Post livre #275

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139 comentários

  1. Hoje eu criei coragem de apagar a minha conta do Instagram. Sei que me fará bem no longo prazo, mas o “fear of missing out” bateu pesado depois disso. Para quem já passou por isso: como vocês lidaram com essa situação?

    1. Na época eu tinha twitter, daí passei mais tempo nele.
      Mas quando eu deletei ele também, passei a acessar mais o fórum Diolinux Plus, ver mais YouTube e ler livros

      1. Uma questão: qual a vantagem de pagar para entrar em um fórum de Open Source, onde teoricamente dado por justamente ser Open Source, as coisas deveriam ser “open”?

    2. Eu suavizei esse impacto saindo aos poucos. Em vez de apagar minha conta de uma vez, tentei ficar uma semana sem acessar o Instagram — desinstalei do celular e desloguei no computador. Aí essa semana virou duas, depois três, e quando deu um mês sem acessar, aí sim excluí a conta.

      O que posso dizer é que essa sensação é normal, e um dos “argumentos” que o Instagram/Facebook monta para segurá-lo lá dentro. É quase um tipo de abstinência. Com o tempo seu psicológico vai normalizando a nova situação e fica mais fácil.

  2. Oi! Talvez esse curso interesse alguém. O INPI está com inscrições abertas para o curso gratuito de propriedade intelectual. Para quem não puder fazer agora, fica atento pq eles oferecem esse curso duas vezes por ano.
    Link para inscrição: https://bit.ly/3bV5ZR8
    Mais informações: https://bit.ly/3q4M0qz

  3. Oi pessoal!

    Sou estudante de design e estou fazendo meu projeto de graduação sobre privacidade de dados. Estou na fase de levantamento de dados e preciso coletar algumas informações básicas sobre os usuários para ter uma noção do público, mas não sei bem onde postar o questionário (não estou em nenhum grupo sobre o tema e meu círculo social é meio restrito, considerando o tema).
    Venho então recorrer a esse maravilhoso site para pedir dicas de outros espaços onde posso compartilhar tal questionário.

    E aproveitando, claro, se puderem responder rapidinho (mesmo, coisa de menos de 1 minuto) eu ficaria imensamente grata. Acredito que o pessoal daqui seja o público ideal pro projeto.

    Ajude uma estudante!

    Obrigada desde já. :)

    1. Ótima iniciativa, Juliana! Espero que o pessoal participe.

      Fiquei curioso com o seu projeto, na real com o que/de que forma você está abordando o assunto privacidade do ponto de vista do design. Pode nos contar mais?

    2. Um lugar interessante de divulgar talvez seja o subreddit r/brasil.

      reddit.com/r/brasil

  4. É a última vez que recomendo, até porque na verdade já está completo. (viu @James Pond? que curte quando encerrou e pode maratonar)

    Quem não viu e gosta de tramas com um toque juvenil, novamente indico assistirem OddTáxi.

    Resumindo a sinopse e o contexto: Temos aqui a história do taxista Hiroshi Odokawa, que se vê como uma Morsa, cuja personalidade aparentemente anti-social (e que tem dificuldades de lidar com pessoas na verdade) esconde alguns segredos. Odokawa acaba sem querer no meio de uma trama de assassinato de uma adolescente, e com isso toda a história da série se desenrola.

    O bacana da história é que o roteiro é bem amarrado e vai te puxando para acompanhar a história sem deixar a mesma ficar muito chata (salvo um ou outro evento que você e/ou eu achar), e no final é tipo novela que a gente tenta descobrir o assassino e no final descobre não só o assassino…

    Creio que o roteiro poderia ter sido adaptado facilmente para algo em CG em tempos atuais e conseguiria também gerar uma audiência, mas a forma que OddTáxi tem (como animê desenhado, seus tons de cor e tudo mais) acaba também ajudando na condução da história. É uma história leve, mesmo que seja um thriller.

    E no final, pessoas como eu que não tem paciência para thrillers, acaba curtindo uma história bacana e que surpreende até o último episódio.

    Como mencionei em outro PL, a história no Japão tem alguns detalhes externo que se somam a história e com isso dá uma maior experiência sobre a mesma. Fico chateado da produção não ter pensado em um meio de expandir esta experiência para o inglês ao menos, mas entendo.

    Agradeço a paciência de quem já me viu umas três vezes indicando esta série aqui. :D

    1. Há, estava esperando esse terminar para poder dar uma olhada nele.

      Terminou terminado, ou terminou estilo “tem mais história no mangá, mas não vai ter segunda temporada do anime”?

      1. Aparentemente terminou completo no anime. O mangá é baseado nele (e não o contrário). Se sair um episódio a mais da animação, surpreenderá.

        Como falei, há itens a mais na história que botam um ponto final, aqui falo do audio-drama, onde um dos personagens acaba como observador e vai com tais pontos complementando a historia. Infelizmente em japonês, mas com transcrição no “Fandom” (contem spoilers) https://oddtaxi.fandom.com/wiki/Odd_Taxi_(audio_drama)

        1. Ah, o áudio drama também encerrou, esqueci de mencionar.

  5. Tô de olho nas cadeiras da Flexform, principalmente na Uni e My Chair. Alguém tem e pode dar opiniões?

    1. Comprei uma Uni e veio torta.

      Como paguei por PIX, me devolveram o dinheiro no dia seguinte e vieram buscar a cadeira uma semana depois.

    2. No meu escritório temos duas cadeira Uni Black, compradas à cerca de 90 dias. Pelo meu tempo de uso, recomendo muito esse modelo.
      Meu único ponto negativo com relação a essa cadeira, são os braços de apoio, que são de um plástico meio duro e incomoda depois de algumas horas (poderiam ter caprichado nessa parte, mas nada é perfeito).
      Quanto a My Chair, não tenho como opinar. No entanto, sei que a Uni é uma boa escolha, ainda mais em promoções, peguei as minhas por 599R$ cada uma.

      Outro ponto, do qual não tive problemas e que vejo muitas reclamações é com relação ao suporte e com as condições em que as cadeiras chegam. Não quero acreditar que tive “sorte” com as minhas cadeiras, mas há muitas reclamações, é algo do qual pensei muito, “arrisquei” e comigo deu tudo certo.
      Penso que, quem recebe a cadeira e está tudo ok com ela, ou seja, sem problemas, raramente posta ou comenta sobre (meu caso), pois isso é o normal de qualquer produto, vir funcional e em bom estado. Então, se vier com defeito é mais fácil ir postar algo e reclamar, pois é seu direito.

      Resumindo: A Uni é uma boa cadeira, recomendo e não tive problemas com ela, mesmo vendo muitos comentários negativos.

    3. comprei a uni e gostei, não tive problemas.
      até meu marido, q sonha com a herman miller e ficava falando q ia comprar direto uma (mas nunca acontecia, por falta de $$), q achava q barata não seria boa (na0 q a flexform seja super barata tbm), deu o braço a torcer qdo comprei. estou c ela acho q faz uns 6 meses ou mais. eu trabalhava em cadeira de madeira e melhorou mto

  6. Alguém aqui que usa o Firefox, no Windows, tem problemas de lentidão na hora de abrir ele depois que liga o PC? Os sites demoram uma eternidade pra carregar depois da primeira inicialização.

    Já restaurei o navegador, tirei extensões, está na atualização mais recente e o problema continua. Tô quase trocando ele pelo Edge, pois nele não acontece esse problema.

    1. Cara, tenho ele instalado no PC do meu irmão, que usa Windows. Tudo normal, não acontece isso. =\

    2. O meu funciona normal no Windows com SSD e demora um pouquinho no Linux sem SSD

    3. Tenho o Firefox 89.0.2 e dá o mesmo problema. Mas só no “cold start” (quando liga o pc)

      1. Exatamente isso, faz tempo que isso acontece e até agora não achei uma solução.

        1. Detalhe que de vez em nunca eu limpo o cache (acho que travei o mesmo para usar só 1GB de dados), e mesmo assim ele demora. As extensões que tenho são poucas, e não creio que interfiram.

    4. Aqui acho um pouco lento, mas mantenho umas 2000 abas abertas :)
      Mas é o único navegador que já usei que aguenta esse tranco de forma confiável e só fica ligeiramente lento

      (Windows 10 no SSD e 16gb de ram)

    5. Essa nova versão está tento muitas reclamações recorrentes de lentidão, acredito que a Mozilla resolva isso logo com vindouras atualizações.
      Rodo com SSD e comigo está tudo ok, mas um amigo que roda em um HDD tem comentado sobre lentidão, ainda mais em sites de Stream.

    6. O da minha esposa ficou um bom tempo assim, nunca descobrimos o porquê e nem como corrigir. Recentemente ela precisou formatar o computador por outros motivos, reinstalou o Firefox e o problema desapareceu.

    1. Sou usuário do e-mail deles, para algumas coisas bem básicas, mas referente aos outros serviços que oferecem nenhum me interessou.

  7. Curiosidade: o que vocês acham de copiar código do Stack Overflow? Ou de qualquer outro lugar que seja? Estava tendo uma discussão no grupo e, no geral, sinto que as pessoas têm algumas reservas em relação a isso.

    Já vi muita pergunta se senior “ainda” copia código de outros lugares.

    Eu copio sem dó, se eu não lembro de algo, já procuro em algum lugar (documentação, Stack Overflow, códigos meus, GitHub, etc…). Acontece muito quando estou mexendo com algo novo, depois fica mais fluído, naturalmente.

    Em geral, quando estou copiando, é justamente porque estou aprendendo algo. Inclusive, acho até bom procurar mesmo sabendo algumas coisas, porque eventualmente há novas soluções e boas discussões associadas. Se eu não copiar nada, provavelmente é porque estou mexendo com algo familiar e/ou estagnado.

    1. É simplesmente muito cômodo pesquisar lá por um código específico para solucionar um problema. Pode ser que para quem é iniciante ou muito desorganizado com seu material seja mais rápido também.

      Eu copio porque não sou profissional e ainda iniciando. Inclusive aproveitando pra um jabá da minha loja que está de cara nova graças a muito código encontrado no Stack O. https://strabelli.com

      1. Eu copio porque não sou profissional e ainda iniciando.

        Indico a continuar copiando sempre, só precisa evoluir o motivo.

        Hoje você talvez copie porque não consegue chegar em uma solução e não entenda muito bem o que está copiando. No futuro, você vai ter uma solução na cabeça, mas antes de sair escrevendo vai considerar procurar alternativas.

        Aí você copia a solução de algum lugar, mas porque é melhor do que a sua de alguma forma.

        Parabéns pelo trabalho, ter uma loja funcional sem ser de plataforma pronta não é trivial. Impressionante mesmo.

      2. cara, curti muito o site, está bem redondo e rodando bem rápido, achei bem legal que o conteúdo da página inicial está sempre mudando

        obs: no link: https://strabelli.com/faq.php#comprar no segundo parágrafo após a segunda imagem está faltando o “c” no “adicione”

        e uma pergunta, pq a escolha da fonte? não sei se é impressão minha, mas como é diferente dos demais sites, acho incomum, rs

        1. Respondendo tudo:

          Obrigado, Gabriel. Eu fiz eu mesmo porque prefiro ter controle total da base de dados, coisa que não dá pra conseguir na maioria das plataformas de venda gratuita. Também faço questão de ter um código limpo, sem gordura, sem javascript desnecessário, então não há outro caminho. Não ficou perfeito mas espero que funcione!

          Will: Opa, obrigado pela correção! Fiz ele pensando justamente em rapidez e leveza, tentando deixar o mais limpo possível e tendo os dispositivos móveis como principal alvo do design.

          Usei a fonte Comfortaa. Eu queria que o site se apresentasse de forma idêntica em todas as telas e essa fonte é uma das poucas que você encontra para uso comercial gratuito e que está disponível em absolutamente todos os formatos (ttf, eot etc), então não tem como um navegador mais enjoado não carregar. Na verdade não gostei muito dela, mas fiquei com preguiça de procurar outra :D

          É feito só com PHP e uma base SQLite. O que faz os produtos mudarem na página inicial é uma coisa simples mas que também devo ter encontrado no Stack:
          $query = $db->query(“SELECT * FROM produtos ORDER BY random() LIMIT 13”);

    2. Sinceramente, copia sem dó!
      O que interessa é receber o bendito salário no fim do mês. Hahahah.

      1. Pior que a cópia nem é tipo para, como dizem no mercado, “sair do outro lado”. É para evoluir mesmo, como falei em um comentário abaixo, muitas vezes é mais fácil sair fazendo o que vem na cabeça ao invés de entender/copiar a solução de alguém.

    3. Podem copiar sim, acho que essa é a proposta. Quando posto alguma solução no StackOverflow é justamente para ajudar e contribuir com conhecimento, assim, vejo que da mesma forma que sou ajudado devo contribuir. Há pessoas que fazem por pontos e fama, outras por retribuição e outras ainda porque gostam de postar soluções e influenciar. De qualquer forma, é pra usar sim. Ctrl-c Ctrl-v e se precisar ainda um tapinha pra ficar no esquema ;)

    4. Ninguém programa sem copiar, fonte: todos os programadores que conheci.

      1. Mas por favor entenda o que você está copiando, já peguei código que tinha linhas inúteis por que a pessoa só copiava.

        1. Curioso que “sofro” mais com contrário: ver um monte de código inútil, porque a pessoa não procurou a melhor forma, fez do jeito que está acostumada.

          Já tive que refatorar vários códigos de análise de dados, porque a pessoa faz um monte de tratamento na unha usado loops, ao invés de procurar soluções vetorial em NumPy.

          Hoje me acostumei, mas enquanto estava ganhando fluência, me baseava em muitos códigos do SO e documentação. Era menos cômodo ir atrás e copiar código, do que sair escrevendo código imperativo na minha zona de conforto.

    5. Eu copio muito também, não só copio como mantenho uma cópia de códigos “mais usados” ao alcance. Não há perda de tempo maior do que implementar o que já foi implementado.

      Pela experiência da minha própria evolução, creio que ao longo do tempo fui olhando para esse código de forma mais crítica. Quando ainda estava aprendendo a programar, olhava o código muito mais como uma “caixa preta”, enquanto hoje em dia olho e consigo compreender melhor o que se passa nas entranhas

    6. Acredito que sem problemas copiar, mas nunca sem entender exatamente o que aquele código está fazendo. Copiar e colar às cegas é não só contraproducente, mas perigoso (você pode estar injetando uma falha de segurança em seu software).

      E sim, sênior copia código de outros lugares, justamente para não reinventar a roda já feita, não recompor o poema já escrito, etc. Claro, depois de sua leitura detalhada e compreensão. Se não há a solução pronta, aí sim, escreve-se. Isso é reaproveitamento de código (seu e dos outros).

    7. Mas qual seria exatamente o problema em copiar um código para seu projeto? Se você tem um problema X, e você acha uma solução Y na internet que resolve esse problema (que talvez você mesmo fizesse essa solução Y se você não pesquisasse e fosse quebrar a cabeça pra tentar resolver), aí você deixaria de copiar pra tentar reinventar a roda e bolar outra solução diferente, é isso?

      Eu penso que copiar um código é meio como você fazer uma receita de bolo que dá sempre errado, daí você pega uma dica com algum confeiteiro, ou pega algum outro ingrediente diferente, e melhora a receita substancialmente. Ou então você é um marceneiro que faz tudo na mão e de repente descobre alguma ferramenta que agiliza o trabalho ou deixa o móvel mais bem-acabado.

      Copiar código, nesse sentido, envolve: saber qual o problema, saber porque o código “copiado” resolve o problema, saber onde e como aplicar essa solução, adaptar o código pra sua solução (afinal são projetos diferentes). Por isso, não pensaria isso como “trapaça”, como alguém poderia imaginar.

      Então, qual seria a grande polêmica de copiar um código?

      1. Mas qual seria exatamente o problema em copiar um código para seu projeto?

        Pois é, minha visão é bem parecida com a sua, só digo que eu vejo pessoas argumentando como uma má prática, uma espécie de muleta.

        Óbvio que copiar trechos e não entender os motivos é contraproducente, mas copiar é boa prática e deve ser incentivada por toda carreira. Como eu disse em outro comentário, é uma ferramenta de aprendizado importantíssima, porque você consegue encontrar diversas formas de resolver um problema.

        É clichê, mas sempre bom lembrar, que ninguém é pago para escrever código. Diria que é pago para escrever menos, se possível.

        1. Eu trabalhei, em 2006, numa empresa de TI que se dizia “fábrica de software” e que tinha uma meta de linhas de código/dia.

          Durei 7 dias lá.

          1. Só por curiosidade, a empresa existe ainda?? haha

    8. Quando ha uns 20 anos atrás mexi com sites, meu (ex-) chefe falava para copiar códigos e design, e sinceramente eu não era muito fã de fazer isso.

      Lendo vocês, entendo melhor essa questão de copiar – a gente entra em uma sociedade que fala “faça vc mesmo”, mas quando vai ver, chegamos em resultados similares.

  8. Retomando o que eu falei pro Ghedin no PL passado sobre o Windows 11.

    Sobre a necessidade de ter TPM 2.0 para instalar o Windows 11, isso não é exatamente um problema porque as empresas atualizam parque de máquinas seguidamente e é relativamente fácil atualizar hardware para padrões mais novos, seja por questões de desemprenho ou segurança. Por outro lado, atualizar um sistema que roda (e bem) faz 30 anos não é algo trivial, principalmente se for um sistema crítico ou que leve muito tempo para ser refeito. Um exemplo é que até hoje o sistema de extensão da UFRGS roda em Delphi 5, exatamente porque ele funciona muito bem, mas nosso computadores de desenvolvimento eram todos novos, assim como os computadores dos servidores de carreira [aliás, o CPD da UFRGS (e de qualquer universidade) deve dar a devida proporção desse tipo de software legado].

    Empresas atualizam hardware de modo mais fácil do que software, via de regra.

    Ademais, a MS já conjectura a possibilidade de imagens que não necessitem desse sistema, principalmente para poder vender para mercados que utilizam outro tipo de solução (como Rússia e principalmente a China). Não vai demorar muito para ter uma dessas imagens “solta na web” pro usuário final/comum.

      1. Essas empresas vão rodar Windows pirata mesmo. Um grupo de licenças de Windows pra um mercadinho é completamente proibitivo. Quando eles trocam de máquina, eles pegam uma Dell ou HP com um bom tempo de suporte e, normalmente, com o último Windows instalado. E a única exigência é rodar o sistema de PDV em Delphi, VB ou PHP.

        1. Para mercadinho, acabo recomendando o cara comprar um pc usado ja com licença oem. Dor de cabeça a menos.

    1. Complicado né? Isso também me incomoda há anos, mas do tempo que eu acompanho a comunidade, percebo que tem muito a ver com a origem e com a forma de pensar open source: ‘Se funciona, tá bom’ e se você não entendeu, ‘RTFM’ (Read The F**** Manual).
      Vi o pessoal falando de ego de design e tal, mas algo que me deparei ao tentar colaborar na parte de design do LibreOffice – e é extremamente frustrante – são as decisões “colegiadas”: tudo passa por um monte de gente, ida, volta, leva muito tempo.
      Isso desanima e afugenta quem quer ajudar, e talvez explique (em parte) a falta de beleza em geral hehehehe

      1. Quando falei de ego, tem a haver com justamente “decisões colegiadas” tbem.

        Limitar decisões a um grupo que supostamente organiza não deixa de ser um quê de ego.

        1. Fazendo o advogado do diabo aqui, mas esse grupo não organiza “supostamente”; ele organiza de fato. Se essa inflexibilidade existe, é um problema e deveria/poderia ser corrigido, mas, vendo de fora, acho que decidir em grupo é um modelo bom. Também não dá para o designer chegar e já querer impor a sua visão no produto e a galera ficar quieto e aceitar, né?

  9. Pedindo licença pro Ghedin pra trazer aqui uma discussão inspirada no Tweet dele: Por que uma boa parte dos programas Open Source é tão feia?

    1. Porque a comunidade SL/CA é absurdamente tóxica com qualquer não-programador que tente ajudar.

      Fonte: eu mesmo, tradutor voluntario por anos a fio do Ubuntu e documentador/escritor técnico do Red Hat.

      1. Seu comentário me deixou curioso; por que tantos programas open source são tão mal traduzidos ou tem traduções incompletas? Falta de voluntários, ou é por causa sesse tratamento tóxico que você levantou?
        Além disso, como funciona para ajudar como tradutor? Cada projeto tem suas diretrizes? Não tenho educação formal em inglês, mas é tanta barbaridade que leio que sinto vontade de corrigir.

        1. Pro Ubuntu você só precisar ir no projeto do Launchpad e assinar as listas de tradução. Depois disso você começa a traduzir as strings do SO. Cada projeto tem as suas diretrizes e a sua plataforma de submissão, mas muitos estão no Launchpad.

          Dificil dizer porque são tão mal traduzidos. Provavelmente é uma mistura de comunidade tóxica + voluntários em inicio de carreira + falta de gerência.

    2. Bom design custa dinheiro. A maioria dos programas open source / free software é fruto do trabalho de um grupo enxuto e voluntário de programadores (não de designers…). Quando tem uma empresa por trás geralmente o design é melhor.

      1. Estava pensando aqui.

        Design tem a haver com ego. “Bons” designers vivem falando que “não trabalham de graça para não desvalorizar o trabalho deles”.

        Teria que ter uma forma de fazer mudar este conceito.

        1. Talvez seja um trauma de alguns designers serem tão desvalorizados por aí (no sentido de algumas pessoas quererem “pagar” com “divulgação” ou por terem seu trabalho literalmente menosprezado mesmo).

          Mas acho que não é esse o motivo, ou o único motivo. Deve ter mais a ver com o que o Rafael Goulart disse: são equipes enxutas. Há projetos que conseguem ser tocados com um único programador ou dois. Mas um designer sozinho não consegue tocar nenhum projeto de software – a não ser que seja programador também.

          Talvez tenha a ver também com o fato de um programador apenas executar o projeto, e se tá funcionando, tá pronto. Um designer de UX provavelmente tem que estudar a interface, fazer pesquisas e desenhar protótipos, etc. E talvez demore um tempo pra ficar pronto, um tempo maior do que simplesmente programar e entregar o aplicativo funcionando. Além disso, são coisas que não são “essenciais” para o funcionamento do programa (ou usando a terminologia de programação, são recursos não-funcionais), e talvez por isso sejam deixados de lado.

          Enfim, são apenas teorias minhas. Seria interessante ver o lado dos designers também.

          1. Ótimos pontos.

            Fiquei pensando depois – o ideal é que grupos de open source tenham alguma coerência e respeito a ideias externas.

      2. Será que não é algo mais de (falta de) interesse do que dinheiro? Porque um bom programador também “custa caro”, e mesmo assim tem uma galera interessada e que faz essas coisas acontecerem. Eu não estou envolvido com nenhum projeto de código aberto, então não saberia dizer, mas acho que tem outros fatores além do trabalhar de graça.

        1. Bom programador “custa caro”, porém muitos atuam no Open Source e atividades sem ganhos. Designer é uma categoria mais difícil de ver trabalhando assim.

          Só se a pessoa é cartunista (pois geralmente cria algum trabalho mais público, de remuneração baixa ou gratuita – se bem que nestas eras, o que tenho visto de gente que trabalha no modo “patronato”…)

        2. Tem um outro fator que eu esqueci de comentar: a cultura de comunidade está mais próxima dos devs e um pouco mais distante da cultura design grafico/Web Designer/ Design/ Ux.
          E criar essa cultura leva tempo. E duvido um pouco que dentro de uma estrutura de comunidade, um dev aceitaria mudar o código com base emn pesquisa/resultado de um projeto de Ux, saca?

          Há muito ego envolvido.

          1. Programação é exatas, funciona ou não funciona. Design tem a questão de gosto, uns gostam de um jeito, outros de outro, isso gera discussões maiores do que código.

          2. @ Leonardo Roese

            Não sei se compro essa alegada objetividade das exatas. Existem N maneiras de se chegar a um resultado na programação, e a escolha por um desses caminhos envolve subjetividades.

            Estética e UX talvez tenham essas subjetividades mais explícitas, mas toda área que envolva a tomada de decisões, por mais técnico que seja o problema/desafio, terá um componente opinativo/subjetivo por trás.

          3. Deixando claro: o design que me refiro é a tradução para projeto, não a tradução que remete a estilo, com toda a subjetividade que uma peça de arte pode conter, por exemplo.
            Ao fazer o redesign – um novo projeto – de um software como o Gnome, ou um XFCE da vida, a forma segue – obrigatoriamente – o conteúdo para que tenha a melhor usabilidade, E seja bonito – a beleza é um atrativo inegável de um bom app, os aplicativos do iPhone servem de ótimo exemplo.

            O ‘funciona ou não funciona’ de um software não se divorcia de um aspecto atraente, “bonito”, não há subjetividade, tudo é planejado.

    3. Fala pessoal, tudo certo?

      Acho que existe uma questão de interesses e afinidades, ser designer ou programador são coisas que levam tempo e nem sempre vem acompanhadas na mesma pessoa.

      É possível ver projetos incríveis desenvolvidos em código aberto com um código excelente, como também é possível encontrar vários projetos e protótipos tão legais que nunca foram desenvolvidos criados por designers. Assim como é possível encontrar vários recursos disponibilizados com licenças praticamente iguais as de código aberto por designers como ícones, fontes, ilustrações e etc.

      E também existe a camada de complexidade que funcionam em locais diferentes, as invés fazer uma mudança de interface em um leiaute é mega simples, porém no código isso mexe com toda uma estrutura já desenvolvida. Então é mais comum ver projetos serem desenvolvidos com base de soluções prontas em relação a estética e funcionalidades, do que partir do zero e isso gera uma falta de personalidade que pode ser entendida como uma falta de “design”.

      E acho que também tem um pouco de como a gente olha e pra onde a gente tá olhando. Se você pegar projetos código aberto que lidam com design e/ou são para designers como os diversos frameworks de CSS e JavaScript, tem muita coisa boa e bonita, agora se você for para áreas que ainda estão distantes como softwares de produtividade talvez encontre coisas que ainda não tenham o interesse ou sequer a necessidade de terem um trato mais exclusivo em sua interface.

      Eu trabalho com design, principalmente gráfico mas me interesso bastante por programação e tecnologia, e vejo um crescente interesse de designers por programação e inclusive na participação de projetos código aberto. Acho que essa é uma aproximação positiva e que talvez potencialize mais a existência de projetos que tem o design como um eixo importante no modelo código aberto.

  10. Boa Tarde Leitores do MdU.

    Qual a opinião de vocês sobre uma “taxa de congestionamento” ou “pedágio urbano”?
    Porto Alegre vem passando por uma crise profunda no transporte coletivo, antes mesmo da pandemia (que só agravou a situação), o último prefeito Nelson Marchezan (psdb) que estava bem ruim nas pesquisas antes da eleição, tentou colocar o projeto de cobrar uma taxa para quem entrasse no centro da cidade, seria um financiamento para o transporte coletivo urbano. Não foi pra frente. E o atual prefeito Sebastião Melo (pmdb) sequer tentou colocar a proposta no pacote de incentivos ao transporte coletivo.
    https://caosplanejado.com/implementacao-da-taxa-de-congestionamento-guia-de-gestao-urbana/

    1. Sem um sistema de transporte coletivo decente não tem como desestimular o uso do carro. Porto Alegre já teve um transporte coletivo considerado modelo pro país todo, na época da Frente Popular, mas que aos poucos foi migrando do controle da prefeitura pro controle das empresas. O resultado é o que temos hoje. E não vai ser o “Melonaro” que vai mudar isso, pelo contrário, o caminho da gestão dele é aprofundar o abismo entre a periferia (ZN) e o Centro (Moinhos, Independência, Centro Histórico). A privatização da Carris, que opera linhas deficitárias (mas essenciais) que atravessam a cidade (as linhas T) é um importante passo na desestruturação do sistema de transporte coletivo da cidade.

      A proposta do Marchezan era muito boa, diga-se de passagem, não foi pra frente por campanhas midiáticas, principalmente da RBS, e lobby das empresas na câmara de vereadores.

      1. Olá Paulo. Obrigado pela resposta.
        Parece que você conhece bem os problemas do transporte na capital. Acha que seria uma opção viável ter o pedágio urbano?

        1. Eu acho que é viável e necessário, mas, precisa vir junto de uma melhora MUITO GRANDE no sistema atual de transporte da capital. Existem diversas linhas que são mal servidas – principalmente as de periferias na ZN e ZS – ao passo que linhas de bairros mais ricos tem muito mais ônibus (e normalmente absurdamente melhores), sendo que, essas linhas são usadas por pessoas que trabalham nesses locais e que normalmente se deslocam pra esses bairros.

          Uma linha alimentadora no Triângulo, Parobé e PUCRS, contornaria o problema do engarrafamento Farrapos – Assis Brasil, por exemplo. Mas pra ter isso precisa ter baldeação e convencer as empresas da RM de POA a não trafegarem mais diretamente por essas vias. Um tri-articulado de 5/5 min daria conta do recado em horários de pico tranquilamente.

          Com essa configuração, os transportes de “última milha”, Uber e afins, poderiam se focar nesse tipo de transporte (terminais alimentadores > casa) ao invés de estarem sempre “cruzando a cidade”. Também urge a necessidade de termos uma reconfiguração da tabela de preços/custos. Atualmente as empresas colocam qualquer coisa na tabela, o que reflete no preço abusivo de R$4,80 por viagem (um trabalhador vai gastar quase R$200 por mês para se locomover, se não precisar de duas conduções, o que é bem raro). A prefeitura vai ter que se meter, cedo ou tarde, nesse vespeiro. E isso vai, invariavelmente, desembocar numa maior participação da PMPA no custeio das passagens (é bom ver a solução de 88 do Olívio Dutra, na época POA estava no mesmo patamar de hoje em relação aos transportes).

          Com tudo isso resolvido, podemos pensar num pedágio urbano. A maioria das grandes cidades tem algum tipo de pedágio pro centro da cidade e pras zonas mais aglomeradas. Não vai ser nada novo. Uma taxa de utilização do Uber/99 também seria algo bom.

          1. Concordo muito com essa ideia Paulo.
            Colocar mais linhas circulares dentro das zonas/regiões e ampliar as já existentes que ligam os Bairros ao Centro. E sim, a reformulação que sair e der certo, vai passar e muito pela PMPA, por isso eu não estou entusiasmado com os próximos 4 anos no que tange o transporte público. Melonaro não quer se queimar com os setores, já tinha dito lá atrás na campanha que não faria nenhuma grande mudança na concessão atual. Se mudar, não será pra melhorar o lado do usuário.

    2. Oi Ravi. Pra mim, pedágio urbano é a mesma coisa que assinar em baixo justificando que planejamento urbano foi compmetamente “mal planejado”, não tem mais jeito de corrigir e não estamos dispostos a tentar outro jeito.

      1. Em muitos contextos, barreiras financeiras ajudam a incentivar comportamentos melhores. (Na real, acho que essa é a base de toda e qualquer multa administrativa.) Não sei se o pedágio urbano resolve/já resolveu algum problema em algum lugar, mas entendo a lógica: o custo desestimula as pessoas a usarem seus carros para ir a determinado lugar. Não?

        1. Ghedin: Acho que o custo depende muito do valor que será cobrado neste pedágio. Em Porto Alegre o valor era de uma passagem de ônibus urbano, seria mais pra subsidiar o transporte coletivo do que necessariamente desestimular o transporte individual.
          Com o tempo, talvez tivéssemos algum resultado positivo na redução de veículos circulando.

      2. Leonardo Roese: Cara eu também tinha essa ideia no primeiro momento que tomei conhecimento deste assunto. Mas funcionou em Londres e Estocolmo pelo que pesquisei. E em Cingapura (que os liberais adoram vangloriar de liberdade econômica), o negócio é mais mais sério, além de taxas altas para ter um veículo, se paga para utilizar a via em determinados locais e horários.

        1. O pedágio parece ser uma medida que restringe a liberdade, acho também que devam existir essas barreiras financeiras, mas não se tratando do ir e vir. Como disse o @Ghedin, realmente elas desestimulam usar o veículo, mesmo um táxi ou uber vai sair mais caro se tiver que pagar o pedágio, e o usuário teria que usar o transporte público. Em Londres e Estocolmo a malha de transporte público é mais abrangente, inclusive é mais barato ir para outros países de trem, agora quando pegamos o transporte público das capitais brasileiras, qual seria o tempo de atravessar uma cidade inteira indo para um bairro mais isolado? E qual seria o perrengue nesse trajeto. É difícil comparar. Em São Paulo dependendo do bairro que vou, se tiver que fazer troca de metro-trem-onibus, leva 3h o percurso. Da para ir para uma cidade do interior ha 250km de distância nesse tempo rs.
          Ainda acho que é possível controlar o fluxo de pessoas mudando horários de funcionamento (rodízio de horário comercial de bairros por exemplo), melhorando o transporte público, entre outras formas, mas é uma discussão antiga que ainda não encontraram solução, vale a pena colocar mais ideias na mesa mesmo. Mas o pedágio, acho que só vai engordar o bolso dos gestores.

          1. Sim, acho que, sozinho, pedágio no centro das cidades não resolve. Deveria ser uma de várias iniciativas de fomento ao transporte público.

    3. Pedágio urbano, rodízio, taxa de congestionamento é remédio tardio para os mesmos problemas: excesso de carros e priorização ao transporte motorizado individual no planejamento urbano.

    4. É como colocado pelo Pilotti: não adianta um pedágio urbano sem um transporte público bem estruturado. Falar que “restringe liberdade” ignora um ponto – se cria estas situações para justamente não exatamente “restringir o ir e vir”, mas sim “restringir aquilo de ir e vir – no caso os automóveis particulares.

      São Paulo mesmo tem seus problemas pois é uma bela malha toda ajuntada (não sei se escreve cornumbação… ah, conurbação!), na qual devido a falta de planejamento urbano e padrões políticos, é difícil instalar um plano de transporte urbano decente. Eu que moro em uma das pontas metropolitanas sei o que é ter problemas com falta de transporte público – torna-se uma ilha. E olha que conheço cidades vizinhas (como Araçariguama) que são bem ilhados em relação a transporte público também.

      A compensação paulista é o Bilhete Único, que permite fazer integrações gratuitas entre ônibus da cidade de São Paulo (R$ 4,40 até 3 integrações de ônibus por 4 horas) ou com baixo valor entre trens e ônibus – além do fato que toda a malha ferroviária da metrópole paulista é integrada de forma gratuita – pode se viajar a malha inteira sem sair do sistema com apenas uma passagem (R$ 4,40).

      Mas só a capital paulista tem esta vantagem. As cidades no arredor dependem de bilhetes municipais, o que sinceramente acho ruim.

  11. Pessoal, boa tarde!
    Vocês teriam recomendações de portais de notícias ou alguma outra fonte de conteúdo sobre educação financeira/economia/investimentos? E se possível que não fossem esses tradicionais tipo infomoney, valor, etc, algo com menor alcance, mais aprofundado.
    Tenho desconfiança de que alguns desses portais maiores atendam a interesses de grandes instituições financeiras, por isso estou procurando essas opções alternativas.

    Forte abraço.

    1. Infomoney é da XP; Exame é do BTG. Valor é um jornal tradicional, pertence ao grupo Globo. Nesse viés de pequeno, só conheco o YouTube. O Me Poupe! começou patrocinado mas a Natália abandonou os patrocínios de bancos/corretoras e hj fala bem mais sobre serviços financeiros. Ela tem uma linguagem bem peculiar ame/odeie, com infos bem claras. Particularmente, já me ajudou muito!

    2. Oi Luiz Henrique, boa tarde!
      Não sei se vc usa o Instagram, mas tem um perfil excelente sobre alguns desses temas que vc mencionou.
      @eduardoamuri
      Vale muito a pena seguir. Ele é super didático e boa gente. Recomendo demais!
      Abraços!

  12. Qual plataforma de cloud vcs recomendam? Estou pensando em pegar o PCloud por ser pagamento único.

    1. Se vc quer apenas uma nuvem e nada mais, eu recomendo o pcloud mesmo.

    2. Eu tenho um pé atrás com o pCloud, no sentido de “quando a oferta é muito boa, o santo desconfia”. É muito barato para ser um negócio vitalício. Quem está por trás dessa empresa? Como eles conseguem se sustentar dessa forma?

      Sugiro dar uma pesquisada boa antes de confiar seus arquivos a qualquer empresa, ainda mais uma com tantos sinais esquisitos.

      1. Ghedin, o que tem de estranho no pcloud?
        Já estão há alguns anos no mercado e a proposta deles sempre foi essa.
        Inclusive já custou menos.
        O código deles está no pcloud.

        1. Confesso que parte da minha desconfiança deriva de ignorância/desconhecimento.

          O plano vitalício me deixa com uma pulga atrás da orelha. Em um ano, você paga o equivalente a ~US$ 14/mês para 500 GB. Em cinco anos, esse valor cairá para ~US$ 2,90/mês. Em dez anos, ~US$ 1,45/mês. Será que é suficiente? Uma maneira disso ser sustentável é mantendo um fluxo constante de novos clientes, o que transformaria o negócio em um esquema Ponzi/piramidal — e, sinceramente, eu não confiaria meus arquivos a uma empresa operando com essa lógica.

          Eu adoraria estar errado nessa, porque a oferta é realmente tentadora e seria uma opção legal e independente da big tech.

          1. eu estou na mesma, já pensei em assinar, mas a longo prazo não me parece viável, acho que vão fazer igual o enpass, que já foi pagamento único e depois de anos virou assinatura, mas quem já tinha comprado não perdeu o acesso.

          2. Coincidência demais topar com essa discussão aqui! Ontem dei uma olhada no pcloud pela primeira vez, mas dei para trás.

            Estava buscando uma alternativa para sincronizar minhas notas do Joplin e vi gente comentando sobre o pcloud. Vi gente se queixando de throttle para arquivos acima de 50MB, mas ok. O que garrou pra mim foi (1) a criptografia de ponta a ponta ser um serviço premium e (2) relatos de usuários do Reddit sobre empresas third-parties bisbilhotando seus arquivos, conseguindo DMCA-takedowns e até fechamento das contas. Alguns links:
            1) comentário de representante oficial da pcloud – https://bit.ly/3hbndya
            2) usuário alegando no /r/privacytoolsIO que teve sua conta fechada por violação dos ToS quando os arquivos que tinha na nuvem eram todos DRM-free – https://bit.ly/3hzJnsG
            3) post no /r/privacy com argumentos para ambos os lados – https://bit.ly/3AoOmoF

            Meus arquivos sensíveis estão sempre criptografados (Cryptomator e VeraCrypt), qualquer que seja o serviço de nuvem. E minhas notas do Joplin seguem com a criptografia do próprio app. Mesmo assim, optei por não embarcar nessa.

    3. Qual vocês usam? Só para eu pesquisar, infelizmente não queria o GDrive por causa do Google mesmo, mas os preços dos outros estão enormes.

      1. eu uso o dropbox no plano gratuito (exceto fotos, pois esse infelizmente não tem concorrente a altura do Google fotos)

      2. Depois de um ano só com pen-drive, me rendi a nuvem.
        Eu uso OneDrive. 219 reais (as vezes menos) por meio do MS Family 365 em vários e-commerces. Dividi com mais 5 amigos e ficou menos de 50 reais pra cada por 15 meses de assinatura.
        Só não subi as fotos, porque, o Google Photos é o serviço de fotos a ser batido.

  13. impressionante a relação da CPI com o twitter

    essa colaboração constante simplesmente não aconteceria no facebook ou no instagram

    1. O twitter é como se fosse um grande mural.

      (E eu me apaguei dele.)

  14. Pessoal, boa tarde!

    Estou em busca de uma placa mãe Gigabyte GA-Z68MA-D2H-B3.
    É um modelo antigo, e não encontro de jeito nenhum. Alguém tem algum dica de onde conseguir uma dessas?

    1. Quando se busca por modelo específico de placa (ou melhor, qualquer coisa ESPECÍFICA), o ideal é procurar em comunidades em redes sociais. Dado que com isso funciona que nem rede sem fio: vai se passando entre os pares até achar alguém com intenção de venda.

    2. Joguei no Google e me apareceu na AliExpress e em uma empresa chamada PC Distribuidora. Já tentou algo por eles?

  15. Aqui de Portugal não consigo acessar alguns sites do Brasil (sobretudo de algumas “livrarias”), pelo menos não sem VPN. Na minha máquina antiga eu usava o vpn integrado do Opera, a experiência inteira era muito ruim, mas valia ter na máquina só por isso.

    Acontece que troquei de máquina e, por enquanto, sigo usando o Edge e sendo feliz, mais até do que com o Firefox, que não conseguia me manter logado no google e toda vez que ia usar o Docs era aquele processo de catar o celular etc e tal.

    Queria saber da galera aqui da comunidade qual a solução que vocês recomendam. VPN mesmo? Se sim, alguma sugestão?

    1. Sobre o problema que vc vem passando com o Firefox, é estranho, nunca aconteceu isso comigo (será que não é algum plugin com bug? eu uso em maquina linux e com windows e nunca tive problemas em manter conectado uma conta do google, mesmo trocando de localização na vpn).

      Já sobre VPN, eu uso a SurfShark, principalmente por não ter limite de dispositivos, mas a NordVPN também um opção conforme o Ghedin indica.

  16. Estou tentando substituir o que for possível, em termos de apps, por aplicativos de código aberto. O que vocês usam aí no dia a dia desse tipo? Agradeço em especial por dicas de aplicativos menos óbvias (Firefox, Audacity e LibreOffice, por exemplo, acho que todo mundo conhece).

    1. Além de código aberto, eu dou preferência pra aplicativos mais lightweight possíveis.
      Então, eu uso pra navegar o Firefox, Libre Office como pacote office, como integrador de jogos uso o Quickplay, para abrir videos e musicas uso o Media Player Classic – Home Cinema.
      Mas tem outros de código aberto. 7-Zip (compactador), Bleachbit (cleaner), Compactor ou CompactGui (compactar de forma transparente arquivos para uso normal no Windows), Launchy (lançador de arquivos), Mydockfinder (clone da dock e da bar do MacOS), Picotorrent (torresmador), Rainmeter (rodar gadgets no desktop), SumatraPDF (leitor de PDF), Ventoy (colocar várias isos em um só pendrive).

    2. Qual o motivo da substituição por código aberto?

      1. Estão mais alinhados à minha visão de mundo. E também para preparar terreno para um dia sair da plataforma da Apple.

        1. Eu estou fazendo o oposto, pois depois de investir bastante tempo, ao longo de anos, utilizando soluções de código aberto (às vezes hospedadas por mim mesmo), mas de uso menos conveniente, acabei decidindo que utilizar soluções com mais conveniência (porém de código fechado) me liberavam tempo para fazer outras coisas que nesse momento da minha vida considero mais importantes .

          Mas eu compreendo o movimento e acho bastante louvável. Acho, inclusive, que à medida que tiverem mais usuários, as soluções de código aberto serão cada vez mais convenientes de usar. ProtonMail é um bom exemplo disso.

        2. Mas, aí você pretende usar o Windows com vários apps open source ou migrar de vez pro Linux?

    3. Então, sobre o que é “óbvio”, eu vou me limitar ao que vc comentou, já aos apps que eu uso fora os óbvios, os principais são: bitwarden para gerenciamento de senhas, standard notes para notas, criptomator para criptografar algumas pastas e o protonmail para meus e-mails. A lista do @Alexandre Faustini contem apps mais específicos que eu uso também mas, alguns deles dependem da plataforma que está sendo usada.

    4. Quem sabe você não lista o que ainda não conseguiu substituir para ver se pinta algo diferente?

      1. Algumas coisas, como editor de vídeos e gerenciamento de fotos, eu nem fui atrás, embora saiba que existem alternativas decentes — DaVinci Resolve e Shotwell, para ficar em dois exemplos.

        No geral, acho que conseguiria trocar tudo por apps do tipo. A pergunta foi mais uma curiosidade para, de repente, descobrir pequenas joias que escaparam da minha pesquisa. No grupo do Telegram, por exemplo, o @Gabriel Arruda comentou do NewsFlash, que eu não conhecia e parece excelente.

        1. Complementando indicações:

          – O Gnome Pomodoro: como se integra a DE, tem a opção de desabilitar notificações quando se inicia um pomodoro. Quando está em um intervalo, o relógio fica grande na tela bloqueada, legal para ir fazer outra coisa e ver o tempo restante. Mesmo no MacOS, não achei nada tão bom quanto.

          – Vale interface de texto? Eu gosto do s-tui e o clássico htop para monitoramento. Por fim, o Oh My Zsh que adiciona detalhes legais ao terminal, especialmente usando com Git.

    5. Acabei de chegar em casa. Tou vendo aqui os que são menos óbvios. Tenho instalado o Kdenlive (Windows) para experimenta-lo (quero achar algum editor de vídeo relevante), e o OBS Studio (este é obvio, mas nunca usei-o direito. Só puxei para conhecer as funções e tentar ajudar quem usa ele).

      1. Para edição de video tenho usado o [Shotcut](https://shotcut.org/) para editar trechos das minhas aulas e postar no YouTube. O gerenciamento de telas tem sido via OBS studio desde o início da pandemia e tenho gostado bastante.

    6. A maior parte dos aplicativos que tenho no meu Linux são de código aberto. Espero um dia não precisar usar nenhum proprietário.

      Além dos famigerados Firefox, LibreOffice, OBS Studio e VLC, tenho usado bastante alguns um pouco menos famosos. O Joplin para tomar notas. O Gnome Boxes para máquinas virtuais (acho ele muito mais prático para uso do que o VirtualBox, apesar de ser menos “poderoso”). O PDFArranger para juntar vários PDFs em um só. O Zotero para organziar referências bibliográficas. E usualmente escrevo textos em LaTeX com o TexStudio.

      Meu objetivo agora é tentar usar o máximo possível de aplicativos de código aberto no Android. Mas está sendo uma tarefa bem mais árdua, infelizmente.

        1. Conheço sim! Tenho usado alguns aplicativos de lá. Tem sido muito interessante, mas ainda estou longe de trocar tudo por aplicativos de código aberto, como fiz no Linux.

      1. Gostei desse PDFArranger. Procuro opções para editar PDF, ou ao menos adicionar/remover páginas. Você tem indicações de opções opensource?

        1. O PDFArranger faz exatamente isso o que você disse. É extremamente simples, mas muito útil para adicionar, remover e mover páginas. Agora, se você procura algo mais completo no estilo Adobe Acrobat Pro, eu realmente não conheço nenhum aplicativo de código aberto que faça isso.

          1. Queria um pouco mais Acrobat Pro, mas esse PDFArranger já ajudou! Acho que de básico (uso muito site como ilovepdf) falta ele conseguir compactar o PDF (diminuir a qualidade das imagens). Não achei a opção.

    7. Tem alguns que uso: Jitsi pra vídeochamadas, Stremio pra streaming de torrents, SimpleLogin pra alias de e-mail, Bitwarden para senhas.

    8. Boa, vou acompanhar as respostas. Tô nessa também.

    9. Não sei porque as pessoas ainda se apegam ao WinRAR hoje em dia, sendo que há maravilhas como o 7zip que é open-source e funciona tão bem quanto.

      Tem o Chromium que é open source, pra quem não gosta do Firefox e outras alternativas, mas não sei até que ponto você quer se manter distante do Google…

      Pra edições rápidas em imagens eu adoro o Paint.NET. Pra fazer screenshots eu gosto do ShareX, que grava até vídeos e gifs a partir da tela, e dá pra automatizar o envio pra outros lugares, e tem OCR, o que facilita na hora de pegar os números daquele boleto que vem por imagem.

      Notepad++ é praticamente obrigatório pra qualquer programador ou pessoa que mexa com códigos.

      OBS pra gravar tela e fazer streaming no YouTube e outras redes sociais é obrigatório também.

      Gerenciador de senhas tem algumas opções open source como BitWarden e KeePass.

      Bom, esses foram os que eu consegui lembrar que eu uso mais no dia a dia, ou que já utilizei alguma vez.

      1. Lembrei de mais alguns aqui:

        Rufus e Etcher: para criar pen-drives “bootáveis” a partir de imagens de disco, como Windows 10 e distros linux.

        qBittorrent: pra baixar algum torrent, também tem o Transmission que é bastante popular.

        VLC: pra abrir qualquer tipo de mídia

        Pra abrir PDFs geralmente eu uso o próprio navegador, mas algumas raras vezes quando eu preciso abrir um PDF muito grande que até o navegador chega a travar, eu uso o SumatrPDF, por ser o mais leve dentre todas as opções.

    10. Minha santíssima trindade de apps open source e multiplataforma:

      AdGuard – bloqueador de anúncios bem customizável e que revitalizou a navegação pra mim.
      Bitwarden – gerenciador de logins, senhas e notas
      Cryptomator – solução de criptografia apaixonante. Integra com tudo que é cloudstorage que você já usa, inclusive self-hosting. Dependendo do seu uso, é muito mais prático que o VeraCrypt, já que a criptografia é feita por arquivo e não num volume inteiro.

    11. mas em qual plataforma?
      No Linux acaba sendo mais fácil/natural esse processo, já no Android um pouco mais complicado, mas não impossível. Vai muito do que vc está disposto a abrir mão e do tipo de ferramentas q usa.

    12. As dicas que vou dar aqui se aplicam para Android e distros linux de desktop, então não sei se tem para MacOS, iOS ou Windows:

      Apps do Simple Mobile Tools: Contatos, Calendário, Calculadora, Gerenciador de Arquivos, Gerenciador de Chamadas e SMS;

      Apps para acessar serviços tradicionais das big techs:
      NewPipe e FreeTube (acesse https://freetubeapp.io/ pra não cair em outros sites, pois o nome do app não foi bem pensado kkkk) para acessar YouTube e Twire para acessar a Twitch;

      Rádio e Podcast:
      AntennaPod e Gnome Podcast para acessar podcasts e Transistor para acessar rádios online;

      Apps para segurança ou privacidade:
      Tracker Control, AndOTP, KeePassDX, KeePassXC ou Bitwarden, Exodus, etc.

      Lojas de apps: F-Droid e Aurora Store;

      Email: Tutanota e ProtonMail;

      Entre vários outros…

    13. Tenho duas indicações de softwares de animação:
      O Krita, que é basicamente um programa de ilustração digital, mas que tem recursos que permitem animar quadro-a-quadro em bitmap, e se presta muito bem a isso, embora às vezes dê uma travada.
      O OpenToonz, que é uma versão aberta do Toonz, que é o programa padrão das animações do studio ghibli. É bem mais complexo, mas tem muitas funcionalidades, excelente para quem lida profissionalmente com isso.

      Sinto bastante falta de substitutos para o pacote adobe, geralmente indicam o Inkscape pra substituir o Illustrator, mas eu acho muito inferior :( às vezes eu uso o photogimp pra substituir o photoshop, mas também não gosto muito. O kdenlive ao invés do premiere acho bem ok. Sinto muita falta dessa discussão sobre software livre dentro dos círculos de profissionais de edição de imagem/vídeo. Espero que isso melhore um dia.

    14. Qual programa de torrent de código aberto que você recomendaria?

    15. Tem uma lista bem ampla em http://alternativeto.net onde você indica um software (ex: Photoshop) e ele lista alternativas, filtráveis por licença, sistema operacional, gratuidade / freemium, etc.