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Post livre #26

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309 comentários

  1. Meu android pegou “virus”. Que chatisse, pior que eu estava navegando na Exame e na Forbes quando aconteceu.

    1. Explica isso direito.

      Foi uma mensagem no navegador e seu smartphone começou a vibrar?

      1. Sim, exatamente isso.
        Estava navegando no site da Exame pelo Chrome e tinha um Ad embaixo. Não vi na hora de scroll e cliquei nele. Aí começou a farra.

        Links que acesso em pesquisa do google redirecionam para a imagem:

        1. Sinto muito lhe informar, mas, isso não tem nada de vírus.

          Basicamente fazem isso para você baixar um aplicativo de qualidade duvidosa ou mesmo acessar um link patrocinado.

          Enfim, é uma propaganda.

          O que você precisa é de um bloqueador de propagandas no Android.

          Particularmente, não consigo utilizar um smartphone ou tablet sem um bloqueador, já que aparece esse tipo de coisa.

          Tem vários disponíveis no Android e alguns já vem nativamente em ROMs, como a Blisspop.

          Os melhores normalmente tem necessidade de root, mas, tem alguns que podem ser instalados sem essa condição.

          Se tiver alguma dúvida sobre como instalar, só falar. De qualquer forma, não se preocupe.

          Além disso, alguns navegadores no Android tem bloqueadores de propaganda como Dolphin, Firefox e Maxthon (só é preciso ativar).

          1. Por isso as aspas na palavra.

            Isso sempre me redireciona pra baixar o PSafe. Só acho estranho esse tipo de ad estar em sites como exame ou forbes.

          2. Não ache estranho. Já pensou em utilizar bloqueador de propagandas?

            Não sei se você sabe, mas isso existe em qualquer plataforma.

          3. Já, como você mencionou ali em cima.
            Mas nunca tive problema parecido assim no iOS e no Windows não uso qualquer tipo de adblocker, apenas desativo o flash default.

          4. Eles não controlam os anúncios, são de redes programáticas. Pense no AdWords/AdSense: o espaço é preenchido por anúncios do sistema que batem com o seu perfil nele. Geralmente é o que paga melhor no momento, mas nem sempre. Aqui explica direito: http://digiday.com/platforms/what-is-programmatic-advertising/

            Às vezes passam anúncios intrusivos, como esses. O site, na real, não tem controle e como muitos dependem desses anúncios para funcionarem, se veem de mãos atadas. O iOS 9 permitirá a instalação de bloqueadores de scripts dessas redes (de anúncios, pois) e, em testes, alguém rodou ele no iMore, um site gringo sobre Apple. A redução nas requisições e tráfego foi brutal. O iMore se defendeu, dizendo basicamente o que comentei acima, ou seja, que não podem fazer muita coisa para mudar esse cenário: http://www.imore.com/and-hour-safari-content-blockers-and-imore

          5. Why does programmatic advertising matter?
            Efficiency. Before programmatic ad buying, digital ads were bought and sold by human ad buyers and salespeople, which are expensive and unreliable.

            Unreliable, sei

  2. Pergunta idiota: onde estão as opções de formatação de texto aqui no disqus??? lembro que ja deixei palavras em italico, negrito etc, mas não acho mais a opção aqui, ou sera que tem? me ajudem ai por favor

    1. Não me lembro dessas opções de formatação estarem presentes na interface do Disqus… Elas existem, mas só na base do HTML mesmo. Negrito, itálico, o básico.

  3. Só eu notei a enorme melhora no app de Calendário do Windows?
    No 10 tem integração mais fácil e um visual MUITO mais bonito.

    No auge dos meus 18 anos e da vida corrida a memória de compromissos começa a fazer eu esquecer de alguns. Usar o calendário com widget no Iniciar do PC e na tela inicial do Android tem me ajudado.
    Aliás, só eu que não curto muito o app Google Agenda? Acho meio feio, com as informações muito pequenas(tenho mania de usar só a visualização mensal).

    1. O visual dos aplicativos da Microsoft melhoraram bastante. O de Clima é o meu favorito.

      Sobre o Google Agenda, gosto do visual com os cartões e por ter cores e desenhos mais vivos, fora a integração que é perfeita.

    2. Os apps estão bem legais, só o cliente de email que tem uns problemas de sincronização e eu não acho a interface muito bonita (curtiria um visual mais pro Gmail pra android).

      1. Não uso por que acho o Gmail pela Web tão simples que no PC não me vem vontade de usar o app hahhahah
        Mas calendário é bom, por que o Google Agenda na web…

      1. Até rolava, mas era uma baita mão e uma enorme gambiarra sahusahuashs

  4. Quem aí fotografa como hobby?

    Explico: Comprei uma Digital Rebel (a primeira DSLR da Canon) + lente 28-80mm por um precinho camarada no OLX, mas com probleminhas – lente recheada de fungos e câmera precisando de uma limpezinha (mal estado). A lente consegui limpar razoavelmente, e a câmera penso em levar para manutenção geral quando possível ($$$). Não sei se teria a mesma paciência que tive quando limpei a lente…

    Antes disso, tenho uma Lumix ZR1 da Panasonic (quem me acompanhou no Giz sabe a origem dela :) ), que uma vez infelizmente caiu em um monte de areia. Mandei limpar, mas nunca mais foi a mesma máquina. Tenho ela guardada com muito carinho :) .

    Gosto de fotografar paisagens e veículos, e também trens e estações. :)

    1. Gostaria de fotografar com câmera. Até reservei uma grana para comprar uma, gosto muito dos retratos com bokeh e fotos de coisas urbanas e pedaços de arquitetura.

      Só que queria primeiro alugar uma câmera pra sentir o feeling de como é andar com uma.

        1. Eu não recomendo superzoom. É legal para aprender, mas depois disso ela te frustra muito. E a diferença para uma DSLR de entrada, dependendo de onde e qual você compra, não é tão grande…

        2. Eu não recomendo superzoom. É legal para aprender, mas depois disso ela te frustra muito. E a diferença para uma DSLR de entrada, dependendo de onde e qual você compra, não é tão grande…

  5. Vejo que o pessoal aqui é muito “cabeça” então queria aproveitar e pedir duas dicas/opiniões.

    – meu fone quebrou (earpods). Fui pesquisar e tá custando 200 dilmas, ou seja, um tanto quanto salgado. Gostava muito dele e até pagaria o preço, a não ser que exista outro nessa mesma faixa de preço que seja melhor. (Alguém conhece aqueles da VX Case/mundo do Iphone? são bons?)

    – Eu tô indo pro Rio inicio de mês. Não foi uma coisa planejada. Papeando com minha tia no facebook ela sugeriu que fosse passar o meu aniversario lá, acabei comprando passagens de ida e volta pra ficar o mês, só que tô liso (na verdade,dependo dos meus pais). Levando em consideração que tenho hospedagem, mas vou gastar com alimentação e transporte durante a semana (já que ela trabalha e não pode sair comigo durante a semana), cês acham que dá pra se virar com 700 dilmas?

    1. Sobre fones: uma coisa que noto no MdU é que o pessoal tenta buscar marcas famosas ou preços razoáveis. Uma dica que dou é tentar sair deste padrão e procurar fones baratos, que muitas vezes se surpreende. Tempos atrás fiz negócio e consegui um Fone Carrefour (OEM), que o rapaz pagou 40 reais. Fone do tipo externo, não in-ear ou similar. O som dele era gostoso de escutar e servia bem em celulares e som comum.

      Sobre o Rio: fui duas vezes lá e passei apenas um dia para o outro. Pelo que notei, o custo de vida é razoável se fugir de lugares turísticos. Se sai de SP para ir para o RIo, ao que notei, os preços não são tão diferentes em alimentação. Em transporte, há o ponto que o funcionamento do “Bilhete Único” deles é diferente e precisa de cadastro prévio. Melhor pesquisar antes os lugares onde vai e as linhas que atende, para não ser pego de surpresa ao pegar ônibus (como eu já fui :p).

      700 dilmas para um mês daria 23 reais por dia aprox. Meio pesado se for sair todos os dias.

      PS: tome cuidado se for de ônibus. A região da Rodoviária é uma confusão e comum ter assaltos por lá. Não sei como está hoje, mas já fui uma vez quase assaltado (levaram 2 reais, sorte que o resto do dinheiro que eu tinha escondi).

  6. Pessoal, essa semana descobri um programa de mapas mentais para sistemas Windows e Linux, trata-se do Xmind. Pode ser que muitos aqui conheçam. Pra quem não conhece vale a pena conferir.?☺

  7. Pessoal, essa semana descobri um programa de mapas mentais para sistemas Windows e Linux, trata-se do Xmind. Pode ser que muitos aqui conheçam. Pra quem não conhece vale a pena conferir.?☺

  8. Algo me ocorreu agora: de sopetão, vocês conseguiriam descrever como é a escova de dente de vocês?

    1. Uma da Reach. Que já passou da horaa de ser trocada….
      Gosto dessa marca porque as escovas são bem construídas. A cabeça não machuca a gengiva (que frase errada) e as cerdas não ficam descabeladas rapidamente.
      Queria comprar uma dessas moderninhas automáticas, mas sei lá

    2. Uma da Reach. Que já passou da horaa de ser trocada….
      Gosto dessa marca porque as escovas são bem construídas. A cabeça não machuca a gengiva (que frase errada) e as cerdas não ficam descabeladas rapidamente.
      Queria comprar uma dessas moderninhas automáticas, mas sei lá

    3. Queria usar uma elétrica pra ver se é tão eficiente qto dizem…

          1. Pensei nisso. Tenho a ligação gravada aqui e tava pensando em jogar aqui no MdU… mas tenho medo disso cair no ridículo e virar meme ou humilhação, seja para o telemarketing, seja para mim…

            Dei até uma olhada na conta online para ver se não teve nenhuma alteração grave. E vou salvar a gravação em outro lugar aqui, por segurança.

          2. Outro dia ouvi um podcast que o apresentador contou vários casos. Em um deles, uma moça do telemarketing todo dia quando chegava desativa a internet de uma mulher que a tinha tratado mal pelo telefone. Com isso a vida dessa consumidora era diariamente desgastante.

          3. Esse é um problema. No meu caso, acho que como é oferta de serviço, o máximo que o atendente poderia fazer era colocar algum plano diferente na minha conta. Só que hoje todo sistema destes é bem fiscalizado. Se um atendente abusar, basta rastrear a ligação e pegar o momento que começou o abuso.

            No meu caso, já faz uns dias que vem ligações de telemarketing de números do Rio Grande do Sul. Detalhe que não tenho conhecidos por lá.

            Falei para o atendente que ia jogar a gravação no Youtube. De fato, é uma forma de intimidação.

  9. Hoje eu fui fazer uma doação de sangue e vi o quanto eles precisam.
    Quem não tiver impedimentos, faça essa boa ação.
    Não dói e você ainda ganha um dia de folga do trabalho! :>

      1. Taí. Se não tiver nada contra, se cadastre para o banco de medula óssea também. Eles só retiram uma pequena amostra de sangue a mais!

        1. isso eu quero mesmo fazer, cara. pq não tem complicação nenhuma pelo q li. muito bem lembrado tb.

    1. É um gesto irado. A pessoa, sei la, se sente mais importante por ter contribuído de alguma forma a ajudar alguém que tá precisando.

  10. Hoje eu fui fazer uma doação de sangue e vi o quanto eles precisam.
    Quem não tiver impedimentos, faça essa boa ação.
    Não dói e você ainda ganha um dia de folga do trabalho! :>

  11. Acabei de comprar um óculos na Lema 21 com lente de grau. Veremos o que será.
    Roupas já compro com uma certa frequência pela internet e até agora sem dores de cabeça.

      1. Qual seu modelo? Atendeu expectativas de construção, durabilidade, etc?

        1. Não lembro o modelo, mas, já faz uns dois anos. Sou um pouco desastrado e tinha quebrado meu óculos anterior. Tem uma boa construção (já pisei nele uma dezena de vezes e nunca quebrou). Continua com um bom aspecto e é confortável. Foi uma experiência bem melhor do que comprar em uma ótica.

          1. Vacilei porque devia ter feito a compra no mesmo período que você mas fui empurrando com a barriga. Os preços antes eram muito mais convidativos (lentes de graça) e o preço das armações era mais barato.

            QUe bom que a experiencia tem sido boa. Se eu gostar, planejo investir em mais óculos de lá. Tem uns muito estilosinhos.

          2. antes as armações eram mais baratas e as lentes de graça??? fiquei triste de não conhecer a marca ://

          3. Em 2013 era 195 e as lentes básicas ( AR e UV, até +-2 graus) saiam de graça.

      2. Se for possivel falar se valeu a pena, principalmente na quEstão durabilidade, qualidade, e custoxbeneficio eu iria agredecer, nao quero gastar mais de 500 reais num oculos + armação não, mas to querendo muito fazer outro

  12. Uma pergunta geral: algum de vcs tem o temor ou receio de, no futuro (daqui uns 20 ou 30 anos), não terem habilidades ou familiaridade com as tecnologias vindouras? E isso acarretar em ter que pedir ajuda aos mais jovens (depender deles pra conseguir algo)? Ou até mesmo se algo assim já acontece hoje com um jogo (sei lá, seu sobrinho ou primo é bem melhor q vc, não se esforça muito pra conseguir passar de uma fase enqto vc pena) ou algo do tipo?

    1. Já cogitei essa possibilidade e acho que ela será inevitável. Então essa antecipação me fez ficar sem medo.

      1. mesmo estando a par do q acontece hj e acompanhando o q se produz relativamente bem? será q ainda haveria espaço pra uma mudança da magnitude da qual vivenciamos a transição (dependendo da sua idade, claro)? a complexidade só aumentaria, portanto?

        1. Noto que o uso de tecnologias está mais simples que complexo na verdade. Ou melhor, se aproveita o complexo para oferecer algo mais simples.

          Muitas das habilidades atuais em tecnologia na verdade são evoluções de tudo o que já aprendemos. Digo no caso de computadores, eletrônica e processamento de dados.

          Muitos de nós na verdade somos fruto de um estágio onde “tudo começou a ficar mais fácil”, quando nasceu os primeiros programas e computadores pessoais.

          1. engraçado, eu acho q as coisas estão cada vez mais complexas e entulhadas pra quem não tem familiaridade num nível insuportável. não vejo nenhuma movimento das grandes pra simplificar, isto é, tornar acessível as coisas pra um grande número de pessoas. é meio “ou vc está por dentro ou está por fora”, saca?

            tb não sinto proximidade com as máquinas de um modo geral (com exceção da minha máquina fotográfica e da minha bicicleta)…

            essa semana, dentro de um uber, o motorista usou o comando de voz, no waze, pra indicar o endereço. vi q ele fez aquilo com habilidade. talvez tivesse a mesma idade q eu, não sei… mas aquilo me pareceu artificial… sendo uma falsa simplicidade. não sei. pode ser cisma minha tb.

          2. Acompanhando a evolução dos computadores, eu discordo em relação a complexidade: está tudo ficando mais acessível aos leigos, entretanto a disponibilidade de tantas opções causa uma cegueira por “excesso de luz”.

            Não entender o Snapchat gera uma ansiedade por estar perdendo algo, assim como sentimos aflição ao ver pessoas não inteiradas de tecnologia sub-aproveitando as possibilidades,por exemplo, ligando para pedir táxi ao invés de simplesmente usar um app. No seu caso, ver alguém usar tão bem o comando de voz. Isso também ocorre para a oferta infinita de músicas e vídeos: o que estou deixando de lado no meio de tanta coisa?

            Além do excesso de coisas para aprender, há a questão da resistência a mudanças natural do ser humano: quando surgiu o conceito do iTunes, muita gente odiava a ideia de biblioteca porque lidava com música como arquivos. Organizar por pastas exige até mais conhecimento técnico do que uma biblioteca de música, mas como o conceito é novo muitos resistiram apenas por ser diferente. Nesse caso, o mais simples se tornava complicado.

          3. é bem chato isso, mas como faltam, peço a vc: lembras de algum exemplo q possa exprimir essa simplificação? eu, sinceramente e sem zoeira, pelo q uso q faço da informática e tecnologias correlatas, não vejo nenhum único ato q busca simplificar as coisas. com exceção de alguns produtos da apple, eu não vejo um design orientado a simplificação, não vejo UX orientado a simplificação e nem equipamentos q sejam voltados a simplificação. notadamente a complexidade das coisas é grande e soluções complexas são naturalmente dadas, mas tornar as coisas simples, como o apagar e ascender de uma lâmpada… eu não vejo na informática e na tecnologia entendida como gadgets dos quais se falam aqui no manual, por exemplo… e te peço exemplos não para q vc tenha q provar q está certo bla bla bla… é só pra ilustrar mesmo.

            isso seria “a” simplicidade?

            https://uploads.disquscdn.com/images/ed8ce0f891c090508c5e447c8aeedaa4a66521652f747f27d6eb4cd31aafe5b2.jpg

            são imigrantes procurando sinal de celular em djibouti.

          4. Para assistir um vídeo no computador, por exemplo, era necessário baixar um monte de codecs, depois veio o VLC e agora temos o Popcorn Time que torna até o download de filmes por Torrent uma experiência simples.

            Lembro que fazer uma rede doméstica era algo meio complicado e instável, hoje usando ferramentas como Dropbox para compartilhamento em nuvem e Google Cloud Print para impressão torna a necessidade de compartilhamento local bem mais user-friendly.

            O WhatsApp pode-se dizer que é um produto baseado nesse tipo de simplicidade de UX: o conceito de número de telefone é reutilizado para conversar através da internet, uma simplificação dos aplicativos de mensagens anteriores mas muito próximo da experiência simples do SMS.

            Essa foto seria uma consequência da simplicidade: hoje qualquer pessoa está em uma rede social e usa a internet para se distrair e comunicar, em sua ausência ela se sente perdida como nós sem energia elétrica. Na época do IRC, não haveria uma pessoa procurando sinal para mandar mensagem haha

          5. @google-c1e8c4d9f770b920ebf66bcdfb1f7dec:disqus são ótimos exemplos, mas eu vejo isso como coisas dadas. vc cita exemplos de coisas já no seu, digamos, ponto final. mas será q é fácil para a maioria das pessoas chegarem até elas? presumo q para os mais jovens sim, ok, sem problemas, mas e para as pessoas um pouco mais velhas, pra casa dos 45, 55 pra cima… será q é tudo tão claro assim? será essas gerações tem as referências necessárias pra entender o q são codecs ou conversas em tempo real? se sim, ok, então houve avanços, do contrário, me parece q esse fluxograma é bem intrincado até chegar nesse ponto final. mas, de fato, esses exemplos ajudam a entender a coisa melhor.

          6. Isso deixa mais fácil para todo mundo, hoje as pessoas precisam de muito menos ajuda (incluindo os jovens). Expliquei o Spotify para minha mãe em poucos minutos, enquanto baixar MP3 era algo complexo demais para ela entender como usar. Meus amigos (jovens) estragavam o computador com frequência, hoje ninguém pede para eu “formatar” smartphones e tablets.

            Talvez haja algum motivo para as pessoas mais velhas não se darem bem com tecnologia, mas talvez seja apenas o comportamento comum dessa fase da vida: muitas pessoas mais velhas não gostam de ideias novas também por exemplo, nem de outros tipos de música e roupa por exemplo.

            Aliás, na minha opinião, existe um esforço descomunal para simplificar qualquer coisa vida (do jovem classe média no caso). Na empresa onde trabalhava estavam fazendo um aplicativo de pedir pizza, algo bem trivial de ser feito pelo telefone. Talvez exista outra questão: é tão importante as pessoas entrarem de cabeça no que as pessoas chama de “tecnologia”? Usar o Snapchat, entender o humor do Twitter e usar um app para pedir comida não são coisas que mudam tanto a vida assim no final das contas.

          7. Isso deixa mais fácil para todo mundo, hoje as pessoas precisam de muito menos ajuda (incluindo os jovens). Expliquei o Spotify para minha mãe em poucos minutos, enquanto baixar MP3 era algo complexo demais para ela entender como usar. Meus amigos (jovens) estragavam o computador com frequência, hoje ninguém pede para eu “formatar” smartphones e tablets.

            Talvez haja algum motivo para as pessoas mais velhas não se darem bem com tecnologia, mas talvez seja apenas o comportamento comum dessa fase da vida: muitas pessoas mais velhas não gostam de ideias novas também por exemplo, nem de outros tipos de música e roupa por exemplo.

            Aliás, na minha opinião, existe um esforço descomunal para simplificar qualquer coisa vida (do jovem classe média no caso). Na empresa onde trabalhava estavam fazendo um aplicativo de pedir pizza, algo bem trivial de ser feito pelo telefone. Talvez exista outra questão: é tão importante as pessoas entrarem de cabeça no que as pessoas chama de “tecnologia”? Usar o Snapchat, entender o humor do Twitter e usar um app para pedir comida não são coisas que mudam tanto a vida assim no final das contas.

    2. É uma possibilidade real. Mas, falando por mim: Eu sempre fui bem tarado com tecnologia em geral, mas com o passar dos anos meu interesse vem diminuindo, junto com a paciência para determinados tópicos. Um exemplo claro disso na minha vida reside nas redes sociais que eu tentei usar, mas que no final das contas nunca tive o menor saco para aprender muita coisa. Ao mesmo tempo em que o interesse por tecnologia vem diminuindo, o meu interesse por coisas simples da vida vai aumentando. Então sei lá, mas eu acho que vai chegar num ponto em que quaisquer novas tecnologias radicalmente diferente do que tempos hoje já não vai me despertar interesse. Acho que talvez isso seja algo naturalmente inerente ao processo de envelhecimento mesmo.

        1. Pois é! Passei muito tempo da minha vida tendo esse padrão e vou percebendo que, no final das contas, a coisa não é bem por aí. No final das contas eu tenho ficado menos tarado a cada ano, mas no geral ainda um tarado por tecnologia.

      1. mas tem uns velhotes q manjam pra caramba. e não falo só de programadores das antigas ou os figurões q conhecemos pela imprensa. tb sinto q o interesse vá diminuindo com a idade, pq, talvez, com o tempo seja mais complicado mesmo seduzir uma pessoa mais experimentada com as piruetas q o marketing faz pra apresentar o “novo” a cada semana. tb nutro entusiasmo quase zero com as redes sociais (instagram pra mim é medonho, por exemplo). mas se não uso o snapchat, por exemplo, acho q já estou me descolando do agora, sabe?

        mas o problema estará nisso mesmo, na mudança radical. se estarei (estaremos) preparando pra qdo ela vir com o repertório q temos hj. o reportório de meados do século passado, por exemplo, não é o suficiente pros tempos de hj…

    3. Pra ser sincero, acho que eu não terei problema com isso.
      Tenho contato com tecnologia (computadores, pra ser mais exato) desde a época do 386 quando era criança. Sempre me virei pra aprender sozinho, sempre fui autodidata.
      Foi assim com o Windows 95, a era dos CDs, aprendi HTML, depois programação, a usar meu primeiro smartphone, etc, etc… Lá em casa sempre fui a pessoa que chamavam pra ligar o DVD na TV hahahaha

      Posso estar errado, mas não acredito que eu terei dificuldades.

      1. acho q é excesso de confiança seu, não? há algum tempo estava tentando editar uns mapas através de um programa bem complicado (pra mim). entrei em foruns e havia muita desenvoltura ali. mas pra mim ainda permanece um mistério… tinha a ver com aquele projeto openmaps e o programa q edita os mapas. fiquei cabreiro com a minha total inabilidade pra aquilo.

        1. Cara, não acho que seja exesso de confiança. Como comentei, pelo meu histórico, sempre tive facilidade de aprender por conta.
          Claro, existem coisas que eu não sei fazer, como editar imagens/usar o Photoshop para além do básico “cortar/redimensionar/brilho”.

          Mas acredito que isso seja conhecimento muito “específico”, assim como o teu caso com os mapas. Não é uma tecnologia “popular”, que todos usam ou sabem como usar. Pra mim, é apenas algo que não tenho afinidade. Mas nada me impede de aprender se for necessário.

          No mais, entendi a tua pergunta mais no sentido de tecnologia popular. Mais ou menos como nossos pais/avôs hoje tem dificuldade com computador ou smartphone. Pra esse tipo de coisa, realmente não acho que terei dificuldade.

          1. justamente, nossa geração, diferente da dos nosso pais e avós, tem mais acesso, assim me parece, um espectro muito maior de tecnologias e não só as “populares”. vc, por exemplo, tem alcance a coisas bem complicadas se quiser: se vc resolver, por exemplo, alterar o código de um programa de código aberto… vc pode ir lá e fazer, tem todos os recursos pra isso, mas tem as habilidades? é esse o ponto, eu acho. cada vez mais seremos confrontados com coisas complexas no decorrer do tempo e será q teremos a habilidade necessária? pq a tecnologia não vai se resumir às coisas q consumimos já resolvidas e pronto… tem as impressoras 3D chegando e isso muda muita coisa, não?

          2. “será q teremos a habilidade necessária?”
            Na minha opinião, ter ou não ter habilidade é um conceito que sempre existiu e sempre vai existir. Pessoas tem maior facilidde (ou gosto) por determinadas coisas, independente de estarem mais velhas. Por isso cada um escolhe uma profissão, alguns como eu preferem jogos de corrida (sou um zero em plataforma), outros preferem carros sport mas não sabem pilotar, e assim vai.

            Sobre a impressão 3D, acho que entre no mesmo conceito das “tecnologias de nicho”. Quem precisar trabalhar com isso, vai ter que aprender. Quem não depender, simplesmente não vai saber nada.
            A mesma coisa já acontece hoje com os carros. Muita gente sabe dirigir, mas a maioria não faz ideia de como um veículo funciona. Pra elas, isso não é importante. Pra quem isso realmente importa, como os engenheiros, esses sim sabem como lidar com as tecnologias envolvidas.

      2. me lembrei dos óculos 3D e mesmo o cinema 3D. nunca fui lá ver… nunca. e já acontece há anos aqui no brasil. tenho um filme pra ver, experimental, do godard (um cineasta francÊs das antigas)… ele é um velhote q se propôs a zombar da tecnologia do cinema 3D. ele é um sumidade do mundo cinema e não precisaria fazer, mas fez lá um filme 3D chamado adeus à linguagem…

        https://www.youtube.com/watch?v=VuIFCJ8AsB0

        1. Ta aí outra coisa que eu nunca fiz: assistir filme 3D.
          No meu caso, não é pela tecnologia, mas porque faz ANOS que não vou no cinema. Pura falta de vontade mesmo.

          1. Então eu e vc estamos por fora dessa. Pode ser q o cinema 3D desapareça, mas já estamos um pouco por fora. Ou pode ser q ele floreça e seja foda. Mas tem TV 3D sendo vendida aos montes tb.

          2. Esse já é um indício de que você talvez não esteja sempre a par da tecnologia. Na real, é um sinal de que já não está — cinema 3D é um negócio bem maluco, antigo e enraizado. Repetindo-me: não há nada de errado. Se falta vontade é porque não há interesse, e a gente acaba focando no que nos agrada ou nos é necessário. Vida que segue.

    4. Bem como o @harlleysathler:disqus disse, vai do interesse. Desde pequeno sou envolvido com gadgets mas hoje sou totalmente indiferente às tecnologias de movimento, sério. Não vejo graça alguma em Kinect e afins. Mas acho também que esse caminho que seguiremos não será tão tortuoso quanto o dos nossos pais e avós (thanks, Moore).

      Meu pai por exemplo. No tempo dele, era um ninja com o rádio mas quando se deparava com um teclado, seja de computador, controle remoto ou calculadora, quase mandava as teclas para o Tártaro de tão forte que era a porrada.

      1. hahaha. tb tenho meu pai como referência pra algumas coisas. e ele realmente se debate com coisas q pra mim são simples. mas é hábil o suficiente pra ir se virando. consegue usar bem o banco, usa torrent, instala umas coisas e tal… mas vira e mexe cai nas armadilhas de alguns sites e instala as malditas barras no navegador e outras porcarias. ele está familiarizado com a linguagem q informática nos apresenta, mas não está sacando as armadilhas dessa linguagem. como se vc caísse num trocadilho qualquer de algo q alguém lhe contasse.

        não estou muito preocupado e sei basicamente como conseguir informações pra fazer coisas q não sei e muita gente se dispõe a explicar as coisas em tutoriais (mas alguns tutoriais já vão direto ao ponto e demandam pré-requisitos). eu apenas desconfio q se houver uma mudança radical, esse nosso conhecimento hj ficará meio imprestável…

        1. Acho que o pessoal de 50 anos (existem algumas lendas com mais idade) pra baixo está mais condicionado a conviver com a tecnologia de hoje.

          O problema vai ser, como você mesmo disse, se houver uma mudança radical. Mas não levo muita fé nisso.

          1. mesmo pq, se essa mudança vier, pode ser q nem sejamos capaz de notá-la ou entendê-la, daí vai ser como se ela não tivesse acontecido. algumas pessoas das antigas dizem q a internet é uma besteirada só…

    5. Acho que já cheguei nessa fase. Não tenho a menor vontade de perder meu tempo com rede sociais. Facebook, Whatsapp, Instagram, Snapchat e etc. Nunca nem cheguei a fazer uma conta nesses serviços e nem pretendo.

      1. não acho q as redes sociais sejam a ponta de lança, por assim dizer, do mais moderno q a internet e a informática têm a oferecer… elas têm grande destaque na mídia e tal, mas eu acho q são só uma parte da coisa toda. dispendemos muito tempo em outras coisas tb (algumas nos roubam tempo, inclusive, qdo vc quer fazer algo e dá um pau e vc fica lá horas tentando arrumar).

        1. Li essa semana que as redes sociais e aplicativos ultrapassaram os navegadores e jogos. A Flurry Analytics fez uma pesquisa nos Estados Unidos e o uso desses serviços subiram 35% no último ano.

          Não sei se você acompanha política internacional, mas, nos Estados Unidos as prévias dos candidatos a presidência na TV já são feitas em parceria oficial com o Facebook, graças a grande abrangência do serviço.

          Por isso, tudo creio que elas possam absorver outros setores e se tornarem o futuro.

          1. entendo… eu só não sei se são essas empresas de redes sociais q vão fazer grandes avanços, pq o face, por exemplo, é simples e não demanda muita habilidade. tb é o trunfo deles, claro… mas as redes sociais são uma transposição do q vivenciamos, mas no ambiente da internet. não me parece uma reviravolta do q já vivenciamos ou q já foi vivenciado. redes sociais se desenvolveram junto com a civilização…

      2. a realidade virtual, por exemplo? se isso decolar pra valer… é uma outra linguagem. já temos o reportório necessário pra encará-la? não sei…

        1. Kinect e Oculos Rift, pelo menos para mim são gasto de tempo e dinheiro sem muita utilidade para as massas. Assim com essa guerra de assistentes virtuais por voz.

          1. mas o kinect está sendo usando em experiências médicas interessantes e por muitos engenheiros jovens q experimentam coisas com esse equipamento, não?

          2. mas esses caras vão fazer as coisas acontecerem daqui uns 20 anos e a referência deles vai ser outra.

          3. Foi assim com o Kinect e pelo menos até agora não vingou.

            Também foi assim com o 3D no cinema e teve o mesmo resultado.

          4. eu vejo minha sobrinha (de dez anos) usando o kinect com muita desenvoltura… o impacto cognitivo dessa tecnologia nela é imensurável agora, pq ela vai embarcar em outros processos de pensamento mais à frente. como não tive o mesmo estímulo na idade dela, tendo apenas a minha imaginação e brinquedos toscos (o atari), eu creio q ela já está sendo preparada pra novas tecnologias. o cara q inventou o código do kinect, um brasileiro, é um cara q pensa muito lá na frente e, cara, esses visionários, q pintam às vezes o futuro acertadamente, já vão preparando o terreno pra outras jogadas deles…

          5. Usei bastante o Rift, e cara, é de fato uma nova forma de se jogar e consumir conteúdo. Em alguns anos vai ser possível para as massas jogar com qualidade, ai vai do impacto dele e do valor de investimento necessário para ingressar. Ainda quero ver como vão ser os filmes feitos para VR.

          1. algo do tipo, mas com a imersão de um desses óculos q o ghedin comentou até q testou e tal.

    6. Bom questionamento o seu, mas para mim existem diversos fatores que podem influenciar sua familiridade com as tecnologias que estão por vir. Pra começar tem a questão da grana, por exemplo, meu pai e minha mãe estão completamente defasados em tecnologia, meu pai trabalha usando um computador, então ele esta bem menos do que minha mãe, que só foi ter um computador no final do ano passado (e ainda é um windows xp), então isso dificulta por exemplo, para os adultos de hoje em dia se familiarizarem com as “novas tecnologias”, tipo um computador com windows 8/10. E alias, isso tambem os afetou no quesito celulares, meu pai não larga o dumbfone nem a pau, eu e meu irmão demos um lumia para ele e mesmo assim ele prefere os recursos lanterna e 2 chips no dumbfone. Ja minha mãe tem um android horrivel que foi ter tipo, ano passado tambem, mas não creio que ninguem tenha dificuldade com um android puro, por exemplo, pois as pessoas só iam usar uns apps basicos, tipo, facebook, clientes de email, e whatsapp, coisas que não são dificies de aprender, mas acho que a sua questão agrega como nós desse grupo, mais “entendidos” de tecnologia encarariamos esse futuro, e sim, acho que nós encarariamos tudo de boa, mas cada dia surgem mais e mais tecnologias, então por motivos de: vida corrida, emprego, casamento, namoro, filho, responsabilidades etc, é obvio que a galera nao vai acompanhar tecnologia do mesmo jeito quando tiver sei la, 50 ou mais anos, do que acompanha hoje, pois simplesmente não tem porque fazer isso, porem, tudo que de certa forma de popularizar, por exemplo, novos smartphones, novos computadores, tvs, carros etc, acho que não vai haver essa dificuldade toda, pois não enfrentaremos essa transição toda do analógico para o digital como a geração do século XX teve que enfrentar.

      1. ranner, bem observado. há muitos limites sociais sim nessa questão. mas qdo fiz a pergunta pensava mais nas pessoas q participam aqui pedindo uma espécie de projeção no futuro, isto é, se imaginar daqui a 20 ou 30 anos levando em conta q novas formas de contato com tecnologias nos são apresentada de modo bem acelerado. eu estimo q estejamos, sim, por novas e fortes mudanças tecnológicas de impacto muito amplo… seja pela robótica ou por novos algorítimos cada vez mais sofisticados e tudo isso antes mesmo de resolvermos velhos problemas sociais (principalmente de igualdade)… então nossos velhos problemas se juntarão às novas tecnologias e será q vamos ter interesse e capacidade de lidar com tudo isso? talvez não… nosso pais, de fato, sofrem um tanto com as coisas de hj, mas será q não vamos sofrer igualmente com as coisas do amanhã? qdo robôs se tornarem mais presentes, carros autônomos forem a maioria, qdo tivermos q termos cada vez menos contato com outras pessoas cotidianamente… será q vamos aguentar ou enlouquecer? claro q imagino algo mais sombrio à frente e vc pode ser mais otimista…

        1. Sem duvidas, se o futuro for como você esta pintando, corremos muito esse risco, mas junto dele podem vir coisas que agregam, então vou entrar um pouco nessa sua idealização do futuro e acreScentar por exemplo, que vai que as escolas implementem uma introdução a tecnologia? ai mudaria muita coisa correto? alias, com tantas tecnologias novas e tão “pra frente”, tambem poderiam surgir maneiras (não me pergunte quais) de fazer com que as pessoas as aprendam de uma forma mais facil e intuitiva.

          1. tem muita gente defendendo q crianças devem programar. uns dizem q isso é muito bom e outros q estão preparando as crianças pra serem mão de obra barata… e aí?

    7. “Tecnologia” é um conceito extremamente amplo, mas entendo que você esteja se referindo a “coisas novas”. E… bem, estar ou não atualizado depende do seu interesse e disposição em aprender coisas novas. E não há nada de ruim ou vergonhoso em deixar passar coisas que não te interessam ou não farão diferença em áreas mais importantes da sua vida

      Redes sociais são, sim, muito tecnológicas, mas é um negócio que não me chama a atenção. O mínimo que sei é por necessidade profissional, o uso que faço, restrito ao que acho legal (falar groselha no Twitter). Como ~entusiasta e por ter um blog que é sobre tecnologia, eu faço aquele esforço a que me referi no parágrafo acima para acompanhar o que há de novo. Tem um óculos 3D dando sopa? Vou lá (usei um Rift sábado passado e achei bem “meh”). Tem um novo aparelho revolucionário no mercado? Faço de tudo para ter contato. Antes do profissional, é algo que chama a minha atenção e, portanto, me tira da inércia. (Essa relação interesse/busca por novidades se reflete na linha editorial do Manual do Usuário; eu não ligo muito para tecnologia como fim, mas como ela impacta nossas vidas.)

      Permanecendo ainda nas redes sociais, eu me senti bem deslocado no Curitiba Social Media justamente porque social media não é a minha praia. E está tudo bem. Nossa atenção é limitada e o tempo, finito. Muita coisa se perde nessas restrições. (In)felizmente não há tempo, nem disposição para conhecer tudo.

      1. Mas e o futuro? Eu vejo jornalistas da área cultural, por exemplo, acompanhando eventos culturais, mas eles, os eventos, não mudam radicalmente como as novas tecnologias. Eu posso ficar no terreno dos clássicos até o fim dos meus dias sendo um jornalista cultural, mas isso seria impraticável sendo jornalista da área de tech, não?

        1. Jornalista cultural também precisa se adaptar. O próprio cinema 3D, citado mais abaixo, é um exemplo disso. (Tudo bem que existia desde a década de 1950, mas o revival dos anos 2000, com Avatar, meio que foi novidade para muita gente.)

          Novos nomes que surgem na cena precisam ser analisados da mesma forma que novos gadgets que o mercado entrega e alguns, os mais originais, os mais caóticos, demandam muito estudo para serem compreendidos. Imagina o nó no cérebro dos críticos contemporâneos de Dalí, Duchamps e outros malucos vanguardistas. Os caras levavam um guidão de bike e uma mictório para o museu e chamam de arte, e aí?

          E ainda há grandes pontos de ruptura que viraram o mercado de cabeça para baixo, como a produção de arte (ou “arte”) em escala industrial no século XX e, agora, nos anos 2000, o barateamento e a facilidade em produzir conteúdo de qualidade em casa, com computadores comuns e máquinas simples.

          Quase tudo evolui e qualquer profissional que não acompanha essas “mudanças radicais” ficam para trás. Diga um nome, e sobram exemplos disso. Não é exclusividade daqueles que encaram tecnologia como fim — seja por profissão, seja por hobby.

        2. Jornalista cultural também precisa se adaptar. O próprio cinema 3D, citado mais abaixo, é um exemplo disso. (Tudo bem que existia desde a década de 1950, mas o revival dos anos 2000, com Avatar, meio que foi novidade para muita gente.)

          Novos nomes que surgem na cena precisam ser analisados da mesma forma que novos gadgets que o mercado entrega e alguns, os mais originais, os mais caóticos, demandam muito estudo para serem compreendidos. Imagina o nó no cérebro dos críticos contemporâneos de Dalí, Duchamps e outros malucos vanguardistas. Os caras levavam um guidão de bike e uma mictório para o museu e chamam de arte, e aí?

          E ainda há grandes pontos de ruptura que viraram o mercado de cabeça para baixo, como a produção de arte (ou “arte”) em escala industrial no século XX e, agora, nos anos 2000, o barateamento e a facilidade em produzir conteúdo de qualidade em casa, com computadores comuns e máquinas simples.

          Quase tudo evolui e qualquer profissional que não acompanha essas “mudanças radicais” ficam para trás. Diga um nome, e sobram exemplos disso. Não é exclusividade daqueles que encaram tecnologia como fim — seja por profissão, seja por hobby.

          1. hum… esses movimentos artísticos de vanguarda realmente acontecem de tempos em tempos, mas são processos lentos que culminam em algo bastante celebrado/criticado (o tropicalismo foi tão foda q ainda não é compreendido, por exemplo)… mas se vc reparar bem, a semana de 22 ainda dá pano pra manga em muitas discussões do meio cultural e já se vão quase 100 anos! movimentos artísticos com evidentes qualidades artísticas são duradouros e não à toa vc citou alguns dos principais com força estrondosa e q influenciam toda a indústria cultural nos tempos atuais (seja por referência ou por cópia mesmo). mas são lógicas distintas, pois os artistas não funcionam dentro da lógica mercadológica – muitos, claro, são enquadrados posteriormente e assim ficam. é claro q há exceções, como o damian hirst, q é puramente mercadológico, a meu ver… pois bem, eu vejo a área cultural como um grande remanso: vi umas coisas bem legais no museu inhotim, em brumadinho, e o q mais me inquietava já tinham lá uns bons anos… eu vejo ritmos bem distintos da área cultural (que se beneficia da tecnológica evidentemente) da da área de tecnologia, q parece não se beneficiar tanto da área cultural, infelizmente… as mostras do FILE, por exemplo, são extremamente poderosas nesse sentido: http://file.org.br/. talvez a indústria de games seja a melhor representação dessa imbricação q pode ser mais benéfica se a área cultural tivesse maior influência sobre os realizadores. mas nos jogos indies talvez essas aproximações sejam mais viáveis… mas só especulo.

  13. Quero uma sugestão da parte de vocês… Seguinte, eu passo o dia na loja do meu irmão com ele movimentando as redes sociais e tal, mas quando termino, acabo ficando a toa.. Vocês tem alguma dica de canal do YouTube ou sites pra eu ler durante esse período? Queria aproveitar pelo menos o tempo que passo a toa fazendo algo e aprendendo algo novo, alguma sugestão? Obrigada

    1. Vou responder esta pergunta com outra pergunta: o que tu gosta de ver exatamente?

      Pois de conteúdo, hoje é bem vasto. Eu posso falar um site e tu não gostar, e outro aqui pode falar algo que tu acaba gostando.

      Sou bem restritivo hoje ao que acompanho de conteúdo online. Fora o MdU, a maioria dos conteúdos que vejo são quase os mesmos que acompanho a 5, 10 anos. E sou bem chato para escolher um conteúdo que eu curta.

      Vídeos do Youtube mesmo não nenhum vlog ou similar. Acho que peguei trauma. Vejo mais séries ou animações.

      Sites, geralmente minha lista hoje está assim:

      – Portais (UOL, G1)

      – Tecnologia (Gizmodo, Tecnoblog, Inovação Tecnológica, MdU)

      – Carros e Motos (de carros não vou citar nenhum, de moto, só http://www.motonline.com.br e o http://www.voceesuamoto.com.br )

      – Animê (www.crunchyroll.com.br – http://www.jbox.com.br – tem outros, mas por questão ética não vou citar aqui)

      Canais do YouTube:

      – Rovio (Angry Birds e cia) https://www.youtube.com/user/RovioMobile – Vale ver o toons.tv, que concentra as animações que a Rovio pegou os direitos, inclusive Transformers.

      – Turma da Mônica – https://www.youtube.com/channel/UCV4XcEqBswMCryorV_gNENw

      – Kipkay – https://www.youtube.com/channel/UCzNAswnSN0rZy79clU-DRPg

      – Barbixas = https://www.youtube.com/channel/UCZbgt7KIEF_755Xm14JpkCQ

      – Simon’s Cat – https://www.youtube.com/channel/UCH6vXjt-BA7QHl0KnfL-7RQ

    2. Difícil ajudar com isso. Gosto de utilizar o YouTube mais como entretenimento. Mesmo assim, tem uns canais bacanas sobre livros como o da Tatiana Feltrin.

    3. Esqueci de falar o que gosto hahaha, mas assim, gosto de sites de tecnologia, aprender a respeito, mas me interesso também por assuntos como história, geografia, arte, notícias no geral. Me tornei uma viciada em blogs do tipo do MU, mas por enquanto achei poucos que fossem semelhantes.

      1. Então siga o canal do Adrenaline.

        Daqui há 10 minutos vai ter um Live ao vivo no YouTube com os principais assuntos da semana de Tecnologia e Jogos.

    4. Sobre canais de tecnoligia, hoje só acompanho o MdU, MeioBit e Ztop (que anda meio parado, infelizmente).

      Se gosta de carros (vai saber, né? ^^), FlatOut.

      Canal no YT, principalmente para aprender alguma nova todo dia: Manual do Mundo.

      No mais, às vezes fico perdido pelo YT só assistindo às sugestões. Volta e meia aparece algo interessante.

      1. Cara um que gosto muito de ler é o OSNews. Passo pelos sites do Mobile Nations as vezes. MeioBit ultimamente só os posts do Cardoso e do Gilson é que tem valido a pena. E claro, aqui no Manual.

      2. Cara um que gosto muito de ler é o OSNews. Passo pelos sites do Mobile Nations as vezes. MeioBit ultimamente só os posts do Cardoso e do Gilson é que tem valido a pena. E claro, aqui no Manual.

        1. Mas não precisava ser tão slow assim, né? hahahahaha
          Acompanho os caras a muito tempo, eles já tiveram uma época mais movimentada. Mas entendo, eles tocam um negócio próprio além do “blog”.

        1. Tecnoblog acompanho de vez em quando. Tenho um pouco de nariz torcido para eles. Assim como o MeioBit (Este eu tenho mais).

          Em ambos, tem uma consideração: eles são mais técnicos, voltados para techies / early adopters / nerds. E o MeioBit tem um ponto extra de ser extremamente técnico algumas vezes, fora o sarcasmo habitual do Cardoso.

          O Manual do Usuário tem um ponto a favor nisso: ele é bem mais “tecnologia para as pessoas” (tanto quanto o Gizmodo na época do Burgos), e o foco fica mais em “o porque de usar isso” do que “putz, isso é bacanão! é última geração! é melhor que a outra marca! tem trocentos de memória Gb (e é assim que se escreve senão ganha multa :p)”

          Vai do foco individual também, do que quer ler. Antes do Giz e na época que me aprimorava em tecnologia, li bastante o MeioBit (era a época do Ghedin como editor). O mais interessante era o contraste dos textos do Ghedin, mais humanizados, em relação aos outros membros, mais voltado a números e distinções técnicas.

          Tinha o ForumPCs também, que por um bom tempo tinha matérias boas, mas com o tempo foi perdendo membros e também fazendo textos bem chatos (culminou no texto do Benito Piropo apontando dedos para quem usa pirataria e meio que se beatificando de nunca usar algo pirata).

          Também lia o Clube do Hardware (parei quando o editor (edit – usei um nome errado, desculpe) :) usou o termo “prostituição” para quem trabalha barato com informática), e de vez em quando passo no (Clube do) Hardware (que o Morimoto colocava textos bacanas). Raramente botei os pés no Badoo (além do nome estranho, sempre achei esquisito o site, além de textos que me pareciam cópias de outros sites), Techtudo (pelo que notei, uma tentativa da Globo de ter os nomes mais conhecidos de tecnologia com eles) e o Tecmundo (o clone de sites do Baixa(vírusa)ki).

          1. Concordo com você sobre o Tecnoblog e Manual.

            Tem o Adrenaline também. Eles são carismáticos, gostam de números, mas as análises são superficiais.

          2. Eu gosto do Adrenaline. Acho bom e acompanho quase diariamente, e nas análises, acho que são um tanto “distantes” do leitor, não sei como explicar isso.

    5. Como você diz que se interessa por arte, história, etc, esses canais vão ser bem legais:
      Esse primeiro, o Art Assignment, da “tarefas” de arte para você fazer, seja sozinho ou com outras pessoas, são coisas simples geralmente, e algumas divertidas, então recomendo https://www.youtube.com/user/theartassignment

      Nesse outro, o Crash Course, eles ensinam história e varias outras coisas, de uma forma bem legal: https://www.youtube.com/user/crashcourse

      Ps: ambos canais são do John Green (escritor) e o do irmão dele, Hank Green, e todos surgiram a partir do canal deles, o vlogbrothers.

    6. Tem TANTA coisa boa no Youtube. Caso entenda Inglês, vá de Vsauce e Mental Floss, por exemplo. Outra sugestão é o canal “Minute Earth”, que tem uma versão oficial em Português que volta ao ar semana que vem (tava parado 1 ano): Minuto da Terra.

  14. Só pra registrar…acabei de voltar ao iOS. Comprei um 5c de 16gb no aliexpress (vc não leu errado) e depois de 18 dias, ele chegou aqui. tudo nos conformes. Com relação à taxa, estou sem acreditar até agora, pois totalizando taxa de importação + R$ 12 dos correios ficou R$ 32 e uns quebrados…Paguei R$ 692 no aparelho. Sim, o vendedor mandou uma película e uma capa de brinde.

    Desculpem a qualidade da foto, afinal foi tirada com um galaxy 5!

    1. Que louco isso, alias, meu amigo comprou um sapato no ebay esses tempos, chegou aqui em 1 mes, no total, deu 270 reais e a taxa dos correios ficou 30 em reais tambem, acho que vocês deram essa sorte(?).

  15. Windows 10(sim,de novo):Vcs viram q a MS confirmou q com 1 mês apenas de lançado,o Windows 10 já atingiu 75 milhões de instalações?É um bom número, considerando q o Win8 levou 6meses para atingir 60 milhões.Claro,ser de graça ajuda,mas msm assim.E tbm a Store tá indo muito bem no q diz respeito à “MOVIMENTAÇÃO”,pois os downloads aumentaram 6X mais.O q acham?

    1. Bom, mas, a loja precisa muito melhorar. Não tem nem como remover aplicativos que um dia foram baixados e que não são utilizados.

      1. Vc fala daquele histórico q fica na conta?Se sim,é MEU SONHOq se consiga remover!
        Mas, acho q nenhuma LOJA permite q removas tal histórico.Play e AppStore permitem? ?

          1. Mas qual é a vantagem, se você perde o aplicativo ao retirá-lo da lista e se ele não ocupa o espaço na memória só por estar lá?

    2. Ajudou muito o grande beta deles, os downloads era de se esperar que o povo baixasse algo ali, porque no Win8 o negócio tava feio.

    1. Já testei Rdio, Deezer e recentemente estava assinando o Spotify. Não vi muita diferença no catálogo dos três.

    2. Em catalogo não tem muita diferença, como o Luis disse, o resto é preferencia, eu curto o Spotify, mas uso o google play music pra tocar minhas musicas do cartão SD, acho que ambos são ótimos mas cada um tem 1 ou 2 recursos que poderiam pegar emprestados um do outro, coisa simples, mas que ia melhorar ambos.

    3. Estou usando o AppleMusic por facilidade, mas já usei o GMusic, Rdio, e Spotify acabei indo pro AppleMusic por já estar lá, e tudo vai num bom ritmo.

    4. Groove Music,Spotify e Deezer.Apple Music é péssimo…
      Mas gosto do Spotify msm.

    5. Uso Spotify, mas preferiria comprar e ter posse se fosse 10% do valor atual.

  16. Como vocês acham que as coisas vão estar em 2016 com essa crise aparecendo maior que o previsto?

    Hoje foi divulgado que a recessão foi a maior dos últimos 60 anos e a política do governo de não cortar gastos + aumentar tributação não ajuda muito (acabaram de aumentar os impostos de importações).

    Será que teremos um iPhone de R$ 5.000 e preços ainda mais absurdos nos produtos de tecnologia?

      1. Três equipamentos queimaram aqui.

        Se tivesse que comprar agora, seriam bem mais caros do que quando adquiri e de qualidade bem inferior.

      2. Claro que não, você pode comprar produtos da Positivo e da CCE, tecnologia de ponta nacional.

    1. E para quem não pegou aqui o que o Luis falou, vai uma resenha do pessoal do “Garotas Geeks”: http://www.garotasgeeks.com/mangaanime-shirokuma-cafe/

      (O animê é soujo – para o público feminino, tal como Sailor Moon e Guerreiras Mágicas de Rayearth. O porém da história é que como qualquer um destes, não há problemas em homens assistindo. Até porque a história em si não é bem soujo, é bem universal mesmo. Como sempre digo, é meio que um “Sai de Baixo”, mas com bichos com gente no meio :) )

      1. Cara, no começo pensei que não ia funcionar porque ele tinha umas piadas de trocadilho bem japonesas. Mas depois fica tudo tão natural que nem sinto diferença assim.
        E isso daí é shoujo? Quem diria! Para entra na categoria daqueles animes de comédia sem gênero definido.

  17. Dúvida para o pessoal que trocou um smart pequeno (4 ou 4,7) por um bem maior (5,2 para cima – que precise mais das duas mãos). Como foi a adaptação? Valeu a pena 100%?

    1. Para mim não, saudades eternas do Moto X 1 que eu tive. Tanto que os únicos aparelhos que cogitaria pegar hoje são o Xperia Z3 Compact e o iPhone 6 (este se eu descobrir uma fonte de dinheiro infinito).

      1. Estou no X1 (Lpop 5.1). E acredito que troque apenas em 2016.2, ainda tenho esperança de lançarem um novo MX com 5.0 (talvez até 5.2 se com boa ergonomia…).

    2. Eu tinha um 5C e troquei pelo 6, adaptação super rápida. Gostei muito, hoje acho que não me enxergo com uma tela menor.

      1. Apesar de ser visível e notável o aumento, o iPhone 6 é um dos menores entre os grandões. Até o Moto X de segunda geração (5,2″) é tolerável. Dali para cima, é difícil.

        1. Tô pensando em comprar um Plus como próximo, quando olho meu 6 hoje acho ele muito pequeno hahaha

          1. Bem, normalmente mulher carrega o telefone na bolsa, né? Para homem é mais complicado. O meu Moto G 2014 já considero extremamente incômodo no bolso tem hora.

          2. Eu não uso bolsa kkk, carrego mais no bolso também, porque já tem mochila nas costas e ele tem que ir perto porque quase sempre estou adiantando algo (ou usando Telegram) hahaha

    3. Eu ainda uso meu iPhone 5 velho de guerra, mas costumo testar aparelhos bem maiores. Você acaba se adaptando (na maior parte dos casos, desistindo e usando ele com as duas mãos), mas é sempre um alívio quando devolvo um grande e volto ao iPhone.

    4. O meu ainda é o moto g 1, 4,5 polegadas, mas creio que até 5 seja aceitavel, agora de 5,2 pra cima eu não curtiria (mas me adaptaria, obvio)

    5. Eu tinha um 5S troquei por um 6+, no começo me desesperei. No 6º dia deixei ele cair no chão e trincou o cantinho da tela (não por ele ser grande, mas por ser liso e eu não tinha comprado uma capinha ainda), fiquei bem triste porque eu cuidava muito, sempre cuido muito, enfim. É MUITO grande, minha mão não alcança direito os icones, tenho que usar sempre as duas mãos pra digitar, sempre que sento tenho que tirar do bolso e colocar na mesa. Mas, cada vez que vou mexer num menor eu me desespero que é tão pequeno! É bem estranho. Não sei se eu trocaria ele por um menor, mas tenho certeza que se eu nunca tivesse ficado tanto tempo com esse eu estaria feliz com o menor kkk

    6. Foi a melhor corta que fiz e não quero nunca mais voltar para uma tela menor.

      Tive um smartphone com tela de 4″ e outro com 4,5″. Eram pequenas demais. Hoje estou com uma tela de 5,5″ e plenamente satisfeito depois que passei a utilizar um versão com um DPI melhor – infelizmente o padrão das fabricantes Android é triste.

      1. Você usa algum tablet com frequência? Tenho a impressão que um dos critérios a favor das telas grandes tem a ver com o perfil de usuário que faz muitas atividades que outras pessoas fazem em tablets/afins (digitação e/ou leituras mais demoradas, jogos e/ou consumo de multimídia mais demorados, etc).

        1. Sim. No meu caso não gostava do espaço que as telas ocupavam, já que sobravam áreas inúteis e que apenas dificultavam o uso. No Android pelo menos, a opção de botões virtuais se tornou um padrão ruim e mal utilizado pelas grandes fabricantes. Existem opções bem melhores e mais naturais que ficam completamente esquecidas.

    7. A minha transição foi tensa, Saí de um iPhone 4s pra um Moto X 2014. Estou há um ano com o aparelho e ainda acho a tela dele grande. Não pulei para o iPhone 6 por motivos de grana. Mas quando eu mudar de aparelho, torço para que tenha um Android top com tela de 5″ ou 5.1″.

    8. A minha transição foi tensa, Saí de um iPhone 4s pra um Moto X 2014. Estou há um ano com o aparelho e ainda acho a tela dele grande. Não pulei para o iPhone 6 por motivos de grana. Mas quando eu mudar de aparelho, torço para que tenha um Android top com tela de 5″ ou 5.1″.

  18. Galera, pergunta sobre ComPorTaMeNtO, vocês costumam comer na mesa? aqui em casa é bem cheia a cozinha, dai eu costumo jantar no quarto vendo um desenho rapido no netflix e tal, até ai é de boa, mas comer coisas como biscoito/bolacha tem aquele problema de farelo etc caindo né, eu tento me policiar, mas raramente consigo, enfim, e vocês,como fazem? (serve para quem come no sofa da sala, etc).

    1. Já tem uns 5 anos que não costumo comer em mesa (exceto em restaurante ou afins). Costumo comer sentado no sofá ou no tapete de casa mesmo

    2. Almoço e janta, no sofá, mas café (da manhã e à tarde) eu como na mesa, mais pelo farelo do pão mesmo. Acho zoado resto de comida em sofá e cama (nunca como na cama).

    3. Me sinto tão dependente de uma mesa para comer que mesmo quando como sentado no tapete (não tenho sofá nem mesa na sala de casa) uso uma daquelas bandejinhas tipo “café da manhã na cama” para servir de mesa. Se a refeição exigir o uso de uma faca além do garfo pra mim é quase impossível não usar mesa.

    4. Depende do que eu estiver comendo… coisas que não deixam farelo (tipo frutas) eu como na frente do PC mesmo, o resto eu como na mesa. Por questão de teclados ficarem nojentos cheios de farelos mesmo.

      No trabalho é proibido comer na mesa (só é permitido beber café, chá e água – nem refrigerante pode), temos um sério problema de moscas/formigas/baratas.

    5. Cara, desde que me conheço por gente, sempre almocei/jantei no sofá da sala.
      Desde que tenho meu próprio PC (isso já faz anos também), sempre na frente dele.
      Eu tenho o costume de sempre usar prato, mesmo que seja pra comer bolacha. Às vezes rola umas tretas, mas limpo em seguida.

    6. Cara, desde que me conheço por gente, sempre almocei/jantei no sofá da sala.
      Desde que tenho meu próprio PC (isso já faz anos também), sempre na frente dele.
      Eu tenho o costume de sempre usar prato, mesmo que seja pra comer bolacha. Às vezes rola umas tretas, mas limpo em seguida.

    7. Eu nem sempre tenho tempo de comer na mesa, mas quando tenho, só como lá. É mais confortável para deixar o prato e não preciso ficar segurando nada além do garfo.

    8. Estou comendo.
      No quarto.
      No meio da bagunça.
      Sentado na cama.
      Notebook em um espaço improvisado…

      (E eu não me orgulho disso… só estou infelizmente acomodado…)

      1. cara, off topic, semana passada espero não ter sido ríspido com vc nas resposta q dei qdo estava discutindo com um cara, q nem lembro o nome (delta alguma coisa), e era um assunto muito aborrecido q eu, sinceramente, não tenho mais saco pra debater e por pura teimosia acabei respondendo… sério, não tenho interesse naquele tipo de embate e por ser algo chato posso ter sido grosseiro inclusive com vc. enfim, não era a intenção. lamento qualquer embaraço, ok? abs.

          1. não tinha interesse em entendimento algum, essa é a verdade. não há diálogo possível com aquele tipo de discurso. então, qual o sentido de discutir?

          2. mas é diferente. não é o tipo de assunto “vc gosta de android e eu de ios”, saca? é um assunto pesado e q demanda posicionamento político do qual não é possível “abrir espaço”, pelo menos não dessa forma como vc propõe. enfim, é um assunto q é melhor deixar quieto nesse ambiente.

          3. mas aí q está, o q ele faz, independente da ideologia q segue, é algo q demanda essa postura, pois ele está defendendo a posição de minorias e minorias são historicamente estraçalhadas por gente como o Bolsonaro (pra dar um exemplo bem escroto de irresponsabilidade retórica). se o jean wyls não for o q for, uma espécie de combatente da causa q defende, ele não teria muita chance e nem a visibilidade necessária. há espaços para discussões mais abertas nas comissões com várias frentes parlamentares, mas diante das câmeras e em votações abertas, a postura deve ser outra – a q ele tem, no caso.

          4. Por isso que falo que isso vale em um todo.

            No caso da sua conversa com o Alpha Delta, você não aceitou o fato que a ideia dele, por ele ser policial e lidar com a violência de forma direta, é que para ele o jeito mais fácil é também sendo violento e rude. Ponto.

            Por quê ele é assim? Por que ele julga assim? Entende? Aceitar é fazer estes questionamentos e no momento certo botar na balança se o que ele aceita como julgamento é justo ou não, tal como o julgamento feito por você de usar a não violência é justo ou não.

          5. eu conheço outros policiais e eles pensam assim, pq é um pensamento corporativista. mas esse pensamento é alimentado e estimulado por políticas de estado, então ele está preso dentro de sistema de pensamento, infelizmente. eu lancei mão de fatos q ele não tem como refutar. tergiversar não é uma saída pra discursos como aquele, é uma conduta q não quer ser confrontada, pq se imagina uma representação de uma autoridade maior e do clamor social por justiça (mesmo q isso implique em execuções). esse tipo de retórica só pode ser combatida e não relativizada, pq relativizar seria aceitar as mortes como consequência da rotina violenta q os policiais enfrentam. os policiais têm alternativas e podem pressionar, como classe, os governantes por mudanças, mas, infelizmente, eles se deixaram seduzir pelo canto da sereia…

          6. não considero refutar um ataque. e tb não considero desfazer uma falsa premissa ou mesmo um ponto de vista equivocado um ataque. isso, claro, não quer dizer q eu seja fodão e saiba tudo, mas alguns pontos são evidentemente distorcidos pra justificar ações muitas vezes criminosas. e isso não sou eu quem diz, há juristas, outros policiais, autoridades, professores etc dizendo. eu apenas faço eco a essas vozes, certamente não da melhor maneira e não muito claramente, mas é o q tento: refutar.

          7. não refute. Simplesmente se silencie se não há um consenso, retire-se e deixa rolar.

            Você pode ter um posicionamento, mas eu entendo o posicionamento de policiais pois de certa forma eu também já fui quase assaltado, eu já fui alvo de criminosos, amigos meus foram (alguns até morreram).

            Para mim e para muitos outros, é “olho no olho, dente por dente”. Sei que é uma premissa errada, mas é a que resta para garantir um mínimo de segurança e conforto para mim.

            Não vou deixar criminosos influenciarem minha vida. Não vou deixar as pessoas me tomarem pelo medo. Prefiro partir do princípio de que se alguém me ataca, tenho total direito de me defender.

            Quanto aos preconceitos sociais e tudo o mais relacionado aos problemas policiais, entendo que isso se resolve mais com mudança de cultura. Mas é uma mudança de todos os lados. Ou o mais fácil – que não tenha mais policiais.

            Mas aí como vamos nos defender?

          8. quem disse q seremos atacados? provavelmente pessoas q ganham com isso ou q fazem eco por terem se deixado convencer de q seremos atacados. podemos ser atacados, claro? mas quando? não se sabe… ao invés de conviver com a incerteza as pessoas têm certeza q serão atacadas a qualquer momento. é um comportamento paranoide estimulado pela mídia e por grupos de interesses (sejam financeiros ou de poder). eu faço caminhos ditos arriscados todos os dias e passo sempre por grupos estigmatizados socialmente. não fui atacado. posso ser? claro, mas não apenas por ele. um motorista pode sair de um camaro e querer me bater com uma barra de ferro pq eu dei uma raladinha com o guidão da minha bike no carro caríssimo dele, não? eu posso me defender? posso e faria isso instintivamente. se tenho meus instintos q me ajudariam nisso (isso se eu não travar de medo, vai saber, ou ser atingido sem perceber), pq deveria ficar tão preocupado? não deveria se pensasse racionalmente e posso pensar racionalmente antes das coisas acontecerem, pq na hora H pode ser q seja possível se quer pensar no está se passando… em suma, não há tanto o q temer se vc analisar bem, mesmo em ditas áreas de risco (q porra de risco esse!?).

            se houvesse menos policiais o se policiais não tivessem armas eu me sentiria mais seguro. se os policiais agissem dentro da lei e não reprimissem camadas pobres da sociedade eu me sentiria mais seguro, pq eu tenho como ver a questão de um modo mais amplo e não apenas pensando no policial. o policial, um funcionário público, é uma das partes do problema e tb é ele próprio parte da solução. só q o policial não se vê como parte da solução ele se vê como “a” solução (final na maioria dos casos)… e esse tipo de coisa q pode ser evitada, mas não. compramos câmeras, pagamos vigias, estimulamos a matança, queremos penas mais duras, mais cadeias etc. esse é o ciclo da morte na qual estamos nos enfiando – e de verde-amarelo.

          9. Eis onde você erra a visão. Não discordo que existem grupos estigmatizados, mas isso não é culpa da mídia, mas da sociedade com um todo. A mídia responde o que a sociedade aceita. E a própria sociedade pode aceitar ou recusar a mídia.

            Você pode nunca ter sido alvo de uma violência. Mas eu fui, amigos foram. E isso não foi incentivado por “grupos de interesse” (per si – hoje há uma organização no crime e isso é um grupo de interesse). Esta visão “deturpada” de que “tudo é culpa de grupos de interesse, de ricos, de mercado, etc… esquece de um detalhe: que as pessoas per si são autônomos

            Policiais se vêem como a solução pois nós os tratamos como a solução. E porque se vê a burrocracia das leis como trava para punições e impunidade – http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2015/08/26/policia-mata-porque-nao-acredita-no-sistema-diz-coronel-reformado-da-pm.htm?cmpid=fb-uolnot

            Eu não sou obrigado a ser bonzinho, ninguém é. Sou obrigado a respeitar quando me dão respeito. Ou seja, quando me tratam de forma neutra ou respeitosa. A partir do momento que passam do ponto, que ….

            Tenho que parar esta resposta, pois tenho uma coisa de barraco para mandar online.

          10. ok, mas essa autonomia… hum… desconfio q ela não existe ou, se existe, uns bem poucos chegaram nela.

          11. Interessante como você defende a liberdade, a autonomia das pessoas, e ao mesmo tempo agora critica isso… (um teco de adhominen, admito).

            As pessoas são livres para fazerem o que quiserem, inclusive serem livres para se prender a algo, seja um conceito, uma ideologia, uma seita, uma ideia, uma história…

          12. não estou criticando, só estou dizendo q ela não é facilmente encontrada. esse individuo autônomo eu não trombo com ele não rua não, infelizmente. eu gostaria q as pessoas pensassem por si e se liberassem de certas amarras, contato, claro, q fizessem isso com responsabilidade, pq se for pra engrossar o coro do bolsonaro, podem continuar onde estão.

          13. Ou o do Jean Wilys, ou de qualquer pessoa que trava sua posição pensando que “nada vai mudar”.

            Tenho um amigo que é homossexual e tem posições no Facebook que me dão agonia quando ele defende (liberalismo de forma extrema). Tenho um enorme respeito por ele, mas hoje nem converso direito, pois sabe quando traumas são gerados?

            O ponto é esse. É se perguntar o porque da pessoa não mudar sua posição, ou porque ela defende. Vale para ti também: por que você defende uma posição de não-violência, mesmo em risco de violência?

            Cada pessoa tem sua experiência de vida. E ignorar deste jeito não resolve.

          14. Como eu poderia resolver problemas ainda não sabidos com violência? Ou mesmo q pudesse presumi-los com certa exatidão, do q adiantaria resolvê-los de modo violento? Podemos antever várias coisas na nossa sociedade, mas geralmente esperamos algo culminar pra q façamos algo. Nossas autoridades são craques em remediar as desgraças qdo poderiam evitá-las. De certo modo, reproduzimos essa lógica na nossa vida. Acreditamos muito nas armas e em soluções violentas e talvez isso diga muito sobre a nossa sociedade no fundo. Vc deve ter visto aquele cara q baleou a jornalista e o cenografista esses dias… É o que acontece qdo, por exemplo, há muitas armas à disposição. Ele resolveu o problema de frustração e ressentimento dele atirando naqueles dois. Matou a ambos, além de ter tirado a própria vida depois.

            Não posso ignorar todas as experiências de vida, mas tb não posso ficar ciente de todas elas. Mesmo q pudesse saber do modo de vida de muitas pessoas, ainda assim seria preferível q elas não se armassem, pq é muito complicado q essas armas tenham finalidade exclusiva, q sirvam tão somente pra defesa etc. É velho dilema: quem vigia o vigia?

          15. Novamente o “outro” ao invés do “Nós”. Troque “autoridade” por “sociedade”.

            As pessoas vão descobrindo as coisas dia-a-dia. E evitar problemas também faz parte desta descoberta.

            Quando não há uma educação devida, quando as pessoas vivem em condições de competitividade, de disputa de espaço e posse; isso gera conflitos, e as pessoas tentam neste momento formas de dominar o outro – nisso gera uma das vertentes da violência.

            E impedir este tipo de atitude é justamente educando as pessoas para mostrar justamente que existem estes lados da história e que optar por seguir um lado violento significa correr o risco também de ser alvo de uma violência. Isso é um ponto.

            Porém por outro lado, por nossa sociedade já estar acostumada com a violência, com a disputa com uso de força, o resultado é que as pessoas usam a violência como escudo contra a violência de outros. Por isso o apoio a condutas violentas de policiais (Vide o link que deixei lá no outro comentário). Por isso que as pessoas apoiam o porte de arma.

            Na hora que acabar com a violência das pessoas que usam esta para poder tentar dominar as outras e tomar para si as posses e riquezas, ou usam a violência para dominar a situação, aí sim podemos falar melhor em não violência.

            Enquanto isso, o jeito é “enxugar gelo”…

          16. Achei o debate da semana passada saudável. Deve ter sido desgastante para vocês dois e o Alpha Delta, mas ele se desenrolou com respeito, com argumentos dos dois lados. Refutar é a base do debate, questionar é o que Sócrates fazia há milênios para espalhar conhecimento. O caminho é esse aí mesmo e fiquei bem orgulhoso de um assunto tão complicado ter sido conduzido sem sustos por aqui.

            Entrando no mérito, eu compartilho da visão do @fmontarroios:disqus. Sabe aquela coisa, “violência gera violência”? É por aí. Os nossos comentários e os de certo site aí são exemplos, uma reprodução miniaturizada da violência urbana e que embasa a ideia de que confrontamento não resolve, só exalta os ânimos e dá munição a quem compactua com a desordem e a violência. O outro caminho é mais difícil e demora para dar resultado, mas é o que perdura. Se formos matar os bandidos e eles, nos matarem, só pararemos quando o penúltimo morrer. Não parece algo muito promissor. Se “olho por olho, dente por dente” resolvesse alguma coisa, não seria uma lei abandonada há séculos. É uma furada, e das grandes.

            Já fui assaltado, sei que é uma bosta, mas é preciso enxergar além de casos isolados e ver, nos outros, humanos. Discursos extremistas como os dos Datenas da vida segregam (exatamente o que você parece achar ruim, @vagnerligeiroabreu:disqus), criam o “nós (pessoas de bem) contra eles (bandidos)”, e somos todos pessoas. Se alguém resolve cair na criminalidade em sua forma mais crua, mais visceral, arriscando a vida e tirando a dos outros, é porque algo bem ruim aconteceu lá atrás.

            Não é muito a minha área, mas eu acredito que nada justifica a violência, muito menos ela própria. Que armar a população é dar poder punitivo a gente totalmente despreparada — ou seja, dá merda. Descartes disse, não com essas exatas palavras, mas enfim, que bom senso é a coisa mais bem distribuída do mundo: todos achamos tê-lo em certa medida. Ninguém se diz maluco, todo mundo acha que saberia lidar com uma arma em situação de estresse e que jamais cometeria qualquer bobagem. Não é por aí.

          17. É um misto destas linhas que penso.

            O ruim é que confrontos ocorrem hoje porque há muita coisa por trás. Defesa de interesses, manutenção de um comportamento violento, manutenção de uma visão positiva sobre crimes.

            E já falei também que “violência gera uma espiral de violência”, acho que tanto por aqui quanto em outros lugares.

            Só que por temer a violência, as pessoas usam a violência em forma controlada, como escudo.

            Entendo que criminosos não nascem do nada – sempre vem de uma condição mista e extrema de falta de educação, sociabilidade e conforto. Uma das ótimas histórias que contam sobre isso é “O Auto da Compadecida”, quando Jesus e Maria absolvem o líder dos cangaceiros, mesmo ele sendo violento.

            São coisas que também penso quando hoje, em tempos de “Estado Islâmico” me pergunto o porque de não reagirem com eles simplesmente matando os membros deles. A resposta é bem complexa.

            Na conversa com o Fabio, a tentativa aqui era de tentar mostrar para ele que compreender o porque de um policial pensar que o uso da violência resolve a violência ajuda na conversa, pois também “é uma munição” para pensar em formas de justamente quebrar este argumento sem parecer um ativista cego da paz.

          18. Exato, há muitos interesses por trás de tudo, praticamente. E há anomalias, como o Estado Islâmico. Eles são um ponto fora da curva, não são assemelháveis a qualquer coisa que tenhamos por aqui e em outros países. O ser humano pode ser pura e simplesmente mau, por convicção ou falta de noção (onde entram os psicopatas).

            A violência como escudo é perigosa porque é muito fácil, até tentador, passar de revide a ataque travestido de “prevenção”. Não existe violência preventiva, e é aí, acho eu, que muitos policiais caem num discurso complicado de entender. É um assunto complexo e você está certíssimo ao dizer que todos os lados devem ser ouvidos. Isso gera o debate que pode nos levar a um consenso e a resultados, ao avanço da agenda. Mas, se esse consenso não é possível, não somos nós, aqui, quem decidiremos o futuro das políticas de segurança pública. Fica o bom debate, que outros leitores acompanham e que, no fim, nos ajuda a aprimorar as ideias sobre o tema :)

          19. Veja, quem pode mobilizar os recursos públicos são as autoridades. Elas são sim responsáveis e precisam agir e não apenas aparecer quando há tragédia. A chacina em SP poderia ter sido evitada, mas as autoridades só aparecem depois e, pior, pra se promoverem.

            Eu não me acostumou com violência não e é por isso q implicou com as autoridades. Eu não posso fazer justiça com as próprias mãos e nem VC…

          20. Pela lei, ninguém pode se matar. Desligue as leis e todo mundo pode fazer qualquer coisa sem se preocupar com as leis.

            Pela lei Fora isso, nada me impede de ir matar alguém. Cabe ao meu código moral julgar o que eu devo ou não fazer – algo que muitos liberais a propósito defendem.

            Fora da lei ou fora dos padrões da sociedade eu posso fazer o que eu bem entender . É isso que um criminoso também pensa quando mata alguém. Quando rouba.

            Justiça com as próprias mãos é feito também quando algum ativista pela paz fecha o trânsito em nome da paz. Ou quando fazem protesto pedindo algo. Ou quando roubam algo de algum governo ou de um rico. Ou quando os Racionais MCs defendem a violência e xingam a polícia (se eles criticassem, criticariam de ambos os lados). Justiça pelas próprias mãos é quando um grupo de sem-terra ou sem-teto invade algo pois julga que aquilo é relevante para eles. Tal como também alguém teve suas terras invadidas e tenta tirar os invasores com violência.

            Justiça pelas próprias mãos é quando índios defendem suas terras de invasores, porque o IBAMA e a FUNAI não tem capacidade de defende-los.

            Ninguém está acostumado com a violência, por isso se usa uma violência de defesa enquanto outros (inclusive quem escuta Racionais MCs – generalização burra aqui) cometem crimes e matam por um celular, por 10 reais, ou até porque não tem dinheiro.

            Se você não compreende isso, não posso fazer muita coisa aqui. Se você conseguir converter uma pessoa que é criminosa em alguém do bem sem usar violência, lhe dou os parabéns e torço que vire um exemplo.

          21. Dos Racionais, critico porque há um mal na defesa do grupo em músicas que ao que noto, são bem próximos senão já passando dos limites da apologia ao crime. Fora a ofensa a Polícia, como se isso resolvesse o impasse entre a polícia, a sociedade e a justiça.

            E ao que noto, existe duas hipocrisias por trás dos Racionais: eles ganham dinheiro com isso e fazem pose de bem sucedidos, e não de humildes (isso pela definição básica de muitos “da quebrada”, que definem humilde como uma pessoa que não tem posses e sobrevive do seu trabalho).

            Do exemplo, pena ser um dos poucos exemplos, mas já é um parabéns gigante. :) O ruim é que isso é remédio, não vacina.

          22. Que prenda mesmo! Vandalismo é crime. Se o cara faz “bosta de arte” e expõe em uma galeria com autorização, controle e tudo mais, é uma coisa.

            O cara deixar traços em prédios públicos sem autorização, sem identificação com a população comum, isso não é arte na concepção da grande maioria das pessoas.

            Pixação (e vandalismo) não é arte, é crime. É estranho defender isso, e ao mesmo tempo defender a corrupção de um governo.

          23. calma, ligeiro. é arte sim e uma arte bem instigante. infelizmente fomos educados a não ver alguns processos (especialmente os mais questionadores) também como expressões artísticas. assim como os racionais fazem uma arte profunda e duradoura (com valor de mercado, mas sem se render a ele), os pichadores fazem o mesmo, mas sem valor algum e afrontando o mercado.

            qdo vc critica os racionais eu entendo o q vc quer dizer, mas, mesmo assim, isso não tira o valor artísticos q eles atingiram, mesmo pq não foi ago produzido do dia pra noite como na arte pop em q se vê tanta porcaria dia após dia. sério, se vc ouvir as letras com atenção, não verá apologia ao crime e sim o lado daqueles q são sistematicamente eliminados pelo q fazem e, principalmente, pelo q não fazem…

          24. Chegamos a um imbróglio aqui. Nada vai mudar minha convicção sobre os Racionais e sobre a pixação. E com o perdão da palavra, apoiar ambos é meio que apoiar a criminalidade e a violência. Enquanto eu não ver uma música que defenda uma paz plena, e respeite os policiais ao mesmo tempo, nada muda em relação ao que vejo sobre os Racionais.

            Construir um prédio não é violência. Fazer um muro não é uma violência. Pelo contrário – ambos são justamente resultados da violência cometida por quem se diz “defensor das liberdades”.

            Pixar e/ou vandalizar um muro é uma violência. Grafitar não.

            Há uma diferença entre o Bansky (por mais “baba*a” que ele faça os trabalhos e se esconde como um covarde) e um pixador de rua (como aqueles que morreram quando cairam de um prédio), e grafiteiros estabelecidos como o “osgemeos”. Via de fato, qualquer coisa feita por um humano e modifica a paisagem é arte. Ponto. É cultura. Ponto. Porém, se isso é benéfico ou maléfico à sociedade, se isso ajuda ou não a sociedade a ser melhor, a ser mais entendida, a ter mais respeito, é outros quinhentos.

            Qualaquer lugar onde há uma pixação, as pessoas renegam o lugar. Se há um grafite com cores chamativas e que fazem a pessoa relaxar, isso atraí mais pessoas. Se tem um Bansky, o pessoal bota valor monetário naquilo (interessante como algo contra o mercado vira o mercado… vale aos racionais também…).

            Pixação é que nem seção de comentários onde todo mundo fala absurdos: só vemos o que não queremos, e sentimos nojo daquilo.

            NO dia que muitos que se dizem “contra o sistema” entenderem que fazem parte do “sistema”, tudo muda.

          25. ligeiro, “até no lixão nasce flô”!

            tem um livro legal, já clássico, cham-se “cidade de muros”, da teresa caldeira. ela explica a transformação da cidade de sp, especialmente pela violência e pela especulação imobiliária acho q desde a década de 80 se não me engano…

            sugiro q vc veja o roda-viva com esse cara, o paulo mendes da rocha. ele sabe das coisas do urbanismo… eu sou só um palpiteiro nessa área. mas, asseguro, muros não nos ajudam em nada! muros são uma violência em si. muros separam e dividem. é lamentável… grades, câmeras, seguranças, cachorros, vigias etc…

            qdo tiver um tempo veja, acho q vc vai curtir, mesmo se discordar:

            https://www.youtube.com/watch?v=KSFBWGyIua0

          26. Mas muros são criados justamente porque antes alguém agiu com violência, com ganância, com derespeito ao alheio. Muros e divisões não são criadas a toa.

            O problema é esse nessa discussão: as pessoas que defendem o fim dos muros querem que acabe-se com os muros, mas não querem acabar com a violência que os criou.

            Vide: cidades pequenas e lugares onde não há criminalidade ativa, os muros são baixos e as casas, destrancadas.

            Cidades grandes e/ou com alto nível de criminalidade, os muros são altos ou a casa é uma fortaleza. Casas originadas de favelas e lugares irregulares, o muro na verdade é a parede da casa que bate com a parede do vizinho.

            O mal nisso é que já fora dito: o “passar a mão na cabeça”. Novamente coloco o que eu sempre falo: se é para permitir o crime, então que se não use as leis. Deixe cada um defender por si e de seu jeito a sua vida.

            O mal disto? Mais violência que você imagina.,

          27. Só para fecar aqui e pontuar umas coisas.

            Assiti trechos do Roda Viva com o Paulo, mas sinceramente achei que ele divaga demais. Tenho que assistir com mais calma depois, mas a lógica dele é válida – de defender a cidade para as pessoas e de refletir as ações atuais que prejudicam uma cidade.

            Sobre a questão dos muros, gostaria de compartilhar uma teoria que tenho em mente.

            Nunca vi (por preguiça ou por não achar sobre) relatos sobre épocas fora dos “históricos” – como a Idade Média, a epoca dos faraós, etc…

            Não existem muitos relatos sobre o porque se originou as divisões populacionais de seres humanos. Ou melhor, se existem, não são tão populares.

            Os próprios seres humanos foram se segregando aos poucos, e graças a pequena inteligência da época, fomos também nos matando, na teoria que “o mais forte é aquele que mata e sobrevive”.

            Quem notou isso, criou barreiras para impedir que alguém tomasse sua vida baseada na violência. Muros, barricadas, fossas… qualquer forma de dificultar o acesso de alguém incomum, alheio a aquela comunidade, e manter a comunidade em um padrão aceito por todos os viventes nesta, era bem vista por quem se protegia, e uma forma de desafio para quem queria dominar o alheio.

            Até uns 150 anos atrás (ou um pouco mais, dependendo da época que usamos de parâmetro), a premissa foi essa, ou próxima a essa.

            Hoje vemos, como humanos, que o que nos protegia também nos segregava. Seja porque também a inteligência era considerada uma forma de segregação / separação social. E com isso forçava o “outro lado” a estudar formas de superar “este lado”. Para cada novo reforço no muro, uma nova forma de derruba-lo. Para cada escudo melhorado, uma nova arma.

            Quem não queria guerra (ou via no outro uma forma de enriquecer), fugia desta e ia para outros lugares. E tentava estar com oturos que não queriam guerra.

            Só que com o tempo atual, os muros também servem para evitar sobrecarga e desconforto a uma comunidade. O mundo “é livre” – como eu já disse, desligando as leis, pode ser feito o que quiser. Vai de cada um a interpretação de seguir ou não a lei, mas como gosto de dizer, o ideal é sempre transcender. Ir além.

            Infelizmente o que hoje mais se fala é sobre os refugiados de guerra. E fojem justamente para lugares como adensamento maior e economia melhor, para tentar uma vida melhor.

            Por que não tentar mudar o próprio lugar em que vive? Bem, uma arma e a violência de quem hoje “domina” é difícil de enfrentar sem ter a certeza de supera-lo.

            A grande maioria das pessoas não querem caos, querem paz. Só que querem a paz para elas e não para os outros. Não se entende de forma individual que a soma de muitos pode ser uma conta difícil. Tem que se equalizar. È difícil isso.

            http://publico.uol.com.br/mundo/noticia/em-todo-o-mundo-ha-65-muros-construidos-ou-em-construcao-1706358

          28. Pichavam os muros da minhas casa semanalmente, um dia peguei um cara que fazia piches, mas como forma de arte e não protesto. E fechei com ele em R$1000.00 para ele fazer um “piche” bacana, depois disso nunca mais picharam meus muros, mesmo que alguns vizinhos não gostem. Sei que a pichação é usado hoje em dia como forma de protesto, mas mesmo essa ideia tem se perdido, pois não se vê mais mensagens só nomes.

          29. Se é crime ou não, isto não importa para caracterizar algo como arte: esta qualidade é mais resultado da legitimação proposta pelo sistema da arte do que por qualquer outra coisa. Para mim, pixo é arte das mais interessantes.

            E deixa o povo pixar em paz… Nossas cidades já são excessivamente violentas enquanto materialização de processos de segregação e exclusão. O pixo (ou o grafite/estêncil/lambe-lambe/sticker/etc.) acaba servindo de contra-marco estético para a violência simbólica das formas segregadoras — mesmo que os pixadores não estejam nem aí pra isto.

          30. Se um dia eu ver um pixador, no mínimo vou xingar ele até a polícia chegar (já fiz isso a propósito). E se pixar minha casa, reajo com violência.

            “Contra-marco estético para a violência simbólica das formas segregatórias”. Em resumo – o pessoal é contra muro e só pixa para falar que pulou um muro e fez xixi que nem cachorro ali. Para mim pixação é que nem xixi de cachorro – é só um cara querendo demarcar onde passou.

            Simples. Isso não tem o que discutir. Existe limite nas coisas, se um pixador não respeita o limite de um bem, de uma residência, eu não preciso respeita-lo.

          31. lamento, ligeiro, mas os racionais são a expressão máxima da musicalidade de sp… há o samba, há o choro, há outras formas de manifestação, mas o rap, pelo menos esses na voz dos racionais, é o essencial… se fosse obrigado a escolher uma única expressão artística ligada a são paulo, certamente seria um álbum dos racionais. dê um segundo olhar para a obra deles e vc verá. eu não sei se vc é de sp e talvez isso prejudique a falta de algumas referências, mas, mesmo assim, o q eles dizem e a forma como dizem é extremamente eficiente… tem o grupo ‘rumo’, q ficou conhecido como ‘vanguarda paulista’… eles tb traduziram muitos dos dilemas urbanos, mas noutra pegada.

            vc só condenaria o estilo de vida dos racionais se justamente não entender o q ele dizem… e, outra, eles estão integrados em um movimento não só cultura, mas tb social. vc pode até achar q é música de ladrão, mas até mesmo o ladrão percebe a mensagem deles… q não é de apologia e sim de revolta.

          32. Racionais já induziu durante uma virada cultural uma briga entre policia e audiência. Mano Brown toda vez que é parado peita os policiais.

            Eu entendo PERFEITAMENTE o que eles dizem. É música de apologia – revolta “é um direito” a cometer um crime. E ganham dinheiro com isso.

            Música de revolta não é música que induz ao crime. Mas que faz reflexões sobre. Poucas vezes que escutei Emicida por exemplo, achei bem melhor. Fala sobre crime de forma mais inteligente e menos romantizada.

            Eu conheci grupos iniciantes de rap no meu tempo de escola. E acho que eles falavam bem melhor do que os Racionais. Pois falava do cotidiano com a crítica necessária, sem apologias.

            Salvo engano, é Racionais, RZO, Face da Morte (Acho que este último “morreu”) que são Raps “criminosos” no Brasil. Hino de exaltação a continuação do crime.

            Meu, um filme exaltando o lado guerrilheiro de Marigella? Racionais tocando para “Playboy” em uma casa noturna, fazendo um show vestindo-se de criminosos assaltantes de banco?

            É apologia, sem chance de defesa.

            Filme sobre pixação? Um dos piores crimes existentes?

            Esse é o mal das pessoas. “Ah, a cidade é para todos”. Então por que dá posse a quem mora e constrói? Ah, a cidade merece respeito… então por quê pixam, vandalizam? Sempre me pergunto como é a casa de um pixador, e se um dia um policial ou governador pixar a casa do pixador, o que ele faria. FALO DE PIXAÇÃO, NÃO DE GRAFITE.

            Ah, é rico vs. pobre… como se todo mundo que fosse rico fosse rico porque teve herança ou ganhou dinheiro fácil, sendo que tem até gente rica que veio de família humilde e ganhou dinheiro trabalhando. E quando sai da “humildade” e vai para a “riqueza”, os antigos “irmãos” viram a cara e querem tomar o que o rapaz tanto trabalhou.

            É a ganância que move a violência, e os mecanismos que mantém esta, mantém o dinheiro e o ciclo de criminosos. Racionais ganha dinheiro falando e exaltando o crime.

          33. qdo alguém constrói um prédio feio, e o chama de ‘neoclássico’, as coisas ficam como estão, por conta do poder aquisitivo de quem o construiu, a revelia do desejo da população, e fim de papo. quem constrói e mora está de mãos dadas com o poder. questionar esse poder, mesmo que seja através da pichação, não é um problema em si. se a pichação é vista como uma forma de libertação, questionamento e afronta pelos jovens, eu só posso apoiar. pq qdo alguém constrói algo horrendo, as coisas ficam como ficam e o único recado q se pode dar, às vezes, é com uma latinha de spray…

          34. Eu tenho dificuldades em entender a pichação. Pelo que vejo aqui na cidade, não me parece que as “crews” levem em conta o estilo arquitetônico dos alvos — eles picham de tudo, de prédios bonitos a casas, chegando até a tapume de construção (o que acho legal, já que é temporário).

            Assisti a uma entrevista, com uma daqui, dizendo que fazia pichação para protestar contra a agressão visual das cidades. Achei um argumento fraco, já que posso usá-lo na direção contrária, ou seja, também para criticar a pichação. Além de tudo acho (opinião pessoal e altamente subjetiva) o pixo esteticamente horrível.

            Salvei esse filme para ver se descubro ali a essência da coisa, mas se tiver algum argumento, sou todo ouvidos. Digo, olhos.

          35. acho pouco provável conseguir dos pichadores uma explicação para os seus atos como um produto de uma reflexão já q muitos apenas curtem o risco de pichar e os desafios entre os pichadores. tb sinto muita falta de frases de protestos q poderiam ser questionadoras e inspiradoras, como muitas q foram feitas durantes os protestos de junho de 2013 em sp. eu nutro grande simpatia pela pichação justamente pela distorção q ela provoca na paisagem urbana. essa mesma paisagem q é produto da especulação imobiliária em grande medida, é, ela mesma, algo no mínimo ultrajante, pq não é uma simples construção, é toda uma paisagem urbana interferindo em nossas vidas e deixando marcas em nossas memórias. ok, a pichação pode não ajudar a embelezar nada, mas quem disse q a pichação é um ataque ao belo!? eu creio q não é. se o cara entrasse na, sei lá, pinacoteca e pichasse um quadro da tarsila do amaral, eu ficaria extremamente desolado, pq ele, o pichador, não teria percebido valor artístico do q ele estava atacando – mesmo q ele tentasse, sei lá, dizer q era um questionamento de uma arte maior imposta pela sociedade etc… agora qdo eles atacam a escola ‘belas artes’ é algo tão anárquico e simbólico q eu só posso dar pulos de alegria. talvez se não tivéssemos tanta miséria não tivéssemos tanta pichação, pq, afinal, ela tb é um reflexo da falta de recursos desses jovens q veem apenas no traço bruto e sem sentido (pra maioria) a única forma de se verem percebidos e de se comunicarem uns com os outros, pq, eles dizem, há muitas mensagens no q eles escrevem. qdo o ilustríssimo prefeito kassab fez aquele lance de ‘cidade limpa’ ele mandou retirar as propagandas da cidade e não é q a cidade ressurgiu!? poxa, e ninguém vê um outdoor como uma espécie de pichação do mercado?

          36. Outdoor é outro tipo de agressão estética, mas dá dinheiro e tem alguma racionalização por trás (lugares específicos, adequação ao ambiente etc. No fim, é tão ruim quanto o pixo.

            No trecho do filme que você publicou ali em cima, tem uma parte em que um pichador pergunta a alguém da Belas Artes se aquele pixo poderia ser vendido por milhões numa exposição. Pareceu-me rancor, mas pode ter sido só deboche.

            Ainda que não haja aspirações maiores além de contestar, acho a situação análoga à da violência contra violência, uma resposta agressiva contra a agressão do mercado imobiliário, dos prédios feios e da organização urbana que oprime os marginalizados. O problema é que não vejo outra saída. Talvez eu também faça parte do grupo que os pichadores querem atingir. Ou não. Enfim, acho desagradável andar por ruas pichadas. Dá um aspecto de abandono e descaso (poderia puxar a teoria da janela quebrada?) que não contribui para a criação de um ambiente mais amistoso.

          37. sem dúvida, eu provavelmente não teria acolhida entre os pichadores, pq, é bem provável, q eles me vissem como alguém q faz parte do sistema, mas aí seria uma imprecisão da parte deles, eu acho.

            acho q foi deboche sobre o valor da pichação…

            um dos pichadores diz q a cidade é uma mídia e eles apenas fazem uso dela. me pareceu fazer sentido. eu não vejo como uma agressão propriamente, pensando bem… está mais pra contestação, afronta e revolta, talvez. não vejo como o q eles fazem podem tornar a vida das pessoas pior, pq o impacto das ações deles é mais na memória do q algo tangível qto uma obra no terreno do lado sua casa, por exemplo, ou a exploração de um subemprego.

            a polícia ter matado (sabidamente) dois pichadores me pareceu q o empenho em calar qualquer manifestação de contestação é tão levado a sério q, claro, sobraria pra quem picha tb…

            https://www.vice.com/pt_br/read/a-policia-militar-matou-dois-pixadores-no-alto-de-um-predio-em-sao-paulo

            e olha isso (tribunal do pixo!):

            https://www.vice.com/pt_br/read/pixadores-atacam-exposicao-do-choque-na-galeria-crivo

            eu acho q sp sem as pichações seria outra coisa q não sp. e vejo as ruas pichadas como algo bem poético, na verdade.

          38. ah, vi o doc no netflix, @ghedin:disqus. é bem interessante e é o reflexo de uma cultura q vai da pichação ao surfe de trem. há algumas narrativas de pessoas com mais capacidade de refletir o q fazem, mas ainda sim há brechas pra vc achar o q quiser. qdo tiver um tempo veja, vale a pena.

            a trilha é, em boa parte, dos racionais, @vagnerligeiroabreu:disqus!

          39. Suicídio não é crime. O que é crime é auxiliar alguém a cometer suicídio. Neste comentário, o que você chama de “justiça com as próprias mãos” seriam melhor definido como “defesa de direitos”.

            Você está certo ao dizer que pode fazer o que quiser desde que não esteja previsto no Código Penal (salvo engano, a máxima “o que não é proibido, é permitido” só vale nessa esfera), mas o desdobramento, de que é esse o pensamento do criminoso, não procede. Ele sabe que, mais do que fora dos padrões da sociedade, o que ele faz é crime. Ao praticá-lo, sabe que corre o risco de ser pego, processado e condenado.

            A pena tem algumas funções, como (teoricamente) a de ressocializar o indivíduo para conviver em sociedade, mas também como exemplo aos demais. E… bem, ela é exclusiva do Estado porque, mesmo com todos os problemas, esse ainda é o melhor sistema que já tivemos. É o que garante ao suspeito um julgamento justo e com direito a defesa, que é pautado por um processo legal e previsto e que garante (teoricamente) dignidade no cumprimento da pena. Coisas mais primitivas como a Lei de Talião (“olho por olho, dente por dente”) ou a justiça com as próprias mãos não funcionaram tão bem ao longo da história — não foi por capricho ou só para mudar que os legisladores abandonaram essas ideias. É porque elas são piores no trato do problema.

            Perdão, Vagner, mas ideia de converter alguém a não cometer violência com violência é absurda. Isso nunca funcionou e nunca vai funcionar porque é conceitualmente falha. O outro caminho, como já dito, é difícil, mas é um caminho. Bater nos outros esperando que os outros parem de bater num terceiro, esse não.

          40. Defesa de direitos é existente quando as pessoas seguem a lei ou fazem uso desta. Quando alguém usa uma violência para defender este direito ou para defender algo que considera certo e os outros consideram errado, é meio que “justiça por conta própria”. É nisso que quero chegar.

            O Estado Brasileiro tem um problema de não defender por completo, ou fica ausente, ou demorado. Nisso, as pessoas acabam resolvendo por si só os conflitos.

            Isso quando o Estado também não cria os próprios conflitos (Como a questão de Belo Monte e as cidades sobrecarregadas e sem infraestrutura, onde há um alto nível de violência).

            Não discordo – “olho por olho, dente por dente” também é uma péssima forma de resolver problemas, tanto que precisou de uma segunda pessoa para chegar e falar “ame ao próximo como a ti mesmo”. ;)

            Mas o “olho por olho” acontece quando a situação de conforto e segurança está ainda como primitivo. É nisso também que quero chegar. Nisso, as pessoas pensam que a violência vai resolver o problema de violência. Neste caso, ter segurança armado e treinado, ter câmeras de segurança, ter carro blindado, ter o lugar que mora e trabalha cercado e trancado. Muros altos, janelas blindadas…

            Quando falo de violência em relação a defesa, é nisso que quero chegar também – o uso de alguma ameaça para impedir abusos de outra parte.

            Nem todo mundo é como o Masataka Ota e defende um perdão para aliviar o ódio contido, o medo tomado (E isso não vem só por causa de Datenas e Resendes). A maioria das pessoas é como em uma matilha de cães defendendo os ossos que conseguiram.

            Gostaria muito que não precisasse usar a violência, mas entendo que é necessário quando a outra parte (Criminosos em geral) faz uso de violência.

          41. mas os índios são um outro problema. eles foram demovidos de suas terras, foram, por séculos, estraçalhados (inclusive pelos ‘bravos’ bandeirantes), massacrados e, dos poucos q restaram, criaram as reservas – sempre ameaçadas. eles, claro, têm direitos constitucionais, mas veja q por mais q eles mesmo tentem criar estratégias pra se defender, não conseguem deter a destruição de suas reservas – alguns até cooperam, infelizmente, dada as circunstâncias…

            fazer protesto é um direito constitucional e não configura justiça com as próprias mãos, por mais q vc veja as coisas desse modo…. tomar as ruas e protestar é ocupar a cidade com desejos e anseios e isso não é crime numa democracia e nem uma forma de se apropriar da justiça. protestos dão sentido à justiça!

            invasão de terras tb não é justiça com as próprias mãos… é uma manifestação reivindicando a posse das terras que, é evidente, se concentradas na mão de poucas pessoas, deixam milhares de pessoas às mínguas. pra mim é imoral q haja um fazendeiro para milhões de hectares de terras…

            bem, vc sabe, a propriedade é um roubo ;)

          42. mas os índios são um outro problema. eles foram demovidos de suas terras, foram, por séculos, estraçalhados (inclusive pelos ‘bravos’ bandeirantes), massacrados e, dos poucos q restaram, criaram as reservas – sempre ameaçadas. eles, claro, têm direitos constitucionais, mas veja q por mais q eles mesmo tentem criar estratégias pra se defender, não conseguem deter a destruição de suas reservas – alguns até cooperam, infelizmente, dada as circunstâncias…

            fazer protesto é um direito constitucional e não configura justiça com as próprias mãos, por mais q vc veja as coisas desse modo…. tomar as ruas e protestar é ocupar a cidade com desejos e anseios e isso não é crime numa democracia e nem uma forma de se apropriar da justiça. protestos dão sentido à justiça!

            invasão de terras tb não é justiça com as próprias mãos… é uma manifestação reivindicando a posse das terras que, é evidente, se concentradas na mão de poucas pessoas, deixam milhares de pessoas às mínguas. pra mim é imoral q haja um fazendeiro para milhões de hectares de terras…

            bem, vc sabe, a propriedade é um roubo ;)

          43. O lance com a mídia é mais complicado, Ligeiro… infelizmente ele exerce mais influência do q eu suspeitava. O Manuel Castells diz q não tem evidências q a propaganda exerça tanta influência assim como acreditamos, mas para o noticiário policialesco principalmente, a coisa é mais complicada. Vou ler sobre o assunto e te digo qdo encontrar algo digno de nota.

  19. Bom dia! É meu primeiro comentário no post livre, então não sei direito o que falar rsrsrs, mas enfim, ontem a Apple anunciou a data de lançamento dos novos iPhones, vocês que usam, pretendem trocar por esse novo modelo ou trocam depois de mais tempo? :P

    1. geralmete eu fico com um celular até ele quebrar, fiquei uns bons 2 anos e meio com um iPhone 4S(RIP), agora to com um moto maxx, mas de olho no que a apple vai mostrar pra ver se animo voltar pro ios

      1. Eu passei do 5C para o 6, apesar de nunca ter usado Android ou WP, acho que o iOS, mesmo no i6 está um pouco ”travado”, então tô ansiosa pro iOS 9 e, se os rumores confirmarem, câmera de 12MP que filma em 4K, o que já está passando da hora do iPhone ter, além dos 2GB de RAM.

      2. Eu passei do 5C para o 6, apesar de nunca ter usado Android ou WP, acho que o iOS, mesmo no i6 está um pouco ”travado”, então tô ansiosa pro iOS 9 e, se os rumores confirmarem, câmera de 12MP que filma em 4K, o que já está passando da hora do iPhone ter, além dos 2GB de RAM.

    2. Ficarei especialmente de olho nessa geração. Meu iPhone (5, de 2012!) está começando a mostrar sinais de cansaço, em desempenho e, principalmente, bateria. Acho que não conseguirei passar 2016 sem trocar…

          1. Comprei no Mercado Livre e não chegou a 50 reais.
            Poderia ter comprado da China, mas fiquei com medo da alfândega encrencar (talvez por não se algo homologado) e também pela possível demora.

    3. Seja bem vinda e fale sobre o que quiser também, não precisa ser só techie. Cultura pop, curiosidades e outros também são interessantes :) Tem um espaço para sugestões de músicas também. :)

      Uma coisa que noto sobre quem usa iPhone é que quem é usuário responsável, compra e usa até o fim da vida útil, ou o mesmo já não oferecer um desempenho aceitável. Depois, troca por um modelo superior, seja uma versão um pouco desatualizada (geralmente 1 ano ou 2) ou o modelo do ano.

      Só quem é entusiasta ou early adotper (adota tecnologias novas) é quem pega e sempre troca iPhones a cada ano. Tem suas vantagens e desvantagens.

      1. Obrigada!

        Sim, eu sempre troco a cada ano dependendo da condição $$, até hoje deu para trocar, o próximo já não sei. Mas mesmo assim ainda não me considero intusiasta da Apple, principalmente com MacBook, ainda prefiro o bom e velho Windows, principalmente se for o 10 :D

    4. Pra mim a geração “s” é a mais interessante. O último que eu tive, durou três anos na minha mão. Apesar dos preços nada amigáveis, vou ficar de olho. :P

    5. Pretendo trocar sim, vou viajar pra lá em Outubro e se tiver vendendo à venda, eu levo.

  20. Pra vocês, que manjam: o que acham do Samsung Galaxy J1? Dá pra achar por 314 reais. Minha irmã precisa de um Android barato e bom/não muito ruim. O Redmi 2 tá quase 200 reais mais caro… Que acham?

    1. 4G interno e menos de 512 de RAM? Resolução 480 x 800?

      Por favor não. Ela vai sofrer. Não vai poder instalar nada. Sério. Além de que vai ser muito, muito, muito lento.

      Vale a pena, e muito, pagar os 200 reais a mais pelo Redmi 2

    2. Fuja desse smartphone.

      Por esse limite de gasto é possível facilmente encontrar alternativas bem melhores, como o Moto E ou LG G2 Lite (os dois se encontram facilmente na internet em promoções por volta de R$ 300).

      Se você puder subir o limite para até R$ 450, recomendo o Moto G 2014 ou Zenfone 5 8GB. Eles podem ser encontrados por volta desse valor em promoções.

    1. No Facebook ele me respondeu dizendo que essa semana teve um atraso, aí não deu. Senti falta tb :(

      1. Secou meu estoque de mochilas, haha. Provavelmente semana que vem não terá também. Preciso parar um dia, prospectar convidados e esperar eles mandarem.

        1. Faz igual a ”mostre sua mesa”, deixa os usuários do blog mandarem o que tem na sua mochila enquanto você não encontra mais convidados especiais pra isso ;)

          1. Seria bom encontrar também novas tags que o usuário pudesse participar diretamente, como por exemplo indicar algum app de plataforma móvel ou PC, ou mostrar seus apps, enfim, algo do tipo, que do mesmo modo outro usuário pudesse aproveitar.

          2. Acho que seria muito bacana mostrar o smartphone/tablet com as configurações e aplicativos que utiliza.

          3. Mostra logo a sua mochila e encerra essa temporada =P
            O bom do conceito de “temporadas” é permitir organização e gerenciamento de expectativas…

        2. Engrosso o pedido da Cibelly para deixar os usuários mandarem as suas enquanto seus convidados não mandam :D

          PS: adoraria mandar lol

  21. O que vcs acham de meios de transporte alternativos não-usuais para cidades grandes? Assistindo os videos do Casey Neistat que mora em NY, ele já mostrou o IO hawk, o Boosted, OneWheel. Qual caberia dentro do parâmetro Brasil/ cidade grande/ até 10km de distância.

    1. Já viu os preços? x_x as ruas de NY também parecem ser bem tranquilas pra andar, são largas e os carros passam devagarinho (pelo que vejo nos vídeos dele).

      1. os carros parecem passar devegar tambem, mas eu acho que ele é que vai relativamente rapido, o boosted board é bemm rapido, tem até como ajustar a velocidade etc

      2. os carros parecem passar devegar tambem, mas eu acho que ele é que vai relativamente rapido, o boosted board é bemm rapido, tem até como ajustar a velocidade etc

      3. O preço realmente não é nada baixo, mas eu me refiro nos seguintes propósitos: não usar onibus; não chegar suado no trabalho, de bike ou a pé; cortar o transito?; não gastar com carro e todas suas despesas.

        Será que se for colocar na ponta do lapis, não vale a pena?

        1. Teria tbm o EcoReco, que diferente de todos é um “patinete”… a dirigibilidade é bem maior e tbm chega a 40km/h

    2. acho que o boosted, e depende muito da cidade né, la tem quebra-mola?? pq sério, eu nunca vi um, e ele ta sempre bem rapido no boosted, que eu acho uma das alternativas mais legais, porem o IO hawk é muito interessante tambem só que eu imagino alguem andando com isso no brasil, os olhares curiosos/invejosos que iriam levar, eu não arriscaria infelizmente…

    3. Acho muito foda os vlogs do cara e ele usando a boosted board e afins. Mas tendo o exemplo do Rio, por exemplo, pra eu chegar no trabalho com um treco desses é inviável, além de possivelmente suicida e ainda corro o risco muito sério de ser assaltado. Isso que o Rio é pequeno se comparado com SP, por exemplo, uma cidade onde eu não vejo isso como opção de transporte AT ALL.

      No Rio TALVEZ você consiga andar na zona sul, mas ainda assim é suicida por causa dos ônibus e assaltos continuam sendo uma possibilidade. É complicado por aqui, infelizmente. Mas acho 200 dólares para aquele Segway skate whatever-da-vida bem barato e interessante pra transporte numa viagem, por exemplo.

      1. No brasil, acho que só daria em cidades menores né… Interior por exemplo menor transito, mais calmo

      2. concordo com você, a alternativa de hoje em dia acaba sendo a bike, pois é a que se ajusta melhor a tudo etc.

        1. Engraçado que, você falando, reparei numa coisa: Pelo menos aqui na minha cidade tenho visto uma avalanche de bicicletas com motor à combustão de 1(!) cilindro, 2 no máximo. As vezes vejo umas elétricas.

      3. aproveitando q vc está no rio, pretendo usar o uber por aí mês q vem. tá tendo muita treta com os taxistas?

    4. Passa o link depois por favor? :)

      Sobre transporte alternativo, ou melhor, novas tecnologias e maneiras de transporte público, tem que pensar que na verdade, muitas tecnologias são criadas mais para a região onde originou do que para uma forma universal.

      Existem várias coisas a serem pensadas quando se fala em transporte. E nisso, na verdade, tem a questão do urbanismo, da localização das coisas, topografia (como é o local, se tem subida) etc…

      O ideal é que as pessoas entendam que o melhor é ter um espaço sem conflitos. Não adianta ter tecnologia nova, muitos usarem e no final gerar algo negativo, seja congestionamento, risco de acidentes, etc…

      1. O questionamento foi por conta pessoal. Possuo carro, perco tempo da vida no trânsito e ainda conta com muita despesa, seguro, seguro obrigatório, IPVA, licenciamento, gasolina, desgaste. Não acho inviável pensar em meios alternativos para o Brasil.

        1. Sei bem o quanto isso pesa no fim do mês, mas já não ando de ônibus por conta de assalto, nem metrô/trem pois teria que mudar muito meus horários e no momento não é possível. E acaba me restando o carro, e mesmo assim o stress de andar de carro, ter que passar por zonas onde tentam me assaltar toda vez, é algo muito estressante mas tenho que conviver.

          1. Engraçado que aqui onde eu moro praticamente parei de usar o transporte público principalmente por questões de custo! O metrô aqui tem um alcance bem limitado, não atende a todo mundo/todas as regiões. No final das contas pesando as despesas de combustível/manutenção do carro (não coloco os impostos nessa conta porque mesmo que o carro esteja parado ainda tenho que pagar os impostos) e o custo absurdo/baixa qualidade do transporte público aqui, andar de ônibus me sai uns 40% mais caro do que usar o carro.

          2. Moro em SP/Capital em teoria o sistema de tranporte público me atende, mas tem tanta coisa pra se melhorar que me dou o “luxo” de usar apenas o carro.

          3. Sou de BH e o transporte público me atenderia bem também! O ônibus que faz meu bairro tem o ponto final na rua paralela à minha e me deixava na porta do trabalho. A questão é que de uns 3 anos pra cá, ele ficou inviavelmente caro. Já não bastasse perder, as vezes, 40 minutos no ponto esperando, andar em pé* e espremido com outras dezenas de seres humanos, parar toda hora, etc. ainda gastar numa passagem mais que o dobro do preço de um litro de gasolina (no trajeto casa-trabalho/trabalho-casa meu carro não consome 1l/dia)!

            * Por que a legislação de trânsito me multa por dirigir sem cinto de segurança (o que acho correto, já que o cinto é para a minha própria segurança) mas faz vista grossa pra todo mundo que anda no ônibus sem cinto e, pior ainda, de pé?!

          4. * porquê no ônibus urbano, a velocidade média do veículo é menor, as regras de condução são mais rígidas, e não se faz curvas de forma tão rápida quanto um carro.

            ônibus rodoviários já exige o uso de cinto e a proibição de pessoas não sentadas.

          5. dirigi um carro alugado em bh por cinco dias e os motoristas de ônibus me deixam muito tenso… eu os achei extremamente agressivos com os motoristas (mais e em sp)… não sei se era uma semana ruim, mas achei bem tenso (além da dificuldade natural de entender as ruas planejadas de bh). mas as calçadas de bh, no centro e bairros próximos, eram muito boas!

          6. Só para eu voltar, o trajeto cansa muito, já tentei fazer, muita subida pra ir e voltar, ai chegar suado complica bastante.

          7. eu uso umas camisetas da marca ‘solo’ q não ficam fedendo e protegem do sol. qdo chego no escritório troca por camisa de algodão. funciona bem… e vale o exercício. tb pego subidas no caminho… é cansativo, mas é melhor q ônibus.

    5. Acho que é uma forma errada para compreender nossos problemas de transporte.

      O Brasil nem ao menos tem um transporte público de qualidade ainda. Buscar alternativas não usuais parece um erro.

    6. Pra mim é inviável por causa da geografia da região entre minha casa e a empresa. Só carro mesmo.

    7. cara, muito boa essa discussão. vi esse vídeo no the verge e fiquei bem empolgado com as possibilidades (estava por fora delas). mas em são paulo vejo tudo com ceticismo redobrado. as ruas e calçadas daqui são uma porcaria e o trânsito assassino (como quase em todo o país)…

      https://www.youtube.com/watch?v=d42G01gZNwI

      1. Na minha opinião, mesmo em SP, daria para usar se não fosse passar pelas marginais, ou avenidas muito movimentadas, mas vezes fazer um caminho alternativo seria bom e caberia. Estava olhando o EcoReco, com 1250 dólares vc pega um, ele anda a 20MPH, uns 35km/h, e a bateria dura 2.5h. É portátil, e daria até para carregar no trabalho, caso necessário. Calculando que vc gasta 200 reais só com gasolina, daria R$2400 no ano, sem contar imposto e desgaste.

        1. achei legal, mas a roda é muito pequena pro nosso asfalto, não?

  22. Ghedin, oque aconteçeu com o guia prático o podcast do manual do usuário?

        1. É isso também, mas não só. O Paulo estava com dificuldades para gravar e eu também fiquei um pouco sobrecarregado com o fim da greve na universidade. Não acabou, porém. Considerem esse como um período em stand by.

        2. Também tem outro aqui pra editar, só mandar um roteiro direitinho que eu tô disponível. A matéria de introdução a rádio do meu curso finalmente pode ser útil.

  23. Opa! Primeiramente, bom dia =) Semana passada não apareci por aqui por falta de tempo, então compenso hoje com duas músicas legais pra gente ouvir =D

    A primeira foi uma que descobri nas “Descobertas da Semana” do Spotify e gostei bastante! Apesar de ser relativamente antiga (2013) e talvez algumas pessoas já conheçam, achei muito legal:

    https://www.youtube.com/watch?v=PxNYvk_0Onw

    A outra é realmente antiga, de 2007, mas numa versão que não tinha ouvido ainda. É uma música que gosto demais, então não tinha como ficar ruim. Além do mais, essa mulher <3 Cortesia do @roniuj no Twitter, segue:

    https://www.youtube.com/watch?v=T3560rtbW6E

    Bom trabalho e bom final de semana para todos =)

  24. Opa! Primeiramente, bom dia =) Semana passada não apareci por aqui por falta de tempo, então compenso hoje com duas músicas legais pra gente ouvir =D

    A primeira foi uma que descobri nas “Descobertas da Semana” do Spotify e gostei bastante! Apesar de ser relativamente antiga (2013) e talvez algumas pessoas já conheçam, achei muito legal:

    https://www.youtube.com/watch?v=PxNYvk_0Onw

    A outra é realmente antiga, de 2007, mas numa versão que não tinha ouvido ainda. É uma música que gosto demais, então não tinha como ficar ruim. Além do mais, essa mulher <3 Cortesia do @roniuj no Twitter, segue:

    https://www.youtube.com/watch?v=T3560rtbW6E

    Bom trabalho e bom final de semana para todos =)

      1. Entre taxas de cartão e a cotação paralela do PayPal, perco uns 15% do valor bruto aferido — que, por sua vez, nem sempre é o que aparece na página do Patreon. Sempre rolam problemas com limite do cartão, prazo de validade dele, falhas na comunicação entre Patreon e operadora… em média todo mês ~8% dos pagamentos falham já nessa fase e acabam que não são processados.

      1. Nem todos os produtos foram comprados ;)

        (Nem roubados, não me entendam errado, haha! Alguns foram ganhos, e eu espero que as empresas vejam aí uma oportunidade de falar com um público bacana.)

      2. Nem todos os produtos foram comprados ;)

        (Nem roubados, não me entendam errado, haha! Alguns foram ganhos, e eu espero que as empresas vejam aí uma oportunidade de falar com um público bacana.)

        1. Eu sei.

          É que tenho um temor sobre isso. A propósito, fica a sugestão – conversa com o pessoal do Giz ou outros que fizeram algo parecido (de sortear produtos). Pega uma dica com eles para ver o que pode ser mais útil. :)

          PS offtopic: sobrou algo da lojinha do tumblr?

    1. Queria dar mais grana, porem a $ituação de quem não tem emprego não é facil, mas em um futuro próximo ajudarei.

    2. Uma dúvida Ghedin: para quem assina por fora do Patreon, como funcionará a participação nestas metas? Preciso mudar minha assinatura para o Patreon?

      1. Poxa, boa pergunta. Não precisa mudar — não quero dar trabalho –, mas verei um jeito de considerar as assinaturas extra-Patreon nas metas.

        1. Rebaixe as metas no Patreon, e coloque lá no texto as metas globais em reais (Patreon, PayPal, Outros Meios). :)

          Edit: exemplo
          – Patreon: US$ 250 + outros meios R$500 = aprox R$ 1000 por mês – Sorteios Mensais

          – Patreon US$ 500 + outros meios R$ 1000 = aprox R$ 2000 por mês – Hangouts “Guia Prático” :)

          E por aí vai :)

    3. Rapaz, o pessoal do jogabilidade fez uma campanha bem agressiva (no bom sentido). Livestream de 12 horas e ainda soltaram um monte de conteúdo novo muito bem produzido. Fizeram por merecer.

    4. Rapaz, o pessoal do jogabilidade fez uma campanha bem agressiva (no bom sentido). Livestream de 12 horas e ainda soltaram um monte de conteúdo novo muito bem produzido. Fizeram por merecer.

          1. Juntou um povo do Now Loading (antigo podcast de games) e o Caio Corraini (ex-iG Arena) para fazer vídeos, podcasts e site, tudo numa casa em São Paulo. Eles tinham como meta US$ 2,5k e conseguiram mais que isso em algumas horas de Patreon.

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