Post livre #286

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

225 comentários

  1. estou assistindo os filmes sobre a vida de Steve Jobs na Netflix. achei bem interessante. tenho curiosidade sobre a vida e a personalidade de pessoas que fizeram grandes feitos, seja em qual área for.
    os filmes foram lançados ha uns anos já, mas pra mim estão valendo. rsrs
    fica a dica para vocês! beijos

    1. se gosta de ler, o livro sobre a biografia de Steve Jobs tb é muito boa

    2. só assisti ao do ashton kutcher por enquanto, então não saberia dizer qual o tom do filme do fassbender

      mas vou me permitir discordar: tenho dúvidas se jobs fez mesmo “grandes feitos”, considerando tudo o que redundava do que ele fazia (exploração intensa de trabalho, monopolismo, etc)

      no filme do kutcher acho que essa coisa do endeusamento dele incomodou muito

      mas ainda quero ver o outro filme

  2. Estou criando uma rotina de backup local em um pen drive, coisa bem simples. Criei um contêiner com o VeraCrypt e a minha ideia é atualizar esse backup toda semana, rodando manualmente o rsync. Assim:

    rsync -rtv --exclude={'.*','*.hc','*.kdbx*'} ~/Documents/ /Volumes/Documentos/

    As extensões excluídas referem-se a arquivos que salvarei no mesmo pen drive (combinando comandos com &&). Como eles são criptografados de forma independente, seria redundante mantê-los no contêiner dos Documentos.

    Tem algo muito errado ou que possa ser melhorado nesse comando do rsync?

    1. Fala Ghedin! Acho que seria isso mesmo, uma opção que gosto de colocar é o -P que em caso de interromper o rsync no meio de um arquivo grande, quando voltar novamente ele continua de onde parou.

  3. O site de fato tem uma interface datada, mas a versão pra dispositivos móveis é mais moderna. Uso e gosto do skoob, tem um nível de engajamento legal. Não sei quais mudanças serão implementadas com a recente aquisição pelas Americanas. Quanto a exportar os dados para outra plataforma, é possível fazer isso através de terceiros: https://skoob-exporter.colabs.dev/

  4. Pessoal, como vocês sincronizam bookmarks entre diferentes browsers? Eu uso Safari no Mac e iOS, Firefox e Chrome no PC. Queria uma maneira de manter os bookmarks sincronizados automaticamente entre todos eles.

    1. Se instalar o iCloud para Windows no PC, e as extensões no Firefox e Chrome, vai funcionar. Porém, ocorre de duplicar eventualmente. Escolhe um dos dois no PC pra ser o que vai sincronizar com o iCloud, e entre os navegadores do PC, sugiro eventualmente exportar via html pra evitar de duplicar.

  5. Uma curiosidade: alguém ja usou o Fiverr para obter renda de alguma forma? Poderia dar mais detalhes do que fazia, o motivo de ter começado e/ou parado, como foram as experiências por lá?

  6. o comentário abaixo sobre computadores antigos me fez pensar em algo:

    lá com meus 10 ou 11 anos, no meio dos anos 90, eu olhava para PCs antigos, dos anos 80, e achava ultra-antiquadas a forma externa daqueles computadores: é como se de uma década pra outra tivéssemos avançado enormemente em termos de design — e na verdade tudo era cafonésimo nos anos 90

    fico pensando hoje se passa o mesmo para crianças nessa idade. Será que ela vê um macbook branco, de policarbonato, e também acha que se trata de um design jurássico?

    ou será que ela vai considerar um iPhone 4 um design jurássico em relação a um iPhone 13?

    1. (ah, o aspecto de envelhecimento do plástico bege usado nos computadores também contribuía pra essa sensação de ancianidade: quando eu via como estavam encardidas as carcaças daqueles 286 ou 386 a sensação era mesmo de antiguidade frente ao plástico mais “branquinho” dos computadores mais novos)

    2. Acho que pra uma criança o choque de comparar um iPhone 13 com o 4 vai ser menor do que se essa mesma criança comparasse o 13 com um Nokia N95.

      E acho que no geral é isso pelo menos pra mim comparar um design de 2011 pra 2021 é menos antiquado do que comparar um de 2001 pra 2011.

      1. Só complementando veja as tv’s, em 2001 tínhamos as tv’s de tubo, em 2011 já tínhamos as de LED/Plasma que com exceções de não serem smart’s, 4k e terem a borda fina, é quase o mesmo design de 2021.

  7. Cheguei atrasado para o post dessa semana. Como comentaram abaixo, já é parte da rotina da semana e olha que eu acredito estar há apenas um mês e pouco aqui.

    O assunto dessa semana é pessoal. A volta para a casa dos pais.

    Já fiz trabalhos que fiquei um ou dois meses fora, depois passei seis meses longe e voltava para casa. Atualmente, tem 3 anos que me mudei e tenho morado distante dos meus pais. Agora, com o fim do período de serviço vou retornar para casa. Mas parece que dessa vez é diferente. Tive uma vida fora da casa deles e embora não seja um adulto formado dono da vida, mas tive uma transformação nesse tempo.

    Para os amantes de paradoxos, minha dúvida é ao Paradoxo do Navio de Teseu. Quanto realmente da minha pessoa antiga está voltando para a casa dos pais.

    Para meus pais o clima é de “Nosso bebê está voltando.” quando eu sei que é impossível que isso seja verdade.

    Você tem alguma experiência com isso, seja volrando para casa dos pais ou recebendo um filho de volta?

    Paradoxo do Navio de Teseu
    https://www.youtube.com/watch?v=KwAXlDKeFhA

    1. Isso que você falou, de ter uma vida própria e tal, é natural e pesa muito mesmo. Acho que nem chega ao ponto de ser um paradoxo — ao sair debaixo das asas dos pais a pessoa muda um bocado, periga tomar umas porradas da vida, mas aprende a ser gente.

      Eu amo meus pais, nos damos super bem, mas não voltaria a morar com eles exceto por necessidade.

      1. mas aprende a ser gente

        Não por mal, Ghedin, mas achei meio inoportuna esta frase. Muitos de nós tem uma visão “de bolha”, pois pensamos muito em linhas que até são repetidas de geração em geração – esta do “vira gente depois que sai da casa dos pais” é uma delas

        Ignoramos o quanto de pessoas hoje tem problemas para sair de casa dos pais, pois não é fácil ter moradia própria (e renda), ainda mais na época atual. Ou o quanto a pessoa tem de relação com a família e acaba estando com ela até para auxiliar – familiar com doença por exemplo.

        E se parar para pensar, uma pessoa pode “mudar” estando perto ou longe. As vezes estando perto, não se percebe as mudanças sociais / psicológicas da mesma.

        1. Obviamente, não é o único caminho para “se tornar gente”, nem um garantido. E, sim, para muita gente esse caminho não se abre, por N motivos.

          Mas clichês não são clichês à toa, Ligeiro. Na maioria dos casos, essas frases repetidas há gerações assim o são porque são… verdadeiras. É muito difícil alguém que sai da casa dos pais (e corta o cordão umbilical) não experimentar mudanças profundas. Elas poderiam ocorrer de outra forma? Talvez, quem sabe? Só enfatizei no meu comentário que para quem pode/quer e dá esse passo, as mudanças são profundas e praticamente inescapáveis.

          1. Sim, de fato, experiências são experiências e variam conforme pessoas e situações. Enfatizar que morar fora da casa dos pais “soe melhor” que morar com eles (a sensação que tive é desta leitura), é meio que um preconceito ao meu ver. Acho que isso é bem individual também. Vide o comentário da Márcia abaixo, que fala uma boa relação com morar com a mãe.

            Não nego que já usei este estereótipo para atacar, mas olho para mim (que ainda resido com a mãe) e penso no que realmente vejo e sinto. Gostaria de morar sozinho, mas não tenho condições – se eu saisse agora, é direto para a rua. E sinceramente, a sensação que tenho é que não mudaria muito meu jeito de ser…

            Morar sozinho – viver longe de familiares – é muito conforme condições. Pode ser que a pessoa viva melhor, pode ser que a pessoa veja que não é a vida que ela queira. E talvez morar sozinho, viver longe de um familiar, é para a pessoa uma pior condição. Enfim.

            Tá, sei que tudo isso é para dizer que me senti incomodado com o comentário.
            (Em tempos: Evangelion tem um quê disso com o Shinji, diga-se)

    2. Como alguém que ainda mora com a família, fico só observando; risos. Provavelmente, morarei assim até o final da vida (do primeiro que morrer) porque não me vejo morando só (hoje) ou com outra pessoa “estranha”.

      E eu adoro esse paradoxo de Teseu.

    3. Arrtur como está o diálogo real entre você e seus pais? Pergunto isso porque conversar com os filhos, já adultos, é uma bela oportunidade para esclarecer fantasias, experimentar viver com leveza.

      Baseada no que tenho vivido com minha mãe (75 anos) e eu (41) no tempo que estamos vivendo novamente juntas parece que ela está vivendo algo parecido com a relação estabelecidas com netos: não há padrões a cumprir, é amar e curtir. Filhos adultos respondem para si mesmos (no caso da maioria que são bem sucedidos na individuação).

      Nas conversas que tive com minha mãe ela pode conversar com uma pessoa que testemunhou a vida dela por tantas passagens – e ele é uma testemunha de TUDO o que vivi. No início foi doloroso. Dar-se conta que dividir paredes não era mais sinônimo de dependência, tomou tempo, discussões e choros. Cada vez menos isso aconteceu, fomos encontrando conforto nas diferentes preferências, criando autonomia para refeições, idas ao mercado, assistir TV. Passou a ser normal não querer fazer tudo junto e as vezes que queremos, é legal!

      Falamos sobre muitas histórias e o que ficou para cada uma. Para mim, conhecer a perspectiva do que minha mãe viveu antes de eu nascer e como a vida dela seguiu depois disso, foi importante. A idealização foi substituída pela verdade e eu me sinto mais segura ao imaginar que vou dar conta também (tenho um filho de 11 anos) porque não há mais a ideia de “não sei como ela conseguia”. Agora eu sei. E não teve glamour várias vezes. Para morar juntas, falamos sobre nossas necessidades e sentimentos e fizemos combinados. E vamos atualizando ao longo do caminho. A pandemia mudou tudo em nossos planos. Como seguimos vivas e com saúde, agora é resignificar a situação e encontrar como viver de forma melhor.

      Torço que minha história traga alguma contribuição. Essa jornada é tua, e pode ser maravilhoso seus pais conhecerem a sua versão atualizada :-)

      1. Que relato maravilhoso, Marcia. Obrigado por compartilhar conosco.

    4. Entendo que vai de cada um. De cada família. A experiência, seja boa ou ruim, muda.
      Tem gente que só vai aprender quando sair de casa, como o ghedin falou.
      Eu consegui aprender a me virar e resolver a vida ainda morando com a meus pais pq eles sempre foram dividindo responsabilidades e deveres comigo de acordo com a minha idade.
      Então eu sempre dei a minha contribuição enquanto morei com eles.
      Quando sai da casa deles, saber resolver a minha vida foi bem natural.
      E frequentemente ajudo eles e eles me ajudam.
      Sou responsável pela manutenção do carro deles. E quando tem manutenção na casa, eles sempre marcam em um dia que eu posso estar junto para ajudar no que for preciso.
      Quando vou viajar, eles tomam conta dos meus cachorros e olham a minha casa.
      Quando vou visita-los, eles não querem que eu vá embora. Quando eles me visitam, não quero que eles voltem para as suas casa, pois o nosso convívio é muito bom e a minha esposa é como uma filha pra eles. As vezes acho até que eles gostam mais dela do que de mim kkkkkkkkk.
      Mas ao mesmo tempo eu gosto de ter o meu canto do meu jeito. E eles gostam de ter o deles do jeito deles.
      Mas veja bem, eu sempre me dei muito bem com os meus pais. São meus grandes amigos. Meus professores e meus exemplos.
      No início da pandemia eles vieram para a minha casa. Ficaram 8 meses aqui. Foi muito bom e hoje tenho saudades desses 8 meses com eles.
      Futuramente quando eles tiverem mais idade e precisarem de cuidados, vão morar comigo e por isso planejo comprar um casa que tenha o espaço que eles precisam.

      Ao mesmo tempo, tenho amigos que sempre moraram com os pais e não vejo problemas pq é um convívio muito sadio e proveitoso para as duas partes.
      E tenho outros que moram com os pais, mas vejo que ainda são como crianças. Não cresceram e continuam dando trabalho sem ajudar em nada.

  8. Alguém lembra do “Park” da Tecnoponta? Muito comum no final da década de 80 e começo de 90 (também conhecido com FIM, ou recolhe)
    Ele se chamava PARK porque ele “estacionava” as cabeças de leitura e gravação do disco rígido a fim de evitar as famosas bad blocks que poderiam ocorrer ao desligar o PC em um momento inadequado.

    Tem aqui um vídeo dele:
    https://www.youtube.com/watch?v=A4WEdtpA5aM&list=LL

    Queria saber se alguém ainda tem isso guardado para enviar para um saudosistas dos PC XT/286 (eu no caso)

    1. Rapaz! Não era algo que eu lembrava espontaneamente, mas foi só você comentar que me lembrei de todas as vezes em que ia desligar o PC. No meu caso um 486DX2 66Mhz. Tinha 4Mb de RAM, depois expandidas para 8Mb quando foi instalado o kit multimídia.

      Ultimamente tenho assistido a tantos vídeos de PCs/videogames/eletrônicos antigos que esse seu comentário veio bem a calhar.

      Mas infelizmente não tenho esse guardado não.

      1. Eu adoro esses tipo de vídeos! A nostalgia de relembrar itens da infância dá um quentinho no coração.

        1. Sim! E tem um certo romantismo tambem. Embora eu ache os computadores de hoje muito melhores, a internet e tudo o mais, parece que hoje isso é algo dado já, parte do cotidiano. Naquela época era tudo meio na unha e, embora na época fosse um saco, hoje olhamos com romantismo. É engraçado isso. Hoje é muito melhor instalar um sistema operacional com um pendrive, mas ainda penso romanticamente não época de instalar o DOS com 3 disquetes e depois o Windows 3 com mais alguns disquetes… fora os drivers, o office e jogos, rezando pra nenhum disquete dar pau.

          1. Quando algo dava um pau tudo que tínhamos eram as pessoas que conhecíamos para tentar resolver. Hoje digitamos o código no Google com o celular e já temos a solução. (sem contar que fazem bons anos que não me deparo com mensagens de erro do tipo)

      2. situação idêntica comigo:

        primeiro PC da família também foi o mesmo 486 DX2 66MHz com 4MB de RAM — igualmente dobrados quando da instalação do famigerado kit multimídia

        lembro de que um vizinho havia instalado pra gente um pacotinho de jogos piratas: Stunts, Pinball Fantasies, um jogo de bilhar e um monte de joguinhos para windows 3.11

        1. A época do 486 foi quando realmente comecei a usar o pc independente. As vezes ficava horas fuçando e não sei como eu conseguia ficar tanto no pc numa época sem internet. Antes dele tivemos um 386 ou 286 e antes um TK3000 IIe (clone do Apple II feito pela microdigital, na época da reserva de mercado)

          Do TK3000 lembro pouco, o que lembro é que no início não tinha drive de disquete, então ele iniciava num ambiente em BASIC se não me engano e meu irmão saía digitando o código dos joguinhos q vinha impresso em um livrinho. Que viagem.

          1. Esses livros/revistas com códigos eram sensacionais!

            De alguma forma em 40 anos passamos disso a não conseguir nem ouvir um áudio na velocidade normal, quem dirá digitar códigos para usar algo.

  9. Alguém aqui faz ou fez psicoterapia? Acho importante o diálogo aberto sobre isso. Recentemente em uma conversa de amigos surgiu o fato de que é um assunto ainda bem tabu, como se só pessoas “loucas” ou problemáticas o fazem.

    Enfim, apenas deixo aqui jogado a importância da conversa com um profissional treinado e habilitado (não embusteiros que fazem curso de terapias alternativas de 1 fim de semana e já se chama de terapeuta) para tratar das inquietações individuais.

    Recentemente participei de um processo psicoterapêutico com psicóloga formada em psicologia (na linha da psicologia existencial), e foi bem importante para ajudar a organizar minha psiquê, seja abrindo mão de algumas coisas, seja reforçando outras.

    1. Faço e tem sido muito importante! Mesmo me sentindo bem em maior parte dos dias, faço justamente pra me conhecer melhor. Minha terapeuta segue a linha de psicanálise, mas consegue ser bem pé no chão também (o que às vezes é o medo de muita gente).

      Acho uma boa iniciativa normalizar, ainda mais quando a dificuldade de experimentar, identificar e expressar emoções é bem presente na nossa sociedade, principalmente no gênero masculino.

    2. Eu faço! Desde os 18 anos (hoje tenho 41) e já experimentei várias abordagens (sempre com pessoas formadas em psicologia ~ por favor gente olhem isso sempre, vale consultar o cadastro do conselho federal de psicologia ~

      Desse tempo já fiz paradas. Daí retomava quando percebia ser legal. Abordagens da existencial, da logoterapia e do psicodrama me ajudaram muito! Hoje faço na abordagem analítica junguiana e tô curtindo muito. Tem dias que a sessão parece inútil, tem outras que dá vontade de pagar o triplo, de tão UAU. Daí a gente percebe que foi o efeito acumulado das sessões.

      E já fiz psicoterapia com psiquiatra que é psicoterapeuta. Foi ótimo na fase de crise de Pânico, para regular medicação e humor.

    3. Eu faço desde o ínicio da pandemia. Coincidentemente nessa época fui diagnosticado com uma hipertensão grau 2 e fiquei meio paranóico com a minha saúde e um grande grau de ansiedade por conta da pandemia. Não é a primeira vez que faço terapia, mas acho importante. É uma pena que tenha gente que não queira ou não possa procurar uma ajuda.

    4. Fiz por uns 8-9 anos, mas parei devido a condições financeiras. Me ajudou muito a entender um pouco dos meus sentimentos, mas tenho a sensação que sempre fui com freio de mão puxado para a terapia.

    5. Eu faço há mais de um ano. Um ano e três meses para ser mais exato. Comecei por diversos problemas acumulados na minha vida que me deixaram arrasado de uma forma como nunca estive. Desde então tem sido muito bom conseguir entender as coisas, e principalmente me entender. Para tu ter uma ideia, até então eu não sabia que aquilo que eu sentia era ansiedade. Sim, 33 anos na cara e não sabia disso, não tenho vergonha de falar.

      Como a Márcia disse, tem vezes que a terapia é meio apagada, que parece que só fui lá falar abobrinhas, perder tempo e dinheiro, mas tem vezes que a coisa é tão… intensa que vale por todas estas, e muitas vezes eu percebo que foi intensa justamente por causa dessas “mornas”.

      Todo esse tempo e eu ainda sinto que não estou 100%, nem perto, mas infinitamente melhor do que estava em junho do ano passado.

      Todos a minha volta sabem, e não tenho problema em falar disso com ninguém, nem com desconhecidos. Pensem o que quiser…

    6. eu faço e acho que todo mundo (com grana para tanto, óbvio) deveria fazer.

  10. Oi pessoal, tudo bom?
    Vocês utilizam ou tem sugestões de apps FOSS para rotina de exercícios? Digo, não apenas que marcam quilometragem ou passos, mas que possui uma lista de exercícios e alongamentos pra fazer durante a semana.
    Eu utilizava um que tinha uma lista de exercícios divididos em categorias (por ex.: para pescoço e ombros), tutorias e cronometro pra marcar o tempo, porém não é FOSS :(

  11. Estou buscando uma distribuição Linux que seja: simples, leve, funcional, segura, privativa, bonita. Nada muito obscuro e não prático tipo Arch/Qubes/Whonix, nada muito ruim tipo Ubuntu, RedHat, etc.

    Cheguei no Debian 11 XFCE e no PopOs. Vou testar os dois.
    Algum entendido tem observações?

    Valeu.

    1. Pelos seus critérios, acho que Pop!_OS é uma boa escolha. Debian é interessante, mas a questões dos pacotes antigos pode ser um problema para desktop.

      Por que Ubuntu/RedHat seriam ruins? São as mais consolidadas do mercado inclusive, Pop!_OS é base Ubuntu. Tem outras baseadas em Ubuntu para usuário final, assim como Pop!_OS, que talvez sejam interessantes: elementary OS, Mint, Zorin, etc…

    2. Prepare-se para enfrentar possíveis problemas de conexão de rede pós-instalação no Debian, dependendo da máquina em que for instalá-lo. Tenha um cabo de rede a postos caso não consiga usar redes sem fio. (Não sei se isso ainda é um problema recorrente em computadores mais modernos, mas sempre foi em todo notebook em que usei Debian.)

      Pop!_OS tem a opção de desligar as extensões do COSMIC se você não se acostumar. Você ficaria com o mesmo visual e funcionalidade do GNOME 3.38.

      O que você achou ruim no Ubuntu? E presumo que você esteja se referindo ao Fedora quando fala de Red Hat?

      1. se ele baixar a iso do debian com os drivers non-free já deve evitar esses incompatibilidades com o drive wifi

      2. No caso do Debian, recomendo utilizar as iso com os firwmares non-free (https://cdimage.debian.org/cdimage/unofficial/non-free/cd-including-firmware/current/amd64/iso-cd/). Eu uso o Pop! na máquina em que jogo e o Debian 12 (testing) na máquina de trabalho. Mesmo a versão testing do debian é muito sólida e estável, com a vantagem de ter um conjunto de pacotes um pouco mais próximos dos atuais.
        Alias, prefiro uso ambos com cinnamon :). Poderia usar mint, mas não curti.

    3. Quem preenche esses requisitos é o ElementaryOS.
      Mas teste todas.

    4. Mx Linux. Baseada em Debian e com ambiente xfce. Agora tá pra vir a versão com KDE… Quando lançar eu pretendo instalar.

    5. se for usar o Debian, baixa a ISO com os drivers non-free pois evitara algumas dores, mas como já comentado, vai de PopOs (atualmente uso o Fedora é muito simples tb e bem estável)

    6. Recomendo considerar o Fedora, apesar de já ter sinalizado não ser muito aderente. O sistema é todo pensado para o mínimo de uso de pacotes não-livres, o Gnome puro é extremamente bonito e você pode tornar a distro bem segura com alguma vpn.

      Acho muito difícil você encontrar algo absurdamente privativo, bonito e funcional ao mesmo tempo… Recomendo que você tenha uma distro para “o grosso” do dia a dia e um pen drive bootável com TailsOS para fazer coisas que sinta mais necessidade de privacidade.

      1. Uso Fedora, com os repositórios do RPMFusion.

        Uso muito pouco atualmente, mais para vídeos (torrents mesmo).
        (Uso pouco porque estou fazendo home office desde o início da pandemia, então o note da empresa está sempre ligado).

        O Fedora é muito bonito mesmo, mas como é minimalista, tem gente que não gosta.

        Agora, não adianta perguntar “qual é o melhor Linux”.
        Para quem tem dúvidas acho que nem vale a pena tentar, porque sempre vai ficar decepcionado, seja qual for a escolha que fizer.

        Para uso pessoal para usuários não hardcore eu recomendo Ubuntu, não tem discussão. Tem gente que prefere o Mint, que é um Ubuntu modificado. Eu acho que não vale a pena, porque o número de usuários Ubuntu é (acho eu) muito maior do que o Mint, então vai ser mais fácil conseguir suporte com Ubuntu do que com Mint.

        1. Ubuntu é sempre a minha escolha principal quando preciso recorrer ao Linux para algum propósito justamente pela abundância de perguntas e respostas na Internet, tornando o processo de resolver um problema bem fácil.

          Andei testando o Fedora em algumas VMs e achei o sistema ótimo. O dnf tem um output bem mais legível quando comparando ao apt e, apesar de não ter uma base de usuários grande, a própria RedHat tem muito material disponível para consulta, além de ser uma empresa com envergadura muito maior que a Canonical. Um dia crio coragem e experimento o sistema como meu sistema principal!

    7. Xubuntu é uma boa opção. Uso ele há algum tempo num note antigo e deu uma sobrevida pra ele. É bem leve e estável.

    8. Eu conheci o Zorin OS esses dias. É bonita e parece ser bem acabada. Tem versão normal e lite para pc antigo.

      1. Tenho usado o ZoronOS Lite num note antigo e a experiência tem sido excelente.

    9. Manjaro. É baseado em arch, mas mais amigável e dos que testei ultimamente foi o que mais gostei. Infelizmente para jogos ele não é lá a melhor opção.

  12. nesta sexta-feira completam 10 anos de Occupy Wall Street

    à época foram fundamentais os blogs em wordpress, o twitter e o tumblr para difundir o movimento

    como seria hoje? instagram e tik tok?

  13. Eu apaguei a minha conta no Facebook no início de 2019, após quase dez anos (!) usando aquela rede social. Apaguei porque tudo parecia muito caótico lá e porque era estranho saber que quase dez anos da minha vida estavam “disponíveis” naquela coisa.

    Para cobrir a lacuna social deixada por isso, criei uma conta no Instagram na mesma época. Tornou-se minha rede social principal. É, confesso que me encantei um tanto com a estética por me parecer menos poluído que o Facebook, mas nunca fui muito de publicar coisas lá.

    Mas há uns três meses eu excluí definitivamente minha conta no Instagram também, pois aquilo passou a funcionar para mim apenas como uma espécie reafirmação forjada de como a vida das outras pessoas era mais interessante que a minha. Depois desses três meses eu percebi que eu parei mais de me comparar com outras pessoas e aquela espécie de frustração do tipo “poucas pessoas interagem comigo nas redes sociais” desapareceu.

    Isso também reduziu drasticamente a quantidade de conteúdo que eu consumia na internet e passei a me sentir muito menos ansioso. Só escrevi isso aqui porque só agora me dei conta de como o Orkut, o Facebook e depois o Instagram eram os lugares que “ditavam” o jeito com o qual eu lidava com a internet. Estar fora disso está sendo uma sensação boa demais.

    1. Ainda tenho o Facebook para apenas ver os classificados (as vezes aparece alguma coisa que eu possa aproveitar e com um preço que eu consiga pagar). Instagram só usei uma vez e me senti desconfortável. Twitter vou e volto. Mastodon está parado.

      De fato, redes sociais meio que ditam o rítmo ultimamente – engraçado pensar que quando eu era bem viciado em redes sociais, isso há uns 10 anos atrás ou mais, quem era próximo a mim achava eu alguém maluco. Agora a situação se inverte – estou menos participante de redes sociais, enquanto aqueles que me criticaram hoje participam ativamente de ao menos uma.

      Queria uma hora conseguir verbalizar melhor estas sensações que tenho sobre redes sociais…

    2. Não tenho Facebook há algum tempo. Não apaguei a conta, mas desativei, sei lá, na época achei que devia fazer e nunca mais voltei.
      Mas eu ainda tenho meu Instagram, que na real é o único lugar que interajo socialmente.
      Me incomoda, mas entendo, essa coisa de “há, as pessoas só postam o que tá bom” porque, sei lá, você só fala que tá uma merda para gente muito próxima e olhe lá.
      Acho que o problema maior é algoritmo escolhendo o que vai ver ou coisa assim.
      Mas, como eu disse, pessoal.

    3. Eu acabei com meu Facebook acho que pouco tempo depois do orkut ter acabado. Cheguei a criar uma conta no instagram, por conta de um sorteio num evento da IBM que participei há uns 5 anos, que exigia uma conta. Criei, não ganhei, fiquei um tempo lá praticamente sem usar, e apaguei.
      Hoje tenho somente o WhatsApp e o Discuss. Não sinto falta. Sinceramente me incomoda muito certos hábitos de muitas pessoas de pensarem o tempo todo nas redes sociais, tipo aquela coisa de “Preciso tirar uma foto da comida para postar no ‘INXTA'”. Nada contra tirar uma foto de uma comida que você fez e ficou particularmente bonita, ou de um prato que você quer “copiar” um dia, ou até mesmo daquele churrasco maroto para deixar o grupo do whatsapp com inveja (especialmente naquele dia da semana que tá todo mundo trabalhando)! Na verdade nem mesmo com postar no instagram. É mais com o hábito mesmo, sabe? A necessidade de fazer isso antes de comer qualquer coisa!
      Eu ainda sou daqueles que sentem falta das comunidades do orkut que tinham conversas produtivas, que ajudavam as pessoas naquilo que se propunham (como dúvidas de programação, ou fotografia, ou coisa do tipo). Sei lá. Realmente não sinto falta de mais do que isso!

      1. Tinha uma época q até tinha uns grupos assim no facebook, eu já participei de alguns. Tvz até existam ainda algumas boas. Mas lá é bem confuso pq é mto grupo morto até achar um q preste. Como quase a unica coisa pra interagir no orkut eram as comunidades e as pessoas colocavam como se fosse figurinha dos seus interesses, tinha bem mais colaboração. Como se o que fluia naturalmente no orkut precisasse de um esforço pra funcionar no face. O q eu vi em meia duzia de grupos no face acontecia na maioria das comunidades do orkut.

    4. Eu tive conta no instragram por pouco tempo e excluí quando, um dia, conferindo a média de tempo gasto no app, deu 5 horas. Fiquei chocada, sabe? Até porque o que eu mais fazia era ver memes. Depois de sair da rede (e tem ficado mais restritivo acessar sem conta) descobri também que ela me fazia gastar demais porque eu ficava vendo posts de “novidades” e acabava comprando pra experimentar…
      Meu sonho é tirar o twitter da minha vida, mas minha nossa, que difícil (hoje entendo os viciados e suas recaídas)! Ainda bem que agora parece que eles estão igual ao instagram, limitando o acesso sem conta.

      1. Taí uma coisa que está inundando o Instagram: sempre tem um produto novo, revolucionário, pra facilitar uma atividade que até ontem a gente fazia e não achava problema. É a melhor mochila de viagem, com porta usb e antifurto, é o melhor casaco de viagem com 30 bolsos e capuz que cobre os olhos, é o melhor tênis impermeável e confortável etc. A minha sorte é que os produtos em que eu realmente me interessam são em dólar e enviados do exterior, aí saem muito caros hahahaha. Tem também as quinquilharias da China, vários anunciantes diferentes oferecendo um mesmo produto “exclusivo”.

        De todos os anúncios, os que eu realmente me interessei a ponto de quase comprar são os cadarços elásticos e a tábua de descongelar que parece é feita com um material supercondutor de calor e descongela muito rápido. O Instagram tá quase um polishop.

        1. Resumiu perfeitamente o Instagram nessa comparação, não tem como consumir conteúdo sem alguém tentar te vender alguma coisa.

        2. Agora imagina isso aí pro público feminino. O que tem de produto de beleza e propagandas de cirurgias/procedimentos estéticos (muitos profissionais e clínicas têm perfis e fazem indicação) não é brincadeira. Sem contar que a comparação com corpos “perfeitos” e vidas “perfeitas” afeta o psicológico de uma maneira… Como eu comentei, o meu maior problema com o instagram era a questão do tempo desperdiçado mesmo.

      2. Twitter é minha maior dificuldade também.
        12 anos indo e voltando, na última eu sai devido ao caos político (inicio da CPI da Covid).
        Mas tenho certeza que ano que vem eu volto por causa das eleições.

        1. Eu nunca consegui entender a lógica do Twitter nem porque as pessoas se engajam tanto naquilo. Acho tão confuso. Nunca me cativou. Eu tive uma conta lá há muitos anos, mas apaguei porque eu não usava.

          Acho a proposta do Reddit muito mais legal para acompanhar e discutir essas coisas. Mas também sai do Reddit porque entrar em debates lá estava me tomando um tempão e ficar lendo notícias ruins o dia todo não faz bem para a cabeça.

    5. eu não uso redes sociais já fazem uns 10 anos (fora o mastodon que estou a algumas semanas) onde, já nem sei mais como “eu era” quando usava

    6. Vc falou aí em lacuna social. Eu penso que o Facebook e algumas outras redes sociais já são uma lacuna social. Se há algum tipo de interação social lá dentro. Essa é uma interação muito fraca.

      1. Sim, eu concordo com sua colocação. Eu falei “lacuna social” porque querendo ou não você perde o contato com muita gente estando fora das redes sociais. Talvez não me expressei bem aí. 😅

    7. Ainda tenho Facebook, Instagram e Twitter. A rede social que mais uso é o Twitter, pois ainda há bastante discussões legais na área de TI lá. A rede social que mais me incomoda são os “grupos do Whatsapp”, se é que pode ser considerada uma rede social. Participo de vários grupos (alguns por livre e espancada vontade) e na maioria deles é só bobagens.
      No grupo dos ex-colegas do ensino médio é só meme de política, ou vídeos no estilo vídeo cassetadas. Quando combinamos algum encontro é no privado. Nunca no grupo.
      No grupo da família é só foto de churrasco. Daí esses dias meu tio foi hospitalizado e ninguém foi capaz de avisar no grupo. Algo como se fosse proibido postar notícias ruins.
      Com pouquíssimas exceções, os grupos do Whatsapp são só perda de tempo.

      1. Nossa, grupo de WhatsApp são bem complicados às vezes mesmo. Tem uns que eu simplesmente não consigo sair porque sei que se eu sair virá um monte de gente encher o saco perguntando o porquê de eu ter saído.

        O WhatsaApp é a única “””rede social””” que tenho que manter, por conta da minha família e do pessoal da universidade. Mas eu parei de ficar jogando conversa fora lá. A maioria das conversas que tenho é para resolver algo sem precisar fazer uma ligação para a pessoa.

    8. eu acho curioso essa dependência de redes sociais, não tenho e nem tive nenhuma (orkut, face, insta, baidu, vk, linke, etc). Para mim, não me acrescentam em nada, discussões vazias e opiniões narcisistas. Prefiro jogar videogame com o filho ou pedalar com a família.

    9. Instagram nunca tive, nem sei como funciona. Facebook estou fora desde 2018 quando compreendi a interferência abusiva dos algoritmos no conteúdo mostrado. Não vejo necessidade nenhuma dessas coisas. Do google também meti o pé no freio. Prefiro minha liberdade, um bom RSS, minhas assinaturas de news e uma boa navegação fora da bolha.

    10. Eu apaguei ambos, Facebook e Instagram tem uns dois anos. Uma das melhores coisas que eu fiz na vida.

  14. alguém conhece algum programa para linux/mac para remover metadados de fotografias e outro compactar ela (a ideia é subir a foto no blog, logo, não preciso de muita qualidade)

    1. eu usava um plugin nativo do nautilus pra redimensionar com o menu de contexto. qual distribuição está usando?

      1. então, o mataroa não permite instalar plugins, acredito que ele já tenha algo parecido para redimensionar imagens, mas hoje em dia qualquer dispositivo tira fotos com mais de 1MB e não preciso disso para postar algo, acredito que algo dentre os 200kB seja o ideal para não sobrecarregar o servidor e apresentar o que eu desejo para o usuário

        ah, eu uso o Fedora 34

        1. Não dá pra processar a imagem no GIMP e salvar sem metadados?

          1. não sei afirmar pois, conheço pouco do GIMP, vou dar uma pesquisada

      1. não sabia que era mais fácil que o imaginado remover os metadados rs

        sobre o ImageOptim encontrei um irmão para o Linux chamado Trimage, só foi chato instalar no Fedora principalmente a dependência advpng da advancemame mas agora esta funcional. quando voltar pra casa (estou no sitio dos meus pais) eu vou testar esse ImageOptim no mac

    2. Talvez tenha algum app que faça isso diretamente no celular, apagar exif e reduzir resolução. De repente uma captura de tela na visualização da foto?

      1. Para android tem alguns aplicativos na loja do F-Droid que fazem isso, inclusive você pode usar eles como um meio do caminho quando for compartilhar uma foto, de modo que ele só exclua os metadados quando a foto for enviada para um contato do whatsapp, por exemplo (tem gente que usa metadados para ajudar a classificar as fotos).
        Outra opção é usar o exiftools (http://xahlee.info/img/metadata_in_image_files.html)

  15. A Samsung, em parceria com a Porto Seguro, lançou um serviço de assinatura dos Galaxys Fold e Flip 3, com valores que vão de 199 até 599 reais por mês, com direito a receber um aparelho novo no ano seguinte.

    Fiquei curioso e fui dar uma olhada no site pra ver se tem outros aparelhos disponíveis. Pra minha surpresa, o Galaxy S21 tá saíndo por R$199,00. Depois de 12 meses, vou ter gasto R$2388,00, um preço que dificilmente o S21 vai chegar se eu comprasse ele parcelado em 12x no cartão.

    Eu tô ficando maluco ou no caso do S21 a assinatura compensa?

    1. mas vc é obrigado a pagar o segundo ano ou não? pq se vc tiver que continuar pagando ou tiver que devolver, não sei se vale a pena, não vejo vantagem de trocar de celular todo ano… mas isso é algo meu, cada um cada um

      1. eu fui ver o valor final se quiser ficar com o aparelho no final, não vale muito apena, eu compraria em alguma promoção que no final sai mais barato

        Valor de aquisição ao final de 12 meses de assinatura: +R$ 2.399,60

        logo 2400 da assinatura + 2.399,60 para ficar com ele dando um total de 4800

        1. Se você for ficar com o aparelho, realmente não compensa., até porque o atrativo do plano é você ter sempre o aparelho mais novo.
          Daí o que compensa é quando você troca por outro ou simplesmente devolve o aparelho e encerra o contrato.
          Desconsiderando o valor gasto no aluguel do aparelho, não são cenários de prejuízo, ao meu ver.

          1. Smartphone as a Service, haha

            Sei lá se isso compensa. Você vira refém do plano. Quando quiser sair, terá que pagar uma paulada ou deixar o celular para trás.

          2. Talvez a linha dobrável ainda pode ser interessante por que vai saber como ficará essa tela após um ano de dobra e desdobra…
            Mesmo assim, são aparelhos que duram tranquilamente 3-4 anos e mesmo que você pague mais cara hoje neles no final desse período terá valido mais a pena que esse plano.
            Sei lá, coisa pessoal.

    2. Acho que é mais ou menos como o carro por assinatura. Depende do seu uso e do que você pretende com o “bem”.
      Se você troca de telefone todo ano por um novo, top de linha, talvez valha a pena (se você puder pegar o modelo novo dele no fim de um ano). Precisaria calcular/imaginar quanto você pagaria num S21 novo, quanto ele desvalorizaria ao longo de um ano, por quanto você conseguiria vendê-lo, e quanto pagaria por um “S22” zero daqui a um ano. Feito isso, você tem uma ideia se vale a pena ou não.
      Nesse caso é menos complicado que um carro, pq não tem custos de manutenção ou impostos, por exemplo.
      MAAAAAAAS, se você já não troca de telefone todo ano, se troca só quando realmente acaba a vida útil dele, então não, NÃO COMPENSA de maneira alguma!

      1. E na questão do carro, as locadores conseguem comprar o carro com preços melhores das montadoras, pois compram em lote etc., reduzindo o custo da assinatura mensal em comparação se pagassem o preço cheio do varejo.

    3. Tá ficando maluco. Hahahahaha.

      Brincadeiras à parte, dificilmente compensa, acho que só em casos MUITO específicos. Comprando o aparelho e vendendo 1 ano depois deve ser melhor financeiramente – é preciso fazer os cálculos – e você ainda tem a opção de manter o aparelho por mais tempo se de repente decidir.

      E tem que ver os termos, porque, salvo engano, o aparelho precisa estar impecável, com apenas marcas normais de uso, após o prazo da assinatura.

      Com esse sistema você vira um eterno refém da assinatura. Ou, no fim, acaba pagando o preço cheio do aparelho igual. Mas comprando à vista você geralmente ainda consegue um desconto.

    4. Gente. Qual a necessidade de alguém ter um celular de mais de 2000 mil reais? Tô vendo os comentários aqui é isso parece ser normal pra todo mundo.
      O meu não chegou a custar nem 800 reais, vai durar aí mais uns 3 anos se Deus quiser e funciona muito bem obrigado.

      1. Eu quis dizer 2 mil reais kkkk.

        Antes eu ia escrever o número assim “2000” é só vi agora que tinha colocado o “mil” depois kkkk.

      2. Gabriel, eu acho que vai muito de querer qualidade no produto. Eu tive dois celulares de mil reais há uns dois anos. Comparado com o meu celular atual (acima de 4 mil), a qualidade da câmera do baratinho era absurdamente inferior a ponto de eu não querer guardar nenhuma foto. Tudo era mais lento e crashava. Qualidade do áudio no fone bluetooth era bem inferior. A tela não reproduzia as coisas com qualidade.

        Infelizmente, aparelhos eletrônicos são muito influenciados pela qualidade do hardware. Uma mesa, por exemplo, não muda absurdamente de qualidade do uso dela entre uma mesa barata e uma cara. Mas um computador ou celular, muda muito. Eu acho que vale muito a pena comprar um celular caro e ficar com ele por vários anos, do que trocar de celular barato com mais frequência.
        O negócio é que depois que você percebe que os apps no celular p

        1. Cliquei em postar antes da hora. Ignore minha última frase.

  16. Vocês animam de criarmos um grupo de fotografia do Manual do Usuário?

    A princípio, pensei no Flickr, mas podemos debater outro serviço/ferramenta. Seria um lugar para compartilharmos fotos e trocarmos figurinhas sobre técnicas, equipamentos etc.

    Atualização: Grupo criado. Se flopar, nunca existiu.

    1. Acho interessante experimentar, só conheço o Flickr como alternativa ao Instagram que já tem um outro foco. Garanto que faço crossposting, adoraria participar de um espaço focado nisso. :)

        1. Acho que mencionei esse Glass em um Achados e perdidos recente. O aplicativo parece bem legal, mas achei um negócio muito restritivo, pois pago e só para iPhone. Não entendo muito bem quem eles estão querendo alcançar (ou se esse público existe).

          1. Eu acho que ser somente para iPhone é a abordagem padrão para provar conceito, ganhando tração por lá desenvolvem um app para Android e talvez web. Só uma questão de foco inicial.

            Eu provavelmente seria o público alvo, quem deseja um Instagram mais parecido com a proposta original. Não acho que seja muita gente, mas vejamos

          2. @ Gabriel Arruda

            Acho que tem um “ethos” do Instagram original (que também nasceu só no iOS, né?), mas acaba sendo algo muito fechado. Os perfis não têm versão na web, ou seja, só quem está dentro do Glass consegue ver as fotos uns dos outros. Parece meio restritivo, a menos que o objetivo seja trocar ideias e comentários com entusiastas de fotografia desconhecidos.

      1. Mas o Pixelfed tem um componente de comunidade? No Flickr existem os grupos, onde os usuários colocam fotos e podem criar tópicos também.

    2. Não sei se eu seria útil com fotos de transporte público e cenários urbanos (ou doguinhos, gatinhos e coisas do cotidiano).

    3. Conhece o VSCO? Conheci como um editor de imagens, mas já faz um tempo que tem um lado comunidade/rede social.

    4. 👍

      Hahaha, mas falando sério, eu encontrei uma conta velha no flickr e voltei a usar e toda comunidade que eu acho tá sempre meio parada.

    5. Muito interessante! Acho que tenho uma conta antiga no Flickr, mas se não conseguir recuperá-la vou criar uma nova para participar. O grupo pode me motivar a estudar e fotografar.

  17. Ghedin, não pensa em transformar o Post Livre num fórum de discussões?
    Tem tanto papo bom aqui que se perde ou interrompe por causa dessa dinâmica do post livre.

    1. Tenho muito receio de mexer na fórmula porque acho que o formato tem muito a ver com a qualidade e variedade dos papos que rolam aqui. Não adianta muito criarmos um fórum organizado e cheio de recursos se isso criar obstáculos ou desanimar o povo de postar.

      1. foi meio o que aconteceu com o disqus não? lembro que substituiu o post livre (ou ambos existiram juntos, não lembro muito) por um fórum no disqus mas não deu certo, pessoal acabava não visitando.

        1. Sim! A gente tentou isso mesmo, acho que em 2015 ou 2016. Até teve um bom tráfego no começo, mas o pessoal foi desanimando (e, do meu lado, não conseguia promover o fórum muito bem).

      2. eu pensei mais ou menos isso esses dias, mas não necessariamente abrir um fórum para dar continuidade mas para manter os dados (digo, em um lugar para facilitar pesquisa posteriormente tipo, manter a página do PL semanalmente que esta linkada a uma página em uma plataforma com melhores condições de se procurar discussões já realizadas)

        e também, melhorar a possibilidade de continuidade de respostas tipo, existe uma limitação aqui e as vezes, onde vc ira responder (quem vc irá responder) não irá notificar quem vc esta respondendo, por exemplo

        lembro que, se eu não me engano, vc mesmo tinha mostrado uma plataforma de comentários open source e que mantinha a privacidade de quem comentava, não seria uma possibilidade de migração?

        1. sem “complexar”, manteria o post livre que abre na quinta fecha no domingo mas ao mesmo tempo que, ela ficaria listada em um subdominio do manual, tipo o news.ycombinator.com, mas mesmo lá, só ficaria aberto de quinta a domingo para poder comentar (linkada aos comentários daqui claro)

          1. Não sei se entendi direito, mas acho que criar uma página simples com os links dos posts livres também funcionaria para essa função, não?

          2. O Ghedin falou aqui que já existe uma página que indexa todos os posts livres. Mas ela seria mais útil se mostrasse os principais assuntos que estão sendo discutidos nestes posts. Semelhante ao resumo que é apresentado no post de achados e perdidos.

      3. Não, seria algo mais próximo do que é o tecnoblog, mas que, em vez de vc só poder comentar no “fórum”, vc poderia comentar na página/matéria, mantendo os dois sistemas com o mesmo conteúdo e funcionalidade (para “fechar”/pausar os comentários)

        1. e limitado apenas as postagens, não permitindo abrir novos tópicos evitando assim, a necessidade de “organização” / adicionando complexidade a plataforma

        2. Tecnoblog ficou MUITO ruim … acho que perderam muitos usuários com essa mudança, mas enfim eles devem saber o que estão fazendo

    2. Mas o PL já é um forum de discussões. E sinceramente gosto deste formato pois virou algo rotineiro. Como já falaram, tentaram ampliar uma vez o escopo, mas não funcionou.

      O PL é tipo um barzinho que abre só nos fins de semana (já foi feito esta analogia, mas tou com preguiça de ir buscar sobre ela). Talvez o charme e o fato de ainda estarmos por aqui é por causa desta dinâmica que o Ghedin criou. :)

      Qualquer coisa, poderíamos era nos encontrar em redes sociais como Mastodon ou Twitter para poder seguirmos uns aos outros. Assim, podemos talvez expandir conversas ou achar outros assuntos que nos outros PLs podemos trazer.

      1. Acho que aí a gente perderia autonomia. O Reddit é uma empresa cheia de capital de risco e já tem em seu histórico um monte de eventos e situações questionáveis — a última é forçar a utilização do app com dark patterns pesadas no site.

  18. Tenho um pedido de ajuda a fazer e talvez ele seja meio estranho, mas enfim.
    Quero aprender a usar Python pra dados ou R, ou no mínimo Gephi, mas não tenho conseguido sozinha. Acho que me falta principalmente prática, mas não encontro motivação pra fazer esse tipo de coisa por mim ou tentar em conjunto em grupos e fóruns. Entrei em 2 hackathon e não fui em frente, por exemplo.
    Pra estudar inglês tem funcionado muito bem ter uma professora com exercícios toda semana, então você aí que está lendo isso conhece alguém que poderia me dar aulas nesses assuntos? Deixo claro que não procuro esse serviço de graça, então seriam horas remuneradas :)

    1. Bom, eu aprendi Python meio que “na marra” e vou aprendendo dessa forma até hoje.
      Eu também utilizado para análise de dados. Na verdade, eu utilizo, como professor, para resolução de problemas online com os alunos. Utilizo um pouco de álgebra linear, matemática simbólica (resolução de equações lineares, integração, diferenciação), análise vetorial.
      Com uma turma, semestre passado, comecei a entrar na parte de cálculo numérico, fazendo uma implementação do método de Euler para análise de fluxo de potência. Infelizmente a turma não estava tão motivada para fazer a implementação de Newton-Raphson.

      O que seria especificamente que você busca fazer com Python/R? De repente esclarecer isso pode te ajudar a encontrar um “estudo de caso”. Funcionou para mim desta forma e vejo que funciona com muitos dos meus alunos.

      Se quiser entrar em contato, é só falar. Acho que meu e-mail não fica disponibilizado aqui, mas eu posso postar, se não for contra a etiqueta do site. Ou então meu nome no Linkedin deve dar resultado também :)

    2. Não seria o caso de fazer um curso online ?
      Tipo Udemy, Udacity, Coursera.

  19. Me vejo em uma encruzilhada. Por um lado, uma tentativa de reduzir o uso de produtos da Big Tech. Por outro, o Google me oferecendo uma maravilha: o Pinpoint, plataforma criada para jornalistas que, entre muitas coisas, transcreve áudios automaticamente e com uma boa precisão (uma das partes mais chatas do trabalho é transcrever entrevista).

    Aí fica difícil! Hahah

    1. Funciona bem em pt-BR? Tem um robô no Telegram, o @transcriber_bot, que é bem ok em inglês, e embora suporte o nosso idioma, gera transcrições bem ruins.

      Essa parte é chatíssima mesmo.

      1. Funciona muito bem. Coloquei uma entrevista de 30 minutos nele e só notei 5 erros (mínimos, como o sobrenome do entrevistado ser Joly e ele grafar Jolie)

        A função de analisar grandes quantidades de documentos também é bem boa.

    1. Usamos discord na firma (menos de 10 pessoas) e te falar que não entendo muito o porque. Imagina fórum inteiro…

      1. De repente uma tentativa de usar algo que não seja whatsapp ou slack?

    2. É uma dinâmica completamente diferente, não? Não faz sentido um fórum inteiro virar uma discussão no Discord, até porque muitas vezes um fórum têm “tópicos” (deve ter um nome mais apropriado) para temas específicos, e você cria as discussões dentro destes temas, o que possibilita 500 discussões diferentes em aberto (depende da forma como o fórum gerencia também) sem que o pessoal se atrapalhe. Agora no discord isso complica e ficaria extremamente mais confuso. Realmente, eu vejo como uma péssima decisão.

  20. pergunta que fiz outro dia no twitter: até quando será obrigatório usar máscaras*?

    seis meses, um ano, dois anos, cinco anos, para sempre?

    *obrigatório porque, certamente, muitos de nós continuaremos a usar independente da obrigatoriedade

    1. Já faz algum tempo que não faz mais sentido usar a máscara, já que ninguém absolutamente ninguém utiliza a mesma da maneira que realmente seria útil na prevenção.

      Complemente a pergunta: Alguém coloca a máscara e não tira a mesma enquanto está na rua ou algum estabelecimento e só retira a mesma quando chega em casa? Porque se vc usa ela e ao chegar em qualquer lugar tira a mesma, guarda no bolso e recoloca depois é a mesma coisa que nada.
      Me provem ao contrário.

      1. Estou trabalhando presencialmente, uso transporte coletivo e fico com PFF2 o tempo todo, exceto no almoço (só eu) e ao escovar dentes / beber água. Quando me sentir em segurança só com a cirúrgica, já será uma vitória.

      2. Eu mantenho a máscara o tempo todo quando saio. O ideal seria sim se todos usássemos boas máscaras, bem encaixadas e o maior tempo possível, mas mesmo numa situação em que só você está usando máscara, a proteção é maior do que se ninguém estivesse — para você e para os outros.

        Porque se vc usa ela e ao chegar em qualquer lugar tira a mesma, guarda no bolso e recoloca depois é a mesma coisa que nada.
        Me provem ao contrário.

        Hmmm, talvez o bolso não seja o melhor lugar para guardar a máscara, mas usá-la 90% do tempo em que você está fora/com outras pessoas é, creio eu, muito melhor do que não usá-la. Por que você diz que “é a mesma coisa que nada”?

        1. Porque simplesmente se ela(máscara) porventura já tenha entrado em contato com o vírus pelo ar e depois então tira-se a mesma já tendo circulado com ela por ambientes onde possa ter encontrado com alguém com o vírus ela perde sua efetividade, ou seja, não vai servir pra nada.
          Aqui no “interior” a máscara é usada apenas por obrigatoriedade para entrar nos ambientes porém não se usa para ficar no restaurante, barzinho e quando sai do ambiente a mesma vai para o bolso ou bolsa e usar o álcool para higienizar a mãe é lenda.
          PS.: Não estou dizendo que se você usar a máscara 100% do tempo ou coisa do tipo e tomar os cuidados ela não terá valia, mas o uso da mesma hoje como ferramenta de prevenção não é realidade para a maioria da população e quando digo maioria é muita maioria.

          1. Ahn, não é assim que funciona, William, pelo menos não com as PFF2. As máscaras filtram o ar, ou seja, funcionam como uma camada de bloqueio contra o vírus. Com cuidado, para não tocar na área externa, você pode tirá-la e colocá-la de volta e continuará protegido, mesmo que tenha cruzado com pessoas contaminadas. Não fosse assim, especialista algum recomendaria reutilizá-las, porque não dá para saber se você cruzou ou não com outras pessoas contaminadas.

          2. Como disse, para quem usa da maneira correta e usa a PFF2 até é (provavelmente é) eficaz, o que digo é como estratégia de massa já que pelo que vejo aqui PFF2 é lenda a % é muito baixa e o virus vai se disseminar de todo jeito se não for algo feito por uma grande parcela.
            Posso mandar fotos de restaurantes e festas que a máscara nem se for festa a fantasia.

          3. bom, aí é inútil mesmo pra quem vai em restaurante/barzinho, isso eu concordo.
            mas não tá todo mundo indo pra restaurante e barzinho. eu sei que está cheio e está indo mais gente do que deveria, mas não acho que todas as pessoas que iriam numa situação normal estão frequentando.
            mas, enfim, a máscara é mais necessária ainda e o contrário de inútil justamente pra mitigar a transmissão dado que as pessoas ainda estão frequentando eventos.
            e, bom, se a pessoa tira a máscara no restaurante mas pelo menos em outros lugares tá usando, não é o ideal mas tá diminuindo a probabilidade de pegar, pelo menos.

      3. Eu normalmente uso a partir do momento que entro no carro, ou quando saio pra correr e só tiro quando volto. Eventualmente, como o carro fica parado no sol torrido acabo voltando no carro sem máscara, depende do dia, mas normalmente fico o tempo todo de PFF2, só tirando pra beber água mesmo.

    2. Aproveito a deixa para falar sobre um uso inusitado que ando fazendo da máscara: deixo a mesma úmida com água, passo em somente uma das orelhas e ando usando para dormir. Moro num lugar com a umidade quase sempre abaixo de 30% e, com cheiro constante de fumaça, dormir confortavelmente anda sendo um desafio.

      Além da máscara ajudar com a umidade ela também dá uma segurada no cheio da fumaça e eu pego no sono rapidinho. Golpe duro nos negacionistas que dizem que a máscara atrapalha a respiração

      1. mas eu acho que isso depende muito da mascara e da atividade que vc esta fazendo, numa academia garanto pra vc que seu caso de uso é tiro no pé

        1. citei academia mas pode ser outra atividade que exige esforço físico e consequentemente mais oxigênio, como a de um pedreiro..

          1. Sim, estou fazendo isso somente para dormir nos dias mais difíceis =D

      2. Não seria interessante usar um umidificador do lado da cama SEM molhar a máscara?

    3. Sinceramente gosto do princípio que apesar de em um futuro (talvez não tão) próximo, o uso de máscaras possa se tornar comum, tal como ocorre em países asiáticos como a China e o Japão. Acostumei ao uso e acho bem interessante nas condições de imaginar que temos um futuro ainda com poluição e possibilidade de doenças por ar. Mas sem uma obrigatoriedade devido a pandemia, mas sim algo aculturado para que pessoas que possam ter comorbidades ou estejam com doenças (tipo uma gripe ou doença de época), não seja estranho o uso de máscaras.

      Mas imagino que se for analisar no contexto político BRBR, não vamos ser obrigados a usar máscaras pelo menos no ano que vem. (defender isso vai gerar votos…)

      1. (Em tempos: fui para Santa Catarina e meus familiares – ao menos aos que visitei – estranharam eu ficar o tempo inteiro com a máscara. Estou ainda SÓ com a primeira dose e sinceramente não saberia o que pensar se alguém por lá pegasse alguma variante de doença e eu sentisse que fosse minha culpa…)

        1. Moro aqui em SC e vejo muita disparidade. Em alguns lugares a máscara é usada pela grande maioria das pessoas em todos os lugares, incluindo os abertos. Em outros, a poucos KMs (as vezes metros) de distância, a pandemia “já acabou”, aparentemente, e as regras de distanciamento social, uso de máscara, e cia, viraram uma leve lembrança, respeitada por umas 4 ou 5 pessoas.
          Eu, minha esposa e minha filha, sempre usamos máscaras, o tempo todo que estamos fora de casa. Se vamos almoçar, procuramos um restaurante mais vazio, com distanciamento entre as mesas, e sentamos o mais próximo possível de janelas. Tiramos a máscara enquanto estamos comendo, e colocamos uma nova assim que estamos satisfeitos. Infelizmente acho que somos vistos como aliens. As pessoas parecem entrar nesses locais achando que ali não tem risco de pegar a doença. Já entram tirando a máscara na porta (aquela que tampava só meia boca até então), falando alto, se aglomerando, e sem se importar com nada. Triste.

          1. Sim, varia muito de lugar. Mas como só vi poucos lugares (Florianópolis e São Joaquim), então é difícil dar um pleno parecer. Porém sim, abaixou bastante o uso de máscaras por lá.

            Passando em Curitiba, vi um maior uso, apesar de novamente, ainda eu ver poucos.

      2. Nesses países asiáticos, eu ouvi que, além dos casos de gripe, usam em épocas do ano que tem muito pólen no ar. Para evitar alergias.

  21. já a uns 2 meses “montei um mac” (famigerado hackintosh) e estava para escrever alguma coisa a respeito e gostaria de deixar aqui parte do relato aqui, ainda falta falar sobre a criação da ISO que é a parte mais complexa ao meu ver mas fica para uma próxima

    montagem
    Por não precisar de uma plataforma recente, comecei pesquisando uma plataforma antiga que tivesse a maior compatibilidade com o sistema macOS e cheguei a conclusão que seria a quarta geração de processadores da Intel, algo nem tão antigo nem tão recente que me fizesse gastar muito o que acabou coincidindo com o vídeo no YouTube. O segundo passo foi procurar um processador, partindo do principio de algo simples e com um baixo custo, cheguei ao Intel Core I3 4130, comprei no MercadoLivre o que acabou se mostrando muito limitado ao ponto de ter que recorrer a um Intel Xeon E3-1231 v3 no Aliexpress.

    O terceiro passo foi procurar uma placa mãe LGA 1150, para comportar o processador adquirido, dei uma boa pesquisada aqui no Brasil mas, não encontrei nada que me agrade-se financeiramente e sem opções Mini-ITX. Acabei optando pela opção demonstrada no vídeo do Gabriel de Pinho onde, até o momento, tem se mostrado uma opção bem completa. O quarto passo foi, procurar pela memória principal DDR3 (memória RAM). Dando uma olhada, vi que, na Shopee tinha os melhores valores mas, com um porém, elas são limitadas a plataforma AMD, e a descrição confusa do anunciante, me fez aquirir 8GB onde, só posteriormente, quando fui analisar com mais calma, percebi que existia essa limitação. Acabei comprando no Aliexpress 16GB de memória compatíveis.

    Quinto passo foi, procurar pelo gabinete. Meu pc principal esta montado em um Corsair 380t mas, ele é “grande”, difícil de se encontrar e caro. O Gabriel Arruda apresenta excelentes opções onde, apenas uma me agradou, Cooler Master Elite 110 mas, como o próprio Gabriel apresenta, existem alguns pontos de atenção, dentre eles: apesar do gabinete aceitar uma fonte ATX, o espaço é bem limitado onde, o ideal seria comprar uma fonte, no minimo, semi modular, segundo, a fonte limita as opções de refrigeração da CPU o que, nos dois casos, o ideal ficaria mais caro. Procurando por outras alternativa encontrei o gabinete Sharkoon Mini ITX C10⁴ que, além de um bom espaço o valor dele era acessível.

    Já a fonte, adquiri um Corsair CX450 na Kabum e para o armazenamento, um NVME de 240GB no Aliexpress com um cupom de desconto favorável e por último a placa de vídeo que, inicialmente eu não iria comprar, mas pelas limitações do processador, acabei procurando algo que fosse compatível com o macOS e barato, chegando assim em uma Nvidea GT 710 2GB.

    deixo aqui o post no meu blog : gimigliano.blog/blog/montando-um-mac/

    1. curiosidade: como fica o iCloud? é possível usá-lo? ou mesmo a App Store?

      1. normal, pode existir alguns problemas mas já existe material para resolver, eu não precisei

  22. Alguém conhece algum serviço de seguro para notebook? Vale a pena? Estou exagerando? Gastei um valor considerável pela primeira vez em um pra mim e nesses dias estava pensando nessa possibilidade…

    1. Mas vc tem medo de quebrar ou de ser furtado? pq acredito que, suporte técnico é um pouco mais chato de adquirir mas, seguro de furto talvez seja mais fácil conseguir através de algum banco, não especifico para o notebook mas para bens materiais em geral.

      1. ia perguntar isso, pois eu tenho o “bolsa protegida” do itaú, então se me roubarem e eu estiver com celular e notebook por exemplo, eles me reembolsam

        1. eu tb tenho do Itaú, mas ele cobre “apenas” uns R$2500 (no meu caso), então, tem que ver o valor total que eles cobrem se for querer adicionar o notebook

  23. Alguém aqui usa o Skoob? Vale a pena? Ou usam algum outro método para registrar suas listas de leituras?

    1. Uso um txt simples, guardado no gdrive. Faço o registro dos livros lidos, organizados por ano e mês que finalizei a leitura. Ultimamente estou anotando também a data em que comecei a ler, assim fico sabendo quanto tempo demorei.
      E ao final eu deixo uma lista com a fila de próximas possíveis leituras.

      Fica algo assim:
      2021
      Janeiro
      – Silmarillion, O – Literatura (02/01/2021)
      – Tempo, Talento, Energia – Administração (e-book) (05/12/2020)
      – Fim da Infância, O – Ficção Científica (e-book) (11/01/2021)
      Fevereiro
      – Ágil do Jeito Certo – Administração/TI (07/10/2020, 23/11/2020) – Duas datas: quer dizer que em algum momento parei de ler, e voltei do início
      – Vidas Secas – Literatura (13/02/2021)
      – Banqueiro dos Pobres, O – Economia (14/02/2021)

      Na fila/Já iniciados
      – Data Science para Negócios – Estatística (17/03/2021)
      – Transformação Digital – Negócios/TI (06/08/2021)
      – Face da Batalha, A – História/Guerra
      – Por Que Nós Dormimos – Ciência
      – Falando com Estranhos – Psicologia

    2. Eu nunca cheguei a usar o Skoob não Matheus, uso o Cabeceira para registrar onde parei nas leituras, tempo previsto, estabelecer metas e lembretes. Funciona perfeitamente pra registro pessoal, mas não tem funções de rede social, que acredito eu, seja a pegada do Skoob né?

      1. Dei uma pesquisada aqui e achei o Cabeceira bem interessante.

        Valeu pela dica :)

      2. Usei o Skoob já faz uns anos, e tive uma experiência que considero desagradável.

        Criei uma conta, usei pouco tempo, deletei a conta (até pelo fato de não ter como exportar a biblioteca, conforme mencionou a Andrea.

        Passado algum tempo, tentei criar outra conta, com o mesmo email, mas não consegui porque o sistema indicava que aquele email estava sendo usado. Comuniquei isso aos admins do site na época e eles criaram uma nova conta pra mim.

        E qual não foi minha surpresa ao descobrir que a nova conta já veio com a minha antiga biblioteca junto! Ou seja, quando apaguei minha conta, meus dados não foram deletados do sistema deles.

        Isso foi bem no começo do serviço, e entendo que essas tecnicalidades poderiam acontecer, mas aí desgostei de vez e apaguei de novo 😁

        Já usei diversos outros serviços, como LibraryThing, Shelfari, o próprio Goodreads, mas hoje em dia me contento em registrar os livros lidos em uma nota no Simplenote, e depois transferir essa informação para uma planilha no Google Docs. Sou do tipo que gosta desse tipo de estatística 😂

    3. Eu uso, gosto de ver lá principalmente minha lista de livros que comprei e ainda não li. Não sei compará-lo aos serviços similares como o Goodreads…

      1. Gostei do app, podia ter versão pra Android também. Será que tem algum semelhante?

          1. Eu procurei na Play Store e tem um app chamado Leio com as mesmas funcionalidades e logo, desse que você indicou, Ghedin. É do mesmo desenvolvedor ou é uma cópia?

          2. @ Matheus

            Hmmm, parece que sim? Os dados do desenvolvedor batem com os do Leio do iOS, mas o site oficial não menciona a versão para Android. Estranho.

    4. Usava o Skoob desde, talvez, 2012-13. Recentemente percebi que o site parou no tempo e então migrei para o GoodReads!

      1. A Americanas/Submarino anunciou ontem que comprou o Skoob por um valor não divulgado para competir com a Amazon, que é dona do Goodreads.
        O Skoob possui mais de oito milhões de usuários e mais de 45 milhões de reviews de livros.

        1. Legal, bom saber. Tomara que eles deem um gás agora.

    5. Eu sou usuária do Skoob desde o começo e hoje fui pega de surpresa com a notícia da venda pra Americanas. :(
      Eu acho o Goodreads péssimo e acredito que agora o Skoob vai pro mesmo caminho. (Mas poderia ter sido pior: a própria amazon poderia ter comprado…)
      O pior, eu até comentei em um post passado, é que não tem como baixar seus dados do Skoob e agora eu estou receosa porque minha vida literária tá toda lá. :(

      Antes dessa notícia, eu te recomendaria demais ter uma conta lá, mas hoje, eu pensaria duas vezes, ainda mais se quisesse ter um backup dos seus dados…

    6. Cara, não tenho conta no Skoob, para fazer os registros uso o sistema próprio do Kobo (praticamente não tenho livros físicos) e uso também um arquivo de texto puro, onde coloco a data que finalizei a leitura e escreve, se tiver vontade, alguma resenha. Nada mais.

    7. Eu uso o Skoob já faz uns anos e esse ano passei a marcar numa listinha no Notion, bem básica mesmo. Baixei o app do Goodreads já faz uns dias e nem abri pra mexer nele e ver como funciona.

    8. Uso o Goodreads, apesar de ser de uma big tech ele permite exportar os dados, possui muitas opções de tag e organização e tem uma parte simples de gráficos que gosto bastante. Acho ~interessante um serviço desses permitir um movimento tipo selfdata mais livre.

      1. Acredita que eu nunca tinha ouvido falar do Goodreads? 😅

        Ele tem interface em português e muitos usuários brasileiros?

        1. É em inglês, mas tem usuários brasileiros e livros publicados no Brasil. E é da Amazon — é a big tech a que a Polli se referiu. Só agora a Amazon está dando uma atenção ao Goodreads. Ele parou no tempo, tem a mesma cara e recursos há uma era.

    9. Eu voltei a usar na pandemia, já que voltei mais a ler.
      Gosto para guardar o que li e o que quero ler.
      Uma pena a compra pela Americanas, mas são coisas do mercado.

      Alias, se alguém quiser seguir, acompanhar por lá só buscar meu perfil @dalbo1201.

  24. Breve relato de uma tentativa de usar o GIMP. Nessa semana estava com mais tempo, aí resolvi abrir o GIMP em vez do Pixelmator para ajustar uma imagem. A tarefa era das mais simples: redimensionar uma imagem, depois recortá-la e, por fim, exportá-la como uma nova.

    Cheguei até a parte de redimensionar, que, com a ajuda de alguns tutoriais, deu certo. Não consegui recortar a imagem (era coisa simples, diminuir sua altura de 1282 para 1280 pixels), muito menos alinhá-la no centro da imagem. A cereja do bolo foi as constantes travadas graves do GIMP, que me obrigavam a forçar o encerramento do app e reabri-lo em seguida.

    Entendo que um app novo demanda uma curva de aprendizado, e que essa pode ser íngreme às vezes, mas achei demais. Alguém me sugeriu, no Mastodon, o Pinta. Parece simplório, mas darei uma olhada.

    1. Você tava no MAC? Aqui no meu Ubuntu eu uso o Gimp pra quase tudo e ele funciona muito bem. É verdade que não é exatamente intuitivo, mas não acho que seja uma curva de aprendizado muito maior do que a de outros softwares com a mesma finalidade

      1. Também uso no Fedora e não tenho problemas apesar que o Pinta é bem simples, talvez eu migre pra ele.

      2. Imagino que isso influencie um pouco. Uso Windows, Mac e Linux no dia a dia e a grande maioria desses aplicativos open source acabam sendo feitos com foco no Linux e funcionam bem melhor por lá. LibreOffice tem uma interface sofrível no Windows e funciona muito bem no Linux, Firefox é outro grande exemplo e etc…

        1. Penso o mesmo. A diferença do GIMP no Linux em relação a outros SO é absurda. Desisti de usá-lo no macOS. Muitos lags. Sigo usando ele no Debian.

    2. O Gimp realmente não é nada intuitivo. Recomendo experimentar o Krita, é um programa muito bom e versátil

    3. Tinha muita dificuldade com o GIMP quando ele abria todo modular em várias janelinhas. Hoje em dia consigo usar mais tranquilamente.

      1. Ficou bem melhor mesmo. Até minha esposa pegou o jeito de fazer o básico em poucos minutos.

    4. Existe um fork do GIMP feito pelo projeto brasileiro Diolinux que tenta deixar o GIMP mais parecido com o Photoshop. Eu particularmente não costumo editar fotos, então não sei julgar a usabilidade. Mas fica aí a sugestão:

      https://github.com/Diolinux/PhotoGIMP

    5. O pinta é um port multiplataforma do paint.net, apesar de adorar o paint.net no windows, o pinta é mais pobre em recursos e bastante instável. Gostei do krita, apesar de ser mais pesadinho

    6. Engraçado (no sentido de legal mesmo) como as coisas são diferentes aos diferentes olhares!
      Nunca usei o GIMP no Mac, então não vou falar sobre os travamentos (no Linux nunca sofri com isso). Mas há muito tempo uso ele para fazer coisas triviais – já que não trabalho com absolutamente nada que possa precisar dele – e acho ele extremamente simples! Num antigo emprego que eu tinha, de vez em quando fazia algumas mudanças, recortes, montagens, retirava fundos e essas coisas mais básicas usando o GIMP e achava muito simples. Claro que nunca fiz nada num nível profissional, sempre por brincadeira.
      Daí quando eu precisava de algo mais detalhado, como retirar o fundo de uma imagem com um grau maior de detalhes e precisão, recorria a um colega que trabalhava com isso e usava o photoshop. Eu via ele fazendo e era tanta coisa que parecia algo impossível de se fazer!
      O mesmo acontecia com o Excel e o Calc (do Open/Libre Office) . Sempre achei o Calc MUITO mais fácil que o Excel. Aliás, até o Planilhas do Google é mais fácil que o Excel.
      Não estou comparando funcionalidades, não me entendam mal, eu nem tenho conhecimento suficiente para isso em nenhuma dessas ferramentas para isso, mas sim a MINHA facilidade no MEU uso!
      E vivam as diferenças!

    7. Aqui o Gimp nunca travou.
      Mas tbm tive a mesma sensação que vc com relação a curva de aprendizado.

    8. Acho que Gimp (assim como PhotoShop) é overkill, para 99,999% das pessoas.

      Eu até tenho instalado no Windows, mas uso MUITO MUITO raramente, e só para tarefas super-hiper-simples (porque meu conhecimento desse tipo de coisa é próximo do zero absoluto).

      Agora, GIMP impressão é que no geral o GIMP é rock-solid, nunca vi reclamações quanto a isso.

  25. Uma cortesia aos frequentadores deste post livre: cinco cupons para participar da Codecon, no próximo dia 25/9, de graça. Basta usar o cupom MANUALDOUSUARIO na hora do cadastro e boa.

    1. Acabei de fazer minha inscrição. Muito obrigado Ghedin!

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