Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Post livre #269

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo à noite.

98 comentários

  1. Comprei um telefone novo depois de 4 anos (sai o moto G5 entra o S20 FE com snapdragon) e aí genuinamente bateu uma certa repulsa em desmacular o bichinho com os apps do feicebuque (zap e instagram). Consegui abrir mão do instagram, mas aí pra instalar o zap e passar pelo processo eu tenho que aceitar o termo novo logo de cara… 😐

    Meio que #FirstWorldProblems, mas precisava desabafar em algum canto. 😅

  2. Lendo os posts seguidos do James sobre os serviços que ele usa/recomenda e juntando com as diversas vezes em que o Ghedin fala sobre isso aqui e, vez ou outra, acaba recomendando algum serviço ou software, eu deixo a ideia no ar de fazer uma sessão no site dedicada a esse tipo de indicação (serviços & software).

    Algo como o Eduardo Pinheiro faz no tzal.org (https://tzal.org/softwares-e-servicos-que-recomendo/), contudo, menos abrangente (até porque o escopo o MdU não é ser um “mapa mental” como o Tzal).

    1. Hum, podemos fazer assim. Nos posts livres, a gente abre um fio de recomendações e o Ghedin dá o toque dele para ele recomendar na semana seguinte.

      Só tem um detalhe: todo site de tech tem seções de indicação de software. Não sei se o Ghedin ia gostar de copiar este recurso.

      1. Eu confesso que eu nunca li nenhuma dessas sugestões porque a minha confiança nesses “sites tech” é muito baixa. Parece que a maioria indica serviços, hardware e aplicações que eles são pagos para. o Tzal eu conheço o dono e, apesar de bem “cricri” ele coloca a opinião pessoal dele na recomendação (e eu sei que ele não nada com aquilo). Idem seria pro MdU e pro Ghedin =D

    2. Não é muito fácil achar, mas o site tem uma categoria de apps. Não são todas indicações — também entram atualizações de apps, curiosidades e tal —, mas é difícil um software não indicado aparecer por ali.

      Esse assunto é interessante sim e acho que tem espaço aqui. Em dezembro, publiquei uma listona de apps gratuitos (a maioria de código aberto) para macOS. Estou preparando uma similar, mas para Windows, e uma de um tipo de jogo para celulares. E, sim, tem espaço para muitas outras listas.

      Valeu pela sugestão, Paulo!

      1. A lista de aplicativos eu me lembro que saía de vez em quando =D
        A lista de SL/CA do macOS eu uso alguns que eu peguei ali.
        A ideia é essa mesmo =D

  3. ODiogo lá nos comentários sobre o quanto por ano pagamos (ou não) de serviços como entretenimento, jornalismo e outros; me fez lembrar que há países que cobram taxas de licença de televisão e rádio. Deixei um pouco a preguiça de lado e fui lá na Wikipedia (em inglês https://en.wikipedia.org/wiki/Television_licence / português https://pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_de_licen%C3%A7a_de_televis%C3%A3o), e trago algumas curiosidades:

    – No Reino Unido, as licenças são levadas a sério, dado o fato que financia a rede BBC de comunicações. Existem até vans que detectam televisões, “dedurando” (odeio esta palavra) proprietários.

    – No Brasil, as principais emissoras públicas é a EBC (TV Brasil) e a Fundação Padre Anchieta (TV Cultura), ambas financiadas com fundos públicos de seus respectivos originários (EBC o país, TV Cultura o Estado). Claro que também conta as emissoras educativas estaduais (como TVE) e emissoras como a TV Escola, hoje mantida pela Fundação Roquette Pinto.

    – Japão, Polônia, Suíça e França são exemplos de países que hoje ainda cobram taxas de televisão.

    – Suécia, Finlândia e Bélgica são exemplos de países que tinham impostos de TV, mas aboliram há alguns anos.

    – Grécia e Itália cobram via contas de eletricidade.

    – Israel não tem taxa de televisão, mas para quem tem carro com rádio cobra uma taxa.

    Nos links do início tem mais detalhes. Uma hora vejo se deixo de preguiça e pesquiso mais sobre. Acho este assunto bem interessante.

  4. Eu estava no Atom desde… sei lá, acho que desde que migrei para o macOS? É um bom editor, mas sempre me pareceu tão pesado. Aí soube que saiu o Sublime Text 4, baixei e estou maravilhado: parece o Notepad++ de que eu tanto sentia falta no macOS. Ele também tem versões para Windows e Linux. A licença é bem cara (US$ 99, ou mais de R$ 500 com o câmbio atual), porém não vi qualquer limitação até o momento.

    Vocês que mexem com sites ou programação simples (do tipo: não precisa de uma IDE), qual editor usam?

    1. Ow Ghedin, nao existe mesmo nenhuma versão do Notepad++ no Mac a ponto de gastar 99 u$ em algo similar?

    2. Uso o MacVim, uma versão do Vim que aproveita várias características do macOS. É extremamente leve e poderoso, mas o Vim é muito pouco familiar aos usuários de editores “comuns”.

      A comparação com o Notepad++, me fez lembrar do primeiro editor que eu instalei no meu computador o TextWrangler. Distribuído inicialmente como alternativa gratuita ao irmão maior, BBEdit, hoje em dia só existe este último, mas continua com uma versão grátis. Eu baixei agora pra testar e parece rápido como sempre, com uma porção grande de opções de customização.

    3. Trabalho com Python em Machine Learning e uso o VS Code por 2 motivos
      – Um editor decente de arquivos .py (os códigos “puros” de Python)
      – Um editor mais rápido que o JupyterLab e JupyterNotebook para arquivos .ipynb (um formato mais “user friendly”).

      Mas quando eu preciso fazer alguma edição rápida no código que não careça de execução ou grandes alterações, eu vou com o editor de texto do sistema que estou usando mesmo.

  5. e a história da compra do software espião do Carluxo com dinheiro público?

    1. Política política política política política…

      Eu sei que tá um porre, mas vamos manter a sua mental.

      1. Tudo é política.

        E de fato, o que o Gabriel trouxe tem a haver com tecnologia também. Afinal, falamos de um software espião que seria usado por um proto-ditador e seus filhotes.

        Se a gente ignorar estas coisas, quem no final vai acabar com a nossa saúde mental serão os próprios políticos.

        (imagine o que seria possível fazer com o software espião + as leis que estão proibindo de apagar perfis nas redes sociais?)

        1. exato

          de todos os absurdos do excrementíssimo, esse é um dos mais assustadores

      1. Tenho a ideia que não é só o carluxo que quer isso, mas sim toda a familícia + alguns dos militares hoje lotados no GSI.

        A tampa está entreaberta, mas não destampada.

        Se analisar, parte da “elite” de direita também se interessaria por isso, pois poderia encomendar espionagens para atacar quem denuncia algo irregular de alguma grande empresa, por exemplo.

    2. Já nos primeiros meses de governo houve viagens a China para conhecer ferramentas de reconhecimento facial.

        1. Felizmente fomos acometidos por uma extrema incompetência deles. Não é facil desviar dinheiro pra esse tipo de monitoramento, não somos USA e não temos o inimigo do terrorismo pra criar orçamentos secretos. Aí veio a pandemia e essa gestão só conseguiu piorar a situação economica e social do país.
          Trump era um megalomaníaco mentiroso, mas ao menos comprou vacinas pra todos. Os Bolsotralhas vão desgastando-se até as proximas eleições. Espero que um dia sejam presos.

  6. Tou curtindo uma série de animação chamada “OddTáxi”.

    É a história de um taxista que se envolve em uma trama relativo a morte de uma garota. E durante a história, como qualquer thriller, a gente tenta desconfiar quem é o verdadeiro assassino.

    Ainda me devo assistir a Beastars e Brand New Animal (que vai na mesma linha de antropomorfos) , mas tipo, OddTáxi me chamou a atenção pois não parece tentar ser um animê “oba oba” do momento. É uma história simples, que apesar de alguns enrolos de roteiro, vai tentando puxar capítulo por capítulo para saber de seu desfecho. Engraçado é que a história é bem colorida para ser um thriller.

    Tem na Crunchyroll oficial aqui https://www.crunchyroll.com/pt-br/oddtaxi

    1. parece interessante, mas não curto muito animes com personagens humanóides.

      obs: obrigado pela dica de Spy x Family, estou nos capítulos atuais

      1. Caiu a ficha pq curto o oddtaxi e Shirokuma Café, e não beatstars e outros: os que gosto não tentam ser “furry”. Talvez por isso tu não curte antropormofagos

    2. Odd Taxi é excelente! Infelizmente está perdido em meio a outros lançamentos populares da temporada, com certeza é um título underrated. Estou curtindo demais a maneira como a história está sendo conduzida, e corroboro com a opinião de muita gente de que os diálogos lembram aqueles dos filmes do Tarantino.
      Pra mim foi uma bela surpresa, espero que o desfecho esteja à altura dos episódios até agora. Pra quem é fã de anime, assistam! Garanto que não vão se arrepender.

      1. Nunca assisti os filmes do Tarantino, então não posso confirmar.

        Mas de fato sim, os diálogos são bons – esse talvez seja o que também agrada ao assistir a série.

        Como é montado a relação dos personagens é legal também. Não é 8 ou 80, são personagens até que complexos com design quase infantil. É um cotidiano, não um filme de heróis e vilões.

        1. Nossa, difícil saber que em algum momento não tenha visto ao menos um trecho de algum filme dele. O negócio é muito pop. Infelizmente ele já tá num nivel superestimado e se ele filmar um cocô com película de 70mm uma galera ainda vai aplaudir.

          1. Sei lá, só ouvi falar ou vi trechos, não nego. Principalmente Bastardos Inglórios, Pulp Fiction e Kill Bill.

            Mas tipo, não sou cinéfilo suficiente para entender a tal “lógica Tarantino”.

        2. Tarantino destacou-se com um estilo peculiar de roteiro e diálogo, mas você não perde muito não, principalmente nesses últimos filmes. Se você já viu um gameplay de GTA 5 então praticamente já assistiu ‘Era uma vez em Hollywood’ por tabela por que é a mesma porcaria. Hahahah

  7. no vídeo sobre newsletters, o ghedin usou o gmail pra exemplificar a organização que ele propõe e disse que nem recomendaria o uso do gmail, imagino que devido a privacidade e como já estamos afogados no famoso buscador. eu queria saber quais provedores de email vocês recomendariam e quais vocês gostam de usar.

    1. E-mail é de extrema importância para o meu dia a dia; a forma que eu trabalho e as ferramentas que eu uso—git sendo o melhor exemplo—são otimizadas para o uso do e-mail, então o provedor que eu uso na minha vida pessoal e profissional foi escolhido a dedo.

      O provedor que eu uso e que é oferecido para clientes da Cipher Host é o Migadu, o melhor provedor de e-mail na minha opinião, por N motivos.

      • Empresa europeia pequena, com servidores apenas na Europa.
      • Não existe influência de investidores, já que a empresa foi aberta com o capital dos fundadores.
      • Suporte excelente, rápido, e humano. Você consegue falar com os fundadores facilmente se quiser.
      • O preço é justo e baseado no uso de recursos, não em coisas artificiais como quantidade de domínios ou caixas de entrada.
      • Os servidores são configurados com vários recursos de privacidade, como a remoção de diversos cabeçalhos inúteis como o endereço de IP e fuso horário de quem envia.
      • O serviço tem inúmeros recursos para o gerenciamento da sua conta, é quase um serviço de e-mail gerenciado.
      • A empresa ama o protocolo e contribui com ele, então você não vai ter problemas como o ProtonMail ou Tutanota, que cagam com os cabeçalhos dos e-mails enviados pelo git.
      • Os recursos mencionados acima te permitem dividir o valor do serviço com amigos, cada um com as suas caixas de entrada e seus domínios.

      Nem tudo são flores, claro; como o foco deles é e-mail, eles não oferecem calendário ou sincronização de contatos como outros provedores. Eles até têm um servidor CalDav rodando, mas ele é escondido e não divulgado em local nenhum por um bom motivo.

      Além do Migadu, o único outro provedor que eu recomendaria para alguém é o Mailbox.org, um provedor alemão que também oferece diversos recursos de privacidade e segurança, mas que tem um foco mais “normal”. A interface deles usa JavaScript demais para o meu gosto, mas o serviço é sólido.

      De resto, eu fico longe de serviços como Hey, FastMail, Posteo, ProtonMail, Tutanota, e afins.

      1. é, tô percebendo que sou bem leigo no assunto. desses que você recusa, conheço só o tutanota e o protonmail. conheço mais esses grandes serviços mainstream, gmail, hotmail, yahoo etc.

      2. A recusa ao ProtonMail foi pelo que você citou somente ou há outros motivos?

        1. Há diversos motivos, como o descaso com protocolos tradicionais e abertos como IMAP e SMPT; a desculpa dada é que esses protocolos não permitem criptografia de ponta a ponta e outros recursos de segurança, o que é bobagem, já que o PGP existe desde antes de eu usar fraldas. Por conta disso eles também cagam com outras partes do protocolo, como os cabeçalhos dos emails, algo que nem o Google faz.

          Isso me leva a outro motivo pelo qual não recomendo o serviço deles: o marketing desonesto, que é parte culpa deles, e parte culpa da galera que recomenda o serviço em tudo quanto é canto sem explicar as coisas direito. O Joãozinho dá uma lida por cima no material de marketing deles, fala para o Pedrinho, que fala para a Joaninha, e assim vai, com a mensagem, que já tinha poucos detalhes, ficando cada vez menor.

          Todo o lance de criptografia deles gira em torno de emails enviados de uma conta do ProtonMail para outra, mas eles só admitem isso em uma página de documentação; se você enviar um email da sua conta do ProtonMail para a sua mãe, que usa Gmail, a criptografia usada não difere em nada do que o Google, Microsoft, Apple, Migadu, e outros provedores usam—aliás, o PGP, que verdade seja dita também tem os seus problemas, resolve isso porque é um protocolo aberto que não está atrelado a provedor algum.

          E sim, eu sei que eles possuem as pontes deles e existem até pontes de terceiros, como a do Simon Ser, mas ter que usar um software adicional para poder acessar os meus emails com o cliente da minha preferência é muita sacanagem—é um problema que eu também tenho com o EteSync, serviço de calendário que uso—, sem falar que isso só funciona no computador e ignora o meu cliente favorito no celular.

          Não me intenda mal, eu gosto do pessoal por trás do serviço, mas marketing desonesto acaba com qualquer chance de eu recomendar o serviço para outras pessoas. Olha a página do Migadu: é tudo simples, explicada de forma humana, e até uma página com as desvantagens deles em relação a outros serviços existe—estou até me inspirando na página deles para ser o mais honesto possível nas páginas da Cipher Host. Enquanto isso a página do ProtonMail é toda cheia de jargões sobre criptografia e segurança, sem nunca explicar as desvantagens e quase dando a entender que ou você usa o serviço deles, ou você está correndo risco.

          Se eles usassem protocolos abertos, parassem de vender esse falso senso de segurança e anonimato—que também é uma meia-verdade—, e fossem mais honestos sobre os problemas da plataforma, talvez eu até usaria o serviço. Como isso não vai acontecer, porém, continuo não usando ou recomendando.

          1. Perfeito. Eu sempre ouvi dizer do ProtonMail, mas nunca fui a fundo. Sou um usuário básico de e-mail, estou tranquilo com o iCloud Mail e o Outlook.com.

      3. @James Pond

        Poderia compartilhar como git e e-mail se integram no teu fluxo de trabalho? Fiquei com curiosidade, pois em anos utilizando git, executando-se os alertas de vulnerabilidades que recebo vez ou outra do GitHub (não do git), não tenho ideia de como integrar mais essas duas ferramentas.

        1. Parando para pensar agora, é engraçado como a forma que eu uso o git é a “forma original”, pensada para o desenvolvimento do kernel Linux e usada por lá até hoje, mas para a maioria das pessoas ela é estranha e até um pouco alienígena—dá para agradecer ao GitHub por isso. Eu devo parecer um maluco sempre que comento sobre o uso dela.

          Paulo, a forma que eu uso o git é toda focada em listas de email e, apesar de não ser obrigatório, linha de comando. Eu faço mudanças em uma cópia local de um repositório, e quando estou satisfeito com o resultado, uso o git rebase para organizar a minha bagunça e criar patches que eu envio para a lista de emails do projeto em questão usando o git send-email.

          Assim como acontece com os pull reviews do GitHub, o mantenedor do projeto vai analisar as minhas mudanças e decidir se eu preciso modificar o meu código e enviar um patch novo, ou aplicar o patch que eu enviei no repositório oficial. Essas listas de emails tem os mesmos recursos bacanas que você provavelmente está acostumado, como integração com CI, conversas em tópicos e afins, mas com a vantagem enorme de você não precisar ter uma conta no serviço usado pelo projeto—você só precisa de um serviço de email com suporte a SMTP.

          Aqui está um exemplo de um patch no meu cliente de email, o aerc:
          https://i.cpimg.sh/ZkMQ1JPnGpXm.png

          E aqui o mesmo patch na interface gráfica do SourceHut, serviço que eu uso ao invés do GitHub:
          https://lists.sr.ht/~sircmpwn/sr.ht-dev/patches/14726

          As vantagens dessa forma de trabalho são inúmeras, na minha opinião, mas esse artigo do Drew DeVault explica muito melhor do que eu:
          https://drewdevault.com/2018/07/02/Email-driven-git.html

          Tem esse vídeo dele mostrando o processo do começo ao fim também, que é bem interessante:
          https://spacepub.space/videos/watch/ad258d23-0ac6-488c-83fc-2bacf578de3a

          1. Muito interessante, valeu por compartilhar! Eu não conhecia essa forma de trabalhar com git. Por alguns anos fui contribuinte ativo em alguns projetos do “S.O. de nuvem” OpenStack e a dinâmica que você descreveu me lembrou um pouco do sistema de revisão que eles utilizam, o Gerrit, mas este é mais parecido com o GitHub que com listas de e-mails, penso eu.

            Uma correção: na minha postagem anterior, eu quis dizer “excetuando-se” e não “executando-se”. ;)

    2. Eu uso o Fastmail para meu e-mail pessoal e o Zoho para o do Manual do Usuário. O Fastmail foi por opção mesmo — gosto do serviço, eles têm uma boa política de privacidade (apesar de terem sede na Austrália) e tem muitos recursos (até hospedagem de sites simples, que uso com o meu pessoal). E cobram um preço ok, mesmo sendo em dólar.

      O Zoho eu uso porque, na época (~2013), não queria gastar com isso e era um dos poucos serviços que ofereciam e ainda oferecem um plano gratuito. Nunca me deu dor de cabeça, tampouco tem destaques positivos — a interface web é bem zoada, mas como uso com apps de e-mail, isso acaba não fazendo diferença.

      1. Mano. Fale um pouco mais dessa hospedagem gratuita do FastMail. Achei bem legal kkkkk.

        1. Ah. Entendi errado kkkk achei que a hospedagem de site era gratuita kkkkk

          1. É isso, é uma hospedagem de sites inclusa no plano de e-mail. Para hospedar sites estáticos, como o meu, funciona super bem.

      2. Já que você falou em apps de e-mail, qual você usa? E quais apps de e-mail são melhores entre os que estão por aí?

  8. essa CPI vai ficar definitivamente conhecida como a CPI do twitter

  9. o autor do mangá berserk faleceu esse mês e a notícia foi divulgada recentemente, não cheguei a ler a obra, mas vi fotos de traços incríveis e pelo que todo mundo fala a obra é marcante, e pelos boatos seus assistentes vão continuar a obra.

    vocês acompanhavam alguns projetos em andamento que o criador faleceu? o que foi da obra depois? alguém continuou? parou?

    eu acompanho One Piece e vira e mexe alguém fala sobre, mas pelo que vi, o Oda (criador) já deixou algumas pessoas cientes de como será o final para que possa ser feito caso algo ocorra a ele.

    1. Pelo que eu li uma vez, todo o editor chefe de One Piece sabe o final da obra.

      Também teve o caso da criança com câncer terminal que por meio do Make a Wish, soube o final contado pelo próprio Oda.

      1. isso, era esse o cargo que queria lembrar, mas como não recordava o nome, não citei, rs

    2. Bem, no meu caso o Glen A. Larson (criador de várias séries dos anos 80 – incluso Super Máquina) faleceu há alguns anos, mas a única coisa que eu esperava era o filme da Super Máquina (não o de 2008, que é uma espécie de continuação / spin off).

    3. Tem o célebre caso da morte do sueco Stieg Larsson, autor da série Millenium, que morreu em 2004. Depois disso, a editora contratou outro escritor para dar continuidade à série, aparentemente ignorando manuscritos e ideias originais do Larsson.

      (Eu só assisti à adaptação norte-americana do primeiro livro, então não posso dizer nada sobre os livros ou o que a mudança na autoria acarretou à série.)

      1. Eu só assisti o filme sueco, por que um amigo viu os dois e disse pra ignorar a versão de Hollywood, por mais tentador que possa ser. Hahah.

    4. vocês acompanhavam alguns projetos em andamento que o criador faleceu? o que foi da obra depois? alguém continuou? parou?

      Eu lia Berserk, mas o mangá tinha pausas grandes o tempo todo, então acabei parando de ler. Não faço ideia do que vai acontecer com a obra agora, mas presumo que o mangá vá continuar depois de uma nova pausa.

      Além de Berserk, Cyborg 009 me vem a mente, já que o autor também morreu antes de terminar o mangá; dei uma procurada rápida agora e parece que em 2012 voltaram a lançar o mangá usando rascunhos e notas deixadas por ele, mas não sei se é a mesma coisa.

      Depois de experiências parecidas com Hunter x Hunter—que está parado desde 2018—, e com Tower of God—que voltou essa semana—, tomei como regra pessoal só ler mangás que já terminaram. Eu fico bem desconectado com o que está acontecendo na área por conta disso, mas, por outro lado, previno problemas como esse e posso ler um mangá todo em um final de semana—terminei Chainsaw Man nesse domingo.

      1. Penso que é bem difícil seguir esta regra de “só acompanhar algo terminado – mangá incluso ” porquê muitas vezes nos apegamos a história.
        Eu era fã do Evangelion e acompanhava pelo mangá. E sinceramente prefiro o fim do mangá do que o fim da animação.

        Tem algumas obras que estou acompanhando agora e bem, esperar eles terminarem para zerar a cota é fogo.

        1. Penso que é bem difícil seguir esta regra de “só acompanhar algo terminado – mangá incluso ” porquê muitas vezes nos apegamos a história.

          Com mangá é bem fácil, já que eu não gosto de assistir animes, só ler os mangás, e a quantidade de obras prontas é muito maior do que a minha capacidade de leitura. Quando termino uma, abro o Mangasee, filtro por mangás completos e escolho um meio aleatóriamente

          Agora, com seriados, não tem como. Eu ainda procuro assistir seriados que já terminaram—comecei Crazy Ex-Girlfriend recentemente—, mas acompanho vários outros que saem semanalmente e que sabe-se lá se vão terminar ou vão ser cancelados.

          Acho que um pouco disso se deve ao fato de que meu círculo social assiste seriados mas não lê mangá; o pessoal quer conversar sobre o que aconteceu no último episódio da série X, mas está cagando para o que aconteceu no último capítulo do mangá Y.

      2. Eu fico pensando sobre isso de ler apenas mangas que já tenham terminado (também sou orfão de Hunter x Hunter), porém também fico pensando no conteúdo até ali. Hunter x Hunter por exemplo é um manga que mudou muito o que eu gosto de ler, pela escrita e desenvolvimento do autor.

        As vezes o que considero é que certos mangas tem histórias que encerram um arco tão bem, que aquilo poderia ser o final da história, e eu ficaria feliz. Falando de Hunter x Hunter (pela ultima vez, prometo), quando o Gon chega no topo da arvore do mundo, pra mim aquilo encerrou a história. Todo mundo fica feliz de ter mais conteúdo sobre, mas se for ver bem, aquilo ali seria um ótimo fechamento.

        1. As vezes o que considero é que certos mangas tem histórias que encerram um arco tão bem, que aquilo poderia ser o final da história, e eu ficaria feliz. Falando de Hunter x Hunter (pela ultima vez, prometo), quando o Gon chega no topo da arvore do mundo, pra mim aquilo encerrou a história.

          Eu acho essa parte do mangá muito boa, de verdade, e até tem um certo cheiro de encerramento, mas eu não ficaria satisfeito se tivesse acabado ali porque tem muita história sem um final. Eu ainda quero ver o Gon descendo a porrada no Hisoka, o Gon deixando de ser o personagem mais egoísta da série, principalmente quando assunto é o Killua, e o Killua, Gon, e Alluka explorando as origens dela, no continente negro.

          Mas, ao mesmo tempo, tendo lido o arco do continente negro—um arco que eleva muito a qualidade do mangá—, suponho que talvez eu seria mais feliz se tivesse parado na árvore mesmo. Pelo menos eu não estaria aqui, anos depois, esperando um milagre acontecer e a série continuar.

      3. interessante isso de só ler a obra quando termina

        eu faço isso tb, mas tb leio muitos que estão lançando, mas me ocorre um problema, por exemplo: por causa dos fillers, parei de assistir naruto shippuden no episódio 50, aí fui pro mangá, devorei tudo até chegar nos atuais (e em menos de um ano acabou a obra, então fiquei pouco tempo esperando ter capítulos novos), mas por causa disso, não gravei muitos nomes de personagens e acontecimentos não tão relevantes, o que não ocorre quando leio um capítulo por semana de algum mangá.

        1. É, fácil não é, haha. Eu estou esperando Boruto terminar para eu começar a ler, mas quando acontecer, eu provavelmente vou precisar ler um resumo de Naruto para refrescar a memória.

    5. Nossa, eu senti muito a morte autor de Berserk, o que é algo que não esperava. Eu acompanho o mangá têm uns 10-15 anos, no começo só alguns capítulos, e depois lia ele inteiro de tempos em tempos (saudades de tanto tempo livre).
      Tem alguns mangás que aconteceu o mesmo, não consigo puxar de cabeça os nomes, mas eles só pararam, nenhum que eu acompanhava teve conclusão por outro autor.
      E parece que a Jump faz o Oda dar algumas pausas de tempos em tempos porque ele trabalha muito e para tentar preservar a saúde dele.

    1. Em casa não tenho nada de assinatura. Tenho conta na netflix, mas só usei para ver uma serie de animação que queria assistir.

      As vezes ate penso em assinar algo, mas justamente o fato que pode passar fácil um valor alto, nem arrisco.

      1. Se for de “Padrão”
        Internet 30 Mbps – 80 reais
        Celular por semana – 10 reais (40 $ mensais)

    2. Aqui não assino nenhum serviço de streaming. Sempre que posso, recorro a locadora de filmes (torrent) e livros (libgen). Se minhas condições financeiras melhorarem, tenciono assinar um serviço de música. De resto não vejo vantagens.

    3. eu pago:

      crunchyroll: 32,00
      netflix: 45,00
      fastmail: 17,94 (como é em dólar, varia um pouco, mas no último mês foi esse valor)
      disney+: 18,60

      obs: era pra ter directv go aqui, mas eles pararam de aceitar meu cartão (nubank) e não consigo ativar desde então

      total: 113,54

      mas eu de fato não pago isso tudo, pq divido e recebo de volta globo play, amazon, spotify

      e não sei se conta, mas eu também pago um seguro do itaú, apoio a trivela e o MdU

      1. Will, a DirecTV Go deixou de aceitar o Nubank p/ novas assinaturas ou interrompeu a sua em andamento?
        Aqui ainda usando com o Nubank.

        1. interrompeu

          o cartão estava pra vencer, aí quando venceu eu fui trocar e ele não aceita, já fui no chat algumas vezes e me disseram que o meu tinha sido emitido na Austrália (?)

          fora que pela regra deles, não pode cartão virtual, não pode ser múltiplo, tem que ser emitido no brasil…

          1. Na verdade o problema não era o cartão Nubank, o site tava com um bug que não permitia trocar a forma de pagamento. Aconteceu comigo. Aparentemente voltou ao normal, inclusive reativei minha assinatura com o um cartão Nubank.

    4. Sim.
      Streaming de musica.
      Streaming de filme.
      Duas nuvens.

    5. 6 assinaturas incluindo Office e Antivirus. 68,90/mês graças a descontos de assinaturas na Black Friday e Kotas.

    6. Tá feia, 130 paus por mês: iCloud, Spotify, Amazon Prime, Netflix, Premiere (futebol) e Valor Econômico.

    7. 89 reais da internet banda larga e mais 49 do celular e só.

      Mas pelo que li na pesquisa eles colocam até academia ai o “por mês” fica muito abrangente não?

      1. foi o que li depois de comentar, se for por isso o meu aumenta bastante também

    8. Fiz ajustes recentes nisso e fiquei com os seguintes serviços:

      Anuais: PS Plus e Microsoft 365 Personal (o 365 eu renovo comprando o cartão com código no varejo, paguei 89,00 mês passado).

      Mensais: iCloud (200 GB por 10,90), Directv GO (59,90), Prime Video (9,90), Disney+ e Netflix (divido ambos com um familiar, então pago 30,40 por ambos).

      Quero cortar um ou dois dessa lista.

      1. Tá bem difícil de achar estes cartões de código (voucher) do Office – ao menos aqui na Gde SP.

        1. Comprei nas Casas Bahia pela web. Acabei de olhar no Zoom, Americanas está vendendo por 99. Ótimo preço se comparado com quase 300 pelo site da Microsoft.

          1. Sim. Tenho tentado recomendar o Office 365 anual para quem torce o nariz para “alternativos”. Então por isso tento ir atrás dos vouchers.

    9. Ignorando servidores porque não são para uso pessoal, e coisas como internet, aluguel, e afins, eu acredito que fico na média de serviços assinados—o valor eu passo fácil.

      • SourceHut, mensal. O serviço é gratuito no beta, mas prefiro pagar um valor simbólico para ajudar eles a ficarem no ar.
      • GitHub, mensal. Não assino ou uso o GitHub, já que prefiro a forma que o SourceHut funciona, mas patrocino alguns projetos e desenvolvedores por lá.
      • 1Password, mensal. Assino a versão empresarial para a empresa, mas já usava a versão pessoal antes.
      • Feedbin, mensal. Não posso viver sem RSS.
      • Floatplane, mensal. Assino mais para mostrar suporte ao pessoal do Linus Tech Tips, mas é legal ter acesso antecipado aos vídeos e ver vídeos exclusivos.
      • Seedbox.io, mensal. Seedbox que eu uso para baixar as “ISOs do Linux” toda semana.
      • Rsync.net, mensal. Serviço que uso para fazer backup dos computadores e servidores aqui em casa.
      • BorgBase, mensal. Mesma coisa do serviço acima, eu mando os backups para quatro locais diferentes.
      • Onlyfans, mensal. Minha esposa e eu curtimos conteúdo customizado, então seguimos algumas pessoas lá.
      • LanguageTool, anual. Um dos poucos corretores de gramática de código livre e com suporte a inúmeras línguas, inclusive o português.
      • EteSync, anual. Sincronização de calendários, tarefas, e contatos com criptografia de ponta a ponta e código livre.

      Deve ter mais algo, e estou ignorando o que assino para a Cipher Host e acabo usufruindo também, mas é por aí.

      1. Uma pergunta de um leigo (e de certa forma preconceituoso): O foco do OnlyFans é mais erotismo/pornografia ou também tem outros tipos de conteúdo (como por exemplo algum vídeocast ou conteúdo de entretenimento e educação)?

        1. Deve ter alguém vendendo outro tipo de conteúdo, assim como você encontra YouTubers que migraram para o PornHub, mas o foco da plataforma é o conteúdo adulto mesmo.

      2. Qual serviço de nuvem você recomendaria a assinatura? Lembro de uma dica tua num Post Livre do passado sobre o serviço NextCloud do Hetzner.

        1. Depende do teu objetivo e orçamento, mas o que eu recomendo é o Tresorit, que é um dos poucos serviços do tipo com criptografia de ponta a ponta e foco em privacidade.

          O Tresorit não tem código aberto, um dos motivos pelos quais eu não o uso, mas isso não é problema para todo mundo.

          Se o Tresorit tiver fora do orçamento ou você não gostar do serviço, o NextCloud da Hetzner é muito bom e tem um preço ótimo, e tem também o Storage Box, também da Hetzner, que é menos focado no usuário final, mas utiliza vários protocolos abertos.

          Os servidores da Hetzner ficam na Alemanha, então talvez a velocidade de download e upload não seja das melhores, mas você pode pedir o reembolso em até 30 dias.

    10. Netflix: 32,90
      Amazon Prime: R$ 7,42 (assino o anual de R$ 89)
      Spotify Família: R$ 34,90
      Microsoft 365 Família: R$ 10,00 (peguei o personal, que adiciona 9 meses em uma conta família, em uma promo por R$90)
      iCloud 200GB R$ 10

      Dá quase R$ 100

    11. Estou nessa média aí. Assino Netflix*, DirectvGo*, Spotify estudante, DisneyPlus*, Amazon Prime, Xbox Gamepass PC – Total R$ 120,19.
      Usando o Kotas, esses com * eu compartilho e economizo um pouco.

    12. Link de internet: R$120,00 (200Mbps)
      Celular: R$40,00
      Netflix: R$33,00
      Disney+: Esse divido o plano familiar com meu filho e mais uma turma, acho que dá ~R$8,00/mês
      Evernote: R$40,00/ano

      Gostaria de assinar algum serviço de armazenamento em nuvem. Particularmente gosto muito do Dropbox, mas os preços deles não são muito amigáveis…

    13. Tudo está indo para esse modelo de assinatura. Meu sobrinho usa um carro através de serviço de assinatura mensal como aluguel, hoje soube que a marca Reserva lançou assinatura de camiseta por R$ 25 mês. :-/

    14. Não fiz… mas sei que talvez assine muito. Porém, a situação $ está ok. Sabe aquela coisa do “um dia que tudo estiver sob controle vou pagar porque posso”. Mas somos em duas pessoas em casa que dividem o uso e o pagamento:

      – Amazon prime
      – Netflix
      – DirectvGo
      – HeadSpace (conta?)
      – Apple One (jogos, música, tv e nuvem)
      – Google Drive
      – PSN
      – Office

      E tem alguns apoios / padrim / picpay de conteúdos que acho muito legais.

    15. Comecei a fazer o levantamento aqui, mas parei quando percebi que só de jornais/sites já chego na média de serviços assinados do brasileiro :P

      Por outro lado, não pago streaming de vídeo (uso as contas de gente próxima a mim).

      E, no geral, controlo bem todos os gastos, então apesar dessas assinaturas serem numerosas, elas não estouram nem ajudar a estourar o orçamento.

      1. Então você é o famoso “parasita” de Netflix alheia? hahahaha

        Brincadeira à parte, não vejo nenhuma “revolução” com relação a gasto com streaming de filmes e séries, pelo menos. O modelo padrão (e legal) de ter acesso a essas mídias, antes da Netflix, era através de TV por assinatura, que também era (e ainda é) pago mensalmente. Talvez ainda mais caro, com pacotes de canais que facilmente passavam 200 reais, enquanto que só o Amazon Prime é 9,90 por mês. Talvez as duas únicas mudanças notáveis foram a dispersão em diferentes serviços de streaming e o acesso de classes mais baixas, justamente por conta do valor (na minha época, TV por assinatura era considerada “coisa de rico”).

        1. Sou! Mas, em minha defesa, eu paguei durante anos; agora estamos revezando, é a vez de outro pagar :)

          O valor de acesso é uma diferença brutal entre streaming e TV a cabo. Eu nunca tive TV por assinatura — meus pais nunca cogitaram, e depois que eu passei a trabalhar e ter minha grana achava que não valia o custo pelo tanto que assistia TV. Com streaming, é (era, né?) o valor de um lanche por mês. Hoje está mais caro, mas ainda assim nem se compara com TV por assinatura.

          Não é à toa que só a Netflix já tem mais clientes no Brasil que a TV por assinatura.

    16. Aí eu queria levantar uma outra discussão: o que entra aqui na discussão como “assinatura de um serviço”? Todos nós temos gastos fixos (ou quase fixos) mensais: conta de luz, água, internet, celular, aluguel, alimentação, etc. A matéria inclui no bolo: academia, pedágios e “gastos com habitação” (?). Todos eles são serviços, de fato, mas nenhum desses é novidade pra mim.

      Mas eu entendo que o mote da discussão é sobre serviços digitais, que de algum tempo pra cá, viraram novidade e se espalharam feito praga. Então, aqui minha lista:

      – Office 365 (que pago mais pelo OneDrive, o Office eu nem faço tanta questão)
      – Netflix
      – Amazon Prime
      – Disney+
      – Spotify (que resolvi migrar para o YouTube Music, mas ainda gerencio o grupo com amigos, pra ficar mais barato – em compensação não entro na cota)
      – YouTube Premium + Music (que assino mais pelo benefício de não ter propagandas no YT na TV, já que não tem como tirar por outros meios)

      Nenhum desses serviços eu pago individualmente, todos eles eu sempre estou dividindo o valor com um grupo de amigos e/ou familiares, o que possibilita meu acesso a vários deles (caso contrário eu só ficaria com a Netflix ou Disney+ e Amazon Prime, que é mais barato). Então, apesar de não fazer os cálculos, dá pra dizer que fica menos de 100 reais por mês (ou algo próximo disso).

      1. Bom ponto, Diogo.

        O que se fala de assinatura de serviço acho que define serviços de informação (jornalísticos em geral) e entretenimento (plataformas de streaming e serviços tipo “OnlyFans”)

        Uma coisa que nunca vi a fundo é como é cobrado tarifas sobre produtos de mídia no mundo. Sei que ao menos no Reino Unido e Alemanha, existe um “imposto sobre TV e Rádio”, que tem que ser pago conforme o número de equipamentos no Reino Unido , ou no caso da Alemanha, sobre cada domicílio – e o não pagamento pode render uma prisão.

    17. Ghedin, você poderia indicar o Kotas para poder compartilhar as assinaturas. Quanto ao o que assino: Belas Artes à La Carte(um MUBI brasileiro e bem mais barato), Netflix, Prime e Amazon Prime.

    18. Eu assino mais serviços do que gostaria. O Netflix está conosco desde 2009, mais ou menos. O Prime adotamos no inicio da pandemia, por conta do frete em alguns produtos. O DisneyPlus minha filha descobriu por propagandas, e depois do teste não nos permitiu sair. E por fim, onde estou morando o sinal de TV aberta é ruim, então estavamos com o DirectTV GO. No momento está suspenso por problemas no sistema de pagamento deles, mas como temos direito a 5 naos de HBO, é bem provável que voltemos pra usufruir das séries que tem lá. Só não me arrependo completamente porque minha filha, de fato, passa por todos os streamings de forma quase diária.

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