Post livre #190

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122 comentários

  1. Galera, seguinte,

    Precisava tirar uma folga da Mad Pony nesse final de semana, então comecei a brincar com a ideia de um RSS feed reader bem espartano pra substituir o Feedbin, que é o que eu escolhi pra substituir o Google Reader.

    A ideia era hospedar em casa mesmo, pra minha esposa e eu, mas ela deu a ideia de oferecer para outras pessoas por um preço camarada, um valor anual.

    Isso seria algo que interessaria alguém aqui? E qual seria o “valor camarada” que você pagaria? Pensei em $2 por mês ou um desconto quando pago anualmente, $20.

    É algo bem simples e espartano baseado no Miniflux — tanto que o nome é Spartan Reader —, e será hospedado em um servidor aqui no Brasil mesmo.

    1. interessante.

      sempre tive vontade de levantar um rss desse tipo no raspberry aqui em casa mas achei muito complicado.

      tenho usado inoreader e realmente não vejo necessidade de outro.

      o valor aí achei muito justo.

  2. Meus pais estão indo para os EUA (visitar meu irmão) e estava pensando em comprar um ATH-M40X, mas ele não tem microfone. Alguém recomenda alguma microfone? Gostaria de algo para gravações, nada profissional mesmo pq, é apenas um hobby meu.

    1. O Shure SM7B é sempre uma boa pedida, se você tiver o budget pra ele.

      1. Esse está meio fora de questão (+- US$400,00), e só pegaria ele se estivesse tentando realizar algo profissional, e esse não é o caso.. mesmo assim, obrigado pela dica.

    2. Dá uma olhada no Behringer C1, é um condensador de entrada. Precisa de interface de áudio. Ele entrega bons resultados para o valor dele, mas o ambiente deve ser o mais silencioso possível. Qualquer coisa, dá uma olhada nos microfones da Arcano, que tem bons resultados para o preço (conheço um dono de som de palco que usa essa marca, só não sei dizer qual o modelo que ele tem).

      Outra alternativa é pegar um gravador de áudio com interface embutida, como o Zoom H1/H1n, mas o preço é alto. A vantagem é que ele pode ser ligado pela USB e passar o áudio direto para o PC, sem latência ou ruído.

  3. Estava lendo o G1, o portal de notícias da globo, e sempre caio na tentação de acabar lendo o famigerado campo de comentários.
    É impressionante que independente da notícia pessoas anônimas publicam o que há de pior de extremismo político, comentários extremamente ofensivos, boatos questionáveis e fake news. Não há o menor espaço de diálogo não-violento entre as pessoas. Será que não há uma forma de responsabilizar o portal por isso? Como por exemplo, exigir algum tipo de moderação ou cadastro único com CPF ? Visto o seu tamanho (o G1 acumula 3,1 bilhões de visitas e 56 milhões de visitantes únicos em 2018).

    1. Parece que eles não ligam de ser desta forma, por ser tão tóxico, talvez até seja bom, pois gera trafego no site. E no fim “parece” que o que importa é a receita e não se a galera fazendo algo construtivo nos comentários.

  4. Tô acompanhando uma extração de relatório aqui no trampo e me bateu a curiosidade: Vocês já passaram por auditorias na empresa que trabalham? Como foi?

    Pergunto porque já falei com várias pessoas que audito e a experiência que elas tiveram em trabalhos anteriores é bem variada. Uns ajudam de boa e até agradecem quando levanto um ponto, já outras não querem ver auditor nem pintado de ouro e ferram minha vida igual vilão de novela.

    1. Já tive alguns processo auditados assim como participei de uma comissão para apurar/investigar fatos. Creio que estar na primeira posição é bem melhor

  5. Eu comentei meses atrás aqui que estava fazendo uma reforma e, caso alguém da época ainda esteja por aqui, acho que vale comentar que deu certo o plano de fazer isso com uma empresa.

    Ao contrário do que sempre ouço, a obra foi realizado no prazo e sem gastos adicionais, houve poucos imprevistos e eles acabaram resolvendo por eles mesmos os que ocorreram (e.g. não houve cobrança adicional por uma pedra nova que o pessoal da marcenaria mediu errado). Eu fiquei um pouco perdido em alguns momentos, especialmente o que eu deveria comprar e o que eles deveriam, mas nada grave.

    Foi caro, mas para um millenial que sabe muito pouco sobre reformas (não me orgulho, mas é meu caso), acho que é um caminho a se considerar para esse tipo de coisa porque eu tinha que fazer tudo do zero.

    Agora falta mobiliar e tudo mais, mas o “pesado” eu terminei.

    1. Minha mãe contratou pedreiros diferentes por duas vezes seguidas.

      O primeiro era um senhor de idade, que dizia que sabia fazer as coisas, enrolava e não fazia. O segundo era um rapaz mais novo, mas que chamou outros para fazer coisas que ele deveria fazer, e na época dele, foram furtados itens da casa.

      Contratar alguém para fazer obra é uma dor de cabeça. E para gente abaixo de um limite de renda, contratar emrpresas não dá -não existem “boas almas” como a de um garoto em um bairro de São Paulo que virou engenheiro e criou uma empresa de baixo custo para auxiliar o bairro (tou tentando me lembrar da matéria).

    2. Parece que ocorreu tudo bem, que bom! Para reformas me parece que é mais difícil ocorrer algum “erro”.
      O que mais vejo é quando uma pessoa/empresa contrata uma “empreiteira” para fazer sua casa/empresa e muitas vezes se não ficar em cima, sempre visitando a obra, dá problemas.

      Não que seja algo grave, mas para quem vai passar cabo numa tubulação nova encontra problemas por ela ser estreita demais. Ao invés de passar conduíte de 1 polegada, passa de 3/4 ou pior de 1/2. Nesse caso é melhor sobrar do que faltar.

      E outra relacionado é não fazer tubulação de dados e de rede elétrica separados, ai é uma dor de cabeça rsrs.

  6. Tava pensando em conversar sobre relacionamentos por aplicativos – algo que tento e não consigo direito, mas vou deixar para outro momento.

    Na verdade preciso pedir uma ajuda. Alguém conhece algum local de confiança para comprar placas de vídeo para Macintosh?

    Explico: um cliente meu tem um Mac Pro 2012, e quer instalar o Mojave. Dado que a placa original que vem com o Mac Pro não é compatível com a tecnologia do Mojave, precisa trocar.

    Pelo que li em buscas superficiais, placas para Mac são apenas as que tem alguma indicação de fábrica que servem para Mac. Placas que tenham o mesmo chipset recomendado pela Apple para o Mojave não funcionariam (teoricamente) em um Mac Pro sem não antes ser necessário uma mudança na firmware da placa de vídeo, algo que invalida a garantia e de quebra tem seus riscos.

    1. É possível contornar o problema do Mojave em Macs de 2012 pra trás com um patch na instalação feito pelo DosDude: http://dosdude1.com/mojave/

      O que rola é que a Apple usa o “Metal” como motor gráfico no Mojave (e adiante) o que mata algumas boas gerações de computadores.

      A minha recomendação é não comprar mais Apple =D

      A outra é ler o link e ver se rola fazer isso pro seu cliente.

      1. O ponto é que mudar cabeças não é fácil.

        Ia sugerir a ele usar o Windows 10 em paralelo ao MacOSX instalado atualmente. Mas ele tem asco do Windows. E Linux ele nem se arrisca, diferente de mim (Que agora tou em um Fedora, dado que o Mint XFCE parecia lento. Mas este também parece lento… :\ )

        Vou tentar rodar a Santa Ifigênia e a Paulista (locais onde há lojas de informática no “mercado cinza” para tentar achar uma placa compatível. Patchs e hacks estão desacartados neste primeiro momento – o GPU é um AMD 5970..

        1. Desisti. O cliente é ansioso como eu e tivemos problemas de comunicação. Explicar a pessoa que não posso garantir a compatibilidade de algo é difícil.

      1. Pra mulheres, sim. Pra homens (héteros), sempre me pareceu funcionar muito bem — isso vindo de alguém que nem bonito é.

        Casei com um match do Tinder, inclusive. Estou com ela até hoje e pretendo continuar até bater as botas 🤷🏻‍♂️

        1. Pô, aí sim, mano. Felicidade pra vocês <3
          Tinder pra mim era "nossa senhora, não vai rolar". Daí rolava e eu ficava "nossa, rolou mesmo". Quando acabava, recomeçava o ciclo.

          1. Eu sou tão do contra na vida que instalei o Tinder em busca de uma furunfada fácil, e acabei arrumando 3 namoros sérios lá. A última, inclusive, com casório batendo na porta.

          2. Instalei na época que saiu para o público, tinha acabado de me mudar pra uma cidade do interior de Santa Catarina, mas perto de Curitiba.

            Meu primeiro match foi com uma guria de Curitiba, parei de usar depois desse match porque mudei pra lá duas semanas depois do match e namorei com ela por três anos.

            Voltei pro Tinder por um ano quando terminei aquele namoro, fiquei com um monte de gente aqui de Curitiba, fiz muita amizade bacana, comecei o meu negócio de fotografia usando essas pessoas como modelos, até que achei a minha esposa.

            Ficamos um tempo, viramos amigos por alguns meses, começamos a namorar e eu digo que casamos desde o primeiro dia primeiro porque ela morou comigo logo de início. Ela diz que casamos só quando oficializamos no cartório.

            Nenhum dos dois admite que está errado quanto a isso 🤷🏻‍♂️

        2. Nunca me arrisquei no Tinder pq sempre li as críticas sobre, então fiquei receoso. Já tentei OK cupid e agora o facebook dating.

          Estranho como é raro mulher puxar assunto comigo… :'(

          1. Tinder era bom antes de virar Pay-to-Win com os likes e o algoritmo de ranking dele ir te mostrando gente cada vez mais estragada conforme você vai dando likes.

            Experimento próprio: Criei uma conta do zero no Tinder e no começo só apareciam supermodelos. Passando um tempo, já era muito achar alguém com todos os dentes. Fiz isso mais de uma vez, em locais e dados diferentes, e dava sempre o mesmo resultado.

            Minha conclusão é que o app, junto com os constantes pedidos pra assinar o Gold e Boosts, meio que te dá a noção de que, pagando, vão aparecer gente mais atraente, e te força fazer compras in-app dificultando cada vez mais essa tarefa.

            Não sei se já existe algum estudo sobre esse tema. Se não tiver, já vou montando minha tese de mestrado.

          2. Na realidade a regra é que mulheres não puxam assunto e sim você puxa assunto. Ela deu match, essa é a sua deixa de que ela se interessou pela sua superfície. O resto é muito mais sorte do que qualquer outra coisa.

            Relacionamentos são, antes de tudo, um golpe de sorte de duas pessoas se encontrarem, se interessarem uma pela outra e estarem no mesmo momento da vida e com o mesmo objetivo. Você pode facilitar o encontro inicial indo em locais, conhecendo pessoas e se comunicando, mas, via de regra é sorte.

            Eu tive 2 namoros que foram de fato sérios na vida; um durou 8 anos e outro pouco menos de 2 anos. Ou seja, fiquei compromissado dos 20 aos 28 e dos 32 aos 34, em nenhuma das vezes eu planejei nada, apenas falei com elas e tudo rolou naturalmente. A segunda, inclusive, conheci pela internet.

          3. A regra, pra mim, sempre foi a pessoa que deu like primeiro é que começa o assunto.

            Eu começava sempre com uma mensagem padrão sobre o Batman, que “filtrava” pessoas. Dependendo da resposta a mensagem, a pessoa era ou não compatível com a minha personalidade.

            O processo todo era bem bobo, mas funcionou 100% das vezes. Todo mundo que respondeu positivamente a mensagem, hoje ou são minhas amigas, ou são ex-namoradas que me odeiam 😶

          1. Fiquei curioso também, mas prefiro não perguntar.

            Só sei que com certeza não deve ser “sabe qual é o segredo do morcego?”

          2. Não era uma pergunta, era só uma mensagem boba que eu tinha lido em algum lugar no Reddit. “Eu não quero te impressionar nem nada assim, mas eu sou o Batman.”

            Eu costumava ler a descrição das pessoas e ia mais pela descrição do que pelas fotos, então juntando a descrição com a resposta, eu sabia se a conversa ia pra frente ou não.

            Se a pessoa respondesse com um “Haha”, “Legal” ou qualquer coisa do tipo, eu já sabia que a conversa não ia pra frente. As poucas vezes em que eu ignorei a regra, continuei a conversa e marquei um café, o sexo foi uma merda. A gente não era compatível na cama ou em qualquer outro lugar.

            A resposta da minha esposa foi a melhor de todas, na minha opinião. “Desculpa, mas eu não namoro morcegos.”

            Joke’s on her, a gente ainda tá junto 🦇

          3. @James

            Hahahahahahha

            Rapaz, só não adoto este método pq não sou (fã d)o Batman :D

            Só tive dois namoros na vida e poucas “ficadas”. 99% offline. (Uma das focadas eu conheci andando na rua depois de ajudar a pessoa a atravessar uma rua sem faixa de pedestre)

            Mas o que o Pilotti diz no final é o que penso também: mais sorte mesmo.

          4. Cara, pior que eu não sou fã do Batman, único “herói” que eu realmente gosto é o Doctor, de Doctor Who.

            Eu tinha uma foto no meu perfil usando uma fantasia do Batman por que no Shopping Estação, aqui em Curitiba, existe uma parede um você pode ler “Gotham” e idiota como eu sou, decidi tirar uma foto com uma fantasia barata do Batman ao lado dessa parede, então a mensagem era perfeita, haha.

            Mas discordo que seja sorte. Dar match no Tinder é a parte fácil, o Tinder é um jogo como qualquer outro. A parte difícil é levar alguém do café pra casa, e de casa pra… bom, pra sempre na casa.

            Sorte não ajuda nisso, mas ser honesto sobre quem você é — eu sempre deixei claro pra todo mundo que eu sou um babaca narcisista com tendências sociopatas — e encontrar alguém que combine com você, ajuda.

            Edit: Por outro lado, admito que ganhei na loteria com a minha esposa.

            • Ela nunca teve problemas com o meu estilo de fotografia — uma ex-namorada antes dela me “proibiu” de fotografar outras mulheres
            • Aceitou um relacionamento aberto desde o início
            • É a combinação perfeita pra minha personalidade
            • Ama Doctor Who tanto ou até mais do que eu — até fez cosplay comigo na Comic Con Experience
            • É a pessoa mais inteligente que eu já tive o prazer de conhecer

            Nada que eu escreva vai chegar perto de descrever o quão maravilhosa essa mulher é e o quanto ela melhorou a minha vida. Eu sempre digo que eu vivia uma vida monocromática, e ela trouxe cor pra minha vida.

            Figurativamente falando, claro. Eu ainda me visto em preto e branco 🤷🏻‍♂️

          5. @James

            Eu digo sorte de você encontrar a pessoa que quer o mesmo que você ao mesmo tempo. Isso é muito mais sorte do que qualquer outra coisa.

            Encontrar pessoas que combinam, levar pra casa, ter relacionamento fugazes é muito mais afinidade física e psicológica. Ser compatível na cama ajuda muito também.

            Eu e a minha última namorada terminamos e ainda somos amigos, por exemplo, porque a nossa afinidade é quase 100%, contudo, quando a gente se conheceu eu queria me assentar e ela queria terminar o doutorado e ir fazer pós-doc na Argentina (e fez, e está lá até hoje fazendo). Duas pessoas compatíveis e que se dão muito bem na cama e na vida mas que se encontraram em momentos diferentes, olhando para horizontes diferentes, querendo coisas diferentes da vida. E isso me aconteceu mais outra vez, quase nos mesmos moldes.

            Enfim, o que eu quero dizer é que ficar e transar é fácil, só ser honesto, como você disse. Iniciar uma relação longa tem relação com a sorte de estar com uma pessoa que quer o mesmo que você. E manter essa relação por anos é uma questão de trabalho (duro) de ambos.

            Não sei se fui mais claro agora =D

          6. @Paulo

            Ah, nisso eu concordo. Encontrar uma pessoa que esteja na mesma página que você é mais sorte do que qualquer outra coisa.

        1. por ironia (veja só, uma ironia dentro de uma ironia, sai correndo, ligeiro!), eu trabalho com redes sociais e isso me ajuda a ficar longe delas no nível pessoal e elas, me parece, tendem a ser o maior motivo de preocupação das pessoas (não sei se é o seu caso) por conta do ambiente tóxico q elas fomentam. por ter q criar conteúdo pra elas (isso envolve muita pesquisa, edição de imagens etc), além de outras tarefas, eu já meio q vejo, mesmo sem querer pq elas nos forçam a isso, os assuntos mais falados. mas o pulo do gato é: eu não tenho q responder ou me envolver com essas discussões, pq não são da minha conta (sacou?: “minha conta” de usuário, haha). enfim, comentei com o Ghedin q estava cancelando algumas coisas (newsletters, no caso) e, de um modo geral, tenho buscado me concentrar mais, pq tenho a tendência de ficar atento em muitas coisas ao mesmo tempo e isso não me ajuda muito a resolver coisas q elenco como essenciais… achei melhor me concentrar e isso envolve, por exemplo, comentar menos tb em áreas de comentários…

          1. Já passou minha fase manhosa.

            De fato, acho que pelo fato que hoje tu é mais “vidro” que “pedra”, tu sabe o valor de ambos os lados também

        1. aeeee irmão!
          Pior que entendo esse afastamento que você faz das redes sociais.
          Quando eu trabalhava com suporte de TI eu tinha pavor de usar o telefone até mesmo fora da empresa.

          1. as redes nunca chegaram a ser um problema pra mim, pq tão logo saquei q elas não me faziam bem, já fui caindo fora. e meu perfil anti-social tb ajuda. nossa, trabalhei por um tempo em suporte e eu não me incomodava tanto com os clientes. o q pegava eram os coleguinhas deixando de fazer o trabalho e passando a bola e, principalmente, os supervisores (um pior q o outro).

    1. Tava comentando num post do ANCAPISTÃO (aka Tecnoblog) esses tempos. Vi ele e confirmo.

      1. haha! tava lendo sua longa discussão com um cara lá… mano, q paciência a sua…

        1. Uma vez por mês eu mergulho naquele mar de excrementos chamado Tecnoblog.

          Na maioria das vezes eu entro de sangue doce, como dizem no RS, e fico explicando e discutindo com as pessoas mais doidas que tem por lá.

          Mas dá pra fazer isso só uma vez por mês, mais do que isso é receita pra se internar.

  7. 1. O sujeito viveu a vida inteira na miséria. Nunca teve oportunidades de estudo e de ascensão social e está atolado até o pescoço no ciclo da pobreza: não tendo recursos, perde cada vez mais oportunidades de trabalho e de sociabilidade que o faz ficar ainda mais pobres (e o ciclo se repete).

    2. Começa a ser implementado um programa de transferência de renda, de matriz liberal, voltado a mitigar os efeitos do caráter inerentemente excludente do capitalismo. Esse programa chama “Bolsa-Família”. O programa guarda alguma semelhança com as propostas de renda básica de ícones da direita liberal como Hayek e Friedman. Os economistas liberais que inventaram o conceito, aliás, defendiam que o valor da bolsa deveria ser o mínimo para sobreviver — valor que, no Brasil, certamente seria MUITO superior aos menos de 100 reais que cada inscrito no programa viria a receber.

    3. Tendo vivido a vida inteira na miséria, os destinatários do citado programa de transferência de renda não são mais obrigados a aceitar trabalhos humilhantes em troca de migalhas. Em função disso, passam a votar nas eleições no partido que generalizou essa iniciativa. Nada mais racional: numa democracia liberal, votamos nos grupos políticos que parecem defender a manutenção de nossa qualidade de vida. Esse, aliás, é o pressuposto da democracia burguesa: não haveria necessidade de revolução por parte dos explorados pois eles teriam o direito de votar em quem os pretenda representar contra os exploradores.

    4. Gente que tem sabe-se lá o quê na cabeça olha para esta situação e diz que é tudo um absurdo porque “a esquerda está criando currais eleitorais” e os destinatários do programa de transferência de renda seriam “coagidos a votar para que não percam o programa”. “Isso é antidemocrático!”, alegam.

    Gente, tá difícil.

    1. Bela descrição do conservador brasileiro que leu os artigos do Instituto Bon Mises Brasil. E o pior, se você apertar essa pessoa ela vai soltar algum sonoro palavrão e invocar o PT.

      E ainda mais, muitas das pessoas que ascenderam via BF votaram no partido “liberal conservador” porque “a esquerda acabou com o Brasil”.

      Deve ter sido muito doído do trabalho da Rosana Pinheiro Machado.

  8. Posso lançar uma recomendação de leitura aqui? (é mangá, para variar)

    1. Pode mandar. Só li o mangá de Evangelion porque queria entender a série de qualquer forma. Não ajudou. Mas agora tenho a mente aberta pra ler mangá, desde que seja de qualidade rs

      1. leia as wikis sobre evangelion

        têm alguma coisa especifica que você não entendeu direito?

    2. Bom, minha indicação é um mangá recém lançado pela Panini em território brasileiro. Trata-se da obra “O marido do meu irmão”, do autor Gengoroh Tagame, com temática LGBTQIA+. Fazendo uma sinopse bem curta para não estragar o conteúdo, a história gira ao redor do Yaichi, que após receber a notícia do falecimento do seu irmão gêmeo que havia mudado para o Canadá anos antes, é surpreendido pela visita do seu cunhado, Mike. Em razão disso, Yaichi se vê confrontado a todo momento pela sua inaptidão em lidar com pessoas não-heterossexuais , em especial por ter uma criança pequena em casa e por acreditar que possas haver uma “má influência”.
      Sinceramente, fiquei meio receoso quando vi quem era o autor (que até então era apenas conhecido por fazer obras bara- de conteúdo explícito para o púbico gay), mas fico feliz em dizer que errei feio. O mangá é de uma leveza tamanha, mesmo tratando com temas nada leves, como preconceito, sociedade homofóbica (ainda mais se tratando da japonesa), sofrimento por não se sentir aceito etc etc. No fim, a mensagem é de aceitação e de valores familiares. Um primor.
      Recomendo a todos, especialmente para alguém que nunca teve contato com obras do gênero. São apenas dois “volumões” (4 volumes iniciais compilados), e é bem fácil de pegar uma promoção por aí.

      1. Obrigado pela indicação, Luis. É sempre bom ver novas publicações com temáticas LGBTQIA+. Vou conferir!

        1. Tenho uma outra recomendação, mas essa já é bem pesada e nada palatável

      2. Comprei os dois volumes e gostei muito! Conhecia o Tagame pelos mangás Bara e O Marido do Meu Irmão me surpreendeu muito pela forma leve e até didática com ele trata esses temas que são tabu para muita gente. Quero ver se consigo assistir a série live-action que foi lançada no Japão.

        1. Simmm! É um mangá bem bonito, que apresenta outras acepções de família. E as crianças são uma fofura só!

  9. Eu comprei um adaptador Wifi para meu desktop Ubuntu e consegui instalá-lo com o código de um membro da comunidade. rolou direitinho.

    o Ubuntu reconhece seu adaptador?

        1. Tem que achar a vid (vendor id) e a pid ( product id) , geralmente fica na relação de hardware (não sei como explicar em linux, mas geralmente fica em descrição de hardware ou drivers)

  10. Com o fim do Manicomio Share, fiquei orfão de um tracker que tinha TUDO organizadinho, sempre certo com legenda etc. Isso faz tempo já.

    Esses dias fui dar uma procurada num filme pra baixar e fiquei DE CARA com a gigantesca quantidade de sites pra ver filme pirata (flixhd, megafilmes, e outros com esses nomes meio assim). Tudo legendado e as vez dublado, HD. Cheiaço de banners etc claro. Mas tudo funcionando certinho, só clicar e dar o play, inclusive dando pra espelhar no Chromecast.

    1. funcionam em fullhd?

      o que eu fiz foi instalar o “radarr” num raspberry, ele me permite automatizar o download dos filmes, procuro o nome lá e ele escolhe a melhor fonte etc sem que eu tenha que vestir EPI para entrar nos sites de torrents

  11. Provavelmente aqui é o melhor local para levantar a discussão sobre mais uma das medidas malucas do governo Bolsonaro: o fim da “terceirização” das carteirinhas estudantis para UBES/UGES e UNE (medida que ele comemorou dizendo que seria o fim do PCdoB, que controla boa parte desses movimentos estudantis).

    Até aí, ainda que fosse essencialmente um golpe no movimento estudantil que é oposição ao seu governo, nada muito inesperado e, no final, a mudança para a carteirinha digital é algo que vai ocorrer cedo ou tarde.

    O problema vem depois. A nova carteirinha, emitida pelo governo e cuja a MP está batizada de “Liberdade Estudantil” exige (sim, exige) acesso aos dados sigilosos de todos os alunos cadastrados no censo escolar do INEP. A recusa do INPE de entregar os dados resultou na demissão do seu então presidente e a MP passou nessa sexta. A nova carteirinha, então, vai ser feita usando todos os dados sigilosos dos estudantes do país (num pedido expresso do MEC ao INEP) e assim teremos um grande sistema de controle de dados estatal das atividades estudantis, bem como um possível produto valioso de perfil sócio-econômico, deslocamentos, atividades culturais (ela é quem concede meia-entrada) etc.

    Cruze isso com a MP das escola cívico militares e estamos nos encaminhando pra um pesado sistema de vigilância estatal sobre os estudantes.

    Sdds quando era só o Facebook e o Google que queriam nos controlar e roubar nossos dados.

    REF:

    https://oglobo.globo.com/sociedade/bolsonaro-assinara-mp-que-cria-carteira-digital-para-estudantes-medida-ameaca-une-ubes-23922758

  12. Release que recebi hoje: “Microcamp lança curso de digital influencer, nova profissão em destaque no mercado”. A carga horário presencial é de 8 horas, com material online de apoio e certificado (!) e custa só R$ 49,90.

    Cronograma:

    Aula 1: Conceitos e Definições, Elementos Fundamentais.
    Aula 2: Canal de Comunicação, Indicadores de Avaliação.
    Aula 3: Ferramentas de Trabalho, Produzindo Conteúdo.
    Aula 4: Falhas que não devem nunca acontecer, Passos para ser um(a) ótimo(a) Digital Influencer.

    É na mesma linha daqueles cursos de blogueiras e de youtubers e o resultado deve ser similar — uma fonte de frustração

    1. O @Startupdareal postou o seguinte (e acho que se aplica a esses cursos):

      Axioma: se a pessoa vende o curso, é porque a atividade em si dá menos retorno do que a venda do sonho.
      Corolário: os argumentos de autoridade que usam pra vender o curso são maquiados.

      Ele falava de empreendedorismo e coach, mas vale pra quase qualquer curso desse tipo de “venda de sonhos”.

    2. Vou fazer e apresentar o certificado no trabalho para contabilizaram na hora da progressão por mérito.

    3. Curso de “digital influencer” é próximo ao curso de “liderança política”: tenta vender algo que é mais talento do que atitude…

    4. Me lembrou a época em que Web Designer era a profissão do momento, inclusive a Microcamp vendia o curso igualzinho esse de influencers.

      Minha irmã caiu nessa e fez minha mãe gastar uma bala com material e mensalidades. Problema é que o mercado já tava saturadaço de designers. No final, minha irmã cancelou o curso na metade e usou todo seu aprendizado em Photoshop como dona de um perfil de doação de fotos no Facebook.

      1. O negócio agora é mexer com 3D, motion design etc. Tem vários youtubers (grande ou pequeno, tanto faz) vendendo esse tipo de curso. Bem interessante por sinal.

        Me pergunto se tem espaço pra tantos motion designers no mercado. Um dos youtubers que vende o curso é empresário e tem a própria agência de design dele…

          1. Até aí a gente já sabe como termina. A questão é o mercado atual no Brasil, pra motion design não é tão grande quanto parece. Um primo meu que tá terminando 2 cursos desses não consegue “jobs”. Ele está muito melhor trabalhando como fotógrafo do que motion designer.

            Aqui em Fortaleza não faço a menor ideia se tem demanda pra essa profissão. Tem muita coisa que dá pra fazer com motion design, como renderização de comerciais, logos animadas, personagens 3D. Só que me parece remota a possibilidade de uma pequena empresa contratar alguém pra fazer um “motion” pra ela.

    1. Junte isso com as “fake news” e teremos uma bela eleição em 2022 …

  13. Tô puto com o Ubuntu, de verdade. Não consigo fazer a internet funcionar direito nessa desgraça. Ces podem me ajudar? Sinceramente. Sei lá mais o que eu faço.

        1. Eu tenho vontade de “migrar”, mas dessa vez o Windows tá funcionando tão redondo na minha máquina que dá preguiça de instalar, haha. Só falta um SSD pra começar a festa.

          A meta agora é como separar a “zona” de estudos (PyCharm, leitores de PDF, programas office) da zona de entretenimento (Steam, Netflix etc). Um linux seria perfeito, é uma interface, uma partição, uma zona totalmente separada. Só falta a coragem pra instalar rs

          1. Aí sim, mano. O sistema é absurdo demais, de verdade. Tem umas coisinhas mas, no geral, excelente. Esse treco tem até uma opção de criptografar a instalação! Brincadeira o negócio.

    1. Caio, acho que é preciso mais informação para alguém conseguir apontar uma saída a ti. Aparece alguma mensagem de erro? A instalação é limpa? Já procurou por tutoriais ou dicas em fóruns/na internet por soluções a problemas similares ao seu?

      1. Procurei por tudo, e nada. Instalação tá perfeita, tudo nos conformes. Deve ser alguma cagada minha, certeza.

    2. Rapaz, uma questão: já viu na BIOS se o WiFi estava desligado ou se tem uma chavinha de liga desliga do WiFi? Alguns notes tem isso

        1. As vezes está com algum tipo de bloqueio.

          Para testar melhor, pode tentar usar um live test system, seja um outro linux, ou boot CD pack como o Hiren’s Boot ou Medicat

        2. As vezes está com algum tipo de bloqueio.

          Para testar melhor, pode tentar usar um live test system, seja um outro linux, ou boot CD pack como o Hiren’s Boot ou Medicat

    3. É desktop?

      Cara, eu já instalei em vários notebooks e nunca tive um único problema sequer de hardware com Linux. Eu não sei se eu sou muito sortudo ou é porque as marcas (Dell/Samsung/Asus) que tive usam componentes já adicionados ao kernel

    4. ele encontra as redes no meu de wifi? Ou nem isso aparece?
      – eu tinha um lenovo que depois de instalar o linux, rolava da internet só funcionar via cabo, depois eu ia lá nos “drivers” (procura isso na busca) e instalava o resto dos drivers que eram proprietários. Depois tudo funcionava bem.

  14. Ontem, no post sobre o Tik Tok, desobedeci um ensinamento que sigo sempre na internet e que aprendi com o lendário Boechat: Não dar palanque pra otário.

    Fiquei pensando depois por que pistolei no post… Acho que foi por considerar o MdU um dos poucos “portos seguros” na internet brasileira onde ainda dá pra ter um debate legal sobre tecnologia sem passar raiva com briga política. Ou por ter sido mordido pelo bichinho raivoso da esquerda X direita e estar de saco cheio desse tipo de discussão vazia. Ou um misto dos dois, provavelmente.

    De qualquer maneira, meus comentários foram apagados/mandados pra moderação e fico grato por isso. Tirando o Izzy Nobre, ninguém ganha nada com treta de internet.

    Nessas horas, estando nesse fogo cruzado que a rede mundial de computadores (já usei demais a palavra “internet”) virou, percebo cada vez mais que, assim como a ignorância é uma bênção, ignorar também é.

    Em tempo: Ainda vou achar uma oportunidade de usar a palavra BOBIÇA no meu dia-a-dia.

    1. Acompanhei a discussão e tirei os comentários mais agressivos e que não acrescentavam à discussão. Não sei, ainda, se não deveria ter agido antes. (Há quase 50 comentários ali, e acho que só um ou dois sobre o assunto do post, o TikTok.)

      Talvez possamos debater aqui alguns limites mais definidos para discussões políticas. Elas são inevitáveis, mas há uma linha tênue entre o debate e a agressão. (Victor, Paulo e Ligeirinho, que estavam no rolo, frequentam o post livre e podem contribuir também.)

      1. Confesso que eu encerrei minha discussão com o Victor quando ele insistia na ideia de que o PT quebrou o país que agora estão vindo os conservadores “consertar” e quando afirmou que o BF é apenas um programa populista para ganhar votos (se assim for, qualquer programa social é para ganhar votos, se você faz algo que muda a vida das pessoas você ganha votos).

        Daquela discussão não iria sair mais nada produtivo (e depois, lendo agora pra rever meus comentários, ainda vi que veio um “minion” defender as asneiras que o Bolsonaro fala usando um “tu quoque” bastante deprimente).

        Sobre moderar, raramente acho que se precise por aqui. O tópico do Tik Tok saiu do contexto do post porque o Victor enxergou ali algo contra os conservadores e se viu atacado, creio eu. Ofensas pessoais gratuitas são difíceis de se controlar num ambiente de discussão porque qualquer lado, quando acuado, vai fazer isso como defesa primária (e não duvide se te chamarem de censurador se isso ocorrer). Quanto a minha pessoa, não me importo nem com edição e nem com apagamento de comentários. O blog aqui é seu e é o seu reino. Seu critério/regras deve ser o que define isso (o meu seria apena ofensas pessoais e citar escola austríaca, porque acho que não devemos dar espaço nem pra ofensas e nem pra pseudociência).

        1. Sugeri a moderação não pelo confronto de ideias, mas pelo “off topic” que, acho que todos admitem, estava evidente ali. Se tivesse interferido no início, teríamos poupado uma discussão paralela que acabou tomando conta da discussão e meio que sufocou o assunto do post.

          1. Ali é bem evidente e bem claro onde começou uma discussão paralela. Poderia ter sido parada pelo off topic sem maiores percalços.

            O Tik Tok em si serviu apenas de gatilho para outras coisas – e era esperado, provavelmente, porque o pessoal que acessa o MdU não deve ser o pessoal que usa o Tik Tok diariamente =/

            Acho que o limite deve ser do seu entendimento pessoal sobre quando é algo tangente e quando é algo que é derivado do assunto do texto inicial. Ali é claro que o texto foi esquecido, mas em outras ocasiões pode não ser e, sendo assim, determinar o off topic pode ser mais complexo.

      2. Pois é… Quando li os comentários, pensei: “Cadê o Ghedin pra botar ordem nessa zona?”, e acabei me contaminando, também.

        Adoro essas análises “fora da caixa” de apps famosos do MdU – me lembra de alguma forma daquele review do tablet BAK que você fez no Gizmodo – e fiquei trste/puto com um conteúdo legal desse sendo ignorado em prol de briga ideológica.

        Moderar discussões políticas é um negócio complicado, ao meu ver. Se tiver um controle mais rígido, um dos lados vai te acusar de censura, enviesar o debate e daí pra baixo. Mas, se não moderar, vira a rinha de galo que vimos ontem.

        Talvez o jeito seja cortar de vez ou fechar os comentários em posts com conteúdo político. Comentou sobre política, de qualquer lado, mesmo que envolva tecnologia? Vai pro limbo.

        É censura? Infelizmente sim, mas, em nome da civilidade aqui no site, os fins vão acabar justificando os meios.

        1. Na realidade, essa atitude que você demanda já é, per se, uma atitude política e ideológica.

          1. Concordo que é. Combater extremismo sendo mais extremo que os 2 lados tá bem longe de ser o ideal, mas, a curto prazo, funcionaria pra esse tipo de coisa não escalar.

            Gostei da ideia do off-topic, também. É um meio interessante e um pouco mais neutro de filtrar conteúdo mais agressivo sem ter que fechar a porteira. É obvio que pode ser usado com viés ideológico, mas creio que o Ghedin tem cabeça suficiente pra filtrar os comentários de uma forma justa.

      3. Ghedin tem uma paciência zen com a gente aqui. Perdão, perdãozinho.

        Tenho que admitir que caio fácil na virulência pois diferente dos outros, não tenho formação política (sempre admito às pessoas que me dão um mínimo de respeito, não gosto de admitir que estou errado a quem se acha certão). Mas creio que o limite mesmo é aquela coisa: se cair na discussão de “esquerda X direita”, já para na hora que muitas vezes não ajuda mesmo.

        É como o Pilotti falou: o problema foi a interpretação que o outro meio que “sentiu” como se fosse uma ofensa a ele – sei como é pois teve vezes que entrei em discussão por achar que era comigo e não era…

        Melhor ignorar, algo que também aos poucos aprendo a fazer.

      4. Acho que a moderação é sempre bem vinda. Hoje revendo o post sobre o Tik Tok penso que houve muita coisa desnecessária de minha parte. A coisa descambou para um lado que não interessa a ninguém.

        Enfim, eu não me senti exatamente ofendido com mais uma referência negativa a algo que não seja de esquerda, mas me incomodou. E daí o início daquela coisa toda. Já me dirigi ao Paulo lá mesmo, não sei se ele chegou a ler, mas realmente me excedi.

        Mas, enfim, o assunto não é esse. Ghedin, o blog é seu. Concordo com o que você achar cabível nesse sentido.

        1. Não me senti em nenhum momento pessoalmente ofendido por você. Apenas disse que a discussão estava encerrada da minha parte porque não via como chegar qualquer denominador comum a partir de vivências e ideias tão díspares em relação ao período do PT no poder e às ideologias que estavam sendo postas à mesa naquela discussão.

  15. O site está abrindo somente pelo Edge baseado no Chrome.
    No Firefox e Chrome dá erro.

      1. No Google Chrome dá o erro: “www.manualdousuario.net enviou uma resposta inválida.”
        ERR_SSL_PROTOCOL_ERROR

        No Firefox: “Ocorreu um erro durante uma conexão com http://www.manualdousuario.net. O sistema remoto SSL rejeitou uma mensagem do processo de handshake devido a conteúdo não aceitável. Código do erro: SSL_ERROR_ILLEGAL_PARAMETER_ALERT”

          1. Testei pelo Chrome e navegador da Samsung via Android e tudo OK. Dese ver algo com o meu provedor. Como aconteceu no Firefox e Chrome eu suspeitei de algo com a instalação do certificado de segurança do servidor do seu site. Mas tudo indica que é no meu lado. Obrigado pela atenção.

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