Post livre #192

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139 comentários

    1. Fiquei duas semanas com Linux. uma no Mint XFCE e outra no fedora:

      1) para quem só usa internet, é ok. Jogos, não testei por causa da máquina.

      2) para quem quer aprender, realmente os dois são básicos. Mas não treinar linha de comando te deixa travado.

    2. Alguns jogos foram “portados” pela Steam, tem bem mais do que antigamente mas ainda não chega nem perto do Windows. Ainda, você pode rodar jogos no Linux via Wine.

      Mas, eu uso o Windows 10 e não acho cheio de bugs. Ele está bem estável, no mesmo nível de um LTS do Ubuntu ou do macOS. Vou até ler o que a matéria fala.

      1. Pra mim está super estável (como nunca antes, talvez só o 3.1 não travas se tanto). Uso todos dias por conta do trabalho e nunca mais me deparei com uma tela azul… Pensando bem, isso é algo até bem surpreendente. Pq o Windows 7 funciona bem, mas era problemático. Desconfio q os SSDs ajudam nessa estabilidade. Mas é só um palpite.

        1. Não carreguei a última atualização do Win10 no meu notebook, mas fora a lentidão (por causa do HD), tudo é muito estável. Já forcei com alguns jogos pesados, uma máquina virtual com 4GB RAM dedicados, e tá tudo bem. Não sinto necessidade de mudar para o Linux, por enquanto. Ainda mais que comprei um SSD, só estou na espera para experimentar o ganho de velocidade.

    3. eu acho que a regra mais razoável para mudar para Linux em seu computador é: se você está em dúvida, então não deve mudar, pois vai se decepcionar rapidamente; para a mudança ser bem sucedida o usuário precisa ter familiaridade com Linux ***antes*** de decidir mudar

      a mudança só vale a pena para quem já conhece Linux, e sabe as vantagens e desvantagens em relação ao Window

      além do que a mudança depende do uso que a pessoa faz do sistema, e de sua capacidade de resolver problemas e encontrar soluções alternativas

      no geral eu não aconselho a mudança, mesmo sendo eu um usuário diário de Linux faz 20 anos

  1. Agradeço ao OpenWrt por mais uma graça alcançada.

    (Aka melhorar um roteador antigo).

    Fico triste de saber que o mesmo não terá mais suportes a roteadores barateiros (baixa ROM/RAM), e espero que saia futuramente algum projeto fork que pegue estes roteadores e deem uma sobrevida.

    Mas espero também que no futuro roteadores mesh dominem o mercado…. err…. ou acho que tou desejando demais… não?

  2. Vocês ficaram sabendo desse https://vortex.media/?

    Fiquei curioso pela presença do Burgos e do Sérgio Spagnuolo, que são os nomes que conheço desse projeto.

    Cá entre nós, esses textinhos e esses gifs…

    1. Parece que vai começar bem forte — muita gente conhecida do meio e uma equipe relativamente grande. O manifesto promete… jornalismo, basicamente. Estou especialmente curioso com a ênfase que estão dando em “imparcialidade” e como será a participação dos leitores.

      A conferir.

      1. Acho que a questão de “imparcialidade”, imagino que é pelo fato que a informação ofertada será apenas baseadas em fatos comprovados / informação apurada (plenoasmo, eu sei), sem um grande viés pesando em cima.

        Nada que convidar os meninos do site para virem aqui dar seu ponto de vista sobre esta questão. :)

        1. Imparcialidade é diferente de fontes comprovadas.

          Imparcialidade no jornalismo é mito. Não existe.

          1. Imparcial, no rótulo do marketing, pode ser qualquer coisa. Menos ser sem caráter.

            Tem uma fala do leo rossato que chega neste ponto: ser isento não significa ser sem caráter.

            As vezes implico com essa de “precisamos nos posicionar”…

            Nem todos tem essa possibilidade, quando não, ” privilégio ” de assumir uma postura política / social. Não tem alguém para segurar a mão.

    2. Os gifs seriam pra trazer a ideia do movimento. A ideia é interessante, mas o resultado não. Os textos seguem uma linha informal. Já vi isso antes, mas dá um ar não muito sério. Mas aí é rigor meu. Fiquei curioso em saber como é financiada a empreitada.

    1. Tinha visto alguém reclamando no Twitter de resultados estranhos com figuras como Hitler. Abri o site após seu comentário e vi que o objetivo é justamente esse:

      ImageNet Roulette is a provocation designed to help us see into the ways that humans are classified in machine learning systems. It uses a neural network trained on the “Person” categories from the ImageNet dataset which has over 2,500 labels used to classify images of people.

      Muito bom!

      1. sim, alguns resultados são ”curiosos”, o negócio tá cheio de ideia errada hahaha mas é bem engraçado, às vezes até que acerta :p

        faz um post sobre isso se puder, ghedin

        o site daqui um tempinho vai parar, acho

  3. Usuários de Steam têm direito de revender jogos antigos, julga corte francesa:
    https://www.theenemy.com.br/pc/usuarios-de-steam-tem-direito-de-revender-jogos-antigos-julga-corte-francesa eis a fonte.

    pois é, isso fode tudo graças ao corte francesa.

    Se isso pegar na UE podemos dar adeus ao modelo de licenças intransferíveis, e a viver de GaaS (Games as a Service) onde na melhor das hipótese o usuário paga uma “entry fee”, senão da-lhe mensalidades, P2W, MTX, etc, etc. isso acaba com era do ouro dos jogos para pc.

    enfim Se a Steam se convertesse pra GaaS, pode ter certeza que teriam tiers de assinaturas com base em quantos jogos você pode jogar/baixar por mês ou ter baixado no mesmo computador. De qualquer outra forma seria, de duas uma, ou proibitivamente caro, ou economicamente inviável.

    se for acontecer isso não poderei mais comprar jogos de steam e vai ficar tudo mais caro graças ao burrice de corte francesa.

    1. Porque ficaria mais caro? Qual o “lucro” que se perder ao revender os jogos antigos/usados? Não era isso que fazíamos quando tínhamos a mídia física?

      O fato de não poder revender uma licença adquirida só prova o ponto pirata: não somos donos de nada.

      Por isso só compro jogos quando estão muito baratos, antes disso, AHOY!

  4. uma curiosidade: o que será que aconteceu com os apple watches de ouro da primeira geração? será que ainda circulam como itens de colecionador ou perderam completamente o valor?

    1. Mais ou menos. Tenho visto na faixa de $ 150 no marketplace. Acho que tem procura tanto por “ser cool” quanto pela coleção.

      1. mas são aqueles de ouro “de verdade” mesmo? Lá em 2014 eles eram vendidos a 10 mil dólares!

  5. Alguém indica um cliente torrent para Android que não seja o uTorrent?

    1. Tenta esse aqui qBittorrent. Tem que instalar o Python no PC para que rode a busca interna somente digitando o nome do filme ou release.

      1. Valeu a dica, mas procuro algum cliente para o celular (Android). Vi alguns open source, mas Queria saber da galera de alguma indicação.

      2. Larguei o qBit e voltei pro uTorrent, pois ele parou de baixar, sabe-se lá o motivo. Os arquivos entravam, começavam a vir e paravam em poucos segundos. Resetei tudo, troquei portas, coloquei na DMZ e nada. uTorrent foi só instalar foi de boa. Bizarro.

  6. Bem legal ver os estudantes fazendo greve pelo clima no mundo todo (com Greta Thunberg como símbolo)! Não sei se houve adesão no Brasil, mas seria legal se houvesse… Aqui em SP, bem próximo do dia mundial sem carro, 22/9, já não há mais ciclofaixas de lazer nos fins de semana (acabou o contrato por suspeitas…) e estão apagando ciclovias. Na cidade vizinha, Guarulhos, a prefeitura vem removendo árvores (algumas centenárias) da cidade. Não estamos bem em muitos sentidos…

      1. já ouviu falar num cara chamado ailton krenak?
        (ele não fala de mobilidade, transporte etc.)
        acho q, em alguma medida, pode ser do seu interesse o pensamento dele.

        1. Não não, mas vou pesquisar ;)

          pesquisando…

          Olha! Um líder de povos! Vou procurar saber mais :)

        2. Nossa, lembro de Aliton Krenak de muito muito tempo atrás, em programas da antiga tv Cultura de SP (quer dizer, a tv Cultura ainda existe, mas virou braço político do tucanismo)…recentemente seu nome começou a aparecer de novo

          1. Sim! Era pra termos (a sociedade de um modo amplo) dado ouvidos a ele e lideranças indígenas. Talvez agora seja um pouco tarde e o estrago será tão grande q não teremos recuperação possível, mas ainda vale tentar algo e ele aponta caminhos interessantes.

            Trocaram o chefe da Cultura e talvez agora melhore um pouco. Pelo menos vi algumas coisas sendo feitas quem nem tem mais a cara do PSDB.

    1. O centro-sul brasileiro está em amplo processo de aquecimento e desertificação – principalmente o noroeste do RS – por conta das mudanças climáticas oriundas do desmatamento sem freio da Amazônia. O verão, usualmente chuvoso, úmido e quente (no RS) foi seco e quente (mais quente que o normal). Isso desencadeou problemas em diversas safras, principalmente dos pequenos produtores, o que elevou o preço de muitos produtos no meio do ano.

      Mas aqui ninguém dá bola. Temos um governo negacionista e terraplanista e uma juventude que se divide em bundaço e vídeos do Nando Moura.

      1. E a “tradição gaúcha” pelo jeito TB deve ser um impeditivo,imagino.

        1. Não sei qual é a tradição que você se refere. O que mais tem aqui é tradição merda. Mas, o que mais impacta no clima do centro-sul e no atual aquecimento da região é o desmatamento da região amazônica. Os mares aéreos são o que mantém o centro-sul com chuvas e habitável. Trace uma linha paralela no mundo todo na região de SP-RS e verá que temos diversos desertos nessa linha. Não é a toa. O que possibilita que SP-RS não sejam grandes desertos é a floresta amazônica mandando chuva e umidade o ano todo pra cá, sem ela, viramos o Saara ou o Atacama.

          1. O que mais tem aqui é tradição merda.

            Por isso as aspas, e bingo! Digo que RS também teve desmatamento, para criação de pastos, não?

        2. Não teve tanto quanto parece. A vegetação da campanha, principal local da pecuária, já é propicia pra isso. O bioma do pampa é de baixa vegetação e grandes “mares de campo”. Teve mais queimadas nas serras para plantar uva.

          E como eu disse, a desertificação em curso no RS se dá no noroeste do estado e é fruto do desmatamento da Amazônia, muitas vezes por gaúchos que foram fazer pecuária e agronegócio por lá.

      2. mas e os secundaristas que invadiram escolas para protestar mudanças no ensino médio? será q eles não conseguiram inspirar ninguém q veio depois?
        tem um filme interessante sobre eles, ‘bloqueio’, se não me engano.

        depois daquela nuvem de fumaça q chegou aqui em sp, eu não sei mais o q as pessoas estão esperando. vc pode negar a realidade, ok, muitos fazem isso de várias formas, mas não posso crer q os negacionistas sejam a maioria, apesar de ruidosos.

        1. Aquele movimento secundarista era bastante combativo mas morreu com a onda conservadora jovem que veio depois.

          As pessoas estão mais preocupadas com emprego e sobreviver do que com o clima. Muitas acham que é besteira de ecologistas (o Cardoso, abominavelmente, chamou todo mundo de “ecochato” no Twitter essa semana por se preocuparem com o clima no mundo, pra ver o nível que o 1/2 bit tá chegando) e que isso não é nada. É só “mais uma queimada”.

          O Brasil tem sérios problemas de negar o problema do clima porque a gente nunca teve problemas sérios de falta de recursos.

          1. sim, a onda conversadora deve ter dado uma segurada na turma (misto de medo e desestímulo com o q veio tende a ficar por anos ou décadas). parece q a pauta do clima tende a possibilitar, com exceção dos fanáticos da extrema-direita, aproximação de mais pessoas – seja por noção do problema social q isso é ou interesse individual.

            há não muito tempo muito colégio particular aqui em sp, fechou em protesto contra ações do ministro da educação. os sindicatos encabeçaram a ação e creio q nem os pais mais xaropes se opuseram (pelo menos não se fizeram notar).

            aqui o inverno foi bizarro. recordes de temperatura em alguns momentos e tempo MUITO seco. a cidade cresceu ainda mais nessas décadas (os últimos 30 anos em q vivo e vejo isso aqui in loco). e, cara, as tempestades q dão aqui são de arrepiar, pq tá faltando bem pouco pra eles fazerem um estrago grande. e as pessoas devem achar q isso é o q? são pedro? custo crer nisso…

            —-
            cardoso é estranho (além de ser o q é). vi ele elogiando o felipe neto, pela ação com os livros na bienal, mas, pra mim, o cara era homofóbico. não sei se a ojeriza era tamanha q coloquei essa na conta dele tb ou se estou mesmo certo e o cara surfa na onda apenas.

  7. Acho que já perguntei aqui ou no antigo grupo do telegram, mas como não lembro das respostas, perguntarei novamente:

    vocês tem marcas preferidas para produtos de limpeza ou pegam o mais barato disponível no mercado?

    1. uso marcas que ostentam o selo de que não testam em animais. mesmo q sejam um pouco mais caras (geralmente não são aqui em sp ou seguem o mesmo preço), dou preferência a elas. a Ypê, por exemplo, não testa. valo o mesmo para higiene pessoal (sabonete, pasta de dente etc). essas indústrias fazem MUITOS testes em animais e algo extramente perverso.

      1. Interessante, nunca reparei se alguma marca dessas tem esse tal selo…

        1. não são muitas, mas têm. geralmente o símbolo é um coelho (animal mais usado nesses testes, q são horríveis pelo sofrimento q causam e o destino desses animais q não servem mais devido ao esgotamento: a morte). recomendo fortemente. algumas usam o selo, mas não dá pra saber se vale pra linha de produção toda, então vale tentar confirmar por fontes variadas. dá um pouco de trabalho, mas pode ajudar a mudar a cultura dessas empresas de tratar animais como coisas.

          1. Sabe que nunca parei pra analisar as embalagens quanto a isso? Já vi reportagens, sei que é errado, mas na hora de colocar em prática, não levo em conta.
            Pelo menos só uso Ypê, e agora sei que pelo menos não fazem testes.

    2. Geralmente o mais barato. Mas tem uns que são baratos demais e não prestam…

    3. ah, e outro dia comentei com a juliana cunha, uma excelente jornalista q talvez vc conheça, q eu tinha dificuldades em achar luvas pra lavar louça e manipular os produtos de limpeza… ela achou estranho não ter “produtos para homem”. disse q o tamanho era pequeno demais e toda a propaganda era voltada para mulheres… acho q isso, o marketing, não é um problema em si, pq eu não me oponho em usar uma luva rosa, por exemplo, apesar da damares achar isso um crime, mas o problema é q fica parecendo q limpeza = coisa de/para mulher. crianças vão ao supermercado e veem isso e levam isso consigo depois. tem q mostrar homens na limpeza de casa, caramba!

    4. Tenho marcas preferidas, sim. Critérios de escolha são vários: preço, não testam em animais, não geram alergia no uso, efetividade… mas são decisões muito pessoais e entendo que nessa hora cada um eleja suas marcas favoritas. A única coisa que eu pego o mais barato possível é o sabão em pó que uso para lavar pano de chão. Para as roupas uso um outro de melhor qualidade e que rende mais.

    5. Sou fiel a 2 produtos: sabão de roupas e um limpa pisos.
      Sabão só uso o Ariel concentrado, tenho um bom estoque de embalagens de 2L que peguei em umas promoções (menos de 18 reais cada).
      Para limpar o chão, depois que o Roomba aspira o grosso da sujeira, uso o Veja Limpa Pisos. É só passar com uma pano e não precisa secar. Não achei outro produto com essa característica.
      Outros produtos que uso, desengordurante para cozinha e para limpeza do banheiro, eu pego semelhantes mais em conta sem problemas, geralmente fico entre os da Veja ou Mr Músculo.
      Ah, quase esqueci do amaciante. Pode ser Downy ou Comfort, sempre do “modelo” concentrado.

      1. Eu ia falar justamente do sabão de lavar roupas! Sempre usei Ariel, mas está muito caro. Na última vez que acabou, comprei o da Omo, mas… sei lá, tenho a sensação de que ele é pior.

        1. Pois é, em supermercados esse concentrado de 2L está na faixa de R$ 40.
          Já usei o OMO líquido, mas prefiro o perfume do Ariel mesmo.

      2. Recomendas o Roomba? Olhando vídeos de resenha, me pareceu um milagre. Mas, me pergunto sobre a manutenção e uso a longo prazo.

        1. Recomendo fortemente, pelo menos o modelo 690 que é o mais básico com wifi.

          Tenha em mente que é necessário dar uma preparada no ambiente para que a limpeza ocorra sem imprevistos (cabos, pequenos objetos, tirar/subir cadeiras para que o acesso embaixo de uma mesa seja possível, etc.). E de tempos em tempos esvaziar o compartimento e dar uma manutenção nas cerdas (tirar cabelos e afins). Tenho faz quase 1 ano e ainda não troquei nenhuma peça (o filtro tem uma vida útil).

          Como esse modelo não tem mapeamento, ele ter wifi é essencial, pois no meu caso, ativo ele ao sair de casa e quando ele termina a limpeza, eu mando ele limpar novamente após ele ter voltado pra base e ter carregado.

          Quando estou em casa ou em alguma outra situação, também posso deixar ele trancado em um cômodo (fechando porta, usando a barreira virtual ou algum móvel para bloquear a passagem) e a limpeza é mais eficaz.

          Eu paguei na faixa de 1.500 na última Black Friday e achei um ótimo custo x benefício.

    6. Infelizmente, os produtos de limpeza comuns encontrados no supermercado são pouco sustentáveis e possuem em sua composição produtos químicos muito fortes que podem causar um sem número de efeitos adversos.

      Minha sugestão é sempre que possível buscar soluções menos nocivas. Uma dica: quase todas as tarefas de limpeza doméstica podem ser solucionadas usando sabão de coco (mas de coco mesmo, não aqueles com fragrância de coco), bicarbonato de sódio, vinagre, álcool e água sanitária. Basta pesquisar como usar. E pra quem não abre mão daquele “cheiro de limpeza”, basta adicionar às soluções caseiras algumas gotas de óleo essencial, como o de eucalipto (é caro, mas dura muito).

      1. Sempre quis saber: muitos fazem “sabão de coco” caseiro com químicos, incluso sabão em pó. É o certo?

        1. Nesse caso, não se pode chamar de sabão de coco. É preciso atentar para o fato de que o sabão de coco puro deve possuir na composição (geralmente o primeiro ingrediente) termos como “óleo de coco” ou “óleo de babaçu”.

          A partir do sabão de coco é possível fazer formulações caseiras para limpeza de doméstica de praticamente tudo, inclusive roupas. Eu recomendaria a receita de sabão líquido do blog Um Ano Sem Lixo: https://umavidasemlixo.com/2017/01/receita-pra-fazer-em-casa-sabao-liquido-natural-pra-lavar-roupas/

      2. sempre aprendendo algo novo aqui no PL

        vc tem sugestão de blog, canal no yt etc sobre limpeza doméstica? fiquei muito curioso

  8. Com o lançamento da Huawei hoje eu prestei atenção em algo em particular: a gravação em slow motion.
    É um recurso realmente importante?
    Tipo, eu já usei algumas vezes pra brincar, mas bem raro mesmo. Esse da Huawei é simplesmente brutal e mostra que foi gasto tempo e dinheiro para permitir que hardware e software chegassem até esse ponto, o melhor slow motion até então era do iPhone e agora esse do Mate 30 ultrapassou com larga distância.
    Mas eu fico pensando se é realmente um diferencial que deve ser levado em conta.

    1. Para quem trabalha com áudiovisual, acho que sim. Só que esse mercado consumidor prefere câmeras e filmadoras profissionais. Me pergunto se substituiriam um dispositivo altamente especializado por um smartphone, por melhor que ele seja.

      Quem sabe daqui a alguns anos.

      1. Exato, quem trabalha com isso de forma profissional tende a optar por produtos especializados, até por terem qualidade superior.

        1. Meu irmão faz trabalhos com fotografia esporadicamente, e usa uma Nikon d5500 a uns 3 anos, eu acho. Conversei com ele sobre a possibilidade de substituir a câmera por um smartphone top de linha. A reação dele foi tão boa que eu mudei de assunto.

          Depois ele me explicou direitinho sobre o sensor das câmeras, lentes, ergonomia, resistência e durabilidade, duração e troca da bateria, troca dos cartões de memória, etc. Fatores que importam no meio profissional.

          Agora quem morreu mesmo foram as câmeras “point and shoot”, aquelas compactas que nossa tia viciada em fotos tinha e levava pra tudo o que era aniversário rs. Ainda tem uma aqui em casa, a filmagem dela é horrível (480p), mas os 10mp dela tiram fotos razoáveis.

    2. As câmeras dos celulares topos de linha são tão boas que só se descobre a “melhor” em comparativos lado a lado. E mesmo nesses casos a decisão é bastante subjetiva.

      Nesse cenário de commoditização, as fabricantes têm que inventar alguma coisa para chamar a atenção. Entra aí o slow motion, as “slofies”, os modos retrato…

      1. Realmente, precisam ter algo “especial” até para diferenciar entre elas. Mais sensores, mais funções. Mas até então o que me chama atenção, assim como de uma grande parcela do público que curte tecnologia mobile, são os pixel com seu software e a Huawei com seu zoom, o resto das outras empresas possuem as mesmas coisas com qualidade que pouco ou nada varia.

  9. alguém aqui pretende assinar apple arcade?

    olha, eu até assinaria — se tivesse tempo. Mas se tivesse tempo eu provavelmente preferiria passar mais tempo jogando em consoles. Ou seja: acho que não assinaria de jeito nenhum (mas se jogos como pathless e oceanhorn 2 forem tão bons assim, talvez até valha a pena no futuro, pois a combinação iphone+ipad+mac+Apple TV é basicamente um substituto de algo como o nintendo switch)

    1. Não tenho nenhum aparelho da Apple rs, mas acho que não assinaria. Só jogo PUBG mobile no celular, uma ou duas partidas por dia, e nas filas da vida, pego o Pixel Dungeon, e basicamente é isso. Quando quero jogar “sério”, compro algum jogo pago e offline no celular, ou uso a steam, ou emuladores de super nintendo e gba.

      Hoje acabei trocando os jogos pelo youtube, passo tempo demais assistindo besteiras inúteis, mas como é mais conveniente, acabo pensando na perda de tempo só depois de perder o dito tempo. Inclusive desinstalei o app a uns 3 meses, mas como a gente se acostuma a tudo, estou viciado novamente usando o site no navegador do celular. Só consigo ser produtivo no pc mesmo.

    2. Dizer que esse setup substitui o Switch é meio absurdo. O Switch é um bom console de mesa que, por projeto, é um console portátil médio (se fosse pra comprar um portátil médio eu compraria um Vita/3DS XL).

      O Apple Arcade vai ser um sucesso muito provavelmente, porque mira no público casual (sim, ninguém que jogue de maneira mais hardcore vai se ligar em “jogo de celular” ou nos jogos do Apple Arcade, mesmo que seja um mercado milionário etc) e porque se beneficia do ecossistema da Apple nos EUA/Europa, para além disso, vai ser vírgula na indústria de jogos. Se fosse pra concorrer com algo no mercado de consoles seria com o Wii, principalmente o Wii Sports e outros jogos mais simples e que mirava nesse mesmo público casual.

      Mesmo fenômenos como o Free Fire ainda são nichados e dependem do modelo de negócios maluco deles (que alia o medo com o pay-to-win)

      O Stadia, por exemplo, tem mais futuro do que o Apple Arcade (e pouca gente fala quando se compara com o Arcade) em termos de concorrência com Xbox One (S e X), PS4/PS4 Pro/PS5.

      Aliás, sobre esse tipo de jogo, recomendo esse bom artigo do Overloadr (bastante crítico ao mercado de games) > https://www.overloadr.com.br/especiais/2019/9/rpg-looney-tunes-gaucha-aquiris-esta-literalmente-tirando-o-sono-de-seus-jogadores

      1. Acho que análises como a tua ignoram um fato pouco comentado em circulo mais fechados de games: o de que celulares são a principal plataforma para jogar hoje.

        Ontem mesmo recebi um release falando do último levantamento da Newzoo, que estima que o mercado de games para celular movimentará US$ 68,5 bilhões em 2019, o que representa quase metade (45%) de toda a receita do setor. Leve-se em conta, também, a preferência por celulares, fenômeno constatado na edição deste aqui da pesquisa Game Brasil — 45,3% dos respondentes preferem jogar em celulares; video games de mesa são os preferidos de 26,5%.

        No Brasil, o Apple Arcade dará traço, mas em lugares onde o ecossistema da Apple é mais popular, é uma oferta quase irrecusável para quem curte jogar ou tem filhos que gostam disso. Leva-se não apenas jogos exclusivos, vários de produtoras renomadas, mas também uma curadoria de jogos, todos eles livres de anúncios e de compras in-app.

        1. Eu não disse o oposto disso, contudo, esse é um recorte que coloca no mesmo grupo diversos nichos. Não tem como comparar a pessoa que senta pra jogar Path of Exile ou Gears of War 5 (ou Dark Souls ou Diablo …) e quem joga Garena Free Fire no telefone. Elas podem jogar por horas a fio, ambas, mas o quanto a primeira está disposta a gastar com equipamento e curva de aprendizado é bastante diferente do que a segunda está. Esse tipo de pesquisa, sem recorte, tem o mesmo problema das pesquisas de renda que colocam quem ganha +10SM no topo da pirâmide no Brasil junto com, por exemplo, quem ganha 1 milhão por mês sem trabalhar (apenas com renda). É errada? Não, é enviesada e tem problemas de metodologia.

          E a minha resposta foi muito mais no sentido de que não tem como comparar o setup que o GAF colocou com o que você tem com o Switch.

          E mais além, vai ser interessante ver como o mercado de games mobile/casual vai se comportar num sistema de assinaturas como esse. Hoje em dia o grosso do lucro das empresas que fazem esses jogos vem de microtransações e do tempo de jogo (vendo propaganda e passando conectado nos servidores deles). Sem isso (a Apple promete jogos sem compras adicionais) eu vejo o modelo de negócios deles tendo que se modificar (afinal, não tem mais telemetria de tempo conectado e a receita de compras in-app ou propagandas); ou a Apple virando publisher e se focando apenas no seu nicho (o que seria algo bastante “Apple” de se fazer).

          De qualquer modo, estendendo a discussão, esse modelo de games casuais já está começando a receber a atenção que merece (tal qual o problema de dados pessoais) porque é muito nocivo para crianças e adolescentes ter/usar esse sistema de microtransação e tempo de conexão para conseguir moedas/baús e outras facilidades do jogo (caso semelhantes as loot-boxes da EA e outras que acabaram caindo um pouco em desuso depois dos problemas do ano passado). O sistema pay-to-win desses jogos (a maioria) ou da atenção constante é muito mais nefasto do que o problema dos dados pessoais, afinal, lida diretamente com o nosso sistema de recompensa e pertencimento e, em casos extremos, interfere no desenvolvimento cerebral de algumas crianças mais propensas ao vício (tem relação com a plasticidade do cérebro em idades escolares iniciais, eu não sei mais do que isso porque não ganhei bolsa de mestrado pra me aprofundar nos estudos), contudo, ainda não caiu na mídia.

          1. Se for olhar os dados de receita dos jogos mobile em 2018 (no site da sensor tower, por exemplo: https://sensortower.com/blog/top-apps-games-publishers-2018) se verificará que o top 10 é composto principalmente por jogos online e multijogador.

            Então mesmo no universo mobile, deve-se distinguir aqueles que gostam de jogos para competir com outras pessoas e aqueles que só querem jogar sossegados, casualmente, sem o estresse das microtransações e seu modelo paytowin.

            Partindo dessa premissa, penso que o Apple Arcade seria interessante para o segundo grupo, e ainda dentro desse, apenas para aqueles que não são casuais demais pra não se importarem com uma ou outra propaganda nas raras vezes que jogam, e nem no público hardcore, que prefere jogar nos consoles ou videogames portáteis.

          2. @Felipe

            Sim, é algo bastante segmentado. Jogos mobile dão dinheiro, mas, o mercado é mega segmentado. Não dá mesmo pra colocar tudo no mesmo saco.

            No link que você postou ele diz que o que ainda domina o mercado são os “hyper casuals”. PUBG, Free Fire e Fortnite são pontos fora da curva.

    3. 0 interesse

      maior parte dos jogos de celulares parece fast food
      uma vez ou outra pode ser legal e tal… mas não dá sustância de verdade

      1. florence parece bem bom, dá muito o q pensar. eu não joguei. a esposa sim e ela curtiu MUITO.

        1. não conhecia

          quando/se mudar de aparelho, dou uma olhada pq meu atual sem chance

          vi que é do mesmo pessoal de monument valley

          que é legalzinho, mas… ainda tem esse ar fast food, mas um fast food menos nocivo talvez, ou um fast food que foi seu vizinho que tá tentando fazer, mas que não é tão fast assim, tipo um concorrente de subway com produtos melhores

          1. Acho q ele não é muito pesado. Vale a pena. Soube dele nesses podcasts de jogos, mas não os ouço mais. Talvez os ouça só qdo eles fizerem aquelas listas de dez melhores do ano. Acho q me cansei um pouco do formato e dos comentários sem relação com os jogos… Fora esse, não me lembro de outro… E, curiosamente, não vejo tanta gente jogando por aí (transporte público)…

  10. Quem é de Curitiba pode me tirar uma dúvida?

    Já viram uns carrinhos de mão bem acabados e que rodam no centro da cidade, grandes e que parecem que substituem carros de entrega? Alguém sabe o porque que eles nasceram e tem mais detalhes deles?

    1. Sou de Curitiba e já vi esses carrinhos, os primeiros que vi circulando foram das distribuidoras de bebidas (Coca e cervejas), esses carrinhos são para substituir os caminhões onde o mesmo não pode ir. O entregar leva até o comercio uma quantidade grande de produtos, sem muito esforço físico, mais ágil e pode circular melhor pelas ruas (principalmente na Boca Maldita rsrsrs).

      1. Isso. Vou ver se tiro uma foto deles depois. Penso que é baseado nos carrinhos-plataforma

        Queria saber o nome exato. Talvez quando eu passar lá de novo pergunte a alguém.

        1. Provável eles tenham um nome mais especifico, em uma busca rápida encontrei por essa pesquisa “Carrinho elétrico Zallys” no google imagens

  11. E o Amazon Prime Video, alguém usando via celular + chromecast?

    Estou com problema na legenda. Não consegui de jeito nenhum mudar a fonte/configurações, e ela que fica minúscula na TV e com um fundo preto.

    Acessei as configurações via uma página no site da Amazon (nada intuitivo), alterei as 3 opções possíveis, mas nada aconteceu. Muito frustrante.

    Também não consegui fazer funcionar no Mi Box (Android TV).

    Já desinstalei o app de raiva, e só não cancelei tudo porque to de olho em um produto pra comprar lá.

    1. eu assinei e fui fazer login na TV, não tinha o símbolo “>” para colocar como senha e desisti de logar, chegando em casa eu tentarei de novo

      ah, comprei um negócio lá, e estava 5 reais mais barato comparado ao ML

    2. Tenho usado e tem funcionado relativamente bem. As vezes o celular perde a conexão com a TV, não funciona tão fluido quanto Netflix e YouTube. Mas não estou tendo esse problema com a legenda.

    3. É contra-intuitivo, mas o ajuste de legendas do Chromecast é feito fora do app do Prime Video, no sistema mesmo: No próprio Android, vá em Configurações > Acessibilidade > Legendas. Você pode alterar cor, tamanho, fonte, etc.

    4. fiquei incomodado com esse lance do prime vídeo não ir pra android tv como app e sim com algo a ser instalado só pelo fabricante (tb tenho a mibox)… q coisa bizarra. isso me faz ter q usar o chromecast e, de fato, as legendas não funcionam bem. no meu caso, o tamanho fica bom, mas aquela tarja preta de fundo não sai. não vi opção para removê-la. e a sincronização é lenta q só. às vezes tenho q reiniciar o chromecast e o celular pra q ela funcione corretamente.

  12. Alguém usa o Nextcloud?

    Tenho olhado pra ele com bons olhos, tava procurando uma solução que integrasse email/agenda/tarefas e tivesse armazenamento há um tempo, mas as opções fechadas do Google/Microsoft/Apple são uma merda na hora de integrar. Gosto de usar o app padrão de email/agenda/tarefas/arquivos da OneUI/elementaryOS e a sincronização com esses nunca é das melhores (se existe).

    1. Eu estou para dar uma nova chance ao NextCloud. Não é que eu ache ruim; mas processo de migrar meus 500Gb do Dropbox me dão preguiça.

      Mas para agenda/contatos faz alguns anos que uso o leve Baikal pro serviço. É pra nerd, falta documentação, a interface é só administrativa e falta alguns recursos bobos, mas funciona tranquilo. NextCloud é mais amigável.

      O problema de usar o NextCloud para storage é que o espaço em disco fica muito caro. Na DigitalOcean, Vultr ou similares, vais gastar U$5 (ou U$6 vou backup) mensais, por um espaço exíguo. A alternativa é conectar o NextCloud com um storage compatível com S3 da Amazon – dica: veja o Wasabi, serviço bem em conta e hospedado fora dos EUA.

    2. Eu rodo uma instância própria do Nextcloud em um servidor dedicado na Alemanha com a Hetzner, e a integração com o iOS e macOS foi muito tranquila — apesar de não usar a parte de e-mails dele.

      Mas se não quiser manter a instalação — e o servidor em si — você mesmo, a Hetzner oferece 10TB de storage por 49 Euros.

      1. Aí tá meio caro hahahah
        Na real eu uso pouco armazenamento. Preciso de tipo 5-10GB e olhe lá. Guardo mais documentos do que mídia.

        Eu queria simplesmente uma solução integrada de email/calendário/tarefas que não fosse tão chata de integrar com os sistemas que uso (o elementaryOS vai ganhar integração com o Google Drive logo, até onde sei, mas mesmo assim preferia outra alternativa)

        1. I mean, você não precisa necessariamente usar aquele plano, foi só pra exemplificar como os preços deles são bons — sério, tenta achar 10 TB por um preço melhor com Dropbox, Google, Apple e afins.

          O plano mais barato deles te dá 100 GB de espaço por 3 Euros:
          https://www.hetzner.com/storage/storage-share

          Ah, e diferente de outras empresas, os servidores são criptografados e os funcionários não tem acesso aos teus dados.

          1. Curti o preço. Vou considerar com certeza.

            PS: não sei onde reportar, mas clicar no link de “Leia e responda o comentário” no email que vem tá dando timeout.

          2. @Matheus Mas claro, lembre-se que o servidor está na Alemanha e considere esse fator também.

            Eles dão reembolso por até trinta dias, então rola testar pra ver a velocidade e pegar reembolso se não gostar.

            @Ghedin É o mesmo problema do Mailgun que você tinha com a newsletter. Desativar as estatísticas de abertura de link — que mais sentido com a filosofia do blog —, deve solucionar o problema.

          3. @ Matheus Fantinel

            Veja se o link do e-mail deste comentário funciona. Fizemos as modificações aqui e, em tese, é para funcionar agora.

  13. Alguns posts livres atrás, perguntei sobre a marca de mochila Quechua, e do modelo Arpenaz 10L. Então, fiz a compra do modelo da Quechua e estou usando ela a uma semana. O modelo é o NH100, a Arpenaz foi descontinuada (é quase a mesma coisa). Ela é menor que um notebook de 15.6″, e acho que um notebook de 14″ também não entraria nela.

    Tem 2 bolsos; o bolso frontal suporta uma garrafa de 500ml da Tupperware, ou um kindle, um livro de bolso e um fone de ouvido. Não testei com garrafas térmicas de metal.
    O bolso maior consegue guardar um caderno normal, estojo pequeno, kindle, cabo e carregador usb, fone de ouvido dobrável (tenho um AKG K404, mas ando com um in ear baratinho), etc. Livros de bolso e normais (+ ou – uns 23 x 15 cm) cabem aqui, mas não adianta tentar com livros acadêmicos.

    Quando eu coloquei muita coisa, a mochila ficou tão apertada que me preocupei com a durabilidade. Ela aguentou o dia, mas é visível que se eu fizer isso rotineiramente, vou destruí-la. Para uma saída rápida, que eu tenha que levar mais coisas do que os bolsos da calça conseguem carregar, e não seja necessário uma mochila normal, ela é perfeita.

    Custou 30 reais + 6 de frete, e em geral ela é mais honesta do que a maioria das mochilas abaixo de 50 reais que eu achei por aí.

      1. Fui na loja da Decathlon (conferi agora pra ver se ainda tá por 30 reais). Eles tem todas as cores. Se não me engano usam uma transportadora própria, então a entrega tá tranquila.

    1. Minha área de trabalho é beeem enxuta: Firefox, telefone e WhatsApp. O resto deixo na gaveta de apps.

  14. Como vcs organizam a área de trabalho do smart?
    Usam icon pack no android?
    Separam por pastas no ios?

    1. A MIUI não tem gaveta de apps, então deixo todos os meus categorizados por pasta, numa única página. Aí deixo 1 linha pros apps que mais uso, além dos da dock, e o resto da tela pro widget do Google Now (o “At a Glance”).

      Assim, ó:
      http://imgur.com/a/EMrKoOR

    2. No meu Android com Nova Launcher separo os apps em pastas na 2a página, enquanto que na 1a página deixo apenas os apps que mais utilizo junto com o widget do relógio e previsão do tempo.

      1. Tava fazendo uma resposta bem detalhada pra minha tela haha, uso Nova Launcher também. Vou simplificar. Só boto na tela inicial os que eu mais uso:

        Uma tela com atalhos de jogos, youtube, uber, whatsapp, etc. Apps que eu não uso para nada sério.
        A tela principal tem o widget de calendário, um widget do google keep, relógio e widget de clima (quase não chove em Fortaleza, mas beleza).
        A última tela tem apps de e-mail, app do banco, telegram, relógio, navegador, configurações. Também tem atalho para app de afinador de violão, cifras, gravador de voz e um tecladinho virtual.

        Na barra inferior do Nova Launcher coloquei os contatos, telefone, spotify, câmera e fotos.

    3. Uso a Evie Launcher + Minimal Icon Pack.

      Tenha uma pasta no dock do Android e um widget de tempo. Mais nada. Não gosto de ícones na tela (uma coisa que me deixa bem nervoso vendo o iOS são os ícones na tela) nem no desktop.

      https://i.imgur.com/5jt7bn7.jpg

    4. Uso o launcher padrão da OneUI no Galaxy S10e.

      Gosto de ter na área de trabalho só o que mais uso (8 ícones), e no app drawer, ordeno em duas páginas: Os que uso com frequência na primeira, e os que uso de vez em quando em outra.

      Não gosto de launchers em ordem alfabética porque sempre que instala/desinstala algo muda de lugar.

      1. Matheus, você poderia falar sobre a experiência de uso com o Galaxy S10e? Tipo, tamanho de tela, tamanho do aparelho, a pegada nas mãos, se é ruim de alcançar o sensor biométrico, a duração da bateria, etc. Quero trocar de smartphone e foi paixão à primeira vista com o S10e, só que não posso pagar o valor dele agora. Estou decidindo se compro um dos A’s da vida (muito grandes), se vejo um iPhone SE ou 6S usado, ou se espero o S10e baixar de preço.

        1. Cara, esse é meu primeiro Samsung, tinha preconceito com o software deles, e venho de Androids mais puros (Custom ROM e Xperia). Tenho preferência por aparelhos pequenos (meu anterior tinha 4.6″).

          Por enquanto só elogios – to com ele há 1 mês. O tamanho dele é maior do que eu tava acostumado, mas ainda dá pra usar de boas. O sensor biométrico podia ser um pouco mais baixo, mas sinceramente depois de um ou dois dias você nem estranha mais. Capinha é praticamente obrigatória porque ele é bem liso – e como a tela é plana, fica tudo certinho.

          A bateria não é nada de mais, mas dá conta do recado. Nunca cheguei perto do final dela pra dar uma estimativa de horas de tela ligada, mas hoje, tirei o celular da tomada às 8h, no Wi-Fi, com 1h10m de tela ligada e escutando mais ou menos 1h30m de podcasts por Bluetooth, tá nos 70%. Eu só uso o modo escuro à noite, se usar ele o dia todo provavelmente estaria com uns 75%.

          As câmeras são ótimas, a ultrawide é super útil, e a “verruga” não incomoda. Tem só um detalhezinho bem tosco: como o botão de desbloqueio tá na mesma altura, mas em lados opostos aos de volume, acontece às vezes de apertar ambos sem querer quando quer desligar a tela e acabar tirando um print. ¯\_(ツ)_/¯

          1. Entendi, é um ótimo aparelho. Muito bom saber que a bateria dá conta de um dia de uso, receio meu, porque vi muitas pessoas reclamando da autonomia do S10e. Bom saber que a frontal não incomoda, e que dá pra se adaptar ao leitor, e eu acho que dá pra passar, já que é o único compacto poderoso recente (e com entrada P2).

            Obrigado pela resposta, acho que vou esperar o preço dele abaixar mesmo rs.

        2. Posso dar meu pitaco?

          Eu tinha um iPhone SE e comprei o Galaxy S10e em uma promoção de lançamento que fizeram no banco. Estou usando há uns 6 meses mais ou menos.

          Achei o tamanho bom, o único problema de design que reitero no comentário do Matheus é a questão do sensor de digitais ficar na mesma altura do botão e acabo tirando prints sem querer. De resto, me adaptei rapidamente mesmo vindo de um aparelho “minúsculo” como o iPhone SE.

          De resto, a minha única reclamação é que o Wi-Fi (a despeito de vários updates) continua falhando constantemente. Eu também percebi que prefiro o iOS, mas o aparelho é praticamente impecável ao meu ver em termos de recursos/performance.

          1. Com certeza, obrigado pelo feedback! Pelas outras boas características, dá pra relevar a posição do sensor de digitais. Acho que vão corrigir o Wi-Fi em alguma atualização, hoje a Samsung está bem ágil (pelo menos para os topo de linha).

            Quanto mais vejo boas análises sobre o S10e, mais certeza eu tenho que ele é o aparelho ideal pra mim. Agora é esperar lançar a linha S11 pra pegar ele por um preço que caiba no meu orçamento. Valeu!

    5. a não ser categorias muito específicas que reúno em pastas (jogos, aplicativos de compra de ingressos e de passagens e similares) organizo os ícones por cor no iOS

      o problema é que os ícones vivem atualizando e logo as cores ficam uma bagunça

      é uma tarefa impossível

    6. No meu S8 a tela principal é bonita, com wallpaper lindo e que combine, uso o pacote de ícones Linex e o app KWGT para widget customizado. Coloquei os apps da gaveta na ordem dos que mais uso, assim só deslizo para cima que já tenho acesso a eles. Ou seja, 1 página inicial e o restante dos apps na gaveta. Volta e meia troco a posição de tudo até para evitar burn-in.
      No meu Sony única coisa além do wallpaper não nativo é a transição da tela dos apps.

    7. Uso iOS e mantenho uma pasta com todos os aplicativos no dock, e três outros aplicativos ao lado — os que eu mais uso no dia a dia.

      Eu abro a pasta raramente, geralmente uso a Siri pra abrir algo ou uso a busca do iOS.

      Fica assim:
      https://i.imgur.com/CPIJxNj.png

    8. Não gosto de pastas nem uso outro app de organização. Na tela inicial ficam os apps mais utilizados, e as seguintes vão sendo preenchidas com o mesmo critério. São 4 telas no total, sendo que na terceira deixo um widget de agenda para ter acesso visual facilitado a possíveis compromissos.

      Fixo embaixo telefone, agenda, SMS e câmera. Sei que pela pouca frequência de uso é meio bizarro manter SMS numa posição “premium” da tela, mas trato como se já fosse herança default de outros tempos de uso quanto outros mensageiros ainda não eram comuns.

  15. A Huawei mostrou o Mate 30 hoje (19) mais cedo. Baita aparelho, mas nada de serviços Google dentro ou fora da China. Acham que tem chance de vingar?

    1. Eu acho bem complicado, muita coisa deve funcionar mal se o Google Play Services, então é complicado vender fora da China…apesar de parecer um ótimo aparelho.

      Gostaria de ver um review depois de como é o uso desse smartphone em um país “ocidental”.

      1. Se utilizarem algo similar ao MicroG (ou algo assim), não funcionaria bem?

        1. O bootloader dos celulares da Huawei é travado e, até onde sei, o microG precisa ter suporte da versão do Android — e a EMUI não consta na lista de versões compatíveis.

          E ainda que fosse possível, não me parece que o publico que gasta +R$ 5 mil em celular está disposto a ficar fuçando em celular enquanto lê tutorias obscuros no Github só para ter Gmail e YouTube funcionais.

          Sem ter o Google de fábrica, o Mate 30 é um peso de papel (bem caro) no Ocidente.

          1. Eu pensei em talvez eles inserirem algo como o MicroG de fábrica. É software livre e eles poderiam usar sem problema algum.

          2. @ Matheus Fantinel

            O microG, no meu entendimento, fica em uma área cinzenta. É difícil incorporá-lo oficialmente porque ele é, em si, uma espécie de contorno que se faz para ter acesso aos serviços do Google sem se relacionar diretamente com o Google. Como o marketing da Huawei anunciaria isso? Sem falar que o Google poderia fechar ainda mais o cerco e minar o microG. Também daria uma baita dor de cabeça ao jurídico da Huawei. E poderia ter implicações sérias nas relações comerciais entre EUA e China.

            Em outras palavras, é até possível tecnicamente, mas inviável por fatores não técnicos.

    2. No Ocidente, esquece. Já temos, nesse lado do mundo, uma baita resistência a celulares chineses rodando o Android a plenos pulmões, imagina um sem Play Store. Vai sofrer da síndrome de Windows Phone.

      Agora, dentro da China, acho que vai vender bem. Eles são bem acostumados com o ecossistema de apps locais

      1. “Temos” quem? Ainda não são muitos os brasileiros que conhecem as marcas chinesas, mas entre o público que conhece é só elogios. (Na real, acho que a maioria nem sabe a origem das marcas dos celulares que usam.)

        1. Aliás, xiaomi e Huawei tem desbancado a Motorola no gosto do brasileiro que procura um bom aparelho.

        2. Me refiro ao estigma dos “Xing-Lings” que vem lá dos anos 2000 pra frente, com o mercado inundado de produtos piratas e de péssima qualidade da China, como os MP qualquer coisa da vida.

          Gente que tem aparelho da Xiaomi, Oneplus e etc ainda é bem de nicho, apesar dessa base de usuários crescer rapidamente. O consumidor médio vai ouvir “Huawei” e associar imediatamente a um xing-ling. Caso ele se convença que é um aparelho de excelente qualidade, vai emburrar de novo quando notar que não pode usar os mesmos apps que ele tinha num moto G ou no Galaxy J dele.

      2. Compartilho da mesma opinião. Imagino que boa parte do público-alvo fora da China não vá querer comprar sabendo dessa limitação: nessa faixa de preço não se espera comprometimentos, especialmente um desse porte.

        Sem falar que muitos apps sequer funcionam sem o Google Services. Quem achar que é só baixar o app em outro site e instalar pode ter uma surpresa desagradável quando o mapa dos apps de corrida não aparecer, quando não conseguir restaurar as compras em apps, etc.

        Eu realmente queria que uma marca de peso usasse Android sem os Google Services e conseguisse sucesso a nível mundial. Tiraria um pouco do poder das mãos do Google. Mas não sei se a Huawei consegue impulsionar essa mudança. Se o Nokia X tivesse dado certo, quem sabe…

      1. O problema vai muito além da loja de apps. O AOSP é Open Source, mas o GMS (Google Mobile Services) não. E nele, você tem APIs fundamentais como o GPS, modem, kernel, etc. Isso faz com que o Android não seja tão aberto assim, a não ser que você consiga implementar soluções alternativas pra essas APIs.

    3. na China não vai ter problemas
      no resto do mundo ? quem sabe ?

      mas vai ser uma experiência “interessante” para a Huawei (e talvez para outros fabricantes):
      1) se conseguirem viabilizar no resto do mundo sem Google vai ser a chave para quebrar o monopólio do Google sobre o Android
      2) se não conseguirem, vão precisar ser bastante criativos para superarem este impedimento

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