Post livre #184

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no domingo por volta das 16h.

Acompanhe

Newsletter (toda sexta, grátis):

  • Mastodon
  • Telegram
  • Twitter
  • Feed RSS

169 comentários

  1. Tou saindo da TIM e indo pra Claro.

    – Por mais que a TIM tenha boas promoções, ela ultimamente tem tido problemas de sinal.
    – O meu Nexus 4 sofre as vezes com a mudança de célula / roaming interno. Demora para pegar sinal ou fica sem mesmo.
    – Claro tem a promoção base similar a promoção atual que uso da TIM (Claro Prezão Semanal 1 GB = Tim Pré TOP 1 GB + Acumulado = R$ 10,00)

    O interessante é que agora não preciso ir a uma loja fazer a portabilidade. Basta pegar o chip novo e mandar uma mensagem para cadastrar. Pego o código SMS do chip antigo, envio na Claro e voilá!

    Fico me perguntando o quão fácil com isso daria para fazer um SIM Swap.

    1. O/

      Me apresento, apesar de não ser vegano. Mas apoio vocês e entro na luta!

      :)

        1. o realmente escroto é aquele que começa com ‘Car’ e termina com ‘doso’.
          alias, ano passado ele postava com frequencia que “o brasil odeia ciência”, mas a partir do atual governo que passou a odiar realmente ciência ele não têm feito nada!

          1. Nem falo mais nada sobre ele – e nem vou ler algo dele. Preciso voltar a ler mais fontes de notícia para me atualizar. Tenho meus preconceitos, mas sei que preciso muda-los para me atualizar.

            Eu mesmo não leio Tecmundo (Apenas quando cai na pesquisa e é o único link de referência) porque tenho implicância com o grupo do Baixaki.

            Enfim.

          2. Cardoso já deveria ter respondido a alguns processos pelo que escreve e fomenta. No final ele é só um incel que deve ter votando no Capitão achando que era o liberal brasileiro e agora se arrepende e prefere ficar nas sombras, fingindo que nada está acontecendo.

            @Ligeiro

            Não é preconceito quando um veículo defende abertamente profissionais que agem como muitos lá dentro agem. O nome disso é bom senso. Meu clique esses canalhas não levam.

  2. li agora uma thread do pedro doria dizendo q a história dos hackers fuleiros terem conseguido acesso aos celulares dos nossos representantes é maior q a história da vazajato… não q não seja uma boa história, algo parecido com o hacker telhadista q roubou os nudes da michele temer e foi preso em tempo recorde e meio q passou batido, mas, cara, o q o intercept conseguiu é muito grave pelo impacto político q teve: nos colocar onde estamos agora com o bozo presidente e toda a desgraça q está vindo com isso. qdo revelaram q a nsa tinha acesso as comunicações da dilma, isso sim, era um puta escândalo, e nem teve tanta repercussão nesse nível q ele conclama para o acesso dos hackers (q ele desqualifica, como se isso fosse uma profissão ou uma curso universitário, sei lá) aos celulares de gente tosca como a desse governo. é de se lamentar.

    https://twitter.com/pedrodoria/status/1154769248562159617

    1. Pelo que eu entendi – e longe de mim defender o Pedro Dória – é que ele colocou que os vazamentos se tornaram maiores do que a VazaJato porque mostram que as autoridades da república brasileira foram sistematicamente invadidas por “script kiddies” sem nenhum ou com pouco conhecimento de segurança da informação ou de TI. Tanto que, foram pegos por erros básicos que nem eu cometeria.

      E disso ele parte da premissa, que nem é tão louca assim, que as autoridades brasileiras devem ser espionadas sistematicamente pelos governos de Rússia, China e EUA (eu colocaria, ainda, Índia e Paquistão) sem maiores problemas ou entraves.

      É bom salientar, ainda, que o Bolsonaro e sua equipe de governo se negaram a usar os telefones homologados pela ABIN e usam telefones sem criptografia e sem 2FA como se fossem pessoas comuns. Eles estão escancarados pra o mundo todo ver e ouvir as suas conversas.

      1. tb vi por esse lado, mas não acho q isso seja maior o q está sendo revelado.
        mas o doria tá insistindo muito nisso.
        ele quer um contraponto. é preciso um nível de paciência muito grande com isso.
        acho q já não tenho mais…

        1. Não acho que em termos de importância seja maior do que o esquema político-jurídico que mudou os da eleições e nos colocou às portas de um Estado de exceção. Mas entendo o ponto dele ao falar que é MUITO preocupando que os nossos governantes sejam tão descuidados e suscetíveis a um ataque desse tipo.

          1. O brasileiro em si é descuidado com segurança pois parte da premissa que:

            1 ) Se roubar, roubou. Não tem muito o que fazer.
            2) Se é conhecido ou próximo, ou alguém que tenha algum “caráter”, não vai abusar da boa vontade e por exemplo olhar o pc de alguém ou fofocar, dar uma de X9. (No Brasil, fofoca é mais valorizada do que o conteúdo da fofoca em si).

            Só mudando a cultura per si, só que aí tira uma característica estereotipada comum do país – de sermos um país aberto. Informação aberta significa de alguma forma tolerância a visitantes – não correríamos riscos ao um visitante vir e escutar uma fofoca de janela.

  3. Oi pessoal. Queria compartilhar com vocês como o Google vem me tratando recentemente. Eu ainda não sei o que pensar, mas estou procurando uma perspectiva – e alguns autores.

    Há cerca um mês, comecei a me preocupar mais com a minha privacidade. Naquela ideia de buscar maneiras de cuidar da minha saúde mental e dos meus dados. Não de hackers (não tenho o conhecimento pra isso), mas de empresas.

    Um desses cuidados foi, reduzir o máximo que posso, o uso de serviços que não respeitam a privacidade. E quando não posso evitá-los, buscar alguma forma de controlar (um pouco) como eles lidam com essa coleta.

    O Google tem diversas ferramentas que buscam minimizar a coleta de dados deles. Fiz uso delas e troquei a busca pelo DuckGoGo. Mas, como o meu smartphone é Android, eu não estava livre desse monitoramento. E isso me deixou curioso.

    Um dos serviços que sempre gostei foi o do assistente do Android que fica mostrando notícias. Ele sempre mostrava posts e vídeos que eu, realmente, me interessava (na maior parte do tempo). Ao longo dos anos foi aprendendo o que eu gostava e o que eu não gostava.

    Como estaria esse serviço, agora, que eu tirei quase tudo que permitiria uma personalização apurada do que ele me mostraria?

    Bem, passei esse tempo todo olhando mais de uma vez por dia os posts recomendados. A minha ideia era nunca neles, porque não queria dar pistas do que me interessaria ou não. Queria ver como o algorítmo se comportaria.

    E sabe como foi? Como um jornal daqueles bem sensacionalistas. Depois que “despersonalizei” a minha experiência com a Google, os posts e notícias que foram mostrados, tinham as seguintes temáticas:

    – Futebol
    – Notícias de acidentes com morte
    – Notícias de violência em geral
    – Fofoca de artistas (quem casou, quem brigou, quem gastou muito dinheiro em alguma coisa).
    – Fofoca da vida sexual de artistas
    – Fofoca das bundas famosas (do tipo “Menina Fantasma da pegadinha choca internet com foto do seu grande bumbum”)
    – Resumo de novela (nem tenho TV)
    – Horóscopo (Sou capricorniano, não acredito nisso)

    Só assuntos que eu nunca consumi. Mas, imagino (e ainda não tenho nenhuma base para concluir nada) o algoritmo deve estar me mostrando as notícias que ele imagina, funcionam com a maioria das pessoas.

    O engraçado é que, por algum motivo, ele parou de mostrar notícias sobre futebol na última semana. Mas intensificou notícias sobre resumos de novela.

    Alguém tem ideia do motivo dele fazer isso?

    1. como o google sabe onde vc está ele deve ver por geolocalização que boa parte das pessoas “próximas” de vc devem se interessar por esse assuntos, aí coloca pra vc tb;

      como está indo a sua vida longe do google? eu ainda não consegui me livrar do android, maps e google fotos, tirando isso troquei tudo, desde nuvem até email.

      1. Está indo muito bem. Eu não sei como sair do Android (tinha iPhone e achei horrível). Ainda estou com Gmail, por causa do trabalho, e não sei qual boa alternativa para o maps. Mas o resto tá funcionando bem. Acho que o Google não é a pior das coisas.

        Pra mim, o maior dos problemas é, naqueles casos, em que os dados são usados de forma que maltratam a saúde mental da pessoa. Abandonei as redes sociais. Quase todas. Do vício de Twitter ainda não me livrei.

      1. Acredito que sim, mas pessoalmente, acho mais vergonhoso do que a Bel Pesce. Ela inflou demais o que ela fez e tinha uma proposta mais ambiciosa, esse cara aí tem uma dívida de um erro básico de gestão financeira…é inacreditável até para padrão brasileiro de inacreditável.

    1. Pelo que entendi dessa treta, o apartamento da dívida é dos pais dele, que ele colocou no próprio nome.

      Bom, o nome do canal é Primo Rico. Não falaram nada sobre Tios Ricos, hehe.

    1. Eu estou com um Samsung Galaxy A9 2016 há exatos 1 ano e 6 meses e para o meu uso não trava em nada, pretendo ficar com ele por bastante tempo.

      1. Eu tenho receio pra caramba ainda com Samsung. Não gosto das customizações, e minhas experiências com a família J foram péssimas. Medo hahaha

    2. Mano, tô com um Moto G5 desde março/2017 (comprei no lançamento pq fui roubado), e só agora ele tá tendo umas travadas mais cabulosas.

      Nessa faixa de preço tem: Moto G7 Power, Moto G7 normal, Galaxy A20/M20/M30, Galaxy A30 (à vista), Zenfone 5 (à vista em alguns lugares). Eu mesmo quero substituir o meu e penso em escolher ou o Galaxy A30/M30, ou o G7 Power, ou quem sabe o Zenfone 5.

      Existem outras opções, o Redmi Note 7 por exemplo, é um excelente aparelho em relação ao preço. 3 pessoas que eu conheço compraram e não se arrependem nem um pouco. A questão negativa fica pra garantia, porque os Redmi que tem valor interessante não tem garantia. Já achei a versão de 4GB/64GB por 1200 à vista nas lojas de Fortaleza.

      Se tu tiver um insight, me ajuda aí também rs e só reforçando, o áudio do alto falante do Galaxy A30 é bem fraquinho, pelo que comentam na internet.

      1. Nossa, Motorola foi bem deprimente pra mim em relação a como o celular começa a travar após 1 ano e pouco de uso.

        Vale a pena comprar o Redmi Note 7 no mercado livre? Nunca achei nas lojas daqui.
        Auto-falante nem é problema, pra mim é performance e bateria. Se puder uma câmera razoável.

        1. Mano, acho que sim, se tu ver um preço bem legal (tipo 1100 + frete grátis na versão de 4GB/64GB) e o vendedor for Gold ou Platinum, vai firme.

          O Redmi Note 7 tem 4000Mah de bateria e um Snapdragon 660 (o mesmo do Zenfone 4 Pro), e uma câmera principal de 48Mp. Ela já é muito boa por padrão, se tu instalar a Google Camera, melhora bastante. Os testes com o modo noturno da GCam no Redmi Note 7 me surpreenderam pra caramba.

          Eu vi mais em cima que tu tem receio da Samsung, mas vê o Galaxy M30. Tem 5000Mah de bateria e o processador dele não é ruim pra faixa de preço. A tela dele é Amoled, não tem como achar ela ruim. Talvez saturada, mas não ruim.

      2. Opa, também de Fortaleza aqui. Eu também usei o G5 por um bom tempo, até que a bateria dele inchou a um ponto que o aparelho não fechava. Como também já estava apresentando uns travamentos, e meu pai tava gostando de usar o Mi A1 dele, decidi pegar o Mi A2. O aparelho tem rodado de boa aqui, mas vez por outra percebo uma engasgada no Firefox (quando eu usava Chrome, era frequente que os vídeos dos sites do Grupo Globo travassem PESADO, até que descobri que provavelmente isso tinha relação com a quantidade de cache que eles iam armazenando no aparelho).

        1. Massa, é bom saber que mais gente tem boa experiência com os smartphones da Xiaomi. Quem sabe eu escolha um. A bateria do meu Moto G5 ainda não inchou, mas preciso carregar todo santo dia.

          Acho que essa parte da travada no Firefox tem a ver que ele não é tão otimizado quanto o Chrome. Testa o Kiwi Browser, ele é mais rápido (usa a mesma engine do Chrome) e mais personalizável, e tem modo noturno em todos os sites.

          O meu problema pra trocar é o tamanho. Ando o tempo todo com o celular no bolso e já acho o G5 meio grande. Só o Moto G7 play que tem tamanho razoável pra mim. Tanto de corpo quanto de tela.

          Sou adepto do conceito que você precisa usar toda a área útil da tela com apenas uma mão.

    3. Falam muito bem do Zenfone M1 Pro, que tem Android puro. Saiu a notícia hoje que a versão M2 foi homologada aqui no Brasil.

      1. Eu vi essa belezura de aparelho por menos de 900 reais. Por esse valor é excelente!
        Tem Snapdragon 636 de processador, o mesmo do G7 plus, rs
        E ainda por cima 5000Mah de bateria.
        Quase comprei ele, mas quero saber se atualiza pro Android 10. Já tá confirmado o android 9.

    4. Amigo, bom dia.
      Conforme já falaram, recomendo fortemente o Redmi Note 7. Tenho um há alguns meses e o celular é muito bom.
      Coloquei a Nova Launcher nele (mais opções de personalização). Uma película de vidro boa e uma capinha boa também.
      A bateria é muito boa. Dura um bom tempo! Sistema fluído. Apenas vem com algumas propagandas em alguns apps, mas é fácil de tirar.
      Um amigo meu comprou um no Mercado Livre tem um mês, pagou 1038 reais. Melhor custo-benefício atual.

  4. Ideia de roteiro de propaganda de conscientização no trânsito que já venho pensando a anos:

    Um marronzinho em uma feira, onde a barraca tem talões de multa distribuídos como verduras.

    Marronzinho gritando como feirante:
    “OLHA A PROMOÇÃO DE MULTA!!! TODO MUNDO LEVA, NINGUÉM QUER PAGAR!!! TÁ FRESQUINHA MINHA GENTE!!!”

    Narrador em off:

    “Se quiséssemos fabricar multas pra vender, estaríamos assim. E o que queremos é vocês apenas respeitassem o código de trânsito. – Respeite as leis de trânsito.”

    (PS1: se vocês verem alguém gritando assim como na suposta propaganda, sou eu)
    (PS2: Eu tinha twittado isso e não vi repercussão, vamos ver se tem por aqui…)

    —-

    Se algo que tenho agonia é ver anúncio de carro escrito “SÓ PRA RODAR”.
    Penso o quão isso não é discutido…

    1. Meu querido, eu tenho ódio mortal dessa história de indústria da multa.
      O que não falta é reportagem, principalmente em rádio, mostrando que há estudos que apresentam o quanto essa premissa é errada.

      A maioria dos safado que usam essa alegação são em sua maioria babacas que foram pegos fazendo algo de errado (maioria das vezes andando acima da velocidade) e veem com essa coisa.

      “ah, mas sempre ten algum ‘agente da lei’ que age de forma incorreta”, dirá alguém.
      FODA-SE! (mal o palavra do, @ghedin)

      Isso não significa que seja sistêmico. Não é. Só você que desrespeita alguma legislação de forma sistema.

      Dito isso tudo acharia SENSACIONAL esse tipo de abordagem. E nesse mundo de “falar a verdade a qualquer custo” acredito que levantaria bem ssa questão.

      1. Cara, sei lá. Na minha cidade, há alguns anos, estourou um escândalo onde os agentes da empresa de tráfego tinham metas mensais a cumprir, com vários bônus (folgas) a quem se destacasse. O escândalo foi tamanho que os agentes da empresa foram, posteriormente, proibidos de aplicar multas.

        1. É obvio que há de fato questões de corrupção política quanto a implantação de radares e fiscalização de trânsito. Isso é corrupção, mas dado que hoje é notório que quem votou no salnorabo não tá nem aí para uma definição de corrupção que atinja quem o agrada, não adianta discutir sobre.

          O problema, ao meu ver, é pensar que não multar vai acabar com as infrações, ou melhor, com os erros alheios.

          Não sou um fã de ir atrás de estatísticas, mas há um notório aumento de acidentes nos últimos tempos por causa desta visão de que hoje não tem mais fiscalização como antes.

          Preciso a propósito estudar o conceito do “guarda na esquina”, pois alguns usam como termo relativo a fiscalização abusiva, mas outros também usam para a questão do fato que se teoriza que se em qualquer lugar há uma fiscalização, então o risco de cometer erros é menor.

      1. Sim, é o termo para fiscal de trânsito, por causa do uniforme (agora amarelo).

      2. só o ligeiro ainda chama os caras assim… eles já nem usam marrom. agora é tudo uniforme encomendando por um estilista preferido do Doria (qdo era prefake).
        eu chamo os cara de CET.
        tb os chamo de agentes da indústria da multa, pq o q q tem passar no vermelho de vez em qdo e fazer rachinha qdo não tem muito carro na pista?
        tem q acabar com radar, fiscal e lombada.

    2. Dirijo há mais de 5 anos e até hoje levei apenas uma multa (atravessei um sinal vermelho num domingo a noite a 4km/h num cruzamento com fotossensor).

      É QUE TÃO TIRANDO O PRAZER DE DIRIGIR DO CIDADÃO DE BEM /ironic

      1. Já falei outras vezes: perdi uma moto por causa de documento atrasado.

        E no final não culpei o “sistema”.

    1. Levando em conta que essa palavra vem do verbo “to hack”, que é cortar (de modo irregular)/modificar, o mais correto seria o “cortador” ou “modificador” de sistemas.

      Como língua é algo vivo e que se modifica, principalmente via internet, a convenção é que hacker, hoje, é aquela pessoa que mexe no sistema, que faz ele operar de modo promíscuo ou de modo diferente ao qual foi originalmente codificado.

      Agora, se você quer uma tradução direta (uma palavra designando essa pessoa), sinto informar que não tem. Se eu tivesse que traduzir seria o “fuçador” num contexto informal ou o “modificador” num contesto formal.

      1. Isso.

        Hacks são modificações, as vezes “corrupções” (quando falamos de “cracks”).

        Hack é corte, é corromper, é modificar.

      2. o interessante é que tanto o sentido original quanto as transformações semânticas pelas quais a palavra foi passando convergem em um velho conhecido dos brasileiros: o jeitinho

        seja o jeitinho para fazer coisas funcionarem em situações adversas (a brasilianíssima “gambiarra”), seja o jeitinho que faz as coisas funcionarem ultrapassando os limites de público e privado

        :)

        1. O “jeitinho” no BR é mais visto de forma negativa do que positiva. É associado ao fato da pessoa ganhar vantagem em cima da outra a partir de um ponto aproveitado, muitas vezes “bobo” este ponto, como uma fila furada ou ignorância de lei ou fiscalização.

          É diferente do conceito original do hacking, que seria teoricamente algo criado para a comunidade, não apenas para si mesmo.

        1. Ei, seu guarda! Cê viu um rachador por aí?

          PRRRRRRRRRRRRRRRLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL!!! FÚ-FÚ!

  5. Ghedin, sobre o layout novo, me ocorreu algo enquanto lia o texto sobre os réquers moro etc.

    “Nunca houve tamanha preocupação com segurança digital no Brasil como agora”

    Sei que tem as tags no campo de exploração do site, mas Ghedin, não seria interessante juntar os textos (principalmente os que são estilo manuais) sobre segurança e privacidade digital em algum lugar da home do site para que ficasse mais fácil para um público maior?

    1. O melhor e mais recente material que tenho sobre o tema está concentrado em uma matéria, esta aqui.

      É um projeto antigo quebrá-la em posts menores e especializados, porém falta tempo. Um dia, quem sabe? :)

  6. Resolvi testar o Spotify Lite no meu celular, porque afinal ele está prestes a fazer 5 anos e já anda bem lento. Além disso, estava tendo problemas com o Spotify tradicional: o recorrente bug da música parar de tocar com 6 ou 9s, as constantes mudanças de interface para pior, perder os downloads, a inclusão de videoclipes e outras firulas etc.

    Pois bem… passei 2 ou 3 semanas (talvez até mais) com o Lite e desisti. A interface mais simples acaba por ser pior por motivos bizarros: quando o celular está bloqueado, não existe opção de voltar a música. Na verdade é até pior: se quando bloqueado o botão de retroceder não aparece, quando ele aparece não funciona por completo: ele sempre volta para a música anterior; ele não volta para o começo da música caso esta tenha tocado por mais de 5/10s.

    Não existe a opção de buscar uma playlist sua por nome. Não existe filtragem dentro das playlists também. Pelo que entendi, não dá para configurar em separado a qualidade do streaming e a qualidade dos downloads.

    Enfim, achei um desastre. Além disso ele demora para carregar as artes dos álbuns e também para a fazer a mudança de arte quando você avança de música.

    Nota 4/10

    1. pensei em instalar para economizar dados, mas nem vou;

      curiosidade: qual seu celular e pq está a tanto tempo com ele?

      1. moto maxx

        ele ainda atende o meu uso, pq trabalho maior parte do tempo em casa
        nessa bf devo trocar por um galaxy ou outra coisa motorola

    2. Fiz o teste no meu aparelho, e tá mais rápido que antes. É um Moto G5 comum.
      A falta do botão de retroceder irrita bastante, e também não funciona direito.
      Não sabia do problema da busca de playlists, terei que testar.

      Quanto a qualidade do streaming e dos downloads, no meu caso não vejo problema, já que meu celular tem uma saída P2 mediana e o fone que eu uso não é referência em nada, então mal dá pra sentir a diferença do ultra pro alto. Uso na qualidade “normal”, só fica ruim em bandas como Angra, Dragonforce, etc.
      Quanto as artes dos álbums, não parei pra notar se demora pra carregar.

      Eu sinceramente nunca fiz uso intenso do app, então não me atentei aos pontos negativos.

      Nota 6/10 – Se resolverem as coisas que tu citou, subo a nota depois rs

    3. o spotify está me irritando muito com esse lance de querer monitorar o meu humor pra vender propaganda… eu sou assinante e isso deveria bastar. mas não… tem q arrancar até a última gota.

    4. Tentei usar por uns dias, mas desisti. Chegou um certo momento que o botão de play parou de funcionar completamente. Fora que o consumo de memória e espaço não foi nem tão grande pra versão completa…

  7. Revi Evangelion na Netflix. A série inteira e o The end of, que refaz os dois últimos episódios com orçamento e sem viagens lisérgicas.

    A história é muito maluca e, em certa medida, confusa (nunca entendi completamente). Há um aspecto, porém, que já havia chamado a atenção na primeira vez que assisti à série, há uns 15 anos, e que se repetiu desta vez: a deterioração da atmosfera ao longo dos episódios.

    A série começa em uma crescente de bom humor que, acho eu, atinge o ápice no episódio da batalha contra o anjo em alto mar (salvo engano quando a Asuka surge). Ali a série se parece quase com uma trama adolescente permeada por batalhas com robôs gigantes bem maniqueísta em que o “bem” sempre vence: as crianças saindo em uma viagem de campo em um dia ensolarado e tudo mais. Mas depois… o enredo mergulha numa deprê que só acaba, de modo magistral, na última — e antológica — cena do The end of (que não detalharei pois spoiler).

    Alguém mais viu? O que acha da série?

    1. Assisti quando ela era “pirateada” na Rede Brasil, acho que fazem uns 7 ou 8 anos. Os OVAs do The End foram nessa época, também.

      A animação por si só é uma obra de arte e merece todo tipo de elogio. o enredo idem, mais pela sua densidade e riqueza. A história fica mais confusa e bizarra a cada episódio que passa, mas continua te prendendo de uma forma que poucas séries, em geral, conseguem fazer.

      Agora sobre o final, deixaram a coisa tão confusa que tiveram que refazê-lo mais duas vezes (tem uma terceira série de Evangelion que meio que reboota a história; a última parte sai ano que vem), e as duas continuaram bisonhas.

      O final do The End me marcou demais até hoje, com um misto de raiva e incredulidade. Deixando de lado as discussões sobre a simbologia dele, foi a primeira vez que vi um “Bad Ending” num anime.

      Uma curiosidade: Digimon Tamers, a terceira temporada da franquia, foi escrita por um dos roteiristas de Evangelion. É perceptível a atmosfera mais pesada e enredo bem mais sério que nas outras temporadas, justamente por influência disso.

      Outra série que você percebe que bebeu demais da água da Evangelion é Attack on Titan. Desde o protagonista insuportável com problemas mentais, até a trama densa e confusa e os bichões gigantes cercados de mistério. Assim como Evangelion, vale muito a pena assistir (recomendo o mangá, também).

        1. O final alternativo se soma ao da série original, não substitui ele. O da série mostra o final na cabeça do Shinji. Foi feito com restrições de orçamento e outros problemas, daí saiu… aquilo. O filme The end of Evangelion (tem na Netflix também) é uma visão “de fora” dos eventos dos dois últimos episódios — conta o mesmo final, mas por outro ponto de vista. Tem outro filme lá, o Death (True)2, mas esse acho que nem vale o tempo gasto porque é a série condensada em um longa e uns pedaços do The end of….

          Ano que vem deve sair o último dos quatro filmes do Rebuild of Evangelion, que reconta a série original. Só vi os dois primeiros. Achei que seria apenas a mesma história só que em alta definição, mas é uma piração bem diferente. Estou esperando sair o último para ver todos na sequência.

          1. @ghedin

            Sim, digo que era um vídeo do Crunchyroll bem legal que pega o conceito de que “Evangelion é um mundo em eterno loop”, pega todas as relações da série com produtos da franquia (como outras séries e jogos) e faz uma correlação entre todos. E em todos eles há alguns pontos e personagens em comum, e um foco em uma atitude comum em todos os pontos da franquia.

            De fato, o final principal é o 25-26 originais da TV, e o End of Evangelion como complemento ao final. E claro, o mangá (na verdade meu final favorito, dado que o Sadamoto apara as arestas dos conflitos e deixa um pouco mais claro sobre tudo.

      1. Vi a primeira temporada de Attack on Titan e fiquei com mixed feelings

        Será que insisto?

        1. Vai sem medo, a série só melhora.

          Até uma parte do mangá que é super maçante (muita política e pouca porrada) foi “arrumada” no anime e ficou bem interessante.

          1. exatamente

            único anime que tem bastante política e amei foi Huter x Hunter, é simplesmente incrível.

        2. insiste sim, eu acho sensacional, e ano que vem ou no seguinte vem a última temporada, pois o mangá acaba ano que vem

          1. vi pela manhã agora

            to no 5 da segunda temp

            ah cara, só desgraça

            n dá nem pre gostar dum personagem, pq vai ver desgraça

    2. Pelo que li por aí, tem a ver com corte de orçamentos e a depressão do autor, se não me engano

      Parece que The end of Evangelion foi um fan service pela reação ruim do público com o final original.

      Eu gosto muito da música de abertura, gosto muito da direção de arte (as cores, as formas dos montros e dos Evas, as Parafernalhas tec etc) e gosto muito da releitura (vou chamar assim) de anjos

      N gosto, porém, de nenhum final

      1. toda a arte da animação é realmente impressionante. até a parte final sem orçamento os caras fizeram algo da hora.
        mas é de uma perturbação incrível. um alterego fodido, sinceramente, para além da depressão.
        eu não sei qual foi a classificação da série do japão dos anos 90, mas a temática era pesada demais pra crianças, com certeza.
        e tem o mito tb de achar q se está diante de uma arte melhor qdo ela vem de um artista perturbado. se o autor tivesse se suicidado, então, nossa, seria uma obra máxima, tipo sylvia plath, kurt coiban etc

    3. Gosto bastante de Evangelion.

      Quando a progressão da atmosfera que você ressaltou, é resultado da produção-exibição e também da saúde mental do autor: A produtora teve problemas com a audiência infantil. Primeiro que comparado outras produções Evangelion não chamou atenção da garotada. Isso também foi influenciado pelo fato de , na época, ser impossível produzir brinquedos dos Eva devido ao seu design magro. Isso diminuiu a possibilidade de capitalizar na IP.
      Pra contornar essa situação a série foi empurrada para a noite japonesa, um horário de TV que na época era menos nobre. A série agradou ao publico mais velho e garantiu financiamento até o episódio 20 (mais ou menos). Porém o financiamento cessou a dois episódios do fim da série. Sem ter de prestar contas a mais ninguém a produção utilizou de diversos recursos de animação para poder entregar os episódios que mal tinham dinheiro pra animação.

      Esses perrengues com o financiamento agravaram o estado depressivo do autor. Isso também se refletiu na série.

      Tudo isso aparece no podcast JWave sobre a série. Não coloco o link pq estou no trabalho.

    4. vi com uma expectativa muita alta e achei decepcionante de um modo geral.
      os desenhos da animação são BEM legais, mas, até aí, não é algo exclusivo.
      vi um vídeo do ‘meteoro’ sobre anime e pintaram como uma obra máxima e, sinceramente, é até uma metáfora sofisticada para a depressão, mas no geral, as discussões filosóficas ficam perdidas em meio a confusão dos personagens com suas vidas.
      a forma coma as mulheres são retratadas tb serviram para dar vazão aos fetiches do autor. elas sempre ganham closes e ângulos sexualizados (as jovens e as adultas).
      a relação da ren com o pai do herói é nitidamente uma relação ao estilo lolita.
      o anime é interessante, mas é tb uma maçaroca e pode receber toda sorte de opinião, pq abrange um espectro muito grande de sentimentos – não só a depressão – como a competição, relacionamento, suicidio, traumas infantis, militarismo…
      depois de vê-la não deu vontade de ver os longas, mas os verei pra ver se pesco mais alguma da história.

      1. Juro que li “Rei com o pai” e ignorei o herói. Sugeri uma coisa ao Ghedin, pega lá pra tu ver também que acho que tu vai curtir.

          1. Sim, é.

            Como sugeri, da uma olhada nos vídeos do leo kitsune que ele fala bem sobre isso. sinto que tu vai adorar.

            Mando um spoiler sobre o que a rei é na verdade ou fico quieto?

          2. No The End Of…, é explicado mais pro final o comportamento do Gendo com a Rei. Ele tem MUITO mais interesses obscuros por trás dela do que é mostrado na série original (nenhum sexual, relaxa).

        1. Pra mim, o Shinji é o verdadeiro vilão da história. O final do The End reforça mais ainda a minha tese.

          Cara, que raiva eu tenho desse moleque. Poucas vezes me irritei tanto com um protagonista de anime. E olha que assisti religiosamente o Seiya apanhando igual boneco de pano em todas as sagas de CDZ e me irritei menos.

          1. Oloco, o Shinji é só uma criança órfã de mãe e com um pai negligente e que cai de paraquedas em um negócio aterrorizante e potencialmente fatal em uma das fases mais complicadas da vida de qualquer pessoa. Eu o vejo muito mais como vítima da situação toda do que como vilão. O final do The end of…, com a escolha que ele faz entre todas as possíveis, ressalta isso: que ele é só uma criança assustada e brutalmente ferida.

          2. “o ghedin acha q o shinji é vítima da sociedade… ”
            “poxa, na idade dele eu já trabalhava na roça…”

            o japão do futuro tinha EVA, mas nós sempre teremos o ECA!

          3. Shinji não é exatamente nem o vilão, nem o herói. Acaba sendo obviamente o centro da história e a conexão de todos os personagens.

            Todo mundo se irrita com ele por causa da personalidade dele, mas a história é justamente sobre a luta em cima desta personalidade. Galera espera muito proatividade heroica, mas ignora que para isso o ser humano deve estar com todos os conceitos e preparado para isso.

            A mãe do Shinji é a p**ra do robô (e Shinji vê eles se fundirem, apesar de não entender porcaria nenhuma da situação…).
            O pai é um louco para fazer ciência (e depois tirar a mãe do Shinji do robô) e trata mal o filho pra caraca.
            A Rei é uma clone da mãe do Shinji com alma de Evangelion.
            O cara que é “vilão” contra ele se apaixona por ele.

            Véio, vai querer o quê? Qualquer um enlouquece…

          4. oi, pierre. respondo aqui por conta do limite de resposta, mas o ligeiro mandou um vídeo sobre a série e o cara fala q no filme ‘the end…’ há uma cena q ele entende (eu não vi ainda) como uma violência sexual do pai do shinji com rei. essa relação dos dois, eu acho inspirada em lolita (de um jeito bem louco), fica clara desde o início com o interesse da rei pela figura paterna do pai shinji… a tensão sexual no evangelion é permanente.

            https://youtu.be/YaADn1uec4E?t=2117

      2. a forma coma as mulheres são retratadas tb serviram para dar vazão aos fetiches do autor. elas sempre ganham closes e ângulos sexualizados (as jovens e as adultas).

        Sim, mas acho que isso dialoga com a dificuldade do Shinji em se sentir querido e a atração que ele sente, mas se envergonha de manifestar, por elas. Na série, ele tem apenas 15 anos. Eu com essa idade também era absurdamente inseguro com mulheres e tenho comigo (obviamente posso estar equivocado) que o autor insere as mulheres na história dessa forma devido a como o Shinji as enxerga. Note, também, que apesar dos closes e ângulos sexualizados, todas elas são mulheres fortes e decisivas.

        E veja sim o The end of… Ainda vai te deixar com muitas minhocas na cabeça, mas é um final mais redondo e satisfatório que o da série e a qualidade da animação é visivelmente superior.

        1. se fosse só nas cenas com o shinji, ok. mas não é o caso. acontece durante vários momentos e com vários personagens. se fossem entre adultos, até q tudo bem (como é o caso da cena de sexo não exibida e só sugerida entre o misato e kali), apesar da audiência ser tb formada por crianças – não sei exatamente quais eram essas restrições de conteúdo no japão dos anos 90, mas acho q crianças tb viam. é compreensível a abordagem da puberdade entre os jovens (apesar de no japão em animes e mangás a coisa ser muito louca) q são colocados, ainda com mentalidade infantil, em situações de perigo etc etc etc. closes e ângulos sexualizados em mulheres fortes e decisivas podem ser apenas fetiche por mulheres fortes e decisivas. não deixaria de ser um fetiche, contudo.

          mas as cenas com as mulheres poderiam ser tb apelo comercial, pra fisgar o público jovem masculino e só depois vir com a parte mais substanciosa dos questionamentos supostamente (tudo é suposto agora) filosófico… não sei, pra mim não colou e deixar isso de fora qdo se vê algo assim é complicado.

          verei a outra parte. pq qdo vi o final, realmente, não tava mais interessante e já não tava sacando mais nada…

      3. “abrange um espectro muito grande de sentimentos – não só a depressão – como a competição, relacionamento, suicidio, traumas infantis, militarismo…”

        esse é um dos motivos da série ser tão importante. até então não havia algo tão popular que abordasse essas coisas. animes não eram tão profundos.

          1. Faz muito tempo que vi Akira. Acho que a pira lá é mais superficial que a de Evangelion no campo psicológico. Enquanto nesse a “história real” (dos robôs gigantes/planos da NERV) serve quase como de pano de fundo para abordar o psicológico das personagens, em Akira o conflito principal recai na porradaria pura e simples entre o rapaz que adquire poderes telecinéticos e as autoridades que querem contê-lo.

            Não acompanho muito animes. Dos poucos que vi, Evangelion é um dos que mais avançam no psicológico. Chega a ser surpreendente que isso aconteça em um desenho com uma estética sofisticada e que dispõe de robôs tão legais — e talvez aí resida, também, parte da admiração: podiam ter usado esse material bruto para fazer apenas mais um desenho de robô gigante que esbofeteia monstros, mas não.

            Outros dois de que gosto muito são Ghost in the shell e Cowboy Bebop.

          2. @ghedin e montarroios

            Li dias atrás o mangá que a Editora Globo trouxe.

            É uma história tipo “Matrix” – pós apocalíptica, com personagens que tem que sair de situações impostas por outros.

            Não é algo psicológico, mas também mexe um pouco com conceitos de relacionamento e situações políticas – crianças alvo de experimentos virando “monstros”, não é qualquer coisa…

      1. opa! obrigadop pela dica. só consegui ver agora. estou vendo a sequência de vídeos.
        ainda bem q ele voltou e trouxe de volta essas discussões todas.
        as impressões q eu tenho da série esbarram nas minhas referências e isso, claro, vai varia de pessoa pra pessoa.
        do universo japonês eu sei bem pouco.
        evangelion é, sim, interessantíssimo, mas há muito entusiasmo em volta e isso atrapalha um pouco.

      2. gostaria de ver o christian dunker, sabe?, falando desse anime. aí eu acho teríamos uma análise mais ‘tranquila’, pq há muito, ou essencialmente, de psicanálise no ‘evangelion’.

      3. Valei por ver.

        Joguei no Google sobre “Evangelion e psicológia” e deu uns estudos que preciso ver…

    5. Já assisti umas duas vezes e a série é sensacional.
      Veja os materiais e discussões por fora, nas wikis. Vai entender melhor o que não fica explicito.

    6. Eu revi também!
      E gostei muito do que vi. A profundidade e as várias camadas…..coisas que talvez eu nem tenha percebido pela imaturidade de anos atrás (eu devo ter visto lá para 98, 99… e não tinha visto os filmes, só o seriado original com o final mais maluco LSD baixo orçamento de que se tem notícia)

      Pelo que li o autor sofreu depressão e colocou suas sensações no desenho (anime, sorry) e o final, vendo hoje, é completamente diferente.

      Já o “The End” de certa forma me lembra muito a Hipótese de Gaia… Eu pessoalmente gosto de maluquices do gênero. Mas entendo que muita gente não tenha curtido…

      Mas foi muito bom rever e o seriado está incrivelmente atual com seus temas. Envelheceu bem e isso é um ótimo sinal de qualidade.

      PS! Uma coisa que gosto demais da paixão do desenho por Renault’s Alpines! (A310 da Misato e o A110 que aparece no poster da casa dela – que inclusive muda para um Porsche 928 em outra cena)

  8. qual joguinho vcs tem gastado bastante tempo? voltei a jogar 8 ball poll e jogo todo dia.

    qual o vício de vcs?

    1. Stardew Valley e emuladores. Comprei até um gamepad que “abraça” o celular e fica parecido com o Nintendo Switch, tamanho é meu vício.

      1. Stardew Valley é muito bom? sempre vejo o pessoal elogiando, mas achei carinho.

        e também comprei um gamepad há um ano, tb para jogar emulador, hoje em dia quase não uso, mas sempre penso em voltar a jogar.

        1. Stardew Valley (joguei apenas para PC) é MUITO bom: a história é bem simples, porém a atmosfera é absurdamente imersiva. Fora que para a galera da minha idade, tem um gostinho de nostalgia. Eu recomendo o uso de um controle, que deixa o jogo mais fluído.

        2. Sou meio suspeito pra falar, por ser fã de Harvest Moon desde criança, mas Stardew vale cada centavo. É o sucessor espiritual que todo fã merece, tem muita coisa pra fazer e total liberdade pra fazer nesse jogo. Sem falar de ser incrivelmente relaxante cuidar da sua fazenda virtual.

          Tenho 400h jogadas nele na Steam e paguei R$39,90. Quando lançou pra Android, paguei os R$18 no momento do lançamento. Devo ter mais umas 200 jogadas nessa versão.

          E, sobre o gamepad, eu tinha comprado aqueles que parecem controle de console, mas a falta de portabilidade acabou me afastando. Esse ano comprei o Ipega Red Knight, que é telescópico e cabe no bolso de boas. Virou meu companheiro inseparável no carro, banheiro e em qualquer fila.

          1. Eu adorei Stardew Valley, viciei. Jogava no almoço todo dia.

            Até que um dia eu simplesmente não quis mais. Foi muito repentino.

        3. Stardew Valley é fantástico, comprei com um certo receio, como você, pelo preço, mas valeu cada centavo, eu costumo escolher jogos com alguma história, pra chegar ao fim e passar pra frente, mas em Stardew Valley eu joguei quase 100h no PC e só parei quando os dias pareciam muito curtos pra tudo o que eu tinha na minha fazenda (isso me incomodou enquanto eu jogava) depois disso joguei mais 50h no celular, pelo touch mesmo, particularmente, quando tentei usar gamepad preferi o touch/mouse+teclado.

        4. gostei bastante de sv também

          mas acabei enjoando depois de um booooom tempo

        5. Passando aqui para engrossar o caldo: Stardew Valley talvez seja o melhor jogo já feito desde Super Mario World. Muito bom!

          Mas o jogo que mais passei tempo jogando, de acordo com a steam, é Cities Skylines. Se você gostava de SimCity, vai gostar dele também.

          1. quanta polêmica nesse primeiro parágrafo

            tenho vontade de jogar cities skylines, mas tb tenho medo de me viciar

        6. Joguei muito Harvest Moon na adolescência e, depois de ler críticas entusiasmadas como esta, acabei comprando Stardew Valley. Mentiria se te dissesse que joguei muito. O jogo é visivelmente bem feito, a atenção aos detalhes é magnífica, mas… sei lá. Não me fisgou.

          1. Idem aqui. Gastei acho que R$ 18, comecei a jogar mas vi que não me cativou. Consegui pedir reembolso na Play Store.

          2. O que percebo que afasta bastante gente inicialmente é que o jogo te apresenta várias coisas pra fazer, e muita gente se sente pressionado a fazer tudo, sendo que a moral do jogo é ir pra fazenda justamente pra desestressar.

            É legal ir construindo a fazendinha e colocando pequenos objetivos pra si mesmo; O meu geralmente é automatizar toda a plantação da fazenda (com os irrigadores).

            Joguei umas 50h no PC e umas 50h no Switch, mas admito que nunca passei do segundo ano. Agora, jogar no celular é uma desgraça, tu passa mais tempo tentando se adequar aos controles do que imerso no jogo.

    2. Não tenho vício (é uma palavra pesada, né?), mas um que eu sempre jogo, ainda que apenas com duas pessoas, é o Letterpress.

      Recentemente voltei a jogar Left 4 Dead com amigos da faculdade.

      1. L4D não envelhece. liguei o Xbox 360 dia desses só para relembrar e continua bem divertido

      2. Aqui perto do trampo tem um restaurante de “comida saudável” chamado “Verde Vício”. Acho maior pilha errada.

    3. O único jogo que eu jogo é Path of Exile. Um jogo grátis de uma publisher da Nova Zelândia que tem uma pegada que relembra Diablo 2.

      Acho que, juntando Steam e a conta do próprio jogo, devo ter ~700 horas.

          1. Proust Funk: a história de um funkeiro que sentou no bar pra comer uma coxinha e só tinha madeleines. Esse episódio o fez rememorar todos os momentos da vida onde ele precisou fazer escolhas as quais ele não tinha controle.

            O jogador vai controlar o personagem nessas escolhas, sem save game para retroceder na história (apenas guardando o progresso), e deve conseguir arrumar o passado do protagonista para que, no dia atual, ele tenha coxinha no bar pra comer.

    4. Eu jogo apenas no celular de forma bem casual.
      A partir disso jogo muito o PES, jma partida e pronto.
      Mas tenho meus joguinhos mais casuais ainda que são Pinball e Air Control.

      1. Pra quem joga no celular e gosta de jogos de puzzle eu indico o Mini Metro.

        A premissa é controlar linhas de metro (o jogo é bem minimalista) que precisam passar por diversos tipos de estações (identificadas por formas geométricas), cruzar rios etc. Você ganha bônus semanais (semanas do jogo) como carros extras, linhas extras e tuneis. Com o tempo vai ficando cada vez mais complicado fazer os “passageiros” conseguirem se deslocar de um lado pro outro (as estações tem um X de passageiros que podem ficar esperando, quando esse número chega no fim, você perde o jogo).

        Tem também um modo “história” onde você joga nos metrôs famosos do mundo (Londres, Paris, SP etc).

        Parece chato falando assim, mas é bem divertido.

          1. Sim! Sempre começo assim quando vou indicar o jogo =P

            Eu escrevi, uns anos atrás, pra uma revista de Passo Fundo uma longa resenha do jogo, quando ainda era beta e não tinha versão Android ou mesmo o sistema de desafios dos grandes metrôs do mundo. Pra mim é um dos melhores indies dos últimos 5 anos, de longe. É o único jogo, junto com Horizon Chase da Aquiris, que eu paguei pra ter completo no Android e no PC.

    5. Baixei o Emulador de Game Boy pra jogar Pokemon Fire Red, mas cheguei a conclusão que não tenho mais paciência.

      Ando jogando Pokémon Go, porém hj recebi uma multa. Acho que deve ter alguma correlação.

      1. Jota, compartilho o mesmo sentimento. Quanto tinha 14-17, finalizei Pokemon Ruby, Crystal, Leaf Green e cheguei a jogar um pouquinho do Diamond, mas esse último não gostei. Todos via emulador. Inventei de baixar o Emerald (Ruby + Sapphire juntos + batalha da fronteira) no começo desse ano.

        Não aguentei uma semana.

        Mesmo usando detonado, e todas as dicas pra evoluir os Pokemons bem rápido, no final eu perdi a paciência.

        Se tem algo que eu quero jogar de novo, é a série Megaman Zero. Ela segue a linha do tempo logo depois do Megaman X5, quando o Zero “morre” e só fica o X pra proteger a terra. Os gráficos são ruins pra hoje, mas a história é bem melhor explicada do que a série X e o gameplay continua afiado.

        1. Megaman Zero é a obra prima da série X, que sempre patinou na parte de roteiro.

          Sobre os gráficos, eu discordo. Eles continuam até bonitos e dinâmicos, o que resulta num gameplay quase atemporal como um SoTN da vida, na minha opinião.

          Recomendo o Megaman Zero Collection, pra DS, pra matar a saudade.

          PS: Ainda mantenho a esperança de ver um “Megaman X: The Elf Wars” antes de morrer. Essa história TEM que ser contada!

          1. Massa, os gráficos dessa versão de DS devem estar ainda melhores!
            Vou jogar nessa última semana de férias, antes das aulas recomeçarem.

            E se a Capcom fosse ambiciosa mesmo, fazia esse jogo que conta a criação dos cyber-elfs, o surgimento do Weil, as Elf-wars… Combinado a um remaster dos jogos Megaman Zero, é compra certa!

        2. Cara, Mega Man Zero é bom demais. Acho legal não só pela história, melhorzinha que “vamos derrotar o Sigma de novo”, mas pela jogabilidade implementada, com novas habilidades.

          E aproveitando que tocou em Mega Man, um novo jogo (baseado na série X) foi anunciado para Android, previsto pra ser lançado ainda em 2019. Estou bem ansioso por esse.

          1. Concordo. Tudo foi muito melhor trabalhado, o jogo é dinâmico, os combates rápidos e precisos, as novas habilidades são interessantes (menos o escudo) e a história é impecável!

            Sobre o novo Megaman X, a Capcom provou que consegue fazer um bom jogo sem o Inafune (com Megaman 11). Depois dos vacilos com Megaman X6, X7 e X8 (na minha opinião, poderiam ter feito o link com a série de GBA), esse último ficou bom.

            A minha raiva com a série clássica é só a história que anda a passo de lesma. Um dia vão ter que fazer o link com a série X.

    6. Atualmente nada, ocasionalmente um BoTW ali e acolá…

      Em breve será Mario Maker 2
      Não vejo a hora

    7. Primeira vez jogando os clássicos Baldur’s Gate 2 e Castlevania Symphony of the Night.

      BG2 é um negócio que comecei bem desprentensiosamente (nunca tinha tido boas experiências com RPGs que não fossem JRPGs) e, quando fui ver no Steam, já tinha dedicado dezenas de horas ao jogo sem nem perceber. Me parece que SotN é o típico jogo que dá raiva em cima de raiva, mas quando a gente acerta se mostra muito recompensador.

    8. Steam me deu desconto de 75% no Civilization VI. não tinha como não.

      Civ é a série de games na qual mais gastei tempo de vida, fácil fácil.

    9. Nos últimos dias eu tenho jogado Zelda – Oracle of Seasons/Ages no 3DS. Me desafiei a finalizar esses dois jogos sem ajuda de guias on-line, tem sido bem divertido.

        1. Joguinho de mini-golfe, uma chance, uma tacada.

          Tem bônus e modo “faça sua pista”.

          Simples, elegante e tem seus desafios.

    10. Eu tive minha época de AoE2, WoW, Battlefield 2, Swat4…., mas faz tempo que não jogo nada. Estou até querendo vender meu PS3

    11. A constante na minha vida tem sido o Overwatch, jogo religiosamente todos os dias nem que seja uma única partida rápida. Nos fins de semana que tenho mais tempo livre (e disposição para jogar) tenho me dividido entre: a) Super Mario Odyssey, bastante divertido e minha primeira experiência com o recém comprado Switch, tem me rendido mais diversão do que eu imaginei que teria; e, b) Bloodstained: Ritual of the Night, uma espécie de sucessor espiritual do Castlevania – Symphony of the Night, o jogo tem alguns problemas de performasse (jogo no PC), mas soube beber da fonte com perfeição, diria que é mandatório para qualquer fã do gênero.

      1. Jogava Overwatch desde o início na conta do meu irmão rs. Foi muito legal ver a comunidade crescer, era incrível jogar usando o microfone, combinar estratégias, preparar ataques, etc, ainda mais com gente desconhecida. Comprei o meu no final de 2017.
        Quando eu parei tava um porre jogar. Time desequilibrado, palavrões, falta de estratégia etc. O mesmo problema de sempre.
        A comunidade melhorou esse ano?

    12. Minha relação com os jogos anda meio estranha, sempre gostei de jogar desde criança mas ultimamente perdi o interesse completamente, nenhum jogo consegue prender minha atenção por muito tempo, jogo um pouquinho e já enjôo, além disso sinto que estou gastando tempo atoa mesmo os jogos sendo um entretenimento e sinto que consigo tirar mais proveito de outras mídias, tipo filmes. Acabei migrando para outros tipos de jogos mais tradicionais, como poker e estou iniciando no xadrez. Bem lá no fundo ainda sinto aquela vontade de jogar mas falta encontrar o jogo ideal, que consiga me prender e tirar essa sensação que estou jogando meu tempo no lixo.

    13. Fifa e Rocket League sempre que tenho companhia para tal. O que me pega de jeito é Picross, mas eu já zerei 12 dos 13 a que tenho acesso.

    14. Cultist Simulator. O jogo é o que diz no nome, saiu ano passado pra PC (já tem três DLCs) e esse ano lançaram pra celular. O jogo é bem difícil no começo principalmente porque não tem tutorial e é focado bastante em experimentação, com um gameplay bem diferente de cartas. É um jogo pra quem gosta de ler e tem paciência pra tentar descobrir a história aos poucos e encontrar os vários finais.

      https://play.google.com/store/apps/details?id=com.playdigious.cultist

      http://weatherfactory.biz/cultist-simulator/ (tem no steam e no gig)

    15. Comprei um 2DS mês passado (sempre procuro comprar consoles quando já terminou ou está no final do seu ciclo de vida). Tenho me divertido bastante com:
      -Castlevania: Dawn of Sorrow – já tinha começado a emular no Drastic no Android, mas jogar no console é bem melhor. Acho que esse foi o último Castlevania 2D, e sempre me divirto com eles.
      -Final Fantasy Theatrhythm – É um jogo de ritmo com as músicas de todos os Final Fantasy, com elementos de RPG. Todas as músicas são legais, mas quando cheguei nos que já fechei (VII, VIII, X, XII e XIII) foi quando mais me diverti.
      -Picross 3D: Round 2 – é o que mais tenho jogado, qualquer 5 minutos livres que tenho tô jogando ele. Descobri o picross com um de celular da Konami (Pixel Puzzle Collection), mas esse em 3D é sensacional.

    16. No celular, jogo muito Fire Emblem Heroes. É uma IP da Nintendo, mas creio que não tão conhecida.
      Mesmo não investindo dinheiro no jogo (o mal de muito “joguinho de celular”), tenho tentado fazer o melhor time possível.

Os comentários deste post foram fechados.

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!