Post livre #181

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136 comentários

  1. Pequeno comentário-currículo sobre minha “medíocre” vida profissional.

    (idade – trabalho feito)

    17 anos – Estagiário em programa “Jovem Cidadão” na Caixa. (apenas contrato)
    18 -19 – Trabalhei em uma empresa de produção de sites. (sem registro)
    20 – “Frente de Trabalho” (contrato)
    21-25 freelancer de produção de sites / mídias (simples) e consertos eventuais de computadores (sem registro)
    26 – auxiliar de informática (registrado – 3 meses)
    27 – auxiliar de escritório (registrado – 4 meses)
    28 em diante – freelancer em manutenção de computadores (sem reg)

    Toda saída dos trabalhos registrados foi por birra minha. Isso não nego. Até os 33 anos, procurei emprego de forma esporádica, mas já estava acostumado com os freelas de manutenção e “consultoria”. “Desalentei” dos 33 em diante.

    Nos últimos 10 anos até que deu para viver razoável. Tinha clientes fiéis que me chamavam mensalmente, e clientes esporádicos que pagavam razoavelmente bem. E eu também tinha moto, o que me agilizava até para fazer trabalhos longe. Porém perdi a moto. Perdi clientes por causa da falta de mobilidade.

    Problema 1 – tenho problemas de sociabilidade. Não sou profissional a ponto de ficar calmo em situações de crise. Problema 2 – Não tou tão metódico também, o que me prejudica ao tentar enfrentar problemas já passados anteriormente. E também a ter orçamento controlado .

    Chego aos 37 me perguntando que caminho seguir. Não pago INSS (até porque imagino que já estaria com problemas com a previdência pública) e não tenho poupança própria.

    Há bicos estáveis que ignorei, dado que já fiz serviço para lan-houses, lojas e por aí vai. No entanto, perdia estabilidade de trabalho por causa do problema 1 dito.

    Cursos feitos: (tenho que lembrar as idades, pois acho que estão erradas)
    13 anos – Datilografia
    14 anos – Informática básica
    (…)
    18 – Técnico em Adminstração (não completado) – Programa Profissão***
    (…)
    32 – Mant. de PCs (Pronatec)
    33 – Certificação de competência em Redes

    *** “Programa Profissão” era um projeto do governo do Estado em parceria com o Senac para criação de cursos técnicos e profissionalizantes em escolas públicas do ensino médio. Eu ia pegar Publicidade, mas não tinha condições para se deslocar para a Lapa. Peguei Administração. Só que o curso, que eu me lembre, teve seus problemas (E eu também), e no final não o concluí, indo no final fazer a Frente de Trabalho no ano seguinte (pois para mim era mais importante o salário).

    Era um twitt que deixei lá pois tinha falado para o Leo Rossato (@nadanovonofront) que eu estou há 10 anos sem carteira assinada. Trago aqui para mostrar um pouco de mim – e apagar o twitt, dado que acho que lá é um pouco mais exposto que aqui.

    1. Eu tenho 36 anos e tenho problemas de sociabilidade, mas eu nunca tive a ponto de me demitirem por conta disso. Meu problema maior é depressão mesmo.

      Minha trajetória profissional começa quando eu aprendi a programar (por culpa do meu pai (rs) que me ensinou BASIC e COBOL) quando eu tinha uns 12/13 anos (ele era programador na CONAB, servidor público). Depois disso enveredei por uns anos pelo mundo “hacker” (nos anos 90 era bem mais bizarro do que é hoje, mas cheguei a ser defacer nos tempos de discada, por exemplo) e aprendi C. Entrei com 20 anos pra faculdade de Matemática na UFRGS e aprendi FORTRAN e consegui meu primeiro estágio na Tlantic (do grupo SONAE). Depois disso trabalhei como monitor de cadeiras de programação e mais tarde entrei na HP como Integrador e depois na Dell como Programador. Com o tempo sai pra tentar abrir minha própria empresa, com mais cinco amigos, onde eu cheguei a conseguir aceleração no CEI (Centro de Empreendimentos da UFRGS), mas fali e falhei miseravelmente.

      Daí dei uma guinada na vida e entrei pro curso de Letras na UFRGS e parti pra carreira acadêmica total. Trabalhei com um projeto derivado do VARSUL (Termisul) onde eu consegui ser aceito 2x no ELC/EBRALC, CAMELEON e fui premiado pela minha pesquisa pelo CNPq em 2012 (no SIC da UFRGS). Trabalhei pro ministério da defesa em 2014 (CEGOV) e depois terminei minha graduação com foco em processamento de linguagem natural. Tentei 2x mestrado no IFRS e não passei. Na primeira fiquei na prova teórica e na segunda na sustentação oral. O mestrado eram em Informática na Educação e meu projeto tinha relação com jogos lúdicos para ensino de línguas estrangeiras usando PLN e IA.

      Parei de perseguir a vida acadêmica quando o Bolsonaro assumiu. Acho que não faz sentido enquanto tiver todo esse obscurantismo no governo central.

      Agora sobrevivo com arrumador de PC, desbloqueador de PS4 e PS3 e tradutor freelance. É o que tem.

      Por toda a minha vida sofri MUITO com depressão e ansiedade (TAG). Escrevi sobre isso no Medium (e até hoje recebo emails de pessoas passando pelo mesmo e pedindo ajuda ou querendo conversar sobre) >> https://medium.com/brasil/programadores-e-depressao-30043d2972b5

      Eu queria dizer que dias melhores virão, mas não tenho forças.

      1. Sou mais do “deixo a vida me levar” do que falar que dias melhores virão. Um pouco de cinismo nestas horas ajuda a evitar depressão.

        Pior que faço 5 anos de terapia e não consigo me ver se tenho depressão. Se bem que meu terapeuta já me deu bronca que tenho mania de “usar muleta” quando rotulo o que tenho. Então vou indo sem saber a marcha do carro que tou.

        Quando mexi com sites, de fato tinha um pouquinho de programação. Mas sinceramente fiquei pé atrás tanto com criação web quanto programação.

        Criação web, ao meu ver, recai em design, e posteriormente, em enfrentar gostos e estilos. Não tenho paciência.

        Historieta: meu nome caiu em um processo de um site jornalístico de uma cidade por causa de uma charge (feita por terceiro) que o dono do site pôs lá zoando político local. Meu nome era do staff e o político processou todo mundo do site. Foi a gota d’água para eu sair em definitivo da área de web.

        Área de manutenção acaba em uma caixa confortável: só tem aquela maneira pra resolver, então é dor de cabeça a menos.

        Por morar em periferia, o problema maior é lidar com os bolsos da turma.

        1. Não me inveje, trabalhe! (brinks)

          Depressão é uma coisa traiçoeira. Eu fui em vários terapeutas e psiquiatras até que um deles disse que eu tinha, claramente, distúrbios químicos no cérebro (desequilíbrio de serotonina e outras coisas) que me impediam de “performar” direito em quase tudo. O que eu mais cheguei perto de ser bem sucedido na vida foi como jogador de futebol (já contei aqui no PL a minha trajetória até os 22 anos, mais ou menos) exatamente porque a rapidez de tomar decisões no esporte é muito rápida e você as toma com muito mais base no instinto do que na razão.

          Hoje eu tomo medicamentos pra manter sob controle a minha ansiedade e a minha depressão. Já tive ataques de pânico fortes (de ficar sem conseguir segurar o choro dentro de um UPA esperando atendimento) e agora eu consigo controlar, relativamente, toda a situação.

          Mas isso me custou muita coisa na vida – relacionamentos, empregos bons, oportunidades de desenvolvimento etc.

      2. paulo, nosso triste país não valoriza pessoas como vc.
        é triste demais isso.
        nossos empresários, professores ultra graduados e a sociedade mais informada de modo geral deveria dar espaço a pessoas com esse teu perfil e vontade/projetos para pesquisa e o q mais viesse…
        meu mestrado era uma tentativa, certamente menos sofisticada q a sua, de tb trabalhar com jogos (e ciências humanas, mas mais ligado a discussões éticas q o tema envolve e aplicabilidade disso no âmbito escolar). desisti da usp, q me reprovou duas vezes de modo muito injusto… cheguei a processá-los, mas trombei com uma juíza q disse q o processo seletivo, apesar de viciado, estava corretíssimo. não adiantou chorar nas instâncias internas. desisti da vida acadêmica, mas acho q isso q cada um tem a seu modo, o apreço pelo conhecimento, não nos tiram, apesar de nos desestimularem. espero q vc ache saídas.
        do lado de cá, estou vendo possibilidades… mas ainda é difícil. estou ensaiando abrir um editora(!). só q numa terra quase sem leitores, isso é nitidamente nadar contra a correnteza.

        1. Pra academia eu tenho uma trajetória errática, a verdade é essa. Meu currículo na MAT não é exatamente bom hehehe eu briguei muito naquele instituto e rodei muito em cadeiras como Métodos Aplicados Computacionais. Isso conta na progressão do mestrado dentro da UFRGS. Mesmo na Letras minha média foi baixa, 8, porque eu não conseguia estudar muito pra cadeiras como Produção Textual ou Gramática, meu foco era linguística e foi o que sempre me atraiu no curso.

          Pra iniciativa privada, sendo programador, eu tenho um tempo de entrega muito alto. Eu consigo, de alguma maneira, entregar e fechar os tickets; contudo, pra fazer isso eu preciso de mais tempo que a maioria dos outro programadores (ainda que eu tenha, segundo todos os meus chefes, um “código de matemático” [limpo, organizado e legível]) e tenha problemas pra trabalhar nesses novos ambientes abertos, com salas amplas e cheias de luzes/lousas/quadros que todas as empresas colocam como padrão do local de desenvolvimento.

          Daí eu fico no limbo. A academia era a jogada mais certa, mas, é complicado saber o que o pessoal da banca de mestrado quer ouvir quando vamos pra apresentação =/

          1. para concursos públicos eu sei q há cursos preparatórios para as fases orais. não há nada equivalente q vc poderia aproveitar?
            apesar do bozo, a carreira acadêmica ainda é possível. só ficou mais difícil do q já era. e talvez agora ainda mais necessária. imagina o estrago q vai ser preciso reparar qdo esse governo acabar…

    2. q coisa, ligeiro: somos praticamente da mesmíssima geração (nasci em 1981).
      meu percurso não é muito diferente do seu… a diferença mesmo é a graduação (q me ajudou muito e q, no meu caso, me tirou da condição de jovem bobalhão, coisa q eu era muito até).
      estudei processamento de dados no colégio (mas sem nunca me interessar de verdade por informática/programação, gostava mais das aulas de humanas e algumas de exatas tipo biologia e física), mas antes estudei na SOS computadores, cara. vc deve se lembrar dessa escola! eles tinham muitas unidades na cidade. meu pai trabalhava numa e ele conseguiu uma bolsa ou desconto pra mim. os computadores ainda tinham disquetes, claro. e eu era o único na sala q sabia usar o computador sem mouse, hahaha. meu pai tb me atormentou pra aprender a datilografar (eu detestava)… mas hj sinto muito por não ter guardado minha máquina de escrever portátil q eu usava pra fazer trabalhos escolares…
      eu não sei vc, mas eu sempre sofri de interesse por muitas áreas. quis estudar arquitetura (era caro demais), fotografia (caríssimo na época), cinema (nem sabia q tinha curso disso…), música (tinha vergonha de ter q cantar no coral) biologia, design, jogos… devia ter estudado mais, mas acabei me apegando muito ao meu trabalho na área cultural e ficado meio q nisso. e isso dificultou muito minha entrada na pós-graduação (a qual só conseguiria, pelo visto, se fosse numa impagável puc da vida) mais à frente. me chateia um pouco, mas nem tanto, já q a pós aqui no brasil não é algo no qual vc realmente vá ter suporte e apoio pra fazer um baita trabalho. é mais pra ter o título, contatos e algum prestígio mesmo vc não tendo absolutamente nada novo a apresentar. é muito mais do mesmo e aversão a novas abordagens.
      e, cara, pq vc não tenta algum concurso público?
      eu cheguei a tentar um, há muitos anos, e foi quase. era na área técnica tb…
      e, vendo de longe, não me parece q vc tem problema de sociabilidade. será q vc não é só demasiadamente introvertido? eu sou muito introvertido e antisocial (até de amigos eu fujo às vezes)… mas, por exemplo, qdo tenho q assumir uma condição mais ‘professoral’, por assim dizer, num treinamento ou na transmissão de alguma tarefa, essas introversão cede um pouco.
      veja se em termos de sociabilidade vc não consegue achar um papel em q seja mais fácil pra ti justamente sociabilizar. assim vc resguarda a sua personalidade, mas tb não deixa de usufruir de algum contato (agradável ou não tão agradável, mas necessário).

      1. Obrigado pelas palavras.

        Fiquei pensando em N respostas e agora não consigo responder. :)

        1. Ligeirinho, sabe algo que ajuda muito, em todas essas áreas? Pode parecer batido, mas não é: fazer atividade física regularmente, a que mais te dê prazer. Sei do que falo, porque tenho depressão e ansiedade. Passei dos 40. Assim como o Paulo, “isso me custou muita coisa na vida – relacionamentos, empregos bons, oportunidades de desenvolvimento etc.”..
          Sobre exercícios físicos, se não faz, insista. Vai notar diferença. Isso serve pros demais aqui..
          E, pessoal, tudo dá certo. Nada como um dia após o outro….
          Abraço

          1. Valeu Régis.

            Eu tinha o costume de caminhar longas distâncias. Perdi depois de ter começado a usar moto, o que foi uma falha.

            Preciso ao menos fazer caminhadas, pois sei que ajuda um pouco a exercitar.

    1. Tenho exatamente 1 contato no Signal… ainda existe um longo caminho pela frente.

      Preciso buscar uns contatos em Brasília pra testar o app! :)

    1. Tive alguns. O meu favorito era um que não tinha toca fitas, apenas AM e FM.

          1. @Montarroios.

            Gosto mais de “Talk Radio” ou músicas que me agradam. Na época dos “walkmans”, botava no Energia 97 ou Kiss FM. Tempos depois em alguma rádio jornalística (hoje seria mais a “Rádio Trânsito”).

            Eventualmente, botava na Antena 1 ou Alpha FM esperando música velha :3

    2. Nunca tive (9inho aqui), comecei pelos discman. Sempre quis ter aqueles de mini discos, achava muito muito bonito. Nessa época, a sony arrasava no design dos produtos.

      1. Cê tá falando dos MDs, também sempre foi um sonho não realizado que tive. Só consegui ter “walkman” da Aiwa e depois fui para os MP3s da China que eram tipo uns pen-drives.
        diskman nunca tive por que pilha era caro e as recarregáveis acabavam rápido demais. (talvez por eu comprar as minhas na 25 de março) hahahahahahah

        Bons tempos!

        1. também tive aqueles mp3 e eu adorava! queria saber se ainda estão em circulação

          1. Sim! Esse modelo que eu tinha, que era um pendrive anabolizado e tinha incríveis 256 Mb de memória! Mas esses não achei pra vender, só esses nesse formato quadrado feio. Se eu achar por aí aviso e se achar me avise porque eu compraria pela nostalgia.

            Lembro que dava pra escolher a iluminação do fundo do LCD que passava o nome das músicas. Tinha azul, ciano, verde, amarelo, vermelho e lilás. Era uma linha só e ficava passando algo assim: “Artista desconhecido – Faixa desconhecida” hahahahahahah

            Mentira, sempre tive TOC com isso e editava as tags certinho.

          1. Fernando, esses são muito pra frentex! eu gosto daquele que parece uma capsula e que tinha uma alvanquinha que vc basicamente movia com o polegar pra mudar de música. eu tinha um verde. aquilo era muito legal.

      2. Eu também nunca tive walkman, e invejava quem tinha diskman, acho que era muito caro pros meus pais na época. eu tive só aquelas cápsulas que tocavam MP3

        1. Meu discman era muito vagaba, acho que era Philco. Eu namorava modelos mais caros nas revistas Info, principalmente Sony

          Sempre quis ter esses mp3 players da linha walkman, principalmente um modelo ali circa 2006 que prometia 3h de bateria por 3min de carregamento

          1. 3 horas de bateria por 3 minutos de carregamento? também quero e ia querer no passado também. Mas eu achava o ápice da chiqueza alguém com discman

          2. eu me arrependo de não ter investido num desses mp3 da Sony…., depois de um tempo o mercado foi inundado de réplicas…

      3. Tive:
        – aiwa simplinho
        – aiwa digital
        – sinoparaguaio furreco
        – sony am fm (meu favorito)
        – mp3 padrãozinho

        1. eu tive:

          – rádio padrão em que gravava as músicas transmitidas na rádio nas fitas K7 (passava muito tempo fazendo isso quando criança);

          – rádio padrão com CD e o CD era um artigo tão caro que me lembro que ficava contemplando a embalagem, as letras das músicas, as imagens dos artistas por horas;

          – meus amigos tiveram computadores antes de mim, então eu comprava um CD “virgem” e eles baixavam as músicas e colocavam no CD pra mim, rolava um pagamento em dinheiro por isso. Essa parte de eu poder montar meu próprio álbum com as músicas que eu gostava foi mind-blowing pra mim;

          – tive o aparelho que reproduzia o MP3 e também o MP4

          – e agora uso Deezer.

          Galera, sou da década de 1990 e não tive muitas experiências emocionantes com as tecnologias :(

          1. A propósito peguei sua dica do Deezer e estou testando o plano HiFi. Como tenho alguns Chromecasts Audio pela casa resolvi testar pra ver se as faixas em FLAC davam diferença. Bom, não sou audiófilo mas senti diferença. Enfim, dia 2 de 30 de teste e não tenho reclamações.

            Quando estiver de bobeira colocarei a mesma faixa nos Chromecasts com Deezer HiFi e em outro serviço comum na sequência, pra ver se é realmente notória a melhora na qualidade como senti ou se foi psicológico.

          2. Fernando! Não sabia que você era fã do FLAC (eu não consigo diferenciar a qualidade do úadio me sinto alguém das cavernas, mas ok), o que dizem que tem um FLAC bom é o TIDAL, mas aí é mais caro esse pacote. Sempre lembrando que NA PIRATARIA HAHAHHA, tem grupos de audiófilos que compartilham arquivos. Não sei bem como funciona, mas vi muito gente reclamanda da compressão dos streamings e partindo pra piracy

          3. Fernando, sim, aqueles PEN DRIVES ANABOLIZADOS hahahha. Poxa aqueles eram muito legais e práticos. Acho que nem em camelôs deve ter mais

          4. Bons tempos em que eu gravava CD de MP3 com 300 músicas pra ouvir no Discman.

            Eu tive bem poucos aparelhos.

            Em 1996 tive meu primeiro Walkman. Herança da minha tia mais “modernosa”. Era um Sony com duas entradas pra fone de ouvido. Na época não chamavam de crush ainda, mas, essa foi a deixa pra poder ficar ouvindo K7 gravada na rápido Cidade (Love Songs) com ela no recreio hahahaha.

            Esse Walkman era caro e durou muito tempo, até 2004 mais ou menos. Em 2004 eu comprei um discman da Aiwa que tinha amortecimento (assim o CD não pulava). Fiquei pouco tempo com ele por causa da pilha que ele comia.

            Em 2006 eu comprei um iPod Shuffle de 512M, dos brancos ainda (melhor form factory até hoje pra mim). Em 2007 comprei um iPod Fat (daqueles de 8G) e foi quando eu comecei a ouvir podcasts (Nerdcast e alguns outros como o NowLoading; eu sou velho nessa coisa de podcast) e é o que eu uso até quando eu preciso correr na rua.

        2. caraca, ligeiro…
          aiwa… mano, tinho esquecido totalmente dessa marca.
          tive coisas deles tb.
          não lembro exatamente o q, mas agora q vc falou, vou me atormentar em busca dessas lembranças.

      4. a sony dominada e, cara, tenho a imprensa q até hj, tirando aí algumas marcas q avançaram muito, eles são ainda uma das empresas q mais entendem de como entregar um bom som de qualidade em seus aparelhos. são mestres nisso…

    3. imagine… nossa, lembro com muito carinho mesmo dos meus primeiros. acho q era tudo o q eu poderia querer, apesar de não ter sido tão fã de música no k7, gostava muito de ouvir rádio. acho q até 1999 andei com um – e nunca gostei muito da ideia do discman, q meio q deturpava o magnífico aparelhinho chamado walkman. dei igualmente de ombros aos poderosos iPods, mas daí já estava dando jeitos de ouvir música em imitações do iPod q a philips fazia e tb em celualres antigos da sony… muitas saudades mesmo desses aparelhos sonoros da infância e juventude (‘tempo bom q não volta nunca mais’).

  2. Sobre a newsletter desta semana:

    Tendo em vista que para o “Seu Telefone” do Win10 funcione no Android cumprindo o seu papel de integrar celular e computador há necessidade de se baixar um app no smartphone e configurar o aplicativo no PC, parece um pouco desinformado no mínimo fazer parecer que isso não existia desde mais ou menos o ano 1347 no Android com apps como Airdroid, Pushbullet, Samsung SideSync e sabe-se lá quantos apps mais. E o melhor, você tem essa solução com smartphones de qualquer marca e preço e funciona no Windows, Linux, Chrome OS e até mesmo no macOS. Porque legal mesmo é a pluralidade!

    1. Uso isso há anos nativamente com Linux/Android. Todo o código é aberto, livre, e tenho todos os meus órgãos!

      E o KDE Connect que proporciona isso existe pra Windows há tempos, também…. Opção não falta.

      Não precisa ser a Apple pra integrar coisas… Na verdade é muito mais fácil se ela não estiver envolvida.

  3. O Spotify anunciou nessa segunda-feira (01/07) a descontinuidade de um projeto (anunciado em setembro de 2018) que permitiria a artistas independetes fazerem o upload de suas músicas sem a necessidade de intermediários. Assim, ainda é necessária uma gravadora, distribuidora pra fazer parte de um dos serviços de streaming de música de maior alcance… O que cês acham?

    1. Uma forma de mostrar aos intermediários que ela não está aqui pra acabar com eles e tentar baixar os ânimos. Espero que seja jogada em um tabuleiro de xadrez, mas de qualquer forma um retrocesso momentâneo aos artistas independentes.

  4. Extra! Extra!
    Ministro da Educação proibiu a MailChimp de distribuir a Newsletter da semana.

      1. Ainda consternada por cerjo moro tentar te raquar somente porque você foi o primeiro a mostrar como era fácil identificar o intruso no cel do dellagnol

    1. Fico contente que ainda existe alguma alternativa.. e sobre os serviços que eles estão para lançar, espero que seja algo interessante pq se for mais do mesmo não sei se eu pagaria.

      1. Daria pra dividir esse prêmio? Eu tenho uma pessoa pra indicar também!

  5. Sexta passada ouvindo o podcast da Folha exclusivo para o Spotify fiquei sabendo que eles tem acesso ao que escutamos. Não sei ao certo se todos os podcasters tem esse privilégio ou somente eles que são um dos chamarizes do serviço. Resolvi mudar de serviço de streaming de música no mesmo dia. Pra dar uma chance ao que mais cresce, Apple Music, comecei a usar. (o porém é que tenho um Android)
    A primeiro momento notei que as playlists criadas pelo sistema como coletâneas de diversos temas eram inferiores levando em conta o que ouço. Bom, até aí natural, o Spotify tem mais assinantes, mais tempo de existência e era uma questão de confiar no serviço e me adaptar. A segunda coisa contra foi que não consigo transmitir o áudio para alguns Chromecasts Audio que tenho em casa. (que realmente são só pra áudio mesmo e se conecta a qualquer caixa de som. Mas isso também já era esperado por mim por questões óbvias. Mas pra mim o tiro no pé é o aplicativo em si. Ele é muito lento e ruim! (estou falando se Android, imagino que ele seja um mel no iOS) Até pra rodar a lista de músicas ele dá umas engasgadas. As covers do álbum carregam com atraso e a reprodução pausa do nada. Mesmo que eu tenha feito o download da música. Enfim, cancelei os 3 meses em uma semana.

    Aí pergunto para os nobres colegas, qual opção posso usar pra substituir o malvadão Spotify?

    1. Estou usando o YouTube Music já que tenho o YouTube Premium. Cujo app também não é legal, mas ainda tá mais maduro que o Apple Music para Android.

      Alguém usa o Tidal? Deezer? Como eles andam? (especialmente no Android)

      1. Uso o Deezer tem uns 2 anos, comecei quando tinha Tim Beta e ele vinha de brinde. Curti tanto que, quando mudei de operadora, continuei pagando ele por fora até hoje.
        O que me mantem nele em detrimento ao Spotify é a função de subir seus próprios mp3 na sua playlist. Tem muito álbum bom de bandas não tão famosas assim que é protegido por DRM, e não tem aqui no Brasil.

        Também usei o YT Music e achei um lixo completo. Interface confusa, app bugado… É o Play Music com um logo diferente. Já pro caso do YT Premium, baixei o Vanced, que é o app do YouTube com tema escuro, sem propagandas e com suporte a reprodução em 2º plano, tudo de graça.

        Agora, com relação aos podcasts, o Deezer é bem fraquinho, e mesmo a tela dos pods é escondida no app. Uso o Pocket Casts e ele ganha de lavada do Spotify em todos os aspectos. Meio caro, mas vale cada centavo.

        Só perde na frequência dos uploads. Alguns podcasts vão primeiro no Spotify, depois vão pro feed do Pocket. Essa diferença pode ser de 1 dia até 1 semana, mas isso depende mais do dono do podcast que do app.

        1. Testarei o Deezer, vale pela dica!

          Realmente o YT Music é caótico, mas ele ao menos não pausa as músicas no meio como o Apple Music. Então foi meu app emergencial até achar outro., já que ele está incluso no YouTube Premium.
          E antes que alguém pergunte, não, o Apple Music estava com a otimização de bateria desativada, então não era o gerenciador de energia que tava crashando ele.

          Eu usou e sempre seguirei usando o Pocket Casts para podcasts, então o Deezer não ser bom nisso nem me incomoda.

          Já sobre usar algum esquema pra não ver anúncios no YouTube nem vou entrar na questão, porque é uma tremenda mancada (pra não falar coisa pior) com o criador de conteúdo.

      2. Como o Pierre disse, tem o Dezzer, mas eu mesmo não gostei (ainda uso o tim beta), muito ruim nas recomendações e de longe o Spotify é muito mais rápido (no Android digo).. pra mudar de faixa, carregar as musicas etc.. mas se você baixar as musicas, ai fica suave.

    2. Usei os 3 meses grátis dele na época que não estava muito bem da cabeça e comprei um iPhone, e não gostava dele lá também (no fim usei menos de dois meses… vendi o iPhone e voltei pro Spotify(.

      O YouTube Music achei uma desgraça de ruim, e o pior de tudo é que ele parece abandonado desde que lançou. Sem falar que mistura música/vídeos no YouTube normal, o que achei bem tosco. Streaming ruim, meio desorganizado, aplicativo ruim, enfim.

      O Spotify me dá bastante raiva – o aplicativo (Android) também é cheio de bugs pra mim. Mas ainda acho a biblioteca bem organizada, e o maior trunfo é que é super fácil de tocar em qualquer lugar…. O YouTube Music e o Apple Music não tinham versões pra TV por exemplo, onde uso com frequência (eu tinha uma Android TV e agora tenho Samsung com Tizen).

      Então eu meio que uso por achar o menos pior…. Mas ainda não testei os que tu citou no comentário abaixo.

      1. Bom, se no Android eu achei o YouTube Music melhor que o Apple Music, então imagina como ele é legal! hahahahahaah

        E cuidado com essa coisa de iPhone. Com o tempo passa a falar que é melhor viver em uma ditadura porque ela é pensada pra você ser feliz.

        1. Eu fiquei uns 3 meses com ele só. Eu peguei mais por curiosidade, já que nunca tinha usado.

          Tem umas coisas legais, mas pra mim era mais contras do que prós. Sem falar que era impossível conectar ele com o meu PC (Linux).

          Eu consigo enxergar ele atendendo perfeitamente quem não faz muito além de abrir uns apps e usar o que tá ali dentro deles e pronto. Mas pra esse caso não vejo muita diferença pra um Android bom também.

          1. Curiosidade: por que você queria conectar o iPhone em um computador? Mesmo usando um Mac, não lembro a última vez que fiz isso ou mesmo de que precisei.

          2. @ Rodrigo Ghedin

            Sempre usei o aparelho pra transferir arquivos grandes (meio que um pen drive gourmet), e não tinha mais como. Claro, comprei sabendo disso, e achando que não ia sentir falta. Senti. Hoje, quase 2 anos depois, não uso mais pra isso, mas na época sim. Mesmo assim, é bom saber que eu posso.

            Outra coisa boa é que posso transferir alguns álbuns indisponíveis por streaming que tenho em FLAC. Só plugar e arrastar.

            Mas o conectar com o PC não era nem só isso, por cabo. Se estou no meu PC, hoje, posso receber e responder notificações, acessar todo o File System do celular pelo PC, espelhar tela, e ainda usar o celular pra controlar o PC de longe (em uma apresentação, por exemplo). Sem cabos! Magic!

            É algo que provavelmente dá pra fazer tudo se tiver um iPhone+Mac, mas com Android eu posso fazer em qualquer sistema operacional, não estou preso a nenhum. E como não tenho intenção de usar Mac, pra mim é bem importante

      2. vc sofre com o bug de qualquer música parar de tocar com 6-9s?

        eu ODEEEEEIOOOOOO essa merda

    3. Usei o Apple Music no Mac Mini, no Windows e no Android. Ele não funciona direito em nenhum desses 3, talvez a ideia seja exatamente ser usado apenas no iPhone (vou testar isso hoje de noite com o SE da minha namorada). O que funciona melhor é o Spotify mesmo, contudo, tem esse problema da privacidade.

      Eu abandonei streaming de música faz uns anos e comprei um cartão de 128G pra colocar todas as minhas músicas (já que o iPod Classic de 160G ainda é muito caro e seria +1 aparelho pra carregar bateria, levar comigo etc). Sempre sugiro que todo mundo faça o mesmo.

      Uso o BeyondPod para podcasts porque eles me deram uma licença de brinde quando eu reportei um bug. Senão, era capaz de ter feito um app de podcasts pra usar sem ter que ficar pagando horrores para terceiros ou usar o do Google.

      1. No iPhone, o Apple Music funciona muito bem. Tem um detalhe bem bobo, mas que adorei quando migrei vindo do Spotify, que é você ter a opção de acrescentar músicas à fila de execução imediatamente após a música que está tocando ou no final da fila. Não sei se o Spotify já tem isso ou mesmo se tinha na época e eu não achava, mas foi um desses pequenos alívios quando vi que no Apple Music isso existia.

        No macOS, o Apple Music ainda é um negócio dentro do iTunes, e como mexer no iTunes é pedir para morrer, a experiência é ruim (embora funcional). Espero que o novo app que virá no Catalina seja melhor — o que, convenhamos, não é muito difícil.

        1. Estou testando o Catalina desde o primeiro beta para desenvolvedores e vou te dizer, a experiência do Apple Music está tão boa quanto no iPhone, pra mim.

          1. Problema é que o Catalina vai ser instalado em poucos Macs. Por exemplo, o meu Mini não instala nem o Mojave mais (só usando o patch do DosDude, que aliás, deixa ele mais rápido do que o usual).

            A não ser que a ideia da Apple seja, exatamente, cagar e andar pro resto do mundo e se focar apenas em quem mantém-se no ecossistema.

            Não que isso seja um problema …

        2. Só pra não deixar no ar, teste o Apple Music no iPhone SE e ele funciona bem. É como usar qualquer outro, Spotify ou Deezer, coisa que não rola no Android por exemplo.

          Não consigo entender porque a Apple lança coisas “mal feitas” em outras plataformas só pra manter uma presença capenga. iTunes no Windows e Apple Music no Android são dois exemplos disso (eu gostava do Safari no Windows).

      2. Pô rapaz, o Pocket Casts é ótimo e custa só 15 chocolatinhos pra vida toda!
        Eu o comprei em 2015, então ele se pagou ao longo dos anos. Não seja tão coração gelado! rs

        PS: Quando comprei foi antes do golpe, aquele em que a classe média disse que era preciso pra ir pra Disney já que o dólar ia despencar, bom, o print mostra como o dólar baixou legal

        https://www.dropbox.com/s/zzujsy7s4ujwks2/PocketCasts.png

      3. Eu paguei as duas licenças do pocket casts, na estou usando o antennapod pelo entusiasmo com apps open source. Até q tá bom, bugs as vezes, mas muito bom

      4. Seu celular tem entrada para cartão? Gostei da ideia mas meu celular não tem isso. Não ia adiantar muito

  6. Alguém já viu a série The People v. O. J. Simpson: American Crime Story? Não sou muito fã do formato de série, que acaba incentivando a prolixidade (vide The Walking Dead, que mata a galera de sono), mas essa é muito bem feita, do roteiro à atuação.

    1. Sim! Comecei a série achando que seria algo documental, não dramatizado. Também não curto o formato, mas a história é muito boa e, dentro das limitações do formato, bem contada.

      Estou curioso para ver aquela Bandidos na TV depois da repercussão. Também ouvi falar bem de Olhos que condenam. Ambas da Netflix.

    2. Eu vi e gostei bastante. Achei que foi bem ao contar a história pela proposta da série.

  7. Semana ótima. Aqui no RS está com previsão de neve pra serra (e pro planalto de SC, mas que se importa com SC?) depois de termos tido duas semanas de verão em junho (~30 graus). Daqui ~15 dias teremos mais temperaturas altas, próximas dos 30 graus novamente. Isso se dá porque a cobertura amazônica está indo pro saco e as correntes de jato equatoriais (Bolívia e Equador) estão afunilando pro centro-sul do Brasil e sul do continente sem a devida carga de umidade, assim, elas chegam secas e quentes (não por nada esse verão o mais quente da maioria das medições no centro-sul do Brasil).

    Nessa mesma semana o nosso presidente foi pressionado pela Alemanha e pela França (ainda que europeus tenham grande culpa em todo o processo de degradação climática do mundo) pela sua política ambiental e ele respondeu dizendo que “ambientalismo acaba com o progresso”.

    Hoje a Noruega e a Alemanha colocaram o fundo amazônico em suspensão. O ministro Sales (do NOVO, quem diria hahahaha) ignora a pauta ambiental mundial e age para desmatar mais e mais a Amazônia brasileira (sugiro a entrevista dele na Globo News, é de dar nojo ver uma pessoa tão abjeta mentir tão descaradamente na TV).

    É muito legal falar de Chernobil, mentiras e se engajar com a série da HBO, claro. Mas o que acontece hoje no mundo – e principalmente no Brasil – é uma coisa sem precedentes e que vai destruir boa parte da vida por aqui e/ou tornar boa parte do planeta inabitável.

    Vale a pena ver o vídeo do Nerdologia sobre isso: https://www.youtube.com/watch?v=hPUgECmFiKI

    1. não adianta: essa pauta não vai pegar ninguém

      estamos caminhando rumo ao abismo e nada vai nos parar (isso se não morrermos até lá comendo franco com salmonela*)

      *pelo menos o montarroios está livre dessa :)

        1. Com o tanto de agrotóxico liberado pelo governo?

          Capaz até que os veganos duram menos.

      1. Só se ele compra apenas orgânicos sem venenos ou nenhum industrializado.
        Caso contrário foge de um lado e pegam do outro.

  8. Hoje me peguei refletindo sobre os conselhos que dou pras pessoas atingirem suas metas em várias áreas diferentes. Elas seguem o que eu falo e se dão bem, mas eu mesmo só consigo atingir o fracasso.

    É, amigos. Parece que eu virei coach.

  9. como gamer (e comprovo isso com meu teclado chinês com led vermelho; mouse feito na china q não tem led, mas tem trocentos botões; e notebook dell gamer vermelho q já apresentou problema em menos de um ano de uso), quero dizer q me sinto discriminado e perseguido (especialmente pelas mulheres q escrevem e dizem coisas na internet). obrigado.

    1. Montarroios, menos ironia, please :)

      Mas falando sério, pena que esse assunto não foi mais fundo.

      Meninas que participaram do MdU, chegam mais e comentem sobre:)

          1. Não entendi ele tirou um pouco do espaço e você não percebeu que tinham três garotas?
            Ou ele tirou muito espaço ou você misturou vozes.
            Pessoalmente não senti ele tomando espaço, mas me incomodou ele estar lá, acho I que poderiam ter so as três ou mais uma garota.
            Mas o conteúdo do programa tá bem bacana e elas dão uma aula de como deveria funcionar um debate e vão ainda melhor explicando todos os problemas do meio.
            Acho que deve ser passado para frente.

      1. Gabi Catuzzo, a menina que disse que homem nenhum presta, deixou a comunidade gamer tetuda p da vida e pressionou a Razer a não renovar o contrato com ela.

        1. Essa eu sei e só posso concordar com ela.

          Não havia entendido o contexto do comentário perdido aqui.

    2. Quem usa qualquer periférico “gamer” entupido de LEDs de qualidade duvidosa e que só servem pra chamar a atenção deveria ser discriminado por toda a raça humana, perseguido e jogado num caldeirão fervente de sopão.

        1. Você mostrou seu currículo gamer? A comunidade não tolera farsantes.

      1. gamer vegano!
        agora hipster… não dá. eu faço a minha própria barba (q me cansa de tempos em tempos) e cresce de modo selvagem. e não tomo cerveja artesanal (não tomo nenhuma, na verdade). tb não curto kombucha (não vejo graça e qdo vejo o preço perde ainda mais a graça e q, aí sim, poderia ser algo de hipster vegano). não uso nada xadrez e não tenho tatuagem. agora, de sinuca eu gosto, mas não dessas gourmet. sinuca mesmo, de bar sujo e zoado.
        pensando bem, eu nem sei se hipster gosta de sinuca.
        tomei tanto desgosto desse mundo gamer q até parei de jogar CS, o único jogo online q jogava… agora é frostpunk!

        1. Nunca joguei online exatamente por conta dessa “comunidade”. Alguns jogos, como Diablo 3 e Path of Exile, eu simplesmente ignoro que existe mais gente no mundo (jogando SSF no PoE ou um jogo fechado no D3) e era isso.

          Uma vez tentei jogar Overwatch e Quake Champions, mas não rolou. Tenho aversão ao mundo gamer.

          Só fico feliz que eles tenham feito os teclados mecânicos ressurgirem, se não fosse por esse mercado tava todo mundo usando aqueles odiosos “borboleta” da Apple e achando sensacional.

          1. eu tinha muita vergonha de jogar online. então, nunca joguei.
            daí me arrisquei no CS. e isso faz pouco tempo, acho q comecei a jogar ano passado ou nesse, não lembro bem.
            enfim, é impossível jogar com o áudio ligado, pq falam muita merda.
            creio q nos outros jogos seja assim tb.
            joguei um pouco de doom online, mas sempre ia mal.
            tem gente muito viciada ou muito hack por aí.
            mas, de fato, jogar online não é tão legal (pra mim, pelo menos).
            arrisquei jogar pubg e fiz isso por 30 segundos. colorido demais, besta demais… e disfarça a violência de uma forma q acho abjeto.
            voltei para os offline e acho q vou ficar nessa. se passar a bronca q me deu do público de CS volto a jogar, pq era divertido – sem ouvir nada. tinha o chat, mas é mais fácil de ignorar as merdas q escrevem ali.
            o mundo gamer é mesmo medonho… tóxico e tudo o mais. obviamente não pode sair coisa boa disso, apesar de haver pessoas q se dão bem com jogos (não no sentido financeiro, claro).

          2. Minhas melhores experiências jogando online foram com jogos colaborativos, como Left 4 Dead (que voltei a jogar com amigos da faculdade).

            Também gostava muito de FIFA online, talvez porque não precisava conversar com ninguém, mas, diferentemente de jogar contra a inteligência artificial (sozinho), as partidas online acrescentavam algumas camadas de imprevisibilidade que deixava a coisa toda mais empolgante (embora, mesmo com toda a sofisticação das versões mais recentes, com o tempo você saque claramente as mecânicas — limitadas — das partidas). Nunca curti aquele FIFA Ultimate, de ficar comprando cartinhas, típica picaretagem da EA para lucrar mais em cima de um jogo que já é (muito bem) pago.

      1. qdo a pessoa não joga eles ficam assim, intactos.
        autocad não gasta nada…
        agora cs… vez ou outra tem q dar aquele soco no aparelho pra mostrar como é q é!

    1. Vou falar a real, acho que isso não é viável e nem acho que vai rolar, por isso não li muito.
      Mas a primeira preocupação é a logística e controle.
      Acho que essa conversa toda é mais para esvaziar o Enem, esse governo já parece ter uma agenda de aceleração do desmonte das universidades públicas.
      Essa história pode levar a acabar com o Enem e se as universidades sem dinheiro não puderem mais realizar os vestibulares elas morrem.
      Mas isso sou eu pensando e escrevendo em poucos caracteres.

      1. por um lado eu também penso que essa é uma oportunidade de ouro pra engessar o ENEM e tornar ele inviabilizado.
        mas por outro, eu acredito que é um passo inevitável. se não for nesse governo, algum outro vai ter que pensar em uma nova atualização pro exame – e isso passa por tornar ele menos caro, mais fácil de aplicar/avaliar e, principalmente, mais dinâmico pros candidatos (questões com imagens coloridas, vídeos, gifs e todo tipo de linguagem que o digital permite).

        minha opinião é: esse update é necessário, a gestão que vai fazer é o problema.

      2. Fico imaginando o número de técnicos de TI para resolver o problema do PC do João e da Maria que travaram. São milhares de alunos em determinados locais de aplicação da prova.
        E até resolver/trocar, como fica o aluno que se sentir prejudicado?

        1. já podemos mencionar os que vão tentar burlar o sistema para conseguir boas notas??

          já ocorria no ENEM ‘normal’ e vai continuar ocorrendo…

          1. Prova em casa, onde o aluno pode colar a vontade. Daí os índices de boas notas disparam, e o governo resolve o problema da Educação mesmo deixando o setor às moscas. YAY! \o/

    2. Não tem benefício a curto e médio prazo. Os governos municipais, estaduais e federal mal tem recursos para manter uma única sala de informática em cada escola, imagina aplicar uma prova da dimensão do Enem com a pouca estrutura que existe.

      Essa desculpa de reduzir custos não cola. Exigiria um investimento enorme para garantir o pleno acesso de todos os estudantes à prova, então claramente tem uma intenção de excluir boa parte dos candidatos.

      Eu não sei como funciona em outros países, mas não conheço qualquer um que tenha conseguido trocar a versão impressa por online.

      1. então, eu não acho que o propósito seja uma mudança abrupta, mas gradual.
        defendo um sistema híbrido, que compense as desigualdades, onde os candidatos das regiões com menos estrutura façam a mesma prova que os candidatos já incluídos nessa nova forma de prestar o exame.

        quanto ao custo envolvido em informatizar espaços, a gente não pode negar que é o movimento natural das coisas – inclusão digital já virou requisito básico pra qualquer país que queira se desenvolver. logo, essa proposta pode ajudar a distribuir mais acesso, como uma pressão.

        e fora que nós temos aqui uma oportunidade de mensurar dados sobre educação, pra aperfeiçoar mais o exame. acho que isso já compensa muito.

    3. Meu medo também é a logística disso, o MEC mal consegue manter o site do SISU no ar quando abrem as inscrições… além disso, temo pelos reais motivos por trás dessa ideia, nada nesse governo me cheira honesto.

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