vc criou expectativa em algo que sua mente presupos.

    2. Não sei se é a idade, mas a cada dia que passa eu me torno uma pessoa mais e mais pragmática. Isso significa entender que pessoas diferentes têm necessidades diferentes e, no fim do dia, o que todo mundo quer é algo que funcione para elas para que elas executem e e concluam as suas tarefas. Para mim, é Linux; para muitos amigos meus, é macOS. Te convido a pensar e se abrir um pouco sobre isso.

      1. Claro que pessoas tem necessidades diferentes Ana, não discuti isso. Só que a realidade foi diferente dos meus sonhos com Ghedin.

  3. O que vocês acham das empresas que utilizam o WhatsApp como meio de comunicação com seus funcionários (telefone pessoal)?

    Eu não utilizo, aliás não utilizo nada que seja do Facebook. É muito legal ver a reação das pessoas quando eu digo que não tenho WhatsApp.

    1. Em 2015 eu trabalhava numa empresa que adotou o WhatsApp não apenas como meio de comunicação, mas também como ferramenta para alguns controles no dia a dia. O resultado foi ansiedade 24/7.

      A empresa ficava aberta até as 21h e eu trabalhava até as 18h, então mesmo depois do meu expediente chegavam as mensagens da galera no celular.

      Era um inferno na terra.

    2. Terrível. Eu comecei numa nova empresa e não pretendo passar meu número.

    3. Não é o ideal, mas meio que é difícil fugir disso, especialmente em micro e pequenas empresas. Ano passado eu e a Jacque debatemos esse assunto no Guia Prático sob outro prisma, o do profissional liberal/autônomo. São raros os casos em que alguém pode abdicar de um negócio por recusar-se a usar esse ou aquele aplicativo. Nós sentimos na pele — eu preferiria jamais usar o WhatsApp ou o Google Meet para entrevistar pessoas, conversar com assessores e outros rolês do tipo, mas… né… fazer o quê.

  4. é tenso que os redes sociais se tornaram lugar centralizado dos informações e novidades…
    antes navegava entre sites para descobrir novidades legais
    agora tem ir ao algum rede social que se tornou centro dos informações.
    cara eu adorava passear e buscar para saber agora não sei mais fazer isso…só tenho o mente em ir ao rede social para saber tipo reddit.

    1. Na verdade eu tento me informar mais pe… a quem quero enganar?

      Estou no twitter por um destes motivos. Se bem que eventualmente vejo G1 e UOL (os únicos que ainda tenho alguma paciência de ver).

    2. Isso é um tristeza que também compartilho, anos atrás realmente surfava na internet e hoje, mesmo já não usando redes social (com excessão do whats) essa sensação de não conseguir navegar mais na internet quanto antes, de sentir a internet muito menor e limitada, não passa mais.

  5. Sobre o canal do Manual no Telegram: não incomoda um pouco o fato de uma das reações mais populares é o emoji de cocô 💩? Digo, muitas notícias de fato merecem uma reação negativa, mas acabo tendo uma impressão estranha que as pessoas não aprovaram aquele conteúdo, tal qual um vídeo do YouTube que recebeu muitos dislikes (talvez não por acaso, o número de dislikes foi removido no YouTube para o público, e o Facebook nunca implementou o botão de dislikes). Faz sentido o que eu falei?

    1. Eu também estava achando estranho, mas não tinha associado com “não gostar”. É um coco simpático, não parece negativo! Pensamentos escatológicos abundam… :D

    2. Tem o efeito contrário também. Por exemplo o LinkedIn não tem opção de reações negativas, aí o cidadão coloca “fui demitido” e nas reações um monte de joinha.

      1. Vejo dessa forma também! Como assim as pessoas estão celebrando que o cara foi demitido??? “To na rua” “Curti! 👍”
        Acho insano…

    3. Curiosa a indagação, Diogo. Fiquei pensativo. Sempre encarei as reações como algo mais instintivo mesmo, como o próprio nome denuncia — o que a pessoa sente ao ver aquele post. No meu entender, a reação se baseia muito mais no assunto do que no suporte (no post, no meu texto, no Manual do Usuário). Os assuntos dos posts cheios de cocôzinhos (o que estou escrevendo) corroboram essa impressão — é sempre alguma bobagem com criptomoedas/NFT ou alguma cagada do Facebook que recebe esse tipo de reação.

      1. Não sei… fico pensando no que o emoji de cocô se traduziria em reação, tipo “que bosta” ou “não gostei”. Acho que eu não teria a mesma sensação se fosse um emoji de raiva ou de vômito… vai ver é apenas uma aversão escatológica mesmo.

        1. Podemos dizer que a culpa disso também é de um certo personagem político cujo nome rima com o emoji.

  6. Usuários de Android, vocês preferem a navegação por botões ou por gestos?

    1. A pergunta é: como navegar por botões em uma era de Touch?

      Sim, eu sei que dá para configurar o botão de volume para rolar tela, mas já tentei isso e foi meio desconfortável

      1. Os botões no caso são os de navegação do Android.
        Agora, navegar pelos botões de volume deve ser uma tortura. Me dá agonia só de pensar.

        1. Ah, quando você fala de gestos, pensei que falava dos gestos para rolar tela por exemplo. Não gestos tipo “entre em aplicativo desenhando um G” ou “use três dedos para tirar um print”.

          Eu prefiro usar “botões” do que “gestos” porque ao menos tenho a certeza do caminho que vou trilhar. Um gesto pode ser errado ou mal interpretado pelo aplicativo.

    2. Eu costumo usar pelos botões, mas isso depende do celular, já tive celular que fazia mais sentido usar por gestos (tipo o S9), mas no LG G7 eu prefiro botões.

    3. Desde que esse sistema de gestos surgiu, não volto mais para os botões. Acho bem mais prático. No entanto, não vejo mais ninguém usando gestos no meu círculo de pessoas e parentes, o que me faz pensar se essa funcionalidade tem algum apelo ou se as pessoas não entenderam como usar…

      1. De minha parte, nunca entendi para que usar se o botão de voltar ou de home estão pertos do dedo. É mais simples do que fazer um jutsu de Naruto com dedos na tela (IMHO).
        Mas claro que acho que isso é só costume. Como você usa e pq você acha mais simples do que os botões de voltar/home?

        1. Olha, não nego que o costume ajudou bastante. Até porque dar um toque no botão de voltar é bem mais fácil do que fazer o gesto de voltar (arrastar da lateral da tela para o meio). Mas no meu caso, eu prefiro manter os botões ocultos da tela. E tem outra coisa bem legal nos gestos que dá pra alternar entre apps simplesmente deslizando na parte inferior da tela.

          Eu lembro que já utilizava gestos no Moto E4, no próprio leitor de digitais na frente da tela: deslizar para direita, voltar e esquerda, apps abertos (acho que em outros celulares da Motorola tinha isso também). Achava bem prático desde aquela época.

      2. Acho que as pessoas simplesmente usam a forma que vêm por padrão. Mas eu, particularmente, não me adaptei aos gestos não.

    4. Gestos. Habilitei uma vez pra ganhar um pouco mais de tela e me acostumei.

    5. Quando comecei a usar meu Motorola One Fusion achei estranho no começo e um pouco desconfortável fazer tudo por gestos, mas depois de alguns meses me acostumei.
      Agora faz uns dias que vi que posso trocar para botões virtuais rsrs . Vou continuar nos gestos.

    6. Acretido que seja costume e modelo de aparelho. Acretido que meus avós e minha mãe não se acostumaria com gestos tão fácil assim, então nem levo em consideração em ensinar.
      Eu gosto de gestos, no meu mais novo celular eles colocaram uma película que possui bordas pretas maiores que a ideal. Então se eu colocar botões, eles acabam ficando quase pela metade. A barra inferior da navegação por gestos acaba corrigindo esse problema com a película!

      1. Oi Anna! Fiquei curioso. A tela amoled facilita alguma coisa pro uso de gestos?

        1. Creio que é por causa do burn-in da tela, porque na navegação por botões, eles ficam estáticos o tempo todo.

    7. Eu preferia botões quando eles existiam fora da tela (especialmente aqueles capacitivos).

      Quando o padrão do android mudou pra botões virtuais na tela tive que me render aos gestos. Pra mim funciona melhor porque não preciso ser tão preciso na hora se acionar e não perco o espaço na tela que os botões ocupariam.

    8. Tentei usar gestos por um tempo, mas percebi algo que me incomodava, a capinha.

      Normalmente elas são um pouco mais altas que a tela e de alguma forma atrapalhava.

      Procurei uma capinha mais parecida com a que veio no Galaxy S10e da minha esposa e não achei.

      Acabei voltando para botões.

  7. Pessoas que usam Windows, estou tentando montar um post/lista com aplicativos legais, mas pouco conhecidos. Como estou há mais de meia década longe desse sistema, queria pedir a ajuda de vocês. Tem algum aí que merece ser mencionado?

    1. Como sou das antigas, ainda acho o Foobar2000 um dos melhores aplicativos de música para Windows. Além de ser de código aberto, permite vários ajustes.

    2. Everything. Programa prático e veloz para indexar e pesquisar arquivos. Gratuito e sem propagandas.

    3. Dos utilitários do dia a dia que gosto muito são Advanced Renamer e Greenshot.

    4. Gosto muito do PowerToys da própria Microsoft pra dar várias outras funcionalidades. A que me atraiu nele é a Fancy Zones, que permite mapear seu(s) monitor(es) da forma como quiser. Já tinha usado uns outros programas antes mas achei a integração desse a melhor.

      Para PDF eu uso o SumatraPDF, acho imbatível na velocidade.

      Assim como o Adorotecnologia, o Foobar2000 tem meu voto.

      Pra captura de tela eu uso o ShareX. Mas na verdade nunca me aventurei muito no snipping tool do próprio Windows para poder comparar e dizer quem é melhor.

      Uso também o OpenBoard como um quadro branco digital. Funciona muito bem com mesa digitalizadora. Recentemente descobri que ele até importa PDF (mas transforma cada página em imagem), o que me deu várias idéias interessantes…

    5. O mais desconhecido que eu uso creio que seja o ShareX, é um programa de screenshots (que grava a tela e salva em vídeos e Gifs também), mas acho que o maior apelo dele é já enviar a imagem para serviços online populares automaticamente (tipo Imgur). Ele tem outros utilitários no próprio programa que acabo usando de vez em quando, como leitor de QR code, reconhecimento de texto em imagens e seletor de cores.

      1. Pra ver como meu uso do ShareX era raso… eu nem sabia que ele fazia isso tudo!
        Gostava do fato dele salvar um arquivo da captura parcial, que é praticamente a única coisa que uso dele.

        1. Sim! Ele permite também inserir texto, desenhar e destacar áreas na tela, que eu uso bastante, mas essas creio que são funções básicas para qualquer programa do gênero.

    6. Não sei se vai ajudar mas uso esses aqui:
      * Qbittorrent
      * Jdownloader
      * Paint.net
      * Steam
      * Telegram Desktop
      * VLC

      3:)

      1. Paint.NET é um dos programas que eu sempre costumo instalar sempre que eu formato o PC. É sempre uma mão na roda pra uma edição básica que precisa de alguns efeitos adicionais. Consegue ter algumas funcionalidades como camadas e selecionar áreas com varinha mágica sem ser tão complexo quanto um Photoshop.

        1. PaintNet é muito mão na roda…

          tanto para usuários iniciais aos avançados na edição de imagens (acho)…

  8. estou profundamente arrependido de ter comprado um Samsung s10e.

    eu sabia que a bateria essa uma bosta mas não que ia virar uma bosta x3.

    Será que consigo vender ele por alguma coisa?

    vou pegar um Android mediano com tela lcd (se quebrar tem conserto) e bateria mais gigante possível . odeio ficar com celular carregando em Cabo.

    1. Vender android usado é horrível.
      Vão te oferecer pouco e vc vai ter dificuldade pra passar em frente.

      1. Mas é isso mesmo, faltam duas coisas em celulares Android que tem nos iPhones:
        1- Status.
        Pode ser o galaxy S21 ultra, o Z fold 3 ou seja lá o que for, Android não tem status. IPhone tem, as pessoas te olham diferente se tu tem um iPhone (ou se fala que usa). Sem status = desvaloriza.
        2 – Atualizações a longo prazo.
        Essa aqui a Samsung tá fazendo a parte dela, botando 3 atts de Android pros galaxy S, Note e pra alguns galaxy A, mas em geral são 1 ou 2 atualizações. No entanto, iPhone tem 5 ou 6 anos de atualizações de software. Sem atualização = desvaloriza de novo.

        Devem ter outros fatores, mas vejo esses como os principais.

    2. Em alguns sites, dizem que fora mais q 14 horas de bateria. Quando tempo vc consegue?

    3. Cara eu era apaixonado pelo s10e, mas desisti de pegar justamente por causa da bateria.
      Hoje uso um galaxy A22 e apesar do celular não ter 30% da potência de um s10e, tô muito feliz em poder usar eles por 2 dias seguidos em uso leve e fazer 8h de tela.
      Meu próximo celular vai ser algo mais potente (sinto falta de fluidez, apesar do A22 ser ótimo) E com bateria grande.

  9. Alguém poderia me dizer como bloquear o Windows 10 de atualizar? Sempre que ele quer, atualiza e desconfigura o drive do chipset. Ryzen 7 9350h. Está num Nitro 5, sério. Esse notebook com processador amd só tá me dando dor de cabeça.

    1. O WinAero Tweaker e o O&O ShutUp tem funções de bloqueio de atualização.

      Salvo engano, no My Digital Life (forum) tem o script para reduzir ou controlar as atualizações.

    2. Marque sua conexão de rede como limitada. Ele não baixa atualização quando “acha” que é uma rede com franquia.

    3. Manooo
      Quando eu fui comprar meu Nitro 5, quase peguei esse igual o seu.
      Mas dei preferência para a placa de vídeo e acabei pegando um com a GTR 1660Ti e o i7 10750H.
      4 meses e só alegria.

  10. Pessoal,

    Com a previsão do retorno para o ensino presencial, me vi pensando em questões de mobilidade para carregar o notebook pra cima e pra baixo. Eu usava um notebook gamer com quase três quilos de peso no home office, mas agora, com essa perspectiva, troquei para um Galaxy Tab S7, que pesa exatos 500g. Está sendo uma experiência curiosa fazer tudo nele, mesmo porque é como se eu estivesse trocando Windows por Linux. Utilizo em um monitor externo via adaptador USB-c/HDMI, com teclado e mouse Bluetooth. Queria saber se alguém já fez essa troca para o super mobile e se pode me relatar as experiências.

    Obrigado!

    1. Eu fiz, troquei meu notebook pessoal por um Xiaomi Pad 5. A adaptação não foi tão difícil, porque boa parte dos apps que uso na minha rotina ou tem versão web ou pra Android.

      Quando comprei o tablet, meu foco não foi usar no trabalho porque já tenho um laptop fininho da firma. Mas, uns meses atrás, sofri um acidente que comprometeu os movimentos da minha mão direita, então usar o mouse ficou bem difícil pra mim.
      Na empresa as aplicações são totalmente integradas ao Microsoft 365, e quase todos os apps da MS funcionam em modo PC em telas grandes (o tablet tem tela de 11′). Daí resolvi deixar o notebook de lado e trabalhar usando a tela de toque, que acabou se revelando muito mais confortável. Consegui até montar uns relatórios no Word e Excel no tablet, olha só!

      Hoje já estou recuperado e voltei a usar o notebook do trampo. O pessoal estava encostado até semana passada quando mergulhei no vício chamado Age of Empires 4. Mas fora isso, não uso ele pra mais nada.

      1. Primeiramente, desejo melhoras e plena recuperação pra você. Em segundo, que relato interessante! No seu caso, o tablet respondeu ainda a uma questão de acessibilidade!

      2. Fiz esse teste ano passado quando meu computador pessoal (desktop) passou um mês na manutenção.
        Passei esse tempo com um iPad e o teclado externo. Fiz um curso online de UX writing, li emails, escrevi artigos no blog, além da navegação usual. A manipulação de arquivos e a alternância entre mais de 2 apps são complicados. E não tem como quebrar linha dentro de uma célula no Google Sheets. De resto, uso cada vez menos meu computador pessoal: para declarar IR, editar vídeo e armazenar arquivos e fotos. Agora, se fosse para trabalho não sei se ia dar certo.

    2. eu fico ensaiando de fazer isso, mas não executo; porém o rodrigo s toledo tem um canal no youtube https://www.youtube.com/c/RodrigoToledorodrigostoledo que falou bastante sobre isso. Em android e iPadOS; o escolha segura lançou um vídeo essa semana falando isso e tem outros vídeos sobre o assunto, a canal tech também, mas meio que só de forma negativa.

      Meu problema que consegui ver tablets de amigos é que não dá para rodar no androido duas instancias do mesmo app, como por exemplo dois word e dois excel, teria que ter dois apps, para isso; O que até agora daria com o office e os outros apps específicos da MS; ou ainda os genéricos como onlyoffice. parece que no iPadOS muitos apps não tem essa limitação.

  11. Pessoal, bom dia!

    2022 começando e eu tenho uma curiosidade: quais aparelhos celulares vocês usam? Estão com eles há quanto tempo? Quais são suas opiniões sobre?

    Começando: eu tenho um iPhone SE 64GB, comprado em agosto do ano passado. Acho a experiência de uso ótima, sendo pequeno e poderoso. Apesar de não contar com uns recursos mais avançados, como múltiplas câmeras, funciona a contento e não me deixou na mão até hoje (não que eu me lembre). Minha única reclamação é a bateria, mas isso já era de se esperar.

    E vocês?

    1. Xiaomi Mi A2, comprei pelo custo benefício, menos de R$900,00 à época com especificações de aparelhos de R$1.600,00 + ou -, também por ser Android One.

      O aparelho em si é ok a câmera é bem melhor do que os meus anteriores (motorola G1 e G5) e vem com poucos APPS Xiaomi, a maioria eu inclusive consegui apagar. A conectividade, porém, é porca, Wi-fi é um lixo, locais da casa em que o A51 da consagrada funciona bastante bem o meu sequer pega.

      Acredito que vá migrar para Samsung no próximo aparelho, mas quero ficar pelo menos 3 anos com esse. (Vai completar em junho agora.)

    2. Moto X4.

      Para o meu uso, que é basicamente navegar na internet, aplicativos de bancos, podcasts, email, Spotify e WhatsApp, tá mais do que bom. É um aparelho com um tamanho que me agrada bastante. As fotos estão ok para mim. É isso.

      Não pretendo trocar tão cedo, visto que já até consegui uma bateria original extra para quando a minha ficar ruim (atualmente está com 79% de vida e chega a durar dois dias).

    3. Uso um Galaxy Note 10 Lite

      As câmeras são ok, a bateria é muito boa (no início durava 2 dias na minha mão) e a canetinha as vezes salva. Com o trabalho remoto, as vezes é muito cômodo abrir um Google Jamboard e ir desenhando e explicando alguma coisa com desenhos

      Quando fui trocar estava entre ele e um iPhone SE. Admito que a falta da resistência a água no Note faz falta e que acho ele muito grande!

    4. tenho um redmi note 7 comprado em 08/2019 e me atende muito bem, como não jogo o processador antigo e a falta de bateria não me afetam, então está ótimo para mim, só pretendo trocar quando ficar inutilizável.

    5. Tenho um Mi9T comprado em 2019 e um Mi Mix 2 de 2017, sendo que o 9T é meu aparelho principal. Hoje o 9T já sente os efeitos do tempo e não me atende mais tão bem como antes, só que minha namorada ameaçou terminar comigo se eu gastasse dinheiro com um celular novo antes de casar.

      Então resolvi ressuscitar o Mix 2, que ainda entrega uma performance de top de linha mesmo depois de tantos anos. Comprei capinha e película novas, fiz uma limpeza e instalei nele a Lineage OS 18.1 com Android 11. Todos os meus apps de banco e Google Pay estão funcionando perfeitamente sem root, coisa rara em custom ROM hoje em dia. A única coisa que perdi foi o Samsung Pay no smartwatch, que já não usava muito.

      Hoje as únicas coisas que me deixam reticente em usar o Mix como aparelho principal são:

      – A câmera que é bastante inferior (mas dá uma melhorada legal com a GCam);
      – E a bateria, que já não tinha muita capacidade originalmente, deu uma desgastada e, além de ser bem difícil achar uma original nova hoje, tenho um baita medo de trocar e o bichinho pegar fogo.

      De resto ele supera o 9T em absolutamente tudo: Perfomance, som, não usar a MIUI etc.

      Esses 2 problemas dele que apontei são até contornáveis, então vou tentar fazer a transição do 9T pro Mix. Daí depois de pedir a digníssima em casamento, troco de aparelho de vez.

    6. Eu acabei de trocar um S10e por um iPhone 12. Nada e reclamar naturalmente, muita gente fala que não muda nada ter SoC mais novo se não joga, mas é perceptivelmente melhor navegação web e apps em geral.

      O S10e tinha um hardware legal, mas a bateria era ruim e já estava péssima depois de + ou – 3 anos de uso. Pensei em trocá-la, mas aí esse ano a tela ficou esverdeada…aí decidi mudar de aparelho mesmo.

    7. Tava com um Galaxy A51 no início de janeiro… até quebrar a tela e morrer 🙃
      Na pressa, tentando achar um celular bom e relativamente “barato”, peguei o Galaxy A32. Me surpreendi. Achei mais fluído que o A51, a bateria dura muito mais e para meu uso casual, está ótimo. Só não esperava um gasto desses no começo do ano, mas acontece.

    8. Estou com um Realme 8 5G desde agosto mais ou menos (peguei numa promoção de lançamento). Não tem 5G na minha cidade ainda, acho que só em 2023, mas decidi dar uma chance para a marca já que Samsung, Motorola et al. não tinham nada que me fizesse brilhar os olhos.

      É um aparelho bom, mas com alguns bugs e limitações. A tela é IPS e a câmera é apenas boa.

    9. Tenho um Xiaomi A2 lite desde 2018. Por mais que não tenha mais atualização pela Xiaomi, tem custom ROM para ele, me atende perfeitamente, seja para o trabalho, estudos, fotos, conversar, alguns jogos, é um aparelho de 2018 que funciona bem, que a bateria ainda tem uma boa autonomia, tira boas fotos, tem um tamanho bom, então estou feliz com ele :)

    10. Tenho um Galaxy S10+ comprado em nov/2019.

      Tinha um preconceito com a Samsung (Deus me livre TouchWiz) que morreu quando comprei esse aparelho, escolhido por falta de opções premium Android na época ele me surpreendeu bastante. A única reclamação é o fato de vir com exynos aqui que esquenta mais com menos performance. Comprei pelo desconto do plano da Claro, então foi bem mais barato que o valor de lançamento também.

      Hoje ele recebeu o Android 12 (foi lançado com o 9) e é a última atualização grande que vai receber, com a bateria mostrando cansaço também, devo aproveitar os bônus de lançamento do S22 (que dizem virá com snapdragon no Brasil) pra trocar de celular.

    11. Tenho um Galaxy Z Flip3. Usava um Note10, mas em novembro passei numa loja da Samsung, vi o programa de troca deles e saiu bem barato. Quis arriscar num dobrável e olha, a experiência ta sendo excelente.

      Claro, ainda é caro e não tem nada que justifica muito, mas eu acho tão legal e a experiência bacana que não me vejo mais usando um celular não dobrável. Tenho um iPhone 7 pra testes no trabalho e direto ao querer apagar a tela, me vejo fazendo movimento pra tentar “dobrar” ele.

    12. Tenho usado um Moto G7 Play que ganhei no natal de 2020.
      Antes de completar um ano a tela já estava com complicações e não sei, não gostei da coisa. Talvez tenha deixado mesmo é gostar de celular, antes desse usei um J5 Pro, um Redmi 2 e um Iphone 5C.

      O J5 Pro ganhei usado de um familiar, dum dia pro outro apagou a tela, me assustei e vendi.
      Depois de venda, peguei um Redmi 2 Pro (vulgo Wingtech alguma coisa) e botei pra rodar o LineageOS 17 nele até que a temperatura subiu muito e me assustei – voltei a mexer com ele esse mês.
      E o Iphone 5C, comprei usado em 2018 quando já não atualizava mais o iOS.

      Ultimamente tenho ido nesse caminho, de explorar o desgosto por celular. Atualizei alguns aplicativos desse Iphone 5C e vamos ser se consigo deixá-lo no bolso para sair na rua, enquanto o G7 fica para trabalho.

    13. Tenho um Redmi Note 8 há um ano. Tem me atendido muito bem. Quando comprei pensei em “limpar” os apps nativos, mas deu preguiça e fui deixando (mesmo sem usá-los).

    14. galaxy S20FE; mas a bateria não dá para o dia todo não e ele esquentava muito com as câmeras ligas a ponto de fechar o app, agora só esquenta.

      E o DEX que foi o que queria usar no celular nunca consegui usar direto uso um pouco faço minhas coisas e depois ele começa a fechar os apps por esquentar muito… devia ter levado ele na assistência… fora isso é bem rápido, e não falta espaço para o que uso.

      Esse ano peguei uma watch 4 está sendo bem interessante, a bateria dura mais do que esperava, e é legal ter mais métricas de saúde, porém ouvir musicas e podcasts no relógio esquece…

      Enrolando para ver o iOS, mas falta coragem financeira rsrs

    15. Saí de um iPhone 7 comprado em 2020 pra um iPhone 12 comprado no finalzinho de 2021 e não tenho nada a reclamar quanto à desempenho/usabilidade/câmera.

      Aliás, tenho sim, meu “first world problems” com o 12 é porque o acesso biométrico dele é só com Face ID, o que na época de pandemia e uso de máscaras acaba sendo um empecilho hahahahaha.

    16. Xiaomi Redmi Note 10. Estou com ele há uns 8 meses, acho. Comprei por R$ 1400 e peguei pq ele tinha mais espaço de armazenamento do q o anterior, o “celular com nome de princesa”, o Asus Zenfone Max Pro M1 (olha como é grande).

      Esse eu comprei em dezembro de 2018, quando o Moto Z2 Play (que era o anterior) pifou com menos de um ano de uso (e a alegação foi que a placa queimou por causa do suor do meu rosto!). O Asus ainda tá aqui, virou o celular de backup da família (o Nexus 5, que veio antes desses, foi vendido no ML recentemente).

      É um bom aparelho. A autonomia de bateria é ótima. Não jogo no celular, tirando Tetris e outros jogos simples. Não me importo com a câmera, já que eu tenho uma cämera de lente fixa e superzoom, uma Canon Powershot SX50HS. No resto, tem atendido bem, ainda mais que não tenho Facebook.

      Minha bronca é ter q ficar com a MIUI e n ter conseguido (ainda) trocar o sistema, por o LineageOS nele… É o primeiro Android q eu tenho e q n troquei o SO ainda.

      E pq trocar o sistema? Pq o sistema antigo estava lá, ora. :-D

    17. Atualmente estou com um Samsung Galaxy S20 FE, adquirido em setembro do ano passado.
      Antes dele, fiquei com um Xiaomi Redmi Note 7 por 2 anos e meio, e o vendi em perfeitas condições por R$ 700,00.
      Recomendo ambos modelos e ambas marcas.

    18. Estou com um iPhone SE (2020) como celular principal e um LG G7 ThinQ como celular secundário.

      1. Como vai esse G7, Gimiliano? tipo, do seu uso para ele, como tem se saído.

        1. Então e-mersona, por ser um celular secundário, tenho usado bem menos que o iPhone. Enfim, tenho usado para coisas pelas quais eu não gostaria de poluir meu celular principal ou que tem melhor visibilidade lá, tipo, app de vale refeição, google meet, olx, duolingo, etc, mas tb tenho dado preferência pro G7 pra ler já que, a tela é maior. Confesso que a principio o comprei para jogar emuladores de gameboy e ps mas, por falta de tempo não fui atrás de saber como.

          Agora a experiência de uso tem sido muito boa, claro que os concorrentes (vide S9) tendem a ser melhores, principalmente pela péssima decisão da LG em continuar usando uma tela IPS em vez de uma AMOLED, mas a tela continua sendo surpreendente.

    19. Uso um Realme c25 que comprei em Julho ou Agosto de 2021, logo quando foi lançado aqui no Brasil. Na faixa de preço dele, foi o com melhor custo benefício que eu achei. Foi uns 800 reais (juntando com um generoso desconto em cashback), e tem 128gb de espaço, 4gb de RAM e Android 11 de fábrica, além de uma bateria de 6000mAh. Bastante satisfeito com ele até hoje.

    20. Tenho um iphone 7 (é um “refurbished product”). Meu primeiro
      iphone, comprei em jan/2018.

      Meu uso é básico, antes da pandemia minha media de tempo de tela era de 2 horas/dia, agora é o dobro, basicamente whatsapp, navegaçao web e email.

      A bateria esta com 87% de capacidade, hoje em dia preciso carrego o aparelho umas duas vezes por dia, mas isso nao é um problema para mim, tem sempre uma tomada por perto e enquanto ele estar carregado eu nao uso, o que é otimo!

      O armazenamento é de 32gb, fazendo uso do icloud (50gb) tenho 7gb de espaço livre no celular.

      Quanto ao desempenho não tenho quase nada para reclamar. O único problema de desempenho que tenho é ao usar o app de musica, o AppleMusic. Para navegar e ouvir as musicas que ja estão baixadas não há nenhum problema, mas quando estou fazendo streaming e ao mesmo tempo começo a fazer varias coisas dentro do app, o aplicativo começa a engasgar até travar de vez, aí so reiniciando para voltar a funcionar.

      De modo geral, estou muito satisfeito com o aparelho.

      1. Cara achei legal seu comentário e seu relato. Me deixou um pouco mais aliviado. Eu acabei de fazer a aquisição de um iPhone7, uso corporativo, baixo uso diga-se de passagem, numa oferta muito interessante. Estou com um Android de entrada da Samsung horroroso de ruim. Meu dilema foi, apesar de me considerar um usuário médio/avançado em Android (embora o meu atual dispositivo deponha contra isso), migrarei para um dispositivo Apple/iOS pela primeira vez, onde conheço pouco ou quase nada. Interface e usabilidade já percebi que varia. Não tenho hábito de jogar em smartphone.. então os 32gb de memória interna me parecem ser suficientes. Me preocupa só a bateria, para quem já teve um Redmi Note 7, Lg X Power.. até o péssimo dispositivo da Samsung que tenho em mãos.. quando comparado aos quase 2000mah deste iPhone7 com 86% de Saúde da bateria me preocupam um pouco. Enfim, espero não sofrer com travamentos e engasgos, que pelo que vc falou são pontuais.

    21. Galaxy S20 FE. Acho ótimo, a experiência é de um topo de linha e o preço foi bem mais justo. Estou com ele há uns seis meses.

    22. Saí de um Motorola One Vision (ótimo, aliás) para um iPhone SE 256Gb mais ou menos no mesmo período.

      O que me levou a esse SE foi… o seu tamanho: ando moto com MUITA frequência (não gosto de me deslocar de carro) e não temos um celular Android novo, com desempenho aceitável e tamanho reduzido.

      Não tenho como reclamar da bateria do SE. Embora seja de menor capacidade do que a do One Vision tem me rendido praticamente o mesmo tempo.

    23. Mesmo smartphone que você e exatamente o mesmo review: belíssimo exemplar em miniatura de uma época anterior às telas com leitor biométrico, processador absurdamente rápido e uma bateria… sub-ótima hehe

      Quando tiver grana vou vender e pegar um iPhone 11, basicamente por causa da bateria.

    24. Um LG Nexus 5X, de 2015 (!!). 6 anos depois de comprado, uma bateria trocada (esgotamento de uso), uma tela trocada (o aparelho nunca caiu mas um dia uma ferramenta caiu sobre ele… fazer o que, né? eheheheh).

      Uso ROMs alternativas desde que comprei e atualmente não tem nada instalado nesse aparelho que não seja útil. Nenhum bloatware e também nada do Google, nadinha. Escrevi um pouco sobre essa experiência em algum Post Livre anterior.

      No ano passado comecei a pensar no que eu quero que meu próximo aparelho tenha (ou não tenha).
      Por exemplo, quero evitar um aparelho com furo pra camera ou notch e gostaria que ainda tivesse conector de fone de ouvido.
      Não me importo com a camera então se tivesse apenas uma camera frontal e traseira, tudo bem.
      O que me importa é que tenha um hardware bom pra durar por muito tempo. Um hexa-core com 2GB de RAM e 32GB de armazenamento era um celular razoável (não era topo de linha) em 2015. Hoje eu penso num octa-core com 6GB de RAM e 64GB de armazenamento como um mínimo pra durar bons 5 anos…

      … mas que celular é esse? eu não sei ainda.

    25. Olá, eu tinha no final do ano um moto G7 Power lite, eu comprei por impulso na loja, um vendedor me convenceu. Um grande erro meu, ele e um celular esquecido pela Motorola, totalmente fraco e recebeu quase nenhuma atualização de SO.
      Nas véspera do Enem ele começou a ficar estranho, até que no dia da prova ele ligou sozinho, dentro da sala, felizmente a prova não tinha sido entregue e o celular parou na diretoria, que foi devolvido no final da prova. Por pouco não reprovei por causa do celular que ligou sozinho!
      Eu já stressado com ele, alguns dias depois ele desligou e nunca mais ligou de volta, fiquei uma semana sem celular até conseguir o dinheiro, desta vez passei uma semana pesquisando para não me arrepender.
      Estou a menos de 40 dias com um Mi 11 lite 5G, paguei R$2,500. Não estou decepcionado, ele já tem garantia de atualização da xioami por 3 anos, além de ter processador que pode me satisfazer por bons anos, a única coisa que me deixou triste foi a bateria, por ser um celular leve, a bateria dura menos de 6 horas de tela ligada e consumo direto, mas depois de algumas atualizações e otimização do SO da Xiaomi, ele tem conseguido chegar às 8 horas, algo que me deixou feliz. Mas com um carregador de rápido 33W, carrego ele enquanto tomo café da manhã e quando vou almoçar, e tempo suficiente pra carregar totalmente e não me preocupar.

    26. Eu tenho um Lg X Power 2017 16gb me atende bem as demandas a bateria ainda aguenta o dia todo o problema é que ele não atualiza desde de 2019 e está no Android 6.0.
      Pretendo ficar com ele até ele parar de funcionar kkkk
      Só o app do instagram e do youtube que trava as vezes, os outros app como de banco e zap funciona liso

    27. Tenho um iPhone 11 que mal posso esperar para trocar por um celular Android este ano. Comprei para experimentar o ecossistema da Apple e percebi que a filosofia de experiência de usuários deles é muito diferente da minha expectativa de uso de um aparelho. Minhas reclamações são a resolução da tela e as limitações do iOS.

      Estou esperando o anúncio do S22 para ver para onde vou no mundo Android. Tenho um S10e em casa que uso como backup que acabou de ser atualizado para o Android 12 e olha, nunca senti tantas saudades. Só não o uso como celular principal por causa da bateria.

  12. Eae, meu povo!

    Eu venho gravando alguns áudios para eu e minha família ouvirem no futuro e relembrarem do passado. Tenho uma preocupação com a privacidade desses áudios, mas não entendo nada de segurança de dados, criptografia, nuvem criptografada, hd externo criptografado, essas coisas.

    O que vocês me recomendam que eu faça quanto a minha privacidade nesse sentido?

    1. Ao gravar os áudios, coloque-os dentro de um .zip com senha forte.
      Mantenha a senha gravada em um gerenciador de senhas.
      A partir daí vc pode manter o backup no seu disco local, externo e em nuvens.

        1. Olha, a criptografia do formato ZIP era bem boa, o Phil Katz a implementou muito bem. Mas não sei se mantiveram isso nas inúmeras implementações seguintes feitas em cima do formato aberto.

    2. Guarde em um pendrive e mantenha em uma caixa. Simples. Manter online tem um problema: confiar em algo, como você mesmo demonstra.

      Talvez daqui a um tempo as tecnologias mudem, daí uma coisa que você poderia fazer seria comprar um daqueles gravadores de voz simples e guardar em algo que você considere seguro. A vantagem de um gravador de voz individual é que se a tecnologia mudar, ainda assim você poderá escutar no próprio aparelho a voz.

      1. Mas, e se ele perder o pendrive ou a caixa?
        A criptografia me parece interessante tendo o pendrive como backup físico.

        1. Confiar só nisso é furada. A caixa pode sumir, a casa pode pegar fogo, o pen drive pode pifar.

          Quem tem um backup não tem nenhum.

          1. A ideia de um gravador comum seria, como falei, de ser uma forma até mais divertida e histórica de fazer uma “cápsula do tempo”. Não digo que precisa ser a única, mas é uma forma diferente até.

            Lembrando também que mesmo ter N backups, daqui a 10 -50 anos as tecnologias podem mudar.

            E boa parte das cápsulas do tempo sofrem bastante com deterioração. Isso deve ser cogitado.

          2. Pois é. Uma vez tive de mandar o note para o conserto, fiz um backup num pendrive recém comprado e apaguei tudo do note. Resumo da história: o pen drive era daqueles falsos, a capacidade não era a prometida e perdi grande parte dos meus arquivos. Melhor tentar se garantir em duas opções diferentes, uma online e outra física.

    3. Vc pode criptografar com gocryptfs.
      Só observar os cuidados para garantir a melhor segurança possível. Na documentação tem as orientações.

  13. Pessoal, alguém tem uma indicação de um advogado ou escritório com o escopo da LGPD, que possa me representar no Rio de Janeiro? Ocorreu um fato comigo em novembro, que certamente é passível de uma ação judicial, mas não consegui encontrar alguém que esteja atuando neste escopo. Obrigado pela dica.

    1. Você pode tentar o pessoal da Brownpipe Consultoria, que edita aquele podcast “Segurança Legal”. Sei que eles estão baseados no RS, mas podem dar alguma indicação o orientação. Boa sorte!

  14. Pessoal,
    Alguma sugestão de celular android intermediário para 2022? Meu pai está com um moto G5 já dando sinais de falha, e ele me pediu uma sugestão, mas estou por fora do mercado. O que indicam?

    1. Recomendo Sansung. Qualquer um do A32/M32 pra cima. Vão funcionar bem e ter uma vida útil razoável, com as principais tecnologias do mercado atualmente.

    2. Acho que vai tudo depender da faixa de preço que você pretende investir nesse aparelho. Eu indicaria algum da Realme, eles tem algumas opções boas com preço acessível.

  15. Ei pessoal, espero que todos estejam bem. Faz tempo que não publico aqui. Queria tirar uma dúvida que pode parecer boba para quem domina o assunto. Há algum método seguro para transferir o backup de whatsapp de um android para ios? Por uma oportunidade, estou ingressando no mundo da maçãzinha pela primeira vez e percebi que essa migração não é tão simples quanto eu imaginava. Cheguei a procurar pela internet, mas só encontrei soluções como softwares de terceiros, que no final das contas não me parecem seguros. Na minha cabeça não seria algo absurdo.. pois precisaria transferir o backup do google drive para o iCloud. Faz sentido? Valeu pela ajuda.

      1. Puxa que chato. Jurava que houvesse alguma solução.
        Parece ser algo tão simples. Pois bem, se não tem outro jeito, vou ter que seguir sem o histórico de conversas.
        Achei temerário o uso do iCarefone ou outras solucutações de terceiros.
        Valeu Ghedin!

        1. A muito tempo atrás lembro q tinha um software pago que realizava essa transferência, mas nada oficial e desconheço os métodos que elas realizavam.

      2. Inclusive eu tentei esse caminho inverso em outubro do ano passado, de um iPhone 11 para um S21 – e não funcionou.

        A feature já estava lançada como oficial e eu cheguei a ver vídeos de pessoas conseguindo no YouTube, mas no meu celular se recusou a funcionar

    1. Filipe,

      Eu já usei o dr.fone (https://drfone.wondershare.com/) para fazer a transferência do histórico do WhatsApp do Android para o iOS e do iOS para o Android algumas vezes e funcionou muito bem. Valeu cada centavo da assinatura deles.

  16. Pessoal que curte fotografia e não quer telemetria e nem ser vetado de usar software que pagou (pq sim. Ref: https://www.pcmag.com/news/adobe-pulls-all-user-access-in-venezuela-due-to-us-sanctions)…

    Vim espalhar a palavra do Darktable (kkkkk).
    Avisar que o programa e a documentação estão 100% traduzidos para pt-BR.
    Mais aqui: https://www.darktable.org/install/
    E aqui: https://docs.darktable.org/usermanual/3.8/pt_br/

    Caso se sinta inseguro ou ache um ambiente alienígena, fiz uma postagem baseada na documentação (Darktable 3.8) para apresentar o programa (cheio de referências, com bastante captura de tela, sem propagandas e sem enrolação) tratando uma foto.
    Aqui: https://danxavier.com.br/darktable01-fluxorelativoacena/

    Caso não possa divulgar meu site, desculpa 🥲.
    Apaga essa postagem mas não me bane, por favor. 😅

    Ah, estou terminando outra postagem que fala sobre o uso de joystick (controle bluetooth para jogos) com o Darktable. 😉
    Tá disponível aqui: https://danxavier.com.br/darktable03-fluxo-de-trabalho-com-joystick/

    1. Muito bom, Dannylo! Eu sou um que ficou intimidado com a interface do Darktable (e o fato dele rodar bem mal no meu MacBook Pro, um modelo meio antigo).

      1. Opa! Espero ter contribuído.
        Posso acrescentar que:
        – foi adicionado umas customizações automáticas de desempenho quando roda a primeira vez o darktable 3.8 (apareceu um aviso pra mim, depois da atualização do 3.6.1 para o 3.8)
        – desde a versão 3.6, foram feitas muitas melhorias de desempenho com a CPU (quando sem GPU)
        – se estiver apenas com a CPU, alguns módulos possuem uma carga computacional maior (recomenda-se deixar para aplicar ao fim de todo o tratamento, os módulos que cuidam da nitidez e da redução de ruído)
        – placa nvidia (sem ser de entrada) funciona melhor que o processador (com opencl)
        – placa amd (sem ser de entrada) pode ou n funcionar 🥲 com opencl (quando funciona, é melhor que a CPU tb)

    2. Darktable sem dúvidas é a melhor alternativa para o Lightroom.

      Salvei seus posts aqui. Sucesso!!

    3. Muito bom! Obrigado pelos links Dannylo, parabéns pela iniciativa…
      Estou há algum tempo migrando toda minha base do lightroom para o darktable… com o uso, tu passas a entender o que estás fazendo de fato com as fotos, o que facilita demais na hora de pensar que a edição não é só sobre aplicar plugins, efeitos e “presets”. Somado a isso, entendo que a melhor plataforma para darktable é o linux (uso o fedora aqui)… ele roda bem mais liso que no windows e mac, sobretudo se conseguires configurar o opencl da placa de vídeo, fica ótimo.
      A nova versão trouxe suporte a arquivos raw mais recentes, é um software muito bom, com cada vez menos bugs, e tem uma equipe de desenvolvimento muito engajada…
      Ghedin, que tal um álbum para fotografias editadas com ferramentas open source no perfil do flickr?

    4. Oi Dannylo!

      Também uso o Darktable e… Teu guia veio bem a calhar! Ele tem tantos recursos que a gente meio que se perde durante o seu uso.

      1. Oi, Fábio!
        Montei baseado no manual, acrescentei umas coisas e um monte de captura de tela. Rsrsrs.
        A ideia é:
        – ser introdutório e mostrar um caminho para quem nunca mexeu no programa
        – mostrar um caminho para quem não consolidou o fluxo de trabalho
        – ser um exercício para mim, pra que me lembre tudo que tenho de mexer para sempre ter um resultado consistente no tratamento 😅

        Se vc tiver alguma dúvida ou quiser o tratamento de alguma imagem desafiadora, me avisa que posso fazer uma outra publicação respondendo tb.
        RAWs livres para tratamento, normalmente eu pego la no signatureedits.com (a licença das fotos é pra vc usar como quiser, até comercialmente).

    5. Que massa, esses dias tentei o Darktable aqui mas também fiquei meio travado. Vou dar uma olhada no seu guia básico!

      1. Opa! Manda ver!
        Atualizei agora a pouco. Novidades:
        – pode dar zoom nas imagens
        – acrescentado o passo para melhoria de nitidez e redução de ruído
        – acrescentado o passo para exportar a imagem para publicação (para redes sociais)
        – acrescentei um vídeo que falo como exportar do darktable para o instagram (n diretamente)

  17. Quanto mais uso o Simplenote, mais certo fico de que é de longe um dos melhores apps de anotações.
    – É o multiplataforma mais abrangente da categoria.
    – É extremamente leve a ponto de rodar bem em qualquer android.
    – Possui atalhos que melhoram o uso.
    – Simples e rápido sistema de backup que permite exportação de suas notas em um .zip para leva-las para onde quiser.
    – Sistema de importação eficiente.
    – Markdown.
    – Histórico de versões.
    – Compartilhamento de notas.
    – To-do.
    – Links internos.
    – Sincronização rápida.
    – Um dos melhores sistemas de tags para notas que permite tanto uma pesquisa rápida quanto uma reorganização de tags sem bagunçar o que já foi feito.
    – Ótimo widget para iOS.
    – Bloqueio do app por senha/biometria.
    – Código no github.
    – Gratuito.

    1. Olá, João! Eu tenho usado o joplin, que possui quase todas as funções que você citou. Porém, a sincronização as vezes dá uma emperrada, e ele não fornece recurso de bloqueio do app por senha, pelo menos por enquanto, pois o desenvolvedor está considerando eventualmente incluir.
      Uma das coisas que mais gosto no Joplin é a criptografia das notas entre as multiplataformas. Sabe dizer se o simplenote também possui esse recurso? Se tiver, certamente vou considerar a migração.

      1. Vou colar o que está no site deles:
        Are my notes encrypted in storage?
        In terms of security, Simplenote works a lot like other popular online services such as Gmail and Facebook. Your personal information is protected by a strict Privacy Policy. Notes are not encrypted at rest due to server side constraints. For this reason we recommend not using Simplenote to store anything particularly sensitive.

        Unlike a lot of other services, however, by default your notes in Simplenote are always encrypted when they’re in transit across a network. This is important. It’s when your personal information is most vulnerable. We believe that all modern services should provide this level of protection by default.
        Does Simplenote encrypt my notes during synchronization?
        Yes, this is important! Don’t settle for anything less. Nonetheless, we discourage users from storing extremely sensitive information such as passwords, bank account information, or social security numbers. Please see our Privacy Policy if you have any concerns.

        Quanto ao Joplin: eu não uso pq os apps mobile são horríveis. Mas quando tentei usa-lo, passei pelos mesmos problemas que vc.
        Vc já tentou o StandardNotes? Veja se a modalidade gratuita dele atende o seu uso.

    2. O Simplenote é ótimo! Outra característica animadora dele é ser propriedade da Automattic, uma empresa que (até agora) tem se mostrado bastante responsável com suas aquisições — Tumblr, Day One, Pocket Casts, por exemplo.

      Fora a falta de criptografia de ponta a ponta, outra rusga que tenho, essa mais subjetiva, é que acho os aplicativos meio feios e os de computadores são feitos em Electron (embora não seja pesados). Acho que se desse para mudar a fonte já ajudaria um bocado.

    3. Eu usava o Simplenote como alternativa ao Keep há uns anos, mas depois de um bug apagando minhas notas durante a sincronização entre aparelhos resolvi trocar de plataforma. Hoje em dia uso o Joplin, porque, além de ser multiplataforma, utilizo minha conta do OneDrive como servidor para armazenar as notas. É um programa básico, mas que atende as minhas demandas.

    4. Concordo. Acho o melhor aplicativo de anotações que existe. O “problema” da falta de criptografia para minha não tem problema, visto que só uso para tarefas do dia, lista de compras e coisas simples assim.

    5. Simplenote é vida! Já tentei diversos outros apps/serviços de notas, mas sempre voltava pra ele, então decidi assumir a relação e transformá-lo de vez no meu hub pessoal de informações.

      O que eu mais gosto é da facilidade de se fazer backups/exportar notas. Dá pra fazer até de dentro do app do Android!

      A única exceção que abro é pro Google Keep, que uso para algumas listas específicas. Aquele recurso de você marcar um checkbox numa lista, ele ser tachado e movido para outra área da nota é extremamente satisfatório :D

    6. Eu usava simplenote. Adorava, mas aí não consegui mais carregar minhas notas no trabalho, não abria a página, provavelmente bloqueios de proxy da rede ou algo do tipo. Tive que buscar outros. Hoje uso as anotações do Box – não apenas isso – e estou muito satisfeito (aliás, já fica a dica, abandonei dropbox, drives xyz…).

  18. Essa semana eu aprendi a fazer as referências bibliográficas na ferramenta própria do LibreOffice Writer. Eu sempre tinha visto essa função lá mas me parecia complicado entender como se fazia dentro das normas da ABNT.

    Eu resolvi pesquisar um pouco. E achei esse vídeo em português que foi o que mais me ajudou (*a maioria dos que eu encontrava era sobre escrever na mão as referencias dentro em um documento no LibreOffice, esse já usa a função integrada) https://m.youtube.com/watch?v=MhSLJfAryds

    Mas o que me ajudou mesmo foi tentar fazer na prática. Aí sim eu aprendi kkkk.

    Eu sei que existem outras ferramentas pra gerenciar referências que se integram ao LibreOffice. Mas usar a função própria do programa me parece mais simples, além do fato de eu não querer baixar pacotes de fora do repositório do Debian.

    1. Cara, muito melhor do que eu sabia sobre o LibreOffice ou da microsoft.

      Vou guardar para apresentar a quem estiver fazendo trabalhos acadêmicos e me perguntar sobre o assunto.

      Na minha dissertação de mestrado eu usei muito o mendeley e o latex.
      A indexação para referências era bem mais rápida mas tem um custo de aprendizado (caso n tenha em alguma disciplina do curso).

      Gostaria de saber uma alternativa livre ao mendeley. 😅

      1. O Zotero é uma alternativa livre ao Mendeley, apesar de (na minha opinião) ser um pouco mais complicado de usar.

        1. O Zotero realmente é excelente. Uso ele não só para gerenciar bibliografias, mas também para extrair anotações que faço em arquivos PDF. Tem uma extensão chamada Zotfile que permite sincronizar os arquivos com dispositivos externos (no meu caso, o tablet que uso para leitura) e extrair as anotações que a gente faz no PDF, inclusive com a cor utilizada no destaque.

      2. Ah, LaTeX… Eu quase tive que aprender na marra para escrever a minha tese de mestrado. Aí eu descobri o LyX (www.lyx.org) e minha vida ficou bem mais fácil. Claro, algumas equações maiores eu tive que inserir na unha, mas no geral, resolveu meu problema. Tanto que nos agradecimentos, ele está citado, junto ao fplot, ao Linux e a outras ferramentas que usei. Agradeci aos autores dos respecitvos softwares, claro.

        1. CARAMBA!
          Se eu soubesse, certamente teria usado.
          Excelente indicação!

    1. Bem queva menina do vídeo viral do câncer eu tinha reconhecido. Ela era bailarina do Faustão.

  19. Que vídeos vocês gostariam de ver aqui no Manual? Não prometo produzir todas as sugestões, mas seria legal ler as sugestões para alinhar os vídeos produzidos às expectativas de quem os assiste.

    1. O que vi, de outros youtubers no geral, que o que gera view é review.

      São os vídeos que menos gosto e canal que só tem isso eu deixo de “seguir” (é que uso o newpipe…).

      No tempo que consumo o conteúdo do Manual do Usuário, nunca fui atrás de ver os vídeos 🥲.

      Já me “inscrevi” (newpipe) e mais tarde começo a assistir o primeiro de muitos.

      Eu vou gostar muito de qualquer vídeo menos big tech e mais tech que houver.

      Por exemplo, (se ainda n fez) faz uma experiência com o yunohost no raspberry e depois indica quais serviços puderam ser substituídos e quais agregaram valor a sua intranet.

      Estou testando vários serviços aqui. Um deles é o navidrome.
      O nextcloud mais fácil de instalar e configurar que mexi é do yunohost tb.
      Estou na busca de um substituto do gphotos e que seja livre.

      (Lendo agora… parece um review… acho que gosto da coisa mas fico dizendo que n. Vou deixar minha contradição pq ficou engraçado, nesse sentido)

    2. Falaram do Raspberry Pi. Sugiro mostrar o PiHole funcionando, ou algum RetroPi.

    3. Piadas sobre tecnologia. Tem que explorar essa veia cômica aí.

  20. Tô tentando sobreviver apenas com o Mapa da Apple no iPhone.
    Confesso que tá difícil.

    1. Cuidado, João! Eu tentei isso também, ainda que uns quatro anos atrás, e dependendo dos lugares que você frequenta ou da urgência de um compromisso, pode ser bem zoado.

      Recomendo ter outro app “de backup” instalado, como o HERE WeGo ou mesmo o Google Maps, só por garantia.

      1. Comecei a pensar nisso ontem, Ghedin.
        Mas vou tentar outras alternativas antes do Google maps.

        1. Eu uso um bem simples chamado Organic Maps. É um client do OpenStreetMaps para iPhone. Talvez sirva para o que precisa.

          1. O Apple Mapas carrega dados do OpenStreetMap, então acho que não ajudaria como solução alternativa. Porém bom conhecer esse app! Parece ter uma interface melhor que o Osmand.

    2. Fiz recentemente a troca de varios apps/serviços para as soluções nativas da Apple. Todas me atenderam perfeitamente exceto o Maps, esse ainda uso o do Google. Esse pra mim ainda é imbatível.

      1. Rodrigo,

        Você poderia compartilhar mais detalhes dessa sua migração? Tipo, quais foram os serviços/aplicativos trocados?

    3. Tenho um android e tentei por um tempo usar o Osmand, mas também estava passando por uma experiência sofrível. Voltei ao google maps a contragosto. Infelizmente, é o que possui a plataforma mais amigável e confiável.

      1. Osmand só me é bom mesmo como simples app de mapa pra regiões sem internet. Ainda mantenho o Google maps por que ele é o melhor pra encontrar coisas tipo restaurantes e postos de gasolina.

    4. Tentei também há alguns meses. Não dá. Google Maps está constelações à frente.
      Uma pena pq o Apple Maps roda legal no CarPlay.

  21. Adoro o canal no Youtube do wolfgang, ele fala muito sobre linux, thinkpad, por que ele trocou o thinkpad pelo um mac.

    Adorei o vídeo que ele fala como montou seu homelab, ele mostra tanto o hardware, os softwares e configuração com Ansible.

    Ele usa nextcloud, home assistant, bitwarden, um setup de torrent, pi-hole e o que mais gostei que não conhecia o https://photoprism.app/ alternativa pro google photos.

    https://www.youtube.com/watch?v=f5jNJDaztqk

    1. Outro dia, em um fórum Linux, o pessoal tava criticando muito esse Youtuber.
      Não parei para ver o motivo.

      1. Eu já vi as pessoas encherem o saco dele por dois motivos: (1) usar esmalte nas unhas em um vídeo ASMR (2) comprar produtos da Apple. Esse #2 chegou a dar muita dor de cabeça justamente por ele ter feito muitos vídeos sobre Linux e ThinkPad no começo do canal.

        1. Desculpa a pergunta, mas pelo visto tu acompanha o canal. Quais os motivos alegados por ele para ter trocado os ThinkPad por Apples?

          PS: vi tua resposta à minha pergunta no Post Livre da semana passada, mas não consegui responde a tempo, estava viajando. Agradeço de coração pelas dicas. <3

        2. Ele também ganhou um hate gratuito da comunidade depois de postar um vídeo chamado “Tiling Window Managers Suck. Here’s Why”.

      2. Críticas sempre vão haver. Fato. Basta a cada um de nós experimentar e para poder tirarmos nossas próprias conclusões.

    2. muito obrigado pela indicação. estou mergulhado em conteúdo sobre homelab, o dele parece ser bom.

    3. Vc já utilizou o les pas (nextcloud)?
      Eu curti o photoprism. Vou instalá-lo assim que possível.

      1. nunca usei o les pass. Uso o keepassxc e sincronizo com o syncthing :)

    4. Eu piro nos homelabs do /r/selfhosted
      É impressionante a quantidade de pessoas que começa com pequenos setups de pi e terminam com racks cheios de Dell R720 e o escambau :)

      1. O problema é ter um setup desses no Brasil, é fora da realidade para 95% das pessoas.

        Energia cara (a menos que você tenha painel solar), muita gente mora em apartamento/casas pequenas, pouca gente mora naquelas casas estilo americano com porão e garagem enorme…

        1. Uma coisa legal do /r/homelab é que existe dentro da comunidade uma cultura “todo homelab é um homelab”. Ao mesmo tempo em que pessoas postam racks enormes no porão, tem uma galera que posta seus dois PIs, roteadorzinho, pczinho e AP, e o pessoal exalta da mesma forma.

          1. Opa, verdade, eu também sigo o /r/homelab! devo ter confundido os dois :D
            Eu tenho vontade de ter um grande rack aqui qualquer ano desses, quando for possível e eu tiver captação de energia solar.

      2. Recomendo tambem o /r/homelab. Lá falam bastante sobre a parte do hardware. No /r/selfhosted o foco é mais software mesmo.

  22. Então, eu gosto muito das discussões de ferramentas e alternativas de software aqui e recentemente eu estou com o seguinte desejo: quero diminuir o que tenho pagado em subscriptions para, quem sabe, uma solução centralizada com assinatura única.

    Eu costumo usar o Google Photos para guardar as fotos, porque durante muito tempo usei Android, mas ele tem me custado pagar os R$ 6,50/mês do Google One e não tá legal – 50gb é só no Google Photos.

    Junto com isso pago também o iCloud – Apple One de R$ 37,90, só que parece impraticável migrar a biblioteca do Google Photos para o iCloud e acho um pouco estranho não ter acesso web prático às fotos que estão no iCloud.

    Existe uma alternativa, um meio-de-campo viável para essa intriguinha de armazenamento que eu inventei?

    1. Eu também gosto desse assunto! :)

      Consegui me livrar do iCloud para arquivos gerais, mas para fotos… não rola. Não tem alternativa fora o Google Fotos e, entre os dois, prefiro continuar na Apple.

      (Estou escrevendo um roteiro/relato do que fiz para largar o iCloud nos arquivos gerais. Deve sair semana que vem.)

    2. Bom, desconheço ferramentas que automatizem a migração do GFotos para o iCloud. Porém o GFotos permite baixar toda a biblioteca – fiz uma vez para manter um backup físico das minhas fotos. Ele gera uma série de arquivos zipados para baixar. Daí, seria outra mão de obra para subi-las no iCloud. Além do mais, percebi que algumas fotos bagunçaram os metadados – as datas não batiam.
      Talvez seja uma opção um pouco trabalhosa.

  23. Já acompanhei algumas instalações de sistemas de cameras e alarmes da Intelbras, tem bons produtos, as cameras com excelente durabilidade, mas todos os sistemas e acessos são porcos.
    Os aplicativos são limitados, as interfaces de configurações é da epoca do Geocities, é realmente só má vontade por dominarem o mercado e todas as empresas de segurança se integrarem com eles?

    Eu já utilizei e testei algumas coisas da Hickvision que é totalmente Chinesa, e o aplicativo já é bem melhor, até mesmo as atualizações são mais constantes e coisas basicas como uma atualização de IP dinamico para um serviço de DNS é bem mais completo.

    Recentemente a Unifi lançou um sistema de DVR e cameras, já utilizo eles para roteadores, wifis e antenas e tudo gira em torno da praticidade e boas interfaces, mas se instalar no Brasil, nenhuma empresa de segurança irá dar suporte. :/

    1. Os DVRs que conheço e acredito que sejam bons são justamente os HikVision/HiLook e os Intelbras. Aparentemente o Intelbras é bom no DNS pois servidor brasileiro, mas admito que já tive problemas em usar em redes de fibra atuais – boa parte hoje são chatos para configurar abertura de portas, e as configurações tipo “nuvem” e de DDNS geralmente eram mais fáceis na época dos roteadores com IP “direto”, hoje é mais IP em subrede, sendo mais chato para configurar estas coisas – nem mexo mais ultimamente.

      1. Essas soluções de publicar portas e DDNS deixa na mão de pessoas comuns ajustar questões de segurança de rede. Não é a toa que temos sites que listam cameras IPs de pessoas comuns publicadas abertas na internet.

        Essas empresas não conseguem evoluir com soluções de “ponte” como da propria Unifi, ou residenciais como da Eufy que não só tem tudo por app como suas cameras tem bateria de 1 ano.

        1. No final, a pessoa comum não está nem aí para a segurança pois justamente sabe que pode ser roubado desde por um cracudo na rua até por um farialimer com um Mac com programas de rastreio.

    2. Não sei se já avaliou ou se conheço, mas as câmeras da TP Link tem se apresentado bem para mim, em termos de custo benefício. São gerenciadas via smartphone por um app chamado Tapo, com uma série de possibilidades de configuração e com uma interface muito amigável.

    3. Acho que a coisa com esses equipamentos da Intelbras é que eles parecem querer fazer algo que qualquer leigo consiga instalar e usar. Com isso, as interfaces de configuração são totalmente engessadas. Fora na parte de telefonia e intercons, eu detesto a marca.

    1. Qual é o principal assassino da literatura? Os tais jovens adultos ou o departamento de marketing do business de entretenimento, que criou esse nicho dos jovens adultos e o alimenta diariamente com produtos direcionados?

      1. As vezes acho que é o próprio Cardoso que matou a literatura, junto com Izzy Nobre e n outros nomes do nerdismo chato brasileiro. Afinal, foram eles que criaram e mantiveram uma renca de blogs “formadores de opinião” direcionando o consumo de literatura por nichos.

        Quando não gerando opiniões idiotas que vão parar em memes ou no Nerd Boomer Images – lembrando do clássico rechaço do Neil Gaiman em cima do Cardoso por causa que o Cardoso tinha uma opinião contrária a fanbase de um personagem, e o Gaiman foi e defendeu a fanbase (e o próprio personagem) :D

        1. Pois é. Nicho no sentido de nicho ecológico mesmo: um mini-ecossisema fechado, que se autonutre o tempo todo. O alimento vira dejeto, que vira alimento……

    2. Nerd boomer comete outro “no meu tempo é que era bom”/“jovens são imaturos e o céu é azul”.

      Desculpa, Deivid, mas o texto é ruim e o argumento, pior ainda.

      1. Se o Cardoso ler esse comentario, irá te banir do twitter até a caixa de comentarios do site, ele é um ser incapacitado de aceitar um debate, quem dirá uma critica. hahaha!

        1. Até hoje o único que aceitou de boa as minhas criticas foi o Rafael Fischmann do MacMagazine.
          Claro que nunca critico a pessoa, mas sim o conteúdo e outras coisas relacionadas.
          Lá, nunca fui banido ou ignorado por falar o que penso.
          Diferente de outros lugares/pessoas a frente de sites/blogs/redes sociais.

      2. Ghedin, quando rotula os ‘adversários’ com palavras depreciativas não está usando a mesma ferramenta que sempre condena?

          1. Nenhuma. Viajei legal aqui. Preciso parar com minha leitura ultra dinâmica.

      3. A melhor coisa que o Cardoso já fez foi visitar uma MSXRio e escrever um texto sobre nosso encontro, em 2009: https://www1.tecnoblog.net/meiobit/35916/msx-rio-eles-sim-s-o-livres/

        Pra ser exato, a última coisa completa que eu li dele. O resto é dispensável. E o que li antes disso dele, nem me lembro.

        PS: Ele chegou na porta do encontro e disse: É aqui o encontro de usuários de Amiga? Obviamente, ele levou uma vaia.

    3. Olha… quando o cara mete um “Lacrosfera” no meio do texto, ele meio que perdeu o argumento já.

          1. Não há necessidade nenhuma de trazer essa criatura tóxica e odiosa para este ambiente saudável.

    4. Primeiro, para falar sobre literatura o Cardoso deveria saber o mínimo sobre isso. Ele comete alguns erros que são bastate infantis ao longo da suposta análise dele. Por exemplo, ele ignora que existem diferentes gêneros literários e que nem todos partem de um conflito para explicar a sociedade (Madame Bovary é um bom exemplo de um romance sem conflito e que se foca em uma sociedade especifica de personagens rasos, e estes sempre fazem o que é esperado deles); depois ele ignora que existem vários conceitos na teoria do conto (antigo e moderno) que corroboram algumas coisas que ele critica (como histórias superficiais, clímax narrativo, tramas que ocorrem debaixo da história etc) sem fundamento.

      Indo um pouco além no texto dele, não fica claro se ele está brabo porque as novas obras se adequaram aos anseios das pessoas (como ele cita as novelas da Globo) ou se ele está brabo porque essas pessoas anseiam algo diferente do que ele. Acho que isso é um ponto negativo do texto dele que é bem saliente (a maioria dos textos dele são mal escritos, aliás) e que me deixou sem saber exatamente “pra onde olhar”.

      O que ele critica, chuto eu, é que as pessoas querem narradores confiáveis, personagens rasos (que não se modificam ao longo da história e não demonstram atrito narrativo com questões externas, o que ele chama de “nuance”) e papeis bem deteminados nas histórias. Isso não é algo novo, como ele faz crer, que veio com a “lacrosfera”, pelo contrário, a narrativa maniqueísta é a mais antiga da humanidade e vem desde, pelo menos, a literatura barroca (no Brasil) com histórias religiosas e contos que servem como educação moral de crianças. Mais ainda, as narrativas de revistas em quadrinhos e filmes de héroi são narrativas antigas que dependem de uma jornada clássica de autodescobrimento dos personagens principais (como Luke, Thor, Thanos, Superman, Logan) que passam por 3 fases bem delimitadas: arrogância (eu sei tudo); questionamento (não quero mais essa merda) e conflito (eu sou o escolhido pra mudar tudo). Essa estrutura é antiga, vem do que se chama de “conto antigo”, onde uma história é escondida do leitor até a sua revelação final, o clímax narrativo. Essa estrutrua depende de reviravoltas na história, mortes de personagens principais e personagens dúbios (como o Thanos) que despertam nas pessoas que leem ou assistem um desejo de entender a motivação e a jornada. Isso nunca mudou nesa estrutura e ela é usada para escrever romances infanto-juvenis, principalmente, para poder dar experiência narrativa ao leitor e, assim, introduzir o conto moderno mais tarde.

      Essa experiência deve chegar na leitura do conto moderno, que tem no Hemingway o maior expoente. Se você quiser ver algo perto dessa estrutura no cinema o pessoal do Dogma95 é a minha indicação.

      Mas, voltando ao conto moderno, nessa estrutura temos uma história principal que se desenrola narrativamente no texto e diversas histórias paralelas que e desenvolvem no subtexto (sempre dous os mesmos exemplos nesse sentido: “Cat in the rain” e “Hills white like elephants”, ambos do Hemingway) e que raramente tem o seu texto resolvido (não temos um clímax, não temos um ponto de virada, os personagens não são dúbios e não tem motivações e, principalmente, não são envolvidos por interferências externas). Esse tipo de história é usado com leitores mais maduros, mais capazes de observar as narrativas de subtexto (porque ela quer um gato? porque ela está viajando?) e dar argumentos fundamentados sobre o motivo dessas questões que ficam abertas. Esse tipo de narrativa não tem clímax e nem reviravolta, o Cardoso provavelmente a chamaria de “arrastada”.

      Finalizando, ele ainda confunde o “Buk”, um poeta sem métrica, e o coloca no mesmo balaio que tem romancistas como o Jorge Amado. Isso me soa como alguém que não sabe do que está falando, porque esse tipo de obra é analisada separadamente quando se estuda teoria literária e crítica literária. Talvez o Cardoso ache que ele sabe as duas coisas, mas esse texto dele não chegaria numa nota C no primeiro semestre de Letras (explico abaixo).

      Finalmente, ressalto o fato de que existem vários sinais de que não tem uma estrutura no texto dele, pelo contrário, a ideia central é apenas apelar ao sentimento do leitor. Ele cita nomes e conceitos de maneira aleatória (narrador não-confiável, lacrosfera, floquinho de neve) e os misutra com escritores clássicos para dar uma enchida no texto dele. Eu ficaria atento sempre que eu me deparasse com um texto que faz esse tipo de uso.

      Uma conlusão? O texto é ruim, a ideia dele não se sustenta dentro dos próprios argumentos que ele coloca e, principalmente, ele não domina o assunto que ele propõe. A redação dele é invariavelmente confusa com uma falta de nexos causais e conjunções entre os paragrafos, o vocabulário dele é deveras limitado e, por fim, ele nao consegue criar uma estrutura encadeada de argumentos concisos (causa e efeito) e mantê-la, algo que ele mesmo propõe no inicio.

      Não vale a leitura.
      Meia estrela porque ele cita Neil Gaiman.

      1. A pergunta: ele cita Neil Gaiman por ressentimento ou admiração?

          1. Se fosse por ressentimento, ia sugerir diminuir a estrela para 1/4 de estrela. :p

      2. Paulo, você teria indicações de leitura sobre narrativas sem conflito e essas questões do texto não-resolvido no conto moderno (“não temos um clímax, não temos um ponto de virada, os personagens não são dúbios e não tem motivações e, principalmente, não são envolvidos por interferências externas”)?

        1. Hemingway, quase todos. Eu citei ali o “Cat in the rain” e “Hills white like elephants”, mas a verdade é quase toda a obra dele é assim. De autores brasileiros me vem na cabeça o Daniel Galera, principalmente o livro “Meia noite e vinte”. Outro autor do RS que segue essa linha é o Luís Augusto Farinatti, desse eu indico o livro de contos “Verão no fim do mundo”. Paulo Scott (outro do RS) tem vários assim, mas eu gosto do “Ainda orangotangos”. Todos esses contos vão ter essa característica, alguns mais evidenciados, como o LA Farinatti, outros menos como o Galera.

    5. Eu normalmente gosto dos textos do Cardoso, mas esse em específico me pareceu muito aquele meme “old man yells at cloud”. Eu falho em ver o problema apontado por ele.

    6. só digo uma coisa: desconfio de quem não seja bloqueado pelo cardoso

    7. Ainda hoje esse sujeito tem relevância no que escreve? Putz!!

      Lembro de conhece-lo nesses eventos que reunia a dita “blogsfera” brasileira anos atrás (saudades) e sinceramente, foi o único que ñ fiz questão de aprofundar um papo. Se achava intelecutal demais e pelo o visto, continua se achando.

      Ps.: ñ li o artigo.

      1. Uma coisa inegável é que de fato ele foi um dos primeiros blogueiros brasileiros e teve uma boa capacidade de gerar audiência. Salvo engano, ele também foi um dos primeiros no Techtudo, o site da Globo voltado ao tech.

        Só que ao invés de se adaptar aos tempos atuais, travou-se na década de 00 e viu que é mais fácil ser um ranzinza e reclamao em nome da audiência.

    8. 2022 e quando falam do Cardoso nas internets eu ainda penso no “outro” Cardoso – aquele que escrevia no e-zine CardosOnline lá do inicio dos anos 00 e até abandonou o apelido – no caso dele era apelido, e não sobrenome – por causa desse Cardoso.

    9. Obrigado pela dica. Adorei o texto. ;)

      PS: por sinal, fazia tempo que não lia nada do Cardoso.

  24. Rapaz, já é quinta de novo? (ca-aham… cof… dsclp)

    Ontem fui na loja de “Saldão” (?) de celulares e achei um Galaxy Z Flip por R$ 2 mil reais em alegado estado razoável. Tinha Galaxy Fold 2 por R$ 6.800 e um outro Z Flip em alegado estado melhor por R$ 5.700 (puxando de cabeça).

    Fico me perguntando se ainda há demanda para este tipo de celular.

    1. (Eu fiquei interessado em um Zenphone 501 com processador Intel, que tava por R$ 150,00… só que Android 5.1 :p )

        1. AHUHAUHAUHAUHAUHUH…. Rapaz, se não fosse o fato que estamos no verão, até cogitava. Sempre fiquei curioso para usar um Android com intel.

          Eu preciso trocar de celular pois estou usando 2 ainda (Eu falava que era dois moto G2, mas são dois Moto G1, sempre confundo), e tem horas que é chato a situação. Apesar de eu estar acomodado e até gostar dos dois celulares do jeito que estão, o mal é quando preciso pagar contas e passar comprovantes. E o medo de esquecer o celular (ou ser roubado).

          Em tempos: um amigo resolveu adotar um celular da PagSeguro (aquele com o leitor de cartão de débito / crédito integrado).

          1. Android com Intel: Baixa performance e alto consumo. Um amigo meu teve um aparelho desses, comprou novo. Tinha que deixar o acesso a dados desligado quase que o tempo todo para economizar bateria. Peguei um tablet da Samsung uma vez com Intel. Desempenho pífio e bateria grande que não aguentava meio dia de uso moderado.

          2. Obrigado @Harlley. Bem, a promoção era bem tentadora. R$ 150,00 em um aparelho gastão? A última vez que fiz isso foi com um Samsung Galaxy S2.

      1. Foge desses. Leva 5 minutos pra dar boot e esquenta que nem uma frigideira.

        1. Eu tava falando com o Harlley, @Jurczyk sobre. Obrigado. Não imaginava que é uma dor de cabeça.

          De fato fugi pois pensei “R$ 150,00 em um Android até que é irresistível”. Só que ai fui puxar as specs (Originalmente Android 4.4) e fiquei pensando se compensava.

          O engraçado é que o Moto G1 estava na faixa de R$ 250,00 /300,00. Fiquei coçando a cabeça depois desta.

          1. Provavelmente porque o Asus é tão ineficiente que todos os que já o conheceram corre dele! O aparelho era lento que dói e, mesmo sem usar muito e com acesso aos dados desligado, raramente esse amigo meu conseguia chegar ao fim do expediente (às 16:00) sem ter que recarregar. Não raro ele chegava em casa incomunicável. O desempenho também era ruim. No uso geral, o aparelho era lento mesmo.

          2. Na verdade no Saldão @Harlley, tinha outros aparelhos do mesmo modelo (ou com Intel também), na faixa dos R$ 200 – 300.

            Até hoje me arrependo de não ter pego um Xperia bom com NFC, diga-se. Queria um para usar para recarregar os bilhetes de ônibus.

    2. Por que você usa dois celulares? Eu tenho pensado que seria interessante arrumar um segundo para deixar em casa. Esses dias parei e olhei quantos apps de bancos, vários cartões e apps de autenticação eu tenho, além da dor de cabeça de liberar e autorizar tudo, o que me meteu um terror desgraçado são os limites um tanto ignorantes que os bancos digitais tem liberado em cartões.

      Aí penso em manter no meu celular do dia a dia (XR) apenas 1 cartão (apple pay) que tenha um limite bem baixo e nenhum app de banco.

      Com apple confio que todos esses apps de bancos estão seguros. Dá pra confiar assim com android?

      1. O que aconteceu foi o seguinte:

        – Meu celular anterior era um Nexus 4. Eu AMAVA aquele celular.
        ** Infelizmente deu um problema crônico e comum – o touch ficou em “meia tela”.

        – Comprei um Moto G3 remanufaturado.
        ** Durou uns 6 meses (acho). Não sei que raios aconteceu, ele literalmente travou e não conseguia nem reseta-lo.

        – Um amigo tinha me dado um Moto G1 16 GB
        ** Eu pus nele o Lineage, um dos melhores sistemas que já conheci. Mas tem um problema – sistemas bancários não funcionam nele. Funciona para acessar o Fennec, com isso vendo e-mail, redes sociais e Manual do Usuário.

        – Uma parente me deu um Moto G1 8 GB
        ** Resolvi deixa-lo para usar os sistemas bancários nele. Eu usava o Caixa TEM até o fim do pagamento do Auxílio Emergencial. Agora está zerado, e o Caixa TEM bugou (desconfio que agora não funciona mais em celulares com Android 5.1, mas teria que pesquisar). Uso Caixa e Bradesco como bancos (e pix).

        Então por enquanto estou com dois celulares, um principal e outro para bancos.

        1. Pra rodar os sistemas bancários no Lineage, vc pode fazer o seguinte, instale o Magisk Manager e procure por uma opção chamada Hide, se n me engano. O Magisk esconde o root do celular pra aplicativos selecionados. E assim eu enganava o Itaú, o Bradesco, o Abastece Aí…

          Pena que nesse Xiaomi onde estou, é chato pra trocar o sistema. Lineage OS, amor eterno…

          1. Sempre vejo falar sobre o Magisk, mas fico receoso. De qualquer forma a intenção é ir para outro celular quando me estabilizar financeiramente. Do jeito que tá reclamo, mas aguento.

          2. dá pra fazer isso msm, eu usava e dava bom sempre, o único que bloqueava msm com o “hide” era o PicPay, mas o caixa tem conseguia usar de boa.

  25. Pessoas que jogam video games modernos ou estão pensando em comprar um, quais as vantagens (se é que existem) de optar pelo PlayStation em vez do Xbox? O Game Pass me parece um argumento matador em favor da Microsoft, e que só tende a melhorar caso a aquisição da Activision Blizzard se confirme.

    Os exclusivos do PlayStation são tão melhores/imperdíveis? O video game é melhor em algum aspecto relevante? Enfim, me ajudem a entender!

    1. Fui fiel a Sony até o PS4 e valeu pelos ótimos exclusivos. Mas a rede da Sony é horrível, download lento, instável, enfim.

      Agora estou com Xbox Series S e valeu cada centavo apostar em um console mais barato e totalmente digital. Game Pass fez a diferença aqui em casa principalmente pelos indies e jogos coperativos de sofá para duas pessoas. Nunca tinha visto minha namorada se interessar por videogame, e a mensalmente sai algo que ela se interessa, como ela não é um gamer tradicional que acompanha a indústria, os jogos estão ali prontos pra instalar e aproveitar o entretenimento.

      1. Em casa o xbox e ps4 só serviram para enfeitar a sala e pegar poeira.
        Apenas eu jogava.
        Me livrei deles e comprei um Nintendo Switch em 2018.
        Pronto! A minha esposa joga todas as noites e nossos amigos querem estar em casa todo final de semana para jogar, conversar e comer pizza.
        Nada supera a franquia Mário no quesito diversão em grupo.

    2. Eu não jogo videogames modernos. Mas acho que o melhor argumento é saber que estilo de jogo mais lhe agrada mesmo. Pelo visto a XBox vai ganhar em número de jogos disponíveis, mas fica a questão: quantos jogos realmente você vai estar afim ou vai poder jogar? E quais os jogos que vão lhe agradar.

      Talvez outro ponto é suporte e retrocompatibilidade. Se você gosta de jogos antigos, a biblioteca de jogos também tem que estar da forma que tu imagina que possa se divertir com ela. Não sei se falo certo, mas a Sony acaba perdendo um pouco neste quesito, não? Não tem retrocompatibilidade total com jogos da própria Sony e demora para lançar quando há demanda. Não sei se no XBox já tem mais jogos antigos desde o XBox de primeira geração, mas sei que há mais retrocompatibilidade.

      Ah! E um argumento extra – há jogos que há tanto no XBox (videogame) quanto na plataforma XBox (do PC). Se há jogos que lhe interessam e tem para vender para PC, talvez seja um argumento a menos contra ter um XBox, pois aí se você quer mais jogos que estão na plataforma da Sony, aí só comprar os jogos para PC a parte, sem se preocupar em ter um XBox.

    3. Não tem melhor nem pior na minha opinião, a diferença pra mim está nos jogos e no controle, quanto a qualidade de imagem e do console em si, nem se preocupe, os dois são excelentes.
      Já tive playstation e hoje tenho xbox, na minha opinião, o playstation tem os melhores jogos exclusivos, mas realmente com o game pass hoje, como sou um jogador esporádico, o xbox é muito melhor.
      Ah, e o xbox também já esta funcionando o cloud gaming, já testei, e até que funciona muito bem. Joguei no pc e no celular.

    4. Acho que uma das únicas vantagens que restaram ao PS4 (e que pode nem ser mais um fato) é a de jogos japoneses (como JRPGs) que, enquanto eu costumava acompanhar, não saiam no XBox.

      1. Rapaz, nesse quesito o Nintendo Switch está começando a valer mais a pena. Muitos devs japoneses estão deixando a Sony um pouco de lado e começando a fazer jogos para o Switch e PC.

        1. Eu acho o switch um equipamentozinho fantástico. Uma reclamação que ouvi dele no podcast do Destination Linux foi quanto a impossibilidade de compartilhar jogos ou de bibliotecas-família, mas não sei bem como isso está funcionando pois sou assumidamente PCgamer e jogo em controle nos emuladores do Recalbox :)

          1. O que eu vejo muita gente fazer é compartilhar a conta. Você pode ter várias contas no seu switch e ai pode instalar os jogos e jogar com outra conta.

    5. Acho que a única grande diferença mesmo são os exclusivos do Playstation, como os Uncharted’s, Spiderman, Last of Us, Horizon, série Persona em si.
      Eu basicamente comprei o PS4 para jogar Persona 5 e outros exclusivos. Mas me divirto muito mais com meu Switch, até mesmo pelo fato de ele ser portátil.

    6. Acho que hoje um dos diferenciais do PlayStation seria para quem prefere jogos em mídia física, já que podem ser jogados offline (sem nunca ter ligado o console à internet na vida) e não tem como a empresa te retirar a “licença” dos jogos.

      O Xbox, mesmo a versão com leitor de discos é muito mais voltado para o digital, com o mesmo requerimento do Windows 11 de precisar conectar a uma conta Microsoft (o console não deixa criar uma conta local), e te obriga a fazer download dos jogos disponíveis por retro compatibilidade, mesmo que você insira o disco do jogo no console (mas depois de instalado dá para jogar desconectado da internet).

      Mas mesmo assim o catálogo de jogos disponíveis acaba sendo muito maior, e dá para rodar qualquer jogo no console mais atual, mesmo que não esteja na loja, e ainda tem uma comunidade online bem ativa, mesmo para jogos mais antigos (COD, Forza Horizon 3, etc)

        1. O único problema que tive foi a sensação de arrependimento de n ter comprado antes 🥲

    7. “e que só tende a melhorar caso a aquisição da Activision Blizzard se confirme.”

      extra! extra! Editor do MdU, Ghedin apoia monopólios, entenda

      1. O único problema que tive foi a sensação de arrependimento de n ter comprado antes 🥲

    8. A minha compra pelo Playstation 5 foi bem objetiva: Eu gosto demais dos jogos exclusivos do PS. Uncharted, Horizon, God of War, Last of Us, Miles Morales, etc, são excelentes franquias.

      No Xbox os exclusivos que eu curto são apenas Gears e Forza. Esses eu jogo no Gamepass para PC e agora também é possível jogar via cloud, sem precisar de console ou PC potente.

      Se quer jogar a maior variedade possível de games sem gastar muito, recomendo demais Xbox/PC com Gamepass, agora se prefere os games exclusivos vá de Playstation PS4/PS5 ou Nintendo Switch.

      1. Graficamente não vejo tanta diferença Xbox One X e PS5, nessa nova geração o que mais gostei é do carregamento dos games quase instantâneo, quase nada de carregamento, ótimo para quem tem pouco tempo para jogar.
        O controle DualSense com gatilhos adaptáveis e microfone embutido é um diferencial bacana nos games, só jogando para perceber a imersão.

    9. Na minha opinião, os exclusivos do PS são imperdíveis mesmo — e foi o motivo pelo qual eu tive um PS2, um PS3 e agora tenho um pS4. Em todos os outros aspectos o Xbox é indiscutivelmente um melhor custo-benefício.

      1. Comprei um PS5 pelos exclusivos, antes tive um PS4 e um Xbox 360. Eu sou do tipo que passa de 2 a 3 meses jogando um jogo só, então o game pass não faria tanta diferença pra mim já que a maioria dos jogos que quero jogar estão no PlayStation. Por exemplo, comprei o PS5 em julho, de lá pra cá joguei o Ghost of Tsushima, Miles Morales e o Demons Souls. Os dois primeiros eu comprei mídia física e vendi logo depois de terminar, no saldo cada jogo saiu por menos de R$100.

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