Post livre #283

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

249 comentários

  1. Graças ao Ghedin tinha dado um uso para a minha Raspberry Pi com o Syncthing e me vi livre de depender e renovar minha assinatura do Office 365 para usar o espaço de armazenamento do One Drive. Ouvindo o Guia Prático da semana vi a dica do Pi-hole e instalei agora já tenho duas utilidades ótimas para a minha plaquinha e estou muito satisfeito com os resultados.

    Aproveito também para dizer que minha Smart TV Samsung muito antiga que tem o sistema já abandonado também faz muitas requisições de rede as quais estou bloqueando, maior parte com a Samsung mas também com o YouTube mesmo que o app nunca nem tenha sido aberto.

    Essas dicas são bem valiosas!

    Valeu

  2. Faz alguns dias que espero o post livre para comentar sobre o Bo Burnham q foi recomendado um tempo atrás.
    Assisti e estava tudo legal e divertido, até que o show começa a desandar para uma vibe pessimista para niilista que me deixou incomodado.
    Só para deixar o registro. Vcs costumam seguir as sugestões dos canais que acompanham? Se incomodam com algo?

  3. Vi uma propaganda dessa “empresa” no FB e claramente se trata de golpe/ esquema pirâmide.

    https://sejagratus.com/

    Há algum meio sério pra denunciar isso? Tenho certeza que o FB não fará nada.

    1. Polícia Federal e Ministério Público (Se for a banda que não defende o salnorabo).

  4. vamos a uma das perguntas clássicas do post livre:

    que blogues* vocês (ainda) seguem?

    * sim, os velhos blogues pessoais que ainda resistem (ou que eventualmente tenham ressurgido), como o kottke ou o próprio MdU

  5. – E se sua Conta Google sumisse do nada?:
    R: eu provavelmente entraria em contato com o Google pra tentar conseguir um backup da conta, qualquer coisa. Tenho muitas informações, fotos, vídeos e gravações, provas judiciais, contatos EXTREMAMENTE importantes, compras dentre muitas outras. Se a Google não conseguisse qualquer dado que fosse, ia processar utilizando a LGPD a meu favor.

    1. Atualmente, se minha conta do Google sumisse a única coisa que eu perderia seriam os canais do YouTube que sou assinante. De um tempo para ca tenho migrado tudo do Google para outros serviços e mais recentemente conclui essa migração fazendo o back-up local das fotos que estavam no Google Photos desde 2012.

      1. Quais serviços você tem utilizado para migrar seu dados? Me interesso e não é pouco em fazer o mesmo.

        Apesar de que foram poucas as vezes que busquei saber de algumas plataformas.

        1. Com exceção do meu e-mail (que migrei para o iCloud), eu fiz o download de todos os documentos e fotos e estou com back-ups offline. Ainda preciso estudar melhor como o Syncthing (Indicação do Ghedin: https://syncthing.net) funciona para ter os arquivos sincronizados em mais aparelhos, mas por ora o back-up offline tem funcionado bem.

    2. Acho que eu me encaixo em basicamente todas as ações. Mas retirei ou dupliquei tudo que é relativo a trabalho para não correr o risco de ficar paralisado caso isso acontecesse.

      1. Exatamente! Atualmente tenho 12 contas Google, a maioria a trabalho (trabalho por conta própria). Morro de medo de perder qualquer dado que seja. Daí as contas mais importantes vínculo a outras para que os dados de uma seja salvo na outra, também.

    3. Vilson,
      Um ponto de vista a pensar.

      Se perderem seus dados de valor inestimável, não é 100k de indenização (ou qualquer outro valor) q vai compensar, backup é necessário.

      Estar lá pra ser um facilitador, maravilha, mas não pode ser sua única cópia.
      Backup considere 3 cópias.

    4. Você pode até conseguir algo pela via judicial, mas eu não esperaria muita coisa do suporte do Google, principalmente se sua conta for gratuita.

      1. Exato. Meu namorado teve a conta de vários anos, com muitos dados valiosos pra ele, bloqueada sem qualquer justificativa plausível. Recorreu ao suporte do Google e só teve resposta automática de algum robô. Ele deixou pra lá, mas se acontecesse comigo eu teria recorrido à justiça.

        1. Uau. Morro de medo de perder qualquer dado que seja. Eu com certeza entraria na justiça, também. Uma pena que seu namorado não tenha feito o mesmo.

      2. É verdade. Recentemente tive uma questão (sem resposta até o momento) sobre uma opção de “LIMPAR DADOS DA PESQUISA GOOGLE”. Pesquisei na web, não encontrei resposta alguma sobre. Tentei entrar em contato com o Google, e não souberam como responder a questão. Isso, mesmo sendo usuário Enterprise, pago 275 reais mensais por cada uma das minhas contas, algumas são o Business Plus.

    5. No geral perderia e-mails,mas nada que seja terrível. Teria que tentar atualizar o e-mail de muitas contas,já que uso o Gmail, mas acho que contorno.
      Agora,o registro da minha vida está no Google Fotos e isso Seia terrível.

      1. Certamente. Google Fotos é extremamente valioso a maior parte de minha família, eu quem apresentei a maioria deles a tecnologia e ativei o Backup para eles. Hoje em dia, constumam mandar fotos MUITO ANTIGAS que achávamos ter perdido no grupo de família.

  6. Tenho um conhecido que precisa de tecnologias assistivas para problemas visuais. Alguém aí conhece comunidades ou sites que tenham concentrado informações sobre isso?

    (Lembrei que um dos leitores tem deficiência visual).

    1. Para Windows e Linux tem o NVDA. Bem avaliado por PNE’s da empresa que trabalho.

      1. Já tinha lido sobre ele. Vou avaliar aqui para a pessoa. Grato :)

    2. do pouco que conheço sobre o assunto (e do que conheço de relatos que li de pessoas com deficiência visual), os sistemas que melhor possuem, nativamente, soluções de acessibilidade são, infelizmente, os da Apple

      “infelizmente”, claro, porque são produtos caros

      aprendi muito sobre o assunto acompanhando o Sidney Andrade no Twitter: twitter.com/DeriDevio

      1. Essa pessoa já tem um note Apple e gosta de algumas funções (como o Zoom de tela – o problema maior dele é que ele não consegue focar em coisas distantes). Só que ainda assim não é a melhor solução para ele. Mas grato por lembrar :D

      1. Grato demais, Diego! Se achar mais, me repassa depois. O que preciso mais é justamente comunidades que tenham artigos sobre tecnologias existentes (e gratuitas) para deficientes visuais. Mas textos sobre produção para acessibilidade também ajudam. :)

  7. oi, pessoal! alguém já se deparou com algum projeto de datacenter “sustentável” q não seja um projeto de pirado de bightech? se puderem me mandar a referência agradeço demais!

      1. opa! valeu a dica!
        a única coisa q achei até agora foi a fundação vanzolini aqui no br indicando q trabalha com certificação de construções sustentáveis (uma delas reconhecida internacionalmente e tal). e, me pareceu, isso implicaria tb um datacenter tb.
        https://vanzolini.org.br/produto/aqua-hqe/

    1. É algo que estou me perguntando: onde você quer chegar com o termo “sustentavel”? Porque sabemos que boa parte da cadeia de tecnologia tem pés bem fora disso – o consumo de lítio, a falta de eficiência energética…

      Tipo, para você o que seria sustentável? Computadores reciclados? Energia “renovável” (eólica, solar, etc…)? Cadeia produtiva que não se aproveita de mão de obra barata? Alguém que fornece PCs recicláveis que foram montadas em um lixão da Africa ou da periferia paulista?

      1. oi, ligeiro! vc deve ter reparado q coloquei sustentável entre aspas justamente por se tratar de algo bem (bem mesmo) complicado de atingir qdo se fala equipamentos eletrônicos dada a origem das matérias-primas das quais eles são feitos, como elas são tiradas da natureza e depois o destino desse equipamento todo qdo ele não tiver mais condição de uso – seja por dano permanente, incompatibilidade etc.

        essa ideia de um data center “sustentável” tem mais relação com o consumo de energia (ele ser alimentado por energia solar) em primeiro lugar, mas não deve estar fora de perspectiva justamente isso q vc comenta: como fazê-lo (e mantê-lo) de forma sustentável sem aspas ou o mais próximo possível de uma relação mais harmônica com a natureza e o social.

        as minhas primeiras preocupações com esse data center seria justamente o seu consumo energético e seu uso social. só esses dois pontos já o tornaria diferentão da maioria dos serviços q cobram valores muitas vezes inacessíveis. como dar poder computacional a quem não pode pagar por ele e, sei lá, tem um projeto q demanda determinada capacidade q seria difícil de arranjar mesmo via AWS. além de tudo, um data center com essa perspectiva social estaria livre de certos termos e condições compulsórias qdo vc contrata a AWS, google, ms etc.

        talvez devesse usar mais aspas qdo tento algo assim, mas acho q a iniciativa válida e não precisa ser só com peças novas. pode ter muita coisa q muita empresa grande consideraria descarte. ontem, num curso q estou fazendo, estávamos justamente discutindo o q fazer com o q sobra de exposições (dessas de museu e centros culturais) e como é complicado dar destino às coisas q não serão mais usadas. há muitos entraves e o pior dele, e q desmotiva a maioria das pessoas, é o burocracia pra se fazer uma doação. gente com vontade de ser sustentável até q tem bastante, mas tem tudo o sistema q te impele ao contrário: jogar fora e comprar um novo…

        mas eu adoraria combinar todas essas coisas q vc comenta num único projeto, mas não sei se vou conseguir nem iniciar o projeto com duas “simples” premissas iniciais… então tem chão pela frente :)

        1. Se for no quesito eficiência energética, procuraria estudar sobre uso combinado de alimentação elétrica (Eólica + Solar + baterias). Talvez seja um bom caminho para se começar a estudar.

          Se for no quesito sustentabilidade ambiental, é algo que provoquei um PL antigo, quando falaram de um problema no Cnpq: ao invés de depender de hardware “proprietário” (datacenters baseados em equipamentos proprietários como Dell e Supermicro), tentar montar algo baseado em computadores comuns mesmo, reciclados. Claro, analisando também se seria viável devido tempo de vida útil, redundância, capacidade de processamento, etc… E óbvio, como software livre. Imagino que para servidores web de páginas simples, sem precisar de firulas estatísticas ou algo como processamento de mídia, um datacenter deste tipo ajudaria muito.

          Enfim, fica a critério avaliar o caminho a ser seguido.

  8. Situação hipotética (gosto muito de pensar em situações assim):
    Hoje é muito comum vermos pessoas que tem suas vidas inteiras ligadas a um ecossistema. Os que vejo serem mais usados são o Google, a Apple e a Microsoft.

    Imagine que de um dia para o outro, sua conta principal em um desses serviços que você usa muito e que é o seu principal, seja deletada. Informações, históricos, dados em nuvem, tudo que era ligado a essa conta é apagado. Como seria sua vida a partir daquele momento?

    Se você faz uso de mais de uma dessas plataformas, escolha a mais importante para você nessa situação hipotética. Como seria a vida sem esses dados? Como se protegeria de algo assim no futuro?

    Caso você não esteja tão enraizado nesses ecossistemas, compartilhe como o seu modo de uso não seria tão afetado e por que.

    Minha intenção é descobrir novas ideias para esses serviços que hoje são “essenciais” para muitos e talvez formas de não concentrar tudo num mesmo lugar.

    1. Eu confio cegamente no Google (sei que é muito errado mas é a opção mais cômoda que eu tenho) e tenho ali grande parte da minha vida. Tenho muito medo desse tipo de coisa, mas vamos parte a parte:

      – Arquivos: deixo tudo no Google Drive por ter que, as vezes, estudar no computador da empresa e as vezes no meu. Para mitigar perdas no caso de apagamento dos dados, eu deixo uma cópia offline em meu computador Windows e não uso a suíte do Google, que é toda na internet e você não consegue possuir uma cópia do arquivo. Nesse caso, se a Google implicar comigo, tenho uma cópia em meu computador.

      – Android: sei que dá pra fazer certo uso dos celulares Android sem a “benção” do Google. Dá pra salvar com “.apks” da vida, mas como tenho muita preguiça para gerenciar essas coisas, acho que partiria para um iPhone.

      – Navegador: acho que, assim como o Drive, o Chrome mantém uma cópia do histórico e favoritos local. Nesse caso, faria toda a portabilidade para outro navegador sincronizável.

      – Email: essa vai ser a maior perda. Tenho todo o meu histórico de emails desde os idos de 2008 catalogados na nuvem e perderia tudo, além de perder todas as contas atreladas a ele. Já pensei em fazer backup das mensagens em local, mas não tive tempo para isso. Acho que a maior perda seria de todas as contas atreladas exclusivamente ao endereço de email, tornando-as irrecuperáveis caso não tenham um sistema de mudança de endereço independente do antigo.

    2. Minha maior preocupação seria atualizar o e-mail nos sites que tenho cadastro, tipo lojas e tal. E algumas notas do google keep também. Não salvo quase nada nas nuvens (e quando salvo é de trabalho), mas tenho cópia na minha máquina.

      Aliás, isso me lembrou uma situação que passei recentemente: eu salvava um monte de informações úteis no notas adesivas do windows no trabalho, isso até meu HD morrer e eu perder tudo. 🤡 Aprendi com a situação? Sim, não salvo mais as notas, salvo um txt, HAHAHAHA. (Que é o que faço backup.)

      1. Tem um programa muito bom de backup chamado Fab’s AutoBackup. Ele salva esse tipo de coisa também. Além de muitas outras úteis que vc nem imagina.

        Recomendo!

    3. O developer do Terraria tinha cancelado a versão pro Stadia porque a conta dele no google foi bloqueada sem motivo. Por isso eu to me afastando cada vez mais de big techs, não tenho mais a minha conta do google, e fico cada vez mais aliviado por conseguir depender menos e não corro o risco disso acontecer.

      1. Uau! Eu realmente não consigo (no momento) me ver sem utilizar os serviços do Google. E isso é muito ruim. Adoraria ser menos dependente, mas é difícil.

        É um sistema tão bem pensado e sincronizado com a maioria dos outros serviços da mesma…

        Exemplo: apesar de estar num iPhone 6 (sou usuário Android e iOS o Android é meu principal tanto a trabalho quando pessoal. O iOS só uso às vezes, não gosto muito do sistema), estou no navegador Chrome e utilizando teclado Gboard, também da Google. O teclado nativo da Apple é uma merda.

        Já usei os navegadores Opera, DuckDuckGo e o Ecócia. Mas nenhum deles entregam as ferramentas que costumo utilizar no Chrome (ou Edge, da Microsoft – não uso muito por ter muita fofoca na tela de início, parece que o algoritmo do Edge não compreende que gosto de artigo científico, notícias, política e economia -.). E também tem tidos muitas denúncias de Trojan no Opera. O DuckDuckGo não tem muitas ferramentas. E, o Ecócia mal tem funções.

        1. Se desligar do Google é difícil mesmo, eu não larguei tudo simplesmente do dia pra noite. Tem que ser aos poucos mesmo. Troque o buscador, depois o navegador mas sem ser o seu principal, depois vai substituindo um ou outro app. Com relação ao teclado, o OpenBoard é uma alternativa o GBoard. É um fork open source com tudo do Google removido. Com relação ao dar notícias na página principal (imagino que seja isso), não tenho nenhuma boa alternativa pq eu normalmente vejo notícias no twitter, entro no próprio site ou por newsletter. E só corrigindo uma coisa, DuckDuck e Ecósia são buscadores.

    4. Eu tentei deletar todos e-mails acumulados durante anos no gmail, desisti porque não existe a opção “selecionar todos”. Ou tem?

    5. Não tenho nada upado em nuvem, e felizmente não estou preso a uma conta dessas grandes empresas.
      Utilizo serviços de emails variados, então a chance d’eu perder algo importante é minima caso algum dos meus emails for deletado

    6. Eu montei um servidor Nextcloud em uma nuvem gratuita da Oracle. Quer dizer, não saí da nuvem, mas teoricamente tenho um pouco mais de controle da bagaça. Infelizmente, não dá para email.
      No futuro pretendo usar o Oracle só para direcionar e fazer o armazenamento em um servidor local.

    7. Vira e mexe me pego pensando aqui sobre o e-mail,
      hoje meu prejuízo seria perder o “meu endereço” na internet e o baita trabalho para recadastrar tudo, recuperar contas e coisas do gênero.
      As mensagens em si, não são essenciais pra mim, pois tudo que recebo de importante via e-mail, baixo pra ter acesso offline.
      Claro que pesquisar no webmail ajuda no dia-a-dia e traz comodidades, mas daria para viver sem.

      As fotos seriam um problema, pois faço cópias de tempos em tempos.
      As imagens são upadas automaticamente do celular pra nuvem, indistintamente. Depois disso, faço eventualmente backup, preciso melhorar isso.

      Pra me “proteger”, preciso melhorar a rotina de backup (para as fotos e documentos) e quanto ao e-mail sempre fico “oscilando” entre duas opções: (1) comprar um domínio de internet + servidor de e-mail; (2) comprar apenas o endereço de e-mail num fastmail, protonmail, algo assim.

    8. Deixa eu ver…

      – e-mail: tenho poucas mensagens arquivadas, algo em torno de umas 40. Coisas importantes por motivos pessoais ou profissionais. O resto, assim que lido ou concluído, apago.

      – arquivos no PC: para coisas do trabalho, uso o Dropbox + backup automático para um HDD externo. Para arquivos pessoais tenho tudo local e também um backup automático semanal para um HDD externo.

      – navegador: todos os dados (favoritos, senhas, etc) estão salvos na minha conta do Firefox. Não tenho backup de nada.

      – Android: não faço backup de nada. Até as fotos, se eu perder, perdi. Não me apego tanto…

    9. eu faço esse exercicio por outra abordagem, se um bandido, hacker ou governo autoritario tiver acesso a minha conta o quanto estou comprometido, dor de cabeça teria? É uma situação que está muito mais proxima da nossa realidade.

      Assim sendo, google só tem memes, prints em jogos de conquistas ou bons momentos e videos do tiqtoq. emails são todos baixados localmente (quando lembro). Historicos sempre apago, favoritos salvo localmente no onenote.

      A melhor forma de estar prevenido é não usar ou depender tanto desses serviços

  9. Um relato aleatório de alguém que depois de muito tempo usando Android migrou pro iOS.

    Migrei de um S9 pra um iPhone 11 é incrível como o iOS é otimizado,
    o 11 é bem rápido e não tem engasgos e achei a autonomia de bateria bem melhor que o S9.

    Tirando a mudança de hardware vamos ao principal que são usos bem específicos de quem é androidero e teve que se adaptar.

    Achei que iria estranhar migrar pro iOS, mas até que foi uma mudança bem tranquila o que eu estava preocupado era o histórico de conversa do WhatsApp que tinha muita coisa importante(“foi resolvido” exportando as conversas por email).

    Coisas especificas que eu usava bastante no android como o youtube vanced,
    deu pra resolver parcialmente com o snaptube.

    Os torrrents e baixar vídeos pelo navegador pra assistir no VLC já era fazer isso pelo celular, agora tenho que baixar pelo PC
    e passar pro iPhone via iTunes, é uma chateação? é, mas como o aparelho tem um desempenho muito bom vale a pena essas chateações.

    O que eu sinto falta é do Youtube GO, gostava de baixar uns vídeos e assistir no metrô até dá pra fazer o esquema de baixar no PC mas era uma praticidade que eu gostava de mais.

    Voltando ao hardware depois que se acostuma com uma tela 2K AMOLED é difícil não sentir o baque migrando pra uma LCD HD+,
    o adaptador de fone eu comprei um do camelo e não sabia que dava problema, fone agora só bluetooth.
    Meu primo me vendeu com um carregador de 5W bem lerdo pra carregar, resolvi isso com um da Baseus de 20W do Aliexpress.

    Tirando algumas particularidades de quem usa Android como o botão voltar ser bem diferente e as configurações de aplicativos ficarem no ajustes do sistema, eu to curtindo bastante a experiência com o iPhone 11.

    1. Gosto muito do iOS. Tenho um XR e não desejo voltar ao Android.
      É muito prático e “compacto” utilizar o sistema da Apple.
      Nunca tive a prática de baixar vídeos etc então pra mim foi bem tranquilo fazer a migração. Aproveite!

      1. É olha que mesmo com essas diferenças a mudança foi bem tranquila Juliana !

    2. Eu tenho uma cisma com Apple por causa dos preços. Celulares funcionais da Apple e usados é sempre bem mais caros que os Androids. Barato, só quando não é funcional (não tem possibilidade de usar apps atuais), é “imei limpo” (Fruto de roubo) ou tem algo que é caro de consertar.

      Mas noto que quem tem, raramente se desfaz do aparelho.

      1. Realmente Ligeiro, é um valor bem acima de um Android equivalente, como peguei usado do meu primo e foi um bom valor, ok, se não dificilmente pagava a facada.

      2. Usuário Android aqui. É aquela coisa, em termos de “apple coisas” você só gasta dinheiro no primeiro produto, dele em diante você vende o anterior e completa o dinheiro para o novo e acaba que essa depreciação quase nula vira uma vantagem.

    3. Como você está usando carregador sem ser da Apple você sentiu alguma diferença na saúde da bateria??
      Eu estava usando um da Xiaomi e sentia que a bateria não segurava tanto e a saúde da bateria foi para 98% em 5 meses de uso, também troquei o Android do Xiaomi 8 pelo iPhone 11 e confesso que estou me chateando muito com esse lance da bateria.

      1. Oi Ketyanne, então só usei duas vezes o carregador, então vou te dever uma resposta mais elaborada.

        O que eu posso falar é do tempo de carregamento, ele carrega bem rápido até os 89% coisa de menos de 1 hora depois ele carrega mais lentamente (em meia hora só carregou 7%), enquanto ele tá com o carregamento rápido o carregador e o celular fica levemente quente, depois com o carregamento lerdo fica na temperatura normal.

        Em tempos 98% de saúde da bateria é um bom valor não?, considerando que você está com o celular a 5 meses.

        1. Oi, então não entendo muito, é a primeira vez que uso iOS e a minha amiga tem o mesmo que o meu porém já tem 10 meses e tbm está 98%, comecei a carregar apenas no MacBook e isso de carregar rápido até 89% tbm acontece, agora eu trabalho em home office e acabo não sentindo muito de ter que carregar constantemente, mas talvez seja pq acostumei com meu antigo Xiaomi redmi 6 note que eu carregava de 2 em 2 dias, já o Xiaomi redmi 8 tbm tinha que carregar diariamente e era pouco fluido por isso decidi experimentar o iOS mas confesso que estou pensando em voltar para MiU pq minha preocupação é na duração da bateria no uso de 3g fora de casa.

          1. Meu primeiro aparelho Xiaomi foi só alegria. Este é o meu segundo e também estou gostando muito.

            Meu histórico de aparelhos pode ser visto aqui:
            https://Mowned.com/K0media

            As descrições estão em inglês, mas nada que o tradutor não resolva. 😉

        2. Degradar até 1% ao mês é bem tranquilo. Não vale se preocupar muito com isso.
          As baterias sempre vão degradar. A minha está com 85%, com mais ou menos 18 meses de uso.

          Evitar uso (especialmente pesado) enquanto carrega evita que degrade mais (alta temperatura acelera a degradação).

      2. É normal a bateria se degradar com o tempo e, creio eu, 98% após cinco meses de uso está dentro da normalidade. A título comparativo, o meu está perto de bater quatro anos de uso e a capacidade da bateria está em 80%.

    4. Fiz praticamente essa mesma migração: S9+ para iPhone 11.
      Uma coisa que gostei muito, além da otimização do sistema, foi o app atalhos, que achei mais intuitivo que o tasker, no Android.
      Acho ambos ótimos sistemas; acho que hoje me viro bem em ambos, ciente de cada um tem seus prós e contras.
      Apesar de ter percebido a diferença na qualidade da tela (e troquei bem consciente disso), me adaptei muito rapidamente.

      1. Você acha intuitivo?

        Eu li sobre algo mas pareceu meio burocrático.

        1. Eu prefiro. Não precisa conectar no Mac/PC e o download é bem rápido.

    5. senão me engano da para passar videos pelo VLC sem usar o itunes, não é mais rapido mas é mais pratico.

      1. Isso! O VLC cria uma mini-rede local, via Wi-Fi, aí você consegue transferir os vídeos do computador para o celular. Funciona bem.

        1. O VLC baixa legendas automaticamente? Gosto do It’s Playing exatamente por essa função.

      2. Vou dar uma averiguada,

        Ser for mais prático eu passo a usar esse método.

  10. Fala pessoal!

    Estou pensando em trocar de celular, e quero instalar nele uma custom ROM sem as coisas da Google. Alguém tem alguma recomendação de celular na faixa dos 1500 reais que tenha suporte oficial de alguma custom ROM? Preferencialmente a LineageOS.

    Até agora, os celulares que encontrei à venda no Brasil e que têm suporte da LineageOS ou são modelos meio antigos já ou são bem caros para a minha realidade.

    1. Se me permite uma sugestão, veja na lista de celulares da Lineage a que mais te agrada e provavelmente tenha por aqui a um preço que você possa pagar.

      Desejo um dia ter um Nexus ou Pixel para poder fazer isso (não farei com o meu Nexus 4, até pq ele ainda tenho que arrumar o touch…)

  11. Alguém aqui usa o Mastodon? Sei que o Ghedin e o Manual do Usuário tem conta. Estou pensando em criar uma conta novamente lá.
    Se alguém aqui tem um convite para a instância Mastodon(te), ficaria agradecido :)

    1. Eu uso diariamente. Não tem o alcance do twitter mas também não tem a mesma toxicidade :)
      Infelizmente não tenho convite pra nenhuma instância. Estou até pensando em sair da minha atual. Fiquei muito tempo na instancia padrão e não tenho muito do que reclamar dela. Fui para uma mais específica agora (noc.social) mas ela tem tido downtimes irritantes.

    2. Convite? As instâncias se comunicam entre si por serem federadas, você criar a conta em uma instância e seguir perfis de outras instâncias.

      1. Porém existe a timeline local, restrita à sua instância. É legal participar de uma instância com que se tenha algum tipo de afinidade, nem que seja o idioma.

        1. Entendo o seu ponto, mas o benefício do site ser federado é justamente não depender de um só site pra usar a ferramenta. Se eu quiser, posso rodar a minha própria instância, ter o controle dos meus dados e ainda sim me comunicar com todo mundo do Mastodon.

    3. Eu uso o Mastodon, mas apenas como uma espécie de backup do Twitter. O Mastodon parece um deserto se comparado ao Twitter, mas sempre que vejo que algo ou alguém possui além do Twitter uma conta no Mastodon (como o Manual) eu sigo por lá também. Sei lá… Vai que um dia o Twitter some ou é bloqueado…

      Agora, convite, não sei se você fala de algum link de convite ou só o ato de convidar mesmo, mas, no fim das contas, as melhores instâncias seguem sendo as oficiais: mastodon.social e mastodon.online . As outras instâncias ou simplesmente se tornaram privadas ou vivem caindo. Fora as que são específicas de algum idioma ou país. Mas a vantagem das redes federadas é que você pode pertencer a uma instância e seguir o conteúdo de outras, então, aproveite esse recurso!

      Outra dica: um app pra Android chamado Tusky. Muito bom! Agora, se você usa iPhone eu vou ficar te devendo, porque eu não conheço nada desse ecossistema.

  12. Aproveitando que parece ter bastante gente que entende de manutenção de computadores aqui, queria fazer uma pesquisa.
    Muitos anos atrás, meu irmão tinha uma placa de vídeo que era considerada excelente. Um dia, parou de funcionar. O que ele fez? Comprou outra. Que eventualmente teve o mesmo destino. E isso aconteceu apenas com as placas de vídeo, o restante do computador continua funcionando, pois ele deixou de usá-lo e eu fiquei com ele, fiz uns upgrades e uso nesse momento.
    Como acumulador que sou, nunca joguei as duas placas fora. Coloquei naqueles sacos anti-estáticos e guardei.
    Minha pergunta: há algo que possa ser feito para tentar consertá-las?
    Meu primeiro pensamento foi trocar a pasta térmica entre os fans/processadores, pensando que ela poderia estar ressecada e estar sobreaquecendo.
    Notem que esse “um dia” e “eventualmente” são coisas de 1 a 2 anos. Mas, pra mim essa “morte súbita” não deveria ser algo comum.

    1. Existem empresas e pessoas que analisam e recuperam placas. O ponto é achar alguém de confiança, o que é bem difícil. Geralmente a pessoa de confiança faz o serviço na sua frente e tenta te explicar de forma a leigos entenderem o que houve com ela.

      É possível vender também para ganhar algum dinheiro, mas geralmente o valor da peça é quase de sucata.

      1. A palavra chave ai é “confiável”.
        A sucata estou deixando como último caso, se não tiver como fazer nada nem aproveitar nada.

        1. Uma pergunta: as placas pedem alimentação externa? Se não pedem e você tem alguma condição e peças para isso, teste em outro computador as placas. Uma coisa que noto é que é bem possível que esteja só saindo pela DVI o vídeo, e não pelo VGA. Ou melhor dizendo, pode estar saindo por uma saída de vídeo, mas não por outra. Tente testar as saídas para ver se não é isso.

          Se a placa pede alimentação externa, é a mesma coisa, só que no caso obviamente teria que ter a fonte com saídas de alimentação PCI-E ou similar, ou adaptador para tal.

          1. Um segundo computador não tenho, mas não havia pensado em testar diferentes saídas! Realmente isso faz sentido! Vou resgatá-las aqui de onde guardei e fazer este teste!

          2. Ah! Esqueci de falar! As placas mães atuais tem a capacidade de mudar a placa de vídeo da offboard para onboard. Checa na bios também se está direcionado para a saída de vídeo para a placa de vídeo offboard (PCI-X).

    2. Suas placas não funcionam nada? O computador sequer da boot com elas?

      1. Eu não lembro ao certo, mas acho que o computador liga mas não passa imagem para o monitor. Os fans dele ligam, então a alimentação dele parecia ok.

        Não seria o cabo pois testei ele com uma placa funcionando e deu certo.

  13. assisti a uma dessas séries água com açúcar da netflix na qual o protagonista precisa urgentemente desenvolver uma ideia genial de aplicativo novo de celular

    por conta da forma como a trama — uma comediazinha romântica genérica — se desenvolve, ele resolve criar um aplicativo revolucionário que permite mandar mensagens programadas para outras pessoas — para que elas as recebam apenas no futuro, como uma espécie de cápsula do tempo

    isso me fez lembrar daqueles velhos sites tipo Elefante, nos quais você mandava um e-mail para você mesmo no futuro

    e, para minha surpresa, o site ainda existe

    em algum momento do passado remoto eu devo ter enviado mensagens para o meu eu do futuro — num endereço de e-mail que certamente não existe mais

    1. a descrição é maravilhosa:

      O Elefante mantém seus dados disponíveis para que você tenha acesso a eles quando e onde precisar. Através da sincronização de dados, você pode atualizar seus compromissos e contatos a partir do celular, mobile, palm ou qualquer outro aparelho com conexão à Internet. Você pode também consultar a sua agenda e receber seus lembretes através do seu aplicativo de mensagens instantâneas (MSN, ICQ…). Além disso, é possível acessar o Elefante através do celular via WAP e consultar a sua agenda via RSS.

      1. Essa descrição parece mesmo ter saído de uma cápsula do tempo!

      2. E o layout/design? Rapaz, que viagem no tempo hahaha.

    2. Isso me lembra que eu fiquei putíssima recentemente porque tinha uma cápsula do tempo (.com.br) de DEEEEEZ ANOS ATRÁS pra receber agora em julho, mas no site consta que meu cadastro é de 2018. Eu sempre atualizo o e-mail justamente pra não perder essa memória e acho que na última atualização o site recriou minha conta.

      E eles não tem nenhum contato que funciona (só um e-mail que parece que ninguém responde).

      1. Dá para fazer esse tipo de coisa com um diário, offline. Eu escrevo desde 2003, e tenho todos os registros salvos comigo, separados por ano. Vez ou outra abro um deles e procuro a data mais próxima à atual em que escrevi. É sempre uma viagem.

        1. Esse é um daqueles projetos que eu tenho há anos, mas nunca coloco em prática, sabe? Eu sempre falo “amanhã começo” ou “quero fazer em papel”… O cápsula do tempo simplesmente surgiu, eu fiz e fiquei esperando (e pelo visto, vou continuar esperando. :P)

          1. Faz como o Rodrigo disse. Escreve um diário offline. Já até debatemos uma vez aqui no MdU a maneiro como fazíamos para escrever. É bem legal, eu recomendo. ;)

  14. No último post livre alguns comentaram sobre SSD e HDD, e queria retornar o assunto, pois os comentários já estavam fechados.

    Coloquei um SSD KINGSTON A2000 250GB NVME, no meu notebook (Dell Inspiron 7472) no final do ano passado deixando instalado nele o windows, programas e alguns docs q mais utilizo. o HDD ficou como uma espécie de backup e para guardar arquivos de media (alguns vídeos, imagens…). Depois de uma semana mais ou menos usando tive um problema com tela azul (DPC_WATCHDOG VIOLATION) e a partir daí comecei uma saga com um amigo que é programador tentado encontrar o erro em fóruns, fazendo testes, desinstalando programas, formatando, enfim…

    Até que solucionei o problema alterando a opção de energia para alto desempenho, o que acabou gerando um outro problema pelo alto consumo da bateria :/
    Fiz uma busca rápida em fóruns da Microsoft, Dell e com o home-office e tendo que trabalhar 8hs direto no notebook não pude mais me aprofundar e fazer testes no sistema para realmente tentar entender o que aconteceu.

    Atualmente estou usando o notebook sem problemas apenas essa questão que diminui a vida útil da bateria. Queria saber se alguém já passou por isso ou sabe como resolver. Não sei se o problema está nas configurações da Dell, Windows ou no SSD. Vi que no fórum da Microsoft, alguns identificaram isso em uma atualização do Windows mas não tiveram muito retorno da equipe.

    1. Problema de “Watchdog” pode ser do sistema de energia dele. Veja se todos os drivers relacionados a energia (geralmente os de chipset e ACPI) estão instalados. Em último caso, arrisque puxar o Snappy Driver Origin para puxar uma versão alternativa dos drivers de energia e avalie se com eles é possível trabalhar do jeito que precisa.

      Ah! Se usa SSD, recomendo não usar hibernação. Desative todas as funções relacionadas a ela. Deixe apenas no máximo para suspensão. Pode ser que quando ele tenta entrar em hibernação, o mesmo bugue. Por isso a tela azul. Só uma suspeita de alguém amador.

    2. Por que você diz que diminui a vida util da bateria?? Você não usa ele plugado na tomada?

      1. Preciso ver os estudos, mas se usa o equipamento direto na tomada, sempre a 100%, há risco da degradação da bateria ser alta também, seja por causa do aquecimento do equipamento, da falta de ciclos corretos de carga, etc…

        1. A vida útil das baterias é medida por ciclos, então, regra geral, quanto menos ciclos, mais conservada ela estará. Mas, de verdade, bateria você simplesmente usa. A degradação, por mais zeloso(a) que alguém seja, vai acontecer, é inevitável, logo não precisa se preocupar tanto com isso. A menos que você faça muitas tarefas intensivas — compilar programas, edição de vídeo, videochamadas no Google. Nesse caso, é recomendável estar com o notebook ligado à tomada porque o alto consumo de energia realmente acelera a degradação.

          Aqui, uso o notebook ligado na tomada direto, mas uma vez por mês tiro da tomada e gasto ela toda. Li essa recomendação em um daqueles posts enormes do Lifehacker, muitos anos atrás, que traduzimos no Gizmodo Brasil (para ver como faz tempo!). Tem funcionado bem. A minha estava com cinco anos e ainda aguentava várias horas longe da tomada. Troquei só porque ela estufou.

          1. Quando falo “ciclos corretos de carga”, é fazer o chamado 80%-20%, que é tentar deixar o ciclo de carga nestes patamares. Mas quase ninguém faz (nem eu).

            E também tem questão de calor, como já falei. Quem mora em lugar quente provavelmente vai sofrer com uma degradação mais rápida da bateria.

        2. Claro, por experiência própria meu notebook de 8 anos ainda aguenta mais de 30min fora da tomada, mesmo usando KDE Neon que seria menos otimizado para isso. Mas seria realmente interessante ver estudos sobre isso.

    3. Costumo sempre deixar tudo atualizado qnd possível, mas fazia alguns meses que não verificava. Fiz algumas atualizações pelo suporte da Dell de chipset, BIOS e algumas da Intel. Também desativei a opção de hibernação como sugerido pelo Ligeiro, e estou usando o modo suspensão qnd o notebook fica ocioso por muito tempo.

      Em relação ao uso da bateria costumo usar o notebook grande parte do tempo conectado direto na tomada por causa do trabalho (softwares de edição gráfica, edição de vídeo…). Ele possui um gerenciador da Dell que limita o carregamento em 80% qnd está conectado. Por vezes uso fora da tomada, (normalmente nos fins de semana) para acessar web, nada muito exigente.

      Sei que o desgaste das baterias é inevitável e temos que que trocá-las depois de um tempo. O problema é que ter q deixar em modo de alto desempenho fez com que ela se degastasse muito rápido depois que coloquei o SSD (menos de 1 ano).

      Vou guarda o fim de semana para fazer mais uns testes e dar uma olhada nos drivers e firmware no como sugerido. Valeu pessoal!

  15. Lendo o texto sobre o Firefox fiquei curioso pra saber quais navegadores os leitores usam no smartphone.

    Contaí. 👇 Tô afim de usar outro.

    1. Firefox também. Sincronizado pela conta da mozilla com outros dispositivos.

    2. Utilizo o Firefox, por conta da sincronização, extensões e também uso esporadicamente o Bromite, um navegador baseado no Chromium que vem com um bloqueador de anúncios integrado.

    3. utilizo o Fennec, ele é baseado no firefox (pode até usar a sincronização) e tem uma privacidade maior e menos tracker que a raposa.

    4. Gosto do Kiwi no celular e o Samsung Browser no tablet, mas por ele não ser bem otimizado, a extensão de bloqueio de propaganda sempre quebra.

      Na busca de um otimizado para o tablet. Vou testar os que forem comentando aqui.

    5. No pc :
      – Firefox como padrão e dia a dia
      – Chrome para desenvolvimento

      No celular :
      – Safari

    6. No pc:
      -Firefox

      No celular:
      -Samsung Internet no Android;
      -Safari no iPhone.

    7. Também uso o Firefox, pois valorizo o foco em privacidade e o fato de não pertencer ao Google ou a outra big tech; além de ter sincronização entre o desktop e o celular, o que é uma mão na roda em algumas ocasiões.

    8. No computador do trabalho: Firefox
      No notebook pessoal dual-boot: Edge no Windows e Firefox no Linux

    9. Rapaz…. Mudei para o fennec no celular por causa dos comentários! Kkkkkkk
      No pc eu uso o qutebrowser (quase tudo) e firefox (para meet e jitsi)

    10. Firefox tanto no PC quando celular. O suporte ao uBlock Origin é o principal fator.

    11. Kiwi Browser no Android, tem suporte as extensões do Chrome, boas configurações de privacidade e outros recursos muito bons.

    12. Gosto do Firefox, mas continuo usando Chrome inclusive no celular também.
      Vi que quase ninguém que aqui postou o utiliza, o que está pecando contra o navegador na opinão de vocês?

      1. A sanha monopolista do Google. O Chrome é praticamente um cavalo de Troia para os interesses do Google — transformar a web em um grande shopping que monitora todo mundo o tempo todo.

        1. Já cheguei a pensar sobre isso também o duro que não sei se estou “acostumado” mas tem uns recursos do chrome que até me agradam, eu utilizo o App do Google no celular, e ele sugere muita notícia com base nas minhas pesquisas ou histórico de navegação. Não sei se com o Firefox ocorreria o mesmo.

    13. Obrigado pelas respostas! Eu vou testar alguns dos navegadores que vocês mencionaram.

    14. Eu tenho o Firefox e o Tor no celular e tablet, mas o primeiro é que mais uso. Mesmo com vários sites não abrindo direito, infelizmente.

      1. A título de curiosidade (porque eu não me deparei com esse problema ainda), pode citar alguns exemplos de sites que não abrem direito no Firefox?

        1. Um dos exemplos recentes foi o site das Americanas. Eu até comentei em um post sobre isso e alguém (o Diego?) me aconselhou a tentar reportar pra Mozilla. A página de produto não carrega. (E nós concordarmos que o site da loja é pesado e poluído.)
          Algumas outras lojas dão problema com a proteção ativada (mas aí é “fácil” resolver).

          1. Que estranho! Aqui as páginas de produtos da Americanas carregam normalmente. Eu tive algum problema com as páginas do tipo no site do Magazine Luiza, até perceber que era uma extensão/bloqueador de conteúdo.

            Já tentou carregar o site sem extensões? (Em uma aba privada ou no modo de solução de problemas.) Não parece ser um problema generalizado.

          2. Eu não uso extensões (nem bloqueador de anúncios), por isso acho estranho. A página inicial da loja até abre, mas quando clico no produto pra ver detalhes, faz que vai carregar, mas fica em branco.
            No computador, eu acesso normalmente, tanto que quando fui comprar no dia, eu pedi pra abrir a página como versão computador (mas a navegação é horrível).
            Acabei de testar de novo no tablet (no dia foi no celular) e realmente não funciona.

        2. Rodrigo, ela se referia ao Firefox para celular. Para o desktop tudo funciona super bem, mas a versão móvel do site, não. Eu confirmei o bug com ela. ;)

    15. No computador: Firefox, Tor, Brave e Ungoogle Chromium.
      No celular: Fennec, Tor e Bromite.
      Eu uso compartimentalização, separo bastante as minhas atividades na internet.

    16. Firefox nos desks e notes, duckduckgo no android. Minha escolha é por respeito à privacidade.

    17. pra uso pessoal vou de firefox no desktop e chrome pra coisas do trabalho.
      no celular usando o navegador do duduckgo. tem funcionado até q bem.

    18. No PC (Windows): Firefox. Voltei a usar ele na primeira versão Quantum e não larguei desde então. O novo Edge está muito bom, mas larguei o Chrome por um motivo (estava muito pesado na época) e peguei um certo ranço de “Chrome-likes”.

      No celular (Android): Chrome. Já testei outros navegadores mas sempre acabo voltando. O próprio Firefox tem melhorado bastante desde o “Fenix”, mas a falta da opção de puxar o dedo pra atualizar faz mais falta do que deveria.
      Para bloquear os ads eu uso a função de DNS privado do Android 9+ com o AdGuard DNS. Sinto falta de um controle maior como no uBlock Origin (preciso entrar e sair do modo avião pra ele salvar a configuração), mas é um preço pequeno a se pagar pra bloquear propagandas no sistema inteiro enquanto o celular está na garantia.

    19. Firefox em ambas as plataformas, celular (Android) e PC (Linux).

      Uso por conta da filosofia da Mozilla e por gostar bastante do navegador. A sincronização me agrada muito e melhorou um monte de um tempo para cá (teve uma época que era meio bugada, mas hoje está perfeita). A opção de enviar coisas para o Pocket também é outro fator a favor (possuo um Kobo, e ele tem suporte nativo ao Pocket).

  16. Meu notebook está com um problema… Ao tentar ligá-lo a tela fica “piscando” mesmo estando apagada (fica ocilando entre o preto da tela e um tipo de cinza). Algumas vezes ele inicia depois de alguns (muitos) minutos, outras vezes não. A bateria me parece estar ok. Também não aconteceu nenhum acidente – queda, derrubamento de líquidos etc. Sabem me dizer qual seriam os possíveis problemas? Pretendo leva-lo à uma assistência mas não quero ser enganado e pretendo gastar o menos possível.
    Caso ajude, o modelo é Aspire E5-571-700F

    Obrigado! :)

    1. Não sei se entendi bem o que você quis dizer, mas me parece algum problema relacionado ao backlight da tela ou ao flat que liga a tela ao computador.

      1. Quando tento ligar, a tela fica do jeito que comentei. Depois de 1h ou mais ela liga como se nada tivesse acontecido e eu consigo usar o note de boas.

        1. Sua tela é led. Os preços dela é bem caro (em torno de $ 800,00)

          Provavelmente é problema de tela mesmo, a não ser que se quiser arriscar, ver se não é problema no engate da tela na placa mãe – as vezes ela pode se soltar devido a erro de projeto. Aí como você falou que só liga e funciona normal depois de um tempo, ou é o circuito do LED que tem algum problema, ou o engate da placa mãe que só funciona quando os contatos se unem com dilatação.

          1. Espero que não precise trocar :(
            Obrigado, ajudou muito!!

    2. 3 opções: kkkk
      1-Flat(cabo) que liga a placa ao LCD
      2-Se quando fica preto você consegue ver o sistema operacional ao fundo ainda que muito escuro é problema na lâmpada.
      3-Ou o inversor

      O preço da manutenção nos 3 casos não será muito diferente.

    3. Acho que o ideal aí primeiro é testar em um monitor externo/televisão, pra isolar se o problema é na tela ou no computador em si.

      Depois, quando o computador liga, ele fica instável (ligando/desligando com você usando, mexendo na abertura da tampa ou no notebook?)

      Caso negativo, me parece ser algum problema em conector, solda, capacitor. Pois creio que com mal contato, mesmo após ligar, ele ficaria instável.

      Se com o cabo em um monitor externo ainda assim não funciona, aí a investigação deve ser na placa mãe.

      1. Perfeito, Rodrigo! Eu tinha esquecido de falar isso. Mas suspeito que dado como ele descreve, tá com cara de ser tela mesmo.

  17. alguém aí tem experiências em morar no interior – no caso, BEM no interior, em cidades super pequenas – e poderia dizer vantagens e desvantagens?

    1. Só quando criança, no interior do Maranhão

      Cidade tinha só um semáforo. Não faço ideia de como era questão de médicos, mas tinha um mercado com ar condicional e um dentista. Lembro que tinha muitas locadoras de video game, mas demorou pra ter lan house.

    2. Olha, eu acredito que vai depender de cidade para cidade, principalmente no quesito prefeitura.

      Meus pais moram em um sitio bem no interior de SP, fica entre duas cidadezinhas, e tem cidadezinha bem ruim, onde até trampo é complicado e tem cidadezinha que existe incentivo da prefeitura quanto a empresas/comerceio, e isso impacta positivamente não só na educação, saúde como também na segurança (prefeitura de grana para bancar até material de escola particular nas escolas municipais).

      Meu pai tem empresa na cidade X que é maior mas, se tem que ir ao mecânico ou ao SUS eles recorrem a uma cidadezinha menor onde a qualidade desses serviços é melhor (mas mercadão/atacado só em cidades maiores).

      O indicado seria, conhecer previamente a cidadezinha na qual vc irá e se possível, próximo de uma cidade maior onde, alguns recursos estão presentes, como : mercadão/atacado, hospitais particulares (em caso de emergência), serviços públicos (como poupatempo) até rodoviária com melhores trajetos.

      Eu moro no interior tb, e aqui a prefeitura gasta 1 milhão para fazer uma praça, encontra partida os demais recursos são precários.

      Ah, e morar no interior sem carro é passar raiva (transporte público é bem limitado e Taxi é muito caro).

      …não sei se é o que vc gostaria kkkk mas tentei pontuar algumas coisas

      1. andei percebendo isso nas minhas pesquisas mesmo! é bizarro como varia muito a qualidade de vida de uma cidade pra outra, num perímetro pequeno, aparentemente… algumas cidadezinhas parecem super bem estruturadas, a princípio com alguma oferta decente de serviços públicos básicos, e outras, bem próximas, parecem ser só um amontoado de casas e nada mais. o chato é que pra quem não é da região é muito difícil detectar isso assim de cara! carro já percebi que vai ser indispensável também, mas isso já imaginava mesmo hahaha valeu!

    3. Morei em uma cidade bem do interior do Paraná.

      Principal vantagem: custo de vida muito baixo
      Principal desvantagem: atendimento médico

    4. Rapaz, eu já morei em cidades com 15 mil, 5 mil e até 850 habitantes na época (sim, existe e fica na divisa de MG e RJ). Hoje moro no interior de SP.

      Minhas experiências: eu gosto do clima de comunidade das cidades pequenas. As pessoas te conhecem, cria-se amizades e isso pode literalmente te salvar. Eu não sou de festas, cinema, nem nada disso. Gosto de me desligar, ir para um lugar e passar um dia offline. Dependendo de como for seu estilo, é possível ter isso, mas também se quiser agitação, pode recorrer a uma cidade vizinha.

      Uma coisa importante é em relação a emprego. Trabalhar em cidades pequenas em um negócio próprio local pode ser complicado no início. Trabalhar empregado localmente acaba não sendo muito vantajoso, dependendo da cidade. E ir e voltar para uma cidade maior, na minha opinião, perde um pouco de sentido, levando em consideração o meu modo de vida. Mas existem muitas coisas que é possível fazer remotamente e ter uma vida tranquila. Por isso, outro ponto é analisar o serviço de internet da região, se pretender trabalhar online.

      Questões como aluguel e custo de vida dependem muito de região e do estilo de vida. Transporte é algo a se pensar também. Quando morei nessas cidades, havia ônibus municipais para a saúde e faculdade o que facilitava ir para a cidade maior.

      Minha opinião é que compensa muito, mas levando em conta o meu estilo de vida. Como qualquer decisão, essa merece boa consideração. Se possível, visite a cidade, tente fazer alguns amigos nessa primeira visita. As pessoas, pelo menos em MG, costumam ser amistosas com pessoas novas.

      O que você já sabe? Já pensou para onde quer ir? Sua primeira mudança?

      1. 850 habitantes! isso sim é viver numa cidade bem pequena ahahah
        cara, o maior desafio de cidade pequena provavelmente deve ser a empregabilidade mesmo, mas esse problema não vou ter. o que ocorre é fui convocado num concurso e vou assumir a vaga em algum lugar do interior do PR – que ainda é incógnita, só vou descobrir em umas semanas. mas 90% das cidades disponíveis tem entre 10 e 20 mil habitantes e ficam bastante afastadas… na melhor das hipóteses estarei a 1h-1h30 de uma cidade média com alguma infra razoável.

        eu já mudei de cidade por conta de emprego recentemente, mas estou em uma cidade grande, de 500 mil habitantes. ainda assim tive certa dificuldade de socialização… até hoje não tenho muitos amigos, mas gosto muito da cidade, só penso em sair daqui porque o emprego no PR vai me pagar bem mais do que ganho hoje. não nego que tenho certo receio em relação à vida social, penso que é difícil alinhar os interesses com a turma do agro do interiorzão… mas dizem que de fato as pessoas costumam ser mais acolhedoras, espero que seja verdade :)

        como funciona pra alugar um imóvel numa cidade pequena assim? é possível? ahahha pq aparentemente a internet não dá conta de descobrir isso, não tem nada no olx nem no marketplace do facebook… os poucos anúncios que existem são para venda.

        assim como você, sou uma pessoa caseira também – talvez não tanto quanto você, pq gosto de um boteco, academia decente e tal… mas penso que talvez dê pra se acostumar. também não descarto totalmente a ideia de morar numa cidade maiorzinha que esteja a uns 40 minutos de distância, mas não me agrada a ideia de perder quase 2h diárias em deslocamento. como vc bem falou, isso acaba quebrando os benefícios de morar no interior… enfim, é uma virada muito grande na vida, então tenho várias dúvidas, mas o que pega é principalmente a questão do aluguel e dos serviços mesmo. valeu pela aula!

        1. Fiz o caminho inverso (70 mil habitantes, depois 400 mil e, hoje, 2 milhões). As vantagens das cidades pequenas, para mim, são:

          * O ritmo é mais lento. Nas grandes cidades você até encontra isso em alguns bairros, mas sinto que aqui as coisas são mais céleres, para tudo.
          * Existe, de fato, uma convivência maior e mais próxima com as pessoas. Pelo menos para perfis como o nosso, mais introspectivos/caseiros. Na cidade grande você nunca está fisicamente sozinho, mas é muito mais difícil criar e fortalecer laços. Na cidade pequena, isso acaba acontecendo de qualquer forma, queira você ou não.
          * Mesmo nas menores cidades é provável que você encontre pessoas com gostos similares aos seus. Não é todo mundo do agro, por exemplo.

          As desvantagens:

          * As opções de lazer são minguadas. Mesmo na cidade de 70 mil habitantes, eram pouquíssimas e, em alguns setores, ruins. Acostume-se a rolês caseiros (com amigos) e faça um tour pelos locais de lazer da cidade para descobrir de quais você mais gosta. Cidades maiores num raio de até 1h30 ampliam um bocado as opções, mas é um transtorno pegar estrada só para, sei lá, comer num restaurante legal.
          * Aquela proximidade tem um lado negativo, que é você topar com alguém conhecido em literalmente todo lugar que vá. No geral acho isso legal, são ótimas oportunidades para colocar o papo em dia, mas tem vezes em que prefiro o anonimato que a cidade grande proporciona.
          * Não dá para contar com muitas das comodidades e utilidades da cidade grande, tipo médicos especializados, muitos tipos de comércio (ainda que a internet tenha mitigado muito esse problema) etc.
          * Ter carro facilita um bocado. Nas cidades muito pequenas talvez dê para fazer tudo a pé ou de bicicleta, pois minúscula, mas se ela tiver, sei lá, um raio maior que 10 km, já complica porque o transporte público costuma ser um lixo.

          Quanto ao aluguel, as cidades têm imobiliárias, mas é mais comum negociar direto com os proprietários. Talvez seja uma boa pedir referências no cartório de registro de imóveis ou com colegas de trabalho. Como é cidade pequena, certeza que alguém conhece alguém que tem casa para alugar. (Os preços são muito menores que os de cidade grande; dá para alugar casas ótimas com o que, numa capital, você pegaria uma kitnet podre.)

          Hoje, eu prefiro morar em uma cidade maior. A de 400 mil habitantes, para mim, tinha o melhor equilíbrio entre a calmaria que valorizo e um bom volume de opções de lazer/serviços/utilidades. Ter dinheiro numa cidade menor ajuda, e como o custo de vida é mais baixo, acaba sobrando mais para gastar com lazer.

          Boa sorte na mudança!

    5. Então tá, vou te dar uma perspectiva aqui da minha regiao…. Venho de Tapera (~10 mil hab) e minha esposa é de Victor Graeff (~5 mil hab). Eu vivi até os 18 anos na roça, a 10km da cidade. Tapera é uma cidade pacata, com bons colégios públicos, excelente atendimento do SUS, boa administração pública… esses são os pontos positivos! No entanto não possui transporte público, não há tanta oferta de empregos, não há muitas opções de lazer, o comércio fecha após as 18hrs…. Então vai precisar de um carro ou moto pra locomoção, terá menos opções de emprego, pois não há grandes indústrias, vai ter que ir pra outras cidades fazer turismo, precisa ter em casa ou comprar as coisas antes que o comércio feche (esqueceu de comprar farinha pra fazer bolo? vai ter que pedir pra um vizinho…). Quanto a infra estrutura de internet não há por que preocupar-se, pois até minha sogra possui 200Mb de fibra. Victor Graeff é até mais tranquila ao ponto de poder deixar o carro destrancado na rua que ninguém vai mexer! O seu maior problema seriam as velhas fofoqueiras do bairro! hahahaha
      Entenda que isso é muito regional e em poucas centenas de quilometros já muda! Aqui na serra gaúcha as cidades são ainda mais tranquilas e seguras devido ao investimento em turismo e também já há muito mais oferta de indústrias.
      No entando nas regiões sul e oeste do RS os municipios começam a ficar muito mais distantes umas das outras e diminui muito o desenvolvimento.
      Uma coisa que todo mundo de cidade maior deveria experimentar são os almoços e festas de comunidade. Uma galera reunida pra um mega churrasco, com cuca, bandinha de música alemã e cerveja (bons tempos pré covid).

      1. Esqueci de comentar, não têm sequer semáforo em Tapera, nem CFC. Parece ser o fim de mundo, mas a infra da cidade é muito boa, com ruas pavimentadas e muito limpas.

      2. cara, teu exemplo é muito parecido com minha situação. detalhei a história ali no comentário acima, mas basicamente devo ir parar em algum lugar no PR a 1h e pouco de distância de uma cidade maior.

        olhei no mapa aqui e imagino que vcs devam ir pra Passo Fundo com alguma frequência, certo? com que frequência isso ocorre? digo, o quão é possível levar uma vida independente na cidade menor, sem ficar dependendo dos serviços da cidade maior (no teu caso, Tapera -> Passo Fundo)? médicos, supermercado, academia/esportes, tua cidade te atende em relação a essas coisas?

        sabe dizer se tem uma oferta razoável de imóvel para alugar por aí? ou é uma coisa meio capenga, tem que se contentar com o que aparece? tenho encontrado, pelo menos na internet, muito pouca oferta de aluguel no interior do PR.
        se eu cair no sul do estado, provavelmente vou usufruir dessas maravilhas aí que vc comentou – um costelão de chão, chimarrão e umas bandinhas :)
        muito obrigado pelas dicas!

        1. Estamos morando em Passo Fundo faz uns anos. A vida aqui é boa, apesar da cidade ter 200mil habitantes a infraestrutura é boa, saúde referência na região e segurança. Aqui é muito raro ocorrer um assalto na rua, todo mundo usa telefone sem medo. O RS em si esta fora da rota nacional das drogas (por enquanto).

          Se morasse em Tapera ia sentir falta da facilidade de ir ao mercado após o serviço e comprar algumas coisas mais específicas.

          Mas pra quem tem filhos eu acho um bom investimento morar numa cidade pequena assim. Pra ter ideia, no meu ensino médio apenas as crianças do interior usavam transporte, as da cidade iam a pé, mesmo se morassem 10 quadras longe.

    6. Pessoal. O paraíso de morar em cidade pequena do interior tem que ser um segredo guardado as 7 chaves. Ok?
      Se não vai lotar e perder as coisas boas.
      Chiiiu!

    7. Vou ter que fazer essa mudança logo logo, mas estou tranquilo pois vivi a infância e a adolescência toda em cidade pequena. Só vou ficar triste por ter de abandonar a cida cultural.

    8. Não recomendo morar em cidades pequenas a não ser se for estritamente necessário. Geralmente não há infraestrutra de lazer, saúde, transporte, etc. Os serviços que profissionais liberais e empresas oferecem são capengas e tudo depende de você conhecer fulano que conhece sicrano. Não se acha nada pelo Google Maps. O comércio é restrito.

      Talvez se você já nasceu e cresceu na cidade pequena, nada disso seja um problema. Ou ainda se a ideia é viver na zona rural mesmo.

  18. Estou com uma dúvida existencial :-/ tenho uma carreira de 20 anos em uma área que está estagnada aqui no Brasil. Quando a pandemia começou eu estava desempregado e por diversos fatores não voltei a procurar emprego nessa área. Neste ano comecei um curso de Data Science e meu plano era terminar o curso em Novembro e aí começar a procurar emprego. Só que minha situação pessoal mudou e agora preciso trabalhar. Meu problema é que, embora o salário médio da minha área anterior seja bem mais baixo que o que se anuncia para Data Science, pelo menos eu consigo começar agora. Só que eu deixei esta área porque a perspectiva de crescimento é inexistente, enquanto parece (pelo menos de fora) que Data Science está em franca ascensão. Agora estou em dúvida e gostaria de ouvir se alguém já passou por algo parecido.

    1. Olá

      Qual a sua área “estagnada”? Tem alguma relação com TI ou com dados?

      Sobre IA, posso te garantir que é uma área que sofre com a falta de bons profissionais, principalmente com o nível maior de senioridade. Trabalho com isso a aproximadamente 1 ano e 3 meses e tive uma ascensão bem rápida por causa da falta de profissionais. Posso te afirmar também que muitas empresas estão abrindo vagas 100% remotas (mais fácil competir por bons profissionais fora de SP/RJ com as empresas do interior do que competir nos grandes centros), e, se você for do time de trabalhar em casa, isso é ótimo.

      No entanto, eu sou muito conservador e, caso você precise trabalhar, trabalhe. Se você conseguir dedicar 1h por dia para estudar, vá levando aos poucos e faça a transição de forma que não atrapalhe muito os seus planos a longo prazo… Vá estudando aos poucos, faça um portfólio bacana de dados no Github (analisando os dados de Covid da sua cidade, resolvendo problemas no Kaggle, o que quer que seja para conseguir mostrar habilidade e competência).

      Além do mais, uma coisa que SEMPRE recomendo para as pessoas que estão buscando emprego é usar o mês gratuito de premium do Linkedin (e faça um caso ainda não tenha). Seu perfil vai ganhar mais destaque para os recrutadores, você vai conseguir ver mais vagas e se comparar a outros candidatos. Use essa ferramenta quando você já estiver com um portfólio mínimo e certo domínio técnico, pois esse recurso é muito valioso. Obs: não se esqueça de ativar alertas para vagas remotas no Brasil todo.

      Por fim, se estiver precisando de um guia de estudos, recomendo:
      https://www.datascienceacademy.com.br/: eles têm alguns cursos gratuitos e pagos, mas o principal é o “Fundamentos para Análise de dados”, só dar uma fuçada;

      – Escola livre de IA (https://www.youtube.com/watch?v=Yn8APD0apI0&list=PLSZbIUwF2aOxXa7_UdKLQi1e4wl7DHcRN) tem muito conteúdo grátis, mas esse eu já recomendo depois de você construir certa base…

      Enfim, não deixe de trabalhar, que imagino que seja a sua prioridade, mas vá trilhando aos poucos o aprendizado em IA. Você vai ver que compensa!

      1. transição de área é bem complexo msm, eu acabei de me formar em ciências contábeis, trabalho na área e quero continuar, mas estou estudando python para ajudar numas tarefas monótonas e automatizar umas outras.

        não é meu foco mudar de área a curto/médio prazo, mas quem sabe no futuro?

      2. Obrigado pelo retorno. Eu sou/era desenhista mecânico. No momento estou cursando Data Science na Digital House.

        1. Estranho. Desenho mecânico ainda há demanda pelo que noto. E não por mal, já pensou em ser desenhista arquitetônico ou “cadista” (para trabalhar em engenharia civil)?

    2. Não sei nem se pode ser considerada uma migração, porque era desenvolvedor e virei cientista/engenheiro de dados.

      A viabilidade depende de sua rotina e disponibilidade, mas quando as pessoas vão migrar, a ideia é estudar por fora mesmo. Até porque, depois de entrar na área, ainda é necessário manter alguma rotina de estudos normalmente.

      Acho que o caminho é o que ytrewqbvcxz comentou mesmo, boas dicas! Além de se comparar com outros candidatos, acho que se candidatar é uma boa, nem que seja para entender em que ponto você está e também praticar.

      Só um alerta, que talvez soe meio escroto, mas acho que é pior não falar: em teoria, o conhecimento é bem acessível, só que muita gente não consegue. Tem um monte de vaga e um monte de candidato que não passa também.

      Há uma proliferação de cursos e histórias de pessoas que, após 6 meses, estavam em ótimos empregos e crescendo na carreira. É verdade, tem gente que entra e voa, mas ninguém conta de quem faz vários cursos e não passa nas entrevistas para vagas junior.

      Por isso, acho legal ir se testando em entrevistas.

  19. vou comprar o domínio pro meu blog, mas uma vez vi o pessoal criticando a GoDaddy aqui (salvo engano), então a pergunta é: qual seria a plataforma melhor que ela para comprar um domínio?

    1. Para nacional vou direto no registro.br (com o preço que tá o dólar, tô preferindo os nacionais).
      Para internacional, namecheap.

    2. eu uso o njal, mas o gandi tb é bom (mas os valores do njal são pesados ao meu ver)
      gandi.net
      njal.la

  20. início do mês tomei a vacina contra a covid e passado o tempo necessário tomei a da gripe, pois a cidade está em campanha e estão vacinando os adultos também, na cidade de vcs estão? se sim, vão tomar a da gripe ou já tomaram? se não, algum motivo específico? uma amiga disse que não vai tomar a da gripe pois da última vez que tomou ela ficou muito mal quase uma semana

    1. Já tomei a da gripe comum, uns 20 dias antes da da Covid-19. É normal ter reação (eu tive, durou uns dois dias). Antes isso que ficar uma semana de molho e, pior, na dúvida se é gripe ou Covid-19.

      1. sim, reação é normal, felizmente não tive nenhuma até o momento, tirando o fato do braço ficar dolorido.

        e o fato de tomar a vacina foi justamente para diminuir as dúvidas se é gripe ou covid

    2. Eu tomei a da gripe umas semanas antes da primeira dose da astra zeneca. Tive reação na astra, de gripe nunca tive reação

    3. Tomei a da gripe uns 20 dias antes de tomar a da Covid.
      Sem sintomas depois de tomar, diferente da coronavac que deixou o braço levemente dolorido por uns 2 dias.

    4. Faz 5 anos que tomo a vacina da gripe e nunca tive reação a ela, mas vi que deu diferença. Faz anos que não sei o que é uma gripe forte, no máximo um resfriado. A da Covid eu ainda não tomei. Chegou a minha idade, mas as doses não foram suficientes ainda. De qualquer forma, estou me mantendo isolado de tudo. Acredito que na próxima semana será possível receber a primeira dose.

    5. Tomei a da gripe ainda em julho, uns 20 dias depois de tomar a primeira dose da Covid. Não tive nenhuma reação em ambas as vacinas, só uma dorzinha no braço mesmo.

    6. Tomei a de gripe e depois de vários meses a Astra Zeneca para Covid.

      A de gripe não tive nenhuma reação a da Astra Zeneca, tomei pela manhã, umas 8h e depois da 17h comecei a sentir um mal estar e fiquei de cama pelo resto da noite me sentindo bem mal. No dia seguinte tudo normal.

    7. Tomei a primeira dose da Coronavac esta semana. Só senti dor no braço no dia seguinte e um pouco de fraqueza durante a semana. Nada demais.

      Demorei 1 mês para tomar pois medo de agulha. Só fui quando o ponto de vacinação não tinha fila para pegar, senão eu ia estourar de ansiedade e ia embora.

    8. eu tomo a da gripe todo ano, desde qdo minha empresa começou a dar. nunca tive reação (fora um diazinho com dor no braço), e praticamente não tive mais gripe mesmo, só resfriado. nos ultimos 5-6 anos, só tive gripe em 2019.
      com o covid, desde o ano passado, em vez de ter vacinação pra gripe no escritório, estão dando reembolso se vacinar em clinica.
      ano passado me vacinei com o reembolso, mas esse ano perdi a data pq ficava na expectativa da vacina do covid (vai q eu vacino pra gripe e me chamam pra xepa?). enfim, estava priorizando o covid.
      acabei tomando astra zeneca no começo de julho, tive um pouco de reação, febre e moleza no dia e dor de cabeça no dia seguinte. como não sei até qdo as vacinas da gripe no sus vão durar (em alguns postinhos daqui já acabou), assim q deu 15-20 dias, já fui tomar no posto de saúde. apesar de antes ter tomado sempre no particular, foi a mesma coisa, não tive nada tbm. e agora me sinto mais segura.

  21. Estava vendo alguns celulares antigos no aliexpress e vale muito. Tem LG G6/Sony Xperia XZ por menos de R$500 e, apesar de estar off as atualizações, são celulares que ainda devem durar por muito tempo e se procurar, deve existir alguma comunidade com uma versão atualizada do LineageOS pra eles.

    Estou pensando em vender meu Note 8 e comprar um desses (o que me incomoda no meu é que, ele esta perdendo a coloração da tela quando esquenta – fica meio esverdeada).

    1. Eu sempre namorei uns aparelhos usados do Aliexpress principalmente alguns modelos de iPhone.

      Até que vi um Xperia XZ1 por 55o pila, vale demais.

      1. Estou entre esse Sony e o LG V20 mas vou dar uma explorada melhor.

      1. Infelizmente não conheço ninguém, vi por acaso o LG G6 e ai comecei a explorar mais. É celular recondicionado, mas tem vendedor com mais de 100 avaliações, até brasileiro comentado (as vezes com imagem) etc.. mas lembrando que ainda existe a possibilidade de ser taxado, mesmo assim, acredito que pelo valor, é melhor do que qualquer celular vendido aqui, mesmo usado.

        1. Vem com bateria é nova? Ou tem o risco de vir com uma bateria com pouca autonomia?

          1. Tem muita bateria chinesa com baixa autonomia. Não é fácil achar baterias com boa autonomia quando falamos de recondicionados.

          2. Então, o vendedor não especifica o que exatamente eles trocam, ao menos os comentários são bem positivos, acabei arriscando um LG G7 ThinQ… relato aqui minha experiência quando chegar.

    2. Uns 2 anos atrás fiquei muito tentado em pegar um iPhone por lá. Fiquei dias lendo os comentários. A maioria era favorável, mas um ou outro acabava me deixando com um pé atrás: bateria que acusava 100% de saúde, mas não durava tanto assim, certas partes parando de funcionar depois de alguns dias e o vendedor não dando suporte, etc. Era meio que o “barato sai caro”. Mas vez ou outra acabo vendo o que estão falando deles e fico na vontade. Mas a coragem ainda me falta pra arriscar.

      1. É só uma sensação minha, nada com embasamento mas, eu não compraria nada da china quando se relaciona a iPhone/Apple, todo mundo que conheço teve problemas ao mandar consertar em uma loja não autorizada, imagina comprar um iPhone de lá. Já Android vi bons resultados então confio mais quanto a isso.

    3. Veja se não compensa o reparo do seu note 8. Ao menos nas experiências que tive ao comprar celular remanufaturado NO BRASIL (não chinês), nunca é das melhores. O último deu bootloop no fim da garantia.

      Não sei se o chinês duraria mais, mas não duvido que possa dar problemas e tu não ter garantia fácil.

      1. Não, mesmo comprando a tela na China, pagaria no mínimo uns R$700 só na tela, ainda faltaria pagar um técnico para trocar (se for trocar aqui no Brasil direto, pagaria uns R$1200). Então, eu já tive 3 celulares comprados no trocaphone e não me arrependo, inclusive, o meu S9 esta com minha irmã já tendo uns 2 anos desde que o comprei.

        Acabei arriscando em um LG G7 ThinQ, paguei R$600 e vendi meu Note 8 por R$400.

        1. Geralmente compro os celulares no Liquitudo/Liquidapreço/JNA. Agora tu me lembrou do Trocafone, mas acho que eles são um tequinho careiros. Verei depois, mas de fato preciso comprar um agora. Estou com um G1 e um Redmi 4 antigo, ambos com touch zoado, o G1 com Lineage (não dá para usar aplicativos bancários) e o Redmi com tela zoada e sem slot de SIM card – tentei testar um chip e não rodou….

    4. Uma coisa que colocaria “na conta”, apesar de bem subjetivo, são justamente as atualizações (ainda que considerando a LineageOS), porque a maioria de nós faz faz muita coisa pelo celular, assim features e implementações de segurança entendo como essencial.
      Lembre que os APPs ficaram mais pesados, então provavelmente esses celulares antigos ficaram bem desatualizados.
      Consideraria algum celular com processador mais novo e + memória RAM, gastando uns 1000.

      É um ponto de vista particular, mas acho mais válido,
      PS: comprar peças pra manutenção no ALi / ebay são um ótima opção, pagando só a mão de obra aqui!

      1. Então, eu acho que isso é valido para celular acima dos R$1000 (questão de atualização de segurança), abaixo desse valor, os celulares ou tem muito tempo de uso e precisa trocar a bateria ou tem alguma parte dele quebrada, o que normalmente inviabiliza a compra pois, se for consertar, sai mais caro que comprar um novo. E qualquer celular novo por esse valor não entregaria o mesmo desempenho que um LG G7 ThinkQ de R$600 no aliexpress entregaria.

        Estou apostando no vendedor e nos comentaristas do anuncio pois, ele não será meu celular principal, e, se for para comprar como meu principal, eu recorreria para algum modelo que tem suporte do LineageOS (o LG G7 não tem suporte oficial) não só por conta dessa questão de segurança como tb, estabilidade e sair do SO das montadoras que consome recursos desnecessários em prol de uma “melhor experiência”.

        1. É, tem q dar uma olhada.
          Se for pra pegar um mais novo, eu consideraria (promoções de ontem e hoje):
          Redmi 9T – menos de 800
          Redmi 10 4/64 ou POCO M3 Pro 4GB/64GB – 850
          Realme 7 5G 6GB/128GB – 1000
          POCO X3 Pro 6GB/128GB – 1100

          Daria uma olhada na loja Fantacy, do Ali, que é bem conhecida. Consideraria essa opção de um novo, pensando no futuro, apesar de não ser seu celular principal.
          Mas é aquela coisa, cada uso vale ou não determinado investimento (-:

          1. Sim, eu concordo, e não recomendaria o que estou fazendo para o usuário final, nem comprar na China por conta da garantia e o risco de vir um tijolo. Mas é uma opção em comparação aos usados aqui no Brasil, principalmente o Sony Xperia XZ.

        2. Outra coisa:
          Vale considerar ebay + redirecionador dos EUA pra comprar um aparelho usado q atenda sua necessidade.
          As vezes a gente foca só no aliexpress e esquece dessa outra possibilidade
          (pesquisar no eBay pra vendedores q entregam nos EUA muda as coisas, tem muito mais opções).

          1. Já comprei coisa no Ebay mas de vendedor da China, nunca consegui comprar nada de vendedor dos EUA sem no mínimo pagar uns R$150 de frete. E realmente é uma boa opção. E tem a Shopee agora tb, eu sempre dou uma olhada nos dois, a vantagem do Aliexpress é que eles estão dando uns cupons muito bons, mas de uma maneira geral, a Shopee tem valores menores e sempre tem cupom de frete grátis.

          2. gimigliano,
            Sim a shopee tem facilitado algumas vendas de produtos com ticket médio mais baixo. As taxas do ML são maiores. o Aliexpress começou a cadastrar vendedores Br recentemente, então em breve teremos mais esta alternativa.

            O ML é mais rigoroso com produtos piratas e licenciados. A Shopee é varzea kkkk…

            Da uma espiada em serviços como shipto, zip4me e afins, pq abre essa possibilidade dos USA.

          3. Siim, comprei muita coisa na Shopee de vendedor brasileiro pq era MUITO mais barato que comprar no ML.

            Não conhecia esses serviços, vou dar uma olhada no que eles transportam pois, estou pensando em comprar um notebook mas, nem todas aceitam por conta da bateria.

  22. A semana passou rápido. O MIUI atualizou e agora o telegram tem um balão esquisito, mas bem útil pra visualizar e responder mensagens.

      1. A mais recente, 12.5.1. Sou usuário novo da MIUI, fiquei surpreso com mudanças tão perceptíveis kkkkk

        1. Pode ser a versão do Android da MIUI ser baseado no 11 o que traz essas alterações.

          1. pode ser, eu uso a miui.eu na versão 12.5.3, mas é baseado no Android 10 e não tem isso.

  23. Eu comentei sobre esse assunto no post “O que você leu de bom?” dessa semana e gostaria de trazer a conversa para cá. A matéria que eu enviei é sobre o processo contra o Nirvana do rapaz que era o bebezinho na piscina da capa de “Nevermind”. Um parágrafo do processo diz:
    “O dano permanente que [Elden] sofreu aproximadamente inclui, mas não está limitado a, sofrimento emocional extremo e permanente com manifestações físicas, interferência em seu desenvolvimento normal e progresso educacional, perda vitalícia de capacidade de ganho de renda, perda de salários passados ​​e futuros, despesas passadas e futuras com tratamento médico e psicológico, perda do gozo da vida e outras perdas a serem descritas e comprovadas no julgamento da matéria ”, afirma parte da ação.
    O que chama minha atenção são os danos que aquela exposição, segundo o processo, causou no rapaz. Não quero entrar no mérito de ter acontecido ou não. A minha intenção é saber o que vocês pensam sobre essa exposição das crianças de forma pública na internet. Como vocês ou seus conhecidos lidam com isso?

    1. Sempre vejo alguém comentando que falou sobre algo em outro post e tá trazendo a conversa pra cá.
      Fico com a impressão de que as conversas se perdem com esse “sistema” de comentários do MdU.

      1. Nesse caso, não acredito ser uma falha. Apenas quis estender mais a discussão.

      2. Os posts livres são muito comentados, o que talvez estimule o pessoal a trazer algumas discussões que não engrenaram em outros posts para cá.

        De que maneira as conversas se “perdem”? Você diz quando elas são trazidas para cá?

        1. Acho que por não ser estilo fórum o que ele quer dizer. Pois nos fóruns a conversa fica ao menos segmentada e fácil de achar. Nos comentários, tem que rolar ou pesquisar onde está o comentário que quer participar.

    2. Depende, o uso da foto foi autorizado pelos pais ou não? Se foi, ele deveria estar processando os pais, e não o espólio da banda, afinal eles eram os tutores responsáveis, e nem dá pra alegar que não esperavam que a arte em questão fosse ser tão conhecida, afinal capas de albuns fazem sucesso desde muito antes da internet. Sei lá, me parece mais uam forma desesperada de tentar ganhar algum trocado do que alguma forma de justiça mesmo.

      1. Por isso que não foquei no caso do processo e sim na opinião em relação a exposição de menores na internet. O que pensa sobre isso?

    3. “A minha intenção é saber o que vocês pensam sobre essa exposição das crianças de forma pública na internet. Como vocês ou seus conhecidos lidam com isso?”

      Você diz em relação a nudez ou a qualquer tipo de exposição? Não tenho filho ainda, mas já postei em redes fotos minhas de quando era criança, e não tive nenhum problema.

      Já em relação a matéria, acredito que futuramente deverão ser utilizados personagens virtuais para todo tipo de publicidade/mídia para evitar esse tipo de situação.

      1. Quis dizer exposição de qualquer tipo, sem conteúdo ilegal. Vídeos de crianças fazendo coisas bobas, cantando, brincando.

        Achei interessante essa visão sobre personagens virtuais.

          1. Esse caso eu não vi. Vi que existe os vídeos, mas não assisto. Eu criei uma espécie de bloqueio para assistir conteúdo que envolva crianças, uma espécie de “não incentivo”.
            O caso que eu tinha visto foi sobre um garoto de 3 anos que cantava sertanejo e muita gente achava bonito, mas tinham pessoas fazendo comentários pavorosos contra uma criança que nem sabe o que está acontecendo. Fico imaginando como será a adolescência de uma criança assim. Posso estar sendo muito dramático, mas o que vejo hoje é que não temos um meio tão eficiente que seja capaz de cuidar de problemas assim no futuro.

    4. Achei oportunismo, os pais autorizaram a foto? se sim ele que reclame com os pais.

      Ele mesmo já recriou a foto diversas vezes, se ele realmente tivesse incomodado não teria tirado a foto em outras ocasiões, parece ser mais um caso de querer ganhar uns trocados.

    5. Detesto exposição de crianças na mídia, pior ainda se for em programas como The Voice ou Raul Gil (aquilo deve ter muita audiência de pedófilos). Nem sequer colocaria muitas fotos de meus filhos em redes sociais.
      Quanto ao caso do Nirvana… é óbvio que ele só tá movendo esse processo pra extorquir grana da banda. Ele mesmo já fez ensaios fotográficos repetindo a capa.

      1. Também penso assim. Embora seja bonitinho uma criança fazendo uma coisa legal, hoje prefiro não assistir para não incentivar.

  24. meu deus! já é quinta-feira de novo!

    bom dia a todas, todes e todos

    1. Vc viu que professores de língua portuguesa começaram a se pronunciar contra o “todes”?

      1. Eu entendo a necessidade de inclusão e que a lingua é algo vivo e pans, mas sei lá, acho que sou velho e me sinto esquisito toda vez que leio ‘todes’ e todxs’. Apesar disso estou tentando, faço parte da equipe de tradução do Debian ptbr e estamos tentando praticar a tradução inclusiva e não sexista no material.

        1. Concordo, essas inclusões me parecem muito artificiais e que não respeitam as regras da língua. Gostaria de entender melhor como se deu a evolução das línguas com pronomes e gêneros neutros, alemão por exemplo.

          1. mas a língua não é um fenômeno “natural”, “orgânico” — ela é um artifício que pode ser transformada de acordo com o desejo de seus praticantes

            regras são sempre arbitrárias e refletem disputas de poder e posições de monopólio sobre o discurso — podem ser contestadas e transformadas

            também acho esquisito falar “todes”, mas entendo o quanto se sentem excluídos do masculino universal vários tipos de corpos e expressões de gênero não hegemônicos

        2. legal isso do Debian

          como eu disse, também me incomodo, mas precisamos nos acostumar e cultivar essas formas de falar

        3. Aqui no Manual, tento construir frases de modo a dispensar o uso dos pronomes de gênero. Quando é inevitável, uso o (a)/(as)/etc. no final, tipo “todos(as)”.

          1. Também tenho esse costume, apesar de “trabalhoso”, me parece justo.

          2. Mas a questão levantada é que “os(as)” não inclui as pessoas não-binárias. Lembro que nas olimpíadas houveram até alguns narradores que utilizavam o elu, delu, e afins para se referir aos atletas que não se identificam nem como masculino, nem como feminino, embora o comitê olímpico ainda se referia as modalidades pelo gênero “futebol feminino/masculino, skate feminino/masculino.

          3. @ Marlon

            (Adianto que sou um leigo interessado no assunto, então sinta-se à vontade para me corrigir, caso eu escreva alguma besteira.)

            O que levo em conta, nesse caso, é o sexo, não o gênero. E aí, até onde sei, são só dois mesmo, masculino e feminino. Também considero a acessibilidade — pronomes neutros, especialmente aqueles que usam “x” (“elx”, “todxs”), causam uma ruptura em leitores de tela que pessoas cegas usam, por exemplo.

      2. assim como há professores e pesquisadores da língua que se manifestam a favor

        não é uma questão de argumentar pela via da autoridade, mas de respeitar a autoridade do argumento daqueles que se sentem excluídos do padrão normativo da língua

        1. Na verdade, a ideia por trás dos pronomes neutros é uma ideia que adere mais ao discurso normativo da língua do que ao discurso gerativo ou descritivo. A própria ideia de modificar a língua escrita antes da falada é um contrassenso linguístico, isso jamais ocorreu e chuto que não vai ocorrer com esse tipo de ação. O maior obstáculo aqui é transportar esse uso para o processo de fala e aquisição de língua (principalmente a aquisição sob uma ótica gerativista).

          Já que a discussão é linguística, esse tipo de ação (de neutralidade artificial) é contrassensual com o se entende de mais moderno na linguística e na sociolinguística: a pragmática. A ideia central da pragmática é exatamente que o contexto explica o uso (grosso modo). E isso estaria contido, ao me referir a qualquer pessoa, na colocação pronominal. Seu eu falo A Pablo Vitar, eu automaticamente estou colocando marcadores que indicam o gênero e a natureza da pessoa que está sendo referida. Colocar um marcador extra (neutro) vai dificultar o processo de fala.

          Ainda, todo mundo diz que “a língua é viva” mas ninguém sabe exatamente o que isso quer dizer, exceto que a língua se transforma. No caso, a língua se transforma sempre em busca do menor esforço de fala (marcadores de plural são um bom exemplo, as pessoas falam “dez real” exatamente porque o marcador de plural está subtendido no numeral). A colocação pronominal neutra é o exato oposto disso, ela acaba inserindo um esforço maior das comunidades de fala, e isso provavelmente não vai pegar.

          Finalmente, as comunidades de fala tendem a se agrupar ao redor de marcadores próprios, seja foneticamente ou pragmaticamente, assim, é bem possível que esse tipo de ação apenas recrudesça algumas comunidades ao mesmo tempo que passe em branco em outras.

          Meu chute é que esse tipo de ação vai apenas criar uma variação dialetal do PB, talvez até estigmatizando algumas pessoas.

          1. Eu gosto de seu pragmatismo, Paulo.

            Espero quando acabar a pandemia chamar tu, a Andresa e quem for de RS (acho que o Rafael) para tomar um café. :D

            (o ruim é que para este esforço, precisaria ganhar na megasena, o que ainda não ocorreu).

          2. Tenho uma sensação similar. Para mim, é uma tentativa de introduzir algo que forçaria uma reestruturação completa da língua para que haja uma integração adequada. Isso realmente é muito trabalho para uma improvável adoção em massa, além de que não é um uso confortável para a maioria dos falantes.

          3. importante pontuação, paulo. estamos discutindo exatamente isso na firma e tenho me colocado ao lado de um posicionamento afirmativo (o uso do gênero neutro: usar o todes, por exe.). também não sei se isso será mantido ou se o caminho a ser escolhido pela firma será o de usar termos mais tranquilos dentro do q já poderíamos usar (mandar um ‘olá, pessoal’, por exe.). eu gosto da ideia de fazer parte de um movimento q está mexendo com a língua. vejo até as possibilidades poéticas e criativas desse momento. mas há esse risco mesmo de estigmatizar (como já vem acontecendo: qdo usamos o ‘e’ na nossa comunicação algumas pessoas reagem de maneira bem dura). acho q é um dilema interessante de enfrentar e qual impacto isso vai ter é difícil mesmo estimar. o q eu poderia dizer, com algum certeza, é q eu fui impactado pela demanda e me coloco numa posição em q vale o esforço, especialmente no texto, de indicar alguns marcadores de posição.

          4. @Ligeiro

            Valeu =) Eu iria. Quando estive em SP eu fiquei mais tempo no litoral, fui só uma tarde pra SP mesmo. Senão tinha marcado alguma coisa.

            @Fabio

            Eu não me posiciono nisso porque eu não tenho capacidade/conhecimento de causa. A neoliguagem está engatinhando e, como eu disse, pode ser que pegue como pode ser que não. Acho interessante que seja discutido esse tipo de problema, principalmente porque a língua retrata a sociedade (daí o fato do PB ser mais machista pronominalmente do que outras línguas, como por exemplo o alemão), mas não sei se o caminho é esse que vemos hoje. Ainda acho que tem muito ruído nisso tudo.

            @Edu

            Sim, com certeza cria mais esforço cognitivo para os falantes. Mas a ideia, salvo engano, é exatamente essa. Criar nas pessoas o “incomodo” de perceber como a língua não é inclusiva no dia-a-dia. A minha questão era mais pelo lado da linguística mesmo. Nunca ocorreu uma inserção desse tipo em nenhuma língua. O que temos de neutralidade linguística no mundo conhecido é frutos de muitos séculos de transformações. Por isso que eu não sei se vai ser benéfico ou não, se vai “pegar” ou não, etc.

            Mas, temos que nos atentar sempre que a língua segue uma ideia de “prestigio” gramatical. As variações populares sempre serão estigmatizadas pelo seu falar mais simples, ao contrário das variações “eruditas” que gozam de um prestigio “per se”, sem necessidade de prova anterior, apenas baseado em riqueza, acesso e conhecimento acadêmico. Nesse sentido, a ideia de sacudir a estrutura linguística com a neolinguagem é benéfica. Mas não espere que o VOLP seja aderente a esse discurso pelos próximos 10 anos, pelo menos.

        1. Opa, valeu a indicação! Parece que tem bastante material do tema (e até além).

    2. E já passou outra semana…
      E bom dia, ótima sexta e um final de semana maravilhoso a todas, todes e todos! (gostei disso Gabriel)

    3. Boa tarde!

      Ainda é quinta? Achei que fosse sábado, recebi a newsletter e jurei que fossem os achados e perdidos.

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