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Post livre #260

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

151 comentários

  1. por que a steam é inflexível em reembolso do jogo? cara o prazo dele é tão curto qnd vc instala o jogo e joga e já passou de duas horas e duas semanas e não tem como reembolsar infelizmente isso é um problema chato que deveria ser revisto pelo steam com a sistema de reembolso.

  2. Tem um filme em cartaz na Amazon Prime q é pra quem tem estômago forte: “Nova ordem”, “Nueva ordem” ou “New order”. Por um desses três nomes vcs acham. É assustador com o quão parecido com a nossa realidade política ele é. O filme é mexicano. Vi ano passado e não tenho forças pra revê-lo. Mas recomendo mesmo assim.

    1. pra mim funciona, mas uso apenas tão somente pra registrar filmes a que assisti (não escrevo resenhas, etc).

      como ele tem algumas mini-séries, acho que poderia ter também registro de séries

    2. Uso. Também faço só o registro, às vezes dou um like e estrelinhas também. Acho que o único negativo é a busca do app, fora isso acho o serviço como todo ótimo.

    3. Eu usei por um tempo, principalmente por causa da função do diário. Depois voltei para a caderneta mesmo. Parei de ver sentido em compartilhar todo e qualquer filme que assistia. Era bom para saber o que as pessoas que eu seguia achavam dos lançamentos, quase como um rotten tomatoes onde você tem algum controle de quem vota – passa o olho pela quantidade de estrelas e vai se acostumando aos perfis que tem gostos parecidos com o seu. Não gostava muito das resenhas engraçadinhas de uma linha nem as sérias de vários parágrafos. Lá tem espaço pra tudo.

      Recomendo esse artigo:
      https://www.theringer.com/movies/2020/9/18/21444082/letterboxd-film-discussion-site-streaming-movies

    4. Uso. Também faço só o registro, às vezes dou um like e estrelinhas também. Acho que o único negativo é a busca do app, fora isso acho o serviço como todo ótimo.

    5. Eu uso o Trakt.tv, porque também oferece a opção de colocar os episódios de séries que você já assistiu.

      1. Também uso trakt, comecei com um chamado orangotag, acho que morreu, em 2011 fui pro trakt. Meu perfil é privado e uso só pra lembrar se já assisti um filme ou em qual episódio parei em uma série. Esse tipo de coisa tem que ser feito pra durar, pro meu uso.

  3. Depois de adulto, percebo que a maioria das pessoas no meu círculo não tem um hobby, algo a que se dedique por prazer de forma consciente/consistente. A galera se vê presa na lógica trabalho – cervejinha – youtube/netflix. No máximo encaixa um fifinha ali no meio.

    Não sei se isso é muito devido ao trabalho que a gente desenvolve (trabalho em cozinha, muitas horas, trabalho braçal e pouca grana pra gastar) ou se é algo mais generalizado, mas fiquei curioso.

    Vocês aqui tem um hobby? Montam quebra-cabeças, fazem móveis em madeira, crochê, judô? Alguma coisa que não envolva sentar em frente a uma tela e só receber conteúdo?

      1. Quem sou eu pra dizer se conta, né?

        Mas lembrando aí que você cozinha, fica a pergunta: e a cachaça na massa de pastel? Deu certo?

    1. eu leio mangás e leio livros, mas ambos são por telas, então meio que fica fora do seu quesito…

      mas há uns anos eu tinha a clássica pelada com os amigos, mas os estudos e as vidas de todos (eu ia mais pelos amigos que pelo esporte em sí) mudaram e acabamos nos afastando do esporte.

      mas eu tenho vontade de praticar uma luta (no momento não dá por motivos óbvios) e voltar a nadar,mas está tudo tão caro que é inviável

      1. Rapaz, eu nunca pensei que ia dizer isso, mas sinto uma falta danada da academia. Ando caminhando e correndo aqui pela vizinhança, mas nem se compara. Assim que der pretendo me matricular num judô ou jiu jitsu (fiz karatê durante uns 6 ou 7 anos).

    2. Meu hobby é dar umas voltas de ônibus e descobrir outros caminhos, só que a pandemia estragou isso.

      1. tenho uma amiga que fazia isso,mas além de usar ônibus ela tb curtia caminhar e pegar trem

        eu nunca gostei muito disso, até pq moro no RJ e parar numa favela (além das que conheço) ou numa troca de tiros não me custa muito, apesar disso, invejo quem tem essa disposição para conhecer novos lugares sem conhecimento prévio.

        1. entendo. no meu caso também é pegar trem e caminhar, é que geralmente acabo generalizando no “pegar ônibus”, já que no Brasil eu sei que nem todos já viram um trem.

          1. Já tive vontade de fazer isso. Conhecer as linha da CPTM aqui de São Paulo. Inclusive o monotrilho, que de fora parece bem bonito. Só me falta a disposição.

      2. Rapaz, eu curtia demais isso quando era adolescente. Tirava a tarde livre e ia bater perna pelas ruas de Fortaleza, descobrir coisas novas, caminhos etc.

        Hoje moro numa cidade que me permite isso de novo: não posso ver um caminhozinho no meio do mato que já quero saber onde vai dar

        1. Eu moro na Grande São Paulo. No meu caso, não é bem “trilhas”, mas muitas vezes algum caminho que eu tento fazer com pouco dinheiro e uso do transporte público.

          Por exemplo: Já fui de Santana de Parnaíba até Mairiporã pelas cidades ao norte, via transporte público. Ou de Franco da Rocha até Jundiaí de ônibus ao invés de trem.

          Antes de eu ter ficado doente, fui nas cidades mais ao sul da grande São Paulo: Juquitiba e São Lourenço da Serra, mas mais de passagem. Peguei um ônibus rodoviário (a ideia era tentar pegar um urbano, mas os horários do mesmo são bem poucos) e ir a uma cidade em seguida. Desta fui a uma cidade vizinha e de lá fui de ônibus por uma serra até uma cidade mais perto da minha casa.

          Quando a pandemia acalmar, tenho intenção de ir para Santa Catarina, mas não por hobby e sim questões familiares.

    3. No meu caso: fotografia, livros, filmes e jogos (de vídeo game). Mas o q eu poderia mesmo chamar de hobby é a fotografia. Tenho uma câmera, algumas lentes, um pouco de conhecimento no assunto e tento fazer os meus registros. É muito prazeroso na maior parte do tempo.

      Comecei a me interessar por astronomia tb, mas é um hobby caro pra se ter: depende de telescópio (o q eu gostaria de ter é caro demais), um local ideal para fazer as observações (teria a viajar) e tempo pra processar se vc fizer algum registro das suas observações, além de demandar bastante estudo. Isso vai ficar pro dia q eu me aposentar.

      Acho fundamental a gente ter uma atividade em q se crie algo, seja lá o q for. E nem precisa ser nada artístico não.

      1. Durante anos eu tive isso como hobby. Eu observava em casa com um binoculo mesmo – ajudava de eu fazer Física com ênfase em Astrofísica na UFRGS? Claro, eu tinha acesso ao observatório da faculdade afinal. Mas em casa com um bom binóculo é possível observar coisas como os anéis de saturno e netuno, as manchas de jupiter ou mesmo o “tremelico” de marte.

        Confesso que eu fiquei meio embasbacado quando eu vi pela primeira vez os anéis de saturno.

        1. Caralho, os anéis de Saturno??? Eu preciso saber como fazer isso!

          1. Em casa, gastando ~R$1000 você consegue ver, de acordo com a noite (bem clara e com pouca iluminação artificial), ops aneis mais externos com clareza e os mais internos como se fosse uma expansão do próprio planeta. Com um telescópio barato (~R$200) ou um binóculo bom você consegue distinguir os aneis dele do planeta, mas não consegue ver mais do que um planeta com “alongamentos” na região equatorial. No observatório da faculdade você consegue ver bem claro.

        2. Vou apelar para o binóculo de astronomia mesmo. É mais barato e pro nível totalmente amador serve. Ficarei babando por anos por um celestron q tem aquele esquema de achar o objeto e acompanhar a rotação… Mas é justamente o q eu busco: esses estado embasbacado de ver os panelas e outros objetos com meus próprios olhos.
          Senti algo assim na primeira (e única) vez q tentei mergulhar (foi um fiasco e não consegui). Vi o fundo do mar por uns poucos instantes e foi incrível.

      2. Penso exatamente assim: uma atividade em que se crie algo. Acho que a gente associa muito lazer a consumo, ao momento onde vou gastar a grana que ganhei trabalhando feito um condenado.

        Pra mim pelo menos escrever, cozinhar, tocar um violão: tudo isso são formas de lazer incríveis, justamente porque eu consigo criar alguma coisa em vez de só consumir o que alguém fez. Além da vantagem de me tirar da merda do twitter

    4. Cara, eu pedalo. Nas últimas duas semanas não pedalei nada, pois peguei um trabalho grande e com prazo curto, portanto estou dando ênfase nele. Gosto de treinar mesmo, nada de bandinhas com os amigos e depois virar uma cerveja.

      Ano retrasado acabei por excluir praticamente todos os hobbies da minha vida, me dediquei quase que exclusivamente ao trabalho e meu namoro. Acabou que quase tive uma crise de burnout (acho até que tive) e meu namoro terminou. UAhsAShauh =/
      Nunca mais quero ficar sem me dedicar a coisas que eu gosto.

      PS: e fazer móveis de madeira para mim é profissão. =P

      1. Rapaz, eu já tive um burn out com pitadas de depressão porque entrei numa dessa também, de viver pro trabalho. Fora que acabava gastando a grana a mais em besteira na minha única folga semanal, então acabou nem valendo a pena. Só consegui sair dessa mesmo com terapia, na real.

        E pedalar tá nos meus planos pra esse ano – eu não sei andar de bicicleta.

        1. Cara, então entrando um pouquinho mais no assunto, eu ainda estou em processo de vencer a depressão que surgiu, a terapia tem ajudado bastante. Tem dias bem ruins, tem dias melhores, mas ela ainda está na volta. Como disse, em 2019 vivi para o meu trabalho e o meu namoro, e mesmo entre os dois, o namoro sentiu bastante. Por um lado foi bom eu ter feito isso, pois, se não fosse pelo que fiz não sei como teria sido economicamente para mim. Tenho uma marcenaria com meu irmão, e quando estourou a pandemia chegamos a ficar 6 meses sem fazer um trabalho sequer… Enfim, mesmo a pior das coisas acaba tendo um lado positivo. Conseguimos passar essa estagnação de 2020, mas o resultado das escolhas dos anos anteriores ficaram, que foi essa minha depressão e o término do meu namoro (e sim, ainda tenho dificuldades em lidar com ambos).
          E já que tu falou em gastar a grana em besteiras, eu gastava reinvestindo na empresa, deixando de fazer muitas coisas que eu e minha ex tínhamos em mente e tal. Hoje eu vejo que foi uma escolha um pouco errada (assim como gastar em besteiras), mas já foi…

          E como hobby também tenho a marcenaria. Adoro ir para lá sem compromisso, fazer coisas para mim com toda a calma e paciência do mundo. Um tarde de domingo, com chuva, entrar lá, acender um incenso, colocar uma música boa (atualmente estou recomendando o álbum “The darkest skies are the brightest” da Anneke van Giersbergen) e ficar trabalhando apenas com ferramentas manuais não tem preço. Eu realmente gosto disso, também.

          Sobre pedalar. Cara, aprende! Só isso que tenho a te dizer. Aprende e curte muito. A sensação de traçar um objetivo, pegar a bici, pedalar até lá e voltar é muito boa. É um desafio contigo mesmo e que é muito gratificante. Eu gosto de fazer isso, realmente isso me traz uma calmaria nos pensamentos muito boa.

    5. gostaria de ter mais tempo para desenhar

      (e sinto muita falta de simplesmente caminhar pela cidade)

      1. Até comprei uma lapiseira e umas borrachas aqui pra ver se tento aprender a desenhar – acho incrível. Tem alguma dica de por onde começar pra quem só desenha o suficiente pra passar no psicotécnico do detran?

        1. desenhe o que você vê na sua frente : a graça está em manter a mão sempre se movendo sobre o papel

          são muito comuns aqueles tutoriais para desenho de corpo ou de rosto a partir de proporções meio padronizadas: essas coisas são interessantes pra exercitar, mas elas também viciam o traço. Desenhe tudo o que você vê.

    6. Atualmente enofilia e o equivalente para café, não sei se tem um termo específico (barismo, talvez?). Sou o suco do pernalonga de batom, tô ligado

      Também tinha academia como hobby. Sempre estudando técnicas, treinos, tentando me dedicar cada vez mais, assumindo um compromisso.

      Coisas que eu pretendo incluir ainda: cuidar de horta (e quem sabe pensar em jardinagem), fotografia e alguma outra arte digital. Queria fazer rótulos fictícios para garrafas de vinho, alguma coisa meio design gráfico meio ilustração meio arte sei lá. Falta tempo.

      1. Vinho e café, não tem erro. Assina algum clube? Mói o próprio grão em casa e essas coisas? Confesso que me amarro muito em café, até experimentei grãos e técnicas quando trabalhava numa cafeteria, mas hoje em dia compro pelo preço mesmo e uso uma daquelas cafeteiras tipo moka.

        E quanto aos vinhos, tenho curtido mais depois que me mudei pra um lugar com clima mais ameno – em Fortaleza curtia só branco bem gelado.

        1. Já tem uns 3 anos que tenho assinado clubes de vinhos diversos, alternando. Wine, Evino, Divvino, Grand Cru, Vinhos de Bicicleta (o canal no YT é ótimo) etc. Já de café, ano passado assinei um de uma cafeteria daqui de Brasília. O preço estava ótimo para todo mês receber em casa dois cafés diferentes. Infelizmente era um beta, agora o preço subiu muito. Porém isso é uma oportunidade de eu procurar cafés de outras torrefações, comprar online e tudo mais.

          Até 2018 eu tinha um desvio de septo mto acentuado, o que deixava meu nariz muito prejudicado para sentir aromas. Com a cirurgia e tratamento, o olfato se tornou muito importante pra mim e tanto vinho quanto café são um pouco meu hobby nesse sentido. A diferença é que o vinho costuma ser um hobby social para mim enquanto o café mais individual, afinal eu posso controlar meu preparo de café, mas com o vinho eu tenho um prazo muito curto para consumir uma garrafa.

      2. Ia invocar justamente o meme do pernalonga, mas vc já teve a decência de se adiantar. Parabéns!

        Fora isso, vc pode juntar jardinagem e fotografia e fazer umas macros bem interessantes.

    7. Eu leio bastante mangás e livros. Voltei a montar papercraft recentemente, o complicado é que acabou os modelos que eu tinha impresso e agora eu tenho que encontrar onde imprimir (se alguém tiver uma dica de um lugar em Curitiba, aceito).
      Além disso, assisto filmes, jogo video game e RPG de mesa com uns amigos e eu gosto de cozinhar, estou sempre fazendo umas receitas novas.
      Mas pensando no meu grupo de amigos, tenho alguns que realmente, só trabalham praticamente ou tudo o que fazem no tempo livre é relacionado ao trabalho, eu acho bem complicado essa coisa de viver para apenas para o trabalho.

      1. Cara, RPG é uma coisa que eu sempre quis experimentar mas me faltam os amigos. E cozinhar é um troço meio mágico, né? Eu cozinho no trabalho, faço a comida do dia a dia, minha e da minha esposa, e mesmo assim, quando tô de folga, ainda invento umas comidinhas diferentes. Outro dia eu consegui um monte de carcaça de carne no açougue e me meti a fazer demi glace. Demora um dia inteiro? Demora, mas vale a pena.

        1. Que massa Adenilson! Penso muito como você. Cozinho muito em casa mas já fiz uns bicos em restaurantes. E realmente, adoro fazer receitas “demoradas”. Acredito de ser uma forma de estarmos presente no momento. E claro, acabo errando muito (e cada vez menos).

        2. Eu tenho vários amigos que jogam e isso ajudou quando eu fui começar. Já tem uns 8 anos, acho, que comecei a jogar, primeiro com um grupo e agora com outro. Em Curitiba tinha, antes da pandemia, um evento todo o sábado na biblioteca municipal de rpg, era só chegar, dar uma perguntada nas mesas, ver se ela era voltada para iniciantes e se estava procurando jogadores para começar e partir pro abraço.
          E cozinhar é maravilhoso, mesmo quando leva horas para ficar pronto e tudo é comido em minutos, o importante é que você fez aquela comida deliciosa!

    8. Eu sou faço licenciatura em música, então levo como profissão esta prática (bateria e piano principalmente).

      Mas, além disso, minha segunda paixão é cozinhar (legal saber que muitos aqui também).

      Não sei se vale, mas faço um trabalho voluntário em uma horta comunitária aqui em Novo Hamburgo/RS e tirando a discussão “ética” sobre, acabo considerando como um “hobbie” de jardinagem. Como moro em apartamento, lá é um refúgio muitas vezes. Diminuí muito minhas idas durante a pandemia. Pra mim uma das maiores realizações é poder cozinhar alguma coisa colhida de lá (ainda mais se foi por mim).

  4. Covid19 tá chegando. Somos 16 funcionários na empresa e tem 2 meninas contaminadas.
    Cuidem-se!!

    1. saúde!
      Estou em processo de recuperação. Na verdade já estou bem melhor e pelo visto, se não me tivessem indicado medicação, estaria bem mais rápido ainda.

    1. Sim.
      Inclusive já vi vc panfletando o signal e telegram hahahahha

    1. Te falar que depois que eu comecei a apreciar de verdade café, meu interesse por espresso caiu pra 0. Hoje espresso só faz parte da vida pq ainda gosto mto de cappuccino.

  5. quais serviços vcs usam pra economizar em coisas pagas? não digo de burlar o sistema nem nada (como usar removedor de links para ler matéria paga).

    eu já falei aqui antes, uso o kill the newsletter para transformar newsletter em rss, e o uso há bastante tempo (antes mesmo do feedly oferecer isso). e outro dia estava no mesmo e vi que ele oferece rss do google news, mas é uma função paga, até tentei eu mesmo configurar no google e jogar o link rss, mas o feedly não aceita, aparece a tela de cobrar assinatura (quase 10 dólares por mês é bem caro), então comecei a caçar alternativas, pois tem sites que infelizmente não disponibilizam (o que eu queria era do rodrigo capelo, que fala de finanças do futebol num blog no GE), então criei o link rss e coloquei no FeedMe (aplicativo para android para leitura, não gosto do nativo do feedly) pois poderia ler por ele e qualquer coisa envio o link da matéria para ler no PC, até que outro dia recebi link do google news pelo feedly, o FeedMe fez ele identificar e ler normalmente.

    1. Hmmm, não sei se entendi a pergunta. Sempre procuro alternativas gratuitas ou com períodos de teste, pelo menos no começo, para ver se um serviço me serve. Se sim e se a versão gratuita dá conta, sigo com ela, e eventualmente pago uns trocados como retribuição. Se for algo imprescindível, aí pago.

      De pronto, não me lembro de nenhuma gambiarra (seria isso?) que tenha feito para economizar. Negociar com a operadora de internet para baixar o valor da fatura conta? Se sim, isso eu fiz, e deu muito certo.

      1. gambiarra seria a palavra perfeita, hahaha

        outro exemplo: evernote é muito bom, mas o plano gratuito é um pouco limitado e não no meu uso não vale muito a pena pagar, então uso o Joplin, não é tão bom mas quebra bem o galho

        1. Eu acho o Joplin para desktop muito melhor que Evernote. O Joplin é de código aberto, tem todas as ferramentas que preciso e possibilita criptografar os backups na nuvem, o que eu acho muito importante. Mas realmente o app para Android do Joplin é muito, muito sofrível.

          1. no meu PC ele nunca inicia junto com o sistema,então quando vou salvar algum link preciso abrir o programa, fora que a sincroniza ao dele tb não é instantânea.

            apesar disso, ele supre bem as minhas necessidades

  6. Fone de ouvido pra usar no computador: qual vocês recomendam? Uso pra edição de vídeo (editar a narração). Hoje eu tenho um over-the-ear, mas não precisa ser assim não. Ah, quanto mais barato (porém com qualidade, o famoso CxB, hehe), melhor.

        1. Acho que sim, mas esse fone não é mto bom mesmo, tá na hora de trocar.

    1. Recomendo tu olhar o canal Mind the Headphone. O cara faz um trabalho surreal ao avaliar os fones e tem ótimos critérios.
      Link: https://www.youtube.com/channel/UC7fN3sq7h2BDFtBrzXWo4Zg

      Eu gostaria de recomendar alguns pra ti, mas eu mesmo só tenho fones que não quebram (AKG K404, Sony XB700, um in ear da sony e outro da asus), então estou por fora das tendências.

        1. Sério? Comprei ele em 2014 (!) por 120 reais, interessante saber.
          O K404 é semi-aberto, tu escuta um pouco dos barulhos do ambiente. Ele é mais ou menos concorrente do Koss Porta Pro. No canal que eu recomendei tem uma análise da resposta sonora do fone.
          É um fone bem legal pra faixa de preço dele e extremamente portátil, só que não é muito confortável por causa do arco dele que é só um “metalzinho” e toda a pressão pro fone se segurar na cabeça tá nele. Não é ruim PORÉM tem fones mais confortáveis.

          Eu uso ele como retorno pro teclado e pra escutar música no celular, e eu acho que bichei os drivers dele porque a resposta sonora dele deu uma piorada recentemente. Só que o bicho é quase um tanque de guerra porque eu não faço o tipo cuidadoso e ele não quebra. O revestimento das espumas já caiu (só tem a espuma seca), o cabo tá amarelado, mas não tem pontos de ferrugem no arco e ele ainda funciona direitinho.

          Se tu gostar da análise do K404 no Mind the Headphone e não se importar com o que eu falei do conforto, vai fundo. Não me arrependo de ter comprado ele.

      1. Foi a primeira coisa que me veio na cabeça. Conheci o site dele há uns bons anos e volta e meia as vezes entro para dar uma olhada. O cara realmente é muito bom. Talvez se o Leonardo enviar um e-mail para o Leonardo (!!! do MtH) ele possa ajudar, não?

        1. Eu só queria ter conhecido o trabalho dele mais cedo, me ajudaria a tomar decisões melhores sobre o que eu quero em um fone de ouvido.
          Quanto ao e-mail, talvez dê certo né haha mas acho importante ver os vídeos de orientação pra dar uma fundamentada na dúvida.

    2. Será que aqueles usb da Microsoft ou até da Edifier não seriam bons para quebrar um galho?

      1. hmm.. esse aqui eu já comprei pra quebrar um galho, então seria legal um melhorzinho sabe

          1. tá tudo caro mesmo haha
            ah cara, acho que até uns 300 sabe.. mais que isso eu continuo com esse mesmo

        1. Vi agora esse aqui Headset Edifier Over-Ear K800, Drivers 40mm – K800-USB , será que não é bom?

          1. tô dando preferência pra fone SEM microfone (começou as exigências kkk). Eu já não sou muuuito fã do over-ear, mas pro meu trabalho é meio que “necessário”, então tô tentando diminuir o tamanho dele, sabe… por isso acho o microfone desnecessário (sem contar q já tenho aqui um pra gravação)

  7. Com a morte da newsletter Norte Tecnologia, qual alternativa vocês recomendam? Se bem que, agora com as notinhas (que imho deixam o layout do blog bem confuso, mas divago), o MdU meio que cumpre o papel que a Norte tinha de uma forma ou de outra, não?

    1. Triste o fim da Norte. Embora não a lesse todo dia, acho que cumpria um papel importante.

      O Manual tem uma linha editorial diferente, mais focada no usuário final. A Norte, eu sentia que pendia mais para o lado negócios, com um grande foco no mercado norte-americano. Na mesma linha, porém com uma linguagem ~descolada, tem a The Brief, da NZN (mesma editora do Tecmundo). Se valer alternativas internacionais, a melhor newsletter do tipo é a do Techmeme.

  8. Olá a todos. Passei umas semanas sem acessar a internet direito e fui ler as postagens e conversas antigas do MdU só agora. Achei a conversa no PL #257 sobre direitos autorais muito interessante e gostaria de retomá-la com uma pergunta: para vcs quais as situações que os direitos autorais são oportunos e quais situações eles deveriam ser abolidos/ reformulados?

    Eu trago uma situação que eu acho oportuna: proteção contra plágio. Vejo vários relatos e matérias de ilustradores que tiveram suas artes usadas por grandes empresas (que lançaram camisetas, canecas, quadros, etc) e não autorizaram esse uso, não receberam um centavo e não foram creditados.

    Os direitos autorais geram uma renda importante para ilustradores, músicos, escritores, mas vejo que os benefícios dos DA parecem muito menores se comparados aos problemas que eles causam, como a restrição do acesso aos bens culturais. Aliás, poderia defender a pirataria aqui por horas, mas o espaço é limitado, então queria saber a opinião de vcs se os direitos autorais são esse problema todo que dizem ou se vcs acham que escapa alguma coisa (como o exemplo que eu mencionei).

    1. Sem entrar no juridiquês, vejo, idealmente, os direitos autorais como uma tentativa de equilibrar relações desiguais, como quando uma grande empresa, que evidentemente poderia pagar ao autor pelo direito de uso de uma obra, não o faz. É muito diferente, por exemplo, de um grande estúdio de cinema que decide enviar notificações extrajudiciais para pessoas que baixaram um filme — filme esse que, em muitos casos, já se pagou e deu lucro. Aí é sacanagem.

      Como em tudo na vida (e na lei), é um arcabouço legal passível de interpretações estranhas e eventuais abusos, né?

    2. Eu acho interessante justamente o fato de que é difícil para um artista / criador pequeno fazer justamente este tipo de cobrança, e os mecanismos de direitos autorais só funcionam mais quando você aciona-os se associado a eles.

      Não vi por exemplo uma associação de advogados que protejam artistas e criadores “indie”. Ou grupos de localização de plágios formados por artistas e associados que identifiquem e cobrem os devidos direitos. Isso vale para Creative Commons também, dado que existem níveis de CC que podem ser cobrados se necessário.

    3. Na minha singela opinião os direitos autorais atrapalham mais do que ajudam. não sei se existe algum estudo empírico sobre seus custos beneficios.

    4. Me parece que o grande prejuízo da legislação atual (brasileira e internacional) é que extende (especificamente e por meio de artifícios) os direitos quase eternamente.

      Dia desses eu vi uma thread no Twitter com um cara dissecando trilhas sonoras de cartoons antigos – todos com músicas clássicas (https://mobile.twitter.com/NonsenseIsland/status/1366449816042102787?utm_source=manualdousuario&utm_medium=email – vale o saudosismo). Detalhe: porque usavam músicas clássicas? Entre outras questões, para não pagar direitos autorais de músicas em domínio público. Mas, perto de 100 anos da criação (e mais de 50 da morte do criador) ainda não se pode produzir nada com o Mickey Mouse sem pagar direitos autorais.
      Quando estendemos isto para a ciência temos uma indústria de patentes – o https://protocol.com tem uma coluna semanal das patentes das Big Techs.
      Acabamos limitados em inovação, criação artística, pois não temos acesso ao que já foi criado para criar obras derivadas.
      O Direitos Autorais nasceram para remunerar os criadores. Mas foram absorvidas pelas empresas, e estas tratam como um valor econômico que pretendem preservar eternamente (o que é, antes de uma crítica, uma característica). Quem pagaria milhões por uma marca, patente, etc, para explorar apenas por 5, 10, 15 anos?
      Esta defasagem entre o retorno para o criador e o uso coletivo (lembrando que ninguém criou nada do zero, pois se baseou em conhecimento e obras anteriores) fica ainda mais obtuso com a velocidade em que nos encontramos – coisas tornam-se obsoletas muito rápido.

      Outro dia o “Carlton” do “Um Maluco no Pedaço” estava processando o Fortnite por “plagiar uma dança que ele fez num episódio”. Tem sentido? Não sei. Alguém faz algo, não consegue tirar valor econômico daquilo (pela época, pela competência), 25 anos depois alguém põe um elemento disso e viraliza e a pessoa quer ser remunerada. Novamente: tem sentido? Não sei.

  9. Galera, vocês se lembram como conheceram o MdU?
    Eu vim conhecer o MdU por meio do Mastodon (uma rede social descentralizada que é parecida com o Twitter). O que talvez seja algo incomum, já que ela não tem muitos usuários.

    1. eu acompanho o ghedin desde que ele deu o furo da neon eletro, então acho que estou aqui desde que tudo isso aqui era mato, kkk

      aliás, que curioso vir do mastodon, a sua bolha é movimentara lá?

      1. Já foi movimentada, porém mudei de instância e passei um pente fino nas pessoas que eu seguia. Eventualmente eu troco umas idéias com usuários, mas não passa disso.

    2. Acompanho desde o winajuda.
      Já vi a fase Windows dele.
      Agora na fase MacOS.
      E já to vendo a fase Linux do Ghedin surgindo no horizonte.

      1. Ansioso pra que a fase linux chegue (quero ver se escapará facilmente do distro hopping)

    3. Vim através da busca pela seção ‘Na Mochila’ em uma época que eu acompanhava o ‘How I Work’ do Lifehacker.

    4. Conheci o Ghedin na época do Gizmodo. Gostava bastante do trabalho dele, mas com sua saída de lá e o tempo passando acabei por perder de vista. No início do ano, enquanto tentava entender o caso Gamestop, acabei achando sem querer o MdU.

    5. Meu chute é que é desde a fase WinAjuda. Eu visitava o site bastante mas não sei se ele tinha mais gente escrevendo com ele (e eu não dava bola pro nome de quem escrevia as coisas por lá). Depois me indicaram o Gemind e eu passei a ouvir e gostei do conteúdo. A migração pro Manual foi nessa época, mais ou menos.

    6. Não lembro ao certo, eu sei que conheci o Manual recentemente, entre 2018 e 2019. Eu sempre conversava com uma colega sobre tecnologia, redes sociais, privacidade on line, etc. e acho que conheci o site por indicação dela.

    7. Não lembro exatamente, mas na época o Ghedin estava a vender um Xbox 360.

      1. Olha aí, minha época gamer! (O podcast de hoje tem um bloco sobre video games e brincamos, eu e a Jacque, que nenhum dos dois joga video game.)

    8. No Twitter, num post curtido por algum contato. Desse post caí no manifesto Slow Web, e no mesmo dia assinei a news. Acho que era por volta de Abril de 2020.

    9. Das vezes em que vi o Ghedin colaborando no Meio Bit e no Gizmodo. Foi de cara um dos textos que mais me chamaram a atenção pela objetividade e conteúdo. Daí pra frente sempre o mantive no meu radar, e o MdU surgiu na minha vida justamente num intervalo onde eu tinha perdido de vista por onde ele estava escrevendo! Foi cerca de um ano antes de entrar para a Gazeta do Povo.

    10. Eu acompanhava o Tecnoblog, quando vi que um dos membros teve a mochila postada aqui eu visitei, gostei e fiquei.

    11. Eu ACHO que foi num texto que ele publicou no Papo de Homem, na época longínqua em que eu ainda lia o PdH. Me encantei pela proposta slow web, pelo site minimalista, pelas pautas bem pensadas e bem escritas, e acompanho desde então.

    12. Agora que você perguntou, parei pra pensar e é surpreendente que eu acompanho o Ghedin desde o WinAjuda. 😲

  10. Como vender um iPhone sem cair em um golpe? Recentemente publiquei o anúncio de um iPhone 8 Plus de 64GB com 4 anos de uso na OLX e Mercado Livre. Para testar, coloquei o mesmo anunciado por R$3.200, preço super alto e acima do que eu esperava dada a defasagem do modelo e tempo de uso. Diversos potenciais “compradores” se oferecendo a buscar o aparelho pessoalmente e pagando em espécie na hora, mas achei muito suspeito. Como vocês fazem para vender um aparelho usado para um desconhecido?

    1. Há tempos eu desisti negociar celular com desconhecidos, pois nas vezes que tentei, tive problemas na compra e na venda.
      Desde então, sempre que vou trocar de celular, aproveito enquanto o meu atual ainda está usável e faço a doação para algum parente que esteja precisando e esteja com dificuldades financeiras para comprar.

    2. É só vender dentro do Mercado Livre, não? Digo, usando o Mercado Pago, que tem uma espécie de garantia contra fraudes. Muito golpe lá tenta atrair o vendedor para fora da plataforma, onde é mais fácil (detalhei esse golpe em 2018; até hoje recebo comentários toda semana de gente que continua caindo).

      Se puder vender para conhecidos ou conhecidos de conhecidos, parece a melhor saída, porém.

      1. Fiz isso e apareceram dezenas de interessados pedindo pra mandar mensagem pelo whatsapp, oferecendo pagamento a vista em dinheiro. Pra todos em que eu respondi que tudo seria feito dentro do ML, com pagamento via MercadoPago e envio via Mercado Envios, os “clientes” sumiram.

        1. Um primo meu vende muita coisa via OLX e ML. Ele deve ter tomado uns 10 golpes, desde coisas leves como o cara apenas não aparecer no local (provavelmente uma pegadinha) até coisas pesadas como ser rendido com uma arma nas costas. Ele também já teve que ir pra polícia civil prestar esclarecimento em relação a um notebook que ele comprou e era roubado (e tinha algum sistema de rastreio, porque a PM + PC chegou quase junto com ele em casa).

          O ideal é nunca sair da plataforma e fazer tudo de modo impessoal.

      2. li os comentários do post e fiquei impressionado no tanto de gente que cai

    3. Tinha um iPhone para vender foi um parto, assim que publica no mercado livre o que chega de falsas compras é um absurdo… vendi pelo enjoei a plataforma é bem confiável como sempre segue de só negociar dentro da própria plataforma né, mesmo assim ainda tem uns espertos querendo negociar fora da plataforma ai é sempre furada, o lado ruim é que eles cobram uma taxa bem grande, mas como o aparelho estava parado foi minha melhor opção.

    4. Anuncio para apenas venda em mãos, em local público e dinheiro a vista. Fora estas condições, não vendo.

      (Preciso vender umas coisas aqui, mas ainda não anunciei pois preciso sentir também que não tem enroleiro no mercado. Nestas horas, mais fácil fazer um “boca a boca” entre amigos para ver se consegue vender a parte as coisas. Tou sem trabalho – duas semanas de recuperação por causa da covid – e agora preciso mais que nunca fazer dinheiro.)

    5. Ué… Pelo mercado livre mesmo. Usa a opção de mercado envio e pronto. Outro dia vendi um scannrr de livros q não ia usar mais e foi por ML. Tem uma taxa alta, mas não tinha alternativa. Só q entrehlga foi via uber flash. O cara q comprou marcou como “recebido” antes de eu despachar o aparelho pra evitar problemas. Olx nunca usei. Só me serviu pra conhecer um cara q me vende jogos seminovos já faz um bom tempo.

  11. o golpe bolsonarista avança: relatos de que pessoas estão sendo PRESAS por denunciarem o genocídio promovido pelo miliciano no Planalto

    isso é desesperador

    1. Fui dar uma olhada e realmente, um grupo de manifestantes foram presos com base na Lei de Segurança Nacional (que constitucionalistas piram por ter sido considerada “recepcionada” pela constituição de 88).
      Tempos sombrios, mas o pior é não termos qualquer organização que deveria nos proteger deste tipo de cenário funcionando.

    2. Acho que a coisa rolou primeiro aqui em Uberlândia. Primeiro foi esse cara aqui: https://bhaz.com.br/2021/03/04/jovem-de-uberlandia-e-preso-por-fazer-post-sobre-visita-de-bolsonaro/

      Ele fez um tweet que, de fato, fez apologia a morte do presidente, mas foi em tom de brincadeira e, cá entre nós, uma brincadeira super normal entre os brasileiros: criticar o presidente, independente de quem seja.

      Conheço o rapaz, fiz cursinho com ele e vi algumas entrevistas que ele deu depois de ser solto. O mais engraçado é que ele relatou que, quando foi preso, disse pro resto do pessoal da cela o motivo e eles simplesmente riram dele. O Brasil é comédia até pra presidiário.

      Uma coisa que acho que vale a pena destacar aqui é que os jornais publicaram as notícias no dia do acontecido sem ocultar nome e nem foto do rapaz. Fiquei sabendo por meio de intermediários que chegaram a ligar pra família dele e ameaçar todos de morte. Gol contra da mídia.

      Já no dia de hoje (17/03) a polícia intimou 25 PESSOAS daqui também pra depor, um total absurdo. https://www.otempo.com.br/politica/pf-intima-25-pessoas-a-depor-em-uberlandia-por-postagens-criticas-a-bolsonaro-1.2461166

      É isso amigos, não publiquem tanta m*rda em contas que remetam a você e usem Tor e/ou VPN. Se essa escalada continuar, logo estaremos em tempos sombrios.

      1. O nome disso é ditadura. Pouca gente se tocou que em temos práticos o Brasil vive um sistema de exceção desde 2018. Talvez desde 2016.

        1. Destruindo direitos e liberdades desde 2016, com certeza. De 2018 pra cá só tem piorado. A tendência é disso se intensificar até o golpe final. Aí já era… Tinha q pôr fim nisso já!

          1. Eu nunca estive em grupos de família, me colocaram ano passado por causa da pandemia. Ali eu “lido” diariamente com tias e tios de 60+ anos. Incrível que eles tem como fonte primária de notícias o WhatsApp. Tudo é repassado ali, numa corrente sem fundo nenhum, num gif/foto criando uma mentira – “O RS recebeu 40 bilhões do governo Bolsonaro” ou “Dória tem um convênio para vender os dados dos paulistanos pra China” – que demora horas pra ser desmentida (são muitos dados errados, quase sempre).

            O EduF postou essa semana uma matéria da Atlantic falando sobre a tecnologia e a sua interferência na democracia pelo mundo (https://www.theatlantic.com/magazine/archive/2021/04/the-internet-doesnt-have-to-be-awful/618079/) e me admito que eu ando chocado com os rumos da tecnlogia e principalmente do Brasil. Cada vez mais, a saída é o aeroporto.

            Eu até traduzi o texto de tão abismado que eu fiquei: https://spammor.xyz/2021/03/13/democracy.html

    1. O do PS4, “vire e mexe”, você encontra por uns R$230/250 (talvez teria que acompanhar algum site de promoções).

      1. Faz tempo que você tem? Meu receio com esses controles de marcas desconhecidas (nunca ouvi falar da iPEGA) é eles esfarelarem depois de alguns anos.

        1. Acredito que já tenho faz uns 3 anos. Uso bem ocasionalmente, mas ele não aparenta que irá esfarelar não.

          Claro que a qualidade de um Dualshock do PS4 é maior, porém ele tem uma qualidade boa sim.

        2. Tenho um da Multilaser há vários anos (imitação do DualShock versão PS3) e está ótimo até hoje. Bastante robusto, com algum descascado no analógico, mas funciona bem no RetroPie e Steam.

    2. Uso um da 8BitDo com o RetroPie. Na época em que comprei, com o dólar a níveis mais civilizados, não foi caro. Hoje em dia não estão exatamente baratos, mas ainda são compráveis. E muito bem feitos.

        1. Tenho o NES30 Pro e o Zero. E realmente o tamanho é meio incômodo, principalmente no Zero. Há pouco tempo foi lançado um outro modelo, mais parecido com o do PS1 e mais compatível também. Parece que, por um aplicativo, é possível até remapear os botões.

          1. Eu tenho o SF30 da 8bitdo e uso no Nintendo Switch. Como sou louco por retro games e para uso específico em jogos 2D, decidi que ia investir num controle específico para isso, até para adiar o problema clássico do drift nos joy cons. Custou 350 reais no ML e foi um dinheiro extremamente bem investido, gosto dos joysticks da marca e esse simula o desenho do joystick do Super Famicom, que já é consagrado. É sólido, a bateria dura bastante e carrega rápido. Muito melhor que gastar 700 e poucos reais no Pro Controller da própria Nintendo.

  12. Em algum post livre recente, um leitor reclamou das dores de cabeça que tinha com o Linux. Bom, chegou a minha vez.

    Liguei o RetroPie no Raspberry Pi e… sem som. Conferi se o problema era geral ou só com o RetroPie abrindo um vídeo qualquer no omxplayer. Estava saindo som, ou seja, o problema era no RetroPie. Varri todos os tópicos em fóruns e no Reddit relacionados ao problema, editei um punhado de arquivos de configuração do Linux e… nada.

    Aí, quando estava quase desistindo, cheguei (não me pergunte como) a este blog em alemão (!), de onde só entendi o arquivo que deveria abrir e a linha que deveria acrescentar, e… funcionou!

    Linux não é para os fracos de coração.

    1. Meu cartão de apresentação ao Linux: sempre usei Windows e Mac e tornei o Ubuntu o OS principal há alguns anos, quando montei a infra da Novelo. Durante semanas, não entendi por que a placa nVidia não era reconhecida pelo Ubuntu ainda que eu instalasse os drivers de todos os jeitos possíveis. Só um bom tempo depois achei um tutorial falando que as placas de vídeo dão pau com o gerenciador de display padrão do Ubuntu, o gdm3, e sugere trocar pelo lightdm. Troquei e funcionou.

      Mas, até lá, foram semanas no escuro. Não é uma transição babinha como muita gente da comunidade defende. É possível, mas exige um esforço que nem todo mundo tem.

      1. O que eu acho que mata é que esse tipo de problema costuma ser recorrente. Tá tudo funcionando e uma atualização é capaz de quebrar seu sistema de novo. Nas vezes em que tentei usar como sistema principal, notei que passava mais tempo “alisando” o sistema do que usando para trabalhar de fato. Ainda tenho uns usos pontuais em desktop, mas desencanei de tentar usar como sistema principal.

        1. Essa é a parte difícil de engolir no Linux: você trabalha pro sistema mais do que ele trabalha pra você, por vezes. Sou cientista de dados e já oscilei entre Windows e Linux algumas vezes. O tempo que gasto aprendendo a fazer algo funcionar no Linux eu poderia gastar mais aprendendo um novo modelo ou biblioteca, por exemplo. Entre fazer um sistema funcionar e ampliar o meu conhecimento técnico em minha área, acabei ficando com o segundo, embora a privacidade ainda faça eu querer voltar pro Linux :p

        2. Nossa, faz anos que uma atualização não quebra meu sistema. O bucha é NVidia e AMD. Se eles deixassem a comunidade desenvolver drivers esses problemas estariam resolvidos.

          1. Uso o Linux desde a época do Conectiva 3 e Kurumin e afirmo que uma atualização quebra o tanto o Windows quanto o macOS (aliás, meu macOS quebrou umas 10x diferentes desde o Lion até o HS, algumas vezes por minha culpa, outra por culpa da Apple; comigo é até mais difícil de ocorrer no Windows, por incrível que pareça) do mesmo modo quanto quebra o Linux. Normalmente atualizações de libc, kernel e outras coisas devem ser feitas com calma e lendo o chancelou (eu sei) para ver se tudo vai funcionar. Se você cair no inferno das dependências é melhor desistir e começar do zero.

          2. Tive esse problema há uns 15 dias na instalação atual.

        3. Isso realmente mata. Uso um MacBook Pro há quase seis anos e sempre atualizei o macOS, ou seja, nunca fiz uma instalação limpa. Nesse período, foram seis atualizações (do Yosemite ao Big Sur), e tudo continua funcionando bem. O único perrengue foi o fim do suporte a apps de 32 bits no Catalina, porém foi algo amplamente noticiado; não fui pego de surpresa.

          No Linux, será que esse comportamento não seria replicável ficando só nas versões LTS, como o Rafael Goulart ali embaixo faz?

          1. Com certeza faria diferença. Problema pode ocorrer em qualquer SO, como o Paulo mesmo comentou. Até windows deu bugs na última atualização.
            Usar um sistema estável e bem testado dá uma garantia de ter menos bugs. Não é a toa que Linux é tão usado em servidores.

          2. Usar LTS não diminui o risco.

            O problema é usar Ubuntu, distro baseada no unstable do Debian.
            Se você usar a versão stable do Debian, não terá problemas.

            Procura entender as diferenças entre stable, testing e unstable do projeto Debian.

    2. Como eu comentei da outra vez: o jeito é aceitar que eventualmente cai nesses percalços, se cair na empolgação dos entusiastas, que é ótimo e “no meu computador” funciona sem problemas…altas chances de se decepcionar.

      Voltei a acompanhar um pouco mais de Linux, depois que voltei a usar regularmente no desktop, é curioso (triste?) ver como as discussões parecem as mesmas de anos atrás: Wayland vs X11, alternativa a Adobe/Office, Snap vs Flatpack vs apt, xingar nVidia, KDE vs Gnome, distribuições, etc.

      Infelizmente, acho que esse bonde do usuário final passou faz tempo, especialmente quando a Canonical mudou o sentido dos esforços dela para servidor. A não ser que o Chrome OS entre como distribuição, aí seria outro debate como os de cima haha

      Mas para quem deseja usar, sem expectativa de ser um mar de rosas, a experiência tem melhorado ao meu ver. Estou longe de ser um idealista de open-source, mas entre vantagens e desvantagens, estou usando no desktop.

    3. Usando desktop Linux desde 2000 e Ubuntu desde 2006, já tive várias experiências distintas.
      Depois que abri mão da interface Unity e padronizei no Gnome (que voltou a ser padrão no Ubuntu) as dificuldades diminuíram bastante.
      Placas de vídeos recentes são sempre um desafio, mas quando passei do LTS 18.04 para o 20.04 (atualizo sempre com as versões de suporte longo) eu tive uma boa surpresa da minha placa ser suportada diretamente. Menos um item do readme para seguir.

    4. Em tempo: parei de “alisar o sistema”. Com o uso do Docker para meu ambiente de programação eliminei grande parte da personalização. Um ou outro script que carrego há muito tempo.

      De resto, `apt install` e `apt remove`.

      1. Aqui eu também sosseguei. Uso o notebook para o basico, então parei de fuçar e passei apenas a usar o sistema.

    5. Eu vejo o modelo implementado pelo Google com o seu ChromeOS o que tem mais potencial de abocanhar uma boa fatia do merdado de usuário final. Me chamou a atenção até uma notícia que ele chegou a passar o MacOS em vendas durante o ano passado: https://chromeunboxed.com/chromebook-growth-overtakes-macos-q4-2020.

      Com a tendência de estudar e trabalhar remotamente creio que essa tendência tende a se manter.
      Acho muito curioso o fato de o mercado de Chromebooks no Brasil quase inexistir. Deve ter um bom potencial aí!

      1. É que no Brasil, um péssimo e antigo chromebook com 4gb de ram e 16gb de armazenamento custa o mesmo que um razoável notebook com windows.

      2. Concordo, parece uma baita oportunidade perdida os Chromebooks no Brasil…no nível de maturidade que estão hoje, acho que faria muito sentido para a maioria dos usuários domésticos.

      3. Passou em Market Share faz um tempo já, não?

        Não que seja uma grande coisa (~11%) passar o macOS, ainda mais com os preços da Apple, mas é um caminho a ser explorado, principalmente no mercado que exija mobilidade e preço mais baixo.

    6. Vc acabou de descobrir que o tal “maravilhoso suporte da comunidade Linux” tá bem longe de ser maravilhoso e eu nem chamo de suporte.

      A minha caixa de som emite um chiado em todas as distros e fica silenciosa no Windows.
      O meu mouse/teclado sem fio tem lag nas distros baseadas no debian e funcionam 100% nas baseadas no Arch.

      E os “webapps” da suíte icloud, vc já tentou usar no Linux? Por algum motivo que nunca entendi, eles são pesadamente lentos em qualquer navegador no Linux.

      Assim como o @ytrewqbvcxz, eu também tento ficar no Linux por motivos de privacidade, mas tem probleminhas no Linux que eu só enfrentava no Windows ME.

      1. Bah, não dá pra exigir um suporte de primeira classe também, né? A menos que alguém esteja pagando, é uma galera que faz por amor à camisa. Acho muito nobre, muito legal.

        Está longe de ser algo viável, mas se eu mergulhar no Linux algum dia, tentarei montar um PC ou pegar um notebook “compatível”. Algo como os ThinkPad, por exemplo. Deve diminuir um bocado essas dores de cabeça por mau funcionamento e incompatibilidades.

        1. Sim, estou de acordo com vc.
          Mas a minha critica é justamente pq é isso que a comunidade prega.
          Cansei de ler na internet gente dizendo que o suporte da comunidade linux é melhor que o da microsoft.

          1. Eu não sei que comunidades você frequenta. Mas hoje, você encontra ajuda para tudo. Tem vários grupos no Telegram, fóruns, etc, com ajuda para todos o tipos de dificuldades enfrentadas por quem quer usar GNU/Linux.

            Mas ajuda é diferente de suporte. Muita gente, entram nessas comunidades querendo suporte/consultoria e pensam que esse tipo de coisa a comunidade deve ofertar gratuitamente. Esse é o equivoco. Se você quer começar a usar, quer dicas de hardware, de alternativas livres para software proprietario, ajuda com problemas de instalação, etc, você vai encontrar sim.

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