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Post livre #259

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63 comentários

  1. Eu notei que um dos podcasts que escuto via PocketCasts começou a oferecer anúncios. Fui dar uma olhada com mais calma e percebi que ele é produzido utilizando o Anchor (que foi comprado pelo Spotify).

    Acho que além da exclusividade, eles devem introduzir esse modelo de anúncios para o feed que é baixado por outros players de podcasts em breve.

    Alguém já notou isso também?

    1. É um dos recursos do Anchor, embora ainda não tenha ganhado tração (poucos anunciantes). Recentemente o Spotify anunciou que adotará uma tecnologia de programática para podcasts (comentamos neste Guia Prático). Se der certo, esses anúncios serão bem mais frequentes e variados.

  2. Pessoal,

    Alguém sabe me dizer se é possível evitar que o telegram crie um chat novo para cada contato que cria uma conta neles? Já desativei as notificações de novos contatos, mas a criação desses chats é um saco.

    1. Não é só arquivar essas conversas e pronto? Como não tem conteúdo algum, não imagino que outro prejuízo (fora poluir a lista de conversas) esse “recurso” possa causar.

  3. Tenho minhas fotos centralizadas no Google Photos e também um backup local.
    Tenho uma certa organização para as fotos dos últimos anos, mas aquelas mais antigas estão bem bagunçadas.

    Creio que existam algumas pastas duplicadas e coisa do tipo.

    Vocês usam algum software para botar ordem nessa bagunça? De preferência algo que me ajude a eliminar os duplicados.

    1. Eu tinha este mesmo problema, resolvi na mão mesmo sem nenhum programa, mas seria bom saber se tem algum que ajude a arrumar a bagunça caso precise no futuro.

    2. Não sei se o Google Fotos permite isso, mas no Fotos do iCloud dá para editar tudo. E é o que estou fazendo com fotos antigas: movendo elas para o Fotos e editando as meta tags (datas, pessoas nas imagens e localização). Depois, eu entro no site do iCloud e baixo elas de novo, com os meta dados corretos, para o HD externo, separadas em pastas por ano.

  4. Eu não trabalho com tecnologia digital e nem com review de smartphone, mas leio sites de tecnologia e sigo alguns Youtubers da área, o que me dá um pouquinho de conhecimento dessa área.

    Pois bem, hoje eu vi uma matéria do UOL sobre um usuário de iPhone que decidiu usar Android pela primeira vez e contar suas impressões https://www.uol.com.br/tilt/colunas/guilherme-rambo/2021/03/12/experiencia-com-android.htm

    Achei a matéria uma bizarrice só. Ele compara o iPhone com um Redmi Note 9, um aparelho muito mais simples e barato que o da maçã, algo que o próprio autor admite que é injusto mas parece não se importar muito.

    O que eu achei mais bizarro foi ele dizer que o app do YouTube é “inutilizável” no Redmi porque trava o aparelho. Não consigo acreditar nisso. Meu Mi A2 com 3 anos de uso roda bem o YouTube. O Samsung J4 core do meu pai, com uns 2 anos de uso também roda o app razoavelmente bem. Então como um aparelho mais atual, com processador mais rápido, não vai conseguir rodar o YouTube?

    Enfim, mais alguém o relato desse cara? O que acharam?

    1. Li a matéria e rapaz…..

      O cara mesmo dizendo que é injusto comparar, ele compara coisas banais como a caixa que vem o aparelho!!!! Depois começa a reclamar do design.

      Sobre o aparelho eu vi uns reviews falando que esse aparelho deixa a desejar mesmo. Por experiência tive contato com a MIUI 12 e acho ela bem poluída, mas dizer que é o aparelho é inutilizável no YouTube é forçar a barra.

      Esse cara falando do celular é tipo a pessoa que sai de uma Ferrari e pega um popular e fica reclamando hahaha

    2. A parte da caixa foi dureza, hehe. Esse tipo de conteúdo é “fácil” de fazer, o que explica sua popularidade — o YouTube está cheio de vídeos do tipo, por exemplo. Mas, de fato, esse aí ficou parecendo mais um comparativo de unboxing do que dos aparelhos em si.

  5. Uma coisa que tenho reparado só ultimamente é que pessoas adultas normalmente não leem ficção. A maior parte dos adultos com quem interajo que tem sim, o hábito de ler livros, se limita a livros técnicos ou de não-ficção em geral (jornalísticos, biografias, de produtividade etc), e isso se confirma quando olhamos as listas dos mais vendidos, pelo menos no Brasil. Como isso é pra vocês?

    Eu pessoalmente, acho estranho que a ficção, mesmo a mais adulta e de qualidade, seja algo de nicho, quando a maioria das pessoas abre a Netflix, por exemplo, para ver ficção, não documentários.

    Vocês aqui costumam ler livros de ficção? Se consideram leitores no geral? Acham que eu tô viajando?

    1. Bem, eu acho isso aí triste.
      Claro que cada um sabe (ou acha que sabe) o que é melhor para si, mas a ficção para mim é a literatura por excelência.
      Hoje em dia, com a competição selvagem no mundo corporativo, muitas pessoas, até pela falta de tempo, acabam optando por livros com escopo bem específico e objetivo, seja de auto-organização, gerenciamento do tempo, gerenciamento do stress, investimentos, seja de orientação da carreira etc, tudo no melhor estilo coach (outra praga contemporânea).
      A magia da leitura é que serve para muita coisa, até para tudo isso aí que falei acima. Mas, deixar a ficção de lado e ficar somente em livros instrumentais é como embarcar em um avião que nunca vai decolar, porque nada mexe tanto com a imaginação quanto uma boa história de ficção, imho.

      1. Exato! Pra mim a ficção e a poesia são a literatura por excelência. Até gosto de ler não ficção, mas de forma bem mais pontual.

        Acho estranhíssimo quando falo de um livro que acabei de ler e me perguntam o que eu aprendi (sic!). Como assim o que eu aprendi, gente???

        1. “O que eu aprendi?” Hahahahaha
          Pois é. Muita gente tem esta visão meramente utilitária dos livros.
          Claro que eles também podem ter esta dimensão utilitária, ainda que isto varie conforme o gênero literário.
          Mas a leitura pela leitura, que pode parecer inútil para os pragmáticos contumazes, é justamente o “diferencial” entre um ledor e um leitor.

    2. Acho q são seus amigos mesmo. As pessoas q conheço, a grande maioria pelo menos, lê bem mais livros de ficção do q livros técnicos. Mas trabalho na área cultural, então me parece normal q assim seja. Mas o q vc diz é interessante se vc reparar na quantidade de booktubers que há, era pra ter alguma influência nessa turma que se liga em conteúdo digital.

      1. Será?? É possível… Vejo até gente influente culturalmente e que lida cotidianamente com livros, como o Startup da Real, dizer tranquilamente que não gosta de ler ficção, e fico sem reação.

        Eu tenho tentado atingir mais pessoas com as coisas que escrevo, mas realmente não vejo muito alcance

        1. É um nicho, como você mesmo apontou no post inicial, onde as pessoas que tem uma visão utilitarista da vida. Você já identificou o problema quando falou que a corrida pela produtividade e pelo microgerenciamento de tempo são os motores que impulsionam esse tipo de mercado e esse tipo de leitor. Infelizmente, essa é a regra e não a exceção.

          O próprio Strartupdareal é um cara que precisa escrever uns 10 textos pra acertar 1 e o livro dele é uma das coisas mais fracas que eu li em anos – ok, eu nunca li auto-ajuda e similares. Isso não tira os méritos de vários textos bons dele, claro, mas é um exemplo prático do mercado de não-ficção: de cada 10, 1, quando isso, é interessante de se ler.

          Ao passo que para ficção a régua é bem mais alta, normalmente, porque as editoras sabem que, via de regra, não vende. Escrever um romance, ainda por cima, é muito dificil do que fazer análises do estilo “remix” sobre o mundo cotidiano.

        2. Já tem um tempo, o Ghedin fez um clube do livro aqui no MdU e me deixou responsável pela seleção dos livros e fomentar os debates. Mesclei ficção e não-ficção. A ideia era durar um ano, mas creio q ficou em seis (não consegui manter o prazo). Foi uma experiência interessante, mesmo durando menos q o previsto. Acho q se determinados livros forem bem apresentados e inseridos em determinados contextos eles têm mais chance do q só se imporem por serem arte (literatura, no caso). Pra ler ficção é preciso alguma sensibilidade mínima e creio q a maioria não tem isso e nem tem interesse em desenvolvê-la (algo plenamente possível de se fazer em até pouco tempo). Não sei exatamente a razão, porque há uma generosa oferta de bons títulos em vários gêneros que poderiam agradar a muitos gostos diferentes e entregando literatura de alta qualidade… Pode ser falta de tempo ou a concorrência mesmo com outros meios…
          Bom mas acho q qualquer um que se gabe de não ler ficção por achá-la inútil ou algo do tipo, só reforma a ideia de que estamos cada vez mais imersos em tempos sombrios. Sem literatura (e outras artes artes, claro) uma pessoa fica cada vez mais próxima de incorporar a barbárie e dar a isso o nome de eficiência, agilidade etc…

    3. Cara, no meu círculo de vivência o pessoal não tem o costume de ler muita coisa, não. São poucos os que realmente cultivam o hábito da leitura, mas os que fazem isso costumam ler de tudo, eu sou um exemplo. Apenas o meu irmão que não gosta de livros de ficção, ele é bastante inclinado à livros jornalísticos (Homo Deus seria um exemplo?) e de filosofia. E nem é que não goste, ele tem birra. Acho (realmente) que nunca leu uma ficção mas diz que não gosta.

      1. Pois é, acho que acontece o mesmo comigo. Só esse ano é que tô conseguindo ampliar meu círculo pra englobar pessoas que costumam ler e leem de tudo, que gostam de romances e contos etc.

        Eu sou super a favor de bons livros de não ficção (Sapiens, por exemplo, é uma delícia), mas pra mim a ficção é imbatível.

        A pergunta que fica na minha cabeça é: essas pessoas que não leem ficção mas leem outras coisas, elas costumam consumir ficção em outros meios? Como filmes, séries, anime etc?

    4. Eu já fui muito mais leitor do que sou hoje, mas estou tentando voltar. Talvez estejamos na mesma bolha social, pq também vejo isso de o pessoal só ler livros técnicos, filosóficos, etc. E mesmo quando vão assistir algo de ficção é algo com o roteiro “bobinho”, no sentido de ser preso a realidade e a questão principal ser só quem vai namorar quem. Enfim, acho isso triste pq acredito muito no poder da ficção para transformar a nossa realidade (ao fundo começa a tocar Imagine do John Lennon), um exemplo claro disso é 1984 ser citado em TODAS as conversas sobre tecnologias de vigilância.
      Talvez essa preferência mainstream por livros técnicos, se dê por uma busca pela produtividade, no sentido de “otimização do tempo” e consumir apenas textos que você possa mostrar que mesmo em seu tempo livre você está buscando melhorar e entender de um tópico específico. Enquanto um livro de ficção não traz necessariamente essa sensação de “agora eu posso mostrar que sei de algo”.

      1. Eu tenho a impressão de que a gente associa livro à instrução, sabe? Livros seriam, assim, instrumentos para aprender algo, ainda mais nesse mundo em que todo mundo tem que disruptar pivotando a sua carreira para o próximo breakthrough.

        Eu acho uma pena também. Como diz o Neil Gaiman, a ficção é uma forma de contar uma verdade profunda embrulhada em mentiras deslavadas. Quando a gente lê Senhor dos Aneis, nada daquilo nunca existiu, mas a verdade profunda sobre amizade ecompanheirismo, sobre lutar contra o mal no mundo permanece ali. Quando a gente lê 1984 (que agora caiu em domínio público e tá todo mundo publicando), nada daquilo aconteceu, aquelas pessoas não existem, mas a verdade profunda continua ali, da luta contra a intransigência e o totalitarismo, do embotamento da individualidade, da manipulação descarada da verdade e da história.

        Esse tipo de coisa nenhum livro técnico transmite tão bem, com tanta profundidade e de forma que ecoe na gente por tanto tempo.

        1. Infelizmente, acho que é difícil a literatura competir com a infinidade de outros entretenimentos tão prontamente disponíveis (jogos, redes, sociais, séries, filmes, etc…).

          Mas sendo chato: associar utilidade a 1984 ou Senhor dos Anéis, não é justamente a origem desse cenário que te incomoda?

          Até concordo que muitos livros bons (a maioria talvez?) tem a capacidade de passar uma mensagem importante para a sociedade ou pessoa. Mas dessa perspectiva, começa-se a pensar: é melhor ler “Origens do Totalitarismo” ou “1984” para aprender sobre regimes autoritários? Talvez um outro ficção ganhe nessa pergunta, mas pensar dessa perspectiva, é normal que não-ficção prevaleça.

          Adoro literatura pois me conecto de outra forma aos personagens, mas prefiro não enxergar como algo que extraio valor ou algo assim.

      2. Concordo. E é uma pena, porque mergulhar num bom livro de ficção pode ser uma experiência transformadora. Acho que a leitura é daquelas coisas que, quando se perde o hábito, parte do que fica pra trás também é a lembrança do que aquele costume provoca na gente. De qualquer forma, acho que nunca é tarde pra redescobrir esse gosto (apesar de saber, claro, que nem todo mundo tem a vontade – ou a chance – de se dedicar a esse processo).

        Quem estiver no pique, procure por um artigo do Psyche, de autoria do Christian Jarrett, cujo título é “How to read more books”. Ele tem dicas bem úteis e interessantes que podem servir de estímulo a quem quer voltar a ler mais.

    5. Adoro ler ficção, mas agora no doutorado tem sido quase impossível. Trabalhando e fazendo doutorado ao mesmo tempo todo tempo que sobra preciso dedicar à leitura de textos acadêmicos — então provavelmente entro nessa estatística de quem só lê livros “técnicos”.

      De todo modo, dá pra desviar desse problema do tempo lendo contos ou outras narrativas mais curtas.

    6. A verdade é que no Brasil muita gente simplesmente não lê ou só lê a bíblia e as manchetes de notícias, o que igualmente ruim. Eu dou preferência para histórias de ficção, tem tanta coisa excelente, tantas histórias únicas, o que até dificulta um pouco quando leio algo técnico, sempre tem algo mais apetitoso para ler.
      Acho que dá para dar um sabor ainda nesta discussão de leitura que é por que separam livros de quadrinhos quando falam de leitura? São dois meios de ler histórias, mas sempre quando é tratado de leitura, quadrinho é prontamente ignorado e apenas livros são considerados como “válidos”.

  6. Eu não consigo assistir nada na Twitch. Não pelo site em sí, que é feio, mas não por isso. O que me incomoda é a poluição no conteúdo padrão.
    Imagine uma live de games qualquer, visualmente você terá o vídeo da pessoa jogando, a webcam de quem está jogando, um espelhamento do chat e animações, fora o chat e a interface do próprio site da Twitch. Sonoramente é ainda pior, tem o som do jogo, efeito sonoro de donate, a voz de quem esta transmitindo, a voz de quem estiver no Discord e uns ainda colocam alguma música de fundo.
    Pode ser só frescura minha? Com certeza.
    Mas gostaria de saber de vocês, leitores desde site tão legal e não poluído, se vocês compartilham comigo desse ranço pela Twitch.

    1. Eu uso a Twitch para ver conteúdo relacionado a programação e tals… Talvez por ser uma outra vibe, acaba sendo mais organizado e não me incomoda. Mas já vi umas lives de Fortnite e confesso que fiquei muito confuso huahuahuah. Mas para a gurizada mais jovem, essa interface com vários estímulos simultâneos é tranquila para eles gerenciarem. A galera mais velha é que não está se adaptando tão rápido a essa convergência de conteúdo. Fui tentar jogar free fire no celular com o filho de um primo meu, de 12 anos, e simplesmente não consegui acompanhar a jogatina. Imagino que a Twitch esteja focando em ser referência em um recorte de faixa etária mais jovem.

    2. Nossa, sim! Pra começar que só em você acessar o site já vem barulho, né? Não precisa nem você ABRIR um streaming, ele já abre algum aleatoriamente pra você.

      Mas acho que é como o amigo disse: problema de gray user.

      Eu mesmo fico curioso de saber como vai ser a transição do Youtube pra Twitch e como isso vai impactar a vida de todo mundo.

      1. será que isso vai acontecer? eu nunca assisti nada na twitch…

        aliás, gostaria que o monopólio de vídeos saísse das mãos do google,mas ir pra amazon…sei não

        1. tambem nunca vi nada nesse twitch ai… nem no youtube tenho costume de acompanhar canais, quem dira em outro serviço com conteudo pior ainda. hahaha

        2. Cara, eu tentei assistir, mas esbarrei nesses problemas que o @Alyçu trouxe: tudo junto ao mesmo tempo agora. Também queria muito que o youtube perdesse o monopólio dos vídeos, mas é difícil né. Nem pra consumir conteúdos simples, como textos, a gente sai das grandes plataformas, imagina vídeo, que é um trampo bem mais difícil, requer muito mais estrutura e conhecimento técnico.

          O que eu acho que acontece é que a Twitch paga melhor que o Youtube, pelo menos hoje. Acho que o grande divisor de águas vai ser quando começarem a fazer vídeos bem editados por lá, não só lives. Tem muitos canais bem produzidos que entregam conteúdo excelente, e não acho que seria a mesma coisa a pessoa chegar ali e fazer uma live.

  7. Alguém que usa o navegador Edge percebeu uma mudança na abertura seguida de várias abas dos favoritos? Normalmente, abro uma pasta, aperto Ctrl e vou clicando em cada favorito necessário.
    Desde a última atualização, isso não é mais possível. Ou eu abro a pasta inteira com um só clique, ou preciso abrir um, fechar a pasta, depois abrir outro, ou, clicar com o direito e “Abrir em uma nova guia”.

  8. há 23 jogos eletrônicos no acervo do MoMA. O mais antigo é Pong e o mais recente é Minecraft. No meio disso há Pac Man, Tetris, Street Fighter II, SimCity 2000, The Sims, entre outros — mas curiosamente nada da Nintendo. Acho que pelo menos Super Mario Bros. e o The Legend of Zelda originais deveriam constar também dessa lista, considerando seu tamanho ainda pequeno, mas deve ser bem mais difícil para um museu negociar com a empresa os direitos desses jogos.

    a lista é esta: https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_video_games_in_the_Museum_of_Modern_Art

    O que acham? Para uma lista ainda bastante incipiente (e, portanto, restrita em princípio aos jogos mais “importantes”), o que não poderia faltar?

    1. Considerando o critério adotado (“in order to showcase design elements within them”, segundo a Wikipédia), achei a lista bem boa. E sim, caberia um jogo do Mario — a menos que tenha passado batido, não vi nenhum de plataforma/side-scroller ali.

      Outro que me ocorreu poderia estar é GTA V. É um mundo aberto, outra ausência na lista, e super influente há quase uma década.

  9. Duas notícias boas pra amenizar o bolsonarismo brasileiro:

    Não sei se alguém acompanhou a saga do programador de 17 anos que mantinha dois bots do Telegram usando só telefones velhos, mas, essa semana a BBC fez um perfil dele e, surpresa, ele conseguiu um emprego no PicPay: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56337365

    Segunda noticia pra animar o dia é que o Nuel, do Wakanda Streamers, conseguiu revertar o banimento da Twitch e vai voltar a ganhar dinheiro com as streams dele: https://globoesporte.globo.com/esports/noticia/quem-e-emanuel-nuel-o-streamer-do-morro-que-voltou-do-ban-na-twitch.ghtml

    PS: isso não é uma legitimidade do capitalismo e muito menos da meritocracia =D

    1. Ai sim, boas noticias!
      Se não estiver enganado eu vi o caso do Pauxis no Twitter e achei bem bacana.

      Com relação ao Nuel, longe de querer julgar, acho ruim apostar “todas as fichas” num lugar (no caso Twitch) que é um espaço “alugado”.

      Já vimos casos do Google excluir uma conta de anos, aqui no MDU, aparentemente sem motivos.
      Não sei se sou meio paranoico, mas em casas alugadas sempre “frito o peixe olhando para o gato” hehe.
      Torço para que ele tenha muito sucesso e que com isso possa diversificar a sua fonte de renda.

      1. É um problema, mas criadores de conteúdo são “plataforma-dependentes” desde sempre. A criação do AdSense começou a impulsionar isso tudo. Eu me lembro da época do “problogger”.

        Isso nunca vai mudar, acredito.

  10. vcs costumam configurar recebimento de e-mail? eu tinha feito uma vez na época que usava o gmail, mas desde que mudei pro fastmail nunca tinha configurado, aí comecei a mexer numas coisas essa semana, como por exemplo: a UVA vive me mandando e-mail há uns 2 anos, já falei no chat, já marquei como spam, já me descadastrei, mas eles continuam mandando, aí configurei pra já marcar como lido e jogar pra lixeira, o picpay também me manda msg quando pago algo, mas como já recebo no próprio aplicativo fica redundante, aí configurei pra já deixar como lido e arquivar, dentre outros.

    xxx

    essa semana assinei o kaspersky, peguei uma promoção de 2 anos por 50 reais, ele tem várias opções de configuração que curti, fora que no android ele tem uma opção de rastreamento bem legal, além de outras features. e nisso ganhei mais 100mb diários de VPN, pq o gratuito dá 200 e no meu plano aumentou pra 300, daí a minha pergunta é: alguém tem algo contra? pq o pessoal não fala muito dela quando se trata de VPN, mas tem um custo benefício que nenhuma supera (no mínimo 50% mais barata que qualquer outra) e tenho testado o premium (que inclusive o ifood não permite utilizar com vpn ligada) e achando bem útil, apesar do consumo da bateria

    1. Quanto aos e-mails, tenho vários filtros ativos. A maioria relacionado às listas de discussão das quais faço parte, então sempre que chega uma mensagem de alguma lista, um filtro aplica o label no gmail e arquiva a mensagem. Fora outros tantos, como você disse, dessas mensagens de promoções que várias empresas insistem em mandar mesmo eu já tendo me descadastrado. Faço o mesmo que você: direto para o lixo.

    2. Uso esses filtros no e-mail para separar newsletters da caixa de entrada. Aí tenho um rótulo só com newsletters — fica bem organizado.

      Não sei quais recursos o Kaspersky tem, e imagino que vários sejam realmente úteis, mas esses dois aí não me parecem tão vantajosos. O Android (e o iOS) tem rastreamento de celular embutido, atrelado ao Google, e a maioria das VPNs comerciais pagas não têm “franquia” (limite de tráfego). Para usar em streaming, por exemplo, 300 MB não serve para muita coisa.

      1. vou começar a mudar a newletter tb, antes jogava tudo pra um feed, agora vou jogar pro e-mail e automatizar pro feed, pq as vezes fico com vontade de responder algo mas não consigo, rs.

        o da kaspersky tem mais funções que o do google (antes usava o cerberus, mas depois que começaram a cobrar anuidade msm tendo pago vitalício, eu deixei de usar). e creio que não me expressei bem sobre o plano da VPN, o plano gratuito dá direito a 200mb, e assinei o total security e ganhei mais 100, totalizando 300, e no primeiro dia gastei isso rapidinho, mas depois assinei o plano ilimitado de VPN (tenho direito a uma semana antes de ser cobrado).

    3. Devo ter uns 200 filtros diferentes no gmail (meu email pessoal), configurados e amontoados desde 2004. A caixa de entrada fica bem limpa.
      Já no email do trabalho, que uso no outlook, tenho 600 pastas mas filtro quase tudo à mão – até porque quase tudo tem que ser lido mesmo, alguns tenho que responder de imediato, arquivos têm que ser baixados e tal.

    1. Em Florianopolis não posso mais caminhar, porém durante a semana continuo indo à academia.

      Fora isso é trabalho e casa(infelizmente home office não é minha realidade).

      O jantar fora que ocorria em alguns restaurantes por aqui, se foi. E de volta a reclusão fiquei.

      1. De janeiro pra cá, eu só saía de casa pra levar o pessoal da família para consultas/exames médicos, comprar comida no supermercado e me exercitar na academia. E ir à igreja. De resto, tudo em casa mesmo.

        Eu li a respeito sobre as vantagens do exercício físico no aumento da imunidade corporal, mas nunca dei crédito a isso. Daí, nesses poucos 2 meses de exercício físico constante já me sinto bem melhor, mais disposto e menos propenso a ficar doente (qualquer chuva ou poeira e eu pego resfriado dos fortes). E logo que eu renovei a mensalidade (segunda feira agora) o prefeito decretou lockdown na minha cidade sem previsão de retorno. E lá vamos nós de novo!

    2. De setembro do ano passado em diante comecei a me permitir uma saída ou outra para restaurantes e cafés com áreas externas, pequenos passeios para locais afastados de qualquer centro urbano, encontros com poucos amigos que estavam com o isolamento em dia, prática de exercícios ao ar livre e outras coisas desse tipo. Agora que a situação começou a apertar por aqui (Blumenau/SC), já estou abrindo mão novamente desses pequenos prazeres e retomando o isolamento quase total, já que faço home office (desde antes da pandemia). Nas últimas duas semanas pisei fora de casa apenas para ir ao mercado e à feira.

    3. O Espírito Santo é um dos poucos estados que ainda não colapsaram (certamente graças à boa e séria gestão de pandemia que o governo do estado tem aplicado desde o início), então nenhuma restrição foi aplicada por aqui. Mesmo que fossem, não mudaria nada pra mim: Apesar dos restaurantes e shoppings estarem abertos, desde Março de 2020 não frequento esses estabelecimentos. Tenho saído para buscar compras no supermercado (que faço online e busco via Drive-Thru) e resolver coisas pontuais como levar os bichos no veterinário (nessa semana).

      Ocasionalmente saio (sempre só com quem já mora comigo) pra dar uma volta num parque ou na praia, mas se chego lá e tem gente demais volto pra casa. Vi alguns amigos e família umas 5 ou 6 vezes ao longo desses últimos 12 meses, sempre em pequenos grupos, e é com certeza o que mais me faz falta. Poderia ficar mais 10 anos sem frequentar bares, shows, cinemas, lojas ou restaurantes (do que gosto muito, muito mesmo), mas a reclusão social de não visitar ou receber amigos em casa está levando a outro colapso: O do meu estado psicológico.

    4. Desde que saiu a notícia da pandemia eu fiz isolamento. Mesmo quando todo mundo achava que não “pega nada” ou quando as pessoas relaxaram, eu mantive. O máximo que eu fiz foi ir almoçar na casa do meu pai algumas vezes (menos de 4 em 1 ano).

      Sem me sentir superior, porque eu sei que eu só consigo fazer isso por questões que são alheias à maioria das pessoas, eu tenho certeza que se todo mundo fizesse o que eu fiz teríamos controlado muito melhor a pandemia. Mas aí é uma questão humana. Nós temos dificuldade em diar a recompensa/prazer, principalmente que nunca teve nada na vida, daí a dificuldade de fazer algum isolamento mais forte.

    5. Por aqui (RS), retornei ao nível de isolamento que mantive até o final do inverno. Trabalho de casa, então as saídas agora estão sendo tratadas como a famosa cena do Missão Impossível 1.

    6. Aqui no RS estamos na rotina de trabalho e casa. o pessoal tá ficando com medo e muita gente tem usado máscara.
      Já em SC o negócio tá bem liberal. Um amigo trabalha de motorista de caminhão no litoral e diz que é como se não houvesse nada.

    7. Costume pegar o ônibus lotado algumas vezes. Não sei ainda como vai ser, pois parece que vai ter (ou não) a fase roxa em São Paulo e nem ônibus vai ter em certo horário.

      Qualquer coisa vou de bicicleta (preciso comprar ainda) para o trabalho haha.

    8. Passei a adotar a máscara N95 para qualquer coisa em lugares fechados (tipo supermercado ou as idas esporádicas ao escritório). E cancelamos os poucos encontros com amigos, mesmo em lugares abertos.

    9. Aqui em BSB também estamos no pior momento. Acho que está o mesmo lockdown de março do ano passado — com a diferença que as pessoas estão mais adaptadas — e também tem toque de recolher, o que não faz muito sentido na minha cabeça, mas aí talvez seja limitação minha mesmo.

      A rotina segue a mesma do ano passado: 90% do tempo em casa. So comecei a sair com mais frequência 1 mês depois da minha academia retomar as atividades. E basicamente só ia nela e em cafés abertos. Esse ano a academia encerrou as atividades, para minha tristeza. Ainda frequentei um pouco os cafés abertos que gosto, mas quando trancou tudo não tive nem tempo de ir buscar pedidos.

    10. Continuo em isolamento, só eu que saio daqui de casa para ir ao mercado (em horários de baixo movimento) ou resolver questões impossíveis de fazer pelo telefone ou internet, tipo vacinar o cachorro. Tenho considerado comprar algumas máscaras pff2 para deixar mais seguro ainda minhas saídas.
      Nessas últimas semanas tem batido uma saudade grande de comer em restaurante, não vou em um acho que desde fevereiro do ano passado, mas pelo jeito só em 2022 mesmo.

    11. Entre melhorar e piorar, acabou que ficou tudo na mesma: saio uma ou duas vezes por semana na hora do almoço para compras. Antes de fechar tudo, costumava comprar um café para viagem e tomar “na praça”…agora só ir ao mercado mesmo.

      Vou dizer que me arrependi de não ter aproveitado o “vale” de infecções no final do ano. Deixei de ver meus pais no final do ano – como recomendado – e estava pensando em encontrar amigos esse ano…mas agora é isso. Estou há meses sem ver meus pais e mais de ano que não vejo amigo nenhum.

    12. Fui pro hospital na quarta de madrugada.

      Resultado: suspeita de Covid, medicação e quarentena. Aguardo o exame do swab (não foi tao ruim, o problema é que tenho desvio de septo).

    13. Não. Apenas continuei tentando não agir como um idiota (rsrsrsrs).
      Não sou negacionista nem conspiracionista, não chamo a Peste de “fraudemia” tampouco acho que a obrigação de usar máscara seja alguma forma de “controle” ou para me acostumar a ser controlado. Usei, uso e continuarei usando por convicção, como o cinto de segurança.
      Continuo também desinfetando as compras com álcool 70, não importa o que o Dr Bactéria diga.
      E aglomerações de jeito nenhum. Faz parte de “não ser um idiota”, como todo o resto.

    14. Continuo seguindo o isolamento, mas passei a usar a máscara pff2 no lugar da máscara de pano quando preciso ir para a rua (só tenho ido ao supermercado ou alguma loja comprar coisas para casa).

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