Logo da Insider à esquerda e a frase à direita: “Use o cupom MANUALDOUSUARIO12 e garanta peças básicas de qualidade com desconto”.

Post livre #290

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

283 comentários

  1. Pessoal, boa noite.
    Gostaria de mudar do Windows 10 p/ Linux, porém tenho algumas dúvidas:
    Um leigo no assunto consegue fazer essa mudança?
    Posso instalar usando um pen drive e caso não goste da experiência, voltar ao Windows normalmente?
    Ou, se instalar na máquina diretamente, consigo recuperar a cópia original do Windows?

    1. Creio que hoje já se tenha suficiente material disponível que te ajude com segurança a fazer isso. Todavia há algumas alternativas que podem permitir você testar uma distro linux sem mexer no seu windows
      1) rodar ela em um pendrive (tem opção de incluir persistência que mantém as modificações [novo programas instalados]
      2) Se optar por instalar, pode fazer um dual boot, ou seja, a instalação da distro linux será feita paralela ao windows (recomendo antes desfragmentar, e redimensionar a partição do windows (uns 30gb já permite rodar qualquer distribuição linux com relativa tranquilidade.
      Nas duas opções os teus arquivos e a licença do windows ficará mantida. Caso não queira mais usar a distro linux, bastará apagar apagar a partição em que ela esteja instalada e sobrepor o gerenciador de boot.

    2. > Um leigo no assunto consegue fazer essa mudança?

      Você tem alguma experiência com instalação do Windows? Se sim, você vai entender melhor o fluxo de instalação do Linux. Se não, ainda há muitos tutoriais em texto e em vídeo que podem te ajudar nessa jornada.

      > Posso instalar usando um pen drive e caso não goste da experiência, voltar ao Windows normalmente?

      Você pode usar uma distribuição Linux por um tempo pelo pendrive, mas se fizer mudanças no disco do seu computador, revertê-las não é tão simples. Sempre use o modo de demonstração primeiro se não tiver certeza. Você também pode procurar fazer dual boot com Windows e Linux e não se desfazer do Windows totalmente.

    1. Se eu vazar alguma informação da empresa onde trabalho e for demitido, a culpa é da empresa?

      1. denunciar um cotidiano de assédio moral e perseguição me parece algo que qualquer trabalhador deveria fazer — e a legislação trabalhista deveria protegê-lo de eventuais represálias

        não acha problemática essa culpabilização da vítima que o john gruber promoveu?

        além disso, o problema nem é esse: inventaram um motivo bizarro qualquer para justificar a demissão (algo como ela ter apagado alguns aplicativos do celular)

        1. Até temos mecanismos aqui no BR, mas o sucateamento das leis trabalhistas faz parte dos objetivos neo liberais.

      2. Se você sofre com assédios e transtornos por motivos de preconceito / machismo / abuso psicológico, expor a empresa deveria ser a melhor forma de resolver isso, não?

  2. Pessoal, alguém comprou as camisetas da Insider Store e já usa a um tempo? realmente cumpre o que promete? Não amassa e mão desbota? Andei perdendo peso e tô precisando de camisetas.

    1. Tenho duas pretas compradas em meados de 2019 e estão boas. Não tenho que reclamar.

      1. Valeu Luiz, acho que vou comprar umas 3 pra pegar o frete grátis.

  3. Em algum post livre ou outra matéria do site, indicaram algum app ou configuração de dns que bloqueava anúncios no Android (sem root). Eu não lembro como era, mas sei que chegou a bloquear até os anúncios no Instagram. Achei que era o Blokada, mas não funcionou agora que testei. Alguém faz ideia do que seja?

    1. procura ai o AdGuard DNS. Nao bloqueou os anuncios do Instagram, apenas aqueles anuncios pequenos do google.

      1. Cheguei a testar, mas não é ele. Mas aproveitei que resetei o celular e deixei ele rodando para ver se vejo algum resultado como um todo.

  4. Pessoal,
    estou precisando de uma ajuda.

    Minha afilhada usa um Vostro 1520 da Dell, notebook de 2009, com Core 2 Duo, 4Gb RAM e vou colocar um SSD nele (ainda está com HD).
    Windows estava inutilizável, coloquei o Linux Mint pra ela, mas senti que não tá rolando bem, o notebook tem chegado a desligar durante as aulas dela, imagino que superaqueceu.

    Queria saber quais distros recomendam para computadores mais antigos, como esse.
    As aulas são no ambiente google, então ela usa Docs, Sheets, Forms e tem aulas online (acho que o problema é aqui) no ClassRoom.

    Por hora não tem a opção de trocar o computador, então estou aguardando chegar o SSD pra instalar uma distro bem leve e vou aproveitar para trocar a pasta térmica, a fim de ver se melhora.

    Desde já,
    Obrigado

    1. O Zorin OS lite tem se comportado bem num notebook antigo em que instalei. É bem bonito e leve.

      1. Vou testar mais depois, quando chegar o SSD.
        Por enquanto, estou espiando o MX Linux.
        Tem funcionado bem.
        O Lubuntu não funcionou a placa de rede (driver proprietário Broadcom); é até simples resolver, mas não senti grande ganho de performace em relação ao MX ou Zorin (que já baixei a imagem).

        Vou deixar a pequena testar ambos :-)

      2. Tenho usado ele, mas em matéria de consumo de RAM ele consome até mais do que o Linux Mint. 8g de ram penso ser o mínimo utilizável.

    2. Você colocou o Linux Mint Cinnamon? Eu acho essa uma versão bem pesada para esse notebook. Tentaria a versão com XFCE.

    3. Revise toda a ventilação do notebook e veja se não está usando uma fonte incompatível também – pode ser que você está usando uma fonte fraca – mesmo que superaqueça, uma fonte pode estar fazendo o notebook trabalhar de forma errada.

      1. Acabei de fazer isso Ligeiro,

        1) a pasta termica estava dura. Troquei por uma boa, que ainda tinha aqui/
        Antes, com um video full HD no youtube (via Chrome), rodando stress -v –cpu 2 –vm 1 estava rapidamente batendo mais de 100 graus (ficava em 95 graus, em regra)

        2) pra esse resultado tambem contribuiu o fato de eu ter removido um bloco de poeira da saida de ar, heheheh

        3) a fonte esta OK, pois trata-se da original, que veio com o equipamento

    4. Acho que o “gargalo” aqui pode ser o uso do sistema 64. Com 4g de RAM realmente fica mais complicado. Se fizer uns ajustes finos (usar o earlyoom + xanmod) e não abusar de abas talvez até fique ok. Mas com 4gb eu optaria por uma distro de 32b (MxLinux) com o PAE ativado no kernel (acho que vem por padrão).

  5. Olá pessoal.

    TL;DR – Trocar um Kindle por um tablet

    Estava eu determinado a me livrar dos serviços e produtos Amazon. Mas após limpar minhas listas do site de compras, eu me dei conta que tenho um Kindle e sei que não existe alternativas por aqui que sejam propriamente um e-reader. Minha ideia é manter o Kindle offline até quando eu ler tudo que tem lá e talvez comprar um tablet para ser um device de leitura, já que embora a experiência em ebooks seja pior pela tela, acabo lendo muito PDF de artigos e site, como o manual.

    Alguém por aqui, por qualquer motivo, deixou de usar o Kindle recentemente? Foi muito pior usar outro tipo de telas? Usa o Kindle sempre offline? Já importou um Kobo?

    1. Eu não trocaria por um tablet por conta da emissão de luz, acho desconfortável. Se eu quisesse me livrar do Kindle, voltaria para os livros físicos.

    2. Falou em abandonar a amazon mas de repente um Amazon Fire resolve? /:
      Estou mais ou menos nessa, trocando e-ink por lcd por causa de PDF, esse formato de arquivo maldito.
      Acho que é válido, mas primeiro é bom estudar um pouco sobre os tipos de tela lcd e encontrar um tablet que tenha uma tela boa, além de ver se o peso não vai ser um problema.
      PDF daqueles cheios de coisas com tablet de 7″ é muito sofrimento também, então acho que 8″ é um bom ponto de partida. Dá uma olhada: https://www.entrepreneur.com/slideshow/374352

    3. Já usei Kobo, já usei Kindle e no fim parei no Nova Pro da Onyx Boox. Eu leio bastante PDF pro meu doutorado e era simplesmente impossível no Kobo e no Kindle (mesmo com o Kindle Oasis que eu tinha). Comprei meu Nova Pro fora do Brasil e não sei como faz para comprar um (novo) aqui no país. Mas para PDF não encontrei coisa melhor. A Onyx Boox lança novos modelos a todo momento, e há alguns com tela grande e tal. E todos vêm com Android.

    1. Salvo engano, o maior problema são os direitos autorais e de imagem. Uma coisa é acertar a empresa que produziu, outra são os profissionais que estão à frente das câmeras (ou tem sua voz cedida a elas).

      Tempos atrás, uma licenciadora tentou passar uma série que passou na Manchete (Kamen Rider Black), mas um dos dubladores pediu revisão de contrato porque viu que ele não ia ganhar com a republicação da série. No final, a série saiu sem a dublagem brasileira, apenas o audio original.

      1. Sim, além disso já teve partes negociadas por fora, o SBT exibiu não faz muito tempo reprise de Pantanal

  6. Dilema sobre autenticação em dois fatores (2FA):

    Quem aqui utiliza 2FA para logar no gerenciador de senhas? Eu sim, e me dei conta de que, se porventura eu perder acesso ao app de 2FA, fico trancado para fora de todos os logins.

    Por esse motivo, criei uma conta secundária no BitWarden só para guardar todos os recovery codes, e nessa conta deixei o 2FA desabilitado justamente para acessos emergenciais.

    Qual a opinião de vocês sobre esse dilema? Nunca tinha refletido sobre isso.

    1. Não uso 2FA para acesso ao gerenciador de senha, mas uma sacada que eu tive foi escanear os QR Codes dos 2FA de cada serviço e salvar eles no gerenciador, assim se perder o celular posso recadastrar tudo no app de 2FA.

        1. Não! Ele tem a chave (“seed”) usada para gerar os códigos que, estes sim, expiram.

    2. Recentemente o 1Password passou a suportar 2FA. Resolve o problema da perda do app de autenticação, desde que tenha ele sincronizado em mais de um dispositivo.

    3. Acho que aí complica, não? O 2FA dos serviços existe justamente para barrar acessos caso o primeiro fator (a senha) seja comprometida, ou seja, se o seu gerenciador for comprometido, ainda tem outra barreira contra acessos indevidos.

      Só uso senha no gerenciador de senhas, mas uma enorme. Acho que é o suficiente.

      1. Pois é, cheguei nessa conclusão também. Vou remover o 2FA do gerenciador.

    4. A americana que você usou resolve para o caso q você descreveu, mas não para o caso de o serviço ser comprometido.

      Tem App de 2FA que permitem backup, como o authy que faz isso, sincronizando na nuvem, ou o Raivo OTP q faz isso com backup local.

      Se procurar por 2FA Foss vai achar mais opções com backup

    5. Quanto aos códigos de recuperação, gosto da ideia de uma cópia física num lugar seguro

  7. Uma dúvida sobre o Firefox: extensões do tipo Privacy Badger e HTTPS Everywhere ficaram redundantes com a proteção contra rastreamento que o navegador já tem?

    1. Talvez sim? As versões mais recentes do Firefox têm a opção de forçar HTTPS (Modo somente HTTPS, nas configurações). Não sei se a HTTPS Everywhere faz algo a mais ou diferente disso. A Privacy Badger mudou sua configuração padrão ano passado e não vem mais com a detecção por heurística ativada por padrão.

      Aqui, eu uso uBlock Origin e NoScript.

      1. Eu cheguei a usar o NoScript, mas desinstalei-o depois que descobri que o modo avançado do uBlock Origin cumpre a mesma função para mim.

        1. Como funciona isso? Eu só consegui encontrar uma opção “tudo ou nada” no uBlock Origin (desativa totalmente o JavaScript).

    2. Eu ouvi no podcast do “Firewalls don’t stop dragons” que a EFF está planejando em breve descontinuar o HTTPS everywhere e substitui-lo por uma outra extensão com foto em privacidade, mas não chegaram a dar a dica do que seria.

  8. Algum usuário de mouse trackball?
    Amanhã completo 1 semana de uso e estou gostando bastante!
    Meu principal motivo para a transição foi diminuir a quantidade de movimento do pulso e, pelo menos pra mim, está sendo bem fácil de acostumar.

    1. Oi Felipe, qual modelo você está utilizando. Fiz uma pesquisa algumas semanas atrás para avaliar alguns modelos mas não cheguei em um conclusão ainda. Agora que vi seu post lembrei e como meu mouse começou a falhar o botão esquerdo estou pensando seriamente em mudar para um trackball.

      1. Eu peguei um Logitech MX Ergo que estava em promoção no MercadoLivre.

        Ele é o modelo cuja esfera se controla com o polegar. Existem modelos (de outras marcas) onde a esfera é controlada pelo indicador.

        Eu não achei nenhuma forma mais simples de saber qual eu me adaptaria que não fosse testar. Fiz o mesmo com a mesa digitalizadora, só que eu tenho uma amiga que tem uma e eu pude testar na dela antes. No caso do trackball, acabei pagando pra ver.

        A “pegada” é diferente, pq ele realmente é um mouse que enche a mão. Eu nunca gostei desses micro-mouses, os poucos que usei davam dor na mão. Antes dele eu tinha um M540 e ainda tenho um M510, que agora é meu reserva.

        No reddit tem uma comunidade bem legal sobre isso.

        1. Legal saber do tamanho, eu também prefiro mouses grandes e mais pesados, meu atual é um M720 (e infelizmente o botão está falhando).
          Meu receio com relação a este tipo de trackball é se o “dedão não cansa”, pois me dá uma impressão que meu problema vai sair do pulso para o dedão :-).
          Eu havia visto os trackballs da Kensington, que usa com a palma da mão, mas o modelo que encontro com valor razoavel aqui ví alguns reviews que não foram bons. E o modelo que me parece “faz sucesso” (o Slimblade) está absurdamente caro para “pagar para ver”.
          De qualquer forma, obrigado pela dica.

          1. Realmente esse Slimblade é mais caro do que o MX Ergo! 😯
            Mas acho que, no fim, tudo vai se resumir em algum movimento, seja do pulso, dedão, indicador ou da palma da mão (esse tipo eu não conhecia até agora!). Pode ser que daqui um tempo usando muito esse aqui eu venha a ficar incomodado com alguma dor no dedão, não sei dizer. Mas só de diminuir o movimento do pulso já ajudou bastante aqui!

          2. Da pra consertar esse botão aí. As vezes um simples desengripante ajuda a lubrificar o contato. Até a troca do botão não é difícil e vai te deixar com um excelente mouse reserva.

          3. Só complementando o comentário do Rafael, é realmente possível fazer o reparo no mouse. Eu mesmo fiz no meu finado M540, que não funcionava mais o botão da rodinha. Desmontei, vi o tipo de botão e troquei. O problema é que o botão que eu coloquei era MUITO mais duro e ficou extremamente desconfortável usar aquele botão.
            Infelizmente não achei nenhuma especificação em relação à força para se apertar um botão daquele tipo, para que eu pudesse re-trocar. Mas normalmente não é nada muito complexo, mesmo se você tem pouca intimidade com solda.

    2. Usei por um tempo. Gostava, mas agora que os botões desgastaram não tenho grana pra comprar um novo.

      1. Uma pena que isso é algo realmente caro :(
        De curiosidade, qual era o modelo que usava?

  9. Uma das coisas mais legais da internet é poder ver imagens de brinquedos, desenhos, figurinhas, etc, da nossa infância.

    Essa semana estava comentando com um pessoal da minha idade que tinha um desenho de uma senhora, que viajava numa banheira presa a um balão, para resolver problemas pelo mundo. Ninguém sabia do que eu estava falando, mas achei um video comprovando que não estava doido:

    https://www.youtube.com/watch?v=9ltnlXcifRo

    Vocês também procuram coisas antigas na internet para relembrar os bons tempos?

      1. Tava no telefone, por isso só escrevi aquilo. (E já desempacotei, senão fazia o unboxing…)

        Enfim, sempre caço sobre coisas antigas também. O desenho que tu falou – o “Socorro, Vovó”, eu não me lembro de ter assistido, mas dei uma pesquisada uma vez quando eu vi sobre os desenhos que passavam no Glub Glub – tem uma lista aqui https://glubglub.fandom.com/pt-br/wiki/Wiki_Desenhos_do_Glub-Glub .

    1. Muita coisa! Eu não sou muito de acompanhar canais, mas gosto de ver retro-rewiews, aprender como as coisas funcionam, manutenção eletrica e mecânica. Não me considero saudosista, até por que acho que minha infância e adolescência foram péssimos, mas é muito interessante saber como eram as coisas que eu nunca tive acesso. A informação tornou-se muito fácil e isso é excelente.

    2. uma vez eu fiquei lendo todas as sinopses de episódio de “o pequeno scooby doo” para poder achar uma música de específica q tocava lá num episódio sobre alienígenas.
      infelizmente não consegui achar a música sobre o veterinário e as gemeas do desenho “rua dos pombos”.
      eu procuro muita coisa e nem guardo, só quero ver de novo aquilo pra lembrar como era. ou como vc falou, pra ver se existia mesmo, qual era o nome, essas coisas.

    3. Caramba, eu lembro desse desenho! Passava de vez em quando aqui na TV Ceará, foi só ouvir a musiquinha que nostalgia bateu forte. :’)

      Como a TV Ceará retransmita a programação da antiga TVE e da Tv Cultura, algumas vezes eram exibidos desenhos da extinta UPA Studios como Mr Magoo e outros que não lembro o nome, mas que tinha um traço bem peculiar.
      https://youtu.be/BI12ZsTR3Mo

    4. justamente! estou revendo coisas q via na minha infância nos 90. e, incrivelmente, muitas delas me fazem rir bastante (pelo absurdo, pelo ridículo, pela galhofa etc). felizmente esses registros ficaram!

      1. O interessante aqui é pensar como o humor mudou de épocas em épocas. E como muita gente levou a sério certas coisas ou ignorou que a comédia é um traço do tempo – rir de algo dos anos 80-90 é bem diferente de rir de algo destes primeiros anos do século XXI.

    5. procurei por anos, até achar, o desenho “Caragas e Motocas”
      – Eu te disse, eu te disse, Mas eu te disse!

  10. Vocês já ouviram falar da “Dead Internet Theory”? Têm alguma opinião sobre? Acabei de ler um pouco sobre isso e acho que é bem galhofa mas com inspiração em problemas que volta e meia são assunto aqui no Manual

      1. Em uma rápida pesquisa aqui, vi que é uma teoria da conspiração, dizendo que a internet “morreu” desde 2016, e que a maioria do conteúdo da internet que a gente vê é originário de bots.

        1. É o que vi na primeira opção de link do buscador aqui. Um texto do Atlantic. https://www.theatlantic.com/technology/archive/2021/08/dead-internet-theory-wrong-but-feels-true/619937/

          O engraçado é que se parar para pensar que a “World Wide Web” seria os serviços em HTTP + sites WWW, então em partes a teoria tem um ponto – boa parte dos serviços hoje são tentativas de oferta em tecnologias fechadas em si, ou apps.

          Da questão dos bots, é algo que sempre é posto em pauta por estas bandas: por mais que exista sim os bots, de alguma forma até nosso comportamento online acaba soando como se fosse algo “oriundo de bot”, dado que obedecemos a certos padrões de ação e resposta.

          A se pensar que as relações – inclusive em áreas de comentários como estas – por mais que tenham alguma interatividade, ainda tem uma “distância” entre as pessoas. Falamos com códigos, não com a alma.

  11. no seu Android/Iphone, diz aí o primeiro aplicativo que comprou e a data e se ainda usa, se não o usa, qual o mais antigo que comprou que ainda usa?

    o primeiro aplicativo que comprei foi o Nova Launcher Prime em 05/02/2014 e custou 4 dólares, eu o usava até 2 meses atrás, mas os widgets não estavam funcionando direito então fui pro launcher padrão do sistema.

    na mesma data comprei o cerberus, me custou 2,99 euros, mas por causa da mudança de política do aplicativo parei de usar (era compra vitalícia, mas do nada mudaram pra assinatura e quem tinha pago o aplicativo não “ganhou” a assinatura).

    dia 06/02/2014 paguei 2,99 euros no tasker, tentei fuçar várias vezes e vira e mexe instalo, mas nunca consegui usar direito, uma frustração pessoal, rs.

    dia 28/06/2017 paguei 1,99 reais no solid explorer, era para eu estar usando até hoje, mas ultimamente decidi dar mais chances aos apps padrão e o gerenciador padrão cumpre muito bem a função.

    dia 10/08/2017 paguei o minhas finanças pra desbloquear todas as funções, eu literalmente abro o aplicativo ao menos uma vez por dia desde então e me ajuda muito a gerenciar meu dinheiro.

    1. Lá pra 2014:

      15 reais no emulador de DS
      2 reais no jogo do Mickey remasterizado
      2 reais no Leo’s Fortune

      Em 2015:

      10 reais(não lembro ao certo se for isso) no Horizon Chasse. Obs: deu um problema de cobrança duplicada e no final fiquei com o jogo de graça.

      Em 2020:

      2 reais no plague Inc.

      Obs: os valores eu não lembro se estão certos

      1. No final não foi bem aplicativos e sim jogos kkkk

        A maioria eu não uso mais.

    2. Minha primeira compra foi do Nova Launcher Prime, também. Comecei a usar ainda no Android 4.0, numa Custom ROM da CyanogenMod pro Galaxy W, e segui com ele até comprar meu primeiro Xiaomi. Daí acabei largando mão pela falta de suporte ao controle de gestos de navegação, tanto da MIUI, como do Android 10 pra frente.

      De apps pagos que uso até hoje, o Flamingo for Twitter foi o primeiro. Mesmo tendo saído da Play Store por conta do limite de tokens do Twitter, o dev ainda solta updates de vez em quando. Já experimentei vários outros clientes do TT, mas no fim sempre acabo voltando pro Flamingo.

      Menção honrosa ao Shuttle+, meu companheiro de mp3 piratas baixados até eu vender a alma pro Spotify.

    3. Não encontrei o meu histórico de compras, mas de memória lembro que dentre os primeiros aplicativos que comprei estão o Pocket Casts, o Plants vs Zombies e o Tasker. Hoje ainda uso o Pocket Casts.

      Lembro que pagar por um software foi algo totalmente novo para mim na época. Isso deve ter sido lá pra 2013, 2014 também…

      1. O Pocket Casts foi um dos meus primeiros também. Depois que peguei ele, nunca mais usei outro App de podcasts. A grande vantagem de ter comprado ele naquela época é que hoje temos assinatura vitalícia do serviço for free kkk

        1. eu comprei a versão web, tb, não sei pq na época, agora só uso ele tb.

    4. O primeiro primeiríssimo que comprei, quando peguei meu primeiro iPod touch foi o RealBongos. Uns anos antes tinha brincado com percussão e me apaixonei pelos dois “tamborzinhos”. Daí punha umas músicas pra tocar e ia acompanhando no app. Tenho até hoje, aliás, no iPod touch de 4ª geração que fica constantemente num dock na minha mesa, quase sem uso.

      No mais, compartilho alguns dos seus apps: Solid Explorer (comprado depois que o ES foi comprado e virou aquela desgraça cheia de ads suspeitos pra dizer o mínimo), Nova (que comprei para usar com meu finado tablet, o Galaxy Note 8″, depois que instalei o LineageOS e que nunca mais usei), o Tasker (comprado junto com o External Keyboard Helper quando precisei usar um teclado bluetooth no primeiro dispositivo Android que tive, um Kindle Color com CyanogenMod. Aliás, uso essa dupla até hoje para alternar o método padrão de entrada quando conecto um teclado externo! Afinal, só porque tenho meu teclado virtual configurado para PT-BR não significa que meu teclado físico seja ABNT, Sr. Google!). E também o Cerberus, do qual vale a pena comentar: Fui usuário até o começo da semana. Consegui uma licença dele gratuitamente numa promoção há uns bons anos. Um belo de um dia recebo um e-mail deles dizendo da mudança para assinatura e que, como minha licença era gratuita e teoricamente eterna, eles estavam super constrangidos em me enviar aquele e-mail, mas que era impossível manter o serviço funcionando com aquele modelo de negócios, bla bla bla e me oferecendo um desconto na assinatura sem limites de dispositivos ou uma única compra, num valor bem salgado na época, para até 5 dispositivos. Se eu escolhesse o segundo modelo, diziam eles no e-mail, o software seria meu “forever” e eles jamais fariam outra cobrança novamente, bla bla bla… Achei até justo na época e optei por pagar a salgada licença para 5 dispositivos, embora usasse no máximo uns 3 (considerando os meus e os da patroa). Corta para 2021 e eles me enviaram um e-mail sem todo o bla bla bla dizendo simplesmente que minha licença iria expirar e que seu eu não assinasse algum plano (o mais barato para 3 dispositivos por 14 euros/ano) o app deixaria de funcionar em alguns dias. Até entendo o lado deles em manter o sistema financeiramente viável e poderia até forçar a barra e assinar o plano mais em conta, mas achei muito mau-caratismo a forma como fizeram, então desinstalei o app de todos os aparelhos. Não é uma empresa muito séria, afinal. Mas confesso que gostava das funcionalidades dele.

    5. Eu nunca comprei nenhum aplicativo para celular, nunca gastei dinheiro com joguinhos, ou assinei premium em algum que tenha baixado, porque eu acho que é besteira e desnecessário…e falar a verdade, o fato de nunca sentir falta ou qualquer impacto negativo meio que prova isso, para os meus usos.

      1. Eu assinei alguns um tempo atrás, e hoje queria ter aquele dinheiro de volta, hahaha.

    6. Desde a minha primeira compra na Play Store em mar/2015, que foi do Greenify, houveram muitas outras, então só vou mencionar aqui as mais interessantes.

      O Solid Explorer (R$ 4,72, em out/2015) e o Nova Launcher (C$ 5,99 em out/2015), já mencionados, também foram algumas das minhas primeiras compras, e uso ambos até hoje. Inclusive o Nova lançou uma atualização grande recentemente; se você já tem comprado, vale a pena dar uma olhada.

      O Tasker eu demorei para tomar coragem de comprar e aprender a usar, e demorei para realmente usá-lo no dia-a-dia, mas atualmente já tenho algumas rotinas configuradas e acho bastante útil; comprei por míseros R$ 2,99 em ago/2017, provavelmente em uma promoção.

      Mas uma das minhas compras favoritas até hoje foi o GoldenDict, aplicativo que lê vários formatos de dicionários offline (alguém lembra do Babylon no PC?). Comprei por R$ 12,57 em 2015, e uso quase que diariamente até hoje.

      Outras compras que vale a pena mencionar são:
      – Moon Reader Pro (leitor de e-books, R$ 19,99 em jun/2020)
      – Money Pro (controle financeiro, R$ 15,99 em nov/2017)
      – Unified Remote (controle de players no computador pelo celular, R$ 12,99 em jan/2019)
      – mAbook (tocador de audiobooks; uso para ouvir lições do LingQ baixadas já que o aplicativo oficial é meio ruim; R$ 5,49 mês passado)
      – Web Alert (monitoramento de alterações em páginas web, R$ 7,49 mês passado)

      Alguns desses aplicativos acima têm versões gratuitas que até atendem bem, mas algumas vezes eu apenas queria dar uma força para o desenvolvedor.

      1. Cara, teve uma época que eu tentava achar o Houaiss em formato DICT.

        alguém fez a conversão, e um cara fez um script mas depois apagou ele pq ficou aborrecido de estar quebrando copyright.

        achei um coreano uma vez que queria me vender o arquivo em formato dict e fiquei puto, larguei pra lá.

        1. Eu sei qual é esse; ele tem uns probleminhas da conversão, mas o conteúdo acho que está todo lá. Tenho aqui na minha coleção (garimpar esses arquivos na internet é quase um hobby meu). Se quiser, posso compartilhar com você. Meu Telegram é @virgilinojuca.

  12. Fiquei pensando pq vc escolheu o gênero feminino na newsletter hoje (comentários|8 anos do Manual).. Eu acho que a maioria dos seus leitores são homens viu ( temos um ~xeroke homes~ aqui, rs) achei curioso…
    Vc pode ter pensado em ‘a pessoa’ e não feminino no sentido de ‘mulher’… talvez né?
    Esses dias acompanhei uma thread/treta no techtwitter sobre as empresas usarem ‘pessoa desenvolvedora’, ‘pessoa SRE’ etc e tem gente muuuuito incomodada, gente que admiro inclusive. Sinceramente não tenho uma opinião formada sobre isso… usar ‘pessoa’ não me incomoda, parece um jeito de ficar mais neutro e afinal somos todos mas como fica tudo no feminino tem uma galera que pira (de ódio). Digo que não tenho opinião formada pq me incomoda um pouco qdo dizem “pessoas com útero” ou “pessoas que menstruam”…pq aí tira de mim o “mulher” mas não quero excluir os homens trans mas não seria um sentimento um tanto similar aos que se incomodam com o pessoa/gênero feminino? Enfim procurando um solução na minha cabeça e jogando a confusão dela aqui! :)

    1. Você tem razão, Patrícia, a maioria dos leitores do Manual é formada por homens. Essa questão vez ou outra é debatida nos bastidores e pessoalmente a encaro como um problema, do tipo que me instiga a pensar em maneiras de resolvê-lo ou mitigá-lo.

      (Um detalhe que não escrevi lá, mas que me chamou a atenção quando repassei os comentários da newsletter, é que há muitas mensagens no feminino.)

      No fim do ano devo rodar a nossa pesquisa demográfica outra vez e estou curioso para ver se o ponteiro do sexo vai mexer. Para registro, na última consulta os resultados apontaram 86% do público masculino e apenas 14% feminino.

      A decisão por “leitoras” no post de hoje mais cedo não foi no sentido de me referir a “pessoa”, não. Como os comentários eram anônimos, poderiam ter sido escritos por qualquer um. Ou uma. Daí optei por usar o feminino. Afinal, é o mesmo critério comumente usado quando, para se referir a um grupo indefinido de pessoas, adota-se o masculino, e já que mulheres são minoria aqui, pensei que seria legal, quase um incentivo, colocá-las em destaque.

      Você acha que esse raciocínio faz sentido?

      1. Li o texto e achei estranha também a escolha por tudo no feminino, mas pensei mesmo que talvez fosse a ideia de colocar o público feminino em destaque. Talvez minha estranheza inicial se deva ao fato de que isso não é muito comum e ainda ao fato de que o padrão da língua portuguesa defina o uso do masculino quando se referir a um grupo desconhecido (essa regra ainda existe?!).

        De todo modo, sinceramente, bem mais elegante (ao menos do ponto de vista da escrita) do que trocar o o/a por x ou por e ou, pior ainda, por @. Isso chega a doer as vistas quando leio.

        1. Sim, essa regra de usar o gênero masculino para um grupo de pessoas ou outros coletivos existe e usá-la não necessariamente implica machismo, o que não posso afirmar com certeza quanto à adoção dessa regra. Quanto ao seu outro comentário, eu acho que a nossa língua é mutante e, caso se encaminhe para a adoção de gêneros neutros, vai ocorrer de forma natural e lentamente então, não se preocupe, rs.

          Eu tenho como opinião que a gente pode sim se atentar ao uso correto dos pronomes quando estivermos nos comunicando com pessoas que consideram isso importante para a vida delas, quando soubermos, pois é algo que não custa nada pra gente e não deveria nos incomodar…

      2. super funcionou viu rs, sigo o Manual tem uma vida e raramente escrevo aqui e hoje criei coragem #espertinho

    2. Quando não há uma palavra adequada sem gênero, eu uso feminino. Às vezes, tento até forçar um “a(o)” em algum trabalho. Se o cliente não reclamar, vai assim. Tentar apagar o gênero só reforça que a questão existe. Então, vou de feminino, mesmo.

  13. Dia desses saiu o OpenBSD 7.0. Eu nunca nem vi a “cara” desse sistema, mas vez ou outra me deparo com comentários elogiosos, a ele e aos outros “sabores” (versões?), como NetBSD e FreeBSD.

    Alguém usa ou já usou? Um usuário comum, não-programador, conseguiria se virar bem com o OpenBSD, ou seja, dá para usá-lo como sistema desktop?

    1. Os BSDs da vida são mais nichados que as distros linux. Um BSD mais amigável para iniciante seria o GhostBSD, mas mesmo assim é mais complicado que muitas distros linux.
      Sinceramente, a menos que cê seja um entusiasta ou gosta de descobrir coisas novas, não vale a pena usar um BSD.

      1. Concordo. É bem mais comum problemas com drivers e bem menos a disponibilidade de aplicativos. Para fins de desktop nunca consegui manter em uso real. Foram apenas casos de curiosidade mesmo.

    2. De certo modo você usa um sabor do BSD ao usar o macOS. O OpenStep (e o NEXTStep antes dele) que serviram de base para o OS X e agora macOS, foi construído em cima do FreeBSD.

      Eu confesso que o FreeBSD é o sistema que eu gostaria de saber usar direito, mas nunca consegui me acostumar, depois de mais de 20 anos aprendendo Linux.

      O pessoal dos BSDs, aliás, tem uma certa “rixa” com o Linux: É uma colcha de retalhos de binários mal costurados, dizem eles.

      De todo modo, já brinquei com alguns derivados: o pfsense, um dos firewalls mais conhecidos, é baseado no FreeBSD assim como o FreeNAS. Por falta do que fazer / empolgação / sadismo eu, há algum tempo, resolvi instalar o OpenBSD e ir construindo um desktop com ele, instalando o X, o XFCE, aplicativos… Não ficou bonito, afinal vem tudo bem cru, mas funcionou de forma estável e bem ágil, considerando a máquina que eu usei que não era assim uma Brastemp.

      Dá pra usar como sistema desktop? Até dá, principalmente se for de alguma “distro” voltada pra isso (GhostBSD, Dragonfly, e outras mais). Só não acho que seja prático. Sinceramente, Linux não é prático como desktop! É meio chato ter que ficar escovando os bits ao invés de ir direto ao trabalho e acabar trabalhando para o computador ao invés do contrário. E nesse ponto, dada a popularidade bem menor nesse ambiente, usar um BSD como desktop acaba sendo mais crítico do que o Linux porque a quantidade de suporte nas internets da vida é bem menor.

      1. Além do MacOS (maiúscula intencional), tem o PS3, PS4, PS5 (OrbiOS) e o Switch.
        Ghedin, se estiver disposto a brincar, sugiro criar uma VM do FreeBSD e instalar o Gnome vida pkg tool (melhor sports, menos dor de cabeça). Do ponto de vista do usuário desktop, vai parecer uma distro Linux mais lenta e como pior compatibilidade de apps/drivers

        1. Verdade! Não sabia dos Playstation, mas o Switch roda em cima do NetBSD, assim como os Airport e Time Capsule da Apple, que também rodam o NetBSD

    3. Guedin fiquei pensando em uma coisa agora, já que tu vem de uma tempo usando o SO da Apple, nunca cogitou usar o Deepin Linux? Talvez se sinta bem familiarizado.

      1. Não curto muito essas tentativas de recriar um sistema em outro. Se fosse para usar algo estilo macOS, continuaria no macOS. E o Deepin tem uma cota de controvérsias, né? Entre o certo (Debian, Fedora) e o duvidoso, melhor ir no certo.

        1. Entendi seu ponto. Pessoalmente eu não me oponho a eventual replicação de interface (sem necessidade de ficar reinventado a roda),mas tem as controvérsias sim por ser em relação a uma distro da China e tal.

  14. Crianças, fechem essa aba, pois o assunto será pesado! Datilografia rsrs

    Pensei sobre isso esses dias. Quando era criança, lá em casa tinha muitos CDs de curso e em todos eles havia um curso desse. Hoje não vejo mais falar sobre isso.

    Minha experiência com teclados foi bem mista. Eu fiz “meu curso” no MSN (falei para as crianças saírem). Eu peguei uma boa velocidade, mas também muitos costumes ruins, como de “acentuar” as palavras com H (eh, neh, ‘poiseh’).

    Com o fim do MSN deixei um pouco os teclados de computador para o de celular. Eu me tornei um mestre no alfanumérico (crianças…) na época da febre do SMS. Escrevia muito rápido e digitava mensagens, não com a mesma velocidade, mas com a mesma precisão até com o celular no bolso. Eu detestava o estilo T9 porque ele não usava o meu “padrão de acentuação” e fazia um simples texto gastar duas mensagens. rsrs.

    Com um tempo, ganhei um celular da Alcatel com teclado qwerty. Meu amigo, pensa na velocidade do MSN compactada num tecladinho de celular. Eu era assustadoramente rápido.

    Hoje, faço um uso misto do teclado de celular e o de desktop. Meu teclado do computador nem tem a tinta de algumas teclas (WASD, agora sim, crianças uma referência para vocês rsrs), mas isso não me impede de ter uma boa digitação. Eu reduzir um pouco da velocidade para poder focar bem mais na qualidade da escrita.

    Uma coisa interessante: minha mãe é muito, mas muito limitada mesmo quando o assunto é computador. Mas ela destrói (quase que literalmente) quando o assunto é digitação e faz o que eu não tenho tanta prática que é digitar olhando exclusivamente para a tela. O motivo? Ela datilografava num Fórum da minha cidade quando era mais nova. rsrs

    Por favor, compartilhe suas experiências também.

    1. Eu fiz datilografia em máquina de escrever mecânica em uma Kolping perto do bairro que eu morava, isso com 13/14 anos (acho, ou mais, não me lembro bem). Não me lembro bem dos detalhes, mas sim que a professora falava que o importante é treinar as posições que com o tempo a gente ganha a prática de digitar sem olhar para o teclado.

      Isso me ajudou bastante a ter prática no uso do teclado de PC. Fiz o curso de informática um tempo depois, e creio que a datilografia me ajudou a ter melhor ideia da posição dos dedos.

    2. Mesmo sendo um late-millennial, felizmente tive a oportunidade de fazer um curso de datilografia na adolescência.

      A habilidade do touch typing (digitar sem olhar pro teclado) hoje em dia é tão subestimada, muito embora eu a considere uma das skills mais básicas e importantes para qualquer pessoa que passe algum tempo diário em um computador. As pessoas voltaram a “catar milho”.

      Um efeito secundário do touch typing (pelo menos pra mim) é passar a usar menos o mouse para fazer coisas que atalhos de teclado dão conta.

    3. Meu pai tinha uma Olivetti quando eu era criança e eu achava o máximo gente que conseguia datilografar rápido. Aí quando manifestei vontade de fazer um curso, os computadores já estavam vindo numa crescente e me diziam “isso é passado, agora é curso de informática, digitação”.

      Acabou que fui aprendendo a digitar rápido pela prática do dia a dia conforme o computador tomou conta, mas lembro de um freeware daqueles que vinham na Revista do CD ROM (mais alguém aqui assinava além de mim?) e cuja função era “aprenda a digitar usando os 10 dedos”. Eram uma série de exercícios e que tinham conselhos bastante válidos, como por exemplo sempre usar o polegar para bater na barra de espaço. Não fiz todos os exercícios até o final, por isso não uso os dedos mínimos com tanta frequência, mas considerado que digito bem rápido e inclusive consigo escrever sem olhar pra tela, o que aparentemente assombra algumas pessoas mesmo não sendo tão incomum assim.

    4. Um dos arrependimentos da minha vida é não ter feito curso de digitação. Eu sei digitar razoavelmente bem e com uma boa velocidade (anos de prática, né), mas não usando todos os dedos corretamente. (Na verdade, o dedo mindinho, eu nem sei pra que serve, hahaha.)

      Quando eu era adolescente, meu sonho era ter uma máquina de escrever pra mandar cartinha para os meus amigos (já tinha computador na época, hahaha), mas nunca realizei também. Outro arrependimento. :(

    5. Bem, ainda sou da época em que máquina de escrever era algo relevante. Quis cursar datilografia, mas infelizmente não tive condições para tal. Aí um belo dia eu, aos 12 anos de idade, ganhei um XT (8088 a 4MHz, 640KB de RAM e monitor de fósforo verde) que obviamente só rodava DOS. No começo era sofrível digitar os comandos, já que eu não tinha nenhuma familiaridade com teclados (ao menos não os dos computadores). Depois de um tempo ganhei uma cópia pirata de um desses “cursos de digitação”, infelizmente todo em inglês e que não ensinava os dedos a serem usados. Completei o curso e aprendi a digitar rápido mas olhando para o teclado e usando os dedos errados, evidentemente. Aí com uns 14 anos eu peguei um bico em uma lojinha perto de casa que estava informatizando o controle de estoque e cadastro de clientes. Passei uns meses lá depois da escola, digitando coisa pra caramba todo dia. Como não era algo urgentíssimo, vi ali a oportunidade perfeita para aprender a digitar sem olhar para as teclas. Me forcei a não olhar e nos primeiros dias meu desempenho despencou. Com o tempo a velocidade foi aumentando e hoje digito relativamente bem. O único problema que tenho até hoje é não saber usar os dedos certos. Raramente uso os mínimos…

    6. Não cheguei a pegar o tempo da datilografia, mas fiz um curso de digitação, daqueles que vinham junto com Windows + pacote Office. Antigamente era melhor, hoje consigo digitar num ritmo razoável variando entre a digitação completa (usando os 10 dedos) e o popular “catando milho”. Pelo menos ainda consigo uma precisão de uns 90% pra mais digitando sem olhar no teclado, se for um teclado que já estou acostumado.

    7. na maior parte do tempo (inclusive escrevendo isso agora) uso apenas o indicador e o médio de cada mão (com menor incidência do anelar)

      curiosamente percebi que uso mais o anelar da esquerda que o da direita

      o polegar, que devia ser usado para a barra de espaço, eu costumo substituir pelo indicador

      o mínimo eu acho que nunca uso para nada (talvez para chegar no shift ou no command?)

      só olho para o teclado quando vou digitar senhas :)

    8. Eu comecei um curso de datilografia numa máquina verde, pesadona e aí quando tava no fim, eles substituíram todas por PCs e teclados a tempo de eu aprender o teclado numérico. Depois de alguns anos trabalhei meio período numa copiadora do lado da minha faculdade e eu digitava extremamente rápido – ganhava R$0,50 por folha digitada e tirava uns R$500,00 por mês em média (isso em 2002, 2003 era muita coisa hehe).
      Aí tive LER e fui forçado a abandonar minha carreira de digitador, mas até hoje digito muito bem.

    9. A adolescência inteira até o começo da idade adulta (tipo faculdade) eu digitava de um jeito q eu tiro sarro q era “catando milho avançado”. Eu comecei com computador com uns 11-12 anos, catando milho obviamente, até q fiquei rapida nisso e digitando até q ok com uma mão só rsrs
      E isso até lá pelos 20 anos. É meio prático, pq dá pra comer ou sentar em cima da outra mão quando tá frio.
      Só que assim que comecei a trabalhar, passei a ter dor no pulso justamente por usar uma mão só.
      Aí quando mudei de emprego pra uma empresa de TI, pensei “putz, se eu não arrumar isso vai me dar LER super rapido.” Aí no tempo q eu fiquei meio sem fazer nada lá até ter todos os acessos e aprender, fiz uns treinamentos nuns sites q parecem esses programas da “revista do cd-rom” (eu tbm tentei fazer esses, mas era adolescente e não tinha dor como incentivo).
      Agora eu não digito bem não, preciso usar a direita ainda pra várias coisas q não deveria e não uso todos os dedos. Mas só de usar duas mãos e o mindinho esquerdo no shift já é bem melhor.

      1. Caramba! Tá aí uma coisa que eu gostaria de saber fazer! Hahahaha

        Digitar com apenas uma das mãos é algo que faço muito mal e mesmo assim tendo que olhar o teclado.

    10. Fiz curso de digitação usando o programa Tecla Fácil que rodava direto do disquete 5 1/4 num XT com as teclas cobertas por esparadrapo (você falou para tirar as crianças da sala… hehehehehehe). Hoje digito sem olhar para o teclado e só uso teclado mecânico. Tenho pavor do teclado chiclete. No entanto, no celular só uso o indicador…

    11. olá… tenho diploma de datilografia (sou do grupo 50+ p aqui). dureza é o usar o dedo mínimo… acho q esta experiência auxilia na hora de usar o teclado numérico e o alfanumérico nos computadores. alguns truques aparecem naturalmente. e, aproveitando, parabéns Ghedin pelo 8° ano do MdU. vida longa e próspera. []s livr3s,

    12. Aprendi a datilografar na Olivetti Lettera verde de meu pai, com manual impresso, na década de 80 ainda…

    13. uns 15 anos atrás baixei um curso pirateado para windows. eu tinha muito tempo livre e fiz despretensiosamente. não fazia ideia de como me ajudaria. digito usando todos os dedos bem encaixados no F e J rsrs

      já com a parte numérica a rapidez veio com o chato trabalho bancário, mesmo.

    14. Quando bem mais jovem tive q fazer um curso de datilografia pq era pré-requisito pro curso de Windows 98 que iria fazer :D

    15. Sou de 95 e não tive acesso aos cursos de datilografia, infelizmente. Quando comecei a estudar programação encontrei um site que ensina a digitar corretamente, tem três modos de uso, deem uma fuçada e compartilhem: https://klava.org/.
      Me ajudou bastante a ter desenvoltura e usar todos os dedos, serve para quem não é programadora também e quer acabar de vez com a catação de milho.

    16. Eu nunca fiz o curso de datilografia e não sei digitar com todos os dedos PORÉM consigo digitar sem olhar para o ecrã pois sei onde ficam todas as letras. tenho um sistema para isso: o dedão das mãos é para apertar o backspace, o indicador, dedo do meio e o dedo anelar para digitar as letras e anelar e o mindinho para apertar o caixa alta, shift e alguns acentos, além do enter, é claro.

      já no celular, eu digito MUITO rápido mesmo, as pessoas ficam impressionadas.

  15. Trabalho na área de ciência de dados e queria comprar um monitor bacana para programar. No caso eu uso o notebook, e a tela não é tão grande, acho que um monitor maior e com ajuste de altura facilitaria minha ergonomia.
    Alguém tem sugestão de um monitor com bom custo benefício que seja ergonômico pra usar em programação?

    1. Não tenho recomendação específica de monitor, mas te sugeriria dar uma olhada em suportes articulados de monitor. Talvez financeiramente valha mais a pena pegar um monitor que não seja necessariamente ergonômico + um suporte com pistão a gás que te permita mover o monitor como quiser.

      1. Interessante. Essa é realmente uma opção interessante. Pq não são mtos monitores que tem ajuste altura. Vou dar uma olhada em suportes.

    2. Se você quer área de tela para duas aplicações ao mesmo tempo, sugiro considerar um ultrawide. Recentemente fiz a troca e tenho dois ultrawide, um na horizontal e um na vertical. Uso programação, editor de texto, powerpoint e acho fantástico ter dois programas abertos ao mesmo tempo no horizontal, p.ex. dois códigos no VS code no horizontal, com algum documento aberto em 2/3 do vertical e ainda tem espaço pro spotify ou até algum messenger no 1/3 restante.

      1. Vi a galera falando do ultrawide mesmo. Só que eu pensei que pode ser meio complicado de levar ele quando for me mudar. Pq devo mudar de cidade ano que vem, e não é mto perto, aí vou ter que ir de ônibus.

        1. Bom, acho que se enrolar esse monitor em um cobertor, pode ser menos dificil. Mas sim, entendo que não seja a coisa mais prática do mundo para se levar de ônibus. Mas acredito que qualquer monitor grande seja incômodo de levar.
          Os meus são de 29″, pois o preço de dois foi equivalente ao preço de um de 34″ e eu teria mais área.
          Ah e a sugestão do Guilherme Teixeira é fundamental! Os braços não somente dão mais graus de liberdade no posicionamento da tela, quanto deixam sua mesa mais livre!

        2. Melhor forma de embalar algo para transportar é manter a caixa original ou conseguir uma caixa similar + os isopores ou o que veio para isolar o equipamento da caixa (como “sacos de ar” por exemplo). A ideia do cobertor é boa se vai levar de carro. Como falou que vai levar de ônibus, não há tanto problema desde que documentado (até para a empresa de ônibus considerar no seguro, diga-se).

    1. Eu acho que a Mozilla está seguindo um caminho cada vez mais esquisito. Me impressiona que a comunidade não tenha feito um fork dele ainda. Eu sou usuário e entusiasta do Firefox, mas pra mim é muito estranho que eles venham tentando cada vez mas monetizar a parca audiência dele, que tem minguado a olhos vistos. Será um triste fim para um navegador que já abocanhou grande parte do mercado de navegadores e nos deixa a cada dia mais perto da monocultura do chrome e baseados.

        1. Opa, legal, acho que vou dar uma chance pro LibreWolf se as extensões que utilizo funcionarem nele!
          De qualquer maneira a diretoria da Mozilla parece seguir um caminho estranho com notícias de dispensa de desenvolvedores, monetização do público e o aumento nos bônus da CEO ano passado.

          1. Sim, mas acredito que há formas melhores de eles se financiarem. Eu vejo o caso da wikipedia, que vive basicamente de doações. O Firefox vem se apoiando cada vez mais no dinheiro do google e a gente não vê uma comunicação clara da empresa de não depender mais disso. A gente vê a base minguando e eles investindo num projeto de VPN que é muito legal, mas que é só para a base de usuários windows, sem previsão de um cliene linux (até onde eu sei, pode ser que tenha mudade e eu não tenha acompanhando). Enfim, não me parecem ações isoladas, a impressão que eu tenho é de que o firefox desde 2019 anda muito “perdido na vida”. Eu gostaria que eles se focassem única e exclusivamente no quesito privacidade. Eu continuaria doando para eles. Um bom serviço de VPN, com regras claras e tecnologia que desse uma transparência para entender como funciona, eu me interessaria em assinar. A verdade é que não existe caminho fácil para o financiamento, mas não me parece que a mozilla busca alternativas ou pensa a longo prazo, a impressão que me passa é que eles estão aproveitando pra fazer dinheiro enquanto dá antes de fechar as portas, mas sinceramente espero estar redondamente enganado.

        2. O LibreWolf não seria exatamente um fork, já que ainda se baseia no Firefox. A ideia do fork é seguir caminhos separados, mas no caso o LibreWolf não existe sem o Firefox.

      1. Eu sou usuário e entusiasta do Firefox, mas pra mim é muito estranho que eles venham tentando cada vez mas monetizar a parca audiência dele, que tem minguado a olhos vistos.

        Talvez não estejam tomando as melhores ações, mas é bem compreensível a necessidade de diversificar fontes para sobreviver: eles basicamente vivem do dinheiro do Google, que tende a minguar à medida em que perdem relevância. E para muitos, só de ser dinheiro do Google já é ruim por si só.

        Navegador é algo que se tornou extremamente complexo, tanto que a Mozilla é o único competitidor independente que sobrou das big techs. A Microsoft abandonou o próprio motor, porque nem para eles faz sentido investir nisso.

        Em uma reflexão mais ampla, eu ando meio preocupado com o futuro do FOSS para “uso doméstico”, já que sem alguma fonte consistente de renda é muito díficil competir nessa frente.

        Dá para existir uma Mozilla? Pelo que vejo não, pois a grande maioria das empresas open-source precisam achar um financiamento de empresas, que nem sempre faz sentido para aplicações domésticas.

      2. Eu tenho uma percepção diferente. Acho justamente que, pelo fato do Firefox ser o bastião da última engine além do Chromium, eles devem se manter financeiramente viáveis. É fato que a Mozilla depende muito do financiamento do Google e eles deveriam, AO MEU VER, buscar outras formas de financiamento.
        Apesar de não gostar do Brendan Eich, há de se admirar o trabalho que ele fez no Brave e tornou um projeto ordens de grandeza menor que Google ou Firefox sustentável financeiramente. Esse é o ponto: ao tornar viável, não precisariam ter pressa pra crescer e poderiam se manter fiel aos princípios deles.
        A grandes questão é: como manter um projeto complexo viável sem cobrar nada dos usuários? O Brave encontrou a receita do bolo deles e, sinceramente, não vejo como a Mozilla faria isso sem recorrer a ads ou algo do tipo. Ainda mais com uma fanbase tão típica de projetos abertos e xiita (escrevo com pesar e não com raiva :/)

  16. alguém assistiu ao jogo da seleção contra o uruguai? que espetáculo… finalmente o brasil voltando a dar gás nas partidas. não sou fã master de futebol, mas gosto de acompanhar…
    hj foi bonito!

    1. Cara, esse jogo foi bom de mais de se ver. Até o Neymar jogou bem, o que não fazia há um tempo.

    2. Assisti ao primeiro tempo apenas e gostei demais! Até o Paquetá (em quem não boto muita fé) estava todo malemolente ali pela esquerda.

      Só sinto falta de mais amistosos contra equipes europeias. Parece que nas últimas copas sempre somos surpreendidos com um futebol “diferente” deles. Fazer uns testes antes seria bom!

      1. Puxa, não assisti. Esses dias assisiti aos melhores momentos daquele eletrizante Flamengo e Santos que terminou 5×4 pro Flamengo de virada, e que tinha um Neymar voando baixo e um Ronaldinho Gaúcho a caminho da aposentadoria. Grande jogo!

        1. Lembro que nesse dia eu estava jogando Sniper Elite e dando uma bicada no jogo.
          Resultado: desliguei o PS2 e fui assistir ao jogo.

  17. Estou pensando em instalar um raspberry pi em casa para controlar o tráfego de telemetria e demais informações que os fabricantes coletam. Alguém tem alguma indicação de software ou do proprio raspberry para quem ta começando?

  18. Alguém sabe como que faz para a Claro parar de mandar spam via SMS?

    1. Eu enchi tanto o saco da Claro (muito spam e ligações e SMS de nível 0, aquele que bloqueia toda a tela e parece uma mensagem do sistema operacional do telefone), que mudei pra Fluke. É uma operadora menor, que utiliza as antenas da Vivo. A cobertura (moro em São Paulo) é ótima. Não tem spam. E os planos são ajustáveis (vc pode comprar apenas internet, ou minutos de ligação, ou SMS, etc). Recomendo demais!

      1. Eu tenho um medo de pegar operadoras menores por causa da AEIOU. Acho que depois do caso dela, qualquer sub-operadora para mim é um risco. Sei que os Correios tem uma suboperadora boa (baseada em rede TIM), mas fico um pé atrás de também ficar trocando o número de operadora.

        1. O que seria essa AEIOU?

          Eu uso Vivo e Correios celular e a cobertura é bem boa.

          Quanto ao numero, você poderia fazer a portabilidade, mas entendo como deve ser sempre tenso o tempo entre você pedir a portabilidade e o número trocar de fato de operadora. Fora que, se for número de trabalho e o número ficar inacessível em algum momento, pode ser complicado também.

  19. Deixo aqui uma sugestão de podcast, “Álbum de figurinhas”, um podcast sobre história do futebol feito por estudantes de jornalismo, eu que nem sou tão fã de futebol estou gostando bastante, deixo aqui a descrição:
    “Com periodicidade semanal, o programa fala sobre uma figurinha diferente a cada episódio; podem ser jogadores, técnicos, dirigentes, jornalistas esportivos, estádios, times, clubes, ligas, entre outras possibilidades. Reforçando a ideia de que o futebol é um fenômeno integrado à sociedade, o podcast trata, ainda, daquilo que ocorre dentro das quatro linhas e da relação do esporte com o que se passa fora delas, como questões sociais, econômicas e geopolíticas”

    https://www2.dti.ufv.br/noticias/scripts/exibeNoticiaMulti.php?codNot=36000&link=corpo

    1. Eu gosto muito do podcast “Meu Time de Botão”, e esse parece ter uma proposta parecida. Vou conferir.

  20. Pessoal que lida com arquivos gigantes, na casa dos GBs, e com muitas repetição, como lidam com backups?

  21. Em outros Posts Livres, já li sobre entusiastas do Pi Hole. Teria alguma forma de ter um único Raspberry Pi rodando com Pi Hole + algum cliente torrent + algum servidor para fazer streaming de videos para o VLC instalado em um dispositivo Android TV? Algo headless, simplesmente ligado na energia e em uma porta de rede do meu roteador. Sugestões de tutoriais são bem vindas :)

      1. Gostei do site! Vou tentar aqui!

        O Samba serve para troca de arquivos entre o computador e a raspi, correto?

        O Plex eu sei que é um programa bastante utilizado para streaming na rede, mas você sabe dizer se funciona no VLC ou se eu precisaria instalar o Plex também na Android TV?

        1. Isso, o Samba transforma o Pi em um servidor.

          O VLC consegue acessar os arquivos via Samba mesmo, mas a interface é bem utilitária. O Plex é mais bonito e organiza melhor os arquivos na minha opinião.

    1. Sim
      Geralmente via docker
      Raspberry pi 4 da conta de bastante coisa

      1. Eu tenho um Raspberry Pi 3 model B v1.2.

        Pergunta de ignorante: o que o docker ajudaria nesse ponto?

        Pensando como usuário de Windows: facilitaria inicializar os programas quando ligar a raspi? ou facilitaria a instalação deles?

        1. Docker é um container.
          Ele vai “isolar” o programa numa caixa.
          Fica mais prático pra alguns usos, pois vem tudo empacotado, vc faz uma configuração e funciona.
          Se jogar em outro SÓ compatível, vc faz backup e sobe (“ liga”) o container de novo e está funcionando.

          É uma explicação simples, básica e com erros conceituais, mas pra pegar a ideia do que funciona.
          Se procurar na internet tem muita coisa sobre.

          Enfim, penso q é mais prático do que usar direto no sistema

    2. Olá!
      Uso meu raspberry com pi-hole tb. Mas tb uso com:
      – transmission torrent
      – mindlna (tv semi smart toca os conteudos do raspberry, assim como qualquer dispositivo)
      – syncthing (fazer o backup centralizado das minhas coisas)
      – openssh-server (para atualizar e manter o raspberry pi)
      – Openvpn (para acesso remoto, direto a minha rede local e sem propagandas rsrsrs)

      1. Uso parte disso tbm, sem torrent e dlna.
        Uso tbm HomeAssistant e nodered pra automações sem depender da nuvem.

        Tô começando a ensaiar um pouco do uso do N8n

        1. Uiaaaaa. Esses eu não conhecia.
          Gostei bastante do n8n que vc citou. Já tá no meu to-do.

      2. Você não tem receio de usar um Raspberry Pi, consequentemente um cartão microSD, para backup? Eu instalei o Syncthing no meu e flertei com essa ideia, mas ainda não estou convencido de que seja um bom local para backup.

        1. MicroSD é uma péssima ideia pra backup.
          Você pode usar o rsspberry pi dando boot diretamente de um SSD ou HDD via USB.

          Tem várias formas de fazer isso:
          Um SSD/HDD + case
          SSD/HDD q já vem com case (como um Samsung T5, por exemplo)
          Comprar uma placa dedicada
          Um case argon one m2

          Ou ainda pode dar boot pelo microSD e deixar o disco externo pra fazer backups

        2. Meu cartão de memória tem só o /boot.
          Já tive problema com cartão (n foi uso intensivo mas um cartão de baixa qualidade) e lhe entendo. Rsrsrsrs.
          O sistema e o backup ficam em um HD externo.
          E backup, se for só um, não é backup.
          Tenho mais dois computadores que possuem exatamente os mesmos arquivos e tenho um hd externo que faço o backup mensal.

  22. estou numa aula agora. Acabo de ver esse exemplo e estou impressionado como ainda não mudaram o mecanismo de busca e os algoritmos:

    coloquem no google imagens “pele bonita” e “pele feia”

    racismo explícito

    1. nossa, que nojo

      pele bonita = 20 resultados, sendo 15 mulheres brancas e 5 negras

      pele feia = 25 resultados, sendo 1 mulher branca e 24 negras

    2. pra ‘pele bonita’ com predominância de mulheres brancas. e ‘pele feia’ com predominância de mulheres pretas… e não só o google. duckgo tb decepcionou. mas aí são os buscadores ou os metadados dos arquivos?

      1. interessante isso dos arquivos

        pq eu pesquisei peau laide, que foi como o google me deu pele feia em frances

        apareceu um peru (animal)

    3. O DuckDuckGo não é melhor não. Primeiro e segundo scroll de tela nas imagens para ‘pele bonita’ só gente branca, em ‘pele feia’, a tela fica dominada por pessoas de pele escura :(

    4. Vou nas minhas leituras matinais e me deparo com uma notícia que o alguns hosts no Airbnb estão com racismo =/

  23. Gostaria de recomendações de ferramentas que respeita a privacidade e se possível open-source para:

    Monitorar as visitas/erros em site/aplicações web
    Alternativa para o Captcha do Google
    Alternativa ao https://disqus.com/

  24. Uma coisa que tenho ficado preocupado é com o fato que linhas de trem em SP vão tirar a bilheteria clássica (que vende a dinheiro) e apenas deixar totens de venda (grande maioria via cartão de débito) ou incentivo a venda via aplicativo. (matéria aqui – https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/10/04/sp-vai-fechar-todas-as-bilheterias-do-metro-e-da-cptm-ate-final-de-2021.ghtml )

    Eu sou usuário de bilhetes eletrônicos recarregáveis (Bilhete Único, Bilhete Ônibus Metropolitano e Cartão Fidelidade). No entanto, para mim é difícil achar pontos de carga funcionais. Boa parte deles são via cartão de débito (Alguns poucos tem permitido transferência via Pix) e vários deles apresentam defeitos. Na estação onde fica a cidade que resido, ao menos duas máquinas tem problemas.

    Na linha 4 Amarela, não consigo carregar o Bilhete Ônibus Metropolitano em quase nenhuma estação (apenas as estações que tem integração com outras linhas de metrô, mas na área da integração da outra linha).

    Noto que o QR Code na CPTM / Metrô é falho. Mais fácil de rasgar e ser perdido, de ter problemas de impressão na hora, de demorar para ser lido na catraca. O bilhete eletrônico ajuda por ser rápido, mas falha por ter poucos pontos de recarga úteis.

    Temo muito por este futuro sem bilheterias.

    1. nesses momentos que me pergunto, qual a dificuldade de SP em copiar o sistema de bilhete do metro/onibus de New York, eu morando em Curitiba já pensei, pq Curitiba não tem igual aos de NYC para emitir o cartão transporte e fazer recarga e venda de passagens.

      1. Tem algum exemplo, Anderson? :) vou pesquisar depois. Eu sei que no Reino Unido, existem diversos cartões (não sou fã) e a bilheteria manual e automática juntos, além do “condutor/bilheiteiro”.

      2. Achei aqui. Na verdade é bem parecido com o que a CPTM / Metrô / STM quer fazer: usar quiosques no lugar da bilheteria (ou bilheteiro).

        Aparentemente na cobrança é bem similar: pode se pagar uma vez e transferir entre ônibus por um determinado período de graça. Só que por lá tem outros tipos de serviço (aqui existiu por um tempo os chamados “seletivos” ou “executivos”, que seriam equivalentes a estes outros tipos), na qual pode ser pagar uma diferença na tarifa para integrar. No final, de fato não se difere tanto do sistema paulistano ou até mesmo curitibano.

        Mais infos: https://www.novayork.net/metrocard , https://www1.nyc.gov/html/brt/html/about/paying-fare.shtml e https://new.mta.info/fares

        1. Até antes da pandemia tinha bilheteria com funcionário na estação, mas agora não sei se continua e tbm foi anunciado que o metrocard foi apra as carteiras digitais. Os moradores em boa aprte usam o metrocard com sistema mensal ilimitado. Os totens aceitam cartão, dinheiro dão troco… não sei qual seria o problema e se é problema pq lá tudo é autoatendimento

          1. Em São Paulo, o custo do Mensal é bem inviável. Existe o Fidelidade, mas dependendo o custo também é inviável. Isso falando dos cartões eletrônicos.

            A aquisição de um cartão eletrônico depende de ser documentado, e isso é um processo chatinho – ter que ir em um terminal ou posto de venda e comprar o cartão com o cadastro. Soma-se com o problema de recarregar – não são todos os lugares e há o risco de não conseguir fazer a recarga (como já relatei em um comentário anterior).

            No caso do QR Code, é como falei: o QR Code para mim é falho e demorado. Noto que as pessoas se atrapalham no uso dele.

            Bem, meio que desabafo também. Tenho a sensação que o PSDB paulistano tá sucateando os transportes…

          2. Entendo, até o q deveria ser rápido e pensado para a população, vira politicagem e burocracia onde não é necessário, lá vc tem a opção de colocar seus dados, tanto q para turistas quando escolhem comprar plano semanal ou mensal, poucos colocam cep na hora de emitir o cartão. É tudo apra dar agilidade, eles querem apenas vender passagem, vc é responsável pelo seu cartão, ou seu celular caso as passagens esteja nele

          3. O problema maior é a não-praticidade.

            Hoje existem quatro formas de uso pago do sistema ferroviário.
            * O Bilhete Único (que opera no município de São Paulo)
            * O Cartão Fidelidade (baseado no sistema do Bilhete Único, mas exclusivo para o sistema ferroviário e apenas com recargas em pacotes de passagens)
            * O BOM (Metropolitano – que opera com os ônibus do sistema EMTU na região metropolitana)
            * O QR Code TOP (que é baseado / distribuído aparentemente pela mesma turma que cuida do cartão BOM e é vendido nas nos totens perto das catracas, nas bilheterias em substituição ao antigo bilhete magnético, e aplicativos.)

            Sei que de fato há países que há mais de uma forma de cobrar o uso do transporte público. Só que isso é burocrático, é criar camadas de atrito que até dificulta o uso. Um sistema unificado de cobrança, em um único cartão gerido pelo Estado, acho que é o mais justo.

            Hoje cada município tem seu cartão de ônibus. Aí do municipal para os trens, não se tem integração porque o cartão não permite (ou nem compensa – Itapevi que o diga).

            Quando precisa recarregar o cartão, depende de um sistema que pode ser falho facilmente (ontem falhou, diga-se).

            Então tipo, difícil pensar que em São Paulo teremos um sistema de cobrança justo, eficiente e prático. Preferencialmente “monopolizado” pelo Estado e que permita integrações entre sistemas de diversas cidades e regiões. Utópico, mas necessário.

    2. Para evitar filas nos terminais eu recarrego meu bilhete único pelo app Ponto Certo. Até um tempo atrás dava para passar a carga desse app para o bilhete usando NFC, não sei se ainda funciona pois eu recarregado pelo app, depois só transfiro a recarga em qualquer validador no terminal ou no ônibus.

      1. Eu uso o VouD (Autopass) ou a loja virtual do TOP /Autopass. (whatsapp.boradetop.com.br). O ponto certo tentei, mas não aceitava cartão de debito virtual na época. Não sei hoje.

        Queria descolar um celular com NFC para estas coisas também.

        (Em tempos: hoje fui fazer uma recarga e todos os validadores que estavam perto de mim estavam fora do ar. Tive que pagar em dinheiro a passagem).

    3. Eu já tenho raiva de como o sistema de SP é ruim pra visitante. O Bilhete Único que facilitaria a vida do visitante já era difícil de obter antes, com as últimas mudanças ficou pior. Agora essa do fechamento das bilheterias (que acontece também em outros lugares do mundo, ao menos lá existem substitutos melhores)

      1. É nesta linha de comentário que falo, Micael. Falta uma cobrança maior das pessoas para que a cobrança dos trens seja bem mais eficiente. E sinceramente, não acho que meios digitais – ao menos da forma como SP quer implantar – vão o ser eficientes…

    4. Aqui no Rio temos o sistema de bilhetagem RioCard, com ele podemos usar todos os modais com apenas único cartão, ele pode ser recarregado em diversas estações, app, e não precisa necessariamente estar vinculado ao CPF. Muito bom, só uma ressalva que a concessionária que administra a bilhetagem é corrupta (Fetranspor).

      1. Eu não sei dizer se toda a cadeia sobre o transporte público é corrupta – não duvido que mesmo o sistema de bilhetagem paulista tenha suas falhas e corrupções internas. E no caso do Rio, não posso falar nada até pq não resido ai.

        O ponto maior aqui é a necessidade de uma “universalidade” – de um sistema de pagamentos de transporte unificado Estado – Município – Região Metropolitana, gerido pelo Estado. Se o RioCard atende isso, isso é o melhor.

  25. Estou testando um novo sistema em uma VM, o Fedora Silverblue, é um sistema gnu/linux imutável, o que reduz muito dos problemas de distribuições “quebrando” e deixando o usuário na mão. Não é uma coisa exclusiva do Silverblue, tem outros sistemas assim, mas o objetivo é que essa versão substitua o Fedora principal. Todos os apps são instalados via Flatpak, e caso seja necessário, dá para remontar a imagem do sistema com um app específico, como git ou docker.
    É um conceito interessante, ele usa uma toolbox (permitindo a instalação e modificação de qualquer pacote) para criar containers dentro do sistema, que não afetam o SO da máquina. Estou tendo alguns problemas para configurar o desenvolvimento web, mas é possível instalar todas as dependências, ou qualquer app dentro da toolbox e rodar com velocidade nativa. Outro uso é conectar a IDE via SSH. PS: ele usa o podman para criar e gerenciar as imagens.

    1. Gostei muito do conceito do Silverblue e vi ali até mesmo certa semelhança com o MacOS, pelo fato do SO ser imutável, e com o Android, pelo fato deste ter sempre um outro sistema para emergências (o modo de recuperação do Android nada mais é do que um outro SO, este sendo intocável).

      Entretando, algumas coisas necessitam de polimento, como facilitar essa camada adicional de virtualização com o rpm-ostree, uma maior popularização dos flatpaks e o fim de algumas limitações para este. Além das limitações técnicas, temos a mudança de “mindset”, pois o uso dele tem certos paradigmas novos. Boatos que no Futuro o Fedora vai ser o Silverblue…

      Já deu uma olhada no canal do Distro Hopper? Ele fez um vídeo muito bom a respeito no Silverblue: https://www.youtube.com/watch?v=7PP7LQw8M4c

      1. O Windows também permite criar essa partição de recuperação, mas, além de não ser padrão numa instalação limpa, ainda por cima é complexo para usuário comum.

      2. aliás, boa recomendação do distro hopper. ele é muito técnico, mas os vídeos mais generalistas dele me agradam muito.

      3. Sim, eu acompanho o canal, ele fez a estreia do vídeo enquanto eu configurava a distro hahahaha
        A ideia do Silverblue substituir o Workstation não é ruim, quem usa Fedora já não é um usuário Arch que modifica todo o sistema, mas como você disse, ainda falta algumas coisas para o flatpak chegar lá!

    2. Eu acho a ideia bem interessante, apesar de pessoalmente não ter problemas com o Fedora Workstation como é hoje. Para ambientes de desenvolvimento, eu já costumo usar containers, então acho que não seria tão complexo me adaptar.

      Outro uso é conectar a IDE via SSH.

      Não muito relacionado, mas fiquei impressionado com o VS Code conectado via SSH. Ao subir um serviço via terminal, ele redireciona as portas para localhost e parece que você está desenvolvendo localmente.

      Acabei “forçado” a fazer isso essa semana, porque não conseguia rodar o projeto em que estou trabalhando sem o PC ficar inutilizável, mas gostei bastante e mal estou percebendo que estou usando meu notebook para acessar meu desktop.

      1. Acho que é o futuro, tudo em containers, dev environment remotos, e sistemas modulares.
        No futuro o Silverblue vai substituir o Workstation. Então…

        1. E pensar que a Sun previu isso em 1995. Só erraram a data e, infelizmente, agora que a previsão está se materializando, a empresa nem existe mais…

    3. Testei por mera curiosidade. Isto, porque sinceramente não enfrento problema de instabilidade nas distros a um bom tempo (talvez por ficar mais na base LTS). Então não consegui (para meu uso) ver uma vantagem real sobre o silverblue (kinoite é a versão com KDE).

  26. Vi no post passado o comentário do Ghedin sobre o monitor 4K e queria saber da experiência de você com esses monitores.

    Ano passado eu cheguei a comprar um monitor 4K da Samsung, mas o desempenho do meu notebook mais antigo foi sofrível e acabei vendendo o monitor.

    Esse ano eu estou com um notebook novo e que aguenta o rojão (MacBook Air M1). A ideia de ter de novo um monitor 4K vem aparecendo novamente. Sinto que 2K já me atenderia, mas não temos muitas opções aqui, e as que temos custam o preço de um 4K…

    Qual foi a experiência de vocês com monitores dessa resolução?

    1. Tenho dois, da Dell, e gosto muito. Mas usando Windows, q é péssimo nisso, tenho deixá-lo com uma escala de 150% para q as coisas não fiquem minúsculas. Mas gosto bastante dessa resolução. Não cogito usar menos de agora em diante. Comprei um pra esposa, mas da LG, e ela gostou bastante Tb. Mas ela está com esse problema q vc teve: um notebook fraquinho q tem hdmi, mas só com 30 MHz…

      E como está sendo o uso do seu M1? Estou interessado em um, mas com 16gb de memória, mas o preço é injustificável (tanto Air clmo o pro, mas o air está até mais caro q o pro).

      1. Tô gostando bastante! Não uso muito recurso da máquina, mas a autonomia, silêncio e temperatura baixas são coisas que eu nunca vi iguais, ainda fico impressionado com isso!

        Eu peguei o modelo com 8GB mesmo, por enquanto tá atendendo bem, mesmo eu mantendo umas 20 abas sempre abertas, com Spotify, Discord, WhatsApp e mais um ou dois programas abertos ainda não sinto gargalo. Além disso eu nem teria mais grana pra pegar o de 16GB hahaha

        Eu recomendo demais. Pra você pode ser interessante esperar pelos novos modelos Pro que devem vir com as devidas portas (mas que corre o risco de ser bem mais caro também…).

      2. Ah, 30Hz é sofrido demais :/
        O meu até mantinha 60Hz, mas começava a travar com 5 abas abertas.

    2. Sinto que 2K já me atenderia, mas não temos muitas opções aqui, e as que temos custam o preço de um 4K…

      Acho que a sua vista tiver em dia, pode ser interessante 2K, porque aí você não precisa usar escala fracionada. Funciona bem no MacOS, mas é bom evitar para alguns problemas de performance e renderização de fontes.

      Para um de 27…usar 4K fica ridiculamente pequeno, usar em Full HD fica um pouco grande demais os textos…usando como 2K me parece ótimo para um jovem com vista saudável (sou jovem, mas minha vista não é tão saudável haha).

      Não são baratos, mas se considerar o uso em resolução nativa, pode até ser melhor um Quad HD que 4K.

      1. Sim, a ideia é usar em escala mesmo. 4K sem escala numa tela de 27 é coisa de louco haha

        A ideia de um 2K seria mais pelo menor uso de recursos da máquina e de consumo de energia mesmo. Quanto à “beleza” do conteúdo, não cheguei a testar e tenho dúvidas se há diferenças perceptíveis durante o uso.

    3. Uso um da Dell 27 pol 4K vi USB C ano mesmo computador que o seu e recomendo. Uso com escalonamento no penúltimo (1860p, acho) para ficar próximo ao modo “mais espaço” da tela do Air

  27. O que pensam sobre o uso de blockchain pra transação de livros digitais?
    É muito frustrante você comprar um livro digital e não poder trocar ele com um colega, ou até mesmo emprestar, algo super comum com livros físicos. Além disso, ficamos refém de grandes players, como a Amazon. E se eu quiser vender o meu livro digital?

    Levantei essa bola com a minha namorada, que é louca por livros, e ela super apoiaria algo assim.

    1. Esse método de distribuição seria muito bom se o grande beneficiado fosse o autor…. Mas enquanto isso eu sou cada vez mais evangelista da pirataria.

    2. Acho muito mais simples e prático apoiar livros sem DRM e formatos abertos, sem necessidade de uma máquina Rube Goldberg digital só pra vender/ler/emprestar um livro.

    3. Na Amazon, na Kobo e semelhantes você não compra livros. Compra arquivos digitais que ficam armazenados exclusivamente na sua conta. Eu tinha uma conta na Kobo. Quando mudei o meu endereço de email, a conta simplesmente desapareceu, junto com a grande biblioteca que eu já tinha juntado ali. Nem adiantou eu passar um baita tempo me comunicando com o chat de ajuda. Foi adeus mesmo.

      1. Sim, seria esse tipo de situação que poderia ser evitada, você não deveria “perder” o livro se já pagou pelo mesmo, ainda que sua conta tenha sido perdida. E se a Amazon rescindir contrato com a editora? Perco o acesso? Entendo, como comentado, que você não está “comprando um livro” quando faz a aquisição de um livro digital, está pagando pelo acesso de um arquivo em um ou mais dispositivos que estejam única e exclusivamente conectados a uma conta, seja Amazon, Google etc. Porém o preço hoje que se paga por um livro digital é quase o mesmo que o de um livro físico em muitas situações, mas sem a vantagem de trocá-lo, vendê-lo, etc.

      2. Paulo, eu tive um problema parecido, mas consegui resolver pelo chat da Kobo. Eles migraram o meu acervo pra uma conta da Kobo/Rakuten (eu acessava via Livraria Cultura) com a conta de e-mail que queria. Talvez valesse a pena tentar de novo, com outro atendente.

        Pois é, quanto à posse do livro, eu já tinha lido algo do tipo mesmo. Você paga uma “licença de leitura”, mas acho que precisa algo mais que uma ruptura de contrato com a editora, por exemplo, pra você perder o acesso. Nunca vi ninguém reclamando que comprou um e-book e não conseguiu mais acessar (especificamente um e-book).

        1. O meu problema foi que eu tinha mudado o email de contato na Cultura e a livraria registrou como encerramento de uma conta e começo de outra diferente. Nisso, a Kobo também não conseguiu achar o meu eu antigo e os livros dele… Quanto a não haver reclamação de perda de livro comprado, já teve sim pelo menos uma vez em que o contrato da Amazon com uma editora venceu, ela não renovou e simplesmente tirou o livro de todos os kindles, sem avisar os donos dos aparelhos.

          1. Gente, chocada com as duas coisas!! Eu nem troquei o e-mail; também apagaram do nada a minha conta da Cultura. Quando entrei com o e-mail que normalmente, foi criada uma nova, zerada (o que achei totalmente sem noção), mas o suporte do Kobo conseguiu detectá-la e fazer a transferência. Vou até ligar meu aparelho e conferir como tá. :D

            Quanto ao sumiço de e-book, te contar que é a primeira vez que ouço isso… O que é um absurdo porque eu acho que você deveria comprar o arquivo, não a licença de leitura, e é por isso que não compro mais e-books na Amazon se tiver outras opções.

    1. Há o mito q o Santos Dumont acreditava q os aviões seriam usados só pra transporte… Acho q nem ele botava fé nisso.

      1. Esse desgosto por usá-los como máquinas de guerra nao foi um dos motivos do suicídio?

        1. Reza a lenda.

          Apesar de eu duvidar destas falas, gosto da crença de que um inventor a priore não quer ver sua obra como negativa.

        2. acho q ninguém nunca conseguiu cravar essa relação… isso pode ter sido só parte dos problemas dele. se é q foi.

  28. Queria deixar um agradecimento ao Ghedin pela dica de separar as newsletters com um filtro no e-mail. Agora posso ignora-las com muito menos peso na consciência. Obrigado.

      1. Como funciona isso que o David mencionou acima?!
        Poderia mandar o link?!

    1. Ótima discussão. Concordo com boa parte dos pontos, mas tenho uma ressalva.

      Na minha opinião, as páginas ainda HTML são horríveis para textos com equações (geralmente usa-se o MathJax para isso). Como um estudante de exatas, acredito que textos em PDF gerados por LaTeX continuam sendo a solução menos ruim. Espero que isso melhore no futuro, mas para mim é sofrível ler um artigo em HTML com equações.

    2. Até 2016, quando saí da graduação, a pasta de cópias na lojinha de xerox ainda era uma forte instituição acadêmica.

      O mais curioso nessa proposta de adoção do HTML é que não é difícil criar um layout responsivo e com boa legibilidade, e ainda assim esses são raros. Talvez as possibilidades que o HTML abre (incluindo o uso de JavaScript) ofusquem sua genial simplicidade para a aplicação “leitura de texto”, sei lá. O PDF, por outro lado, é uma etapa separada do processo de produção em um processador/editor de texto — tanto que no passado e ainda hoje em alguns sistemas você “imprime” o arquivo PDF.

      Outra coisa que me ocorreu durante a leitura é que o PDF, por ser um arquivo contido em si mesmo, talvez tenha uma perenidade maior. Até dá para distribuir arquivos HTML de outros jeitos que não por um navegador, mas é algo nada usual.

      1. o formato ePub é capaz de reunir a questão do formato adaptável e garantia do conteúdo.

        1. Um ePub nada mais é do que um arquivo zip contendo o texto em HTML, folha de estilo e os demais arquivos referenciados pelo HTML.

          1. 😱😱😱
            Ia morrer sem essa informação. Pra mim, os formatos de e-books, eram tudo uma variação do PDF.

      2. Vejo o PDF Academico como uma evolução natural do formato da xerox da faculdade, por isso sua adoção tão disseminada. O suporte papel foi abandonado em parte, mas o processo é o mesmo (digitalizar capitulos de livros fisicos, etc.). Acho que ainda leva um tempo até isso se modificar substancialmente.

    3. De certa forma, eu gosto do PDF… Desde que bem feito.

      Assim como o HTML citado pode ser muito bom, ele também pode ser muito ruim quando mal feito. Quando você usa um bom editor de documentos, coloca hyperlink nas coisas e um sumário bem organizado, a leitura tende a ser bem mais prazeirosa e eficiente do que o PDF “cru” (quando não é uma digitalização ou uma foto passada pra PDF, que são os piores).

      E PDF bom dá pra fazer no Word, no Libre Office, no GDocs, no editor Latex… O que tem de sobra mesmo acaba sendo a preguiça :p

  29. Pessoal, notebook da minha namorada morreu e ela está pensando em migrar para um tablet, com um tecladinho bluetooth. Ela gerencia uns imóveis de aluguel no litoral e basicamente utiliza textos e planilhas, talvez algo de wordpress do site, mas pouquíssima coisa que, em últimos casos, pode ser feita em meu computador. A mobilidade ao lidar com clientes, agendar coisas, etc, ponto forte

    As perguntas são: Vale a pena migrar para o tablet?
    O que deve-se considerar ao deixar o notebook para trás nesse tipo de trabalho.
    Quais modelos vocês recomendam?

    Obrigado!

    1. O ideal, em casos assim, seria testar o tablet por alguns dias antes de descartar a ideia de repor o notebook. Ou então fazer uma análise ativa, minuciosa, do uso que ela faz do computador. Às vezes a gente nem se dá conta de atividades rotineiras ou muito esporádicas que dependem de um computador. Um exemplo fácil: ela faz a própria contabilidade? Os softwares e sites que usa para esse fim funcionariam em um tablet?

      Quanto ao modelo, é difícil fugir do iPad. Mesmo que seja um modelo simples, será muito melhor que qualquer tablet Android, devido ao sistema operacional e aplicativos. Dá para buscar por um usado ou aproveitar a promoção abaixo do de 8ª geração.

    2. O tab S6 Lite é bem interessante e suporta o Dex, que pra uso com teclado e mouse, deixa o sistema mais parecido com um computador.

      Se for de iPad como o Ghedin sugeriu, eu consideraria um modelo com USB C no lugar do Lightning. Parece bobagem, mas o primeiro te habilitaria a usar qualquer coisa que se conecta por USB ao passo que os acessórios para o conector proprietário da Apple são mais caros e possivelmente mais raros. Fora que, por design, o USB C fornece mais corrente na porta, o que te habilitaria a usar acessórios mais gulosos.

      1. Tenho um Tab S6 Lite e realmente é bem interessante para esse tipo de finalidade, apesar de eu só usá-lo para fazer anotações com a s pen. Todavia, acho que para uso mais básico sai mais em conta comprar um notebook mais fraquinho.

      2. Confesso que eu tentei substituir o meu notebook para atividades de produtividade (e-mail, planilhas, textos, manejo de documentos e treinamentos) e falhei miseravelmente. Usei um iPad com teclado e mouse externo e algumas coisas simples no computador tornaram-se terríveis no mobile, em especial o que se refere a apresentações, planilhas e documentos. Por mais que pareça uma atividade muito fluida nos vídeos da Apple, a vida real exige um hábito novo que não é tão simples assim: recursos não funcionam da mesma forma, nem todos os apps estão otimizados para uso do mouse, atalhos de teclado são diferentes ou inexistentes e ainda existe um problema de compatibilidade com o resto do mundo. Vez ou outra eu simplesmente não conseguia completar a tarefa e voltava para um computador. Testei por 2 meses, desisti e troquei tudo por um notebook de 13” (que estão cada vez mais escassos mas ofertam uma portabilidade parecida de um tablet). Não sei se o mundo Android é um pouco mais maduro para esse tipo de uso mas ainda assim eu faria essa migração com muito cuidado para não sobrar aquela atividade que depende de um pc.

        1. Um outro ponto é que o set que eu montei tinham as peças todas soltas (eu não tinha aquele case com teclado e touchpad mas um teclado e mouse bluetooth) o que prejudicava um pouco a mobilidade. Era meio incomodo carregar tudo isso separado.
          Por outro lado o quesito bateria era sensacional. Por mais que eu levasse mais tempo para concluir uma atividade, o iPad dava conta do tempo necessário e mais um pouco.

    3. acabou de sair um tablet bacana da xiaomi. não sei se ele é tão bom para notas qto o s6 lite, mas, com certeza, é um melhor aparelho nos specs.

    4. Se for tablet, um menos pior seria o iPad, mas haja dinheiro…

  30. A qualquer momento novas promoções podem aparecer no post livre. E se souber de alguma, responda este comentário.

    Ao clicar e/ou comprar por estes links, o Manual do Usuário pode receber uma pequena comissão. O preço final para você não muda.

    1. Os produtos estão com preços diferentes. 🤔 O iPad, por exemplo:

      de R$ 5.250,00
      por
      R$ 3.059,91 à vista (10% Desc. já calculado.)
      ou R$ 3.399,90 em 10x de R$ 339,99 sem juros

      1. Ah, acontece. Algumas promoções são temporárias, dependendo da demanda os preços voltam ao patamar normal rapidinho. Parece que foi o caso com essa do iPad :/

        1. Tá igual promoção dda Magalu de.madrugada, então. 😆 Tem que pegar na hora.
          Obrigada pela resposta!!

  31. Hoje o KDE completa 25 anos.
    Na minha opinião, é a melhor DE não apenas do Linux, mas de todos os sistemas operacionais. Leve, bonita e extremamente fácil de personalizar.

    1. Plasma KDE eu acho lindão pela transparência que me lembra o Windows 7.

      1. Não tem o que discutir kkkkkk
        O kde é melhor.
        É mais bonito. Mais leve. Mais rápido. Tem um desenvolvimento mais rápido. Aproveita melhor os espaços da tela. É mais personalizável.

        1. É isso ai mesmo, resumiu bem. hahaha.
          Pode parecer confuso e cheio de menus e opções, mas é tão pratico e leve que não consigo me adaptar com outro.

      2. Espera aí, a galera do Vim vs Emacs não terminou de zoar os usuários do nano (eu) ainda.

    2. Eu acho ele muito entulhado de coisa. Sou usuário eterno do XFCE. O máximo que eu consigo usar é um Cinnamon. Fora isso, não vai.

    3. Eu basicamente só consegui ser um usuário Linux realmente depois que saiu o KDE 4

  32. Abrindo os trabalhos, vamos lá!
    Depois de muitas indas e vindas (e muita dor de cabeça), instalei o Windows 11 no meu notebook novo. Antes estava com o Pop_Os, mas em razão de problemas com a bateria e com alguns jogos da Steam, resolvi ceder ao OS da Microsoft.
    Só que achei o Windows tão sem sal, sei lá? Sinto muito falta da versatilidade do Linux e do apt para instalar aplicativos; me senti no século passado ao ter que ir em sites (vejam só) para catar instaladores de programas. A lojinha do Windows é bem vergonhosa, qualquer repositório do Linux ganha e muito em ter programas que a gente realmente usa.
    Enfim, só queria esternar como o Windows é chato – porém roda direito sem precisar pesquisar em fóruns por soluções de problemas cabulosos.

      1. Eu tenho usado o winget, dá pra scriptar todas as instalações com ele. 90% dos programas já estão no repositório dele.

    1. O Windows é que nem carro da Honda: caro e sem graça, mas vai fazer o que vc precisa.

      1. hahahaha! Sacanagem! Eu tenho um carro da Honda e adoro!

      2. Eu tenho um carro da Honda e…. pior que você tem razão!! kkkkkk
        Marca “inimiga” dos mecânicos se o proprietário manter as manutenções em dia.

        1. Fora alguns diferenciais técnicos da marca (não sou um profundo conhecedor): 2 velas por cilindro, sonda lambda na admissão e no escape, vtech, motor sincronizado por corrente… Meu motor 1.4 consome menos que o 1.0 do carro anterior.

      3. um vizinho tem um honda civic nervoso aqui na garagem do prédio. acho q ele discordaria de vc! haha

    2. Geralmente uso o Ninite para instalação de programas (gratuitos!).

      A Microsoft tem a “Store” deles, mas obviamente com muita coisa paga e ruim.

        1. Ué? Eu já falei (e outros TB) sobre por estas bandas.

          Para os curiosos: http://www.ninite.com.

          Ele mostra uma lista de programas que podem ser selecionados. Depois, só rolar a pagina e clicar em “get ninite”

          Só puxar, executar o programa e ir tomar um chá (ou água, dependendo da sua internet e config do PC).

          E prontinho! Programas opensource ou freeware, instaladinhos bonitinhos na língua do seu PC.

    3. acho legal qdo o SO é praticamente invisível. não é o caso do mac os q é todo bonitão e vc fica toda hora reparando no design e nas soluções q ele traz haha. eu só não compro um mac por causa disso. mesmo motivo pra eu ainda não ter comprado uma cadeira herman miller: ia ficar pensando o tempo todo no quão foda é a cadeira q estou usando, com todas aquelas regulagens e ajustes, o design…

      1. o gnome padrão do fedora me deu essa sensação aí.

        parei de ficar reparando nas coisas e fui fazer o que eu realmente precisava (navegar à toa).

      2. Estereótipos… Estereótipos… só reforçam preconceitos…

        Creio que qualquer sistema operacional fica “invisível” a partir do uso diário. Boa parte dos clientes que atendo usam o Windows mais pela necessidade do que só pelo fato que é Windows. Ah, e claro, porque se acostumaram com os padrões de uso.

        (Quando faço uma instalação do Windows 10, a propósito, geralmente tento deixar o visual mais limpo possível, retirando firulas visuais como as “Live Tiles” e programas inúteis aos usuários, como Paint 3D por exemplo).

        Noto que um usuário comum não-geek/nerd geralmente começa a se adaptar com o sistema e depois ignora qualquer coisa que não seja do feitio dele (como apps secundários ou inúteis / bloatware). Isso serve nos celulares também – a pessoa na verdade até se irrita se acidentalmente ela coloca um bloatware para funcionar.

        1. estava zoando! queria muito ter esses dois itens, mas falta gaita (muita gaita, diga-se). fora isso, eu sempre q pego um windows novo, tiro todas as firulas, então eles ficam quase com a mesma cara. só me decepcionou o fato do windows 11 estar ainda cheio de coisas por ajustar… nem deviam ter lançado agora, pq nem estava fazendo falta. o windows 10 tava redondinho…
          mas é isso q vc diz, pro usuário padrão, tanto faz depois q ele se acostuma com um sistema. essa discussão são bem restritas àqueles q podem comparar os sistemas operacionais, as versões atuais com antigas e tal. eu acompanhei mais o progresso do windows, q uso desde a adolescência. já mac e o linux (em especial o ubuntu) foi mais de longe e esperadicamente. o mac só mexo com os q estão no trabalho e os linux eu passo um tempo usando, mas aí surgem os problemas de hardware q demandam muita atenção e vai ficando de lado…

          1. Entendi, perdão.
            Quanto ao Windows 11, nem testei pq só venho vendo vcs falando sobre ele e não é nada bom. Tenho cadastro no Insider (Acho, talvez expirou), mas bem, tenho outras prioridades agora.

      3. Você vai reparar muito no design do sistema no começo. Depois que acostumar, nem nota mais determinadas coisas. Na minha opinião, o sistema piorou de uns anos pra cá (do 10.6 pra frente). Para as coisas diversas que eu faço (e que são diversas), é o que melhor me atende: tão robusto quanto o Linux, com as ferramentas já consagradas no mercado, assim como no Windows, mas ficar na minha frente. Ligo o computador e produzo, não preciso ficar alisando sistema como no Linux ou procurando as coisas que sempre mudam de lugar no Windows.

        Uma coisa que sempre uso como exemplo: Compartilhar sua conexão de internet por cabo para o WiFi ou vice-versa. No Mac é possível fazer com uns 3 cliques. No Linux lembro que também é trivial. No Windows, da última vez que tentei, desisti após uns 30 minutos…

        Aliás, lembro que vi há muito tempo um programa para Windows que fazia um Access Point virtual. Alguém sabe se isso ainda existe e qual o nome?

        1. Se for no Windows 10, existe o “Hotspot Móvel” (geralmente na “Central de Ações”, na direita da tela no canto).

    4. Para instalar os programas no Windows, teste o Chocolatey. Ele também tem uma GUI.

    5. Eu tô achando o Windows 11 bem neutro e focado em produtividade.
      Parece que alguns vícios que eu tinha eram semelhantes a quando você tira o celular do bolso e fica abrindo aquela meia-dúzia de apps só pra ver o quê tem de novidade, sabe? O Windows 11 melhorou a exibição de janelas abertas em uma versão do Mission Control do MacOS (que já existia em outras versões) me vejo recorrendo a esse recurso para alternar entre as janelas abertas, já que até o Windows 10 todos os apps na Taskbar são do mesmo tamanho, antes era possível adicionar programas à barra mas quando ele estava aberto ocupava mais espaço.
      Em resumo: tenho me visto caindo menos em hábitos antigos e esse esforço mental de manter uma linha de raciocínio entre os programas tem me ajudado, pode ser que com o tempo eu volte pra Taskbar antiga ou o esforço cognitivo passe e volte a ser como era no Windows 10.
      ps: mas esse é o Windows menos divertido de todos, os sons não são legais, as animações não são legais, parece realmente algo de escritório.

      1. Só queria saber se as imagens bonitas na tela de bloqueio continuam no Windows 11.

Os comentários deste post foram fechados.

O site recebe uma comissão quando você clica nos links abaixo antes de fazer suas compras. Você não paga nada a mais por isso.

Nossas indicações literárias »

Manual do Usuário