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Post livre #296

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha na segunda-feira ao meio-dia.

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166 comentários

  1. uma curiosidade: até quando deve especular o eventual proprietário do domínio gol ponto com ponto bê erre? será que ele pede uma soma astronômica pelo domínio?

    afinal, a gol ainda usa o voegol.com.br até hoje

    1. Dependendo nem compensa. Até porque você quando já acultura a pessoa a usar um outro site, ela já entende que o original é aquele.

      Até tenho minhas dúvidas sobre essa de “grilagem de sites” (esqueci o nome correto disso), pois creio que com uma boa conversa no Registro.br e até alguma assessoria jurídica, uma pessoa pode pegar um domínio para si sem pagar o “loteador”.

  2. Boa tarde, pessoal!
    Vocês conhecem alguns softwares que ajudem na criação de apostilas ?
    Exemplo: Vou ministrar um curso de determinada matéria e gostaria de criar uma apostila de exercícios.
    Pensei no Word e tal que é o mais comum, mas teria algum outro específico para isso ou com mais recursos especializado ? Ou caso o Word seja a melhor opção, existiria algum tipo de conteúdo voltado para a criação deste tipo de material ?
    Valeu!!

    1. Na verdade, sugiro pegar dicas de design e diagramação. O programa muitas vezes é o de menos dado que precisaria ter ideia de como diagramar sua apostila.

      Caso queira modelos prontos talvez o Publisher da familia do Office pode ser a solução. Se quer ter liberdade, é salvo engano InDesign.

    2. concordo com Ligeiro: mais importante é saber diagramar. Nesse caso, o Word seria extremamente limitado a escolha ideal seria mesmo o inDesign — ou o Affinity Publisher, pensando em alternativa mais barata

      se quiser algo open source, tem o Scribus

      de qualquer forma, reitero o alerta de Ligeiro: em vez de gastar dinheiro com software, já pensou em contratar um bom designer? :)

      1. faltou um “e” ali:

        (…) o Word seria extremamente limitado e a escolha ideal seria mesmo o inDesign (…)

    3. Para começar, vai de Word.

      Para o futuro, tem Affinity Publisher. Não tem o hype do InDesing, mas atende bem e por um preço MUITO menor – o post da black friday do MdU tinha promoção de 30%

  3. Estou pensando em comprar um Roku Express( o mais em conta que achei pelo link aqui mesmo do Manual).

    Eu utilizaria ele pra conectar na minha LG Smart de casa que por ser modelo antigo o HBO MAX não é compatível, e também numa TV relativamente antiga que não é Smart(usar pra youtube, netflix, etc).

    Alguém que tem sabe se ele atende pra essas coisas? Confesso que não tenho muito conhecimento sobre.

    1. Como falei em outros posts, tenho Roku, Smart Tv, Chromecast e Android Box generica (Mxq Pro 4k 5g).
      O Roku é o melhor, mais estável e não precisa do celular.

  4. vocês perceberam a mudança recente no google imagens?

    agora a busca limita deliberadamente o acesso ao conjunto de imagens encontradas para uma determinada busca: em muitos casos, para ver mais do que a meia dúzia apresentada, é preciso pedir para liberar o restante das imagens encontradas para além daquelas selecionadas pelo sistema.

    pode até ser um recurso útil quando procuramos uma imagem muito específica, mas a impressão que fica é a de uma limitação da web a um universo cada vez mais fechado

  5. aconteceu algo curioso com meu gerenciador de senhas essa semana e queria dividir com vocês (vai que alguém passe por isso no futuro)

    essa semana meu tablet chegou (estou amando, ler mangás nele está sendo sensacional, muito melhor que no pc e muito melhor que no celular, pois não preciso dar zoom nos quadros) e fui configurar os aplicativos, um dos primeiros foi meu gerenciador de senhas, pois preciso fazer login em outros serviços, cadastro feito e tudo rodando bonitinho, o problema foi quando fui fazer login nos serviços que cadastrei 2FA, dava erro toda vez, achei muito estranho, peguei o celular e digitei os códigos que vi nele, funcionou, aí comparando o de celular e tablet vi que os códigos eram totalmente diferentes.

    investigando descobri o motivo, o tablet não tem todos os fuso horários e o que tinha do brasil era brasília com horário de verão, então a hora ficaria errada, então selecionei ele e depois mudei só a hora, teoricamente tudo certo, certo? errado. durante alguns segundos o horário (minuto) não bate com o do celular/pc, por algum motivo aleatório achei que o problema do 2FA fosse isso, aí mudei o fuso pra buenos aires, pois é igual o meu e fui testar o 2FA e não é que funcionou? achei bem curiosa a resolução desse problema.

    aí aproveitando o post, já aconteceu de ao terem que consertar algo, tiveram que fazer algo nada a ver pra resolver o problema?

    1. Culpa do salnorabo que mudou a legislação do horário de verão.

      Imagino que sistemas são programados com os períodos previstos de horários de verão nos anos seguintes, por isso a atualização automática conforme fuso.

      1. E porque não fazem o uso do NTP? Simplesmente ao invés de programar o sistema para futuros horários de verão, que programem o sistema para que a cada dia, as 0h00 o sistema puxe as configurações de um servidor NTP e atualize caso necessário.
        Nada impede da empresa configurar os clientes para atualizarem em num servidor NTP próprio dela, que por sua vez irá atualizar com os servidores de cada país.

        Nós temos o nosso servidor oficial aqui no Brasil, e creio que todos os países do mundo também devam ter. Tem nada a ver com as decisões do governo… (e não, nem ao menos votei no pamonha do Bolsonaro)

        PS: viu Garmin! Essa mensagem também foi para ti. ;)

        1. Essa solução parte da premissa de que há conexão à internet constante. O que, bem sabemos, não é a realidade em muitas regiões e para diversos tipos de dispositivos.

          O horário de verão brasileiro costumava ser uma bagunça, aí em algum momento da década passada foi padronizado (era algo do tipo “começa no terceiro domingo de outubro”, ou seja, datas relativas, mas previsíveis). Isso permitiu que se configurasse de antemão, sem muita margem para erros, as trocas automáticas. O fato de até hoje, dois anos depois do horário de verão ter sido revogado pelo governo, ainda termos problemas do tipo evidencia como é difícil vincular essas alterações a servidores remotos/conexão à internet.

          1. Na verdade os andróides do 5.1 para trás tem problemas pois já tem gravado os horários de verão previstos para os anos futuros – algo que o Windows corrigiu um tempo depois da lei de horário de verão aprovada.

    2. Sim! Um caso recente. Instalei e configurei o Pi-Hole aqui, tudo funcionando bem, menos… no notebook. Quebrei (muito) a cabeça até lembrar que o Firefox agora vem com DNS over HTTPS (DoH) ativado por padrão, o que “blinda” o tráfego até mesmo do Pi-Hole. Foi só desativá-lo que o bloqueio do Pi-Hole passou a funcionar.

  6. O que te deixa com mais raiva? A propaganda do Matt Damon ou a do Pedro Bial vendendo criptocoisas?

  7. Comentei semana passada sobre mudança do Plano controle da Tim para um plano pré-pago. Pois bem, segue a jornada:

    Resolvi ligar para central de atendimento e tentar fazer a mudança por telefone, já que no site e aplicativo da Tim eu não estava conseguindo. Foram várias tentativas, sendo que em uma delas eu fiquei quase uma hora pendurado no telefone aguardando a atendente completar a minha solicitação, porém a ligação “caiu” e tive que recomeçar o processo. Tentei em dias e horários diferentes, mas não consegui: uma hora a Tim não me atendia, outra hora o funcionário me deixava falando sozinho (com direito a som de tv ligada e crianças brincando ao fundo), às vezes começavam o procedimento e logo a ligação era encerrada. Enfim, foi um belo teste de paciência.

    Com a falta de sucesso, decidi ir em uma loja física de um shopping, mas como era uma loja franquiada, eles não poderiam atender minha solicitação. Fui até uma segunda loja em um outro shopping e o funcionário abriu um protocolo me dizendo que eu deveria aguardar contado da TIM entre cinco a sete dias úteis.

    Com base na minha experiência com essa operadora e após ter ouvido vários “se a ligação cair a gente te retorna”, resolvi não esperar essa tempo e abri um chamado na ouvidoria da Tim. Quando expliquei a minha situação, a própria atendente da ouvidoria mudou meu plano, praticamente na hora. Porém ao invés de tornar meu plano um pré-pago “tradicional”, do tipo gasta quando usar, ela tornou meu plano um “Tim Pré-top”, que quando você faz uma recarga a Tim já desconta esse valor automaticamente em troca de um pacote de internet, ligação e sms, que variam de acordo com o valor da recarga. Como eu disse, não era esse o meu interesse. Assim que a funcionária da ouvidoria retornou a ligação, expliquei que não era isso que eu queria, que eu tinha perdido meus créditos (que eles usaram para pagar esse pacote) e que gostaria de uma versão pré-paga tradicional, que é o que vai me atender melhor nesse momento. Mais alguns minutos de espera e ela me devolveu os créditos (com direito a juros de R$0,02 💰), porém ainda me deixou como cliente Pré-Top, falando que tinha um prazo de até 24 horas para a mudança ser efetivada.
    Passadas 24 horas, a mudança não se efetivou, obviamente, e tive que ligar hoje novamente para ouvidoria reclamar do atendimento da própria ouvidoria para, agora sim, conseguir ter um número pré pago mais “tradicional”, que no caso da Tim é o plano Infinity (gaste apenas pelo dia que usar).

    O engraçado de tudo isso é que se eu quisesse um plano Black ou qualquer outro vinculado a um pagamento mensal, eu conseguiria ter feito pelo próprio site e app, já que o sistema apresenta essa opção de upgrade. Agora retornar a um plano pré-pago custou-me um bom tempo e paciência, sendo que hoje eu consegui resolver em uma ligação de 5 minutos com a ouvidoria (após reclamar do serviço da própria ouvidoria).

    Bom, em todo caso agradeço aos comentários da semana passada.

    1. isso me lembrou o meu caso, assinei o “o globo” por 2 meses (estava grátis), quando estava pra vencer eu fui cancelar e não achava a opção no site, tive que abrir um chamado no whatsapp, aí demoraram mais de 24h pra um atendente humano me atender pra cancelar o plano.

      ouvi alguém falar que tinha um projeto de lei correndo no governo pra vc poder cancelar /excluir qualquer conta ou serviço com a mesma facilidade que contratou/ cadastrou, isso seria um sonho.

    2. Já aconteceu a mesma coisa comigo, só que na Claro. Queria mudar do Controle para o Pré-pago, mas na realidade o que fizeram foi um cancelamento eu acho. Descobri depois que meu chip não estava mais funcionando. Fui até a loja, e meu número estava disponível para quem quisesse. Eles têm não sei quantos sistemas. Em um deles não estava mais vinculado ao meu CPF, mas nos outros sim. Depois de umas duas semanas consegui resolver. Uns meses depois, precisei voltar pro Controle e consegui em alguns minutos pelo site. Vai entender…

    3. Sei que é mais trabalho, mas se eu fosse você faria uma reclamação formal à Anatel desse rolo todo. As operadoras são obrigadas a oferecerem a troca de plano por um “pior” (mais barato) pelo meio digital desde março.

      Mesmo que você já tenha resolvido, é legal sinalizar à Anatel que a TIM está desrespeitando essas regras. As reclamações à Anatel ajudam a mitigar esses pequenos abusos das operadoras. Caso decida reclamar, tenha por perto os números de protocolo (se não guardou, eles devem estar em algum canto da sua área do cliente no app/site da TIM) e siga por aqui.

    4. Sou cliente da TIM há muito tempo por causa da família e compartilho dos mesmos sentimentos kkkkk. Agora que me mudei de cidade vou aproveitar pra pegar um chip com novo DDD e mudar pra outra operadora. Nunca usei muito o celular, tanto pra internet quanto pra chamada por isso sempre tive o pré-pago. Algumas pessoas me recomendaram o plano pré-pago da Vivo (Vivo Easy) que dá pra gerenciar pelo app e as recargas acumulam.

      Há alguns meses tive que entrar em contato com a TIM para verificar uma recarga que tinha feito por telefone e não foi realizada. O atendente foi muito simpático e tal, não resolveu meu problema de primeira, mas o que me chamou atenção também foi o som ambiente de fundo. Dava pra perceber que ele tava em casa e não em uma central de atendimento, daí pensei que poderia ser por causa da pandemia né… Daí umas semanas depois quando tava pelo centro da cidade, observei um rapaz sentado numa mesinha dessas que fica na calçada de barzinho e ele tava de fone fazendo um atendimento, parecia ser da Oi. Fiquei pensando nessas questões de trabalho de telemarketing como deve ter precarizado mais ainda com a covid.

      1. Camila, eu tive essa mesma impressão quando eu liguei para a Net para resolver um problema: que a pessoa não estava na central mas em casa! Achei muito estranho. A situação deles deve estar ainda pior mesmo, capaz de nem terem mais o vínculo empregatício e sim algum tipo de contrato por “produção” :(

    5. O atendimento da TIM é ruim mesmo! Seja pelo telefone ou pelo app.

      Vou compartilhar meu caso. Durante a quarentena em João Pessoa eu tive um problema com meu chip e precisava de um novo, mas as lojas da TIM estavam fechadas e sem previsão de abertura.

      Então lembrei que na época de isolamento eles comunicaram que estavam fazendo essta troca de chip pelo telefone, inclusive pra planos Controle.

      Aí a atendente falou que eu não era contemplado com esse benefício pq eu usava o plano mais barato do Controle.

      Depois desse absurdo eu migrei pro Vivo Easy e prometi a mim mesmo conhecer BEM qqr serviço antes de contratá-lo.

  8. Gente, eu gostaria de saber se alguém conhece algum plugin para o Firefox que calcula o tempo que fico em uma aba.
    E quais mais plugins vocês utilizam para produtividade.

  9. Cenário: monitor tem duas entradas HDMI e uma Displayport. Já a placa de vídeo do computador, tem duas saídas DVI.

    Sem pensar muito, comprei um cabo DVI-HDMI. Na TV da sala (Full HD), funcionou de boa. Mas no monitor (4K), não deu nem sinal. Tentei trocar as portas (afinal, tem duas de cada), sem sucesso.

    Agora estou aqui, cogitando morrer num cabo DVI-Displayport, porém sem nenhuma garantia de que vá funcionar.

    Que trabalheira, e quanto gasto para ressuscitar esse PC…

    1. Tenta achar só o conversor / adaptador dvi-displayport. Creio que sairia mais barato e provavelmente funcionará.

      1. Eu comprei um monitor recentemente que também tem entrada HDMI e Displayport e queria usar a displayport no computador, mas minha placa de vídeo não tem essa saída (só uma DVI e uma HDMI).
        Nas minhas pesquisas, o cabo displayport-DVI/HDMI só funciona se o displayport for na placa de vídeo (saída) (mão única, digamos assim). Aparentemente o conector displayport tem mais pinos importantes que o DVI e HDMI.
        Então acho que você poderia tentar outro cabo DVI-HDMI. Meu monitor não é 4k, mas aqui funcionou bem e eu já usava no meu monitor anterior. Eu uso um HDMI->HDMI e um DVI->HDMI.

        1. Dessa não sabia.

          Mas também eu pensava que era numero de fios iguais. Então DVI para Displayport deve ser conversão, não adaptador.

          1. Você tentou outro cabo DVI-HDMI?

            Você disse que sua placa de vídeo tem duas saídas DVI. Tentou o seu primeiro cabo DVI-HDMI nas duas?

          2. @ Felipe

            O primeiro cabo eu tentei nas duas entradas DVI da placa de vídeo e nas duas HDMI do monitor. Não dá sinal. Só testei um cabo DVI–HDMI — não sei se animo de gastar ainda mais dinheiro nisso…

          3. Melhor não gastar então por enquanto, Ghedin. Vou pesquisar aqui e ver como é esta das conversões.

    2. Ow Ghedin, passa a especificação da sua placa de vídeo que esqueci. Quem sabe pelas especificações a gente sabe como pode sair o vídeo.

  10. É proposital o ícone do Chrome parecer uma lente de câmera?

    Esse símbolo parece a lente e seu diafragma, acho que representaria melhor um app de câmera.

    Ou ele é a “câmera de vigilância” do Google? 😆

    1. Kkkkkkkkkk não creio que seja proposital, e sim um achatamento do logo original, tridimensional, que não parecia uma câmera
      Mas é uma boa analogia

  11. como vocês organizam as finanças? tô atrás de um app funcional, sem todo esse papinho de youtuber fintecher. me recomendem, usuários do Manual!

    1. Dias atrás em uma das PLs entraram neste assunto e sugeriram fazer uma planilha manual mesmo.

      No Android, há opções no F-Droid de aplicativos de controle financeiro de entrada e saída.

    2. Só uso para o controle financeiro da empresa, que é o Homebank. Por ser uma MEI é bem simples.

      Para uso pessoal não uso nada, faço como o Rafael disse abaixo.

    3. Recebo, “me pago” direcionando meus investimentos nos meus objetivos, pago tudo no crédito “ter o controle do quando gastar mensalmente no crédito”. Com isso já consigo ter um controle global das finanças, já usei app para ver no q gastava mais, mas agora uso somente o de investimento.

    4. Não conheço youtuber fintecher, então não sei se a dica se enquadra ou não hahah, mas uso o app Olivia.

      Ela funciona como se fosse uma assistente virtual. Pega as movimentações das suas contas, tenta organizar da forma mais inteligente e vai te mostrando insights sobre o quanto você gasta mensalmente em determinada categoria, inclusive sugerindo metas para te ajudar a controlar tipos específicos de gastos.

      Nunca tive muito saco pra usar planilha, então esse app está me atendendo bem ao fazer automaticamente análises repetitivas.

      Um último detalhe é que o Nubank comprou a startup há alguns dias. Tem que esperar pra ver o que vai acontecer.

    5. Uso há anos no android o Meu Orçamento. É muito personalizável. Eu e minha esposa lidamos com finanças de maneira diferente e o app se adequou muito bem a cada estilo. Eles levam a sério não querer seus dados e manter a segurança disso nas suas mãos, por isso não tem versão web. Não tem propagandas e não vendem produtos lá dentro, isso é uma delícia.

      https://play.google.com/store/apps/details?id=com.onetwoapps.mh

    6. Eu uso o Organizze, que pago anualmente com gosto e me atende muito bem há um bom tempo já

    7. uso há anos o “minhas finanças”, na época cheguei a testar vários apps e ele foi o que melhor me atendeu (e atende até hoje)

    8. Engraçado que ninguém mencionou o App Olivia.ai… É o que eu pessoalmente uso.

      Eu até fiz uma pergunta no Quora uma vez e uma funcionária interna respondeu. Eles usam criptografia de ponta à ponta e outras medidas fortes de segurança para manter o sigilo dos seus dados.

      Tem uma assistente virtual bem inteligente e ajuda a decidir vários critérios de gastos. Agora resta você seguir os passos, eles te dão a faca e o queijo! 😂 😂 😂 😂 😂

      1. Posso estar muito enganado, mas creio que a Olivia não tenha criptografia de ponta a ponta. O próprio modelo, de analisar e sugerir ações com base nos dados inseridos, inviabilizaria isso.

        Eles dizem que usam criptografia de ponta a ponta? (Olhando a página inicial do site deles, não encontrei referência a essa característica.)

        1. Realmente, acho que estou equivocado, Rodrigo.

          Eu me lembro de ter visto isso em algum lugar, mas já faz tempo. Foi logo no começo quando comecei a usar o App Olivia.ai.

          Procurei um pouco também, mas não achei muita informação a respeito.

          Eles falam que “seus dados são protegidos por criptografia”, mas não exatamente qual tipo ou a logística. Acho que eles poderiam ser mais transparentes nesse ponto.

          Uma das fontes que achei com a informação:
          https://www.iq.com.br/financas-pessoais/artigos/olivia-e-confiavel

    9. Uso o Organizze. Peguei uma licença vitalícia numa promo de carnaval deles.

      Eles costumam fazer uma promoções de assinatura bem agressivas na Black Friday. Vale a pena dar uma olhada.

    10. Minha busca foi longa até encontrar o GnuCash, está servindo perfeitamente para o que eu precisava. Agora não me perco mais nos centavos que não sabia para onde iam. Parece meio complicado de usar, mas, com uns vídeos no YouTube, consegui me virar.

    11. Comecei a usar o MoneyWallet (F-Droid) e por enquanto estou gostando. No início parece complicado mas depois de configurado fica bem organizado. Ele lembra o “Meu Orçamento” que o Davi sugeriu. Dá pra fazer múltiplas contas, (ex.: conta corrente, poupança…), marcar as transações entre elas, configurar débitos e créditos recorrentes, fazer metas de poupança (tipo dinheiro pra viagem…), visualizar os gráficos e tal.

    12. Eu me organizo sem nenhum app, mas tenho umas regras que eu sigo pra não me perder. Até agora tem funcionado…
      Todo quinto dia útil do mês eu:
      1. Guardo um valor predefinido;
      2. Pago minhas contas daquele mês;
      3. Dentro do que sobrou após os passos acima, consigo definir se posso levar um mês mais austero ou se posso me dar alguns luxos (evito usar cartão de crédito pra manter os itens 1 e 2 com uma variação mínima);

      Acho que só consigo manter essa dinâmica por causa da previsibilidade dos gastos e da entrada única mensal de dinheiro. Só procuraria usar uma planilha ou app caso meu cenário fosse mais complexo.

    13. Ja cansei de testar apps de carteira pra gerenciar dinheiro e fluxo.

      O que mais deu certo foi uma planilha que a Nath Finanças fez pra controle financeiro e disponibilizou num video do canal dela.

      Planilha é bem mais simples, facil de gerenciar, dá pra criar coisas específicas pra vc e seus gastos com mais liberdade, e se voce manjar um pouco mais, até adicionar “features” que geralmente esses apps cobram pra vc ter acesso.

      A planilha é bem completona. Pra usar é so excluir ou incluir coisas de acordo com sua demanda.

      Link: https://www.intrinseca.com.br/nathfinancas/download/planilha-controle-financeiro_Nath-Financas.xlsx

  12. Vocês comprariam um Android high-end que não vai ser atualizado?
    Sim, tô falando dos aparelhos da Motorola. Tenho começado a ver com bons olhos o Moto G100, o Edge da geração passada e o Edge 20. Já mexi bastante neles e sei que são excelentes aparelhos, vão durar fácil uns 5 anos pra mais, mas com certeza não vão ver um Android 12 ou 13.

    1. Eu curti muito esses novos Edges da Motorola, mas a política de ter só 1 ou no máximo 2 atualizações do Android me deixa com um pé atrás. Ainda mais sabendo que a Motorola costuma demorar para liberar atualizações. Só compraria se estivesse num valor muito bom.

    2. Não, apenas se tivesse atualizações de segurança, mas antes eu olharia pra concorrência.

      No seu caso já olhou pro S20 FE Snapdragon?

      Um bom celular que ainda vai ter bastante update, provavelmente seguindo seus irmãos e indo até o Android 13 e olhando as specs é parecido com o g100

    3. Eu me importo mais com o suporte a atualizações de segurança do que atualizações de versão, e nisso sinto que Samsung foi a única marca dos Android que tive que cumpriu o que prometeu (e às vezes foi até além).

        1. Nos meus primeiros anos de Android eu fiz isso. Mas ao longo do tempo, com a implementação do SafetyNet, acessar determinados serviços (especialmente os bancários) com o bootloader desbloqueado se tornou muito difícil.

          Eu sei que o Magisk se posicionou como a solução mais aceitada dentro da comunidade, mas isso se tornou um jogo de gato e rato (e o próprio desenvolvedor agora trabalha em segurança na Google, então os módulos que propositalmente contornam o SafetyNet não podem ser mais mantidos por ele).

          Você também precisa ter fé que a pessoa mantenedora da ROM realmente está aplicando cada patch de segurança de maneira adequada. 😬

          No fim, acabei saindo do Android para o iOS por querer finalmente experimentar o que a maçã tem a oferecer. Eu estou devendo uma postagem sobre isso, tenho muitas reclamações sobre O Jeito Apple acumuladas pelos últimos meses. 😅

    4. Nesse caso, o ideal é checar se existem custom ROMs sendo desenvolvidas pela comunidade para esse modelo, para garantir a sobrevida.

    5. Vale uma pesquisa no XDA-developers para ver suporte de ROM alternativa, se for de seu interesse.
      Eu julgo como muito importante atualização de segurança

    6. Minha namorada só compra high-end pois:
      – tira MUITA foto, e quer elas perfeitas
      – quer jogar e usar n outras coisas ao mesmo tempo e na maior velocidade possível
      – pra ela o preço não é tão salgado
      Eu só compro celular de 1500 pra baixo pois não faço quase nada no celular mesmo.

    7. Eu não compraria só olhando o hardware, a não ser que você não se preocupe tanto com atualizações e correções de segurança e tenha saco/paciência de procurar uma ROM no futuro além do celular ter uma boa comunidade no xda.

  13. Eu tenho um Samsung Galaxy Tab E, mas não sei de qual geração é. Só sei que é antigo e muitos dos apps não suportam a versão que possui no Android.

    Daí queria saber se rola mudar alguma ROM para uma que permita a instalação de apps mais recentes como Notion e Twitter. Queria usar o tablet para essa finalidade: anotar umas coisas e ver o meu Tuíter.

    1. Dá pra mudar, sim. Pesquisa no fórum XDA se tem uma comunidade pra esse modelo de tablet. Se sim, certeza que devem ter algumas custom ROMs disponíveis.

  14. Olá comunidade. Tenho uma amiga que está passando por uma situação inadmissível com o Instagram e aproveito o fórum para pedir dicas de como ela deve proceder.

    Basicamente a conta dela na rede foi sequestrada já faz mais de uma semana. Os invasores alteraram nome de perfil, nome completo, e ficam postando golpes, imagens de iPhone e afins a preços muito baixos nos stories. O perfil atualmente é https://www.instagram.com/sabrina_nascimento_moura/ (eles alteraram para um nome e username diferentes do original).

    Ela já tentou contato com o Instagram de todos os jeitos, inúmeros amigos dela já denunciaram o perfil, bloquearam, mas nada aconteceu e o perfil sequestrado continua ativo. Até repassei a ela uma página do Instagram sobre como reaver contas nessas situações (https://help.instagram.com/368191326593075), mas ela comentou que as opções sugeridas lá nem aparecem (no caso seria o “Acho que minha conta do Instagram foi invadida” -> “Solicite um código de segurança ou suporte do Instagram” -> “Aplicativo do Instagram para Android”).

    Enfim, alguém já passou por isso ou conhecem quem tenha passado e tem dicas sobre o que fazer? Obrigado!

    1. Sendo bem sincero, acho mais fácil sua amiga criar uma conta nova do zero e tentar mobilizar os seguidores pra denunciar a conta antiga.
      E claro, habilitar todos os recursos de segurança como o 2FA e não usar senhas já cadastradas em outros serviços, que podem ter sido vazadas.

    2. Eu já vi várias pessoas falando sobre isso… É bem comum de acontecer nos dias de hoje. Talvez pq a sociedade ainda não esteja bem informada com 2FA (Segundo Fator de Autenticação).

      Visando proteger ainda mais as informações e privacidade dos usuários e amigos meus, eu redigi um artigo focado com isso para facilitar o acesso à informação e melhorar a segurança de suas contas e redes grandes possíveis.

      Link: https://telegra.ph/Gerenciadores-de-Senhas—o-que-sao-e-como-podem-me-salvar-04-15

      1. Então Gabriel e @Pierre, agradeço as dicas mas o que estou procurando são indicações do que fazer *após* a desgraça ter acontecido, e especificamente no caso do Instagram que nem contato faz com o usuário…

        Conheço e aplico as boas práticas de segurança em meus logins, mas o caso dessa minha amiga isso não auxilia sobre o problema que ela está atravessando no momento… certamente ajuda para o futuro, mas para o agora já foi.

  15. Depois de ler o texto “De volta ao Android (agora sem Google)” ficou claro que, dado o monopólio dessas empresas, é quase impossível viver sem Apple ou Google. Não dá pra viver em um mundo onde os aplicativos, empresas e até servidores dependem desses serviços. É quase impossível.

    Mas uma coisa que fiz foi ligar meu celular da Xiaomi no PC e remover TODOS os rastreadores chineses e do Google (até onde deu sem quebrar nada), e também os aplicativos toscos que agente não consegue remover de forma convencional pelo cel, porque são bloqueados. Já deu um alívio na consciência e acho que o máximo que consigo lutar contra.

    O aplicativo de bloqueio de rastreamento que uso, o Blockada, até tem trabalhado menos depois dessa limpa.

    1. Como você removeu esses rastreadores pelo PC?
      Engraçado você falar de rastreadores e celular da Xiaomi. Alguns meses atrás eu fui verificar como aquele serviço Find My Device estava rodando no meu Mi9T. Descobri que não estava! E supostamente, tudo estava configurado corretamente. Lembro ter mexido em bastante coisa até que ele funciona, mas é capenga. Tenho um antigo Zenfone 3 que a bateria está péssima e funciona mais como fixo. O Find My Device é praticamente instantâneo no Zenfone, mas no Mi9T tem vezes que não localiza! E estão um do lado do outro.

      1. Eu utilizei esses dois tutoriais:

        https://forum.xda-developers.com/t/debloating-miui-without-root-access-manual-method.4149707/ (principalmente esse de como instalar o programa necessário no PC)
        https://selivan.github.io/2020/02/25/removing-bloatware-from-xiaomi-miui-android.html

        No meu caso, que utilizo Linux, foi bem simples. Eu removi alguns apps e aqueles que eu tinha alguma dúvida eu simplesmente bloqueava. Aí se não quebrar nada em uma semana de uso, eu voltava com ele no PC e removia de vez.

  16. Eu tenho uma curiosidade de “pobre”: O que as pessoas usam em celulares topo de linha, o que as faz investir nisso?

    Sempre fui usuário de celulares “para usuários médio”, basicamente os Moto G e agora o Mi A2, que tenho há uns 2 anos. E ao escolher os modelos sempre assisti reviews (todos insuportavelmente iguais) para descobrir que os aparelhos em questão eram “bons para a sua tia, que vai usar WhatsApp e redes sociais”. Como sempre foi basicamente o meu uso e nunca vi sentido em desembolsar mais do que R$2.000 em um celular, sempre foram minha escolha. (Na verdade a minha meta sempre foi ficar abaixo de R$1000, mas acredito que o Mi A2 tenha sido a última vez que consegui.)

    A questão é que em todos esses anos, sempre que eu quis testar um APP ele funcionou sem grandes problemas e por isso tenho essa pulga atrás da orelha, o que faz alguém – da mesma condição que eu, classe média – investir em um aparelho que custa 10x mais?

    Sei que as câmeras são bem melhores e no caso dos iPhones tem o IOS, mas para além disso, em quais vantagens reais esses smartphones se convertem?

    Maior vida útil?
    Servem para jogar? (Em um aparelho mais caro que qualquer console)
    São mais ágeis no dia a dia o suficiente para fazer sentido o investimento?

    1. Há todo o capital simbólico envolvido, é claro.

      Mas acho que há comodidades que também entram em cena — e se essas comodidades são mais relevantes que o capital simbólico envolvido, é de se averiguar melhor. Em geral tratam-se de sistemas mais estáveis, rápidos, ágeis. Tenho um iPhone SE 2020 (ou seja, o celular mais barato vendido pela Apple hoje e possivelmente aquele com menor desempenho entre os disponíveis). Mesmo assim, ele lida com aplicativos como o de Mapas, por exemplo, bem melhor que o computador, que esquenta quando começa a lidar com muitas informações — e nem estou falando de edição de fotos e vídeo ou de aplicações mais pesadas. Já vi também aplicativos cotidianos “travarem” no uso cotidiano em outros celulares. Se isso ocorre num modelo “de entrada”, o desempenho nos de topo de linha certamente é melhor.

      Vejo essa diferença de desempenho também na Apple TV. Meus pais tem uma caixinha da Xiaomi com Android TV e é impressionante como a Apple TV que tenho em casa, embora já com meia década de vida, permanece mais estável e rápida que a concorrente. Na caixinha da Xiaomi é preciso sempre reiniciar os aplicativos para evitar travamentos.

      Mas, enfim, as razões não são essas, é claro.

    2. Boa parte das pessoas – status.
      Muita gente julga e diz que não vale a pena, mas a depender com o que você trabalha, é importante passar uma imagem de sucesso e status elevado, porque te faz fechar mais negócios ou contratos mais lucrativos.
      Estou dando um outro ponto de vista, porque normalmente nos limitamos a dizer que é pq a pessoa quer parecer rica e um monte de outras coisas, mas esquecem que pode fazer parte da construção da imagem da pessoa (imagem profissional).

      Há também pessoas que usam o smartphone como meio de trabalho:
      – programam APP pra celular
      – produzem conteúdo (alguns app funcionam melhor na maçã, como Instagram, por exmeplo)
      – editam conteúdo no celular (criam um curso inteiro, tendo apenas ele como ferramenta)
      – jogadores mobile (profissionais)
      – entre tantas outras coisas que sequer fazemos ideia

      Por fim, há um grupo de pessoas que adora tecnologia e quer usar o que há de mais avançado disponível.

      —-

      Quanto aos seus outros comentários:
      “Como sempre foi basicamente o meu uso e nunca vi sentido em desembolsar mais do que R$2.000 em um celular, sempre foram minha escolha.” – penso que é um ótimo caminho escolher o aparelho pelo uso que pretende fazer dele (melhor no prisma custo-benefício)

      “A questão é que em todos esses anos, sempre que eu quis testar um APP ele funcionou sem grandes problemas e por isso tenho essa pulga atrás da orelha, o que faz alguém”
      – sem grandes problemas = houve problema – pode representar perda de $$ pra alguém
      – um outro que tenha mais recursos disponíveis pode apresentar uma “experiência” ainda melhor

      “o que faz alguém – da mesma condição que eu, classe média – investir em um aparelho que custa 10x mais?” – como falamos acima, pode ser pra satisfazer um desejo, uma necessidade ou porque traz mais retorno financeiro.

      “no caso dos iPhones tem o IOS, mas para além disso, em quais vantagens reais esses smartphones se convertem” – no meu ponto de vista, as diferenças hoje são bem poucas para maioria das pessoas. Tirando casos em que vc queria usar sistema iOS (só tem iPhone) ou GrapheneOS/CalyxOS (só Google Phone), vc tem mais opções.
      Daí é verificar quais seus outros requisitos.
      Hoje, pra um usuário “médio”, qualquer smartphone “médio alto” dá conta por uns 3 anos, olhando bem as especificações (pq tem acontecido de lançarem novos aparelhos com SOC mais antigos).

      “São mais ágeis no dia a dia o suficiente para fazer sentido o investimento?” – mais ágeis sim (em regra), pra justificar o investimento é bem pessoal :)

      “Maior vida útil?” – acho um ponto importante, pois tenho PRA MIM que vida útil não é apenas o celular estar funcionando, mas também sendo atualizado. Pago mais para ter mais tempo de atualização.
      Nesse ponto, Apple tem dado aula e é bom exemplo (1) em regra (2) bom exemplo, não é perfeito; Samsung e algumas outras marcas tem atualizado por 3 anos, que não é ruim.
      Quem tem “mais habilidade”, pode usar ROM alternativa e prolongar a vida útil.

      “Servem para jogar? (Em um aparelho mais caro que qualquer console)” – servem

    3. Vou responder por mim, que saiu de um high end pra um intermediário e agora quer voltar pra um high end:

      Basicamente por conta da vida útil e da usabilidade. Tinha um mi mix 2 que comprei em 2017 e acabei trocando por um mi 9t por conta de um problema de hardware da câmera. Essa troca eu fiz em 2019, e ainda tenho os 2 aparelhos.

      O mi 9t me atende razoavelmente pra quase tudo, mas com 2 anos de vida, já está começando a dar sinais da idade: lentidão, queda na fluidez, memória etc.
      Já o Mix 2, que uso como um switch portátil e celular de reserva, continua super fluido e roda até os Genshin Impact da vida sem nem esquentar muito.

      O que o high-end faz que o intermediário não faz? Nada. Mas o high-end faz tudo que o intermediário faz, e de forma mais fluida. Por isso quero pegar um Poco F3 ano que vem e aposentar o mi 9t.

      Pra mim, se o aparelho durar 5 anos como o Mix 2 vai durar, vale a pena pagar um valor um pouco mais alto num aparelho melhor. Importante dizer que o aceitável de mais alto, ao meu ver, é coisa de 40 a 50%. Sempre fui e sempre vou ser contra você pagar o valor de uma moto num celular. Isso não dá pra defender.

    4. Celulares high-end são melhores, ponto. Melhores a ponto de justificar a diferença de preço? Acho que não, pelo motivo que outros já levantaram — há muito de status, percepção e a lavagem cerebral do marketing.

      Outra vantagem do high-end é que você não perde tempo com isso. Vai na loja e compra o iPhone ou Galaxy S do momento, ao passo que se estiver de olho em um intermediário, só de Moto G deve ter uns 15 à venda hoje, e com diferenças ridículas ou ininteligíveis (eu, que meio que fico ligado nisso, não saberia o que comprar hoje).

      Tenha em mente, também, que ter muita grana distorce a percepção de preços e outros aspectos do consumo que para nós são cruciais. A pessoa rica vai na loja e compra, preço é mero detalhe. É por isso que as fabricantes cobram R$ 7 mil em celular hoje. Tem quem compre, e é gente suficiente para compensar os pobres que contavam moedas para comprar iPhone de R$ 3 mil. (Para esses, tem o iPhone SE, de qualquer maneira.)

      1. Ah sim, com certeza um personagem de Sucession, ou mesmo apenas um parente do Paulo Guedes, não tem por que se preocupar com o preço do smartphone que vai comprar, minha dúvida era para o cidadão médio que, na melhor das hípoteses, vai escolher entre parcelar o topo de linha ou comprar a vista o mediano.

        Mas obrigado pelas respostas, eu não tinha dúvidas de que estes aparelhos eram melhores, queria mesmo era entender quão palpável é essa diferença, especialmente se comparado ao custo dos devices.

        Em suma, pelo que eu entendi, a diferença é basicamente de desempenho e qualidade dos features. (como a câmera)

        1. De 2017 para cá, desde o iPhone X, celular high-end ficou inacessível, mas ainda é possível aproveitar aparelhos de boa qualidade sem se endividar. Tem o iPhone SE, por exemplo, ou o Galaxy S20 FE e alguns Xiaomi, tipo o Poco F3, do lado Android. E, claro, ficar sempre atento às promoções.

          Eu diria que é mais que velocidade e recursos, sabe? Tem o “feeling”. É bem verdade que os celulares intermediários melhoraram muito recentemente, mas (não por acaso) eles ainda parecem réplicas de celulares “de verdade”, ou de melhor qualidade. Difícil explicar, mas só digo que o meu próximo, definitivamente, não será um high-end.

    5. Eu penso em longevidade. Em julho de 2017 investi em um intermediário premium (Moto Z2 Play). Já em abril de 2019 ele apresentava sinais de engasgos, principalmente usando mapas, aquecimento etc. Tanto que justamente durante uma viagem, irritado com a performance tosca nos mapas e em outros apps, troquei por um iphone 8 novo (que já era velho na época), e tenho usado até hoje, sem muitos sinais de engasgos, salvo apps específicos. Mesmo com a baixa RAM. O porém é a bateria cuja autonomia é péssima.

      Outra questão é a certeza (ou quase isso) de que vai ter um aparelho bom. Quando fui comprar o Z2 Play pesquisei MUITO, entre diversas features e tal, e chequei à conclusão que seria o melhor. Durante alguns meses foi, mas com o tempo já fui percebendo uma coisa aqui e outra ali. O Burn in (tela oled) começou cedo, enfim.

      E tem a câmera, que não era das melhores no Moto Z2 Play, era bem decepcionante pra falar a verdade.

      Quer dizer, o iphone 8 nem é o telefone TOPO, mas já foi comercializado como topo um dia.

      1. O iPhone 8 foi lançado junto com o iPhone X. Tinha o mesmo chip e custava algo muito próximo ao iPhone 7, o topo de linha do anterior, mas por definição nunca foi topo de linha.

    6. Eu prefiro comprar um aparelho de topo de linha ou, pelo menos, um “intermediário premium” por dois motivos: a) ter uma câmera de qualidade, já que eu só tiro fotos com o celular, então uma câmera ruim significa que todos os registros da minha vida naquele período ficarão zoados, e b) durabilidade, no sentido de que daqui há três, quatro anos eu ainda vou conseguir usá-lo sem muitos engasgos e travamentos – o que, pra mim, faz compensar pagar um pouco mais.

      Esses são basicamente os fatores que eu tento ponderar, além do preço, claro, ao escolher um aparelho. Todo o resto eu acho, como você, que a experiência não muda tanto de um topo de linha para um intermediário.

      Dito isso, vale dizer que eu não sou desses que compra sempre o último lançamento. Meus dois últimos aparelhos foram um Galaxy S08 comprado quando o S9 já estava no mercado; e um Galaxy 20FE comprado há alguns meses, que em comparação com o Galaxy 20, não perde muito na questão de câmera e durabilidade, mas custa menos.

    7. Eu tenho um Galaxy S20 FE que comprei bem recentemente por exatos R$ 2000 e foi basicamente pela câmera e também depois de muita raiva que passei com um Motorola intermediário (one vision) que apresentava os seguintes problemas: travamentos constantes, lentidões aleatórias, uma câmera que não focava, um alto falante que estragou rapidamente com poeira e um leitor de impressão digital que já não funcionava direito com menos de um ano (Eu não cuido muito bem, então preciso de um celular mais resistente a mim).

      Sendo assim, eu também evito gastar horrores comprando um celular desses no ano do lançamento e tal, mas acho que pra mim vale a pena evitar essas dores de cabeça mencionadas acima e comprar algo que eu sei que não vai me deixar na mão tão facilmente.

      1. Entendo perfeitamente seus motivos, mas acredito que um S20FE não se encaixe exatamente com a minha dúvida. (Visto que tá dentro do meu atual limite aceitável para um smartphone.)

        1. Sim, concordo. Mas é um exemplo de uma versão de um celular high end mas com preço mais em conta por estar longe do seu lançamento; ou seja, dá pra fechar a conta pagando menos em um celular acima da linha intermediária.

    8. Eu vejo duas razões: status ou consumismo.

      Eu vejo gente justificando celulares caros (especialmente da Apple) por causa de durabilidade, atualizações, etc. Eu acho que é um argumento falso: uso um Samsung A5 de 2017, o bicho tá com a traseira toda rachada (deve ser algum plástico), mas funciona super bem, e tá com jeito de aguentar mais uns 5 anos ainda, pelo menos.

      Para quem se contenta com um celular “almost” high end o negócio é ficar de olho em ofertas de celulares top de um ou 2 anos anos atrás. De vez em quando aparecem ofertas muito boas, na faixa de um “médio superior”.

      1. Sempre compro “intermediários altos”, são o que melhor funciona para meu uso. Lendo as respostas aqui e me lembrando de todas as vezes que tive de pesquisar celular (nos últimos anos, tive um azar tremendo com furtos, água e até ônibus passando por cima), me ocorreu outra questão: existe algum lugar (que não seja o inferno do YouTube) onde é possível consultar/fazer avaliações reais do produto após algum tempo de uso? Porque todo produto quando sai da caixa é lindo, mas é só depois de um tempo de uso real que percebemos aquecimento, perda de vida útil da bateria, quedas de desempenho…

        1. Eita. Até atropelamento por ônibus!? Altas aventuras esses teus celulares, hein?! AUhsAUhsua

          Cara, sobre a tua pergunta… acho que os melhores lugares para isso são fóruns específicos. Até aqui mesmo no Manual, em Posts Livres dá para abrir uma conversa e ter uma ideia. Agora se tu me perguntar algum fórum específico de celular, eu não sei dizer, não me interesso muito para ir atrás. Mas creio que deva ter.

    9. O que me fez comprar celulares mais “topo de linha” foi o tempo de suporte (no Android costuma ser significativamente maior, embora a Samsung esteja se tornando mais abrangente nos últimos anos) e o fato de que o hardware costuma envelhecer bem. Além disso, alguns recursos (como acesso à rede WiFi de 5GHz) demoram muito para chegar nos celulares mais baratos (quando fui comprar um celular para minha sogra—que sofria com a rede de 2.4GHZ—era mais barato comprar um topo de linha um pouco mais antigo com essa funcionalidade do que um celular atual com os mesmos recursos).

    10. Bom, o pessoal já bateu em vários argumentos aqui nos comentários, então não vou me repetir, mas queria pontuar alguns deles:

      – ‘A câmera é o mais importante e sempre é de melhor qualidade.’ De fato, mas vale a pena pagar 4K a mais pela câmera? Se você tem grana, beleza. Eu, pessoalmente por ter trabalhado com fotografia, vou sempre preferir uma DSLR, mas entendo o usuário no geral.

      – ‘É muito mais fluído.’ Sim, com certeza, mas qual é essa fluidez que um di-level não entrega que um celular de 9K entrega? Tem como a gente medir fluidez?

      – ‘A durabilidade, pois vou ficar com ele X anos’. Esse sim me pegou! É um bom argumento, ainda mais nessa loucura de ter que trocar de celular a cada um ano e meio. Mas fico pensando na autonomia de bateria, vai ser a mesma nos X anos? E se der qualquer problema nesses X anos, qual o valor da mão de obra pra um celular de 8K?

      Enfim, fora gamers e desenvolvedores que realmente precisam do aparelho de X marca e X modelo, não vejo muito o porque a não ser o ‘Eu quero, eu posso’, o que não tem absolutamente nada de errado inclusive!

    11. Durante meus primeiros smartphones, seguia isso de intermediário e via que eles duravam basicamente um ano e eu tava preso pra sempre com fatura de celular. Bateria perdia fácil uns 40% da autonomia, falta de updates, questões de segurança, etc. Embora sempre pagava barato, era constante.

      Até que decidi ir e pegar meu primeiro High End, um Galaxy Note 10 e fiquei fácil mais de dois anos com ele, recebi todos os updates, câmera excelente, autonomia de bateria continuou excelente, etc. Zero reclamações e primeira vez que senti que não precisava trocar de celular, que ele não estava ficando “lento” com o tempo.

      Mês passado fui ver de trocar por puro capricho e peguei um Galaxy Z Flip 3 e coisas bobas, como 120Hz, câmera muito melhor e a tela dobrável valeram o investimento. Fora que, vendi o Note 10 por praticamente o mesmo preço que paguei, enquanto na época que pegava os Moto G, vendia por menos de 1/4 do que paguei.

      Celular hoje eu vejo que acaba sendo investimento e, se você pega barato, ele se torna descartável, mas um high end você consegue ver o valor dele de volta se quiser vender.

      E sobre uso, eu acabo precisando testar o aplicativo da empresa constantemente (Sou UX Designer) e basicamente toda minha vida está no celular, na qual uso muito mais que meu PC, a portabilidade me ajuda muito, etc. Engraçado que nada me justifica o preço de um Macbook, mas pagar 6k no smartphone me parece algo bastante justificável (foi basicamente oq paguei no Flip3, embora tb vendi o Note10 por 2,8k, que ajudou a abater o preço)

  17. Em algum post livre do passado perguntei sobre a utilização do raspberry pi para streaming na rede local, baixando arquivos. Fiz umas anotações mas acabei deixando de lado pq infelizmente os dias só tem 24h. No último, com o relato do Ghedin sobre sua reinstalação do Raspberry OS headless acabei entrando de cabeça nisso e domingo instalei o PiHole. Já achei maravilhoso ai! Na terça, estava preparando pra encerrar o dia e resolvi ver como instalava o Jellyfin. Dito e feito, instalei o bicho. E instalei também no Mi Box. Mas pra que um servidor de streaming se não tenho como colocar midias? Pronto, instalei o Transmission. Só falta agora o Samba pra minha máquina local poder visualizar os diretórios.
    Documentei tudo pq depois de abrir centenas de links, não saberei o que fiz! Bem, quase tudo. Tempo é elástico mas tem limite né.

    Obrigado a quem fez os comentários e ao Ghedin pelo impulso derradeiro!

    Caso queiram indicar algum serviço bacana, agradeço :)

        1. Tá separadinho por categorias, bem fácil.
          Vai instalando as coisas via docker e mantém o sistema limpo.

          Quais problemas vc quer resolver?

          1. Honestamente eu não sei quais problemas eu quero resolver agora.
            A questão do streaming dos videos pra mim era essencial.
            Antes, com um Chromecast antigo, eu usava meu PC e uma extensão do Chrome pra exibir os videos na TV.
            Agora que comprei esse Mi Box, eu consegui manter meu PC desligado tocando os arquivos pela USB dele. Mas eu ainda tinha que manualmente alimentar o USB.
            Agora eu consegui usar o proprio Raspi pra baixar os arquivos e depois eu acesso o Jellyfin na TV e assisto. Escolher os episódios e filmes sempre foi manual mesmo a partir do duckie.tv.
            O Pihole sempre foi uma curiosidade, que eu via muita gente usando.

          2. da uma olhada nas comunidades selfhosted,
            acho isso interessante porque te traz ideias das possibilidades.

    1. Qual é o seu Raspberry Pi? Os vídeos estão funcionando bem? Eu cheguei a assistir a vídeos nele por algum tempo. Usava o OMXPlayer (descontinuado) e usava o scp para copiar os arquivos do meu computador para o cartão SD no Raspberry Pi. (Como eram poucos, não senti necessidade de ter o Samba.)

      Ontem eu estava dando uma olhada em servidores de música baseados no MDP. Parece um negócio legal de se ter.

      1. Pelo que vi no Neofetch da semana passada, é o mesmo modelo que o seu, o modelo 3 B v1.2.

        Eu ainda não fiz um teste de sentar e assistir um video do início ao fim. Estive mais testando se ele pega legenda, coisas do tipo. Se tudo der certo, hoje a noite assisto algo!

        Eu usei o Jellyfin mais por teimosia mesmo, pois a maioria usa o Plex. Achei até agora a organização de midias dele horrível. Ele mostra tudo corrido, como se fossem os arquivos de mídia no computador mesmo. Seria interessante, para séries, ele mostrar uma única entrada e ir abrindo para temporadas e episódios. De repente tem alguma configuração que não tentei ainda.

        Por mais que eu use o spotify, ainda tenho alguns CDs aqui que já foram devidamente ripados em flac e um servidor de música era algo que já pensei também!

      2. Hoje finalmente testei o streaming de video direto do Raspberry! Foi um filme em 1080p H264 SDR e foi tranquilíssimo. Não engasgou nenhuma vez!

        1. Estou acompanhando a conversa, mas quieto na minha, não tenho muito o que falar (me falta um RaspberryPi), mas interessantíssimo saber disso. =D

    2. Aqui em casa eu peguei um Macbook Pro de 2009, instalei Ubuntu 20.04 e coloquei o Plex como alternativa. Eu consigo usar o app para iOS para escolher no meu catálogo oq quer ver e por esse mesmo app de iOS mando fazer streaming no meu chromecast. Tem resolvido muito bem.
      Ai aproveito pra “brincar” com outras coisas como servidor de torrents com o transmission, servidor de arquivos e tal. Acho que é uma excelente alternativa para hardwares mais antigos.

      1. Concordo plenamente! É sempre bom dar um uso para o hardware que está encostado pegando poderia (digo isso olhando para dois nobreaks aqui…)

        1. Fora que no meu caso eu to aprendendo a usa Linux, que fazia muito tempo que queria, mas não tinha hardware pra poder “errar com tranquilidade”. Mas se puder, dá uma olha no funcionamento do Plex, talvez seja uma opção para o seu caso.

          1. Aqui a mesma coisa. Instalei o Raspberry OS headless, então é só linha de comando pra mim.

  18. Estou escrevendo há alguns dias (sem pressa alguma) sobre como sou refém do Kindle, inspirado em alguma discussão que teve em um post livre passado e outros lugares que li sobre isso, então quis trazer um ponto que fiquei pensando pra cá. O Kindle reina sozinho no Brasil, já que não existe nenhum outro concorrente à venda mais (um beijo pro Lev e pro Kobo).

    Teria espaço no Brasil para um novo leitor de ebooks? Ando pensando que o Submarino, por ser uma boa referência em venda de livros no mundinho bookstan do Twitter (pelas promoções, cupons bacanas e também por ter uma ligação maior com o Skoob, depois da compra pela B2W) seria uma boa loja para ter um concorrente contra o Kindle, talvez vendendo e importando Kobos como a livraria Cultura fazia. Acho que um cenário Submarino/Kobo seria bacana, porém um ponto que me preocupa é que seria difícil ter um catálogo de autores independentes como a Amazon tem com o Kindle Unlimited e o Kobo ficaria fechado somente com livros de editoras maiores. O que pensam?

    1. Um tanto aflito em ter tanta coisa no Kindle… Eu acabo comprando o livro impresso (q é meu de fato, eu posso vender ou doar). E as vezes por praticidade na pesquisa, eu fico com as duas versões. Bom seria se o livro digital comprado na Amazon não fosse deles e sim seu pra vc baixar e usar em qualquer lugar.

      1. isso seria impossível, infelizmente

        primeiro que as editoras não permitiriam, hoje em dia ja é fácil achar pirata, sendo fácil de usar em qualquer lugar deixaria tudo mais simples ainda.

        segundo que deixando tudo dentro da amazon, é mais fácil vc comprar as coisas na amazon, vc podendo levar sua biblioteca pra qualquer lugar não é vantagem pra eles.

          1. Exatamente.

            Eu fiz “basicamente” isso semana passada usando o Calibre, um plugin de remoção de DRM e a versão 1.17 do app Kindle pra Windows.

            Agora todos os meus livros da Amazon REALMENTE são meus.

          2. queria responder ao Becker, mas não tem mais jeito.

            Nunca consegui fazer funcionar esse plugin do calibre.

            Tem como me passar as manhas, amigo?

    2. hoje em dia seria uma luta hercúlea, acho quase impossível, o investimento em marketing teria que ser monstruoso, as taxas para atrair autores independentes teria que ser bem baixa, teria que ter um serviço mais abrangente que o kindle unlimited

    3. Não é à toa que as iniciativas de e-books das varejistas brasileiras não colaram. A Cultura tentou com o Kobo, a Saraiva, com o Lev, ambas as plataformas não existem mais.

      Eu resolvi esse problema simplesmente ignorando a Amazon e, por tabela, o mercado de livros digitais. Só leio livro em papel.

    4. Cara, também penso nisso. Seria essencial um competidor aqui no Brasil, a Kobo já tem toda uma infraestrutura aqui, só falta mesmo a vendo dos aparelhos, coisa que poderia ser feita através de uma grande rede dessas, como a Submarino.

      E a Kobo também tem seu serviço “Unlimeted” lá fora (em países selecionados, como o Canadá e se não me engano na Europa). Também tem um serviço de locação de livros.

      Seria só fechar a parceria para vender os aparelhos aqui com um marketing bastante agressivo, os serviços com o tempo vão sendo implementados…

      Eu como usuário de um Kobo, possuo o Calibre instalado no PC e nele uso um plugin para copiar meus livros do leitor digital e remover o DRM de forma automática. Assim tenho backup de toda minha biblioteca de forma super fácil.

    5. Submarino/Kobo não ponho fé

      Mercado Livre (que é argentina) / Kobo (ou outro leitor) teria alguma tração no mercado

      por que falo em Mercado Livre: porque em termos de varejo NO BRASIL eu acho que o Mercado Livre ganha da Amazon … e é questão de tempo eles começarem a diversificarem os negócios (assim como a Amazon, que avança em praticamente TUDO)

      1. Cara, bem pensando. Nunca havia pensado no ML, mas realmente, acho que, quem tem força para realmente meter contra a Amazon é o ML. Seria legal uma parceria entre ML/Kobo. =]

    6. Eu penso bastante nisso. Não vou mentir, adoro o Kindle, o ereader. O app já não tanto, mas aí é outra história.

      Por outro lado, tem toda essa questão de ser um serviço, e a simples possibilidade de eu um dia perder acesso à toda a minha coleção, porque alguém – ou algum bot – pode em algum momento achar que infringi algum dos termos de uso me deixa um pouco ansioso.

      Eu tenho backups dos meus livros, mas tem toda a questão da conveniência, sincronização, etc.

      Mas a ideia que venho alimentando é comprar um ereader que não esteja linkado a nenhum marketplace. Vai dar mais trabalho manter a biblioteca? Com certeza. Por outro lado, vou ficar mais tranquilo sabendo que não vai ter nenhum algoritmo escarafunchando meus livros e minhas notas pra fazer number crunching.

      Outra coisa é que a gente, por meio do marketing dos caras e até por inércia, acaba acreditando que no Kindle tem tudo quanto é livro, e não é bem assim.

      Tem quase tudo, mas já esbarrei com vários casos de livros que estão em catálogo, mas não estão disponíveis no formato Kindle, e em alguns casos extremos, não estão disponíveis na Amazon em nenhum formato.

    7. Eu uso o Kindle… como tenho um bom nível de inglês, pego na internet alguns EPUB e converto pro Kindle e pronto…
      Só sinto falta de alguma forma de ler quadrinhos numa forma mais de boas…

    8. Não se fala mais em e-reader. É o meu kindle, o livro que eu estou lendo no kindle. Tipo o nome bombrill, que substituiu esponja de aço. Triste essa dominância da Amazon, faz até a gente esquecer que existem softwares de leitura abertos e livres por aí. Eu tinha um kobo que deixou de funcionar direito. Resolvi comprar um tablet e agora leio nele com apps da kobo, da amazon e outros. Não tem o mesmo conforto de ler num aparelho próprio pra leitura, claro, mas pelo menos dá aquela ilusãozinha de liberdade…

  19. O Will, no Post Livre 295 fez um comentário perguntando sobre “quando na vida nós nos percebemos como adultos”.

    Estava pensando aqui no quão este estereótipo de “ser adulto, infantil, imaturo, maduro” nos persegue. Pois vide, há pessoas que tiveram sorte na vida de terem pais presentes que ajudaram boa parte; teve pessoas que ao contrário tiveram que ajudar os pais na vida (isso é relatado nos comentários também).

    E bem, há questões extremas até – como a falta de interações pessoais também nos deixam sem trato social.

    Quando fui responder, respondi que “me pergunto se sou adulto” porque é difícil dar uma resposta quando os exemplos de adulto que a gente conhece não são os melhores. Pessoas que corrompem, que são egoístas, que nos entristecem, que prejudicam. Já tive vezes de pensar que “ser adulto é ser um cínico de uma vez por todas”.

    Não consigo ver “pagar boletos” como “algo adulto”. Até porque hoje o mercado já consegue fazer criança pagar boleto para joguinho, ou fazer jovem trabalhar sendo gamer.

    Sei lá, só divagando e jogando para continuar a discussão da semana passada.

    1. Acho que você está tentando responder outra pergunta, Ligeiro. “Ser adulto” não é sinônimo de retidão, de ser uma boa pessoa (seja lá qual for a sua definição disso). Existem adultos ruins e adultos bons. Talvez o caminho para entender-se ou não como adulto não passe por aí.

      1. Tou vendo uns comentário legais aí no seguimento. O Will e o Gabriel chegaram onde eu queria – a questão da “construção social” do “o que é ser adulto”. E o Cesar tem um parágrafo final bem legal, que realmente é o medo de a gente ficar “entediado” – e sinceramente estou neste estado hoje.

        Mas sim, a questão da tal “retidão” também é contida nisso. Não é “sinonimo”, mas sim a ideia de que “ser adulto significa estar com responsabilidades”. :D

    2. engraçado que só fui me sentir assim depois ter algo que a sociedade sempre diz que vc tem que ter, meio triste…

      e ser adulto é muito construção social, lembro que li na época da revolução industrial que a pessoa já era homem com 10 anos e ia trabalhar (inclusive o conceito de criança não deve trabalhar vem depois dessa época se não me falha a memória), e a mulher já é adulta depois da menstruação, coisa muito doida né? minha irmã é novinha e começou esse período agora, é impensável pra mim que ela seria adulta em outros tempos.

    3. A nossa sociedade não tem ritos de passagem oficiais, como seria um Bar Mitzvá para os judeus. Normalmente cada um tem sua própria referência, que normalmente envolve marcos como casamento, casa própria, filhos, emprego estável, etc…

      Só que são coisas que estão cada vez mais distante, seja pela desigualdade social crescente ou mudanças sociais. Nesse cenário, acho que precisa ser repensado essas definições, porque conheço poucas pessoas da minha idade (30 anos) que podem ser considerada “adultas como os pais” com a mesma idade. E isso falando como alguém em uma camada muito privilegiada.

    4. Eu fiquei tão reflexivo com essa mensagem no último post livre que chegou domingo, o post fechou e eu não tinha escrito. Tenho pensado muito nessa coisa de “adulthood”.

      O que é ser adulto? É pagar contas, trabalhar? É se ver como uma peça dentro do convívio social? É ter responsabilidades e arcar com as consequências boas e ruins? Nenhuma dessas opções me parece algo particularmente feliz, ao menos pra mim.

      Estava de férias do trabalho e foi um grande alívio passar 15 dias só vendo filme de boneco, jogando Magic e RPG e videogame. Eu não tinha noção do quanto eu tava precisando disso. Meu maior medo é perder o deslumbramento com as coisas e virar alguém entediante depois que eu passar dos 30.

    5. Essa matéria da BBC traz pontos interessantes para essa conversa. Os pesquisadores entrevistados colocam na balança os fatores sociais e biológicos tb, como o desenvolvimento do cérebro, como referência sobre quando começa a idade adulta https://www.bbc.com/portuguese/geral-42747453
      A conversa do PL anterior foi mais no sentido da “ficha cair”, da nossa percepção, e cada um tem um parâmetro para isso, mesmo que exista uma influência externa sobre a construção dessa imagem do que é ser adulto, como o pessoal já falou aqui. Ter responsabilidades não nos torna adultos, mas pode influenciar no nosso amadurecimento (ou não! rs).

    6. Criou-se a ideia de que ser adulto é ser “chato” – ver filmes iranianos de camelos mastigando enquanto usam airpods de frente à uma parede cinza descacada – ao invés de uma série de valores sociais que, de fato, tornam a pessoa adulta. A maleabilidade do conceito advém, exclusivamente, da ideia de que ser adulto é algo que se conquista e te torna um ser elevado perante a sociedade. Não deveria ser nada disso, mas o mito da produtividade capitalista nos engendra a ideia de que ser adulto é trabalhar e consumir.

      Sociedades comunais ou tribais vem a passagem da infância pra fase adulta de acordo com o seu papel dentro da comunidade: caça, pesca, limpeza, alimentação, cuidados médicos etc. Parece-me muito mais sagaz pensar que a fase adulta tem compartimentos que sujazem fases da sua vida, mas nenhuma delas é relacionado com consumo/pagamento (ainda que se possa advogar que dentro do capitalismo o consumo/pagamento é uma responsabilidade legada aos adultos, ao menos na maioria das vezes) e sim com a sua capacidade social de sócio-interacional.

      Você é um adulto apenas porque se sustenta? Mesmo não conseguindo traçar um convivio com outras pessoas? Você é um adulto quando a sua capacidade de viver em comunidade/sociedade é nula e você depende de escapismos consumistas para se sentir inserido socialmente? Você é adulto consumindo horrores em eletrônicos mas sendo incapaz de perceber a realidade material que o cerca?

      A minha resposta pra tudo isso é não, porque o traço que nos difere dos adolescentes e crianças é, exatamente, a capacidade de entender as consequências físicas, materias e sociais de cada ação e a sua relação com a sociedade de forma macro e micro.

      Achar que você não é adulto porque jogar video-game e vê filmes da Marvel é errado. Assim como achar que você é adulto apenas porque mora sozinho e trabalha. A função de um “adulto” é vasta, ampla e compartimentalizada e não tem relação com gostos pessoais – quer coisa mais abjeta do que a invenção do “paladar infantil” pra rebaixar aqueles que gostam de fast food e outras coisas tipicamente atraentes às crianças? – ou capacidade financeira.

      TL;DR -> Adulto é quem tem papel social e função na sua comunidade (seja essa comunidade apenas a sua família nuclear ou seja uma comunidade aberta de fato) e responsabilidade emocional.

      1. ghedin, como vc se sente sabendo que tem pessoas que gostam e acompanham seu trabalho desde essa época?

        eu não sou dessa época, mas vou te contar uma história que tenho sobre vc, hahaha

        eu estou na internet a partir da adolescência, e eu gostava das notícias por causa dos sites (estética, bem escrito e só), achava que todo mundo que escrevia em tal lugar era igual (tudo bem, hoje meio que é assim msm), mas vc junto com o higa me fizeram descobrir o que é um “autor”, que apesar de estar publicando num veículo com várias pessoas conseguem ser diferente dos demais, tanto é que eu nunca ligava pra quem fazia a matéria até o caso da sua matéria da neon eletro, depois disso eu sempre via quem escrevia os posts, tanto é que decidi te acompanhar depois que saiu do gizmodo,

    1. Fui usuário do Fórum do WinAjuda desde 2005 :v Basicamente minha história com internet se inicia junto com minha história de acompanhar o Ghedin.

  20. Fala meu povo! Tudo bem?

    Vamos conversar sobre acessibilidade.

    Sou um dos administradores de um grupo de suporte no Telegram (@DicasChat). Atualmente ele tem mais de 4 mil membros. Há algum tempo, por conta própria, venho adotando algumas ideias que vi para melhorar a acessibilidade de deficientes auditivos e visuais graças a dicas que recebi dos próprios membros do grupo que tive contato. Uma que tento aplicar sempre é a descrição de uma imagem ou vídeo ou o caminho a ser seguindo com indicações de onde na tela os botões estão, além de providenciar uma descrição por texto dos chats de voz que acontecem.

    Não sei se essas são todas as medidas que poderia tomar para tornar mais acessível a chat para os membros. Por isso, gostaria de pedir algumas outras ideias que vocês usam no dia a dia ou até sugestões de quem sofra por não ter um ambiente mais acessível. O que poderia ser feito para melhorar? Pretendo passar isso para os demais membros.

    Citei bate-papo porque é o ambiente que passo bastante tempo, mas podem ser sugestões para qualquer área relacionada a tecnologia, como redes sociais, blogs e sites.

    Desde já, muito obrigado.

    1. Acho que as melhores pessoas para falar sobre é quem precisa deste tipo de auxilio – as pessoas que tem alguma necessidade de auxilio no uso de tecnologias.

      Mas salvo engano, o básico é que boa parte da comunicação seja facilmente traduzível para programas auxiliares a PCDs – por exemplo, que textos sejam fáceis de serem mexidos para programas a quem tem dificuldade de visão, ou possam ser repassados em audio em programas de leitura a cegos; e aos surdos que seja evitado audios que não possam ser transpassados a programas de leitura de texto.

      1. Verdade. Eu já vi alguns falando sobre acessibilidade e por isso postei. Seria muito interessante ter a participação destes nesse assunto.

        Ah! Obrigado pelas sugestões.

    2. Uma coisa que descobri recentemente, falando com o Gustavo Torniero, é que o WhatsApp é bem melhor que o Telegram em termos de acessibilidade. Dá para contornar e melhorar a experiência com “hacks”, mas, no fim das contas, o trabalho pesado e que faz mais diferença deveria ser feito pelo app.

      1. Isso é verdade. Especialmente para quem precisa de recursos de acessibilidade visual. Alguns comentam que acessar pelo pc acaba sendo menos difícil, mas não faz sentido ser apenas assim. A vantagem é que essas sugestões enviadas para a plataforma de bugs são prontamente resolvidas, mas sempre tem recursos que precisam de ajustes.

    3. Eu sou daltônico, o que não deixa de ser uma deficiência visual, embora sempre que esse termo seja mencionado as pessoas associam somente à perda de visão. E sim, essa deficiência me traz alguns problemas, embora nada significativo.

      Que eu me lembre agora, o que mais me faz falta é que eu não consigo identificar se uma pessoa leu a minha mensagem no Whattsapp. Mensagens lidas e não lidas pra mim são idênticas. Adoraria que houvesse uma configuração que eu pudesse escolher três “ticks”, por exemplo, para mensagens lidas. Sei que alguns aplicativos tem uma configuração “para daltônicos”, mas são poucos….

    4. Oi! Sou surdo (ou pessoa com deficiência auditiva) e, acho que para mim, o importante é ter os vídeos com legenda e EVITAR os áudios. A não ser que seja estritamente necessário, daí fazer a transcrição dele.

      Mas para os cegos e para os daltónicos, penso que seja interessante descrever as imagens e vídeos também.

      No mais, estou disponível para conversar caso queira, pois sou consultor de acessibilidade e ativista em prol disso também.

  21. A parte de sair do apartamento gera mais apreensão, mas depois que vai, vai — você perde um dia e tudo bem. Como alguém me alertou semana passada, a de entrar pode ser (está sendo) pior. Ainda estou com um monte de caixas espalhadas pela sala, esperando móvel chegar, tudo mais ou menos caótico, mas melhorando aos poucos.

    1. Nesse estilo mesmo. Entendo um pouco sua luta. Está completando 2 meses que me mudei e tem uma porção de coisas nas caixas ainda. Liberei o essencial e vou usando.

      Acho que essa é uma experiência boa para ver coisas que são ou não importantes e necessárias. Fiz uma limpeza antes de me mudar e agora vejo que muita coisa ainda é dispensável. Aos poucos estou me livrando delas.

      1. Exato! Isso realmente é muito bom. É nessa hora que pegamos coisas guardadas e pensamos “cara, há quanto tempo não uso isso, nem sei se vou usar mais” ou o pior caso “nem lembrava disso”.

        Eu particularmente acho tão agradável me desvincular de coisas. Dá um alívio na alma.

    2. Sim, sem dúvida o chegar é bem pior. O sair dá para ser do forma organizada, mas o chegar é difícil. A gente nunca sabe quando vai precisar daquele item que não temos ideia de onde está, e para achá-lo temos que abrir várias caixas e fazer uma bagunça, tem a questão de adaptar o mobiliário e itens que temos no espaço novo, etc…
      Eu me mudei em agosto do ano passado, e como meu guarda-roupas estava bem ruim, acabei deixando-o de lado e fiquei de fazer um novo para mim. Acontece que em casa de “ferreiro o espeto é de pau”, ou no meu caso “em casa de marceneiro o guarda-roupas é de caixa de papelão”. Ahsuahsuahsuhau Sim, ainda guardo minha roupas em caixas de papelão… =P

    3. Se te serve de consolo, Ghedin, fiquei 1 ano com umas caixas da mudança do meu primeiro apê no mesmo lugar que deixei. Quando finalmente tomei vergonha na cara pra desempacotar, já estava me mudando pra outro lugar.

    4. Eu não sei se já tinha lhe falado, mas ia sugerir começar a guardar coisas em caixas plásticas e deixar organizado. Mesmo que não mude mais, é uma forma mais prática para guardar coisas e até mesmo organizar.

      (É o que venho tentando fazer aqui…)

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