Post livre #276

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

133 comentários

  1. tenho um ipad mini de primeira geração, rodando o ios 9.3.6. aquela coisa de rodar alguns apps que ainda estão disponíveis a depender dos desenvolvedores. mas existe uma coisa que queria compreender pra tentar solucionar.

    não sou programador e entendo pouco ou nada do que implica a construção de um site e suas linguagens, mas pude pesquisar que o html5 é a tecnologia do momento nesse quesito. a duvida é: porque conteúdos ao vivo que não são do youtube, não conseguem rodar nesse sistema? digo sistema porque não rola em nenhum navegador que baixei, seja safari, chrome, firefox etc. tentei twitch, facebook e esses streaming genéricos de tv.

    1. O problema pode ser sites utilizando recursos existentes em navegadores atuais mas não nas versões compatíveis com a versão do IOS. Uma pesquisa rápida mostra que está difícil conseguir um navegador mais recente compatível, confere?

      1. confere, todos baixam versões anteriores, sabe-se lá de quando. não sei se tem navegador que se mantém atualizado para essa versão. o único app que conheço que tá atualizado no ios 9, é o telegram.

        1. acabei de testar com dois navegadores que dispõem versões atualizadas para o ios 9: dolphin e puffin. a mesma dificuldade ocorre nos dois. carrega-se a página, mas nada do player de vídeo.

    1. Eu sinceramente acho que em SP, isso é propaganda. Tem muita coisa por baixo dos panos sobre as polícias que creio que só as câmeras não vão ser capazes de resolver. Só que não vejo gente tendo coragem para fazer este expurgo.

      (Nada impede de policiais a paisana agirem posteriormente ou policiais civis – que detém a capacidade de documentação e guarda de relatos e provas – apagarem vídeos ou não registrarem mortes).

  2. Alguma recomendação de editor de vídeo que rode de boa numa máquina mais antiga mas que funciona (i3 4a, 12gb de ram, placa de vídeo GTX 660 2gb)? É mais pra vídeos curtos, com animações e transições leves.

    1. Eu gosto muito do Shotcut (https://shotcut.org/).
      A princípio eu simplesmente usava para cortar pedaços de aulas minhas gravadas no Google Meet. Essa semana comecei a brincar com animações de imagens. Não tenho experiência com ferramentas mais “profissionais” para poder comparar, mas ele vem me atendendo.
      Eu usava inicialmente em um i3 (sei lá qual geração… tem uns 10 anos de idade) com 8GB de RAM, hoje um i5 3330 com 16GB de RAM.

    2. Quando diz rode de boa ? Quer dizer uma boa experiência editando ou fazendo o export ? Pela tua placa de vídeo, o premiere vai ser tua melhor opção graças a aceleração via CUDA.

      1. Tentei usar o Premiere, mas logo de cara já dá uma tela dizendo que o processador e a placa de vídeo não são compatíveis. Ele até deixa prosseguir, mas para evitar dor de cabeça, achei melhor procurar um editor que funcione de boa.

  3. Recentemente minha irmã mais nova ganhou um notebook novo, esse comentário poderia ser sobre como o estado dos notebooks anda deplorável no Brasil mas deixemos isso para outro momento, esse notebook veio com uma distro Linux instalada, ofereci a ela instalar o Windows mas para a minha surpresa minha irmã pediu para deixar o Linux mesmo, só troquei a distro por um Ubuntu por ser algo que eu tenho mais contato do que a que veio. Isso me fez pensar que a maioria dos usuários que fazem as coisas majoritáriamente online benificiariam muito mais de distro leves do Linux do que de um Windows cheio de coisas que faz com que suas máquinas fiquem mais lentas rapidamente, é tudo uma questão de apresentar o usuário ao sistema.

    1. Mas e aí, ficou bom? Ela está satisfeita? Um aspecto às vezes problemático do Linux em notebooks é a autonomia da bateria. Como ficou a do notebook dela?

      1. Lembra que a uns Posts livres atrás eu reclamei da autonomia de bateria no Linux? Descobri o motivo: as configurações da nvidia.
        A nvidia ativa, por padrão, que tudo seja executado na GPU offboard (quando se possui uma, que é o meu caso) e isso fazia a energia ir de canudinho. Configurei para só rodar na placa offboard “on demand” e, no Ubuntu, a autonomia equiparou a do Windows. Voila.
        Linux e sua eterna filosofia: funciona, mas você vai ter que sujar as mãos.

      2. Ela anda bem feliz, a bateria ela não fez nenhuma reclamação ainda, o unico bug que a gente encontrou e que talvez possa ser do harrdware da lenovo na verdade é que quando vc troca de fone, seja com ou sem fio, a caixa de som interna vira uma caixa de estática por alguns segundos eu vou procurar ainda se pode ser um bug do driver de audio ou se no windows isso rola com esse modelo também.

      3. Então Guedin sabe que li também sobre isso. Mas em aspecto geral e com base unicamente nas máquinas que fiz o teste (meus computadores e do meu escritório) obtive basicamente o mesmo tempo. Aliás, a ressalva ficou apenas se o “teste” implicava no uso para assistir filmes. Isto, porque, alguns navegadores no Linux ainda não tem a mesma capacidade de decodificação por hardware. Mas no uso comum do dia a dia o linux até que tinha mais autonomia do que o Windows. E uma “solução” que eu aplicava (agora já tem decodificação por hardware) para alguns vídeos como do youtube era assisti-los usando um player (vlc ou mpv).

    2. O notebook da minha afilhada é bem antigo, um core2duo.
      Estava travando o windows, inutilizável.
      Perguntei como ela fazia aulas e tudo mais, em suma, usa google drive, meet e o editor de textos.
      Instalei Linux Mint e ela está adorando e está funcionando super bem (dadas as limitações de hardware), sem travar.
      Pra ela está “exatamente” igual.

      1. Eu to pensando em pegar o antigo da minha irmã que era um I3 com 4gb de ram e instalar alguma distro nele pra usar como um note de backup já que atualmente só tenho meu desktop, se não fosse a dificuldade de migrar de editor de audio eu instalaria o POP OS nessa máquina para dar uma testada mas estou amarrrada na Adobe kkkkkkkk

        1. Pela quantidade de RAM mencionada (4g) pode ser que o POP_OS dependendo da quantidade de software ou abas que use em conjunto, apresente alguma lentidão. Eu não recordo se o POP_OS já emprega um sistema de prevenção de OOM (acho que poucas fazem isso por padrão, de cabeça lembro apenas do Fedora), mas que é facilmente contornável com a instalação e configuração (que poderia ser gráfica) do aplicativo/pacote earlyoom.

      2. E olha que o Mint não é o sistema mais “espartano” pois roda e carrega até bastante coisa no background.

    3. Para o pessoal mais novo que está mais habituado a sistema de celular, e que usa mais apps on-line, ou navegação os sistemas linux até que não enfrentam muitas resistências. Mas também fico surpreso de porque é tão comum vir pré instalado sempre sistemas que não fornecem a melhor experiência (são distros desatualizadas com personalizações as vezes não mais suportadas). Meu cunhado comprou um Compaq que para os fins pretendidos atendia suficientemente bem. Mas a distro que veio instalada (nem recordo o nome) é um Debian com algumas modificações que ao tentar atualizar não eram mais suportadas. E que se não fosse o prévio conhecimento dele com o linux certamente deixariam uma péssima impressão. Solução, trocado o SO pelo Ubuntu é pronto.

  4. Há alguns PL, houve uma discussão sobre roteadores e ampliação da cobertura do WiFi. Nele comentei que havia comprado um kit mesh da TP-Link para a casa dos meus pais. Pela velocidade do link de lá, optamos pelo Deco M5, que custou uma bela cacetada. Tudo instalado, de fato a melhora foi surpreendente! Fizemos como o manual recomendava, sendo a unidade principal posicionada no meio das duas satélites. Cobertura quase que total e com boa velocidade. Até a primeira atualização de firmware. Depois disso, uma das unidades satélite passou a se comportar de forma estranha, não mais se conectando à principal, nem mesmo com as duas posicionadas no mesmo cômodo. Resetei a unidade problemática e adicionei de novo à rede e funcionou mais ou menos até que ela foi desligada. Não se conectava à rede e quando se conectava não aceitava nenhum cliente.

    RMA aberto com a TP-Link, meus dados enviados e o atendente me perguntou se tivemos ocorrência de chuvas com raios. Em plena estação seca.

    O curioso é que todas as três unidades do kit têm o mesmo número de série. Não sei bem se por isso, mas para o RMA exigem que todas as três unidades sejam enviadas. 48 horas de prazo para enviarem o código de autorização de postagem e 15 dias úteis(!), contados a partir do momento em que o kit der entrada no laboratório, para algum posicionamento.

    Enquanto isso, gastamos uma quantia considerável para permanecermos por, chuto, com base no tempo gasto até agora (1 semana) mais o tempo de envio, teste no laboratório e reenvio, cerca de um mês com o mesmo problema que tínhamos antes de comprar.

    Isso dito, provavelmente se eu tivesse escolhido dois Access Points da linha Omada (eu uso um aqui!) e feito a ligação dos dois por cabo ao modem da operadora, teríamos gasto mais ou menos a mesma coisa, mas com uma confiabilidade bem maior, já que essa linha é desenvolvida para o mercado corporativo.

    Enfim, só um relato para quem esteja pensando numa solução parecida: Minha experiência com o Deco não tem sido boa.

    1. Tenho um conhecido que usa um Deco 1200 (x2 pontos) e ja faz uns 3 anos sem problemas. Área de praia, e pelo que sei sem queima por raios.

      Espero que resolvam rápido seu rma.

      1. Na verdade esse é o primeiro problema que tenho com hardware da TP-Link. De todo modo a dica é que, pelo preço e pelos resultados, a aposta na linha Omada é mais vantajosa.

        No mais, qualquer equipamento está sujeito a problemas, ainda mais para um fabricado em massa. O que incomoda um pouco é a demora deles em tudo. Entre o primeiro contato com o suporte e finalmente me enviarem a autorização de postagem, gastaram a semana toda. Fora os 15 dias úteis de prazo limite para informar alguma coisa. É muito dinheiro investido para tanto tempo parado.

        1. Sim, desculpa eu não ter focado o comentário neste ponto.

          Lembro-me que tive problemas com hardware D-Link, e acabei eu mesmo levando o roteador em um posto autorizado. Sempre prefiro tentar achar um local físico. Falar com pessoas ajuda.

        2. Tive um problema similar com o sistema Twibi da Intelbras. Comprei um kit com 2 unidades e após 4 meses de uso, uma das unidades parou de funcionar. Entrei em contato com o suporte da Intelbras, e nem me perguntaram nada, me pediram para devolver para os Correios que iriam despachar uma nova unidade.

          Só que a diferença era a seguinte. Apesar de que era um kit com 2 unidades, cada elemento tinha um número de série diferente, e após convencer que se eu mandasse as duas unidades, ficaria sem internet, eles me solicitaram mandar apenas o Twibi defeituoso. Menos mal, pois pelo menos ficamos com uma unidade servindo mais ou menos a nossa casa até que o produto chegasse. Mandei o defeituoso em 26/05 e chegou o novo na minha cidade em 02/06 (por causa do Lockdown, recebi apenas no dia 07) – eles mandavam o novo assim que eu mandasse o comprovante de postagem. Pelo menos o suporte da Intelbras é muito atencioso.

          1. Até pensei em argumentar essa questão De ficar sem conexão em casa, considerando que as outras duas unidades cobrem bem a maior parte da casa, mas considerando a questão do número de série e que, apesar de tudo indicar que é a unidade satélite que está estranha, há a possibilidade de que o problema seja na principal. Como no final das contas a casa não ficou totalmente sem Internet, preferi mandar tudo conforme pediram. Mesmo porque, pelo que eu entendi, se for o caso de substituição, vai ser do kit todo. Vamos ver no que dá.

    2. Coloquei cabo na casa e os repetidores passaram a trabalhar como acess point – IP gerido pelo roteador residencial (modem de operadora serve apenas pra disponibilizar a Internet). Melhorou muito o uso de internet em casa.

    3. Avaliei o custo de uma rede Mesh e coloquei cabo na casa (tudo CAT6) e os repetidores, instalados nos pontos de sombra, passaram a trabalhar como acess point – IP gerido pelo roteador residencial (modem de operadora serve apenas pra disponibilizar WAN). Melhorou muito o uso de internet em casa.

      1. Meu sonho era poder cabear a casa toda, mas quando o imóvel não foi preparado para isso, como é o caso da casa dos meus pais e da minha, é complicado porque aí os custos pra fazer isso direito e sem deixar os cabos aparecendo ficam bem maiores que o da rede mesh.

        Quando eu morava num apartamento antigo, ele tinha pontos de telefone em quase todos os cômodos. Nessa época eu consegui cabear ele todo, mas isso quando Wi-Fi era uma novidade cara e lenta.

        Outra coisa que já vi é o pessoal usar os cabos coaxiais (antena ou TV à cabo) que é comum estarem quase em todos os cômodos em alguns tipos de imóvel. Aí usam transceptores de Ethernet para coaxial (e vice-versa). Não tenho certeza, mas acho que o sinal é modulado em uma portadora de RF assim como nas operadoras que usam cabo coaxial. A velocidade, no entanto, não é das melhores, assim como é o caso dos PowerLines.

  5. Alguém tem dica de navegador pra Android que tenha bloqueador de anúncio? Se o mesmo tiver uma versão pra PC com sincronização melhor ainda.

          1. Entendi um navegador com bloqueador nativo. Não uma extensão. Mas blz. :0D

    1. Uso o Brave no Android. Ele também está disponível para PC, mas como o uso só no celular, não sei muito bem como funciona a sincronização.

      1. Eu usava o Brave, mas depois de uma coisinha ou outra aí acabei voltando pro Firefox.

        Mas sim, ele sincroniza tranquilamente entre PC e Celular.

    2. Uma alternativa é o Vivaldi, tem bloqueador de anúncios e rastreadores por padrão.
      Acredito que tenha sincronização também.

  6. Que o Bitcoin (BTC) virou um belo mercado pro especulador que PIVOTOU do Day Trade, todo mundo sabe (ou deveria saber para não cair em golpe). O efeito colateral dessa praga bíblica são as fazendas de BTC que utilizam várias placas de vídeo para “minerar”.

    Agora, contudo, a China baniu (é mais um “soft ban”) essas fazendas e está fazendo operações locais para fechar esses locais. Em breve deve ocorrer um baque nesse mercado e, como novo efeito colateral, vamos ter acesso a placas de vídeo usadas com um preço alto (porque brasileiro vende tudo por um preço absurdamente alto) e uma normalização do mercado de placas novas.

    Mas, esse mercado de especulação é grande e tem gente com bastante dinheiro envolvida, então nada melhor do que migrar para algo que seja mais fácil de montar e, principalmente, mais barato. É nesse momento que entra a “chia”, uma criptomoeda que utiliza o conceito chamado de “Proof of Space” (em contrapartida, BTC, ETH e outras utilizam o conceito de “Proof os Work”), que deixa de utilizar o poder de processamento e passa a utilizar espaço (disco mesmo), assim quem tem mais discos ganha a batalha da mineração. Esse conceito de PoS é de 2013~2015, quando o pessoal que mexe com criptomoeda já tinha se ligado do cusco energético das moedas PoW e, principalmente, do desastre ambiental que o BTC seria em pouco tempo.

    A questão é: em pouco tempo a gente vai ver o mesmo movimento de escassez que vimos nesses últimos anos com as GPUs migrando para o mercado de discos, assim, quem precisar de armazenamento/disco novo vai se ver impossibilitado de comprar ou, pelo menos, com um grande buraco monetário a superar.

    Acho que já passou da hora de regular/banir esse tipo de moeda. Blockchain não serve pra nada.

    Para quem quiser dar uma aprofundada nos conceitos e nos problemas do PoS: https://hackaday.com/2021/07/07/whats-chia-and-why-is-it-eating-all-the-hard-drives/

    1. há relatos de aumento nos preços de memórias (HDs, SSDs) por causa do Chia.

      Curiosidade: o criador dessa criptomoeda é Bram Cohen, o inventor do protocolo BitTorrent. Para você ver como uma mesma pessoa pode fazer algo brilhante e, anos depois, entrar em uns negócios no mínimo questionáveis.

      1. Aliás, aos incautos que porventura queiram tentar minerar a Chia, cuidado, pois tem surgido inúmeros registros de diminuição expressiva da vida útil do SSD utilizado.

  7. Eu tava vendo este twitt aqui do 16 Bits da Depressão, que é um exemplo clássico de como algum “sobrinho” provavelmente criou algum ponto de audiência em rede social, cultivou e depois revendeu tal ponto para um salnorabista.

    Quando não, me deparo com a notícia que a Loading (o canal que lançaram de ser a promessa de um espaço geek) foi repassado para o grupo da Jovem Pan.

    Lembrei do mesmo twitt na hora. Imagine um bando de “Faria Limer” fazendo o que sobrinhos fazem em redes sociais, só que em uma escala de TV Aberta pública?

    1. O ditado popular diz: “dinheiro na mão, calcinha no chão”.

      As pessoas – todo mundo – perde boa parte dos escrúpulos quando o dinheiro aparece. Esse tipo de revenda de páginas/comunidades com audiência grande sempre aconteceu. A operação da extrema-direita brasileira é apenas mais agressiva. Basta lembrar da “compra de influenciadores” que acontecia nas redes sociais antes de 2018.

      1. Cê entendeu que o foco aqui é a critica à como aconteceu as coisas ao canal Loading, né?

        O canal foi feito, gerado audiência e depois repassado para um grupo negacionista. Nos mesmos princípios citados.

        Não duvido que daqui a uns cinco anos ou mais revelem mais sobre a situação e como ocorreu a tal “compra” (canais de TV Aberta na verdade não são comprados, dado que são concessões). Enquanto o cooperativismo imperar, não vai se revelar muito sobre os bastidores disto agora – e não duvide que tais bastidores revelariam coisas que faria todo mundo ter que pagar multa e o dinheiro ir para a TV Escola.

        Curiosidade: a Jovem Pan já teve emissora de TV no passado em São Paulo, no canal 16 UHF.

        1. O Loading é TV aberta? Aqui só tem via TV a cabo. Não sei se a legislação de concessão é a mesma. De qualquer modo, a JP não precisa “cavar” audiência desse modo. Os canais dela (rádio e internet) são muito bem assistidos, os programas deles (principalmente os que tem algum liberal comentando) tem uma demografia que se sobrepõe ao Loading (provavelmente, a demografia da JP saiu ano passado num desses sites que cobrem TV e rádio).

          A tal “concessão” é pra inglês ver. Você só precisa ter dinheiro pra conseguir um canal, ainda mais com a TV digital que não tem os mesmos problemas da TV analógica.

          1. Sim, a Loading é TV Aberta, é a mesma concessão da antiga MTV (foi repassado). Teoricamente a emissora tem direito a uso dos canais que a antiga tinha (São Paulo UHF 32 e Banda C no Brasilsat C2 – esqueci a frequencia), além do direito de emissão por rede (era para a mesma ter parceria de rede com outros canais, mas bem, sabe como é).

            Quanto ao comentário, só fiz uma provocação irônica. Infelizmente sei da (infeliz) audiência da JP.

    2. Você já leu os engenheiros do caos ?
      Tem um capítulo que fala como o Steve Bannon cooptou os gamers (que convenhamos é uma comunidade tóxica, com salva exceções) para serem seus soldados trolls.
      E por falar em Jovem Klã, o que mais se vê lá são nicknames alguma coisa gamer/games.

      1. Grato pela dica. Depois vejo se tomo vergonha na cara e vou atrás.

        1. Eu traduzi um artigo que fala sobre isso: https://medium.com/pensamentos-rasos/supremacia-branca-e-videogames-o-problema-que-mora-ao-lado-ba022da1243c

          Um dos “alvos” dessa extrema-direita era, exatamente, o pessoal dos chans que se sentiam ameaçados e espremidos entre uma realidade anterior que lhes agradava e uma nova realidade mais inclusiva. Bannon pegou todo esse pessoal primeiro via think tank liberal/ancap (pelo Grupo Atlas) e depois pela altright e agota tão criando o QAnon para aprofundar a crise democrática nos EUA.

          1. Tinha um caso de uma mina que desenvolveu um game sobre depressão e a comunidade gamer começou ser misógina com ela.
            Depois eu trago o nome do game e da pessoa, vou ver no livro.

            Quanto a sua tradução está aberta aqui para ler.

  8. Venho ao PL solicitar ajuda de vocês, acabei por perder meu emprego, e resolvi, enquanto procuro por uma nova vaga, montar meu portfólio para fazer freelas. Aí que vem minha pergunta, tenho um domínio comprado, e gostaria de por minhas aplicações, em meu site, como forma de mostrar meu trabalho, recomendam algum serviço para isso?

    Estou indeciso entre pegar uma empresa de host, para hospedar o site, e uma VPS(ou EC2 da vida) ou se tem algo que venha tudo num pacote só?

    Hoje trabalho com nodejs, php, angular e estou aprendendo VUEjs.

    1. Faz uns dias atrás fizeram a mesma questão que tou quase ao ponto de sugerir a quem lê aqui o MdU a sugerir lugares onde podem criar portifólios virtuais.

      (Ow James Pond, taí um filão que pode ser pego também, seria interessante a oferta de serviços de hospedagem para portifólios virtuais!

      1. Ao menos aqui, não é sustentável($$) subir uma nova instância para cada projeto.

        Algo igual ao Behance seria incrível.

    2. Nunca fiz nada do tipo, mas sei que tem uns VPS bem baratos, tipo o Contabo. Estou inclusive de olho nele para subir minhas aplicações e treinamentos de Machine Learning.

      Da uma olhada depois: https://contabo.com/en/

    3. vou acompanhar aqui pq pretendo abrir meu escritório e quero algo simples, pq ele só vai servir pra mostrar o produto, então vou ver se dá pra usar o do fastmail, aí já agrego vários serviços num pagamento só

  9. queria ajuda de vocês. como vocês organizam suas rotinas? tô numa fase em que preciso de ajuda com isso, me esqueço sempre de tarefas meio básicas e importantes, e acabo perdendo tempo com muita coisa que tão por aí pra distrair a gente. como vocês se ajeitam? se notificam? lembram de não esquecer?

    1. Notion + Trello, talvez te ajude um livro chamado o Mantra da Produtividade da casa do código.

    2. Você costuma fazer muita coisa ao mesmo tempo?
      Minha esposa reclama das colegas de trabalho por causa disso. Elas acham essencial fazer 10 coisas ao mesmo tempo. Minha esposa faz uma de cada vez e consegue entregar o trabalho de forma muito menos estressante.

    3. Eu sempre me sento no domingo a noite e organizo, no Calendário do Google mesmo. Com tudo marcado por hora e com as devidas notificações configuradas, fica difícil perder as rédeas da coisa.
      Caso você tenha dificuldade em organizar as atividades que você vai fazer, recomendo dar uma olhada em alguma ferramenta de Kanban, tipo o Trello

    4. O que me ajudou a usar de maneira mais eficiente ferramentas como lista de tarefas e agenda de compromissos foi ter uma postura mais ~intencional: assim que eu tenho uma demanda ou lembro de alguma coisa, anoto o mais rápido possível. Aquelas coisas que eu acho que vou me lembrar? Anoto também. Nosso cérebro é muito relapso, então melhor prevenir.

      Depois de um tempo, você começa a sacar quais coisas que você se lembra sem a ajuda da ferramenta e quais ainda dependem dela e ajusta o uso de acordo.

      A ferramenta/aplicativo em si, pouco importa. (No momento, por exemplo, estou usando um txt aberto o dia todo no computador e tem funcionado bem.) O único critério a se considerar aqui é acesso, ou seja, tem que ser algo que esteja sempre à sua mão e que não crie empecilhos para você registrar e consultar as informações.

    5. No Todoist, que é o que eu uso para lista de tarefas, tem como configurar tarefas recorrentes — seja diária, mensal, último dia do mês, todo sábado, todo dia útil, etc. E aí coloco o widget do Todoist logo na tela principal do meu celular Android, para estar sempre lembrado das tarefas ainda pendentes.

  10. Tenho um blog pessoal no qual posto algumas coisas sobre programação. Ele é feito com WordPress.
    Estou tentando minimizar os dados coletados de quem acessa o site, bem como evitar a qualquer custo gravar cookies na máquina do usuário.
    O que fiz até agora foi:
    1. Desativar completamente os comentários, afim de evitar quaisquer cookies, bem como evitar armazenar informações sobre os visitantes (e.g. nome, e-mail);
    2. Alterei o log do servidor (Apache) para que deixe de registrar o User-Agent (identificação do navegador + sistema operacional) de quem visita.

    O que ainda guardo:
    1. No log do apache, o endereço de IP de quem visita, a página visitada, o referer (página da qual ele veio), data e hora da visita, e o estado do retorno do HTTP (sucesso, falha, etc). Isso é utilizado pelo fail2ban para detectar eventuais ataques, e banir automaticamente os IPs correspondentes.

    Estou pensando em remover o referer dos logs, mas creio que os demais sejam necessários para o bom funcionamento do fail2ban. Alguém aqui tem alguma ideia que possibilitaria armazenar menos dados ainda, enquanto ainda seja possível proteger-se de alguns tipos de ataques?

    1. Algumas ideias que implementamos na infraestrutura da Cipher Host que podem te ajudar:

      Se quiser manter a opção para usuários deixarem comentários, você pode usar o hook “comment_form_default_fields” para retirar os campos que quiser, inclusive o que gera o cookie dos comentários.

      Outra mudança que você pode fazer nos comentários é usar o hook “pre_comment_user_ip” para não gravar o endereço de IP da pessoa que deixa o comentário, trocando ele por um endereço aleatório.

      Na minha opinião você também deveria usar o hook “rest_authentication_errors” para desativar a API REST do WordPress para usuários não logados, já que por padrão, a API possui alguns endpoints abertos que violam a privacidaed dos visitantes.

      Aproveitando que o WordPress possui um recurso de requisição e exportação de dados pessoas, eu recomendo criar um formulário conectado a API do WordPress onde um visitante pode fazer a requisição ele mesmo. Se você procurar por “GDPR request form” deve encontrar vários plugins que fazem o grosso pra você.

      Isso é mais para segurança, mas recomendo modificar o WordPress para aplicar o atributo SameSite nos cookies gerados pelo mesmo. Configurar o atributo no modo restrito é o melhor, mas pode causar problemas dependendo de como o teu site é configurado.

      A nível de servidor e fail2ban, tudo vai depender dos filtros que você usa, mas logo de cara eu te digo que o campo de referência deveria ser removido dos teus logs. Não só por questões de privacidade, mas também porque o campo em si vai cair em desuso logo logo—alguns navegadores nem enviam referência com domínio de terceiros mais.

      Na Cipher Host o log de acesso tem pouca informação, mas mesmo assim só mantemos ele por uma hora, depois o endereço de IP e outras informações que podem ser usadas para identificar um usuário são zeradas, e o arquivo de log com essas informações zeradas fica no servidor por mais um dia até ser apagado de vez.

      Se você tiver o conhecimento para configurar o Tor no seu servidor e depois configurar o WordPress para responder tanto para o seu domínio principal quanto para o hidden service sem vazar na clear web, a privacidade dos teus visitantes vai estar muito mais protegida também. Isso é algo que a gente faz por padrão na infraestrutura nova da Cipher Host, mas é um processo bem chato quando você tem CDN e coisas do tipo.

      Esse comentário já está grande demais, então pra finalizar, algumas outras coisas que você pode dar uma pesquisada sobre:

      1. AppArmor em enforce mode e, claro, escrever perfis para a sua stack toda.
      2. Servidores dedicados ao invés de VPS/Shared.
      3. Nada de Google Analytics ou Google Fonts.
      4. Jurisdição e política de privacidade do seu provedor de DNS, servidor, e registro de domínio.
      5. Criptografia completa de disco no servidor.
      6. Hospedagem própria do máximo de serviços que você puder gerenciar.

      1. Obrigado pelas dicas! Vou estudar mais sobre todas.
        Uma das coisas até que penso é em não utilizar mais o WordPress, e gerar apenas páginas estáticas, com Jekyll ou algo assim.
        O server dedicado por enquanto eu não vou ter recursos pra fazer, estou usando uma VPS em território nacional.

  11. Estamos vendo uma tendência forte de várias empresas criarem assistentes virtuais ou IA para atendimento.
    Cris – Crefisa
    Bia – Bradesco
    Joice – Oi
    Carine – Carrefour
    Carol – Correios
    Cortana – Microsoft
    Siri – Apple
    Alexa – Amazon
    Lu – Magalu
    O que vocês acham, essa estratégia de fato veio para ficar ou logo será abandonada? Eu, por exemplo, não gosto e não costumo usar. Quais outras vocês conhecem?

    1. Nunca uso, quando tenho algum problema sempre ligo direto no atendimento essas IA, nunca resolve nada, não vejo utilidade. Não usa a Cortana no windows tanto que ela vai morrer, no celular quase nunca uso o Assistant

      1. Somos dois. A primeira coisa que digito quando trombo com uma IA é “quero falar com um atendente”. Se não der certo, procuro a opção para ir direto para um atendimento humano.

        As IAs estão sendo projetadas para ser tão irritantes que a sua utilidade é tipo Internet Explorer, serve para baixar o Chrome.

    2. Pode riscar a Cortana. Ninguém se importa e nem a Microsoft vai investir nisso.

    3. Não gosto, não uso. Ninguém do meu círculo usa. Só vi jovens (~20) usando.
      (:/ Todas personagens femininas…)

      1. A se pensar que realmente as IAs mais conhecidas são “femininas”. Não vemos IAs masculinas.

        Fico me pensando o porquê…

        (saudades Robô Ed

        1. Ontem mexendo em um AirBook, fui ver as configs da Siri. Nao sabia que da para usar voz masculina na mesma

    4. Eu acho que são ferramentas que não “colam” entre o pessoal que está mais acostumado com tecnologias, até porque (ainda) é mais fácil fuçar nas configurações manualmente. Mas vejo que usar o assistente do Google virou sinônimo de usar a internet para os meus pais, por exemplo. Direto e reto soltam um “Ok google onde fica a casa das telhas” ou algo do tipo e funciona muito bem para eles, curva de aprendizado 0

    5. A alexa, via echo, ajuda muito nas brincadeiras com meu pequeno. Tem algumas skill bem bacanas de brincadeiras. Que ajudam e distraem o pequeno, sem precisar de uma TV.

  12. Ghedin, uma resposta do Post livre #274

    “Sobre os serviços que você colocou no Raspberry Pi, eles estão expostos à internet, para que você consiga acessá-los fora de casa/da rede Wi-Fi? Se sim, como você fez isso (por exemplo, como lidou com o IP dinâmico atribuído pela operadora)?”

    Então, tem algumas formas de fazer isso, vou dizer 2:
    1. a que considero mais segura:
    no Raspberry Pi, instale o Wireguard, que é uma VPN. Tem bastante documentação a respeito.
    Eu prefiro instalar no sistema, pra não ter o ponto de falha no docker.
    Quanto ao IP dinâmico, ele não é, por si só um problema (diferente do CGNAT) – sendo IP dinâmico, você pode usar o duckdns via container docker ou script (pra atualização automática) ou usar diretamente o DDNS do roteador (acho mais prático, assim tira do server uma função q outro pode executar).

    Se for CGNAT, liga na ouvidoria da empresa de telecom q eles tiram.

    2. Você pode instalar o HomeAssistant Supervised, e instalar os AddOns do DuckDNS (pra resolver o IP Dinâmico) e do WireGuard (pra ter VPN se te interessar).

    Como disse, gosto mais da opção 1, pois vc joga a VPN no celular e notebook, podendo acessar sua rede quando estiver fora de casa; já coloca junto adguard/pihole e melhora ainda mais sua navegação.

    1. Eloi, sobre ligar para a provedora para desativar o CGNAT, é “só” ligar lá mesmo ou tem que existir um motivo plausível para que isso ocorra? Minha internet é CGNAT e queria montar um serviço de armazenamento com nextcloud, mas não dei continuidade por conta disso.

      1. gimigliano,
        é “só” ligar, mas é bem chato.
        Sugiro falar que precisa de um IP válido (não confundir com IP fixo) e explicar que usa um sistema de monitoramento remoto que precisa de um IP válido pra acessar.
        Salvo engano, tem resolução da ANATEL que versa sobre o tema (direito a um IP válido se solicitado) e, se necessário for, pode abrir chamado na ANATEL e consumidor.gov.

        Ah, ligue na ouvidoria da telecom, não no suporte geral.

        1. Claro (cabeada geralmente) e pequenas operadoras locais dificilmente oferecem IP válido (IP não compartilhavel / DHCP). Nestes casos, creio que um DDNS pode ajudar.

          1. Mas o DDNS só funciona se, tiver um IP válido não? Ao menos foi o que eu vi um tempo atrás quando tentei configurar uma VPN para acessar a rede local.

      2. Que eu mw lembre, funciona em operadoras de ip compartilhado, desde que só porta padrão ou tenha portas abertas. Mas posso estar equivocado.

      1. Se entendi bem, ele não esta expondo uma vez que, a VPN serve para acessar a rede local, logo, quando vc for acessar algum serviço instalado (tipo, PiHole, Nextcloud, etc.), vc irá acessar a partir do IP local (tal qual vc acessa hoje) uma vez conectado a VPN. Já a VPN, vc irá acessar através do IP disponibilizado por sua operadora ou via NoIP que faz o trabalho de redirecionamento de IP.***

        *** meu conhecimento é limitado, alguém pf corrija se estiver errado

      2. Ghedin,
        faço como o gimigliano disse.
        Quem for aprofundando os conhecimentos, vale a pena buscar algum conhecimento em sistemas como PFSense, por exemplo.
        Por hora, não consigo fazer algo muito mais elaborado que isso, exceto pela possibilidade de fechar as portas quando estou dentro de casa, abrindo somente quando eu saio.
        Quero ir aumentando o nível de segurança dentro do possível.
        Ah, segregar a rede também é algo interessante, além de guardar criptografados arquivos mais sensíveis.

    2. Eloi, uma pergunta fora de contexto mas, se souber me responder eu agradeço.
      Meu provedor, apesar de ser CGNAT, fornece IPV6. Até onde eu sei, IPV6 é fixo (pq parte dele esta atrelado ou endereço MAC, não?) mas minha dúvida é, o provedor pode acabar trocando o meu IPV6? Pq se for fixo mesmo, não seria viável criar uma VPN através do IPV6?

      1. Pode sim fazer VPN com ipv6, mas continue via DDNS.
        o IP é fixo até não ser mais, ou seja, vc não está pagando por um IP Fixo, qualquer hora tiram e vc fica a ver navios.

        1. Entendi, vou ler mais sobre. Acabei comprando um Raspberry Pi 4 para instalar alguns serviços e não ter que depender de serviços pagos mas, não consegui configurar por conta dessa questão de IP.

  13. Eu tenho um tablet Galaxy com Android 5.1 e estava pensando em utilizar como um painel Kanban com o Trello, porém percebi que não há app do Trello nessa versão e que rodar pelo browser não consigo arrastar os cartões.
    Vocês teriam outras sugestões do que eu poderia fazer com o tablet ? Ou sugestões de como resolver o problema de não conseguir mover os cartões.

    1. Já verificou se por acaso não há uma versão da LineageOS para o seu tablet?

    2. Resolvi a solução da seguinte forma: comprei um aplicativo chamado Twomon que transforma qualquer dispositivo em um monitor extra através do cabo USB, deixo o painel do Trello no tablet, além de que fica mais simples utilizando o mouse.

      1. Boa Tarde!

        Saberia dizer se ele funcionaria em um Microsoft Surface RT? Estou com um encostado aqui (meu irmão ganhou de presente há ~10 anos e nada mais funciona nele) e essa idéia de segunda tela me parece um uso interessante pra ele.

        Obrigada!

        1. Aparentemente funciona. Geralmente os compartilhadores de tela operam por browser até.

          Se não funcionar o Twomon, procure no AlternativeTo.net algum similar que te atenda.

  14. Estou numa fase de usar ferramentas/aplicativos/serviços multiplataforma e, nessa, resolvi que vou tentar migrar meu controle financeiro de um aplicativo obscuro no iOS para uma planilha no LibreOffice. Além de me livrar da dependência de uma empresa de que pouco ou nada conheço, acredito que a planilha me dará mais flexibilidade para fazer algumas análises que, com o app, não consigo, como acompanhar a evolução de gastos de uma categoria específica e criar outros critérios, como o tipo de gasto (obrigatório, imprevisto, supérfluo).

    Estou trazendo isso aqui para pedir ajuda na estruturação do projeto. A minha ideia inicial é a seguinte:

    • Uma planilha/aba seria o “banco de dados”. Ela concentraria todos os lançamentos, receitas e despesas, sendo uma por linha. Por que concentrar tudo ali? Para me permitir fazer filtragens que englobem todo o histórico. Se, por exemplo, eu quiser saber quanto e quando paguei o aluguel desde o início, é só criar um filtro por “aluguel” na coluna correspondente e pronto.
    • A segunda planilha/aba seria a do ano corrente. Ela não teria registros, serviria mais para análise, com valores consolidados e gráficos. Penso em colocar uma tabela e um gráfico anual no topo, e embaixo ir colocando dados consolidados de cada mês, com resultados de categorias, tipos de gastos e origem usando a função SOMASES. Cada ano teria uma planilha/aba própria.
    • Por fim, uma planilha/aba principal para análises anuais. Mesmo lance da anterior, anual, mas em vez de analisar meses, analisarei anos.

    Tem algo que vocês mudariam ou fariam diferente nesse projeto? Estou deixando escapar alguma coisa importante?

    1. Legal, Ghedin!
      Eu uso há muitos anos (desde 2016) uma planilha (infelizmente em excel) para acompanhar receitas e gastos.
      Eu uso exatamente essa sistemática: aba base de dados, aba análise mensal do ano corrente e aba análise anual. Eu uso uma aba adicional que é a previsão orçamentária de cada ano para cada grande rubrica.

      O recurso do excel que uso, e que também tem no Calc, é a tabela dinâmica.

      Eu acho bem mais fácil de usar do que a “Soma-se”, pois ela detecta automaticamente se você adicionou uma nova categoria ou se errou na digitação de uma categoria (ex. se você escrever “gás” no soma-se e na base de dados escrever “gas” vai ter dificuldade de rastrear esse errinho). Ela é bem flexível: permite filtros, aninhar variáveis.

      Abraço

        1. O Numbers (software de planilha do iOS/macOS) tem uns modelos interessantes de planilhas para controle financeiro.

          Talvez seja um ponto de partida interessante.

          Também irei voltar pra planilha esse ano, eu estava usando o Mobills, mas estou desconfiado de deixar os dados financeiros com terceiros…

          1. O duro do Numbers é que o formato de arquivo dele é proprietário, né? Ou dá para abrir arquivos .numbers em outros aplicativos de planilhas?

          2. O Numbers permite exportar para Excel.
            Talvez dê para fazer o caminho Numbers -> Excel -> LibreOffice.

          3. @ Jeronimo

            Sim, o problema é que essas conversões nunca são perfeitas. Aí prefiro fazer direto no LibreOffice mesmo, que já tenho instalado, porque caso eu mude de sistema a planilha segue comigo sem problemas de compatibilidade/conversão.

          4. Tem razão Ghedin, se o ponto é ser multiplataforma, talvez não seja a melhor opção usar o Numbers. Mas, se você tiver a necessidade de editar a planilha também com o celular, o LibreOffice vai ser bem ruim.

            O meu laptop já tem 8 anos de fabricação e abriu o bico, começou a travar, luz de fundo da tela parou de funcionar numa parte e uma série de outras coisas. Estou avaliando opções e fiquei interessado no Macbook Air M1, daí o Numbers não seria um problema.

      1. Para eu ter certeza de que entendi a utilidade da tabela dinâmica: ela seria usada nas planilhas/abas de análise/dados consolidados, certo? A do banco de dados não teria tabelas dinâmicas, né?

        1. Exatamente. No Calc, você chega nela no menu “Inserir” -> “Tabela Dinâmica”. Ela é a forma de agregar as contas. Apesar do nome ser tabela dinâmica, eu geralmente mexo quase nada na estrutuar delas. Se quero fazer uma análise diferente, prefiro criar uma nova aba e inserir uma nova tabela dinâmica.

          A base de dados contém data, descrição (a que vem da fonte), valor (positivo se entrada, negativo se saída), categoria, detalhe e fonte de dados (especialmente se você estiver agregado as contas de duas pessoas, que é o meu caso).

          Quando você insere uma tabela dinâmica, ele vai te perguntar a fonte dos dados (é possível selecionar as colunas inteiras da aba base de dados) e depois te dar quatro campos: página, linhas, colunas e dados. Dados é sempre o valor monetário da coisa.

          Eu faço assim:
          Na aba mensal as categorias (moradia etc) ficam nas linhas e os meses nas colunas. Então eu deixo um filtro de página para o ano corrente na tabela dinâmica (caso contrário, ele vai somar tudo que for de janeiro, independente do ano)
          Na aba anual as categorias ficam nas linhas e nas colunas vão os anos. Na aba anual, é legal que o ano corrente fica já no formato “de janeiro até hoje” (year to date).

          Acho que é isso.

          Abraço

        2. Isso aí! As dinâmicas são geradas a partir de uma fonte de dados (no seu caso, a primeira planilha).

      2. Uma forma de mitigar isso é criar uma outra planilha de dados com as informações de categorias, contas bancárias etc. e criar uma validação de dados nas categorias e contas na planilha com os lançamentos (se usar o esquema de contas)

      3. Olá!!!

        Faço algo bem parecido (no excel) para controle pessoal e também da minha empresa (é pequnininha;).

        – Primeiro crio um plano de contas com níveis. Depois disso feito não crio novas contas – nunca precisei – esse processo ajuda a pensar a organização financeira e é a parte mais demorada. As contas têm códigos (01.01.01) e cadatro-os no F3 para não ter problemas de digitação no lançamento no banco de dados.
        – Aí vem o banco de dados com o campo para entrada do código da conta, vencimento, descrição, conta bancária, etcss e tem um campo “X” p marcar as contas pagas (com isso é fácil filtrar o q está em aberto). O q está vencido aparece quando a data de vencimento é maior que =()hoje com formatação condicional.
        – Tudo isso é somado na planilha do plano de contas (que é o Fluxo de Caixa) com SOMASES (como vc está planejando fazer) por data e por conta. Com isso consigo tbm acompanhar o saldo das contas bancárias e fazer a consolidação diariamente.
        – Com essa pln funcionando consigo gerar resumos e gráficos em outra planilha que funciona como um “Painel de controle”

        Já fiz outras mais sofisticadas com várias fómulas e funções, mas esse formato foi o que funcionou melhor p mim: bem simples e basicamente uso só o SOMASES.

    2. Opa. Acho que seria muito legal se você pudesse disponibilizar o modelo pra gente quando ele estiver elaborado. =)

        1. Já vim pedir o mesmo! Minha planilha de controle é arcaica e não tenho conhecimento suficiente para bolar uma do zero assim.

          1. Hahaha, ok! Mas não criem muitas expectativas, porque meu conhecimento em planilhas é mínimo, o que, espero, será compensado por este e outros pedidos de ajuda aqui no Manual :)

    3. Ghedin, gostei da ideia, embora hoje use um app que gosto bastante: MoneyPro. Uso no iOS e MacOS. Em promoção, paguei R$ 4,50 pela licença de cada um deles.

      1. Já vi o Money Pro, mas não comprei. Eu uso um chamado Pocket Expense, só para iOS. Funciona bem, mas tem aquelas limitações que citei acima e não quero ficar preso a um fornecedor e/ou plataforma — o que exclui alternativas como o Money Pro.

    4. Se vc quiser, posso te enviar por email o modelo de uma que comecei a construir em 2019. É melhor que começar do zero, e sempre envio para amigos que me pedem ajuda.

    5. Eu acho que é isso mesmo, começar do mais simples e ir aperfeiçoando à medida que sentir falta de algo.

      Eu tenho uma parecida em excel… não comecei a usar ainda, mas creio já estar pronta pra uso:

      – Uma aba para os lançamentos
      – Outra aba para um orçamento/soma dos lançamentos, mês a mês, comparando o valor orçado com o executado (usando o somases)
      – Uma terceira aba para os dados (nome das contas, categorias), fazendo uma validação de dados com menu na hora de lançar

      Inicialmente eu pensei em fazer uma aba por conta, mas achei mais interessante fazer isso usando os filtros mesmo.

      A ideia da tabela dinâmica também é interessante, como foi comentado logo acima.

      Penso em incluir outras coisas antes de usar ou então já começar a usar assim e ir adaptando, como gráficos etc.

      O que acho interessante de montar a própria planilha é que você sabe tudo que está “por baixo do capô” sem precisar analisar as fórmulas de uma eventual planilha pronta, sabe as gambiarras que fez e tudo o mais. E não tem recursos desnecessários e que não usa também.

    6. Ghedin, também penso em largar o app que uso e ficar só com uma planilha, mas um entrave que sinto é a falta de mobilidade, digamos assim. Gosto de anotar os gastos no celular, pois acho mais prático e, assim, evito esquecer lançamentos, mas penso que não fica prático fazer esses registros pelo celular em planilhas. Hoje registro diariamente em um app e depois exporto pra uma planilha no computador.

      Como você lida/lidará com isso? Anota os gastos primeiro num bloco de notas no celular? Direto na planilha? Em papel mesmo?

      1. Eu acho um saco não poder atualizar no celular, mas o que eu faço é criar o famoso grupo comigo mesmo no Whatsapp e ir lançando lá. Quando chego em casa passo tudo para a planilha oficial, por meio do computador

        1. (Respondendo aqui para os dois serem avisados.)

          Minha ideia é anotar em algum lugar no celular, como num app de notas, e depois lançar no computador. Eu não faço muitos gastos picotados, então acho que não será tanto problema. (Transferi os de junho para a planilha, para servir de exemplo, e contabilizei 41 gastos individuais no mês, por exemplo.)

          Para quem usa iOS, o @fabsca (no Twitter) deu uma ideia sensacional: um atalho que gera um registro/linha em um arquivo CSV. Aqui tem um modelo feito para outra coisa, mas que é fácil de adaptar para registrar gastos.

          1. Eu fiz um Google forms anexado a uma planilha (acho q essa é a opção padrão) nesse form coloquei valor, tipo de pagamento, tipo de gasto e outros campos que achei interessante. Atalho desse forms no celular. Então quando gasto qq dinheiro, só preencho o forms e pronto, gasto registrado na planilha…. daí com os dados na planilha faço a análise que quiser, inclusive criei uma aba com resumo de gasto total do mês, últimos registros, expus na web com a opção q tem no Google spreadsheet, e criei um atalho tbm para esse resumo…. então tenho 2 atalhos no celular para fácil acesso, um para registrar o novo gasto e outro para visualizar o resumo de meus gastos!

      2. Algo que pode fazer para ajudar a resolver isso, é criar uma página de lançamento na planilha, que fique fácil para ti lançar via celular, algo como um form só para alimentar a aba de lançamento de dados.

      3. Uso planilha e anoto direto no celular mesmo. No caso, uso uma no Google Spreadsheets e ela “memoriza” o zoom de cada aba, logo fica mais fácil de chegar à posição mais atual. Também coloco um emoji de 💶 no nome do arquivo, assim ela sempre é o primeiro arquivo na lista do Spreadsheets.

    7. Rodrigo, fiz uma planilha no Google Sheets nesse ano, com o meu descontentamento em relação ao descasamento das somas do app Minhas Finanças.

      Ele usa tabela dinâmica para consolidar os gastos por mês, por categoria e por conta. Mas a diferença é que na planilha que serve de Banco de Dados, existe uma coluna (usando as funções FILTER e INDIRECT) para procurar o último valor para aquela determinada conta, assim, vejo na própria planilha de BD o saldo atual para aquela conta, e faço nessa mesma planilha as projeções de gastos para aquele mês, para ver imediatamente o quanto irá sobrar.

      Se quiser, posso passar a planilha para você, para você dar uma olhada.

    8. no r/investimentos sempre aparece essa questão
      uma planilha muito utilizada e recomendada é a do dlombello

    9. Eu tenho usado o HomeBank, é um aplicativo de código aberto, disponível para linux, mac e windows e totalmente offline. Tenho gostado bastante e tem alguns relatórios interessantes. Nao tem a mesma flexibilidade de uma planilha, mas justamente disso que eu tava querendo fugir. Buscava algo pra só abrir e lançar os dados, sem muita complexidade (além da curva de aprendizagem) e me atende bem, pq tbm não tenho tantos lançamentos mensais. Outra alternativa de código aberto é o GNUCash, mas o achei mais complexo.
      http://homebank.free.fr/en/

      1. Instalei o Home Bank aqui, parece legal, mas é muito lento. Provavelmente não é otimizado para o macOS. Ele nem consome muitos recursos, mas cada clique leva alguns segundos para ser registrado. Inviável :/

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