Fundo azul, com uma chamada para um PlayStation 5 no centro. À esquerda, a frase “Ofertas de verdade, lojas seguras e os melhores preços da internet.” À direita, “Baixe o app do Promobit”.

Post livre #294

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha na segunda-feira à noite, para aproveitarmos o feriadão.

256 comentários

  1. Tem vezes que me pego pensando em como este mundo “nasceu” e onde este mundo “vai parar”.

    Porque para nós humanos, que nos acostumamos ao método de “perguntas e respostas” para saber como serão as coisas, talvez o que ignoramos é que para certas situações, não existem perguntas e respostas. Apenas o estado.

    Vivemos. Estamos aqui. Vivos. Neste estado atual.

    Não sabemos o dia de amanhã exatamente. Nem sabemos como vai ser daqui a 100 anos, 1000, 10 mil… apenas imaginamos baseados em padrões de vivência e na nossa imaginação, que a partir dela tenta criar conceitos factíveis para confortar nosso ego.

    Tememos que o amanhã seja um “nada” que nos desconforte totalmente. Mas bem, vai saber? A de quem o amanhã pertence? Apenas ao destino, não? E a nós? Cabemos interferir?

    Vivemos. Vamos vivendo. Neste pálido ponto azul que estamos e não sabemos se um dia sairemos dele. Ou continuaremos nele. Ou melhoraremos tal ponto – dirá os otimistas.

    E de “onde viermos”? Aí vai naquela frase que falei no segundo parágrafo. Talvez não exista uma pergunta com resposta. Apenas o estado. Apenas viermos.

    Big Bang? Vai saber? E antes dele? Talvez um “nada”. E este “nada” ficou nervoso e de tão nervoso por estar em um “nada”, virou um “tudo”. E este tudo, “aos poucos” (e aos poucos MESMO) foi fazendo tudo onde estamos.

    Vamos vivendo. Enquanto este “nada” estiver com “tudo”, vamos vivendo.

  2. pessoal que usa linux, cês já repararam no consumo absurdo de cpu para asistir vídeos no youtube?

    eu uso firefox, mas no chromium também é horrível. chega a dar 200 por cento da cpu.

    tudo que consegui ler pesquisando tem a ver com formatos que o google fornece (vp9 o mais recente), mas mesmo ativando extensões pra forçar formatos mais amigáveis o uso continuou alto. É um dreno de bateria.

    há quem diga que tem a ver com o linux usar decodificação dos vídeos em cpu em vez das gpus, mas não encontrei nenhum modo simples de forçar isso e nem definitivo. como isso não está resolvido até hoje no linux? que doidera.

    no fim das contas, não parece ser questão de usar navegador baseado em chrome, tem a ver mais com o sistema operacional em si.

    já tenho um ódio de tudo que é do google, agora essa…

    se alguém tiver alguma ideia, aceito demais!

    1. Primeiro veja quais codecs a placa suporta decodificar de hardware. Eu tenho gerações da Nvidia que só fazem H264, outras fazem VP9 também. Depois veja qual formato o YouTube está usando. Ultimamente ele tem preferido o AV1 que é bem mais recente e nem sei qual hardware anda suportando ele.
      Depois verifique se o navegador está suportando essa atividade em hardware. No Windows eu noto que o Firefox aceita a placa que uso e o Chrome não.

  3. Hora de especular:

    como será o consumo médio de tecnologia de consumo daqui a dez anos?

    Não estou falando de entusiastas, consumidores precoces (os tais “early adopters”), profissionais da área ou de campos afins. Pense naquele seu tio ou tia que raramente ligava o computador na década passada mas de uns seis ou sete anos pra cá não desgruda do WhatsApp. O que todos usaremos em dez anos?

    Digo isso porque acho que se fôssemos perguntados disso dez anos atrás provavelmente apostaríamos na massificação de smartphones, mas não sei se pensaríamos em coisas mais bizarras — e que se revelaram verdadeiros fiascos — como óculos inteligentes ou “vestíveis” de um modo geral. Muitos provavelmente diríamos também que veículos elétricos autônomos já estariam muito mais difundidos hoje.

    1. Streaming também vai nessa linha. Acho que dificilmente achávamos em 2011 que hoje tanta gente assinaria serviços como Netflix ou Spotify.

    2. Creio que ficaremos estáveis. A não ser que surja realmente algo que mude totalmente o foco – e sei lá, noto que não estamos neste ponto – não teremos nada de diferente nos próximos 10 anos. O tal “metaverso” não será tão viável pois mesma coisa do 3D e óculos de realidade virtual: interfaces demais é igual conforto de menos.

    3. Daqui 10 anos veículos elétricos já serão o mais usado na Europa. Eles querem diminuir não apenas a dependência de petróleo, mas da Rússia e a eletrificação vai ser peça fundamental disso.

      1. Só me pergunto se isso também significar renovação de matriz energética. Não sei exatamente como é a produção de eletricidade nos países europeus, mas ainda há usinas à carvão e termoelétricas que dependem de gás.

        1. Com certeza. Eles são muito dependentes justamente do gás russo, mas a produção de eletricidade caminha a passos largos para fontes renováveis e nucleares.

  4. Fala meu povo, uns dias sem postar por aqui :-)
    Como andam as perspectivas para Black Friday?
    To de olho em algum redirecionador dos USA,
    cogitando uma Yubikey 5 NFC.
    Aliás, @Ghedin, pode nos atualizar sobre? Usa com o iPhone?

  5. galera, vocês tem uma espécie de TOC com arranhões na tela de celular?

    não chega a ser um problema sério a tratar num divã, mas queria abrir essa discussão por aqui que é quase filosófica. Lembrei de um primo meu que tinha muitos, muitos brinquedos, e todos eles ficavam nas caixas, porque minha vó (que era quem cuidava do meu primo) não deixava ele brincar com esses brinquedos da caixa. Quer dizer, até que ponto usufruímos de verdade as coisas (e isso inclui necessariamente gastar, desgastar, arranhar eventualmente, quebrar etc)?

    hoje meu celular (um s10e) que foi o mais caro que já paguei em telefone, caiu na garagem de frente no cimento grosso e ficou cheio de marcas de lascado. fui refletindo e vendo que eu estava realmente aborrecido com aquilo, que afinal é só um meio de eu usar aplicativos, internet, e não uma jóia pra manter intacta ou ficar reparando detalhes.

    enfim, dá pra generalizar pra risco no carro, pintura de casa, quase tudo.

    como estamos lidando com as coisas?

    ps.: tudo isso considerando que não queremos mesmo quebrar as coisas intencionalmente, por óbvio, pq tá tudo bizarramente claro. quis dizer nesse sentido preciosista de manter o ideal de coisa perfeita, como saído da caixa.

    1. Com celular/notebook eu sou mais cuidadoso do que com o carro, pq reparo mais nos dois primeiros,
      No meu caso, capa e película resolvem, se eventualmente ocorrer algo q não foi por “burrice” (sou um tanto atrapalhado, então sei q o celular vai cair e q uma capinha ajudará a prevenir problemas. Se não usar, acontecer algo e ficar chateado = “burrice”)

      Com o carro consegui melhorar quando uma recém-habilitada deu uma raladinha (bem leve) no carro com menos de 100km! O pai foi escroto com ela, falei q tava tudo certo e não iria mexer naquilo, pra ela lembrar do que houve é que as coisas acontecem. Dali pra frente consegui me estressar menos com amassado e arranhão no carro.

      Manutenção sempre em dia, mecânica em conformidade, pneus em condições e a vida segue.
      Quando tá ruim a situação, um bom funileiro pra dar uma ajudada e assim vai.

      Aprendi q os móveis, bens e e q casa “desgastam” é isso faz parte. Sou muito (muito mesmo) chato com minhas panelas, estou buscando melhorar e evitar discussões pq alguém não teve o cuidado adequado q elas requerem.

      Mas tenho aproveitado as marcas do sofá e dos móveis como lembranças da história de que gente vive na casa, e desfruta dela!

    2. Não mesmo. Primeiro que é impossível manter qualquer coisa como saiu da caixa. Nos celulares, por exemplo, a camada oleofóbica da tela some rapidinho, aí fica aquelas marcas de dedo. E o marketing das empresas joga sujo — há anos que não se usa mais produtos reais, mas sim “renders” feitos com computação gráfica que projetam uma aparência impossível ou muito difícil de manter no uso comum.

      Tenho o cuidado comum para manter a funcionalidade. Falando do celular, o meu atual, com quatro anos, só caiu uma vez no chão e não teve avarias, mas a parte de trás, em vidro, está toda cheia de riscadinhos. Nunca usei capinha nem película. (A tela, porém, não tem riscos.)

      Esses produtos são feitos para serem usados. É como você disse: as marcas são inevitáveis e às vezes servem de registro dos acontecimentos. Óbvio que eu ficaria chateado se a tela trincasse, mas os risquinhos atrás do celular não me incomodam nada. Mesma coisa com teclado físico que fica “brilhante”, cores que desgastam, batidas e arranhões… há coisas mais importantes na vida em que prefiro gastar meu tempo e atenção — e nem precisa pensar muito para listar várias delas.

      1. Eu comprei um iPhone usado e veio com uma tela não-original. O problema é que ela nao tem essa cobertura oleofobica e dependendo da umidade e temperatura do dia a ausencia dela torna usar o celular uma prova de paciência (no meu caso, a falta dela)

        Depois disso passei a entender essa cobertura na tela não mais como uma frescura.

    3. Tinha uma tirinha do Raphael Sailmena no UOL tecnologia que era tipo as etapas da pessoa que compra algo novo e com o tempo vai deixando de lado.

      Bem, como maioria das coisas compro usado, então difícil descrever.

    4. Minha história triste: ano passado comprei um monitor novo pela necessidade pra trabalhar (eu ainda usava um VGA que peguei de graça consertando ele).

      No terceiro dia de uso derrubei coisa da estante e risquei ele.

      1. Eu tinha ganhado um monitor de uma amiga uma vez. 23 polegadas.

        Em um momento risquei ele de forma que marcou. Fiquei pensando em formas de tirar o risco. Consegui “polindo” o risco com óleo.

        1. era um risco bem pequeno, ligeiro? quer dizer, era “raso”? cê pode dar mais detalhes?

          acho que em PLs anteriores alguém falou sobre usar vaselina sólida.

          eu fiz a cagada de deixar minha filha brincar na frente do meu monitor, a filhota pegou um extrator de grampo e tava batendo no monitor e eu morrendo de achar graça. quando botei sentido na coisa já tava arranhado. pequenos riscos, o fudido é que as vezes tô lendo e perco o foco, que vai direto no arranhão. é horrível quando acontece (sempre).

          1. não muito raso. Usei acho que foi óleo “singer” (para máquina de costura), baseado em algo que eu tinha visto aleatório na internet.

            O ponto no caso é ver se “polir” o risco o elimina. Polir obviamente não deixa de ser um risco por justamente SER RISCAR, mas claro, tentando deixar mais transparente possível o ponto onde se aplica o polimento.

            Pode se partir do mesmo princípio de polir um CD riscado que não é lido: necessita-se polir pois precisa deixa-lo visível ao laser. Então o princípio é o mesmo: faz o polimento para eliminar o risco maior e poder ver o que tem por trás.

    5. Eu só uso capinha por medo do aparelho escorregar da mão. Trato meus bens como ferramentas e não me importo com sujeira ou pequenos danos.

  6. Há algum tempo, quero encontrar uma alternativa viável aos serviços de e-mails Gmail e Outlook/Hotmail, para sair um pouco das garras das big techs.

    Em minha procura, o Fastmail pareceu ser o melhor (inclusive é recomendado/utilizado pelo Ghedin, se não me engano), no entanto, o fato de ser pago inviabiliza seu uso por mim.

    De serviços gratuitos que focam na privacidade dos usuários, há o ProtonMail e o webmail do Vivaldi. No serviço do Vivaldi, o meu nome estava disponível, o que é impossível em outros serviços, então estou tentado a utilizá-lo como meu e-mail principal.

    Porém, há a questão: o webmail do Vivaldi é confiável? Não no sentido de privacidade/segurança, mas no quesito qualidade de serviço de e-mails. Alguém já usou e sabe me dizer se há algum contra em relação ao seu uso?

    1. Acho que no Post Livre anterior fizeram a mesma questão. Eu peço desculpas por não ter a resposta. Fica a sugestão de dar uma olhada lá. Geralmente no domingo a movimentação é baixa aqui – isso mais para o fim de tarde.

    2. Se busca algo grátis, cometaram anteriormente sobre Tutanota, Protonmail e CTemplar.
      Da uma olhada neles.

  7. Acabei de ver um vídeo do VWestlife.

    Sou a favor do uso de radares em trânsito. No entanto, achei interessante este vídeo americano de 1985, sobre “como se defender na justiça quando multado por um uso de radar”.

    Ele tem duas partes – uma falando sobre as tecnologias de um radar (não vai exatamente muito a fundo, só mostra como funciona em princípios simples) e suas falhas (por exemplo – a possibilidade de interferência com itens metálicos e outros veículos, dando aferição errada da velocidade), e a outra parte com um ato teatral de como seria uma defesa teórica na justiça usando das técnicas demonstradas na primeira parte.

    Acho que o Ghedin, outrora estudante de direito, talvez vai gostar de ver esta segunda parte.

    https://www.youtube.com/watch?v=b__JfBWF4nk

  8. Pessoal, minha família tem fotos ampliadas (físicas/reveladas) e necessitam ser catalogadas e escaneadas.
    Alguém tem algum link ou dicas que orientem quanto a esse processo?
    Vou documentar como fiz para registrar meus erros 😅 e acertos 🕺rsrsrsrs.

    Pretendo começar arquivando em grupos por ano e contexto, depois escaneando e colocando no exif o ano da foto (mês e hora estimada se der).
    As fotos que estão soltas, pretendo comprar álbuns mas tb queria indicações. 🙏🙏🙏

    As fotos digitais já organizo no estilo que exemplifico a seguir: ‘Imagens/2021/11 niver sogra/20211128-1937-niver sogra-001.jpg’

    Bom final de semana e tudo de bom pra ti, que me leu. 😁

    OBS.: já procurei em buscadores 🥲

    1. sendo muito grande esse acervo, é melhor recorrer a aplicativos de organização — e eu diria que mesmo aplicativos amadores como o próprio Fotos.app nativo dos Macs já são suficientes

      idealmente você usaria uma solução como o Adobe Lightroom, mas acho a assinatura cara demais para isso

      fora isso, não é incomum que alguns museus e arquivos que lidem com acervos fotográficos promovam, de tempos em tempos, cursos de extensão para organização e preservação de acervos pessoais. Fique de olho em instituições como o IMS, Museu Paulista, IAC, MAM, arquivos públicos estaduais, entre outras (cito apenas instituições do estado de SP pois são as que mais conheço)

  9. gente, o paulo pilloti tá meio sumido ou mudou de nick? tinha boas contribuições sempre.

    1. Tá no Twitter. Acho que aqui também, como tá meio fora de política o papo, então fica meio sem assunto também.

  10. Quais métricas vocês registram e monitoram? Começando por mim:

    • Gastos e receitas (Pocket Expense).
    • Remédios ingeridos (CSV).
    • Humor (Daylio; nesta semana comecei um de cefaleia em paralelo, a pedido de uma neurologista, no Diário de Cefaleia da Libbs).
    • Livros lidos (Leio).
    • Filmes vistos (no Letterboxd).

    Estava há quase um ano registrando a ingestão de água, mas desencanei disso.

    E vocês?

    1. Gastos e receitas (planilha)
      Cervejas bebidas (Untappd)
      Corridas (Strava + smartwatch)

      Sinto que realmente deveria registrar remédios ingeridos e problemas de saúde, mas na hora do aperto, sempre esqueço. Tenho um problema no tornozelo de alguns anos atrás e hoje tenho problemas em lembrar o ano em que ocorreu, fico meio envergonhado quando vou contar sobre isso e não consigo lembrar o ano.

    2. Receita X Despesas (Planilha do Gdocs = eu já usei o YNAB e salvava cada compra de 5,39 em sua categoria e etc, mas desencanei e agora fica tudo no guarda-chuva “Cartão de crédito”.)

      Trabalhos, status, prazos (Planilha do Gdocs também)

      Já tentei salvar os livros e filmes, mas é uma experiência que sempre acaba perdendo o sentido para mim após um tempo.
      Sempre considero, mas nunca faço, começar a monitorar remédios ingeridos.

    3. Receitas e Despesas, montei uma panilha no Excel em 2019 e desde então anoto cada centavo, ela já faz as somas bonitinho e permite fazer filtros, então consigo saber exatamente quanto entrou, saiu, o que vai entrar/sair.
      Tem funcionado bem, pois sincronizo ela, porém quando estou na rua anoto no email mesmo alguma coisa e depois transfiro pra ela pelo computador.
      Outra coisa que tornei padrão, foi centralizar todos os gastos no cartão de crédito para ter que anotar só o total da fatura :)

    4. Só trabalhos a fazer e feitos, e pagamentos respectivos. E do modo mais simples, no Box Notes. Já tentei usar Evernote, Trello e semelhantes pra várias coisas (leituras, filmes, viagens desejadas/programadas/realizadas etc. etc.), mas simplesmente me falta disciplina pra começar essas coisas e levar adiante.

    5. Filmes vistos eu salvo no Filmow, livros eu salvo no Skoob e tenho uma conta abandonada no Last.fm mas que quero voltar a usar. Criei uma planilha no Excel para acompanhar os artigos/ livros que já li ou que preciso ler para a faculdade. Ah, e gostei da proposta do Daylio, pode me ajudar bastante (ele me lembrou um filme indiano chamado Separadamente Casados onde um jovem engenheiro recém-casado cria um app para acompanhar o humor da esposa à distância – é engraçado que ele tem um chefe inspirado no Steve Jobs ahahaha)

    6. algumas coisas gosto de registrar, outras acho que são mais interessantes caso simplesmente esquecidas

      tenho uma conta no letterboxd para registrar filmes a que assisti, mas não mantenho um mesmo registro para livros — nem mesmo os livros de leitura “profissional”, aqueles ligados à academia, cujo protocolo de registro é o clássico fichamento. Minha organização de leituras acadêmicas, aliás, é uma bagunça.

      de uns tempos para cá tenho registrado sonhos, caso eu acorde e consiga me lembrar deles

      histórico de sites visitados também é algo que tenho uma certa neurose em apagar — reflexo de uma adolescência marcada pelo uso de um computador compartilhado com a família

    7. Filmes vistos eu registro no filmow. Tentei usar o letterboxd mas muitas reviews são em inglês. O filmow a comunidade é totalmente brasileira e as reviews e notas são muito bons.
      Além de apenas registrar os filmes vistos, dou notas para todos e crio uma lista para cada ano e vou inserindo os filmes vistos nessa lista ao longo do ano. A lista de 2017 tem 140 filmes (um recorde), e a de 2020, 30 filmes (um recorde negativo, pois foquei em séries no ano passado).
      Já as séries eu registro no app TV Show Time, uma espécie de rede social de séries, com uma interface bem bacana, que dá pra ir marcando episódio por episódio, e há comentários da comunidade em todos os episódios também, gosto muito.

      1. Também uso o Filmow por causa da comunidade. Gosto de ler opiniões de outras pessoas após assistir o filme. Pena que a experiência mobile dele é terrível. Surreal para 2021.

    8. Gastos e despesas (somente para uso profissional) – Homebank

      Inflação dos itens que costumo consumir – planilha no LibreOffice

      Pedaladas e passeios com o cachorro – Strava

      Estatísticas de saúde (peso, sono, etc) – Garmin Connect

      Estatísticas de saúde pt. 2 (exames de sangue, níveis de gordura/músculo, BPM, VO2, FTP, etc.) – planilha no LibreOffice

      Músicas ouvidas – Last.fm

    9. – Gastos e receitas sempre começo Planilha ou app Money Pro e acabo deixando de lado
      – exercícios (smartwatch/app)
      – Controle de milhas aéreas :-)
      – Peso
      – Tópicos para estudar
      – projetos (pessoais) a serem executados

      O que gostaria de anotar:
      – resultados de exames
      – livros lidos (e suas resenhas)

  11. Olá. Sou novo aqui no Manual, cheguei pelo Tecnocracia, então ainda não conheço bem as regras, mas há algum lugar aqui do site pra venda de produtos usados? Tenho um macbook air que queria colocar a venda.

    1. Bem-vindo, Rodrigo! Não temos um espaço para anunciar produtos usados. É uma boa ideia, viu? Vou colocar aqui na caixinhas de ideias para “um dia”.

      1. O problema de um espaço de anúncios é a responsabilidade que lhe cabe. Espaço de anúncios acabam sempre recheados de spam e necessidade de moderação para evitar venda de produtos de origem cinza.

        Acho que não há problema em até anunciar no Post Livre, mas tipo vez o outra.

        1. ligeiro, vc que manja, esses ssds da china, to querendo pegar um qq que seja razoável, tava namorando um nmve netac de 1tb, na faixa de uns 500 conto. O preço é por aí, mesmo?

          cê tem experiência com alguma desssas marcas? tipo saber se para de funcionar do nada etc.

          1. Nunca testei o Netac. Vou mais pela loja do que pela marca também. Já comprei Kazuk (Neide Notebook e outras distribuidoras), PNY (Kabum), Lexar (Neide Notebook, Kabum e outras), Kingston (grande maioria) e Gigabyte (grande maioria).

            O problema de alguns SSDs, os mais baratos, geralmente é ausência de uma memória RAM interna que faz com isso o próprio SSD consumir as ROMs como cache, diminuindo a vida útil. Creio que o Linus Tech Tips que tem o vídeo sobre.

        2. O que seria exatamente origem cinza e qual o problema de anunciar esse tipo de produto?

          1. Origem cinza seria um produto sem base de origem – não sabe se é fruto de receptação criminosa vamos dizer assim, seja contrabando, furto / roubo, etc…

  12. Pessoal… Eu estou com um notebook aqui que está começando a dar problemas no teclado (teclas falhando). Mesmo que eu comprei a máquina com o propósito de durar muito (afinal custou caro na época), acabou que teve esse porém.

    A máquina em si é muito boa, performance excelente (HP Elitebook 840 G5, pra quem está se perguntando). Mas teve esse imprevisto do teclado que foi praticamente (ou definitivamente) consequência de obsolescência programada. Acabou a garantia e logo depois deu esse problema (sendo que usava todos os dias para trabalhar).

    Preciso da recomendação e opinião de vocês sobre um teclado externo portátil (pequeno/médio) que dê para carregar numa mochila para notebooks de até 17″. Mas que as teclas não sejam minúsculas a ponto de ficar difícil para teclar com mãos médias.

    TP-Link é uma boa recomendação? Mas qual modelo em específico vocês recomendam? Com teclas multimídia em funções (Fn + F1, F2, F3, etc), se possível.

    Se tiverem alguma outra recomendação, agradeço. 🙏🏻

    1. Não seria melhor trocar o teclado nativo do notebook?

      1. Sim, eu vou fazer isso. Mas quando surgir uma grana, pq vem direto da China via AliExpress. Foi o único lugar onde achei.

        Queria uma solução mais barata e durável por enquanto. 😅

    2. Teclado bom geralmente é Logitech. Só não sei modelos com funções.

      1. Nossa, mil perdões! Realmente, que gafe horrível.

        Eu fiquei com TP-Link na cabeça e acabei me confundindo.

        Se pudesse editar o post original, faria.

        Considere isso: em vez de TP-Link, Logitech, isso mesmo.

        Sim, eu tenho um mouse G203 da Logitech e foi uma ótima aquisição, na época.

        O único porém até agora foi apenas o Conector USB que “despregou” do contato metálico.

        Eu tentei colar com supercola esses dias, mas ficou uma 💩 tão feia que praticamente estraguei o design do produto. Fica como lição. 😰

    3. Gabriel, K400 Plus da logitech…. não é baratucho, as teclas são de tamanho razoável / bom…

    4. Logitech K400.
      As baterias duram bastante, tem local pra guardar o dongle USB e tem touchpad

    5. eu uso um Logitech k380 e tenho gostado bastante, principalmente pela possibilidade de se sincronizar com mais de um dispositivo.

  13. Boa tarde, pessoal!
    Minha namorada é professora particular de matemática, física e química e ensina para alunos do fundamental até o médio. Eu queria arrumar uma forma de ajudá-la a melhorar sua carreira, pois ela já me disse que sente falta do meu apoio neste tema e eu concordo com suas ponderações. Pensando com mais atenção eu notei que os pontos que precisam de uma melhoria são:
    – Formas de melhorar a divulgação( criar identidade visual, perfil no insta, portfolio virtual, tráfego pago, etc);
    – Melhor gestão de aulas e pagamentos;
    – Elaboração de apostilas e lançamento de cursos preparatórios;
    – Captação de novos alunos;
    Vocês poderiam dar sugestões de como melhorar esses pontos ? Ela é uma pessoa muito disposta e com bastante iniciativa, além de ser uma excelente profissional. Com uma boa orientação ela vai muito longe.
    Valeu, pessoal!

    1. Sobre a divulgação, eu recomendaria dois serviços: o famoso Instagram e GetNinjas. Cada um com o seu propósito.
      O Facebook também ajuda, mas muitos brasileiros estão migrando o marketing digital pro Insta como é mais modinha. Então acostume-se (por enquanto).

      Para a gestão das aulas, eu recomendaria outras 2 serviços: Google Classroom e Agenda Boa. Eu pago o Agenda Boa anual que vale a pena para mim. A organização é muito boa em questões de gerenciamento e outros aspectos. Apesar desse serviço ser mais voltado para autônomos, como eletricistas, técnicos, free-lancers e outros afins.

      Para a elaboração das apostilas o próprio Google Classroom ajuda também, mas em questão de anotações para fins gerais, eu uso um App que eu mesmo traduzi para PT-BR: Clipto. Imagine um Google Keep melhorado com muitos outros recursos.
      E na questão de vídeo aulas online, talvez você queira ver alguma plataforma como Hotmart, Eduzz ou Monetizze.

      E para captar novos alunos, a própria plataforma GetNinjas e o Insta permitem isso. Basta explorar e criar uma boa imagem.

      Boa sorte! 😉

      1. Obrigado Gabriel, esses dois apps eu não conhecia, vou procurar saber mais. Na questao da captação eu pensei no Insta também, mas não entendo bem de gestão de mídias sociais. De início oq normalmente é feito ? Uma logo e layouts para postagens no feed? Existe algum local onde eu possa ler mais sobre? No momento a ideia é fazer as coisas no DIY mesmo, contratar alguém pra gerir fugiria do orçamento.

        1. Sim, tem tutoriais. Vários!

          Eu não vou recomendar um em específico, mas no YouTube você acha uma variedade de estratégias para usar essas plataformas.

          Daí cabe a você escolher o que melhor lhe convém.

          Boa sorte! 😉

    2. Para captar alunos para oferecer aulas particulares, o Superprof é uma boa opção. Aqui vc pode entender melhor como funciona o Superprof: https://www.superprof.com.br/ajuda.html

      Ela pode disponibilizar alguns cursos em plataformas como Learncafe, Udemy… Nesse caso, são aulas assíncronas (ela grava e publica no site).

      Por último, para elaborar uma identidade para os materiais disponibilizados, recomendo dar uma olhada nesse site: https://www.slidescarnival.com/es/category/plantillas-presentaciones-gratis
      São váaarios modelos de apresentação no Power Point, mas que vcs podem usar para montar as aulas, montar as imagens de divulgação no Instagram e Facebook, aproveitar os grafismos (símbolos, cores) e elaborar as apostilas, etc. Recomendo escolher um dos muitos modelos disponíveis no site e trabalhar com ele em todos os materiais, para criar unidade visual (identidade).

      Acho que é isso. Boa sorte para vcs :)

  14. Gente, qual a opinião de vocês sobre provedores pequenos de Internet? Não sei se esse assunto já foi discutido, mas… Na experiência de vocês… Aqueles que prometem “300/400/500/600 MB de fibra” ou até “1 TB de fibra”, cumprem o que falam?

    Porque uma vez estive na casa de uma colega da minha esposa e ela disse que a Internet dela era de 300 MB, mas quando fui mensurar com o SpeedTest, mesmo sendo um router “mediano” (TP-Link dos mais baratos, se não me engano), não chegava nem a 80 MB de download. Muito menos 10 ou 20 MB de up.

    Vocês têm alguma experiência com isso? Qual a opinião de vocês?

    Obrigado.

    1. Não é bem uma resposta à sua pergunta mas esses testes devem ser feitos, preferencialmente, com um computador ligado ao roteador por cabo.

      E aí vem aquela: Roteador mediano? Se o link prometido é de 300Mbps, o roteador deve ter as portas ethernet com velocidades de 1Gbps (1000Mbps), porque se forem 10/100, as próprias portas se tornam um gargalo.

      Se o teste for feito por WiFi, usando o telefone a coisa piora: Com um link de 300Mbps, tanto o roteador quanto o roteador devem suportar pelo menos o padrão 802.11AC (WiFi 5), estarem conectados no rádio de 5GHz e próximos um ao outro para que as eventuais perdas não comprometam o resultado do teste.

      1. Ah, complementando: Se o roteador dela ainda está no padrão 802.11N e for dos mais baratos, é quase certo que as portas ethernet são de 10/100Mbps e o rádio opere apenas em 2.4GHz, com limite de banda teórico de 300Mbps que, mesmo que você alcançasse no telefone (bem improvável), seria limitado pelos 100MBps da porta WAN.

        1. Porém eu me recordo também de ter testado na rede de 5 GHz. Deu praticamente a mesma coisa. Um pouco melhor, mas não tanto assim.

          1. Se o roteador for N, ele não vai ter muita banda, mesmo em 5GHz.

      2. Realmente, eu acabei esquecendo do quesito de testar com cabo…

        Mas acabo de lembrar que fizemos os testes com o cabo também e bateu praticamente a mesma velocidade.

        Não tenho total ctz se o cabo era Cat 5e, mas acredito que sim.

        Eu devo ter as fotos em algum lugar no meu Google Fotos, mas vai demorar para achar.

        Recomendei a ela que contratasse o provedor, mas acredito que eles não resolveram o problema. Acabei largando de mão.

        Eu fiz essa pergunta para saber se vocês passaram por situações parecidas, já que ocorreu isso com essa pessoa em específico.

        Infelizmente eu não tive mais pessoas para averiguar esse tipo de situação, mas acredito que possa acontecer da mesma maneira com outros.

        1. Mesmo no cabo: confira se as portas do roteador e do computador são gigabit, porque se não forem, não vai dar a velocidade total. Meu pai teve esse problema na casa dele. O modem está instalado no alto, então só dava pra fazer o teste com cabo usando um notebook. Sempre dava pouco mais de 80Mbps num link de 250Mbps. Quando cheguei lá para fazer o teste vi que o notebook que ele estava usando tinha Ethernet 10/100.

    2. Aqui a coprel me dá 200Mb, mas não tenho aparelho e nem roteador compatível. kkkkk.
      Falando nisso, cuidado com as empresas que estão empurrando aluguel de roteador junto com os planos.

      1. Nossa, ainda tem isso de aluguel do roteador junto? Que horror. Que eu saiba venda casada é crime. Isso é desrespeito com o consumidor. 😡

        1. Minha sogra caiu nessa, eu falei que não “precisava”, mas ela insistiu. Kkkkkk

    3. Você chegou a ouvir o último podcast Tecnocracia? É sobre isso.

      Aqui uso um provedor local que entrega exatamente aquilo pelo que eu pago. Não sei dizer como é em todo lugar, mas em geral nos bairros afastados de cidades médias e nas cidades pequenas provedores como Unifique dão um pau de qualidade em Vivo/Claro.

      1. Eu moro no interior de SP e fugi de um desses grandes e tá sendo a melhor coisa que eu já fiz. Nunca tive problema. E nunca mais quebraram minha fibra pra ligar a de outra pessoa.

    4. Então, eu já usei TIM Live e ela cumpria muito bem, atualmente uso uma de uma provedora local e ela tb cumpre. A minha resolva para que vc tenha em mente é o upload, normalmente o download eles cumprem mas, tem que tomar cuidado com o upload que as vezes eles deixam muito baixo, mas isso contratualmente mesmo, então tem que negociar.

    5. Aqui em casa acontece isso!

      Tá na lista um roteador de Internet melhor pro futuro, mas enquanto isso.

      No teste de velocidade no Wi-Fi bate no máximo 35 estourando 50mb.
      Já no cabo sempre é os 100mb.

    6. Eu tenho 400Mbps aqui em casa.

      No começo, enviaram um modem da Nokia com Wi-Fi, que não tinha suporte a 5GHz. Depois, mandaram um com 5GHz, da mesma série.

      Por algum motivo, esses modems da Nokia (incluindo os de 5GHz) tinham uma interferência ferrenha com qualquer coisa que fosse da Apple. A velocidade era abismal de ruim. De 400Mbps, se chegava 30 – do lado do roteador – era muito. Isso na rede 5GHz. Na 2.4GHz chegava a ser pior ainda.

      Depois de muita discussão, de eu mostrar pra eles umas 30x que alguma coisa estava errada, eles substituíram o modem da Nokia por outro, de outra série (continua sendo da Nokia), com 5GHz também.

      Desde então passou a funcionar tudo. Me entregam os 400Mbps, não me dão lá muito problema. Mas teve esse histórico de trocas de roteador pra que todo mundo entendesse qual era o problema.

    1. Chega a ser patético! Daqui a pouco ela toma outra ferrada na UE e volta atrás.

      1. Mas se fosse assim ate o google tomaria bronca pois força a usar o chrome em alguns casos.

        1. Bom, o Google está tomando na UE. A Microsoft já tomou há uns anos. A Apple está tomando.

          Torço muito para que a regulação seja bem pesada em cima desses mamutes todos e a UE parece conseguir impor essas regras melhor do que qualquer outro governo.

          1. Eu imagino que o governo chinês, se quiser, também consiga impor esse tipo de coisa.

  15. Pessoal, há mais ou menos uns 2 anos comprei uma TV 50” 4k de entrada da Samsung, o modelo exato é a: UN50RU7100G (Essa: https://i.imgur.com/TTLKih3.png)

    Quando adquiri sabia se tratar de um modelo de entrada, então não seria OLED, QLED, nem teria aquele som excelente. Mas é uma tela 4K grande o suficiente para a minha sala e o preço estava muito bom, então aproveitei e ao longo desse tempo não me arrependi. Ao comparar com a imagem da TV Oled do meu sogro (uma LG do mesmo tamanho praticamente) não percebi diferença suficiente para me fazer desembolsar o dobro do que paguei.

    O som da TV realmente não era lá de encher os ouvidos, mas também nunca incomodou. Sempre assisti tudo sem problemas, mas para ouvir Spotify e assistir a shows com um som melhor, comprei recentemente uma caixa D12 da Edifier. O som é bem legal, acredito que um dos melhores nessa faixa de preço, porém na hora de conectar à TV começou minha dor de cabeça.

    A caixa só tem entrada Bluetooth, RCA e P2. Já a TV tem saída Bluetooth e Optica (Sim, sem saída de áudio não digital). Ao conectar via Bluetooth o som da TV, ao sair pela caixa, fica com atraso e nas configurações desse modelo não há como alterar esse delay na conexão bluetooth, apenas Optica.

    Alguém já passou por situação semelhante? Conhece esse modelo de TV? Tem algo a ser feito, ou apenas comprar um adaptador Optico>RCA? (Que precisa de uma tomada, aparentemente.)

    1. Também comprei uma SmartTV da LG e tive uma desagradável surpresa ao perceber que a saída de som é apenas por bluetooth ou óptica. É um modelo de entrada, mas como uma saída P2 é a coisa mais velha do mundo, nunca pensei que tivesse que me preocupar com esse detalhe.

      Por coincidência, tenho uma caixa de som da Edifier também, com entrada p2 e bluetooth. Quando fui conectar na televisão, cadê a entrada p2? Não tem!

      Para usar o Spotify, o delay não importa muito, mas pra filmes e shows, é terrível o incômodo. Acabei simplesmente desistindo de ligar as caixas de som na TV e foi essa a minha “solução”.

      Só quis compartilhar mesmo o absurdo que é uma TV não ter uma simples saída P2. Economia burra, ou uma forma de forçar o consumidor a comprar soundbars caras com entrada óptica? Fica aí a questão.

      1. Eu nem acho tão absurdo uma televisão não ter saída P2, até porque não era algo comum em televisões. Porém, uma televisão não ter saída de som RCA, aí sim é um absurdo.

      2. É exatamente isso, ao pesquisar sobre a TV antes de comprar eu sequer considerei a possibilidade de não haver uma saída auxiliar RCA, acho que nunca tinha visto uma televisão sem isso antes.

      3. Se a TV só tem saída de áudio digital e a caixa só tem entrada analógica (ok, tem o Bluetooth que você já disse não ser opção), você precisa de algo que converta o sinal digital em analógico. Um DAC, no caso, que é exatamente a função de um conversor óptico > RCA. Não vejo outra alternativa, converter o sinal é a única opção.

        Infelizmente, TVs de entrada não terem saída analógica tem sido comum já a alguns anos. Não sei como andam os modelos intermediários/topo de linha mas não duvido que já tenham removido tambem.

        Quando comprei minha LG atual (em 2018, modelo de 2017) fiz questão que tivesse, porém tive que comprar um modelo intermediário pra isso.

    2. Um TV extremamente generica que tenho veio com saída de áudio P2, um dos motivos de ter escolhido ela além do preço. Mas já tive também uma da Philips que tinha saída para fone de ouvido e saída SPDIF coaxial. Essa última acho que devia ser mais comum, apesar que não ajuda muito para casos de caixas que não tem nenhuma entrada digital.

      Em último caso essa TV pode ter aquele recurso que envia áudio via HDMI não?

    3. como sua caixa de som só tem RCA, inevitável recorrer a um conversor toslink > analogico.
      Mas com 70W, ela não tem muita potência pra um filme de ação.

      1. Eu quero mais para assistir a shows/programas musicais com qualidade de áudio razoável, não faço questão de explosões ensurdecedoras.

        Em todo caso, não sei qual o tamanho da sua sala, aqui eu fico a menos de 3 metros da TV, mas considero 70w reais uma boa potência para o ambiente, eu mesmo nunca cheguei perto de colocar a caixa no máximo.

        O grande problema das soundbars e home theaters é normalmente não entregar a potência que vem na embalagem, além de distorcer em volumes altos.)

  16. A garrafa térmica de casa quebrou e gente, como é difícil achar uma garrafa térmica boa?!
    Já comprei duas e nenhuma deu certo, o café gelou em 1h. Alguém me recomenda alguma garrafa térmica que preste?

    1. Sei que garrafas térmicas que galera usa para trabalho ou camping são melhores porque são feitas para aguentar trabalho. Acho que é a Stanley que tem garrafas térmicas de camping que muitos pagam caro até para te-las. Tipo essa (Amigo meu que tem uma. Não tenho dinheiros para isso).

      Mas é aquela coisa: vê o que o orçamento dá também.

      Ah! O ideal é que a garrafa térmica tenha boa vedação. Por isso caso vá comprar, checa isso. Vê se tem boa vedação térmica, pois aí você sabe que durará mais o calor.

    2. Duas sugestões: Termolar Ilumina de 500ml. Essa tem ampola de vidro, é bem comum, mas uso no dia a dia e pra essa quantidade de café, dá p/ gasto. Custa por volta dos R$75.
      A outra é a Adventure, da Stanley. Hoje, custa perto dos R$285, de 1L. É cara, mas provavelmente dure por toda a vida. Garantia vitalícia, ampola de inox. Eu deixei cair a minha logo após encher, ela quicou com a tampa interna e não quebrou. Ficou a marca no plástico, mas segue firme.
      Não uso pra café, mas bebidas quentes e geladas tem resultado satisfatório.

    3. Se procurar uma mais cara fique atento que há térmicas específicas para bebidas quentes e outras para geladas.

    4. Garrafa Térmica boa tem que investir.

      – Tramontina são boas, mas acho um pouco frágeis por causa da ampola ser de vidro.
      – Stanley são excelentes, mas bem mais caras. Mantém a temperatura por muito tempo, é impressionante.
      – Já tive uma da Tiger, que comprei numa lojinha da Liberdade e me serviu muito bem também.

    5. Eu normalmente faço café na Moka, mas quando faço filtrado, eu uso essa simples da Aladdin, comprada em supermercado mesmo, e o café fica razoalmente quente por bastante tempo, tanto que eu jogo fora o café velho mais por conta do sabor do que da temperatura, pois muda bastante o sabor entre café fresco e “velho”.

      Na casa de praia uso a Viena, da Invicta e também só troco o café mais pelo sabor do que pela temperatura.

      Vale você fazer o teste com água quente quando adquire uma garrafa nova, pois se o líquido não permanecer quente pelo tempo atestado pelo fabricante, você pode trocar o produto.

      Vale o disclaimer de que eu raramente deixo um café na térmica por mais de ~4h, pelo motivo citado do sabor mesmo.

    6. Tenho em casa uma Tramontina que mantém o café satisfatoriamente quente por umas 3h pelo menos. Antes dessa tive uma da marca “a mais barata da lojinha do bairro” que não valia a pena.
      (Mas quando vou fazer café especial no qual investi algum dinheiro, fujo da térmica e faço para consumo imediato. É meu momento de auto-indulgência, ou pedantismo :) )

  17. Não sei o que falar e como falar. Mas a comunidade de vocês é massa! Gente com background tech mas ao mesmo tempo com uma cabeça lucida e desconstruída.

    1. Eu também gosto muito. Postagens no canal bem minimalistas e diretas ao ponto. Chega a ser bem informativo na minha opinião. Parabéns pelo trabalho e idealização, além da troca de conhecimento entre os leitores e participantes. Isso é top mesmo. 👌🏻

      Um assunto um pouco fora do tema… Vocês pretendem criar um grupo de comentários no Telegram? Seria legal vincular os comentários nas postagens do canal. Obrigado. 🙏🏻

        1. Ghedin, não poderia divulgar o outro grupo, do Mundo sem Fio?

  18. Na opinião de vocês, valeria a pena comprar uma bateria nova para um notebook que já tem 6 anos de idade, cuja bateria já faleceu? Ou é melhor ficar usando ele direto na tomada (que é o meu principal uso atualmente), até comprar um novo?

    Obs.: uma bateria de marca “similar” (não original do fabricante) pra ele custa 300 reais, e uma original custa 600, então é um investimento considerável.

    Obs. 2: não pretendo trocar de notebook, as configurações desse que eu tenho são suficientes pra mim e pretendo usá-lo até não dar mais.

    Obs. 3: não venho usando ele com frequência, apenas venho usando o PC do trabalho na maior parte do tempo, que como está em casa por conta do home office, vem substituindo esse notebook também.

    1. Essa é uma questão na qual venho pensando há algum tempo. Meu notebook já tem quatro anos e a bateria arriou a 1 ano e pouco. Desde agosto do ano passado é o meu computador principal, no qual passo uma média de 8 horas diárias.

      Devido à pandemia a mobilidade perdeu um pouco da importância e acabei deixando a ideia da bateria para lá e fixei o notebook no escritório, mas agora com ao menos um vislumbre de luz no fim do túnel, já começo a considerar a possibilidade novamente.

      Enfim, já deu pra ver que eu não tenho bem uma resposta para a questão, né? Acho que depende de quanto tempo você ainda pretende usar esse computador, o meu continua me atendendo perfeitamente bem, então é bem provável que eu faça a substituição no fim desse ano ou começo do próximo, assim que parecer viável/necessário usar ele fora de casa.

      1. Apesar de você não ter uma resposta, você entende bem meu dilema, hahaha!

        No meu caso, eu nem “culpo” tanto a pandemia. Eu uso notebooks há mais de 10 anos, principalmente pela mobilidade e economia de espaço, mas usava principalmente em casa, ou na casa de outra pessoa. Na realidade, usar notebooks hoje em dia em um lugar que não tenha tomada é algo meio raro, então a bateria funciona mais como um “no-break” portátil ou pra usar rapidamente sem precisar ligar na bateria.

        Então eu conseguiria perfeitamente usar um notebook sem a bateria na maior parte do tempo, o que me leva ao questionamento atual. Se eu comprasse um notebook novo, provavelmente eu deixaria ele sem bateria quando estivesse fixo em casa (algumas pessoas recomendam descarregá-lo e carregá-lo com frequência mesmo em casa, ao invés de deixa-lo na tomada continuamente, porém não sei o motivo).

        1. Meu pensamento simplista. Um desktop cumpriria o uso que você precisa? Se sim. Não troque a bateria.
          Usei por muito tempo um note como desktop (sem bateria) e entendendo-o como para este fim, nunca tive maiores problemas.
          Uma bateria barata, poderia servir como bem mencionou como um nobreak embutido (situação que aplico no meu NAS que usa um netbook) como fica com a tela fechada, mesmo com a bateria já com pouca carga, faltando luz ele aguenta umas 5-6 horas.

          1. Segundo o que um técnico experiente na área me informou, em alguns modelos, se você remover a conexão (desconectar a bateria da placa-mãe) da bateria com a máquina, você pode notar um pouco de lentidão no sistema.

            Isso ocorreria com máquinas da Dell, por exemplo.

            Eu estive pensando em fazer isso porque a bateria da máquina inchou e ficou tão estufada que estava com medo de explodir durante o uso.

            Foi uma compra que me arrependo de ter feito. No começo foram 1000 maravilhas, mas depois só decepção.

            Deu muito problema e para me livrar da máquina foi um sacrifício.

            No fim das contas, meu irmão ficou com ela e me voltou uma quantia simbólica. Mas ele trocou a bateria, teclado e outros componentes que precisavam para que ela pudesse durar mais. Gastou uma nota, mas aí ficou por conta dele… 🤷‍♂️

    2. Acredito que vale a pena investir sim, ainda mais pelo fato do PC da firma, ser da firma. Se um dia precisar deixar no escritório.
      Toquei a bateria do meu. Não é original, mas segura razoavelmente bem a carga. Costumo usar ele bem, então comprar pra mim valeu apena.

    3. Precisei trocar a bateria do meu notebook que na época já estava com uns 5 anos de uso, resolvi comprar uma não original, comprada na BB Baterias, lembro que foi quase 200 reais, a original estava mais cara.
      Infelizmente a carga da bateria que comprei não segurava da mesma forma como a original e meu notebook não reconhecia 100% o status de carga, daí acontecia do notebook desligar sozinho, já que não indicava quando a bateria já estava acabando. Não era de todo ruim, já que conseguia pelo menos me movimentar de um lugar pro outro sem precisar desligar o notebook, até conseguir achar uma nova tomada. Cheguei a enviar pra garantia, mas não adiantou, parece que enviaram a mesma na verdade.
      Depois de 3 anos com essa bateria pirata, ela acabo falecendo e agora preciso usar na tomada mesmo… Não sei se foi a BB Baterias que vacilou ou se não dei sorte…

    4. Estamos penando aqui no trabalho para achar hds SSD nvme do tipo 2260 que é o único modelo que encaixa direito nos notes da LG que temos. Eu fiz um esquema com fita isolante e um nvme 2242 e está segurando, mas não é o ideal.

    5. Com base na obs 2, eu diria que sim, vale a pena.

      Com base na obs 3, eu diria pra esperar até quando você achar que pode ser necessário – tendo que voltar para trabalho presencial, etc.

    6. eu acho muito q depende do seu uso. acabei de trocar a bateria de um macbook air de 2015. eu uso ele basicamente pra navegar de boa no sofá enquanto vejo tv. as vezes eu até deito e viro ele de lado, aí é muito mais confortável sem ter um fio me atrapalhando. como ele me atende 100% no q preciso pra computador pessoal (tem o da firma tbm), quero q dure muitos anos. e é muito confortável de usar no sofá por ser pequeno e leve.
      mas outro notebook q tive antes (um dell inspiron de 2009) era usado a maior parte do tempo na mesa, então eu não me importei em trocar bateria quando morreu. se o q eu uso pra trabalhar fosse meu, acho q tbm não trocaria por ficar 90% do tempo na mesa, com o cabo de energia ligado direto

      1. Você comprou a bateria e trocou por conta ou usou a assistência oficial? Estou na mesma situação.

        1. eu levei na assistência não oficial, uma que é tradicional de apple na cidade. foi uns 200 reais mais barato do q seria na oficial. ele encomendaram a bateria e no dia fiquei uma meia hora esperando trocar.

  19. Curiosidade: é uma questão para vocês trocar de sistema operacional em termos de interface? Eu uso regularmente os três sistemas (MacOS, Windows e Linux), tem coisas de interface que prefiro em um outro, mas nenhum grande problema nesse aspecto.

    A System76 está fazendo outra DE por divergências criativas com o Gnome, mas só falaram que será na linguagem Rust e nada mais por enquanto. Nem precisa colocar o XKCD haha

    Vendo as discussões, é perceptível como heavy-users tem muitas opiniões sobre UI e tratam mais como fato do que opiniões. Aliás, a vida inteira do Windows tem mudanças que deixam algumas pessoas irritadas.

    Suponho que seja uma minoria da minoria, mas curioso em saber se irrita tanto algumas decisões de interface que você não gosta. Ou tipo, chato mas ok, segue a vida.

    1. Creio que isso é o ônus e bônus do Linux. Ao mesmo tempo que a comunidade e os conceitos de open source permitem a pessoa sair de um padrão que ela não quer se adaptar, ao mesmo tempo vai gerando novos padrões que fica até impossível de alguém se adaptar ao universo Linux.

      Falta uma espécie de “Coesão” aqui – e aparentemente, noto que o Gnome é alvo destas brigas, já que anteriormente o próprio Ubuntu por um tempo não usou Gnome, usando uma espécie de “variante” da mesma plataforma gráfica.

      1. Falta uma espécie de “Coesão” aqui – e aparentemente, noto que o Gnome é alvo destas brigas, já que anteriormente o próprio Ubuntu por um tempo não usou Gnome, usando uma espécie de “variante” da mesma plataforma gráfica.

        O Gnome claramente quer reduzir os “graus de liberdade” – um duplo sentido que casa no contexto – oferecendo um workflow mais fechado. Só que isso incomoda outras distros e alguns usuários, que enxergam a personalização como necessidade/diferencial.

        Eu entendo os dois pontos, mas acho meio claro que não se atinge tudo ao mesmo tempo: coesão e máxima flexibilidade.

    2. Pessoalmente não. Nunca usei muito tempo o sistema da Apple, mas convivo tranquilamento com windows e linux (nas suas variantes mais comuns KDE, Gnome, XFCE, Cinnamon) e nas menos comuns de forma tranquila. Reconheço que levei um tempo até me adequar ao novo paradigma do Gnome, mas depois de acostumar qualquer um deles uso tranquilamente sem maiores incômodos.

    3. A maior bronca que eu tenho com as interfaces dos sistemas modernos é a quantidade de firulas e espaço desperdiçado. Já trabalhei com monitores CRT de 21″, com 1600 x 1200 pixels e era espaçoso. Hoje um monitor full HD (1920 x 1080) do mesmo tamanho me parece apertado. E isso é geral, em praticamente todos os sistemas. Aí comparo com o Haiku, que usa uma interface trazida diretamente dos anos 90 e o monitor volta a ser espaçoso.

      1. A maior bronca que eu tenho com as interfaces dos sistemas modernos é a quantidade de firulas e espaço desperdiçado.

        Uma coisa que eu acho legal é a abordagem que o Sublime Text trouxe,
        de se basear em busca fuzzy. Acabei acostumando a usar o computador mais assim, abrindo aplicações e arquivos/pastas sempre por busca. Quando é bem implementado, acho melhor dos mundos.

        Antes disso, uma aplicação com muitos recursos precisavam recorrer a menus com muitos níveis, muitas barras ou algo como a Ribbon do Office. É funcional, mas em telas pequenas de notebook é um espaço precioso perdido. Por outro lado, em telas gigantescas como algumas de hoje, fica ruim usar menus também pela distância.

        Nesse cenário, eu sou do time que gosta de interfaces minimalistas haha

        1. Não conheço o Sublime Text… No mais, eu nem diria interfaces minimalistas. Mas qual a necessidade, como nas versões atuais do macOS, de desenhar uma interface que parece ser otimizada para toque (itens grandes e espaçados) para um sistema que diz que nunca vai suportar esse método de entrada?

          Sou apaixonado, por exemplo, pela Platinum, interface que a Apple usava até o Mac OS 9. Limpa, elegante, funcional. Sinto falta desse tipo de interface hoje em dia.

          1. Mas qual a necessidade, como nas versões atuais do macOS, de desenhar uma interface que parece ser otimizada para toque (itens grandes e espaçados) para um sistema que diz que nunca vai suportar esse método de entrada?

            Tem uma questão de espaçamento por estética mesmo, apenas para ficar mais agradável a quem prefere. Eu no caso e parece que todos os designers atuais hahaha

            O Sublime Text é um editor que tirou a barra de botões/menu, para oferecer tudo via busca. Como funciona muito bem a busca, é um jeito eficiente de substituir um monte de botão e manter funcionalidade, mas nem todos gostam de usar busca e prefere botões/ícones.

            O Notepad++ é mais clássicão com um monte de botão/menu, que provavelmente você prefereria ao visual “arejado” do Sublime.

    4. é uma questão de familiaridade: a gente se acostuma com tudo, até com as coisas ruins …então quem precisa usar acaba relevando essas diferenças

      agora, eu pessoalmente acho que o Gnome 3 (e agora Gnome 4x) tem a interface mais “avançada”, melhor inclusive que a do Mac, mas como é uma uma interface muito minimalista, a maioria das pessoas odeia … isso era bem fácil de ver na época do Windows 7, que eu achava bem tosco em relação ao Gnome 3

      normalmente quem usa Gnome também usa algumas “extensões” (pensem em “extensões” do Firefox ou Chrome) … uma extensão essencial para mim é a “dash-to-panel”, que está quebrada no Gnome 41, então estou usando como substituta a extensão “dash-to-dock” … nos dois casos, uso em modo auto-hide na borda superior

      1. Eu sigo essa linha, José. A gente se acostuma. Porém, acho que existe uma diferença entre acostumar e tolerar. Acostumar é um processo normal, é a curva de adaptação, é dispor-se a entender e assimilar as convenções de um software. Não dá para sair do Windows e esperar que o Gnomeo ou o KDE funcionem da mesma maneira. São propostas diferentes, então tem que sentar a bunda na cadeira e quebrar um pouco a cabeça até se acostumar.

        Designs ultrapassados, falhas/bugs ou fluxos contraintuitivos a gente tolera. Não é o ideal, todo mundo sabe disso, mas é o jeito — ou toleramos, ou buscamos alternativas. Muitas vezes toleramos detalhes de um todo que funciona/agrada/é útil. Faz parte do jogo.

        De qualquer maneira, um esforço, ainda que mínimo, sempre se fará necessário. A alternativa a isso se chama comodismo.

      2. agora, eu pessoalmente acho que o Gnome 3 (e agora Gnome 4x) tem a interface mais “avançada”, melhor inclusive que a do Mac, mas como é uma uma interface muito minimalista, a maioria das pessoas odeia … isso era bem fácil de ver na época do Windows 7, que eu achava bem tosco em relação ao Gnome 3

        Acho que o Gnome acabou sendo uma abordagem a frente do seu tempo, por ter um design que preza muito pelo foco. Não era um problema na época do Gnome 3, mas certamente é hoje.

        Algumas das decisões polêmicas do Gnome são pela premissa de focar em atividades, como deixar a dock escondida e sem indicador de notificação, o que faz todo sentido pelo conceito. Decide deixar assim no MacOS também.

        Há 10 anos atrás, queríamos mais notificações/indicadores/informação sendo jogada para gente como é nos smartphones…o Windows até hoje tem essa dinâmica. Tem um interesse comercial por trás, mas é desesperador como eles tentam empurrar notícias do Bing em todo canto.

        Entendo que sejam jeitos diferentes de pensar, mas normalmente as pessoas interpretam como “sem sentido” ou até “idiota” se preferem um outro.

  20. Alguém aí usando o Shared With You do iOS/iPadOS 15?

    Eu não sei se mantenho os links no Safari ou vou deletando eles de lá conforme vou vendo, como uma Reading List.

  21. estou para comprar o novo macbook pro, m1 pro mas, estou na dúvida quanto a quantidade de memória RAM. o modelo mais básico já vem com 16GB (atualmente me atenderia super bem) mas, fico imaginando se não chuto logo o balde e compro 32GB por mais US$400 mas ai vem a dúvida, será que vale a pena pensando em ter o notebook por pelo menos uns 5 anos (se der, até mais)? eu sou desenvolvedor, não vou trabalhar com vídeo/gráfico com ele mas, não sei o quanto a memória será importante nos próximos anos

    1. Não sei se você trabalha/já trabalhou com macs, mas eu chutaria que o mais básico te atenderia bem. Atualmente trabalho com um macbook pro (intel) com 16GB e atende muito bem… Subo containers com modelos relativamente pesados, várias janelas de navegador e VS Code aberta e só desligo o mac mensalmente e ele continua liso. Eu iria pelo mais básico, até pq os mais caros estão bem $algado$

      1. então, eu montei um hackintosh com 16GB de memória, eu sei que não é o melhor cenário para tirar uma conclusão mas, eu uso normalmente 13GB, a minha dúvida é, esses 3GB livres darão conta nos próximos 5 anos? tipo, eu sei que o macbook mais simples irá me atender super bem mas, minha preocupação é durabilidade pois, gastar o valor cobrado pelo macbook para ter que trocar daqui dois anos é uma dor sabe? kk

        1. Já vi workflow com o Air de 8GB, aguentando muito mais que um Windows de 16GB, a memória unificada do M1 + Swap pro SSD rápido ajuda bastante.
          16GB no M1 é mais do que o suficiente pra muita coisa, não dá pra comparar com 16GB em uma máquina normal (baseado no que vejo por aí)

          1. entendi, vou procurar saber mais dessa interação do M1/Ram + Swap pois é muito caro pagar 400 por mais 16GB de RAM

        2. Então, mas quanto desses 13GB são cache? O Mac reserva MUITA memória de cache que, quando “estressado”, o sistema comprime/joga fora. Além disso, por causa das memórias persistentes muito ágeis, vc mal percebe o swap em um mac quando acontece

          1. 3GB de cache, ele inicializa o sistema com 5GB em cache, mas conforme eu vou usando, ele vai diminuindo isso

    2. Vou partir do princípio que se está perguntado consegue pagar os US400 a mais.
      E é uma ferramenta de trabalho.

      Eu faria esse esforço pra ficar com ele mais tempo.
      Qdo comprei um em 2013, valeu ter feito esse esforço a mais. Me garantiu uns 2 anos a mais de uso pro trabalho e funciona lindo pra uso não profissional. Ficou como máquina secundária de casa, substituindo um notebook de 2015/6 (já com um SSD simples).

      Enfim, nada barato, mas considerando um cenário de longo prazo, pensou que valha o investimento , até pq ante a disponibilidade de mais memória atual, os sistemas tendem a serem projetados para fazer melhor uso desse “a mais”.

      1. e o que eu tenho pensando, mas conforme comentado acima, tem essa questão do swap que a apple tem melhorado a interação, vou procurar saber se é o mundo ideal para evitar comprar mais memória..

    3. Penso que na falta de poder fazer upgrade, e como já vai pegar o pro max, valeria a pena pegar 32GB de uma vez, considerando os 5 anos. 5 anos é bastante tempo, e sabe-se lá quantos GB um navegador ou outros programas estarão usando de RAM.

      Pensando no cenário de 5 anos, são 80 dólares por ano. 6,66 dólares por mês.

      Acho que vale a pena.

  22. Hoje as pessoas podem fazer eletrocardiograma a qualquer momento do dia usando tecnologias como a que existe no Apple Watch. Será que nas próximas décadas vamos ter diagnósticos preditivo a ponto de tratar a doença previamente e aumentar a expectativa de vida para os 100 anos? Se isso acontecer, o governo será obrigado a dar um bolsa Apple Watch para que a chances de viver mais não seja apenas um privilégio dos ricos?

    1. Não é bem novidade que ricos têm tratamento médico bem melhor que a média. Acho que o Apple Watch inaugurou uma nova fase, ou uma nova retórica, que disfarça a manutenção desse privilégio como democratização. “Fulano evitou um ataque cardíaco graças ao Apple Watch que o alertou” é o tipo de notícia que ignora as milhares (milhões?) de mortes por motivo parecido que poderiam ter sido evitadas com exames normais, de rotina, que não são feitos por falta de grana, negligência ou qualquer outro motivo não-tecnológico. Acho tudo isso muito trágico.

      1. Produtos e serviços Apple são dois cenários, dentro dos EUA que a maioria tem chance e tem os produtos Apple e Brasil que tem os produtos para uma minoria. Lá boa parte dos locais um simples discar para o 911 ou outro atendimento em poucos minutos estão na sua casa diferente daqui que tbm passa a ser uma minoria um atendimento rápido, uma minoria com atendimento privado…

        1. tem os dois lados da moeda – BRASIL: o apple watch é caro mas o serviço médico é público, aqui se privilegia a medicina corretiva.
          EUA: o apple watch é barato mas o serviço médico é privado e caro – usar sensores barateia a prevenção.

          1. dflopes exato, lá não é de se admirar alguém q tenha o apple watch e tenha desativado a conexão para discagem para o pronto atendimento, para não correr o risco de ter de pagar a conta depois q sair do hospital

        2. você sabe que as pessoas lá fogem de ambulância pra não ter de pagar as contas absurdas, né?

          eu concordo com ghedin: trata-se de uma solução individual e exclusivista para um problema coletivo — problema coletivo agravado pela subtração dos ricos

    2. Acho que antes de termos uma “bolsa Apple Watch” deveríamos aprender a comer melhor e fazer mais exercícios, resolveria 90% do problema sem firulas eletrônicas.

    3. Sugiro escutar o episódio sobre exames médicos do medicina em debate. O monitoramento em tempo real é algo incrível , mas em muitos casos a prevenção por uma rotina mais saudável (se isso é possível em um contexto de precarização da vida) é melhor do que ficar fazendo exames ou monitorando todos seus passos(alô privacidade).
      https://medicinaemdebate.com.br/2021/08/quando-fazer-o-seu-check-up/
      “O desejo de realizar os famosos exames de check-ups é, certamente, uma das principais motivações de busca a um consultório médico. Mas os tais check-ups são realmente importantes? Ou que é e o que não é importante quando falamos em realizar este tipo de exame? “

  23. Alguém tem algum macbook M1 e utiliza softwares jurídicos?

    Estou pensando em pegar um, mas tenho receio em relação a incompatibilidades.

    1. Olha, eu não tenho mas, se ele já funcionava nos Macs anteriores ele deve funcionar sim no M1

      1. Sempre venho bastante gente reclamando que tem problemas…, vou pesquisar um pouco mais.

    2. Rosetta 2: Se já existir versão do software para Mac, mesmo que intel, o M1 vai rodar por emulação.

      1. E pesquisando aqui o pessoal parece que sempre arruma um jeito de rodar.

    3. segundo os respectivos sites, shodo e pjeoffice funcionam no MacOS. aparentemente o navegador pje foi descontinuado e eu nao faço ideia se o Firefox esr 51 roda

    4. Olá, Matheus. Nunca tive um Mac justamente por ter esse receio no quesito compatibilidade. Mas pelo que vejo o pessoal comentar já na época dos processadores Intel dava bastante dor de cabeça pra usar na área jurídica. Principalmente pje e certificações digitais

      1. Estou precisando trocar de notebook e quase comprando um mac.

        Meu receio é que vou começar em dois estágios de direito agora, ambos em órgãos públicos, em um deles sei que vou utilizar o Pje pelo Firefox, mas como esse é presencial na maioria dos dias, não terei muitos problemas.

        Já o segundo é completamente remoto e não sei quais softwares serão necessários.

        Como estava querendo pegar o M1 através de importadores não terei a possibilidade de utilizar os 7 dias de arrependimento. Acho que vou esperar a black e tentar encontrar um preço de até 6,5k em alguma loja grande.

        Obs: Utilizarei o computador para design também, se fosse somente para estágio seria um desperdício.

  24. Li e reli sobre o Metaverso, e só eu acho que ele vai “Flopar”?.

    Eu não consigo ver ele de outra maneira do que um second Life de realidade virtual onde você pode usar o zap e face da vida real no virtual pra conversar com os seus amigos.

    Fora que não parece prático pelo menos do jeito que eu entendi.

    Tem que usar VR? e se for escrever um texto por lá ou falar, vc vai ter que digitar num teclado virtual ou normal?

    1. Parece todas as piores partes da internet combinadas. Aquelas prévias da Microsoft com o Teams no multiverso ou do próprio Facebook fazendo reuniões com avatares 3D…? Por que alguém iria querer isso??

      1. Exatamente você olha o teams com o multiverso e pensa, em que diabos isso é intuitivo ou útil?

    2. Pra mim o tal “metaverso” é só um delírio de um megalomaníaco que vê o seu império sob ameaça e precisa, urgentemente, ditar o que será a “próxima grande coisa”.

    3. a geração q cresceu jogando minecraft e fortnite vai curtir.

        1. Concordo com o Fabio. Quem tem +25 anos, acha meio exagerado viver essa “realidade paralela”, mas crianças e adolescentes que estão crescendo jogando Minecraft, Roblox e mais alguns jogos que nunca joguei na minha vida vão achar super natural interagir com amigos e realizar outras atividades no metaverso.

          Aliás, o metaverso me lembra muito vagamente o Buddy Poke do Orkut, mais alguém também vê semelhanças? ahahah

        2. Agora eles viverão em vários… Especialmente quando os dispositivos de VR forem mais leves, sem fio e com conexão simples, creio q a adesão vai ser grande. Qdo vc experimenta algum jogo VR, sendo ele bem feito, claro, a experiência é bem interessante (só que exaustiva).

    4. Vai ser Hilário ler esses comentários daqui uns 3 anos com o Zuckerberg no cangote de geral aqui, uma vara de pescar na mão e pedra de crack amarrada na ponta.
      A gringada já fez uma vez, vão fazer de novo.
      Enquanto tu pedir ifood ou tiver a rede social que for, tenha certeza que o zuckito te pega no cabresto e abate mais que conlhueiro de JBS irmão.
      Fé, que o fim chegue. (no caso, pra mim, a porra de 90 mil reais preu entrar num empréstimo e viver no cu do cu de uma zona rural – local que minha família nunca devia ter saído, mas teve que por conta desses merdalhão industrialista)

    5. No geral só marca se empolga, é um espaço criado para o mercado publicitário. Tudo bem que nada é de graça, mas pagar por um troço para entrar em um ambiente com o propósito de ver anúncios me parece ir longe demais.

      Porem, Alexa e live shop estão aí como indícios de que estou errada.

  25. Meu post é mais um desabafo:
    Estou fazendo uma investigação e check up em vários médicos nas últimas semanas.
    Eu fico chocado com a falta de cuidado com os nossos dados. Pedem nossos telefones, e-mails, endereços no meio de uma recepção lotada onde qualquer um pode fazer mau uso dessas informações. Até podem acabar nos expondo a situações que são delicadas ou vergonhosas pra gente, como motivos do exame ou até mesmo qual exame está sendo feito.
    Em segundo, a acústica inexistente nesses locais: se for um ambiente silencioso, você consegue ouvir até mesmo toda a conversa entre médico e paciente. Eu, que tenho uma voz grave, fico extremamente receoso, já que o som se reverbera ainda mais.
    Agora imagina se a gente entrasse em mais detalhes: se eu quisesse saber como são os procedimentos de esterilização dos equipamentos dos médicos ou até mesmo, antes da consulta, quais protocolos de segurança contra COVID que o médico está usando. Já sou mal atendido por padrão, imagina se questionasse um pouquinho mais…

    Muitas perguntas nessas poucas linhas. Não vou nem me dar ao trabalho de dissecá-las.

    1. Entendo e simpatizo com o que você está relatando. Clinícas não são nada privativas, e muito difícil a maioria ter um sistema seguro que armazena os nossos dados por aí.

    2. Meu irmão ficou internado em um hospital ano passado, e na recepção, um banner bem grande dizia: “O hospital não faz cobranças por telefone” ou algo assim, e mais alguns detalhes pra evitar que muitas pessoas caiam nesse tipo de golpe. Ou seja, não é muito difícil imaginar que pessoas de dentro do hospital vazam essas informações pra golpistas.

      1. Vazar?

        o próprio Hospital vende essas merda.

        Não tem diferença entre Hospital Privado e a Claro.

    3. bom levantar isso aí
      faz algum tempo que isso me incomoda
      será que não dá pra usar a LGPD pra reclamar ?
      a LGPD tem algum órgão fiscalizador ?

      ps. acho que deveria ter prestado mais atenção no cursinho de LGPD que a empresa me obrigou a assistir uns 15 dias atrás

      1. Toda empresa precisa ter um encarregado de proteção de dados. Em tese, ele é o ponto de contato entre o negócio e os clientes, mas não imagino pequenos consultórios (a maioria) tendo isso. Acabei de consultar com uma médica que não tem ninguém na recepção, é ela quem cuida de tudo.

        Acho que conversar é uma boa, sabe? Ainda que não mude as práticas do local, ajuda a conscientizar. É assim, aos poucos, que a gente muda padrões e processos ruins — às vezes, as pessoas envolvidas não têm nem a noção de que aquilo que estão fazendo não é muito bacana ou poderia ser feito de outro jeito melhor.

        1. Em alguns casos acho que já é possível cobrar a responsabilidade das empresas.

          Estou pensando em grandes laboratórios de análises clínicas. No laboratório que normalmente uso é visível que eles têm MUITO dinheiro.

          É questão dos usuários se conscientizarem e começarem a cobrar. Hoje, acho que apenas 0,01% (chute total) dos usuários desses laboratórios possuem essa conscientização.

  26. Olá pessoal, hoje de manhã…meu MacBook começou a ter um problema na tela. Provavelmente é o “cabo flat” porcaria desses últimos, no qual a tela apaga ao abrir completamente.

    Eu moro do lado da Santa Ifigênia, suponho que tenha alguma assistência boa aqui próximo. Alguém já precisou arrumar MacBook por aqui?

    1. Me lembro de um em uma galeria da Rua Aurora perto do 1 dp. Mas tem um na Galeria São Paulo (vitória/aurora) também.

    2. troquei a bateria do meu (mid 2014) no MacClub (acho que nessa galeria citada por Ligeiro)

      ficou OK, mas não sei avaliar o serviço tecnicamente

      1. Valeu @Ligeiro e @gabriel, dar uma passada por lá! Lembro que vocês tinham comentado sobre isso, vou dar uma passada hoje se conseguir sair mais cedo.

    1. Essa questão de copyright no YouTube é bastante peculiar: o site deu de ombros para essas questões enquanto foi necessário para se tornar o principal site de vídeo e se distanciar da concorrência, pra só depois começar a agir.

      Mas tem também a questão dos trolls de copyright, empresas que adquirem direitos de obras com pretenção nenhuma além de abrir litígio contra outras pessoas que eventualmente usem elas.

  27. Será que existiria internet, tal qual temos hoje, sem anúncios? Existiria outro modelo de negócio possível para as empresas que não o de anúncios? Fico com a sensação de desde que a internet é internet (anos 90 em diante) ela é totalmente baseada em anúncios.

    1. Acho que o cerne da questão não são os anúncios em si, mas na quantidade deles. É 30 anúncios em vídeo, 58 no meio do texto, 29 na lateral e 25 anúncios em tela cheia. Aí o teu PC Gamer ficaria tão útil quanto um PC do Milhão.

      Depois acham ruim que se coloque adblock, paywall, essas outras coisas.

      1. Eu iria um pouco além: não é só a quantidade, mas a qualidade e as circunstâncias. A publicidade sempre se preocupou com segmentação, mas a internet levou isso a outro nível e instituiu uma (falsa) necessidade de que é preciso extrair o máximo de dados dos consumidores para exibir anúncios a eles. O que deixa computadores e celulares lentos é esse aparato — os anúncios em si são leves; os códigos de captura de dados e monitoramento dos usuários são pesados.

        Existe uma diferença enorme, multifatorial, entre um anúncio direcionado no YouTube ou Instagram e um banner de publicidade veiculado aqui no Manual. (Spoiler: falaremos disso no Guia Prático que sai amanhã.)

        1. Com certeza, vou querer escutar. É já aproveitando, quando será o próximo Tecnocracia?

  28. gente, o que aconteceu com a aba “Mais recentes” da busca do twitter?

    antes ela dava resultados cronológicos e com atualização instantânea, agora os resultados são similares aos da aba “Em Destaque”

    1. Aqui continua aparecendo e funcionando normalmente…

      (Cuidado REAL se você for pesquisar a palavra “teste”.)

    2. será que é só no aplicativo? vi mais gente reclamando disso também

      de fato, a versão web está normal

    3. No app tenho visto publicações com mais de 10 anos para algo que está nos Trending Topics! Tem que ser erro, não é possível que tenham achado isso uma boa ideia.

  29. Eu, como surdo e criador de um Manual de Acessibilidade para as Redes Sociais, me questiono: como motivar e incentivar as pessoas a serem inclusivos? Pois já cansei de ter que ir na DM dos influenciadores, dos ativistas, das pessoas comuns, enfim, para tornar o conteúdo acessível.

    Não só isso, quero que as empresas, agências de PR e PP, etc, também se preocupem com isso.

    A acessibilidade deveria ser um dos pilares na hora de programar um perfil (ou arquitetar um edifício!) e nunca algo secundário. Incomoda-me demais essa visão de que ela é secundária.

      1. Sim, eu li e fiquei muito feliz ao saber, através dessa coluna, que você se preocupa e se mobilizou em prol disso. Digo isso pois poucas pessoas se preocupam de fato com isso. De fato, concordo muito com as colocações do Torniero e da Larissa. A acessibilidade é útil para todo mundo, mesmo que não tenha deficiência.

        Claro que vou adorar falar contigo sobre este tema sim! Enviarei a ti um e-mail para aprofundarmos mais sobre isso. No entanto, gostaria de trazer para ti (e para os outros o Manual de Acessibilidade para Redes Sociais que eu criei [e que pretendo tornar ele público para que possam ajustar e melhorar ele. Ainda não fiz isso pois quero buscar uma forma segura e justa.]).

        Segue aí: https://bit.ly/3ydP871 :)

    1. Vou falar como alguém que deveria ter mais empatia com pessoas com necessidades especiais, mas falho miseravelmente: creio que o problema maior é a falta de interação maior entre PNE e pessoas sem necessidades.

      Digo isso pois tento auxiliar um PNE que tem problemas de visão. Noto que a empresa onde ele recentemente entrou está procurando um esforço para ele trabalhar com mais conforto, no entanto, no caso dele, apesar dos equipamentos atuais, a necessidade de visão dele é um pouco fora de padrão (ele tem problemas de foco a ponto de ser necessário ele aproximar o que ele quer ver para achar detalhes).

      Mas isso soma-se também as questões culturais (noto que se faz mais aos PNEs por “piedade” ou “favor” do que “porque eles são seres humanos e precisam de respeito para serem entendidos”.) No caso de surdos, eu queria era não ter preguiça de ir atrás de um curso de Libras. Já atendi uma vez uma surda, mas não atendi as expectivas dela de forma plena.

      (Espero não ter falado besteira)

      1. Olá Ligeiro! Espero que esta mensagem te encontre bem! =D

        Antes de tudo, gostaria de corrigir algo que pode parecer trivial, porém para mim é importante: é pessoa com deficiência e não com necessidades especiais. Eu possuo uma deficiência e não preciso de alguma necessidade especial (sic). A palavra “especial” traz uma entonação horrível.

        O correto é PCD. E não é uma bronca, tá? Rsrs. É só uma correção amigável.

        Agora vamos ao que tu disseste: Certo. Em algum momento ele foi perguntado se os equipamentos, as adaptações etc eram adequadas e dentro dos critérios dele? Se a resposta for positiva, não tem muito o que fazer. Só deixe ele consciente de que vocês estão dispostos a adaptar, a melhorar…e que ele pode confiar. Isso é importante.

        Sim, tem a cultura da piedade. O que eu odeio bastante. Eu sofri bastante com isso. E sofro ainda, viu?

        Mas, poxa, tente aprender Libras. Vai ser importante para ti e para a pessoa surda!

    2. Oi, Jorge! Trabalho no IMS, e eu vi q vc o visitou recentemente. Espero que tenha gostado da visita. Estou na área digital e sempre q posso tento incluir recursos de acessibilidade nas minhas atividades que de algum modo chegam ao público, mas ainda tem sido difícil fazer isso de maneira mais ampla (em todos os sites, em todos os eventos online etc). Te convido a ver um evento no qual fiz parte da produção chamado III Fórum de Acessibilidade: https://ims.com.br/eventos/3-forum-de-acessibilidade-2021-museu-acesso-e-afeto/. Seria legal saber o q vc acha de iniciativas assim.
      Fizemos uma live ontem e hoje, mas a de hoje contou com a presença de Priscilla Leonnor, uma mulher preta e surda, professora na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e a mensagem dela foi muito impactante.
      Sinceramente, sinto até vergonha por não saber Libras e me ver impossibilitado de dialogar com uma pessoa surda. Pretendo estudar no próximo ano. Espero q consiga avançar.
      Vou acompanhar as suas postagens com atenção!

      1. Ahhh, agora está explicado! Rsrs
        Achei estranho quando o IMS compartilhou do nada uma publicação minha com fotos que tirei durante a visita. kkk

        Eu fiquei sabendo desse fórum sim! Pena que não consegui acompanhar a live, mas pelo o que vi no link que tu compartilhaste, está tudo gravado e disponibilizado no YouTube do IMS, né? Vou assistir tudo, prometo!

        Quanto a tu aprenderes Libras, fica aí o meu incentivo! Ainda mais que trabalhas com redes sociais! Alias quem sabe tomar um café e papear comigo lá no IMS, em alguma próxima visita!
        Aproveito para dizer que se precisar de um outro olhar sobre acessibilidade, pode me procurar! Vou adorar ajudar.

        Abraços!

        1. Opa! Geralmente compartilho algumas postagens de pessoas que vão às exposições. Como vi seu perfil do Instagram, aproveitei pra compartilhar a sua também. Gostaria de conversar contigo em algum momento. Talvez até meu colega, o Júnior, que manja de Libras, também queira. Depois te mando uma mensagem. Eu não vou muito ao IMS, pq trabalho remoto, mas às vezes dou um pulo lá pra produzir algum conteúdo específico. E obrigado pelo incentivo! Acho que faz sentido conhecer a linguagem não só pelo trabalho, afinal há pessoas surdas em toda a sociedade.

  30. Essa semana rolou uma discussão extensa no grupo de apoiadores sobre privacidade, maneiras de engajar pessoas ao redor à soluções mais éticas e outros aspectos que circundam o tema. Num momento próximo nessa linha temporal o Telegram declara que passará a promover Ads e surgem rumores na internet sobre uma possível subscription para não vê-los.
    Tudo isso me leva a questionar se existe um modelo de negócio comercial ético quando a gente fala de serviços na internet. Se cada serviço cobrar uma subscription para uso (modelo mais popular) não vai ter rendimento financeiro pessoal que sustente uma vida digital, ao passo que a minha privacidade é uma moeda ainda mais cara que isso. Alguém conhece alguma iniciativa ética e sustentável que foge dessa encruzilhada?

    1. O elementary OS tem um modelo de monetização interessante, pague-o-que-quiser (recentemente mudaram pra pague-o-que-puder). Na hora de baixar, ou até mesmo na loja de apps, você pode digitar qualquer valor (inclusive zero). É claro que a grande maioria das pessoas que pode pagar ainda assim escolhe $0, mas o número de pessoas que escolhe pagar consegue sustentar o projeto e manter ele funcionando para todos.

      Não é algo que seja extremamente lucrativo, eles não vão ficar ricos, mas acho legal que é possível pagar alguns funcionários, pagar despesas de servidores, e ainda tem uma sobra pra ir crescendo a empresa, com esse modelo.

    2. Opa, Fernando. Tranquilo?

      O que mais te incomodou em relação aos anúncios do Telegram, por exemplo?

      Abaixo o link das postagens oficiais do Durov em relação aos anúncios nos canais do aplicativo. Se trata de uma tradução automática, os links oficiais estão no final de cada texto.
      https://txt.fyi/-/21314/3afb6900/

      1. Meu incomodo não é o anúncio. Meu ponto é pensar um modelo de negócio diferente do que vem se desenhando (alma do usuário X assinatura), uma vez que a assinatura – que pra mim parece ser o modelo mais ético – pode ser um problema se adotado por todo mundo. Meu incomodo é pensar uma realidade no futuro em que – pra não ter a cor das minhas meias vendidas na internet – e-mail, mensageria, notícia, conteúdo on demmand tenham assinaturas que se somam aos custos da operadora de telecom. Esse modus operandi me faz imaginar um futuro em que privacidade seja (mais um) privilégio dos abastados.

        Ponto que precisa estar claro: as iniciativas precisam existir e precisam de dinheiro.

    3. Talvez o fim do capitalismo resolva isso (?)

      Estou aqui clamando às almas especializadas sobre isso para opinar.

    4. Cara, minha atual visão me leva a crer que não existe modelo de negócio ético. Considerando que um negócio tem por objetivo o lucro, quando se torna muito grande ou entra para a bolsa de valores, a ética sempre será deixada de lado em detrimento de meios de se lucrar mais. O que escapa disso são negócios pequenos e/ou de nicho e podemos aproveitar nesse estágio. Conforme cresce vai ficando mais caro e incrementando recursos e até serviços que começam a minar privacidade. É complicado… Privacidade eu vejo como um dos fatores para uma vida saudável e assim como alimentação e exercícios, você tem que gastar para manter e quase sempre mais caro que o comum.

  31. 5g é importante pra você? Qual sua previsão de comprar um novo aparelho que suporte a tecnologia?

    1. Amigo, eu comprei um telefone e só no uso fui descobrir que não acessava nem o wifi 5GHz, hahaha (chorrindo). Ou seja, provavelmente só vou comprar outro com essa tecnologia quando/se virar padrão.

    2. Meu iPhone 8 Plus ainda aguenta uns bons dois anos, na troca eu penso em já pegar um com suporte ao 5G, talvez o iPhone 12…

    3. eu não faço questão, o 4G já é rápido o suficiente pra mim, mas espero que com o 5G os vácuos que tem em alguns lugares sejam supridos.

      1. Dada a faixa de frequência da nova tecnologia, eu diria que na verdade o 4G é que vai suprir os vácuos em alguns lugares onde o 5G não vai chegar, kkkkkkkk

    4. Bom, eu troquei de celular em Abril/21. Pretendo ficar com o mesmo aparelho por uns 3 anos. Ainda não é com 5G, mas na próxima troca vou considerar o 5G como requisito.

    5. Não me fará diferença. 5G não vai substituir 4G, é apenas uma adição de rede. Provavelmente nao fará muita diferença para uso em smartphones.

    6. Vou esperar melhorar que nem 4G. Ainda me lembro das postagens e notícias sobre celulares quentes e gastando muita bateria quando com os dados móveis ligados, no momento em que a tecnologia ainda era nova. Sem pressa.

    7. Um detalhe importante nesse debate é que, pela primeira vez, uma tecnologia de internet móvel não tem como foco celulares. O grande lance do 5G é estender a conectividade a outros tipos de artefatos/objetos — carros, TVs, equipamentos médicos, o que a sua imaginação quiser. Por isso a diferença (consequentemente, a urgência para a atualização) em celulares será menor. Há ganhos, as velocidades são maiores e a latência, menor, mas não é uma mudança tão grande quanto foi do 2G para o 3G e, principalmente, do 3G para o 4G. Sem falar que, como comentou o @ytrewqbvcxz, o 4G continuará recebendo investimentos e será suplementar ao 5G.

      Dito isso, eu não me preocuparia com 5G no celular pelo menos até 2026. Se meu próximo celular tiver compatibilidade, ótimo, mas se não tiver, sem problema.

      1. A chegada do 5G em algum momento em 2022,deve baixar relativamente os valores dos smartphones ,especialmente da maça.

  32. Olá pessoal, eu tenho um notebook lenovo ThinkPad L13 e gostaria de ligar 2 monitores nele, ele não tem entrada dvi então tentei comprar um adaptador USB para HDMI mas não funcionou, o windows não reconheceu o driver do adaptador e não tive coragem de instalar o que o vendedor do ML me indicou (de um github de um cara random chinês) enfim, gostaria de saber se alguém utiliza 2 monitores no notebook e como fez para funcionar?

    1. Eu instalei o driver chines para um cliente e tudo ok. O ideal é achar alguma fonte que você confie para puxar o driver. Faria assim:

      – Supondo que está no Windows 10, vá em Menu Iniciar > Configurações (engrenagem) > Sistema > Sobre (ou digite “Sobre” no campo de pesquisa).
      – Clique em “Gerenciador de Dispositivos”
      – Ao abrir, verá uma caixa com os equipamentos e drivers instalados em seu computador.
      – Coloque o adaptador USB-HDMI para ver se aparece algum novo equipamento.
      – Se aparecer um equipamento com um Triangulo amarelo ou algo que indique que o driver é desconhecido, vá nele, clique com o direito e entre em propriedades
      – Vá na aba detalhes, e no campo de propriedade, veja “ID de Hardware”
      – São um conjunto de 8 números na forma VID1234&PID4321. Copie o campo deles e pesquise na internet (pode se pesquisar como VID 1234 PID 4321 também).
      – Veja algum site confiável com o driver. Ou pegue o nome da empresa que produziu o chipset pois pode ser que eles tenham o driver também.

      Opção “preguiçosa” – use o Snappy Driver Origin. https://m.majorgeeks.com/files/details/snappy_driver_installer_origin.html (gosto de pegar daqui pois não vem Bundleware)

      1. Lembrei de algo – aparentemente alguns tipos de USB – HDMI tem problema em se conectar em USB 3.0 (não me pergunte porquê). Tente achar uma porta 2.0 para testar também.

    2. Eu comprei uma dockstation da Lenovo. Conecto apenas um cabo no meu ThinkPad: um cabo USB-C. Tenho duas entradas DisplayPort e uma HDMI, além de cinco entradas USB-A, mais uma entrada USB-C, mais uma entrada de áudio… Achei melhor do que me aventurar em adaptadores que podem ou não funcionar. O suporte para Linux também é excelente, funciona sem problemas.

      1. Um USB – HDMI é entre 50 a 100 reais.

        Um Dock tou por fora. Mas creio que passa 300 $ fácil.

        1. Sim. O meu dock foi bem caro, quase dois mil reais, mas ao mesmo tempo, eis o meu caso de uso:

          – Frequentar aulas de graduação pelo menos cinco vezes por semana com o mesmo computador (isso seria tirar e colocar cabos de todos os periféricos em todas as portas disponíveis pelo menos dez vezes por semana).

          – Conectar dois monitores, teclado, mouse, microfone, KVM, portas USB-A dos monitores, cabos externos ocasionais (HDD, telefone, Kindle).

          Valeu bastante a pena para manter tudo num cabo só!

          1. Sim, um dock tem uma utilidade altíssima. Não exatamente desmereço, o ponto é que de fato, o orçamento as vezes conta.

            Tinha um cliente meu que precisava de uma segunda tela em um All-in-One. Resolvi experimentar com ele o USB-HDMI e deu certo. Apesar de não estar na resolução ideal, de qualquer forma o ajuda.

  33. Alguém já viajou com pets (cachorro) de avião para o exterior? Foi tranquilo?

    Agosto do ano que vem, viajarei pra Itália por uns 3 meses (reconhecer cidadania), e não queria me separar da pimpolha. Pelo tamanho dela vi que posso levar na cabine como bagagem de mão, mas tenho medo de ela sofrer bastante pela pressão e tals.

    1. se vai contigo aparentemente não tem tanto problema. O problema é se ela fosse no compartimento de bagagens. creio que será menos problemático do que pensa, dado que há pouco tempo que tem legislação permitindo o embarque de animais com pessoas. Claro que deve se atentar a necessidade de carteira de vacinação do animal – já vi um caso em ônibus de embarque impedido porque a pessoa não tinha a carteira de vacinação do animal.

    2. Eu levei minhas gatas para a Europa. Vieram ambas na cabine comigo.
      Uma delas ficou inquieta e miava, outra simplesmente ficou só nervosa e fez nada. Então acho que não dá para saber o comportamento que vai rolar no momento.
      Eu recomendo só levar várias coisas para limpeza e muda de roupa. As minhas gatas comeram nem beberam nada, mas uma delas fez xixi assim que chegou.
      Acho que você deve estar atento já com o processo de chip, sorologia. Mas vale lembrar porque as regras da Europa são bem chatas em relação a animais.

      1. Ótimo saber. A minha cachorrinha é bem comportada, porém é medrosa, então eu tinha pensado em talvez dar algum “relaxante” (receitado por veterinário) pra ela dormir tranquila durante a viagem.

        Sobre o processo, sim estou ciente, a vacinação está em dia e vou providenciar o chip já no início do ano que vem. Meu único receio é com o fato de ela ter sido adotada já mais velha – tem cerca de 8-9 anos, e não tem histórico dela antes disso. Mas acho que por estar com a vacina em dia nos últimos 3 anos, não teremos problemas.

        1. Nenhum problema! Só são relevantes as vacinas depois de colocar o chip inclusive.

  34. Estou começando a mudança de apartamento e meio paralisado pelo tamanho da tarefa — e olha que moro num lugar pequeno e nem tem tanta coisa aqui. Alguma dica para amenizar o sofrimento (ou facilitar o processo)?

    1. Boa sorte! Com certeza não é um processo tranquilo, mas dá para curtir.
      O que fiz foi fazer coisas que precisavam da casa vazia antes de tudo. Pintar parede, pendurar luminárias, tudo isso fiz antes de colocar móveis. Tive direito a folga, o que foi bom porque só me preocupei com isso e podia ir na lojas facilmente se faltava alguma coisa, tipo ferramentas.
      Também tentei agendar as entregas de modo que tudo chegasse numa ordem especifica. Por exemplo, chegar o armário antes dos pratos. Mas é que eu me mudei com quase nada, não sei se esse é o seu caso 😅

    2. Aconselho a encaixar as coisas miúdas primeiro, que é o mais chatinho, escritório, banheiro e cozinha e tal. Deixar quarto com roupas por último.

      Nomear as caixas ajuda a lembrar o que tem dentro para desempacotar também.

      Geralmente supermercado tem caixa de papelão para dar. Para roupa eu particularmente prefiro colocar em caixa e/ou saco de lixo, por caber mais, porém acaba amassando mais do que se por em caixa.

      Como mudança é cansativo, deixar o mais chato pro final é complicado.

      Nos últimos 2 anos morei em 5 lugares, então to treinado em mudança.

    3. Se o lugar que você estiver indo não for muito grande, uma ideia inicial de “aonde vai o que” ajuda a priorizar o que descarregar primeiro. Passar a estante do escritório pela sala depois que o sofá estava instalado foi bem doloroso aqui. Um dia de folga no dia após a mudança pode ser muito bem vindo.

    4. Força e foco sem olhar pra trás nem pra frente. Não se perca em detalhes demais. O processo é um tanto caótico (acho até mais paralisante na chegada que na saída). Buena suerte!

    5. Organiza o que vai comer. Tanto antes de sair da casa velha, quanto o depois, quando a mudança estiver da porta pra dentro da casa nova. Feito isso, garantir que o quarto esteja limpo e o chuveiro funcionando. O resto, ao longo dos dias se ajeita.

    6. Se for em um prédio ou condomínio, evite mudar no sábado, geralmente há restrições de horário de mudança nos finais de semana.

    7. Aproveitando o fio. Estou procurando por imóveis. Vou sair da casa dos pais(situada no interior) e me mudar para o centro, ou bem próximo dele.
      Gostaria de ouvir vossa experiências ao procurar imóveis e com mudança.
      Válido falar que trabalho de casa, e pretendo me mudar com a namorada.

      1. corretores vão sempre querer te enrolar. faça mais de uma visita ao imóvel, em horários diferentes. teste tudo que for possível, todos interruptores, torneiras, descarga, portas de armários, janelas, dê uma olhada nos sifões (se estão com vazamento), nos sinais de desgastes em pisos e se as paredes possuem infiltração. quando o acabamento é em textura, desconfie; dê algumas voltas pela redondeza, toma café em uma padaria próxima do lugar pretendido e puxe papo com pessoas que trabalhe na região para saber como é o movimento, se é barulhento e ter percepções pela segurança do local; observe se as redondezas te atendem em termos de serviços do dia-a-dia, como feiras livres, sacolões, açougues e supermercados, além de lojas de utilidades, papelarias e afins; se for condomínio, converse com o síndico ou o responsável e procure saber qual são os serviços de internet disponíveis. vale também entrar em contato com as operadoras e ver se existem planos disponíveis que atendam a sua necessidade de trabalhar de casa.

        1. Estranho. Não sei se é impressão minha, mas as vezes que fui em Curitiba, é uma cidade bem tranquila. Em relação a São Paulo, o ruído e os incômodos são bem menores.

          Se bem que já fui em bairros mais periféricos em Curitiba, e o sossego é muito bom também.

        2. Cara. Eu tô exatamente nessa.
          Moro muito próximo ao centro, mas a 5 anos atrás era tranquilo. depois precisei inverter e o quarto do fundo que usava como escritório passei a usar como dormitório. Funcionou por uns anos. Mas hoje tá intolerável. Tá no top five dos meus objetivos ir para algum lugar mais silencioso.

    8. então, não é bem um conselho e sim um relato, eu me mudei até que bastante na minha vida, e nunca me preocupei muito com a maneira de organizar as coisas para levar e sim, me preocupei em como guarda-las para levar, lá no novo “lar” eu me preocupava em organizar as coisas nos devidos lugares

    9. Tente dividir as coisas em caixas pequenas, se você for transportar, e leve aos poucos pra casa nova. Tuas costas agradecerão.

    10. Desapego :)
      Nas poucas mudanças que fiz aproveitei para fazer aquele limpa e desapegar

    11. Da última vez que fiz a mudança, contratei um serviço de mudanças que fizesse tudo, empacotasse e guardasse tudo. Não precisei fazer muita coisa com antecedência, chegaram, trouxeram as caixas, desmontaram o que tinha q desmontar (guarda-roupas, armários), desinstalar o que tinha q desinstalar (máquina de lavar etc.). Fora que tinham caixas especiais para copos, todos os papeis para proteger coisas frágeis.

      Minha única função no dia foi coordenar tudo.

      E não foi muito mais caro do que se eu tivesse que encaixar tudo e já deixar pronto só para eles virem e carregarem.

    12. Antes da mudança vc tem que pegar cada item na sua casa e se perguntar: isso me traz alegria? Se liga: tem q ser item por item. Sua mudança vai levar alguns meses, mas é assim q se faz agora.

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