Post livre #24

Este post começa nos comentários: sugira um assunto (e nem precisa ser sobre tecnologia) e os outros leitores responderão sua mensagem. Retribua a gentileza participando dos outros debates. Assim, a gente troca uma ideia de boa aqui durante todo o fim de semana — o que, convenhamos, é melhor do que ficar vendo TV, né?

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374 comentários

  1. Ei Rodrigo, venho lendo seu blog faz uns dias pra ver se me decido e escolho de vez um novo celular, mas desisti: cheguei o conclusão de que não entendo nada dessas tecnologias.. rsrs .. Então acho que você poderia me ajudar, preciso de uma opinião inteligente: quero um celular que custe no máximo uns R$1300,00 e se ele ter alarme e não for gigante, já tá ótimo pra mim.. Alguma sugestão?

    1. O problema aí é a parte “não for gigante”. Nessa faixa, só o iPhone 5c, que já está ficando ultrapassado… Tem uns grande, mas ainda usáveis, que ficam abaixo desse teto: Moto X (2014), Moto X Play, LG G3… Acho que seriam as minhas indicações.

      1. Já tive um certo preconceito (infundado, acho) com a Motorola, mas vou analisar essas opções.. rsrs.. Obrigado.

        1. To com o Moto X play e o 2014 aqui. Ambos muito bons. Recomendo também o LG g3 ou mesmo o xperia z3 compact

    2. Se me permite tentar ajudar, vamos ver:

      – Quando você fala gigante, do que diz? Tipo telas de 3, 4 ou 5″? Geralmente gigante são telas acima de 4,5 / 5 polegadas. e para cima

      – Como mencionado pelo Ghedin, boa parte dos bons celulares hoje tem telas grandes.

      – Celulares com tela menor ou igual a 4,5 são celulares de geração mais antiga, como o Sony Xperia E3, Motorola Moto E, alguns aparelhos Samsung Galaxy e Nokia/Microsoft Lumia

  2. Que sites e técnicas (além de “ir nos sites das empresas e ver o que elas querem”) vocês usam para pesquisa de empregos?

    O LinkedIn, que sempre foi minha referência para procurar empregos, deixa um pouco a desejar: me dá oportunidades bem irrelevantes, inclusive que não se aplicam a mim (tipo oferecer cargo de gestão para um recém-formado).

    1. Recentemente fiquei desempregado, nunca tinha procurado emprego antes, acabei recorrendo ao Contratado.me para desenvolvedores. Recebi 4 ofertas de emprego, mesmo tendo pouca experiência na área, foi bem interessante…atualmente estou em uma startup que me contratou por lá.

        1. E qual a área de trabalho? O sul é bastante pródigo em empresas de TI. Perguntei por que se fossem no sudeste poderia dar uma mão.

          1. Engenharia elétrica/eletrônica, na área de sistemas embarcados. É aquela parte que, como eu disse em outro comentário aqui, pessoal de engenharia diz que é computação e pessoal de computação diz que é engenharia :v

          2. É verdade! Você é o cara do software embarcado! Trabalhei com algumas empresas em BH que desenvolviam softwares embarcados também. No hoje distante segundo grau, cursei Eletrotécnica, onde trabalhei com programação de PLC’s na época. A coisa deve ter evoluído um bocado daquela época.

    2. Até hoje eu só procurei emprego duas vezes. Na primeira, no Meio Bit, respondi a um formulário que eles abriram procurando novos redatores. Na outra, no Gizmodo, mandei um e-mail mesmo, na cara de pau, perguntando se estavam precisando de gente (felizmente, estavam).

    3. uma dica: publique algum projeto seu no GitHub, no CodeProjects, etc, vão servir como subsídios ao procurar emprego…meu emprego atual eu consegui após ser contactado por uma empresa brasileira depois de ter publicado um projeto no CodeProjects (aliás, precisaria refazer esse projeto, inclusive simplificando bastante…)…trabalho como clt, mas minha vontade mesmo é conseguir um emprego remoto (o que provavelmente seja minha única opção daqui a alguns anos, por motivos outros)

      ps. para informática, até alguns anos atrás o site padrão era o apinfo.com, hoje não sei como é mais

    4. “ir nos sites das empresas e ver o que elas querem”

      Não, não, não. Esqueça isso. As empresas sempre querem contratar, se você tem algo de relevante para oferecer a elas (e se sua referência era o LinkedIn, eu imagino que você tenha).

      Faça uma lista de onde você quer trabalhar (estou falando de empresas de pequeno e médio porte da sua cidade. Todo mundo quer trabalhar no Google, mas aí o esquema é outro), organize por ordem de qual você prefere, e contate-as, uma por uma, com um email pessoal e personalizado. Dedique pelo menos uma hora para cada, para:

      – Pesquisar para quem você deve enviar o email (CEO se for pequena, ou alguém da equipe de RH se ela tiver uma).
      – Pesquisar informações básicas sobre a empresa, o que ela faz, quais clientes ela atende, etc.
      – (O mais importante) Saber o que você pode oferecer de útil para ela. Tente fazer um link do que você tem de conhecimento com a área de atuação dela, se você já tem alguma experiência particularmente relevante para o tipo de trabalho que ela faz, etc.
      – Se, eventualmente, ela estiver buscando algo em específico (i.e. caso ela já tenha postado uma vaga no site dela ou em sites de emprego), aí sim você pode adaptar seu email a esta vaga, se não, apenas ignore esse ponto.

      Fazendo isso, é possível que você vá receber um não 9 em cada 10 vezes (ou mais comum, não vai nem receber resposta alguma), mas não se preocupe pois isso é normal. Por outros métodos (exemplo mandar 10 emails genéricos por hora para qualquer um), você teria uma taxa de rejeição bem maior, mas você não perceberia porque ela estaria mais diluída. Esse método vai otimizar os resultados positivos: A 1 resposta que você receber vai ser bem mais promissora.

      Obviamente isso não dá certo em todos os casos. Se, por exemplo, as empresas que você almeja tiverem um processo de contratação muito burocrático ou se você não tiver experiência nenhuma, é melhor tentar outra estratégia.

  3. Alguem ai ja teve problemas com o spotify? No meu não tem vindo notificação de quem me segue, nem de alguns albuns que saem la, mesmo eu seguindo os artistas etc, alias, nem por email ta vindo nada, e eu reclamo, reclamo e reclamo no twitter com o @spotifyajuda e nada, ta chato ja…

  4. Caí na armadilha de comprar cerveja pela internet. Mais um gasto acumulado, mais um vício adquirido.

  5. Caí na armadilha de comprar cerveja pela internet. Mais um gasto acumulado, mais um vício adquirido.

  6. Dúvida: vocês já compraram algum gadget e depois pensaram que poderiam ter comprado algo mais humilde? Por exemplo, comprou um notebook de R$3K, mas depois concluiu que poderia ter comprado algo mais em conta.

    1. Já. Sony Ericsson W810. Era próximo do lançamento, era bem caro (mais ainda para os padrões de hoje).

      Amava ele, mas qualquer celular na vida serviria. Mas caí no conto do music player e dos fones de ouvido dele.

      1. Algumas vezes penso se não pago caro demais nas coisas sem precisar, mas na média acho que acaba gastando menos…já que smartphone eu acabo sempre me ferrando. :(

        1. Para coisas utilitárias, costumo gastar na medida em que o produto me é/será importante. Assim, não economizei com notebook, mas o mouse, que uso relativamente pouco, peguei um baratinho de marca confiável.

          Antigamente eu era bem econômico, mas tem coisa, principalmente aquelas das quais você exige mais, que a economia não compensa os comprometimentos. Melhor pagar mais e não ter dor de cabeça depois (se o orçamento permitir, claro) do que o contrário.

        2. Eu compro pouco, não tenho a ânsia de sempre comprar o lançamento e, principalmente, programo as trocas. Como exemplo, tive o iPhone 3G, depois o 4S e agora o 6. Exatamente 2 gerações de intervalo. Meu notebook de trabalho é de 2011 e não penso em trocá-lo pois sei que quando isso ocorrer, vai ser uma cacetada.

          1. Eu não troco muito as coisas também, meu último notebook durou 4 anos. O iPad eu comprei em 2014 o primeiro e acho que nunca vou trocar haha, mas smartphone: eu já comprei um Milestone 2, um Lumia 800, um Razr i e agora estou com Moto X 2014. Esse último é bom, mas veio com problemas no fone e quebrei a tela, então está me incomodando muito e deve trocar logo. :(

          2. Acidentes acontecem e tela quebrada ninguém merece. 4 anos hoje parece uma aberração em termos de duração de um bem tecnológico mas é o quanto meus hardwares duram também. As vezes até mais.

          3. Legal isso, pensando nisso que algumas vezes invisto bem: o MacBook que vendi com 4 nos de uso estava novo ainda, essa sensação de solidez dá muito menos motivos para você ficar trocando já que externamente continua idêntico.

          4. Legal isso, pensando nisso que algumas vezes invisto bem: o MacBook que vendi com 4 nos de uso estava novo ainda, essa sensação de solidez dá muito menos motivos para você ficar trocando já que externamente continua idêntico.

    2. Tenho problemas de outra forma – tipo gastar com algo e me arrepender depois, mas de forma generalizada.

      Em caso de gadgets, na verdade tenho mais problema em acumular velharias (seja comprando ou ganhando de alguns). Tem vezes que dou sorte e vendo, tem vezes que acabo passando para um sucateiro…

      Na época que a economia estava um pouco melhor, comprava muito em sebo e sucateira (e sim, acha coisas boas, se procurar), além de ganhar algo de alguma pessoa, como um computador velho ou um gadget usado (tou com um Palm Zire 21 até hoje aqui guardado :) ).

      Resultado: quarto abarrotado de bagunça…

    1. Limitações: países europeus…

      Salvo engano, o Windows é modificado na Europa para poder atender a questão da escolha do navegador e um ou outro detalhe que não me lembro.

      Ah, e acho que não pode ser ativado fora da Europa…

  7. Hoje virei pro meu pai e disse que lançaram o ” Plus do seu celular ” e ele ficou horrorizado. Phablest são tão absurdos assim, gente?

    1. pra mim são, eu fico sempre assim quando vejo um celular de sei la, 5,7 polegadas

    2. São o futuro. Lembro quando o padrão era 3,5″ e achava péssimo. Espero que os smartphones cheguem a pelo menos 7″.

      1. Espero que seja parte do futuro. Smartphones com 6″ já são impossíveis de se carregar no bolso confortavelmente, e qualquer coisa com mais de 5,2″ é ruim de usar. Estou na torcida por um iPhone 6c de 4″!

        1. A indústria precisa evoluir. Fazer o que foi feito no Nexus 6 não dá. Você gosta do que a Apple faz com relação a tela do smartphone? Acho um desperdício gigantesco de espaço o péssimo aproveitamento.

          1. Não entendi muito, você quis dizer que aumentar o tamanho é “evoluir” então? espero que eu tenha entendido errado, pois não concordo.

          2. Evoluir no sentido de trazer telas melhores e com melhor relação na percentual total da área frontal. Um exemplo são o iPhone/Xperia, que possuem um espaço enorme nas bordas e que se fosse melhor utilizado poderiam ou manter a tela e ser bem menores ou manterem os tamanhos dos aparelhos e aumentarem a tela. Um exemplo de uma fabricante que conseguiu melhorar bastante nisso, foi a LG com o G3.

            Tem gente que simplesmente compara o tamanho da tela e esquece (ou finge) que o tamanho do aparelho não importa. Quando se coloca um iPhone 6 e um LG G3 se nota claramente que o tamanho de ambos os aparelhos é idêntico, mas, o enquanto o LG G3 tem bordas pequenas, o iPhone tem em excesso e isso o torna praticamente do mesmo tamanho.

            Depois vem uma quantidade de pessoas dizer que o tamanho do iPhone 6 é perfeito por ter a tela de 4,7″, mas não cita o fato que existe um desperdício enorme nas bordas.

            Isso é apenas um exemplo, pois, a indústria está parada em trazer ao mercado aparelhos que explorem esse potencial.

            Hoje mesmo vi um protótipo de um aparelho da Lenovo que é transparente e não tem bordas em nenhum dos lados.

            Investir nesse tipo de mudança é algo que efetivamente melhora a usabilidade e bem mais útil do que o alto investimento em coisas que não tem muita ajuda no mundo real, como as assistentes de voz.

          3. Bordas mais finas não são, necessariamente, sinônimo de evolução. O G3 mesmo, que você cita como exemplo, é problemático: a tela (só ela, descontando bordas) é enorme e nem mesmo a jogada da LG de diminuir as bordas ameniza a falta de ergonomia. Talvez, até, se tivesse mais borda ele seria melhor, já que haveria mais área “inútil” para manusear o aparelho. Não imagino como deve ser usar um smartphone sem bordas.

            O mesmo pode ser dito de quase todos os componentes, como processador, bateria, câmera etc… Se a fórmula para criar o smartphone perfeito fosse levar as especificações ao extremo possível, seria muito fácil fazer um imbatível. Não é o caso. Curiosamente (ou não), o melhor para muitos (eu, inclusive) ainda tem só 1 GB de RAM, processador dual-core, bordas grossas em volta da tela e outros “defeitos”…

          4. Discordo de você em relação ao Iphone e ao G3. Vejo que naturalmente a Apple vai ampliar o tamanho da tela do iPhone. E discordo sobre a pegada do G3, pois ele consegue ser um smartphone grande que não tem uma pegada ruim justamente pelas bordas frontais menores e traseira curva.

          5. Claramente você é adepto de telas grandes, então a tendência do momento te satisfaz. Usei o G3 e, recentemente, o G4, e achei que os malabarismo da LG para compensar a tela de 5,5″ não resolveram; para mim, a ergonomia é ruim.

            O ponto é: não estou sozinho. Muita gente também não se dá bem com telas grandes, enormes, e preferem aparelhos menores. A indústria parece ignorar esse público, o que é uma pena.

          6. eu gosto de telas pequenas, ainda uso um Xperia Mini de 3″ mas…acho que um smartphone de tela grande acaba valendo por 2, por um telefone e por um tablet de 7″, um gadget a menos para andar carregando

          7. Isso é verdade. Quando disse sobre telas maiores, não quis dizer necessariamente todos. Não acessório de nenhuma forma que exista um misturou único a seu seguido.

            Sobre telas menores, o Z3 Compact é líder de vendas no seu segmentosegmento no Japão (o que torna claro que ainda existe público forte para esses aparelhos). Infelizmente existem poucos modelos top de linha nesse segmento para Windows Phone e Android.

            ps: Não gostei do que a LG fez no G4.

        2. Quem precisa de bolso? No futuro você terá uma pochete pregada na barriga onde será encaixado seu smartphone de 12″ que lhe transformará num teletubbie.

    1. Se o dinheiro não for problema pra você, acho que vale, só por uma experiência legalzinha.

      1. No mercado livre vendem por 30-50 reais, acho que não é caro caso tenha um uso interessante.

        1. Acho que me expressei mal até, digo, não é caro, e é uma diversãozinha, nunca usei, mas parece ser um passatempo só, e tambem uma coisa interessante pra mostrar a visitas, amigos etc.

    2. Eu tenho um, literalmente de papelão. Comprei fora e foi baratinho. É legalzinho, mas bem longe de ser um experiência final. Mas os demos são legais e desperta a curiosidade de quem experimenta.

    3. Queria comprar um de plástico, porque vi uma análise no YouTube e a pessoa sem querer quebrou o Cardboard.

  8. Off: A mi Brasil acabou de liberar uma imagem com os dizeres 10400 , bem apagadinho e a frase ” Recarregue suas energias”, ou algo do tipo.
    É amigos, a power bank vem aí

    1. Estou justamente querendo comprar uma dessa. A TP-Link ficou em promoção por R$99 mas por pouco tempo no Walmart e o frete era uma facada de R$30. Só espero que o frete deles não seja tão caro.

    2. Eu tenho uma, comprada no DX. O único ponto ruim é que ela não é muito portátil. Não rola de carregar no bolso, mas carrega meu moto g 2014 quase 4 vezes.

  9. Uma coisa que noto: difícil aparecer mulher aqui no Post Livre. Meninas, podem vir pois ao que vejo, os homens daqui não são machistas e tem cabeça aberta. :)

    Edit: se caso este comentário no final fez efeito contrário a quem leu, peço que leia o comentário resposta do Ghedin em seguida :)

      1. É.. eu disse tudo, mas também esqueci de um detalhe: não convidamos amigas e conhecidas nossas para participar aqui, né? Que hipocrisia a minha… :p :)

        1. Minha namorada acompanho o MdU! Apesar de não comentar.
          {Inclusive ela me questinou sobre o comentário de nudes que fiz por zoação no artigo do celular da Blu]

    1. Às vezes algumas aparecem, e o blog tem leitoras. Poucas, mas tem.

      Acho, e aproveito para trazer o assunto à tona antes que ele cresça de modo desordenado, que comentários diretos como esse, sobre a falta (ou o contrário, sobre a participação) das mulheres aqui, tendem a ter um efeito negativo. Uma analogia que tenho comigo é a de alguém tímido que chega numa festa/reunião e tem todas as atenções voltadas para si: é desconfortável. Muitas vezes o receio de ser notado por algo que a pessoa não tem a intenção que chame a atenção (ser tímido ou, no caso, ser mulher) acaba sendo mais forte que o desejo de participar. E ao apontarmos essa “falha” do espaço, as atenções automaticamente se voltam às mulheres que, eventualmente, se manifestarem.

      Sei que não foi essa a sua intenção com esse comentário, @vagnerligeiroabreu:disqus, mas boas intenções às vezes têm consequências contrárias. A ausência de mulheres é um problema também no Manual do Usuário. Na real, e todos sabemos disso, é um problema maior, que vem de cima (de todos os lados) e extrapola esse ou aquele site. Não acredito, porém, que o confrontamento ou o chamamento direto delas à interação seja uma boa abordagem. Somos todos leitores que podem comentar, ponto.

      O lance é mantermos o ambiente como ele é, receptivo e amigável independente de quem apareça para participar — seja mulher ou transgênero, perfil real ou sob pseudônimo, enfim, quem quer que seja. Não estou criando um cadastro governamental, tampouco resolvendo grandes questões da humanidade com impacto profundo no social, financeiro ou qualquer coisa do tipo com esse site. O objetivo é debater umas coisas de tecnologia de boa. Não costumo concordar com a ideia do “cultive e eles virão”, mas acho que essa frase serve para o nosso espaço de comentários e é o melhor caminho para termos mais diversidade por aqui :)

      1. Tens razão… tens razão. Peço desculpas e imaginava isso mesmo também. O comentário tem um quê de tentar chamar a atenção para isso.

        Agora fico em dúvida se apago… se bem que com seu comentário, acho que dispensa qualquer adição :)

        1. Nahh, relaxa :) E por mim, pode deixar o comentário — se não quiser, sinta-se à vontade para exclui-lo também; você decide.

          A falta de mulheres em áreas relacionadas à tecnologia, incluindo o Manual, é um problemão e tenho certeza que outros leitores já pensaram e até cogitaram escrever um comentário a respeito. (Eu também vivo pensando nisso.)

          1. Bem interessante a conversa de vocês, guris. Eu costumo acompanhar os posts e algumas discussões que acontecem nos comentários. Dificilmente opino porque não iria acrescentar nada relevante (por concordar com as opiniões já expostas ou por não conhecer muito do assunto).
            Quanto à ausência de mulheres na área de tecnologia, o máximo que posso fazer é especular sobre o motivo (machismo). Ainda é difícil ser mulher e ter interesses diferentes daqueles que são esperados de nós. As coisas estão mudando aos poucos (pelo menos na minha área) e acredito que acabar com essa separação de interesses por gênero seja trabalho de todos.

        2. li o comentário do ghedin depois de lhe responder eu creio q vc não deve apagar não, pq o q vc diz é um reflexo bem complexo do q é a nossa sociedade e, infelizmente, não temos como escapar dela já q ela nos cerca… vai demorar bastante ainda pra termos uma sociedade igualitária em múltiplos sentidos qdo o assunto é genêro. por ora, se vc ligar na tv câmara, por exemplo, verá o quão distante estamos desse ideal.

      2. O pior é que essa atenção se torna inevitável, afinal o que é raro chama a atenção em qualquer meio: quando aparecem mulheres como editoras e/ou leitoras finjo que é algo comum apesar de não ser.

        Comentários elogiosos sobre beleza, por exemplo, apesar da boa intenção não deixam de ser sexistas. O mesmo vale para uma certa “parabenização” pela mulher se aventurar nesse mundo. Enfim, o sexo passar despercebido é a intenção, então tento me comportar como se essa tensão não existisse.

        1. Textos neutros ou onde não há necessidade de se preocupar com o genero, é mais fácil.

          O ruim é que, nisso o montarroios tem uma certa razão, nós estamos acostumados com uma “divisão”. A área de tecnologia tem mulheres, mas de alguma forma, há uma separação oculta nisso – não sei se é por gosto ou por outras coisas… Senão, não existiria o site “Garotas Geeks” por exemplo.

          Não sei se é legal ampliar esta conversa, mas é algo que penso: há de certa forma uma separação de contextos por gênero. Mesmo as mulheres na tecnologia, elas em si tem suas vidas pessoais com outros interesses. Nisso, vão para grupos de conversa onde há relevância para elas.

          Nisso, fica o ponto: que assunto será que não importa o gênero, a conversa fluiria melhor? Ou qual condição teria mais pessoas e mais diversidade?

          Nisso volta ao que o Ghedin falou: o melhor é deixar tudo neutro mesmo. Se o assunto é interessante, todos vão participar, não importa quem. :)

    2. desculpe, meu caro, mas o machismo é amplo e extremamente difundido na nossa sociedade. acho pouco provável q não sejamos nem minimamente machista. invocar mulheres já me parece um ato machista por si só – apesar de entender o seu chamamento. veja como estão barrando as discussões de gênero por aí, pq isso abalaria um dos pilares da nossa horrenda civilização brasileira, toda ela direcionada a tolher as mulheres, a debochar do feminismo e a violência singular contra a mulher. se vc abrir as manchetes, verá um caso terrível (absolutamente terrível) contra uma mulher q sofreu uma agressão de seu companheiro….

      1. Um problema na discussão machismo vs. feminismo é o velho nós vs. eles.

        Uma sociedade igualitária começa quando as pessoas entendem que são iguais entre si quando se fala em necessidades e humanidade.

        Apesar das discussões de gêneros barradas em alguns lugares (geralmente discussão religiosa extrema ou política), na vida real, as pessoas notam mudanças no discurso.

        Até eu tenho alguns preconceitos e pensamentos relativos ao porque da situação da manutenção da desigualdade de gênero.

        O bom é que no Brasil, aos poucos a mentalidade vai mudando. O ruim é que
        ainda há manutenção disso das próprias mulheres e de grande parte dos
        homens. Seja devido a educação, a mídia e tudo mais.

        Falando nisso, o pessoal lá do F451 (Gizmodo) mandou um texto interessante sobre a nudez feminina e a igualdade de presença. Estava louco para comentar lá, mas entendo que eles queiram manter os comentários fechados lá (até porque é um texto piloto do novo projeto deles)…
        Segue o link: http://gizmodo.uol.com.br/especial/manda-nudes/

        1. parte considerável da nossa educação foi orientada para esmagar as mulheres… então, até nos livrarmos desse tipo de educação, vai demorar gerações. eu não vejo sinais de mudanças. estamos atolados em ignorância e num pensamento cada vez mais retrógrado, retroalimentado pelas falhas educacionais (públicas e privadas). estamos todos sendo educados para sermos líderes e fodões e não solidários e gentis.

          1. Uma coisa que tenho aprendido é que ofender não resolve muita coisa – e isso é meio contraditório ao que você acabou de colocar (de ser gentil e solidário).

            Por mais que o Bolsonaro diga coisas que nós consideramos ruins, ofender ele apenas o municia para continuar segregando. Não resolve tanto.

            Volta ao nós-vs-eles que falei no primeiro comentário.

            (Sim, sou um pouco hipócrita – tem horas que ofendo quem faz algo que considero ruim, e tenho um texto no Medium que crio um termo para tentar ofender quem vive fazendo besteira no trânsito (fabricante de multas). Mas é questão de repensar nossas atitudes.)

          2. Esse cara não merece o meu respeito, lamento. Além de tudo, é um covarde, pq fala merda e não encara mano a mano outro homem sem uma arma na cintura. Safado de marca maior. Mais uma figura abjeta no nosso sistema político combalido. Não respeita absolutamente nada, tudo q ele faz é gerar lixo retórico, lixo institucional e ainda com dinheiro público q os patetas, pelo visto, pagam de bom grado.

          3. Já tinha visto, obrigado. Mas, uma sugestão/alerta: cuidado para não beber sempre da mesma fonte!

          4. Sou levado a crer q os recursos estilísticos tendem a encobrir a violência inerente da linguagem…

          5. Sou levado a crer q os recursos estilísticos tendem a encobrir a violência inerente da linguagem…

          6. Violência para mim é quando alguém quer tirar do outro algo à força, humilhar, prejudicar, fazer um mal.

            Se a pessoa escreve sem ofender ou desmerecer seu leitor (ou o alvo do texto), já fico muito feliz. É difícil, e muitas vezes as pessoas estão acostumadas à violência verbal, a escrita que destrói um alvo.

            Mas Ghedin, Burgos e muitos outros são bons em buscar textos que evitam atritos. :)

            Odeio texto que fala que “A é pior que B pois eu acho que A é pior que B e pronto”. Vai na ideia do marco de opinião já falado por aqui :)

          7. “Violência para mim é quando alguém quer tirar do outro algo à força, humilhar, prejudicar, fazer um mal.”

            Esse tipo de violência é a menos danosa no grande contexto das coisas, acho eu, pois é fácil de ser identificada e altamente repreensível — a menos que o agressor ligue o f*da-se ou sequer tenha esse desconfiômetro, como psicopatas.

            Existem outros tipos, velados ou disfarçados de “justiça”, “oportunidade”, “necessidade” etc., que são muito mais difíceis de serem detectados e, portanto, perniciosos.

          8. Sim. Na verdade, ainda preciso aprimorar a minha definição de justiça – digamos que não conheço por completo o contexto.

            O que eu quis dizer é que se a pessoa age com alguma violência exposta, já o recuso.

            Existem violência oculta em forma de aparente calmaria? Não duvido disto também, só não sei identificar com clareza. :)

          9. Ah, tem muito, é que ela não se apresenta como violência. O vestibular é uma das mais óbvias — uma restrição severa a um direito garantido que só é alcançado, regra geral, por quem pode bancar. Tem muitas outras, tão enraizadas que acabam passando batidas por quem não sofre com elas.

          10. Aí me lembra a série “3%” que vai sair agora no Netflix…

            Bem, o mal desta conversa é que deixou meu cérebro em um nó… tá que nem quando eu saio da terapia depois de algum papo profundo com o terapeuta :3 :)

          11. Gostaria muito que meu cérebro tivesse capacidade de recuperar o que estudei, mas alguns detalhes:

            – Estudei em escola pública sempre.
            – Oscilei de classe média a classe média baixa
            – Nunca vi professor dizer que mulher é para ser dona de casa (que eu me lembre, já vi professores falando o contrário – para mulher se valorizar :) ).

            Quanto a questão de ser líder e fodão ao invés de solidário e gentil, depende. Isso é mais do meio social do que só da educação. Vai do lugar onde a pessoa vive, e lembremos que o Brasil é gigantesco.

          12. Veja, qtas professoras mulheres vc teve? Qtas foram as diretoras mulheres das escolas q vc passou? Qtas foram secretárias de educação no seu município? Qtas mulhares foram ministras da educação durante seus ciclos escolares? Qtas mulheres eram presidentes nesse mesmo período? Qtas mulheres eram editoras ou diretoras das editoras q publicaram seus livros didáticos? Qtas mulheres eram autoras dos seus livros didáticos? Qtas mulheres foram elencadas como figuras ilústres e exemplos a serem seguidos? Qual era a distribuição salarial nessa época; quem ganhava mais: homens ou mulheres? Qtas mulheres foram manchetes de jornal (e qtas mulheres apresentavam, produziam, escreviam e atuavam no jornalismo) na época em q vc estudava em termos positivos e inspiradores e não só como vítimas e submissas? Enqto vc era estudante, qtos histórias vc viu com protagonistas femininas? etc etc etc. Essa é a nossa educação machista.

          13. O que posso dizer é:

            – Grande parte da minha vida escolar foram feitos por professoras
            – Boa parte das escolas que eu estudava, tinha diretoras.
            – Ganhava mais quem fazia mais hora aula.

            – Mulher como figura ilustre em época escolar? Naquela época? … hum… Princesa Isabel? (não faça pergunta difícil)
            – Histórias protagonizadas por mulheres? Hum… dia das mulheres, luta sindical, etc… (detalhe – participei de grêmio estudantil e tinha um bom número de mulheres.)

            Estudei entre os anos 90 – 00. Logo, lembremos que era uma época de mudanças sociais. E o feminismo, como hoje apresentado, não existia, era bem mais tímido.

    3. minha impressão é que existe uma clara separação de interesses entre homens e mulheres, e isso é um dado sociológico a nível mundial

      vou mais longe ainda, isso sempre foi assim, historicamente falando, por isso não acho que seja um “problema”…, é que, simplesmente, o mundo é assim…

      apenas para dar um contraponto, tenho certeza absoluta que existem muitos poucos homens que se interessam por crochê, tricô, etc

      o número de mulheres que trabalham na área de informática é grande, mas acho que elas simplesmente não têm interesse no assunto enquanto hobby (teve época que tive chefes mulheres nos 3 níveis hieráquicos acima, e mesmo hoje onde trabalho, grande parte da área técnica é subordinada a uma diretora )

      1. Não é, cara. Até o final dos anos 1990, mulheres eram maioria em cursos de computação. Quando os computadores eram movidos a válvulas e no início da era do transistor, havia muitas programadoras. Algo nesse meio tempo ocorreu e as mulheres foram enxotadas da computação.

        Eu compraria essa sua teoria se, quando uma mulher entra num ambiente majoritariamente masculino, ela ficasse de boa. Não é o que acontece, seja em jogos online, seja numa turma de Ciência da Computação, ou numa empresa de tecnologia. Atribuir a escassez delas nesse mercado é fechar os olhos para problemas graves e sistêmicos de desigualdade de gênero, machismo e outras anormalidades sociais.

        1. eu estudei ciência de computação (faz muito tempo!), tinha muitas mulheres, e sempre trabalhei em empresas de informática, ainda trabalho, e nunca vi nenhuma problema de discriminação contra mulheres…como disse, é até comum mulheres terem cargo de chefia na área de informática (aliás, hoje mesmo tenho uma coordenadora)

          que existem bem menos mulheres que homens na área de informática é fato, mas minha experiência é que isto não tem nada a ver com machismo, etc, em suma, não é um “problema” em si, mas uma característica de nossa sociedade, e que essa característica é na verdade universal, talvez tenha fundamentos biológicos, quem sabe, afinal de contas existem de fato diferenças entre homens e mulheres, e em praticamente todas as sociedades homens e mulheres exerceram papeis sociais diferenciados…enfim, não acho que seja motivo para preocupação (isto é, na área de tecnologia como um todo, em especial na informática)

          1. bem, eu só posso falar com absoluta certeza mesmo é de minha própria experiência, trabalho há muitos anos na área de informática na cidade de São Paulo, nos lugares que trabalhei sempre havia mulheres, embora em número menor que homens, nunca vi discriminação contra elas, tive várias chefes mulheres, enfim, pode ser uma “evidência anedótica”, mas para mim é a única evidência totalmente confiável, afinal de contas é algo que vivi (e ainda vivo)

            quanto ao caso geral do mercado de trabalho, acho é difícil afirmar que é “machismo” etc (pelo menos aqui no Brasil) e sim que é uma característica do mercado de trabalho, assim como, por exemplo, nas áreas de enfermagem e psicologia a porcentagem de homens é ínfima…e quantas mecânicas de automóveis, ou pedreiras, ou (mulheres) motoristas de caminhão, ônibus ou táxi você vai achar ? enfim, não acredito em explicações simplistas para essa questão do mercado de trabalho para as mulheres ser diferente do mercados de trabalho para homens, em todas as áreas

            obs: só estou dando minha opinião, e não “ganhar a discussão

            http://xkcd.com/386/

  10. Pessoal, em um mundo onde produtos cada vez mais se tornam serviços, temos aumentado consideravelmente nosso custo fixo mensal: Netflix, Spotify (ou Deezer ou Apple Music…), espaço no nuvem… já pararam para contabilizar a brincadeira? Aqui ela sai caro, bem caro: Netflix, Apple Music, iCloud, iTunes Match, Dropbox, conta de desenvolvedor Apple… além dos eventuais softwares.

    Como vocês estão nesse aspecto? Acham que vale a pena?

    1. Melhor do que acabar comprando várias músicas, aposto que sai menos do que 15 por mês

      1. O serviço acaba agregando novidades. Hoje ouço bandas que não compraria álbuns por simplesmente não conhecer.

    2. Sei la, com assinaturas de serviços anuais, tipo dropbox/google drive etc e tal, isso tudo não sai por uns 100 reais mais ou menos? eu imagino que seja uma quantia razoavel, por hora eu no alto da minha pobreza só assino spotify e uso o netflix de amigos, quando puder assinarei algum serviço na nuvem, acho que vale a pena sim.

      1. Não sei se você conhece o Plex. Para quem quer streaming de música e vídeo vale mais pegar uma assinatura vitalícia e usar em qualquer plataforma.

        1. Conheço mais de nome e pra pessoas que querem usar com um raspberry pi + tv e tal, mas entrei aqui no site e parece bem interessante mesmo, vou ficar de olho e pesquisar mais afundo, obrigado

      2. A conta aqui é mais alta, beirando uns 300 dólares anuais.

        1. Vish, bem alta, mas eu acho que é só ver a questão da necessidade né, o quanto você usa, se você REALMENTE precisa daquilo, se no fim do mês a conta fecha no azul, essas coisas.

    3. Tem que pensar também se transformar um produto em serviço compensa e atende o que precisa. Não tenho nenhum serviço mensal por causa disto – para mim, é ruim ficar mantendo, já que também mantenho serviços básicos residenciais e algumas coisas pessoais.

      Pelo que noto nessa mudança de paradigma (isso que me lembra uma antiga visão, não me lembro onde li, sobre justamente técnicos assumirem a manutenção de uma rede de clientes de forma mensal), há a vantagem de poder pedir um suporte quando necessário (por exemplo – quando falamos de software para empresas, como PDVs e ERPs) sem custos extras.

      Para quem não gera muita renda mensal, isso prejudica um pouco. Se for realmente necessário usar um serviço, tem que ver se o custo compensa e se atende os requisitos. Senão, mais fácil comprar o que quer.

      1. Essa mudança de modelo – software deixando de ser produto e se transformando em serviço acho que é inevitável. Adobe, Microsoft, IBM, Apple, gigantes do software que estão abandonando o modelo produto e vendendo serviço. Não acho que isso tenha volta e não vai ser mais possível comprar o produto, como é o caso das séries originais da Netflix ou a rádio Beats1 da Apple. Só assinando o serviço…

    4. Não utilizo nenhum serviço na nuvem (a não ser o YouTube e Crackle) e já parei para pensar na brincadeira sim.

    5. Não utilizo nenhum serviço na nuvem (a não ser o YouTube e Crackle) e já parei para pensar na brincadeira sim.

      1. Alguma razão ou apenas falta de desejo/oportunidade?

        1. Pagar por streaming de música creio que nunca farei, pois, acho algo desnecessário já que os aplicativos para esse tipo de serviço são grandes consumidores de energia. Fora isso a dependência de conexão com internet não me agrada. A parte positiva é poder sincronizar e baixar músicas pela nuvem e utilizá-las offline. Só que isso eu já faço em um disco local.

          Sobre o streaming de vídeo uso atualmente as versões gratuitas. O Crackle tem séries e filmes ótimos. Como não assisto TV e raramente acompanho filmes e séries não sinto nenhuma falta.

          Sei que não está na lista, mas o que eu assino é um serviço de jogos. Isso é o que mais tem relação com o meu uso.

          1. Entendo. Eu não sou fã de jogos, jamais fui. Raramente compro algum no Steam que geralmente ficam lá, sem baixar mesmo. As últimas experiências foram com alguns indies como Braid e Fez, mas não passa disso. No meu celular, tenho um jogo de perguntas e respostas e mais uns dois casuais.

            Agora sem músicas não fico, sempre escutando coisas novas. Gosta bastante de clipes de música também, acho um desafio pensar e fazer um com a música pronta.

            Já a Netflix, por causa das séries e filmes também se tornou imprescindível. É o tipo de serviço que não sei como vivia sem antes.

          2. Não assisto TV e nem acompanho séries, aí nem tem muitas utilidade para mim. Também não sou muito interessado em novas músicas.

    6. Eu uso sob demanda: Netflix assinei para assistir o Demolidoe e deixei até estrear Bojack Horseman. Agora cancelei a assinatura pois não uso tanto assim).
      Spotify me atende bem o free.
      E uso o Crunchyroll para otakices em geral, já assinei mais de um ano direto, mas também cancelei. Quando quero assistir algo, só basta aturar algumas propagandas.

      1. Com a filha o combo Discovery Kids e Netflix são praticamente obrigatórios. =)

    7. cancelei a tv a cabo e a gaita q ia pra eles agora está sendo direcionada a outras coisas muitíssimo mais úteis, pq pagar o q pagava pra ver propagandas e conteúdos com qualidade pra lá de duvidosa era o fim da picada. mas a grande vantagem, pelo menos com netflix e rdio (q são os serviços q mais uso além do email q é pago e do backup), é poder acessar esse conteúdos de qualquer lugar, não só de casa como era com a tv por assinatura…

    8. Apple Music, Netflix, Grammarly, Trello, duas contas no Google Apps for Business, Marvel Unlimited, Final Fantasy XIV, Office 365, Suíte Criative Cloud da Adobe (PS/LR/IL), Blumpa, duas conexões de internet (Copel 100mbps/GVT 50mbps) e mais algumas coisas.

      Tem também cerca de 50 servidores na Linode, mas eles se pagam, então acho que não entra na brincadeira. Mas quando paro pra pensar no quanto isso arromba minha carteira no final do mês, lágrimas escorrem.

      1. Pois é, também tenho esse problema. Mas a questão é que os serviços hoje estão tão bons que é difícil viver sem. Hoje praticamente abandonei TV, com exceção de jornais e futebol em prol da Netflix. Marvel Unlimited ainda não assinei mas já pensei diversas vezes. O Trello uso a conta livre, que ainda dá conta. Mas o fato é que a comodidade e qualidade são muito boas.

    9. Se eu fosse comprar músicas/filmes com a mesma quantidade que eu tenho no Spotify/Netflix respectivamente, sairia bem mais caro.

      Se eu fosse ter uma estrutura de backup que se comparasse ao que o Google Drive me possibilita, também seria caro.

      Ainda acho que vale a pena sim.

  11. Pessoal, em um mundo onde produtos cada vez mais se tornam serviços, temos aumentado consideravelmente nosso custo fixo mensal: Netflix, Spotify (ou Deezer ou Apple Music…), espaço no nuvem… já pararam para contabilizar a brincadeira? Aqui ela sai caro, bem caro: Netflix, Apple Music, iCloud, iTunes Match, Dropbox, conta de desenvolvedor Apple… além dos eventuais softwares.

    Como vocês estão nesse aspecto? Acham que vale a pena?

  12. Percebi que a galera por aqui le o http://lifehacker.com, sendo assim, vocês tem dica de alguma matéria, ou um “Lifehack” que vocês aprenderam la que seria interessante? compartilhem ai por favor.

    1. Putz, eu gosto do site e sempre esqueço do Lifehacker (sempre imaginei a versão em português, mas nossa audiência parece que não se fez merecer para ter ela… :( ).

      Um “lifehack” que aprendi, e que um amigo meu vai me bater por divulgar, é usar cola acrílica (super bonder e similares) junto com tecido (algodão) para fazer algo duro para colar algo.

      1. sem relação com o hack: acho que super bonder e similares não prestam, cola boa mesmo é Araldite…originalmente era de uso industrial, mas existe versão para uso doméstico

    2. eu costumava ler, mas já faz tempo que não acompanho…problema é que tem tanta coisa na web pra gente ver que é preciso selecionar, não dá pra ver tudo

  13. Percebi que a galera por aqui le o http://lifehacker.com, sendo assim, vocês tem dica de alguma matéria, ou um “Lifehack” que vocês aprenderam la que seria interessante? compartilhem ai por favor.

    1. Nice, o unico problema é: esse tipo de bolsa, lotada, fica aquele peso todo só em um ombro né…

      1. Tem um momento do vídeo que mostra uma amarra na cintura. Acho que contribui bastante para distribuir a carga pelo tronco.

        Mas no aguardo de uma versão mochila doida que nem essa.

          1. Já vi uma na zara, parecia jóia apesar de ser Zara.
            Manda ver, apoiarei no catarse.

        1. Sim sim, mas não vou mentir e dizer que não me importo com a estética, pois me importo, dai a não ser se for pra fazer uma coisa mais “radical” tipo mostra no video, dispenso, alias, um dos apelos da bolsa de “carteiro” que eu acho, é o fato dela ser bem bonita, quiça elegante(?)

          1. O acesso de uma bolsa carteiro é bem ágil, muito mais que em uma mochila de duas alças, característica imprescindível para fotógrafos. Apesar desse problema de ergonomia, esse design tem uma utilidade funcional também.

            Fora isso concordo que seja um tipo de bolsa mais formal, mochilas são bem casuais de origem, há poucos anos atrás era meio que proibido para quem andava de social. A mala carteiro acaba fazendo o meio termo entre a formalidade da pasta e a informalidade da mochila, era um sapatênis da vida haha

            Eu usava uma desse estilo para carregar coisas leves, como se fosse uma bolsa masculina mesmo, mas realmente me incomodava o peso…já tenho uma escoliose devido ao peso de segurara a mochila apenas de um lado no metrô. Agora, só uso mochila de costas mesmo.

          2. Bem isso, se for usar de forma bem leve, e você for um fotografo, sem duvidas de preferencia a bolsa de carteiro, mas como você disse, hoje em dia mochila ja ta bem mais banal, se eu for no centro do rio por exemplo, todos jovens de roupa social só usam mochila, é tipo uniforme oficial AHAHAHHA

          3. Bem isso, se for usar de forma bem leve, e você for um fotografo, sem duvidas de preferencia a bolsa de carteiro, mas como você disse, hoje em dia mochila ja ta bem mais banal, se eu for no centro do rio por exemplo, todos jovens de roupa social só usam mochila, é tipo uniforme oficial AHAHAHHA

  14. Pessoal, me lembro de ter sugerido ao Witaro para fazer o “O que tem na sua mochila, leitor do MdU?” por aqui mesmo no Post Livre.

    Então este comentário aqui vai servir de experimento para esta brincadeira. :)

    Quem quiser, basta responder aqui com a foto da mochila e a descrição de seu conteúdo. Só não vou participar agora pois estou trabalhando :)

      1. Vim até aqui só pra ver se essa ideia daria certo! Adoro essa seção do MdU. Volto amanhã com a foto para participar :)

  15. Olá pessoal!

    Algum leitor do Manual, foi no lançamento da Xiaomi e acabou ficando no bolo da segunda sessão e saiu de lá com a promessa de receber depois, no conforto do seu lar, a Mi Band e uma Mi Bank customizada? Até agora, só recebi uma ligação prometendo um código de rastreio e nada mais.

    1. Hmmm, não sabia que o povo da segunda sessão ganhou uma Mi Band também. Talvez por não ter sido lançada ainda? Mantenha-nos atualizados sobre essa história.

      1. Foi a tentativa deles de dizer “perdão pelo vacilo”, no final da segunda sessão Hugo Barra autorizou Léo Marroig, Diretor Geral da Xiaomi América Latina a dar uma Mi Band e uma Mi Bank “customizada” pra todos que não desistiram. Disseram que ia demorar, pois seria importada da China e ainda teria a tal customização especial…

  16. Estou em um embate terrível entre continuar a comprar livros físicos ou comprar um Kindle . O investimento é muito alto R$400.00 em um paperwhite , e quase o que gasto em um ano com livros . E ainda tenho um Ipad Mini que leio o jornal todos os dias .

    Uma dica , o jornal metro disponibiliza no seu site todos dias a edição em PDF para baixar .

    1. Acho que vale muito a pena. E digo o por que: a diferença de preço entre os livros para o Kindle e a edição física muitas vezes chega a 5X. Além disso o Kindle não cansa a vista como a leitura no iPad. também leio o jornal aqui da cidade todo dia no iPad e acho muito bom para isso. Agora livros, só no Kindle ou papel…

      A propósito, tenho o “normal”, sem iluminação. Ainda gosto bastante da luz da cabeceira.

    2. Com o iPad Mini dá pra usar o app Kindle, então não optaria por ter um equipamento Kindle e um tablet… Mas é questão de gosto e tb das vantagens do equipamento Kindle pra leitura q são ditos como excelentes. Estou vendendo muitos dos meus livros para tê-los apenas na versão digital e comprando os novos qdo há disponibilidade tb no formato digital, pq carregar livro em mudança é foda… Apenas hj optei por comprar livros da obra completa em formato impresso, pq estavam 10 reis mais baratos q a edição digital. Apesar das vantagens do digital e d evitar ao máximo livros impressos a partir de agora, essa edição das obras completas são muito bonitas e foi difícil resistir a esse apelo… Enfim, recomendaria o uso do app Kindle (e outros) já q vc investiu uma gaita nesse equipamento.

      1. O aplicativo do Kindle é tão ruim que acho válido cogitar um Kindle.

        1. não é 100%. tem uns bugs, mas é melhor q o kobo. o google play book me surpreendeu. bem mais fluído e bacana de usar. mas quebra um galho. ter um gadget só pra ler livros me parece problemático em termos de convergência…

          1. Não diga isso. O aplicativo da Kobo é muito melhor que o do Kindle (já monitorei os dois aplicativos e o consumo de RAM e energia é muito superior no Kindle). Além disso, o aplicativo do Kindle fica o tempo todo abrindo em segundo plano mesmo que você não utilize.

            O que mais gosto no Kobo é que ele é um aplicativo mais completo e bonito. As estáticas são ótimas e incentivam bastante. Pena que o e-reader esteja atrás do produto da Amazon.

    3. não compro mais livros de papel, só ebook

      tenho um kindle touch, é bom para ler livros comprados na amazon, mas não livros técnicos, que às vezes são enormes, e esse meu kindle simplesmente trava!

      o kindle também não é bom para ler pdf, e não lê epub!

      às vezes eu uso o kindle, às vezes um tablet de 7, mas acho que um smartphone é até melhor do que um tablet para leitura, achei mais agradável (considerando um smartphone de tela grande, não um phablet)

  17. Alguém aí passou sufoco com o Windows 10? Reinstalei o Windows 10 e por três dias estava ótimo. No quarto dia fui ligar o notebook e o teclado não funcionava de jeito nenhum.

    Resultado foi que tive que formatar tudo é mesmo no Windows 8 e 8.1 agora se teclas Alt e Alt Gr não são reconhecidas.

    1. Desculpe-me o prazer sádico, mas eu fico feliz com as pessoas tendo esses problemas, que quando eu for atualizar, provavelmente esses problemas já estarão sanados. Mas boa sorte tentando resolver ai!

      1. Pelo que li o problema é recorrente no fórum de suporte, com várias pessoas relatando esse erro. Vou voltar para o Windows 7 e ver se consigo um teclado funcional.

  18. Alguém aí trabalha com Zabbix e/ou Puppet? To testando um módulo do Puppet para automatizar a instalação do Zabbix, mas a parte que deveria falar com a API não tá rolando.. Acho que algum problema meu mesmo, que sou noob em Puppet. Alguém tem uma dica até mesmo de leitura, sobre puppet? Ou nesse caso específico (ainda melhor!)? O módulo em questão é esse: https://forge.puppetlabs.com/wdijkerman/zabbix

    1. google “stackoverflow puppet zabbix”…apareceu uma porção de hits…

      1. Amigo, o google é meu amigo! Já pesquisei bastante, e inclusive já criei uma issue com o criador. Minha ideia é trocar ideia com alguém que tenha o mesmo interesse.. Só isso! Mas obrigado pela dica! ;)

  19. alguem utilizou meu endereço do Outlook para abrir uma conta no facebook (Rafael Andrade de Gravataí).
    já enviei mensagem e solicitação de amizade, mas o cara não responde. enquanto isso minha caixa de entrada fica recebendo mensagens do facebook.
    tentei fazer a recuperação da conta diversas vezes, mas esbarro na data de nascimento do miserável.
    algum de voces já passou ou viu algo similar. alguma dica de como procedo?

    1. Quando a pessoa se cadastra usando seu e-mail, você recebe um e-mail pedindo para confirmar o cadastro. Nas letras miúdas, ele tem um link “Não se cadastrou? Nos informe” que abre uma tela com um botão “Eu não me cadastrei” e desvincula sua conta.

      Acontece pelo menos uma vez por semana no meu caio arroba outlook.com.

    2. Quando a pessoa se cadastra usando seu e-mail, você recebe um e-mail pedindo para confirmar o cadastro. Nas letras miúdas, ele tem um link “Não se cadastrou? Nos informe” que abre uma tela com um botão “Eu não me cadastrei” e desvincula sua conta.

      Acontece pelo menos uma vez por semana no meu caio arroba outlook.com.

    3. Passo uma situação parecida, porém com o número de celular. Recebo SMS diariamente de atualizações do Facebook da pessoa. Se alguém souber também como me ajudar, agradeço.

      1. No facebook não tem a opção de recuperar conta usando número de telefone?

        Tente lá.. Testei meu número, localizou o perfil.. Aí você tenta recuperar a senha via SMS.. :P

    4. Uma vez exclui meu facebook, e um tempo depois, veio e-mails da nova conta que fizeram onde estava meu nome. Acabei entrando, avisei ao novo inquilino que tentasse mudar o e-mail de cadastro. Ele não fez nada, então avisei que eu ia apagar a conta. Apagou, esperei os dias para exclusão definitiva, e retomei o nome… :p

      1. boa! huahauha. eu queria fazer isso. mas fico preso na hora de informar a data de nascimento do rapaz.

        1. O meu nem sei como raios deu o nó todo – suspeito que como o nome (vagner.abreu) era vinculado também a conta Microsoft, consegui acesso fácil. Se não fosse a situação, nem teria mais facebook, ou seria outro nome.

        2. No perfil dele não aparece? :v
          Se o perfil for publico e a data não estiver visivel, tente procurar uma publicação de aniversario. :P

          1. Provavelmente apenas para controle deles, não deve ser a data de nascimento do dono da conta.

            (Tem a opção “Estou recebendo e-mails do Facebook referentes a uma conta que não é minha.”)

          2. similar. eu escolho que me envie o codigo para e meu email Outlook. Pego o código e insiro na pŕoxima etapa. depois disso tudo ele pede pra validar a data de nascimento. é aí que eu me fodo, hahaha

    5. Tem um cara, europeu ou americano, chamado Gregory Ghedin. Há anos usa meu e-mail para um monte de coisa. Sei que ele treina/está envolvido com ligas amadoras infantis de futebol, passou um tempo procurando emprego e até se cadastrou num bizarro site de relacionamentos (tipo OkCupid) para fazendeiros (?). Quando é um e-mail pessoal para ele que eu acabo recebendo, respondo a pessoa explicando a situação, mas… né? Complicado.

      1. Site de relacionamento para fazendeiros… taí algo que minha ingenuidade me impediu de imaginar antes.

      2. Um pergunta, como se pronuncia seu sobrenome? Só para saber se o que “falo” comigo mesmo está certo… =)

          1. Tirou a duvida =) Fico nessa de assinar podcasts que se empilham nos agregadores mas acabo nunca ouvindo. Não é a minha mídia. Gosto de ler, pois na escrita o autor tem tempo de reflexão e eventuais ajustes. Nos podcasts vejo que muita gente que escreve muito bem tem sérias dificuldades em falar e explicar oralmente suas ideias.
            Não estou dizendo que é o seu caso até por que jamais ouvi o podcast mas essa é a impressão geral.

  20. E essa explosão de Tianjin? Fica feio se eu disser que fiquei “um pouco decepcionado”? Por motivos que não cabem aqui descobri a explosão de Halifax de 1917 e quando vi essa na China pensei que poderia ter sido maior mas não foi. Essa de Tianjin teve a força equivalente de apenas 21 toneladas de TNT e a de Halifax, com a explosão de um navio carregado de explosivos, a força foi de 2.9 MIL toneladas de TNT. Não foi atoa que a área ao redor do porto foi varrida do mapa, mas enfim, isso e… ao lado de onde aconteceu a explosão realmente havia um centro tecnológico não é? E parece que um dos principais supercomputadores da China ficava lá. Já tem gente resgatando notícia do EUA tentando impedir a expansão da capacidade computacional dos supercomputadores da China para formular teoria de conspiração.
    Mas que foi “conveniente” foi.

    1. Em vez de decepcionado, diga que teve outras expectativas sobre o evento.

    1. Ótimo, pra qualquer coisa que eu conheço (menos coisas da MS, por enquanto).
      UNIX like e vários programas com interface gráfica (o que quer que isso signifique).

      Ex.: Vagrant com NFS, Sourcetree pra versionamento.

      Agora se vc está pensando em custo/benefício, fica difícil.
      Meu conselho é:
      Monte uma máquina parruda ou compre um notebook parrudo, instale sua distribuição linux favorita e windows.
      Conseguirá fazer qualquer coisa.

      1. e esse Vagrant é legal mesmo, vale a pena ? tenho lido alguma coisa sobre Vagrant, docker, e me parece que o docker mata o Vagrant, em ambiente UNIX-like…
        ps. acho que tá todo mundo ansioso esperando o Windows Nano Server…

        1. O Vagrant é muito bom, e o Docker, até onde eu lembro, é mais poderoso.
          Se vale a pena ou não, depente. Mas acho difícil encontrar um cenário, principalmente para desenvolvimento WEB, que ele não seja uma opção.

          Ex.:
          Vc tem um blog, ele está hospedado na Amazon, e roda em cima do Debian 7.
          Vamos supor que você precisa montar seu ambiente de desenvolvimento, mas você usa um Macbook.
          Você pode montar o seu ambiente no OSx tranquilamente e desenvolver nele. No entanto, é uma boa prática você ter os ambientes existentes no projeto padronizados. Isso diminiui as changes daqueles comentários do tipo: não sei pq não funciona em produção, porque no meu ambiente de desenvolvimento funciona.
          Então o que você faz? Monta uma VM com a configuração do ambiente de produção/testing/stage e roda o projeto nessa VM, mas desenvolve na sua máquina real, o host.
          Essa é a primeira vantagem. A segunda vantagem é quando entra um novo mentro na equipe, você não precisa passar pelo problema de montar o ambiente do cara. Mas ele rodar o script do Vagrant na máquina dele e pronto. Ambiente de desenvolvimento montado e funcionando.

          Existem outras vantagens, mas acabei meu trampo e quero ir pro bar. :D

          Abraços.

          1. não sei pq não funciona em produção, porque no meu ambiente de desenvolvimento funciona

            é o famoso “na minha máquina funciona” :)

            eu estava pensando em sugerir usar o Vagrant onde trabalho, mas como não tenho experiência prática ainda não fiz isso…agora, o legal mesmo vai ser quando tiver o Windows NanoServer, acho que vai popularizar mais ainda tanto o Vagrant quanto o docker…

            valeu pelo testemunho :)

    2. Depende o que vai programar. Como já comentaram, pra iOS é praticamente obrigatório.
      Já para web (PHP, Javascript, Rails, Python, etc) um Mac e Linux são basicamente iguais, já que ambos são Unix like e compartilham várias ferramentas.

      No meu caso (PHP), eu prefiro um notebook mais barato com Linux. Só por causa do preço mesmo.

      1. nos tempos de faculdade eu notava que o Eclipse rodava melhor no Ubuntu do que no Windows 7. mas claro, nada empirico. só achava que ficava mais rápido pra compilar, debugar…

    3. Tenho pensado ultimamente que um Macbook é a única escolha correta para quem quer um notebook.

      1. Ele, Dell XPS 13 e um ou outro por aí. E nessa ordem mesmo.

    4. Depende da linguagem em que você irá trabalhar. Aqui, como programa para iOS, obrigatório.

    5. Na verdade eu usaria ele mais pra estudar do que para programar(eu programo em pascal). Eu estou procurando algo mais portátil

  21. Tentei atualizar meus computadores (escritório) para o W10 e que canseira eu tomei.
    Apenas 1 atualizou lindamente. Os outros 4 foram um parto.
    mais alguém que não conseguiu?

    1. fui ajudar uma amiga a atualizar. tava quase enfartando. depois de restaurar o sistema e entrar em modo de segurança ele funcionou. tive que remover o driver de video.. tá ali funcionando de boas no momento.
      ela reclamava que o Win8.1 era muito lento. mas tambem: Celeron D com 2GB de RAM é sofrivel.

      1. O meu problema está sendo com relação à ativação do W10.
        Ele só ativa (gera um serial novo) se você atualizar o sistema.
        Acontece que não está atualizando, nem pelo update nem pela ferramenta que baixa a ISO.
        Então eu criei um pen drive bootável e instalei limpo. Ou seja, estou com os computadores sem ativar o Windows.
        Liguei na Microsoft e não há solução. Tenho que reverter para o Windows anterior e fazer uma atualização.
        Acontece que a ferramenta de restauração do W10 parece não funcionar direito. Eu atualizei alguns dos computadores e fui nela pra deixar o Windows limpo e ela simplesmente trava em 99% ou 50%. Aí a única solução é o pendrive bootável.

        1. eu quase apelei pra pendrive.
          e realmente, a restauração não retorna pra versão anterior do Windows. aí tive que mandar ver no modo de segurança.

          e a instalação do windows…, eu sempre desejei que tivesse um gerenciador de janelas para realizar backup de arquivos importantes. sempre tive que apelar pra gambiarra do bloco de notas pra fazer isso.

          1. fiz instalação do zero por pendrive no meu dell. e foi tudo certo (no sony vaio da minha esposa fiz atualização e está tudo perfeitamente bem). só o teclado microsoft arc q às vezes fica inoperante, e tenho q tirar as pilhas dele pra ele desligar e ligá-lo novamente em seguida, algo q não acontecia no win7 nunca. (Acabou de acontecer, inclusive). mas algo q me ajudou muito a resolver um problema q estava tendo com o wireless (no win 7 e tb no 10) foi baixar os drivers direto do site da intel e não pelo site da dell. só minhas portas usb 3 q estão bem ruins: qdo conecto um hd externo nelas a navegação é interrompida.

          2. pois é, no meu notebook eu instalei do zero e ficou lindo. o da minha amiga não reiniciava agora de tarde. aí eu pensei “puta que pariuu. justamente no meu ultimo dia de ferias!’hauahuaha.
            mas ele desliga e liga tranquilo. mas comparado com o Windows 8.1 que estava antes o Win 10 está bem mais ágil. entreguei pra ela assim mesmo. ela estava com problema para assinar digitalmente documentos e aí eu falei que pode ser algum problema no reconhecimento do token.

          3. o win 10 ficou muito rápido. apesar q estou usando um ssd agora, então, somado a isso eu acho q o ganho foi brutal.

    2. Aqui eu tive que atualizar do 8 para o 10 primeiro, certificar que estava ativado, para só então fazer uma instalação limpa e conseguir ativar.

      Em relação a problemas, a única coisa que tem me incomodado é que quando eu bloqueio o note (Winkey + L apenas), mesmo voltando a desbloqueá-lo em poucos minutos, a rede via porta Ethernet demora alguns segundos para voltar a funcionar. Como se ele desligasse a porta por questões de economia de energia, mesmo ligado no carregador.

      1. O suporte da Microsoft me explicou que a atualização cria um log (ou algo do tipo, não lembro) que fica salvo no HD e é reconhecido pelo W10 para que haja a ativação. Se você formatar a partição, esse registro se perde.
        Se você fez uma instalação limpa após atualizar, deve ter logado a sua conta da microsoft após a atualização. Sem isso, ele não ativa. Isso eu suponho, porque fiz em um dos meus computadores assim e ele ativou mesmo após formatar a partição.

      2. O suporte da Microsoft me explicou que a atualização cria um log (ou algo do tipo, não lembro) que fica salvo no HD e é reconhecido pelo W10 para que haja a ativação. Se você formatar a partição, esse registro se perde.
        Se você fez uma instalação limpa após atualizar, deve ter logado a sua conta da microsoft após a atualização. Sem isso, ele não ativa. Isso eu suponho, porque fiz em um dos meus computadores assim e ele ativou mesmo após formatar a partição.

        1. Eis uma dúvida que eu tinha…

          O ponto é que muitos vão querer fazer uma “instalação limpa”, e com isso, é igual a “format c:”. Se foro que penso, o “log” (provavelmente o token de ativação) não fica bem na partição do Windows, mas sim na partição de recuperação de sistema.

          1. Então, pelo que eu pesquisei e entendi, é que o serial do Windows 8 que você tem por exemplo, quando você atualiza para o 10 ele é convertido, e passa a ser aceito no novo Windows dai pra frente.

            E acredito nessa teoria porque no meu caso, na hora de fazer a instalação limpa eu excluí TODAS as partições.

          2. Isso. Eu havia tentado fazer a atualização limpa direto, só que não ativou. Ai fiz da forma que falei ai em cima e deu tudo certo.

          3. Comigo não deu certo isso, a não ser nos computadores que vinculei uma conta da Microsoft antes.
            Mesmo atualizando, fui na restauração para deixar o W10 limpo e travou em 99%. Aí espetei o pen drive e não ativou depois.
            Edit: acabei de ler o texto. Não confirmei se ativou depois que atualizei, mas, provavelmente, não.

          4. Acho que é um token mesmo que ele falou.
            Essa dúvida eu realmente não esclareci. No meu caso, até a partição de recuperação eu mandei pro beleléu rs

  22. Um convite e uma sugestão de leitura, para começar já neste movimentado post livre (ou Bar do Ghedin) :)

    – Convite: quem curte conversar (e acompanhar) sobre urbanismo, mobilidade urbana e correlatas, convido todos para conhecerem o “Outra Cidade”, do Leandro Beguoci. http://outracidade.com.br/ .

    – Sugestão de leitura: estou gostando de ver que a questão dos “comentários na internet” estão sendo bem mais pesquisados. Isso já ajuda a quem sabe no futuro, existir meios de fazer as pessoas conversarem com tranquilidade na internet. Quem quiser ler (se não já leram), eis aqui um texto lá no UOL: http://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/08/13/botao-de-comentario-vira-descarrego-de-odio-dizem-psicologos.htm

    PS: Sonhei que o Ghedin tinha montado uma loja de quinquilharias tipo sebo na cidade onde vivo e eu tinha ido lá conhecer o mesmo…

          1. Pode acompanhar desde o primeiro episódio. ;) Só um teco de spoiler para atiçar: imagine um mundo onde os animais batem ponto para trabalhar no zoológico? Ou vão tentar uma entrevista de emprego? :)

      1. Hahaha, isso não funcionaria! Embora goste e frequente barzinhos, sou (quase) sempre o primeiro a ir embora. Imagine o dono abandonando o barco antes dos clientes? :P

    1. no caso dos comentários, uma ajuda seria a utilização de um bom sistema de comentários, que automaticamente recompense os melhores (deixando em evidência) e puna os piores (escondendo)…o melhor sistema que conheço é o mais antigo (ou um dos mais antigos): o do Slashdot…não consigo entender por que esse sistema não é usado em muitos outros lugares…existe um sistema moderno criado pelo pessoal do Stackoverflow que supostamente seria ótimo (chamado Discourse) mas não conheço e acho que quase ninguém usa

      1. Se tem uma coisa que eu ando odiando é a quantidade de perfis fakes comentando por aí. Gizmodo anda sendo um reduto deles. Chega a irritar. :/

        1. Cara, como digo sempre, em partes é “mea culpa” minha pois eu incentivava um pouco a diversão. O problema é que a molecadinha confunde diversão com provocação. Deu no que deu. :(

        2. Não vejo problemas com pseudônimos, o que pega é que eles só fazem burburios, e não estão nem ai, o Giz caiu de nível e eles foram junto.

        3. Eu acessava e comentava no Giz todo dia. Achava a pegada muito boa, o Pedro e o Ghedin sempre buscando conteúdo nacional e reportagens interessantes. Os comentários, mesmo com as brincadeiras eram produtos e efetivamente agregavam ao conteúdo.

          Hoje, acesso uma vez por semana, duas no máximo e evito ler os comentários.

      2. tá faltando um adblock pra comentários. pq, na maioria das vezes, e mesmo sabendo q os comentários são lixo puro em determinados sites, eu vou lá lê-los… seria melhor q nem aparecessem.

          1. caramba, justo esse utilíssimo post eu não li… valeu pela dica! vou usá-lo imediatamente, pq os comentários fazem, de verdade, mal pra minha saúde.

          2. ghedin, só não bloqueou os comentários da “folha” e “g1” – q são podres -, mas no estadão parece q deu certo (ou ninguém comentou o q li). vou observar em outros sites.

          3. opa, vou testar. o ghostery acabou bloquendo mais coisas do q deveria :(

          4. é só o adblock mesmo. tentei colocar um código personalizado só com o trecho q gostaria de omitir e não deu muito certo… era pra tirar a área de comentários da folha. depois farei outros testes. se conseguir algo digo como foi.

          5. É que tou no Firefox, mas vou migrar para o Opera Chrominium logo. Mas que eu me lembre, é mais fácil do que parece:

            – Botão direito
            – Escolha o que o AdBlock vai bloquear
            – Selecione o cabeçalho da seção de comentários
            – Ajuste até desaparecer a seção (geralmente ela está em uma “DIV”.
            Pronto.

          6. pois é… fiz isso e não deu certo. nesse caso estava numa e não numa . talvez seja isso.

          7. O Ghostery é bem flexível: você pode colocar sites ou scripts/serviços em listas brancas. Acho a proposta mais legal que a do AdBlock e variantes — em vez de bloquear anúncios, bloqueia sistemas e scripts que violam a privacidade do usuário.

          8. vou ver com mais calma depois já q há esses ajustes finos por fazer :)

  23. Trazendo a discussão do grupo do MdU no Facebook pra cá. Fico extremamente triste de ver marcas como a LG ganhando US$0,012 de lucro por smartphone vendido. Meu Nexus 4 tem quase 3 anos (comprei quase junto com o lançamento), não vai ver a atualização pro Android M (embora esteja já no 5.1 Lollipop) e em termos de performance, sinceramente? Funciona perfeitamente bem, comparável com o Moto G 3a Geração. Vi o review do MKBHD do dito cujo e fiquei curioso pra ver como eles se comparavam em termos de benchmark (N4 x Moto G 3) e rodei o Geekbench. Surprise, surprise, os scores são extremamente parecidos (inclusive melhores em multicore performance).

    http://www.theverge.com/2015/8/13/9147211/android-price-wars-cost-of-cheap-smartphones

    1. Também tenho um Nexus 4 e não prenso em trocar tão cedo. Quer dizer, pensar eu até penso, mas não tenho necessidade hahaha.
      E realmente, a performance dele no 5.1 ainda é muito boa, apesar de uns probleminhas que eu tenho.
      Acho que ele aguentaria de boa uma atualização pro Android M… Se não sair oficialmente, eu provavelmente colocarei “por fora”.

    2. Diziam que o Nexus 4 não teria Lollipop e ele está aí firme e forte. Melhor esperar para você dizer que não receberá atualização.

      Passei a gostar muito da LG depois que comprei um smartphone da marca. Gosto do que eles fazem no Android e acredito que estão em um bom caminho comparado a outros grandes fabricantes.

    3. De facto, não sei aonde essa conta fecha, pois se o topo de linha tem lucro tão baixo, imagine os os low-end onde o preço tem que ser extremamente competitivo. Talvez isso explique as empresas sangrando dinheiro todo trimestre. Eu consigo entender empresas como a Lenovo e Xiomi com os preços agressivos para se estabelecer no mercado, mas as grandes indo no mesmo caminho, pelo visto as grandes de hoje serão os cádaveres de amanhã

      1. A Lenovo se encaixa entre as grandes, ainda mais agora que tem a Motorola Mobility (ou seja, um pé fincado no ocidente). As grandes vivem um dilema, porque elas mantêm os preços altos, mas acabam perdendo mercado para as menores, tipo essa leva de chinesas novatas (OnePlus, Meizu) e também as GRANDONAS de lá (Xiaomi [ainda que com capital de investimento], Huawei), que ainda (ainda!) não têm muita presença aqui. É, de fato, uma corrida rumo ao fundo do poço.

      2. A Lenovo se encaixa entre as grandes, ainda mais agora que tem a Motorola Mobility (ou seja, um pé fincado no ocidente). As grandes vivem um dilema, porque elas mantêm os preços altos, mas acabam perdendo mercado para as menores, tipo essa leva de chinesas novatas (OnePlus, Meizu) e também as GRANDONAS de lá (Xiaomi [ainda que com capital de investimento], Huawei), que ainda (ainda!) não têm muita presença aqui. É, de fato, uma corrida rumo ao fundo do poço.

        1. A única que continua indo bem das ocidentais é a Apple. E vamos lá a Lenovo já é terceira maior do mundo, e logo atrás tem a Huawei e LG, e a nova amada Xiaomi. O que mais me impressiona é que a Apple com um modelo consegue ter um marketshare imenso, mesmo perto das chinesas. Sei que não vai ser por muito tempo, mas é impressionante.

        1. Parece a Nintendo ou a Sony, estão à anos sangrando dinheiro, uma hora vão cair de vez!

          1. e tenho apreço por essas duas marcas q estiveram tão presentes na minha infância e adolescência. vai ser triste vê-las desaparecer…

          2. A Sony e a Microsft sangram dinheiro vendendo os consoles para que consigam ter um preço competitivo, e assim ganhem algum dinheiro com a venda de jogos e periféricos.

          3. A Nintendo não. Tanto é que no último ano até lucro ela teve. Ao contrário da Sony que não sabe o que é isso há muitos anos.

    4. Pois é. Já tem algum tempo penso que no futuro teremos umas 3 fabricantes de celulares. Nunca vi um mercado em que prejuízos sucessivos não quebrem empresas e gere concentração. A Nokia, Motorola e agora a HTC são as vítimas concretas e daqui a pouco acho que Sony e LG saem do mercado. Simplesmente um mercado em que Apple e Samsung são donas de todo o lucro e uma Motorola que vendeu muitos Motos E, G e X consegue só ficar no zero a zero e não ter prejuízo é uma coisa muito maluca.

      Se fosse para apostar em como esse mercado estará daqui a 5 anos, aposto que teremos Apple, Samsung e mais uma ou duas, provavelmente a Xiaomi e mais uma.

      1. A Motorola só tem prejuízos há anos. Por isso também o Google se livrou logo que pode. Li esse mês que a Xiaomi passou a Lenovo e já é a terceira maior fabricante.

      2. A Motorola só tem prejuízos há anos. Por isso também o Google se livrou logo que pode. Li esse mês que a Xiaomi passou a Lenovo e já é a terceira maior fabricante.

        1. Exato. Mas maior em número de vendas, não em lucro, que, no final é o que conta.

  24. Temos muito desenvolvedores aqui no MdU? Formei tem uns 6 meses e trabalho com C#, manutenção em alguns programas em Delphi e SQL (como quase todo programador). Alguém disposto a comentar um pouco sua visão sobre a área, a linguagem que trabalha, o que mais gosta em TI? É sempre bom ver a visão de outros desenvolvedores, principalmente mais experientes.

    1. Atualmente, tenho trabalhado muito com Rails e SQL, angular.js. E na minha empresa, acho que a área de TI em geral, permite muita experimentação, para os devs todos tem um salário base igual, tendo aumentos de acordo com o currículo que agrega a minha emprrsa, isso já fez com que não tenhamos discriminação por qualquer parte, além de eu ter implementado uma meritocracia radical nos salários e nas contratacoes, ainda que ainda as mulheres sejam uma incrível minioria, temos 4 mulheres trabalhando aqui como desenvolvedoras e engenheiras.
      Mas ainda sinto uma certa relutância com alguns devs com mulheres na equipe, mas estou trabalhando nisso. A área de TI é enorme e acho que é mais versátil e mais aberta a inovações, e espero que ela continue assim.

    2. Eu trabalho com desenvolvimento de sistemas embarcados, uso principalmente linguagem C. Uso Python e MATLAB para outras tarefas também (tipo analisar dados ou prototipar algum algoritmo) e alguns shell scripts para automatizar tarefas.

      O problema é que a minha área cai num limbo: pessoal da engenharia elétrica/eletrônica diz que embarcados é computação, pessoal da computação diz que embarcados é engenharia.

      Resultado? Salários não tão bons e profissão nem mesmo reconhecida por muita gente (se eu falar “trabalho com sistemas embarcados”, é bem capaz de ter gente pensando que eu trabalho embarcado em plataforma de petróleo).

      1. Penso que a área-base da informática e telecomunicações em um todo é a eletrônica. É e sempre será.

        E salvo engano, se é uma área de criação precisa, é engenharia, correto? Então mesmo se for computação – e existe engenharia da computação – é engenharia, é criação :)

      2. Mas não é tanto engenharia quanto computação, e o resultado dos dois, é o produto embarcado. Vejo muita rixa em relação as ferramentas, mas tudo muito tranquilo

    3. Trabalho a pouco mais de 2 anos como desenvolvedor PHP dando suporte e fazendo melhorias em alguns sistemas de uma Universidade. E como todo desenvolvedor, trabalho com SQL também.
      Infelizmente (ou felizmente? :P) não preciso trabalhar com front end (HTML, CSS, Javascript, etc), então meu foco é PHP mesmo.

        1. Cara, não posso dar uma reposta com certeza porque sou terceirizado, não trabalho nem alocado dentro da universidade, então não conheço tudo que é usado. Mas a princípio é um misto. Parte é open, parte é proprietário.

          Na real, essa universidade já teve um momento alguns anos atrás de usar “tudo” open source, mas é inviável.

          Pra ter uma idéia, laboratórios de informática costumam ter só linux. Computadores de funcionários é misto, acho que depende do gosto de cada um. O sistema principal de gerenciamento acadêmico é feito interno. Sistemas dos laboratórios de química é open (nisso que eu trabalho). GED é proprietário. E assim vai…

    4. Cara, o que posso dizer pra vc!?!?

      Vou contar minha experiência, aí vc vê se dá pra absorver algo.

      Estou envolvido nessa área de TI desde 1998, com um hiato de 2004 à 2009, quando fui fazer uma outra faculdade.
      O que mais me marcou nesse tempo foram as decepções. Não exatamente com a área, mas com o mercado.
      É difícil você encontrar equipes que trabalham buscando o ótimo. Normalmente o foco é no lucro imediato, ou talvez o foco imediato é o lucro. Tudo pra fechar venda.
      É a simplificação da eficiência em tempo.
      Óbvio que há excessões. E é bem provável que todos as outras profissões passem por algo semelhante.
      Mas isso é o que mais me desanima.

      Agora sobre perspectivas, escolhas e etc.
      A área é gigantesca, tem muita coisa que se pode focar.
      No meu caso chega a ser ingrato, eu quero ver tudo, saber de tudo.
      Não preciso dizer que é impossível. Então vc começa a fazer escolhas, e como toda escolha é também perder, isso gera só mais um ponto de frustração.

      Mas nem tudo é tristeza nesse mundo.
      Uma das coisas que me anima é, paradoxalmente, é esse mundo de coisas.
      Você sempre tem coisa nova pra ver, coisas legais. Hoje vc pode estar trabalhando com A, partir pra B amanhã e depois morrer em Y.

      Ver seu trabalho materializado, virtualmente (?!?!?), em páginas, sistemas, apps é demais. É provavelmente o que mais me deixa empolgado.
      Quando você pega uma ideia e depois pode vê-la acontencendo na tela do celular, é uma sensação muito boa.

      A posição de vanguarda que as empresas dessa área ocupam hoje em dia. As novidades de gestão, comportamento, cultura, normalmente nascem nas empresas de tecnologia. Home office, horário flexível, entre outros.

      No final, minha luta hoje em dia é não deixar que minhas frustrações apaguem a parte que me deixa feliz. O dia que não conseguir fazer isso, vou vender coco na praia.

      1. É algo que eu já discuti muito com meu chefe. pra ele parar de fazer negócio furado. Se ver que o cliente é duvidoso então nem topa. É melhor manter a qualidade e cobrar um bom preço do que ficar esquentando a cabeça.

        1. Quando alguma empresa procura a minha, eu dou uma pesquisada neles, e já deixo claro o que será feito, e se no meio do caminho o guri quiser algo a mais, deixo claro que vai ser cobrado e não tem como dar um “jeitinho”. Cansei de ficar ouvindo gente querendo alguma coisa a mais na entrega do produto, e ainda ficar bravo porque vai demorar mais.

      2. To lendo o livro O Programador Apaixonado do Chad Fowler, e ele dá várias dicas de como agir e tomar decisões na nossa área. Ele tem me aberto os olhos pra muita coisa. É bom ver que não sou o único que passa por um certo desanimo com a área, já pensei em fazer outro curso, mas eu realmente gosto de TI, ai fica sempre aquela dúvida.

      3. Sua frustração com o mercado, é de facto algo corriqueiro em empresas de software, onde as equipes não criam algo próprio, e não acreditam no produto que estão criando, hoje em dia, eu uso a mesma política do Google dos 20% para projetos pessoais, e, se o projeto tiver cabimento com a empresa, o dev pode tocar o projeto em tempo integral. Mas por alguns anos eu também forcei todos a fazer a penas para ganhar dinheiro, mas depois de algum tempo, o rendimento caiu tanto que mudei radicalmente a proposta. E tem dado certo.

        Mas espero que tudo dê certo ai!

    5. Eu passei muito tempo, 5 anos, em uma empresa trabalhando com plataforma Oracle. É um tipo de tecnologia focada em grandes negócios, trabalhava fazendo um sistema previdenciário para bancos.

      Nesse tempo adquiri bastante conhecimento em SQL que é a grande questão desse tipo de sistema, afinal não basta apenas retornar os dados corretos mas em tempo hábil também. Entretanto, percebi que como desenvolvedor não queria continuar fazendo esse tipo de tarefa para sempre.

      Por isso, comecei um mestrado em inteligência artificial para tentar encontrar alguma coisa como cientistas de dados e/ou usar esse conhecimento dentro dos sistemas mesmo. Estou para terminar, mas ainda não consegui aplicar esse conhecimento fora da academia.

      Recentemente, eu entrei em uma startup trabalhando como desenvolvedor full (stack: back-end e front-end). Faz muito pouco tempo, então não formei opinião, mas é bem interessante mexer com vários tipos de tecnologia ao mesmo tempo. Estou mexendo com PHP e tecnologias de front-end.

      Além da diferença prática do que se faz, tem a questão da dinâmica: consultorias e sistemas corporativos são mais formais, com menos enfoque em programação e mais em outros competências como gestão por exemplo. Startup é mais construir coisas e ter novas ideias, estou em uma incubadora e todo o clima é mais de explorar novas tecnologias e tals.

    6. Eu desenvolvedor desde pequenininho, já programei em quase tudo, hoje foco em sistemas PHP e entrando em mobile. Com 1 aplicativo de sucesso na praça :)

    1. estou tentando ser deps de bater a casa dos 115kg e com casamento marcado pra daqui 57 dias..
      eh emergencial, mas pretendo estender esse lifestyle pra deps do casório tbm.. dona maria ta me apoiando e segundo ela, vai entrar na onda tbm! kkkkk

    2. Eu tento, mas falta vontade e tempo. Emagreci bastante depois que bati 120KG mas parei nos 105KG e tento sair, mas a vida corre muito e falta tempo para eu correr rs.

    3. Eu saí dos 100 kg que eu estava no começo do ano e atualmente estou com 82 kg. Foi basicamente cortar algumas coisas que eu comia (principalmente doces e carnes gordas) e quando sobra tempo faço alguma atividade física (nem que seja caminhar 1 hora).

    4. Sou até demais, hehe. Corro, nado, pedalo com uma certa intensidade e faço musculação também. Mas não controlo alimentação nem álcool em contrapartida…

      1. Justo. Gosto para caralho de comer, quero ser fitness sem abrir mão disso.

        1. Já eu tenho que fazer musculação pra ter fome e consequentemente ganhar peso. Senão fico no almoço, jantar e café o dia todo de boa.

        2. Já eu tenho que fazer musculação pra ter fome e consequentemente ganhar peso. Senão fico no almoço, jantar e café o dia todo de boa.

          1. Uma boa também, menos gastos $.
            Quando era moleque eu era assim, mas aí fui me aventurando e ganhei brindes adiposos.

          2. Um baita gasto. Tenho 1,80m e pra conseguir chegar aos 76kg, minha dieta, mesmo balanceada, transformaria muita gente em obeso mórbido.

    5. Eu não muito por: grana. Porem, o que da pra fazer sem grana eu tento fazer, por exemplo, correr, mas ainda quero comprar uma bike e academia um dia, fora uma alimentação melhor, o que não acho muito dificil -fora cortar o alcool, isso jamais-…

    6. Um pouco rs.
      Acho que temos que cuidar da saúde, mas sem exagero.
      Eu como relativamente bem (saudável), principalmente durante a semana. Às vezes escorrego naquela feijoada de quarta feira. Fim de semana eu não quero nem saber. Se tiver que comer eu como e se tiver que beber é só me chamar :D
      Faço musculação e corro. Comecei a correr esse ano e tudo a partir de uma brincadeira com amigos para correr a São Silvestre em dezembro. Um desafiando o outro. A coisa ficou séria e estou “treinando”.

    7. Eu tento. Como moro sozinho, a parte da alimentação é complicada, mas evito almoçar fora e não compro besteira (essa dica é de ouro: não quer comer porcaria? Não tenha porcaria). Em paralelo, faço sessões de pilates e corro, e quando o povo anima, jogo uma pelada.

    8. estou me condicionando a pedalar 3hrs durante a semana. com o tempo pretendo aumentar.
      mas evito comer besteiras, carnes gordurosas, frituras, sucos não naturais…
      estava com 76Kg, mas acho que ganhei um pouco de barriga nesse mês de férias… =P

    9. Sou magro desde que me entendo por gente, mas não sou “fitness”. Por preguiça e falta de tempo, pra ser sincero. Até saio pra correr todos os dias, mas é mais pra deixar o stress de lado do que pra qualquer outra coisa.

      Meu maior problema sempre foi a alimentação. Latas e mais latas de RedBull (cerca de 12 por dia), whisky, café e suco de limão. Meu almoço se resume a carne e arroz com feijão.

  25. Acho que já perguntei isso em outro post livre, mas como não tenho certeza: quais sites (ou youtubers) são referência no mundo Android? Procuro não por notícia, mas análise de apps e features.

    No mundo iOS/MacOS, havia vários blogueiros independentes muito bons, com destaque pro Federico Viticci. No mundo Windows, tem o Paul Thurrot (aliás, também aceito recomendação para universo Windows). Ainda não encontrei equivalência no android.

    1. posso me auto-indicar?!
      acompanha o Youtube.com/NuvensGerais q to tentando fazer uma coisinha legal, junto com um amigo! =D

    2. Android Authority, Android Central, Android Police, Android Life, AndroidPIT. Tem muitos nesse estilo. Windows tem o Tom Warren do The Verge.

      1. Eu tenho um pé atrás com sites dedicados, que falam só de uma plataforma. A tendência de fazerem vista grossa para problemas existe — algo que se repete nos blogueiros americanos que só falam de Apple. Acompanho uns desses aí pelo Twitter, mas pelo hard news, não pelas análises…

        1. Eu tenho pé atrás com a maioria dos que eu citei, principalmente o Android Police e o Tom Warren. O único que acho mais lúcido mesmo nas análises é o Android Authority.

        2. Tem um blog famoso da apple no Brasil por exemplo, que não abriu o bico para falar sobre os problemas (sérios) de segurança que a Apple andou tendo.. se você vive no mundo apenas deles, você não saberia e não iria se cuidar muito.

      2. Esses do Android não são o que tinha em mente. Acho que me expressei mal. Procuro mais uma “blogosfera” android, mais focada em compartilhamento de experiências.

        Literalmente estava procurando os Daring Fireball, MacStories e similares das outras plataformas, com toda aquela troca de hyperlinks etc.

    3. O melhor reviewer na minha opinião = MKBHD, no youtube.
      Expecificamente sobre android eu acompanho alguns, mas minha dica é: acompanhe um punhado, desde android, ios e WP.
      Isso te ajuda a ter sua opinião.

    4. O melhor reviewer na minha opinião = MKBHD, no youtube.
      Expecificamente sobre android eu acompanho alguns, mas minha dica é: acompanhe um punhado, desde android, ios e WP.
      Isso te ajuda a ter sua opinião.

    5. Sinto uma falta tremenda disso. Praticamente só existem podcasts sobre Apple.

  26. E aí, galera, tudo bem?
    O que vocês andam lendo ultimamente?
    Da minha parte, estou lendo um mangá chamado Memories of Emanon, uma espécie de ficção onde uma garota possui as memórias de todos os seus antepassados – desde o surgimento da vida na terra. As ilustrações são lindíssimas e os diálogos, muito bem trabalhados. Uma página que achei bem impactante:

    1. Só a tese de doutorado do meu orientador de iniciação científica. Bem boa, por sinal.

      Nas férias, voltei a ler a trilogia MIllennium. Falta agora o livro 3. Não sei se darei chance para o livro 4, que é póstumo.

          1. Vi o filme (americano) e achei bem legal, mas aí o autor morreu e vão continuar a série e…? Meio arriscado investir tanto tempo num livro que não sabemos como terminará. (O cara escreveu só três, salvo engano, e a ideia dele era publicar uns oito.)

          2. o filme americano, sou obrigado a dizer, é bem melhor q o sueco, não?

          3. não assisti. hahaha. tenho pavor dessas versoes de hollywood (sindrome de underground hahahah).
            não assisti as versões americanas de Oldboy e o Chamado…
            tambem não assisti as refilmagens de Lolita ou O Enigma de Outro Mundo.
            tudo bem com alguns, pois as vezes o filme é fraco e o remake é bem vindo. estava torcendo para esse Quarteto fantástico dar certo.

          4. Assista esse. Não vi o sueco, mas o americano é bem bom. E concordo contigo: remakes americanos costumam perder a essência que torna o original… original (num outro sentido, se é que me entende). O caso mais emblemático para mim é o do espanhol [REC]. (Mas confesso que tenho curiosidade de ver o Oldboy americano porque achei o sul-coreano [não me apedrejem] bem chato.)

          5. “lolita” eu vi o do kubrick e foi muito bom (não à toa é um clássico). “oldboy” e “o chamado” não vi tb e não sei se vá ver… já a versão americana do filme em questão é muito boa mesmo e confiável, pode assistir. tem um q eu vi “deixe ela entrar”, q é sueco tb e é muito bom. fizeram uma versão americana, mas como o sueco foi muito bom, nem precisei ver. sobre o “quarteto”… vi umas manchetes dizendo q o filme era muito ruim, mas agora não tenho muita certeza… estou um pouco cansado desses filmes de super herói na verdade… além de seguirem o clássico mito do herói eles ficaram infantilizados demais. tem o “demolidor”, q é seriado e não filme… é bem violento (extremamente violento), mas mesmo assim tem os mesmo dilemas juvenis de sempre. sem falar no fato de q todos esses filmes engendram o justiceiro e torturador como herói… é bom e velho charles bronson em ação.

          6. o Enigma de Outro Mundo do John Carpenter é muito bom (e é uma refilmagem)…o filme recente sobre o mesmo assunto é um “prequel”, e é muito bom também, mas para quem conhece o filme do Carpenter o impacto é zero, é só mais do mesmo

          7. O final não é importante… Kafka deixou seu “O castelo” incompleto e vale cada linha, mesmo q a última seja interrompida bruscamente. A série “The Sopranos”, q o diga!

    2. Bem legal, precisar ler algum manga na vida: por onde recomenda começar?

      O último de ficção que li e gostei muito foi Aleph do Borges: é complexo e absorvi 20% do conteúdo, mas mesmo assim é um espetáculo. Adoro com ele aborda o tema do infinito constantemente.

      Aliás vou colocar o Skoob por aqui, se alguém quiser adicionar: https://www.skoob.com.br/usuario/326607

      1. Vai depender do seu gosto, tem mangás de todos os estilos. Eu recomendo Vagabond, Berserk, Fullmetal Alchemist, Feng Shen Ji, esses são de ação/aventura. Se quiser algo de comédia pode procurar por Gintama ou One Punch Man. Só não to lembrando de nada muito “cabeça” se for mais o seu estilo.

      2. Gabriel, recomendo começar por mangás mais curtos, para você ir sentindo o clima e depois poder se aprofundar mais. ALguns títulos de referência: Memories of Emanon (acima), Solanin (tem a versão física no Brasil), All you need is Kill (2 volumes e de ação), The Music of Marie, Lúcifer e o MArtelo (um clima mais jovial e brinca com o gênero de mangá de batalha), Hotel (oneshot), Planetes (está saindo no Brasil) e por aí vai.

        Mais longos: Monster (18 volumes, já publicado no Brasil), 20th Centhury Boys, Pluto, Slam Dunk (essencial mangá de Basket, Hikaru no Go, Oyasumi PunPun, Vinland Saga…

        Dá uma conferida aqui que a maioria é ouro: http://aoquadra.do/recomendacoes/

        É claro que depende muito que tipo de obra você queira.

        1. All you need is Kill
          esse aí, pelo que li, é a base para o filme Edge of Tomorrow, muito bom o filme

          hoje não leio mais quadrinhos, mas eu lia o Lobo Solitário, quando saiu no Brasil na época pré-internet…

          1. Só um adendo: as histórias do mangá e do filme são completamente diferentes. Só a ideia central é que é a mesma.

          2. isso aí me lembra outra coisa: Demolidor e Zatoichi…eu assisti um monte de espisódios de Zatoichi, o espadachim cego (!!!)

            não sei qual personagem foi criado antes, mas Zatoichi é basicamente o Demolidor na época dos samurais…

      3. Se quiser um “clássico popular”, não sei se já leu, mas sugiro “Death Note”. Também já faz um bom tempo que não leio mangás (vendi boa parte da minha antiga coleção). Sem grana e sem condições.

        A propósito, “Death Note” recomendo acompanhar a franquia em um todo, seja o mangá, a série animada (no Crackle, de graça) e a série dramatizada (no Crunchyroll). Pela história conflitante e nos tempos atuais, vale muito acompanhar a história do cara que quer mudar o mundo com um caderno na mão :)

        Costumo acompanhar o http://www.jbox.com.br para ver alguma novidade ou como anda o mercado. Sugiro dar uma olhada por lá também :)

    3. Emanon tem problema de continuidade e ter acesso às histórias traduzidas. O que tem disponível vale a pena mas tem que conviver com não poder ler tudo.
      Ao invés disso queria é que o autor completasse Wandering Island.

      1. Acho que podemos considerar o primeiro como uma história “fechada”. Mas o pessoal tem traduzido Wandering Emanon até que regularmente.

        Qual é a história de Wandering Island?

        1. Ué? Tem mais capítulos de Emanon do que eu sabia, e eu conhecia “Wandering” por “Sasurai”.
          Esse da ilha… só vi um volume, a mulher entrega coisas com um hidroavião, e tem uma tal de Ilha lendária, que juram que existe mas ninguém nunca viu, aquele tipo de história.

          Já que estamos aqui aproveito para recomendar mais os mangás da Kaoru Mori. A arte dela é fantástica, vale muito a pena ver os detalhes culturais dos locais da história.

          1. Sobre a série Emma (romance na Londres Vitoriana):
            Primeira temporada do anime = Volumes 1-2 do mangá.
            O anime é melhor, porque acrescenta bom conteúdo, desenvolve melhor a situação.
            Segunda temporada do anime = Volumes 3-7 do anime.
            Aqui a adaptação é mais livre, no começo aproveitaram apenas algumas coisas do mangá em um contexto um pouco diferente, e na minha opinião a qualidade nesses momentos caiu por causa disso. É uma reinterpretação da história. Tem pontos positivos e negativos, fica de cada um qual preferir, eu não gostei tanto do anime mas aprecio o anime bastante a tentativa de retratar a “polêmica” da história sob outra ótica, bem pertinente.
            Os volumes 8-10 do mangá são histórias extras. E talvez sejam a melhor parte…
            É muito bom ver a arte toda detalhada dessa autora desde o início, parece que ela pesquisou de verdade sobre a época, todos os detalhes estão lá, incluindo produtos e marcas. Pena que o livro guia da época não tem tradução.

            Shirley… volume único.
            Esse pode pular porque na metade do volume a autora deixou de lado a história principal. Vai entender.

            Anything and Something são histórias soltas e esse é o mais recente então está com a arte super turbinada coisa linda de morrer. Aliais essa arte dela causou problemas na série seguinte, porque dá muito trabalho fazer alguns capítulos tanto que teve um arco que parece que ela faz para poder descansar um pouco. Série essa chamada Otoyomegatari, que é uma história meio solta que vai pulando de casal para casal. O casal principal é um garoto de 12 anos e a noiva tem uns 20. Ele é ambientado no Uzbequistão, e passa pelo Quirguistão, Turcomenistão, e já chegou no Irã.
            Aqui a qualidade varia, porque como a história vai indo e voltando e se movendo, alguns casais são mais interessantes do que outros. É uma história mais descompromissada, o melhor pra mim é ver as artes artesanais, seja entalhe, bordado, comidas…

          2. “O casal principal é um garoto de 12 anos e a noiva tem uns 20. ”
            Eita! Apesar de que isso deve ser normal por lá.

    4. Isso parece bem legal, mas me interessaria mais se fosse em prosa, não em quadrinhos.

      No momento estou lendo O Diário de Anne Frank.

        1. Acho que não. Tem algumas coisas que li e que gosto, como Cavaleiro das Trevas, e tenho Dragon Ball completo (aquela primeira versão da Conrad; alguém quer comprar?), mas nunca tive muito ânimo de ir atrás e, pelo menos esses de heróis mais mainstream, acho meio bobos. Talvez se lesse algo mais ARTSY pudesse gostar, mas tem tanta coisa para ler, assistir e ouvir antes…

    5. Se você gosta de mangá, recomendo Cage of Eden, que é uma puta história. To acompanhando um webtoon chamado DICE: The cube that changes everything, para quem não conhece, webtoon são geralmente mangás koreanos e coloridos.

    6. Comprei ontem à noite, Mao: a História Desconhecida, espero que me ajuda a conhecer um pouco mais da história recente chinesa.

    7. Ando lendo o “Deuses Americanos” do Neil Gaiman. É o segundo livro dele que leio, o primeiro foi uma ótima fábula chamada “O Oceano no Fim do Caminho”.

      Para quem gosta de economia/política, recomendo “Saga Brasileira”, da Miriam Leitão, “Código da Vida” do Saulo Ramos.

      E um livro que mudou minha percepção da África: “Ébano” do Ryszard Kapuscinski. Incrível como um livro mudou meu conceito sobre um continente.

    8. Leio muita coisa ao mesmo tempo, mas uma q está sendo foda, muito foda mesmo, é “K. Relato de uma busca”, do Bernardo Kucinski (sobre as merdas da ditadura brasileira). Tb leio uns capítulos do “A informação”, do James Gleick, por conta de uma conversa q tive aqui no MdU. Tb leio o “Vida e destino”, do Vassili Grossman (sobre as merdas da União Soviética), mas bem lentamente, pq esse livro é enorme. Ambos em versão digital. Agora vou ter q ler alguns textos de Freud e Adorno (todos impressos apesar do Freud ter digital, como tenho desconto na editora, tava bem mais barato), por conta de umas aulas q estou fazendo… E para um pesquisa q quero fazer leio o “O suicídio e sua prevenção”, do José Manoel Bertolote (impresso e mais algum material em pdf sobre o tema suicídio). De quadrinhos leio o “Do inferno”, do Alan Moore e um livro sobre o “A hora da aventura”, q é uma aminação do Cartoon q é do caralho, o livro trata da produção do animação: “Adventure Time: The Art of Ooo”, do Chris McDonnell. Os dois impressos.

      Aproveitei pra baixar, já q é de graça, muitos documentos nacionais, como a Constituição Federal, o ECA (estou lendo esse e é assombroso a omissão das nossas autoridades e nossa em relação as crianças e adolescentes), o Marco Civil da Internet e outros… Recomendo muito a leitura da Constituição, pq é o nosso manual do usuário geral – e, claro, é outra fonte de espanto, pq fazem e fazemos quase tudo ao contrário. Baixei no Google Play Books.

      Achei esse mangá muito bom, mas a lista tá grande demais pra encaixar outra leitura…

        1. tem um bom material q li sobre esse desenho há algum tempo aqui: http://theholenearthecenteroftheworld.com/. o livro é bom sim, cara. um pouco caro, mas é bom. comprei na amazon.com mesmo. tinha na livraria cultura, mas agora o dólar está ainda mais caro, então talvez valha a pena comprar aqui no brasil agora… já guardei esse texto q vc recomendo. o desenho é realmente muito bom e muito cheio de referências.

  27. Assisti recentemente o documentário That Sugar Film e agora to boladaço com o nível de açúcar que consumimos por dia sem perceber

    1. Não achei no netflix :(
      Vi aquele Sugar vs Fat, mas é muito ruim cientificamente.

    2. Um documentário que acho muito bom sobre alimentação é o “Food Inc.”. Além das palestras do TED sobre alimentos.

  28. Não é exatamente de praxe, mas gosto de tentar (sempre que lembro e dá, claro) trazer uma música legal aqui pra engatar o final de semana :P a da vez será I’ll follow you into the dark! Talvez alguns já conheçam, mas essa é um cover bem legal e mais “suave” por assim dizer. Espero que gostem, um bom dia e bom final de semana pra todos =D

    https://www.youtube.com/watch?v=uXxTRnxmY-c

    1. Que arretado, curti muito.

      Pelo nome pensei que era daqui, brasileira, e não é :o

      Sensacional.

    2. valeu por deixar a sexta mais legal, Rodrigo! =D

    3. de quebra recomendo o cd Transatlanticism do Death Cab, um cd que, como eu posso classificar… choravel(?)

        1. na mesma onda recomendo “warpaint” e “ladytron”. são excelentes.

      1. Lisa é sensacional!!

        Ela é a voz feminina dos cds do Damien Rice :D

        Linda!

    4. Uma das grandes graças do youtube é descobrir covers legais.

  29. Vou antecipar outra coisa legal aqui. (Semana passada, aos que não se lembram, falei da minha participação no Curitiba Social Media, que será não nesse, no próximo sábado!)

    Ontem gravei uma entrevista a uma rádio universitária de Maringá. Falei sobre tecnologia, sobre o Manual e como toco esse barco. Eu gostei das respostas e a entrevista irá ao ar segunda-feira à noite. A quem quiser ouvir, peço que fique de olho no Twitter (avisarei lá): http://twitter.com/ghedin

  30. E os galaxys novos? Mais do mesmo ou teve algum recurso que gostaram?

    1. Particularmente achei os melhores celulares do ano até agora em termos de specs. Se tiver um Nexus com essas mesmas especificações, esse será meu próximo celular certamente. Poucas coisas realmente novas foram adicionadas, mas sendo extremamente sincero, não tô conseguindo ver um caminho muito melhor pro futuro dos smartphones não. Qual a opinião de vocês?

        1. Isso que me faz ter fé que vai ter algum nesse nível :P

      1. Achei estranho lançarem a linha note com versão do Android desatualizada (pelo que vi era ainda Android 5.1).

        E diminuírem a bateria é complicado, vide a péssima autonomia do S6.

        A Samsung está brincando com fogo. Eles mesmos falavam mal das vendas do S5 e o S6 vendeu ainda menos. Logo, eles terem removido as coisas boas em troca de vidro é uma aposta muito arriscada.

        1. cara, não foi tão fácil atualizar o bootloader não, infelizmente. consegui, mas tive q usar terminal, digitar uns comandos e tal… deu certo, finalmente!

          1. Nossa. Pensei que seria mais fácil. Resolveu o problema na tela?

    2. Achei bem legal o lance de fazer anotações no Note 5, com a S Pen, mesmo com a tela desligada. Fora isso, é mais uma iteração/atualização, o que era esperado e bem-vindo.

      1. Isso e a capinha com teclado também foi algo interessante para pegar o restante que ainda usa BlackBerry, usuários mais velhos e quem prefere usar teclado para digitar.

      2. eu adoraria ter um Note, por causa da canetinha, mas não aos preços da Samsung…no início do ano eu comprei aquele baratinho da LG com canetinha, só por causa da canetinha (embora nem usasse muito), mas os amigos do alheio me levaram o bichinho, e como dinheiro não dá em árvore, só vou mudar de aparelho no ano que vem (por enquanto vou ficando com meu Xperia Mini, que adoro)

    3. Eu vi mais do mesmo, e a chance de comprar o Note4 por 1.2K

  31. Hoje a FOX Sports passará a mesma partida de futebol nos canais 1 e 2 (Bayern de Munique x Hamburgo) e deixará de passar o campeonato inglês, cujo os direitos de transmissão são os mais caros e o público maior em qualquer região do mundo.

    :(
    Bom dia

      1. Então… é jogo da semana passada :P

        Gosto muito da concorrência porque tiraram SporTV e ESPN da zona de conforto (financeiramente), mas ao mesmo tempo é uma concorrência amadora para lidar com o público. C’est la vie?

    1. Eu queria é ter uma tv a cabo pra voltar a acompanhar futebol gringo etc, ainda mais pois sites tipo o Esporte Interativo na internet não cobrem os campeonatos dos paises etc :/