Post livre #295

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha na segunda-feira à noite, para aproveitarmos o feriadão.

321 comentários

    1. Foi só baixar do site oficial, gravar no cartão e conectou a pi pelo cabo de rede pra poder acessar?

      1. Quase isso. Por padrão, o Raspberry Pi OS desabilita o SSH. Você precisa criar um arquivo vazio na raiz do cartão SD antes (touch ssh) para ativá-lo. Aí é só descobrir o IP atribuído a ele (no painel administrativo do modem/roteador) e logar com o usuário padrão (pi, senha raspberry).

        Aqui explica bem.

        1. Eu precisava disso pra sair da inércia, pelo visto! Pi-hole instalado e me impressionando, finalmente.

          Agora uma pergunta sobre sua reinstalação: não haveria possibilidade de atualizar um dispositivo com OS de versão anterior? Ou você apenas quis começar do zero?

          Eu estou até escrevendo um to-do para lembrar como fiz tudo que estou fazendo, no futuro!

          1. Upgrade de versão com pouca dor de cabeça, segue o passo a passo (confirmar os comandos antes).

            reboot
            sudo apt update
            sudo apt upgrade
            reboot
            edita os 2 arquivos (ver documentação) que altera o nome da versão para buster/bullseye
            reboot
            sudo apt update
            sudo apt upgrade
            reboot
            sudo apt update
            sudo apt dist-upgrade -y
            reboot
            sudo apt update
            sudo apt ugprade

          2. É possível, mas os próprios desenvolvedores do Raspberry Pi OS desaconselham a atualização.

            Além disso, no meu caso aproveitei a ocasião para trocar o cartão SD por um mais rápido e para corrigir uns ~estragos que havia causado ao sistema quando estava mexendo com as chaves PGP — sem querer querendo, quebrei o apt e embora tenha conseguido restaurá-lo, sabe como é, ficou uma salada. Também tinha muita coisa instalada que eu não estava usando. E eu havia instalado o sistema completo, sendo que nunca uso a interface gráfica — desta vez, instalei a versão Lite/headless.

            A mudança é bem perceptível. O sistema ficou bem econômico: consumindo 64 MB de RAM no momento, só com o Pi-Hole rodando.

    2. Baixei o sistema de novo esses dias, me foi notável que no passado eu precisava de no mínimo um cartão de 8GB. Não existia essa versão lite na época. Hoje um de 2GB basta.

      Nem tudo avança rumo ao bloatware, felizmente

  1. Li uma reportagem sobre uma falha no servidor da tesla que impediu pessoas de usarem seus carros. Será possível utilizar esses carros em 10 anos ou os donos serão obrigados a trocar de carro porque o sistema nao não consegue mais atualizar ou porque os servidores não atendem mais aqueles modelos?

    Acho que essa questão do carro elétrico realmente depender de um computador, juntamente da produção e destinação final das baterias, é algo que me faz pensar que, em uns 20 anos, o pessoal fará uma análise e concluirá “nossa, trocamos seis por meio dúzia”.

    Matéria onde li o causo: https://olhardigital.com.br/2021/11/20/carros-e-tecnologia/apos-paralisacao-motoristas-da-tesla-ficaram-impossibilitados-de-ligar-seus-carros/

    1. Tem equipamentos que hoje ficam inúteis quando não há mais programas ou a empresa por trás operando, muitas vezes forçando a trocas. Equipamentos de “terminais burros” tipo ORY por exemplo tem disso: se você formata um servidor de terminais ou perde a licença da máquina, tu tem que comprar outra licença. E se for terminais antigos, eles ficam muitas vezes inutilizados pois não tem mais suporte da própria empresa.

      No caso de carros, parece que já tinha acontecido algo parecido antes, mas com outra montadora.

    2. Nem sei se precisamos ir tão longe. Ano passado a consagrada comprou um Onix Turbo, modelo 2020, 0km. Em menos de 6 meses tivemos uma surpresa desagradável, ao tentar sair da garagem o volante não virava de forma alguma. Por sorte estávamos na garagem dos meus sogros e perto de casa, então deixamos lá, fomos caminhando e no dia seguinte ligamos para a concessionária mais próxima guinchar o veículo.

      O problema? Uma falha no sistema da direção ou do controle de tração (não lembro bem) que não possuía qualquer tipo de bypass que nos permitisse chegar em casa, ou levar a uma concessionária sem precisar solicitar um guincho.

    3. Tesla é puro capitalismo, preferível vender um carro novo do que consertar o velho. Não é a toa que o Rich Rebuilds ficou tão famoso restaurando Tesla, não tem oficina e assistência avançada, o negócio é descartável.

  2. Acabou de chegar em casa um Gradiente OZ. Um computador que foi feito lá pelo ano de 2001, com um Celeron 1.1, 128 de SDRAM e 20GB de HDD.

    Liguei ele e ele cai na tela de OOBE (tela de configurações iniciais e licença) do Windows XP (Home). Resolvi clonar ele neste estado e mandar para o Internet Archive. O que acham da ideia?

      1. Já estou mandando para lá. Tentei fazer um video, mas ficou uma porcaria. Penso em enviar só para a gente aqui dar risada um pouco.

    1. Acho que lembro vagamente de ter visto em propaganda de revista na época

    1. e você quis que a gente passasse pela mesma agonia que você, né? rsrs

    2. Essa entrou no meu top 1 de newsletters aleatórias que conheci.

  3. Estou estudando a possibilidade de fazer uma viagem extra neste fim de ano por motivos familiares. Como estou sem muito dinheiro e preciso na verdade é acompanhar um familiar, estou estudando como fazer para ir barato.

    Desde quando a Buser entrou no mercado, aparentemente isso ajudou de alguma forma a “congelar” os preços das passagens de ônibus, quando não, fazer as operadoras que já mantém linhas há décadas criarem alguma forma de justamente competir com a Buser.

    A JCA – que tem nas mãos as linhas de empresas como Cometa, Catarinense e 1001 – criou a WeMobi, que ao que tudo indica usufrui da infra da JCA para operar um serviço “low-cost”. Se uma passagem na Catarinense é 80 $ por exemplo, na WeMobi dependendo da data e horário sai entre 20 $ a 60 $ – isso falando das “linhas mais movimentadas”.

    Preciso ir para Santa Catarina. Então qual a ideia? Fazer um pinga-pinga usando passagens contiguas. Claro que há riscos de atrasos por acidente por exemplo, mas creio que compensará de qualquer forma pelo custo. Vejamos.

    Uma passagem direta entre São Paulo e Florianópolis custa R$ 132,00 aproximadamente (no mínimo e no convencional). Com antecedência (via “Outlet de Passagens”) fica R$ 86,00.

    A WeMobi tem horários com valores de R$ 20,00 para os dois trechos contíguos: São Paulo a Curitiba, e Curitiba a Florianópolis. Então somando, daria R$ 40,00. Só que tem um detalhe – os horários entre os ônibus com estes preços são muito esticados – a chegada do de São Paulo (18h em Curitiba) ficaria com horas de espera para o próximo, que vai até Florianópolis. (saída as 9h da manhã do dia seguinte).

    A solução aqui é gastar um pouco mais. Um ônibus que chegue entre 6 as 7h30 em Curitiba fica em torno de R$ 30,00. Nisso, duas viagens somadas ficariam em torno de R$ 50,00. Barato, não?

    O único problema maior para mim é que teria que comprar com antecedência a passagem (o ideal seria comprar nos próximos dias), e não duvido que o cancelamento não compensaria em caso de não poder viajar.

  4. Semana que vem, de quinta para sexta, faremos aquele postzão comunitário para compartilhar promoções da Black Friday.

    Nesse espírito, diga aí: você está de olho em algo específico para comprar na Black Friday?

    1. Tô querendo algum dongle decente para TV… o sistema da Samsung daqui de casa tá pior que PC de tubo, mas não queria gastar mais de R$ 300 com isso

      1. Eu tenho um FireTv Stick, não tenho reclamações. É atualizável e tem os aplicativos dos canais: Netflix, AppleTV+ etc. Já está em oferta na Amazon por 190 reais (https://amzn.to/3HxLp97).

      2. Firestick não tem Globoplay e HBO Max. Leve isso em consideração se usa esses serviços.

      3. O Roku vai estar por R$ 199,00. Vi no Twitter. Vale muito a pena, pq engloba os principais serviços e é sensacional. Comprei o meu a um tempo por R$ 250,00 e já valeu a pena. Minha smart tv da Sony não é das mais smarts…

      1. Eu parei de usar o meu porque as teclas são “pesadas” e também por preferir algo menor, para facilitar o uso do mouse/trackpad. Estou usando no media center, mas é um baita desperdício, se interessar usado…tá praticamente novo e a gente pode ver.

        Ia até perguntar no Post Livre o melhor jeito de vendê-lo na internet, já que parece cheio de golpes e afins anunciar essas coisas e nunca vendi nada.

        1. o @Ghedin havia comentado que não há muito problema em EVENTUALMENTE anunciarem neste espaço, mas de qualquer forma seria interessante você dizer quanto está pedindo, porque pode interessar pra mim ou pra outra pessoa.
          Atualmente prefiro vender alguns itens mais passíveis de golpe via MercadoLivre (Sempre filme vc embalando, lacrando, ponha algum sinal na embalagem, e pese em casa com balança de cozinha pra evitar q chegue la e a pessoa fale que estava vazio, assim como quando comprar, filme a abertura do pacote, se possível desde o recebimento com o carteiro/transportador). Tem gente q negocia via OLX, só faço por eles em casos bem específicos, pq tem q encontrar pessoalmente em regra, e se for algo mais caro, como um smartphone, o risco de golpe e prejuízo são grandes (prefiro pagar a taxa do ML e ter menos risco).

      2. De curiosidade, domínios costumam entrar em promoção de black friday? registro.br? Google Domains? Pq eu to de olho em um do Google Domains, mas nunca pensei que isso entrasse em promoção.

        1. Veja no porkbun, namecheap e namesilo
          Habitualmente entra, mas a promo vale pro primeiro ano de registro.
          Cuidado pra não comprar um domínio barato pro primeiro ano e muito caro pros demais anos.

          Via de regra, comprar um domínio é um jogo de longo prazo, então o custo de renovação importa.

    2. Procuro tem tempo um parzinho de caixas de som ou soundbar para ficar dedicada ao meu desktop.

      Se aparecer algum jogo de Switch em promoção, quem sabe…

    3. Tô procurando um fone de ouvido legalzinho dos R$ 300 pra baixo.

      1. Edifier W800bt. Melhor custo-benefício.

        Isso é, se vc procura algo com duração de bateria insana (72h de stand-by, no caso).

        Se for intra auricular, recomendo algum da Haylou ou até mesmo os earbuds da Edifier tbm que carregam super rápido. 👌🏻

        1. ele é ótimo mesmo, eu só queria um jeito de desabilitar aquela luz de ambulância.

    4. Quero comprar uma parafusadeira/furadeira sem fio e realizar meus serviços domésticos como um profissional.

      Também tenho vontade de trocar o celular, mas só se aparecer algo muito bom mesmo, o que duvido.

          1. Sei como é trabalhar com ferramentas ruins… Fui auxiliar de indústria e agora auxiliar de mecânico.

        1. Depende o tipo de serviço? As ‘melhores’ em termos gerais são DeWalt, Makita e Milwaukee, mas as outras marcas podem atender muito bem. Uma 12V vai dar conta de trabalhos simples e uma 18V vai ser recomendada pra coisas mais pesadas.

          1. Seria para coisas simples e esporádicas, como montar/consertar móveis, vez ou outra furar uma parede, nada muito extravagante. Pelo (pouco) que pesquisei, imagino que a de 12V seja suficiente (mas fiquei na dúvida depois do comentário do @David.)

          2. Poucas coisas são mais frustrantes que uma ferramenta que não dá conta do serviço na hora que você precisa dela. Nessas horas prefiro pecar pelo excesso. Pensa naquele momento que você estiver montando uma prateleira e tem que furar aquela parede dura de azulejo na cozinha. Ou, no final de uma tarde de sábado, todo suado, e você tem que desparafusar a cômoda da Tok Stok que montou errado e a sua parafusadeira não dá conta. Não gostaria de ser essa pessoa.

          3. Isso! Enquanto lia estava pensando exatamente nisso. Falasse tudo, Rafael. E digo mais, ferramentas boas são caras, mas duram o resto da vida. Não tem nada mais frustrante que ferramenta ruim. Ponto.

        2. Na Black Friday passada peguei uma Makita de 18V e não tenho do que reclamar. O carregador dela é “inteligente”. Já tive uma black&decker em que o carregador era só uma fonte que ficava injetando corrente. Acabou matando a bateria e agora ela está aqui na pilha de coisas pra tentar recuperar. Mas, de qualquer forma, era relativamente fraca pra fazer furo em alvenaria. Essa Makita nova é beeem boa. Quero mais uma, pq trabalhar com duas em algumas coisas é mais fácil (fura com uma e parafusa com outra, p.ex., ou furo menor e furo maior. Se tem que fazer isso repetidas vezes, perde um tempão no troca-troca de broca/bit).
          E agora quero um aspirador de pó da Makita, que usa a mesma bateria. Ai não teria um monte de carregadores diferentes.
          A da Bosch que o David postou um pouco abaixo parece ser bem boa.

          1. Makita também está na lista. Depende bastante do preço que aparecem nas promoções.

            Valeu pelo relato Felipe. Capaz de querer ir comprando outras ferramentas sem fio com o tempo também.

          2. Entre Bosch e Makita, Makita (quase) sempre. Ainda mais na linha a bateria.

      1. “Se puder escolher” , uma com 1” vai dar mais opções de uso q uma de 3/8” (poderá usar mais opções de brocas)

    5. Me mudo ano que vem, então praticamente “tudo” para casa que aparecer a um bom preço.
      TV, sofá, cama, eletrodomésticos, utensílios…

      1. @Wilson O Extra vai fechar e as lojas estão queimando os eletrodomésticos, utensílios domésticos, roupas… As promoções começaram há uns dias e algumas coisas já acabaram, mas ainda tem muitos produtos nas lojas. Se tiver um Extra perto de vc, pode ser uma boa dar uma passada nele…

        @Ghedin Estou querendo ver uma smartv e um aspirador robô.

        1. Vi algumas coisas em um Extra próximo de casa, mesmo! Comprei algumas louças e tinham faqueiros com um preço bem legal. Eletrodomésticos eu não achei nada muito interessante, mas pode ser que nessa semana os preços melhorem ainda mais, acho que darei mais uma passada lá rs

    6. Peguei um Galaxy Fit 2 por 107 reais semana passada.

      E pra Black Friday uma Gtx 1650 caso esteja com o valor do começo do ano quando comecei a montar meu PC.

      Também assim como vc e o David tô de olho numa furadeira/parafusadeira.

      1. Poxa, pagasse muito barato na Galaxy Fit 2. Se deu, baita preço. Faça um bom proveito! \o

        Eu estava de olho numa Vivosmart/Vivofit da Garmin, mas Garmin é Garmin, sempre mais caro. =/

      2. Cara, onde tu comprou o Galaxy Fit 2? Falei para o meu irmão e ele ficou interessado.

        PS: se não der tempo de responder aqui antes de fechar o post, por favor envie um e-mail para diego@fastmail.com
        Valeu! =D

        1. Eae Diego Blz,

          Peguei no Banco Inter,
          Ficava 120 mas consedirando o cashback saia por 107.

          Obs: No gatry,promobit… apareceu uma por 100 reais dá uma olhada lá se ainda está em promoção.

          1. Pô, valeu! =D

            E mais uma pergunta, a última.
            Sei que ela é dependente do celular para configurações, anãlise dos dados, etc, mas ela precisa estar 100% do tempo pareada com um celular? Ou, por exemplo, posso sair para correr só com ela e quando chegar em casa conecto ao celular e os dados são sincronizados?

        2. Essa eu vou te dever uma informação mais detalhada, mas pelo que pesquisei ela segue o estilo da Mi band, saiu pra correr e não levou o celular ela sincroniza depois com o aparelho.

          Pro iPhone são dois apps Galaxy Fit e Samsung health(esse se quiser as informações de saúde como sono) e pro Android são 4! O wear, health e mais dois que esqueci o nome.

          Esse foi um ponto negativo que encontrei nela no meu Verge Lite é só um app pra tudo e pronto.

          1. Ah, sim. Consegui pesquisar alguma coisa aqui e vi que ele não tem GPS, então se quiser conectar com o Strava, por exemplo, para ver a rota, o celular deverá estar sempre junto. No mais ela faz o resto sozinha.

            E esse esquema de trocentos aplicativos é… meio ruim. Minha opinião. Mas como é para o meu irmão, vou deixar a cargo dele.

            Valeu! \o

  5. Meus queridos.
    Montar um PC provisório com Samsung Dex e celular quebrado o que acham?
    Fui na olx da vida e achei:
    Dex Station r$200
    Galaxy S8 r$80 tela trincada

    Plano inicial era turbinar smartv, mas não deu certo.
    O sistema não roda Netflix e prime por causa de direitos autorais :(
    Mesmo assim acho que é um bom destino para smartphone com telas quebradas, que é muito inviável consertar.

      1. É que o conserto da tela é caríssimo… Minha irmã esmagou um no porta malas.

        1. Eu uso um S8 com Droidcam, como a tela é praticamente queimada uso o DeX pra configurar algo sempre que preciso.

  6. Boa Noite.
    Alguém já tentou cancelar um plano controle da Tim mas mantendo o número como pré-pago? Antes de perder a paciência ligando para o atendimento da Tim ou indo até uma loja física, tentei pelo aplicativo e pelo sistema do Meu Tim e só vi as opções para mudar de plano ou cancelar linha, não vi nenhuma opção para apenas cancelar o plano.

    1. Eu não sei se daria certo, mas você poderia comprar um chip de plano TIM pré-pago e pedir portabilidade para ele. Talvez dê certo.

    2. Não entendi por que você quer cancelá-lo. Não seria o caso de migrar de plano, do controle para o pré-pago? Se for isso, é tranquilo. Talvez tenha que ser pelo atendimento, e provavelmente o atendente vai tentar persuadi-lo a continuar no controle, mas é possível — ao menos na Vivo, é.

    3. Pela Oi, foram 45 minutos no telefone até voltar do controle para o pré pago. Precisa de paciência, eles vão dificultar ao máximo.

    4. Eu prefiro ir na loja. Me dá ansiedade só de pensar em ficar pendurado no telefone.

    5. Meu pai tentou uma vez cancelar o plano controle e migrar o pré-pago.

      A atendente disse que “estava sem sistema pra migrar pro pré-pago”

      Como meu pai já não tem mais paciência pra essas coisas ele desligou a ligação e abriu uma reclamação na Anatel, 2 dias depois seu plano migrou pro pré-pago.

  7. Ghedin,

    Não recebi a newsletter do site.

    Não teve nessa semana? :)

    1. Teve sim, foi enviada ontem. Seu e-mail está cadastrado… que coisa. Olhou no spam? A interface do Buttondown mudou e ficou meio que impossível olhar os eventos de um cadastro específico que não seja novo/esteja na primeira página.

          1. @ Vanessa

            Ótimo! Eu disparei novamente a newsletter da quinta-feira hoje (sábado) à tarde, com um “[Reenvio]” no assunto. Confirma para mim se chegou aí?

          2. A newsletter não chegou de novo (vi a caixa de entrada e o spam). Que estranho!

      1. Só para fazer número, pq não tenho redes:

        Também não recebi a newsletter, mas recebi o achados e perdidos.
        :(

    2. Também não recebi e não está no spam. E não vô responder enquete do Twitter por motivos de não ter conta no Twitter. :p

        1. A achados e perdidos recebi. O reenvio da de quinta-feira não chegou mesmo.

  8. Ghedin, percebi um comportamento estranho quando acesso o site pelo celular e vou deslizando pelos comentários, como os de hoje no post livre. Quando eu vou deslizando pela tela com o dedo e esbarro sem querer em algum link “Responder”, ele acaba abrindo a opção, mesmo sem eu ter tirado o dedo do link. Isso atrapalha um pouco na hora de navegar pelos comentários. Curiosamente, isso não acontece com outros links da página, só com esses links “Responder” dos comentários. Imagino que isso seja devido a algum evento javascript, semelhante aos triggers keyup e keydown, que são acionados ao apertar e soltar algum botão do teclado.

    1. eu também fico boladão. solução pra mim é navegar com o dedão direito.

  9. Vou escrever algo mais elaborado semana que vem, mas queria já registrar aqui e papear a respeito do /e/OS, o Android “degoogled” que usarei até o fim do ano.

    Devido à mudança, acabei atrasando um pouco a migração. Fiz ontem. Foi tranquila, passei todos os apps para o novo e só tive problema com os do Bradesco. Até existe um recurso para migrar a chave de um celular para outro, mas não funcionou. Resultado: tive que ir a uma agência hoje, presencialmente, como faziam os contemporâneos de Machado de Assis. De qualquer maneira, o app do Bradesco não funciona direito. Não abre a parte privada, de acesso à conta. Pelo menos ele expõe a chave aleatória, ou seja, me permite movimentar a conta pelo computador. Por ora, basta.

    Havia me esquecido de como as notificações no Android são boas. Acostumei-me rapidinho à tela sempre ligada, com o relógio, do Galaxy S9+. De ruim, em termos de hardware, só o tamanho do aparelho (enorme) e a versão, europeia, que deve ter um modem com bandas usadas no Brasil ausentes. O sinal é ruim e no 4G não passa de 3 Mbps.

    Estou usando três (!) lojas de aplicativos: Apps (nativa do /e/OS), F-Droid e Aurora. Tem apps da Play Store que não aparecem ou são difíceis de achar na Aurora, como o da 99, mas no geral acho que consegui encontrar substitutos para tudo que usava no iOS, e a maioria software livre/de código aberto. Até o launcher mudei, estou usando o Olauncher que mencionei em outro comentário aqui.

    Quinta que vem dou mais detalhes. Se tiverem alguma dúvida ou curiosidade, podem perguntar aqui.

    1. para baixar videos do youtube, Facebook, Instagram e outros streamings, Tubemate.net

    2. Gostaria muito de usar uma room que não fosse Android ou IOS.

      No momento estou usando o celular sem logar na conta Google e apesar de alguns problemas esta senso uma experiência interessante.

    3. quero que fale os apps equivalentes e se sal melhores ou piores do iOS

      ex: Bradesco, app igual mas e a usabilidade?

      caso use um bloco de notas, fale se o substituto é melhor, pior ou igual e o motivo

      1. O Bradesco renderá um comentário à parte!

        Quanto ao editor de texto, estou usando um chamado Editor que é maravilhoso. Também testei outro, o SimpleTextEditor, que gostei também. O fato de haver dois (três, se considerarmos que este gerenciador de arquivos também abre/edita *.txt) é muito legal. No iOS, sofri para encontrar o Pretext e era meio que só ele mesmo nessa categoria.

  10. Dei mais uma chance pro Tor Browser hoje. E está sendo bem melhor do qua a última vez que o utilizei, há alguns meses.

    Bom, o Google simplesmente não me deixa acessar nada dele. Mas consigo assistir vídeos do YouTube pelo Invidious quase sem travar, o que foi uma surpresa.

    O que mais chamou a atenção é que, ao olhar como o Instagram se comporta, o site artificialmente diz que qualquer link de perfil que eu coloco não pode ser encontrado, coisa que não acontece em browsers comuns.

    1. Acontece isso direto comigo em qualquer navegador que não seja o Chrome. Até achei que fosse pra te obrigar a criar conta.

  11. DirecTV Go alguém utiliza, o que acha do serviço, sabe se consigo instalar o app nessas box genéricas para poder utilizar em uma tv antiga?

    1. Eu gosto muito! Eu preciso de um serviço que tenha Band (F1) e canais esportivos. O DirecTV Go tem e ele me dá ainda HBO Max por 2 anos.

      Eu uso no app da LG, tudo tranquilo. O aplicativo melhorou muito de 6 meses para cá, a navegação foi melhorada, temos legendas funcionando nos canais, não noto travamentos…

      1. Estive lendo que a AT&T vendeu a controladora da Sky e DirecTV (incluindo a Go) para outra empresa e que ambos os serviços geravam prejuízo pros cofres dela. Espero que a DirecTV Go dure nas mãos dos novos donos, seria uma pena…

        1. Sim, essa semana vi sobre a venda, tomara q continue o serviço, provavel assine, só estou vendo se pego o plano anual para ter o Roku

        2. A marca DirecTV é muito forte na América Latina, e a Sky lidera no seu segmento no Brasil, parece fazer muito sentido vender para um grupo local visto que ficou longe das prioridades da AT&T

          Pesa também o episódio em que a DTV teve que encerrar suas operações na Venezuela por conta da executiva do Trump que proibia operação de empresas americanas do país. Ela acabou voltando a operar no país através do que no bom senso só pode ser chamado de empresa laranja. Usa o mesmo satélite, os mesmos equipamentos, os mesmos canais…

    2. Sempre gostei de Tv a cabo – Já tive Sky, TV por MMDS e Tv a cabo (Claro), pois jogo e gosto de assistir Basquete, seja NBB, NBA, Eurobasket, etc.
      Essas empresas só vendem ESPN -ou- SPORTV, enquanto na DirecTV cobra mais barato (70,00) por dois pontos e com ambos os canais de esporte que gosto (ESPN & SPORTV).

      Ou seja, em meu caso, atendeu minhas necessidades. E se viajo, só preciso levar o chromecast e continuar assistindo minha programação.

      Rodo o DirecTV na TV da seguintes formas:
      – Roku;
      – chromecast via smartphone;
      – Android Box genérica (MxQ Pro 4k 5k), que tem lag em canais com streaming mais pesado;
      – Nenhuma TV tem app.

    3. Eu uso e vale bastante. É flexível para usar em celular e tablets (em viagens, por exemplo), além de incluir 2 telas por um valor de metade (no minimo) das TVs por assinaturas tradicionais. Para usar em TV antiga recomendo comprar um box com Android tv mas não dos mais básicos (tipo o da Elsys ou mibox), o app é um pouco pesado e lento. Mas funciona bem e tem todos os canais úteis. Uso em TVs da LG, em uma TV da Sony com Android TV e em mistick e mibox da xiaomi. Não penso em cancelar por enquanto, o custo beneficio é imbatível. Não sei se ainda está a promo, mas ganhei os 2 anos de HBO, que tenho assistido bastante (embora o app seja ruim), catalogo vasto e inclui tbm HBO ao vivo no app da DirectvGo, não só o serviço de streaming, então da pra ver Succession (e as estreias de domingo a noite) ao vivo. A imagem, em geral, é boa – melhor que a da NET que tinha antes, exceto alguns poucos canais de filmes, que tem alta compressão (estranhamente a HBO). Alguns canais ao vivo ainda não tem legendas em inglês (tipo um filme, tem audio original e dublado mas não tem a legenda, como tem na TV paga) acredito que é questão de tempo, pois há poucos meses nenhum canal tinha legenda e agora quase todos tem (a HBO tem).

      1. Acho que ficou ambíguo, mas quis dizer que o da Elsys e Mibox são boas opções (com 2gb de ram) ao contrário de alguns boxes com 1gb que acho que vai travar bem.

    4. eu utilizo no roku, gosto muito, acesso em casa e também passei a senha pra namorada, aí th usa na casa dela

      única desvantagem (como qualquer streaming) é que esportes ao vivo (ainda mais futebol) é meio ruim por causa do delay, muitas vezes ouve pessoal comemorar gol na rua pra vc ver o gol depois.

  12. Hoje tive que fazer uma compra online para um familiar em um site. Notei pelo uBlock Origin que a página carregava códigos do Facebook, Google, TikTok, Taboola, Outbrain e uma dezena de outros domínios esquisitos que eu não conhecia. Fiquei surpreso com a quantidade de rastreadores em um site cuja função é simplesmente aprovar um pagamento. Carregar códigos do TikTok? Sério mesmo?

    Aonde a gente vai parar nessa pira maluca de empresas nos espiando?

    1. Isso também me chamou a atenção. O que faço é bloquear pelo uBlock Origin. Tem um jeito que bloqueia as requisições, digamos… do tiktok.com em todos os sites, mas libera o tráfego quando você acessa diretamente o tiktok.com.

      1. Quando teremos um “manual do usuário” das configuração do uBlock?

    2. Esse tracker do TikTok eu vi sendo acessado até pela página de ao vivo do Globoplay. Bizarro mesmo.

    3. Tenho usado o Brave e é impressionante como há uma lista interminável de rastreadores. A velocidade de carga de uma página com e sem os scripts é notável. No Firefox, tenho usado bloqueador do Duck Duck Go.

    4. Estou usando o Brave e o Duckduckgo como navegadores principais e ao acessar um site, que não lembro qual foi, na semana passada me deparei com 272(!) rastreadores diferentes bloqueados.

    5. o ifood não abre algumas coisas quando estou no meu wifi, no qual uso pihole. comprar cupons, por exemplo. ainda não abandonei completamente pq tem me ajudado a almoçar um pouco mais barato.

  13. Há algum tempo rolou nos posts livres uma conversa boa sobre teclados bluetooth para tablet, queria recuperar as dicas que rolaram mas não consegui encontrar. Eu tenho um tab S6 Lite e estou em dúvida sobre o melhor custo-benefício, já que a Samsung não ajuda muito – o Targus para o S6 Lite ta muito mais caro que os tecladinhos portáteis genéricos.

    1. Há uns meses eu andei olhando, no AliExpress, uns cases com teclado, quando cogitava a ideia de pegar um Tab S6 Lite. Dá uma olhada por lá, as vezes vale a pena.

    2. Logitech é a solução. Tenho um teclado Bluetooth dobrável genérico pra usar no Galaxy Note 10… Nem consigo usar cedilha.

      1. To namorando o Logitech K380. Essa dificuldade de encontrar um teclado ABNT é chatinho, vou ter que me acostumar em usar o internacional

        1. Tenho e já me acostumei, tenho até um vídeo fazendo unboxing dele.

  14. Vocês mudam o tema nativo do smartphone ou deixam ele como vem de fábrica?

    1. Eu mudo tudo. Mudei até o launcher do meu. É um Mi9T e uso o Nova Launcher.

    2. a ultima vez q me dediquei em mudar, baixar temas era na época que customizava o IRC e Winamp depois disso nada muito radical.

    3. Eu adorava de paixão mexer nessas coisas, mas com o tempo fui perdendo a paciência. O que mais me incomoda é nem ter mais como usar a navegação por gestos e um launcher diferente ao mesmo tempo. Acabei me acostumando com o padrão da Samsung mesmo só por ser mais fácil, mesmo preferindo o Nova

    4. Mudo quase nada. Só organizo os ícones, coloco o meu clássico papel de parede e é isso.

    5. Eu usei o Nova por um tempo bem grande e personalizava bastante, mas acabei enjoando dele.

      Já deve fazer mais de um ano que eu uso o “declutter launcher”. Ele é super minimalista, removendo todos os ícones dos apps e limitando a quantidade de apps na tela inicial. Eu gosto muito de usar ele e me ajuda a ter um uso mais focado do celular.

        1. Não conhecia o Olauncher! Mas realmente é bem parecido com o declutter (com ainda mais algumas opções). Acho que vou testar ele por um tempo pq ele parece que está recebendo mais atualizações que o declutter.

    6. Geralmente só o papel de parede mesmo. Eu costumava instalar um launcher e pacote de ícones diferente, mas hoje em dia geralmente o launcher padrão já me satisfaz (quando tem a possibilidade de manter todos os apps na tela principal, sem a “gaveta” de apps), e o Android mais recente já tem aquela função de padronizar todos os ícones no mesmo formato (que era o motivo principal de eu instalar um pacote de ícones diferente).

  15. Olá! Gostaria de saber se existe algum serviço hospedagem de senhas e logins, que, caso eu morra, compartilhe essas informações com alguns contatos pré-definidos. Hoje administro algumas contas bancárias, e-mails e outros serviços de alguns familiares, e muitas das recuperações de senhas estão atreladas ao meu telefone ou e-mail. Caso aconteça algo comigo, essa gente vai ter grande dificuldade de reaver esses acessos.
    Seria algo como um legado digital, porém de informações que não são minhas.

    1. Você pode tentar o bitwarden. Eu pessoalmente não uso (estou no lesspass) mas eles tem planos-família e acho que tem esse tipo de previsão lá. Acho que vale a pena dar uma olhada.

    2. A Apple lançou algo assim recentemente, o Legado digital. No caso, não resolveria compartilhar a senha com alguém próximo? Ou deixá-la em testamento ou, de alguma forma, condicionar sua revelação à sua morte?

      1. Eu cheguei a ver esse da Apple, mas ele contempla dados muito abrangentes, sem opção de escolha. Todos ou nenhum. Aguardar pra ver se alguém conhece outra opção.

    3. Eu tenho a senha do LastPass e algumas outras anotadas em uma folha específica de um caderno (sei que não é o melhor método). Aí já avisei algumas pessoas mais próximas que se algo acontecer comigo tá lá hahaha

      1. Eu pensei em programar um e-mail pra contatos específicos, e programar ao menos dois lembretes pra adiar esse e-mail programado. Assim, de tempos em tempos iria jogando pra frente esse e-mail programado.
        Mas, além de trabalhoso, acho que o mais sensato seja renovar as senhas, compartilhar com os proprietários de forma escrita.

    4. CTemplar tem uma situação de enviar e-mail para Contatos específicos em caso de morte (ele presume morte se ficar X tempo sem acessar).

      Pq vc não cria um banco de dados criptografado , tipo keepass e coloca como chave de abertura uma chave física ?

      Pode deixar o cofre num lugar fácil (mais de 1 cópia em lugares diferentes preferencialmente ) e a chave fica condiciona à sua morte?

      Alternativamente pode criar um arquivo de texto com as informações (um txt mesmo, que vai continuar funcionando por muitos anos) e criptografa esse arquivo?
      Entrega chave pra um, arquivo pra outro e pronto?

    5. Felipe, acho que o Bitwarden é a solução que procuras. Mas eventualmente esta funcionalidade é paga.

    6. Eu tenho um “caderninho vermelho” com informações sobre contas de bancos e senhas. Não tenho muita neura com isso, talvez esteja levemente desatualizado.
      Fica sempre na minha mesa de trabalho (agora que estou em home office), ou numa gavetinha onde deixo cartões de bancos, dinheiro, e mais algumas coisas.
      Tudo bem fácil de encontrar.
      Não estou aconselhando a usar este esquema, mas no meu caso acho que resolve.

  16. Minha SmarTV é uma LG antiga, das primeiras versões do WebOS. Estou cogitando um chromecast ou firestick para adicionar novos apps, principalmente spotify e mubi. Alguém aqui tem um desses dispositivos e faz uso desses serviços? Queria saber se funciona bem ou é se é uma experiência meio frustrante

    1. Não uso esses serviços, mas tenho um Firestick. Vá com a versão do Chromecast que não depende tanto do celular.

      No Firestick tenho que fazer sideloading de alguns apps e nem sempre a experiência é legal. O HBO Max, por exemplo, deixou de funcionar nessa semana e a versão mais recente não roda nele.

    2. Eu uso o Roku. Maioria dos serviços de streaming tem aplicativo disponível, tem controle próprio, controle via app, o que torna possível mandar o áudio da TV para fones de ouvido, permitindo assistir TV em “silêncio”.
      Também permite espelhar tela de smartphones. É simples e entrega o que promete.

      1. Esse lance dos fones de ouvido é muito bom. A Netflix poderia fazer isso com o próprio app, não entendo por que não copiam uma ideia tão boa.

    3. Tem duas TVs burras aqui em casa, uma com Mi TV Stick e outra com o Mi TV Box. Antes eu usava um Chromecast da primeira versão. Troquei pois ele não estava mais engasgando até em alguns videos em 720p. A vantagem desses novos é poder instalar apps e o Mi Box até entrada USB tem e lê arquivos direto do pendrive. Mas pretendo (um dia™) montar um servidor de streaming para arquivos baixados. De resto, usando direto os apps dos serviços fica bom demais.

      Sobre os diferentes modelos do Mi TV: o stick achei muito lento. tinha horas que achei que ele tinha travado mas ele estava atualizando app.
      O box é bem mais rápido, mas não sei se é do meu ou algo geral (até agora estou suportando… vamos ver até quando!) mas ele é meio lerdo pra responder ao controle, pra ligar e sempre dá uma travada e a tela fica preta, pelo menos uma vez por dia. Dia desses, nessa tela preta, ele até reiniciou.

      Mas, mesmo com esses pesares, achei um bom custo benefício! Comprei numa promoção do Aliexpress e chegou em uns 15 dias.

      Fiquei na dúvida entre Mi TV e Firestick na época e não levei o da Amazon com medo dele ser muito atrelado ao ambiente do Prime Video.

      Em todos os casos, acho a home screen muito poluída. Gostaria de algo mais clean, só com os ícones mesmo (e sem 1000 recomendações) e uma rotação de papeis de parede, como era no chromecast 1.

      1. Falando em TVs burras, alguém tem alguma ideia se ainda é possível achar uma dessas hoje em dia? Tô precisando trocar uma LCD antiga e não encontrei opções até agora.

      2. Tenho o Mi Stick. Nas configurações ele permite desligar todas as recomendações e deixar a home só com a gaveta principal dos apps. Tem que dar uma fuçada para alterar as configurações, mas não é coisa de outro planeta não.

    4. tenho Roku, Chromecast 1a. gen e Android Box genérica – recomendo o Roku (mais barato) ou o novo chromecast Tv (com controle remoto) que não precisa do smartphone.

    5. Uso ambos numa MiBox. Comprei baratinha no aliexpress. Dá uma olhada la que tem black friday proxima semana. O spotify funciona MUITO bem, é um ótimo app. O mubi é mais ou menos a interface, mas funciona. Tem muitos outros apps de streaming disponíveis para android tv (todos, na verdade), em geral são bem utilizáveis.

    1. Metalhead porque eu sempre lembro dele já que aquela empresa vive tentando colocar a ideia em prática, hahaha.
      (Eu também achei aquele que você faz as escolhas e tem finais diferentes sensacional.)

      Na verdade, eu diria que são poucos os episódios da série que eu não achei tão legal, tipo aquele primeiro da quarta temporada (péssima pra nomes, eu).

      1. Atualizando: a empresa é a Boston Dynamics; o outro episódio é o Bandersnatch e o que eu não achei tão legal é o USS Callister. :D

        1. putz, quando soltaram o trailer desse parecido com Star Trek eu fiquei doido pra ver e…

          eu até gosto do episódio, mas está longe de ser perfeito mesmo

          o bandersnatch eu gostei bastante do cenário, personagens, etc, mas não consegui gostar da dinâmica: a sensação que ficou é de ser um jogo ruim

    2. Eu gostava muito da série, mas parei de assistir porque me deixava muito deprimido :D

    3. Para mim, os das duas primeiras temporadas são os melhores. Não só pelo roteiro e situações mais chocantes, mas pelo contexto e timing. Foram lançados num momento em que aquelas ideias pareciam muito malucas, mas ainda não estavam tão bem assentadas na nossa realidade. (Mesmo os episódios mais pés no chão, como o primeiríssimo, do porco, pareciam muito malucos para serem reais.) Depois a realidade alcançou Black Mirror e, para se manter à frente do seu tempo, a série começou a apelar para ideias com menos apelo.

      Dia desses assisti ao especial de Natal, com o Jon Hamm. É uma crítica à cultura do cancelamento — novamente — alguns anos antes da cultura do cancelamento ser criada e difundida.

      1. faz muito sentido

        é impressionante de fato como a primeira metade dos anos 2010 é completamente diferente da segunda

        ficamos mais tensos, mais tristes, mais ansiosos e mais desesperados

        1. A realidade tá mto difícil… quem mora em SP se sente num campo de refugiados qdo sai na rua ( centro )
          Não sei se os melhores mas o do chip que faz vc lembrar/gravar/rever/analisar td e o do Daniel Kaluyia (não googlei pra escrever, pode estar errado) correndo na esteirinha são os que me marcaram mais, o primeiro pq eu releio conversas e repenso mto e pra parar com isso tenho apagado conversas, mesmo fora do digital guardava agendas com sentimentos anotados e não consigo concluir se bom ou ruim e o da esteirinha pq de certa forma todos nós somos ” profissionais da revolta” mas nada muda, feijoada, somos atropelados diariamente por atrocidades é só ficamos revoltatinhos no Twitter, a sensação de impotência é um tapão na cara todo dia que a gente lê notícia
          #dsclp

  17. Olá pessoal.
    Alguém usa algum aplicativo Android para digitalizar cartões de visita? Quero guardar as informações dos cartões, mas não o papel. Não gostaria de armazenar nos contatos do telefone, não cabem as informações, etc. Como vocês lidam (ou não lidam) com isso?

    1. não rola criar uma pasta na sua nuvem com o nome “cartão de visitas” e escanear/ tirar fotos dos cartões os nomeando com o nome da pessoa / empresa?

    2. Uma vez testei um no F-Droid, mas me esqueci. Provavelmente programas OCR fariam este trabalho. E pode ser que dependendo do aplicativo de contatos, ele tenha um OCR para esta função em cartões de visita.

    3. Eu uso o próprio digitalizador que veio com o meu aparelho. Mas tem algumas opções como o CamScanner, por exemplo. Uma rápida pesquisada na lojinha tu vai achar vários.

      Eu usava antes o Office Lens (ainda como um resquício do Windows Phone), mas o mesmo já foi descontinuado.

      1. O Office Lens só mudou de nome: Agora é Microsoft Lens e o desenvolvimento segue ativo. A última versão para Android foi publicada ontem.

  18. Há algum tempo tenho pensado em como o Whatsapp pode estar sendo omisso com a privacidade e segurança, mas me incomoda que nenhuma autoridade tenha se atentado para esse caso.
    Falo do fato de qualquer pessoa que tenha o app, possa ver quando qualquer usuário está on-line, mesmo que esse usuário não tenha essa pessoa em seus contatos.
    Até aí parece algo sem importância, que fica apenas entre parceiros ciumentos. No entanto, já existem serviços que, mediante pagamento, rastreiam as atividades de determinados usuários, incluindo comparar o tempo e o horário em que duas pessoas estiveram on-line, podendo, assim, determinar com um bom percentual de acerto, que essas pessoas estiveram conversando.
    A LGPD não tem algo que proteja o usuário nesse sentido?

    1. Olha Cláudio, não tenho certeza, mas ouvi dizer que no whatsapp beta estão testando alguns recursos deste tipo, como desativar ultima vez online e um aumento de granularidade em alguns controles de privacidade. No meu mesmo eu desativei o visto por ultimo e confirmação de leitura. Sinto falta de alguma coisa que impeça contatos desconhecidos de sequer fazerem contato inicial, como alguns antigos IMs tinham.

  19. alguém poderia me indicar um tablet [de preferência, pois é para um idoso] ou um celular mais em conta que possuí um som bom/alto? o uso será praticamente para ouvir e gravar [só áudio, não vídeo] músicas…

    1. Quando se fala “mais em conta”, é tipo patamar Abaixo ou Acima de 500 R$?

      Pois geralmente noto que há uma profusão de tablets baratos abaixo dos R$ 500,00, que bastando desativar os Google Apps, provavelmente ficará leve e dará para as funções que deseja.

  20. O Ghedin está se mudando e logo, logo será minha vez. Deixa eu perguntar pra aqueles que pagam aluguel: o valor total do aluguel + condomínio corresponde a qual porcentagem da sua renda líquida? Estou tentando me basear no 30% – 35% usado comumente, mas queria ter insights de casos reais.

    1. Antes de eu me mudar, era em torno de 31% — considerando a média do que ganhei este ano, já que não tenho um valor fixo. No novo apartamento pagarei um pouco menos, mesmo sendo um lugar um tiquinho mais caro, porque dividirei as contas com a namorada. Morar sozinho é caro demais.

      1. Obrigado pela info! De fato, morar sozinho é caro. Vou aprender isso na raça, hehehe! Boa sorte na nova etapa, você e a namorada!

      2. olá, paz e bem! felicidades aí c a namorada. #LLAP MdU e podcasts. []s livr3s,

      1. Boa! Que legal, certinho no 1/3! Obrigado pela resposta!

        1. Conforto e paz Guilherme na casinha nova, morar sozinho melhor coisa \o/
          O meu dá 15% e admito que o dono do meu ap é legal pq 3 anos sem aumentar o aluguel, mesmo com o IGPM da pandemia ele não quis me esfolar pra ficar mais rico

          1. Né!, tô animado por esse novo ciclo!

            Que pessoa lúcida esse proprietário!

    2. Aqui em casa, somando minha renda com da minha esposa, é 31.25% da renda liquida. Poderia ser bem menos, mas preferimos pagar mais pra viver em uma região um pouco mais central e com fácil acesso aos nossos trabalhos e faculdades.

        1. Eu diria que é no limite do confortável. Ainda não temos nossa reserva de emergência, então sei que se acontecer qualquer imprevisto a gente vai ter q se ferrar por um tempo pra aguentar as pontas. Não comemos mal, conseguimos ter nossos mimos, mas não passa disso.

    3. Gosto de incluir nessa conta coisas como tempo pra ir e voltar do trabalho e custo do transporte.
      Prefiro 300 a mais no aluguel, com 200 a menos de transporte e 20 minutos (por dia) a mais de vide – decorrente do menor tempo pra me locomover.

      Sempre considero o custo do seguro do carro na região (chega a afetar mais de 100 reais/mês, considerando o custo anual).

      Outra coisa: custos dos serviços, geralmente na região que o aluguel será mais caro , as padarias, mercados e todo o mais também serão.

      No mais, tento trazer isso pra algo entre 20 e 33%.

      1. Legal sua reflexão; me deixou pensando. Eu vou continuar trabalhando remoto mesmo depois da pandemia e não possuo veículo, então a conta é influenciada mesmo pelos fatores que você mencionou.

        Obrigado por compartilhar!

    4. esse sempre foi meu medo de sair de casa, trabalhar só pra pagar despesas fixas, rs

      o salário líquido meu e dá namora vai corresponder +/- 50% do financiamento + condomínio daqui 2 anos (quando o prédio ficará pronto de acordo com a previsão da construtora), como me formei agora e ano que vem farei uma pós (namorada tb está na msm), espero que o salário aumente pra ficar nessa faixa de 30%, fora que estou com um projeto de abrir um escritório contábil, mas sempre rola um medo de não conseguir cliente e ser demitido e não receber o seguro desemprego.

      1. Real, o primeiro medo da vida adulta: trabalhar apenas para subsistência hahaha

        Boa sorte nos projetos a médio prazo e obrigado pelas informações!

    5. gostei desse tópico porque logo logo será minha vez também. Sou bolsista capes (ou seja, R$2200) e com o retorno das atividades presenciais vou ter que mudar para São Paulo. To descobrindo que morar perto da USP é fácil fácil mais que 60% da renda. Por outro lado, não teria gasto com transporte e daria pra comer no RU todos dias. Como não conheço tão bem SP, ainda não sei se essa conta fecha.

      1. Dilema mesmo: além de economizar na refeição e no transporte, morar perto do campus te permite estar mais perto de coisas interessantes acontecendo o tempo todo na universidade. Por outro lado, economizar dinheiro é essencial, ainda mais em SP.

        Talvez conversar com bastantes pessoas do seu círculo te ajude a vislumbrar qual é a melhor decisão.

    6. Tenho a sorte de ser 12% da minha renda, e ainda moro com minha namorada, então dá uns 7% da nossa renda conjunta. A gente mora num lugar bom e até poderia gastar mais e morar melhor, mas gostamos mais de gastar em outras coisas.

      1. Caramba, que legal! Qualidade de vida lá em cima! Parabéns pra vocês!

    7. Mesma coisa por aqui, logo chega a minha vez tbm!
      Não quero comprometer mais de 30% da renda com aluguel mas é uma tarefa bem difícil dependendo da região.
      Tenho procurado em SP no bairro da Sta Cecília, geralmente acho imóveis sem vaga de garagem e pra alugar uma vaga, custa em média uns 300 reais mensais :/

    8. Aqui é uns 20% da renda liquida minha e do meu marido somadas. Moramos num bairro central com tudo perto, tanto q ficamos anos sem ter carro.
      O bairro tem vários predios mais alto padrão, mas a gente pesquisa pra achar uns mais dos anos 60-70 e sem um monte de área de lazer q encarece. Na pandemia fomos de um apto c 1 dorm pra um de 2 dorm, mas sem elevador, então o preço aumentou um pouco.
      O que eu queria muito é achar uma casa com quintal, mas nos bairros centrais tá quase impossível. As casas todas já viraram comércio/consultório, ou querem vender pra especulação que vai derrubar tudo e virar mais comércio ou um predião.

  21. teve algum momento na vida em que perceberam que viraram adultos?

    pq pra mim até outro dia foi tudo tão gradual, pois comecei a trabalhar como jovem aprendiz e dava o VR pra ajudar em casa, depois assumi umas contas, corri atrás da minha faculdade, dos meus cursos técnicos, mas tudo foi um processo, então depois da adolescência me achava jovem, e no trabalho como ainda não sou chefe nem supervisor de ninguém não senti muita diferença em relação a responsabilidade.

    mas há uns dias finalmente consegui dar entrada num apartamento, mas só depois combinar com minha namorada que só iríamos morar juntos depois de ambos terminarem suas faculdades (o que pra mim aconteceu no meio do ano e pra ela agora) e de ganhar um salário que dê pra assumir as contas, então como estamos com boas expectativas até o lar ficar pronto estaremos melhor remunerados e ficaremos tranquilos em relação a esse quesito.

    e refletindo sobre isso eu concluí que a chavinha virou e que apesar de sempre falarem que eu era muito responsável desde sempre, nunca tinha sentido muita diferença da minha juventude, até hoje.

    e pra vc, quando percebeu isso? (se percebeu)

    1. Aqui foi quando eu adotei um cachorro kkkkk

      É estranho me ver como adulto (tenho 26 anos), ganhando mais do que meus pais e pagando todas as contas no final do mês. Como você, as coisas aqui foram graduais e naturais – até o momento de adotar um bicho. Saber que existe um ser vivo diretamente dependente de você e ter que deixar de fazer coisas por mim pra fazer por ele.

      É desesperador mas também muito satisfatório kkkkkkk

    2. Eu foi quando a minha avó faleceu. Aquilo desestabilizou bastante a família. Eu também sentido, pois ela me dava ótimos conselhos e me conhecia muito bem. Era o último ano da faculdade e foi um dos períodos que mais me sentia sozinho. Mas, sei lá, o sofrimento faz a gente crescer. Foi ali que percebi que a gente não sabe muito bem como, mas tem que ir levando.

    3. Eu não sei ao certo, mas como eu inicialmente trabalhei muitos anos com bolsa de pesquisa, quando recebi meu primeiro salário com contra-cheque e vi os descontos de IRPF e INSS fiquei meio assustado. Disso veio a declaração de IR e uns anos depois eu ter que pagar, e não ser restituído…

      1. Acho q qdo meu pai morreu… foi tipo trabalha ou trabalha …meu pai tinha seguro de vida, (faça seguro de vida jovens! Se vc é pobre ou não tem posses é um jeito de deixar uma ajudinha pra quem vc ama e depende de vc) e ajudou mas todo mundo em casa teve que pedalar cedo. Mas tou com Ligeiro viu…as vezes tenho minhas dúvidas rs

        1. Eu fiz comentário pois como outros já disseram (Vanessa, Rafael, Polli), o ponto é que buscamos parâmetros para definir “o que é ser adulto”.

          E como a Vanessa exemplificou, tem gente que com baixa idade tem que trabalhar e cuidar da família, ou até mesmo cuidar de si no sentido que de alguma forma está por conta própria na vida. Este é um dos parâmetros mais cruéis que existe, diga-se, pois como mesmo já dito, isso acaba com épocas da vida onde a gente aprende algo.

          Meu problema maior é que ainda moro com a mãe e não tenho emprego estável. Fora meus problemas psicológicos. Isso tudo me põe no estereótipo de “imaturo”, e com isso é complicado criar relações sociais, quando não e inclusive, conseguir um emprego / trabalho / renda / profissão.

          Tenho que agradecer (e muito) por estar em partes ao menos em uma situação confortável, pois sei o quanto tem de gente na pior – eu leio notícias, redes sociais, relatos e tudo mais e bem, no que estou, tem gente com 18 que provavelmente é vizinho a mim e tem muito mais maturidade do que eu, dado que enfrenta condições piores que as minhas e teve provavelmente bem mais experiências.

          Um familiar meu foi pai aos 19, e outra foi aos 18. E eles em relação a mim “são bem mais adultos” no sentido de terem maturidade e responsabilidade familiar – taí outro parâmetro que faz o estereótipo “adulto”.

          O engraçado é que eu, como primogênito da família (de pais separados), fui o que mais me dediquei – ao menos até o ensino médio – a estudar. Depois meu irmão me superou por conseguir fazer faculdade. Tentei depois algumas vezes tentar algum curso técnico, mas eu falhava na prova aí desistia de vez fácil, enquanto começava minha época de bicos de trabalhos em informática.

          Meu primeiro trabalho real foi com 17/18 em um estágio do Jovem Cidadão. Depois fiquei 1 ano em uma empresa de publicidade e criação de sites (peguei traumas disto), em seguida tentando achar algum trabalho na área de manutenção, mas sem sucesso (pois sem curso na área).

      2. Ah, agora tá explicado o pq de tanto conhecimento… Perto de vc eu sou só um estagiário! Kkkkkk

    4. Parabéns pelas suas conquistas, cara! Muito legal!
      Vou tentar elaborar uma resposta no final de semana, gostei dessa pergunta

    5. Deixo uma frase de uma amiga do meu filho (21 anos), conversando sobre como a vida está cara e confusa:
      “Bem na minha vez de ser adulta!”

      1. Nossa geração (estou nos 30 e tantos), acho que até a do seu filho também, meio que se lascou legal. Pegou um período de progresso e bonança no Brasil que agora está se esfarelando. Entendo o drama. Bem na nossa vez!

        1. “Água em escassez, bem na nossa vez. Assim não sobra nem as barata.” como diria uma das músicas do Emicida.

          Mas eu já me desiludi de ver as coisas melhorarem por aqui nessa vida.

          Pretendo aplicar em Dólar e Bitcoin nos próximos anos. Só assim pra ter paridade de moeda e criar uma” cotação pessoal” por assim dizer.

    6. Essa pergunta me deixou muito pensativa. Eu li ontem assim que você publicou e fiquei tentando achar uma resposta, mas não cheguei a nenhuma conclusão. Aconteceu tanta treta na minha vida e precisei assumir responsabilidades e amadurecer tão cedo que não sinto que houve o momento que virou a chavinha, sabe? Refletindo agora, parece até que eu pulei da infância para a idade adulta, mas até hoje ainda não me sinto exatamente como adulta. Por não ter vivido essas fases da vida mais ou menos definidas parece que ainda vivo um tipo de adolescência tardia (eu tenho 30 e poucos). Minha resposta ficou meio confusa mas é assim que me sinto ao tentar responder sua pergunta: confusa! Mas gostei muito da reflexão que você trouxe!

      1. eu também tive umas fases assim, comecei a trabalhar com 17, ainda estava no ensino médio e antes disso eu cuidava do meu irmão para minha trabalhar, mas como disse, sempre foi gradual

        também cheguei num momento em que assumi a responsabilidade do lar, virando o famigerado “homem da casa”, apesar disso, não teve muita diferença, cedi um pouco ali, comecei a pagar mais contas aqui e vida que segue, e até um tempo atrás me considerava no meio do caminho tb, até pq até hoje curto muito as bandas que ouvia há 10 anos, também assisto meus animes nos dias atuais, ficava nessa indecisão, por isso uso o termo “jovem” que acho que se encaixa nesse meio caminho

        1. Eu me identifiquei muito com o que vc disse. Comecei a trabalhar quando estava no ensino médio mas antes eu já cuidava da casa, aos poucos comecei a contribuir com as contas, inclusive vejo animes e ouço bandas da adolescência até hoje também! Como não houve nada repentino, talvez por isso essa sensação de não notar que começou a vida adulta. A vida acontece e nem sentimos!

          Acho que nós (a sociedade) construímos quando novos uma imagem do que é ser adulto, da maturidade que devemos ter e das coisas que devemos já ter conquistado que acabamos associando essa imagem mental à ser efetivamente um adulto, e quando não a alcançamos é porque supostamente ainda não nos tornamos um, quando na verdade é um processo contínuo entre amadurecimento e conquistas que vai se estender por toda a vida.

    7. Quando saí da zona de conforto e fui assumir sozinha um posto de saúde FM área rural, em 1990.

    8. Certamente esse ano. Antes eu sentia um pouco dessa coisa gradual, pois trabalhava desde os 16, depois entrei na divisão das contas da casa, comecei a me sustentar completamente etc.
      Porém esse ano foi completamente maluco: eu saí de vez da casa da minha mãe, mudei de emprego radicalmente, e não obstante fui morar com minha namorada em outro estado, escolhendo apartamento pra alugar com ela e tendo uma casa minha (nossa), me formando na faculdade no meio disso tudo.
      Pra completar, me dei conta esses dias que agora sou minha própria instituição familiar, no sentido de que não terei mais contato com a minha família extendida através dos meus pais: ou eu vou atrás ou acabo me distanciando (e eu gosto da minha família). Difícil não se sentir adulto.

    9. Eu sou muito insegura, então acaba que nunca tenho muita certeza.
      Parando pra pensar, todo ano, a partir de quando saí de casa (18 anos, agora tenho 32), sinto que “agora sou adulta” por ter que lidar com pelo menos uma grande responsabilidade nova, mas no ano seguinte olho pra trás e já penso em como eu fui infantil por isso ou por aquilo.
      Acho que o quanto você se cobra está diretamente relacionado com isso. Quanto maior a cobrança, mais longe fica de se sentir “adulto”.

      1. Lembrei de uma coisa que me atrapalha muito: ser mulher e baixinha (1,53m), nunca me levam a sério.

        1. Hahahahah…te entendo. Tinha uma mãe de ex-namorado que praticamente queria me ” resgatar ” ela não se conformava com o fato d’eu morar só e eu pensando na minha cabeça ” mas sogrinha eu tenho 28 fucking years! “

      2. engraçado, eu sempre achei o oposto, que quanto mais cobrança mais adulto seria, então pra mim não tinha tanta, então demorei a perceber que era adulto.

  22. Um rapaz descobriu uma maneira inusitada de desbloquear o iPhone através do FaceID com máscara. Não se trata de utilizar outro gadget, como o Apple Watch, mas sim “registrando” o seu rosto com a metade da máscara no rosto, e depois alternando o lado. Não sei se realmente funciona, pois tenho um iPhone SE 2020 com TouchID (que amo, e não troco por nada!), mas segue o link do vídeo para quem utiliza o FaceID possa tentar. Coloca aqui uma resposta, caso realmente funcione!

    https://youtube.com/shorts/8YQgmintXUE?feature=share

    Um abraço.

    1. Nossa, vou testar, fiquei curiosa. Esse negócio da mascara me irrita bastante, é uma coisa chatinha e eu gostava muito mais do touchid. E não to a fim de gastar 3k com um relogio q tem q carregar na tomada todo dia. Mais tarde vou fazer e falo se funciona.

      1. Legal, testa sim e diga se realmente funciona… Como eu disse eu gosto muito do TouchID, mas reconheço que se o FaceID funcione bem, é uma tremenda mão na roda.
        Em relação ao Apple Watch, concordo plenamente! Já temos que carregar os smartphones todo o santo dia (e na maioria das vezes, mas de uma vez ao dia!). Imagina se preocupar também com a carga diária de um relógio.
        Eu comprei um Amazfit GTR 3 e estou aguardando o frete da China. A qualidade também é muito boa, e a carga dura pelo menos uns 10 dias no pulso.

        1. eu estou pensando em comprar um mi watch, eu quase comprei no 11.11 mas vou deixar pra depois.

          então, sobre o face id, vou tentar de novo mais uma vez mas por enquanto não deu certo. não é facil ficar virando o rosto só com metade da máscara, não sei se deu pra capturar direito.

  23. Redes sociais. Deletei minhas contas no Facebook, Instagram e Twitter. Hoje em dia me sinto muito mais tranquilo sem elas e isso foi muito bom pra minha saúde mental.

    1. Estou caminhando pra isso.

      Deletei os apps de Insta e Twitter e uso o Barinsta e Fritter para acessar minhas contas.

      Só nesse processo a periodicidade de acessos diminuiu consideravelmente.

      A meta pra 2022 é deletar de vez as contas e sair, também, do Whatsapp.

      1. Whasapp já é mais complicado para mim. Dependo dele para trabalho e faculdade, aí não dá pra eu abandoná-lo, infelizmente :/

    2. só me falta o twitter. e tem sido o mais difícil, mesmo. desativo e semanas depois volto.

      1. O Twitter, quando bem organizado, é uma das poucas boas redes sociais que dá para lidar. Gosto de acompanhar algumas notícias por lá e ver opiniões de algumas pessoas. (ou das coisas que acompanho como lazer).

    3. É muito bom conseguir sair das redes sociais. Parabéns por conseguir , não é fácil!
      A pior de todas é o twitter, justamente porque o equilíbrio entre prós e contras é o mais difícil de equacionar de forma decisiva. É fácil se convencer que o twitter é, apesar de tudo, indispensável, que é uma rede “importante” onde “coisas importantes” acontecem. É aí que – como diria o George Carlin – eles te pegam “by the balls”. Eu já tentei usar listas restritas, TweetDeck , Nitter e todo tipo de estratégia para domesticar o site, mas não adianta. Não sou eu quem me navega, quem me navega é o twitter. A capacidade que esse abismo tem de afetar suas emoções e mobilizar sua atenção é um negócio assombroso.
      A única forma de você realmente mitigar os males do twitter é abandonar sem concessões. Mas apesar de ser ávido pregador dessa ideia – porque realmente me fez muito bem – também sei que falar é fácil. Ainda hoje eu nem abro link de twitter pra ver notícia ou meme, o gatilho é muito forte e eu sei que não vou conseguir sair do site. É coisa de viciado mesmo.

      1. Gustavo, É EXATAMENTE ISSO!!!! Eu tive conta lá por pouco tempo achando que conseguiria filtrar mais o que eu lia, mas como diria o Pica-Pau: fui tapeado! Nem aquele bloqueio de termos funcionava e, como as pessoas parecem ainda não ter entendido como engajamento funciona, mesmo os perfis que eu “seguia” porque eram interessantes, ficavam postando e retuitando coisas nada a ver. Ontem mesmo eu estava lá me estressando com coisa que aconteceu em outro país!!

  24. Pessoal, quais lojas on-line, com entrega em todo o país, focadas em venda de hardware e equipamentos de informática vocês recomendam? Tenho achado tão escasso esse tipo de loja hoje em dia… Só conheço três: Kabum, Pichau e Terabyte Shop e o buscador não tem ajudado muito. Aquelas de market place eu não confio, mas se tiverem indicações confiáveis, eu agradeço também.

    1. Não saberia de nenhuma loja específica, mas o MercadoLivre não poderia ser uma opção, caso você saiba especificamente o que quer?
      Pra mim, quando quero só “olhar vitrine”, não funciona muito. Mas quando sei exatamente o que quero, costuma ser uma opção bem interessante. Ainda mais pra mim, que estou no interior e ele as vezes tem a opção de entregar algum produto no dia seguinte. No geral, as demais lojas tem prazos beeem mais longos.

      1. Toda vez que compro eletrônicos pelo ML fico pensando se adquiri algo que é genuíno. 😅

        Talvez seja exagero meu, já que quase tudo é vendido com garantia e nota fiscal hoje em dia no ML.

        1. Eu também já tive esse preconceito. Isso é coisa do ML de muitos anos atrás. Hoje em dia a coisa é muito mais segura pro comprador.
          Ai tem que ver certinho se é loja vendendo novo ou usado.
          Muitas vezes o preço realmente não vale, mas vai que aparece alguma promoção? Vale manter na lista.

    2. Neide Notebook é boa para telas de notebook e SSDs de marcas não muito famosas (ela é distribuidora de uma marca chamada Kazuk, diga-se de passagem. E ela também tem placas mães da mesma marca para PCs entre o Core 2 Duo até o Core i5 3ª Geração).

  25. Fala, pessoal! Tranquilo?

    Hoje o assunto é para os ciclistas, entregadores e entusiastas do MdU.

    Recentemente me mudei para uma cidade no interior de São Paulo. Passo a maior parte do tempo em casa, mas, durante a semana, costumo sair de bicicleta para fazer algumas entregas e também como lazer. A cidade é pequena e tem alguns morrinhos que até então tenho conseguido vencer bem com as marchas da bike.

    Sempre saio com capacete, que aprendi a usar há algum tempo e uma mochila simples que levo para todo lugar. Nela vão as coisas que entrego, bem como a carteira e água.

    Agora as dúvidas. Quais acessórios vocês usam além disso? Duas coisas eu andei vendo o preço e pretendo adquirir são um suporte para apoiar o celular quando preciso seguir uma localização e uma pochete que o pessoal usa para exercícios que vai por baixo da roupa, que pretendo usar como carteira e colocar o celular. Mais alguma coisa útil?

    Outra dúvida, agora para quem usa serviços de mapa. Qual vocês costumam usar? No Android, fui direto nos que eu vejo como sendo os mais comuns, Waze e o GMaps. Não gostei do Wase, pelo menos não para minha região, porque ele não mostra referências como mercado, escola, farmácia, que são úteis para o meu caso, que estou conhecendo a cidade ainda. O GMaps tem até o modo Bicicleta que tenho testado também e por enquanto tem funcionado bem. Alguma outra sugestão de aplicativo?

    Desde já, obrigado! Bom fim de semana!

    1. Acho que o acessório que mais fez diferença para mim foi o suporte de alforje + alforje. Com a mochila nas costas, estava chegando no destino com a camiseta ensopada de suor na região que fica em contato com ela. Mas não sei se isso é possível fazendo entregas…

      1. Boa! Não tinha pensado nisso. Eu não carrego coisas grandes. Pode ser útil mesmo.

    2. Acho bem importante ter faróis para pedalar a noite. E é legal ter um suporte na parte de trás da bike pra levar a bagagem tb.

      1. Nunca tive faróis na bicicleta e nem passou pela mente isso. Mas é útil mesmo, ainda mais porque saio mais no fim da tarde por causa do sol e volto sempre a noite.

        Uma coisa que pedi mãe para fazer é costurar aquelas fitas refletivas na minha mochila. Qualquer mínima luz elas refletem.

        Obrigado pelas dicas.

        1. Foi a primeira coisa que eu comprei pra minha, antes mesmo do capacete, hehe. Visibilidade é bem importante. Isso das fitas é uma boa mesmo

          Disponha :)
          Bom fds

    3. Além dos alforges que o camarada citou dá pra colocar bagageiro e bauleto, esses de moto mesmo, da pro Tork.

      1. Olha só. Eu olhei e vi que há alguns mais estreitos próprio para bicicletas mesmo. É um investimento interessante mesmo.

        1. Até pela segurança por que tem trava. Os Givi sao caros, mas são muito resistentes.

    4. Câmeras reserva e ferramentas. Luva também é bom, apesar de ficar com as mãos brancas em comparação com o braço! Uso o strava, mas ele é focado em treino, mais que em serviço.

      1. Esse é um ponto interessante. Eu fico vendo aquele canal Pedaleria no YouTube e pensando “Se meu pneu furar lá na outra ponta da cidade acabou meu dia.” Preciso aprender nem que seja o básico pelo menos para chegar em casa.

        As luvas eu nunca usei. Acho que porque nunca cai acabei nem pensando nelas. Mas é o mesmo esquema do capacete, vi um acidente dentro do condomínio que morava e nunca mais saí de casa sem um. Acredito que o mesmo vale para as luvas.

        Esse app eu sempre vi o pessoal indicando para percursos e trilhas e acabei não testando. Vou explorá-lo melhor.

    5. Cara, deixa eu ver. Teus pneus não devem ser tubeless, né? Então…

      – Bolsinha acoplada ao selim/canote do selim para levar bigigangas a seguir:
      — câmara reserva;
      — um par de espátulas plásticas para tirar o pneu do aro;
      — canivete com chaves para bicicleta;
      — um power link reserva;
      — uma pinça (útil para retirar aqueles infernais aramezinhos de pneus de caminhão que costumam furar pneus de bicicletas em estradas);
      — um adaptador de válvula comum/Presta;
      — kit de reparo rápido (como este da Ice Toolz. São bons para reparos rápidos, quando necessários. Ao chegar em casa é bom levar a câmara à um borracheiro para um remendo vulcanizado;
      – suporte para bomba de ar E bomba de ar;
      – dois suportes de caramanholas e caramanholas;
      – farol dianteiro (branco) e luz traseira (vermelha);

      Para o corpo:
      – luvas eu acho essencial;
      – capacete;
      – sapatilha. Quando se usa sapatilha pela primeira vez tu não volta atrás nunca mais, nem para ir comprar pão na esquina;
      jersey.

      Carrego os itens como celular, cartão de débito/crédito, dinheiro, documentos e chaves de casa nos bolsos da jersey.

      Um corta vento é bom para dias frios e de chuva. Tem uns que se bem dobrados, ficam pequenininhos e cabem nos bolsos da jersey também.

      1. Ah, não ficou claro na postagem acima. Os itens que vão dentro da bolsinha terminam no kit de reparo rápido (o traço maior são subitens dos traços menores).

        E eu uso um ciclocomputador da Garmin, outra coisa que não troco por nada neste mundo. Mas se tu quiser usar o celular para rotas, etc, tem suportes de celular que vão acoplados no avanço. Eu sinto até pena de um celular exposto ao Sol num calor de 41º C (como já pedalei algumas vezes). O ciclocomputador foi feito para isso.

        Ah, e Strava sempre.

      2. Desculpa, não lembrei que tu usaria para entregas… então acho que o Strava não seria muito útil para esta finalidade. Para entregas acho que o Google Maps, mesmo, mas aí não sei dizer com certeza, pois, não faço isso.

    6. Luvas e luzes, como tantos já citaram. E um bom bagageiro frontal, tipo “cestinha” mesmo, acho extremamente prático para transportar pequenos e médios volumes por trajetos curtos (de até uns 20 minutos).

    1. O que eu mais tenho feito nos últimos tempos é me livrar de coisas na minha vida.
      Uma muito positiva foi o Instagram. Já faz no mínimo uns 3 anos que não tenho conta mais lá. É um deleite não ficar acompanhando a vida das pessoas.
      E WhatsApp — enquanto durou. Mas sempre me rendeu olhares tortos, conversas sem sentido, chefes insatisfeitos e oportunidades perdidas. Hoje em dia tenho, mas A foto de perfil e o status é um aviso de que as notificações estão desativadas.

      1. o monopólio do whatsapp é incontornável — o que só reforça a necessidade de regulação e, eventualmente, até de algum tipo de legislação que force sua abertura

        sobre o instagram sinto o mesmo (eu realmente me sinto mal quando me vejo rolando aquele feed por mais do que alguns minutos). O problema é que algumas arrobas fazem um uso interessante da rede (como se nos anos 2000 tivessem um blog). Essas vale a pena acompanhar.

        1. Pois é. Eu acho um absurdo ter que fazer uso profissional do meu número pessoal num aplicativo que eu não quero usar.

          Se querem que eu use, me deem um celular para trabalho. Dava até pra entrar com causa trabalhista, mas né…

          Sobre o Instagram: sim, tem umas contas boas para seguir. Mas o app em si tem sido uma poluição que só, cada vez menos controle na mão do usuário. O problema é usar com seu nome próprio a conta — daí amigos vem perguntar porque você não tá seguindo e aquela coisa.

          A única rede que ainda uso diariamente é o Twitter, mas me deu uma dor de cabeça há algumas semanas, e agora criei uma outra conta, com nome falso, pra acompanhar só as contas que quero — e tenho transformado meus tweets em notas no celular pra evitar maiores polêmicas desnecessárias na rede.

    2. Carne.

      Há uns três anos sigo uma dieta vegana e minha saúde melhorou muito, além da parte financeira, atualmente. Quem tiver oportunidade, procure uma nutricionista, para traçar uma dieta balanceada ou siga receitas e sugestões, do YouTube mesmo, de dicas para reduzir o consumo.

      Seja qual for motivo de tomar essa decisão, sua vida será bem melhor.

    3. Whatsapp.

      E Twitter. XD (Mas confesso que ainda tenha recaídas; por exemplo, quando cliquei no link.)

    4. Twitter* e o imperativo moral de me enfurecer toda vez que uma (sub)celebridade fala ou faz uma bobagem.

      * é anedotal, mas pessoas que não sabiam notaram uma mudança de humor.

    5. WhatsApp. E não sinto falta, apesar da surpresa de alguns. Por outro lado, meu grupo de amigos mais próximos não entenderam o movimento. Tínhamos uma lista de e-mail, mas eles preferiram migrar totalmente para o WhatsApp e isso fez eu me afastar virtualmente deles. Como eu uso o virtual como complemento do real, continuo tentando reunir a galera sempre que possível, mas fico um pouco atrasado com as notícias.

      Meu próximo passo é manter só o perfil no Facebook e Instagram, por questão de trabalho. Não quero mais usar para fazer social.

      1. Guerreiro, hein! Parabéns! Eu não conseguiria… O WhatsApp tomou um espaço muito grande na vida do pessoal.

    6. Facebook, sem sombra de dúvidas!

      E “alimentos” ultraprocessados

      1. quais foram as mudanças que sentiu ao parar de consumir alimentos ultraprocessados?

        1. Meu paladar ficou mais sensível, sinto mais nuances no sabor das coisas. Isso contribuiu não só pra achar a comida em si mais saborosa mas também pra cozinhar melhor mesmo, incluindo aí ser mais criativa na cozinha.
          Foi um processo bem gradual acompanhado de algumas outras mudanças no estilo de vida, então reparar esses efeitos também foi uma coisa que veio aos poucos. Esse ano depois de uns quatro(?) sem comer miojo acabei “provando” de novo, e cara, muito ruim. Eu acho meio louco isso porque é algo que eu gostava muito de comer, mas parece que era algum “vício” no paladar mesmo. Penso que a economia de tempo não vale a perda em sabor.
          Não notei mudanças em termos de saúde por essa questão de ser um processo gradual e de coisas que eu comia esporadicamente, mas alimentos “saudáveis” ficaram bem mais saborosos, então acaba sendo um ganho nesse sentido também

          1. Queria deixar uma recomendação geral sobre esse tema (para quem sabe inglês): é um podcast em que os apresentadores examinam as várias facetas dos alimentos ultraprocessados — valor nutricional, aspectos sensoriais, comportamentais e sociais dessas comidas (e como elas se tornaram a raiz de vários problemas de saúde das populações urbanas de países ricos e não-tão-ricos). Aqui vai o link:

            https://open.spotify.com/episode/1t3CB39Yh88Rv8o0TngJBp

          2. Isso vale também para o açúcar. Você nem precisa parar por anos; com algumas semanas sem consumir, você já percebe como tudo é adoçado demais. Eu ainda uso açúcar, diria que menos que a média, mas, mesmo assim, sinto o excesso em vários alimentos.

            Eu pensei direto em tecnologia quando o Ghedin fez a pergunta, mas cortar o leite também me fez uma melhora danada. Uma pena que eu desandei na pandemia e voltei a consumir laticínios. :(

          3. Junto com a Daniela, eu também não como mais ultraprocessados já vai fazer uns 10 anos. Esse afastamento te alivia o paladar, principalmente a respeito do excesso de sal, que deixa tudo com o mesmo gosto, basicamente. Nos ultraprocessados, tem todo o tipo de substâncias para enganar o paladar e reforçar sabores que não existem nesta paçoca que são estes produtos.

          4. eu não cortei a maioria dos processados, mas passei a evitar e diminuir… e msm assim sinto diferença. principalmente nos pratos salgados, aquela sensação de sódio demais na boca. agora eu não como mais já pq não gosto de sentir esse sódio todo. tipo sopas de pacote, miojo, congelados q são o prato inteiro, etc

      2. Lá em casa estamos nessa briga também. Aproveitamos a pandemia e praticamente não pedimos mais comida fora de casa, criamos o nosso próprio achocolatado com cacau e açucar mascavo para as crianças e nos tornamos avidos leitores de embalagem do que quer que compremos no supermercado. É uma longa caminhada, mas tem rendido coisas boas.

          1. Cara, que vídeo legal!
            É isso aí, perfeito. Falaram tudo o que tem que ser dito e embutido na cabeça da população.

            Só uma coisa que eu tenho que perguntar… quando nas medidas caseiras informadas nos rótulos, quando diz uma xícara, são quantos ml mais precisamente? Existem xícaras de incontáveis tamanhos. Se diz uma colher de sopa, é uma colher bem cheia, mais ou menos ou com o conteúdo rente as bordas? Essas medidas caseiras são bastante imprecisas.

            E parabéns pelo canal. Acabei ficando e assistindo mais 3 vídeos. uHauHAUauuhuA

          2. Pô, que legal essa colheres! Valeu pela dica! =D

            Abraço e uma ótima semana.

        1. Cara, seguindo essa ideia do teu próprio achocolatado, posso dar uma dica?
          Eu faço uma pastinha doce para passar no pão/rechear crepioca que é muito boa. Na minha opinião não deve nada para Nutella e coisas parecidas. Misturo um pedaço de abacate (+- 1/5 da fruta), pasta de amendoim (meia colher de sopa), cacau (uma colher de sopa não muito cheia) e açúcar mascavo (meia colher de sopa). Tem vezes que ponho coco ralado, também. Mistura tudo bem misturado e tá pronto! Como um pré treino fica ó, excelente!

          Sobre as quantidade, tu vai ter que ir acertando de cada coisa, eu faço sempre a olho, essas referências que eu coloquei foram bem de cabeça.

          PS: quanto mais cacau, melhor, minha opinião. =P

    7. Eu abandonei o twitter pelo mastodon. Ainda tenho dificuldade de não ficar “curiando” no mastodon por muito tempo, mas acho o ambiente de lá muito mais saudável, ainda que tenha adicionado uma enorme cota de malucos radicais ultimamente.
      E cabelo Claro, eu já tinha uma tendência a calvice e minha barba nunca cresceu direto, cheio de falhas. Manter a barba e o cabelo raspado dão algum trabalho, mas pelo menos não aparecem os fios brancos e diminui muito o tempo que perco lidando com pelos ou indo a barbearia. Uma gilete e um banho mais demorado e está tudo “limpo” por, pelo menos, 15 dias :D

    8. café. fiquei seis meses sem tomar, depois que li o livro “caffeine blues” e acompanhar um subreddit sobre o assunto.

      tem dois dias que voltei a tomar e estou me sentindo um craqueiro. é absurdo com os olhos estão arregalados, não tenho vontade de dormir cedo e tudo, mesmo as coisas merdas, parecem interessantes.

      estou anotando no diário as sensações e tudo, se os contras voltarem a superar os prós, eu paro de beber de novo. no meu caso os contras são refluxo, sono não restaurador, perda de uma certa paz que eu fico sem cafeína.

      os prós, energia pra nadar, fazer exercício, mais ânimo em geral.

      trato de depressão/ distimia e tive episódios de pânico, e concluí me observando que a cafeína piora muito e favorece esses quadros. mas achei pouca literatura cravando isso como certo. a indústria tb pega pesado pq o mercado do café é global e bilionário. os caras querem demais fazer parecer maravilhoso.

      1. caraca, nunca tinha parado pra pensar nisso, nem parei pra ver a diferença que faz no corpo

      2. que interessante, thiago! como você lida com outras bebidas que tem cafeína? (chás etc)

        eu já parei por uns 2 meses e foi muito difícil, mas gostei da experiência.
        eu ainda gosto muito de café, mas tenho azia quando tomo e tenho receio que possa estar impactando no meu sono (mesmo só tomando de manhã, tenho acordado algumas vezes a noite).

        já li muita coisa interessante e fiquei bem tentado em ler esse livro do Michael Pollan: https://michaelpollan.com/books/caffeine-how-coffee-and-tea-created-the-modern-world/
        mas acho muito delicado esses assuntos de vilanizar certos alimentos (por ser vegano, conheço bem isso) então tenho muita dificuldade pra validar as fontes de cada informação do café. no fim das contas, acho que a experiência pessoal pode ajudar bastante.

        1. Não sei se o fato de tu tomar café pela manhã tem a ver com o acordar a noite tomando. É muito tempo, a cafeína já saiu do teu organismo.
          Acordar a noite tem outros fatores, inclusive stress e cansaço. Quando estamos muito cansados temos dificuldade em manter o sono.

        2. Heitor, eu nunca fui de tomar chás!

          mas já tentei tomar chá verde para tentar continuar com a cafeína sem os malefícios do café propriamente (azia e refluxo, principalmente). mas eu gosto do sabor mesmo do café.

          pelo menos nos livros que li o que pega mesmo é o café. esses chás com cafeína não são tão problemáticos, mas tem os radicais, tb.

          aliás, esse radicalismo a gente tem que ir pinçando e comparando com a realidade. no subreddit “decaf”, por exemplo, pessoal, a meu ver, exagera. tem gente lá com relatos de que a vida mudou absolutamente, que o café destruiu a vida deles… e por aí vai.

          muitas vezes as pessoas ignoram outros fatores na vida e jogam tudo numa coisa só.

          aliás, alimentação e saúde em geral tem muito disso. é difícil demais isolar todas as variáveis envolvidas numa melhora de saúde.

          1. Bem, se o cara tomava uns… 3 litros de café por dia, talvez, a vida dele tenha realmente mudado. Só em casos extremos, mesmo.

    9. “Velhos ‘amigos'”.

      Acho que se há algo que eu venho tentando fazer é trocar meu ciclo de amizades. Não que meus antigos amigos são ruins, mas digamos que hoje estou mais desconfortável perto deles.

      Na verdade não tenho tantos amigos na vida real – apesar que considero algumas pessoas como tal, mas sempre com um pé atrás.

      Os que mantive por 20, 30 anos, aos poucos fui perdendo contato ou até mesmo o respeito em alguns casos, seja por exemplo justamente por causa das eleições 2018.

      As vezes eu só queria ter um trailer ou viver acampando em cidades diferentes e conhecer pessoas diferentes. Mas tenho questões pessoais ainda, além de apego familiar e medo de mudança.

      (Eita, transformei o comentário em sala de terapeuta)

    10. Pecado mortal.

      Agora estou na busca de lutar contra os pecados veniais para progredir no caminho de perfeição cristã. Se recair no mortal, recorro à confissão imediatamente em vez de esperar o intervalo de tempo com que costumo ir.

      Estou lendo o Livro da Vida, de Santa Teresa D’Ávila e isso tem me trazido bons frutos. Foi por meio dessa leitura que Santa Edith Stein, muito estudiosa e envolvida com a corrente filosófica de Edmund Husserl, converteu-se ao catolicismo.

      Primeira vez que comento aqui. Já acompanho o site há alguns meses e acredito ser esse um ambiente muito aberto e respeitoso para se discutir variados assuntos.

      1. Bem-vindo, Gafanholho! Achei sua resposta inusitada e, como ex-católico e hoje ateu, ela atiçou minha curiosidade. O que seria, nesse contexto, um pecado mortal/venial?

        (Estou assistindo à série Hilda Furacão. Já viu? Lembrei dela quando li seu comentário. O personagem do Rodrigo Santoro, criado para ser santo, luta contra sentimentos que contradizem sua suposta vocação. É basicamente uma batalha entre a moral/racional e o natural/emocional.)

        1. Ghedin, tu fala tanto na série que acho que vou reassisti-la.

          Acho que pecados mortais no caso são aqueles que tem a haver com desconforto, não? pesquisando… Ah, a definição da Wikipedia parece legal:

          Chama-se pecado mortal o pecado que faz perder a graça Divina e que leva à condenação do crente; se não for objecto de confissão (admissão da culpa), genuíno arrependimento e penitência (retratação perante Deus). Chama-se pecado venial aos pecados que são menos graves e que não fazem perder a referida graça Divina. Para os Cristãos Católicos, a tríade que define o pecado mortal é:

          Matéria grave – precisada pelos dez mandamentos.
          Pleno conhecimento de estar cometendo pecado
          Plena e deliberada adesão da vontade.

          Comete-se um pecado venial quando não se observa, em matéria leve, a medida prescrita pela lei moral, ou então quando se desobedece à lei moral em matéria grave, mas sem pleno conhecimento ou sem pleno consentimento.

        2. Obrigado pela receptividade!

          É bem isso que o Ligeiro pegou na Wikipédia.

          Acrescentando algumas coisas, a graça é uma participação da natureza divina. Morrendo em estado de graça, iremos para a vida eterna.

          O pecado mortal, como o próprio nome diz, mata a alma. A pessoa perde essa graça, passando a merecer uma pena eterna e, se morrer assim, é condenada ao inferno.

          O venial não mata a alma, mas reduz a graça e a pessoa, assim, merece uma pena temporal, que pode ser paga aqui na terra, por meio de mortificações, indulgências etc., ou no purgatório.

          Para se reestabelecer a graça, existem os sacramentos dos mortos, que são o Batismo e a Confissão (também chamada de Penitência). O Batismo é necessário porque nascemos fora da graça por conta do pecado original, e a Confissão é para quem comete pecado mortal após o Batismo. Confessando-se já em estado de graça, esta aumenta, as penas temporais diminuem e há mais força para se vencer as tentações.

          Acerca da série, não a conheço. Pelo que foi dito, realmente a busca pela santidade é um esforço por conta da nossa natureza corrompida pelo pecado original. Apesar disso, Deus sempre vem em nosso socorro.

          Fica a indicação de leitura caso sinta curiosidade. É de um conteúdo riquíssimo, levando em conta que a autora é nada menos que uma Doutora da Igreja.

          1. Se alguém com mais conhecimento notar algo incorreto, por favor, corrija-me.

    11. Pu… vejamos.

      Acho que sigo o que a Daniela disse num comentário acima, alimentos ultraprocessados. É brutal a diferença no organismo. Fiz essa troca há alguns anos, por volta de 2014~2015. Não digo que não há recaídas, as vezes há, mas no geral evito-os e quero um dia acabar de vez com eles.

      E é incrível como as pessoas consomem esse tipo de coisa. Parem uns 15 minutos num caixa de supermercado e fiquem vendo o quanto de bobagens as pessoas compram. Já fiz isso e na boa, chega a dar um desespero…

      1. Às vezes, esse tipo de alimento é muito mais barato e prático, sabe? Acho que boa parte de quem compra sabe que não é saudável.
        Sem contar que, muitas vezes, essas besteiras compradas no supermercado é o único alimento “diferente” que a pessoa pode comer, já que não consegue pedir delivery, ir em restaurantes, ou mesmo nos famosos fast-food…

        E gente, sinceramente, eu tenho vontade de chorar toda que vez no vou no horti-fruti: tudo caro, tudo caro!! :(

        1. hmmm, não sei se concordo contigo. Barato? Olha o preço de um salgadinho? Quanto custa um pacote de arRuffles? Caro bagarai… até mesmo outros salgadinhos desse tipo, são tudo caro. E vendem muito.
          E sobre comer algo diferente… bem, existem muitas coisas “diferentes” que são saudáveis, só pensar um pouco. Chegando o verão, uma sobremesa muito boa: salada de frutas. Não só sobremesa, mas serve como um doce também. É saudável, nutritivo, bom. Aí as pessoas até fazem, mas colocam refrigerante, entopem de açúcar… enfim, acho que falta uma educação alimentar, mesmo. E colégios que forneçam coisas boas para os alunos, proibindo aqueles bares de colégios como eram na minha época, cheios de cachorro-quente, hambúrgueres, etc, para o aluno comer no meio da manhã(?!?). E o mais importante, mudar essa maldita indústria alimentícia. Ainda colocam gordura hidrogenada vegetal nos “alimentos”. Até quando?

          E sério que os itens de fruteira são caros aí? Eu não os considero caros, pelo contrário. Ontem mesmo eu fiz compras, e os preços foram:
          Morango: R$ 11,90 Kg (considero ok)
          Maçã verde (Granny Smith): R$ 9,95 Kg (ok, essa eu acho cara, mas não abro mão da minha maçã verde)
          Maçã Fugi: R$ 4,49 Kg (acho barato)
          Beterraba: R$ 3,49 Kg (acho barato)
          Cebola: R$ 2,69 Kg (acho barato)
          Limão: R$ 4,29 Kg (acho barato)
          Brócolis: R$ 3,49 o pé (acho barato)

          Não sei como é aí, mas aqui os preços são estes.

          1. Ficou parecendo que eu defendi os ultraprocessados, né? :D Na verdade, só quis dizer que tem um outro lado da história (uma discussão longa), mas eu concordo que falta uma melhor educação alimentar também.

            E olha, só pra te dar um exemplo: tem uns produtos aqui que estão sendo anunciados A CADA 100g; acredito que seja porque o preço do quilograma tá assustando, kkkrying. Eu já comprei maçã de 14,90/kg. :( Amo brócolis e couve-flor, mas difíííícil achar bons; até pago caro quando acho.

            Meu sonho de princesa era que tivesse aqueles carros ou uma feirinha mesmo de orgânicos por aqui, pra eu poder comprar direto com o pessoal…

          2. @Andrea

            Então, Andrea. Não ficou parecendo, não. Eu entendi o que tu quis dizer. Eu só acho, e isso eu reconheço que é utópico da minha parte, pois, é exigir muito das pessoas em geral, que a população deveria se importar muito mais com isso, afinal o bem material mais importante que cada um de nós possui é o nosso próprio corpo. Infelizmente as pessoas não se dão por conta disso, ou então acham que é só tomar um remedinho que está pronto.
            Minha vó pensa assim, por exemplo. Aí a gente olha para ela e vê uma velha caindo aos pedaços, que sinceramente não sei nem como para em pé. E não estou exagerando, é serio. Mas ela não se alimenta direito, só come bobagem, nunca fez uma atividade física, não ouve o médico, etc. Aí o governo fica gastando dinheiro para dar “remédios” para essa tipo de gente. Pode parecer radical da minha parte pensar assim? Pode, e acho que aos olhos de muitos vai parecer. Mas não me importo, afinal isso me irrita muito.
            Campanhas para uma alimentação melhor estão aí, na TV, em revistas, na internet, no “Insta” (afff), mas não adianta, a população parece que não leva a sério. O sorvete com gordura hidrogenada, o pastel folhado, o refrigerante e o salgadinho estão aí, são “mais fortes”.
            Dia desses bateu uma tristeza em mim ao, no centro da cidade, em pleno horário de almoço, ver um gurizinho “gordinho” (vamos ser simpáticos aqui) sair de uma lanchonete de fast food. A criança saiu acompanhada do irmão mais velho, “gordinho” também. Serelepe e feliz, mal sabendo ela o erro que está cometendo. Senti pena dela.

            Poxa, que caro as coisas na tua cidade! Aqui, nem em grandes supermercados a maçã “normal” (Fuji, Gala) custa tanto assim. Acho que nem a minha querida maçã verde (Granny Smith) custa isso. O bom é de comprar em fruteiras pequenas, é sempre tudo muito mais barato.
            E sobre os orgânicos, já tive o prazer de trabalhar em uma cooperativa de produtores. Um dos maiores aprendizados que tive na vida, tanto profissional quanto pessoal. E é também muito legal ir nas feirinhas comprar direto com o produtor. O vínculo que se forma é bem bom.

            =]

    12. Carne, leite e ovos acho que foi a que mais impactou minha vida até hoje. Os ultraprocessados também cortei drasticamente. Tô num nível que meu café da manhã preferido é batata doce com pasta de amendoim (e um pouco de sal).

      Redes sociais (Instagram e Facebook) me tiraram um fantasminha do ombro.

      Tenho tentado dar uma diminuída no álcool mas sem muita restrição, só porque costumo não ficar bem do estômago. Assim como cortar alguns alimentos, a experiência social é sempre algo a ser estudado haha

      Queria aprofundar mais a discussão com a galera sobre pornografia e masturbação visto que foi ‘meio’ citado. Não lembro de ter visto isso já ser discutido.

    13. sobre alimentos ultraprocessados:

      eu era uma típica criança dos anos 90: devorava biscoitos/bolachas, chocolates (quando havia em casa), salgadinhos (idem), refrigerantes, etc. É impressionante como a gente consumia tanto lixo (fico pensando no tanto que devorava daquele recheio horroroso da Passatempo…)

      de uns dez anos pra cá reduzi quase completamente o consumo de biscoitos/bolachas e similares, mas de chocolate não abro mão. Refrigerante praticamente não entra em casa.

      mas de uma coisa não consigo abandonar o vício: Bis. Eu sei que é uma tranqueira, mas não largo disso

      1. Gabriel, estava conversando com minha mãe sobre isso esses dias: de como a gente ia pra festinhas e eu me entupia de refrigerante, fora as comidas!! Tipo, eu bebia, fácil, fácil, 1 litro de refrigerante de copinho em copinho. Confesso que ainda não consegui largar a Coca, mas me controlo o máximo, tipo uma lata (de preferência as menores) no final de semana ou quando como algo “diferente”. Mas também não consigo mais tomar uma grande quantidade de uma vez.

        Quanto ao sabor, já vi essa discussão e ainda não consegui me decidir: nosso paladar que era diferente ou os alimentos que tinham um gosto diferente? Eu lembro de um iogurte que tinha pedaços verdadeiros de morango (lembro porque eu não gostava na época, hahaha) e hoje eles vendem iogurte com sabor X e nem tem o X nos ingredientes!!
        (Passatempo faz séculos que não como, mas de vez em quando eu caio nas garras de outros biscoitos recheados; o Oreo é um veneno de doce).

        Chocolate o mercado tá me fazendo desistir pela qualidade (falta) e quantidade (cada vez menor). Aliás, um dia desses vi no supermercado que vou, uma barra de Laka tamanho FAMÍLIA, de 165g, por 9,90. 🤡 Eu gosto muito do Lindt, mas tá quase impossível comprá-lo, mesmo em ocasiões especiais.

        1. Tu acha os chocolates da Cacau Show ruins? Eu gosto deles, principalmente as barras da coleção Bendito Cacau, e mais principalmente ainda a de 85% cacau. =P

          Claro que os Lindts são… inigualáveis, mas eu gosto da Cacau Show, também.

          PS: ô tempo bom aquele que eu atravessava a fronteira Brasil/Uruguai e comprava Lindt quase a preço de Lacta.

          1. Não gosto do chocolate, acredita? Mas como a bananinha (?), hahaha. Cacau Show, Cacau Brasil, Kopenhagen (maior decepção da minha vida!), nenhum me chama atenção… Esse Milka recente também não achei tudo isso.

            NUNCA comprei Lindt barato. Mesma coisa com os sorvetes Ben Jerry e Haagen-Dazs: ainda consegui comprar uma vez pra experimentar, agora tá IMPOSSÍVEL!! :(

          2. @Andrea

            Olha, acredito! UAHsuahsuasa
            E concordo contigo que Brasil Cacau e Kopenhagen tem muita fama para pouca coisa. Já tentei consumir as coisas deles mas não vai, é diferente, não gosto, também. Já Cacau Show eu gosto. Ao menos da barra 85%, que é a única que consumo.

            Sobre os sorvetes, nunca comi nada de ambas as marcas. Conheço-as, mas sempre achei caro demais. São bons mesmo? Prefiro fazer o que eu fiz ontem como meu pós treino de ciclismo, comprar 1kg de morangos, colocar para gelar e comer. Depois de quase 7 horas em cima da bicicleta não tem nada melhor. AHhHuHuaHA

            E pode deixar que for ao Uruguai irei ver o preço dos Lindt. Se tiverem valendo a pena compro e envio para ti! Ahsuahsuah =D

    14. A “necessidade” de consumir todas as notícias, filmes, livros, séries e novidades existentes… Só de não me sentir obrigado a isso e perceber que não consumir essa avalanche de informação é uma opção, um peso enorme já saiu das minhas costas.

      O próximo passo é sair do Instagram e Twitter. Sendo o primeiro mais difícil pra mim nesse momento por questões de falta de autocontrole mesmo. De consolo, tenho conseguido respeitar os 30m de limite diário que estipulei para cada.

      1. Ahhh, isso também! Teve uma época na qual eu sentia que deveria estar lendo tudo o que aparecesse na frente, notícias, saber das novidades, fazia listinha de filmes para ver, etc. Conseguir se livrar disso não tem preço.

        E quando tu conseguir se livrar do Instagram e afins, vais ver que é libertador.

    15. televisão e jornais

      faz tempo já, foi por volta de 2007

      eu assistia televisão normalmente, como todo mundo, mas com o tempo fui percebendo que televisão é uma máquina de lavagem cerebral … percebi inicialmente com os “jornais” da televisão, nenhum deles batia com a minha realidade … depois, o nível baixíssimo de qualidade de praticamente TODOS os programas de televisão (humorísticos e novelas principalmente) foi mais uma razão

      com o tempo fui parando de ver televisão naturalmente, porque TUDO que a televisão poderia me proporcionar eu encontrava na internet, sob MEU controle

      hoje, se sou obrigado a ver televisão (dentistas e consultórios) me dá angústia … SEMPRE levo fone de ouvido quando vou a esses lugares, para ouvir música no celular (ou simplesmente ouvir sons de chuva!)

      para ver séries e filmes (que vejo sempre no computador) eu uso torrent de vez quando … também não me preocupo com esses n serviços de streaming (que provavelmente já estão consumindo meus dados de navegação na internet, então pra mim não tem dilema)

      jornais tradicionais (Folha, Estadão, etc) são algo parecido: são meios de lavagem cerebral … eu sempre fui leitor diário de jornais, até perceber que estava pagando para ficar irritado, porque, novamente, o que estava nos jornais não batia com minha realidade

      tem a parte política também: jornais tradicionais e televisão são todos propriedades de milionários e bilionários, o primeiro interesse deles é obviamente o interesse dos donos, não o interesse do povo em geral (exemplo: família Marinho vale mais de 30 BILHÕES DE DÓLARES … vocês acham que esse povo que só em bilhão está preocupado com o preço do gás e da gasolina ?)

      eu na verdade acho estranho como a maioria das pessoas ainda gasta tanto tempo com televisão

  26. Lembram daquele mouse gamer que comprei uns anos atrás? Há algumas semanas, tentei usá-lo. Ele funciona bem, mas tem tantas opções e o software da Logitech é tão ruim que, no fim, achei a experiência pior que o mouse simplão (modelo M90) da mesma Logitech que estava usando e que voltei a usar.

    É meio raro isso, de um produto barato ser melhor (ou parecer melhor) que um caro. Nesse espírito, pergunto a vocês de outros exemplos do tipo. Conhecem/lembram-se de algum?

    1. Potes de água para cachorro.
      O bom é velho pote de sorvete sempre funcionou muito melhor que vasilhame feitas especialmente para hidratação canina.
      (Aquelas de encaixe de garrafa PET, até hoje, não sei como não foi proibida a venda por lei.)

      1. Falando nisso dá até vontade de chorar. Um belo dia, vendo videos de bichos na internet, resolvi que compraria uma fonte para os meus bichos. É uma gata e uma cachorrinha pequena. Comprei uma fonte para cada uma (achei uma com preço aceitável para se comprar duas) pois as duas não se entendem muito bem.
        Adivinha o resultado? As duas tem pavor da fonte… não chegam nem perto delas.
        Voltaram para o potinho (que tem que ser de vidro, diga-se de passagem) comum mesmo e eu estou com duas fontes pegando poeira. 🤷‍♂️

        1. hahaha, rindo de nervoso.
          Se fosse uma fonte, certamente meu cachorro ia ficar latindo pra ela o tempo inteiro.
          Eu comprei uma guia anti-puxão pro meu dog agora. Ele as vezes não deixa colocar ela e só quer sair com a antiga. Mas é só às vezes. Ainda não entendi qual é o gatilho.
          Quem diz que bicho não tem vontade própria e personalidade, não sabe o que diz.

          1. Realmente. Bicho só não sabe falar a mesma língua que nós, pq várias vezes eu pego eles olhando pra gente e mexendo a boca como se estivessem conversando. Eu ainda respondo normalmente 😅

            Mas eu tive que tirar a fonte de perto da comida da gata, pq ela nem ficar perto dela queria!

    2. Tenho o mesmo “problema”. O rato que uso é um modelo de entrada da Microsoft, apenas com um rolete (que já se tornou padrão). Eu tinha um rato Microsoft “megablaster”, mas ele parou de funcionar com o software do sistema e me recuso a instalar algo extra para poder usar um simples periférico.

    3. para algumas situações de trabalho, os aplicativos do pacote Affinity são melhores e mais ágeis que os da Adobe (embora estes sejam bem mais poderosos)

      a integração entre os da Affinity, aliás, é perfeita — já os da Adobe são conhecidos pelo legado de inconsistência de interfaces e recursos entre cada aplicativo (pra fazer a mesma coisa no Illustrator e no inDesign em alguns casos é preciso percorrer caminhos completamente distintos)

    4. Sou da filosofia que “quanto mais simples, melhor”. Não adianta pegar algo com 50 funções nas quais só vai usar 5 e depois desiste devido a necessidade de se adaptar toda hora ao equipamento. A não ser que tu fizesse lives direto no YouTube ou Telegram / Podcast, e conseguisse adaptar o mouse para fazer funções que uma mesa controladora faria. Por exemplo.

    5. Acho que não é tão incomum em tecnologia né? Ainda mais se considerar usos mais básicos, como você que só quer um mouse simples e não um gamer cheio de opções de DPI e botões.

      Ao montar o PC, optei por usar somente peças sem RGB. São mais baratas, usam menos cabos e não dependem dos pavarosos softwares de gestão dos fabricantes. Junto a isso, também foi possível comprar um gabinete sem vidro temperado, com melhor ventilação e consequentemente menor ruído.

      1. Talvez não seja, mas o que me chamou a atenção é que o mouse simples não é tão bom quanto o gamer, mas melhor. Ou então eu nunca soube configurar o mouse gamer, porque acho ele mais arrastado e não consigo definir um nível de DPI que o torne tão gostoso de usar quanto o mouse simples. (E, aí é meio óbvio, mas talvez relevante dizer, o mouse simples é ambidestro; o gamer, só para quem é destro.)

        Em geral, imagino que produtos caros podem não ser muito melhores que os mais simples, mas não piores. Foi o caso aqui do mouse.

        1. Me lembrou de um caso que vi há uns anos, de um cara que fez um vídeo para o YouTube, analisando e desmontando um fone, acho que da Beats antes dela ser comprada pela Apple. Depois de um tempo, a fabricante entrou em contato com ele para informar que o produto que ela havia revisado/desmontado era, na verdade, uma falsificação. O fabricante ofereceu (e ele aceitou) o envio de um original para que ele fizesse o review/desmontagem de novo. Aí passa um tempo e o cara posta outro vídeo no YouTube, comparando o original com o falsificado e chegando à conclusão de que o o falso era mais bem construído que o original.

    6. Não que o barato seja melhor, mas geralmente o mais simples é melhor.
      Na minha opinião, quanto mais complexa for a coisa, pior é.

      Olha o teu mouse. Tem trocentos botões, software para gerenciamento (oi?), LEDs e trocentas funções mais… tudo isso quando a gente só quer algo que faça a maldita setinha se mover na tela. O gerenciamento do DPI, que é a coisa mais importante ao meu ver, poderia muito bem ser feito por pequenos botões sob o mouse, sem uso de softwares para se instalar no PC ou coisa assim, isso inclusive iria deixar o periférico compatível com um maior número de sistemas. Acender ou apagar os LEDs também poderia ser feito do mesmo modo… enfim, só opinião minha mesmo.

      E respondendo a tua pergunta, acho que qualquer coisa que use método manual ao invés de eletrônico/automatizado vai sair mais barato e melhor. Hoje em dia existem até janelas para casas que são automatizadas, são mais caras e muito mais complexas que uma janela comum. As chances de dar pau são infinitas vezes maiores, pois além de termos que nos preocupar com a parte mecânica, ainda há a eletroeletrônica envolvida.

    7. Me arrependi quando troquei meu Nexus 5 por um Moto X Style. O Motorola era mais potente e ganhava em qualidade de tela, câmera e duração de bateria, porém era um trambolho que me deixou com dor no pulso e esquentava excessivamente com o carregador turbo que era um dos mais rápidos da época.
      Depois acabei trocando por um Nexus 5X – que era o sucessor natural do Nexus 5 – fazendo algumas concessões, mas tendo uma experiência de uso bem melhor.

Os comentários deste post foram fechados.

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Nossas indicações literárias »

Manual do Usuário