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Post livre #291

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha na segunda-feira ao meio-dia.

248 comentários

  1. Bom dia Ghedin,
    agora que notei que este post livre fechará segunda meio dia em vez de “em algum momento do domingo à noite”. Mudou algo permanentemente no editorial ou é só um teste ou é só eventual para este post livre? Abraço.

    1. Num dos posts de aniversário do site, alguém sugeriu estender o post livre até a manhã de segunda-feira, aí pensei e achei que valia a pena fazer esse teste.

      1. opa, nem tinha reparado nisso, quando abre o post livre eu vou direto pros comentários, nem leio o texto padrão, rs.

        isso é bom, pois raramente venho aqui no fds mas sempre venho na segunda de manhã e as vezes quero responder algo mas o post já está fechado, rs

  2. Indo pra duas semanas usando o Windows 11. Tenho gostado do sistema, não me deu grandes problemas até agora. Ao mesmo tempo, não dá pra afastar a sensação de que é só um “mod visual” do 10. A única nova funcionalidade que achei realmente inovadora e prática é o atalho pra dividir as telas. Como uso dois monitores, vem a calhar. De resto, mais do mesmo.

      1. É um atalho que ele te oferece layouts de divisão de múltiplas janelas pra otimizar a produtividade. Você consegue dividir em dois (ao meio), em dois (com um dos apps ocupando dois terços) em três ou em quatro.

        1. Ah sim!
          No Windows 10 tem um app do PowerToys, o Fancy Zones que faz isso. Legal isso ser integrado agora, é muito bom mesmo.
          O recurso nativo original do Windows 10 (acho que tinha no 7 também) só permitia dividir ao meio.

  3. ainda sobre o guia prático da semana e a conversa sobre o necessário tecnoceticismo após as abordagens talvez ingênuas que tínhamos do mundo digital até uns dez anos atrás

    recomendo a todos a leitura do livro From Counterculture to Cyberculture: Stewart Brand, the Whole Earth Network and the Rise of Digital Utopianism de Fred Turner, publicado em 2006.

    embora o livro tenha lá seus probleminhas — sobretudo por ser um pouco laudatório a respeito de seus personagens em vários momentos — ainda é uma leitura interessante passados todos esses anos. Ele descreve bem as ambiguidades, contradições e limites dos discursos e práticas que viriam a conformar a “ideologia californiana” citada no podcast

    vai aqui um trecho da introdução: https://imgur.com/a/FPNd9d7

    1. falei breve e lateralmente sobre stewart brand (citado no título do livro) em minha dissertação de mestrado: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-19122017-115011/pt-br.php

      é um personagem fascinante e também repleto de contradições

      ele esteve presente, como cinegrafista, na famosa “Mother of all demos” promovida por Douglas Engelbart em 1968 — na qual não só o mouse foi apresentado ao mundo como a possibilidade de videoconferência e um sistema pioneiro de hipertexto — e nos anos 80 criou a WELL, uma proto-rede social.

    1. Aventurei-me brevemente pelo Debian 11 e, logo mais (assim que eu me mudar), tentarei tornar o Fedora 35 meu sistema principal.

      1. No próprio MacBook ou em outro laptop?

        Tenho tentado encontrar um ThinkPad (melhor laptop para Linux), mas está bem difícil, os preços estão super salgados…

  4. Uma curiosidade do monitor 4K.

    Havia configurado o macOS para uma resolução redimensionada, de 2560×1440. O sistema informa, de modo sutil, que “Uma resolução redimensionada pode afetar o desempenho”. Havia ignorado o alerta desde que passei a usar o monitor.

    Agora, pouco, de curiosidade, fui fuçar nessas opções de tela. Aí coloquei a resolução no padrão/recomendada para a tela, que é 1920×1080. Aquela mensagem, afinal, não é de enfeite 😬

    Um local onde o “desempenho afetado” fica evidente é na linha do tempo do Audacity: ao dar o play, o cursor da faixa fica todo picotado, quase impossível de editar (foi dureza editar o último Tecnocracia). Eu achava que essa lentidão percebida no sistema era devido ao cabo HDMI, que faz com que a frequência de atualização caia para 30 Hz, porém não é o caso. Quando na resolução recomendada, o sistema se comporta como na tela nativa do notebook, incluindo o Audacity.

    O contra desse arranjo é que, em um monitor de 27″ com resolução em 1920×1080, as coisas ficam ENORMES. Talvez seja questão de costume. Espero que no Fedora e com o cabo quebra-galho que arranjei (DVI–HDMI) consiga uma resolução maior sem perda de desempenho.

    1. Então você decidiu se aventurar pelo Fedora, Ghedin? Estou esperando o lançamento do Fedora 35 para tentar transitar para ele também!

      1. Sim! O James me convenceu a dar uma chance ao Fedora. De fato, depois que conheci melhor o projeto achei o mais adequado ao meu perfil.

    2. então, pelo que entendi, apesar de ser um monitor 4k, no final a definição da tela, em função da resolução recomendada, é pior que a de uma tela “retina”, certo?

      1. Creio que não? Na real, a lógica é a mesma da tela Retina embutida do MacBook Pro — resolução de 2560×1600 pixels, mas o “tamanho real” das coisas corresponde a uma de 1280×800 pixels.

    3. Mas Rodrigo, o recomendado não seria a resolução nativa do monitor, isto é, 3840 x 2160? Por qual motivo tu usou a resolução “quebrada” do QHD?
      Talvez as coisas tenham ficado meio ruins justamente por tu ter usado uma resolução “fora de sincronia” com a tela. Explico melhor, o 4K possui exatamente o dobro de pixels tanto na vertical quanto na horizontal se comparado ao 1080p, enquanto o WQHD possui exatamente o dobro de pixels do 720p. A interpolação que o monitor vai ter que fazer para adaptar o WQHD a tela 4K é muito mais complexa que simplesmente adaptar o 1080p ao 4K.

      1. Talvez sim, mas na resolução nativa as coisas ficariam minúsculas. E, não sei se é limitação do macOS ou do notebook, a nativa nem aparece nas preferências do sistema — o máximo que alcança é 3360×1890.

        Aparentemente, o macOS se enrola (ou consome mais recursos) em escalas fracionadas. Por isso que em 1080p não há impacto no desempenho: é literalmente 2x, ou seja, resolução “Retina”.

        1. Hmmm, entendi. Mas como disse o Joseph, testa um cabo DP. Capaz de tudo funcionar da maneira correta usando ele.

          Qual é a versão da HDMI e da DP do teu laptop?

          1. O engraçado é que ali fala que o HDMI suporta 3840 x 2160 e no teu caso não aparece essa opção. Tu já tentou forçar essa resolução via terminal?

          2. Só entrando no assunto: antes de qualquer coisa sobre testar limites, veja se o chipset aguenta a resolução e até qual frequência.

          3. @ Diego

            Não, mas acho que nem vale a pena. Como disse, em 3360×1890 os elementos da interface já ficam minúsculos, quase ilegíveis, imagina numa resolução ainda maior?

          4. @ Diego

            Tem, é justamente isso que acontece quando você define a “resolução” em 1920×1080. Aparentemente, o macOS só não sabe lidar com resolução fracionada, ou seja, o corte tem que ser exato — no caso do 1080p, 200%.

    4. Curiosidade,
      Tem por aí um cabo DisplayPort pra ver se muda o resultado?

        1. Considere.
          É uma possibilidade; para dizer a verdade, bem provável até.
          DP é foco em computador;
          HDMI, televisor.

          1. Boa! Eu nem me mexi muito porque esse arranjo é temporário. Quando eu me mudar, tentarei usar o desktop como computador principal — com uma placa de vídeo que só tem saída DVI. Comprei um cabo DVI–HDMI, mas ainda não testei o desktop com o monitor, porém.

  5. gente, fui ver como é o desktop linux do pessoal aí no IMGUR, agora estou preso lá, vendo video e foto aleatória.

    tá doido!

    1. AUhsUAHSAUHsa cara, que loucura… Seria engraçado começar a fazer camisetas com placas de carros estampadas só de zoeira, mesmo. xD

      PS: Essas tabloides chegam a ser cômicos… E essa, então?

      1. Aparentemente o problema todo é que a estampa da camiseta usou a mesma fonte usada nas placas de carro no Reino Unido. Mas o pessoal do Hack a Day levantou essa lebre: Seria hilário se a galera começasse a usar camisetas com esse tipo de estampa e inviabilizasse todo o sistema de radares. Nos EUA alguns doidos colaram adesivos com comandos SQL ao lado das placas.

        1. imagina meter um adesivo escrito ‘null’ do lado da placa! kkkkkk

      2. Uma vez eu vi na internet uma imagem de alguem usando uma camiseta cheia de placas e caracteres justamente para cameras OCR encherem os bancos de dados. kkkkkk

        1. Cara, isso me dá ideias! Hahahaha

          E curti a ideia do adesivo null também!

          1. Parece que já teve um caso de um cara usar placa Null no carro, só que acabou dando ruim pra ele pois começaram a vir várias multas fantasmas pra ele

  6. Pessoal, existe alguma alternativa aos assistentes domésticos de Amazon e Google? (Que não seja uma parada meio DiY)

    Caso não, alguém tem ideia do porquê?
    Esse modelo de negócio não é viável sem extorquir nossos dados?

  7. Faz uns dois dias que o Fastmail está extremamente instável para mim aqui. Nem o site nem o aplicativo estão funcionando hoje. Eu tinha acabado de migrar para eles. Não está sendo muito legal passar por isso.

    1. Faz alguns dias que o Fastmail está sob ataques de DDoS intensos (declaração 1, 2). Especulou-se que esses ataques poderiam ser devido à rede social do Trump, que estaria usando os serviços do Fastmail, mas parece que outros provedores de e-mail (Mailbox, Posteo, Runbox) também estão tendo problemas do tipo.

      Segundo o perfil do Mailbox no Twitter, os atacantes são criminosos que estão chantageando pequenos provedores de e-mail e pedindo bitcoins em troca de parar os ataques.

      Chato, mas acho que Fastmail & cia. estão fazendo o que podem e, nessas circunstâncias, o certo é isso mesmo, segurar a barra e não ceder.

      1. Putz, eu já ia criar um comentário aqui perguntando justamente isso. Bom saber, Ghedin, obrigado pela informação.

        “Segundo o perfil do Mailbox no Twitter, os atacantes são criminosos que estão chantageando pequenos provedores de e-mail e pedindo bitcoins em troca de parar os ataques.” foda… um bando de palhaços.

    1. Ontem li que tanto o FaceBook quanto o próprio Mark Zuckerberg viraram réus no caso Cambridge Analytica. Pessoalmente quero muito ver gasolina sendo atirada nessa fogueira toda!

  8. Site que a gente responde pergunta e ele mostra a % de pessoas que escolheu a mesma opção?

    A animação é bonita

  9. Estou mudando de apartamento e juntando as escovas de dente com a namorada, então teremos alguns gastos extras nas próximas semanas. Para mitigar um pouco a porrada, estou pesquisando programas de cashback e tal.

    Alguém aqui usa o Méliuz? Pareceu-me o mais completo/difundido. E se sim, vale a pena pedir aquele cartão deles?

    Alguma outra dica para quem vai gastar um pouco além da conta no cartão recuperar uma partezinha desses gastos?

    (O Nubank fechou o Rewards para novos cadastros ☹️)

    1. Gostei da proposta do cartão da XP, mas teria que estar atrelado a uma conta com investimentos, não sei se é o caso.

      1. Eu tenho usado o cartão da XP mas inda estou achando os serviços oferecidos meio pobres. Falta por exemplo a possibilidade de gerar cartões virtuais para compras na Internet.

    2. Usei a Méliuz por um tempo e, sinceramente? Me rendeu praticamente nada, demoram uma eternidade pra liberar (tem coisas que levaram 90 dias pra cair o cashback) e não compensa a invasão de privacidade.

      Hoje, cashback eu vejo em dois lugares sendo mais fortes: AME e Inter. AME no caso, só pros sites da própria empresa, agora o Banco Inter tem um cartão onde o forte é cashback, pode ajudar bastante isso.

    3. Não tenho o cartão do Méliuz mas uso bastante a extensão do navegador! Justamente pra mudança (e compras pra casa) já economizei uma BOA grana.

    4. Nubank Rewards passou a valer a pena? 🤔

      Apesar de ter Méliuz, o único programa de pontos que eu de fato uso é do meu cartão, que permite troca por desconto na fatura.

    5. eu tenho a bastante tempo, e posso dizer que, quando eu usava com frequência o Meliuz, me rendia um cashback legal, demora um pouco para liberar, mas ele vem.

      agora, o cartão eu não gostei da plataforma do banco PAN, muito atrasado, o site deles é horrível e o contato tb é bem ruim, não recomendaria

    6. Usando o Nubank: Se tiver alguma compra que você vai passar no crédito à vista, escolha por parcelar e depois adiante as parcelas no app pois eles dão desconto no valor. Já dá para economizar um pouco.

    7. Me cadastrei no RecargaPay pois queria tentar pegar cashbacks de recarga de ônibus e celular quando pago contas. Fui ler as letras miúdas e não gostei – tem taxa de manutenção de conta (eles enchem o saco para poder transformar a conta em um “premium” pagando um valor mensal), o cashback não é imediato e quando fui tentar me cadastrar, deu um rolo danado na hora de mandar documentação.

    8. Oi Ghedin! Uma opção com Cashback é o banco inter. Trm a possibilidade de comprar dentro do App e nas lojas parceiras (direto do site ou aplicativo da empresa). Não tive problemas com isso, comprei minha tv assim (com um cashback de 12%).

      1. É mais ou menos a proposta do Méliuz, não? Fiquei interessado no Méliuz porque não precisa ter mais uma conta em “banco” — já tenho duas, em um banco tradicional e em uma fintech, e acho demais para gerenciar.

        Mas bom saber! Se o Méliuz não funcionar legal, de repente vale o esforço de criar uma conta no Inter.

    9. Méliuz demora mas paga certinho.
      A depender da promo vale bastante a pena.

      Considere tbm promoções que dão pontos/milhas, como Livelo, shopping Smiles/Azul… pode dar um bom desconto ao vender as milhas.

      Eu seguraria tanto quanto possível pra BF, eventualmente aparecem boas promoções :)

    10. Recentemente utilizei a extensão/aplicativo Cuponomia que ao abrir os sites de loja mostra um popup com cashbacks, geralmente 1,5% a 3%, mas sempre tem alguns maiores…

      Utilizei ele na compra do meu S20 Fe e ganhei R$ 90,00 de volta + R$ 10 que paguei através do AME, acho que valeu a pena, pois esses 100 reais era a diferença entre pegar a vista ou parcelar, caso pegasse sem o cashback.
      Esse do celular levou uns 40 dias pra liberar o saque.

      Depois fiz outras compras no AliExpress que me deram um total de R$ 8,00 até o momento, estes não consegui sacar ainda (levaram uns 70 dias pra ficar disponíveis), pois o valor mínimo é de R$ 20,00.

      Acredito que seja uma opção interessante, haja vista que basta ativar o cashback atravéz do popup antes de realizar a compra em várias lojas que aceitam :)

    11. Tenho o sucessor do Citibank Platinum Cashback. Dá 2% de cashback em toda compra. Duro é que dificilmente consigo baixar mais do que 50% da anuidade, mas ainda me vale a pena.

      Pra compras no Magalu, uso o cartão deles, que dá 4% de cashback.

  10. Algum serviço bom de backup pra Linux? Eu usava o Backblaze Unlimited no Windows mas não tem pra Linux, e vários estão muito caros por causa do dólar/euro.

  11. Qual não foi minha surpresa ao ver que agora é possível configurar domínio próprio no e-mail do iCloud.

    Eu estava a avaliar a migração para um outro serviço, fora da big tech e com meu domínio, mas cá estou devidamente seduzido a continuar no iCloud mesmo.

    1. Vc usa webmail ou não gosta/não precisa?

      Se a preocupação for apenas segurança e não tanto privacidade e o iCloud te atende na maneira como trata os e-mails, é uma boa.

      1. Não uso webmail. Eu venho estudando diminuir um pouco a dependência do iCloud, apesar de gostar muito do serviço.

        É que todos os meus dados mais importantes estão concentrados lá e fico incomodado com isso.

        1. Mitigar esse risco é uma boa escolha. É bem inteligente.

          Cuidado com dados confidenciais e e- mail: ele não foi projetado para trazer privacidade.

          Já quanto aos seus dados mais importantes, uma opção seria fazer backup. Recomendo que o faça criptografado

  12. Tenho 
    – MacBook Pro 13″ – 7,1 Mid 2010 – 4GB RAM – 250 GB – sem bateria e touchpad rachado; um
    – MacMini – 2,1 Mid 2007 – 1GB RAM – 80 GB – macOS 10.6 – 100%!
    – Time Capsule – 500GB – (Sem fonte / Borracha danificada)

    Ninguém quer comprar. O que dá pra inventar com eles?

    1. O ponto é que na questão de Mac, tudo é caro, mesmo quebrado. Você poderia vender como “peças” ou “no estado” o notebook para ganhar algo em cima. Mas talvez compensa a recuperação. Mac sempre tem valor alto no mercado.

      O Mini você pode ampliar a memória dele, talvez trocar o processador (ambos processos chatos, pois o Mini é ruim de abrir) e com isso ter um Mini mais atualizado. Trocando o HDD por um SSD, vira um pc bom para Windows 7/10 ou Linux.

      tenho a suspeita que tu possa ampliar a capacidade da Time Capsule, só não sei se é fácil.

      Tou sem grana, senão conversavamos. :D

      1. Em tempos: eu tava falando lá embaixo com o Ghedin sobre a ideia de criar um PC multimídia. O Mac Mini cairia como uma luva nesta ideia, só não teria vídeos 1080p, creio. Se quiser experimentar, tente com as configurações atuais, ou se tiver condições, a amplie para colocar uma OS que lhe agrade para servir como PC Multimidia, seja um Linux tipo Open/LibreELEC, Batocera, ou até mesmo um Windows bem capado mas com instalação limpa e otimizada para multimidia.

        (Se pensa em doar, passa pro Ghedin, se ele me permitir esta sugestão).

      2. Eu tenho um MacMini de 2009 que tá parado porque queimou o chip da Ethernet e ele fica dando sinal de cabo conectado mas não responde, fazendo o processo de boot demorar um tempo enorme. Mas é relativamente fácil de abrir se tiver uma ferramenta adequada, no caso uma boa espátula.

        1. O ponto é achar de primeira os pontos de encaixe do mini. Eu ganhei um uma vez, detonado e sem fonte. Fui abrir e acabei piorando. Meio que peguei trauma.

          De qualquer forma, é chato abrir macs. (Se bem que os notebooks windows e os NUCs ultimamente estão ficando piores, até).

      3. O mini não é chato para abrir. Precisa só de uma espátula. O problema maior, eu acho, é que nessas máquinas (exceto as primeiras na era intel), os processadores eram soldados na placa. No meu de 2009 é assim. Lembro de já ter mandado fazer reballing na GPU há uns anos.

        1. Esse Mini é C2D 1.83ghz. Não sei se o Intel é soldado. Tem 80 de HD. O macbook tem 240 e a TM tem 500.
          Mas queria dar o fim mesmo, pq não preciso. Tenho um gabinete com i7 8700k com 2x 2TB, um SSD de 240 e um mini HD de 500, com Windows, macOS e Linux Mint.
          A história desses 3 Apple é que minha prima foi morar no México e me falou 5 anos depois q deixou eles guardados na casa da mão [facepalm forte].

          1. Cara, o mini dá um servidorzinho legal. A time capsule também da um bom NAS. Se tivesse com grana, pegaria ela contigo.

          2. Pelo Mini achei R$1k um bom preço, mas não existe referência. Por isso queria vender tudo por R$2200.

  13. E aí, já assistiram o tão aguardado Duna? Ou vão esperar para ter “a experiência” no cinema?

    Não li mais do que as primeiras páginas do livro, mas a história é bem menos bagunçada do que a versão de 1984. O filme é visualmente incrível, mas meio “paradão” no primeiro quarto….

    1. Eu assisti e ainda bem que não fui ao cinema. Apesar do visual espetacular, a história do “guerreiro predestinado” não me pegou.

    2. eu achei sensacional ao ponto de comprar a primeira trilogia (livros) pq não quero esperar sair o próximo filme

      1. assisti por meios alternativos, e acabei assistindo mais de uma vez

      2. Por primeira trilogia de livros você fala do primeiro livro (que é composto por “3 livros”) ou os 3 primeiros livros da série de 6 que o Frank Herbert escreveu? Sim, é confuso, haha.

        Porque o filme é uma adaptação do primeiro livro, até algum ponto entre a segunda e terceira parte, não me lembro bem. Portanto, ler o primeiro livro deve bastar para você chegar ao final da história, que depois é expandida.

        1. putz, não sei responder kkkk eu comprei esse box (Box Duna: Primeira Trilogia + Mapa Arrakis)* na Amazon, saberia me dizer qual dos dois é?

          *https://cutt.ly/cRYTDdz

          1. Ah, sim, você comprou 3 livros mesmo, mas o filme do Villeneuve é uma adaptação apenas de “Duna”. O filme compreende mais ou menos metade desse livro.

            Apesar de ser dividido em 3, cada uma dessas partes tem início, meio e fim, ao contrário do filme, que termina sem mais nem menos – única parte que não gostei do filme.

    3. Tá no cinema, já?! Bah, acho que terei que dar uma passada no shopping.

    4. Eu quero muito assistir no cinema, mas estou muito receoso ainda e deixarei passar essa oportunidade. Eu já li o livro algumas vezes e tô com uma baita curiosidade de como ficou. Quem sabe ano que vem o Cine Passeio, aqui de Curitiba, não tenha algumas sessões especiais desse filme.

    5. peguei o livro pra ler, antes de assistir ao filme. Se for bom, assisto no lançamento.

    6. Gostei! resumiram muito bem a história. Agora não sei se alguém que não fazia ideia do assunto conseguiu pescar bem a temática. mas fizeram sim um excelente trabalho. deu muita vontade de ver os próximos.

      deviam ter feito uma série, mesmo, e entregar ela pronta pra gente maratonar de uma vez só.

    7. Já li os livros e vi o primeiro filme, que gostei muito.

      Ñ vou ver no cinema. Vou esperar sair em algum serviço de aluguel ou streaming (HBO Max, acho que sai)

  14. Olá pessoas, boa tarde.

    Vejam mais uma bizarrice do universo gamer… hahahaha!

    https://adrenaline.com.br/noticias/v/71609/fas-estao-abrindo-reclamacoes-no-reclame-aqui-pelo-lancamento-de-god-of-war-no-pc

    Fãs da Sony estão abrindo reclamações no ReclameAqui indignados porque a Sony lançou God of War para PC, e agora não é mais exclusivo da plataforma PS. Tem gente ameaçando a Sony até de processo… o_O

    Se não render um debate, talvez pelo menos boas risadas… rsrsrs!

    Abraço!

    1. Obrigado por me fazer rir um pouco.

      (Agora ficarei feliz no dia que Gran Turismo ficar fora da plataforma PS também…)

      1. Ligeiro, faça um exercício de reflexão comigo, imagine se esse jogo vai para plataforma do Xbox? hahahaha! =P

        1. Eu não sou gamer. E sinceramente sou muito contra esta coisa de “fanboy de marca”. Não vejo problemas se um jogo vá para outras plataformas, o mercado gerou este tipo de problema (jogos de uma plataforma fica exclusiva àquela plataforma). Na hora que o mercado parar de ser mercado (ou seja, não ter mais um “capitalismo gamer” :p ), talvez a gente veja mais gente fazendo jogos legais e menos fanboyismo… como este – https://twitter.com/vivacqua/status/1451151044407402499

    2. Que bobagem!! Eu tenho um Playstation 5 e acho que é uma ótima oportunidade da Sony levar esse game que é muito bom para outras plataformas, atraindo um maior público que pode vir a querer jogar o God of War Ragnarok, lucrando mais na venda dos jogos e dos consoles.

      E teve The Medium que era um exclusivo do Xbox lançado no PS5 e está tudo bem.
      Não é para qualquer um poder comprar os videogames das principais plataformas, o dólar e a pandemia dificultaram ainda mais.

    3. Acabei de ler isso e… nem sei o que dizer. Acho que internar numa clínica psiquiátrica é o mais certo a ser fazer.

    4. A ideia toda é engraçada, mas é importante não perder de vista que se trata de uns gatos pingados reclamando. (Tanto que eu ia dar essa notinha aqui no Manual, mas quando vi o tamanho do “protesto”, desisti.) Quem tiver curiosidade pode ver as reclamações direto no Reclame Aqui — são ~40 relacionadas a God of War para PC, e tem um punhado agradecendo a Sony.

    5. Isso é coisa de fanboy milgrau, que fica na ign,adrenaline e YouTube zuando os donos de Xbox.

    6. Processos apenas pra alimentar egos gamisticos: meu console é melhor/maior que o seu!

  15. Olá pessoal. Alguém aí já usou o Cambly? O que achou?
    Minhas maiores preocupações são:
    Dá pra praticar de boa com só 30 minutos por semana? Teoricamente eu já tenho um nível quase fluente, preciso mais praticar a pronúncia.
    A plataforma paga decentemente os professores? Gosto da ideia de conversar com um falante nativo, mas não quero contribuir com a uberização de mais uma profissão.

    1. Quando eles anunciaram aqui no Manual, me deram um voucher de 30 minutos e usei para ver qual era a do serviço. Funcionou bem, mas não consigo responder suas dúvidas.

    1. se não me engano, o google travou uma batalha parecida com a amazon um tempo atrás, chegou a ficar fora por um tempo do fire tv stick mas depois voltou.

  16. Pessoal, tenho um MacBook 2011 com 8Gb de memória e um SSD. O bichinho não pode mais fazer upgrade de SO pois entrou em EOL pela Apple. Gostaria de instalar um Linux nele mas manter o uso do iCloud. Tudo aqui em casa gira no ecosistema Apple e nem cogito mudar pra Google ou Microsoft.

    Alguma recomendação de sabor de Linux e como habilitar o iCloud nele?

    1. tem um programa que faz os notes antigos da apple ficarem compatíveis com novos SO, lembro do Gabriel de Pinho (youtube) falando sobre isso uma vez, dá uma olhada, vai te ajuda com certeza;

    2. Até onde sei, iCloud fora do macOS só a versão que roda no navegador, infelizmente.

      Eu uso o Catalina patcher do Dosdude no meu computador, um MacBook White Unibody Mid 2010, e sem reclamações até agora.

      1. Eu cheguei a instalar no passado mas o AirPlay não funcionava. Sabe se arrumaram?

        1. Não cheguei a testar no Catalina, já que fiz o upgrade do Mojave tem poucos dias. Neste, funcionava sem problemas.

    3. Olha, tem o rClone (https://rclone.org/) que quando tava no linux quebrava (e muito bem) o galho pra ter meus arquivos sincronizados no google drive. Precisa de algum conhecimento de programação, e usa o systemd pra rodar o script, mas tu acha scripts prontos e tutoriais na internet. Mas pelo que vi ele não consegue se conectar ao icloud pq apple não libera API :/

    4. iCloud só pelo navegador.

      Você pode mitigar isso criando “apps” (atalhos que tiram as barras e menus do navegador) com o Chrome, Gnome Web, dentre outros.

  17. Fala pessoal, como estão? Mais uma semana, meu deus!

    Ontem fiz a limpeza do meu Gmail e apaguei exatos 520MB, pouco mais de 3500 e-mails. Uma verdadeira bagunça acumulada nos últimos 4 anos, desde a última limpeza. Esse é meu primeiro e-mail e não gostaria de me desfazer dele.

    Gostaria de receber sugestões das melhores maneiras de organizar uma caixa de e-mails. Que provedores vocês usam, como é a organização da caixa de entrada e que critérios usam para guardar ou deletar e-mails?

    Se você também tem um problema assim, por favor, compartilhe a sua situação também.

    1. quando leio algo eu arquivo, para sair da tela principal, pq se continuar lá, significa que tenho que interagir com ele em algum momento.

      eu não apago e-mails, até pq se não tem anexo eles pesam bem pouco e só vai fazer diferença no tamanho se forem milhares

      e quanto aos com anexo apago todos de tempos em tempos, coloco um filtro e apago os maiores, caso ainda precise dele, jogo para minha nuvem.

      ex: quando estava pensando em mudar de trabalho estava enviando muitos emails e alguns tinham anexo, depois que mudei de emprego, filtrei esses emails e apaguei muitos, aí liberou bastante espaço.

      1. Eu usei essa opção de arquivar, mas foi com no máximo uns 10 e-mails. Essa é uma daquelas contas que eu saía logando em todo site usando o botão de login do Google. Agora já não faço mais isso, mas os e-mails de promoções se acumularam.

        A ideia é me organizar para não acontecer isso novamente. Estou me desinscrevendo da maioria dos sites que me mandam e-mails e que não são do meu interesse.

        1. Puts, eu uso muito a opção de arquivar. É uma bênção para manter sua caixa de entrada organizada, porque você tira da frente e-mails de que não precisa ali, na hora, mas não quer/pode apagar.

      2. Como falei sobre bots de e-mail no Telegram, vou citar alguns caso alguém tenha curiosidade.

        @GmailBot – esse é uma cliente de e-mail oficial para contas do Google.

        @fakemailbot – esse serve para e-mail temporários. Serve para cadastros rápidos em sites. Eu costumo usar para aqueles lugares que pedem um endereço de e-mail para ter acesso a alguma matéria, por exemplo.

        @mailableBot – esse é um dos mais estilosos, na minha opinião. É por ele que acompanho as newsletters.

        Com exceção do bot do Gmail, que é oficial, não use os demais serviços de e-mail citados acima para usos mais sérios.

    2. Tenho usado etiquetas para sinalizar o status dos e-mails que estão na caixa de entrada:

      • Vermelha, e-mails que necessitam de alguma ação minha — responder, fazer alguma coisa etc.
      • Amarela, e-mails que estou aguardando uma resposta ou alguém fazer alguma coisa.
      • Verde, e-mails que preciso (re)ler com mais calma.

      Antes disso, faz alguns meses, arquivei praticamente toda a caixa de entrada, meio que para recomeçar. Deu certo, pelo menos até agora tem dado.

      Ah, e separar newsletters em uma pasta/etiqueta à parte melhor muito o gerenciamento da caixa de entrada.

      De qualquer forma, a dica imprescindível é que gerenciar e-mail dá um puta trabalho. Essas e outras dicas de automação ajudam, mas nada substitui o trabalho de ler e processar e-mails, e como as mensagens continuam chegando ininterruptamente, é preciso encontrar um ritmo que você consiga dar conta — por exemplo, descadastrando-se de newsletters, desativando notificações por e-mail ou estabelecendo rotinas mais eficientes com quem você troca muitas mensagens. É tipo uma esteira: você anda, anda, anda e não sai do lugar. Sendo assim, o objetivo deve ser configurar a esteira em uma velocidade que não te derrube nem corra o risco de tropeçar nos próprios pés.

      1. Eu tinha visto algo sobre isso. Acho foram vocês mesmo comentando em posts anteriores. Eu vou assistir o vídeo para entender melhor.

        Uma coisa que estou usando agora são alguns serviços de e-mail que estão integrados a bots no Telegram. Eu não acompanho muitas newsletters e acabei optando por gerenciar por lá.

    3. Tenho labels para tudo!!! Consigo usar a busca avançada no Gmail e dai consigo por excluir emails de uma label especifica com um tamanho especifico tb, por exemplo.

  18. Tenho um ideapad 330s de 14 polegadas da Lenovo, equipado com um i5 8250u, 8GB de RAM (que pode ser expandido pra 12GB), e, infelizmente, uma tela TN de 720p.

    A questão é que esse notebook também foi lançado no exterior com tela ips fullhd. Estou agora na tentação de importar uma tela ips fullhd compatível, porém, ela está custando cerca de R$ 500 no aliexpress, fora o frete e uma possível mordida da alfândega.

    Vale dizer que esse notebook originalmente vinha com um i7, mas a placa mãe original fritou e tive que trocá-la. Consegui uma no mercado livre por R$ 1.000, no início desse ano.

    Se por um lado acho um investimento interessante considerando quanto tempo vou ficar com esse notebook, por outro, acho que é um valor exagerado a se gastar, e ainda mais considerando que já é mais um valor além do valor gasto com a placa mãe.

    O que acham dessa situação? Será que uma tela ips fullhd seria um incremento tão maior assim a esta tela TN?

    Outra consideração que tenho é enfiar um hackintosh nele, porém, pra isso, seria bom trocar a wifi, aí seria mais uns R$ 400 pila nessa brincadeira.

    1. Eu tenho a carcaça de um parado, pois a bateria e possivelmente a placa mãe foram pro saco. Não sei se compensa arrumar. Mas sobre a tela, eu lembro vagamente que procurei uma tela Full HD também e fiquei receoso de dar ruim na troca por algum motivo que não me lembro. Acho que se não der problema, talvez vale a pena se for usar a longo prazo. Um cuidado que teria a mais é com a bateria, impossível de achar para comprar e trocar.

    2. vc realmente faria uso dessa resolução maior? suas atividades precisam msm de uma tela melhor? vc está disposto a ter menos bateria?

      acho que deve considerar essas coisas, o meu tem 720p e pra mim não faria diferença uma tela maior.

      1. Pois é, faz bastante sentido o seu comentário. Minhas questão nem era tanto a resolução, mas que a tela IPS acaba sendo melhor que a TN no ângulo de visão e cores. Porém, realmente acho que não vale a pena. A ideia é ficar com o notebook um tempo, mas como já tenho um outro melhor, que comprei na época em que esse estragou e minha companheira precisava de um notebook para o mestrado urgente, é possível que em breve eu negocie este lenovo. No momento estou usando para trabalhar pois os computadores do trabalho são i3 de segunda geração com HD, mas em breve chegam os novos e daí é possível que este aqui fique sem uso.

        Valeu!

    3. Vc cogitou um monitor fullhd?

      Uso um notebook praticamente como desktop com um monitor de 21 polegadas e o resultado é satisfatório.

      1. Pois é, como respondi abaixo, já tenho um desktop em casa com um monitor de boa qualidade, mas é 900p, o que pra mim acho bom. Considerando que hoje é mais fácil trabalhar/usar diferentes máquinas sem interromper tanto o fluxo, não vou esquentar minha cabeça mais com isso não. Quando chegar a hora pego um monitor melhor e pronto.

    4. não seria mais vantajoso comprar um monitor uma vez que, vc poderia usar em outros notebook/pc futuramente?

      agora, sobre o hackintosh, eu não acho que vale a pena, ao menos, do Catalina pra frente, achei o sistema pesado para processadores inferiores a um i7 (da sexta geração pra baixo)… deve rodar sem travamentos mas, comparado ao windows ou ao linux, vc deve sentir certa lentidão

      1. Realmente, já me convenci de que não vale a pena investir na tela do notebook e de fato, se quiser melhor qualidade de imagem, um monitor externo valeria mais a pena, considerando que possuo outro notebook e mais um desktop em casa.

        Valeu a dica sobre o hackintosh, acabei achando umas informações sobre uma gambiarra para usar o adaptador wifi da intel que vem nesse notebook, mas realmente não vou ficar reinventando a roda e continuar no windows mesmo.

  19. acabei de receber um sms da vivo dizendo:

    “ola, seu celular possui entrada para 2 chips. utilize o chip vivo 4G sempre no SIM 1 e garanta + qualidade de internet.”

    aí queria saber, quais informações as operadoras tem do celular? pq até a quantidade de chips eles sabem

    1. Estão longe de ser ideais porque eu recebi a mesma no iPhone SE antigo hahaha

      Só se eles fazem alguma relação entre o IMEI do aparelho e o respectivo modelo. Ou simplesmente atiram no escuro.

      1. Creio que é devido a lista do IMEI. O Imei é o “RG” de um equipamento. Não duvido que o mesmo é associado a um modelo de celular. Tipo, imagine se pega um IMEI de um celular “Nokia Tijolinho” e põe em um iPhone?

    2. Nas vezes em que precisei do suporte para alguma coisa, o/a atendente me perguntava se o modelo do telefone era o tal e, em todas as vezes, eles acertaram o modelo.

  20. Olá pessoal,

    Agora com as coisas retornando, voltarei fisicamente na empresa alguns dias da semana. Porém, preciso comprar um guarda-chuva de verdade, pois estou cansado desses meia boca que estragam após um tempo.

    O meu atual, aberto, tem 126 cm, mas está com umas partes quebradas e com alguns furos. Quero um de qualidade e que seja bem grande. Fico com receio de Mercado Livre sem ter uma indicação porque tem de tudo lá, com certeza muita porcaria no meio dos mais tops. Ah, e tem que ser em território brasileiro por causa da necessidade do momento.

    Alguém pode ajudar com indicações?

    Obrigado. Abraços!

      1. Obrigado pelas dicas, pessoal ;)

        Pesquisei bastante e a Fazzoletti sempre estava presente nas boas indicações mesmo. Comprei agora o “Mini Golf Automático”, pelos comentários, fiz um bom negócio.

        :-)

        1. Cara, eu ia citar a Fazzoletti.

          Não tenho nenhum deles mas sempre ouvi falar muito bem da marca. Por incrível que pareça é meio que um sonho de consumo que eu tenho. AHUHauHAU

    1. O meu comprei no camelô mesmo, daqueles grandes e compridos, que não é dobrável, que na real é o que ajuda a ferrar com o guarda chuva mais rápido, com auxílio dos ventos, aquele monte de articulação eventualmente vai quebrar. Esse que comprei tem hastes de fibra de vidro, e dá durando já uns anos aí. O inconveniente é que não dá pra guardar em bolsa, mochila, tem que levar na mão mesmo.

      1. É, o melhor que já tive foi um que comprei na Drogaria Araújo, famosa aqui em MG. Durou uns 3 anos, me aventurei em comprar novamente e não teve o mesmo “desempenho” do primeiro. Peguei um aqui da Fazzoletti, espero que fique comigo por muitos anos! hehehehe Valeu!

    2. Eu tenho um guarda-chuva nacional da marca Fazzoletti 906 que comprei no Mercado Livre em fevereiro 2019 após ler muitos elogios dele, encarei muita chuva com ele e está em perfeito estado.

    3. Vou confessar aqui, baixinho, que a existência de marca referência de guarda-chuvas me surpreendeu.

  21. Pergunta para os audiófilos: Existe algum bom toca-discos de entrada?

    Eu sei que aqueles tipo “maletinha” que custam uns R$300~700 estragam os vinis. Mas mesmo os modelos de R$1200 a R$1500 tem muitos reviews ruins.

    É possível ouvir meus discos sem estragar e sem gastar R$2000 num toca discos ou devo me preparar para a facada se quiser um mínimo de qualidade sonora?

    1. Eu não ando procurando um ativamente no momento mas sempre recomendo olhar no mercado de usados primeiro. Não é um objeto complexo mecanicamente pra consertar e nas marcas mais acima eram de uma qualidade que nunca mais os atuais tiveram.

    2. O ponto é que toca discos novos, bem, tou por fora de marcas boas existentes que sejam novas. Galera que faz reviews como o Techmoan dão a letra: o ponto é que os “de maletinha” geralmente são feitos com “mecanismos univerais”, que tem pouca possibilidade de ajustes (para evitar que o peso do braço estrague o disco) e agulhas de boa qualidade (parece que só a Audio Technica é quem produz atualmente).

      Fique de olho em comunidades e brechós para achar algum toca discos que possa lhe parecer legal. Tendo ajuste de braço e possibilidade de trocar a agulha por uma de melhor qualidade – é isso que faz o preço dos toca-discos ficarem altos nos últimos tempos -, provavelmente tu vai curtir seus discos de boa.

      Se conhecer DJs, pode ser que ele te arranje um que ele use nas mixagens. Geralmente são mais caros, mas compensa pela qualidade.

    3. Não sou audiófilo, até porque se fosse ouviria lossless (alfinetada gratuita hahaha), mas gosto bastante da experiência de ouvir música em vinil, já pesquisei bastante e realmente os preços estão uma loucura.

      Há uns anos acabei comprando um desses de maletinha – cheguei à conclusão que, entre comprar um mediano e amargar em arrependimento, melhor seria gastar muito pouco então até conseguir comprar um muito bom. Mas aí o dólar subiu e com isso os aparelhos muito bons também subiram pra casa dos 3K.

      Nas minhas pesquisas li que um toca disco de primeira linha deve ter:

      – Mecanismo direct-drive
      – Contra peso no braço.

      O problema do toca discos por correia é que, com o tempo, a correia resseca, dá folga, e com isso muda ligeiramente a velocidade do playback. Nada que uma troca não resolva, mas enfim. Por isso, dá pra se viver com um modelo por correia, desde que a capsula seja boa, pra traduzir o som da melhor forma possível, e, o principal motivo de sua preocupação, que tenha o contrapeso no braço, pois é o peso que vai fazer com que o toca discos estrague mais ou menos o disco.

      Portanto, nesses reviews de intermediários veja qual o motivo das críticas, se é algo mais relacionado à aspectos subjetivos (qualidade sonora) ou objetivos (construção ruim, etc.).

      Sobre os usados, o ideal seria se você conseguisse testar, pois podem ter uma série de problemas.

      1. Uns amigos meus tem pickups, aquelas antigas da gradiente e cce… Aí me dava um nervoso, pois o tom da música muda quando a velocidade da reprodução altera… Hahhaha.
        Esse lance da correia é real, tem que revisar e sorte se achar a peça compatível.

        1. Correia até acha. O ponto é saber a qualidade. Até porque borracha resseca. E muitos vendem o chamado “Novo estoque antigo”, que é o que ficou no estoque e nunca foi mexido ou usado.

          1. Ou vendem velho por novo mesmo. Eu recuperei um microondas que tinha sido consertado previamente, mas haviam colocado um capacitor usado que não durou muitos meses…kkkk

    4. Eu comprei uma da Numark (Pt01 Usb ) a muito tempo atrás, e não manjo muito de som mas na época achei o melhor custo benefício. Quando comprei paguei R$600, mas hoje ela tá bem salgada.

    5. Cara, eu te recomendaria o canal do Techmoan no Youtube. Ele é um britânico, então nem tudo o que ele fala se aplica diretamente a nossa realidade, mas ele faz muita análise de formatos de áudio antigos e compra muitas dessas “maletinhas” para analisar. Eu pessoalmente recomendaria você a investir em um sistema de som mais antigo dos anos 80 ou 90 de uma marca tipo Sony, Pioneer, Kenwood ou outra dessas. Normalmente, se estiverem funcionando são bem confiáveis e duráveis.
      Enfim, acho que o canal vai te dar algumas boas orientações de o que procurar e quais recursos são interessantes. E não deixe de procurar na OLX, ML e outros locais assim, as vezes podem aparecer boas oportunidades. Meu pai mesmo achou um belo som Aiwa recentemente por um valor bem justo. Boa sorte!

      1. Os canais que já vi que falam de toca discos são Techmoan, VWestlife e Databits. A partir deles tem sempre indicações de outros canais menores que não tem muito views, mas tem uma galera que é ortodoxa e gosta deles.

    6. Depois de 3 experiências, digamos, frustrantes com toca-discos vintage, optei por comprar um Audio Technica LP60X. Pensei em importar, mas acabei pegando numa promoção da Amazon em que saiu por 1300. É o modelo de entrada do fabricante, mas não deixa nada a desejar para os outros (modelos antigos, mas de qualidade) que passaram pela minha mão.

      Ele já vem de fábrica no ponto, enquanto os vintage exigiam constantemente ajustes finos de pitch, contrapeso do braço, etc., além da agulha de reposição, colocada pelo técnico, que não era de boa qualidade, enfim. Optei pelo caminho mais fácil e não me arrependo. Vendi os vintage pelo preço que me custaram (incluindo as manutenções que deixaram eles funcionando).

      Outra vantagem (que no meu caso não é determinante, mas pode ser para alguns) é que esse toca-disco tem pre-amp acoplado, então não exige um amplificador externo, pode ser conectado direto a uma caixa de som. A maioria dos antigos não funcionam sem um pre-amp, então você provavelmente precisará de um equipamento a parte, como um receiver.

      1. Eu venho pensando seriamente no LP60X, mas alguns comentários, acho que na Amazon mesmo, me assustaram um pouco.

        Ele tem anti skating e contrapeso no braço? Pelo que vi são as mais importantes para não detonar com os discos, sem contar o direct drive, mas isso em equipamentos novos vai elevar demais o preço do rolé.

        Em todo caso, obrigado pelo comentário!

        1. Então, como eu disse eu optei por ele pela simplicidade. Principalmente no mercado brasileiro, vejo poucas opções com a mesma qualidade nessa faixa de preço, mas, sim, ele não conta com recursos avançados.

          Contrapeso no braço eu acho que, de uma forma ou de outra, todos têm, mas no caso do LP60X ele não é regulável, bem como não conta com anti skating e é belt driven.

          Porém – aqui dando uma opinião sem qualquer embasamento – eu acho que os equipamentos modernos tem a capacidade de manter ajustes finos que os antigos não dispunham. Mesmo com todas as minhas tentativas, os meus modelos anteriores perdiam o pitch após algumas semanas, sentia que o braço tava pesando demais a agulha no disco, etc.

          No AT, isso é bem simplificado, ele faz um serviço bom e de maneira descomplicada. Para alguém como eu, que tava só querendo ouvir uns discos de boa, sem perder tempo todo fim de semana com algum ajuste, foi uma troca excelente.

  22. Pessoal. Eu não encontro mais disponível a qualidade 144p nos vídeos do YouTube. Ela deixou de existir??

      1. Estranho. Eu uso pelo navegador do celular. Não uso o App do YouTube. E por aqui não tenho a opção de 144p.

        1. Usando o Individuos no Safari.

          Só tenho a opção medium e Hd720p =/

          1. YouTube serve vídeos em diferentes codecs e empacotamentos e alguns formatos não tem certas resoluções. Resoluções acima de 720 só existem em clientes que aceitam empacotamento DASH, HTTP MP4 só vai até 720, formatos acima de 1080p não existem em codec H264 e assim por diante. Se você limitar o player a um formato específico outros vão sumir da lista mesmo.

          2. Gosto do invidious também. Uso o yewtu.be. Mas ultimamente tem vezes em que ele também tem apresentado problemas para carregar. Acho que a instância teve instabilidades nos últimos dias.

          3. @ Gabriel

            O yewtu.be estava impossível aqui, nenhum vídeo abria. Dei uma pesquisada no projeto do Invidious, e achei a solução: nas configurações, ative o item Usar proxy nos vídeos. Aqui, resolveu.

    1. opa, vlw pela dica, vou testar aqui, inclusive o instagram lite sendo mais feio, talvez me force a parar de usá-lo ainda mais.

      obs: uso o AdAway para bloquear propaganda e ele bloqueia praticamente tudo, mas infelizmente o instagram é um dos poucos (se não o único) que passa

      1. Eu estou sentindo que estou usando menos o Instagram justamente por ele ser mais feio nessa versão Lite mesmo HAHA dá até um desânimo de usar. O que é bom, gasto meu tempo livre com outra futilidade :P

  23. Alguém sabe explicar por que a Apple vende produtos tão caros no BR? Li um artigo mal explicado que o Macbook pro no brasil é o mais caro do mundo(https://9to5mac.com/2021/10/19/brazil-has-the-most-expensive-new-macbook-pro-and-airpods-3-in-the-world/)

    Peguei agora um exemplo do Ipad mini a15 (última versão disponível):

    Site da Apple (R$6199) – https://www.apple.com/br/shop/buy-ipad/ipad-mini

    Fast shop (R$3753) – https://www.fastshop.com.br/web/p/d/AEMUQW2BZACNZ_PRD/ipad-mini-5-geracao-cinza-espacial-com-tela-79-wi-fi-64-gb-processador-chip-a12-bionic-muqw2bza

    Conclusão: mesma versão a15 bionic / 40% a diferença de preço

    Apple USA (USD 499, sem taxas) https://www.apple.com/shop/buy-ipad/ipad-mini

    1. Uma vez foi selecionado e particpei de uma pesquisa de mercado da Hyundai sobre o i30 que ainda não havia sido lançado no Brasil. A Hyundai tinha como plano inicial vender o i30 por 27 mil reais que, na época, era um valor abaixo do Gol, Palio ou Ka, ou seja, um valor abaixo dos carros populares. Como a Hyundai não queria posicionar o i30 como um carro popular, após essa pesquisa, o lançou por 80 mil reais. Tire as suas próprias conclusões.

      1. Exato! Transforma o item em grife e lucra mais mesmo vendendo pouco. Isso é muito comum por aqui. Um colega meu comprou uma touca de mais de 100 reais…por que é de marca…

    2. O modelo da Fast Shop é o antigo, o novo está com esse preço também…mas é cara de “promobug”.

      Acho que nem chegou aos varejistas direito esse modelo, mas no Mercado Livre já encontra os que vem do Paraguai.

      Em relação aos preços, acho que são dois fatores: a Apple não tem fabricação nacional, exceto talvez para alguns iPhones mais baratos e a incidência de impostos é maior. Além disso, ela não faz nenhum ajuste de preço para o Brasil como outros fabricantes, simplesmente traz para cá com a mesma margem dos outros países.

      1. é curioso que nos serviços de assinatura esse ajuste de preço ela faz (Apple Music e Apple TV+ aqui são bem mais baratos que nos demais países — se bobear, talvez sejam os preços mais baratos do mundo)

        1. O Steve Jobs já havia falado que os produtos da Apple não são pra todo mundo. Mas talvez para que os serviços se sustentem, devem ter maior alcance que os produtos.

        2. É que eles precisam expandir esse segmento, inclusive os aparelhos “baratos” tipo iPhone SE e iPad estão no mercado mais para aumentar receita de serviços.

          Serviços como iCloud/Apple TV são bem mais simples de cortar custos também, nada mais “clássico” que empresa do Vale do Silício fazendo dumping de mercado para ganhar mercado.

    3. A ideia de vender mais caro é dar a cara de grife, como alguns comentaram, além de que você lucra mais vendendo menos. Vender menos significa ter que lidar com a logística para menos produtos, então você também economiza com os custos operacionais (transporte, estoque, tradução de manuais e caixas…). Ou seja: quanto mais a Apple cobra, menos ela precisa vender para ser lucrativa e, com isso, menos ela gasta com custos operacionais. Quanto menos gasta, mais lucra.

    4. Uma galera fala dos impostos e tal, mas ñ é só isso. Ñ tem justificativa a forma que a Apple vende seus produtos pelo os preços praticados.

    5. Posicionamento de marca.

      Apple aqui no Brasil é sinônimo de luxo,ser rico.

      A Apple sabe disso e vende bem acima do que o esperado,embora nem sempre esses valores se sustentem(iphone 12 por 4,8k ano passado na Black Friday).

      Curiosamente os serviços dela tem um bom custo benefício.

  24. Semanalmente visito o Unixporn: https://www.reddit.com/r/unixporn/
    É um local onde o pessoal posta suas personalizações no mundo Linux.
    Tem algumas simples e outras bem complexas.
    O interessante é que por lá até o PopOS fica bonito.

    1. Tentei fazer um desktop bonito com o WindowMaker uma vez. Deu um trabalho do caramba e não cheguei nem perto de deixá-lo confortável para uso. Fico babando nesses caras que tem tempo e paciência pra ficar nessas interfaces dos Unixes e deixá-las com um visual bonitão assim.

  25. Daqui a alguns dias, o app da Globoplay deixará de funcionar na minha TV. (Sim, aquela TV de 8 anos.) Sinto que não terei alternativa que não comprar um set-top box/caixinha de streaming. Queria opiniões de quem tem uma, em especial da Roku.

    Sei que o modelo de negócios da Roku é ruim, baseado em coleta massiva de dados, mas (sempre tem um “mas”) será que é possível bloquear esses contatos com um Pi-Hole da vida? Ou instalar alguma coisa nele que corte essa telemetria?

    Se tiverem outras sugestões para continuar usando a mesma TV sem perder o acesso aos serviços de streaming, sou todo ouvidos.

    1. Se sente que não é confiável usar um Roku, creio que seria mais interessante “criar” seu próprio equipamento, não? Tipo, pegar um computador que possa servir de “PC multimídia”, instalar alguma OS na qual você pode rodar os programas ou sites.

      Ou pegar alguma Android Box em vez da Roku. O ponto é que de fato, o que mais tem no mercado hoje são os Android Box “paralelos”, os que não tem marca e geralmente são problemáticos com software e hardware (comum eles alegarem que tem 4 GB de RAM e na verdade só tem 2 ou 1 GB). Comprar um Android Box “de marca” (Elsys, Intelbras e Aquário tem modelos) talvez possa ajudar. Não sei se eles tem problemas de coleta de dados – bem, eu não imagino a Intelbras dando uma de “mineradora de dados”, mas divago – mas pelo menos tu teria suporte se necessário e um equipamento com garantia.

      Uma coisa que até hoje enrolo para testar é pegar um Android x86 e tentar criar um PC multimidia com ele.

      1. Android do Google meio que nem considero pois Google. (Mesma coisa com as caixinhas da Amazon.) Pensei no Roku porque é um negócio “isolado”, no sentido de que não uso nada deles em nenhum outro lugar, então talvez seja mais fácil limitar minha exposição e cruzamento de dados que porventura escapem do meu bloqueio.

        PC é complicado, muito caro, complicado e alto consumo energético.

        1. Tem uns PCs que vendem por aí que são usados para PDVs, geralmente com processador Celeron / Atom. O consumo energético é bem menor e tem equipamentos que tem saída HDMI.

          Era neste que estou mirando.

    2. Eu iria de alguma caixinha que permitisse sideloading de apps, no caso de você querer acessar certas bibliotecas de compartilhamento não-oficial.

    3. mi stick, com android tv, roda tudo e tem o cast do google.

      de vez em quando no ali tem promoção por 170 em média, acho muito bom o preço.

      comprei 1 e 3 miboxes, nunca fui taxado.

      o bom dele é que vc pode instalar o youtube altenativo, “smarttubenext”, zero propaganda.

      1. Eu uso um Mi Stick e adoro, acho muito bom. Paguei 170 numa promo do AliExpress, logo quando lançaram.

      1. A não ser o modelo mais recente, eu não iria de Chromecast. Ando tendo várias dores de cabeça e a dependência do celular sempre a mão contam como fator negativo.

        1. A minha mãe tem um chromecast de 1ª geração que ainda funciona com absolutamente tudo.
          Dificilmente vc encontra um desses setupbox de 2013 que ainda são compatíveis com tudo, rodando sem perda de desempenho.
          No meu caso, o celular/tablet estão sempre ao lado da cama.
          Fora que é um aparelho e um emaranhado de fios a menos pegando poeira na mesa da tv.

          1. Também tenho essa primeira geração e o bichinho já está gritando quando tento passar algo além de 720p! E eu acho que realmente queria uma interface.

          2. Eu tive dois chromecast 1 geração para desenvolvimento e ambos tinham o mesmo problema da conexão “morrer” depois de cerca de uma hora de uso. Tentei de tudo, até usei adaptador Ethernet, pra tentar achar o problema e nada feito. Não sei se outros já tiveram a mesma experiência

          3. Eu tenho ainda um chromecast 1a geração e ele funciona bem, exceto com o app da HBO Max pois ele não conserva as configurações de legenda feitas no app antes de exportar a imagem. Conclusão: a legenda fica descentralizada, com uma tarja preta horrorosa e com até 3 linhas ocupando um grande espaço da imagem, sem elegância nenhuma. Inviável assistir qualquer coisa assim. Reclamei muitas vezes com a HBO pra resolver o problema, não obtive retorno e depois um outro usuário soube que eles só garantirem suporte do Chromecast 3 pra frente. Como minha outra tv é uma smartv TCL, cujos únicos apps são Netflix, Youtube e Globoplay, fiquei vendido nessa história.

      2. Também tenho Chromecast, o problema é que, por motivos óbvios, o YouTube é um nojo cheio de propagandas nojentas.

        O meu fica sem uso aqui.

        1. Depois que passei a assinar o Youtube Premium, nunca mais reclamei das propagandas. rsrs

    4. Eu gosto do Roku. Ja usei em um embarcado em uma TV AOC e o modelo Express, que acho que é o que você deve ter interesse. É bem rápido, mesmo tendo especificações inferiores que o Fire Stick e o Chromecast. A interface me parece pobre, mas não acho os anúncios muito intrusivos. Quanto ao pihole, acredito que bloquearia sim, mas nunca vi na prática.

      PS.: Acho que o Guedin precisa resolver logo esse negocio da Globoplay para não perder o Verdades Secretas 2. :P

        1. Tempos áureos de Ana Paula Arósio. Uma pena ela ter se afastado da atuação.

          1. É uma série legal e tem uma geração de novos atores que estão muito bem ali! A Ana Paula, Danton Melo, Thiago Lacerda, Rodrigo Santoro… bem legal ver isso e pensar que faz quase 25 anos (!) que foi gravada. Infelizmente, alguns debates e “polêmicas” continuam atuais (e olha que é uma série de época, dos anos 1960), hahaha :(

    5. eu tenho o Roku e gosto muito, tem praticamente todos os serviços de streaming populares (exceção do Star+), tudo funciona sem problemas, e eu gosto da função de usar o celular como ponte e ouvir o áudio pelo celular, então dá pra usar um fone de ouvido e só vc usar o conteúdo.

      ghedin, será que não rola usar o raspberry pra acessar os serviços?

    6. Ghedin, o aplicativo do Globoesporte também tinha mostrado um aviso que ele deixaria de funcionar aqui na TV de casa há um tempo. Ele sumiu da loja de apps, mas como já estava instalado na TV, continuamos utilizando normalmente.
      Toda vez que o app abre, ele mostra um aviso dizendo que o app não é mais compatível com a TV, mas quando a gente aperta o botão de “ok” no controle, a mensagem some da tela e ele funciona.
      Faça esse teste no dia que o aplicativo do Globoplay parar de ser oferecido na sua TV e talvez você não precise gastar essa grana com uma caixinha de streaming.

    7. anos atrás comprei um Mi Box para meus pais e… não recomendo. Ela vai ficando lenta com o uso e não raro é preciso esvaziar a memória ou mesmo reiniciá-la

      uso uma Apple TV de quarta geração de desde seu lançamento, quatro ou cinco anos atrás. Por ora, continua excelente — sobretudo por ser invisível, ela simplesmente funciona e se mantém rápida e eficaz. Mas hoje em dia eu, obviamente, nunca compraria uma nova, já que o preço é simplesmente pornográfico.

      nesse mercado de caixinhas espertas para TV pelo visto não tem muito pra onde correr mesmo

        1. será q não funciona colocando linux no raspberry em vez de android? semelhante com a sugestão de usar um PC mas com algo menorzinho

          1. Meu Raspberry Pi já roda Linux. Ele faz um monte de coisas, mas streaming não rola. (O meu configurei como headless, nem tem interface gráfica.) E outra, ele é fraquinho. Mesmo arquivos de vídeo locais, de 720p e 1080p, ele sofre para rodar :(

            Semana passada instalei o RPiPlay, que transforma ele em um ponto de AirPlay. Funciona bem para fotos, mas vídeo pesa muito, fica lento e inevitavelmente perde a sincronia (áudio e imagem).

    8. Comprei uma Android Box (Mxq Pro 4k 5G) que não aguenta o DirecTV – alguns canais com bitrate mais pesado ficam travando (HBO, Sportv e ESPN, p. ex.). Tenho Roku e Chromecast 1stGen. Se não se importa de usar celular, Chromecast, se prefere a experiência de um controle, Roku.
      Nunca parei pra ver o que o AdGuard bloqueia de rastreamento dessas caixas, sendo que os campeões são Samsung, Amazon e Google.

      1. Estas AndroidBox genéricas são problemáticas. Eu queria ver se comprava um tipo as “TX2”,pois dizem que aparentemente são melhores do que as MXQ e similares.

        (Perdão qualquer coisa)

    9. comprar um raspberry pi 4 com 2GB não resolveria? sei que esta meio caro, mesmo na china, mas eu acho que se, o desejo é manter certa privacidade, vale apena o investimento

      1. Cogitei esse caminho, mas não acho que o Raspberry Pi funciona/funcionaria com serviços de streaming, não? Ou estou enganado?

        1. kodi.tv não seria uma alternativa? pelo o que eu li por cima, tem como instalar tb o Raspicast e fazer essa junção… como eu comentei, eu não fiz e nem li afundo sobre, mas eu daria uma olhada como opção

    10. Tenho um Roku e, apesar de ser rápido e direto ao ponto, boa parte dos aplicativos são inferiores às suas contrapartidas no Android TV e tvOS. Exceção YoutTube e Netflix que possuem boas estruturas web, já que a plataforma é baseada em tecnologias web (nem considero Tizen – Samsung – e LG – webOS – pelo descaso com as plataformas). Um ponto muito interessante é que na última atualização grande do SO incluíram suporte ao AirPlay 2 da Apple, o que posiciona os aparelhos como uma alternativa relativamente barata em relação ao Apple TV pra que, deseja o recurso.

      Tenho um Mi TV Stick e, apesar dos engasgos de vez em quando na navegação, funciona muito bem na reprodução por app ou Chromecast. E aplicativos externos podem ser instalados pra coisas diversas como bloqueio de requisição ou proxy, o que o torna ainda mais interessante.

        1. Valeu! Já são mais de 20 anos usando diferentes “sabores” do Ubuntu, e os 3 últimos com o mate. Leve e funcional.

      1. Depois de 1 ano de Debian, 3 de Ubuntu e uns 5 de elementaryOS, tô a 1/3 de passo de pular para o Fedora também. A mão chega a coçar. O que tens achado?

        1. Está sendo interessante. O administrador de pacotes é diferente, estou acostumado com apt, mas de forma geral não muda muita coisa.

          Diria que o fedora está a um passo de ser recomendável para iniciantes. Quase não tive de alterar nada e o sistema está rodando bem liso, leve. O processo de instalação de drivers proprietários da nVidia foi tranquilo.

          Decidi vir para cá para testar o gnome 40, meu DE favorito, e por passar uns tempos viajando sobre o futuro do desktop e acesso livre à informação. Fedora é mantido por uma empresa mega enquanto o debian é mantido por uma comunidade anárquica organizada. Bem, vou levar essa questão para o próximo post livre para gerar um bom debate (:

        1. Bare metal! O sistema roda muito bem nessa máquina, embora algumas coisas ainda não sejam suportadas (dois monitores, aceleração gráfica e USB 3, por exemplo) e já tem uma boa base de software, tanto nativos quanto portados (arduino e Libre Office já estão lá!), mas peca na falta de um bom browser. O Web+, que é nativo dele, é mantido por um único desenvolvedor e engasga com frequência. O Haiku só não é o sistema principal desse notebook (que roda ainda o KDE neon e o Windows 10) justamente pela deficiência do navegador. Fora isso, é um sistema que inicializa muito rápido, é leve, interface limpa e sem firulas. Vale ressaltar que eu fui usuário do BeOS quando ainda existia.

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