Post livre #193

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67 comentários

  1. Comprei um pendrive Kingston DT50 em promoção. Descobri que a beleza é ordinária. USB 3.0, mas quando esquenta a taxa de escrita cai para meros 5MBps. Vergonha viu. Tenho um mutilaser de plástico que comprei na necessidade que tem a mesma taxa e custou um pouco menos.

      1. Não duvido, tanto é que compra de pendrive, só faço em loja física tipo Americanas ou em local que sinto confiança pra comprar.

        Historinha rápida: uma vez comprei em um shopping de piratas na região da 25 de março um pendrive de 32 GB. Queimou no mesmo dia. Voltei no dia seguinte e o cara não me deu garantia.

        Valor (isso há 5 anos atrás): 40 reais.

      2. Acho que não. Tenho também o mesmo pendrive e esse aquecimento dele é algo bem conhecido entre os usuários.

      3. Comprei na loja online da “explosão de preços”, muito difícil venderem um produto pirata, ainda mais que são uma loja de componentes pra PC.
        Não faço uso intenso, mas preciso que ele aguente formatação de computadores e passar grandes arquivos.

        Fica de experiência, na próxima pego um pendrive de plástico (com conector de metal) mesmo.

  2. Inscrevi-me para o Técnico em Edificações do IFSUL aqui de Passo Fundo.
    Em novembro é a prova.
    Vamos ver no que vai dar
    =D

    1. Opa! Legal! Boa sorte, cara! Curso técnico é muito legal. Saudades da minha época…

    2. técnico é muito bom, eu acho mais prático que faculdade

      fiz técnico em Contabilidade e tô no 5° período de ciências Contábeis, e tem coisas que estou aprendendo só agora, sendo que aprendi em menos de um ano de curso técnico

  3. A netshoes continua ruim das pernas? fui comprar uma camisa lá e a compra não foi finalizada, tentei duas vezes e nada, aí fui no ML, msm vendedor e apenas 2 reais mais caro e vai chegar 3 dias mais cedo comparado a Netshoes.

  4. Semana passada fui viajar.

    Cogitei ir com a Buser, mas o problema é que a mesma tem que ter um planejamento de pelo menos uns 3 dias antecipados (no meu caso) entre a compra (via boleto) e a viagem (para o prazo de compensação do boleto).

    Acabei indo da forma mais comum: chegar na rodoviária e comprar a passagem em um horário e condição que me atenda.

    Já pensei em comprar via App a passagem, mas cai na mesma regra: neste caso teria que obrigatoriamente ter um cartão de crédito ou débito para a aquisição de passagem via app.

    Também pensei no Blá Blá Car, mas dado o fato que eu teria uma viagem de 8 horas no mínimo, imagino o risco de ser um incômodo ao vizinho passageiro, outro ponto também é o valor das viagens, próximos aos valores das passagens de ônibus.

  5. Sobre comprar produtos usados.

    Ponto 1: Algum tempo atrás comentei aqui que estava precisando comprar outro notebook, que o meu (um CCE I3, comprado em agosto de 2010) estava pedindo aposentadoria.
    Pesquisei pra caramba e estava inclinado a comprar um notebook gamer, mais pela configuração do que para jogar, vez que procurava algo para comprar e ficar um bom tempo.
    Ocorreu que meu cunhado (que no final de 2016 comprou um Lenovo Ideapad 310 e praticamente não usou, porque sempre usa os notebooks que a empresa fornece) me ofereceu este notebook por R$ 1.000,00.
    Na hora fechei negócio. É um I5 de 6ª geração com 8gb de RAM e 1TB de HD). Coloquei meu SSD de 240 nele, e passei o HD de 1TB para o lugar do drive de DVD. Formatei e o bicinho tá uma bala aqui.

    Ponto 2: Há tempos estava querendo um Amazfit Bip. Esperei, esperei e apareceu um usado porém em ótimas condições, por R$ 200,00. Comprei há cerca de um mês e tô gostando muito.

    Ponto 3: fora esses 2 casos acima (e carro e moto, que também só compro usados), eu não tenho muito costume de comprar coisas usadas. Mas percebo que preciso mudar essa mentalidade. Tem muito bom negócio por aí.

    Tudo isso para perguntar: vocês têm costume de comprar coisas usadas? Já se deram mal? Já se deram muito bem? Obrigado.

    1. o/

      Só sempre prestar atenção e ver se a pessoa é confiável e sincera na hora da venda. Simples assim.

      Qualquer enrolação ou sentimento de que a pessoa não te explicou algo ausente, nem compre nada.

    2. Comprei 4 telefones usados (dois iPhones e 2 Androids) e nunca tive problema. Depois disso comprei um notebook Lenovo Thinkpad pra minha (pra substituir o Mac Mini mid-2011 que ela usava) por R$900 no ML. Também, sem problema nenhum.

      Agora ando pensando em passar pro outro lado e vender algumas coisas aqui em casa (como o próprio Mini + Magic Trackpad), um Chromebook que está emprestado com meu pai e mais uma pilha de livros; mas confesso: tenho medo de fazer as transações e sempre acabo ficando ansioso quando vendo algo.

      1. Eu costumo vender só pra amigos próximos ou do trabalho. Vender em lojas como ML e OLX, passo longe.

    3. Eu compro e vendo usados desde que me entendo por gente. Boa parte das coisas do meu apartamento — e dos meus eletrônicos — são usadas.

      Único problema que tive foi com uma geladeira, porque o cara trouxe ela deitada, não me avisou e eu liguei logo que ele saiu — burrice minha, devia ter previsto que ela iria vir deitada. Falei com o cara no mesmo dia, orcei um motor novo na manhã seguinte e ele bancou tudo.

      No fim das contas, paguei R$ 1.000,00 em uma das geladeiras mais lindas que já vi — uma preta de vidro da Bosch, que combinou muito bem com a decoração e cores do apartamento —, e o cara pagou R$ 600,00 no motor novo. Durou dois anos e quando chegou a hora de trocar, vendi pra uma dessas empresas que fazem manutenção de geladeira.

    4. Já comprei algumas coisas usadas e em todos os casos valeu muito a pena. Do que tenho comigo hoje, só o iPad Pro (1ª geração) é de segunda mão. Foi uma pechincha; quem me vendeu fez um preço super camarada.

    5. Não só tenho costume como já tive um período da minha vida que vivia de trocas. Basicamente de eletrônicos.
      Isso me dava grana e me permitia usar muita coisa, principalmente smartphones e notebooks. Com isso peguei a manhã do que se deve olhar na hora de pegar o usado, como pechinchar sem perder a oportunidade por eventual ofensa, etc.
      Já me dei mal sim, pegando aparelho que apresentou falha em seguida, principalmente Sony e LG. Mas eram custeados, ou seja, tecnicamente nunca perdia nada além de tempo.

    6. Eu sou rato da ML, OLX e, antigamente, dos grupos do Facebook. Ou “briqueiro”, como se diz aqui no sul (gaúcho não compra usado, “faz um brique”). Meus amigos me chamam de “rei do brique”, hehe.

      Sofá, cama, tapete, colchão, mesa uns 3 notebooks, 90% dos meus equipamentos musicais/som (a maioria em torno de 50% do valor original ou menos), não lembro tudo. Num ano eu troquei de violões 4 vezes, até chegar nos modelos que queria. Para se desfazer das coisas da casa de minha mãe, fizemos um Bazar. Pagou a reforma da casa e sobrou.

      Grande parte de minhas roupas são de brechó.

      Minhas dicas: na conversa e anúncio dá pra de ver quem é cuidadoso. Quem guarda a caixa original, manuais, etc, é sinal de cuidado e é compra de pouco risco. Copiar e colar especificações é fácil, mas quem põe detalhes de forma pessoal é porque usou com gosto e zelo.

      Outra coisa: esqueça esta coisa de “cavalo encilhado não passa duas vezes” ou “oportunidade única”. Sempre aparece outra coisa melhor, ou ao menos tão interessante quanto. Não vale se apertar por uma “oportunidade”.

      E mais uma coisa: se você fez um bom negócio comprando, quem vendeu também fez um bom negócio. Mas se você fez um ótimo negócio, ou outro lado fez um péssimo negócio ou te passou pra trás. Cuidado com ofertas mirabolantes. Pode ser um caixa de videocassete com tijolos do Paraguai (alguém lembra?)

      Minha ex-esposa tinha uma frase que guardo: “Está na hora do nosso carro velho se tornar o carro novo de alguém”. Eu gosto de fazer as coisas girarem. E sinto que meu suor (dinheiro que ganho com meu trabalho) me traz mais coisas quando passo ao largo de só desejar, clicar e passar o número do cartão.

      1. Eu não guardo caixa de nada. Deve ser por isso que sempre vendi pra fora do RS. Gaúcho adora caixas originais e manuais. Se eu fosse guardar a caixa de tudo eu ia ter que ter +1 quarto em casa pra guardar tudo =P

        1. Não é só gaúcho. Tenho amigos paulistas que guardam a caixa original também, sabendo que gera um valor a mais.

          Vai muito da cultura de consumo.

          1. Aqui é quase impossível vender sem a caixa. Quando aceitam comprar, querem desconto (!?) por conta disso.

  6. A CloudFlare lançou hoje, finalmente, sua VPN gratuita, a Warp.

    Já li e reli a política de privacidade do serviço e nada encontrei que o desabone pelo que se propõe. Fica claro, até mesmo no anúncio de lançamento, que não é objetivo concorrer com ferramentas mais avançadas de privacidade, tais como Tor (há registro dos IPs de origem e destino, por exemplo).

    Vocês acham válido o uso de tal ferramenta? Enxergam algum risco em potencial na iniciativa?

    1. Tô muito interessado, mas já vi que VPN gratuita + privacidade quase nunca são um combo de verdade. Tem certeza que tem privacidade mesmo?
      Se sim, acho válido e eu mesmo usaria, rs.

    2. O DNS não é mais rápido do que os que o seu provedor dá, contudo, usando DNS abertos você tem menos chances de ter serviços bloqueado como o que está ocorrendo nesse momento no Brasil: “O tribunal de justiça do Estado de São Paulo, determinou que os provedores de Internet Claro Brasil, Vivo-Telefônica, Oi e Algar Telecom não permitam que os internautas brasileiros acessem o Mega, e também os sites Alfastream, Akugyash, Centrelinguistique, Oload, Verystream, Fembed, Ruvid, Clipwatching e Videoshare.

      Testamos com os provedores Vivo e Net (Claro). Pelo navegador a página mega.nz não carrega, enquanto que pelo aplicativo o uso está normal.

      Edit 1: As suspeitas se confirmaram, o bloqueio é por DNS, ou seja, se você usa o DNS fornecido pelo seu provedor, é possível mudar para um outro, como por exemplo o OpenDNS e voltar a ter acesso.

      Assim que soubermos de mais detalhes atualizaremos o post.”

      Para quem se interessar, o post está na página do PIRATAS no Facebook.

      E aqui o link pra decisão: https://www.jusbrasil.com.br/diarios/261303463/djsp-judicial-1a-instancia-capital-12-09-2019-pg-1166

      Adendo: em alguns estados as páginas ainda carregam e a censura deve cair em breve, ou seja, muita gente não vai se dar conta do que ocorreu, mas, é mais um motivo pra fortalecer o MC e, principalmente, ficar de olho na censura que se avizinha no Brasil via poder judiciário (nada de novo, na real).

      1. Ainda bem que tu sempre falou do OpenWrt, senão eu teria problemas :3

        OpenWrt + configuração de 5 DNS diferentes :p

        (Raro eu usar Mega, a propósito. Não tenho puxado tanta “pirataria” quanto antigamente. E interessante – não tem 4shared na lista :p )

  7. qual corretora de investimento vcs usam? e pq?

    eu tinha na monetus, mas não tinha tanta liberdade pra investir, então encerrei lá e abri uma na ModalMais, mas ainda estou em dúvida se é a melhor, então queria umas opiniões.

    1. Para ações, Clear, que tem corretagem zero. Para outros investimentos (fundos, renda fixa) uso Banco Inter, Easynvest e XP.

    2. Acho que se você não faz operações mirabolantes, tipo day trading, não há tanta diferença entre elas. Leio muitas reclamações da ModalMais e da Clear, as duas mais famosas sem taxa de corretagem, por ficarem fora do ar direto. Isso é um problemão para quem precisa operar “em tempo real”, mas não muito para quem compra umas ações vez ou outra e as deixa ali, paradas.

      Uma corretora ruim pode virar um problema quando (e se) você precisar do suporte, mas sobre isso é mais difícil opinar. Talvez com base em um Reclame Aqui da vida seja mais fácil decidir.

  8. gente, sobre autenticação de dois fatores no ecossistema apple, uma pergunta hipotética:

    Imagina que o sujeito tem apenas o iPhone e nenhum outro aparelho com a ID ativada. Neste iPhone está, obviamente, o cartão SIM com o número de telefone dele. Imagina que ele perca esse aparelho ou seja roubado. Caso ele compre um aparelho novo, será impossível ativar a ID dele?

    1. Da documentação da Apple:

      E se eu não tiver acesso a um dispositivo confiável ou não receber o código de verificação?

      Se você estiver iniciando sessão e não tiver acesso a um dispositivo confiável para ver o código de verificação, será possível receber um código no número de telefone confiável por mensagem de texto ou ligação automática. Clique em “Não Recebeu um Código” na tela de início de sessão e selecione a opção de enviar um código para o número de telefone confiável. Você também poderá obter um código em Ajustes usando um dispositivo confiável. Saiba como obter um código de verificação.

      Se você usa o iOS 11.3 ou posterior no iPhone, talvez não seja preciso inserir um código de verificação. Em alguns casos, o número de telefone confiável pode ser confirmado automaticamente em segundo plano no iPhone. É uma etapa a menos para seguir, e sua conta continua protegida pela autenticação de dois fatores.

      1. Justamente essa a questão: não havendo outro aparelho habilitado a gerar o código e tendo perdido o SIM, provavelmente a pessoa ficará impossibilitada de ativar a conta em um aparelho novo.

        De vez em quando me vejo preocupado com isso, não sei porque. Tenho três aparelhos habilitados a gerar o código, mas sempre fico me imaginando numa situação extrema (fora do país, por exemplo).

        1. Pra recuperar a Apple ID sem os aparelhos registrados você vai fatalmente ter que entrar em contato via telefone com o suporte deles e confirmar que é, de fato, o titular da conta. Eles fazem uma série de perguntas, pedem números de documentos e até uma foto para comprovar (enviada pra um email de suporte, claro).

          Fonte: meu irmão perdeu o acesso à Apple ID dele esse ano e eu tive que ajudar ele nesse processo todo.

          1. Esse tipo de situação extrema ajuda a gente a lembrar o quão imprudente é o fato da gente confiar a guarda de nossas informações digitais a uma entidade corporativa, por mais que seja a empresa “mais preocupada” com a privacidade dos usuários. É simplesmente doido isso.

          2. @gabriel

            Sim, é de se pensar nisso. Eu sempre digo que a gente deveria não confiar em nenhum empresa a ponto de entregar qualquer coisa pra elas de mão beijada, por mais “boa” que ela seja em termos de políticas de privacidade e tratamento ao seu usuário, afinal, o mundo ainda é capitalista e com alguns balanços ruins a Apple vai vender dados à rodo, pode apostar.

        2. Se estiver viajando fora do Brasil pode virar uma dor de cabeça, mas aqui é tranquilo: liga no SAC, cancela o SIM card, vai a uma loja da operadora, compra outro e ativa seu número nele. Pronto.

          1. Se for pré-pago tem grandes chances de não conseguir reativar o número antigo (ainda que, teoricamente, as empresas digam que sim). Já aconteceu comigo 2x (mais N vezes com conhecidos).

            Pós-pago é barbada, dependendo ainda tem backup junto sem maiores complicações.

    2. É possível recuperar o número do celular em outro chip. O processo é um pouco lento, pois é necessário comprovar a identidade do titular da linha. Depois de o número ser reativado, penso eu, bastaria reenviar o código de autenticação.

    3. Tenho um conhecido que teve problemas por causa da morte de um familiar, e o mesmo dependia do acesso ao iPhone/iCloud via biometria.

      Agora não conseguiu acessar mais nada.

  9. pergunta: Xiaomi é confiável em quesito de dados privados no smartphones Xiaomi e os smartphones Xiaomi são seguros?

    bem o Xiaomi respeita as lei dos dados privados e dá segurança para nosso dados privados?

    pois eu fiquei sabendo que o xiaomi opera na china, por isso eu queria saber se a empresa dá segurança para nosso dados privados ou repassa para governo chinês sem respeitar as leis do dados e segurança?

    vale a pena comprar Smartphone xiaomi então?

    1. A Xiaomi é bem invasiva no monitoramento do que o usuário faz no celular. Ela veicula anúncios e recentemente a Reuters informou que estava monitoramento até troca de mensagens dos usuários para formatar uma oferta de crédito em conjunto com bancos em países do Sudeste asiático.

      Não por ser chinesa, mas pelo histórico e modelo de negócio, é bom ter um pé atrás com a Xiaomi.

      1. valeu pela explicação! é que estava procurando um Smartphone que tenha custo-benefico na faixa de 400-700 reais que eu possa ver Streaming tipo netflix e crunchyroll e usar para mandar msgs via telegram, jogar stardew valley, sou de ter poucos apps no meu smartphones.

    2. Como o Ghedin disse, é bom ter um pé atrás, por isso que apesar de ter comprado um xiaomi, eu troquei a ROM dele, para livrar dessas vigias

      1. Tou cogitando um redmi go. Preciso de um celular que dure a bateria por um dia inteiro. Mesmo que eu perca na RAM ( salvo engano o nexus 4 tem 2, o go tem 1), ao menos ganho em disponibilidade

      2. Apos a troca da ROM ele fica com root? Perco a possibilidade de usar APP de banco?

        1. não, vc tem que colocar tb, mas é na msm interface, então vc faz praticamente ao msm tempo

          eu tô usando os aplicativos do Itaú, caixa e nubank tranquilamente

        2. Dependendo da ROM, nem de Root você precisa. Só desbloquear o Bootloader.

          Das mais conhecidas pra Xiaomi, eu sei que a Lineage e Xiaomi.EU tem o certificado do Google, então apps de banco rodam de boa.

      3. Reforçando teu comentário, fiz o mesmo.

        É um saco, além de ter que criar conta no Google, ainda ter uma “Mi Account”. No fim tive que criar e esperar 3 semanas para eles liberarem um código que permite rootar e trocar a ROM.

        1. Eles mudaram a política pra 14 dias, mas na prática rolou após 3 semanas. “Para evitar fraudes”, disseram.

    3. Não saem da caixa seguros, mas você consegue desativar algumas configurações simples pra resolver esse problema.

      Eu diria que vale. Comprei um Mi Mix 2 tem uns 2 anos e me atende tranquilamente por mais uns 2 ou 3.

      O que te recomendo, de início, é comprar somente aparelhos que venham com a ROM Global, ou seja, com a Google Play. A chinesa é muito mais invasiva.

      Se se sentir seguro, sugiro desbloquear o bootloader e trocar a ROM. No meu eu coloquei a Xiaomi.EU, que é a mesma rom de fábrica na Europa (que é muito mais rígida em matéria de privacidade), mas refinada pra tirar todas as propagandas em apps e aparatos de espionagem.

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