Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #298

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha na segunda-feira ao meio-dia.

217 comentários

  1. Olá, olá, trabalho com venda de imóveis e procuro alguém ou lista ou site para orçar a criação de 1 ou 2 integrações via APIs para automatizar algumas ações entre o crm Highrise e a agenda do Google e, num momento seguinte, entre o C2S (sistema de captação de leads em portais imobiliários) ao crm.

    Não adianta indicar os sites de integração de APIs, com o Zapier e similares: sou pokaprátika nessas lances, já tentei, não deu certo e, além disso, busco algo com detalhes que nem sei se são viáveis.

    Obdo!

  2. A provável extradição de Assange para EUA poderia ser tema de post do MdU.

  3. Alguém tem o hábito de usar o Google Pay cotidianamente? Qual a experiência geral? É realmente mais simples que usar cartão?

    1. Eu! Tenho usado desde quando adquiri meu primeiro celular com NFC, em 2019. Hoje, pra mim, é uma tecnologia essencial, tanto para os pagamentos com o celular, quanto para gerir outros online. Não conheço o Samsung Pay nem o Apple Pay, mas dá pra usar o Google Pay numa boa para tudo

      1. Pergunta boba: nunca correu risco de problemas quando a dados ou uso do NFC? Noto que o uso de sistemas tipo NFC a galera (ao menos onde passo) não conhece tanto.

        1. Ah, e outra dúvida: ele aceita pagamento em débito em conta ou só crédito? Odeio comprar no crédito…

        2. Antigamente tinha fazer uma tutorial explicando para as pessoas que me atendiam como funcionava e como fazer o pagamento usando o NFC (basicamente pegando a máquina e mostrando como aceitar esse tipo de operação e etc). Hoje já é comum perguntar se o pagamento é por aproximação logo depois de me perguntar o tipo (crédito ou débito). E, olha, é muito, muito seguro usar o NFC. Acho que transporte público deveria aceitar logo de uma vez ao invés de criar mecanismos burocráticos (sim, cartão TOP, estou falando de você)

          1. Do transporte público no próximo PL tento puxar assunto, até porque salvo engano já tentaram usar o NFC diretamente no celular para serviços de transporte público, mas creio que teve problemas que eles cancelaram o uso.

            (E o cartão TOP é um problema bem pior do que só os NFCs ou pagamento digital…)

      2. Cara, confesso que nunca usei e sempre olhei meio torto para isso, mas… uma dúvida de leigo: eu cadastro meu cartão no Google Pay e para pagar basta eu encostar o celular numa maquininha de cartão dessas que leem por aproximação ou o estabelecimento tem que ter um máquina especial? Porque se for numa maquininha dessas comuns que leem por aproximação, é bem simples.

        Daí na hora do pagamento o celular exige um senha? Leitura biométrica, coisa assim?

        1. Isso mesmo: o pagamento só é aprovado se você estiver com o celular desbloqueado (caso contrário, ele exige a senha ou desenho ou PIN ou biometria pra liberar – e mesmo assim, você tem que encostar o celular na máquina novamente pra ele aprovar o pagamento). Eu só uso o débito (os principais bancos no Brasil já estão no Google Pay), mas dá pra você selecionar o cartão e o tipo (crédito/débito) antes de fazer a aproximação e pagar

          1. Ahhh, cara, super agradeço a tua resposta. =D
            Estou pensando em dar uma chance para esse sistema. Vou configurar aqui e fazer uns testes, então. Se tem como pagar em débito acho que vai funcionar bem para mim.

            Obrigado e uma ótima semana! ;)

          2. Também agradeço as respostas.

            Sempre pensei em ter um celular com NFC mais para recarga dos bilhetes de transporte público – não sei como está hoje, mas parece que paralisaram este tipo de serviço.

            Vou cogitar estudar usar um celular com NFC para pagamentos, mas bem, sou bem cismado.

          3. Cara, cadastrei e usei hoje pela manhã no supermercado e na fruteira. Funcionou lindamente. Bem prático, simples e seguro de usar. Obrigado. =]

      3. Estou dormindo, ainda… a pergunta foi para a pessoa errada. UHsuHSau

        Agora sim: ele aceita pagamento em débito em conta ou só crédito? Odeio comprar no crédito…

        1. Eu tenho cadastrado um cartão virtual e posso escolher se vou pagar no debito ou crédito, uso no iPhone e preciso acionar o pagamento apertando duas vezes o botão de bloqueio, depois senha do cartão e em valores maiores ou tempo curto entre compras é exigido a senha na maquina, o bom do NFC é que a chance de clonagem de cartão não acontece.

        2. Ele reflete o cartão cadastrado, pode ser débito, crédito ou de dupla função, basta que o emissor suporte Google/Apple/Samsung Pay…

    2. Uso sim. A única vantagem é não precisar andar com a carteira pra levar o cartão. Antes de usar já teve situações onde precisava comprar algo e estava sem carteira, agora não tenho esse problema.

      Fora isso, não tem muita diferença.

      1. meu sonho é não precisar andar com carteira

        pelo menos no meu uso conseguirei fazer isso em breve, pois a CNH pode ser usada no celular e no RJ o RG também pode.

    3. Uso o Apple Pay, que é similar.

      Não fico mais sem. Os cartões estão sempre em casa, só carrego um de débito básico como salvaguarda. Pra mim, a maior vantagem é a segurança: ninguém consegue tirar foto do meu cartão; as máquinas não recebem as informações do cartão em so, mas sim um token; as transações são feitas com biometria…

  4. Alguém aqui acompanha o trabalho de John D. Boswell (melodysheep.com)? Na minha opinião é uma continuação/atualização de Cosmos do Sagan, em estilo mais minimalista. A qualidade gráfica e musical é realmente impressionante. Além dos temas e questões resultantes que deixam você pensando por dias. Recomendo a trilogia Life Beyond e Timelapse of The Future.

    1. Cara, obrigado pela dica! Sou professor de Física e trabalhos assim são de encher os olhos de qualquer um!

  5. Crônicas de uns casos tecnológicos que aconteceram comigo nessas duas semanas.

    1 – troquei a bateria sozinho do iPhone SE 2016 da minha namorada, por uma nohon do aliexpress e olha ficou muito bom viu.

    2 – empolgado com a troca resolvi abrir meu antigo Redmi Note 3 Pro pra trocar a tela, resultado? R: acabei destruindo o bicho kkkk

    3 – o POCO M3 do meu pai morreu do nada, vi nas internets e isso é um problema crônico, como o celular veio com a famosa “não tem galantia complou pq quis”, lá vai um gasto com um novo celular…., e agora ele desencanou de importados ele quer um Samsung ou Motorola.

    1. Complementando pra quem quer saber os detalhes da história ou não…

      1 – a bateria custou uns 160 reais, e foi bem tranquilo de trocar veio o kit completo só precisei ver um vídeo no YouTube.

      2 – antes de trocar o display eu resolvi deixar o celular desmontado, usando as peças do kit da bateria do iPhone, estava dando certo até o final quando a cola pra tirar a bateria rompeu e amassou a bateria, e um dos cabos da tela ficou grupado na placa e não quis sair, o bom é que não tinha comprado o display.

      3 – o POCO M3 eu tentei reviver com uns tutoriais da Internet sem sucesso, vi aqui que o que causou isso foi uma atualização(meu pai evitava atualizar talvez ele tocou no pop-up sem querer), mas caramba fico imaginando como tá o controle de qualidade da xiaomi nas atualizaçōes de software, não é a primeira vez que uma falha grave mata os celulares dela.

  6. Pessoal, li recentemente o “Impérios da Comunicação” do Tim Wu e gostaria de saber se vocês conhecem algum livro sobre a história da mídia no Brasil com um viés parecido (não precisa ser o mesmo).

    Ao menos se houver um livro que trata disso sem aquela abordagem mitológica sobre grandes figuras a família Marinho ou Sílvio Santos já seria interessante.

    Existe algo assim?

    1. Não conheço esse do Tim Wu, então não sei exatamente o tipo que precisa, mas o “História da imprensa no Brasil” (Nelson Werneck Sodré” é um clássico dos cursos de jornalismo. Aqui tem este e outras dicas que podem te interessar: https://www.nexojornal.com.br/estante/favoritos/2020/5-livros-para-conhecer-a-hist%C3%B3ria-da-imprensa-brasileira
      Sobre a abordagem mitológica em relação a Sílvio Santos, saiu um tempo atrás um livro do Maurício Stycer que, pelo visto, vai na linha oposta. Não li o livro mas, pelo relato que ouvi nesse podcast, parece interessante: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2018/10/silvio-santos-finge-demencia-para-driblar-problemas-afirma-autor.shtml

    2. Eu não conheço esse livro do Tim Wu, mas sou amigo de um professor que escreveu sobre a história da Televisão e sua relação com a presidência da República no Brasil, em sua tese de doutorado na UFRGS.
      Dá pra acessar aqui: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/39413

      Ele trabalhou durante um tempo com o Daniel Herz, um jornalista e pesquisador sobre democratização da mídia no Brasil. O Daniel foi autor do “História Secreta da Rede Globo”, que conta a história da emissora e suas relações com a política no Brasil. É antigo, mas deve-se encontrar em sebos.

      Depois que o Daniel faleceu, alguns discípulos dele criaram um site para manter alguns textos e debates no ar: http://danielherz.com.br/

      *desculpa tantos links hehe. Ghedin, se for pro Spam, libera por favor :)

    3. Lucas, eu não conheço nenhum livro que costure as histórias de diferentes mídias e/ou empresas do BR de uma vez só. Existem alguns livros específicos sobre cada área, principalmente TV.

    4. “chatô, o rei do brasil” (fernando morais, companhia das letras), biografia do assis chateaubriand, é uma boa leitura se você quer um relato recheado de detalhes de quando tudo era mato por aqui.

      pelo que eu me lembro, a escrita do autor é bem equilibrada e não tenta tornar o biografado um personagem acima do mal e do bem.

    5. Um pesquisador da TV brasileira, mas não só, é o Eugênio Bucci. Talvez possa ajudar.

  7. Não sei se já comentei aqui (provavelmente sim e peço desculpas pela repetição), mas o que eu mais tenho gostado dos serviços de streaming (em todos eles têm algo do tipo) é a possibilidade de ver conteúdos antigos. Coisas q eu não consegui ver direito na adolescência ou mesmo na infância pela maneira bagunçada que as televisões abertas exibiam ou por conta da impossibilidade de acompanhar algum programa num horário X na TV a cabo. A TV a cabo e as locadoras (além dos torrents, claro) tinham praticamente tudo o q eu queria, mas deixando de ter TV a cabo e com praticamente o fim das locadoras, ficou um vazio (q nem sempre o torrent supria ou era algo muito difícil de conseguir). Enfim, estou tendo a chance de ver desenhos antigos, séries antigas e coisas q realmente eu dificilmente veria se não estivessem ali já no esquema pra ver. Acho q as plataformas de streaming não gastam tanto com coisas antigas, pq sabem q a maioria prefere mesmo é a novidade, mas estou até q satisfeito. Os apps funcionam direito na mibox, Apple TV tem no ps4… E tantos outros arranjos são possíveis (como ver, via VPN, um filme exibido online por uma sala de cinema gringa).
    Sinto muita falta ainda das locadoras (sempre olho com tristeza pro antigo local da 2001 na Paulista), mas até q não está tão ruim qto há alguns anos.

    1. Procure clube de colecionadores de vídeos. Pode ser que eles lhe ajudem com o que tu precisa.

  8. Eu tenho uma carteira de clientes com mais de 11.000 contatos sendo mais de 9000 contatos também de WhatsApp. Trabalho com vendas pela internet esse número de contatos foi conseguido ao longo de cinco anos. Hoje em dia eu entro em contato com eles ou de forma direta ou através de lista de transmissão do WhatsApp. Vocês conhecem alguma ferramenta que eu possa utilizar para mandar mensagens em massa com a possibilidade do cliente solicitar a retirada do contato? Procuro uma solução gratuita pelo menos eu possa fazer upgrade de acordo com minha demanda. As soluções que eu encontrei são inviáveis financeiramente para mim.
    Obrigado.

  9. Pessoal, apareceu uma oportunidade de trocar meu smartphone por um iPhone SE de 2ª geração. Hoje uso um Samsung Galaxy A22, e mesmo não sendo ágil, dá conta do meu uso e ainda tem 2 dias de bateria (média de 46h de uso e 8 horas de tela).
    Sobre a oportunidade: eu daria meu celular + 800 reais em troca do iPhone, que está com 99% de saúde da bateria mas não vem com carregador.
    É uma oportunidade para experimentar o iOS, mas li muitos relatos criticando a duração de bateria do iPhone SE, e esse é um ponto essencial para mim.
    O que acham? Aceito, rejeito? Espero um iPhone XR?

    1. O atual está atendendo bem para seu uso e com 2 dias de bateria está ótimo. Eu não trocaria.

      1. Acho que nesse momento é melhor focar em trabalhar e juntar dinheiro, daí quando eu tiver condição real de comprar um iPhone, eu decido se pego um desses modelos mais atuais.
        Obrigado pela resposta!

      1. João, eu penso em não trocar, apesar das vantagens do iOS. Se puder dar os motivos da troca, pode ser que eu mude de ideia, hehe
        Obrigado pela resposta!

    2. Sinceramente, não compensa. Minha experiência com iOS no iPhone foi péssima. Fica no seu A22.

      1. Wendell, quais os pontos negativos do iOS em relação ao Android? Eu nunca usei um celular apple antes, então não faço ideia do que eu vou “perder” na troca. Se puder falar um pouco sobre isso, vai ser top demais.
        Obrigado pela resposta!

        1. Claro! Vamos lá.
          O iOS é um sistema fantástico, no entanto, totalmente fechado a ponto de não permitir o uso de determinadas aplicações que eram fundamentais para a minha atividade. Sempre usei apps específicos para meu trabalho (fiscalização ambiental, geolocalização e mapeamento), e nesse quesito, os poucos que encontrei para a plataforma não atendiam. Diria que a segurança que a Apple impõem ao sistema acaba prejudicando seu uso, afinal, para instalar alguma coisa que realmente atendesse minha necessidade, teria que recorrer ao Jailbreak, o que nunca foi meu interesse. Por fim, apesar de não estar relacionado ao SO, a bateria era outro problema que sempre incomodava. Saía de casa com carga de 100% as 08h00 da manhã, por volta das 15h00 já não tinha bateria suficiente para encerrar minhas atividades, ficando sempre dependendo de carregadores externos. O iPhone é um baita aparelho, nunca duvidei disso, mas não para minhas necessidades. Hoje opto por aparelhos Android os quais possuem um ecossistema maior em relação as aplicações que preciso, além é claro com bateria que atenda minha necessidade de autonomia. Espero ter esclarecido e se sua necessidade está relacionada apps específicos e bateria, deveria avaliar a troca. Espero ter ajudado.

          1. Entendi, muito obrigado por falar da tua experiência com o iOS, Wendell!
            Hoje eu evito usar aplicativos específicos, então nessa questão não tenho problemas (por enquanto), mas saber que a bateria dos celulares da apple ainda não são boas desmotiva bastante hahaha
            Vou ficar com meu android mesmo, trabalhar e juntar dinheiro para comprar um Moto G100, ou um Galaxy mais potente.
            Obrigado pela ajuda!

    3. O iphone SE é um celular mais potente, a troca parece interessante. Mas se a duração da bateria for um fator tão importante, acho melhor não trocar. Eu não espero que a bateria do iphone dure um dia inteiro.

      1. Pois é André, antes eu tive um Zenfone 5Z, e por 2 anos era um baita foguete. Como eu tinha que carregar todo santo dia, a bateria degradou. Chegou ao ponto que eu não podia abrir nada, senão ele reiniciava. Troquei a bateria por uma de “1ª linha”, ficou 2 meses normal, depois voltou a reiniciar.
        Vendi o Zenfone, comprei o Galaxy A22 e cheguei à conclusão: não adianta o celular ter o processador mais monstruoso se a bateria é ruim.
        Já que os celulares são móveis, bateria é essencial ¯\_(ツ)_/¯

        1. Bateria dura uns 1000 ciclos (talvez alguém me corrija), tenho um notebook de 8 anos que ainda aguenta uns 30 minutos de autonomia. Isso por que eu raramente removia ele muito tempo da tomada, sempre foi uma ferramenta para mobilidade, não pra ficar horas sem energia da tomada.

      1. Depende, do XR em diante elas ficaram melhores, pois telefones maiores.

        Em standby eles costumam ser melhor, pois o ios é mto agressivo em fechar processos em segundo plano, ao ponto de eu não conseguir usar o strava direito no iphone 8. Mas isso varia de fabricante, há fabricantes android que implementam soluções parecidas.

        O que ajuda androids intermediários na bateria é que o processador não é tão potente, logo, não gasta tanta bateria também.

        Mas eu não trocaria o A22 por um iphone se 2. Não trocaria nem por um XR, ao preço que estão pedindo hoje.

  10. TV paga x TV box(IPTV) quem ganhará essa luta? Só aumenta o número de conhecidos que usam esse aparelho e usam aquela velha desculpa que a assinatura de TV é um roubo. Qual a dificuldade para o governo de rastrear de onde vem esses IPTV piratas?

    1. Uma teoria de conspiração que tenho em mente é que na verdade estas coisas de IPTV do jeito que hoje está (pirata) pode ser na verdade testes para futuras tecnologias para as próprias operadoras usarem.

      Claro, como toda teoria conspiratória, soa absurda mas plausível.

      Mas do jeito que anda as coisas, as tecnologias de IPTV vem ganhando, então…

    2. “assinatura de TV é um roubo”

      olha, mas é um roubo mesmo

  11. Na Black Friday, tentei aproveitar promoção da calças na hering porque estavam com preço bom na loja do Mercado Livre. Fiz o meu pedido, paguei o boleto e uns dias depois o pedido foi cancelado. Pena, aceitei o fato e escolhi não me estressar com a loja por não alegar o motivo do cancelamento unilateral. Mas eis que o ML não devolve o dinheiro para minha conta, e sim transforma em créditos para uma conta do Mercado Pago ou sei lá, o qual não tenho conta. Para acessar o valor e transferir para minha conta bancária, preciso fornecer foto dos meus documentos! Usei o reclameaqui e o consumidor.gov.br, mas os caras estão fazendo jogo duro. Terei que entrar com alguma ação judicial contra eles. Alguém já passou por situação similar?

    1. Estranho. Creio que eles pedem documento com foto pois querem evitar fraudes, mas sei lá – eu evito este tipo de aplicativo por este tipo de problema. Salvo engano, acho que o PayPal me pediu documentos, não me lembro se mandei.

    2. Nessa vc foi meio que pego de calças curtas.
      Já tive cancelamentos no ML e foi assim: se não foi pago com cartão (onde era feito estorno na fatura), o dinheiro ia pro mercado pago (o qual tenho a famigerada conta). Já tive tantos aborrecimentos com ML… Mas uma coisa me parece sempre constante como prática deles: enriquecimento ilícito…

    3. Siiim, tive a mesma surpresa infeliz! Comprava esporadicamente no ML, mas com a pandemia passei a fazer compras bem mais frequentes, de produtos variados. Ja tinha feito várias devoluções e sempre me estornavam no cartão. Fui surpreendido da mesma forma que você quando comprei um tapete higiênico para gatos (um tapetinho que fica na caixa de areia, pra diminuir a areia esparramada por ali). A explicação que obtive foi que não era um eletrônico, nem um produto coberto pelo “Compra Garantida” (mesmo sendo um produto na categoria Full – que já estão nos centros de distribuição deles). Quando fui tentar transferir o dinheiro tive essa infeliz surpresa. E a justificativa pífia é que o MP é uma instituição bancária, e isso é exigido pelo BC.

      Como era um produto barato, e logo em seguida eu iria gastar com outra coisa, deixei o dinheiro lá mesmo. Desde então tomo cuidado quando preciso fazer compras de valor elevado lá.

      Essa fintechzação forçada de tudo é um absurdo mesmo. Vide o comentário que fizeram aqui mesmo sobre o fim do cartão Bom e a substituição dele pelo Top.

      Em algum Post Livre futuro conte como está andando a ação! Estou curioso pra saber o desfecho dessa história!

      1. Sim! Gostei demais.🎉
        Acho que aprendi.
        Gostei de usar menos apps na rotina e, quando preciso buscar, digitar só um pedaço do nome do App para abrir enquanto digita (abro o spotify digitando ‘fy’).
        Ah, percebi que aumentar e diminuir a fonte do android influencia no tamanho da letra/apps do Olauncher.
        Me falta arrumar uma foto que combine bem (prefiro a foto do filho rsrsrs, terei de fotografá-lo 😅).

      2. Os gestos laterais seriam queles que na tela inicial, né? Ou são outros? Também comecei a usar o Olauncher depois da sua dica e estou sentindo um pouco de falta dos gestos do launcher padrão da Xiaomi, que funcionavam em todas telas e janelas.

  12. Ficaram sabendo da merda que ocorreu com os bancos de dados do ministério da saúde?
    Espero que tenham cópia de seus comprovantes de vacina, senão é melhor jair se lamentando.

    1. Bora tomar mais 3 doses de novo. Ainda bem, porque meu 5G e Bluetooth estavam começando a ficar fracos.

    2. eu sempre tiro print e deixo guardado, pq não gosto de ficar dependente do documento online, isso já me salvou algumas vezes e vai continuar salvando pelo visto.

    3. E o Ministério vai ter q pagar multa LGDP ou alguma punição do tipo?!?!

    4. Se a sua região tiver um app próprio tá tudo certo.

      Eu sou de São Paulo/SP e sempre preferi o e-SaúdeSP ao Conecte SUS pq o primeiro ao menos mantém o login (inclusive via impressão digital). Meu irmão usa o app do Poupatempo.

      Por ironia do destino meu pai foi baixar o app do SUS ontem pq ia precisar do passaporte e eu indiquei o e-Saúde SP. Mal sabia que o SUS ia morrer no doa seguinte :D

  13. semana passada algum leitor protofascista fez um comentário qualquer sobre o “trabalho libertar o homem” — ecoando desavergonhadamente um lema nazista

    essa semana Ailton, do povo Krenak, nos lembrou de que essa neurose ocidental pelo trabalho é estapafúrdia e incompreensível

    seríamos muito mais felizes longe dessa desgraça que é o trabalho

    https://twitter.com/jonasdiandrade/status/1468705320306454531

  14. Para quem é morador da grande SP, haverá um novo sistema de bilhetagem que recebeu o nome mais paulista possível (o tal do TOP).

    Acontece que para ter o cartão e o direito ao desconto de tarifa de integração, você basicamente tem que ceder todos os seus dados sensíveis (endereço, telefone, foto do documento, etc) e sem qualquer transparência ou chance de escolha. E essa é uma discussão urgente e ainda negligenciada na “grande mídia”

    Mais detalhes no: http://www.labcidade.fau.usp.br/novo-aplicativo-do-transporte-publico-de-sao-paulo-obriga-usuario-a-ter-conta-digital/?s=09

    1. Eu mandei o texto como recomendação da semana para ver se o Ghedin ia gostar de mandar na newsletter.

      Eu sinceramente acho que este tipo de debate se faz urgente, aliado com debates sobre financiamento do transporte público.

      Lendo algumas @ no twitter sobre o assunto, dizem que no Rio estão experimentando desmontar o sistema de forma que as concessões de serviços sejam feitas a evitar cartelização do sistema. A bilhetagem eletrônica por exemplo será separada do serviço de transporte público. A operação será separada do planejamento e manutenção (viária) – apesar de uma precisar da outra.

      A situação do cartão TOP é bem estúpida ao meu ver. Já foi tentado no passado. O Cartão BOM tinha a opção de ter um cartão de crédito (BOM +), mas creio que teve baixa adesão o mesmo e fora cancelado.

      Se a nova bilhetagem viesse com uma tentativa de unificação de cobranças nas Regiões Metropolitanas de São Paulo, aí ok, desde que a “bancarização” não fosse uma forma de empurrar serviços bancários, mas sim uma forma para criação e administração de fundos para o transporte público.

    2. Tentei fazer o cadastro no TOP semana passada, porque agora tô morando perto de uma estação da CPTM e é mais vantajoso pra mim ir de transporte público pro trabalho que de carro.

      Spoiler: Não consegui e vou usar o BOM do meu sogro até ele sair do ar.

      Minhas considerações:

      1) O chatbot que implementaram no processo de cadastro é HORROROSO. Além de ser lento e contra-intuitivo, teve um bug no meu cadastro que ele redirecionava para o início do processo depois de mandar toda a documentação. Sim, dei meus dados pessoais de bandeja pra uma empresa aleatória e nem consegui fazer o cartão.

      2) No app, é possível comprar bilhetes separados e passar nas catracas usando QR Code. Seria lindo, se a leitura funcionasse. O que vejo de filas nas estações de gente que não consegue entrar porque a catraca não lê o código no celular/bilhete de papel não é brincadeira.

      3) Quem quer que tenha aprovado esse nome pro cartão perdeu uma baita oportunidade de chamar o produto de “MÊO Cartão”. Decepcionante.

      1. Eu fiquei com uma cisma quando migrou o sistema de bilhete magnético para QRCode. Sempre notei que no QRCode há atraso na leitura e risco de clonagem do código se a pessoa for distraída.

        Tenho a sensação que não vai durar muito tempo se continuar assim.

        Um exemplo: noto muito na entrada para a rodoviária de Curitiba problemas quando se usa o QRCode. Algumas vezes o pessoal acaba dispensando o QRCode e fazendo liberação manual. (Isso nas poucas vezes que fui lá).

    3. fiquei morrendo de ódio quando Covas/Dória refizeram o Bilhete Único, um negócio que era legal pra caramba, obrigando todo mundo a se recadastrar dando todos os dados pessoais de novo, se não me engano os novos cartões teriam publicidade

      aliás, antes de obrigar a recadastrar eles também começaram a colocar, travas, por exemplo limitando o valor da carga

      … não sei se é esse TOP porque não uso mais o bilhete único

      1. O recadastro do BU se deu porque tinham descoberto falhas na versão anterior dele, e aparentemente permitia por exemplo “clonar saldo” se a pessoa tivesse equipamentos para isso.

        No meu caso não precisou recadastrar. Eu tinha perdido um BU, e o novo já veio no padrão novo.

        Aparentemente no BOM é bem mais raro saber de situações tipo “clonagem de saldo” – a cobrança sempre é registrada em um banco de dados e você pode acompanhar o extrato.

        Em tempos: BOM => TOP. O BOM é o Bilhete Ônibus Metropolitano. O TOP não sei como ficou a sigla. O Bilhete Único (BU) é apenas municipal e serviços ferroviários metropolitanos. O BOM é os serviços metropolitanos (EMTU) e ferroviários, fora alguns municípios que tem parceria e usam o BOM também.

    4. O governo federal junto a Caixa Econômica fez a mesma coisa, obrigando até mesmo quem já tinha conta em outro bancos a abrir uma conta no APP Caixa Tem para receber o auxílio emergencial.

    5. O resumo dessa história toda é o clássico desinteresse pela prestação de bons serviços à população – coisa que em teoria seria a tarefa básica de qualquer administração pública, mas que na prática é sempre vista como favor que se presta, desde que haja boa vontade, não dê trabalho demais e gere lucro pra quem está lá em cima. Eu moro na grande SP e tinha feito o cartão BOM Sênior logo que fiz 60. Agora ele não vale mais porque passaram a idade mínima pra 65. Quando eu chegar aos 65 vou procurar de novo esse serviço, se até lá a idade mínima não subir mais.

  15. Aproveitando asdicas sobre aprender inglês, o que vocês recomendam para melhorar especificamente a escrita nesse idioma?

    Tenho um entendimento bom de inglês, mas dificuldade em produzir conteúdo escrito. Estou começando a me preparar para tirar certificações internacionais, e minha grande dificuldade é a elaboração de relatórios.

    1. Pesquisa pelo Write & Improve with Cambridge e pelo Grammarly. Talvez te ajudem! :)

    2. eu acho que a única maneira de ter alguma proficiência em inglês escrito (tanto ler como escrever) é ler MUITO em inglês … não é uma coisa rápida, é coisa de muitos anos mesmo … a leitura acaba internalizando a gramática, e a gente acaba aprendendo muitas expressões idiomática

      imagino que fazendo uma imersão (viagem de 1 ano por exemplo) também ajude, mas não posso afirmar com certeza, nunca fiz isso

      (eu leio quase tudo em inglês, mas tenho praticamente zero de conversação)

  16. Tem algum lugar que eu consiga comprar um Raspberry Pi por um preço acessível? Queria algo por importação ou algo assim, mas tudo que acho é bem absurdo de caro o preço, sinto que além da conversão de câmbio as lojas colocam uma facada junto do preço.

    1. Comprei recentemente um RPi 4 com 8G de RAM no AliExpress. Veio um kit com case, fonte, cabo hdmi, cartao micro sd e até adaptador micro sd – USB. Paguei por volta de 900 – 1k reais. Lá, entretanto, se você procurasse por RPi 3 B+, você encontrava kits como esse por volta de 300 a 400. Dependendo do seu uso, o RPi 3 pode te atender muito bem.

      Obs: não olhei os preços atuais antes de comentar, esses preços vi há 2 meses +-

      1. Quero montar um pi-hole mas também queria experimentar como mini computador, etc. Tem por esse preço lá mesmo, ainda acho muito salgado. Vou deixar para o futuro mesmo

        1. Entendi. Pra esses casos o RPi3 funciona tranquilo! Mas preciso te dizer que o meu primeiro RPi3 comprei há uns bons anos, quando estava “barato”, e o valor do kit era mais ou menos esse, 300, 300 e pouco. Os preços subiram, mas como saíram os RPi 4, eles precisaram ajustar os preços pra ainda compensar comprar o 3. Eu tenho a impressão que não abaixa mais do que isso não. Acho que o que pode acontecer é pararem de fabricar o 3, ou fabricarem bem menos, e a tendência do preço é subir.

          Estava esperando pra comprar o meu RPi 4, mas acabei desistindo, porque vi que eu ia esperar por muuito tempo hahah. Fiz o mesmo de esperar pra comprar um mini-pc, e os preços só subiram desde então (subiram muito!).

        2. Cara, para o Pi-Hole, dá pra usar qualquer coisa! Notebook/Desktop velho ou outras SBCs tipo a OrangePi Zero, que geralmente é mais em conta.

          1. Sim, mas também queria “brincar” com Linux ou similar. Para o pi-hole vou acabar usando um note velho, mas é um trambalho e queria algo mais discreto

          2. Experimente a OrangePi One então. Pequena, não muito cara e dá conta do recado. Diferente da Zero, tem saída de vídeo. Na Zero dá pra ter esse recurso, mas precisa de uma plaquinha extra, o que acaba a deixando muito próxima do preço da One.

          3. @ Giuliano

            Dependendo das brincadeiras que você quer fazer com Linux, não precisa de monitor. O meu mesmo eu uso 100% via SSH, a partir do MacBook.

  17. Deixei o comentário no post original mas também quero deixar aqui:
    Abri uma conta no Santander (a empresa vai pagar por ele agora) e, ao fazer o primeiro uso do app, neguei o acesso à localização. Resultado: o aplicativo não abre de jeito nenhum, não abre nem a tela de primeiro login, alegando que é para minha segurança…
    Semana que vem pretendo ir à agencia para fazer a portabilidade pelo gerente de contas.

    1. Nem precisava ter aberto conta corrente, minha esposa fez semana passada conta no Santander devido a nova empresa, mas abriu conta salario e já destinou a portabilidade para o banco q ela utiliza, nem cartão pegou, apenas o contrato com numero da conta salario, já esta tudo indo para dela. Eu tbm tenho conta salario pelo Santander antes era pelo Bradesco e mesma coisa de nenhum tenho cartão, recebo por portabilidade

  18. Minha esposa estava fazendo um pedido de um açaí pelo ifood e o frete estava alto. Como morava perto da loja resolvi ir buscar o açaí, mas pedi pra ela não realizar o pedido e tirar um print da simulação do pedido no açaí. Ao chegar na lanchonete mostrei o print do pedido para a atendente para ela separar o pedido, mas ela disse que não tirava o pedido pessoalmente e eu tinha que fazer o pedido no ifood e usar a opção de retirar no local. Queria entender a lógica usada no estabelecimento, deixar de receber o pagamento a vista (em espécie, débito ou pix) e sem intermediário para optar pela compra somente pelo APP.

    1. Acredito que seja para facilitar o gerenciamento de vendas/caixa. É a única coisa que me vem na mente.

      1. Ainda assim, só faz sentido se a loja só fizer vendas pelo iFood, né? Caso contrário, seria o mesmo gerenciamento aplicado para as vendas presenciais.

    2. Talvez seja um acordo com o iFood (eles foram processados por acordos de exclusividade com restaurantes), ou talvez o restaurante só queira consolidar tudo no iFood (um dos benefícios do parceiro é um gestor de pedidos).

    3. Uma coisa q eu notei é que se vc compra no ifood o preço X e se vc vai direto na loja, o preço é y. Achei o fim da picada o ifood mexer no preço do produto do estabelecimento (fazendo ele oscilar). Como nunca usei o ifood (e apps do tipo), creio q infelizmente em algum momento vou me deparar com essa situação de não ter opção. Felizmente na loja q mais compro (alguns produtos veganos) eles fazem venda no balcão e a pizzaria q compro tem entregadores próprios.

    4. Curioso isso, geralmente o q eu vejo é o contrário, o restaurante até desliga no ifood a opção de retirar no local.
      Nesses casos eu peço por telefone ou whats dps de ver o cardápio do ifood, aí sim busco lá.
      Mas preferir usar ifood até pra retirada, nunca vi.

  19. Pessoal, tenho usado o Ubuntu como meu sistema principal em vez do Windows – e tem me atendido muito bem, até porque hoje em dia praticamente tudo se faz na web né? – mas ainda não encontrei a solução para um problema: quero sincronizar uma pasta específica do meu Ubuntu com o Onedrive. Alguém conhece uma solução que faça isso?

    A ideia não é sincronizar os meus arquivos do OneDrive com o Ubuntu, mas pegar um diretório específico do Ubuntu e sincronizar com o meu Onedrive. Específico demais?

    1. O contrário também resolveria: sincronizar uma pasta específica do Onedrive com o Ubuntu.

    2. Insync (insynchq.com). Pago, mas vale a pena na minha opinião…

      1. Cogitei o Insync, mas achei um pouco caro para mim no momento, apesar de ser pagamento único. De qualquer forma, é bom saber que é recomendado!

    3. Uso o rclone. Ele faz sincronização como vc quer, mas eu prefiro usar a funcionalidade de montar uma pasta do onedrive localmente no Ubuntu.

  20. Fala galera, vocês possuem alguma recomendação de webcam?

    Como minha principal necessidade é usar ela em cima de um monitor, eu preciso poder alterar o ângulo da imagem (tanto vertical quanto horizontal) e são raros os casos onde essa informação está disponível na descrição do produto. Não sei bem se não seria melhor ter um suporte específico que permitisse esse ajuste.

    Fora isso, uma qualidade de imagem boa pras reuniões do trabalho e funcionando no Linux sem precisar configurar (ou salvando as configurações usando o Windows já serve).

    1. Quando a pandemia veio, houve um efeito de aumento de preço nas webcams que encareceu por um bom tempo tais.

      As últimas chinesas que saíram sem marca e estão na faixa de R$ 100 são ok. Geralmente a maioria das webcams atuais tem um suporte no próprio que permite ajuste vertical e ângulo. O giro de ajuste horizontal é só no próprio aparelho (normal). Até porque o suporte é feito de forma quadrada, para poder se dobrar e encaixar em um notebook ou topo de tela. Alguns vem com parafusos embaixo para adaptar em suportes, permitindo mais mobilidade.

      Se vai usar em Linux, creio que até webcams antigas da Microsoft de resolução simples (780 px de altura) que não funcionam em Windows 1x podem funcionar bem em Linux. No mais, salvo engano, Linux deve ter suporte nativo a muitas câmeras.

      1. O meu principal receio em relação ao Linux é precisar usar algum software no Windows pra configurar a imagem e elas não ficarem salvas na webcam.

        Eu acabei pegando a Lenovo 300 que o Roberto recomendou, vi alguns vídeos e gostei do que ela oferece.

    2. Comprei recentemente uma Elegant, pelo Banggood. É ok, eu coloco ela no topo do monitor, tem resolução HD, microfone embutido (mono, mas tem), e dá para ajustar horizontal e verticalmente.
      Uso ela no Linux, e foi só ligar na USB que saiu funcionando tudo. É a melhor câmera da vida? Nem de longe, mas funciona para o que se propõe, e por 10 euros, foi o que achei de melhor!
      O link que eu usei para comprar, apenas pra saber modelo e tal:
      https://www.banggood.com/ELEGIANT-EGC-C01-1080P-HD-Webcam-with-Privacy-Cover-Built-in-Mic-for-Video-Calls-Conference-Gaming-USB-Plug-and-Play-for-Windows-for-Mac-OS-Android-p-1806423.html

      1. Acabei de perceber que a marca é ELEGIANT, e não elegant. Mudou sua vida saber disso? Nem a minha! hahahaha

      1. Obrigado pela dica, acabei comprando a Lenovo 300 já que ela tem o suporte pra ajuste na base própria e a imagem parece boa o suficiente pra uma ou outra reunião do trabalho.

    3. Só um adicional ao que todos já falaram. Nessas webcam da Chine (ou as rebranded aqui), verifique antes se elas tem auto-foco (AF).
      Nessa Black Friday teve uma promoção da marca Tedge (que me parece um rebrand), pelo MercadoLivre onde suas câmeras saiam a R$30. Vi que tinha um modelo com AF e outro sem. Pelo valor e pelo frete, comprei uma de cada e ficou menos de R$100.
      A com AF é EXTREMAMENTE irritante, dando um efeito de vai-e-vem na imagem constantemente. O AF é, aparentemente por hardware ou software e eu não tenho como configurar ou parar.
      Pelo que paguei, aceitei o prejuízo e ainda levei um tripé extra. Mas pelo preço cheio dela (acho que em torno de R$150), eu pesquisaria antes de fechar a compra.

      1. Geralmente tem um menu de configuração escondido que pode desligar o AF. Acho que é mais possível tal ajuste em aplicativos antigos de câmera ou que eles acessem o driver dela, tipo o VLC por exemplo.

        1. Realmente não tentei em apps de câmera, apenas pelo Google Meet mesmo.

  21. Há umas duas semanas minhas costas travaram (depois de passar um ano sem nem subir uma escada, quem poderia imaginar?!) e comecei a caminhar, o que já resolveu grande parte do problema.

    Agora tô pegando gosto pelo exercício, e queria saber se vocês usam algum app pra isso. Até agora tenho usado o Mi Fit pra trackear os dados do Amazfit Bip, mas queria saber se tem algum que gera uns gráficos mais interessantes, ou monte planos de treino, ou qualquer coisa assim. Vocês recomenda algo?

    1. Strava. Funciona muito bem e é dos mais usados. Tem segmentos, rotas, desafios. Bem completo!

      1. Uso o Strava também, juntamente com o Zepp (Amazfit)

    2. Eu sou bem old school e ainda não aderi às pulseiras/relógios para os exercícios.

      Mas uma amiga usa um app de 0 a 5 km, no android, e tem gostado dos treinos. No caso é voltado pra corrida.

      E tem o strava que o povo falou que guarda as distâncias etc. A versão paga vc consegue ver gasto energético (mas acho q precisa combinar com um monitor cardíaco).

      Mas não fique dependente de app, na internet tem planilhas de treino (de novo, para corrida) para iniciantes, baseado em distâncias ou em tempo.

  22. Vocês costumam usar muito o Google Assistente? E se sim, costumam usar pra algo além de pesquisas?

    No meu celular é algo que quase nunca usei, mas noto que muita gente (principalmente mais velha que eu) usa bastante no dia-a-dia, pra pesquisa de todos os tipos, mas também quase nunca vejo alguém usar o assistente de voz pra além de pesquisas.

    1. Só uso no Waze para reportar problemas na pista, como buracos e deixo desligada (voz) para demais apps.

      1. Mas é o Google Assistente mesmo? Ou é o comando de voz dentro do Waze? Não sabia que no Google Assistente dava pra fazer isso.

        1. Google Assistente mesmo integrado ao Waze, inclusive fica nas configurações do Waze essa habilitação.

    2. Eu sempre deixei o Google Assistente desativado no celular, não acho tão intuitivo. Já por outro lado, vivo pedindo para a Alexa tocar música (praticamente o único uso que faço dela). Devia ter comprado uma caixinha bluetooth mesmo haha

    3. Uso para definir timers e alarmes, principalmente quando estou na cozinha. Não ter que manusear o celular nesses momentos é bem útil.

    4. Eu uso a Siri, no caso, pra:

      – ver se vai chover no dia

      – acertar timers

      – marcar compromissos na agenda

      – lembretes

      Os dois últimos quase sempre preciso editar alguma coisa que ela entendeu errado.

  23. No começo de novembro surgiu a oportunidade de trabalhar como auxiliar de mecânico de Harley Davidson, fiquei muito empolgado, pois é um mercado de alto nível financeiro e possibilidade de emprego fácil caso a gente mude-se de cidade. Aceitei a proposta de teste de R$1200 e parti para o aprendizado… Lhes digo que o negócio é fácil, só precisa acostumar-se com ferramentas em polegadas e procedimentos mais cuidadosos.
    Aí eu descubro que são 4 sócios, apenas 1 deles trabalha e no fim apenas eu de funcionário, pois mandaram embora até a secretária que estava há 6 meses recebendo 1 salário mínimo…. Aí eu vi que não haveria crescimento financeiro, o investimento em mão de obra seria o mínimo possível. Desmoraliza ainda algumas atitudes do chefe perante ao meu trabalho, imaginem um supervisor impaciente… no começo eu até tolerava, mas na ultima semana eu já era capaz de fazer muita coisa sozinho.
    Recebi o salário, expliquei apenas que não ia dar certo pra mim (não sou louco de bater de frente, o empresário brasileiro nunca está errado! entendam isso!) e vazei embora. Ficou o aprendizado (técnico e moral XD) e as amizades.

    1. O mal do empresariado brasileiro (que nunca está errado) é justamente eles nunca estarem errados. Por esta postura, eles ganham mais do que aqueles que assumem seus erros. É ao menos o que noto.

      Eu estava achando estranho uma empresa vir me procurar de tempos em tempos no Whatsapp para alguns trabalhos freelancer. Nunca aceitei pois na verdade nunca me fizeram um cadastro ou pediram dados para pagamento ou foram claros nas informações sobre como trabalhar para eles. Quando fui puxar na internet, achei duas ou três reclamações no nome da empresa sobre pessoas que trabalharam para ela e não receberam.

      A primeira vez que ia trabalhar para eles, eu falei que ia aceitar o trabalho e aguardei orientações. Depois alegaram que o trabalho foi cancelado. Desde então recusei boa parte dos trabalhos (um deles exigia eu ter um pendrive conforme eles solicitavam, mas eu não tinha um pendrive disponível para isso).

  24. vcs que assinam tv por streaming (directv go e claro) e acompanham futebol, como tem sido a experiência?

    até o momento essa é a única parte negativa e acho que não tem solução, um exemplo foi na final da libertadores, o pessoal gritava na rua e eu só via o gol quase 2 minutos depois, o que infelizmente acaba com a experiência.

    e não precisa nem ser em jogo grande, eu costumo usar um aplicativo chamado “365 scores” e ele avisa do gol e sai na tv quase 2 minutos depois, o chato tb é que eu gosto de ver informações sobre jogadores e times, aí abro o app (hoje em dia eu desativo as notificações do jogo que assisto) e vou entrar no jogo pra ver os dados e, tem um gol, é bem chato isso.

    1. Realmente esse é o maior problema nesses serviços de TV via IPTV. Todos que testei tem esse atraso… No Premiere tem um delay de uns 30 segundos..

    2. Realmente, futebol é complicado.

      Já na Fórmula 1 (esse próximo fim de semana vai pegar fogo!) não faz diferença.

    3. As soluções para um futebol sem delays são:

      – Pegar um pacote de TV via satélite (cabo creio que terá delay também, dado que o sinal nos aparelhos atuais é similar ao de um streaming de computador. Os de satélite geralmente é pacote MPEG2 nos canais SD e MP4 ou similar nos HD. Processamento mais rápido.).
      – Piratear um pacote de TV via satélite :p
      – Usar TV digital (se você tem TV digital na cidade)
      – Usar TV via satélite analógico (eu não sei se ainda transmite jogos por este método, mas sei lá).
      – Pegar streaming de cara que tá filmando na torcida. :p
      – Rádio FM
      – Rádio AM

      1. Ou o mais simples de todos, não gostar de futebol. Isso é muito libertador. :3

        1. Eu também não gosto de futebol. Acho uma perda de tempo ver uma disputa que só traz agonia por torcer por algum time.

      2. meu pai fala que quando vai ao estádio, gosta de ouvir pela rádio o jogo que está ali na frente dos próprios olhos pois no rádio o gol sai antes.

          1. Creio que é porque o radialista está sempre de olho nas jogadas, enquanto que os torcedores as vezes estão torcendo e se distraindo, e quando vai ver já perdeu uma jogada, dando um “delay” no próprio estádio.

            O estilo de narração também já permite o cara pensar se é gol ou não. VAI ENTRAR VAI ENTRAR VAI ENTR…. GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL….

    1. sim, recebi um e-mail alertando que tinha vazado

      felizmente não vazou senha, mas email vazou

  25. Hoje (9/12) tem a IPO do Nubank na bolsa de Nova York. E a fintech acaba de ultrapassar o Itaú em valor de mercado. Quanto falta agora pro banco físico e pro dinheiro físico virarem assunto de livros de história?

    1. Muito? Valor de mercado na bolsa não é um bom parâmetro para esse tipo de previsão. Muito dessa valorização do Nubank (de qualquer empresa, na real) é baseada na expectativa de que ele será lucrativo lá na frente. Hoje, o Nubank só dá prejuízo.

      1. Sim, o tal do goodwill. Mas é interessante ver que tem uma competição por clientela no celular e não mais na boca do caixa. O próprio Itaú e os seus semelhantes vão acabar enveredando por esse caminho. O que eu pensei é: quanto falta pra gente fazer como os chineses e passar a sair de casa sem precisar carregar dinheiro nem cartão. Claro, descontando a imensa distância entre nós e os chineses.

        1. Para algumas fatias da população, isso já é realidade. (Não uso dinheiro em espécie faz muito tempo, e agora com o Apple Pay tenho arriscado sair de casa só com o celular.) O problema é massificar isso. Aí acho que vai um tempo ainda.

          De qualquer maneira, os bancões já acordaram. Itaú está martelando o iti, Bradesco tem o Next e mesmo com suas marcas originais a “jornada” do cliente já é bastante digitalizada. Concordo que é um caminho meio que sem volta.

        2. Deixando claro: não tô fazendo propaganda nem elogiando banco. O capitalismo improdutivo do sistema financeiro é um só.

    2. Será que finalmente sai aquele banner enorme no topo do app? To achando um porre. Ganharam clientes por ser simples e direto ao ponto, mas tem cada vez mais firula, propaganda e encheção de saco.

      1. O app deles está super pesado na inicialização. Nem os apps dos bancões estão mais assim.

    3. Eu diria que falta no mínimo uma geração, tipo: uns 30 anos mesmo. Ou seja, quando os Millenialls ficarem idosos.
      Meu sogro e minha sogra (60+) ainda pagam os boletos na boca do caixa, porque é como fizeram a vida toda. E a sociedade precisa continuar inclusiva para eles.
      Mas nesse ponto eu estou com o Felitti: a digitalização real foi feita em grande parte pelo PIX no Brasil.
      Por que o Nubank vale mais que o Itaú é uma excelente pergunta. Eu chuto que há um componente geracional aí também: os bancões ainda não conseguem se livrar dos custos das agencias justamente porque ainda tem uma parcela grande de sua clientela que demanda os serviços físicos. Os bancos que nascem digitais não tem esse custo – ou seja, terão margens ainda melhores no futuro.

  26. Eae, meu povo!

    Sou novo aqui, eu estou nesse momento estudando inglês, buscando a fluência, sei que é um trem que demora, mas estou obstinado a conseguir.

    O Ghedin posta aqui no Manual vários links de sites em inglês, sempre que tenho tempo tento ler eles (dá um baita trabalho pra mim que sou um iniciante na língua), assisto também alguns canais no Youtube, como o Veritasium: https://www.youtube.com/c/veritasium e o Tom Scott: https://www.youtube.com/c/TomScottGo.

    Gostaria de saber o que vocês fizeram para aprender o idioma, o que assistiram, o que leram, que método usaram.

    1. Também assisto esses canais esporadicamente e gosto justamente por que entendo sem precisar de legendas. Queria aprender também espanhol, nada de urgente para falar, mas ao menos para ter o entendimento. Estou usando o Kultivi a passos lentos, mas achei o melhor método, justamente por que a instrutora explica contextos e pronúncias.

    2. Contexto: nunca fiz cursos de idiomas além das matérias obrigatórias na escola. Eu me considero autodidata.

      Comecei a aprender inglês por assuntos que me despertavam curiosidade. No meu caso, era fã de Beatles e comecei a ler sites, ouvir muita música, ler livros e assistir a documentários. Traduzia as letras das músicas no meu tempo livre. A minha fluência deu um grande salto.

      Passei a usar todos os meus sistemas e aparelhos em inglês. Via filmes em inglês com a legenda em inglês.

      A minha pronúncia e conversação só deram um grande salto em 2017, quando comecei a me comunicar em inglês com outras pessoas. Fiz um estágio com a comunidade Wikimedia na época e tinha reuniões semanais com os meus mentores.

      Hoje eu praticamente vivo umas 12 horas por dia imersa no idioma. O inglês se estabeleceu firmemente como meu segundo idioma por causa do meu trabalho.

    3. Eu sou meio fora da curva porque comecei a estudar inglês no autodidatismo um pouco depois de ter aprendido a ler em português, então nunca tive muita pressa pra aprender, nem muito método. Quando parei pra perceber, já estava lendo, escrevendo e falando em inglês com certa tranquilidade.

      Agora, tem algumas dicas valiosas: faça a imersão no idioma.

      – Troca o idioma do smartphone e do computador para inglês;
      – Pega aquela série que você já assistiu milhões de vezes (tipo Friends, Seinfield, essas coisas) e deixe o áudio em inglês com legenda em inglês até se sentir confortável para desligar as legendas
      – Asssumindo que você gosta de consumir coisas de tech, deixe de lado canais do YouTube e blogs brasileiros (menos o Manual do Usuário rsrsrs) e passe a ler em inglês sobre os assuntos que você mais gosta.

      Você vai perceber que a quantidade de substantivos de determinado escopo/assunto não é tão grande assim, e a compreensão do que está sendo falado vai aumentar perceptivelmente.

      – Faça amizades com anglófonos. O app Slowly te permite trocar cartas virtuais com pessoas de vários lugares do mundo.
      – No Discord há várias comunidades dedicadas a bater papo em inglês com pessoas do mundo todo
      – Use o Duolingo com avidez, lembrando que platinar ele é o mínimo que você deve fazer para ter um conhecimento legal, sobre tudo das palavras mais usadas.

      Espero que outras pessoas te deem dicas menos caóticas que as minhas, tais como onde fazer aula, quais plataformas são interessantes etc.

      Boa sorte nos estudos!

    4. Adoro os dois canais! Vou aproveitar pra fazer propaganda do meu, o Minuto da Terra, pois é a versão BR do MinuteEarth. Como são vídeos curtos (3 min) e desenho animado (com legendas), talvez te ajude a treinar o inglês: https://www.youtube.com/c/MinutoDaTerra/videos
      Outras dicas que deram aqui são muito boas, tipo mudar o idioma do e-mail e algumas outras coisas. Abraço!

      1. Oi Leonardo, no último post livre não consegui comentar sobre o “debloating” do Xiaomi e como você ta por aqui vou trazer a resposta pra cá se não tiver problema.

        – Eu não fiz backup, mas como te falei, uso bem pouco o celular e todos os arquivos, fotos importantes meio que já tenho no computador e apps são sincronizados com versão desktop, essas coisas. No podcast do dia 03, o Ghedin comentou sobre o Syncthing, talvez te ajude nisso.
        Só tomei o cuidado de ler os comentários dos fóruns e excluir somente aqueles recursos que não causariam danos no sistema. Vi que muita gente teve problema ao excluir ou bloquear a galeria, por exemplo.

        – Sobre dicas de OS acho que aqui no manual tem alguns conteúdos sobre isso e o pessoal aqui do post livre vai saber indicar melhor que eu hahah

        Boa sorte aí ja sua jornada ;)

    5. Eu acabei de citar lá em cima, mas aqui vai de novo:
      https://telegra.ph/Dicas-Rápidas-de-Inglês-06-12

      Precisando de mais ajuda, me manda DM no Telegram: @K0media (com zero, não leta “O”).
      Posso passar mais meios de aprendizado e treino, se necessário.

      Minha trajetória é bem antiga já… + de 15 anos…

  27. Você também usa (ainda) o barinsta?

    Fiz uma postagem no instagram falando que irei apagar minha conta (além de tudo que for Meta). Acessava minha conta via Barinsta.

    Um belo dia (07/12) fui acessar o instagram pra ver algo via barinsta. Não consegui acessar por minha conta.

    Eis que minha conta já não existia mais. Não tinha como recuperar senha e nem nada. Meu usuário continuava como reservado mas não possuía conta nenhuma usando-o.

    Acho que fui banido do Instagram mas estou na dúvida se foi por causa do uso do Barinsta ou se foi pela minha postagem incentivando as pessoas a pesquisarem sobre a Meta e, em consequência, saírem dessas redes sociais. Rsrsrs.

    Alguém tem alguma experiência similar para confirmar em qual caso se enquadra a exclusão “precoce” do meu perfil? (eu ia apagar só em janeiro rsrs)

    1. O Facebook (META) tem uma política bem dura com esses apps. Eu lembro que em dado momento que usava o Barinsta eu não conseguia mais acessar minha conta pelo barinsta (apesar dela não ter sido excluída).
      Acredito que o seu caso a plataforma tomou uma atitude mais pesada e apagou a conta, mas é apenas uma suposiçao.

      Também estou tentando me livrar da Meta e qualquer big tech. Meu maior problema é sair do WhatsApp, devido a trabalho e família.

      1. Pontos positivos pra mim:
        – Consegui migrar a família para outro programa.
        – O trabalho tem meios oficiais de comunicação que não é pelo whatsapp.
        Pontos negativos:
        – Alguns amigos importantes pra mim só usam whatsapp, vou me comunicar via e-mail ou ligo.

        Daí ficou mais tranquilo de sair. 😁

    2. Eu uso o Instander… Nunca deu problema (até agora). Tem um canal no Telegram também.

  28. Como vocês lidam com vizinhos barulhentos?
    Contexto: 2 semanas depois de eu me mudar pro meu apê, um casal de evangélicos se mudou pro do lado. Desde o primeiro dia tenho que aturar louvores, instrumentos, cultos por vídeo e cantoria. Ênfase na cantoria, porque a vizinha tem uma voz mais potente que uma turbina de avião. Desafinada igual, também.

    Já tentei tudo isso aqui pra resolver o problema:
    – Comprei um Google Nest Mini pra automatizar a casa e pra usar como caixa de som. Quando ela começa a cantar muito alto, boto uma música mais alta ainda pra ela se tocar. Funcionou por um tempo até eles comprarem uma Alexa, mas não faço sempre isso porque odeio som alto de qualquer origem, inclusive minha.

    – Comprei um fone com cancelamento de ruído que abafou um pouco o som, mas a cantoria dela cancelou meu cancelamento de ruído (é sério, ele não dá conta).

    – Aproveitei a reclamação de uma vizinha de bloco sobre o barulho da TV de outra moradora e de uma indireta geral no grupo do condomínio: Alertei que tem gente que trabalha em home office e, além do incômodo do barulho (não falei de cantoria porque ficaria muito na cara), ainda tem o constrangimento de estar numa call com diretores e ter que pedir desculpa porque vazou um grito ou uma música alta enquanto eu falava – historia real. Funcionou por um tempo, pelo menos eles dão uma maneirada até umas 17h, mas ainda fazem barulho e após esse horário, volta o inferno.

    – Agora, comprei um headset mais potente com um ANC melhor – o Soundcore Q30, pra quem tiver interesse – que consegue anular a voz da abençoada. Vamos ver até quando.

    A pergunta que todos vocês vão fazer: “Já tentou conversar com eles?”
    Respondo: Não, por 3 motivos. Primeiro que sou um cara que odeia confrontos, até pra dar bronca em alguém eu sou bundão. Segundo que já tive problema com vizinhos evangélicos antes que escalaram até chegar na polícia, porque não queriam resolver na conversa. Então já tenho meio que esse pré-conceito inconsciente e quero evitar uma nova escalada, ou falar alguma besteira que possa me dar problema depois. E terceiro porque não quero começar uma guerra direta – falo “direta” porque a guerra fria tá rolando faz tempo.

    Não sou um cara religioso e não vou impedir que os outros expressem sua fé. Mas poxa, tem que ter um mínimo de bom senso e noção de convivência. Eu não sou obrigado e participar de um culto depois de chegar em casa cansado do trabalho.

    Além do headset, tô gravando áudios da barulheira que eles fazem pra mandar pro síndico do condomínio. Só pra vocês terem ideia, eu moro no 3º andar, e na garagem do térreo já dava pra ouvir os vizinhos. Agora imaginem isso aí todo dia, bem no meu escritório e na sala.

    Meu contrato de aluguel tá na metade, e só fico isento de multa depois de 12 meses, então me mudar agora não é uma opção. Além disso, a localização que eu moro é sensacional, com um custo de aluguel que não é tão alto assim.

    Bom, é isso. Obrigado a todos que leram meu desabafo até aqui. Já tiveram um problema parecido? Como fizeram pra resolver sem queimar a fichinha do réu primário?

    1. Tem brigas que são inevitáveis. Eu levaria a reclamação ao síndico. É papel dele fazer esse meio-campo e você está no seu direito de não ser incomodado. Tem gente que só se toca assim. É chato ficar brigado com um vizinho, mas tudo tem limites.

    2. Pierre, eu me considero um religioso.
      Mas a minha casa não é meu templo/igreja para cultos ou missas.
      A minha casa é o lugar onde repouso com a minha família e acho primordial que os meus vizinhos gostem de me ter como vizinho deles.
      Nenhum dos meus vizinhos sabem a minha religião.

      Quando estabelecemos um local para os nossos “encontros religiosos”, tivemos o cuidado de ser um local que não causasse transtorno para as pessoas que moram ali perto. E olha que nem somos barulhentos. Não gritamos, não cantamos e nem temos caixa de som.
      Mesmo assim a nossa agenda leva em consideração os horários de descanso dos moradores que estão próximos (mesmo que a distância os impeça de ouvir as nossas programações).
      Felizmente os vizinhos do nosso “local religioso” entenderam que temos esse cuidado e por isso nos respeitam e sempre passam para perguntar como estamos. Quando temos alguma confraternização, temos o cuidado de levar um pouco das comidas para eles.

      Infelizmente muitos religiosos dizem amar o próximo mas não se preocupam com quem mora ao lado. Isso é um desrespeito e tenho certeza que não é isso que a religião deles prega.
      Isso que estão fazendo ao seu lado não é expressar a fé, é um desrespeito!

      Quanto a você, levando em consideração o seu perfil (que odeia confrontos), eu diria para primeiro conversar com o sindico e revisar com ele o que as regras do condomínio falam a respeito.
      Se a conversa do sindico com os moradores não der certo, outra alternativa é solicitar ao sindico que converse com o proprietário do imóvel e relato o transtorno que os inquilinos estão causando na vizinhança. Já vi casos serem resolvidos assim.
      Fora isso, se não der certo, eu diria que infelizmente é melhor você se mudar, pois dificilmente os seus vizinhos vão mudar de postura.

    3. Cara,

      Tenta falar com eles na boa, não precisa ser guerra, se eles tiverem o mínimo de bom senso, vão te ouvir pelo menos. O não você já tem, não custa tentar.

      Aqui em casa aconteceu ao contrário, como acordo muito cedo, o vizinho de baixo reclamou das minhas pisadas pesadas, que incomodava e acordava eles, e eu não sabia que estava incomodando.
      Ele interfonou, foi bem educado, e problema resolvido.
      Esses dias ele até agradeceu muito que nunca mais aconteceu.

      As vezes eles nem sabem que estão incomodando…

      1. Dado o constrangimento que estão gerando… bom senso não é o forte destes vizinhos rsrsrsrs.

        1. Mas gente, ele nem tentou… Vai ver eles acham o mesmo dele… Só ser gentil… Gentileza gera gentileza. Fica a dica.

          1. Cara, com relação ao barulho eu bato no peito e digo que não faço, pelo menos não igual eles. No máximo quando tô em alguma reunião, mas evito até falar muito alto porque a parede aqui é super fina. Música e games sempre com fone. Nem visita eu recebo direito, só minha namorada que também dou uns toques pra não causar.

            E meu receio de reclamar direto com o casal é de, além de ficar um clima horrível por meses, já que tenho contrato pra cumprir, eles começarem a fiscalizar qualquer barulho besta que eu fizer por birra. Na linha do “se eu não posso fazer barulho, ele também não vai”, mesmo sendo totalmente desproporcional o que eu faço e o que eles fazem.
            Outra coisa é que quase sempre rola um ciclo: Eles começam com a zona, eu fico P da vida, penso em ir lá reclamar, mas deixo pra depois por estar de cabeça quente e não querer fazer besteira. Aí a cabeça esfria, eles começam de novo e por aí vai.

          2. @ Pierre

            Por isso é legal recorrer ao síndico. Ele serve de bucha de canhão e deve estar acostumado a ser odiado por algumas pessoas do condomínio. Já tive a experiência de pedir diretamente à vizinha para que fizesse menos barulho e ela não levar na boa. Não melhorou em nada e ficou um clima horrível.

      2. Exato. Concordo com o teu comentário. Acho que a conversa com eles é o melhor a ser feito.

        Só expor o que se passo no apartamento, dizer que faz reuniões online e que tem vezes que a cantoria acaba atrapalhando. Se eles se sentirem ofendidos, aí é outra história, mas em geral as pessoas costumam ser amistosas, nós que ficamos criando coisas na cabeça onde muitas vezes nem tem nada.

    4. Já estive numa situação parecida, porém no caso era a vizinha de baixo que clamava a deus de outra maneira (se é que me entende) o dia inteiro (sim, até mesmo durante as minhas reuniões de home office durante a tarde!).
      Também odeio confrontos, e tinha o agravante de ser um assunto mais desconfortável de falar sobre. Por sorte, ela se mudou não muito depois.

    5. Não tentou falar com o síndico? Ele é pra essas coisas. Normalmente esse tipo de incômodo gera advertência e até mesmo multa, em caso de reincidência.

    6. Eu moro em uma cidade barulhenta. E me sinto muito o índio do episódio onde o Pica Pau faz uma toca na tenda do coitado.

      “vitaminas, vitaminas, muitas vitaminas”…

    7. dando palpite gratuito porque não moro em prédio, mas …acho que a sugestão do Ghedin é a melhor: se o condomínio tiver regras relativas a isso, então não há o que discutir, “em princípio” o síndico teria que cuidar disso de alguma maneira

      se o condomínio não tiver regras aplicáveis, o síndico pode conversar com eles sem citar nomes específicos

      acho que fora isso não há muito a fazer

    8. Seu caso é relativamente fácil de resolver. Tens que reclamar sim, mas com o síndico. Ele vai conversar com os moradores barulhentos, aplicar multas e o que mais for necessário. Na teoria, você nem vai aparecer. Mas somos humanos, então isso pode ficar só na teoria.
      Eu morei uma época num prédio, e quem fazia o barulho era um carro que ficava estacionado na esquina, porta malas aberto, funk tocando no último volume, de sexta a tarde até segunda pela manhã. Quase sem intervalos. Era alto no ponto de eu, no bloco atrás do bloco que ficava na esquina, ao ligar para a polícia para reclamar, receber “bronca” do policial, pedindo para eu abaixar o som, pois ele não conseguia me ouvir. Raras as vezes a polícia apareceu. Resolvia por uns minutos e depois o infeliz voltava, e aumentava ainda mais o som.
      Só fui entender o que se passava para a polícia raramente aparecer mesmo com tanta reclamação (o “prédio todo” reclamava, no mínimo), quando vi no jornal o carro do infeliz cheio de sangue, com a notícia de que a polícia havia matado um assaltante de postos de combustíveis, durante uma tocaia.
      Nunca mais fez barulho!

      1. Um amigo meu teve um problema semelhante com os clientes de um bar que ficava em frente ao prédio. Depois de muito conversar, acionar autoridades (que nada fizeram) e muito desgaste, numa bela madrugada o abençoado chegou e abriu portas e porta malas do carro com o som no último volume. Esse meu amigo ia viajar antes do dia amanhecer e resolveu o problema: Deu um tiro certeiro no auto falante de uma das portas do carro e, magicamente, foram 6 meses de absoluto silêncio à noite.

        1. Sinceramente eu tenho uma vontade louca de fazem algo similar. Tipo, passa o “batidão” da parede de som na frente de casa, pego uma arma de chumbinho e miro bem no centro do alto falante.

          1. Gente, pelo amor, isso é loucura. “Deu certo” nesse caso, mas se o cara do alto-falante tivesse uma arma também, qual seria o resultado? Entendo a frustração e o incômodo (já passei por isso, em mais de um endereço), mas esse tipo de “solução” é bárbara, primitiva e, talvez o mais importante, extremamente arriscada.

          2. Ow @Ghedin, não leva tão a sério não! Te entendo e está certo, o ideal é evitar violências.

            Mas tem hora que não tem como – a sensação para certos atos é de utilizar-se de violência para concluir tais atos. É ERRADO. TOTALMENTE ERRADO. Mas tipo, ainda estamos em uma sociedade que parece que é mais fácil se impor pelo medo do que pelo respeito, dado que geralmente quem usa som alto já perdeu este senso de respeito desde quando pagou pela aparelhagem e ligou o mesmo pela primeira vez.

    9. Uns oito anos atrás, quando morava em outra cidade, eu tentei dialogar com a vizinha de cima por conta dos estrondos e berros que vinham do apartamento dela e que se estendiam até uma, duas da manhã todos os dias. Mesmo sendo educado, fui recebido com gritos e grosseria. Dali em diante, passei a registrar tudo por escrito no livro de reclamações do condomínio, inclusive anexando fotos (como dos tufos de cabelo que ela jogava pela janela e vinham parar no meu apartamento, ou das bolas de terra que os filhos dela arremessavam na minha varanda) e informando que tinha gravações dos estrondos e berros à disposição, caso necessário. Devo ter registrado umas dez reclamações, até que o contrato dela venceu e ela se mandou de lá, provavelmente já de saco cheio de ser notificada tantas vezes pelo mau comportamento. Registre tudo.

    10. Ja tive muitos problemas dessa natureza, então posso dar algumas ideias:
      Caso queira continuar tentando ignorar, talvez você tenha alguma melhora no isolamento acustico revestindo as paredes do comodo com espuma acustica:

      https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1918064988-30-placas-de-isolamento-acustico-3cm-espuma-anti-chama-_JM

      Isso, somado a colocar um ruido branco tocando em um volume médio numa caixa de som, mais seu fone com ANC pode mascarar totalmente o som. Acho um solução bem cara, entretanto.

      Se optar por alguma solução litigiosa, informar o síndico é o primeiro passo. Sei por experiência própria que a chance de resolver é pequena. A menos que muitos condôminos reclamem e incomodem mais o sindico que os barulhentos, essas coisas tendem a serem empurradas com a barriga. Sugiro conversar com um advogado para analisar suas opções. Levar o assunto para assembleia de condomínio, propor uma ação coletiva, também são opções. Se os vizinhos barulhentos forem inquilinos, existe a possibilidade de reclamar com a imobiliária, mover ação contra ela ou contra o proprietário, o que pode forçá- los a tomar medidas mais duras.

      Caso opte por se mudar (solução que pra mim foi a que resolveu), caso sua imobiliária não esteja aberta a diálogo, cabe tambem conversar com um advogado para analisar opçoes. Dependendo do caso pode ser possível cancelar a multa de recisão contratual devido ao caso específico. Como você já está juntando provas, fica mais fácil de montar um caso.

    11. Olha, há muito tempo eu tinha visto um projeto no IndieGoGo sobre um dispositivo de cancelamento de barulho que criava uma “redoma” para você conversar em paz num lugar barulhento.
      Aqui está o link:
      https://www.indiegogo.com/projects/muzo-state-of-the-art-vibration-monitoring-sys-sound-sleep#/

      MAS…
      Pelo visto foi um fracasso. (Ou um golpe mesmo.)
      Acabei de olhar. Muitos comentários negativos com indicativas de golpes aplicados e a campanha foi cancelada também. Mas está arquivado lá.

      Queria saber se algo assim vai existir num futuro próximo, quem sabe… 🤷‍♂️

    12. Infelizmente você tem que “partir para o confronto” entre aspas porque é o confronto formal. Faça reclamações formais, se o condomínio tiver o famoso livro, escrava lá a situação. Se necessário, mais de uma vez. E reclame com o síndico, por escrito (e-mail, até whatsapp). Deixe claro que a questão não é a religião. De fato, nem faça alusões a isso, apenas fale “gritos, cantorias” no geral. E nem precisa conversar com os vizinhos.

      A partir de então o síndico deve tomar uma atitude, caso constate o abuso dos vizinhos, e até multá-los. Se o síndico for conivente, cobre uma resposta formal dele.

      Em último caso é o famoso processinho.

      Independente do horário os barulhos precisam ser toleráveis.

      E não sou advogado, então minhas dicas podem não ser as melhores.

  29. No Post livre 297 comecei o meu relato do período de um mês de imersão no Apple Music e vou colocar aqui o relato da minha segunda semana.
    Estou usando exclusivamente o streaming da Apple e até desinstalei o Spotify do meu desktop e smartphone.

    Talvez o lado social mais bem sucedido da história da música digital seja o Youtube e depois dele vem o Spotify. No caso do Apple Music parece complicado, pois tenho a impressão que nem mesmo os usuários do AM compartilham links da plataforma para terceiros com músicas ou playlists. Ou talvez isso seja um sintoma do meu circulo de amigos.

    Um dos recursos que mais gostei foi a exibição das letras das músicas no Apple Music: é tudo muito bonito e bem polido. Fora isso, o manuseio da letra possibilita que vc avance ou retroceda a faixa. Comparando com Spotify, nesse último a exibição das letras é esteticamente ok. Porém, se vc não acessar a letra, fica uma tarja de gosto duvidoso na parte inferior do player. E para piorar, recentemente colocaram um botão escrito “mais”.
    No app desktop do Apple Music vc consegue manusear o app enquanto a letra rola na lateral direita. No Spotify a letra ocupa quase toda a tela, obrigando vc a tirar a letra para navegar no app.
    Outro ponto importante com relação as letras é que o Apple Music tem letras de músicas que não estão em nenhum outro streaming. Dessa forma, afirmo que a Apple é quem mais domina esse simples recurso, unindo estética, funcionalidade e abrangência.

    O Spotify Connect é sem dúvida o recurso que mais estou sentindo falta. Não a toa, é o recurso mais falado nas comparações entre Spotify e Apple Music pelo Reddit. Normalmente abro o Spotify no computador para usar o meu par de monitores de áudio e controlo as faixas/álbuns/playlists pelo celular em qualquer parte da casa. Infelizmente isso não existe no Apple Music. Não é nada de outro mundo viver sem isso, mas para quem estava acostumado, faz falta mesmo!

    Li que muitas pessoas não gostam das recomendações do AM, mas particularmente não me preocupo com recomendações de músicas. Na verdade nunca abro nenhuma playlist de recomendações de nenhum serviço.
    No entanto, devo salientar que fazer pesquisa no Spotify é muito mais simples que no AM. A filtragem que o Spotify faz por música/álbum/artista/playlist/podcast facilita muito a vida.
    Ontem tentei buscar uma playlist com as músicas de um filme e levei mais tempo do que deveria para encontrar no AM. Pela minha experiência, tenho certeza que no Spotify seria bem mais rápido.

    Uso player de música desde o final da década de 90, então sou acostumado a manipular playlists pelo desktop. Faço isso até hoje, mas percebo que sou minoria. Grande parte das pessoas fazem tudo pelo smartphone e admiro a paciência de quem faz assim.
    No entanto, é interessante notar que manipular playlists pelo smartphone é melhor no AM. Enquanto que manipular playlists pelo desktop é melhor no Spotify.

    Logo que o AM foi lançado, uma das minhas maiores reclamações era o tempo para a música começar a tocar quando vc “dava o play”. O Spotify é quase instantâneo. Parece até que a música está offline.
    Mas hoje percebo que as coisas melhoraram no AM. Hoje ele é bem mais rápido que Deezer e Youtube Music. Está bem mais próximo do Spotify, mas este último ainda é imbatível nesse quesito.

    Por fim, eu tenho o costume de ouvir algumas emissoras de rádio e vez ou outra toca alguma música que considero interessante. Para identifica-las eu uso o Shazam que já está no iOS. Ao fazer a identificação, o Shazam joga os resultados justamente para o AM e isso facilita a vida de quem é usuário do serviço.

    Essas foram as minhas impressões na segunda semana.
    Se quiser ler a primeira semana, procure nos comentários do Post livre 297.
    Semana que vem falarei a respeito do Apple Music no Android e a qualidade do audio.

      1. Eu uso ele. Mas no Apple Music é necessário instalar o app a parte, seja no desktop ou smartphone.
        Já no Spotify é automático pq vc consegue vincular a conta do lastfm à conta do Spotify.

  30. Vou começar meu comentário com a recorrente polêmica do Relatório Anual de 2021 da Linux Foundation (LF) que foi feito em um macOS usando software da Adobe. Essa polêmica é recorrente porque é o segundo ano que o relatório é feito no macOS/ Adobe e a comunidade open-source se sente decepcionada, ainda mais, por ser uma fundação que, entre outros objetivos, promove o uso do software livre. No entanto, a Adobe é membro Prata da LF. Existe alguma contradição por parte da LF ou será que ainda não exista algum produto open-source similar e/ou melhores que os da Adobe? Fonte: https://lwn.net/Articles/877844/

    1. HAUhuashhauhua… acho que isso demonstra que o Linux ainda não tem algum software na qual os designers se sentem úteis e seguros em usar.

      Não seria interessante se os próprios contribuidores criassem mecanismos para não depender mais de softwares de design da Adobe? Ou tipo os nerds de Linux puxassem os nerds de design para ver os porquês?

      1. O problema é os “nerds de Linux” largarem o preconceito que eles tem com design, UX etc…

        Conheço vários nerds de Linux que acham que interface boa é aquela recheada de opções e botõezinhos para mexer, que odeiam qualquer mudança, que odeiam intuitividade/facilidade de uso.

        1. Sim, é o que noto muitos criticarem também. Tenho esta sensação que o cara “nerd de Linux” torce o nariz para um design de opções mais intuitivo.

    2. Muitas vezes nem é a própria organização que produz esses documentos, mas uma agência/alguém externo. (É o mesmo lance daqueles posts no Twitter da Samsung publicados com iPhone.) É o caso? Acho legal dar o exemplo, ou que o “ferreiro use espeto de ferro”, mas sei lá. Deve ter coisas mais importantes para se preocupar.

    3. Por isso que sempre digo que a comunidade Linux é muito desunida. Fora outros problemas.
      Mas o mais engraçado é esse site com estética de 1998.

      1. Ainda acho a “estética de 1998” mais agradável do que os sites modernos cheios de propagandas e trackers e coisas piscando e gastando megabytes para mostrar… texto.

    4. Acho que o ‘problema’ não é só o software ou a comunidade, mas há todo um mercado que foi criado em torno da Adobe. Já trabalhou com pessoal de gráfica? Eles são demasiadamente acostumados a usar produtos Adobe ou Corel (piratas obviamente), o risco de enviar um arquivo de mesmo formato feito em software livre pode desencadear problemas de compatibilidade e perda de tempo…. então todo mundo vai apelando para a pirataria nesse círculo vicioso.

    5. Perspectiva de uma pessoa que trabalha com organizações de software aberto e livre há quase cinco anos:

      A Linux Foundation é uma organização que tem uma visão de software aberto que é considerada bem mais atraente para organizações privadas — uma visão comercial. Ela se distancia bastante do “núcleo duro” do software livre. Não me surpreenderia se pessoas de dentro da organização realmente não vissem problema em utilizar determinados softwares proprietários. Muito provavelmente não há uma grande pressão em procurar alternativas abertas sempre.

      As organizações que fariam parte do “núcleo duro” que mencionei seriam a Software Freedom Conservancy e a Free Software Foundation, entre outras. Elas fazem de tudo para usar software livre sempre. Mas, admitidamente, elas não têm um “apelo comercial” tão grande quanto a Linux Foundation. Muitas empresas hesitam em fazer doações a essas organizações.

    6. Acho que pela postura geral da Linux Foundation, não é uma contradição usar software proprietário e não é como se estivessem divulgando a ferramenta Adobe. Suponho que seja um “não problema” para eles. Se fosse a FSF, realmente seria estranho, pela defesa que eles fazem da filosofia free software.

      É esperado que isso ocorra, mas esses episódios ilustram a diferença de perspectiva da perspectiva “enterprise” do open-source e da comunidade que é mais entusiasta do conceito/liberdade.

    7. Uber é uma empresa membro “gold” da Linux Foundation — assim como uma série de outras empresas condenáveis, como a Meta (não que exista qualquer empresa que não seja condenável, mas acho que Uber e Meta são casos extremos).

      Um fato como esse sem dúvida é mais grave.

    8. Isso me fez lembrar da época do Ballmer – Developers! Developers! Developers! – à frente da Microsoft. O Linux é um câncer! Aí descobriram que boa parte do site da empresa era hospedado em servidores Linux.

    9. Não acho necessariamente uma contradição e também acho que esse processo não é tão simples quanto parece e ao mesmo tempo é um detalhe de algo bem maior que talvez não fosse uma questão pertinente no momento. Porém com certeza seria uma oportunidade excelente para fortalecer estúdios e designers que trabalham apenas com softwares livres, já que existe o poder de investir financeiramente em algo.

    10. Acho que para a maioria dos programas da Adobe há uma alternativa open source similar, porém, infelizmente, ainda não encontrei nenhum software livre que cubra todas as utilidades que o InDesign trás na hora de trabalhar com diagramação.
      No fim, acho que o mais provável de ter acontecido foi contratarem uma agência/profissional fora da organização, assim como o Ghedin mencionou.

    11. Oi Rodrigo

      Já me perguntei isso, e inclusive, me encaixo na sua crítica. Sou profissional de TI e trabalho com Linux há uns 5 anos, e no começo eu me sentia obrigado a transformar meus hábitos de usuário/profissional para que não dependesse de softwares proprietários ou não-livres, e te digo que isso é contraproducente.
      Quando há ferramentas que resolvem a vida, tanto faz se é um software proprietário ou livre/gratuito, você deve ser produtivo e de forma inteligente.
      Claro, prefiro que seja livre e aberto, mas se não for, paciência.

      Há um tempo confirmei essa visão pesquisando mais sobre FreeBSD, e há um autor que justifica (https://mwl.io/faq – Writing Tools, nº 2) exatamente o que falei: se ele publicar só com LibreOffice e GIMP (por exemplo) ele ficará fora dos padrões do mercado editorial e só vai perder tempo, que ele poderia estar escrevendo e/ou publicando. Então uma coisa puxa a outra.
      E ser um usuário curioso/avançado/profissional envolve experimentar e conhecer ferramentas diversas, principalmente as comerciais versus livre/aberta.

      Há quem prefira ser radical e só viver em função de tecnologias livres e abertas, como a já citada FSF. E é como a Anna falou, a Linux Foundation é bem focado no mercado empresarial, com foco em fazer negócios, não necessariamente focar na comunidade de software livre e aberto.

  31. Até o fim do ano devo publicar aquela pesquisa anual junto aos leitores, mas resolvi antecipar uma pergunta aqui, para dar tempo de me planejar: o que você mudaria/acrescentaria/removeria no Manual do Usuário para 2022?

    1. acrescentaria: busca universal, pois vira e mexe quero buscar algo falado no post livre mas não lembro em qual foi e fica horrível procurar

      como formatar os comentários (sei que está no seu radar, mas lembrei disso)

      na segunda, quando procuro o post livre ele fica muito pra baixo, e como ainda está abeto seria interessante se tivesse bem posicionado no início do site.

      e não sei se isso é possível, mas quando recebo e-mail com a resposta de algum comentário seria legal se eu pudesse ver o que eu disse e se pudesse responder direto pelo e-mail.

      e vira e mexe vou fazer meu primeiro comentário do dia e o site avisa que estou comentando rápido (coisa que ocorreu agora)

      1. O problema de como formatar os comentários é que eles ficariam muito chamativos e com isso poderia gerar muitas distrações. A não ser que seja só um simples guia para tal .

        Quanto ao “está comentando rápido demais” eu entendo o Ghedin deixar isso. É um gatilho que até ajuda a evitar flood. E as vezes é bom para revisar o comentário antes de postar.

    2. Eu só acho um pouco estranho o lugar onde a seção com o banner do “diretório de newsletters” e de “podcasts e vídeos” aparece na página inicial do site. Fica meio escondido e me parece que isso quebra um pouco da ordem cronológica do site. Mas é só pitaco meu. Não entendo nada de design de sites, kkkk.

    3. Arrumar a cronologia dos posts ou coloque os fixos na lateral. Diminuir um pouco os espaçamentos das linhas e aumentar a largura do conteúdo no desktop.

    4. Mudaria: o formato de interagir nos comentários. Estou me acostumando a cada semana, mas ainda assim parece mais trabalhoso do que deveria ser. Não sei explicar bem.

    5. Eu gostaria de uma melhor maneira de procurar os artigos do Manual do Usuário. Seja por assunto, “parceiro”, formato, etc.

      Esses tempos fui procurar um que estava na minha mente, mas sabia que tinha lido em um texto do Tecnocracia versão podcast. No fim acabei demorando mais tempo do que imaginei para achar.

      Mas apenas isso, o site ainda é muito bom para a maneira que vocês conduzem as coisas.

    6. Além das sugestões acima, um recurso que uso muito para conseguir ler os comentários é o que foi citado neste post. Ele é capaz de fechar todos os comentários de uma única vez.

    7. Como comentado pelo André, acho que seria legal pensar numa forma de apresentar os posts fixos na home, já aconteceu de as vezes acessar o site e achar que não tinha post novo e depois percebi que era um post fixo.
      E o segundo não seria uma sugestão, mas um “bug” com o ícone de busca no dark mode que está em preto.

      1. Nossa, essa do ícone da lupa no modo escuro passou totalmente batido. Aproveitei que abri o tema para corrigir isso e coloquei um amarelinho no fundo dos posts fixados na capa. (Talvez não esteja aparecendo aí já devido ao cache.)

        1. Hahaha, acontece. Que bom que deu pra corrigir sem muito galho. Achei uma boa solução em usar a cor de fundo pra marcar os posts fixados, só que no modo escuro ficou com pouco contraste em relação ao texto 😕
          Não sei como funciona essas configurações no WordPress, mas se for dar muito trabalho ter que fazer todos esses ajustes de cor, uma outra alternativa seria tentar marcar os post fixados com texto mesmo. Tipo uma “tag” acima ou abaixo do título, com uma formatação parecida com o texto da seção de Podcast e Vídeos, em caixa alta ou em negrito com a fonte menor.

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