Post livre #19


10/7/15 às 9h27

Abro o post (sem nada), espaço para comentar abre junto, soltamos uns assuntos ali embaixo e debatemos durante todo o fim de semana. Ah, vocês já sabem como funciona, então… vamos lá.

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196 comentários

      1. Fui numa palestra de SEO desse cara, que cuida do digital d’O Diário. Esse texto viralizou pesado e ano passado teve outro, na mesma linha, que também foi bastante compartilhado. Não gosto muito desse humor sugestivo, cheio de duplo sentido, mas acho que sou minoria.

        1. Cara, sinceramente, sou dúbio quanto a isso. Sem hipocrisias, ri disto. E não é toda hora que curto este tipo de piada (a propósito, algo que está perdendo o gás é esta linhagem de piadas – até porque estamos em uma época que questionamos o riso por causa de algo que consideramos humilhante).

          Mas também ao mesmo tempo, um jornal sério postar isso é meio esquisito. Entendo que as pessoas querem audiência. Mas qual será o custo disto no futuro? :)

  1. Ah, sim. Uma coisa que achei q fosse bacana discutir aqui foi sobre esse cara, que eu desconhecia, e ganhou uma bolada fazendo vídeos no Youtube. Houve uma grande reação negativa pelo fato dele ter ganho tanto dinheiro, mas o cara diz, pelo q entendi, q fez uma doação de 1 mi do que ganhou para caridade (algo nada muito comum no Brasil por parte daqueles que ganham muito e querem ver um Brasil melhor, com exceção do Cristiano Arujo, q fez uma doação de 2 mi para um hospital do câncer)! Achei interessante o fato dele ganhar tanto dinheiro com algo relativamente pueril (gameplay) e, apesar de ser uma sociedade que valoriza muito o qto uma pessoa ganha, ter demonstrado tanto ressentimento pelo q ele conseguiu…

    https://youtu.be/zn0y3Opb8Wk

    1. A Bia no YouPix puxou um pouco de sardinha (declarado), mas foi uma das primeiras que iniciou o assunto por aqui. :)

      Quanto a doar para a caridade, não sei se estou certo, mas a fiscalização por lá em relação a grandes quantias é bem mais eficiente que aqui. E no caso, se paga impostos por pessoa diretamente. Uma forma de evitar pagar multas e impostos altos é doar para uma instituição. Não é tão diferente esta parte daqui – empresas podem repassar parte do que seria pago em impostos para uma instituição.

    2. Vou ser xingado de comunista, mas na minha opinião: o incômodo é porque isso samba na cara da meritocracia, “não é justo” ele ganhar tanto dinheiro para fazer algo bobo. O que não é muito diferente de artistas e esportistas, mas como gameplay é algo novo (é isso que ele faz né? haha) as pessoas ficam incomodadas com a rentabilidade disso ser maior que de trabalhos tradicionais.

      Sempre se ouve comentários sobre jogador de futebol: pelo que ele ganha, deveria jogar como se fosse pela vida dele! Só que não.

      O mercado de futebol paga muito bem para seus jogadores, ele não precisa se matar sabendo que tem vários outros times nos quais ele continuará ganhando MUITO mais que um _insira aqui profissão super digna como professor/médico_ não importando quão melhor médico/professor/bombeiro/soldado o outro seja. Isso porque o mundo é assim: paga quem dá dinheiro, não quem merece.

      1. Vejo que dinheiro = adquirir algo. O dinheiro muitas vezes tem mais valor do que o que se paga com ele, isso falando em consideração social de uma população.

        O dinheiro (moeda) nasceu como prova de existência de algo de valor em um local específico – nada mais que um cheque. Só que desde então, se colocou em mente que o dinheiro é o “fim”, é o que tem valor em si mesmo. Não valor em um objeto, serviço ou qualquer outra coisa que colocamos um rótulo e etiqueta.

        Nisso, colocamos o dinheiro hoje como referencial base de o quanto algo ou alguém merece o valor em equivalência. Antes disso foi o ouro, e bem antes, alimentos e essenciais para uma vida moderna (roupas e material de trabalho).

        O quanto de valor que um grupo social dá a um algo ou alguém é o que pode ser igual a renda. Se para um grupo, compensa assistir antes dos vídeos uma propaganda, esta que vai pagar o apresentador, isso mostra o quanto que este apresentador vale para o mercado. Em uma analogia a aqui: se aqui as pessoas sentem que compensa pagar um serviço de assinatura para manter o Manual do Usuário, e/ou acompanhar propagandas feitas aqui, então este é o “valor de mercado” do MdU, podemos dizer.

        Só que o cuidado que temos que ter é lembrar que ser rico não significa cobrar caro para ser rico, mas sim saber ganhar com aquilo que faz, de forma equilibrada.

        Se me permite, fica a sugestão de um “conto” que fiz uma adaptação e está no Medium. :) A velha história do cara que cobra mil reais para apertar um parafuso ;)

        https://medium.com/@vagnerabreu/uma-fábula-contemporânea-modificada-2114790c9840

        1. O seu link está quebrado, não consegui abri-lo.

          O MdU é, justamente, um bom exemplo de como financeiro é uma variável supervalorizada como expliquei na resposta acima ao @disqus_u9voeaLVTR:disqus. Nunca que esse blog será grande como um Gizmodo por exemplo, @ghedin:disqus entende isso pela proposta do blog. Isso não o torna menos bem sucedido em sua proposta, ela é apenas naturalmente menos rentável que hard-news.

          Quando você ouve os podcasts de empreendedorismo do Nerdcast, por exemplo, é uma vibe completamente diferente do MdU: tem que pensar grande, o cara fatura bilhões, ambição é bom pra caramba e não ruim, etc. Tudo bem, também não acho errado essa visão, mas é apenas mais uma forma de levar a vida e não o objetivo de todos e nem mais digno.

          1. Não que eu ache errado a visão, mas sim que noto que é mais fácil crescer monetariamente pulverizando uma venda, do que focando em uma venda. Melhor dizendo, ganha mais quem vende muito produto, e mais barato; do que vendendo poucos produtos e caro.

            No caso do PewDiePie, ele alcançou uma audiência avassaladora, que resultou em views para as propagandas, que resultou em renda ao YouTube, e a ele. Vale para qualquer arrasa-quarteirão: Porta dos Fundos, Manual do Mundo, Barbixas, etc…

            No caso do Gizmodo, na verdade tem que analisar desde o começo o que era a tentativa de trazer o blog americano para cá, uma vez que a maioria dos blogs brasileiros copiavam dele (e o GizUS que copiava ou reopinava baseado em outros blogs, centralizando algumas notícias nele mesmo). Depois se redefiniu como hard news, e hoje não posso mais opinar sobre ele sob o risco de alguém vir fazer comentário besta para cima de mim (se eu falar BeetleJuice três vezes, aparece o fantasma… :p )

            Faturar bilhões é bom, mas é um risco. Faturar não significa ficar com os bilhões – há inúmeros gastos e há impostos a serem pagos, ou risco de alguém “puxar o tapete”. Enfim

            Quanto ao link, clique aqui para ver se funciona – o Disqus trunca quando nota letras incomuns em links html.

          2. Sobre o melhor modelo de faturar, como quase tudo na vida, depende. Apple e Samsung contradizem a sua lógica — por um bom tempo a Samsung vendeu mais aparelhos baratos que a Apple e, mesmo assim, ficou atrás em faturamento e lucro.

            O penúltimo parágrafo é perfeito: faturamento maior implica, geralmente, em mais gastos. Para jogar grande é preciso arriscar mais, e aí não importa se são milhares, milhões ou bilhões, mas sim como esses valores se comportam em movimento, no fluxo do mercado, no que eles resultam. Muda-se a escala — enquanto eu penso em centenas de Reais, o Gizmodo deve trabalhar na casa dos milhares, por exemplo, mas no fim são investimentos, apostas no mesmo sentido, e com peso bastante parecido para quem as faz. Eu, que sou avesso a riscos e bastante conservador em finanças, levo essa mentalidade ao meu negócio — o MdU fatura pouco, mas funciona redondinho, com um custo operacional próximo do zero. É um modo de ver a coisa, um estilo de gerenciamento.

            Já que a conversa enveredou para essa relação mídia-finanças, recomendo (para quem é assinante, novamente) a leitura do perfil do The Awl: http://www.theverge.com/2015/7/9/8908279/the-awl-profile-choire-sicha-john-herrman-matt-buchanan A maneira com que eles encaram a publicação online é bem parecida com o modus operandi do Manual (mas com mais gente e cifras sensivelmente maiores). E é curioso como essa “postura contábil”, se é que podemos chamar disso, acaba influenciando o editorial. Sites grandes, que recebem investimentos e buscam audiências globais, tendem a acabar achatados, em formato e abordagem. Em outras palavras, viram mais do mesmo, com um ou outro editorial ou especial como fator de diferenciação. Joshua Topolsky, que ganhou as contas da Bloomberg, cita isso aqui: http://joshuatopolsky.com/post/123817628197/hello-again

            Antes, Fredrik deBoer já tinha tocado nessa ferida:

            “(…) But one way or another, you could take 90% of what each of these sites publish and stick it on any other, and nobody would ever know the difference.

            Daqui: http://fredrikdeboer.com/2015/02/20/unless-your-site-is-about-one-thing-its-about-everything/

            Sites, ou melhor, produtos e serviços que cobram diferente, que têm financeiros diferentes tendem a ser, em última instância, produtos e serviços diferentes da maioria. E isso, embora muitas vezes não seja sustentável, é sempre muito legal — provavelmente o motivo que leva algumas dezenas de leitores a assinarem o Manual do Usuário, por exemplo.

            Paro aqui, já fugi (demais!) do assunto :)

      2. Não é comunismo pensar isso não, mas parte do explica a desigualdade social vem daí sim, pq esses altos salários, para alguns, com trabalhos q talvez possam ser considerados pouco relevantes, concentram muita grana. Mas o difícil mesmo é atribuir valor a essas coisas, já q cada um valora as coisas ao seu modo e de modo subjetivo. Eu acho q o pessoal da faxina deveria ganhar muito bem, pq ninguém gostar de usar um banheiro sujo e um banheiro cada vez mais sujo fica inutilizável e alguém precisa limpá-lo e limpá-lo é uma tarefa ingrata… já q vc tem lhe dar com a sujeira dos outros… Mas, presumo, valorizamos coisas de modo equivocado, pq não revisamos nossos valores de tempos em tempos – e mesmo aqueles q tem um religião não fazem isso.

        1. Eu falei de piada ser “comunista”, em discussões desse tipo a falsa dicotomia é o que impera: falou mal de capitalismo é comunista haha

          Acredito que o problema não é nem tanto o que pagamos ou deixamos de pagar, tirando restrições de salário mínimo e afins, é lei de mercado: paga-se pouco porque há um monte de pessoa disposta a fazer esse trabalho que não exige qualificação. Nos países desenvolvidos têm poucas pessoas dispostas a fazer esse trabalho, mesmo no Brasil está reduzindo, então o valor sobe. Mercado, sem julgamentos.

          Claro que os valores da sociedade também reflete nos valores pagos, as próprias leis dos países e sindicatos influem nas leis de mercado, mas vou explicar o porquê de achar que mesmo assim esse problema é menor.

          Na minha visão, o problema é achar que o dinheiro reflete meritocracia em um sentido amplo. Eu, como programador, provavelmente sempre ganharei mais que um professor de ensino infantil no Brasil e isso pouco significa sobre meu valor como pessoa ou o impacto social que meu trabalho traz. É uma questão mercadológica sem julgamentos: meu trabalho traz dinheiro para empresas com capital disponível, logo pagam mais.

          A noção comum de ostentação é achar que sucesso financeiro = sucesso em tudo. A necessidade de afirmar que dinheiro não traz felicidade e que não se deve escolher a carreira norteada por isso são sintomas de como o dinheiro virou uma validação de você como pessoa na sociedade.

          1. Dei uma olhada em um dicionário de latim e eu acho q, no geral, e isso não é culpa das pessoas, os dicionários modernos indicam êxito e sucesso como sinônimos, mas presumo serem coisas diferentes. Uma coisa é ter sucesso e outra êxito. Vc como programador e eu como professor podemos ter êxito, mas apenas talvez tenhamos sucesso. Vc, como programador, aparentemente, tem mais chances de ter sucesso do q eu, especialmente se vc bolar algo muito foda e for amplamente utilizado. O finado Cristiano Araújo, por exemplo, teve êxito, mas ainda não tinha alcançado o sucesso, não à toa ele era um desconhecido para muitos; tivesse morrido Michel Teló, aí sim poderíamos ver mais sentido, pq o cara é amplamente conhecido. Nesse dicionário de latim, êxito é “ação de sair, saída, via de saída. Fim, morte. Resultado conclusão, termo, efeito, consequência, desfecho. Terminação, desinência”. E sucesso significa “Aproximação, avanço, acesso. Sequência, continuação. Resultado favorável, sucesso”. Há um fluir no sucesso que parece não ter fim, diferente do êxito q vc alcança e ponto. Ayrton Senna, mesmo depois de morto, ainda é um sucesso, apesar q ele está mais para mito agora.

            Difícil falar de meritocracia, pq me parece ser uma outra escala de valor – especialmente agora q usam a meritocracia pra explicar tudo o q se passa na nossa sociedade. Mas acho pouco provável tb não haver julgamentos, justamente por causa disso: todo mundo quer o sucesso e não apenas resignar-se com o êxito. E, sim, dinheiro está vinculado ao sucesso, porque a grana é consequência do sucesso. Nos tempos de hoje, praticamente uma consequência natural. Abs.

  2. Alguém aqui curte anime? Eu até comprava uns mangás e lia quando era bem pequeno, porém não leio mais, só assisto, ultimamente estou assistindo de novo Hunter x Hunter e Evangelion. Há pouco tempo atras assisti um chamado Steins;Gate, de viagem no tempo, recomendo muito.

    1. Quando era mais novo acompanhava alguns (aqueles que passavam na Band, por exemplo), e depois de velho tive o trabalho de ir atrás de outros (Elfen Lied, Death Note). Eu gostava muito, tenho toda a coleção de mangás do Dragon Ball e uns perdidos de Evangelion, mas desencanei bastante nos últimos cinco, seis anos…

      Ano passado dei uma chance àquela Knights of Sidonia, exclusiva da Netflix, e fiquei incomodado com bastante coisa que é quase natural do estilo. Não é sendo xenófobo (porque gosto muito da cultura de lá), mas achei japonês contemporâneo/adolescente demais, e é uma estética que… sei lá, não estou muito interessado neste momento.

      Ah, enquanto escrevia este comentário, lembrei de um que vi também em 2014, mas que adorei: Cowboy Bebop. O fato de ter uma pegada mais global, sem falar naquela trilha sonora fora de série, não são apenas coincidências.

    2. Dá uma passeada no Crunchyroll que tem bastante coisa, de graça (ou melhor, com propaganda) e variado.

      Se me permite, a lista de animes e mangás que curto é:

      – Neon Genesis Evangelion (tive o mangá – doei / assisti a primeira série e alguns dos “Rebuilds”… no final, é meio non-sense se não tiver paciência de acompanhar. A mistura de psicológico e ficção científica é esquisito… depois de um tempo que se pega o porque de tudo aquilo…)

      – Cowboy Bebop (tive o mangá – vendi / assisti a série. Bacana e vale reassistir :) ).

      – xxxHolic (tive o mangá – vendi / assisti parte da série e variações [o drama live action]. A história é bacana sozinha, mas vale mais se acompanhar todo o universo CLAMP para entender alguns contextos (algo que eu não faço). Dica: procure algo da CLAMP. Apesar de “feminino”, tem bastante histórias com boas aventuras. Vale procurar por Chobits também.

      – Death Note (tive o mangá – vendi / assisti a série. Me pergunto até hoje como não existe uma versão americana bem feita, já que é uma série policial). – Tem no Crackle da Sony

      – Great Teacher Onizuka (apenas assisti a série animada. Vale muito a pena ver a mesma série, e caso tenha possibilidade, ver todo o universo da série – conta uma série anterior japonesa que não tem versão oficial no Brasil e um one-shot que explica o início dos personagens. É uma série que acho que daria uma novela ótima por aqui). – Tem no Crunchyroll

      – Poyopoyo (assisti a série animada. Se gosta de (ou odeia) gatos, vale a pena assistir as redondices do gato :) ) – Tem no Crunchyroll e é o avatar que uso hoje

      – Shirokuma Café (assistindo a série animada. Imagine uma “Grande Família”, “Sai de Baixo”, “Familia Trapo”, “Todo Mundo Odeia o Chris” ou outras comédias de situação. É uma das séries que mais amei, devido ao humor bem inteligente que tem na série. Só para te definir: é uma série que para começar tem um Urso Polar dono de uma cafeteria e vive fazendo trocadilhos bestas :) . E os melhores amigos do urso são um Pinguim (as vezes metido a besta, mas muitas vezes o “mais sensato” da turma) e um Panda (preguiçoso e egocêntrico, mas uma gracinha :3 ), ah, e a funcionária humana, a Sasako. Bem, seu eu contar mais, estraga. ;) – Tá no Crunchyroll

      E vai aqui uma lista de séries que não tem oficialmente (ou não mais) no Brasil, mas que eu curto e acho que vale acompanhar

      – Initial D (assiti a série animada – veio para o Brasil com o Animax, mas só duas temporadas. Vale acompanhar pelos desafios do carrinho que todo mundo julga simplório, mas que vence todas).

      – Midori no Hibi (assisti a série animada – só em uma descrição – uma menina literalmente na mão de um cara. Bem hilário :) ).

      – Battle Programmer Shirase (assiti a série – a história não é lá grande coisa e é bem repetitiva de enredo em cada episódio. Porém há uma graça nesta repetição, e vale acompanhar para tentar descobrir se o que o protagonista faz é possível de fazer na vida real. AH! É curtinha – acho que uns 7 episódios. )

      AInda tou querendo (e rever) estas séries:

      – Berserk
      – Bleach (não sei porque raios começa bem, e depois recheia demais de fillers)
      – Akira (sim, o filme)
      – Wangan Midnight (uma série que começou antes do Initial D, que fala sobre um cara que domina um carro com histórico fatal).

      E outros que esqueci :)

  3. Saindo de um encontro de família ontem, o comentário:
    “O mundo não é mais o mesmo… Um Windows novo saindo e ninguém comentando ou mudando a minha vida…” Veio do meu tio que não acompanha tecnologia nem blogs como nós que aqui estamos.
    Mas fui refletir… Uso o W10 desde o início do insider e gosto muito do que estou vendo.
    Mas, de fato, parece não haver muito barulho mesmo fora do circuito que a gente acompanha.
    É porque ainda não foi lançado oficialmente a versão final, é só impressão minha ou, para não perder o trocadilho, o Windows 10 ainda não está passando uma boa impressão, sobretudo depois do 8?

    1. Isso mudou mesmo, mas acho natural dada a perda de relevância do Windows nos últimos anos. Um pouco também é reflexo da nova forma de desenvolver o Windows, com essas iterações rápidas e disponibilidade a grandes grupos de usuários. Acho difícil termos, novamente, o estardalhaço que foi o Windows 95, ou Vista…

      1. Se pensar que isso pode também significar mudança de visão – entender que o sistema operacional é um meio e não um fim, também é algum sentido.

        Outro ponto, e isso não vejo com afinco: como definir o que o Sistema Operacional é para um computador. As pessoas só veem como o meio para mexer no mesmo, e o mesmo tem que ser o mais fácil possível. :)

          1. Salvo engano, o Android tem base (núcleo) Linux.

            O problema do “universo Linux” já foi falado muito por aí: devido a liberdade defendida pelos mesmos, quem entrou neste universo acabou se perdendo devido as inúmeras divisões justamente em nome da liberdade dos mesmos.

            Não há muita união, é mais guerra de ego. Se destaca quem vê os usuários em um todo, tanto comuns quanto hard. Ou quem consegue fazer um trabalho dedicado em cima, como foi o grupo que criou e definiu o Android.

            Tira a guerra de ego de programadores. Se os programadores tivessem uma visão como a de Wozniak – de difundir a informática de uma forma simples, talvez não precisaríamos ficar vendo briga de fanboy :)

          2. Meu filho com 15 anos, não sabe usar linux, isso me deixou meio pasmo, quase toda máquina em casa roda linux, no celular ele meche, com .js ele mexe, mas é um completo leigo em relação ao linux. Acho que o pega no caso dele é a falta de querer saber como funciona, mas divago.
            Quando disse sobre o linux, era mais o OS para desktop. Ali vejo várias coisas bacanas, o openSUSE, estou achando maravilho, e o Kali com ótimas ferramentas.
            Tive minha época linux hard, só usei opensource, e o que nao tinha, eu mesmo fazia, depois de um 6 meses assim, desisti, não conseguia ter que trabalhar tudo aqui. estava ficando meio doido já.

          3. Falo por mim: até hoje me cobro para pegar um dia e descobrir o universo dos comandos do Linux… mas me pergunto depois: “para quê, afinal”?

            Pensei em mexer com programação, mas para isso, depende muito de quão lógica a cabeça trabalha. A minha tem um limite: se eu ver algo errado, “bugo” e travo, não saio daquilo sem um auxilio :p

            Talvez por isso não peguei tanto em Linux (e talvez explica o porque do seu filho não ir atrás também). Diferente dos comandos em DOS (mais explícitos), Linux tem comandos reduzidos (ls, rm, etc…), o que exige uma cabeça um teco mas mnemônica – boa para decorar. Enfim.

          4. Tenho computadores Ubuntu e Windows (7 e 8) em casa e uso todos sem problemas. O irônico é que já me peguei algumas vezes colocando o ponteiro do mouse na borda esquerda da tela e xingando porque o maldito lançador não estava aparecendo… Só que estava no Windows… (uso o lançador oculto nos computadores com Ubuntu). Só para pontuar, em casa são dois computadores com Windows 8, um com Windows 7 e dois com Ubuntu 14.04 LTS

    2. É a web, hoje em dia ninguém usa o windows, o povo de escritório, ou usa o apps próprios, web-plataform, ou só o office mais um browser. O windows, no mainstream é algo necessário, mas que todos esperam que o computador já tenha. O público para consumo, usa um browser e é isso, está tudo lá. Ai o windows começa a ser visto apenas como ponte de acesso à um item essencial, como era antigamente. Ainda mais depois da merda do windows 8, para o povo que acompanha, é algo mais decorrente. Mas, eu por exemplo, só pretendo migrar ~8 meses após o lançamento. A não ser que algum jogo seja lançado com DX12 e eu esteja interessado.

      1. É bem isso mesmo. Acho que cerca de 95% do meu uso do computador é a partir do navegador.

  4. Já que é livre….

    Escutando um Podcast esses dias, me deparei com uma dúvida sobre determinada discussão:

    3 x 0, é ou não é goleada?
    E 4 x 1?

    1. esse placar, desde a minha infância, já era considerado chocolate. especialmente qdo esse placar era palmeiras 3 vs 0 corinthians.

    2. esse placar, desde a minha infância, já era considerado chocolate. especialmente qdo esse placar era palmeiras 3 vs 0 corinthians.

    3. rapaz eu acho que ouvi esse podcast ai tambem mas não lembro qual foi (só querendo comentar).
      Eu acho que nunca chegaremos a uma conclusão, mas 4×1 sempre vai ter uma conotação de goleada maior do que 3×0, pelo simples fato de mais gols etc.

    4. Acho que a maioria acha goleada, eu acho o limite: isso é perder feio, mas 4×0 virou passeio haha

      Eu costumo pensar na diferença, então 4×1 = 3×0.

      1. Na sinuca é lambreta perder de zero. O q pega é o zero. Tomar três e não fazer nenhum é feio… No tênis idem, 6 x 0 é feio demais…

          1. Eu, como torci contra, fiquei muito satisfeito com esse placar. Gritei gol todas as vezes. Foi humilhantes, mas o gol brasileiro foi o gol de honra. 7 a 0 seria uma humilhação completa, o 7 a 1 foi uma humilhação quase completa. Os alemães quase fizeram o oitavo gol e, se não me engano, o nono…

        1. Explicando então:

          Uma coisa é você perder de 10 x 1. Isso significa que houve um esforço mínimo em tentar lugar por um mínimo ponto.

          Outra é perder de 3×0. Isso significa que ou a pessoa que ganhou é uma excelência no que faz, ou que quem perdeu nem se esforçou em fazer algum ponto.

    5. 3×0 è dito placar clássico. 4×0 é goleada. 4×1 e 5×2 são 3 gols de diferença, mas significam uma zaga que tomou mais que o placar clássico. Não é exagero dizer goleada. 4×2 e 5×3 não são goleadas. 6×3 é com certeza absoluta.

  5. Já que é assunto livre, vamos lá.
    Eu tenho conversado com um amigo chinês que tenho. E ele tem me contado muito sobre o que ocorre lá.
    Recentemente, cheguei a conclusão que as coisas que ficamos sabendo de lá são só os bullshit que a mídia quer divulgar pra aparecer.

    Pelo o que ele me conta, lá é um ótimo país pra se morar.

        1. parece q a vida hongkong não é das piores, mas vi alguns filmes chineses q mostram outras regiões e coisa não parece boa. mas pode ser tb como eram filmes autorais, o cineasta pode ter passado algum perrengue e impregnou seu filme com suas lembranças…

          1. Então, eu dei uma olhada na região onde ele mora. Não parece bonito. Fato.
            Mas ele tem me contado o funcionamento do país e eu tenho visto que não tem muita diferença entre as ditaduras de lá e daqui, hein.

            Tirando as coisas óbvias. Tipo não ter acesso a certos serviços, o banimento de certas coisas, e essas peculiaridades.

            Sei lá, to começando a ver a China com outros olhos.

          2. Hum, desconfio que não seja muito fácil viver lá não… Talvez possam carregar nas tintas ao falar da China, mas o fato de não haver democracia e todo o processo histórico mais recente pelo qual eles passaram (a Revolução Cultural, por exemplo)… Eu presumo que haja muitos traumas ainda e a exuberância econômica não igualitária… Pelo visto, como na ex URSS, só os amigos do partido tem acesso às benesses.

          3. Tirando a última parte (a da URSS), sem dúvidas. A cultura deles (o país como um todo) tá meio fora de rumo.

            Mas eu não vejo grandes mudanças impactantes que, por exemplo, eu teria ao mudar pra lá.
            Não que eu esteja considerando IR pra lá (poluição, etc), mas não acho mais que seja um país de “escravos e suicidas”.

          4. se em países pequenos seria complicado dizer “o povo pensa assim” ou “as pessoas de lá são assim”, quem dirá na china… deve ter de tudo lá, mas, de um modo geral, dependendo do q se for fazer lá, não me parece impossível para um estrangeiro se estabelecer. se falar o idioma ou dialeto, melhor ainda… mas depende muito do q se vai fazer lá. vejo uma porção de brasileiros sofrendo no japão… pegando trampo pesado por lá e voltando não muito melhor do q qdo saíram…

          5. Então, eu conheci só um Brasileiro que foi morar lá. A vida dele era razoável/boa (nunca passou necessidade). E vinha ao Brasil umas 3 vezes por ano pra ver os amigos e familiares que ficaram aqui. Não sei o nome da cidade em que ele foi morar.

            Mas, concordo, seria até melhor se o estrangeiro em questão fosse com algum tipo de negócio que permitisse ele morar em qualquer lugar, sem ter de desfazer a empresa (serviços online, por exemplo). Assim a renda continuaria a mesma (nossa moeda vale mais lá) e ele/ela poderia se estabelecer de boas. Tirando o trabalho de ter de ver um bom local, porque, como você disse, é um país ENORME.

            Mas isso é pro caso de alguém querer ir morar. O meu ponto era só que eu mudei minha visão do país.

            E, claro, se fosse essa maravilha toda lá, não teria tanto chinês vindo pra cá.
            Disso eu tenho ciência.

          6. Então, eu conheci só um Brasileiro que foi morar lá. A vida dele era razoável/boa (nunca passou necessidade). E vinha ao Brasil umas 3 vezes por ano pra ver os amigos e familiares que ficaram aqui. Não sei o nome da cidade em que ele foi morar.

            Mas, concordo, seria até melhor se o estrangeiro em questão fosse com algum tipo de negócio que permitisse ele morar em qualquer lugar, sem ter de desfazer a empresa (serviços online, por exemplo). Assim a renda continuaria a mesma (nossa moeda vale mais lá) e ele/ela poderia se estabelecer de boas. Tirando o trabalho de ter de ver um bom local, porque, como você disse, é um país ENORME.

            Mas isso é pro caso de alguém querer ir morar. O meu ponto era só que eu mudei minha visão do país.

            E, claro, se fosse essa maravilha toda lá, não teria tanto chinês vindo pra cá.
            Disso eu tenho ciência.

          7. Mas estou de acordo contigo, tem muita gente irresponsável escrevendo qualquer asneira sobre outros países – principalmente sem conhecê-los pessoalmente morando lá por um tempo, se misturando com cultura local e tal..

    1. Depende de vários fatores. Com muito dinheiro, por exemplo, é mais fácil adaptar-se a mais lugares. A receptividade a estrangeiros também conta. Qualidade de vida, oportunidades, conhecer gente do lugar ou não… Enfim, é bem complexo.

      1. Sim, concordo 100%.
        Eu só queria contar pra internet que aprendi algo novo sobre um lugar que a mídia só pinta de vermelho, sabe?
        Vai que eu estimulo mais pessoas a procurar por si mesmas sobre esse tipo de coisa?

    2. Eu passei 15 dias lá e fui pra Pequim, Xangai e Shenzhen. Realmente fiquei impressionado com a riqueza em alguns lugares. Quem vive em um bairro bacana de Xangai tem acesso aos mesmos bens de consumo que em uma grande cidade dos EUA, mas com melhor transporte público, educação e saúde.

      Agora, é MUITO poluído (nas cidades que eu fui), o nível de educação (no sentido de tratar bem) das pessoas, há um clima de repressão no ar e, claro, não há muitas coisas incríveis locais, em termos de cultura. Eles passaram décadas perseguindo artistas e destruindo a cultura milenar de templos e impérios antigos.

      Enfim, se “qualidade de vida” for só coisas tangíveis, catalogáveis, a China é um lugar ok, até bom — provavelmente melhor do que a mídia costuma pintar. Mas eu evitaria morar lá, sem dúvidas.

      1. Sem dúvidas, a poluição lá seria um grande “NÃO”, pra mim, por exemplo.

        E sobre o “climão”, acho que eu não teria problemas. Visto que já rola um “climão” aqui no RJ de qualquer forma…

          1. Sei que tem também cachorro, rato, barata, escorpião, etc… A China e o oriente, em relação a alimentação e devido as condições, literalmente usam e abusam da criatividade do que podem comer.

            E pombo é alimentação por aqui também. Só pesquisar por “pombo assado” por exemplo.

        1. Tem alguns caras importantes de arte contemporânea, sim, além do Ai Weiwei o Cai Guo-Qiang e alguns outros, talvez aí seja o grande forte deles (especialmente fora da China, há de se dizer).

          Mas quando eu falo de “cultura” é algo mais amplo. Não me parece que há algo lá distintivamente chinês, como mangás/animes/videogames do Japão, ou mesmo o K-pop da Coréia. É muita coisa importada. KFC, blockbusters no cinema, Apple, tudo. Eles realmente querem ser americanos. E como muita coisa foi destruída durante os anos do Mao, ainda leva uma geração pra coisa engatar, acho. Mas eles têm dinheiro e disposição pra isso, afinal.

          1. Pedro, não sei se vc fala mandarim ou algum dialeto, mas talvez, assim, ficasse mais fácil perceber as coisas. Presumo q falar a língua local (mesmo q toscamente) é crucial para entender a cultura local (e tudo q vem junto qdo se diz cultura). Me parece um pouco o caso de qdo lemos um tradução da tradução… as coisas ficam um degrau mais distantes. É difícil entender a China, por ene motivos, mas eu vejo uma barreira ainda maior qdo não saco absolutamente nada do idioma… Vi muitos filmes chineses e um deles não me sai da cabeça, “Pavão”, do Gu Changwei. O q sei mesmo da China vi em filmes autorais, documentários da BBC e um tanto q nos chegou qdo das olimpíadas. As empresas ocidentais q se instalam lá certamente têm impacto no modo de vida deles, mas não sei em q grau isso se dá, pq sempre se pensa assim usando o modelo “american way of life” e eu acho, TALVEZ, hj isso já não seja mais viável de aplicar por conta de uma certa valorização global do q é nacional e local graças a… internet.

    3. Acho que vai muito da cultura de cada um também. As pessoas podem se acostumar ou não com o lugar onde convivem, não importa como seja. Depende da capacidade individual e o aceite desta. Este aceite define como a pessoa vê o local onde ela se encontra se é confortável e interessante a esta ou não.

      O “bullshit” no caso creio que você fala de como são tratado as pessoas por lá, e as questões sociais. Existem diversas cidades no país, e diversas situações – desde pessoas vivendo em campos de agricultura, até o superexodo em algumas cidades (geralmente cidades industriais). Geralmente é isso que é retratado na mídia aqui.

      Acho que vale para qualquer país do mundo: cada região tem suas nuances internas, e algumas acabam se externando e mostrando uma parte do país.

      O interessante seria avaliar como é a cultura dos chineses, para assim entender o porque deles viverem nas condições que vivem. Mas se parar para pensar que um chines é um ser humano como qualquer um de nós… :)

      Dica: tem uma série no site http://www.projetodraft.com.br , que mostra alguns brasileiros que foram para o exterior e relatam a sua vivência por onde viveram. E claro, há diversos sites mostrando sobre pessoas que foram ao exterior e tentaram a sorte em algum país. :) (algo que preciso ler mais também, admito).

      1. Sim, sim, o que eu quis dizer é que a mídia massacra um assunto negativo, que pode ser encontrado em qualquer lugar do mundo, pra massacrar uma nação inteira.

        E eu não poderia ter falado melhor sobre a parte do “aceite”.

        1. Acho que usando um argumento absurdo, seria por exemplo alguém retratar a vida na Coréia do Norte. Se a vida por lá “é tão ruim” como alguns dizem, como entender como a grande parte da população aceita o sistema atual de governo?

          Pelo que já vi em algumas reportagens, é até um país bonito, mas com infraestrutura e tecnologias quase nulas. E grande parte da população “aceita” como é o país e seu governo.

          Sabe o ditado “se o cavalo soubesse a força que tem, não se deixaria ser dominado pelos homens”?

          Tenho uma renca de teorias mentais, mas aí é desviar o assunto ;)

          1. A Coréia do Norte é um caso tão excepcional, que eu até posso entender o porquê da “aceitação” por parte do povo: eles não tem comunicação, mas são ninjas pra hackear; eles não tem contato com o mundo moderno, mas possuem aspirações similares a qualquer povo ocidentalizado etc… Eu os vejo com uma profunda angústia, pq eles estão há décadas sob os auspícios de tiranos lunáticos. Seria ótimo ver uma revolta nascer ali, mas presumo que seriam facilmente esmagados, pq as revolução acontecem pra valer, entre outros motivos, qdo há circulação de ideias e lá não parece haver espaço tamanho o controle. Alguns nortecoreanos, felizmente, conseguem vir pro Brasil, pra esta pátria a qual nos referimos geralmente com certo rancor, mas q está longe de ser como lá ou mesmo como nossos vizinhos q passam por poucas e boas…

          2. Já que tu continuou, vou colocar uma das teorias mentais que tenho.

            Pelo que notei em reportagens, boa parte da população trabalha para o governo . Grande parte são militares.

            Fico me perguntando o quanto eles ganham com isso. Tipo, salário, conforto, etc…

            Quando grande parte da população é parte do governo , se eles se revoltarem, vão se revoltarem contra si mesmos. Não sei o que eles esperam com isso: um futuro melhor onde eles são os líderes, ou simplesmente viverem. Toda possibilidade é possível.

            O ruim é que a manutenção deste tipo de comportamento cria esta angustia em outros lugares. É como se alguém fizesse “cara de poker” – difícil pensar o que se pensa de alguém que só vive enganando sua mente.

            Na verdade, o ideal era estudar a história deles para procurar as respostas melhores (e talvez até mais questões).

            Isso vale ao Brasil também. Falamos muito de “sair do país” ou que o “problema do Brasil é o brasileiro”. E quando falamos isso, esquecemos (ou até se colocamos ironicamente) que nós somos brasileiros.

            Até hoje sempre achei estranho a “revolta” que teve em 2013. Notei que o maior gatilho não foi os 20 centavos ou o aumento linear de pessoas nas ruas. Mas sim que o gatilho foi os dois jornalistas baleados pela PM. A partir daí, o que era linear se exponenciou. O aumento de participantes foi muito maior e gerou as passeatas da época. Só que houve dois problemas: as pessoas se dividiram entre “Pacifistas” (quem só foi para protestar e falar palavras de ordem, com respeito) e “agitadores” (black-blocks, provocadores e e demais). A força dos pacifistas foi bem menor do que a dos revoltados e o resultado é que os protestos foram diminuindo de tamanho e se restringindo apenas a grupos de agitadores.

            E tal protesto não resultou na mudança de políticos ou na eleição de políticos com códigos éticos diferente dos atuais. O máximo que resultou é no gás que os órgãos de fiscalização (receita, polícia e outros) e punição (justiça) tiveram para iniciar e aprimorar as investigações contra corruptos na política. Mais nada.

            Esse é o ponto em qualquer país: a população é parte da impressão e da manutenção da imagem do seu lugar vivente. E isso significa qualquer um de nós. :)

            Vale para países, seções de comentários, sites, jornais, revistas, mídias em geral, etc… :p

          3. Cara, ontem, e por coincidência agora essa conversa, assisti ao filme “Selma”, q recomendo, apesar de não ser nenhuma obra prima. Mas depois de ver o filme, fiquei pensando o quão complicado e arriscado é ser um ativista. O filme trata de Martin Luther King q eu tenho certeza q vc conhece (quem não conhece!?). A briga do cara, contra o governo e contra a mentalidade racista era amedrontadora. A religião, pelo q me parece, deu a força q ele precisa e cada um, claro, encontra a força em vários lugares possíveis. Bem, ele conseguiu, mas tb acabou morto, pq o ódio era intenso. Ele era um convicto pacisfista e, sinceramente, não havia pacifista visíveis, pelo menos não em sp, pq o q eu mais ouvia eram gritos de ódio dos famigerados “coxinhas” (grupo já devidamente compreendido hj). Os primeiros atos dos movimentos de Junho tiveram fortíssima repressão policial, cara, e não havia blackblock no meio ainda, eles apareceram um pouco depois e, claro, revoltaram-se. Eu não acho q o método deles é o mais eficiente, assim como os do MPL, q, a meu ver, já estão bem desgastados dado o aparato repressivo do governo. E o bom e velho pacifismo de Gandi, pra mim, seria a via mais interessante pra se tocar as pessoas, pq ver alguém ser atacado sem ter feito nada dá muita raiva do opressor e a tendência é vc se juntar ao oprimido se for uma pessoa socialmente preocupada. Tem esses vídeos do Vice q foram muito bem feitos à época e talvez vc tenha visto. Mas fica a referência, de todo modo.

            https://www.vice.com/pt_br/video/os-protestos-de-sp-em-7-atos-parte-1

            Tenho grande implicância com cicloativistas, por exemplo, mas eles pedem q as pessoas enfrentem ônibus e carros com seus corpos no dia a dia. Isso é um puta erro, pois a tendência é a pessoa morrer fazendo isso e isso não é propriamente um sacríficio válido, já q não é inteligente e causa, por assim dizer, é muito menos significante q a dos direitos civis q eram vetados aos negros da década de 60 (e algo q continua até hj como se vê)…

            Eu não condeno nenhuma manifestação, mas a todas elas faltaram inteligência coletiva… Mas o q se pode esperar de grupos com interesses conflitantes? Nada muito diferente… Nossa país é essa zorra em grande parte, pq, nós, brasileiros, damos a nossa contribuição diária, do contrário, não seria assim. Eu vou de bike ao trabalho e sou acossado por motoristas q parecem fazer isso por prazer, esporte ou bronca por eu estar de bike e atrapalhá-lo por cinco segundos… É uma luta diária.

            Entendo qdo vc diz q só houve movimentação depois q a imprensa tb foi alvo da violência, mas isso é um problema da imprensa: ela não se coaduna com quem protesta, pq está muito próxima de grandes grupos de interesse q teriam muito a perder com o desenlace de determinadas revoltas… Veja q a imprensa não aderiu, pelo menos não a de SP, apenas reclamou q estavam sendo atingidos tb… Eu acompanhava as manifestações lendo o El País e o enfoque era bem outro…

          4. Fala-se muito de repressão do governo, mas aí volta ao que falei sobre minha teoria em relação a Coréia do Norte: parte da população tem alguma ligação com o governo. No Brasil, de alguma forma dependemos do governo :p

            Não vejo exatamente repressão, mas sim erro de força de ambos os lados. Não vejo mais manifestações de protesto como formas de mudança política-social (talvez um pouco). O que falta não é inteligência coletiva, mas entendimento coletivo – e é isso que é feito a política, a relação entre a sociedade. Talvez o fato de ficarmos desgostosos depois da gestão do Lula – e de vermos como os interesses pessoais ficaram disfarçados pelos interesses coletivos, é que hoje ficamos mais egoístas e entendendo menos do próximo; no final nos segregando em grupos que ficam brigando na internet…

            Se conversássemos mais sobre o entender cada um, provavelmente não existiria conflitos entre ciclistas e motoristas. Sim, é uma utopia. Mas também é uma realidade – quando há dois lados negociando, é a política funcionando. Nisso se chega a um consenso – se existe um erro a ser cometido, então que se coloque um limite para não errar mais.

            Por isso as ciclovias hoje. Ainda são poucas, e até feitas “de qualquer jeito”, mas estão lá. Prontas para pelo menos delimitar o espaço que deveria ser respeitado por um motorista, motociclista ou similar.

            Voltando a revolta, não é questão de a imprensa estar junto ou não – notei que a imprensa até acompanha razoavelmente bem, pois via sempre reportagens sobre as manifestações contra o aumento.

            Depois estudo sobre o pacifismo de Ghandi, mas sobre entender o oprimido, na verdade, costumo ver de outra maneira: entender que todos nós podemos ter quaisquer papel no universo. Ser opressor, oprimido ou os dois. E motivos são variados – desde o mais “valoroso socialmente” , que é desejar que as coisas melhorem para a sociedade ou parte dela; até o mais egocêntrico, que é servir como líder social para alcançar seus desejos de poder. Este último explica porque a política atual é assim. :p

            O interessante é isso: como personagens (Ghandi, Luther King, e outros) acabam simbolizando movimentos. Aqui no Brasil, os símbolos variam e tem histórias por trás diversas…

            PS: obrigado pela conversa. Faz falta um papo bacana como este :)

          5. É um ótimo tema e assunto e acho q ajudaria muito a entender as coisas daqui tentando identificar quem, afinal, nos inspira… Tb tenho dificuldades de lembrar de algo ou alguém… tirando professores e pessoas muito lúcidas q escreviam na imprensa e tal. E, cara, é sempre bom poder conversar numa boa sobre qualquer assunto respeitando as diferenças de opinião de cada um, fala ae?

            O Lula foi uma decepção ainda maior pra quem acreditava muito nele. Não era o meu caso…

            Abs!

  6. E a BlackBerry, que confirmou a parceria com o Android? Acham que vira alguma coisa? Eu duvido muito terem sucesso em criar o Android seguro…

  7. Amigos,

    Minha namorada comprou um asus com windows 8 (link a seguir). Em casa temos vivo fibra, mas no computador dela, a internet dá problema em intervalos de poucos segundos, aquele erro de DNS probe not finished. TODA HORA. Tipo umas 5 vezes por minuto.

    É terrível ter que ficar atualizando a página toda hora. Como consertar nesse caso? Não faço a menor idéia de como proceder, e obviamente a treta está começando a sobrar pro meu lado (rolou até briga lol)

    http://www.americanas.com.br/produto/120200761/notebook-asus-vivobook-s400ca-com-intel-core-i5-4gb-500gb-led-14-touchscreen-e-windows-8

        1. E tem essas maluquices, ainda.
          Pode ser só o navegador, também (vai que [2]).
          Outros itens seriam firewall, resetar roteador, colocar DNS do openDNS, dar flush nas tabelas de DNS do PC.

          Vish, pode ser tanta coisa…

          1. Quando comprei meu notebook, fiquei bem frustrado com o Wi-Fi. Caía a cada meia hora, mais ou menos, o que já era uma droga — nada de downloads, por exemplo. E… bem, meio conformado, reparei que com o tempo ele foi melhorando. Atualiza driver aqui, novo Windows ali, hoje ele é super estável.

            E, claro, considere devolvê-lo também. Se você comprou online (fora do estabelecimento, portanto) e isso foi a menos de sete dias, é só entrar em contato e pedir o desfazimento do negócio. CDC garante.

    1. Melhor coisa à se fazer, troca, ai se o problema persistir, ai vá atras de algumas soluções, pode até parecer exagerado, mas evita dor de cabeça.

      1. Costumo fazer assim:

        – Pesquiso sobre o modelo na internet. (para saber mais detalhes sobre ele)
        (exemplo: Notebook Orintorinco SGX0001 )
        – Depois pesquiso o modelo + problema
        (exemplo: Notebook Orintorinco SGX0001 wifi problems)
        – Se não acho alguma referencia ao problema, procuro sobre a peça em si
        (Exemplo: wifi Orinc ssr02 wifi problems) ou problemas associados ao SO (wifi Orinc ssr02 windows problems)
        – Caso eu não ache, procuro apenas os drivers

    1. Meu parente tinha tentado, naquele caso da TIM. Depois que a matéria foi veiculada, a TIM ligou outras vezes aqui, maior encheção, mas parece que tá tudo bem. Não resolve o problema como um todo (ainda tem um bocado de gente reclamando no Reclame Aqui), mas…

  8. Boa tarde amigos, preciso de uma ajuda: nunca vendi nada na internet, e tenho um tênis e algumas roupas que preciso vender, alguém indica a melhor forma pra fazer isso, e ainda obter um lucro legal? ja pensei no site enjoei, mas la eles cobram uma taxa de 20% mais uma de 5% (acho) de publicidade(?), pensei no mercado livre também, mas não fui la ainda, porem também pensei na OLX, por ser mais informal e não ter taxa alguma pelo visto, dicas?

    1. Não sei roupas, mas já vendi de tudo no OLX (armário, prancha, iPod, etc…). Se não vender lá é pq não vai vender em lugar nenhum.

      1. vendo tudo no ML e Estante Virtual (apenas livros) com muita rapidez e minhas esposa vende bem no “Enjoei”, q apesar de ter tudo um pouco, me parece ser mais voltado para roupas, moda, decoração, essas coisas…

      2. Tem também grupos de Facebook. Aqui na cidade/região, são bem movimentados. Não sei como tá hoje, mas antigamente o ML cobrava uma comissão sobre a venda. A OLX não tem isso.

        1. Acho que grupos de Facebook não vira muito se a pessoa não é afeiçoada ao Facebook ou evita grupos genéricos (meu caso).

          OLX, ao meu ver, é uma boa pedida. Basta deixar lá, pois quem sabe pesquisar e corre atrás, acha algo.

    2. vendo tudo no ML e Estante Virtual (apenas livros) com muita rapidez e minhas esposa vende bem no “Enjoei”, q apesar de ter tudo um pouco, me parece ser mais voltado para roupas, moda, decoração, essas coisas… A comissão do “Enjoei” é alto, mas o site permite negociação e tal. Funciona muito bem.

    3. Olha, se mora em grandes cidades, ou em aglomerados, tem grupos de vendas no facebook, e OLX.

    1. Aproveitando o tópico, nos EUA não existe boleto ou algo parecido? Quem não tem cartão como paga em lojas on-lines?

      1. Vale lembrar quando aconteceu com o Google Fiber.

        “Outra questão delicada eram os pré-requisitos para o pré-cadastro: ter uma conta Google e um cartão de crédito. Muitas famílias do leste da Avenida Troost sequer tinham conta no banco… Essa situação foi amenizada com Chromebooks, que ajudavam as pessoas a fazerem suas contas Google na hora, e a aceitação de cartões de débito pré-pagos.”

        Gizmodo ¯_(ツ)_/¯

        1. As pessoas ao leste da Avenida Troost, era a parte mais carente da cidade, carente mesmo, nível pessoas que moram em comunidades brasileiras. Então foi uma barreira para eles.

      2. Lá tem cartão de crédito / débito, em alguns lugares tem tipo uma conta única (onde você dá seu “cpf” – número do seguro social – e no fim do mês recebe uma conta com tudo o que consumiu pra pagar), fora os serviços de pagamento de terceiros (tipo Apple, Google e PayPal – sendo este último tendo a funcionalidade de vincular sua conta bancária diretamente ao serviço).

        Mas, não, boleto não existe fora do Brasil (em geral).

        1. Acho o boleto o cúmulo da desconfiança, um absurdo! Mas só compro assim, detesto cartão de crédito, kkkk….

      3. Cartão de crédito pré-pago é bem fácil de conseguir, em qualquer farmácia tem (aí você carrega com dinheiro vivo). E o cartão de débito funciona como de crédito em quase qualquer lugar. Não vejo muita necessidade por algo como boleto bancário.

        Além disso, pra abrir uma conta bancária (e ter um cartão de débito que funciona como crédito online) é só chegar com a identidade e qualquer comprovante de residência (ou o passaporte, no meu caso aqui). Você sai do banco, assim que abre a conta, com um cartão.

        1. O mal do cartão de crédito (e é um dos motivos de eu não fazer uso) são os juros no caso de atraso (que cria situações de bola de neve) e os riscos no uso (clonagem, uso/cobrança indevida).

          1. Por isso a vantagem do cartão de crédito pré-pago. Não tem juros, não tem rolagem, vencimento ou nada assim. Você simplesmente vai numa farmácia ou supermercado e carrega, como se fosse um chip pré-pago. E ainda assim é um negócio mais prático que o boleto. Acho o boleto uma solução muito arcaica, na real.

          2. Já vi alguns destes cartões em exibição desde supermercados, até aquelas máquinas “Pague no mínimo 2 reais” nas estações ferroviárias. Já pensem em pegar um destes, mas temo eles terem algum problema ou “regra oculta”.

            Prefiro o boleto devido aquela coisa de “Só acredito vendo” – é uma boa forma de provar que pagou algo. Claro que assim como qualquer outra coisa, há riscos – boletos falsos por exemplo. Mas é questão de costume.

            Vou pensar depois na adoção de um cartão pré-pago.

          3. Nunca tive receio de cartão de crédito. Já me fizeram cobranças indevidas (anuidade acima do contratado), só perdi uns minutos ligando para o SAC.

            O grande barato do cartão é a comodidade. Ontem, peguei o Kindle Voyage que a Amazon mandou para análise, abri a loja por ele mesmo e, com um toque, comprei um livro que, dois minutos depois, já estava baixado, pronto para ser lido.

          4. Vou pensar mesmo na adoção, mas indo pela dica do Burgos de pegar um cartão pré-pago. Um cartão de crédito comum tem que ter renda fixa comprovada, e como não sou uma pessoa regrada financeiramente, geraria facilmente uma bola de neve.

            Geralmente quando uso, faço uso mais de cartão de débito. Dias atrás mesmo, boa parte das compras de passagem que fiz para uma viagem foi direto no balcão usando o cartão de débito. Pensando bem, na próxima viagem que eu fizer, vou fazer esta experiência: compro um cartão pré-pago, carrego com o que eu precisar para a viagem e faço as compras até online. :)

          5. Eu tenho pré-pago. Funciona muito bem.
            Coloco dinheiro nele (quando o dólar dá uma reduzida – o meu é pré-pago internacional) e compro aquilo que eu precisava comprar.

            Também acho que cartão de crédito, além de desnecessário, é uma cesta de falcatruas pros bancos.

            Além do mais, você vai ter de pagar o que você comprou do mesmo jeito (mas no mês seguinte ou parcelado). E com juros!

  9. Hoje fui acessar o Gizmodo e parecem que eles abandonaram o site :/
    Nos comentários só tem zueira e usuários fakes divulgando um blog.

    Por que eles não moderam os comentários? Isso está acabando com o site, e parece uma coisa tão fácil de se resolver.

    1. Gizmodo já era, eu só vejo as chamadas das news em RSS e ainda assim são todas traduzidas do giz americano e com alguns dias de atraso…

    2. Sou o responsável pelo blog. Estou sempre de cara limpa e por lá, divulgamos para pessoas conhecidas de lá, que já estão começando a frequentar nosso boteco.
      Tudo começou mesmo por causa da qualidade das matérias, e são eles que escrevem/traduzem, não quem comenta.
      Frequentamos o MeioBit e de vez em quando aqui também, não deixamos de “escarnear” assuntos, pessoas e afins, porém estes merecem respeito pela qualidade do material.
      É apenas um canal para aglomerarmos nossas idéias, assuntos da patota e afins…. Nem ler mais o Gizmodo eu leio.
      Tenho respeito pelas matérias do Ventura, mas ele tem de cuidar de muita coisa por lá, creio eu, e as do Bruno Izidro…. mas parece que perderam o tesão de fazer isso. Não os culpo, muito, pois dependem também daquela maravilha que é o Gizmodo US.
      Bem, converso com vários desses fakes na vida real e não é só de Zoeyra™ que vivem. Mas se formos levar tudo a sério, ficaríamos chatos pra cacete….

      Quanto à moderação, vários foram bloqueados, mas pedimos para voltar, pois querendo ou não, éramos seu maior público.

      1. Sou o 2º responsável.. a xepralá
        Mas é exatamente como o Eric disse, fora o fato de a gente ter pedido autorização para a Nadiajda (Moderadora do Gizmodo e editora chefe) para fazermos nossa humilde divulgação.

      2. Sou o 2º responsável.. a xepralá
        Mas é exatamente como o Eric disse, fora o fato de a gente ter pedido autorização para a Nadiajda (Moderadora do Gizmodo e editora chefe) para fazermos nossa humilde divulgação.

        1. Cá entre nós, desde a primeira vez que vi o nome dela, sempre fiquei curioso em saber o que aconteceu no cartório no dia em que seus pais foram registrá-la… :x
          Mas enfim, voltemos ao tema tecnologia.

    3. O site acabou quando começaram a banir e censurar comentários.
      Depois começaram a cortar canais (Jalopnik – ou seja lá como se escrevia – e Kotaku – esse, aliás, virou só um banner no Gizmodo).

      Fora que, depois que o Pedro Churros saiu, a qualidade foi lá pro chão. O único que tava salvando 100% era o Rodrigo Pudim aqui. E só porque ele manda muito bem.

      Então, se o Giz começar a banir a zueira, vai morrer de vez. Sem acessos.

      Só.

    4. O site está assim desde o começo do ano, que a situação está bem crítica. Claro que o mercado publicitário está em crise, mas o nível das traduções está terrível. O nível de produção não vai muito bem, e mesmo com várias reclamações dos leitores mais fiéis, não melhora. Ai só falta esculhambar mesmo.

      1. Estava pensando em comentar um pouco mais profundamente sobre a situação do Gizmodo, mas há dois problemas:

        1º Desde a troca do Leo para a Nadja, acabei parando de ler devido a problemas nos comentários.

        2º Da última vez que comentei sobre isso por aqui, deu problema e sai fora dos comentários por um tempo.

        O que posso dizer é que concordo contigo – há um problema no mercado publicitário. Quanto a qualidade do site, não posso comentar pois não acompanho mais.

  10. Pessoal tava pensando em um notebook pra programar ate uns R$ 1500, o que vcs acham do g40 da Lenovo?

    1. R$ 15k dá para pegar um MacBook Pro :D

      Mas ok, imagino que seja um typo e você esteja falando de R$ 1.500. Minha irmã tem um dessa linha G da Lenovo, mas mais caro (tem VGA dedicada etc). É… meio estranho. A resolução da tela é baixa, o teclado é frágil, touchpad ruim, mas em desempenho, dá conta. Se separar uns R$ 300 para colocar um SSD, deve voar.

        1. Olha… Bom, R$ 1.500 é um valor baixo para notebook Windows, então a experiência provavelmente será sofrível independentemente do que você escolher. O duro é que é para programação, então Chromebook não conta, né?

          1. É :/ armazenamento baixo e o desempenho não ia dar, já tive experiência com produtos ainda mais baratos que esses e a experiência não me incomodou tanto a não ser no desempenho, essas configurações, i3 com 4gb de RAM já deve aguentar.

          2. Acredito que uma configuração dessas dê conta do recado, mas caso você pensa em investir um pouco mais recomendo que dê prioridade para mais memória. CPU e GPU são de menos para programação.

          3. pensa em pegar um que já tenha 8GB de RAM.
            o meu tem slot apenas para 1 pente e o pente de 8GB é meio caro. =p

    2. Que tipo de programação? Se for a básica de ensino técnico, pega um note padrão com i5, 4gb, 500gb. Se manjar, pode deixar o note com dual boot windows 10 e mint 17.1. Ai vc logaria no linux pra programação e windows pro resto.

  11. Alguém já procurou o suporte da Microsoft Brasil por problemas no hardware deles?
    Comprei um tem uns 4 meses e o botão esquerdo está com problema (às vezes não segura o clique e clica 2x).

    Paguei 26 reais na Kalunga e acho que é pouco para me “incomodar”, já que o prazo da garantia legal já passou.

    1. Já recorri uma vez, por causa de um teclado que perdeu a tinta das teclas. Foram bem atenciosos e trocaram o produto.

      A garantia da Microsoft é maior que a legal, do CDC. Mesmo o valor sendo baixo, acho que vale a pena usá-la.

    2. Só há problemas se vc comprar fora do país, pq eles não atendem… infelizmente. Comprei um mouse microsoft no ebay e ele deu problema no scroll e não trocaram. Em compensação, tive problema com um outro mouse e eles me deram de volta o valor do mouse, pq estava esgotado no estoque deles, pra eu comprar outro. Essa garantia deles funcionaria de modo exemplar se não fosse esse lance de atender o q vc compra fora. Eles pagam até a remessa.

      1. Teoricamente eles deveriam cobrir mesmo se fosse comprado em Marte. pois tem representação no Brasil.

        1. Na garantia diz que eu preciso apresentar apenas um comprovante de compra, mas aqui eles pedem uma nota fiscal e não dão assistência. Deixe estar, minha vingança será maligna…

    3. Já precisei com um lumia 925 da Nokia que apagou do nada. Primeiro devolveram como foi e invalidaram a garantia. Depois de muita chiadeira, trocaram por um 930 por não terem mais o 925 em estoque.
      Depois da primeira parte, em que não trocaram, a experiência com a equipe de social media deles foi muito boa.

    4. Já tive problemas no meu lumia e eles fizeram tudo dentro do prazo. (as antigas assistências técnicas Nokia viraram todas Microsoft, obviamente)

  12. Telegram está sofrendo um ataque DDoS, e no momento estou muito puto com isso!

  13. Esta semana saiu uma notícia de que a Samsung pode ser processada na China pelo excesso de bloatwares no aparelho.
    Apesar de eu ser contra os bloatwares, a empresa não é livre para fazer o que quiser com o sistema e com o aparelho?
    Não temos um monopólio na venda de smartphones. Não cabe ao consumidor boicotar o produto que o desagrade, ao invés de pedir uma punição jurídica?
    Filosofando, por que as pessoas são tão condicionadas a esperar algo por parte de um governo ou de uma divindade ao invés de arregaçarem as mangas e fazerem a sua parte?

    1. Essa droga de bloatware chegou nos notebooks também. Os lenovo mais novos vem entupidos de tralhas pré-instaladas.

      1. Pois é. Eu também detesto. Mas quem é da área, gosta de fazer isso e tem tempo livre sempre acaba formatando e instalando só o que interessa.
        É duro vc desembolsar uma grana preta pelo notebook sendo que parte do armazenamento e até mesmo do processamento estará ocupada com porcarias que vc não quis.

      2. É uma chatice imensa, mas em notebooks você ainda pode desinstalar tudo o que quiser, ou até fazer uma instalação limpa do sistema. Em celulares muitos apps não podem ser desinstalados, e nem sempre é possível (e muito menos trivial) instalar o sistema do zero.

    2. Isso me lembrou de uma atualização da Asus pro Zenfone 5 que instalou ainda mais bloatwares. Cerca de uns 15 aplicativos indesejáveis.

    3. Também penso assim. As empresas devem ter liberdade de colocar o que quiserem a venda. Cabe as pessoas escolher ou boicotar os produtos.

      1. Não vejo assim. Nós, que somos interessados e entendemos o mínimo da coisa, sabemos que excesso de apps pré-instalado é ruim. Mas somos exceção. A maioria não sabe e, mais importante, não se importa com isso; o povo quer comprar e sair usando, como fazemos com geladeira. Por isso, em casos de abuso, a interferência do governo pode ser uma boa.

        É importante notar que qualidade é só um dos critérios na hora da compra — e um dos mais vagos e difíceis de aferir sem pesquisa/conhecimento. As pessoas se importam com preço, design, com o que está na moda… É fácil, industrialmente falando, produzir uma porcaria que vende. Quando o nível de ruindade extrapola certo limite, alguém tem que intervir — e não vejo nenhuma entidade melhor posicionada para isso que o governo. (E sim, às vezes, muitas vezes erram a mão e atrapalham, mas faz parte do jogo.)

        1. Eu entendo e concordo com o seu ponto de vista, Ghedin.
          Mas como você disse, a maioria que não sabe o que é isso, não se importa ou nem percebe os efeitos do bloatware.
          Mas se em algum momento aquilo começar a causar um incômodo, a pessoa pode trocar de marca na próxima aquisição de aparelho.
          Essa questão começou após o surgimento do Android. Enquanto cada empresa fazia o seu sistema, não havia um meio de comparar qual sistema era mais “limpo” em relação ao outro. Agora que temos a ROM padrão do Google em Nexus ou aparelhos com Cyanogen, temos base para comparação.
          Essa questão se aplica também a outros itens, como carros, televisões, serviços de operadoras, e por aí vai.
          Quem se informa sempre fará uma compra melhor.
          Não adianta ter um aparelho fantástico lá na prateleira se o consumidor cair no conto do vendedor e levar uma porcaria pra casa.

          1. O governo está aí para isso, tem mais é que fiscalizar. Esse seu raciocínio não consegue nos proteger de cartéis.

            Por exemplo, você paga caríssimo num carro e não tem o que fazer. Nesse caso do carro existe um cartel formado pelas empresas e pelo governo que te impede de comprar um carro a preço justo.

            E essa questão dos telefone é ruim, já que usamos geralmente menos da metade desses programas. Dei um iphone pra minha esposa e tive que colocar nada menos que 15 programas numa pasta escondida. Todas as fabricantes nos enchem de tranqueira que não queremos e só fazem gastar os recursos dos smarts.

          2. O governo deveria ser o último lugar de onde esperaríamos algo. O governo não deveria interferir no mercado.

            O nosso querido governo inclusive impõe bloatwares nacionais para isentar PIS e Cofins em aparelhos que custem até R$ 1500. Estamos na contramão.

            Ele próprio mantém o seu clube de empresas amigas e as favorece, minando a livre concorrência. Se eu quiser montar uma construtora para concorrer com OAS, AG, Odebrecht, etc, será que eu conseguiria? O Uber tá sendo reprimido com força máxima pela prefeitura de SP. Por que acabar com algo que é bom para a maioria?

            Boa parte dos cartéis existentes hoje são mantidos através de canetadas do governo. Somos reféns de Oi, Vivo, Claro e Tim. Se alguma outra quiser operar aqui, só após ser esfolada na regulação estatal. Alguém lembra da tentativa da Aeiou?

          3. Norbert, antes de mais nada não sou ptista, psdbista e nem estou afim de fazer fla x flu politico. Isso posto, algumas considerações…..

            A exigência dos apps é só um link para uma loja (Ao menos nos Motorolas). Não ligo nem um pouco que isso esteja no aparelho já que nada está instalado realmente, é apenas um link. É bem menos pior que um bloat. Falando nisso, um app que consuma recursos, que não pode ser desinstalado, que pode coletar meus dados e inserido em um dispositivo cujas as vendas são volumosas, é sim um caso do governo intervir.

            Outra coisa importante. Boa parte da regulação do mercado deve ser deixada com o mercado, mas por outro lado negar q empresas com pouco ou nenhum escrúpulo operam, e que nem sempre o consumidor tem possibilidade de escolher é um caminho que considero errado.

            A própria resposta que você deu é um paradoxo. Se os cartéis existentes são anti-éticos o suficiente para fazer lobby e ganhar um cartel, eles também não vão jogar um jogo limpo em um mercado auto-regulado. Um mercado auto-regulado com os principais players anti-éticos (pra dizer o minimo e fica no adjetivo mais simples), será um mercado muito pior para os consumidores.

          4. Também não me identifico com nenhum partido não. Apenas sou a favor de mais liberdade, com menos estado possível. Um dos poucos papeis que eu acho que o governo deveria fazer seria evitar a formação de cartéis e monopólios, prática de dumping, entre outras ameaças ao mercado.

            Maus feitores existem em qualquer esfera. Na privada, na política, empresas ou indivíduos. Governos não são feitos por anjos ou por superdotados. Acredito que o amparo estatal mais fortalece o mau empresário do que a ausência dele.

            Só pra deixar claro, em momento algum eu estou achando legal a presença de bloatware, pelo contrário. Só quis propor a discussão sobre a forma que está mais ao alcance de todos para “punir” empresas que abusam deles.

            Esse lance de coleta de dados também é bastante delicado. Não precisa necessariamente de um app para isso. Pode ser um app oculto, ou uma parte do próprio sistema operacional, como sabemos que existiu (ou ainda existe) em vários sistemas, seja para o criador do app, para o fabricante do celular ou do governo.

          5. Eu ia começar uma Zoeyra™ aqui, mas vi que o pessoal é intelectual demais pra isso.
            Vou voltar pros confins de onde vim

          6. Apenas para ficar ciente. Faço parte daquela zona, tenho o blog que alopra tudo e todos e faço propaganda dele lá (com a bênça da Tia Nadja). Entenda um pouco alguns personagens que aparecem por aqui. Não lidero nenhuma “rebelião Zoeyra” e nem controlo o que fazem, mas apenas falo por mim que alguns lugares realmente merecem respeito. Mas o Ghedim entende…. hehehehe…

          7. isso é algo que muitos nao entendem ou admitem. sim, é necessario ter regulamentação! mas ela precisa ser bem feita.

          8. chegamos numa situação tão ruim em termos políticos que todo mundo está com pé atras de se identificar com partidos políticos. eis aí algo triste de se ver, pq precisamos dos partidos pra fazer as coisas funcionarem e eles agem como agem… acredito q há bom políticos em todos os partidos, apesar deles praticamente não aparecerem, mas ficou até temerário qualquer um levantar bandeira, tamanha a hostilidade q se formou…

        2. Na Inglaterra os bloatwares foram proibidos , caso tenha um Samsung da vida é só baixar uma firmware inglesa e bye bye bloatwares sem necessitar de root.

      2. Se vivemos dentro do Estado, eu não sei por que cargas d’água (essa expressão está caindo em desuso em sp) interessa tanto a ausência do Estado no controle do mercado que se passa dentro do Estado. Vejam, o Estado moderno como se conhece hj, apesar dos pesares, é uma conquista da civilização. Sem o Estado e tudo deixado na mão do “mercado” (não existe “o” mercado, existem empresas com interesses ora coincidentes ora não que fazem a sociedade de consumo funcionar) a coisa vai pro brejo, porque esse “mercado”, mesmo que difícil de identificar e definir, é muito mais forte que os consumidores que não agem de modo coordenado a ponto de, por exemplo, via boicote conseguir assegurar todos os seus direitos, já que isso dependeria, sempre, da união desses consumidores que, como as empresas, tem interesses distintos… O Estado precisa regular determinadas áreas de atuação, do contrário estaríamos na roça… O fato de grupos políticos fazerem do Estado um bem privado é que deveria causar repulsa generalizada e levar os cidadãos aos protestos, às manifestações e ao voto inteligente. Infelizmente, nesse meio tempo, o Tiririca foi eleito.

          1. Pois é, e até o Tiririca cometeu estelionato eleitoral! Em sua propaganda política (muito engraçada, diga-se), ele nos assegurou que “pior que tá não fica”. Mentira! Ele está conseguindo piorar sim…

          2. hahahaha! XD

            Mas falando sério, se analisar a fala dele, não é estelionato. Realmente pior que estava não ficou. Apenas o que acontece é que hoje está escancarado os problemas que temos no poder. Quem já é ou esteve no meio político, sabe que por lá, vale muito a “mão amiga”, o “cafezinho”, o “incentivo” ao amigo politico.

            Sempre fomos coniventes com isso desde antes as ditaduras até mais ou menos a época do Lula. Falávamos meio que superficialmente sobre as corrupções, enriquecimento ilícito, desvios de recursos e tudo mais. Mas desde as corrupções no final da era FHC até atualmente, a cada dia mais escancara-se os problemas que antes discutíamos em rodas de bar – a internet hoje meio que é uma roda de bar gigante :p .

            Nossa geração está um pouco mais consciente, mas ao mesmo tempo conflitante. Está vendo a luta contra a corrupção de um jeito errado: criando rixas e esquecendo de ver os problemas “consigo” mesma.

            Enfim, já desviei o assunto demais. :)

    4. Vamos separar algumas coisas aqui.

      Não discordo e sou também adepto da sua filosofia: o melhor fiscal é o próprio cidadão. Só que temos que entender, assim como bem colocado por Ghedin, Thiagones e outros, que muitas vezes nem todos tem o mesmo conhecimento que nós.

      O ponto é pensar: no que a empresa ganha com bloatwares, propagandas e similares? Tipo: se um notebook vier com um Windows puro, sem nenhum outro programa de terceiros, quanto realmente o computador tem de valor? Mais? Menos?

      Vale para smartphone também: se um smart vem com um “Android Puro” só com aplicativos originais do sistema, quanto a pessoa ganha ou perde com isso?

      O “mercado” (empresários, vendedores, empreendedores, etc…) tem que entender o consumidor também. Se a maioria dos consumidores são contra bloatwares – e vamos ser francos, 90% dos equipamentos vendidos vem com algum bloat, porque o mercado continua com esta prática? O que eles realmente ganham com isso? Se “quase todos” mantém esta prática, então de que adianta?

      Exemplo citando nomes: a Positivo mesmo vem sempre recheado de programas deles ou de terceiros. Com todas as pessoas que conheci e usaram equipamentos da Positivo, acho que uns 10% usavam algo dela – geralmente o programa do 3D ou similar. O resto – backup, (aquela, com o perdão da palavra – porcaria do ) Canal Positivo, antivírus (PSafe) e outros, ninguém dá bola e na verdade até reclamam da lentidão que os programas fazem.

      Não discordo que a empresa é livre para fazer o que quiser com o aparelho, mas discordo da empresa fazer algo que prejudique o consumidor. Isso em cartel – novamente, apenas poucas integradoras não instalam bloats em computadores e smartphones.

      Se as empresas não atuam bem, aí sim o Estado e seus três poderes devem intervir. É assim que funciona em qualquer democracia – se o mercado sofre com alguma inadequação que prejudica os cidadãos, o governo interfere. Simples.

      Estado mínimo é só útil em poucos casos – quando os cidadãos e o mercado já estão equilibrados. Enquanto não há equilibrio, os próprios cidadãos vão recorrer ao Estado, seja pela legislação, seja pela justiça, para reaver problemas que não foram solucionados e lhes prejudicaram.

      —–

      Adendo: o Estado também funciona como mão dupla – tanto pode intervir em empresas que prejudicam a população, quanto na população que prejudica as empresas. Isso explica o porque da fiscalização contra problemas de direitos autorais por exemplo.

    5. Aqui no Brasil temos poucas marcas, o povo não é unido, e ninguém quer esperar mudanças e ficar sem um celular no meio tempo. Ai se faz necessário o governo para ajudar. E o bloatware é a maneira de ganhar uma grana boa nesse mundo onde queremos tudo do mais novo o mais rápido. Até o Windows10 vai vir com candy crush de fábrica. No caso do Android é mais complicado, muitos apps não podem ser desintalados sem violar a garantia. Isso é problema com os SO há anos, e vai demorar para mudar.

  14. A mudança no lance de um homem e uma mulher no ícone do facebook, sinceramente, estava totalmente obscura pra mim. Nunca tinha reparado que era a imagem de uma mulher ao fundo. De todo modo, achei importante a mudança, mas eu faria diferente, colocaria os dois lado a lado e não um a frente do outro como é. Faz mais sentido estarem juntos e não com a ideia de um passo a frente que, para nós, significa ser melhor, liderar, ser exitoso etc.

    Se se partir pra uma simbologia mais igualitária ao invés dessa que parece ser uma lógica de competição, presumo q ficaríamos todos mais satisfeitos, e claro, que fosse randômico e alternando entre todos os tipos humanos. Não acho q isso implicaria em ser politicamente correto ao extremo, mas faz mais sentido se a empresa quer atingir a todos os humanos do planeta…

    Tem um livro, de uma ex funcionária do face, q acusou o zuckerberg de ser machista e de ter construído uma empresa machista… Não sei se a coisa ainda está nesse pé, mas me parece estar dentro do padrão das grandes empresas ocidentais: a mulher fica em segundo plano e com menos poder (e com salário menor), geralmente. Salutar a mudança se ela for além da simbologia, mas se ficar só nisso, é só mais uma peça pro marketing mesmo…

    1. Sempre acho que as entrelinhas são importantes, nesse caso, pode ser que a filosofia da mente de alguns VIP’s do Face não mudou. Mas um escândalo de assédio, descriminação, sexual e etc em uma empresa com todos os radares apontados pode ser devastador.

      Então mesmo que esses VIP’s não acreditem na teoria, a pratica deles vai precisar mudar.

      1. Se eu fosse uma dragqueen ficaria satisfeito em saber que alguém pensou no meu tipo humano e fez por bem me representar, já q não seria a única dragqueen no mundo. Há tanta variedade de tipos humanos que talvez o ícone não consiga representar a todos em suas nuances, já q não há lábios, olhos e nariz no pequeno ícone. Contemplar os dois gêneros já é algo importante, já que a partir deles é possível ser qualquer coisa. Se vc se refere a “terceira via” como uma forma de dizer gays, eu presumo q eles tb estariam inclusos certamente nas vastas formas de se ser humano. Sem falar nas pessoas que grotescamente chamamos de aberração e fogem totalmente ao padrão do que se considera normal… Ficaria satisfeito também se tivesse algum tipo de deformidade congênita que fosse comum a mais pessoas e também houvesse alguma representação. O representar o humano num ícone estilizado como o face faz é um problemão que irritou as mulheres, por ser postas numa subcondição, mas ao mesmo tempo, coloca muita gente tb de fora, já quem, afinal, se parece com a representação da mulher e do homem que escolheram? Provavelmente dois jovens americanos brancos…

        A informática deveria estar mais ligada a acessibilidade (pensada de maneira ampla, inclusiva) ou talvez até subordinada a ela. Gastamos tanta energia desenvolvendo uma inteligência artificial, mas ainda estamos imersos em grande burrice natural.

        1. E se ao invés de definir o ícone em homem e mulher ele tivesse mudado para um ícone “sem gênero”, algo mais padrão apenas um perfil de uma cabeça, sem cabelo e apenas orelhas para definir que seria uma pessoa, estaria mais correto?

          1. Pela neutralidade que esses símbolos poderiam ter, ok. Mas eu não sei se esses símbolos ao qual vc se refere tem o mesmo significado em todas as culturas. Se houvesse algo mais geral, seria melhor, mas os caras são foda, tem muito dinheiro, acho q poderiam pensar em algo apropriado… Coloca os designers pra trabalhar, ora, ou estão todos fazendo competição pra ver quem bebe mais cerveja ou brincando com o cachorrinho que levaram ao escritório…?

          2. Qual o problema com aquele ícone de usuário “careca”? Era só colocar ele sozinho ou uns dois lado-a-lado, não?

            Eu faço isso nas minhas interfaces e nunca tive reclamações de clientes desse naipe de chatice (e eu TENHO clientes que passam o dia todo discutindo no FB – enquanto os funcionários fazem a empresa funcionar).

            EDIT: Não tinha lido o seu comentário anterior.
            Mas continuo com a minha pergunta: Qual o problema com o “carequinha”? Por quê pararam de usar ele?

          3. Sei lá, acho que quiseram modernizar e só criaram flamewar.
            O que é bom pra divulgar a marca. Embora seja um movimento do que eu chamo de “marketing de cuzão (que não consegue chamar atenção por ser bom, então polemiza)”.

          4. me parece q não é alto tão simples assim, já q atinge milhares de pessoas…

          5. Entendo, mas é a maneira passiva de não entrar no mérito da questão. Os guris podem tanto criar ícones de acordo com cada configuração, como estão fazendo, ou apenas ir para algo generalizado, essa segunda alternativa é uma maneira mais educada de ignorar o problema simplificando o mesmo. Não acha?

          1. Opa , valeu pela dica. O q estava vendo tb dava pra ligar o notebook nele. Mas esse me pareceu bem legal tb.

          2. Opa , valeu pela dica. O q estava vendo tb dava pra ligar o notebook nele. Mas esse me pareceu bem legal tb.

    2. Saiu no médium um texto da funcionária que mudou os tais ícones, e como tem gente no facebook sempre pensando neles.

  15. Alguém tem dicas de planos pra quem tá saindo do pré? Queria um TIM Beta mas tá difícil de conseguir convite. To pensando em fazer um plano de modem 3G e botar o chip pra usar no celular… será que dá certo? :P

    1. Tem um pessoal que vende no Facebook. Já vi vendendo. Entra em uma comunidade e pergunta vais ver um monte.

      Hoje em dia você pode até utilizar o mesmo número.

      Comprei um por R$ 50… estou super satisfeito. Recomendo

    2. dia desses passei na Claro para saber como são os planos e me decepcionei mais uma vez. A venda casada parece que nunca vai acabar. Eu queria pelo menos 2 gb de internet. O plano deles me dá 3gb+70min. só que eu ligo em média 20 minutos por mês. Não existe plano decente pra mim sem dar dinheiro de graça pra operadora. Enquanto isso vou ficando na pior cobertura da OI, que me dá 5gb por 40 reais e as ligações são compartilhadas no oi conta total.

      1. A Claro tem, sim planos só chip pra internet. Té lá na sessão de tablets / notebooks.

        E plano de voz + internet o de 1GB é bem custo – benefício (pra quem gosta de pós). Pessoalmente, acho difícil alguém bater 1GB de internet. A não ser que você não tenha PC com banda larga. Aí, né…

        Eu saí da Oi e fui pra Claro, tô bem feliz.
        Mas meu uso é pré (detalhei acima).
        E você tá num preju desse conta total que não faz ideia nessa Oi.

        1. Vou ver esses outros planos. Atualmente eu gasto cerca de 4,5gb, plano 4g. Mas posso economizar e chegar a 2gb. Sobre a Oi eu já sei, por isso quero trocar.

    3. Tenho um pré da claro (dois, na verdade, contando com o da minha esposa). E, olha, tô bem satisfeito.
      Eu não ligo muito (só pra minha esposa que, sendo pré da Claro, tem tarifa reduzida / não tem tarifa – não lembro, mas R$20,00 de crédito dura bem). Então fico só com o pacote mensal de internet que custa R$15.

      Tô bem de boas, sinal em qualquer lugar que eu vou e o 3G é decente (melhor que o da Oi, de onde saí).

      Eu rodei por uns 2 anos de pós em pós até decidir ir pro pré. Porque não vejo mais vantagens em planos pós.

      Aliás, a TIM contribuiu bastante pra essa decisão. Eu tinha um celular e um modem deles. E eles viviam errando conta e não prestando serviço (sem sinal, sinal fraco, sem internet, etc).

    4. Minha intenção era outra. Seria um plano pos, sem minutos inclusos. Somente dados e viver de viver out ou créditos no Skype para ligar para fixos e celulares
      Mas não sei se é possível isso em alguma operadora.

    5. Depende do seu uso, uso atualmente o Vivo V, pois me economiza uns bons 400 reais do meu uso com planos limitados.

  16. Alguém tem dicas de planos pra quem tá saindo do pré? Queria um TIM Beta mas tá difícil de conseguir convite. To pensando em fazer um plano de modem 3G e botar o chip pra usar no celular… será que dá certo? :P

  17. Ontem, saiu a 10166 do windows 10. alguém já testou?

    Finalmente, os bugs que tinha encarado nas compilações anteriores pararam, está bem legal agora.

      1. Congelamento da tela, área de trabalho ficava “morta” não reconhecendo cliques, a barra de tarefas sumia do nada….enfim.

    1. Eu já, diria que está 95% completa. Só falta padronizar os ícones dos apps e eu ainda espero que tirem a borda colorida de 1px das janelas.

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