Post livre #183

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118 comentários

  1. Sempre a questão antiga: “QUAL O LIMITE DO HUMOR?”

    Vi essa matéria da BBC Brasil sobre a menina que “virou meme” por causa de uma foto em uma rede social que no final se espalhou de forma péssima a mesma, sendo usada por “sites de “””””humor”””””, fazendo a mesma de referência negativa. (Sério, vale a pena ver esta matéria).

    Será que não avacalhamos demais as pessoas em condições indevidas?

    PS: este caso é diferente do outro citado pelo Montarroios, no caso de linchamento virtual.

  2. Instalei o Google Drive (ou Backup n Sync) no PC como alternativa ao Dropbox e porque já tinha algumas coisas lá que estava precisando acessar com mais agilidade

    Lembrei porque não o tinha instalado antes: que aplicativo ruim, pqp. A interface web já é ruinzinha, mas no PC o aplicativo se mostra como pode ser pior. Ele é absurdamente lento se comparado ao dropbox, que apenas funciona sem eu precisar fazer nada. Não atinge boas velocidades, fica travado quando um arquivo tá mais lento, sincroniza numa ordem esquisita, um desastre. Tá sendo mais fácil zipar minhas pastas e fazer download manual. Talvez amanhã eu tente o One Drive

  3. Há um tempão atrás, o Ghedin recomendou o Lazy Games Reviews no YouTube.

    Comecei a acompanhar desde então e hoje recomendo com prazer. O Clint, o responsável do canal, tem um jeito de falar muito legal (o vozeirão dele é muito da hora) e é didático até para aprender inglês. Só não acompanho os reviews de jogos do mesmo, acompanho mais as histórias que ele traz e as coleções que ele demonstra. :)

    Antes dele, acompanhava Techmoan (do Mat) e o 8-Bit Guy (do Dave), pra mim uma tríade que espero que um dia o Youtube dê umas férias aos três e traga-os ao Brasil para alguma palestra :)

    1. Legal, gosto de ver reviews de jogo sei lá porque, já que tem bons tempo que só jogo a mesma coisa. Os outros conteúdos parecem legais também, apesar de que acho que não conheço 5% do que ele mostra

      1. Não sei se é trauma, mas não gosto de ver review de jogo pois é uma sensação esquisita, sabe? Ver outra pessoa jogando e tal. Tipo, já vi um speedrun por exemplo, ou uma ou outra coisa que me chamou a atenção. Fora isso, mais nada.

        Uma coisa que acho legal é o Modern Vintage Gamer devido as histórias que ele traz sobre homebrew, destravamento de games (oi Pilotti e Andressa!) e a história dos games. Tem o Game Historian também (já passei da cota de hiperlinks), mas não é toda hora que acompanho ele.

    2. Confesso que eu ando com um gosto agridoce em relação ao Techmoan. Não assino mais o canal. Eu gostava dele mas me parece que ficou repetitivo demais nos últimos 2/3 meses. Ainda gosto muito do Dave. Iria fácil numa palestra dele (pena que provavelmente iria ser em SP).

      1. Sim, ele ficou de fato. Não sei se ele tem outros projetos (ele é patronado, diga-se de passagem) ou se ele também cansou ou não se empolgou em mudar um pouco.

        Mesmo assim ao menos para mim não deixa de ser interessante.

    3. O LGR? Faz um bom tempo que acompanho e realmente sinto inveja da simplicidade e eloquência dele.

  4. Alguém recomendaria algum caderno para anotações (com tamanha mais ou menos um A5)? Estou interessado em um Caderno Inteligente que o Gedhin comenta, mas queria dar uma olhada em outras alternativas (estilo Moleskine).

    1. eu comprei mas ainda não usei, é muito bonito, mas não vale a pena pelo dinheiro, até pq se acabar e vc quiser continuar com o caderno tem que comprar o refil deles, e é caro

      1. Pra mim, o que torna as coisas caras ali é o frete. O refil para cader A5 custa R$15,00 e o frete é o mesmo valor, ai fica meio difícil manter.

        O que você indicaria?

    2. Eu uso o elfinbook, (no ML), que é reutilizável com tinta apagável.

    3. Eu só uso os cadernos que minha empresa dá para os funcionários, me recuso a gastar dinheiro com isso, mas em linha com o que você procura: A Spiral faz uns cadernos estilo moleskine (brochura capa dura preta com o elástico pra prender e fita marca-página) que são bem legais. A folha é de um tom que parece envelhecido e a gramatura é ótima pra escrita. Tem na Kalunga.

  5. Passando apenas pra pedir a volta do “Na mochila”. É estranhamente satisfatório conhecer a mochila dos leitores, principalmente os que são da área de tecnologia :)

      1. eu sempre digo que vou tirar mas nunca faço.

        até o final do mês prometo que mando a minha.

      2. Vou organizar minha caixa de ferramentas e aí envio minha contribuição.

  6. Não achei o novo twitter ruim assim
    curti que tem um tema meio daringfireball, mas com letras maiores

    deveria ser só mais fácil remover pessoas da lista e ter como deixar alguma lista como padrão da tl

    1. Aquilo é uma atrocidade. Quando aparece um tweet com foto na timeline, você consegue ver dois tweets e meio, se muito. Não há área para respiro, o Twitter fica resetando a opção de exibir os feeds por ordem cronológica e, tudo bem que é gosto, mas que visual horrível.

      Eu só uso o Twitter web por causa do recurso de criar “fios” (“threads”). Não fosse por isso e para saber as curtidas, jamais sairia do Tweetbot.

      Parece que a pessoa responsável por ditar os rumos da interface do Twitter não usa o Twitter ou não liga — o que é igualmente decepcionante.

      1. “Aquilo é uma atrocidade. Quando aparece um tweet com foto na timeline, você consegue ver dois tweets e meio, se muito”

        Mais que no MDU com dois destaques!

        Ok, concordo integralmente que não tem respiro mesmo.

        Faz uns bons anos que não passo mais que 1h/ano no twitter web. Uso mais o tweetdeck pelas colunas e a versão mobile, porque twitter é minha segunda tela mesmo

      2. A onda de design mobile-first e de fazer interfaces para quem não sabe usá-las acaba gerando essas coisas enormes no desktop. Eu acho visualmente agradável.

    2. eu achei medonho. aquela coluna de destaques na direita ocupa um espaço enorme.

    1. O que essa ideia tem de sensacional, tem que bizarramente relaxante.

      E enquanto estava vendo o site, acabei “batalhando” com outro visitante rabiscando na hora.

      Imagino se se algum dia tiverem umas dezenas de acessos simultâneos. Seria caótico, mas lindo.

  7. É o meu primeiro comentário por aqui, mas eu acompanho o MDU a um bom tempo (modo stealth). Me lembro dos primeiros posts do “Na Mochila” e ficava vidrado nas mochilas do povo, rs.

    Esse mês quero comprar uma mochila nova. Tenho uma mochila da Santino a uns 4 anos. É super resistente, mas também é enorme, qualquer coisa fica estufada, tem pouquíssimos bolsos e muito espaço interno. Às vezes só quero levar o básico, e andar com uma mochila enorme é desconfortável, se ela não estiver razoavelmente carregada.

    Daí encontrei a mochila Dell Pro 15,6″, um modelo novo. Achei super interessante, já que ela tem os bolsos laterais mais adequados pra levar garrafa d’água, e principalmente porque ela não é enorme e estufada. Nos poucos vídeos que tem na internet, dá pra ver que ela não “expande” se você for colocando as coisas nela. O problema? O preço. Era 170 reais semana passada, e hoje vi que subiu pra 200 reais.

    Vocês conhecem alguma alternativa a essa mochila? No mesmo naipe: espaço para notebook de 15,6″, 20 litros (ou menos) de capacidade, com espaço para garrafa d’água, costas ventiladas, alguns bolsos menores e bem distribuídos, etc.

    Extra: também estou atrás de uma mochila pequena (10l de capacidade), pra quando for andar por aí, mas só com garrafa d’água, documentos e outras coisas pequenas. Achei o modelo Quechua NH100 10L. Alguém conhece essa marca?

    1. Tenho uma Backenger, que é do mesmo grupo (o que detém as marcas da Decathlon).

      Quechua é uma marca boa e durável. Pode comprar sem dor de cabeça.

      Tenho um tênis de caminhada “tipo trekking” da marca, já faz 8 meses

      1. Show, obrigado pelo feedback. Agora a mochila pequena é compra garantida.
        Agora a Backenger, que mochila incrível! Pena que não achei mais em nenhuma loja.

          1. Complementando.

            A mochila/bolsa sempre foi uma boa ideia. Ganhei de um amigo que comprou pra mim a última que tinha no estoque de uma Decathlon daqui perto.

            Achei bonita e legal, mas a ideia da bolsa-mochila acaba morrendo na hora de começar a usar.

            Ela não é confortável como mochila, pois o layout dela acaba puxando para os lados, dano sensação esquisita. Ela é inicialmente uma bolsa-carteiro, e parte do layout acomoda a estrutura da alça, que nada mais é que um cinto de segurança (mesmo material).

            Enfim, mas é bem interessante para usar.

    2. Eu tenho essa mochila e comprei por 100 reais e fg

      Ela entra em promoção frequentemente, se não for urgente, você compra nesse valor

    3. Tenho a tal mochila da Dell, é muito boa. Não expande muito, mas ela tem muito espaço. Pro meu uso ela é até grande, mas talvez ajude em viagens. Uma outra coisa boba que ela tem que sentia falta em outras: bolso externo para garrafinha de água e interior claro.

      1. No caso tu fala da Dell Professional, o modelo do ano passado? Gosto muito dela, mas a falta do bolso pra garrafa d’água me desmotivou a compra.
        Tu já viu no site a nova mochila? Dell Pro 15.6″. É essa que custa os 200 (caro demais).

    4. Ganhei essa mochila no trabalho e te digo sem hesitar: vale cada centavo dos 200 reais.

      Essa, pra mim, é a mochila definitiva. Tanto que, se eu sair da empresa, vou devolver a minha e comprar outra igual na hora.

      1. Isso me faz repensar os 200 reais a serem pagos com ela. Pierre, vou aproveitar e fazer umas perguntas:
        Tu acha os bolsos laterais (de garrafa d’água) resistentes?
        Ela “incha” (ou expande) conforme a gente vai colocando as coisas?
        As alças para as costas são confortáveis? Vi que elas tem uma curvatura pra ajudar na ergonomia, mas não me convenci só por isso.

        Acho que é só isso mesmo. Vi que ela tem 18 litros de capacidade, então não deve ser daquelas que atrapalha o corredor do ônibus.

        1. – Tu acha os bolsos laterais (de garrafa d’água) resistentes?
          Acho sim. A minha tem um bolso só, do lado esquerdo, que parece ser de um nylon trançado mais reforçado que das mochilas tradicionais (que desfiam com o tempo ou com o desgaste da garrafa gelada). Já coloquei desde um gamepad pra acesso fácil até garrafas de 1L e nem sinal de desgaste do bolso.

          – Ela “incha” (ou expande) conforme a gente vai colocando as coisas?
          Depende do que você for colocar. A minha, no momento, tá com um suéter num bolso, uma jaqueta de couro no outro (devidamente dobrados, claro), além dos meus gadgets do dia a dia e remédios, e continua relativamente compacta.

          – As alças para as costas são confortáveis?
          Muito. Mesmo usando ela bem carregada, você sente pouco o peso. As alças, além da curvatura, tem um enchimento que ajuda a distribuir o peso e melhora o conforto quando você anda com ela. O formato compacto também ajuda nesse aspecto.

  8. acompanhando um pouco a denúncia da dora figueiredo (que não conhecia até o momento) sobre o tavião (que ouvi falar há muitos anos, mas depois desapareceu pra mim) e uma coisa q queria perguntar a vcs q participam aqui regularmente (ou não): só de comentar a questão neste espaço vcs acham q já infla o linchamento virtual q o cara tá sofrendo? quer dizer, se ele fez o q é dito q fez, é condenável, ponto. bom, aproveitei e vi alguns vídeos do cara e ele meio q inconscientemente revela umas paradas q batem muito bem com a manifestação da dora… fiquei verdadeiramente tentado em comentar algo, meio q xingando o cara, mas me segurei, pq não faria o menor sentido eu xingá-lo (além de discordar dessas ondas de linchamento q acontecem o tempo todo). tive notícias do cara qdo ele saiu do google e achei q já naquele momento ele se deu importância demais e, de fato, acabou virando uma celebridade (se colando a muitas outras q agora provavelmente vão se afastar) com pessoas dizendo q adoram o cara pq ele coloca lá umas fotos e vídeos comendo hambúrguer pelo mundo. enfim… o linchamento, o tornar-se uma celebridade e cair de repente, essas ondas, a violência q as redes mascaram…

    1. Não sei quem é a Dora, não sei que tá rolando de denúncia, contudo, sei quem é o Tavião e meu desejo mais íntimo é que ele se foda.

      É um babaca de marca maior que bebe na mesma vertente de “influencers” que são “autênticos” como o Cardoso do 1/2 bit. Disfarça o quão tóxico é o discurso dele nas redes com um verniz de autenticidade.

      Merece se ferrar.

    2. Talvez algum psicólogo consiga explicar essa vazão coletiva que acontece em coisas assim, embora algumas coisas sejam universalmente compreensíveis — a indignação que injustiças e abusos causam, por exemplo.

      Nem estava sabendo dessa história. Li a matéria do G1 e lá tem a “defesa” do cara. Francamente, ele não se ajudou nessa… 🙄

      1. tava no ‘assuntos do momento’ do twitter. aí fui ver o q era. até desinstalei o twitter do meu celular pra não ficar vendo essas paradas, mas no desktop não tem jeito. vou parar de mexer nesse negócio.

    3. comentar a questão não, mas xingar é outra história. Acho que a ”resposta” dele foi ruim, não ajudou em nada o lado dele. Mas nessas coisas de relacionamento *hoje* considero problemático dar opiniões muito enfáticas com poucas informações (mesmo com muitas dá problema, na verdade rs)

    4. Considero o MdU como uma espécie de “confraria”. Sabemos os níveis a serem respeitados, então comentar aqui não seria exatamente um linchamento, mas sim uma discussão normal, e dado o nível de alguns de vocês, uma análise até.

      O caso não vi de perto, descobri por sua pessoa. Não vi nada sobre a fundo, mas penso algumas coisas:

      – Mentindo ou não, não se ignora denúncias ou falas de uma mulher sobre abusos que ela sofreu.

      Claro que o caso Neymar demonstra que há situações onde a vítima não possa ser tão vítima. No entanto, de qualquer forma, quaisquer tipo de abuso deve ser combatido e investigado. Se a vítima no final não era vítima e armou contra alguém, também é um abuso e no fundo a mesma sabe dos riscos.

      – Noto que as pessoas que entram online e acabam tentando chamar mais a atenção, de uma forma ou de outra sofrem algum tipo de linchamento em algum momento. Falo por mim: tem coisas que a gente se incomoda quando dita ou feita online, e dado a facilidade de resposta, acabamos usando esta resposta para tentar provocar a pessoa que chamou a atenção. Twitter é fácil fazer isso.

      – Soube de histórias por cima que quem sabe agir, abafa antes de virar um linchamento virtual. Acho que esse no final deveria ser o padrão, antes de gerar algum rastilho de pólvora.

  9. Gente, alguém pode compartilhar os novos feeds RSS das newletters MdU e Ghedin?

    1. nunca teve, o que eu faço é usar uma ferramenta que transforma e-mail em feed.

      1. Na verdade, o MailChimp ativa um feed RSS por padrão para as newsletters. Para usar, basta saber o identificador único da newsletter e usar de um pouco de engenharia reversa ;)

        Na home do Buttondown, deixa-se claro que é possível ter feed RSS da newsletter, por isso perguntei. Mas agradeço as respostas. Já uso o Notifier em algumas assinaturas, penso que precisarei usar agora pra as do MdU e Ghedin também.

        1. Sim, mas o Mailchimp tem uma opção que permite desativar o RSS.

          Eu acho que desvirtua um pouco a ideia de uma newsletter se o consumo dela será igual a de outros conteúdos publicados na web. Faz sentido?

          1. Faz sentido. Mas, desde que o conteúdo esteja livremente disponível, não vejo mal algum neste consumo de newsletter um pouco desvirtuado, igual outros conteúdos na Web. ;)

        2. todas as newsletter que usam mailchimp que tem feed rss eu faço isso, infelizmente tem umas que não disponibilizam

  10. Estava fazendo transferência de uns arquivos do PC pro HD externo, mas tava dando muita falha e aí perdia o processo todo. Lembrei então do TeraCopy, um software que é muito feio, mas muito bom. O processo de transferência deu certo de primeira e acho que levou 25% do tempo previsto pelo gerenciador do Windows.

    A partir disso, vos pergunto: vocês tem algum software “xodó”, que é todo feio e tal, um tanto desconhecido, mas o qual acha um programa excelente e se pergunta porque o OS não tem essa qualidade por padrão?

    1. O programa do gato atropelado para ver imagens que o Ghedin sempre indica.

      1. IrfanView.

        Curiosidade: o icone “gato atropelado” é o “Charlie” da série de propaganda “Charlie Says”

    2. Tenho alguns!

      • O já citado IrfanView. Acostumei-me ao Pixelmator no macOS, mas cara, que falta faz a agilidade e poder do IrfanView.
      • Tyke. Ele cria um botão na menu bar do macOS que, ao ser clicado, abre um bloquinho de notas. Não salva arquivos e some tudo quando reinicia o sistema. Uso ele para anotar coisas temporárias. Acho bem útil.
      • Aware. Outro para a menu bar, é um marcador do tempo da sessão no computador. Em vez de alarmes, uso ele para fazer pausas esporádicas ao longo do dia. Já escrevi sobre.
      • Audacity. Acho que é o melhor exemplo de “app feio que faz bonito”. Que negócio feio, mas que negócio bom.
      • GrandPerspective. É um genérico do mais famoso (e caro) DaisyDisk. Feio, mas funciona bem.

      Se lembrar de outros, comento.

          1. comprei uma interface de áudio baratinha da presonus e veio com uma versão bem boa do studio one 4 artist (com licensa para 5 máquinas). gravo e edito com ele e a qualidade do som fica, para uma gravação caseira, excelente. ainda tenho muita coisa pra aprender dele, mas é excelente pra produzir/editar o podcast. os plugins q acompanham o programa ajudam muito a dar uma melhorada na voz e remover ruídos, por exemplo. a automação pra fazer o fadein e fadeout eu tb gostei bastante como ela é feita.

            https://www.presonus.com/products/Studio-One/compare-versions

        1. O GIMP até que é bem simpático.

          Uns tempos atrás usava nele um pacote chamado PhotoGIMP (feito pelo Diolinux) que ajustava a interface e atalhos pra ficar mais parecido com o PhotoShop, ajudando na mudança. Se não me engano ele alterava o tema também.

          Recentemente teve uma discussão bem feia sobre a alteração do nome dele. GIMP é um acrônimo pra “GNU Image Manipulation Program”, mas é mais conhecido como GIMP mesmo, e gimp é uma palavra em inglês equivalente a “n-word”, só que pra deficientes.

    3. – IrfanView – comecei a pegar os macetes e tou gostando :)
      – Teracopy – não acho ele feio. Acho ele altamente funcional.
      – Everything – peguei gosto por ele pois é bem eficiente para buscar arquivos. Supera a própria pesquisa do Windows.
      – ImgBurn – simples e prático quando precisa gravar mídias (ultimamente é meio raro da minha parte).

      1. haha acho feião
        quando vc dá ctrl V e aparece a janelinha do programa perguntando se quer usá-lo…

        mas sim, extremamente bom, parabéns pro pessoal responsável

        vou dar uma olhada nesse everything, pode me ajudar

        1. Tipo, se for falar de “feio = antigão”, talvez. Ele ao meu ver não é feio. Pois a interface é bem óbvia. Ah! Uso a versão 2.3. A 3.x (a mais nova) não gostei e achei falha (uma vez instalei e ela corrompeu uma cópia).

    4. DeviceRemoverSetup
      ele não chega a ser feio, é até legal a inicialização dele, mas é BEM das antigas e ainda uso (apesar q da última vez só uma instalação limpa do windows resolveu um problema com drivers de bluetooth q estava tendo)…

      1. horroroso (de feio), socorro
        até mudei pro peazip, que era visualmente mais palatável

        1. Peazip é mais “bonito”, porém mais feio e de interface mais complicada.

          Pra quem mexeu com Windows 3.1, nada é feio

    5. Eu não uso mais tanto, mas o Notepad++ é incrivelmente funcional e prático, apesar de bem feinho.

      1. Vim aqui esperando alguém citar ele =D

        Ainda não achei um melhor substituto pro N++ no Windows que seja tão leve e tão robusto quanto ele. IDE’s quase sempre tem 1000 funções que eu não uso =/

        1. Pois é, O Notepad++ sempre serviu para mim como uma ferramenta específica, uma espécie de editor de texto de apoio, que eu usava para coisas pontuais como editar uma linha de um script, mudar encoding, tipo de quebra de linha (problema típico de Windows) e visualizar algum dado de entrada tipo um csv.

          Para realmente programar, aí eu uso outras coisas tipo VS Code ou Intellij mesmo, mas o Notepad++ eu continuo usando para essas coisinhas quando estou no Windows. Sinto a falta de algo similar no MacOS, no Linux o Gedit cobre bem essa parte para mim.

          Mas nunca senti necessidade de substitui-lo, continuo usando para muitas dessas coisinhas, o que te incomoda nele?

          1. Eu acho ele feião só, mas ainda muito funcional. Para fazer as coisas em Python ou em C# eu ando usando ele ao invés de abrir o VS Code sempre que eu preciso.

            Uma das coisas que eu senti muita falta no macOS foi um editor desse tipo. No Linux eu usava o GEdit ou o ViM mesmo. Cheguei a tentar o eMacs mas era demais pra minha cabeça. No macOS não tem nada do tipo. Text Wrangler, Coda e outros são pesados pra só abrir pra ver um XML, por exemplo. X Code então.

          2. @Rodrigo Ghedin

            O VS Code tem suas similaridades com o Atom, mas é bem mais leve. Existe uma versão totalmente FOSS dele, caso prefira. (eu tenho que usar a versão proprietária por depender de um recurso a mais nela, que até onde sei é a única diferença)

        2. Uma coisa interessante do Python é o Jupyter, quando preciso fazer uma coisinha. pontual ou testar alguma coisa eu uso bastante ele, muito prático ter as células para “esboçar” o que precisa ser feito.

          No MacOS, eu acabou usando o Sublime Text para isso, que antes eu usava como editor principal…mas não faz sentido usar um negócio desses para substituir o Notepad++.

          1. Usei muito o Jupyter quanto tinha que fazer apresentações/tutoriais na época da faculdade explicando pro resto do grupo de pesquisa o que eu tava fazendo. Acho ele meio contraintuitivo/prático quando se precisa usar no dia-a-dia.

            No momento estou tendo que me aprender C# por motivos profissionais e ainda não me adaptei ao VC Code e estou usando como se fosse Linux: digito no N++ e depois rodo com “dotnet run” no powershell.

      2. Respondendo o Ghedin aqui: o VS Code é meio que a mesma premissa do Atom, mas eu acho mais otimizado e com mais apoio dos usuários, se é para ficar no editor “Electron e poderoso” eu iria de VS Code.

        O TextMate achei que tinha sido descontinuado, era o que existia antes do surgimento do Sublime Text, que foi um divisor de águas para esse tipo de aplicativo. Esse outro que você comentou, nunca ouvi falar, mas parece uma boa parra esse uso mais simples…vou até dar uma considerada como editor básico.

    6. Horrível, mas extremamente útil: Ditto (entrem no site dele, anos 2000 MS Front Page feelings).

      É um gerenciador da área de transferência, o “lugar” onde vão as coisas que você dá ctrl+c.

      Tenho configurado um atalho (ctrl+shift+’) para abrir a lista, que pode contar com “clips” fixos para aqueles conteúdos de texto que usamos com muita frequência. Além de ter um campo de busca, para achar algo que você achou que tinha perdido.

      Outros que eu uso com certa frequência são o FastStone Capture (ferramenta para auxiliar o “printscreen”), o FastStone Photo Resizer (redimensionar fotos em lote) e o Freemake Video Converter (conversor e redimensionador de vídeos). Todos eles facilitam fazer coisas que só são possíveis com outros programas mais “pesados” e muito abrangentes.

      E dos já citados por aqui, TeraCopy (a versão antiga e portable) e o Everything estão há anos nos meus computadores <3

      1. De captura uso um Greenshot, que achei muito bom e já integra com o img.ur

        Freemake já usei bastante, gosto, mas não consideraria “feio”.

        Esse site do ditto realmente é uma viagem no tempo

        1. Sim: https://manualdousuario.net/feed/podcast/guia-pratico

          Quem assina pelo Apple Podcasts ou Spotify, ambos (Guia Prático e Tecnocracia), não precisa se preocupar que a mudança é automática.

      1. Ghedin,
        Seria legal adicionar o link dos feeds além da opção iTunes e Spotify.

        Gastei uns bons minutos tentando achar para adicionar no pocket Casts e só acabei achando aqui no post livre.

        1. Uso o PocketCast. Consegui migrar para o novo feed do Tecnocracia, mas o novo do Guia Prático me jogou para o que eu já assino, fiquei confuso.

          1. Estranho mesmo. Quantos episódios aparecem nesse do Guia Prático? Se estiver no correto, deve carregar somente os que foram publicados em 2019. Se tiver os mais antigos, tente excluir a inscrição e cadastrá-lo novamente.

        2. Em tese, se você colocar o endereço do post, ele não pega o feed já? O plugin que estamos usando não dá a opção de incluir o próprio feed naquele rol de players externos :/

          1. Ghedin, segui sua recomendação. Desinscrevi o feed antigo e coloquei o novo endereço na busca. Cai Bó programa do feed antigo com programas de 2013, “Galaxy S4 e o fim do Google Reader”.
            Deu até uma tristeza e nostalgia daquele leitor de feed tão bom e de outra rede social que ao invés de incentivar o Google matou.

          2. @ Pedro

            Que estranho. No Apple Podcasts e Spotify o novo feed aparece. E não sei como o feed direto pode estar trazendo episódios do antigo, já que os dois não têm ligação alguma.

            Pode verificar novamente mais tarde e me informar se mudou? Obrigado!

          3. @Ghedin, fiz agora assinatura do Guia Prático no PocketCast, está correto, o primeiro programa é de 15 de janeiro.
            Nem usei o caminho do feed, fiz a busca por Guia Prático e já apareceu o programa.

  11. o que acharam do instagram ocultar o número de likes? eu achei bem interessante e gostei.

    será que tem alguma possibilidade do facebook adotar? ou até mesmo youtube? (esse último pelo que andei vendo, dá pra ocultar o número de seguidores dos canais, mas depende do administrador fazer isso)

    1. Estendo a pergunta. E se o Twitter aderisse à ideia? Diminuiria o problema de robôs e fake news?

    2. Não uso mais o instagram, mas gostei da ideia. Agora essa pegada de dizer que é preocupado com o bem estar dos usuários soa desonesto, acredito que o que eles querem mesmo é aumentar o engajamento das pessoas com a plataforma diminuindo uma fricção (não deve ser incomum ver pessoas deixando de postar na rede porque a foto não teria muitos likes) ou até, quem sabe, canalizar de volta o dinheiro de propaganda que vaza para influencers ao invés de pra eles.

      YouTube tem esse recurso, mas só vejo pessoas utilizando quando aparece uma chuva de dislikes no vídeo.

    3. trabalho com redes sociais e achei bom.
      diminui a pressão interna por ter mais likes (efeito psicológico q tb me atinge pessoalmente). mas melhor q isso seria sair dessas redes e ir pra algo tipo mastodon (do qual tomei conhecimento graças aos amigos do MdU). penso seriamente nisso.

        1. por sorte trabalho numa instituição sem fins lucrativos e essa pressão é (bem) menor, mas existe um pouquinho. mas pior q isso é q a rede me compele (pessoalmente) a querer mais likes mesmo não sendo o meu perfil pessoal… é muito louco isso e claramente tem a ver com as formas de controles de comportamento dos quais as redes são dotadas. aliás, internamente, queremos distância dessas brigas por likes e não vemos as outras instituições como concorrentes nem nada. rola até parceria às vezes. pessoal da cultura é mais sossegado nesse sentido.

          1. podia ter uma filial da sua firma aqui na capitar
            joga esse ideia pros chefes, vlw

      1. Eu li por ai (mal perder essa fonte, mas outros já devem ter levantado a ideia) que isso tem mais cara de aumentar um engajamento em comentários que se apresenta melhor como retenção de público.

        Como já disseram, a historinha de preocupação com a saúde dos usuários é para narrativa para imprensa do que real preocupação com alguém.

        Já tenho visto também que ~influenciadores~ com milhões de seguidores terão cada vez uma procura menos por marcas e pessoas com seguidores na casa de até 5k (que parece ser pouco para essa casta) serão mais interessantes por apresentar esse engajamento em comentários que o Instagram parece dar atenção com essas tentativas.

        Pessoal que tá nesse meio de propagandas e redes sociais, isso é viagem?

        1. faz muito sentido, mas como eles nunca deixam nada muito claro e mudam de repente, vai saber. na minha opinião, esses perfis inflados com milhares e milhões de seguidores não ajudam em nada. concentram atenção demais… poderia existir um limitador, mas as redes jamais fariam isso.

    4. Será que é a hora de reativar o instagram???? há quase 2 meses desativei, pretendo voltar apenas por motivos escusos)

      1. qdo entrei sai quase de imediato e isso foi em… 2011 ou 2010. não curti a ideia dos filtros. depois q o facebook comprou tb não vi motivos… agora, então… menos ainda.

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