Post livre #282

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

156 comentários

  1. Vocês acham que vale a pena pagar pelo Tutanota? O plano de 1,20 euro parece ser interessante. Assim… Eu acho o Protonmail mais robusto, mas 5 euros por mês fica salgado.

    1. Assiste aquela primeira temporada do reality de Fotografia do Arte 1 (dica antiga do Fred) q vai ser bom.

    2. Acho que você pode ter um bom ganho estudando enquadramentos.

      O mesmo assunto pode ficar mais interessante usando algumas regras elementares de enquadramento – regras dos terços, linhas, espaços, perspectiva, etc.

      Duas fotos que chamaram a atenção: a do prédio azul com o céu em área grande e a da estação em perspectiva. Nas duas o olho é direcionado.

      Estude e exercite! Pra mim o interessante é estudar uma técnica e sair a utilizá-la pra sedimentar.

    3. não sou tão competente na técnica e na teoria fotográfica quanto o montarroios, mas também gosto de fotografar de vez em quando

      https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Files_from_Gabriel_de_Andrade_Fernandes_Flickr_stream (nessa lista tem de tudo: desde fotos muito ruins até algumas razoáveis)

      considerando isso (que sou completamente amador), faria os seguintes comentários:

      o enquadramento na fotografa é em grande medida assertivo, como regra geral (e lembrando que toda regra é confirmada por suas exceções). Isso quer dizer que ou você enquadra de forma rígida e consciente — tomando cuidado com tornar verticais as linhas verticais, tornar horizontais as linhas horizontais ou apropriar-se adequadamente das distorções e curvas das lentes — ou deliberadamente enquadra de forma “torta”, como nos ângulos holandeses.

      é claro, há inúmeras exceções possíveis a essa regrinha mas talvez seja importante dominá-la

      o mesmo vale para a infame regra dos terços: é bom dominá-la, por mais que seja um cliché

      nesse sentido, como já comentado, seus enquadramentos parecem ambíguos, mas não parece ser uma ambiguidade deliberada ou assertiva

      o mesmo vale para a profundidade de campo (e os diferentes focos nos diferentes planos da cena), o uso da luz, etc

      o importante, de qualquer forma, é continuar fotografando: fotografar é prazeiroso — e pra ser prazeiroso não é necessário se preocupar com nada disso, mas se você começar a manipular a câmara pensando nisso, vai encontrar um prazer novo

  2. imaginem esse hipotético e impossível experimento:

    O ano é 1986. Fulano de Tal é um feliz proprietário de um computador Macintosh 128k. Ele vem usando o aparelho por mais de um ano e já o conhece em detalhes: sabe se localizar no sistema de arquivos, sabe encontrar os aplicativos, manusear e produzir documentos, etc. Fulano de Tal está impressionado com a qualidade gráfica de seu equipamento, fruto de um trabalho de anos da empresa que o produziu — que, dizem as más línguas, copiou todo o projeto de uma empresa chamada Xerox (e não há qualquer ironia intencional aqui).

    Cicrano de Tal, seu irmão, também é usuário assíduo de computadores mas, por razões diversas, preferiu adquirir o IBM PC. O computador veio com o sistema DOS mas ele fez questão de logo instalar nele o MS Windows, uma novíssima interface gráfica que — dizem as más línguas — foi descaradamente copiada daquela existente em seu concorrente, o Macintosh adquirido pelo irmão.

    Digamos que, em um passe de mágica, ambos os sujeitos sejam transportados para 35 anos no futuro — ou seja, para agora.

    Fulano de Tal fica impressionado com computadores que cabem em seu bolso mas se pergunta se o velho Macintosh ainda existe. Ele é então apresentado a um novíssimo iMac com a versão mais recente do macOS.

    O mesmo acontece com Cicrano: apresentam-lhe um computador de alguma dessas empresas que montam PCs dotado da versão mais recente do Windows (digamos que seja a 11).

    Apesar da redução de dimensões físicas dos aparelhos, das nunca antes vistas telas planas e do horroroso mouse do iMac, a configuração geral e a interface física dos aparelhos não mudou muito: ambos os irmãos percebem que ainda há teclado, mouse e tela.

    Nessa minha historinha de fantasia com roteiro nitidamente ruim, fica a pergunta:

    qual dois dois vai se virar melhor com o computador? qual dos dois vai se assustar mais?

    1. Assustar-se, acho que os dois em igual medida. As interfaces de 2021 são inimagináveis para o que era padrão ou mesmo pensado como futurista nos anos 1980. Acho, porém, que o usuário do Macintosh notaria mais elementos de familiaridade, a julgar pelas demos web que você linkou abaixo. Alguns elementos, como a menubar, permanecem até hoje, ainda que com funcionalidades diferentes. O Windwos 1.01 não tem absolutamente nada a ver com o Windows 11.

    2. já pensaram que o botão Iniciar foi, em 1995, talvez o primeiro menu “hambúrguer” da história?

  3. Acabei de ver um outdoor em Jundiaí escrito: “Pedro, me pague o que deve. ass. Rodrigo.”

    Perdão não ter fotos.

    1. (o outdoor tem uma imagem do Sr. barriga em pose de cobrança)

    2. Que empresa será que está por trás da tentativa de viral? XD

      1. Não sei.

        Mas eu estava lendo o Manual, ai vi o cartaz e pensei “O que raios o Pedro Burgos tá devendo pro Rodrigo Ghedin”?

  4. Ao receber este e-mail fiquei com um pulga atrás da orelha: “Updates to Reddit’s User Agreement and Privacy Policy”

    1. Porque ? Não tenho mais conta no reddit.

      Alguma nova coleção de dados que irão armazenar ?

  5. Quem acha que não usa Linux está REDONDAMENTE engando! hehehehe

    Linux se tornou o sistema operacional mais usando no mundo cloud. Mesmo que sua empresa use um Window no Cloud, ele vai ser controlado por um Windows. Mesmo que sua empresa use Windows on-premise, a própria Microsoft já começou a usar Linux.

    Em outras palavras. VOCÊ USA LINUX!

    1. Sem contar em hardware mais simples ou especifico…. Se for contar smartphones então já bate mais de bilhões. Linux “venceu” por ser pratico, maleavel e gratuito.

  6. Uma prática que tenho começado a agir é de recomendar o uso de SSD para quem pensa em trocar o computador ou melhorar a máquina.

    Há uns 4 meses atrás, um Core 2 Duo com 4 de RAM e 320 GB de HD (usado, óbvio) estava por volta de R$ 500,00. Hoje está por volta de R$ 650,00. O mercado de equipamentos usados inflacionou. E aparentemente os preços não vão baixar tão cedo (ou vão baixar).

    Uma pessoa que tinha um note com Celeron de 1.1 Ghz de 8 anos atrás, o note até que melhorou um pouco após a instalação do SSD. Ficou mais ágil para abrir, mas obviamente rodar programas em paralelo ou que exigem processamento dedicado acaba sendo um estorvo. Mas ameniza o fato de trocar um HDD para uma memória “flash”.

    Um outro com um Pentium 3.0 Ghz, trocando o processador por um Core 2 Duo 2.6 e um SSD, a melhoria foi bem mais notória.

    O ruim dos SSDs é que os preços flutuam bastante ultimamente. Um SSD na Kabum tem preços a partir de 160 reais, mas já houve dias que estava 140 (isso falando de um SSD de marca menos renomada, na qual não duvido que não tenha o chip de memória interno que ajuda a aumentar a vida útil).

    1. Eu fiz um orçamento pra colocar um SSD e ficava em 320 reais (um de 240 GB). O que me desanimou foi que eu queria colocar meu HD no lugar do leitor de DVD, mas o técnico disse que nem sempre dá certo; tinha que fazer e testar. Meu notebook é muito bom, apesar de antigo, e me atende no básico que preciso, mas ele demora pra ligar/reiniciar e de vez em quando até pra abrir programas (Windows 10, né). Talvez eu tente usar alguma distribuição Linux antes de mexer e deixe pra fazer essa troca de SSD quando ele estiver bem capenga mesmo.

      1. Penso que ainda sim, em grande maioria, onde há travamento, o ssd não salva. A busca por sistemas e software mais minimalistas, de baixo consumo de cpu e memória, aí sim deve ajudar mesmo.

      2. Eu fiz exatamente isso. Retirei o drive de DVD e coloquei um SSD. Basta presquisar a gaveta certa para o chassi. O resto é plug’n’play

      3. É possível sim usar o SSD e o HDD ao mesmo tempo, bastaria a pessoa direcionar na BIOS/UEFI onde será o Boot (é meio chato, mas é possível).

    2. Tenho um Mac Pro 2015. Ano passado melhorei a Ram para 10 gb (originalmente era 4). Agora penso seriamente no SSD. Acabo de instalar o MX Linux nele depois de muito refletir. Esta rodando tranquilo!

  7. Venho pedir a ajuda dos universitários.

    Tenho um aparelho que se conecta ao computador por porta serial. Esse computador precisa estar rodando Windows 95 e precisa ter um drive de disquete de 3.5.
    Tentei de todas as maneiras com uma máquina virtual e usando um cabo serial-usb, mas deu água. Também tentei um desktop, mas a placa mãe aparentemente não gosta de win95. Tentei winxp rodando o software em modo compatibilidade e de novo deu água.

    Pergunto: vale mais a pena procurar uma placa mãe antiga de verdade ou procurar um notebook da época, daqueles que tem drive de disquete? Por acaso alguém tem uma coisa ou outra dessas sobrando aí? Alguém teria algum insight?

    1. Precisa ser OBRIGATORIAMENTE um Windows 95?

      Porque pelo que sei, entre o 95 e o XP há algum nível de compatibilidade, a não ser que o sistema seja 16 bits (DOS antigo e Windows 3.1). Nunca testei uma placa mãe com Pentium 4 468 com Windows 95, mas posso tentar. Ah! Sei que “Thin Clients” funcionam com Windows 95 também, com a vantagem de poder usar um Compact Flash. O ruim é que Thin Clients estão encarecendo!

      (Quando for assim, sabe que pode me mandar e-mail também).

      1. 16 bits, exatamente isso. Inclusive pode ser Windows 3.11 também.

        1. Eu tinha uma placa mãe de Pentium 3, mas vendi pro ferro velho :`(

  8. várias vezes aqui já falei sobre o saudosismo com a época da “blogosfera” (expressão que já era feia à época e hoje é simplesmente horrível)

    como todo saudosismo, este também é perigoso: selecionamos alguns aspectos positivos e esquecemos de como todo o resto não era lá tão bom assim

    de todo modo, esses aspectos positivos existiam e acho que parte deles se perderam na transição para o mundo dos vídeos e das redes sociais

    uma das coisas que sinto falta era o do relato de experiências recentes que apareciam cá e lá nesses blogs: esse é um tipo de conteúdo que não necessariamente funciona em vídeo (até porque no vídeo você mostra o lugar em que esteve o ou evento de que participou, o que torna a coisa diferente) e nas redes sociais ele se perde no meio dos demais

    outro dia, não sei porque, achei um velho texto no blogue pessoal do ghedin em que ele falava de uma visita feita a São Paulo, salvo engano para participar de um evento da MS. O texto linkava para outros relatos dessa mesma visita feitas por outros blogueiros.

    essa é uma experiência de leitura (e, mais do que de leitura, de diálogo) da velha web de que sinto falta: é mais lenta e mais bem ritmada que a de um vídeo no youtube e menos fugaz que um story do instaram ou um fio no twitter.

    saudosismo é ruim sempre e sei que essa época não volta mais, mas sinto falta dessa rede de blogues pessoais

    alguém mais sente falta de algo específico dessa época?

    1. Eu queria tentar me lembrar de antigos blogs que eu gostava. O ponto é que alguns blogueiros meio que ficaram pês da vida e apagaram seus blogs ou viraram algum tipo de pessoa chata – o maior deles já sabemos quem é.

      Se parar para procurar, acha blogs tipo Plamurb, que são feitos por pessoas que curtem o que trabalham e o que fazem. Dá para curtir e aprender algo junto também.

        1. Cara, qual é o cara mais chato da internet a ponto de estrangeiros darem um nó nele?

      1. Nossa, eu lia muito um dos blos do MrManson, mas esqueci o nome. Ria muito com ele no meu primeiro emprego de concurso, por volta de 2003 ou 2004.

    2. Blogosfera é um termo horrível mesmo, hahaha.

      Eu sigo alguns blogs que voltaram a ativa recentemente, com a onda do “slow blog”, e é disso também que eu mais sinto falta: um “assunto” por vez. As redes sociais me deixam ansiosas porque é tudo misturado ao mesmo tempo e eu não consigo acompanhar. (Sem contar no fator ódio que rola.)

      Eu sentia falta de não ser obrigada a estar conectada o tempo todo (eu sou do tempo que internet era de madrugada e final de semana, hahaha), até que caiu a ficha que eu eu não precisava. Até ler, que era um prazer pra mim, virou ler e postar que estava lendo e comentar o que achou, porque não gostou… (Sem contar que acompanhar todos os lançamentos é impossível!) Ou seja, virou uma obrigação.

      E posts em blogs são maravilhosos porque, excluindo o autor apagar tudo, você pode comentar algo que alguém falou em 2000 e bolinha, pesquisar um assunto já discutido 2 anos atrás ou participar de algo recente.

      Eu ♥️ blogs.

        1. Penso se não é o do Inagaki, um dos mais tranquilões ao meu ver.

    3. vídeos rápidos no yt realmente mudaram a relação com conteúdos q antes encontraríamos no formato tradicional de texto. eu mesmo estou me vendo obrigado a ter q me mexer nesse sentido caso queira mais alcance. e já q muitos q usam o yt acham q, agora, é melhor usar twitch pra ter ainda mais alcance… enfim, esse movimento é bem instável. creio q pode até haver uma volta a esse período com a crise energética q está no horizonte.

      1. Eu tenho visto alguns vídeos a mais que pensei que veria ultimamente. Não sei porque mas acabo mais dando preferência aos estrangeiros do que aos nacionais (desculpe Ghedin).

        O único nacional que vejo é o “ônibus na Rodagem”. Tipo, me simpatizei demais com o motorista youtuber, ele não me parece ser o cara que só faz pelos likes (apesar de pediro no canal). Acho que o equivalente ao que o Gabriel fala sobre blogs, é o canal de vídeo dele.

        Não sei que raios tenho (preconceito, talvez?) que é difícil para mim escutar um podcast em português ou ver algum vídeo ou streamer em PT-BR.

        Eu não posso falar do Ghedin ou do Felitti pois vejo (ou escuto) pouco. Mas sei lá, a sensação que tenho ao ver vídeos e podcasts brasileiros é de pedância. Tipo, aquele ar de superioridade moral, de querer falar para convencer que ele é o certo e quem escuta deve aprender com ele.

        1. Você não está formulando um juízo do todo a partir das experiências que teve com vídeos nacionais? Acredite, fora o idioma, o universo de motivações e atuações é igual entre quem faz vídeo e podcast aqui e lá fora. Descartar automaticamente toda a produção que é feita aqui (e nem estou falando do canal ou dos podcasts do Manual) ao mesmo tempo em que exalta o que se faz lá fora só porque é feito lá fora, me desculpe, é vira-latismo.

  9. Vim aqui agradecer ao JG que, no post livre da semana passada, fez um comentário bastante informativo e cheio de referências sobre os carros elétricos, além de ter sido muito educado. Não te respondi por lá porque só vi quando os comentários estavam fechados, mas muito obrigado!

  10. Parabéns pela matéria sobre o Metaverso Original, @Ghedin!
    Na hora que eu li, lembrei de um conto que está presente no último livro do Ted Chiang (“Expiração”, saiu há poucos meses em tradução da Intrínseca). Para quem não conhece, é o mesmo autor do conto que inspirou o filme “A Chegada”.

    O conto se chama ” O Ciclo de Vida dos Softwares” e gira em torno de um metaverso em que as pessoas criam avatares com capacidade de inteligência, em uma mistura de pets com filhos. É um conto relativamente grande, com um universo muito bem pensado. O ponto principal são os limites de seres humanos e objetos, quando tratamos de Inteligência Artificial. Um objeto com Inteligência Artificial pode ter direitos?

    Vocês conhecem mais obras da ficção científica que despertam debates sobre esse tema?

    1. “Um objeto com Inteligência Artificial pode ter direitos?”

      imho, não; mas “objetos” com IA + CONSCIÊNCIA, sim, não só podem como devem ter direitos, principalmente se tiverem mecanismos (físicos e/ou lógicos) que lhes permitam sentir algum tipo de dor ou sofrimento.

      “Vocês conhecem mais obras da ficção científica que despertam debates sobre esse tema?”

      só conheço – de ouvir falar, mas pretendo ler um dia: *i, robot* e *the bicentennial man and other stories*, de isaac asimov.

      1. tem o livro ‘Máquinas como eu: E gente como vocês’, do ian mcewan .

    2. Tem um episódio de Black Mirror que discute esse tema, não? (Acho que a série já discutiu tudo, né? Hahahaha!) Se não me engano, é o último da segunda temporada (é um episódio duplo?), mas eu não assisti até hoje porque li spoilers dele (assim como aquele do soldado), mas pretendo um dia.

      E o livro Eu, Robô é muito bom e tenso; recomendo.

    3. ah, tem também as séries *humans* e *westworld*. acho que *love, death & robots* também…

      1. Como eu esqueci de Westworld??? :O Essa série, principalmente a primeira temporada, é sensacional…

    4. Star Trek tem bastante. Por ser uma série, vc se envolve com os personagens primeiro, e episódios q questionam direitos e livre escolha vem depois.
      Tem um androide em the next generation, e um holograma médico em voyager que discutem bem isso.

  11. nesse ano e meio de reclusão saí poucas vezes de casa para ir além do mercadinho da esquina

    nas últimas saídas notei algo sobre o qual já se falava, mas que agora percebi de forma mais impactante:

    as bancas de jornal realmente estão desaparecendo

    (sei que isso é uma obviedade, mas só me dei conta disso mesmo agora)

    pra manter os pontos de venda, os jornaleiros têm mantido nas estantes apenas uma meia dúzia de revistas

    alguém aqui ainda lê jornais e revistas físicas?

    1. Aqui a única banca de jornal é apenas fachada pra jogo do bicho

      1. Saudades de bancas de jornal. Passei boa parte da minha vida me divertindo nelas. Desde quando era moleque vendo meus irmãos comprarem as revistas da DC e da Marvel ainda no formatinho da Abril, fasciculos para montar livros sobre aviões de guerra (meus irmãos sabiam identificar qualquer aeronave ou helicóptero em filmes e séries até o ano 2000). Depois muito tempo namorando as boas revistas especializadas, tipo Linux Magazine, Sound on Sound e outras. Bons tempos, sinto muita saudade de comprar revista em banca.

        1. morando na zona leste de são paulo nos anos 90 — sem internet, sem tv a cabo, sem assinaturas de jornais e revistas em casa, sem biblioteca por perto, etc — as bancas eram uma espécie de google* jurássico

          *não que hoje o google seja uma boa analogia, já que ele tem mais afastado do que aproximado a gente de acesso a conteúdo diverso

    2. Não compro jornal desde o início da pandemia, comprava o Diário Gaúch, mais pelo Junte & Ganhe do que pelas notícias, acabava repassando a edição p/ minha mãe. Particularmente eu só leio o Brasil de Fato, quando consigo a versão que distribuem pelo centro. Revista física, eu vou na cafeteria da faculdade, lá eles disponibilizam a Piauí para os clientes.

    3. As vezes vou comprar um simples gibi da Mônica e é terrível achar nas bancas. Muitas não recebem pontualmente as revistinhas mensais ou vivem de estoque antigo. Tenho que comprar na internet :/

      1. Comprei o Gibi Turma da Mônica de agosto ontem. R$ 7,90. Não dá…

        1. Está carrissímo e roteiros bem abaixo da expectativa, para não dizer ruim mesmo.

          1. Sim. Também notei a mudança nos roteiros. Pode ser porque não é mais o Maurício de Sousa quem escreve atualmente.

          2. Mas não é o Maurício desde sempre, né? Pelo menos desde os anos 60/70.

    4. As bancas da cidade onde resido – ao menos da região central – sofreram tanto com a mudança de seus pontos (pois a cidade teve mudanças de infraestrutura) quanto com esta questão da diminuição do consumo de mídia. Todas as duas hoje trabalham com recarga de celular e venda de quinquilharias, virando um bazar.

    5. Eu fui em uma banca semana passada e comprei uma revistinha de palavras cruzadas (e uma correia de chinelo, hahaha). :D

      “as bancas de jornal realmente estão desaparecendo”
      Pra ser sincera, me surpreende que elas ainda resistam. Como disse alguém aqui, eu também acho que elas só sobreviveram porque passaram a vender recarga de celular e quinquilharias. Nem aqueles jornaizinhos mais baratos, eu vejo as pessoas lendo tanto.

      Revista ou coisa impressa, hoje, só compro se for algo que talvez queira manter ou uma leitura mais longa, tipo alguns livros ou revistas especiais (raramente).

      1. elas também tem vendido figure actions, canecas, brinquedos, estão bem diversificadas.

      2. como você e o ligeiro comentaram….realmente estão mudando o ramo, daqui um tempo não serão mais bancas de jornal….

        aqui na cidade havia a Imagem Video Locadora…. com o tempo foram diversificando e hoje só prestam assistência para celulares. hahaha.

    6. Ainda frequento bancas de jornais, compro quadrinhos com regularidade e uma ou outra revista impressa ocasional. Mas a “banca da esquina” não atende para isso, elas estão mais nesse esquema de loja de 1,99/quinquilharias, vendendo fone de ouvido chinês, carga para celular pré-pago e refrigerante – tipo os “kioskos” de Buenos Aires.
      A jornaleira da banca próxima à casa dos meus pais reserva para mim os quadrinhos que compro sempre, e me avisa quando as recebe.

    7. Aqui no meu bairro banca de jornal virou ponto de camelo e jogo do bicho.

    8. Abriu uma nova “banca de jornal” aqui em Ipanema, RJ, na Praça General Osório, foi a primeira nova banca que eu vi em décadas. Só que não tem quase nada de ler, só tem umas palavras cruzadas. É mais um quiosque na rua mesmo, que vende comida, bebida e quinquilharias. Acho que as bancas se transformaram em quiosques de rua, ja que eu e muitos só leem mídias digitais ou digitalizadas mesmo.

    9. Bem interessante. Dá até uma saudade de uma época mais analógica. Vendo a morte das bancas de jornais acho bem parecido com a morte da fotografia analógica. Bancas resistentes são um suspiro de uma época antiga que não volta mais. De vez em quando paro em uma mais pra ajudar mesmo. Tenho uma sensação estranha quando vejo aqueles jornaleiros velhinhos ainda resistindo. Esse ano assinei a super interessante física mesmo pra sentir um pouco daquilo que sentia antigamente em receber uma revista em casa. Mas acredito que toda essa mídia impressa está com os dias contados. Infelizmente.

    10. Eu adoro quadrinhos, tenho a coleção quase completa de Tex. Mas muitas vezes é difícil achar nas bancas, realmente as que sobrevivem são raras e eu meio que parei de frequentá-las.
      Adoro ir em sebos que vendem quadrinhos para comprar as edições que ficaram pra trás pq não fui na banca.
      P.s. As bancas aqui na minha cidade só bombam nos meses que antecedem a copa do mundo por causa do álbum da panini.

    11. Sou da região de Campinas, a 100 km da capital São Paulo. Na area central da cidade haviam diversas bancas de jornais que até pareciam livrarias. Uma delas ainda resiste firme, a famosa Banca do Alemão, na praça do Fórum. As livrarias próximas faliram, As bancas menores tornaram-se quiosques que vendem capinhas de celulares e eletrônicos baratos. A Francisco Glicério, uma das avenidas principais do centro de Campinas (quase 1,2 milhão de pessoas) onde se viam lojas diversas com produtos de marcas famosas foram substituídas por lojas 1,99, com produtos chineses.
      Respondendo a questão, não me lembro da ultima vez que comprei uma revista para ler, mas sei que foi lá na banca do alemão que comprei a Quatro, Cinco, Um, revista literária de qualidade ímpar em que pese uma certa empáfia e arrogância de alguns críticos literários. Sobre livros e livrarias, no centro de Campinas ainda resiste a livraria Pontes, a Paulus, a Vozes (essas duas de artigos religiosos). Também há muitos sebos. Mas estou em período de transição. Leio mais livros digitais que físicos (kindle está lotado…).

    12. Lamento muito também. A melhor banca que tínhamos na cidade hoje expõe umas edições sujas da piauí de 2013, para se ter uma ideia do abandono. Ela fica ao lado de um antigo cinema de rua, que virou restaurante.

      Uma iniciativa legal que atende aos saudosistas é a HG de São Paulo. É meio banca e meio livraria e busca clientes que gostem de ler no papel. Como é nichada, acho que tem maior chance de sobrevida: https://www.instagram.com/bancahigienopolis/

      1. tem mesmo esse movimento das bancas de material independente/alternativo, mas será mesmo um fenômeno reduzido — bem aquela coisa da exceção que confirma a regra

    13. a última revista q comprei foi a ‘quatro cinco um’, mas até essa parei, então, não fui mais em bancas para períodicos. mas compro mangás ainda em bancas qdo é o caso de trombar com uma aqui no meu bairro ou proximidade ou qdo estou na liberdade. jornal impresso é algo q, realmente, ficou inviável pra mim. não sindo saudades do tempo em q assinava estadão e folha, pq eram um trambolho, ruim de ler no transporte, e só papel q acumulava…

  12. Depois de 10 anos, voltei a usar um sistema operacional livre. Consegui um notebook bem antigo, formatei o LG-C400 e instalei o Linux Mint

      1. Olá Rafael.
        Fiquei surpreso com as mudanças, “antigamente” não existiam tantas opções de softwares (entre 2009-11 usava o KDE Kurumin/Gnome Ubuntu), muito menos uma biblioteca centralizada. Facilita demais para o usuário final que não tem muito conhecimento de informática e Linux.
        Outra coisa que me surpreendeu foram os drivers, não tive nenhum problema.
        No mais, tá bem tranquilo, utilizo mais é o pacote Libre Office e o Firefox.

    1. Eu tenho um notebook com Celeron N4000, 4 GB de RAM e HD em dual boot com Windows 10 e Xubuntu. O desempenho do Xubuntu é muito, mas muito melhor do que do Windows 10. Usando com Xubuntu está ótimo, não sinto necessidade de mais desempenho. Com o Windows, é preciso paciência, muita paciência, principalmente quando alterno entre programas…

      A autonomia da bateria, por outro lado, me pareceu significativamente pior do que com o Windows. Pode ser só impressão minha, porque não fiz um teste controlado para me assegurar disso, mas a minha percepção é de que é pior mesmo…

      1. Tem alguns programas de gerenciamento energético para Linux que costumam dar uma ajuda nesse quesito. Dá uma olhada no CPU Power Manager: https://github.com/martin31821/cpupower, nele você consegue configurar alguns perfis energéticos pro seu processador e vai mudando eles conforme o uso.

        Sobre o Xubuntu, ele é uma das melhores distros para computadores leves que eu já usei, mas acho que é um sistema muito cru ao meu ver, falta muita coisa e não é tão polido… Me passa a impressão que entregaram antes de terminar

        1. Nesse ponto eu prefiro o Mint com o XFCE. Muito mais polido e tem basicamente os mesmos requisitos de hardware.

        2. Sobre gerenciamento de energia tem (e recomendo) instalar o tlp. Ele não tem interface gráfica mas não tem maior segredo. E instalar ele, depois fazer a calibração com um comando simples. E pronto. Se o notebook for desconectado da fonte de energia ele já procede os ajustes para melhorar a autonomia. Claro que como tudo no linux se quiser otimizar para seu caso, tem opções que permitem diversos ajustes.

      2. Esse LG-C400 veio com Intel Pentium P6200 e 4GB RAM.
        O curioso é que quando instalei o S.O da Microsoft, o Win7 não reconheceu a placa Wireless, precisei instalar manualmente. E no Linux Mint não tive o mesmo problema.
        O desempenho do notebook é muito melhor com a versão Linux do que Windows. Não pude verificar bateria, pois o mesmo já tem a peça rs.

    2. Gosto do Mint também. Estou usando o MX Linux, que instalei no meu Mac Pro 2015. Bastante estável, estou gostando.

      1. Passei um tempo com o MX e achei a proposta interessante. Eu gostaria de conseguir a leve e frugalidade do MX com a parte estética de um Elementary ou Zorin

        1. Desde que conheci o Linux, por meio de um amigo que me apresentou o Slackware 8, sempre preferi o Debian puro e o Slackware puro. Passei um período sendo ajudado pelo Carlos Morimoto e sua distro salvadora que possibilitou acesso à Internet (kurumim). Já utilizei várias distros baseadas no debian, mas sempre volto para a distro padrão. Agora resolvi experimentar o MX no Mac. Antes, baixei várias isos, incluindo os bsds e uma distro baseada no Skackware (Zenwalk). Mas não sou “escovador de bits”, e tive/tenho dificuldades com o Grub e ainda nao tive tempo para extudar melhor isso para poder rodar o Slackware 15 recém lançado, ainda mais na arquitetura do Mac.

  13. O OnlyFans anunciou que vai começar a banir conteúdo explícito a partir de Outubro. Conteúdo esse que alavancou a plataforma ao que é hoje.

    Pensem num tiro de bazuca no pé. Não dou 6 meses pra ele ser comprado a preço de banana por um Softbank da vida.

    1. Lembro de ter visto na UOL uma celebridade, acho que ex atriz, que tinha only fans e close friends exclusivo apenas para postar fotos “sensuais” dos pés. Então, sem nudez explicita.

      Imagino que deva ter muito desses fetiches por lá, talvez nem impacte taaaaaaaaaaaanto assim. Na twitch mesmo acho que é proibido, mas tem gente que fatura fazendo stream sexy ou algo parece

    2. Me passou pela cabeça o que pode ter motivado isso.

      Salvo engano, existe uma legislação que regula a prostituição nos EUA – precisaria pesquisar mais sobre isso para explicar. Creio que “cams” não deixam de ser uma forma de prostituição, então é considerado lucrar em cima do corpo também.

      Além disso, hoje temos as leis equivalentes as LGPD não só no Brasil mas na Europa. Leis essas que hoje exigem que vídeos onde aparecem pessoas tenham o consentimento destas.

      Claro que também falamos de modelos que ganham fazendo caras e bocas. Mas cá entre nós, a gente tem que entender que prostituição no caso é culturalmente visto como a venda do corpo exposto para prazer (mas claro que é compreensível que prostituição é o termo sobre vender-se, mas aí a divagação é mais longa).

      1. Creio que “cams” não deixam de ser uma forma de prostituição

        Creio que isso não procede. E, evidentemente, não se permite, mesmo hoje, a postagem de fotos e vídeos de terceiros.

        O próprio OnlyFans informou que estão tendo problemas com bancos e bandeiras de cartão de crédito, que, sim, talvez tenham preocupações excessivas com alguma legislação puritana norte-americana ou coisa do tipo. Segundo a Axios, o OnlyFans também está tendo dificuldade para levantar dinheiro junto a investidores.

        Isso já aconteceu antes, com o Tumblr em 2018.

        1. Vi o texto lá, grato Ghedin. Desculpe minha confusão (apesar de eu ainda acreditar nisso – e sim, bato o pé, sou birrento :p )

        2. acho isso muito triste hoje em dia, praticamente todas as empresas querem investidor pra escalar e dar lucro lá na frente, não pensam no mês a mês

  14. estava vendo notícias sobre o sistema da apple contra abuso infantil e pensei na seguinte situação:

    um homem tira centenas de fotos de sua filhinha com seu smartphone android. na maior parte delas, a garotinha está vestida; mas em outras, ela está sem roupas. não há maldade alguma na mente do pai, nenhuma sexualização da criança nas imagens, nada disso.

    algum tempo (dias, meses ou anos) depois, o homem precisa levar seu smartphone para conserto. infelizmente, ele não sabe: o técnico que lhe prestará o serviço de manutenção é um pedófilo que, ao ver todas as fotos da filha de seu cliente, resolve furtivamente copiá-las para si.

    mais algum tempo depois, algumas fotos daquela garotinha – justamente aquelas em que ela estava sem roupas – são incluídas na biblioteca csam do ncmec (centro nacional para crianças desaparecidas e exploradas) dos eua. talvez o técnico tenha compartilhado as fotos em um site monitorado pelo ncmec. ou ele pode jamais ter compartilhado aquelas imagens, mas tenha sido pego em uma operação policial que, ao analisar os seus dispositivos, tenha encontrado aquelas fotos, que posteriormente foram compartilhadas com o ncmec.

    então, depois de mais algum tempo, aquele homem (pai da garotinha) resolve trocar de smartphone e compra um iphone. mas após algum tempo (minutos ou horas) de uso do seu novo smartphone, depois de transferir todos os seus dados e arquivos do seu antigo aparelho para o novo, sua conta de usuário apple é suspensa e seu iphone fica com uma série de recursos bloqueados.

    agora, tanto tempo depois de tirar aquelas fotos de sua filha e sem entender por que, ele precisa se explicar para a apple, para que possa ter a sua conta de usuário reativada e o seu iphone com todos os seus recursos de volta.

    e o que é pior: em algumas semanas ou meses, terá que se explicar também à justiça – além de suspender sua conta, a apple o havia denunciado ao ncmec que, por sua vez, o denunciou à justiça -, passando por um processo demorado, custoso e constrangedor, para que possa provar sua inocência em um crime que ele não cometeu.

    o que vocês acham dessa história? é factível?

    quais são os critérios para incluir uma imagem (ou o hash dela) numa biblioteca csam, do ncmec, do photodna ou de qualquer polícia/agência de inteligência? entram apenas imagens de vítimas reconhecidas em investigações/processos legais ou são incluídas também imagens sem sexualização, mas com nudez e que foram capturadas em monitoramentos e investigações, por ser material compartilhado por criminosos?

    1. Essa iniciativa tem gerado tanta repercussão negativa de um monte de gente que não sei nem se isso vai pra frente. Hoje mesmo li que um pesquisador conseguiu gerar uma “colisão” no algoritmo ao apresentar duas imagens distintas que produziram o mesmo hash.

      1. de acordo com a matéria publicada no canaltech, a apple já teria “minimizado a descoberta dos especialistas, apontando que uma versão “genérica” do NeuralHash foi analisada, e não o sistema completo e mais avançado que deve chegar aos celulares até o final deste ano, como parte da atualização para a versão 15 do iOS”. ou seja, ela parece estar bem confiante em seguir em frente com isso.

        o meu receio nem é com falsos positivos – estes tranquilamente serão descartados por verificação manual/humana -, mas com (1) situações como a descrita anteriormente, e com (2) governos autoritários que implementem leis que obriguem a apple a trabalhar com outras bibliotecas além da csam, do ncmec, como, por exemplo, a “biblioteca de livros e documentos subversivos proibidos na república democrática da xuanchênia”.

        1. Sei lá. No repositório do GitHub do cara, um dos primeiros comentários é de alguém que testou as duas imagens num iPhone rodando o beta do iOS 15 e que confirmou que o mesmo hash foi gerado.

          E não seria a primeira vez que uma grande empresa volta atrás em algo radical assim.

  15. Aos que usam Mac, alguém conhece alguma aplicação open-source que permite ler NTFS?

    1. Até onde eu sei o sistema suporta a leitura de volumes NTFS. O que ele não suporta, nativamente, é gravação.

      Open source tem esse cara aqui: https://www.tuxera.com/company/open-source/

      Nunca usei, no entanto. Por aqui uso o driver da Paragon que, embora fechado e pago, tem se mostrado confiável nos últimos 11 anos.

      1. NTFS-3G irá me servir bem pois, muito ocasionalmente uso o HD para backup (já tenho um backup em nuvem)

        ..confesso que foi meio chato instalar mas é simples de usar

        1. Uma opção intermediária é usar ExFAT que é lido e escrito no Mac e Windows. Só tem umas chatices de travar o sistema de arquivos caso desplugar o HD antes de ejetar no Mac e ter que ir no Windows pra fazer um check disk pra liberar novamente.

  16. Opa meu povo!
    Eu uso manjaro gnome a algum tempo e tenho enfrentado um problema no compartilhamento de tela no google meets, slack, e até no teamviewer. A tela simplesmente fica preta para os espectadores e não sei mais o que fazer. Usar uma tela só (uso mais de uma), mudar o drive de vídeo (atualmente usando a versão kernel i915), mudar o navegador, e não funciona.

    Alguém já enfrentou esse problema?

    1. Você está usando o Wayland? Até algumas versões atrás, pelo que acompanhei, ele ainda tinha problemas com essas aplicações e outras, como gravar a tela. Tenta mudar para o X e veja se resolve.

      1. Ghedin vc anda bem informado sobre o mundo Linux.
        Suspeito que vem mudança depois desse MacBook aí.

        1. Convencer o Ghedin a vir pro lado Arch Linux da força

          1. Ele vai passar 3/4 do tempo cutucando o arch, ao invés de produzir o seu trabalho.

        2. Será? 😄

          O duro é esse MacBook morrer. Ano passado, quando levei para trocar a bateria, a assistência trocou praticamente tudo — carcaça, teclado, até a tela. Ficou novo de novo.

    2. Mesmo problema no Ubuntu 20.04.

      Não me mexi para resolver, mas o caminho que pesquisei é o mesmo que o Ghedin indicou Wayland > X.

    3. Em adição aos comentários, já te adianto para saber qual gerenciador você usa: digite echo $XDG_SESSION_TYPE no terminal

  17. Pasta Térmica é tudo igual? Qual vocês usam/indicam?

    Vou colocar um SSD no meu notebook e vou aproveitar pra trocar a pasta térmica mas fico perdido na quantidade e disparidade de preços e os reviews nunca são honestos e bem direcionados. Aqui costuma ser o local que melhor consigo dicas (obrigado sempre, comunidade).

    Meu setup é bem simples: Ubuntu num i5 (8ª geração), sem placa de vídeo e o uso é para o dia a dia e umas brincadas em programação.

    1. eu fiquei nessa dúvida há uns meses e acabei comprando uma da Corsair. mas gostaria de ouvir um especialista para saber se nas próximas posso comprar uma mais barata.

    2. Nunca troquei a pasta térmica no meu notebook 👀 Talvez a assistência tenha trocado quando substituíram a bateria, no começo do ano passado, mas já fazia cinco anos que tinha o notebook e, sei lá, zero problema? Seu processador está superaquecendo? Se não há nada anormal, acho que não precisa se preocupar com isso.

    3. Na dúvida, recomendaria de alguma marca conhecida, como a Corsair (conforme o Guilherme Felitti comentou) ou Cooler Master.

    4. Não é tudo igual n, e nao é pq é cinza que é boa. Atentar a Condutividade Termica, EX: Artic Silver é uma bem conhecida a condutividade termica dela é 8,9 W / mK, quanto maior melhor. Uma nova e quem tem uma otima condutividade termica é a SnowDog na faixa de 12 W/ mK. É importantissimo trocar a pasta termica se ja faz mt que nao troca, pq ela resseca e vira quase uma pedra

    5. Me lembro que vi reviews sobre pasta térmica. A diferença entre elas é mínima – o que mais influencia é o dissipador.

      Pasta térmica apenas preenche os vazios microscópicos entre o processador e o dissipador. Mesmo uma pasta térmica branca faz o trabalho. O importante é só não ter sujeira nem na pasta, nem nas peças.

    6. Para teu uso e teu processador, de verdade, qualquer pasta térmica irá servir.

      I5, a não ser que irá fazer Overclock do mesmo, não tem necessidade de uma pasta térmica “premium”, pois o ganho será mínimo se houver algum.

      Se houvesse grandes demandas do teu processador, antes mesmo de considerar uma pasta térmica, minha sugestão seria, no caso de desktops, a troca do cooler por algo com maior capacidade de resfriamento, em comparação aos cooler boxes que vem junto dos produtos. Já irá proporcionar uma melhora significativa nas temperaturas.

      No caso de notebooks, tenho por hábito fazer a troca anualmente, pois já abro o note para limpeza. Ai recomendo o uso de uma pasta da ArticSilver, por se encontrar facilmente nas lojas online, e ser de excelente qualidade.

      Mas em sumo, vale a pena trocar se for abrir, mas não abriria para trocar, e a não ser que tenha uso pesado do sistema, qualquer pasta irá atender, em notebooks, prefiro pastas de melhor qualidade dado a menor capacidade de resfriamento.

    7. Uma coisa que esqueci de mencionar.

      Existe não só pasta térmica, mas sim outros itens para transferência de calor.
      Geralmente notebooks e miniaturizados (tipo NUCs) usam “cola térmica” (que o nome já diz – faz o trabalho tanto de cola quanto de transferência térmica) e “tapetes térmicos” – tipo parece uma gelatina, não sei o nome exato.

      Se for trocar a “interface térmica” (me corrijam!) do seu notebook, veja antes que tipo que ele usa. Muitas vezes trocar algo que já veio na máquina por uma pasta térmica simples pode ignorar que as especificações de medidas feitas para o equipamento consideram o uso de algo mais grosso (como um tapete térmico).

      Taí algo que preciso pesquisar mais sobre :)

    8. não, tem diferença de qualidade.
      a noctua faz uma q parece ser boa, a básica. mas eles têm uma ainda melhor (mais cara). dá pra medir a eficiência delas, mas é algo meio over, eu acho. escolhendo uma boa marca já é ok.
      comprei um cooler noctua e veio uma e só usa uma gota. então tem bastante pra mais trocas. creio q vale o preço.
      o q não recomendo é o tal do metal liquido… parece q não funciona tão bem assim e é um estorvo depois.

    1. Interessante, vou ler! Se bem que, no caso do Spotify, tem um jeito muito simples de evitar a vigilância deles que é usando outro streaming. Hoje ficou um pouquinho mais difícil com os podcasts exclusivos e a derrocada do Spotifeed (saudades eternas), mas, para música, é basicamente o mesmo conteúdo em todo streaming, né?

      1. Quase tudo igual, mas há pequenas diferenças aqui e ali por causa de contratos. No Spotify estavam sumindo muitas coisas só pela região.

        1. Um off-topic: quando eu assinava Spotify, tinha um CD-single que eu deixava salvo porque escutava bastante, até que um dia uma das músicas parou de tocar em 1 minuto mais ou menos. Fui procurar saber e era realmente questão de contrato. Como me cortam a música pela metade? Melhor colocar como indisponível.

    2. Olha, nem subindo para as montanhas sem celulares podemos evitar o rastreio. Somos o produto, a invenção do Google é a regra. Fico puto quando não consigo ver filmes ou acessar algumas plataformas, como o Youtube ou algum servidor de e-mail porque estou navegando com VPN ativada e com o navegador TOR.

  18. Alguns talvez saibam que o SSD do meu computador é bem pequeno, o que me obriga a deixar minhas fotos na nuvem. Estou planejando mudar isso. Quero colocar as minhas fotos em um HD/SSD externo, tirá-las do iCloud e usar backups mais convencionais.

    Todo o esquema já está bem desenhado na minha cabeça (vai virar um post no futuro!), exceto por uma peça: o visualizador de fotos.

    Estou procurando um aplicativo capaz de filtrar automaticamente as fotos de acordo com os meta dados, ou seja, que consiga filtrar as fotos em uma pasta enorme por data, localização e rostos. Em outras palavras, um Apple Fotos que lide com pastas e arquivos soltos no sistema de arquivos, em vez de guardar as fotos num banco de dados proprietário. Se for multiplataforma, melhor ainda, e dispenso sistemas “self-hosted”.

    De tudo que já testei e olhei, as melhores alternativas são o Shotwell + plugins (somente Linux) e o Mylio, mas US$ 10/mês é muito puxado. Testei também o Darktable, mas achei confuso/difícil demais.

    Ideias?

    1. Como bibliotecário não tinha a menor ideia que existiam aplicativos que cumpriam essa função de filtragem, é bem útil.

      Fora isso, eu tô querendo trocar meu desktop de trabalho por um notebook, mas só me resta esperar, os preços não tão ajudando em nada.

      1. Como disse Ghedin o próprio Fotos já faz isso, é algo bastante difundido até.

        Para soluções profissionais, normalmente o Lightroom é suficiente, apesar dos rins cobrados pela assinatura da Adobe.

      2. Nossa, é legal demais isso! Quando algum familiar faz aniversário, por exemplo, eu consigo filtrar toda a minha biblioteca de fotos por fotos em que essa pessoa aparece, aí faço um vídeo bonitinho (no próprio Apple Fotos) e mando. É quase uma bobagem, mas todo mundo adora.

    2. Não sabia que o shotwell fazia dessas. pode me dizer qual plugin?

    3. Procure por alternativas ao Adobe bridge.
      Só não esqueça de manter uma cópia em alguma nuvem.
      Nunca confie apenas em backups convencionais e nunca confie apenas em nuvem.
      Tenha backup no dois.

    4. Não cheguei a nenhuma solução boa para sair do Apple Photos, então vou deixar lá. Não é dos mais simples, e suponho que já tenha testado, mas acho que vale dar uma olhada no digiKam.

      O Shotwell atende bem em termos de biblioteca, mas ele tem um bug de perder definição ao usar monitor de alta densidade. Dá para usar para organizar, mas triste demais organizar suas fotos borrado haha

      Eu só guardo foto de câmera, gosto do CaptureOne para editar versão RAW. O Darktable parece ótimo em recursos, mas integra mal com Shotwell (sempre que abro pelo Shotwell, ele morre e depois eu tenho que apagar os locks do SQLite). Além disso, simplesmente não sei usar e estou com preguiça de aprender, muito avançado para meu uso.

      1. Como está a questão, hoje, de aplicativos feitos para o KDE em outros ambientes gráficos, como o Gnome? O digiKam de fato parece mais completo que o Shotwell, mas, se eu fosse usar Linux, não seria com o KDE.

        1. Naturalmente não é tão integrado esteticamente, mas funciona normalmente, ainda mais porque Qt (framework usado pelo KDE) sempre foi multi-plataforma e usado para diversos próprios.

          Inclusive, a saudosa Nokia usava para Symbian/Meego.

    5. Tenho estudado a ideia de voltar a usar o tradicional iPhoto. Dá pra baixar da App Store (itens comprados), pelo menos no macOS Mojave, e, salvo engano, tem os filtros de geolocalização e temporal. Para não sincronizar com o iCloud, basta desativar o compartilhamento de fotos.

      Os contras são o visual datado e a estrutura de organização dos arquivos no disco que, tal qual o Fotos, é um enigma pra mim até hoje.

    6. Descolar um PC antigo ou raspberry para fazer um servidor dde dados caseiro não vira? Ou conseguir um micro servidor dedicado?

    7. Posso te ajudar a subir um servidor usando o PhotoPrism, se quiser—podemos fazer isso localmente ou em um servidor remoto.

      Entre outras coisas, o PhotoPrism usa o TensorFlow do Google para fazer classificação de imagens automaticamente, tudo de forma local. É uma forma bacana de ter o poder de algo como o Google e Apple Fotos, mas sem os problemas de privacidade e controle que ambos trazem.

      A interface dele é meio feia na minha opinião, mas nada que um pouco de CSS não resolva.

      Ele também tem suporte a geolocalização e aplicativos para iOS e Android estão em desenvolvimento. Estou testando ele no servidor onde ficam as fotos das minhas clientes, e como ele suporta WebDAV, posso editar as fotos no Darktable pela rede mesmo.

      Quanto ao Darktable, ele é um excelente editor de images RAW, e é o que eu uso ao invés do Lightroom para editar ensaios inteiros—cerca de 2000 fotos por ensaio, com uma média de 150 entregues—, mas ele não é recomendado para gerenciar uma biblioteca de imagens ou fazer visualização.

      1. Cheguei a topar com o PhotoPrism. Parece legal, ainda que o TensorFlow não seja um atrativo muito grande — quase todas as minhas fotos estão organizadas, com marcações geográficas e rostos marcados. Eu ainda tenho a esperança de ter um aplicativo nativo, mas em último caso…

        1. Se o TensorFlow não é um atrativo, talvez o LibrePhotos, outro projeto que estou testando, seja uma boa opção. Esse inclusive “se vende” como uma alternativa direta ao Google Fotos.

          Ah, quanto a aplicativos nativos, o PhotoPrism tem integração nativa com o PhotoSync, então acaba quase sendo um aplicativo nativo?

          Tirando essas duas opções, talvez o Piwigo? Me parece o WordPress dessa área. Não cheguei a testar, mas o suporte a extensões me parece um recurso bastante interessante.

        2. Me desculpa a ignorância, mas o TF não é uma boa opção por ser feito pela Google ou tem algum motivo a mais, Ghedin?

          1. No meu caso nem é uma questão de bom ou ruim, ou do Google, é que não precisa mesmo. Eu usei a IA da Apple para catalogar alguns rostos, mas depois passei a fazer na mão. Outros tipos de recortes (fotos de animais, praias, céu) não faço questão.

    8. Estou pagando pelo Flickr, U$ 9,90, depois da palhaçada do Photos do google que deixou de ser ilimitado.

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