Post livre #199

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144 comentários

  1. alguém tem recomendação pra seguir feed RSS? (pode ser online ou app pra Mac/iOS)

  2. No apagar das luzes:

    > Bezos, who’s been described as a libertarian, has largely stayed out of the world of big-money political donations, other than a $10 million gift with his then-wife MacKenzie to a super PAC that aims to elect military veterans to Congressional office.

    > But it’s easy to imagine that a man worth more than $100 billion wouldn’t mind a new business-minded presidential opponent to Senators Elizabeth Warren and Bernie Sanders. Both of those contenders for the Democratic nomination have made economic inequality centerpieces of their campaigns.

    > Warren has proposed a wealth tax for the uber wealthy like Bill Gates and Leon Cooperman, who each recently publicly expressed concerns about the plan. Sanders simply doesn’t think billionaires should exist and has his own wealth tax proposal.

    > Each of the senators are also vocal critics of Amazon on topics ranging from its treatment of warehouse workers to its growing power in retail and other industries. Warren, of course, has outlined a plan to break up Amazon, along with other tech giants.

    > Some believe a Bloomberg candidacy could actually boost Warren’s chances of landing the nomination by weakening Biden (who top Amazon spokesman Jay Carney once worked for when he was vice president). Others are cheering the former New York City mayor on.

    Basicamente, o Bezos (que *vale* 100 bilhões de USD) colocou uma pressão enorme no Michael Bloomberg para que esse fosse pras primárias contra a Warren e o Sanders (que vem derretendo a candidatura do Joe Biden). Tudo isso pra evitar os planos da Warren de desmembrar as grandes empresas do Vale e do Sanders de taxar os bilionários dos EUA.

    Nada como presenciar toda a força do capitalismo se agrupando pelo lucro desenfreado às custas de vidas de pessoas (e animais) para manter o poder (ainda mais) concentrado nas mãos de 10/20 pessoas.

    E tem quem defenda esse sistema nefasto.

    1. Não entendi o problema nas opiniões de ambos, sinceramente. Especialmente no tweet da menina (porque beleza, o cara ainda arrota certa arrogância).

      1. i) A figura do Lula não tem relação (ainda) com o messianismo que ele diz que tem. A soltura do Lula foi comemorada pela militância petista, principalmente, e pelos eleitores pobres do Lula que, quando na época do governo deste, tinham mais acesso a cultura, educação, saúde, segurança e emprego (principalmente). O comentário dele é o “centrismo iluminado” que esconde o pior do elitismo burguês brasileiro, principalmente quando descarta o que leva as pessoas a votarem no Lula (e não, por exemplo, no PT)

        ii) O comentário dela é uma consequência direta do pensamento torto dele quando leva a questão da militância como uma exageração de todo o pensamento ao redor do lulismo. Novamente, um comentário elitista que não considera, novamente, o que ocorre no voto pobre do Lula.

        Conclusão: duas pessoas brancas, ricas e com amplo acesso a oportunidades na vida (educação, dinheiro, saúde, segurança) que ignoram a sociologia por detrás do voto no Lula e analisam a partir da sua própria ótica o fenômeno de massas que isso é.

        As pessoas não votam no Lula por enxergar nele um Messias (quem faz isso são os eleitores do NOVO que, mesmo com todas as provas de que o partido é tão sujo quanto todos os outros, continuam cegamente votando e defendendo ideias liberais, por exemplo) e sim porque entendem que quando ele foi governo ele facilitou a vida do povo. Simples, claro e inequívoco.

        A discussão pode ser voltar em inúmeros pormenores sobre o Lula, o seu governo conciliador, a democracia liberal etc. Mas esse ponto que ambos colocam no ar é desonesto, elitista e me espanta que venha de pessoas que se dizem progressistas.

      2. O que mais me espanta ainda é ele ser formado na área e mesmo assim falar uma merda absurda dessas.

    2. O comentário do Leon foi errado, no tom errado, no timing errado.

      Acho que foi tu que retwittou um conjunto da Sabrina Fernandes sobre a imagem do Lula e sua representação. Achei bem mais válido.

      De fato, Leon acerta que a gente não precisa ou não deveria gostar de “messias” (nem o messias que tá no poder).

      Mas ignora realmente o fator político.

      Ainda acho que Lula errou muito até a época da prisão. E se antes eu era a favor do Lula na prisão, hoje sou a favor mais de transparência das pessoas. Independente se Lula está dentro ou fora – para mim, ele já pagou o preço, só não aprendeu a lição (acho que ele poderia agir mais quieto do que fazendo barulho com a militância, mas é claro que é um ponto de vista pessoal e entendo o motivo das urras da militância – justas até).

      Lula não vai salvar o Brasil. Mas ele livre ao menos já é algo relevante politicamente.

      1. Dever querer um Messias é errado, claro, mas o ponto do Lula não passa por essa questão. Tem relação com militância e voto “com o corpo” pela parcela pobre da população.

        O comentário do Leon é o típico comentário que esconde o seu preconceito, elitismo e classismo atrás uma suposta opinião centrada e ponderada.

        1. AH sim, sem dúvida.

          E não sei se viu, mas o media do @Lula respondeu de forma brilhante e elegante. :)

          Fortes Sinais!

  3. Não sei onde foi que eu soube que tem uma rede social APENAS DE AUDIO. Não tou falando exatamente de “Zap-zap”, mas sim onde os tópicos são apenas em audio.

    Na verdade, jogando em buscador dá vários resultados também, mas soube de um chamado Audlist.

    O que acham de participar de algo assim?

    1. Acho que se as pessoas falassem em voz alta os tweets que publicam, o volume de tweets cairia absurdamente. Muita, mas muita coisa em que pensamos não resiste à mera passagem pelas cordas vocais.

        1. Que circula em barzinho de periferia por aí, escuta coisa muito pior. A diferença é o tom e o tratamento.

          O preconceito exposto das redes sociais é nada mais que a reverberação de preconceitos comuns na sociedade..

  4. curiosidade (não que eu entenda disso, mas até gosto de acompanhar essas mudanças): no macOS Catalina, o padrão novo no Terminal é o zsh, não mais o bash

    1. Sou mais velho? Eita… :|

      Digo só que idade
      é apenas uma referência,
      e para cada vivacidade,
      uma experiência. ;)

    2. Sério que comemorou a decisão do STF?!
      E feliz aniversário. Acima de tudo, muita saúde!

  5. Parabéns feliz niver ghein :D vida longa ao blog e parabenizo pelo blog da ótima qualidade!

      1. Uma pena, também fiquei sabendo tarde. Domingo ele vai participar de um evento no Theatro Municipal do Rio mas quando fui ver já não tinha mais ingresso disponível. Mas ele vai estar no programa Roda Viva na segunda-feira.

  6. Primeiramente, feliz aniversário Ghedin 🎂🎁🎉
    Segundo, me chamou a atenção na newsletter do Manual, a foto do Ghedin na UniBrasil e atrás dele um quadro negro. Como sou professor, ver um quadro negro me chamou a atenção, pq no Ceará eles foram trocados de escolas e faculdades, há quase 20 anos, por quadros branco e pincéis. Problemas de saúde de professores e alunos por causa do pó de giz foi a maior motivação pra isso.
    Gostaria de saber se ainda é comum, ou padrão, no Sul e Sudeste encontrar quadro negro e giz em salas de aula.

      1. Aqui no RS as privadas costumam usar quadro-negro entre as mais “pobres” e quadro branco nas mais conhecidas. As federais só usam quadro branco desde 2010 (mais ou menos). Deve ter um que outro curso que tem salas com quadro negro ainda, mas é legado e deve ser mudado em breve.

    1. Faz anos que não piso em escolas estaduais, mas que eu me lembre, são quadros para giz ainda (lembrando que voto em escola estadual)

    2. Aqui no Rio Grande do Sul, Porto Alegre, minhas últimas experiencias tem sido com Quadro Branco. No meu último ano de Ensino Médio, escola pública, 10 anos atrás, eles removeram o quadro e o giz. Na UFRGS os prédios em que convivi usavam quadro branco. E a universidade em que leciono – privada – também.
      Como professor, iria escrever bem menos no quadro se fosse com giz. Sem contar a qualidade da letra, hehehe.

    3. Nas escolas que estudei recentemente (todas públicas e acima da média), existem três tipos de lousa: Quadro negro antigo (que acumula muita sujeira e poeira, péssimo para a minha renite), quadro negro novo (parece um pouco com o quadro branco, pq é liso e acumula pouco pó) e o quadro branco. Mas o branco só foi instalado na última com recursos provenientes da APM.

      1. Confesso que estou surpreso com os relatos de vocês, não imaginava que ainda tinha tanto lugar usando quadro negro e giz. Também lamento por todo mundo que é obrigado a conviver com o maldito pó de giz, faz um mal terrível pra saúde.

  7. Olá, este é um convite para discutir um tema complexo da filosofia da tecnologia: afinal, o que É tecnologia? O que podemos chamar por esse nome? A discussão é entre duas posições, uma que relaciona tecnologia com algo relativamente recente na história da humanidade, e portanto diferente do simples uso de ferramentas, e outra que defende que tecnologia sempre existiu, sendo uma característica natural do ser humano. Acompanhem a discussão aqui: https://medium.com/contra-a-civiliza%C3%A7%C3%A3o/o-que-%C3%A9-tecnologia-resposta-ao-smile-knup-9c63a3ba3f68

  8. Feliz aniversário, Ghedin! Soube na newsletter mas achei que seria mais legal te dar os parabéns por aqui.

    1. Nem sabia que era hoje.
      Parabéns, Rodrigo! Tudo de bom.
      Não sei se ele vai ver, mas tá aí :P

    2. Parabéns, Ghedin! Muitas alegrias no seu caminho! Felicidades hoje e sempre!

    3. O meu foi dia 3 (domingo).

      Fica aí o parabéns ao escorpiano Ghedin aí. :)

    4. Só soube agora. Estava esperando o post no blog pessoal dele, como de costume =D

      Parabéns Ghedin.

  9. quantos apps mensageiros vcs tem instalado? Quais? Sempre usei mais o signal, o telegram pra alguns grupos, whatsapp fiquei anos sem ter mas infelizmente eh muito difícil nao ter :/ Outro mensageiro que voltei a usar eh o briar (https://briarproject.org/) ele eh software livre, criptografado fim a fim, descentralizado e ele trafega as mensagens via Tor, agora que eh possível adicionar pessoas remotamente (antes vc só conseguia add um contato pessoalmente )

    1. Apenas WhatsApp. Não vejo razão em ter outros mensageiros se todos os meus contatos estão no WhatsApp.

    2. Zapzap é o principal.
      Tenho o Telegram por conta de uns canais de ofertas e pelo MdU.

      São esses 2.

      Mas recentemente tenho trocado mensagens com mais frequência dentro do Instagram. Infelizmente, confesso.

    3. telegram
      wpp
      INSTAGRAM SOCORR

      o foda do instagram éque não dá pra usar no desktop. whats é ruim mas até vai
      telegram é firmeza

    4. Tenho até demais. Os que mais uso são Signal e iMessage, mas não dá para desinstalar o WhatsApp (ainda), tenho o Telegram principalmente para o grupo e canal do Manual e o Skype para gravar o Guia Prático e eventuais vídeo chamadas.

    5. WhatsApp (o mais frequente), Telegram (ofertas, alguns grupos públicos de discussão), Instagram (infelizmente) e Hangouts (exclusivamente no Gmail para discussão do TCC).

    6. Whatsapp e Telegram, basicamente. Pretendo instalar o Instagram em breve, para começar a divulgar uns freelas que eu faço.
      Gostaria de só ficar com o Telegram. Mas 99% dos meus contatos são whatsapp/messenger/instagram.

  10. Aqui no Brasil, somente preto, pobre e prostituta voltarão a ser presos. Política à parte, o país andou pra trás.. Pena.

    1. Tô lendo “O sol ainda brilha” (ainda não acabei, mas muito excelente por sinal) e posso responder com total certeza que não é só no Brasil… =/

    2. [Damiens fora condenado, a 2 de março de 1757], a pedir perdão publicamente diante da poria principal da Igreja de Paris [aonde devia ser] levado e acompanhado numa carroça, nu, de camisola, carregando uma tocha de cera acesa de duas libras; [em seguida], na dita carroça, na praça de Greve, e sobre um patíbulo que aí será erguido, atenazado nos mamilos, braços, coxas e barrigas das pernas, sua mão direita segurando a faca com que cometeu o dito parricídio, queimada com fogo de enxofre, e às partes em que será atenazado se aplicarão chumbo derretido, óleo fervente, piche em fogo, cera e enxofre derretidos conjuntamente, e a seguir seu corpo será puxado e desmembrado por quatro cavalos e seus membros e corpo consumidos ao fogo, reduzidos a cinzas, e suas cinzas lançadas ao vento.

      Finalmente foi esquartejado [relata a Gazette d’Amsterdam].2Essa última operação foi muito longa, porque os cavalos utilizados não estavam afeitos à tração; de modo que, em vez de quatro, foi preciso colocar seis; e como isso não bastasse, foi necessário, para desmembrar as coxas do infeliz, cortar-lhe os nervos e retalhar-lhe as juntas… Afirma-se que, embora ele sempre tivesse sido um grande praguejador, nenhuma blasfêmia lhe escapou dos lábios; apenas as dores excessivas faziam-no dar gritos horríveis, e muitas vezes repetia: “Meu Deus, tende piedade de mim; Jesus, socorrei-me”. Os espectadores ficaram todos edificados com a solicitude do cura de Saint-Paul que, a despeito de sua idade avançada, não perdia nenhum momento para consolar o paciente.

      [O comissário de polícia Bouton relata]: Acendeu-se o enxofre, mas o fogo era tão fraco que a pele das costas da mão mal e mal sofreu. Depois, um executor, de mangas arregaçadas acima dos cotovelos, tomou umas tenazes de aço preparadas ad hoc, medindo cerca de um pé e meio de comprimento, atenazou-lhe primeiro a barriga da perna direita, depois a coxa, daí passando às duas partes da barriga do braço direito; em seguida os mamilos. Este executor, ainda que forte e robusto, teve grande dificuldade em arrancar os pedaços de carne que tirava em suas tenazes duas ou três vezes do mesmo lado ao torcer, e o que ele arrancava formava em cada parte uma chaga do tamanho de um escudo de seis libras. Depois desses suplícios, Damiens, que gritava muito sem contudo blasfemar, levantava a cabeça e se olhava; o mesmo carrasco tirou com uma colher de ferro do caldeirão daquela droga fervente e derramou-a fartamente sobre cada ferida. Em seguida, com cordas menores se ataram as cordas destinadas a atrelar os cavalos, sendo estes atrelados a seguir a cada membro ao longo das coxas, das pernas e dos braços. O senhor Le Breton, escrivão, aproximou-se diversas vezes do paciente para lhe perguntar se tinha algo a dizer. Disse que não; nem é preciso dizer que ele gritava, com cada tortura, da forma como costumamos ver representados os condenados: “Perdão, meu Deus! Perdão, Senhor”.

      Apesar de todos esses sofrimentos referidos acima, ele levantava de vez em quando a cabeça e se olhava com destemor. As cordas tão apertadas pelos homens que puxavam as extremidades faziam-no sofrer dores inexprimíveis. O senhor Le Breton aproximou-se outra vez dele e perguntou-lhe se não queria dizer nada; disse que não. Achegaram-se vários confessores e lhe falaram demoradamente; beijava conformado o crucifixo que lhe apresentavam; estendia os lábios e dizia sempre: “Perdão, Senhor”.

      Os cavalos deram uma arrancada, puxando cada qual um membro em linha reta, cada cavalo segurado por um carrasco. Um quarto de hora mais tarde, a mesma cerimônia, e enfim, após várias tentativas, foi necessário fazer os cavalos puxar da seguinte forma: os do braço direito à cabeça, os das coxas voltando para o lado dos braços, fazendo-lhe romper os braços nas juntas Esses arrancos foram repetidos várias vezes, sem resultado. Ele levantava a cabeça e se olhava. Foi necessário colocar dois cavalos, diante das atrelados às coxas, totalizando seis cavalos. Mas sem resultado algum.

      Esse é um trecho inicial de Vigiar e Punir do Focault. Tem em PDF o I e o II, vale a pena a leitura para qualquer pessoa que acha que punir, essencialmente, é o caminho.

      BTW, o que você falou está certo, mas isso não tinha mudado antes. Com o decalque da Lava Jato, apenas pobres, pretos e políticos do PT eram presos.

    3. Não considero que o país andou para trás a partir do momento em que passou a respeitar o que a Constituição expressamente prevê (que ninguém será considerado culpado antes do trânsito em julgado). Considero que o país andou para frente, dando um pequeno passinho de volta ao império das leis frente à essa loucura de passar por cima das leis para combater a corrupção (como se passar por cima das leis não fosse, por si, corrupção).

      Essa questão é preto no branco, o cerne da divergência é que alguns ministros do STF preferiram adotar seus posicionamentos pessoais (por exemplo, de que a prisão após o trânsito em julgado leva à impunidade) em vez de defenderem o cumprimento do texto constitucional.

      Se a prisão após trânsito em julgado promove a impunidade (e eu até considero que sim, que a regra constitucional é exageradamente branda), que o Congresso Nacional ou até mesmo o Executivo apresente uma Proposta de Emenda à Constituição para permitir a prisão a partir da condenação em segunda instância, em vez de passar por cima de um texto constitucional claro e cristalino.

  11. Lula solto amanhã?

    STF acaba de determinar que a prisão só deve ocorrer findados todos os recursos (por 6×5).

    Preparem-se pro exército de bots no Twitter e Whatsapp.

    1. Espero que não tenha exército doente que apóie o futuro ditador que ferre o STF, possibilidade de golpear democracia é grande mas espero estar errado sobre isso.

      cara não é fácil sabendo que nossa democracia está sob risco devido ao ditador louco que não sabe governar e são perigosos, burros mas acho que não devemos subestimar esses monstros.

      1. Já levantei a bola de que o governo vai conseguir espremer os recursos judiciais pra juíza do caso adiar a soltura até abril/maio de 2020. Isso daria tempo pra três coisas: i) recrudescimento da política neoliberal de privatizações e desmonte estatal; ii) articulação de bots e redes de notícias ao redor do tema (Lula solto + STF); iii) reunião com o Steve Bannon pra realinhando da postura e estratégia para combate da militância de oposições e possíveis comícios ao redor da figura do Lula.

        Se isso não adiantar (ou seja, Bolsonaro cair e Lula seguir forte) não descarto a ideia de uma GLO nacional e uma fechamento “voluntário” do STF e das duas casas legislativas para “conter a proteger” o Brasil. Seria um (neo) AI-5 que não descarto.

        1. Sendo bem sincero: os militares que estão do lado do salnorabo são loucos, mas não ao ponto de fazer uma volta da ditadura sine que none.

          Eles sabem que qualquer tentativa de voltar uma ditadura pra cá, eles são os primeiros a se ferrarem. Primeiro que parte desta liderança pró ditadura é mais caquética e fraca do que pensa. Os caras só tem contatos, não força. Para dominar algo, tem que ter motivações, e o povão não tem motivação nenhuma para virar bucha de milico louco. (Até o Stedile – sei lá como escreve – dias atrás estava falando que mesmo o MST não tem mais gente militando porque não querem ser buchas de canhão).

          Povo quer ter coisas. Pelo menos o que comer e se ocupar (inclusive uma casinha e um trabalho). Não quer guerra. Só quer seu espacinho.

          Noto que o BR (como um todo) não tem perfil para “guerra civil”, não é um povo de briga violenta nas grandes metrópoles – toda vez que ocorre algo assim, eles deixam rolar até alguma intervenção severa ou “cair na real”. Só ver as coisas que acontecem quando policiais matam inocentes em favelas. Há revolta, mas de alguma forma acaba moderada e ficando mais em tensão de guerra do que em stricto sensu.

          Infelizmente e obviamente, a guerra civil BR tá mais na questão fundiária (os grileiros e as questões das terras amazônicas) e em cidades onde há um alto indício de criminalidade urbana, como Rio (são paulo aparentemente está um pouco mais baixo, mas não deixa de estar em atenção).

          1. Isso é parte da formação, primariamente, das nossas elites. As nossas elites sempre sufocaram a base da pirâmide na base da violência (física e institucional) impedindo qualquer insurreição, desde os tempos de Tiradentes.

            É errado dizer que o brasileiro não é combativo. A CLT não foi, por exemplo, um presente do Vargas ao povo brasileiro; pelo contrário, ela veio depois de muita luta de anarcosindicalistas. E muitas mortes destes. A CLT foi uma resposta que apaziguou a política interna do Vargas.

            O brasileiro é combativo, contudo, ele sempre está com a corda no pescoço e se torna presa fácil para duas vertentes principais do pensamento capitalismo: o marketing do consumo e a ideia de empreendedorismo.

            O Meteoro tem uma ótimo vídeo sobre a questão do capitalismo e de como ele é, via de regra, uma sociedade de castas (estratificada) com uma mobilidade social quase nula (https://mtgr18977.wordpress.com/2019/10/04/o-que-nao-te-falaram-sobre-meritocracia/).

            Entendo que o Brasil tem sim uma predisposição pelo centrismo político e pela ideia de ponderação (que fora rasgada em 2018), mas ele é bastante combativo na maioria das vezes.

      2. futuro ditador? o capitão pocotó?? mais facil o exercito expurgar ele também!

        1. Acho que jamais teremos uma ditadura nos moldes de 1964 novamente. Mas, uma lei criada pela Dilma na época dos megaeventos, cai como uma luva nesse cenário: GLO.

          A GLO é a “garantia de lei e ordem” e pode muito bem servir aos interesses de controle do atual governo sem necessariamente ocorrer uma ruptura tão drástica. Mantendo o STF e as duas casas fechadas ou operando apenas em regime de urgência enquanto se opera o país sob uma GLO nacional é uma saída muito mais “democrática” do que romper com as instituições.

          Contudo, ainda não vejo o Bolsonaro e seu clã político nessa equação. Acho mais possível que o Mourão e o generalato façam algo assim depois de uma eventual queda dos Bolsonaro.

    2. O que twittei jogo aqui:

      A se pensar: não acho que o Lula saia da cadeia depois da decisão do STF. O Lula não espera isso, mas sim o julgamento do Habeas Corpus relacionado as decisões de Moro.

      Acho que veremos mais alguns dias o Lula em Curitiba, até a hora da questão do HbCp se resolver.

      A prisão em segunda instância de fato é uma “correção histórica” de uma situação que, ao que notei, as tergiversações do Toffoli demonstraram o real problema: uma justiça injusta e classista.

      Regra simples: flagrou e/ou provou com clareza? Culpabilidade e prisão ou correção.

      Todo o sistema judiciário brasileiro – das polícias as altas cortes – estão totalmente viciados. Ou melhor dizendo, acomodados.

      Precisamos de uma troca de geração de juízes, promotores, advogados e policiais (de todos os tipos) para tentar ter uma justiça equilibrada e eficiente.

      No caso do Lula, acho que essa da Segunda Instância só é um paliativo que o próprio Lula sabe que não vai resolver politicamente o processo DELE (o do triplex).

      Só vai ser resolvido politicamente quando anulado o processo e o Moro for culpabilizado, junto ao Deltan.

      Então é esperar os próximos capítulos.

      complemento: O STF só fez isso para tentar se corrigir da época que apostou que a Lava Jato ia fazer o “trabalho sujo” de pegar os amigos de alguns dos juízes. Não pegou. Agora tá corrigindo em partes isso, mas ignorando que o Lula já quer pegar o fato de que há indícios claros que realmente foi um julgamento político e fazer que o Habeas Corpus instaurado para anular o julgamento funcione.

      Lula não solto amanhã, provavelmente. Lula é orgulhoso demais para isso.

      Quanto aos bots, notei que estão diminuindo. No entanto, ainda há gente fazendo merda na vida IRL. Adesivos do salnorabo, domingo botaram uma faixa gigante em uma avenida da cidade defendendo os salnorabo (ainda por cima com o número de campanha). Enfim…

      Quem defende o salnorabo hoje só aflora seu apoio quando confrontado com o que eles consideram “inimigos”. Fora isso, ficam na deles.

      1. “Lula não solto amanhã, provavelmente. Lula é orgulhoso demais para isso.”

        Resumiu tudo. O Lula não quer habeas corpus, semiaberto ou responder em liberdade. Ele quer a extinção total dos processos (e talvez que beijem a mão dele, também)

        1. Seria justo, inclusive; principalmente depois da patuscada (obrrgado Collor) que foi o processo da Dilma e a condenação do Lula. Ambas manobras políticas da ala conservadora-liberal do país para extirpar do poder um partido de centro-esquerda e implantar o modelo de economia liberal ultrapassado da Escola de Chicago pelas mãos do Paulo Guedes e dos amiguinhos do partido NOVO.

          Todos os processos contra o Lula tem vício de origem, julgamento enviesados, provas fictícias e colhidas de maneiras irregulares e é baseado em delações. A recente tentativa de prisão da Dilma exemplifica isso. Se você não percebe que o processo é viciado e político, você não entendeu o que está acontecendo ou está entrando na onda liberal achando que “menos Estado é o que precisamos”.

      2. Jamais iremos ter uma “nova geração” no poder judiciário pois esse é a essência da aristocracia burguesa. A carreira de magistrado é uma das mais fechadas aos pobres. A casta dos juízes é uma das mais privilegiadas não por conchavos ou mesmo por influência política, ela assim é por puro poderio do capital. O judiciário sempre foi moroso, lento e rico.

        Uma boa explicação é dada nesse vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=aYwXYpTmT98

        Tocqueville era um grande crítico do sistema judiciário dos EUA, por exemplo.

        1. Tenho que dizer que me enganei. Pensei que Lula ia preferir ficar na cadeia mais algum tempo para esperar ver se o Habeas Corpus seria julgado pelo menos até o final do mês.

          Não imaginava que de fato poderia sair para já começar a reaglutinar a militância.

          Esperando os próximos capítulos agora.

          1. Sempre achei que ele iria querer sair, contudo, acreditava que a oposição do PSL/Bolsonaro/Moro/MBL e outros liberais iriam tentar frear essa soltura o máximo possível. Não fizeram. Assim como não deram nenhuma declaração mais forte sobre o tema.

            Acho que vem coisa forte aí (ou é só cagaço do Lula mesmo).

  12. Eu peço sugestões dos robôs aspiradores de chão, não sei se tem bons robôs que limpam a chão com preço bom.

    1. Se você conseguir comprar algum da iLife no Aliexpress com estoque no Brasil, você vai fazer um bom negócio.

  13. Gente, eu estou a procura de um smartwatch que tenha google maps. Sério mesmo que o mais barato é o Amazfit?

    Abraços.

    1. Nenhum Amazfit tem suporte a Google Maps ou instalação de apps externos.

      Você pode ir atrás de algum smartwatch com Wear OS ou um Galaxy Watch.

  14. e aí, o que será do WT:Social?

    (que, pelo que entendi, é iniciativa pessoal do Jimmy Wales e não tem relação direta com a Wikipédia)

    1. Hm… começou estranho? Pelo que entendi, é um “pivot” do WikiTribune, a tentativa (ingênua, em certa medida) de replicar ao jornalismo as mesmas dinâmicas da Wikipédia.

      Acho que só vendo para crer, mas digamos que a Wikipédia não é um negócio dos mais empolgantes e concorrer com Twitter e Facebook é um tanto mais complexo do que com a Enciclopédia Barsa.

      Pena o Jimmy Wales ter optado por ignorar redes federadas, como o Mastodon. Parece-me um modelo mais promissor de alternativa às redes comerciais.

    2. Me inscrevi: You are number 10186 on the waiting list
      =/

  15. O Rodrigo Ghedin, no último podcast, disse uma frase que me marcou bastante. Alguma coisa nessa linha:
    “nenhuma marca é sua amiga, nenhuma marca quer o seu bem. Se for apoiar alguém, apóie a comunidade de software livre.”
    Minha pergunta pra vocês é, qual a sua relação com software livre? Conseguem usar em computação pessoal? Eu prefiro usar sempre que possível por questões de privacidade, mas confesso que tenho dificuldades em algumas coisas, principalmente jogos.

    1. Olá. Bem, eu uso Linux como desktop desde o ano 2000, então dá pra dizer que 95% do meu uso a trabalho é software livre. No celular, este ano tem sido um ano de explorar o FDroid em busca alternativas open source.

      Somos apegados ao jeito que fazemos as coisas, e a maioria das mudanças gera uma baixa na produtividade inicial que muita gente rechaça. Meus filhos cresceram usando Linux e pra eles não faz diferença (a não ser pra jogos, mas eu não jogo, então…). Mas já vi muito windozeiro perdido voltar as costas pro Linux na primeira dificuldade. Sou mais compreensivo com isso do que era. Pro leigo, em especial, reaprender tarefas pequenas é um transtorno.

      Já eu, como trabalho na área e possuo servidor pessoal, tenho testado alternativas para hospedar serviços que costumava terceirizar. Minha técnica de busca começa com um “program_name open source alternative” no DuckDuckGo. Depois, verificar a atividade dos projetos, o quanto me atendem, complexidade de instalação, e por aí vai.

      Mas confesso que hoje sou apenas “consumidor”, já fui mais ativo, enviando correções, traduzindo, programando uma extensão ou tema.

    2. Faz anos que uso linux como sistema operacional principal, então a partir disso acabei usando 99% de software livre…. Até voltei a usar o Firefox recentemente.

      Eu penso que há uma dificuldade em tornar o dual boot fácil. Particionar um disco e escolher pontos de montagem pode ser muito frustrante ou temeroso até pra alguem que já têm experiencia com Windows.

      1. Mas quase todas as distros tem particionamento automático faz tempo. Você escolhe dual boot e vai.

        1. sim, mas não espere que um leigo entenda isso.
          nós já passamos por uma fase de aprendizado e nos habituamos com diferentes ambientes gráficos…., pra uma outra pessoa pode ser comparavel a dar de cara com o dragão Tiamat

          1. Nunca fiz a experiência de mandar alguém instalar dual boot sem muita experiência no assunto. Quando der vou ver como a pessoa de comporta. É uma boa experiência antropológica.

        2. Algo que acontece com frequência também é que os updates do Windows 10 costumam sobrescrever o boot e tem que configurar o dual boot tudo de novo… E viva o livre mercado

          1. Verdade. A maior parte, na real, faz isso. Windows sempre reescreve a MBR =/

      2. não acho que dual boot seja uma opção interessante atualmente…fazia sentido antes da massificação das máquinas virtuais (Vmware, Virtual Box etc)
        hoje é muito mais prático manter o sistema “alternativo” numa vm, tendo ainda a vantagem de ter os 2 sistemas no ar ao mesmo tempo

    3. Ajudei a tirar do papel o FISL aqui em POA quando ainda na INF/UFRGS. Uso 90% do tempo apenas software livre (tirando jogos, Trados + Windows que é de onde vem a maioria dos trabalhados de tradução, por sorte isso tem mudado com as plataformas web/nuvem) quando desenvolvo. Meu envolvimento com SL/CA é bastante grande e remonta de tempos imemoriais (Conectiva 2 e por aí vai). Já fui embaixador da SUN (quando ela ainda existia), tradutor do Ubuntu e programador do Debian.

      Jogos, se você não se importar de não ter triple A na coleção, tem muito jogo bom usando FOSS, mas confesso que não dá pra se divertir muito.

    4. Eu tento usar softwares de código aberto sempre que possível. Utilizo, no Windows, o Firefox, Telegram, VLC, Subtitle Edit, Okular, 7-Zip… Também tenho testado uns outros, com o Popcorn, qBittorrent, Winyl e InfraRecorder. Adoro o Linux, mas não consigo utilizá-lo por conta da falta do Microsoft Office. É isso o que me impede, infelizmente.

        1. Só no Android. O problema é que sempre sobra alguma incompatibilidade, e eu sou professor. Rsrs Mas vou dar uma olhada com carinho de novo. Obrigado pela dica. :)

          1. Você não vai conseguir. Eu sou tradutor e revisor e, mesmo sendo ferrenho defensor do SL/CA, jamais consegui usar profissionalmente nenhuma ferramenta de edição de texto com CA.

          2. Pois é, Paulo, eu desconfio disso também. Para quem é de Letras, fica difícil se manter distante do Word e até do PowerPoint. Excel eu não uso, só o mantenho instalado para o caso de necessidade.

          3. Sim, faltam ferramentas de revisão decentes. Falta integração com suítes de tradução e com API’s de tradução automática. Falta uma dicionário decente e um revisor integrados que seja confiável.

            Hoje o LibreOffice é o melhor, sem dúvida, mas é como usar o Word 6.

          1. Sim, é verdade; mas, em tese, me permitiria usar o Linux por substituir o Microsoft Office.

    5. Mais fácil listar o que NÃO é livre, no meu caso. No meu PC com elementary OS:

      – Dropbox (só uso pra syncar uma pasta de anotações em Markdown de um aplicativo que adoro, mas que não tem sync por ser livre);
      – Spotify;
      – Jogos da Steam;
      – Zoom, pra reuniões do trabalho;
      – Slack, pra trabalho;
      – VS Code (é open source, mas não uso a versão livre dele);

      De resto, estou bem. Além do próprio sistema, todo o resto é ou livre ou open-source. Telegram, LibreOffice, Firefox, apps de email/calendário, sync com Android, anotações, podcasts, edição de imagens, utilidades, gerenciador de senhas… Até fiz um app de lembretes, que acho bem útil e usei pra aprender uma tecnologia nova!

      No PC é mais fácil de conseguir isso do que em celular, claro.

      1. Tenho bastante curiosidade com o elementaryOS. Você usa os apps nativos? A proposta se parece muito à da Apple com o macOS — apps simples, talvez não os melhores de cada área, mas bons o bastante e amigáveis.

        1. Gosto bastante dele. A galera tende a achar que ele é uma cópia do MacOS – por causa da dock e barra superior. Mas na verdade acho ele bem mais consistente e as coisas parecem ser melhor pensadas.

          Os apps nativos são poucos mas são bons, a princípio. Acho apenas o Calendário cru demais – mas eles estão melhorando-o aos poucos. O de Email, Arquivos, etc, são bem honestos e uso eles sempre. O navegador padrão é bem fraquinho mas nesse caso é só baixar o Firefox/Chromium na loja.

          O diferencial dele é a loja de apps – no modelo “Pague o que quiser” (inclusive zero). Tem vários apps simples mas super úteis, feitos sob medida pra rodar nele. Então todos seguem as mesmas diretrizes de design, são softwares livres e revisados antes de irem pra loja.

          Para apps mais conhecidos/comerciais (Slack, Spotify, Telegram, Steam, Discord, etc), essa semana saiu um update que possibilita adicionar vários apps à loja com 2 cliques – e praticamente todos eles rodam em uma sandbox! Ou seja, dá pra confiar que não vão acessar o que não devem.

          Eu o recomendo bastante. Só tem que ter em mente que é um SO meio “opinionated” (não achei palavra em português equivalente). Ele propõe um tipo de uso e não tem tanta flexibilidade como outras distros Linux – inclusive os desenvolvedores recebem ameaças de morte (?!??!!?) por isso. Não dá pra botar arquivos na área de trabalho, por exemplo.

    6. Tentei no meio do ano começar a usar alguma distro, mas me atrapalhei tudo e voltei a usar o Windows, no caso o 10. Mas usei alguns scripts prontos e espero que ao menos a telemetria não funcione.

      Aplicativos “Open Source”:
      – Firefox
      – VLC
      – Pale Moon
      – Foobar2000
      – Notepad++
      – Sumatra PDF

  16. Essa semana passei a trabalhar em Alphaville/Barueri (em torno de 30 km de São Paulo capital). Região que nasceu para ser residencial e hoje é repleta de imensos prédios de empresas de Telecom e TI.
    Fiquei impressionado em como conseguiram priorizar totalmente os veículos sobre rodas em detrimento aos pedestres, resultando em morosos 40 minutos (em dias normais) para entrar ou sair de Alphaville, nem faixa exclusiva de ônibus que é muito comum em grandes cidades eu vi por aqui.
    O que vocês fazem para amenizar regiões como essa totalmente voltada para o transporte individual? Onde vocês trabalham há flexibilidade no horário de entrada e saída? Permitem home office?

    1. Eu ainda faço estágio (na Berrini) em uma empresa de medio porte na área de engenharia e TI e aqui tem uma boa flexibilidade sobre horários e ao menos no meu projeto, a questão de trabalhar a distância é bem tranquilo (qual a forma correta de se dizer Home Office?).

    2. Eu trabalho perto da estação São Judas, aqui temos um horário bem flexível. Eu prefiro chegar cedo pra sair cedo, mas não dependo de transporte público ou pessoal já que moro perto; mas aqui tem uma galera que chega 9h, 10h e sai mais tarde pra evitar o trânsito ou transporte público cheio.

      É um pouco difícil de fazer home office devido à necessidade de ter os equipamentos para teste, mas eventualmente acontece.

      1. Falando em horário, tem gente que chega às 13h e sai umas 21 ou 22h. E sobre trabalho a distância, normalmente tem gente que faz no mínimo um dia na semana (o Scrum Master faz no mínimo umas duas vezes).

    3. Trabalhei na Dell de Eldorado do Sul, onde as opções viáveis para se chegar lá são o fretado deles e carro. O fretado passava perto da minha casa as 6h55 (me acordava as 6h2o) e na volta me largava na esquina as 19h15 (meu horário era das 8 as 17h48).

      Por sorte eu podia fazer home office a vontade, então normalmente eu ia apenas na quarta e na quinta pra empresa.

    4. Ih cara, Barueri é uma cidade, em um jargão de alguns da mobilidade, “carrocrata”. Sempre tem projetos para “mudar o transporte público”, mas na prática ninguém quer tirar o conforto de andar no BMW para chegar no condomínio a 1 km dali. Isso demorando 3 horas no congestionamento.

      Não sei onde tu mora, mas tu pode tentar achar “rotas alternativas” de transporte para poder vencer o trânsito. Por exemplo, se trabalha na região do Centro Comercial (quadrilátero Madeira – Purus – Araguaia – Rio Negro), e mora em algum lugar que você PRECISA pegar o trem, pode tentar pegar o ônibus que vai para Antônio João, que ele vai direto a estação. Evite quaisquer um que vá para Carapicuíba ou Barueri – Centro que tu pega mais trânsito ainda na certa.

      1. É o melhor caminho, o chato é a acessibilidade da estação. Ainda sonho em que aconteça com ela o mesmo que vem acontecendo com a futura estação João Dias (https://www.metrocptm.com.br/estacao-joao-dias-da-cptm-enfim-esta-prestes-a-sair-do-papel/). E, aliás, acho um excelente artigo sobre a estação que o COMMU fez (https://medium.com/trens-metropolitanos/os-trope%C3%A7os-na-reconstru%C3%A7%C3%A3o-da-esta%C3%A7%C3%A3o-ant%C3%B4nio-jo%C3%A3o-30ecbcddb802).

      2. boa dica com relação à estação Antonio João, infelizmente com 15 anos de atraso para me ser útil :)
        (prestei serviços em 2004 no Bradesco em Alphaville)

    5. Quando auditei clientes em Alphaville, era bem comum o pessoal fazer o horário das 7 às 16h, justamente pra evitar horário de pico. Como meu horário era flexível na época, adotava esse mesmo esquema pra ir pra casa.

      Onde trabalho hoje tenho que bater ponto na entrada e na saída. Na real eu prefiro assim, pois deu 18h, já caiu a caneta. Aí costumo chegar umas 7h e dormir no carro antes de ir embora pra recuperar um pouco de concentração pra dirigir. Na real prefiro bater ponto, porque, principalmente no meio que trabalho, é comum rolar muitos abusos com horário flexível e home-office, tipo me fazerem abrir o notebook dentro do ônibus lotado pra entrar numa call ou o gerente me caçar perto da meia noite quando já fiz minhas 8h em casa.

    6. Sou morador da região e frequento Alphaville aos sábados, e ontem fui até a Araguaia vindo de SP e fiquei abismado com os ônibus lotados as 16:00. Nem me arrisquei de sair por Carapicuíba, peguei um “expresso” via Castello.
      Meu pai trabalha no bairro fazem 25 anos e vivo perguntando a ele o pq de não existir algo que impacte no transporte urbano. Ele chega a pegar três ônibus para chegar em menos tempo e com mais conforto (infelizmente, ele possuí horários fixos).
      Acontece uma situação semelhante quando saio de casa para a escola, e normalmente procuro estações onde saem trens vazios, procurando algum lugar mais confortável. Tive a sorte de estudar em um local do lado de uma estação :)

  17. Caras, estou numa saga de achar um bom fone de ouvido bluetooth para praticar esportes (a prova de suor).
    Passei por alguns da Sony, JBL, Xiaomi, etc. Todos tinham algum problema na conexão ou na estabilidade do fone no ouvido (essencial para prática de esporte).

    Cheguei no JBL Endurance, mas ainda não sei se é o ideal.

    Alguém tem uma luz pra me ajudar nesse mar de fones em que nenhum parece bom o suficiente?

    1. Não posso ajudar muito, mas iniciei nesta jornada ontem com um QCY T1.
      Nos testes de estabilidade nada científicos que eu realizei, não consegui fazê-los caírem. Porém hoje ao comer e usando os fones, eles caíram com o movimento da mandíbula.
      Eu estou surpreso com o bom funcionamento de um gadget barato (R$ 80). Tá certo que é só o primeiro dia, mas estou realmente impressionado.

    2. Uso há alguns meses o bliztwolf 2, não foi barato, R$ 150 (passou de cem é caro pra mim kkk). Ele tem uma alçazinha que prende bem, porém por questão de anatomia, preciso usar uma borracha maior na orelha direita, pois solta mais fácil. Tem uma boa autonomia, e um bom som (não sou audiófilo nem nada disso, mas achei bem bom).

      As vezes a caixa não reconhece os fones quando insiro de volta para carregar, meu único contra até o momento.

      Eu recomendo, uso tanto para correr quanto para academia.

    3. Experimente o Jabra Sport Pulse ou Jabra Sport Coach.
      Tive um pulse por quase 8 meses (vendi numa oportunidade que apareceu) e comprei o Coach (mesmo corpo, só não há leitor de batimentos cardíacos, que eu achava desnecessário).
      Uso conectado ao Amazfit Pace e é perfeito.

  18. Não sei se vale a pena fazer um post sobre isso, mas finalmente consegui reproduzir — com resultados ligeiramente melhores e mesmo nível de dificuldade — o nivelamento em conversas do Levelator com plugins do Audacity (o drama que relatei neste post).

    O plugin salvador é o Chris’s Dynamic Compressor. (Existem outros dois, mas eles distorcem muito a voz.) Colocarei em ação no Guia Prático da semana que vem e espero que os ouvintes não notem diferenças. Nesse meio tempo, tomarei coragem para atualizar o computador para o macOS Catalina. (Se o blog ficar muito tempo sem atualização, já sabem o culpado, haha!)

    1. Vou tentar ver se brinco com estas coisas. Obrigado pela dica, Ghedin.

    2. Dizem que 2019 é o ano do podcast e parece que está sendo mesmo, os produtores independentes estão ganhando audiência e espaço, grupos grandes da mídia estão aderindo ao formato… Eu mesma comecei a ouvir podcast esse ano. É uma boa para quem está começando.

      1. A julgar pelos podcasts da casa, sim, 2019 foi um ano atípico. Talvez tenha sido mera coincidência, mas quando a Globo soltou seus podcasts e começou a explicar o formato em seus telejornais, as audiências do Guia Prático e Tecnocracia praticamente dobraram.

        1. Que bom! O Spotify também está fazendo uma boa divulgação dos podcasts.

    3. Para contar o fim da história: hoje (9) atualizei o notebook para o macOS Catalina. Até agora, tudo bem, mas fiquei bem decepcionado com os apps novos. Embora separados, continuam lentos como o iTunes.

  19. Nunca tinha ouvido nada do Emicida, aí li alguns falando bem do novo álbum dele, o AmarElo, e agora sou mais um falando bem. Já ouviram? O que vocês têm ouvido de novidade?

    1. Recentemente descobri Radiohead e, mesmo estando 22 anos atrasado, minha mente implodiu. É maravilhoso pra dar aquela deprê básica.

      1. Caara, eu tenho escutado o In Rainbows e o disco dois dele por esses dias, e tô adorando. Quando o último álbum deles saiu, em 2016, eu ouvia também, mas acabei parando de gostar. Agora não sei pra onde partir. Não quero ouvir um num estilo que não gosto e ficar sem escutar pra sempre. Acho que vou dar um play na página deles do Spotify, e o que vir, veio. Depois descubro de quais álbuns determinadas músicas são.

        1. O OK Computer é maravilhoso. Inclusive, dá pra escutar a playlist 0110 no Spotify se quiser. Ela mescla ele e o In Rainbows, as músicas se encaixam perfeitamente.

    2. AmarElo com certeza está na lista de “Albums para ouvir”, mas o que tenho ouvido mesmo é Rita Payes, Kendrick e Funkadelic.

    3. Emicida é muito bom! Ainda não ouvi o AmarElo, vou colocar na lista.
      Vai muito do seu gosto. Se curte rock, eu recomendaria as minhas duas bandas nacionais desta década:
      – El Efecto (começando pelo épico Encontro de Lampião com Eike Batista e depois o excelente Memórias do Fogo, de 2018)
      – Far From Alaska (álbum modeHuman)

    4. Esses dias me peguei ouvindo carimbó enquanto tentava montar uma playlist animadex prum aniversário/feijoada/churras de sábado.

      Diferente de outros anos, até que esse ano me abri para coisas novas. Escutei muita música latina, principalmente da América Central. Era algo muito comum na casa dos meus avós quando criança, foi bastante nostálgico. Também comecei a ouvir algumas coisas mais contemporâneas que não sei como se definem.

      Mas o que mais ouvi mesmo no Spotify foi uma playlist chamada Rain Sounds. Passei 1 mês dormindo de fone de ouvido com essa playlist para anular efeito de mosquitos, pois não queria comprar ventilador e nenhum repelente estava funcionando.

    5. Complementando minha resposta anterior, eu me considero bem fechado musicalmente. O meu PF está ali no rock e adjacência que gravitou nos anos 90. Aí inclui também alguma coisa produzida no fim dos anos 80 e algo no começo dos anos 00. Mas acho que da década de 2010, conheço pouca coisa, ainda mais coisas coisas exclusivas dessa década. Talvez só o funknejo brasileiro mesmo.

      As vezes fico decepcionado de não conhecer as novidades, como se elas não existissem ou fossem todas muito obscuras. Mas a verdade é que eu não faço qualquer esforço para ouvir algo novo, com raríssimas exceções. Outras vezes parece que o som da década e meu ouvido não são compatíveis.

    6. O disco é bom. Ótimas letras.
      Porém, não o considero mais rap, considero-o pop.
      O disco anterior de 2015 já apontava esse caminho.
      Eu queria ver ele fazer um disco todo com musicas pesadas que nem “Boa esperança”.

    7. Esse disco é excelente!

      Recomendo, também, Maglore. É uma banda aqui da Bahia, mas que há alguns anos se mudou para São Paulo e está fazendo “sucesso” no circuito alternativo.

    8. Escuta o Sobre crianças, quadris, pesadelos e lições de casa, de 2015. Têm umas críticas sociais fodas™ e é de longe meu favorito dele. Nessa mesma linha tem Criolo e Djonga.

      No mais o que tenho escutado é música nacional mesmo. Letrux, Carne Doce, Johnny Hooker, DUDA BEAT, Liniker, entre outros…

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