Post livre #23

Este é um post que não é um post e serve só para abrir o espaço para comentários. É ali que a coisa começa: você propõe um assunto (e nem precisa ser sobre tecnologia) e comenta os tópicos dos outros leitores, e aí passamos o fim de semana conversando nos comentários. Legal, né? Então vamos lá!

229 comentários

  1. Como não sou cartunista, vou jogar uma coisa que pensei em uma piada tipo stand-up (e sim, sei que piadistas de stand-up´são horríveis):

    Imaginem se o Ibama e a Justiça Trabalhista fossem à Rovio pois alguns passarinhos muito raivosos mandaram alguns processos sobre abuso de animais e excesso de trabalho com baixa remuneração? :p

    Piada baseada na seguinte tirinha: https://sites.google.com/site/lucsdf/reclamacao.jpg

    1. Foi ruim nível Rafinha/Gentili.
      Ainda bem, para não te deixar com esperanças de seguir esse rumo (Y)

        1. Ele é um excelente repórter, e se ele fosse menos “cínico” e “estúpido”, ele seria um excelente humorista e entrevistador. O trabalho dele no “A Liga” é bom, e o “Oito Minutos” é bem leve. Não entendo ele tomar essa linha…

          1. Sempre gostei do jeito ” foda se quem eu vou ofender” mas, Danilo Gentili… Analfabeto

          2. O problema do Rafinha é esse mesmo. Ligar o f**a-se e ignorar questões morais e sociais muitas vezes resulta em problemas. O interessante é que ele é bom em conversar e jogar boas perguntas para tentar trazer respostas boas também.

            Não discordo que muitas vezes o melhor é extravasar. Só que saber extravasar é o segredo. E saber ser hipócrita também faz parte. Eu acharia muito melhor o rafinha ter sido um pouco hipócrita e pedido desculpas no caso da piada que desbancou ele, do que ele ficar brigando pela sinceridade.

            Em tempos de individualismo vs. coletivo, de atitudes anti-acho-aquilo-errado, Rafinha e muitos outros pecam nisso, de usar o humor para corroer ainda mais a situação.

            Danilo Gentili é meio p***a-loca demais. Gostou de ter a persona pública de “carinha do fundão” e ganhou mercado com isso. Nem o acompanho. Rafinha Bastos, as vezes quando me dá na telha, acompanho o Oito Minutos e só.

          3. Ah cara, depois daquele programa com o Alexandre Frota, não desce mais.

          1. Se está falando de tentar ajudar o Ghedin com o MdU, se ele me permitir, vou tentar tirar uma conclusão para ajudar vocês dois (ele já mencionou sobre isso em um dos comentários – dá uma olhada no perfil Disqus dele).

            Ele é meio que “faz tudo”, e ainda estuda na faculdade. No que ele mencionou em um comentário, já tinha entrado em contato com alguns, mas não falou com todos pois estava sem tempo. Espere só mais um pouco.

            Lembre-se que se for o caso do voluntariado, é bom ter essa paciência e deixar as coisas rolarem, isso deixa espaço aberto para surgir outras oportunidades para você.

            Se for outro caso e relativo a algum contato com o Ghedin, volte ao parágrafo 2 :p :) ;)

          2. Pode parecer desculpa bobinha de idiota arrependido do comentário idiota( esse foi muito, diga se de passagem) e acho que ninguém vai acreditar, mas não fui eu quem comentou, além disso, nem no comentário do Blu, e alguns canais que sigo no YouTube. Peço desculpas a infantilidade do comentário, da linguagem e pela desculpa rala quase não acreditavel. Desculpem .

            Detalhe : Não foi hack, foi engano.

          3. Vixe Ghedin, li no dia , achei super bacana, tava desencando, tranquilo. Vingança de primo. Até no post do Blu comentaram no meu nome.

          4. Então e pra mandar algo pronto para ver quem entra, certo? Na newsletter não consegui entender isso de forma clara

  2. Acabei de ver uns highlights do CBLOL na RedeTV (!). Entendi absolutamente nada que acontecia.

    1. um dia rolou uma conversa de lol de uns amigos meus que estavam comigo e olha: eu fiquei perdido tambem AHAHAHAHA

      1. Cara, não conseguia nem identificar quem era de cada time, o que era controlável ou não.
        Parabéns para galera que narra, tem olho clínico.

      2. Cara, não conseguia nem identificar quem era de cada time, o que era controlável ou não.
        Parabéns para galera que narra, tem olho clínico.

    2. Olha, me vi assistindo algumas partidas do The Internacional e não entendi nada também.

      1. É Dota 2? Pesquisei aqui mas apareceu coisas diversas. Se sim, fiquei sabendo que o campeão já recebe mais dinheiro que o vencedor da libertadores.

      2. É Dota 2? Pesquisei aqui mas apareceu coisas diversas. Se sim, fiquei sabendo que o campeão já recebe mais dinheiro que o vencedor da libertadores.

        1. Eu vi que o dinheiro é arrecadado pela comunidade, foram 17 milhões de dólares esse ano, e eles arrecadam com micro-transações no jogo mesmo.

  3. Acabei de ver uns highlights do CBLOL na RedeTV (!). Entendi absolutamente nada que acontecia.

    1. Por mais que eu ache interessante, meio que pensei: agora eu posso ter um Windows Phone para ter apps iguais do Android e iOS. Mas por quê eu simplesmente não compraria um Android ou iOS para isso mesmo?

      1. Depende muito, existem particularidades em ambas as plataformas que agradam uns e outros. Eu gostaria de ter um celular com a câmera e fluidez de um Lumia e opção de usar apps tanto do Android quanto do iOS (claro, se essa conversão dos aplicativos realmente pegar).

        1. Faz tempo que não uso Windows Phone, mas de longe está parecendo bem pouco atrativo para mim.

          Eu comprei um Windows Phone 7.x na época pelo design diferenciado dos aplicativos, principalmene na esperança que o Modern fosse seguido pelos desenvolvedores. Além disso, tinha o desempenho que era um problemão no Android da época.

          Agora, o design acabará ficando similar ao dos concorrentes e será inconsistente se essa conversão der certo. Ou seja, pior do que no Android e iOS. O desempenho é um problema no Android, mas bem menor, um bom mid-end já é bom nesse aspecto.

          Para quem vive no mundo Microsoft pode ser interessante, mas a Microsoft também está trabalhando bem com iOS e Android….talvez uma integração muito boa com o Windows desktop pode ser legal. Fora isso, só vejo um frankstein sem nada muito especial.

  4. -= PELE =-

    Galera como vcs cuidam da pele do rosto?
    Usam filtro solar todo dia?
    Alguma dica de produtos ou métodos que ajudam a melhorar a pele eliminando a acne e manchas?

    1. Cara, é um hábito que não consigo criar. E deveria, porque moro em Brasília e aqui o sol é fodido e a umidade do ar chega a 8%.

      Cheguei a usar por um mês sem pausas quando tirei a barba na cera (sim). Rejuvenesci massa.

      1. Eu faço a barba na cera de 2 em 2 meses aí até ajuda.

        Mas no normal, com a barba de 4 dias já não dá vontade de passar nada no rosto.

        1. Tem isso também. Gosto da barba grande, mas fica uma bosta aplicar qualquer coisa.

    2. Estou criando o hábito do protetor e tem feito bem. Uso um que não possui óleo mas que, em compensação, não tem proteção contra água e suor. Por isso, necessita de reaplicações após contato com essas substâncias.

      Sobre eliminar manchas e acnes: vá a um dermatologista. Sério. Ele é o único que vai te passar o produto certo(ou o mais certo possível, pois a variedade é ampla mas nem sempre há disponibilidade de tudo nas farmácias) pra resolver seu problema. Vale a pena respirar tranquilo por saber que esse órgão – que, por acaso, é o maior do corpo – vai bem.

    3. Estou criando o hábito do protetor e tem feito bem. Uso um que não possui óleo mas que, em compensação, não tem proteção contra água e suor. Por isso, necessita de reaplicações após contato com essas substâncias.

      Sobre eliminar manchas e acnes: vá a um dermatologista. Sério. Ele é o único que vai te passar o produto certo(ou o mais certo possível, pois a variedade é ampla mas nem sempre há disponibilidade de tudo nas farmácias) pra resolver seu problema. Vale a pena respirar tranquilo por saber que esse órgão – que, por acaso, é o maior do corpo – vai bem.

  5. Pessoal, alguém aí tem experiências recentes com a assistência técnica da Motorola? tô com meu Moto G lá há uma semana.

    1. O Moto X da minha irmã acabou de voltar. Tinha vindo com problema para carregar (meio que não carregava, ou dava a informação de carga da bateria errada, algo assim). Deram um prazo entre 15 e 30 dias, chegou hoje, 17 dias depois do envio. Segundo consta, trocaram a placa lógica do celular. Parece que foi tudo dentro do esperado.

      1. Eu levei direto na assistência no Rio. Ainda não deram nenhuma notícia, mas, posto aqui em um próximo post livre a resolução.

    2. Não sobre a assistência propriamente dita, mas um desabafo. A porcaria do conserto da tela do meu Moto X custa 700 reais

      1. Olha o meu moto g ta com a tela quebrada (porem é só o vidro, mas parou de exibir as imagens só ficam umas luzes etc) e eu ja comprei a tela no mercado livre + ferramentas + cola etc, ACHO que vou arriscar trocar eu mesmo, ta valendo mais a pena que pagar alguem pra isso.

      2. Se quebrou o LCD é bem caro mesmo, se foi só o Vidro, estão cobrando muito.

  6. Aproveitando o gancho da Academia, essa semana aconteceu algo muito legal nesse meio: uma equipe multi-disciplinar da EACH ganhou a Imagine Cup! Difícil imaginar um projeto como esse nos silos que costumamos nos encaixar, no caso da Academia, cada um em sua própria área.

    A USP Leste tem uma proposta multi-disciplinar, todos os alunos fazem matérias em conjunto com os vários cursos da faculdade (Sistemas de Informação, Marketing, Moda, Gestão de Políticas Públicas, etc…). Ou seja, em uma sala tem alunos de vários cursos e aprendemos matérias meio genéricas sobre Ciência. Estatística e Direitos Humanos por exemplo.

    Como esperado, há uma grande rejeição por parte dos alunos por parecer colegial e mais ainda do pessoal de Sistemas meio avesso a essas coisas. As matérias são meio rasas e some a imaturidade nossa dos alunos (minha inclusa) realmente deixa o negócio meio chato, entretanto, acredito que a proposta macro faça sentido e conseguimos algo bem legal com dois mundos completamente distintos: Moda e Sistemas de Informação.

    http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/08/brasileiros-vencem-copa-do-mundo-da-computacao-e-ganham-us-50-mil.html

    OBS: por eu ser da USP Leste talvez esteja demasiado animado, mas talvez valha até uma pauta aqui no site @ghedin:disqus. Estou meio enrolado, mas posso entrar em contato com esse pessoal…inclusive tive aula com um dos professores pouco tempo atrás.

  7. Depois dessa sopa de comentários aí embaixo, me confundi : Qual tipo de fone não faz mal para o meu ouvido, audição , tímpano etc.?

      1. Ghedin, você tem alguma fonte/artigo/estudo indicado os males causados pelos fones intra auriculares? Uso diariamente várias horas por dia há muitos anos. Queria saber melhor sobre isso.

        1. De pronto, não. Como disse num outro comentário, foi meu professor de Áudio e sonoridades, doutor em Música pela UNESP, que comentou isso numa aula recente. Vou tentar achar alguma coisa; se conseguir, volto aqui.

  8. ALÉM DO MANUAL DO USUÁRIO, qual outros sites (+- ‘pequenos’) mudaram positivamente sua relação com a internet?
    Segue os meus:
    makingoff.org: inúmeras recomendações preciosas e filmes clássicos que só encontro lá.
    lelivros.red: praticamente todo conteúdo do meu kindle vem desse site.

    1. Todo o site que acesso faz eu sempre refletir sobre as posturas online das pessoas. Geralmente, sites que noto uma relação negativa (Geralmente preconceitos, opiniões segregatórias, etc…), eu já os evito.

      Hoje, na verdade, tenho até uma certa preguiça misturada com preconceito de ver outros sites / blogs. A grande maioria é sempre “minha opinião”, e este “minha opínão” vem recheado de algo negativo…

  9. @fmontarroios:disqus Bom, volto a lhe perguntar, porque não se têm um maior estudo sobre a cultura asiática mesmo no nível de graduação nos cursos de história?

    1. opa. cara, até tem, apesar de pouco expressivo. veja: https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/obterDisciplina?sgldis=FLH0696&nomdis=
      mas mesmo assim, cara, imagine um curso querer abarcar a história de toda a ásia!? é muita pretensão. alguém precisaria ficar nesse tema por anos e anos pra ter uma pequena introdução, pq a história abarca muitas coisas agora (conhecida como “nova história”) e não só as datas oficiais como se fazia até não muito tempo. é como querer dominar a história das américas ou mesmo da américa do sul… é muita coisa pra vc ter numa disciplina só eu acho…

      mas entendo o q vc diz, pq se vc reparar na bibliografia desse curso, ele é quase 100% estrangeira, isto é, pouca gente se dignou aqui no brasil a escrever sobre o assunto ou mesmo traduzir. me parece razoável o baixo o interesse dos brasileiros pela ásia, pq, cara, ainda (ainda!) há um grande encantamento com a europa – o q é compreensível em termos históricos dada a magnitude dos eventos q se passaram por lá e o impacto q eles tiveram no mundo. tanto é q só agora está havendo interesse pelo continente africano (q nos diz muitíssimo, mas ignorávamos solenemente)… sem falar na tara pela demonização dos eua – q não são santinhos como pintam, evidentemente – e isso drena uma energia considerável da atenção dos alunos e professores.

      partiria, então, de um interesse individual dar uma atenção aos estudos da ásia (q tem um multiplicidade linguística grande e enormes diferenças culturais). o foda é q faz uma puta falta esse conhecimento da ásia, pq, veja, não é só em termos econômicos q eles são expressivos, mas em termos culturais, a coisa é brutal (incluindo aí o oriente médio e seus conflitos)…

      há tb a tendência de ignorarmos o continente asiático, pq achamos q eles se ocidentalizaram de tal modo, q não se pode ver bem uma condição específica… o q não é verdade. os pesquisadores tendem a ver o estilo de vida americano como definitivo para o século xx e isso fez com q houvesse uma uniformidade no modo de vida deles. e até certo ponto faz sentido, se vc for nas grandes capitais asiáticas orientais, mas, pera lá, e as nuances?

      tanto é assim q chega muito pouco da literatura desses países até aqui, havendo bem poucos tradutores dedicados às línguas asiáticas. uma boa forma de chegar a um “estudo” da ásia é por ótimos filmes autorais e documentários q chegam de lá em mostras de cinema q rolam por aqui. isso tende a ajudar e atenuar um pouco o lapso de estudos sobre a ásia e estimular um pouco q as pessoas se interessem mais.

      foi interessante vc ter perguntando isso, pq apesar do brasil ser um país bem legal e ter muita gente inteligentíssima, rola muita preguiça e inércia de ir atrás do q está bombando, do q é moda e do q dá mais status. então bem pouca gente vai querer fazer seu mestrado ou doutorado na china, qdo pode fazê-lo em paris ou numa universidade americana…

      1. Bom, quando vi a grade curricular do bacharel em história, pela USP, tinha visto este curso, aqui a grade completa: http://historia.fflch.usp.br/sites/historia.fflch.usp.br/files/grade%20curricular.pdf
        E vejo que têm apenas uma aula que trata sobre a ásia, e mesmo assim apenas 1 aula por 1 semestre, mal deve abranger a história recente, mas ao mesmo tempo eles tem uma aula dedicada à história dos Estados Unidos.

        Vejo o encantamento com a Europa algo mais como tradição, dada nossa história de nos espelharmos neles antigamente, como agora fazemos com os Estados Unidos. Fico fascinado com a riqueza cultural asiática, mas por exemplo, não sei se conseguiria viver dentro da cultura deles, passei três meses na China no meado dos anos 2000, e de fato, por mais fascinante que seja, não consegui me adaptar em nada, nem com a empresa com quem eu trabalhava nem com o “jeito” dos chineses.
        Mas de fato, a educação chinesa, japonesa e sul-coreana, ao menos são as que mais se destacam no ocidente, são de primeiro nível, acho que até pegam muito pesado, mas divago. Agradeço pela resposta ;)

        1. VC fez melhor q um curso de história indo morar lá. Aliás, não tem como falar muito das coisas do presente sem vivenciá-las… Não à toa há tanto achismo e pitacos furados por aí.

  10. Ainda hoje publicarei um review de smartphone no (que espero se torne o) novo formato de reviews do Manual do Usuário. Vocês participarão mais, e espero que todo mundo comente lá também. Aguardem e confiem!

  11. @ghedin:disqus você tem vontade de seguir carreira acadêmica/pesquisa em comunicação, multimeios etc?

    1. Já pensei nisso. Às vezes dá vontade, em outras, não. Adquiri uma certa birrinha de pesquisadores brasileiros da comunicação contemporâneos, porque eles parecem meio deslumbrados com a ~INTERNET e discutem umas coisas muito abstratas. Fica meio como debater o sexo dos anjos. Mas, talvez seja só impressão — ou contato com pesquisadores e/ou materiais com quem não me identifico.

      De qualquer forma, curto mais ler sobre o povo das antigas (os da Escola de Frankfurt, os culturalistas, Deleuze) e estudos de fora, como os da Pew Research Center (embora focados no mercado americano), do que o povo que estuda redes sociais no Brasil. (Eu não gosto de redes sociais em geral; isso também pesa.)

      Apesar desses poréns, quero publicar alguma coisa antes de me formar. Talvez um paper ou artigo sobre a comunidade que está se formando aqui no Manual; acho que é um bom assunto a ser abordado. O ponto é que não sei se tenho a disciplina e a “postura” acadêmica para investir na carreira.

      1. Fiz uma tentativa fracassada de ingresso na ECA e, como preparação das provas, tive q ler uma revista bem legal, q é publicação deles, a “Matrizes”. Por conta disso, me deparei com um texto bem interessante e cheio de referências boas do professor Massimo di Felice – entre outros coisas legais nessa mesma edição (http://www.matrizes.usp.br/index.php/matrizes/issue/view/19/showToc). De todo modo, é mesmo um dilema, hj, seguir a carreira acadêmica. Estou fazendo uma nova tentativa, mas agora para a psicologia e antes de tentar, estava cheio de dúvidas se era o q queria ou não… Acho q tende a ser uma boa, pois está havendo cada vez mais aversão ao produto da reflexão acadêmica sendo vista justamente como isso q vc falou “sexo dos anjos”. Eu percebo q, dependendo da temática, ela se descola mesmo de coisas mais pragmáticas, mas não vejo muita solução pra isso tb, pq é no abstrato q estão os grandes saltos q vamos dar pra chegar a lugares mais interessantes.

        Resolvi, nesse mestrado q estou tentando, falar do virtual, mas considerando o lado filosófico da coisa e vi q estou ferrado, pq tenho q estudar Deleuze, Heidegger e sabe-se lá mais o q pra entender como as coisas se dão no virtual e, pra mim, faz todo sentido estudar isso, pq a virtualização segue acelerada e se não houver nenhuma reflexão sobre isso, eu temo q a coisa possa não ser lá muito boa pra gente…

        Qto a disciplina, pô, Ghedin, vc parece ter muita, pq matem seu site funcionando redondinho (refiro-me ao conteúdo)… transportar isso pro meio acadêmico não me parece ser tão difícil pra vc.

        1. Deleuze é muito legal! Tem vários paralelos com ambiente virtual que você vai sacar e ficar maravilhado. Às vezes acho que esse povo tinha alguma máquina do tempo para ter uma visão tão aguçada do nosso presente no passado.

          Sobre a disciplina, curiosamente o site é uma das coisas que afetam meu desempenho acadêmico. Acabo dispensando mais energia aqui do que no curso, embora esteja próximo do ponto de equilíbrio — sempre entrego os trabalhos e estudo o mínimo necessário; nunca fiquei de exame, nem nada parecido. Está na hora, talvez, de focar mais no curso, afinal é um período definido, enquanto que o site… enquanto houver entusiasmo e dinheiro, ele existirá, né?

          1. Vou ter que encarar “Diferença e repetição”, do Deleuze, e “Ser e tempo”, do Heidegger. Será desafiante, certamente, dada a minha pouca familiaridade com ambos. Quanto ao Deleuze estou bem empolgado, apesar de antever dificuldades, mas qto ao Heidegger já me sinto mais intimidado… Veremos.

            Olha, acho q é bem desejável ter uma vida intelectual, mesmo q paralela a alguma atividade considerada “menos” intelectual ou “menos” intelectualizada. Porque, querendo ou não, tem gente recebendo a pecha de intelectual sem o ser, isto é, apenas fazendo marketing acadêmico e pagando de articulista (o “El Pais” deu um exemplo recente no último fim de semana ao falar do lançamento de um livro dito de direita e seu autor). Uns filhos da puta irresponsáveis, em suma.

            Sem falar naquele debate bem antigo q teve chamado de “O silêncio dos intelectuais” que foi bem marcante pra mim. Como a acadêmia é um lugar fechado, é normal haver uma certa aversão ao q se produz lá de quem é de fora dada a quase total incapacidade de inocular a própria produção acadêmica na nossa sociedade carente de reflexão… É uma pena mesmo. Talvez um dos maiores exemplos seja a questão da mobilidade (com muito estudo e pouca utilização) ou mesmo segurança pública (já com menos estudos e muita merda acontecendo na área). Agora, não sei se isso é mais facilitado pelo mundo. Talvez seja, mas no nosso caso, é bem lastimoso que ser intelectual acabe redundando em viver de palestras em cafés filosóficos… Não creio q a difusão e vulgarização da difusão acadêmia tenha q ser relegada a esses encontros no estilo “Casa do saber”.

          2. Às vezes acho que esse povo tinha alguma máquina do tempo

            ou então liam ficção científica…

            sério, para qualquer leitor de ficção científica de longa data tudo o que acontece hoje é tão, assim, tão dejà vu…tá bom, tá bom, tô exagerando (mas não muito)…

            uma vez li um negócio interessante, a de que o futuro, a grosso modo, é construído pelo que se escreve sobre o futuro, seja pela cultura popular (a indústria do lazer) seja pelos intelectuais…me lembro vagamente que era um artigo de jornal (quando os jornais ainda eram legíveis, e não esse monte de lixo em que se tornaram) que citava autores franceses, não me lembro quais…

            e falando dos intelectuais franceses, eu, como uma pessoa comum, não intelectual, uma vez tive a curiosidade de ler alguma coisa desses caras (sei lá, Deleuze, Barthes, Guattari), e minha impressão, não, impressão não, certeza, é que eles tinham usado um gerador de lero-lero para escrever, tão cheio de clichês e frases feitas era o texto :)

          3. É… tem disso também. (Ainda que Deleuze eu tenha achado de boa.) Estava lendo Baudrillard nesse fim de semana para um trabalho da faculdade e o rapaz é difícil com as palavras :)

        1. Cara, hahaha… Exatas é certo ou errado. Se o compilador deu erro, tem algo errado e sanável, ponto.

          Humanas pode ser, depende, “qual a sua interpretação?” Isso, claro, depois de uma introdução arrastada sobre o tema. Mas eu gosto dessa abertura para diferentes pontos de vista e do potencial para evoluir o debate. O problema é que essa mesma abertura é irresistível para muitos colegas debandarem para a prolixidade. E eu detesto prolixidade, então fico nessa relação de amor e ódio com a academia…

      2. Cara, só digo uma coisa (puxando o saco :p)

        Torço muito que você, o Burgos, e muitos jornalistas que conheci nestes sites (Gizmodo, MdU e Tecnoblog) evoluam e sejam referências totais na comunicação.

        Tu tem mais postura e disciplina do que eu, digo de passagem :)

        1. O Pedro está fazendo mestrado em Nova York, eu estou aqui, em Comunicação e Multimeios, e o Higa faz Jornalismo (salvo engano, na Cásper Líbero). Dos que eu sei; talvez tenha mais gente boa do jornalismo na academia. Então, sim, há uma chance de que a gente produza material científico em comunicação. Não sei se a ponto de virar referência, mas estamos aí na luta :)

          (Valeu pelo elogio!)

      3. Entendo totalmente a SUA DOR, Ghedin. Quando eu pesquisava para escrever o livro, foi muito difícil achar artigos brasileiros. Os nossos papers acadêmicos gastam muito tempo falando sobre o nada. As primeiras 5 páginas de qualquer artigo sobre internet, por exemplo, são gastas explicando quais os conceitos de “sociedade em rede”, redes sociais, muitas coisas pré-Facebook. Aí fica difícil.

        Só essa ideia de falar de “ciberjornalismo”, CIBER, em pleno 2015, é meio louco. Aqui nos EUA a galera é muito mais conectada com a realidade do mercado, me pareceu, e os artigos são mais ÚTEIS fora da academia, além de mais gostosos de ler. O Jeff Jarvis, meu professor na CUNY, a Emily Bell, na Columbia, ou o Jay Rosen, da NYU, só pra ficar em 3 caras que eu já tive contato no breve período aqui, tem reflexões muito interessantes. Acho que vale você dar uma olhada nisso.

        Mas acho (espero) que isso vá mudar no Brasil, com mais gente nova, vindo do “mercado”, as reflexões podem mudar, e aí o caminho acadêmico volte a ficar interessante.

        E a comunidade do Manual CERTAMENTE vale um paper. Eu li recentemente um sobre a área de comentários em posts do Ta-Nehisi Coates: http://blog.longreads.com/2015/02/04/its-yours-a-short-history-of-the-horde/

        1. Sim! É exatamente isso. “Ciberespaço”, “ciber-qualquer-coisa”, “olha só como a Rede Mundial de Computadores é legal e todo mundo conversa nela!!” Preguiça extrema desse papo.

          Obrigado pelas indicações, darei uma lida neles. (O Jarvis já me ganhou com aquela frase, que acho que foi você mesmo que escreveu no OrbitaLab, “faça aquilo em que você é bom, link para todo o resto”; quase um mantra do Manual/newsletter.) Esse da Horda eu tinha lido, é bem bom. O meu maior temor, aliás, é que algo similar aconteça aqui, que a comunidade cresça até chegar num ponto em que ela imploda. So far, so good, mas…

          1. ah me desculpem, mas esperar originalidade vinda do “mercado” é ingenuidade demais…por mais desconectada da realidade que seja a academia, ainda assim em termos intelectuais ela é mais “revolucionária” do que o mercado, que é de uma mediocridade intelectual extrema…o mercado não pensa, o mercado só faz…

        2. Você diria que hoje, os melhores acadêmicos brasileiros sobre a ~internet são justamente aqueles que não são acadêmicos?

      4. Não sei, discutir sexo dos anjos parece mais interessante do que a pesquisa de cinzas de cascas de arroz como agregado miúdo na produção de concreto armado e temas similares.

        1. cascas de arroz
          uai, quem gosta de cascas de arroz que escreva sobre cascaz de arroz…

  12. Alguém aqui está acompanhando o desenvolvimento do Rust? Eles lançaram a versão estável 1.2 e o beta 1.3, e estou bem ansioso com o futuro dessa língua.

    1. não acompanho, mas sei do que se trata, a linguagem do pessoal da Mozilla…não acho que tenha muito futuro, afinal de contas, se até o google tem dificuldade em emplacar suas linguagens (go e dart), acho que a Mozilla Foundation vai ter muito mais ainda

      1. O que eu achei bacana, é que a Apple, e o Google estão no projeto também, dando apoio, e a Microsoft se mostrou interessada no potencial, tenho fé que vá para frente.

        1. bem, como desenvolvedor old school estou excitado :) mesmo é com a rápida evolução da linguagem C++ nos últimos anos…

          fora isso, acho que a única novidade de monta nos últimos anos foi a disseminação da linguagem JavaScript para muito além dos limites dos browsers, especialmenta para o segmentos dos servidores, como atesta o sucesso da plataforma NodeJS

          no caso da Apple, ela obviamente vai conseguir impor sua linguagem Swift, mas esta linguagem sempre vai ficar restrita ao eco-sistema da Apple, como aconteceu com Objective C

          1. De facto, o JS cresceu muito, e tem um projeto que me chamou muito a atenção, foi o WebAssembly, também da mozilla, já viu esse?

          2. e o asm.js, que veio antes, e que, imagino, possa vir a ser usado a curto prazo

          3. e o asm.js, que veio antes, e que, imagino, possa vir a ser usado a curto prazo

    2. Eu já li algumas coisas sobre ela.. Não parece ser uma linguagem que vai ser muito popular. Mas o lado bom dela eh que o foco é criar programas bem rápidos. Se não me engano, o pessoal da mozilla tá criando uma nova engine web usando essa linguagem.

  13. Alguém aqui está acompanhando o desenvolvimento do Rust? Eles lançaram a versão estável 1.2 e o beta 1.3, e estou bem ansioso com o futuro dessa língua.

  14. Uma dúvida boba que me ocorreu dia desses, quando precisei sair com dois celulares nos bolsos: vocês carregam o celular no bolso esquerdo ou direito? Justifique informando, também, se são destros ou canhotos.

    1. Chaves e identidade no bolso esquerdo, celular e fone no direito, carteira no direito traseiro.
      Sou canhoto

    2. No bolso esquerdo do paletó o celular e o zippo, no bolso traseiro direito a carteira, e no bolso frontal direito o cigarro.

    3. Carrego no direito e sou destro. A carteira vai no esquerdo. Cada louco com suas manias.
      Edit: Você não disse em qual bolso carrega hahaha

      1. Então, eu carrego no esquerdo. Nesse dia, em que carreguei dois, um em cada bolso, tirar o do bolso direito pareceu tão mais natural que me questionei por que carrego o meu sempre no bolso esquerdo. E não soube responder, acho que é meio por hábito. Bizarro, né?

        1. Também deixo o smartphone no bolso direito, mas, sou destro. Quando tinha 3 smartphones deixava um no bolso para ouvir música e os outros na mochila.

        2. Você é destro, certo?
          Eu acho muito bizarro. Porque você pega ele com a mão esquerda e passa para a direita. É meio que uma perda de tempo rs.
          Depois que você cria certas manias, é difícil de se livrar delas mesmo.

    4. Eu levo o meu na bolsa, sim uso uma bolsa masculina no dia a dia, além dos dias da semana quando trabalho. Mas na hora de ir almoçar ou quando saio sem a bolsa levo no direito, sou destro.

    5. Escolhi arbitrariamente o esquerdo. Só pra não ter que procurar. Sou destro.

    6. Sou destro e carrego no bolso esquerdo. É que no direito já acostumei a colocar chaves e moedas. As vezes carrego 2 no mesmo bolso. rsrs.

    7. Ambidestro para bolso, mas com preferência para o esquerdo. Sou destro.

    8. Sou destro e sempre levei o celular no bolso esquerdo e de cabeça pra baixo.

      Quanto a ele estar de cabeça pra baixo, creio que seja pelo movimento natural da mão. Se eu fosse um ouvinte ferrenho de música, eu iria sempre considerar a compra de um smartphone com o conector de fone na parte de baixo do aparelho.

      Já por estar no bolso esquerdo, acho que fui condicionando com o tempo, já que as chaves do carro sempre andaram no bolso direito e por motivos óbvios os dois não devem se misturar. rs

    9. eu sou de esquerda!, então obviamente levo o celular no bolso esquerdo. agora, sair com dois celulares é muita ostentação, nossa. só perde para quem tem uma ferrari, uma lamborghini e um porsche na mesma garagem…

      1. Hahaha! Estava esperando uma ligação e ia num lugar fazer fotos com um celular que estava fazendo review (e que usa microSIM, então uso meu SIM card “reserva”). Foram as circunstâncias; normalmente ando com um só :)

    10. Destro e bolso direito. Não consigo entender quem guarda no bolso do outro lado da mão “boa” :s

      1. Pois é. Pareceu-me tão mais natural, e eu nunca tinha me ligado nisso. Acho que por hábito, sempre carrego o celular no bolso esquerdo, mesmo sendo destro. Vou tentar mudar, para ver se tem algum efeito colateral negativo.

        1. Esse seu caso simples exemplifica algo bastante corriqueiro e forte em nossas vidas. Em cenários novos (como a primeira vez em que se guarda um cel. no bolso) não há informações suficientes para julgar uma ou outra opção, então, meio que devido a alguma justificativa rasa, como um pensamento circunstancial ou alguma lembrança (associação indireta), fazemos uma escolha. E caso nenhum malefício ocorra tendemos a repetí-la. Repetimos como se não houvessem opções melhores. Repetimos porque preferimos (em muitas áreas) o familiar, o conhecido, o “não-pensar-nisso”. Não que isso esteja errado! Muitas vezes aquela decisão inicial pode ter sido mesmo acertada para nós! Ou mesmo se trata de algo tão pequeno… Mas é bom ter em mente o que está envolvido:

          1- O quanto a repetição cria hábitos-costumes. E esquecemos do mero acaso ou pensamento raso envolvido naquela escolha inicial. A repetição de ações (incluso pensamentos) criam algo mais profundo em nós que facilmente se enraíza em nosso subconsciente, de forma que, com o tempo, aquela inofensiva escolha já seria vista como um pilar de nossa identidade pessoal.

          2 – O quanto de viés confirmatório e autodefesa (“EU faço boas escolhas! EU não erro!”) vão se acumulando e distorcendo as coisas (incluso memórias) sempre que aquela escolha inicial é confrontada (sejam por perguntas diretas ou pela mera observação dos “diferentes” – os que escolheram algo diferente de mim).

          3 – O quanto apenas experimentando outras opções e saindo da zona de conforto (dando TEMPO para eliminar o fator “Costume”) é que podemos ter mais certezas sobre o que seria melhor…

          4 – O quanto “o melhor” é mais raro que se imagina. Quando se diz “o melhor” pode-se imaginar algo que seria melhor para todos, mas geralmente isso seria melhor expresso como “melhor para mim ou para os parecidos com meu perfil”. Somos seres complexos em vidas complexas com gostos e bolsos diferentes. E, muitas vezes, apenas com costumes-hábitos diferentes (vide item 1).

          Acho que a falta dessas coisas em mente é que nos faz tão sucetíveis a achar que nossas decisões seriam A VERDADE e nos fazem distanciar daqueles que fizeram escolhas diferentes, ou pior, diminuir o respeito por eles. A ponto de criar o lado dos “certos” e dos “errados”. Quando na real estamos nos defendemos de nós mesmos e nosso medo de lidar com aquela escolha desconhecida (“O que aconteceria se eu tivesse escolhido diferente?”) ou com a possibilidade de haver coisas boas/certas no outro lado. Acabamos por inflar a importância disso por, inconscientemente, achar a mera existência dos “diferentes” um ataque às nossas escolhas e, ilusoriamente, à nós mesmos. Por fim, convenhamos, os destros que guardam no bolso direito estão certos. ;-)

          1. Acho que é tudo isso aí mesmo, mas para mim, resumidamente, essas escolhas de coisas ínfimas são atalhos que o cérebro faz para não pirar. Imagina ter que ponderar toda microdecisão que nos é interposta no dia a dia? Ficaríamos maluco.

            Algumas coisas eu tento notar. Passo muito tempo sozinho e gosto de ter algumas rotinas/rituais; com a mente vazia e focada, e ações repetitivas, dá para encontrar maneiras de otimizar. Uma fácil que me ocorre é o preparo do café. Quando fui morar sozinho, era demorado: “media” o pé com colher, jogava o café na garrafa térmica, colocava açúcar depois de coar. Fui otimizando essa rotina: agora, coloco café no copo antes de coar, aprendi a medida certa de pó no “olhômetro” e o coador já vai direto no copo (só eu vou tomar mesmo, e nunca passo de um copo).

            Salvo engano, existe uma vertente filosófica que defende essa visão consciente de tudo, dos grandes dilemas da vida aos pequenos rituais que todos temos, a fenomenologia. É bem maluco pensar nas coisas desse modo.

        2. Eu acabo por guardar tudo com fácil acesso pela mão direita, porque fumo com a mão esquerda, aí acabei criando o costume de usar a mão direita para tudo.

    11. eu carrego na mão esquerda :)

      junto de uma carteinha bem velha e vagabunda, com quase nada, para o caso de ser assaltado…

      (na mão direita um kindle ou tablet, junto de um micro-guarda chuva…
      sou destro, e operário de informática, a rotina é sempre a mesma, de manhã para o trabalho, à noite de volta pra casa…se não estiver carregando coisas nas mãos fico meio desesperado)

    12. Sou destro e carrego no bolso direito. E estou surpreso pelo tanto de gente que é destro e guardam no bolso oposto a mão, sendo que das coisas que a gente carrega no bolso o smartphone é o que mais é sacado, então achei que o mais comum é deixa-lo mais próximo a mão que se usa, ainda mais que eu uso um tablet chamado Lumia 1320, teria que ficar me contorcendo todo na hora para pega-lo do bolso se fosse o oposto a mão.

    13. Eu me habituei a carregar o celular no bolso da camisa , sei que é esquisito mas é o meu hábito.-), quando utilizo camisetas me acostumei a carregar o celular no bolso esquerdo da calça…sou destro.

      1. na época do StarTac (muito antigamente!) eu fazia isso, carregava no bolso da camisa…depois passei a usar no bolsinho da calça (não uso terno mas sempre estou de calça social), por isso sempre privilegiei celulares pequenos…hoje carrego na mão mesmo, quando estou em trânsito, e no serviço fica em cima da mesa, ligado na usb do computador

      2. na época do StarTac (muito antigamente!) eu fazia isso, carregava no bolso da camisa…depois passei a usar no bolsinho da calça (não uso terno mas sempre estou de calça social), por isso sempre privilegiei celulares pequenos…hoje carrego na mão mesmo, quando estou em trânsito, e no serviço fica em cima da mesa, ligado na usb do computador

    14. Eu sou destro, mas guardo o meu smartphone no bolso esquerdo e o manuseio só com a mão esquerda. O meu smartphone tem uma tela suficientemente pequena pra se usar com uma mão. A direita só entra em cena quando vou escrever…

  15. O Disqus mudou a área de administração para os donos de comunidades e, não sei se isso é novo ou não, mas achei curioso o nosso gráfico de comentários. Um doce para quem adivinhar de onde vêm esses picos semanais :)

      1. Não pode cara, ninguém comenta aqui. Só pode ser do mostre sua mesa ou da mochila! Certeza!

  16. Salve Salve!!

    Alguém conhece ? O projeto World Community Grid

    World Community Grid é um esforço para criar o maior supercomputador público do mundo para realizar pesquisas científicas que beneficiem a humanidade. O projeto é de autoria da IBM e atualmente está disponível para Windows, Linux, Android and Mac OS X. Utiliza a plataforma BOINC. Fonte: https://goo.gl/FRhO1z

    Grupo Brasil:

    http://www.worldcommunitygrid.org/team/viewTeamInfo.do?teamId=DF99KT5DN1

    Outros Comentários:
    http://www.cnet.com/how-to/save-the-world-using-your-pc-or-phone/

    http://olhardigital.uol.com.br/video/world-community-grid/9532

    1. Já vi algumas dessas iniciativas, e atualmente, as workstations no trabalho, quando não estão sendo usadas, são utilizadas pelo Folding@Home, mas também merece a atenção o Boinc, da Berkley.

  17. O que acham dos aplicativos do windows 10? Tem usado bastante? Eu migrei do 7 pro 10 então tenho usado apenas alguns como Wunderlist, writr, kindle, netflix, email etc, porem apps como twitter, facebook, pocket não se comparam a interface da web pra mim. Ja coisas como o email eu prefiro algo como o gmail/outlook para android (não sei se é parecido no IOS), no qual ele é mais bonito e tem opções de integrar a caixa de entrada de todos clientes de email em uma só. E outra: o que custa a loja do windows ser mais “parecida” com a play store? Ex: você desinstalar um app, e poder “deleta-lo” da sua lista de apps na loja, tal qual como é possivel fazer na play store, alias, outro recurso que poderia ser integrado a loja é o “Lista de desejos”.

    ps: sei que que a microsoft ta facilitando pros desenvolvedores migrarem apps de outras plataformas pro windows, espero que assim venham muitos novos (spotify por exemplo) e outro melhorem a interface.

    1. Esse é um ponto que a Microsoft está bem perdida. Além da loja dela não ter uma integração com programas de desktop e não funcionar muito bem sozinha, as coisas parecem que vão piorar.

      Agora no Windows 8.1 para atualizar ou baixar qualquer coisa é preciso colocar os dados de cartão de crédito ou não faz nada. Para mim a loja do Windows se tornou não funcional.

    2. Esse é um ponto que a Microsoft está bem perdida. Além da loja dela não ter uma integração com programas de desktop e não funcionar muito bem sozinha, as coisas parecem que vão piorar.

      Agora no Windows 8.1 para atualizar ou baixar qualquer coisa é preciso colocar os dados de cartão de crédito ou não faz nada. Para mim a loja do Windows se tornou não funcional.

    3. Qual a vantagem de se deletar um aplicativo da sua lista de apps da Loja, se para ele aparecer lá ele não precisa estar instalado no computador e não gasta espaço?

      1. Nesse quesito é mais um toczinho do que isso ser um problemão mesmo, curto ter la só o que ta instalado etc

        1. Entendo. Mas você sabe que, se obtiver um programa numa promoção e depois retirá-lo da lista, vai perder ele, né?

  18. Coisas estranhas no Windows 10: quando em estado de suspensão, noto que às vezes ele se religa sozinho, deixando apenas a tela desligada.
    Outra coisa: meu cooler do notebook anda me assustando nos últimos dias. Parece que tá trabalhando sempre no máximo!

    1. E provavelmente deve estar. Já passou a monitorar os processos em segundo plano no Windows 10? Fiz isso e tive uma baita surpresa.

        1. no computador da empresa que roda Win10 eu notei que o Windows Defender suga muito desempenho. Copiar arquivos pela rede é tenso. Ele chega a travar a janela do explorer.

          1. pode ser. eu prefiro instalar um BitDefender, mas como estou em férias vai levar mais uma semana até eu conseguir colocar as mãos nele.
            deixa o gerenciador de tarefas aberto e veja o que consome mais disco.

    2. A resposta mais provável: Atualizações. Li por aí que nos menus de configuração há um lugar que diz que, se houver energia disponível em determinados horários, o aparelho ligará e realizará instalações.

      1. Hum, bem provável que seja isso então. O engraçado é que ele realmente liga,se eu passar o dedo no touchpad a tela acende.

      2. Descobri o culpado: o TeamViewer! Ele estava acordando o notebook logo que ele entrava em suspensão. Também notei que a ventoinha diminuiu a frequência.

  19. Ghedin, sugestão de pauta: um post sobre a saúde de membros e articulações em tempos de pc e smartfone. As LER estão se espalhando entre pessoas que não têm profissões diretamente ligadas à tecnologia. É computador no escritório, celular na mão durante a longa viagem no trasporte púbico e em casa, um polegar rolando o tablet e outro clicando o controle remoto.

    1. É um bom tema, @disqus_FprztDJ4Fh:disqus! No finado WinAjuda (RIP) tinha um post sobre isso, e era bem acessado. Vou colocar na pauta aqui. Obrigado pela sugestão!

    1. Que TRAMBOLHO!
      Não é mais prático ter uma bateria usb externa? Não chega a ter a mesma capacidade, mas não é como você andar com um tijolo no bolso.

  20. Alguém mais gosta de matérias que se propõem a fazer reviews/usar de maneira inusitada gadgets antigos?

    Me diverti demais com essas matérias:

    http://www.theverge.com/2015/8/2/9080499/psion-series-5-vintage-pda-review

    http://arstechnica.com/information-technology/2015/08/surfing-the-internet-from-my-trs-80-model-100/ (muito técnica pro meu leigo entendimento)

    Aliás, o The Verge tinha uma série de artigos que era nesse esquema, o “Status Symbols” : http://www.theverge.com/2013/2/18/4002654/status-symbols-devices-that-transcend-time

    1. Eu gosto dessas matérias também. Salvei no pocket pra ler depois.

    2. Eu gosto dessas matérias também. Salvei no pocket pra ler depois.

      1. eu tive um…deu defeito, e conheci aquela $#@$# de help desk da nokia, powered by atento…fiquei para sempre com ódio da nokia (mas antes disso ainda comprei o n810…)

  21. Como prometi, recebi meu fone Básico da Mi (http://br.mi.com/product/acessorios/122791496/mi-fone-de-ouvido-basic-branco) e vou fazer um “review” dele para os que se interessaram.
    ATENÇÃO: NÃO SOU AUDIÓFILO!!

    Recebi o fone antes do prazo (na sexta passada, para ser exato). Veio numa caixa “gigante” perto do tamanho da embalagem real do produto. Nenhum problema até aí.
    A embalagem do produto é branca, com o símbolo da Mi na frente e as especificações ao redor. Apesar de ser basicamente um cubo, é bonita.
    Abri a embalagem (não tirei foto de nada, mas ainda tenho ela aqui) e dentro é dividida em duas partes: Uma maior com o fone e uma menor com 3 (acho) trocinhos de adaptar na orelha, os quais já não sei onde pus! hahahha
    A aparência é de um fone relativamente frágil, o cabo é fino e os botões não parecem ser muito firmes.
    Conectei eles no notebook (lembrando que não sou audiófilo e nem nada parecido), na orelha (encaixou como uma luva!(?)) e comecei a gostar. Antes mesmo de colocar um som, já estava longe do mundo ao meu redor. Ele acabou com (quase) todo o barulho em volta de mim imediatamente! Liguei o som e as (boas) surpresas continuaram. Um excelente nível de baixos, um bom nível de agudos, e muito bem distribuídos, apesar de achar que os baixos ficam de um lado e os agudos de outro. Mas não sei se é da música (acredito que sim). Os botões funcionaram muito bem no meu Galaxy S4, sem configurar nada, mas não funcionaram no Windows 10. Não sei se tem que configurar alguma coisa, mas não me fazem falta.
    No fim do dia, usei para o meu objetivo principal: Pedalar ouvindo música!
    Voltei do trabalho para casa, como quase todos os dias, pedalando e ouvindo spotify. Novamente, fiquei surpreso. Não ouvia os carros/ônibus que passavam ao lada da ciclovia. Conseguia aumentar e diminuir o volume sempre que queria, passar as músicas, pausar, dar play. Enfim tudo que precisava.
    Sendo assim, na MINHA OPINIÃO, valeram todos os R$40 que eu paguei nele!

    Ps: Quado eu saio da ciclovia, tiro um dos fones da orelha e baixo o volume, para poder ouvir os carros!

    1. Interessante. Li de uma outra pessoa que não gostou (não lembro onde), principalmente dos graves, além de ter achado pouco o ganho de volume dele.
      Pelos mesmos R$ 40 não se compra nada excelente.
      Obrigado por compartilhar, estou pensando em pegar um.

      1. Então, como eu disse, não entendo muito de áudio. Sou aquele tipo de pessoa que espera que o fone abstraia os barulhos do mundo e me dê uma experiência decente. O ganho de volume eu achei MUITO melhor que o fone que eu usava, que é um destes que vem com smartphones.
        Talvez essa outra pessoa tenha outra comparação, e quem sabe, eu que tinha pouca coisa mesmo! ehehehhe
        Nunca tive um “fone ultra super mega hiper blaster fodástico” para comparar! O fato é que, para meu uso e gosto, tá mais que excelente! :)

        1. Com qual celular veio o seu fone? Só para poder comparar. Pq os da Samsung são bons fones na mesma faixa de preço do Mi.
          Acho o isolamento bastante importante. Quanto ao restante, também não sou nenhum entendedor rs.

          1. Então cara, eu achava que era o do S4 mesmo. Mas como tenho muitos fones, reparei que o que eu usava antes não era igual ao que postaram outro dia. Então eu deve ter perdido/quebrado/guardado o fone do S4 e estava usando outro, provavelmente Motorola. Possivelmente do Moto G… Mas não tenho certeza não! :(
            Se for considerar o isolamento, estou numa sala cheia agora, e só ouço “claramente” o pessoal que está à minha direita, já que estou usando o fone só na orelha esquerda. Nisso ele é MUITO bom!
            Ps: As vezes só coloco o fone, sem música e já me resolve! hahahah

          2. O do S4 era bom mesmo, agora o do Moto G… meupai. É difícil fazer algo pior.

            Estou com um pé atrás com esses fones in-ear depois que meu professor de Áudio e sonoridades disse que eles são bastante prejudiciais aos ouvidos. Na ocasião rolou uma explicação técnica detalhada que não lembrarei por completo agora, mas resumidamente, eles tapam o ouvido e usam o ar preso lá dentro para fazer barulho (o áudio é a vibração do ar numa certa frequência e tal, certo?). Ou seja, fica um espacinho mínimo com ar comprimido entre a fonte do som e seus tímpanos, e isso pode ser bem exaustivo ao sistema auditivo.

          3. Nunca li nenhuma explicação técnica sobre esses tipos de fone, mas ja é meio ~lógico e de se esperar né, um negócio la dentro da orelha tocando uma musica “relativamente alta” não pode ser bom a longo prazo. Pelo menos é o que aparenta, só.

          4. Sim, eu também sabia que, no mínimo, bem aos ouvidos não fazia. O que me surpreendeu foi exatamente saber o porquê de fazerem tão mal aos nossos ouvidos.

          5. É. Faz sentido, mas eu não consigo usar fones externos, tanto pelo visual quanto pela visibilidade para os salafrarios quanto por ficar caindo na hora de pedalar!

          6. Existem fones do tipo “earbuds”, como os EarPods da Apple, que são discretos e não machucam a parte interna do ouvido como os in-ear.

          7. Desculpe a óbvia ignorância, mas qual a diferença entre os dois? Tem como me mandar fotos de um e de outro? Procurei no google e parecem exatamente iguais! :/

          8. In-ear você realmente enfia dentro do ouvido. É por isso que eles isolam ruídos externos; é na força bruta, impedindo que o ar entre nos seus ouvidos. Ao colocá-los, é como se você vedasse o ouvido, já que não entra nada lá.

            Já os earbuds ficam com folgas. Sabe esses fones baratinhos, que vêm em celulares de entrada, tipo os antigos da Nokia? São aqueles. Eles ficam pendurados no ouvido, não isolam ruídos externos, em contrapartida permitem a entrada de ar e não fazem pressão no tímpano.

          9. Entendi. Era o que eu usava! Mas não gosto deles justamente pq não isolam o ruído! :/

          10. Entendi. Era o que eu usava! Mas não gosto deles justamente pq não isolam o ruído! :/

          11. O que causa a perda auditiva é justamente a frequência, porque o tímpano é um osso. Tanto que já vi estudos médicos que falam de lesão no tímpano por meio da vibração transmitida através dos ossos (na indústria, por exemplo).
            Eu não sei a frequência de atuação da música no ouvido, mas ela pode atingir faixas que você nem percebe que perdeu a audição (estou supondo), porque determinadas frequências não são audíveis.

          12. Na verdade o tímpano é uma membrana. Por isso que, se furar, já era: sua audição nunca mais será a mesma. Existem três ossos (martelo, bigorna e estribo) depois do tímpano que vibram e transmitem essas vibrações para um filamento cheio de “pelinhos”, (cóclea). A vibração desses cílios são passadas ao nervo auditivo que, aí, envia os sinais ao cérebro.

            Com fones de ouvido in-ear, o tímpano sofre muito. E a cóclea também — há o risco dos cílios enrijecerem, ocasionando perda da audição; perdeu um cílio, já era; é irreversível. E embora digam que o tímpano se reconstrói, parece que jamais fica como original.

            Eu larguei meus fones in-ear e voltei aos EarPods, que deixam uma folga boa no ouvido, e estou considerando comprar um headphone.

          13. Já tive a leve impressão de que fones in-ear “cansam” mais do que os tradicionais. Fora que minhas orelhas também sofrem um pouquinho com esse objeto intruso.

          14. hahaha To mal aqui confundindo o tímpano com os ossos.
            A perda auditiva é irreversível. Nunca tinha lido nada sobre regeneração do tímpano.
            O pior é que gosto mesmo dos in-ear :/
            Como tudo, a perda deve ocorrer pelo uso constante.

          15. Sempre tive a impressão contrária, porque como os fones isolam os sons externos não preciso colocar um volume muito alto para apreciar o áudio. Essa da pressão eu desconhecia.

          16. eu parei de usar fone intra auricular por causa disso. estava doendo o ouvido. até tenho um da Asus que uso em emergencias, mas meu fone de uso diario é um Sony supra auricular bem básico.

      2. a crítica negativa veio de um usuário do tecnogrupo, não?

        1. Foi do @Pierre Diniz : disqus nesse posthttps://www.manualdousuario.net/post-livre-22/#comment-2168344342

        2. Foi do @Pierre Diniz : disqus nesse posthttps://www.manualdousuario.net/post-livre-22/#comment-2168344342

      1. Legal @oiiiiiiiiii:disqus . Deve ter sido você que o @amarantojunior:disqus falou que não gostou do fone! Concordo com você na questão da aparente fragilidade. Engraçado que o volume no meu S4 funcionou perfeitamente.
        Gostei do Jays! :D vou usar ele aqui, parece ser justamente o que eu preciso!

        1. Autor do review da semana passada aqui! o/

          Seu review foi ótimo, André. Concordamos que a construção do fone é bem fraquinha. Tanto que, como profetizei no meu review, aquela “junta” entre o fio e o conector já está bastante desgastada com 2 semanas de uso.
          Quanto à qualidade do áudio, acho que é costume. Sempre usei fones da Sony, Phillips e Samsung, com áudio bem semelhante. Esperava um pouco mais desse da Mi. Talvez a linha mais premium deles seja melhor nesse ponto.

          1. Pode ser! Como eu disse, meus parâmetros são baixos, mas achei interessante mesmo os graves. A qualidade sonora me parece bem melhor que os que eu usava, então invariavelmente seria melhor! hahahahahaa
            Normalmente meus fones estragam rápido, coisa de meses, por isso não compro fones “premium”, acho que seria rasgar dinheiro!

  22. Caros, um tanto encabulado, pergunto a vcs: alguém sabe como fazer o update do bootloader para kitkat (já tenho o arquivo zip) em lg pad 8.3 com cyanogenmod 12.1? Presumo q tenha q usar um flash tool da lg… É por aí? Me enrolei um pouco nessa etapa.

    1. Procure no YouTube. O jeito que acho mais fácil é extrair a imagem e usar o Rasher para fazer o serviço. Simples e rápido. Boa sorte.

          1. já instalei, louis. mas preciso mesmo é atualizar o bootloader apenas, mas até agora não descobri como fazer isso. tenho me correspondido com o cara q deu essa dica no forum xda-developers, mas o cara não entrega o jogo… esse gringo tá me tirando. só pode.

          2. É dessa forma que te disse que atualizo o recovery do meu tablet. Acho que é da mesma forma para o bootloader.

          3. consegui atualizar o twpr facilmente, mas o bootloader, estou com receio de seguir adiante e ferrar com tudo… estou tendo aquele problema de blackscreen, saca? tem sido bem recorrente entre usuários do cyanogenmod 12.1. e isso aocntece justamente nos apps q uso mais: kindle, pocket…

          4. Isso aí é ainda mais simples. Só fazer o procedimento padrão de instalar via recovery.

  23. Bom dia! Alguém comprou o Windows 10 por 300 e poucos reais? Eu queria saber se é versão full ou upgrade, pois preciso montar uma VM no parallels. Alguém que já esteja usando no parallels, teve algum problema ? Grato.

    1. Acho que não existe mais versão upgrade. O que vale agora é a origem da aquisição – Win 7 /8 ou computador novo = atualização gratis via Update; PCs antigos, PCs novos sem sistema ou outras condições = compra da licença de uso.

      O que tenho dúvida é como pegar o serial.

          1. Então. Nisso fico coçando a cabeça: o serial então é gerado baseado no hardware (chuto que seria as identificações de peças principais do equipamento), e eu não tenho como fazer backup deste, correto?

            Já instalei o 10, depois desinstalei. Então se eu pegar e reinstalar mais uma vez, o Win 10 vai já pegar todas as informações, identificar o hardware e com isso recuperar o serial, certo?

          2. pois é, e como fica no caso do “deu pau no HD” ou upgrade de peças?

          3. Isso.

            Por hoje o Windows ser licenciado por máquina, acho que eles já fazem isso para forçar sempre o usuário a trocar o equipamento completo, e assim comprar outra licença do Windows (geralmente atrelada).

            Se pensar que tempos atrás li que a Intel tinha a ideia de acabar com a troca de processadores e incentivar a venda de kits completos de placa mãe + processador…

          4. mas eu cheguei a ver essas aberraçoes. o processador era soldado na placa mãe. tinha visto um atom e um pentium D nesse esquema.

    2. Se você quer o Windows 10 original o jeito mais fácil é comprar uma licença do Windows 8 (que ainda dá para encontrar por um bom preço) e fazer o upgrade gratuito.

        1. Sua memória falhou então. Estou falando de uma licença original do Windows 8. Nada associado a upgrades de sistemas anteriores.

  24. Momento rant: Ontem à noite apareceu o pop up para atualizar para o Windows 10. Mandei atualizar. Deu erro na atualização (em 85%), PC entrou em loop eterno de reboot. Merda.

    OK, tinha outro note, baixei o windows 10 nele, instalei em um pendrive, fresh install. Não reconheceu a key, pois deveria atualizar do windows 8.

    OK. Criei uma imagem do Windows 8, em outro pendrive. Diversas BSOD, com diversas razões (memory management, ntfs file blablabla), coisa que nunca ocorria antes.

    Agora (desde as 6:50): lutando contra as BSOD, baixando partition magic para fazer uma limpa segura do SSD, baixando o windows 8.1 (iso) para após formatar completamente o SSD, reinstalar de novo, e depois tentar colocar o 10 direitinho.

    O que causou isso tudo? Acredito que o fato de eu ter 3 HDs espetados no momento da atualização. O instalador do windows pode ter confundido as partições, até porque quando fui reinstalar de novo (somente com o SSD plugado), ele não reconhecia o SSD como partição do sistema.

    Sério, tem coisas que me deixam com raiva. Principalmente quando já perdi algumas horas e ainda terei algumas outras aqui na bagunça…. Sem falar nos arquivos que perdi que estavam na área de trabalho antiga (OK, nada fundamental, já que uso serviços na nuvem, mas tomar no cu!)

    1. Eu entendo, tecnicamente falando dos motivos para esses problemas, mas achei meio arriscada essa estratégia de chamar para a atualização que a Microsoft fez no lançamento do Windows 10.

      Muitos usuários, como você por exemplo, podem ficar irritados e perder tempo no dia…uma das coisas que mais me deixam mais irritado quando se fala de gadgets é perder tempo porque ele deu um problema imprevisto.

        1. Amanhã irei à guerra rs. São 3 desktops e 2 notebooks.

        2. Então permaneça no Windows 8.1, já que ele inicia bem mais rápido que o W10 é não tem tantas coisas em segundo plano.

        3. Aqui foi tudo perfeito.
          Todos os componentes reconhecidos e já instalados com seus respectivos drivers mesmo na instalação limpa.
          Aqui não tive nenhuma tela azul, nenhum travamento, nenhuma lentidão.
          Não volto mais pro 8.1 nem sob tortura =P

      1. Eu ainda não recebi minha atualização e não estou com muita pressa. Ela chegando antes do tempo de gratuidade terminar ficarei tranquilo.
        Estou ansioso, mas não vou ficar me matando. A hora que chegar, me divirto, ou não…

      2. Olha… Aconteceu comigo, mas por sorte eu sei e sou “bom” em me virar sozinho. Se precisar criar mídia bootavel e aplicar comandos de DOS eu me viro, etc etc etc.

        Mas se uma coisa dessas acontece com 90% da população, ferrou, tem que enviar pro técnico! Aí é grana e principalmente tempo!

        p.s.: acabei de reinstalar o Win 8.1 agora. Vou rodar o Windows update e tentar colocar o 10. Vamos ver o que ocorre…

        p.s.2: durante a via crucius -> só tinha um pendrive de 4GB sobrando. Criei uma mídia do win 8.1 seguindo um guia. Deu errado. Pensei que as memórias estavam com problemas. Testes com todas as memórias em todos os slots, mesmo erro, até chegar à conclusão que o problema era a mídia. Consegui um pendrive de 8GB, vai lá baixar de novo o Win 8.1 e criar a mídia usando o próprio programinha da Microsoft. Aí consegui instalar… Mas sério, já se vão cerca de 8-10h em cima desse pepino!

    2. Tentei instalar 8 vezes o Windows 10 e foram oito falhas. Somente na nona vez consegui. O Windows ainda é muito problemático para atualIzar, mas depois que se consegue é tranquilo.

    3. pode ser pelo fato dos 3 HDs mesmo. eu tenho um SSD msata de 32 GB com Ubuntu e um HD normal de 500GB pro Windows. Mesmo depois de diversas tentativas estava dando erro na atualização para a build 1024. Então entrei na BIOS e deixei ele inicializar direto pelo de 500GB, sem passar pelo GRUB.
      aí atualizou sem problema nenhum!

    4. atualizei o meu do zero e ficou muito bom. mas ainda estou tendo conflito com o wireless (mas isso é cagada da dell) e com as portas usb 3.0. de resto, achei q ficou tudo mais fluído.

    5. Apareceu aqui ontem e mandei atualizar. Deu tudo certo de primeira. Sem problemas até agora. Tem dois HD’s SATA (um só para dados) e é um PC bem velho, de pelo menos 6 anos.

      UPDATE: Surgiu um problema. De ontem pra hoje deixei o PC ligado e ele suspendeu ou hibernou mesmo com as configurações de não suspender/hibernar. Parece que tem um bug aí.

  25. Fiquei surpreso ao encontrar um comentário do @ghedin:disqus no Mais de Oito Mil, nos idos de 2011, sobre um caso de proibição de publicações por lá.

    1. Eu (meio que) lembro disso. Mas foram tantas polêmicas, tantos blogs ao longo dos anos, que os detalhes me fogem totalmente.

      1. Uma coisa que noto é que muita gente que está nos comentários (e sites) como o MdU, Giz e outros, são pessoa que vem desde o início da operação de internet.

        Acho que muitos de nós, antes de estarmos por aqui, participamos de fóruns e outros lugares pré redes sociais (ou melhor, quando redes sociais não eram conhecidas como redes sociais). Eu por exemplo tenho a seguinte lista de participações em fóruns “grandes” (que tinha uma alta movimentação):

        – MangáXplosion
        – Outerspace
        – Skyscrapercity

        Todos estes saí há muitos anos atrás (Mangá Xplosion não existe mais, a propósito) e não tenho mais participação.

        Depois, fui parar em comentários. :p

        Diferente de muitos, nunca fui um cara rico com possibilidade de ter uma linha e pagar 10 reais a hora de internet :3 . Que inveja.

        1. Acho que todo mundo que teve contato com a Internet antes de 2004 acabou entrando em fóruns ou outras formas mais primitivas de comunidades. Não tinha nada muito centralizador até então — depois veio o Orkut, que meio que começou essa tendência no Brasil.

          Além desses veteranos, vejo muita gente mais jovem aqui nos comentários do Manual, e a tendência é que esse público que não teve ou teve pouco contato com fóruns aumente com o tempo. Os fóruns ainda existem, mas (vendo de fora) parecem que estão mais especializados e, portanto, menos acessíveis a novatos.

          1. Acho bem curiosa essa tendência a panelinhas. Como não sou viajado, posso estar falando asneira, mas desconfio q seja algo bem nosso essa cultura de se fechar em grupinhos e meio q deixar o resto de lado… E isso se dá mesmo entre aqueles q são, digamos, mais cosmopolitas. Curioso…

          2. Vai muito do ego. Todos os três foruns que participei, sai por motivos bestas, e hoje sei que parte da culpa é minha por não aceitar certas coisas que eles fizeram lá (admito que levo muito a sério o que muitos riem… :p ).

            Skycrapercity era o fórum que eu tinha mais respeito. Conheci, fiz bons colegas, e com isso até conheci por dentro o sistema da CPTM. :) O problema lá era a guerra de ego que alguns tinham. É difícil administrar isso, mas o problema é que quando está em um grupo sem coesão, as pessoas vivem a discutir só pelo prazer de discutir.

            Acho isso chato, e mais chato ainda pois o pessoal de lá tinha capacidade para realmente mudar as coisas no país. Havia bastante conversa sobre urbanismo, mobilidade urbana e etc, isso antes de tudo isso virar “moda” hoje e entrar em pauta.

            Muita gente que estava lá hoje trabalha onde antes apenas almejavam conhecer. O pior é ver que vendo eles entrarem e a situação não mudar, mostra que o problema não é só a boa vontade de mudar as coisas…

          3. Acho que é de todas as culturas. Você conhece muita gente ao longo da vida, mas tem poucos amigos, e isso vale para todo mundo. Relacionamo-nos com quem nos identificamos mais, admiramos, com quem rola uma sinergia boa.

            Em comunidades online, pelo próprio formato (texto, comunicação assíncrona), há um nivelamento maior entre os participantes e opções mais fáceis de ignorar aqueles com quem não as ideias não batem. Imagino que isso retarde o surgimento de panelinhas e as impeça (em muitos casos) de ficarem tão fortes a ponto de repelirem novos membros.

          4. gosto da ideia de conversar com estranhos, saca?, apesar da brutal timidez em iniciar a conversa – diferentemente de amigos q fazem isso com extrema facilidade. a mim, esses circuitos fechados, muitas vezes propositalmente pra justamente proteger a “essência” do grupo (às vezes restritas apenas às famigeradas piadas internas), são um tanto limitadores. nem sempre panelinhas são formadas por amigos, eu acho. é como qdo se frequenta um clube e vc sabe q ali todos são sócios, mas não necessariamente é amigo deles, mas rola uma identificação e até a exclusividade de estar ali e outros não. talvez seja só uma aversão ao fechamento dos grupos, pq antevejo as perdas q esse comportamento ensimesmado traz…

          5. Tem alguns subfóruns que eu participo, mas amigos de longa data, alguns conhecidos de longa data, das madrugadas no IRC, mas divago, acho que é bacana ter certo protecionismo em alguns assuntos, porque certos temas podem acabar com amizades, ainda mais quando são hobbies ou similares, não acha?

          6. acho q não, marco, pq se há uma amizade, deveria haver abertura pra se manifestar livremente, por mais q alguém saia aborrecido da conversa… com certeza há temáticas mais delicadas e todos somos sensíveis a determinados assuntos – sejam eles quais forem -, mas aí tem q dosar, né? se vc sabe q seu parça é um tanto bolado com algo é melhor não ficar atormentando o cara com isso… apesar de crer q ele deveria ter q tolerar, pq senão não é amigo, é colega…

          7. Imagino que esse foi o ponto de sucesso das comunidades do Orkut.
            E até hoje frequento uns grupos que se iniciaram por lá (principalmente de discussões de mangá).

          8. Imagino que esse foi o ponto de sucesso das comunidades do Orkut.
            E até hoje frequento uns grupos que se iniciaram por lá (principalmente de discussões de mangá).

          9. o q eu acho aborrecido é q as panelinhas têm a tendência a fazerem um jogo duro para a entrada de novos membros, por assim dizer. há baixa receptividade e as panelas não falam entre si (fora os feudos em áreas acadêmicas e culturais). nas panelas isso fica mais evidente, pq em grupos grandes não tem como evitar a entrada de gente nova e a maior circulação de ideias. num fórum acho q tb pode acontecer o mesmo, apesar do q vc diz estar correto, mas se um novo participante for evitado por uma panela que se consolidou, por exemplo, ele tem acesso meio restrito ao debate… mas como esse negócio de panela é coisa q vejo desde moloque, deve ser assim mesmo.

          10. Veja o Reddit por exemplo, para mim, aquilo é um caos para mim, mas tem um grande público que se entende.

          11. Eu e meu irmão tínhamos sites no Geocities, pelos idos de 95. O dele sobre música e o meu sobre dicas de games.
            Se alguém aqui era dessa época, que se pronuncie rsrs

        2. mIRC! Era sensacional. Isso nos idos de 96-99. Cacilda, faz tempo.

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