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Post livre #263

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

151 comentários

  1. Parabenizo e agradeço a todos que oferecem esses comentários enriquecedores aqui no PL. Sou novo no MDU e o nível de comentários aqui se desenrola de maneira amistosa e com educação. Espero contribuir também.

  2. Provavelmente pode ser que vire um fio para o próximo PL, mas acabei de ler uma matéria da BBC sobre o uso de um software de quebra de privacidade para investigação do Caso Henry.

    Eu entendo quando o Ghedin fala de privacidade e proteção de dados – o que é muito necessário ultimamente, apesar de muitos de nós sermos relapsos.

    Só que ao mesmo tempo noto que quando temos uma sociedade com intenções conflitantes a si mesmo, ficamos em um “jogo de gato-e-rato” tentando combater crimes, muitas vezes cometendo outros crimes (Death Note, alguém?).

    Me lembro que um dos casos mais famosos de invasão de privacidade (ou tentativa) antes da Vaza Jato foi a tentativa de quebra de criptografia do HD do Daniel Dantas.

    Me pergunto o dia que vamos parar com isso tudo e simplesmente viver sem se preocupar a ponto de ficar paranoico com segurança. Ou o quanto de criminal ou não uma invasão de privacidade é necessária para combate ao crime.

    1. A privacidade e proteção de dados é realmente muito relevante e se tornará mais ainda. A Sophie Kwasny que é a chefe da Unidade de Proteção de Dados do Conselho da Europa em uma palestra para o Data Privacy Brasil asseverou que o direito a privacidade é um dos Direitos Fundamentais mais importantes para este século.
      Quando você assevera que “temos uma sociedade com intenções conflitantes a si mesmo” esse conflito existe através de contextos que enfatiza a maleabilidade da privacidade de acordo com o cenário, neste viés, o compartilhamento de dados de uma compra sem o consentimento do titular seria algo inaceitável, ao passo que a instalação de câmeras em sinais de trânsito/públicos muitas vezes são consideradas legítimas. Helen Nissenbaum discorre esse tema em seu louvável livro Privacy in Context: Technology, Policy, and the Integrity of Social Life.
      Ressalto que esses casos são bem específicos, que levam um contexto em si, em regra o Marco Civil da Internet em seus arts. 22 e 23 definem como deverá ocorrer essas ações. Recomendo ler também alguns exemplos: “Juiz pode pedir ao Google dados estáticos por localização e palavra-chave, diz STJ” e “Google não consegue suspender quebra de sigilo de dados de grupo de usuários não identificados”.
      Também me pergunto o dia que vamos parar com isso tudo e simplesmente viver sem se preocupar a ponto de ficar paranoico com segurança. Já quis criptografar tudo, já quis usar várias soluções que não me traziam praticidade e nem uma experiência de usuário adequada, ficando hoje no meio termo, no entanto com a consciência pró-privacidade e proteção de dados.
      As formas de combater um crime na história são bastante diversificadas e eu creio que o Estado não abrirá mão desse tipo de ferramenta ainda mais nessa era digital, ainda mais quanto a sofisticação dessas ferramentas, vide o caso de Edward Snowden.
      (Queria ter inserido os links para um acesso fácil mas não consegui) :/

  3. olá, prezados,
    ando considerando cada vez mais deixar de lado a área jurídica e partir pro mundo da TI. poderiam opinar sobre qual seria um norte interessante a se seguir, visando entrar no mercado de trabalho e manter um trabalho remoto no pós-pandemia?
    para além de lógica de programação básica, ainda não conheço nada. andei pesquisando sobre cloud / devops, ciência de dados e bi, desenvolvimento ios, uma rotina backend padrão… enfim, são inúmeras as possibilidades de caminhos profissionais e eu to meio perdido por enquanto. no momento tenho estudado python e nada mais. quanto mais opiniões melhor, por favor!
    um abraço.

    1. Estranho a galera não ter respondido.

      Não sou da área de programação, mas tipo, noto que quando você curte algo e domina, você vira uma boa referência e as pessoas aceitam que você trabalhe com elas.

      Sinta que caminho é o melhor para ti e a área que você tem mais facilidade para poder trabalhar. A gente pode falar que “ah, vai para desenvolvimento iOS”, e vai que amanhã a Apple vai a falência? ;p

      Essa é a graça e o dilema da área de informática – são diversos caminhos que você pode seguir.

    2. Eu acho que é algo muito complicado de se responder. Digo, quando se faz faculdade, você consegue ter noção de várias áreas e decidir qual seguir com base no que você se sente melhor ou simplesmente gosta. Chegar aqui e dizer, “aprende a programar em Python” é fácil, mas eu acho que é bem mais complexo que isso, sabe?!

      Eu indicaria fazer algum curso básico de Full Stack para ter uma noção geral da área de programação. Mas, uma área que esta crescendo muito é a área de dados, manipulação etc (data science), seria um segundo curso que indicaria, aprender sobre metodologias ágeis é outro curso que faria onde, você poderia entrar como profissional, tipo “gerente de projeto”, mas com menos “poder de decisão”, um quarto curso seria mais focado em mexer com nuvem / gerenciamento na Azure / AWS.

      A área de TI é muito extensa, é muito complicado indicar algo. Tenho um amigo que fez engenharia civil e hoje trabalha com ciência de dados então eu diria que não é impossível mas, essa conclusão deve vir de você, na minha visão.

  4. Oba, bão?
    Dica pra quem, como eu, NÃO CONSEGUE lembrar que dia cai no cartão os 7384478 streamings que a gente assina.
    Esse site (que tem app também) ajuda pra caramba. E tem um design ó, brabo.
    https://budg.co/

    1. como é a privacidade aí? e vi os permissões de app, parece ter muitos permissões.

      1. rapaz, olha, pelo menos no meu app aqui, não precisou de nenhuma não, viu?
        no seu precisou?

  5. Bom dia.
    Queria tirar uma dúvida com usuários de celulares da Samsung sobre a pasta segura. Ela tem a função de duplicar apps e colocar uma camada de segurança de acesso somente? Ou ela tem a função de ser “segura” mesma, no sentido de eu poder baixar um app de fontes de terceiros e, ao executá-lo dentro dessa pasta, ele restringir as permissões do app, por exemplo?

    1. Eu não tenho celular Samsung, mas nunca me passou pela cabeça que essa pasta segura da Samsung fosse algo no sentido de criar uma “sandbox” para execução segura de aplicativos.
      Para mim sempre foi só uma camada extra de segurança para não permitir que outra pessoa que esteja usando o seu celular possa abrir o aplicativo.

      Dei uma pesquisada no Google é ache isso aqui, o que corrobora a minha opinião:
      “Pasta segura
      Você já conhece a pasta segura?
      A Pasta Segura protege conteúdos particulares e aplicativos como fotos e contatos de serem acessados por outras pessoas. É possível manter conteúdos particulares e aplicativos seguros mesmo quando o aparelho está desbloqueado. Sabe qual a melhor parte?”
      Fonte: https://www.samsung.com/br/support/mobile-devices/como-configurar-a-pasta-segura/

      Aguardemos contribuições de quem usa a Pasta Segura

      1. Nunca tive um Samsung com Pasta Segura ou Knox, mas acho que é o dito: é uma “sandbox”, ou ao menos alguma área com criptografia aprimorada.

    2. Até onde sei, a Pasta Segura é isolada do sistema, mas os apps ali dentro ainda têm acesso ao seu número de telefone e sua identificação. Por isso, acho que não é uma boa ideia testar apps suspeitos nesse ambiente.

  6. Com a saída da LG do mercado mobile, é certo que vai ter muito aparelho bom a preço de banana. Pensando nisso, passei a olhar o G8X (aquele com duas telas que lembra um DS) com outros olhos.

    Será que vale a pena pegar um high-end da LG hoje?

    Obs: Não ter mais updates, pra mim, não é problema, já que a LG nunca atualizou seus aparelhos, mesmo.

    1. se fizer questão de update o xda deve abraçar os aparelhos e aposto que vai ter várias ROMs

    2. Vale se o preço for bem abaixo da média de mercado.
      Quase peguei o G8X numa promoção a 1997 à vista, perdi porque meu celular atual ainda tá bom. O preço tava excelente e ainda vem com snap855, melhor que os exynos da samsung.

  7. Graças ao manual do usuário eu vou redescobrir RSS. Onde posso encontrar boas sugestões de slow news (como o manual)? pode ser de qualquer assunto. Obrigado desde já

    1. Acho que a maioria que eu acompanho hoje eu conheci através do MdU, outras pelas minhas andanças na internet. São elas:
      Garimpo https://nucleo.jor.br/newsletters/garimpo
      Giro Latino https://girolatino.substack.com/
      Bits to Brands https://www.bitstobrands.com/
      Baixa Cultura https://baixacultura.org/
      DigiLabour https://digilabour.com.br/
      Associação dos Sem Carisma (essa eu não conheci através do MdU e é bem diferente das outras indicações, mas vou mandar pq acho bem divertido) https://associacaodossemcarisma.mailchimpsites.com/
      Tem algumas editoras que mandam newsletters bem interessantes, não só com propaganda. Lembro agora de duas que recebo: Editora Elefante https://elefanteeditora.com.br/ e Editora Aleph https://www.editoraaleph.com.br/

  8. Qual alternativa vocês recomendam à newsletter Canal Meio? Comecei a ficar com um pouco de ranço, do mesmo tipo de desenvolvi pelo podcast Mamilos.

    1. Achava que era só eu que tinha pegado ranço. Quase não fala nada de notícias internacionais, mas tem uma sessão inteira pra irrelevâncias. Agora vender NFT de arte mixuruca é o fim.

    2. Registrar aqui minha sugestão de alternativa ao Mamilos: o excelente Angu de Grilo.

      1. Vou experimentar o Angu de Grilo.

        Eu ouvia o Mamilos, mas acabei parando. Começou a me incomodar, mas é um sentimento difuso. Não sei explicar direito o porquê..

      1. Olha, eu nunca escutei direito o canal do Mamilos, me lembro de ter tentado escuta-lo duas vezes.

        O tom da pessoa que fala tem uma soberba bem estranha, sabe? Tipo, a pessoa fala “com ar de superioridade”.

        Sei de pessoas que relatam que o canal já entrou em temas e a posição do Mamilos era contrária ao que as pessoas acreditavam que eles opinariam.

        Há o fato também que aparentemente (dado que nunca acompanhei direito) o canal se diz “de centro”, então tanto parte da esquerda quanto parte da direita vai implicar com o canal.

      2. A ojeriza ao Mamilos deriva, acho eu, do fatídico episódio em que convidaram o Primo Rico e a Nath Finanças para falarem de finanças. Não cheguei a ouvir porque não deu tempo — a repercussão foi tão ruim, e pesada, que elas tiraram o episódio do ar e pediram desculpas. Tem uma análise no ObjETHOS.

        Antes disso, muita gente já torcia o nariz para elas desde que o Mamilos passou a ser patrocinado por um grande banco. E, claro, há críticas das mais diversas à linha editorial do programa, como acontece com qualquer projeto de cunho opinativo.

        1. Eu deixei de ouvir no episódio que elas começaram a fazer propaganda abertamente pela reforma da previdência, indicando o plano de previdência do Bradesco e, principalmente, atropelando o tempo todo a Laura Carvalho. Ali foi canalhice pura. Antes disso era opinião A x opinião B, ainda que quase sempre elas puxassem mais o programa pro liberalismo econômico e do ajuste fiscal, era OK ouvir pra mim. Eu até entendia alguns pensamentos “do outro lado”.

          Dois programas especialmente ruins foram esse da Nath Finanças – que eu não ouvi – e um dos primeiros programas, sobre pirataria, onde elas chamaram o Chemale do PIRATAS e quase não deixaram ele falar, ao passo que a advogada de empresas e direitos autorais falou por cima de todo mundo o tempo todo.

          1. parei de ouvir qdo uma delas falou que amava pão com calabresa.

    3. parei de ler o ‘meio’ por conta do especismo recorrente… cheguei a critíca-los por isso há uns dois anos… era o fim da picada. eles não me responderam diretamente, mas logo após a crítica, um dia colocaram lá uma sugestão de leitura de um artigo crítico à exploração animal e um outro q ‘ponderava a questão’. fora q esses resumos de notícia diário, sei lá, não sei se ajudam muito na verdade. orientam muito a sua leitura e as suas escolhas.

  9. Estou “montando um mac” (mais conhecido como “hackintosh”) mas ainda faltam algumas coisas chegarem. No final, terei dois computadores, um mais parrudo e esse “mac” mais simples.

    Gostaria de saber se existe alguma “central” na qual eu plugue meus dispositivos nela (fone, mouse, teclado etc..) e quando eu for mexer em um dos computadores, eu “selecione” em qual deles os periféricos irão funcionar. (claro que eu gostaria algo mais simples possível, mas que, ao menos, o teclado e mouse consiga fazer essa transição de forma simples)

    1. Sei que tem aplicativos tipo “Mouse Without Borders”, mas sinceramente sou meio cismado com esta ideia de um jogo de periféricos para dois PCs. Se for físico, recomendo usar um “KVM Genérico” para isso.

      1. Era isso mesmo, KVM. Muito obrigado @Ligeiro. Vou comprar algo da China mesmo rs.

        1. Tem barato por aqui mesmo. Chinês vai demorar muito e o dólar não contribui.

          De qualquer forma, espero que tudo dê certo.

    2. Só lembrando que com a migração dos Macs, de processadores Intel para os SoCs ARM da própria Apple, o futuro dos hackintoshes está com os dias contados. Falaram em 2 anos de transição e a Apple é “excelente” em deixar de dar suporte a máquinas que ela considere antigas. Nisso, o suporte ao hackintosh vai por água abaixo também. Lembro que na época em que migraram de PowerPC para Intel, apenas uma nova versão do OS X foi lançada para as duas arquiteturas, a 10.5 (Leopard) o que deixou muito Power Mac G5 que ainda eram putas máquinas na época, a ver navios quando o 10.6 (Snow Leopard) foi lançado e logo ninguém mais desenvolvia para a arquitetura.

      O que quero dizer é: Se essa máquina for só para rodar o macOS, não gaste muito com ela, já que para esse propósito a vida útil dela não deve ser muito longa.

      1. Estou montando algo “simples” mas que dure: Core i3 de 4 geração, 16gb de RAM ddr3 e uma GT710 de 2gb (estou escrevendo um post detalhando melhor, mas ainda faltam peças para chegar, algumas da china inclusive). Voltado para trabalhar mesmo e uso no dia a dia fora as “jogatinas”.

        Já sobre o suporte, minha visão é que, para computadores de alto desempenho a Apple deve manter AMD/Intel, principalmente pelo suporte a quantidades exorbitantes de RAM. Mas sua visão não me é descartada, e se realmente acontecer, eu instalo Linux e dou para os meus pais.

        1. Sinceramente eu não acredito que o suporte vá durar muito tempo depois que a transição for concluída.

          A questão do suporte a quantidades exorbitantes de RAM é um mero posicionamento da linha: O M1 equipa as máquinas de entrada. E mesmo sendo a entrada, o desempenho se mostrou similar ou superior em algumas situações às máquinas topo de linha com Intel. É questão de tempo até que vem um Mx já com a quantidade exorbitante de RAM embarcada.

          1. Simm, eu concordo que depois que migrarem 100%, o suporte deve ser encerrado, mas espero fortemente que demore hahahaha. Comprar um Mac hoje em dia já era inviável, e agora com essa possível transição e encerramento de suporte, não é mais uma opção.

      2. Saudades do G3 Pismo que até módulo de bateria tinha. A Apple virou a pior empresa possível para se comprar hardware.

        Meu sonho sempre foi um G5 Dual. Ainda queria ter um apenas por ter.

        1. Sim! Simplesmente o computador mais bonito já feito. E ponto final. Também adoraria ter um só por ter.

        2. Cara, não tive o Pismo, mas essa época, pra mim, foi a melhor da Apple em termos de produtos: máquinas competentes, expansíveis e bem feitas. Fora o sistema: o ápice das GUIs da Apple foi com o Platinum. Trabalhava com os monitores CRT de 21″ da Apple e a tela era enorme. O Big Sur, numa tela maior e com mais resolução hoje parece ser apertado com tanto espaço desperdiçado pelas firulas da interface. Adoraria poder usar o Platinum de novo num sistema atual.

          E um G5 ainda está na mira para a minha coleção!

          1. Sim, o Platinum e, de certa forma, o macOS 9.x eram mais bem feitos do que a série X do macOS. Eu gostava muito da interface até o Lion, contudo. Depois disso eles “modernizaram” o macOS pra ficar mais parecido com o iOS e começou uma derrocada de estilo e funcionalidade.

            O Big Sur eu nunca cheguei nem perto por questões de “não conheço ninguém que rode”, mas esse problema de “clutter” da interface do macOS se vê desde o High Sierra, pelo menos. O Big Sur é um iOS pra desktop. Acho sofrível todo o redesenho da Apple ao redor da “experiência” do iOS.

  10. Alguém viu sobre a “operadora” Veek? Qual sua opinião?

    1. To fora dessas sub-operadoras que utilizam a rede de outras.

    2. Só porque tu falou acabei de procurar. Estranho. Uma “operadora freemium”? Que oferece “gigacoins”? (antigamente era milhas, agora é “coins”). Muito estranho mesmo… :\

      Eu tou quase indo para o “Correios Mobile” porque a Claro tá esquisita comigo. Mas sei lá.

      (Tenho a sensação que já escutei este nome “Veek” antes, em algum lugar…)

      E alguém aí se lembra da AEIOU?

        1. Não conhecia esse passado…

          A minha maior preocupação (perante a atual postura da Veek) é com qual frequência eu vou ter que ver os anúncios e por quanto tempo isso ira durar, não espero sair do Vivo Easy já que meus créditos não expiram (comprei internet no final de 2019 e ainda tenho 80GB para usar) e nem usar a Veek como operadora principal.

          1. Pelo que li rapidamente em alguns comentários, aparentemente é um anúncio por dia, por acesso ou por hora, dependendo das condições. Nos comentários do Tecnoblog tem relatos lá de uso.

        2. Repetindo aqui o que comentei no TB: Não dá pra confiar numa operadora que começou como esquema de pirâmide.

          1. Isso. Eu tava pensando aqui uma coisa: hoje que é fácil conseguir um “bloqueador de anúncios”, como a Veek vai provar à quem investe em anúncios com ela se as pessoas viram mesmo a propaganda.

      1. Então, estou pensando em testar, irei manter meu Vivo Easy e usarei essa Veek para realizar ligações já que é “gratuito e ilimitado”.

  11. Fala, Jovens!

    Aproveitando o hype de mais uma besteira que a Dani Noce falou, dessa vez sobre TDAH, queria saber de vocês: Alguém aqui foi diagnosticado? Como foi o diagnostico e o tratamento? Sentiram muita diferença na rotina e no trabalho?

    1. Eu tenho ansiedade. Até hoje não sei se estou num pé no TDAH ou não.

    2. Não tem uma discussão sobre a existência ou não de TDAH?
      Ou talvez fosse só do “DA”…

    3. Até 30 segundos atrás não sabia da existência da moça… acho que não perdi nada.
      Enfim… assim como o Ligeiro escreveu, eu tenho ansiedade (na verdade tenho tido no último ano, não costumava ter), mas o filho de uma prima tem TDAH. Ele vem recebendo tratamento há alguns anos e segundo minha prima melhorou bastante, mas ainda assim é uma luta diária. No colégio ele é um baita aluno, muito inteligente. Passa o dia inteiro inventando coisas, desmonta bicicleta, remonta, toca música, faz esportes, não para. O tratamento em si eu não sei exatamente como foi/é. =/

      1. Não sei se estou falando besteira (tem psicólogo por aí?), mas TDAH, dado que é justamente a questão da hiperatividade e falta de foco em algo, os tratamentos tem a haver com gerar foco e atenção. Exercícios para fazer um roteiro de iniciar e terminar algo (como montar e desmontar bicicleta por exemplo).

        Quando falo em ansiedade, no meu caso tem um pé dentro do TDAH – me lembro de ser superativo na infância, o ponto é que nunca tive um tratamento adequado, só algum período no psicólogo quando criança. Terapia mesmo tenho tido nos últimos anos, mas pausei por questões financeiras. Hoje sou mais “tranquilo”, mas ainda as vezes me ataca os anseios. Ao menos consigo ter uma consciência melhor, coisa que eu não tinha tanta noção antes.

        1. Cara, ele tem roteiros, sim. Eles pratica esportes e toca instrumentos, tudo com professores e horários definidos. Sobre o desmontar e montar a bicicleta, a última vez que visitei minha prima foi ano passado e até ela comentou que ele muitas vezes desmonta e monta tudo novamente para limpar e coisas assim. Até onde sei ele não costuma deixar a bici pela metade…

          1. Então o tratamento está funcionando.

            É uma pena que não tenha psicólogos dando uma voltinha pelo PL para nos elucidar. :D

        2. Já tentou melhorar a alimentação com auxílio profissional ?
          As vezes é só resultado de anos de má alimentação

  12. essa semana precisei reinstalar o SO do meu android e usei uma ferramenta chamado swift backup (precisa de root) para recuperar todos os aplicativos instalados (independente se veio da play store) inclusive com todas as modificações e logins que tinha.

    uso a ferramenta a bastante tempo mas nunca a tinha usado desse jeito e fiquei bem impressionado, não precisei ir no itaú autorizar o token nem mandar foto pro nubank pedindo autorização pro aparelho.

    ouvi falar que o backup da apple é bem melhor que o google, mas a pergunta é, pq o google não o melhora? eu o acho bem cru, no meu caso só precisei baixar o swift backup da play store pq ele fez todo o resto, se tivesse confiado no google teria o trabalho de logar e configurar tudo (além de baixar os apps que tenho fora da play store)

    1. Há muito tempo eu usava o Titanium Backup para fazer exatamente isso. O ponto ruim é que também precisa de root. Seria muito bom, de fato, uma solução nativa sem a necessidade do root. Parei de usar o Titanium justamente por esse motivo.

      1. eu parei de usar o titanium pq ficou muito defasado, gostava muito dele,até pq tinha mais serviços (como congelar APP), enquanto o Swift é só backup e restauração, mas faz isso de forma louvável.

        sim, root é chatinho msm, mas como no xiaomi não é difícil eu o fiz.

        1. Deixei de fazer nem tanto pela dificuldade (nunca achei difícil, na verdade). É chato alguns aplicativos serem barrados por causa do root e ter que ficar brincando de gato e rato para burlar esse bloqueio toda vez que sai uma atualização. E, no final das contas, é o que você disse: Por que o Google não implementa isso de forma nativa no Android (de preferência via PlayServices, que abrangeria a todos os aparelhos)?

    2. Usei o Swift Backup por um tempo quando costumava trocar a ROM do meu Xiaomi e era ótimo. Facilitava muito.

  13. Com o fim da linha para os celulares da LG, eu acredito que a empresa deveria investir em dispositivos de automação residencial e firmar parcerias com mais empresas do setor para fortalecer o conjunto já que nessa fase de pandemia (que vai longeeee) estamos passando mais tempo em casa, seria um bom concorrente para a plataforma SmartThings da Samsung.
    Sei que existe o LG ThinQ, mas ele é muito limitado e tem poucos produtos dentro da LG. Aqui no Brasil temos a Positivo que diz ter ganhado bons rendimentos com automação residencial.

    1. A LG tem obviamente outros seguimentos que atua e já tem seus lucros (salvo engano equipamentos de ar condicionado, fornecimento de peças (tal como Samsung), etc…

      Fico com dó é do fechamento da fábrica. É um desperdício de recurso que poderia ter alguma mitigação.

  14. Já tentei várias vezes postar um comentário (meio grande) aqui hoje. Na primeira vez deu “você está comentando muito rápido” e, nas seguintes, informou que o comentário é repetido.

    1. Geralmente retornar a pagina com o “Voltar” do navegador acaba recuperando a mensagem que estava escrita.

      E quando aparecer esta mensagem do “comentando rápido demais”, volte e espere um pouco, pois pode ser que deu dois comentários ao mesmo tempo.

      (Eu esqueço de pegar a mania de escrever em um editor de texto e depois mandar para os comentários…)

      1. Na real eu escrevi o texto antes num editor, então eu tenho ele salvo. Agora vi que o comentário apareceu :)
        Obrigado!

  15. Alguém aqui já testou The Odin Project?

    Iniciei recentemente e estou achando interessante, quase um roadmap para aprender o básico do webdevelopment.

    De experiência pessoal aprender a programar para alguém mais velho (Faço 27 mês que vem). Que já trabalha e tem carreira fora deste meio é muito difícil. Pois exige uma disciplina e consistência que eu por diversas vezes falho. Mas vou continuar tentando e recomeçando até que uma hra eu consiga.

    Vocês aprenderam como? Indicam algo? Testaram o Odin Project?

  16. Cansei de usar modo escuro em tudo (Windows e Android).
    Essa semana resolvi desabilitar o modo escuro do Windows e do Android. Deve completar 3 anos que estou vivendo na ‘escuridão’. Depois de 2 dias usando tema light em ambos sistemas, a impressão é de que o psicológico mudou, uma sensação de visualizar algo mais ‘aberto’, como fixar o olho em uma paisagem distante enquanto o modo escuro dava uma sensação de estar enclausurado.

    1. Acho que é por isso que de certa forma gosto do “modo escuro”: ele faz a gente focar no que está em contraste (que neste caso, é o claro).

      Não uso em tudo, mais no celular que uso.

    2. pior que tive um problema com isso agora, estava no modo escuro e fui enviar um comprovante de pagamento por e-mail, a pessoa recebeu tudo em branco, aí tirei do modo escuro e enviei de novo e o comprovante ficou legível.

      1. Você “salvou em PDF”? Pois provavelmente pode ser isso – dado que no modo escuro, as letras ficam brancas.

        1. não, só usei a opção de compartilhar direto do aplicativo do banco

          1. Acho que quando ele compartilha, ele gera um PDF baseado no arquivo que está a sua mostra. Por isso. Manda uma mensagem pro banco para indicar, pois é “bug”.

    3. Para mim, o modo escuro só faz diferença quando estou em um ambiente completamente escuro, e como isso é raro, acabo não usando nunca.

    4. Eu não gosto do modo escuro de nada, exceto algumas coisas no Windows. Eu uso o Edge com o tem escuro, por exemplo, mas todo o resto é claro*. E faço isso porque a barra de tarefas e o menu iniciar do Windows me soam mais bonitos escuros, ao passo que as pastas e o resto, brancos.

      *Só o MdU fica escuro porque ele deve pegar o modo do navegador pra abrir o tema. Eu não gosto dessa abordagem, confesso.

    5. Já conversei com a minha oftalmologista sobre isso.
      Ela explicou que modo claro/escuro precisa ser usado junto com a iluminação ambiente. Se o ambiente está claro, use esse modo. Se está escuro, use esse modo.
      Segundo ela, isso evita contrastes que forçam a vista e geram um desgaste precoce das células (esqueci o nome das células).
      Para tv, ela recomendou assistir de luz acesa. Caso queira ver de luz apagada, ela recomendou colocar moldura de luz na tv pra ajudar a suavizar o contraste da tv com o ambiente.

      1. Uma coisa interessante que ouvi esses tempos (acho que no podcast da USP) de uma oftalmo é o cuidado que devemos ter com o uso muito prolongado de um modo de visão usado de forma muito prolongada (perto ou longe), ainda mais nas crianças. Já que quanto mais fixados numa tela, maior o prejuízo da visão de longe, e assim por diante, sendo mais prejudicial nas crianças em razão do desenvolvimento.

    6. moda escuro só me incomoda nos filmes de Zack Snyder, no resto eu uso sempre que posso e não consigo voltar, até por já ter problemas de visão e tal, a claridade é bem mais cansativa.

    7. Detesto o modo escuro. Não costumo usar, exceto quando fico trabalhando até um pouco mais tarde e por volta das 23h apago as luzes para não incomodar o sono do meu cachorro (sim, eu sei). Aí, somente com a luz da luminária acesa eu ativo o fundo preto em tudo que dá. Mas não gosto, acho estranho e feio.

  17. Ultimamente tem se falado muito sobre abandonar o WhatsApp e adotar alternativas, supostamente melhores e mais “privadas”. Eu sempre fui muito a favor dessa troca – movido nem tanto pelos diferenciais dos demais mensageiros, mas mais pelo meu asco da empresa Facebook.

    Porém, algo que aconteceu há algumas semanas me deixou com uma pulga atrás da orelha e me fez recuar um pouco no meu posicionamento.

    Estava eu na casa da minha namorada, junto com 2 tios dela (ambos caminhoneiros), os quais estavam discutindo sobre redes sociais. Certa hora, o “tio 1” disse que sua conta tinha sido banida do Facebook (nem quis saber o porquê) e que “a rede social do momento é o Telegram”. Em seguida, ele já quis convencer o “tio 2” a criar uma conta no mensageiro e a entrar num canal que falava sobre política, e passou a mostrar um vídeo sobre o que era falado naquele canal. Entre muitas abobrinhas, ouvi coisas como “o melhor presidente que já tivemos” (o atual) e diversas teorias sobre a “nova ordem mundial”.

    Não deu outra. No mesmo dia recebi a notificação: “tio 2 entrou para o Telegram”.
    Alguns dias depois, a primeira mensagem dele para mim, encaminhada de um canal dedicado a divulgar os benefícios do “tratamento precoce contra a Covid-19”. O post em questão dava destaque para aquela fala da Ana Paula (do vôlei), na Jovem Pan, sobre supostas mortes decorrentes da vacina contra o coronavírus. Na última vez em que acessei esse canal, ele tinha mais de 13 mil inscritos. Eu o denunciei ao próprio Telegram por ser fonte de desinformação, mas até o momento nada aconteceu.

    Não estou dizendo que o WhatsApp seja uma ferramenta melhor e que evite isso (vide como se espalham as fake news no “Zap”), mas creio que a forma como o Telegram funciona – canais com milhares de seguidores e grupos com dezenas de milhares de membros, sem qualquer moderação e que não são tão visíveis as autoridades -, pode representar um perigo ainda maior.

    Por favor, me convençam do contrário, pois eu gosto muito do Telegram e adoraria adotá-lo como único mensageiro.

    1. Tem algumas análise – inclusive do Ghedin, tem que procurar que esqueci o link – que relata este perigo mesmo.

    2. O Telegram não é menos problemático do que o WhatsApp. O modo padrão dele é até menos seguro. A filosofia, ou ideologia, do fundador do Telegram também é opaca, vamos dizer assim, sobre os termos do que ele considera como “liberdade”. Não existe, pelo menos pra mim, vantagem real em usar o Telegram em relação ao WhatsApp. Ambos são problemáticos e o Telegram parece ser muito mais complacente com grupos de ódio e ilegais (não é complicado achar/receber propagandas de grupos de “novinhas”, por exemplo), conforme você mesmo apurou ao denunciar o grupo em questão.

    3. Isso é um problema das pessoas, não da ferramenta.
      Estava conversando com minha esposa sobre isso, pois ela descobriu que a colega de trabalho não é minion e ficou muito aliviada com isso.
      Aí eu falei que não faço mais questão de falar apenas o essencial com quem compactuou com essa palhaçada toda. Infelizmente tem gente que não vai mudar, mesmo se jesus cristo voltasse.

      1. Acho que é um problema dos dois. Não concordo com a visão de que ferramentas são neutras; o design delas afeta diretamente o modo de uso, os incentivos para nos comportarmos de tal maneira e os limites a que estamos dispostos a respeitar ou não. A moderação fajuta do Telegram, por exemplo, é um convite à entrada e permanência de extremistas.

        1. Aí o problema é como moderar. Como custear um algoritmo que faça o filtro. No Facebook mesmo eu canso de denunciar publicação, mas nada acontece. A empresa preocupa-se mais com quem paga do que com a qualidade do anúncio.

      1. Poxa, já havia um post no site espressando todas as minhas preocupações com isso :D
        Nessa época eu estava bastante atarefado no trabalho. Por isso esse post deve ter passado batido.
        Parabéns pelo artigo, Ghedin!

    4. Esse comportamento negacionista e “bolsominion” tem me desanimado mais do que a pandemia em si…

      Fico refletindo onde foi que erramos e quando/como chegamos a esse ponto de ter tanta gente fã de político…

  18. Por algum motivo, o YouTube cismou de me mostrar vídeos de “produtividade” nas últimas semanas. Acabei vendo alguns e notei padrões entre os “gurus”:

    • Eles pulam rápido para novas ferramentas — são early adopters e, em alguma medida (grande, provavelmente), ajudam a fomentá-las. Coisas como Notion, Roam Research e Obsidian, desconhecidos do grande público, são destaques frequentes dos vídeos.
    • Tenho a sensação de que as soluções de produtividade são sempre muito trabalhosas. O Notion, que é talvez o aplicativo mais popular, tem uma barreira de entrada alta ao demandar que você construa um “sistema”. Pela flexibilidade, alguns gurus acabam fazendo gambiarras para concentrar tudo no Notion, mesmo coisas que não parecem adequadas. Listas de tarefas, por exemplo; parece que o Notion não lida bem com recorrência, aí dá-lhe gambiarra para superar essa lacuna.
    • O maior problema, porém, é a complexidade dos tais “sistemas”. São coisas granulares demais, com tarefas meio… bobas? Tipo “fazer café”. Precisa de um registro disso? No fim, fico com a sensação de que manter esse sistema alimentado acaba dando tanto ou até mais trabalho do que fazer os trabalhos de fato.

    Por coincidência, li este post do Brent Simmons sobre listas de tarefas esta semana. Ele diz, em linhas gerais, que não existe sistema perfeito e que todos eles exigirão mais “inputs” (inserções, trabalho) do que você gostaria, ou seja, eles não são mágicos, ainda exigem alguma disciplina.

    Fiquei pensando no meu “sistema”, que acho que nem pode ser chamado assim: são apps básicos (lista de tarefas, notas, o próprio sistema de arquivos do computador) aos quais recorro quando noto uma deficiência (em linhas gerais, quando corro o risco de esquecer alguma coisa). Simples, low-profile, jamais me toma mais do que alguns minutos (segundos?) do dia para manutenção.

    Como vocês lidam com isso? Eu não sou “guru” nem coisa alguma, e nem tenho a pretensão de sê-lo, mas interessaria uma série aqui no Manual sobre essa abordagem mais leve, pé no chão, de ferramentas de produtividade?

    1. Já cai nessa de querer usar esses apps de produtividade e a conclusão que eu cheguei era que eu passava mais tempo configurando e preenchendo os apps do que realmente executando atividades. Atualmente uso marcadores do próprio e-mail pra separar os emails por prioridades, o Google Keep para salvar notas e listas e o Feedly (já uso como agregador de RSS) para salvar links para ler depois. Para atividades com prazos definidos adiciono lembretes periódicos do calendário ( 1 mês de antecedência, outro com 15 dias e assim suscetivamente).

      1. igualmente, cheguei a usar vários e alimentá-los era um porre

        hoje faço quase igual vc, se eu vou lembrar do evento eu nem anoto na agenda, mas quando ele é mais pra frente eu coloco (já cheguei a anotar tudo na agenda igual vi uma mulher fazendo, ex: quanto tempo passo no trabalho, na faculdade, fazendo exercícios).

        links geralmente quando leio depois eu mando pro celular, mas caso eu saiba que vou ler bem mais pra frente coloco no joplin e seto um alarme.

        água eu cheguei a usar apps mas me desanimei, então fiz uma gambiarra, comprei uma garrafa de 1L e me obrigo a beber duas ao dia, tem funcionado.

        1. É como o Ghedin falou, começam a anotar tudo, mas sem se perguntar se essa informação vai servir de alguma coisa. Anotar uma tarefa para “fazer café”?? Se der vontade de fazer café vai lá e faz ué.

          Com relação a água, desde que comecei a trabalhar adquiri esse costume de ta sempre com uma garrafa junto.

    2. Eu escrevo num papel, normalmente um caderno. Todo o fluxo, quando eu era editor de uma revista, era controlado assim. Compromissos eu anotava no papel e depois passava pro calendário do Outlook pra poder mandar lembretes pras pessoas que eram cruciais na reunião, por exemplo.

      As vezes a gente fica buscando tecnologia onde não precisa. Isso gera mais ansiedade do que ver a sua tia reclamando do PT no Facebook. O mesmo ocorre, pra mim, com a privacidade e com a neura de mensageiros.

    3. Esses produtivos de YouTube passam mais tempo configurando as ferramentas do que propriamente usando de forma real.
      Logo o YouTube vai te recomendar vídeos de minimalistas onde 99% deles não aprenderam o conceito correto de minimalismo.
      Outro dia apareceram dois vídeos de “refeição minimalista”. Até bloqueei os canais.

      Quanto aos apps: dou preferência aos multiplataformas e depois aos opensource.
      Para anotações: simplenote.
      Para tarefas: Microsoft to-do.
      Para marcações: agenda do meu e-mail.

    4. Concordo completamente contigo, Ghedin. Pra mim, quanto mais tempo vc precisa gastar em uma ferramenta de produtividade, menos produtiva ela é. Eu, por exemplo, sempre organizo a minha semana no Google Agenda no domingo a noite e, para notas de reunião, organização financeira, etc, acabo usando o Notion…
      No entanto, eu não uso o Notion como se estivesse fazendo uma página web ~o que é exatamente o que esses gurus fazem~. Pra mim, o Notion é um editor de Markdown online e gratuito e eu o uso para redigir textos lineares, mas com realces que facilitam a leitura. Além de ser bem prestativo olhando por esse ponto de vista, ele permite que eu consulte as coisas pelo meu celular em qualquer lugar, o que é muito cômodo também.

    5. Tive uma ótima relação com o Notion até, sei lá, o quarto mês de uso. Desisti de usar porque no fim das contas percebi que se tornou uma ferramenta complexa demais pro que eu precisava. Costumava guardar anotações de cursos e matérias da faculdade, mas voltei à estaca zero, que é passar esse conteúdo pro Pages e salvar o pdf no iCloud/Arquivos. Do iOS, deletei o Lembretes e mantive só o Notas, que é onde concentro minhas anotações organizadas, e o Calendário, que acho bastante útil por conta da integração com o macOS. Basicamente é isso, também tentando tirar máximo proveito dos apps nativos.

    6. No grupo, comentei que não uso nada, mas sendo mais preciso:

      – Agenda: o trabalho usa Outlook, então não tenho muito o que escolher. Nem o que reclamar, tudo que é reunião e evento associado ao trabalho, está nele.

      No pessoal, uso o Google Calendar para eventos pontuais e distantes. Lembretes no celular, aí é qualquer app pré-instalado, para coisas menores de curto prazo (descongelar algo por exemplo).

      O Google Calendar, eu devo usar 10x no anos, no máximo. Minha vida pessoal é pacata e agora mais ainda.

      – Notas: eu uso OneNote no trabalho por obrigação. Nada muito errado nele, mas no geral prefiro Evernote. Uso bem pontualmente, mais para organizar documentos e algumas referências, especialmente coisas que percebo estar sempre pesquisando de tempos em tempos.

      No pessoal eu uso Evernote, mas basicamente para organizar documentos do Imposto de Renda anualmente. Além disso, usei para controlar os papéis da compra e reforma do apartamento, sempre gostei bastante.

      – Tarefas: não uso nada para controlar, nem no trabalho nem no pessoal.

      No trabalho, eu tenho umas 5-6 tarefas macro (e.g. realizar estudo X, montar apresentação, testar modelo, etc…). Em geral, meu chefe prioriza algo, mas caso contrário eu vou alternando meio arbitrariamente.

      A gente não trabalha com controles de produtividade, tipo Scrum PMI, então não anoto sub-tarefas e afins. Só mantemos uma daily, para priorizar e atualizar dos avanços.

      Na vida pessoal, eu não tenho muitas tarefas mesmo, minha vida é pacata como eu disse. Mantenho uma rotina de estudos, que pode ser um post no blog ou fazer um curso, mas não tenho metas e objetivos…vou fazendo. Uso Pomodoro para me focar quando estudo, mas não associado à tarefas.

      Sobre uma série de conteúdo: acho sempre válido debater, mesmo que se opte por algo simples no final. Sinto que é algo muito pessoal, mas todos querem uma panaceia. Acho que o jeito é ir pegando dicas e testar na rotina.

      Sendo programador e cientista de dados, estou acostumado com a armadilha de complicar o que não precisa, talvez pecando pelo contrário e sendo muito desorganizado.

      Conteúdo ajuda a refletir sobre.

      1. Acho que também me encaixo na classificação “vida pacata”, mas mesmo assim adotei as listas de tarefas. Como disse no comentário, uso-as para poucas coisas, mas que valem a pena. Por exemplo, para manter listas de compras. Outro uso muito útil é para lembrar de coisas espaçadas, recorrentes, como marcar exames anuais ou fazer uma grande revisão das finanças no final de cada mês. São coisas que eu poderia tentar lembrar, mas que eu muito provavelmente esqueceria ou só me lembraria depois de passado o dia “certo”.

        1. Eu uso lista de compras para quando vou fazer uma receita, mas estou evitando, por motivos de morar sozinho e glicose haha. No dia-a-dia, eu tenho uma noção, se tiver algo especial/eventual deixo anotado na geladeira e vejo antes de sair.

          Exames é meio que uma rotina de final de ano, fora que minha mãe funciona bem para lembrar também. Mas quando eu os marco, aí coloco na agenda as datas e os lembretes, é o uso mais comum da agenda na verdade.

          Imagino que suas finanças sejam bem mais complexas, as contas eu pago/agendo na hora que recebo a cobrança. O meu fluxo de caixa deixo no Toshl, mas me toma quase nada de tempo, porque eu tenho receita/gastos bem estáveis e sempre foi natural para mim controlar. No sentido que, pessoalmente, não consigo nem me imaginar esses relatos de pessoas se endividando em cartão e reclamando de limite alto.

          1. Se você ganha mais do que gasta é uma vida pacata; por outro lado, se você é como a imensidão dos brasileiros (sem falar os quase 60% em insegurança alimentar) que ganham menos do que os gastos básicos, daí o limite do cheque especial e o cartão de crédito acabam sendo usados pra alimentação e moradia. E daí é bem fácil perder o controle e chegar no momento em que se entrega o CPF pro Serasa e era isso.

            Não que eu ache que isso afete quem comenta aqui – sei lá, eu e o Ligeiro talvez? mas provavelmente estou sendo muito inconveniente com ele falando isso – mas é uma preocupação da maioria das pessoas. Por isso mesmo eu tenho um pé atrás com a receita mágica da “educação financeira” e advogo contra os “investimentos” pra quem quase nada de renda. Quem ganha um salário mínimo tem mais o que ensinar do que aprender com esses gurus financeiros.

          2. @ Paulo

            Acho que você matou a charada, Paulo. E, puts, imagino que seja uma preocupação horrível mesmo… No primeiro ano do Manual de volta à independência, quando o rendimento do site não cobria nem o meu aluguel, eu já ficava alerta. E nem era uma situação crítica — eu tinha o acerto com o jornal, que foi generoso, e as minhas economias que cobriam o que faltava, ou seja, risco zero de efetivamente faltar grana.

            É legal ver que alguns educadores financeiros são mais pé no chão com a realidade brasileira, como o Eduardo Amuri e a Nath Finanças. O alcance deles parece menor que os vendedores de sonhos (investimentos), mas creio que, onde eles chegam, devem fazer uma baita diferença. (Ainda que não seja isso o que vá resolver, de fato, o problema, né.)

          3. @Ghedin

            Sim, mas eu acho que o problema é vender a panaceia de controle quando o problema central não é controle.

            Estendendo um pouco mais o assunto: nunca ouvi ou vi nenhum dos dois que você citou, então não faço juízo de valor deles em si, mas a maioria das pessoas que vive no limite do salário mínimo não tem muito o que se educar. Falta dinheiro pra carne, macarrão, aluguel; não tem cafézinho pra cortar ou escolas particular pra diminuir mensalidade. É uma vida espartana de viver no limite do que o capitalismo impõe. E maioria das pessoas vive assim. E a maioria das pessoas não quer viver assim. Então é bastante problemático quando alguém te diz que o problema é “educação financeira” =/

            Invadindo outro assunto não tão relacionado, ainda hoje muita gente ainda acha que o problema das pessoas pobres é “gastar com bobeira”, vide a quantidade de gente que acha que a solução pra escola pública é colocar ensino integral, educação financeira e programação no conteúdo programático dos alunos. Acho que falta pra maioria das pessoas uma espécie de “consciência de classe” sobre o seu lugar dentro do Brasil, principalmente.

          4. Sim, eu sei que só é fácil porque sou rico. Mas tem rico que se perde, porque usa o cartão até o limite e coisas assim, por isso até citei esse caso. Toda essa mercado de apps/influenciadores de finanças veio dessa demanda, até porque é de onde dá para se eles lucrarem.

            Eu seria um fdp de julgar, como muita gente infelizmente faz, a pessoa que gasta com o básico tudo que ganha.

          5. Cês querem que eu abro um outro fio ou continuemos por aqui? Pois aí sai do tema “organização pessoal” e vai para “finanças pessoais”.

            Eu tenho uma leve suspeita que não é só eu o @Pilotti que temos um nível de renda um pouco mais abaixo do nível padrão do leitor médio MdU. Se analisar que tem os “jovens adultos” – galera de 16 a 24 começando a vida econômica agora -, o número aumenta também.

            Abrindo o jogo: meu trabalho de manutenção de PCs gira em torno (suponho, pois não tenho paciência de por em anotação) de R$ 800,00 brutos. Falei brutos. Dentro desconta-se transporte público (antigamente eu tinha moto, mas isso faz quase 10 anos), alimentação (eventual), telefone e gastos eventuais. Acabo tratando o bruto como “líquido” – o “pro-labore”. Tem meses que ganho mais, meses que ganho menos (época de pandemia meus ganhos são bem menores, mas eram compensados pelo auxílio ano passado).

            A sorte é que moro com minha mãe em casa própria, então podemos dizer que tenho um certo nível de conforto.

            Até uns 2 ou 3 anos atrás eu era bem mais descontrolado financeiramente, pois acabava recorrendo a esperar que minha mãe pagasse algumas contas. Aos poucos fui tendo um pouco mais de consciência financeira – graças a terapia também, pois eu interceptei que gastava muito para sair (e não é em balada, blz?) ou não pensava em algo e acabava tendo um gasto errôneo (na verdade isso ainda acontece, tive dois gastos por erro de análise minha nesta semana) – e no final hoje consigo ajudar um pouco melhor a minha mãe nos gastos.

            O ponto é que eu queria ganhar mais para poder por exemplo morar sozinho e adquirir uma casinha pequena, apartamento ou até mesmo um trailer (e ter um pouco de liberdade). Só que bem, no meu caso também tenho questões psicológicas a serem resolvidas.

            Gosto quando o @Pilotti faz algumas reflexões sobre o que o capitalismo induz na “mão de obra” e cidadania, pois ajuda a entender como no final nós como parte da sociedade acaba caindo onde estamos.

          6. @ Paulo

            Com certeza o problema principal não é o como se gasta, mas sim o quanto se ganha. Tanto que a parte mais interessante desses educadores financeiros é transversal às faixas de renda, ou seja, aproveitável/útil para qualquer pessoa, de qualquer classe social salvo as muito ricas — basicamente, aprender a identificar onde se gasta e a renegociar dívidas. Imagino, porém, que para quem as contas não fecham no fim do mês o ganho proporcional seja muito maior, já que em vez de sobrar para ~investir ou se dar algum luxo, uma economia ali significa deixar de privar-se de algo básico, que deveria ser garantido a todos.

            A Nath Finanças eu não acompanho muito. Do Eduardo Amuri, li um livrinho muito bom (que depois dei para um parente, na esperança de que ele rode por aí), chamado Dinheiro sem medo.

          7. Licença @Ghedin e @Pilotti?

            Acho que o ponto aqui que o Pilotti falou é que as faixas de renda mais baixas não tem como entrar as regras dos educadores financeiros. Não que eles estejam certos ou errados, mas é que a margem de ganho é baixa demais para alguma guarda financeira.

            Façamos uma conta: A cesta básica média em Curitiba é R$ 559,73 . Soma-se aluguel (que é a condição mais comum das pessoas, inclusive para quem vive em favelas, por incrível que pareça – e ainda bem que não joguei aqui o preço médio que cacei no google, pois deu R$ 1200,00), transporte público (São Paulo e Curitiba tem os sistemas de bilhete integrado que alivia bem no orçamento, mas mesmo assim é caro manter), eletricidade, água, conta do celular, etc… e os gastos suponho que vão para uns R$ 1000,00. O salário mínimo é R$ 1100,00. Tudo bem, sobrou 100,0 nesta suposição. Mas muitas vezes o 100 é comido por uma necessidade médica por exemplo.

            Claro que condições variam – a minha condição é melhor do que de alguém que vive em uma favela, e a gente acaba comparando com o pior “para galera ter dó”. Mas no final, a ideia é a mesma: organização financeira não funciona para quem tem ganhos baixos ou irregulares e reduzidos. Não desmerecendo o trabalho dos educadores financeiros, mas é que geralmente no caso, não existe margem para guarda financeira.

          8. @ Ligeiro

            A menos que você rechace o dinheiro em si, saber mais de dinheiro é sempre útil, por menos que se ganhe. Conhecer, por exemplo, as diferentes modalidades de crédito, pode dar uma baita diferença entre uma dívida e uma bola de neve.

            Como disse desde o primeiro comentário ao Paulo, na maioria dos casos não é (só) educação financeira que vai resolver o problema, mas esse tipo de conhecimento sempre é útil. Pelo menos enquanto vivermos num sistema em que dinheiro é moeda de troca para basicamente tudo.

          9. @Ghedin

            Pode até ser útil no sentido de “mais conhecimento”, mas a realidade da maioria das pessoas, como disse o @Ligeiro, não condiz com a ideia de que dá pra renegociar uma dívida ou cortar/amenizar um gasto. Esse é o meu ponto principal.

            Educação financeira pra quem tá faltando dinheiro todo o mês não existe. A nossa luta deveria ser por RBU, IR sobre grandes fortunas e herança e salários dignos. 20 anos atrás era comum ler como a China pagava mal, hoje eles tem uma renda média maior do que a do brasileiro. Talvez seja o caso de ver o que aconteceu no irmão de BRICS e fazer aqui (ao invés de “perder tempo” com educação financeira e investimentos malucos).

          10. Indo um pouco além do dito pelo @Pilotti, @Ghedin. Quem está em uma faixa de renda baixa e entra na vibe de quem é “educador financeiro”, se começa a sonhar com uma casa própria e depois tem problemas para pagar, em partes a cultura do “Primo Rico” (pegando o gancho do link que trouxe do ObjETHOS sobre a discussão do Mamilos) sempre acaba prevalecendo para quem tem algum dinheiro na mão e tenta organizar financeiramente para conquistar uma casa, mas no final acaba tendo problemas porque perdeu o emprego ou reduziu o salário por exemplo. “Ah, é superação” alguns diriam. Sim, de fato, na verdade quem ganha pouco está em superação todos os dias tentando ganhar um dinheiro, seja o cara empregado ou autônomo (como muitos de nós).

            A quem “sonha alto”, vai preferir um “Primo Rico” do que a “Nath Finanças”, mais pé no chão e pragmática. Eis um problema. Mas mesmo sonhando alto, a realidade é que muitas vezes as contas não fecham… :\

    7. Eu me sinto um dinossauro por isso, mas eu ainda uso agenda física. Anotar e visualizar qualquer informação no papel faz com que eu recorde com mais facilidade o que eu preciso fazer e eu consigo me organizar melhor. Também comprei um quadro e coloquei em cima da minha mesa de trabalho, lá eu anoto prazos, datas de vencimento de contas… Usei um tempo o app Forest para não mexer no celular e depois desinstalei, mas eu pretendo voltar a usar. Por último, eu uso Excel para organizar os textos que já li/ preciso ler para a faculdade (me ajuda muito no final a organizar as referências) e também tenho uma planilha para os eventos e revistas acadêmicas da minha área se um dia eu quiser enviar algum artigo (o que eu não tenho feito ultimamente). Muito old school!

      1. Vanessa, se o método old school funciona pra vc então está tudo certo!
        Pra pomodoro eu uso o que tem no navegador Vivaldi.

      2. Ter um mapa de leituras na faculdade é muito importante mesmo. Eu sigo os principais periódicos da minha áerea com o RSS por meio do feedly e, 3x por semana leio um pouco as atualizações e salvo o que é mais importante em uma lista por prioridade. A cada leitura, um arquivo novo de resumo e assim vou seguindo.
        Aliás, você costuma usar o Capes CAFE pra ler artigos pagos?

        1. Durante o mestrado eu baixava muito artigo nos computadores da faculdade, então o site da Capes reconhecia o IP e o download era feito direto. Hoje em dia todos os artigos que precisei eu achei de graça (acho que em humanas isso é mais comum), talvez se precisar de um artigo pago eu vá me enrolar pq não lembro a senha do CAFE…

      3. Se funciona, como outros já disseram, maravilha!

        Uma coisa que me chama a atenção nos gurus de Notion é que quase tudo o que eles fazem poderia ser substituído por uma planilha do Excel — mais que isso, os templates são quase sempre reproduções de planilhas do Excel 😄 Tem até um app que explora essa semelhança, o Airtable. Conhece? É tipo um Excel, mas menos focado em números.

        1. Eu não conhecia nem o Notion nem o Airtable, estou muito por fora ahahhaha Parece que uma vantagem deles é transformar uma lista de tarefas por exemplo em calendário (foi o que mais me chamou a atenção nos vídeos), é útil mas ainda assim acho interessante usar algo mais simples. A impressão que dá é que complica mais que ajuda.

          Curioso que muitos canais fizeram parceria paga com o Notion, talvez por isso esses vídeos de produtividade estejam aparecendo nas sugestões.

        2. Ghedin, sobre notion vs excel:
          – Uma planilha do excel pode ser aberta em uma dezena de apps.
          – É mais fácil de fazer backup.
          – É mais fácil de entender.
          – É mais segura.
          A segurança do Notion vai do horrível ao inexistente.
          Ninguém sabe o que fazem e para onde vão os dados.

      4. No mestrado, eu controlava leitura de artigos no Excel mesmo, mas para guardar a biblioteca recorria ao Mendeley. Ajudava ter tags e pastas, além de fazer algumas anotações.

        1. O Mendeley é muito bom. Eu pedia, sempre que fosse possível, pros autores enviarem o arquivo de referências deles – a maioria usava, graças a deus – para procurar por auto-plágio e para conseguir indicar avaliadores que não tivessem servido de referência principal pro artigo.

          Eu sei que o Mendeley tem mais umas 100 mil funções além dessas, mas só essa já me deixava feliz na revista =D

          1. No mestrado, o professor que mais falava com a gente sobre o Mendeley, Zotero, era aquele com formação em engenharia, os outros de ciências sociais aplicadas mencionavam esses softwares por alto. Muda muito de área para área, hoje nas humanas nunca ouvi nenhum professor recomendar o uso de nada disso.

            Excel ajuda muito mesmo. Minha tabela de referências era muito útil e já fiz uma nova para o curso atual.

          2. @ Vanessa

            Depende muito dos professores, eu acho. Eu fiz 5 semestres de matemática e nunca tinha ouvido falar do Mendeley. No segundo semestre de Letras (onde eu me formei) a minha professora de psicolinguística já mandou a gente usar pra todos os artigos.

            Muitos autores da antropologia usam também (era a área da revista onde eu era editor), mas não sei se chegam a influenciar alunos a usar.

          3. @Paulo

            Na graduação eu nunca tinha ouvido falar de nenhum deles, só fui conhecer esses apps no mestrado. Os profs da graduação não incentivavam o aluno a seguir carreira acadêmica, escrever artigos (menos quem fazia iniciação científica, que não foi meu caso) talvez por isso nunca tenha ouvido falar, mas acho que os profs novos mudaram o pensamento todo voltado para a prática e já incentivam o aluno a seguir outros caminhos (fiz desenho industrial e depois mestrado em design). Hoje no doc em artes eu não lembro de terem falado desses apps, mas como vc disse, acho que depende do professor mesmo.

    8. Eu basicamente faço listas na mão mesmo se for de coisas curtas. Escrever me ajudar a fixar as informações. Para as coisas que demandam lembretes, uso a agenda do celular mesmo; coisas que demandam um acesso contínuo ou construídas no tempo, uso o Keep ou as notas adesivas do Windows (principalmente no trabalho).
      Não consigo me ver usando esses apps de produtividade.

    9. Bom, acho que o pessoal já resumiu bem: as ferramentas que mais prometem produtividade acabam sendo as que mais sugam ela.
      De uns tempos pra cá, talvez Março/20, tenho prestado maior atenção nas ferramentas existentes, muitas vezes disponíveis na própria plataforma ou dispositivo que já estamos usando. Sobre uma sessão dedicada a isso aqui no site, tenho certeza que seria uma das mais visitadas. Abaixo, algumas das que tenho usado com mais frequência:

      Para salvar artigos para leitura posterior: Instapaper (ele manualdousuariza os textos para leitura offline, assim como o Pocket, porém me parece mais simples)
      Scanner: Embora eu não consiga usar o Evernote, o aplicativo da mesma família chamado Scannable é pra mim a melhor versão desse tipo de ferramenta disponível gratuitamente.
      Lembretes: o próprio do iOS. Uso bastante a ferramenta do lembrete através de localização, seja saindo ou chegando de determinado lugar. Muitas vezes não sabemos o horário em que vamos sair ou chegar, então definir p/ quando a localização mudar funciona bem. Google Keep tem somente p/ chegada se não me engano.
      Funções de e-mail: Adiar e-mails. Se você não utiliza, sugiro tentar.
      Também tenho usado o e-mail pra registrar ações relacionadas a determinada mensagem. Por exemplo: eu opero mais de uma conta PJ da mesma empresa, então as vezes é difícil lembrar através de qual delas uma conta foi paga. P/ isso, encaminho o e-mail de cobrança p/ mesmo endereço, e informo no corpo da mensagem onde ela foi paga. É estranho mas fica organizado e fácil de encontrar.
      Por fim, tem os Atalhos do iOS que permitem funções diversas, principalmente pra quem sabe programar, o que não é o meu caso. Sugeri aqui porque as “receitas” são compartilháveis.

      1. Felipe,

        Boas dicas. Sobre o aplicativo de Scanner já testou o Scanner Pro da Readdle (https://apps.apple.com/app/apple-store/id333710667?mt=8), na minha opinião, é o melhor aplicativo de scanner do tipo no iOS. Uma barreira dele até a versão 8.0 (atualmente está na 8.2) era o fato de ser um aplicativo pago, mas agora migraram para um modelo de assinaturas onde o aplicativo passou a ser gratuito e alguns recursos pagos (não vi motivo para a assinatura ainda).

    10. Sim, por favor, faça essa série sobre ferramentas de produtividade. 🙏🏻

    11. Tenho um amigo que cada semana usa uma ferramenta diferente de produtividade, e nunca consegue, de fato, produzir alguma coisa.

      No trabalho, meu chefe e eu já tentamos utilizar algumas como o Trello, mas no fim do dia, abandonamos porque simplesmente não tinha o que gerenciar, já que a equipe era só nós dois e um ir na mesa do outro pra fazer fup dos trabalhos era insuperável.

      Pra tarefas pessoais, muitas vezes uso o clássico papel e caneta. Anoto num papel de pão qualquer o que tenho pra fazer e toco o barco.

      Eu também virei minion do Todoist porque ele me exige o mínimo de trabalho possível e usa magia élfica pra entender qualquer groselha que eu escreva ali e definir quando tenho que entregar uma tarefa e a recorrência dela. O único problema, tanto do papel quanto do Todoist, é que eu PRECISO que a ferramenta esteja na minha frente o tempo todo, senão vou esquecer que ela existe. No trabalho, deixava o Todoist travado no segundo monitor o tempo todo e voava. Agora em casa, só com a tela do notebook, praticamente botei o app de férias e voltei pro papel e caneta.

      E, sobre a série, apoio incondicionalmente!

    12. Eu uso o calendário padrão do meu Android, colocando lembretes do que eu tenho que fazer. Mas são poucas coisas e pontuais.

      Coisas recorrentes e com hora determinada pra fazer uso o alarme do smartphone mesmo.

    13. notei isso tb… esses gurus da produtividade, na grande maioria, não fazem nada de muito relevante. ficam só falando de como se organizam pra fazer o conteúdo, q geralmente é sobre produtividade mesmo e dá-lhe notion. tentei usá-lo é uma verdadeira tranqueira.

  19. Uma coisa que para mim o Facebook virou é uma espécie de “Primeiramão” (um antigo jornal de classificados que existia em São Paulo).

    O algoritmo de anúncios do Facebook até que é razoável: se faço uma pesquisa de por exemplo “celular até 300 reais”, ele mostra inclusive em acessos futuros anúncios de “celular até 300 reais”. Já fiz algumas compras e vendas pelo Facebook, e hoje pesquiso um celular para trocar o Nexus 4 de guerra que comprei há 3 anos.

    O louco no Facebook também é meio que “mostrar as tendências” de vendas. Doces, empregos e serviços, pedidos de doação, etc… dá para ter uma noção das ofertas que as pessoas praticam.

    Uma coisa comum é o “só para rodar” – veículos com problemas de documentação que teoricamente nem deveriam estar nas ruas, mas acabam indo de qualquer forma devido a ausência de fiscalização.

    Enfim. Acho que quem estuda antropologia, poderia fazer analises pelos anúncios do Facebook :p

    1. “Só para rodar” é uma expressão simplesmente maravilhosa.

      1. Eu tenho uma implicância tremenda com este termo.

        Me dá raiva ver moleque empinando moto e fazendo bololô (para mim, é tão criminoso quanto o salnorabo), e muitas vezes não é pego pela polícia pois é algum entregador conhecido deles (ou o dono da empresa que faz entregas tem amizade com os policiais).

        Um amigo meu teve problemas pois foi vender um carro, e o cara que comprou não transferiu. Mesmo com comunicação de venda, o carro vinha multa no nome do meu amigo – acho que deu uns 50 mil de multa, além do meu amigo ter a carta suspensa.

        “Só para rodar” para mim é algo próximo ao que milicianos fazem.

          1. Sim, é bem comum na verdade.

            Hoje de fato há até uma justificativa melhor – pandemia, crise, etc… mas acho que isso atrapalha demais, e não contribui nem para as obrigatoriedades de quem tem responsabilidade de ter um veículo – paga-se impostos para ter ao menos alguma mínima segurança viária, apesar de muitas vezes não o ter.

            Além do mais, os “só para rodar” acaba sujando o nome de quem nem tinha a haver com a história – geralmente o ex-dono do carro ou até um terceiro.

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