Post livre #255

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

137 comentários

  1. To pensando em comprar uma soundbar, já que to mais em casa msm. Alguém do recinto tem opinião sobre?

      1. Echo Studio entra como sound bar? A forma é ter o áudio mais omnidirecional não?

        1. Pelo que vi Echo Studio tem um problema que o Dolby Atmos só funciona com o Fire Stick HD (?)

  2. Alguém aí tem tido problemas com o Safari no Big Sur? Aqui todo dia o navegador fecha do nada, dá um crash aleatório. Tentei voltar pro Firefox, mas ainda não resolveram o problema de aquecimento… o notebook fica pegando fogo.

      1. Tenho pouquíssimas, basicamente um adblocker e o DuckDuckGo Essentials. Vou tentar desabilitá-las, mas não estou muito esperançoso. Percebo que às vezes o travamento ocorre quando demanda muitos recursos do sistema, o que me faz pensar que talvez meu notebook esteja com algum gargalo de memória ou de CPU. Mas vou tentar sua sugestão – obrigado!

    1. o meu tbm ficava..
      instalei um SSD no pc, passei a limpar o cache TEMP e os TEMP do próprio app, como tbm os arquivos do sistema, isso me deu liberdade de usar por 12 ou 16 horas sem parar..
      sem contar que me deu MUITA AGILIDADE.

  3. Utilizo o SwiftKey há anos e não tenho do que reclamar. Economiza muitos toques, tem suporte há mais de um idioma simultaneamente e permite customização.

  4. Acabei de ver um vídeo sobre uma máquina de elevação para canais fluviais. Existem dois na França, e o canal “The Tim Traveler” conferiu de perto a chamada ” Overengineering” feita em ambas as máquinas.

    Consiste em um “trator” (por assim dizer) que eleva (ou desce) barcos por entre dois pontos de um canal/represa. Operou por duas décadas, até não compensar e um ser abandonado, e o outro recuperado, mas…

    São dois vídeos, o primeiro aqui: https://www.youtube.com/watch?v=N34QXyr-FY4

    1. Que maneiro!

      Eu tenho muita dificuldade em conceber como pessoas projetam máquinas muito complexas. Desde de chips de computador até monstrengos como esses.

      1. Imagine uma situação onde você precisa criar um equipamento para resolver um problema. Agora tente imaginar como criar este equipamento. É por aí.

        Por exemplo, como fazer um cadeirante subir em um ônibus?

  5. Estou na dúvida se compro um adaptador para fone de ouvido (para o iPhone) ou invisto direto em um fone sem fio. Alguém tem alguma opinião?

    1. usava um 6S desde o lançamento até o fim do ano passado, quando comprei um SE de 2020, então me vi repentinamente na mesma situação

      considerei comprar um adaptador mas fiquei com medo da qualidade dos genéricos (e o original da apple é caro demais pra um produto tão estúpido…)

      acabei comprando os fones T15 da Haylou, cujo carregador funciona também como um pequeno power bank para outros aparelhos

      o som é simplesmente OK, não achei nem maravilhoso nem ruim (certamente não é pior que os earpods que usava até então), mas não sei se sou um bom parâmetro pois meu ouvido é péssimo

      1. Fones Bluetooth são sem problemas. Haylou T15, chegou pelo Aliexpress. É bem bom no audio, acima da expectativa. Dura 5+ horas no ouvido, ouvindo música alta e cheia de graves, pode durar bem mais em conversação. Qualidade de chamadas muito boa. Qualidade de conexão 100%, bem melhor que dos Haylou GT1Plus, que custam metade do preço e estavam resolvendo minha vida.

    2. Eu investiria em um fone sem fio barato, considerando que fones sem fio tem a vida útil limitada. Se não se importar com ao menos um fio comunicando um lado do fone com o outro, tem uns de marcas boas mais em conta (jbl por exemplo)

      Se eu já possuísse bons fones de ouvido, eu investiria em um adaptador.

      1. a vida útil limitada é da bateria ou tem a ver com a qualidade de som?

        1. Da bateria mesmo, tendo em vista que a maioria destes fones não tem como trocar a bateria.

    3. Acho q depende de qual fone vc já tem e pra q vc vai usar. Se for pra usar na rua ou fazer exercícios, eu compraria bluetooth. Se for pra usar em casa e vc já tiver um fone bom, eu compraria o adaptador. Eu já tinha um sem fio q usava pra andar na rua e fazer academia, e um fone gamer com fio pra trabalhar pq é bom pra call e ouvir música por mais tempo. Aí na pandemia acabei comprando o adaptador pra conversar no celular usando o fone gamer, já q as chamadas de vídeo pelo whats aumentaram.

  6. Qual app de teclado vocês usam no smartphone? Cês acham que o Gboard usa o que é digitado pra personalizar anúncio do Google?

    1. não duvido nada

      tenho usado o OpenBoard, é um teclado baseado no do google mas sem os olhos do mesmo,tem na F-Droid

  7. Alô usuários de Linux, preciso de um help!

    A única coisa que me segura no Windows 10, hoje, é a integração com o OneDrive. Estou disposto a mudar de serviço, mas queria um com a mesma integração e sincronização transparente a nível de pastas também no pinguim. E claro, que não seja muito mais caro que o Microsoft 365 com 1TB que assino.

    Alguma indicação de serviço ou de ferramenta que “emule” essa integração do Windows?

    1. Atualmente não estou usando pois o notebook da empresa é Windows mas, eu sempre usei esse: github.com/abraunegg/onedrive

    2. Insync (insynchq.com).

      Você paga uma única vez pela licença.

      Uso e recomendo!

    3. Olá.

      DropBox e MegaNZ tem sincronização por pasta.

      No DropBox é recente, não cheguei a usar, mas no Mega é bem suave, uso em 4 dispositivos.

    4. Bom… não é exatamente uma nuvem, mas eu uso além do nextcloud/owncloud o syncthing que usa o espaço do seu hd como armazenamento e sincronização peer-to-peer, ou seja, sem um servidor central. O problema do syncthing é que vc tem que estar com as máquinas ligadas simultaneamente para sincronizar os arquivos, além de não ser possível compartilhar com pessoas que não tenham o syncthing instalado e configurado no modo para compartilhar. É possível deixar uma máquina ligada como uma espécie de servidor. O pessoal usa e recomenda um arm tipo raspberry pi ou beaglebone black, ou um notebook velho. https://syncthing.net/

    5. Olá Pierre.
      Eu uso o inSync. Ele é um programa de sincronização de pastas com a nuvem e tem funcionado que é uma beleza nos ultimos meses. Tão bem quanto o próprio programa do OneDrive no Windows.

      https://www.insynchq.com/

      Ele é pago, mas você paga apenas uma vez, apenas pela compra do programa. Eu recomendo.

  8. vocês viram que interessante esse gráfico? https://twitter.com/paulg/status/1360263618508521480

    (claro, as escalas certamente estão diferentes para cada caso, mas as tendências são interessantes: twitter com interesse renovado, instagram em curva inversa à do FB e tik tok meteórico, além da ascensão persistente do reddit)

    1. Interessante ver isso. Reddit faz parte da minha rotina diária, gosto do que sigo lá.

  9. Recentemente, resolvi aderir ao queridinho do momento e passei a usar o Notion para tomar minhas notas. Hoje (12/fev) o sistema ficou fora do ar por aproximadamente 3/4 horas em todo o mundo (https://downdetector.com/status/notion/).

    MUITA gente no downdetector postou reclamações de que não conseguia trabalhar sem acesso as suas anotações, não conseguiriam fazer provas por não conseguir acesso às notas de aulas e outros tantos problemas. Me incluo aí, mas, por sorte, só não consegui acessar minha lista de compras da semana, visto que não estava precisando acessar nada de importante por lá durante este período.

    Isso me lembrou a célebre frase “there is no cloud, it’s just someone else’s computer”. Não conseguir acessar as próprias notas (que eu considero algo extremamente vital e particular) por causa de um erro é algo… Amedrontador.
    Somando a isso o fato do criador do Terraria ter sido banido permanentemente do Google e perder acesso a todos os seus dados (https://adrenaline.com.br/noticias/v/67776/desenvolvedor-de-terraria-cancela-versao-para-stadia-apos-perder-acesso-a-suas-contas-google) eu realmente fiquei com medo da ínfima possibilidade de um “apagão digital” na minha vida.

    O que vocês acham a respeito?

    1. tenho um certo receio de perder as coisas,inclusive estou na busca de um substituto ao google fotos há um tempo, acho que vou comprar um raspberry e colocar nextcloud e aproveito e faço outros projetos que tenho em mente

      e sempre tento ter cópias offline das minhas coisas, então não curti muito o notion, tenho usado o Joplin,ele é parecido com o evernote, mas vc usa sua própria nuvem.

      1. Eu acho que há muito espaço para melhorar, mas é complicado pelo legado e modelo do Windows. Apesar de entender as dificuldades, a falta de foco dos últimos anos no desktop, acabou tornando pior o que já era complicado por natureza.

        O TechAltar fez uma ótima análise desse cenário se tiver interesse: https://www.youtube.com/watch?v=hn5QjtpjW_U

        1. Ops, resposta no lugar errado, se puder corrigir @Ghedin haha

    2. Tenho feito anotações em markdown.
      Existem dezenas de apps com hierarquia de pastas que funcionam como um aplicativo de notas.
      Assim vc tem backup fácil de seus arquivos, podendo mantê-los off-line.
      Fora que vc não fica dependente de um serviço ou plataforma.

    3. Um dos motivos de eu não largar o Simplenote é justamente esse.

      Com alguns cliques é possível exportar de uma vez todas as notas como arquivos .txt.

      E como os backups são bem pequenos, dá pra manter diversas versões armazenadas localmente.

      Sei que o Simplenote não tem todos os recursos do Notiom ou de ou outras ferramentas parecidas, mas para o meu uso, é mais do que suficiente.

  10. Depois de enrolar muito, comprei um headphone (ou headset? Nunca entendi a diferença), daqueles que cobrem toda a orelha e acabam não machucando quem usa óculos. É um Blitzwolf BW-HP2, relativamente acessível. Chegou hoje e gostei bastante da construção pelo preço, mas achei o som um pouquinho abafado. Já tinha visto alguns comentários que um equalizador resolve esse problema, mas não faço ideia de qual é bom para usar no pc. Qual é a recomendação pro Windows?

    1. Vê se o driver de som tem ajustes de equalização. O nativo do windows geralmente não tem muitas funções, quando não sugere pagar por algumas.

    2. Minha dica é se acostumar com o som do seu fone novo, em uma semana voce está com seu ouvido interno acoplado. Funciona melhor que equalizar. Headset é aquele conjunto com microfone, tipo telefonista comentarista de esportes.

    1. só perderia minhas compras da Play Store ( e estou tentando mudar esse hábito, cada vez mais usando aplicativos open source)

      e-mail, contatos e calendário = fastmail
      nuvem = dropbox

      até uso minha conta do gmail, pq é muito mais simples falar @gmail do que @fastmail, mas tenho que mudar esse hábito.

      1. voltando aqui pois esqueci de uma coisa muito importante, rs

        perderia minhas fotos, pois uso o serviço do Google de backup, e bem, tenho 9 anos de fotos lá, e estou na busca de um substituto, mas até o momento é imbatível (ainda mais que uso android, então não tenho acesso ao serviço da apple)

    2. Não perderia muita coisa, não. A única coisa do Google que uso ativamente é o YouTube, e não é algo muito relevante — como espectador e publicador de vídeos. Um problema mais grave seria a perda do meu e-mail @gmail.com, que, embora não use mais, ainda está cadastrado em muitos lugares e nas listas de contatos de muita gente.

    3. Após ler esta notícia eu instalei o Thunderbird e sincronizei localmente meus emails. Eu já tinha uma cópia local das fotos, então não perderia grandes coisas.

      Pensando aqui, tenho muitos documentos e planilhas no Google Docs. Alguém possui alguma solução simples para ter um backup desse tipo de arquivo?

    4. não afetaria muita coisa. migrei para o fastmail há uns bons anos e não uso nada do google de modo efetivo (com exceção do gmail do trabalho, mas aí não é decisão minha). creio ser importante não depender tanto de uma única empresa q reúne todos os serviços q vc usa. pq pode ser isso mesmo: vc ficar simplesmente sem todos eles numa tacada só. e ter tb um backup local das suas fotos, por exemplo, me parece melhor do q confiar tudo aos serviços de nuvem (google ou não). outra coisa q pode ajudar é não morrer de amores por uma empresa (qualquer empresa) como é muito comum acontecer com pessoas se degladiando por empresa x ou y, pq, por mais q eles sejam ‘legais’ com vc, na hora h eles podem deixar vc de fora e, bem, vc é só mais um…

  11. No penúltimo post livre, eu perguntei um pouco sobre o KaiOS (aliás, valeu pelo comentário, Ligeiro) e fiquei pensando… Comprar mais um celular? Pensei em fazer um detox, mas ainda vou tentar fazer isso no meu atual.

    Também pensei em substituir o meu surrado Moto G5 (está acabadasso, tampa descolando, tela quebrada, esquenta com frequência) por um no mínimo equivalente. O problema é que:
    1. Smartphones estão todos caríssimos. Os na mesma faixa de preço do meu (~700) estão piores (no hardware) depois de 4 anos! Pelos motivos de sempre.
    2. Não consigo pensar que um salário que eu ganhe vá direto para apenas um aparelho (observação: ainda estou sem emprego)
    3. Pra que gastar mais de 1K em um novo se posso consertar? Mais sustentável e econômico e menos consumista.

    Vocês também encaram esses dilemas na compra de algo novo? A situação econômica não está favorável, e a questão ambiental está cada vez mais em voga (apesar do Governo atual)…

    1. Observação: acabei deixando “os motivos de sempre” que seriam o Dólar, pandemia…

    2. Sempre fico cogitando pegar o A01 ou qualquer celular na menor faixa de preço para os “novos não-tão-top”, ao menos tendo 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento (o que coincide com o meu Nexus), já ajuda bastante.

      O Zapp peguei pois pensei que ia conseguir me adaptar a um novo celular, mas não imaginava que o KaiOS no Multilaser fosse tão “cru”, e faria me sentir falta do Android – fora o preço pois paguei barato por ser usado.

      Ano passado eu tinha relatado no Post Livre minha saga com o Nexus 4 (que ainda estou usando. E sei lá, tenho uma espécie de “síndrome de Estocolmo” com ele..).

      Também fico pesquisando no Trocafone (que no final os preços acabam sendo caros para celulares usados), ou loja de “salvados” tipo Liquitudo (em Araçariguama, São Paulo) por exemplo.

      O louco do aumento de preços dos celulares (e também de itens de informática) é que isso fez os preços dos usados não diminuírem tanto quanto deveria. Sério, é estranho isso.

    3. eu já tentei vários detox no meu celular, tipo launcher minimalista e tal, mas sempre acabo me sabotando, rs

      o que me ajudou mesmo a mexer menos foi sair das redes sociais, então hoje o meu uso se resume a: FeedMe, AntennaPod, Spotify e Whatsapp, esses são os de uso principal, fora que é sempre bom saber que estou a um clique de 99/uber e outros essenciais

      e sempre que lança algo legal eu quero ter, como o smartphone da moda e o último software, felizmente sempre consigo me controlar

      estou feliz com meu redmi note 7 com mais de um ano de uso e usando a xiaomi.eu, terei acesso a miui 12.5 (já vi no fórum que o meu modelo vai receber) e quem sabe a miui 13? e caso não, sempre tem um XDA a um clique de distância (ainda mais que eu tenho root)

      e não tenho muito problema de ficar lento ou bateria acabando rápido, até pq como dá pra perceber ali em cima meu uso é leve e não tenho muita preocupação com bateria, pq trabalho em escritório, então minha mão está sempre ao alcance de uma tomada ou USB

      1. Recentemente também reduzi meu tempo de uso. Ainda acesso algumas redes, mas apenas no Note. Fico em um uso parecido: Spotify, AntennaPod, Pocket, WhatsApp e os apps de Banco…

    4. Eu acabei de reviver o moto g5 plus da minha mãe para ser meu celular principal rodando AICP. Troquei o lineageos por ese pois ele já vem com o kernel que faz spoof da assinatura da playstore para tentar usar microg e recuperar o acesso ao app do banco (ainda sem sucesso). E ainda tenho um idoso galaxy S2 que roda resurrection remix e ainda quebra um galho como celular reserva.

      1. Essa basicamente é a minha única preocupação. Se eu tivesse um celular reserva, já teria colocado alguma custom ROM. Vivia fazendo isso no meu Moto E de primeira geração (tinha 4GB de memória interna e modificando fazia ele ter um sistema mais leve, era necessário ter algo do tipo).

    5. Eu costumo demorar pra trocar de celular, mas quando troco, procuro por flagships antigos e usados com bastante suporte da comunidade, já que não rodo a ROM original nem que me paguem.

      O meu aparelho atual, um OnePlus 5T que paguei R$ 700 “usado mas em estado de novo”, está rodando Android 11 e não demonstra qualquer sinal de que vai me deixar na mão tão cedo. Dei um OnePlus 8T de presente de aniversário para a minha esposa, e, com exceção da tela, que é de 120 Hz contra 60Hz do OnePlus 5T, não notei muita diferença no uso diário.

      Até achei que ia ficar com inveja da cremosa e comprar um pra mim também, mas não, o meu 5T vai ficar comigo até não ter mais atualizações. Quando o 5T deixar de ser atualizado ou morrer, o que vier primeiro, vou mudar para um Pixel para rodar o GrapheneOS, que é provavelmente a única ROM para Android que é de fato segura.

      1. vc acha q uma pessoa comum, falo de mim, conseguiria usar o grapheneOS para uso não profissional?

        1. Depende do quanto você depende de serviços do Google, já que o GrapheneOS não faz qualquer esforço pra suportar aplicativos da empresa.

          1. pro meu uso pessoal, não dependo de nada do google. creio q se precisar de algo do google consigo achar na web mesmo, sem ter q instalar nada. agora pra uso profissional, manteria um outro aparelho funcionando, pq aí sim teria q usar o google deixar outros aplicativos q não usaria jamais instalados. minha grande vontade é ter um aparelho pra uso particular e outro pra uso profissional. vou tentar achar um pixel 3a xl. mas por aqui eles não estão tão baratos, não…

    6. Fiquei com essas muitas dúvidas antes de comprar um celular novo, dolar alto, consumismo.
      Não precisava de um novo, nem fico com hype do celular da moda ou mais potente. Troquei pois queria um mais atual e a bateria do meu Lenovo K5 nao estava mais aquentando 2 horas sequer. Da para achar celulares em conta no facebook e OLX, mas a culpa de comprar algo que pode ser roubado pesa. Um amigo estava vendendo o Moto One dele e acabei comprando pois confio na procedencia. E vou reciclar o lenovo para a minha filha.

      1. Dica para saber se algo não é roubado:

        – Só ver a média dos preços dos celulares que está de olho. Preço muito barato é um sinal de alerta óbvio. Outro é o bicho estar com “conta google bloqueada”.

        – Tentar negociar para comprar PESSOALMENTE em local aberto e com bom público. Criminosos não vão querer negociar assim. E conversar o máximo possível para ter informações sobre a pessoa também ajuda.

        – À este último, uma dica de ouro: peça para a pessoa desbloquear o celular na sua cara, e digitar #06# – pegar o IMEI e confrontar com o imei do chassi do aparelho. Exceto em casos (Como o meu) onde se pegou peças de um celular e usou em outro – e isso a pessoa tem que ser clara e explicar bem-, o IMEI do chassi e do software tem que bater.

  12. STF acaba de decidir contrariamente ao direito ao esquecimento.

    Apesar do caso problemático, tendo a concordar com a decisão final.

    1. Não entendi. Como assim? Tipo, agora podemos dizer que no Brasil ninguém tem direito “a ser esquecido”?

      (ou seja, não posso ir no Google e pedir para apagar tudo sobre mim ou pedir para o Ghedin para apagar todos meus comentários?)

      1. acho que está mais para informações públicas, pq o caso que estão falando foi de um caso de assassinato que ocorreu na década de 60 (acho) e o linha direta fez um programa sobre em 2004.

        1. Entendi em partes.

          Nestas horas que é dúbio pensar sobre “direito de esquecer”, até porque no fundo se a pessoa faz algo que gera “audiência”, não é mais esquecido tão fácil. De alguma forma vão relatar o que foi feito – para o bem e para o mal – e com isso a pessoa fica com a pecha o resto da vida.

  13. Essa rede social por áudio não é mais uma forma de coleta de dados? Logo os robôs aprendem a falar (melhor).

    1. Até onde sabemos, as conversas não são gravadas. Sem gravação, não podem ser processadas. Aposto que eles coletam muitos dados, mas desconfio que o áudio bruto não é coletado/analisado.

      1. Lá vai minhas teorias de conspiração.

        Será que mesmo que não grave, ao menos não existe capacidade de interceptação?

        1. Não sei, não coloco a minha mão no fogo. De qualquer forma, se há um assunto sensível a ser tratado por voz, por vários motivos o Clubhouse está longe de ser o melhor lugar para fazer isso, não?

          1. Ghedin, se as pessoas estivessem preocupadas com a privacidade, nem ligariam seus pcs ou fariam transferências bancárias por celular…

  14. Final do mês é aniversário da patroa e tô afim de dar uma bike de surpresa pra ela (a atual é uma bem ruinzinha). Tô de olho em bicicletas femininas (pela questão ergonômica), aro 29, no máximo R$ 1.500, mas caramba, que difícil achar algo entre R$ 700 (tipo a atual dela) e R$ 3000. O uso dela é bem básico, ir pro trabalho, passeio pelo bairro… nada de longas distâncias ou sobe/desce morro. Algum(a) ciclista aí pra dar uma luz? Por enquanto o que vi por aí é o pessoal falando pra dar preferência pra câmbios e trocadores Shimano…

    1. uma sugestão, não tão barata, mas vai q vc acha uma oferta… as bikes hibridas da trek. estou de olho numa dessas, pra mim, pq elas parecem oferecer um bom conjunto. só achei caras… senti q está um pouco difícil encontrar até bikes… estava de olho numas da btwin q eram vendidas na decathlon, mas elas sumiram. tinham um bom preço…

      https://www.trekbikes.com/br/pt_BR/bicicletas/bicicletas-h%C3%ADbridas/bicicletas-para-fitness/fx/fx-2-disco/p/27991/?colorCode=black

    2. Vou dar meus 2 vinténs de opinião pois uso bastante bicicleta.
      Cambio Shimano é algo genérico apenas uma marca e dentro dela você tem desde modelos bem simples e frágeis até modelos caríssimos para competição.
      Segue link com a hierarquia. Eu recomendo pegar uma com kit Shimano Alivio ou no mínimo o Acera senão você terá frequentes manutenções.
      https://revistabicicleta.com/mountain-biking/hierarquia-dos-grupos-de-mtb/
      As bikes mais uteis seriam a MTB ou Gravel pela sua versatilidade e ergonomia.
      Aro 29 é quase padrão hoje em dia, não se esqueça do tamanho do quadro que faz uma diferença enorme para quem está pedalando, segue link dos tamanhos de quadro ajustados a altura do ciclista.
      https://www.pedalafloripa.com/2015/01/tabela-de-tamanho-de-quadro-de.html
      Agora em relação ao preço, infelizmente moramos em um país onde existe isenção de imposto para armas e taxação para livros e bicicletas e para ajudar a pandemia aumentou significativamente a busca por bicicletas chegando ao cúmulo deste artigo ficar em falta no mercado, então realmente as bicicletas estão caras.
      Na faixa de R$ 2.500,00 você encontrará ótimas opções na OLX, bikes que a pessoa andou muito pouco e com boas configurações, caso queira uma bike zero km vai ter que subir um pouquinho $$$ para pegar uma boa configuração.

      1. Po, valeu pelo ótimo comentário!
        E do quadro eu tava indo pro 17, mas ela tem 1,68, então acho que vai ter que ser o 15 mesmo.
        “isenção de imposto para armas e taxação para livros” éé… foda.

    3. Eu procuraria uma bike híbrida/urbana na linha da Caloi Urbam (com M mesmo!) ou da Caloi EasyRider. (Estou usando a Caloi como referência porque é fácil achar em grandes lojas esportivas. Só não comprei a EasyRider para mim porque a Caloi trabalha com um único tamanho de quadro, desconfortável para meu 1m90, acabei comprando uma importada.)

      A Sense tem uma linha urbana bem interessante, com os preços das bikes novas começando em R$2190, vale pesquisar alguma seminova. E as btwin da Decathlon me parecem ter custo-benefício muito bom.

      Caso o uso seja exclusivamente no asfalto, acho que suspensão e freio a disco são itens desnecessários. Nunca me fizeram falta em quase dez anos usando a bicicleta na cidade, preferi investir em bagageiros traseiro e frontal e em luzes/farois mais potentes.

      1. É isso, comentei do freio, mas não comentei da suspensão. Realmente, o Paulo tem razão, para uso exclusivamente urbano a suspensão também não é necessária (eu, inclusive, ando com a suspensão da minha travada na cidade).

      2. Valeu Paulo! Eu tava de olho numa Caloi Vulcan (R$ 1200). Vamo ver, valeu pelas dicas!

        1. Olha, Leonardo, essa Vulcan to achando ela bem razoável considerando o preço.

          Aí vou te dizer porque ela é mais barata em relação às outras:

          – Os cubos são em aço – com o tempo vão necessitar manutenção (a bicicleta fica “pesada” ao pedalar).

          – O câmbio também não é lá dos melhores, especialmente o dianteiro, mas até aí também a depender do uso não vai ser um problema. Dá pra conviver sim.

          – A suspensão é 60mm – o que também acho não vai ser problema, considerando o uso urbano.

          – Os componentes em geral não são dos melhores – não especifica qual é o “movimento central”, por exemplo, os raios não são inox, o guidão é de aço, e não alumínio, bem como a pedivela.

          PORÉM, considerando que é coisa de R$ 1.000,00 mais barata do que uma oggi mais de entrada, é possível investir sim, considerando que:

          – Assim que o movimento central e os cubos apresentarem algum problema, troque por um que pode ser da Shimano, de entrada. Sei que um movimento central blindado tá na faixa de R$ 100,00 e o cubo dianteiro na faixa de R$ 80. Com mão de obra e peças talvez gaste perto dos R$ 400,00, e isso só daqui a um ano talvez – isso vai variar da “quilometragem” da bicicleta, já que quanto mais uso, mais desgaste.

          Para uso leve e urbano acho que ela vai atender sim.

          Agora, se você tem um pouco de espaço no seu orçamento e quer já algo que venha “de série” com componentes de melhor qualidade, e depois só se “incomodar” com revisões, lubrificação etc, recomendo olhares esse dois modelos femininos, eu ainda prefiro a Oggi:

          – Oggi Float Sport

          – Caloi Evora – Diferencial negativo em relação à Oggi: Não especifica o movimento central, componentes não são Shimano. Positivo: freio hidráulico.

          1. Cara, bendita hora que comentei aqui sobre isso. Obrigado DEMAIS.

    4. Antes, qual a bicicleta atual dela?

      Infelizmente eu já teria que te dar um corte na surpresa hehehe, pois uma dica que eu daria é não comprar de surpresa, chegando pra ela com a bicicleta e “surpresa!”. Bicicleta precisa ser experimentada. O ideal é que ela suba. Não é só achar o tamanho certo e deu. Idealmente seria assim, mas nem sempre funciona assim. Bicicleta de tamanho errado significa problemas nas costas, joelhos e tal e não tem ajuste na postura ou na bicicleta em si que resolva. Pessoas com menos de 1,70 uma bicicleta de tamanho 15 creio ser ideal. De 1,70 a 1,80, tamanho 17 (tamanho do quadro, digo). Dá uma olhada no link que o colega passou por aqui.

      Sobre câmbios, mesmo a Shimano possui linhas de entrada e linha profissional. Como ela não vai usar pra subir e descer morro com frequência, significa que não precisa trocar marchas com frequência, então, creio que uma linha de entrada da Shimano dê conta (se não me engano é a linha Tourney), discordando um pouco do colega que comentou aqui também.

      Considere, também, se mora em uma cidade mais plana, as bici fixas estão muito em voga hoje em dia e a manutenção delas é baratíssima, o custo também, um pouco menor, pois não existe toda a parafernália de coroas e cabos e trocador, o peso costuma ser um pouco melhor. Tenho uma amiga que possuía uma fixa, pro dia a dia e pra pedais mais longos também (que não tem taaaanto morro assim), trocou por uma mountain bike comum e depois voltou pra fixa.

      Como não vai usar em lama e montanha, não tem tanta necessidade de freio a disco, seja mecânico ou hidráulico, inclusive o “v brake” é de manutenção mais fácil, e, se bem regulado, também é seguro. E é mais leve também que o freio a disco. Embora freio a disco hidráulico é outro mundo.

      E sim, bicicletas estão caras, comprei a minha 2 ou 3 anos atrás, paguei uns 2,3K e é uma mountain bike de entrada. (Uma groove hype 70)

      Outra questão, bicicleta precisa ser leve, então, se o uso é mais urbano, procure uma com pneu de uso urbano que proporciona menor arrasto no asfalto ou lajotas da cidade, no máximo uma para uso misto mas sem tantas “garras” no pneu. Também não precisaria ser um pneu muito largo, podendo escolher um de espessura entre o de mountain bike tradicional e o fininho das speeds. Ajuda a diminuir o peso geral da bicicleta também.

      O que acha de modelos estilo esse?
      https://groovebikes.com.br/produto/cosmopolitan-easy-step/

      Só achei ruim que é meio pesada (15 kg), e também tenho um pouco de reservas com bicis “diferentes”

      Achei essas duas meio parecidas nos componentes, não analisei a fundo, mas passam bem do seu preço, mas quem sabe se procurar não encontra uma promo ou uma usadinha?

      https://oggibikes.com.br/bike/feminina-float-sport/

      https://groovebikes.com.br/produto/bicicleta-groove-indie-29-21v-dm/

      Algo que digo é que muitas vezes o custo é alto, mas uma bicicleta de qualidade vai durar fácil uns 10 anos se bem cuidada. E uma de qualidade te proporciona fazer upgrades no futuro (trocar câmbios, por exemplo)

      Se tiver uma decathlon perto de sua casa, vale uma visita para ver se possuem algo no estoque.

      Vale também visitar lojas de bicicleta, pois eventualmente sempre tem algo usado para vender.

      Eu acho que, novas, vais encontrar algo bom e durável na faixa dos R$ 2.000, e algo aceitável na faixa de R$ 1.500 a 2.000, talvez tendo que abrir mão do aro 29 ou de um sistema de câmbio.

      Marcas boas: Oggi, Groove, Trek (acho caras). Cannondale, Scott, Giant, Caloi (com reservas, pois possuem modelos bons e outros nem tanto).

      Uma opção é negociar a bici atual dela após a aquisição da nova, ajuda a aliviar o valor.

      É possível que eu tenha trago mais dúvidas que soluções hahaha. Mas qualquer coisa estamos aí.

      1. É uma Bicicleta Aro 26 Houston Foxer Maori com 21 Marchas.

        E da surpresa, pois é, faz sentido…

        Caramba, linda essa groove.

        é, e ela gosta muito de passear de bike, então quero prezar por qualidade também.

        baita comentário, valeu!

      2. Boa lembrança, sobre os pneus. Os pneus híbridos (tamanho 700x35mm) facilitam demais para que eu encare o relevo pouco amigável aqui de Belo Horizonte, com eles consigo arrancar nas ladeiras sem fazer tanta força e sem sofrer bullying sonoro dos carros que estão atrás de mim no semáforo. ;P

    5. Dá uma olhada nas bikes da marca nacional Oggi. Aqui eu e a mulher pegamos duas, do primeiro modelo acima do básico, e estamos satisfeitos. Os modelos de entrada já atendem uma boa parcela do uso não competitivo. Único porém, pelo que tenho visto e também cheguei a enfrentar, pode ser a espera, porque a demanda está bem alta.

  15. Curiosidade: só eu acho que o Windows regrediu nesses anos? Tanto em interface, quanto por essa mudança de de modelo: ao invés de ser pago, é “de graça” e tenta monetizar depois.

    Durante o dia, tenho a sensação que estou lidando com software feito com 5 linguagens visuais diferentes. Isso é inevitável para um sistema de 30 anos, mas todas essas mudanças de direção da Microsoft nos últimos 10, deixou muito pior do que era no Windows 7.

    Eu só usava Windows no trabalho, aí decide montar um PC e dar uma chance para o Windows: tem WSL2 para as coisas de desenvolvimento e suporte a coisas, como jogos e Capture One, ausentes no Linux.

    Achei que eu não gostava de usar por associar a trabalho, mas realmente não gosto haha

    O processo de instalação já é um saco, força o uso de login Microsoft e tem vinte etapas de telemetria. Depois que você instala, “ofertas” para usar Edge e One Drive ficam pipocando toda hora nas notificações.

    Eu fiz umas gambiarras na minha GPU, aí preciso controlar pela placa-mãe o cooler dela. Os softwares de fabricante de hardware é um mais bizarro que outro, o da Gigabyte chega a ser ofensivo.

    Sei que não preciso abrir esses softwares nunca, mas sei lá…deu uma estafa e desencanei. Deixei instalado lá, mas agora só faço boot no Pop OS mesmo. Tinha baixado AEO III para rodar lá, mas funciona incrivelmente bem no Linux com Steam Play.

    1. Fazia uns quatro anos que não mexia no Windows 10, aí no começo do ano instalei ele em uns PCs da minha família e, mesmo mexendo por poucas horas, fiquei com essa mesma impressão. O visual não é coerente (e é feio, ainda que isso seja objetivo), tem que configurar zilhares de coisas pós-instalação, algumas não tem jeito de modificar facilmente (a página inicial do Edge).

      Daria para usar de boa no dia a dia? Tenho certeza que sim, mas a experiência não seria tão agradável quanto é no macOS e, imagino, em distros Linux mais polidas, como Pop_OS! e Elementary.

      1. Sei que é uma discussão de 20 anos, mas apesar de todos avanços do Linux e “piorias” do Windows, infelizmente a falta de suporte de hardware e software ainda gera algumas dificuldades grandes.

        Para conectar minha caixa de som bluetooth “automaticamente”, precisei criar um script de configuração no Gnome. Para controlar o fan da GPU, fiz o pacote Linux completo: tive que mexer no script de boot (nem sei exatamente o que fiz) para carregar o driver da placa-mãe, compilar o programa para controlar ventoinha e configurar via .yml.

        Por algum motivo, que preciso refletir sobre, tudo isso me irritou muito menos que lidar com problemas do Windows haha

        Mas dando tudo certo, realmente é uma experiência bem agradável essas distribuições. A central de aplicativos do Pop!_OS funciona bem, os programas embarcados são bem funcionais e consistentes. Como uso poucos softwares específicos que não sejam de programação, acaba sendo ótimo.

    2. Nunca consegui utilizar o Windows como sistema principal por problemas de hardware. Mas quando utilizei em meu note, fiquei impressionado com a heterogeneidade do sistema (e que até para ligar ele utilizava a ventoinha). Acho que é ilustrativo o Painel de Controle ainda servir para coisas que o menu de configurações não atende.

      No fim, deixei ele lá na partição dele e voltei pro Linux Mint.

      1. Eu já instalei win10 no meu notebook pra ver como ficaria, mas aí a ventoinha raramente desliga. No kde neon é tudo muito mais quieto e ágil.

        1. Caraca! Eu testei uma vez o KDE no meu antigo PC (que é bem capenga) e fiquei com aquele estigma de ser pesado. Vou dar uma olhadinha, sempre achei legal a interface.

          1. Eu usava kde desde a época do 3.ealgumacoisa e quando mudou pro kde 4 meu PC com DDR2 não deu mais conta,pois era muito pesado.
            Mas hoje é incrível como ele é tão bonito e prático usando menos de 500mb de RAM.

      2. As configurações são o ápice desse problema: para configurar mouse, você começa na interface “Fluent” e eventualmente acaba em um utilitário que tenho certeza absoluta ser o mesmo desde o Windows 98.

        1. Isso é muito BIZARRO eu acho que já me acostumei com isso, na verdade, não suporto a nova identidade visual, por mim continua como no Windows 7.

    3. Tenho me frustrado muito com as notificações. A interface de gerenciamento delas é horrível, não consigo controlar direito. Se o computador tava dormindo e desperta, pipocam 192921 notificações seguidas, um inferno. Windows pra mim virou um app ruim que uso pela conveniência, tipo o spotify.

    4. De fato, em relação a interface, o Windows tem a impressão de ter perdido muito a função “mexer por baixo do capô” que ele tinha no Windows 7 – fora que para cada grande atualização, ele muda coisas de lugar (estou na 1909, mas noto que muitos que deixam instalar a 20H*, perde-se muitas coisas que estavam em “estado híbrido” em relação ao Windows 7, como a aba “Sistema”, agora já dentro do visual de app do Win 10).

      No entanto, noto que se usar as configurações de remoção de telemetria e fazer ajustes finos tais como eram feitos no 7 (configurar memória virtual, se fica ou não ativo a hibernação, restauração automática, etc…), o Windows 10 até que roda bem. Estou em um Core2Duo E7500 + 8 GB (2×4) DDR 3 + 1 TB HDD (7500 rpm).

      Coisas que faço (seja para mim ou clientes) quando instalo o Windows:
      – Diminuo ao máximo a telemetria (tem scripts no “My Digital Forums” que ajudam nisso)
      – Removo as “Live Tiles” e com isso fica o “Menu Iniciar” em um formato próximo ao usado no Win 7.
      – Removo boa parte de personalizações (imagens de fundo, efeitos visuais).
      – Se for PC, geralmente tiro hibernação. Notebook programo para usar o mínimo de espaço para hibernação (via WinAero Tweaker).
      – Boto atualizações para depois das 1h da manhã (geralmente desligo neste horário, e se desligar antes de atualizar, melhor demorar para ligar do que para desligar).

      1. Já viu a versão ltsc? Sugeri essa pra um amigo e ele achou bem melhor justamente por que não tem uma porção de coisas pouco úteis.

        1. Já pensei em usar, mas fico receoso. Eu sinceramente tenho perdido o gosto de usar “Pirata” – então procuro sempre usar algum gabinete que tenha o número de série, pois aí licencia “de boa” (legalmente tem toda a burocracia de não ser a mesma placa mãe, mas não vejo a MS ligar para isso).

          Usar pirata do Win 10 evito (e salvo engano me desconectei da “Windows Experience”).

          De qualquer forma, os scripts para remover itens ajudam bastante, e só faço uma vez – isso se o próprio windows não insistir em instalar algo. Imagino que a experiência fica similar ao LTSC

    5. Quando instala o Windows sem as atualizações mais recentes ele roda até que bem, ai quando vai atualizando o negocio fica ruim.
      Não sei se é meu PC que está idoso (montei em 2012), com suspeita da placa de vídeo está falecendo, ou o Windows mesmo que está cada vez mais bugado.
      No Windows 7 lembro que ele ficou realmente bom quando veio os SP 1 e por uns bons anos jogava, usava programas relativamente pesados tranquilamente.

      Agora o Win 10 sempre faço as configurações básicas para otimizar (desinstalo o One drive definitivamente + outros ajustes) , mas ainda continua engasgando/congelando as vezes.

      Quando ficar rico que nem tu monto um PC Gamer 3:)

      1. Ele realmente está mais pesado, basta comparar o uso de memória dele com o win7

      2. Pega o WinAero e desativa as propagandas do Windows. E se possível pega o Ccleaner e desinstala os apps do WIndows (XBox, Experience Host e outros)

    6. Sempre usei Windows em casa e no trabalho e minha sensação com o W10 é de que ele é mais estável que os anteriores. Uso, em casa, o mesmo PC desde 2011, mais ou menos.
      E faço como o Ligeiro postou aí em cima, de excluir os Live Tiles e efeitos visuais, tento deixar minha área de trabalho com cara de Windows 2000. ;)

    7. Algo que acho preocupante no Windows atual é que ficou inviável usá-lo com disco rígido. Enquanto consigo utilizar alguma distribuição linux de boa, o Windows é impossível, mesmo com i7, sem um SSD é um lixo.

      Eu uso ainda no dia a dia, assino o office e onedrive e não possui suporte para Linux. Hoje em dia Sistema Operacional está ficando cada vez menos relevante, eu uso praticamente o navegador, inclusives os sistemas no trabalho são em web.

      Uso o menu windows muito pouco, ou executo os programas com win + R ou então tecla windows e digito nome na procura (tecnicamente é usar o menu iniciar, mas sem ficar “navegando” por ali)

      As tiles são inúteis pra mim. Pra mim a tecla windows poderia funcionar como um win + r evoluído (estilo spotlight do mac ou a esse novo launcher que estão implementado)

      Mas eu sinto que piorou nesse caso sim. Acho que o Windows 7 foi o último mais consistente.

    8. Rumores de que vão tentar unificar o visual em outubro/novembro (Sun Valley).

        1. Se eles se comprometerem a só usarem esse, acho que é de boa. Inclusive, a partir de março todo tipo de aplicativo já vai poder usar esse visual, que não é muito diferente do atual visto nos aplicativos UWP. Eu acho meio feinho, mas é um passo na direção certa, eu acho.

    9. um colega comentou q o windows 10 ficou ótimo para programadores… fiquem um tanto desconfiado do comentário, já q nunca vi programadores elogiarem ou indicarem preferir windows a linux ou ios. o windows pro meu trabalho diário não é ruim, mas longe ser tranquilo. ainda enfrento alguns, poucos, conflitos com a placa de vídeo conforme atualizo o software dela. apesar da máquina estar redonda com os melhores componentes q consegui comprar, não sinto a fluidez q gostaria qdo uso os programas da adobe, por exemplo. pra jogar funciona… mas, sei lá. gostaria muito de usar linux de modo definitivo, apelando ao windows apenas qdo necessário. mas nunca cheguei a testá-lo nessa máquina. pode ser q eu faço o teste em algum momento.

      1. Pra programar tem que ser Linux. MacOS da mais dor de cabeça do que o Windows pra configurar um ambiente menos padrão. Qualquer coisa web, que no Windows e no Linux são usáveis com um download ou apt-get, no macOS vira um pesadelo de ter que procurar um aplicativo que faça isso e não cobre 10 dólares.

        Meu ranking programar é Linux – Windows – cartão perfurado – macOS

        1. Por curiosidade, qual a zica com o macOS? Por usar uma base Unix, sempre achei que ele seria bom. Aqui, no básico do básico que uso — Apache/MySQL/PHP e o Atom, só para testar o layout do site localmente —, funciona bem.

          1. Eu tive muitos problemas com o macOS, desde a famigerada falta e suporte HDMI à resoluções ultrawide até problrmas que travaram minha pesquisa por dias a fio.

            Me lembro que o MAMP não funcionavam algumas coisas de telemetria do site e não tinha coletor de erros (saia o erro cru do PHP) e que para ter isso, eu precisaria comprar a versão PRO (na época era R$50 a mais barata).

            Num fórum me mandaram instalar direto via brew. Tive que instalar o BREW que eu não tinha e depois instalar o MAMP, só que ele tinha problemas de dependência não resolvidas com a nova versão do PHP. Achei que dava pra fazer, como no Linux, e pegar as dependências e resolver na mão. Não dá, não são todas as bibliotecas do ROOT do macOS que estão disponíveis para escrita. Tentei fazer uma gambiarra e jogar pra outro local, mas daí o macOS não reconhecia a instalação e eu sempre tinha que abrir e subir o servidor na mão. Fiquei assim por anos, pra falar a verdade (fiz até um script pra subir tudo quando o computador ligava).

            Outro problema que eu tive foi rodando o TreeTagger, um etiquetador morfossintático de corpora, porque o macOS tinha “travas” no terminal que impediam certos comandos de serem executados. E são travas que não são desativadas colocando o usuário como admin. Cada vez que eu precisava etiquetar um corpus eu precisava conceder permissão para que ele pudesse executar scripts “potencialmente maliciosos” que eu tinha feito. Dizem que era porque eu tinha que usar chamadas de sistema para poder colocar em multithread, confesso que eu nunca soube se era isso não.

            Outro programa essencial em pesquisa linguistica é o AntConc, que só funciona até o macOS 10.12 (HS é 10.13) porque tem algumas questões de como ele acessa internamente o sistema da Apple para agilizar o processo de buscas em corpora. Não sei direito, mas na página deles tem os motivos (se não arrumaram já).

            Em Python, na hora de rodar os extratores de palavras eu sempre tinha que quebrar os corpora para poder rodar sem problemas, se não, o macOS tinha um estouro de memória que travava a extração. Eu então dividia em 4 partes os corpora e depois juntava (merge) os resultados em CSV.

            São coisas pequenas e de nicho, mas que atrapalhavam o meu dia-a-dia no grupo de pesquisa e que me obrigavam a usar métodos alternativos parta fazer isso. Com o Linux tudo rodava sem maiores percalços (os problemas que ocorriam, normalmente, eram no meu código mesmo =D). No Wndows com o WSL é a mesma coisa (faz sentido, é um Linux dentro do Windows 10).

            Agora, fora do escopo de desenvolvimento: anos depois, meu PC tava rodando uma simulação linguística pro meu anteprojeto de pesquisa e eu queria usar a internet (ia demorar quase 7h para fazer parsing de todo o copus da FSP e alinhar ele com o meu corpus de trabalho) e resolvi usar o Mac Mini (mid-2011) pra isso. Quando tentei abrir o Safari ele não abria nenhum site porque estava desatualizado. Ok, fui atualizar o Safari pra versão nova (lembrando o meu Mini só roda até o High Sierra de forma oficial) e o Safari simplesmente não atualizoum ficou travado no sistema de update da Apple. Tive que baixar o FF pra poder navegar enquanto eu fazia parsing no PC.

            Eu tive muitos problemas de obsolescência programada e incompatibilidade com a Apple e o macOS que eu não consigo enxergar essa maravilha que muitos enxergam no macOS. Mas admito que é uma realidade bem disinta do iOS, que eu ainda acho o melhor SO móvel.

        2. Da minha experiência, por padrão as ferramentas de desenvolvimento sempre funcionam no Linux, normalmente funcionem no MacOS e Windows é exceção. Ao menos, falando de ferramentas open-source “corporativo” que uso: Big Data, desenvolvimento web e data science.

          Exemplo anedótico da última semana: para fazer o build da extensão do VS Code para C#, a primeira recomendação é não usar o Windows haha: https://github.com/OmniSharp/omnisharp-vscode/wiki/Installing-the-C%23-extension-to-a-computer-without-internet-connectivity

          Nunca tive oportunidade de usar, mas qual seria a vantagem de usar WSL ao invés de ir direto para Docker? Docker é multiplataforma, dá para scriptar/versionar o ambiente e alinhado com a “cloud”.

          Ao meu ver, é mais uma confusão que a Microsoft faz no Windows: tem o WSL1 e WSL2, agora tem 3 tipos de terminal no Windows que é o clássico, PowerShell e Linux.

          Tentei ajudar um cara a instalar para rodar um projeto meio na pressa, no final a gente acabou instalando o Virtual Box com Ubuntu mesmo. O WSL tinha que ficar achando umas opções lá, o Docker não roda em Windows Home, enfim…

          1. Coisas “usuais” como Python, GCC, Ruby e PHP rodam nos 3 sistemas sem maiores complicações. Uma solução LAMP no Ubuntu exige uma linha de comando via APT, no macOS, quando eu tentei, exigira um aplicativo separado (o MAMP) que para funções mais especificas exigia um pagamento de licença; ou uma instação via brew, como eu comentei pro Ghedin.

            Docker é um “sistema” rodando na sua máquina, uma VM (precisa de HyperV ligado, quase sempre); WSL é só uma implementação básica de algumas ferramentas do Linux que cumprem a maior parte das necessidades. Tem APT e roda quase tudo o que for em modo texto.

            Pro meu caso – academia – quase nada rodava “out of de box” no macOS e no Windows (tinha que usar Cygwin antigamente, agora o WSL resolve), mas as gambiarras que se necessita fazer pra rodar no macOS são muito mais trabalhosas e sujeitas a problemas do que no Windows + WSL. O ideal é usar Linux, claro.

            Talvez pra coisas empresariais que são “fechadas” como o VSCode e outras aplicações/usos o macOS seja a melhor opção depois do Linux. Mas novamente, meu comentário foi que “pra coisas de nicho” ou “configuração não usuais” o macOS dá mais dor de cabeça pela própria forma fechada que ele se coloca.

            Quando o projeto tinha dinheiro de sobra, eu tinha uma máquina na AWS e deixava lá rodando 24/7. Cada parsing + alinhamento + extração de dois corpora já etiquetados demorava em média umas 7h pra ser feito. Como eu disse, esse não deve ser o uso padrão de ferramentas de desenvolvimento.

      1. acho que é puramente neurose da minha parte: é uma sensação de poder, mesmo que minimamente, ter algum controle de privacidade, zerando os registros de cookies sempre que possível

        mas concordo ser inócuo, porque as estratégias de rastreamentos são bem mais sofisticadas

    1. Acho que nunca apaguei dados do navegador neste MacBook, e já vai para seis anos que tenho ele. (A única coisa, que vem pré-configurada, é que o Safari apaga registros do histórico depois de um ano.) Reitero a dúvida do Will: qual a vantagem em fazer isso?

      1. como eu disse, talvez seja algum traço de neurose ou coisa do tipo

        talvez uma falsa sensação de que o apagamento do histórico, cache e cookies signifique algum tipo de “limpeza” no ambiente de navegação

        quero dizer: fico sempre meio perturbado quando abro aquela janela de “gerenciar dados de sites” do safari e ela está repleta daqueles registros de sites que nunca visitei

        curiosamente, apesar da aversão ao registro do histórico, eu gostava muito do delicious para guardar absolutamente tudo o que eu achava (o que também não deixa de ser um traço neurótico, né?)

        1. Talvez uma solução seja navegar só no “modo anônimo”?

          Esses dados de navegação são úteis. Agilizam o carregamento dos sites, permitem recuperar coisas que vi dias atrás com mais facilidade, mantêm o status de alguns sites. Do ponto de vista da privacidade, sua postura é correta. Mas aí, para mim, entra a comodidade também — é ~mágico acessar um site no celular e, depois, no computador, conseguir recuperá-lo pelo histórico compartilhado do navegador, por exemplo.

          1. é uma linha tênue isso de comodidade e privacidade não?

            Ex: Antes usava o aCalendar para agenda(ou é calendário? sempre fico na dúvida,rs), mas depois da sua matéria fui pro Simple Calendar, por motivos de privacidade, mas ele deixa a desejar na questão notificação de aniversário, então acabei voltando pro aCalendar, msm não sabendo sua política de privacidade (até esse momento, fui pesquisar e felizmente eles não coletam nenhum tipo de dados)

    2. Gabriel, acho que estamos juntos nessa.

      Atualmente eu utilizo a extensão “Cookie AutoDelete” no Firefox.

      Ela me permite escolher quais sites quero deletar o cache e os cookiese e quando eu li sobre, me pareceu interessante. Acabo deixando salvo os cookies só pros sites que confio ou que eu tenha que logar com frequência.

      De modo geral, me dá uma leve sensação de controle ou de que não estou sendo influenciado pelo modo que eles estão utilizando estes meus dados.

  16. Qual o melhor aplicativo tradutor para android no lugar do Google? no notebook eu uso o DeepL, mas ele não tem aplicativo

          1. Nossa, a qualidade da tradução é incrível, acho que vou trocar

  17. Com esse negócio de pandemia, seria bem dahora que você voltasse com os posts da mesa das pessoas, esse e o o que tem na mochila são os que eu mais gosto de ver!

    1. ele faz de acordo com a demanda, se ninguém manda, não tem o que fazer, infelizmente

      1. Você aceita sugestões? Gostaria de ver a mesa do Ivan Mizanzuk, do Projeto Humanos e, agora na Globo, ex-Anticast. Como me interesso pelo assunto, gostei bastante da entrevista com o Caio Corraini. A dele e a com o Galera me veem sempre à mente. Mais podcasters e escritoras, acho que seria a sugestão.

      2. Eu estava esperando trocar a persiana que fica atrás da mesa, que os gatos comeram pedaços, mas vou mandar do jeito que está mesmo.

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