Post livre #173

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no sábado, na hora do almoço.

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130 comentários

  1. Semana passada, como último comentário no Post Livre, sugeri que o tema de algum podcast futuro fosse a “masculinidade tóxica” no meio tecnológico.

    Já que não sei se vai ou não, gostaria de saber se querem começar por aqui o debate (até para ajudar no podcast, caso saia).

    “Ah, mas tem a questão do ‘lugar de fala’, da necessidade da mulher falar”.

    Sim, eu sei. Mas acho que tá na hora de nós homens fazer a nossa parte e assumir nossos erros, apontar alguns erros alheios e assim revisar os viés que existem na tecnologia para justamente vencer pela lógica e não pela estupidez.

    Sinceramente não conheço a fundo o termo (ahhhh vá, dirão), mas entendo que quando se fala de masculinidade tóxica, é relativo a comportamentos masculinos que prejudicam o entorno social, inclusive prejudicando mulheres, gays e demais gêneros.

    Um exemplo destes dias: um nome já conhecido entre nós retwittou com comentário negativo, minimizando uma mulher que falava sobre a pesquisa que fizera sobre mulheres no cinema (e a mesma infelizmente vai perder chance de ter bolsa/financiamento graças ao sal no rabo).

    Noto que o comportamento tóxico na tecnologia em partes é culpa nossa (masculino) por tolerar comportamentos ácidos.

    Enfim, se alguém quiser, está aberta a mesa de debates.

  2. Pessoal, alguém aí possui uma poltrona daquele tipo “poltrona do vovô”? tipo aquelas em que o analista fica ouvindo o cliente.

    sinto falta de um lugar confortável pra ler. se deito na cama, durmo, no sofá também. a mesa da copa é desconfortável demais. como tô sempre cansado…

  3. Bom dia, manualzeiros (ou usuários?)!
    Espero que estejam bem. Particulamente, estou de bom humor, já que minhas férias (e viagem) começam amanhã.
    O que vocês tem consumido de mídia?
    Eu coloquei o livro rápido e devagar no meu Kindle para ler durante a viagem, assim como abasteci com alguns volumes do mangá Silver Spoon (em francês para treinar a língua). Paralelamente, retomei a leitura de Kimetsu no Yaiba/Demon Slayer e li o primeiro capítulo da nova obra do autor de Naruto (Samurai 8).

    1. Eu to pensando em ler One Piece em inglês para treinar a língua também, mas ainda estou muito no início e acho que ainda não dá, tanto é que tentei ler o primeiro capítulo e recorri ao tradutor diversas vezes.

      1. Não conseguiu pegar nem pelo contexto?
        Eu recorro ao dicionário também, acho normal até mesmo quando leio em inglês.

        1. pior que não, no início, logo na fala do roger, tem muita coisa que desconheço

    2. Esse livro é legal, mas acabei não terminando de ler porque houve mudança na minha rotina. Gostava dele porque em relação a outros livros de psicologia (ou algo assim) que tentei ler (Daniel Goleman e o Poder do Hábito), a escrita dele era menos estranha.

      Do meu lado, tenho consumido video aulas de assuntos diversos (da profissão, sobre nutrição, sobre vinhos, sobre culinária) e That 70’s Show, que descobri que não é uma produção nova do Netflix e sim uma série mais antiga……

      1. The 70’s show é BEM antiga. Terminou em 2006 o original! Tinha o Ashton Kutcher novinho ainda!
        Muito boa a série!

    3. muitos livros por conta das pesquisas q tenho feito…
      daí q meu consumo de mídia caiu um tanto… os hqs q vou ler têm a ver com a pesquisa…
      acho q a única exceção é o ‘lobo solitário’. q eu acho primorosa…
      vi algumas coisas no netflix q são interessantes, mas até mesmo as séries eu já não consegui mais ver. a última coisa q vi foi ‘megalobox’ há uns meses.
      vou tentar ver o ‘star trek discovery’ q, apesar do rocambole da primeira temporada, me agradou bastante.
      eu comprei algumas hqs da Devir, do selo Tsuru, e estou querendo muito lê-las, mas ainda estou enrolado demais. eu comecei a ler, mas larguei, a ‘tekkon kinkreet’.

  4. Pequenas reflexões de um “chatomentarista”:

    – Sei que muitas vezes fui tão bobo ou estúpido nos comentários. Melhor admitir isso do que ficar renegando. A sensação de alívio ao “dizer” isso é alta, diga-se de passagem.

    – Eu pensava que a comunicação ia ajudar a “gerar um mundo mais unido”. Me enganei. Disputamos argumentos como disputamos outras coisas.

    – Nem todo humor ajuda. Muitas vezes atrapalha.

    – Sei que violência não é o ideal, mas que tem horas que eu queria ter feito o que este trecho de Jay & Silent Bob fizeram em relação a comentários ruins e estúpidos contra mim, eu realmente queria.

    https://www.youtube.com/watch?v=vuBWbpTJRqk

    1. Por mais belicoso que seja o mundo;
      Por mais injusto que seja o mundo;
      Por mais que as pessoas, as vezes, pareçam estar se afastando cada vez mais;
      Por mais que diariamente eu sinta que o mundo é um grande erro;
      Por mais que eu sempre pense que o melhor seria, afinal, não ter contato com o mundo;
      Mesmo assim, eu ainda confio que é o melhor que temos. Precisamo de outros humanos, infelizmente dirão alguns.

      Sempre que isso bate em mim, eu paro um pouco e coloco esse vídeo:
      https://www.youtube.com/watch?v=yWJKLYcypz8

      Ele é baseado nas obras do HG Wells e fala sobre a necessidade de contato e o quão solitário seria viver num mundo longe das pessoas e longe das babaquices que elas nos causam diariamente.

      Recomendo para os dias de stress como forma de descompressão de tudo.

      Uma tradução rápida e livre do texto do vídeo:

      Uma horrível sensação de desolação tomou meu coração. Eu escutei atentamente e não ouvi nada além da minha circulação sanguínea reverberando em meus ouvidos. Grande, sombrio e estranho era o mundo e eu me deixei levar por seus vastos mistérios.

      Uma pergunta remota e distante, de onde eu poderia estar, flutuou e desapareceu de novo em minha mente. Eu me vi em pé espantado, com minhas emoções invadidas por algo que eu não conseguia entender.

      Eu me senti nu.

      Senti-me como talvez um pássaro possa sentir-se no ar limpo, conhecendo as asas do falcão e mergulhando.

      Comecei a sentir a necessidade de ter alguma companhia. Eu queria questionar, queria falar, queria contar a minha experiência.

      O que é esse espírito no homem que o leva a sempre se afastar da felicidade, a labutar e a se colocar em perigo?

      Foi essa inquietação, essa insegurança, talvez, que me levou cada vez mais longe em minha expedição exploradora. Enquanto o silêncio da noite se espalhava pelo mundo, o sol tocava as montanhas e tornava-se rapidamente um hemisfério flamejante de chamas líquidas; até que afundou.

      Então, lento e macio, envolvendo o mundo em dobra depois de dobra de azul profundo, veio a noite.

      E assim, o esplendor da visão – no céu, um planeta reluzente brilhava gentil e constante, como o rosto de um velho amigo.

      Toda a temeridade da minha viagem de repente me atingiu.

      Por fim, comecei a sentir a força da terra sobre o meu ser, atraindo-me novamente para a vida que é real, para os homens.

    2. Comentando suas reflexões em ordem…

      – Acho isso uma atitude louvável, deplorável é quem é estúpido nos comentários e continua sendo, sem admitir o erro. (Nota: tenho que diferenciar quem é bobo/estúpido de propósito e sabe que está errado, e quem o é mas acha que está correto, me refiro ao segundo caso).

      – Não sei porque vc achava isso. A base de um conflito são opiniões diferentes, e sempre haverão pessoas dispostas a defender suas opiniões (porque bem, elas tem a opinião de que a opinião delas é correta/única) usando os meios necessários – o que nos leva ao item 4.

      – Você parte do pressuposto de que humor deveria ajudar, ou no mínimo, ter alguma função (além do próprio humor). Por quê?

      – Então… a maioria das pessoas se contém, mas sempre tem aqueles que defendem suas opiniões no grito, na violência. Como eu falei, sempre haverão pessoas com opiniões diferentes, que acham que se resolve as divergências dessa forma. Isso me faz pensar como a paz é um conceito utópico, dependente de que todas as pessoas sejam iguais e pensem exatamente da mesma forma.

      1. Vou responder só a do humor, por que as outras não tenho boas respostas.

        Penso que o humor é uma boa arma se bem trabalhada. Infelizmente usamos mais para “definir e rotular” do que para criticar e fazer mudar.

    3. acho q todo mundo, às vezes mais, às vezes menos, quer desbaratar o outro de algum modo. é o q vc sempre disse sobre ganhar uma discussão. eu não vejo necessariamente assim no meu caso (o q é algo bem enviesado de se dizer, claro), é mais um defender um ponto de vista até o limite do defensável.
      mas é compreensível quem se aborrece com tudo isso. eu me mantenho longe de discussões em redes sociais, porque elas, geralmente, não levam a lugar algum… são ataques e mais ataques. em áreas de comentário tb. alguns são mais saudáveis, como aqui, e outros não, como no tecnoblog, por exemplo. sem falar q nesse último vc precisa conhecer muitos termos em inglês pra conseguir se comunicar.
      geralmente um comentário é dispensável se não busca um diálogo. o q eu mais vejo são comentários/ataques do tipo monólogo. a pessoa q escreve um comentário agressivo não quer uma resposta, ela só quer mesmo uma reação de alguém (qualquer um serve). é uma armadilha, portanto.

    4. “Disputamos argumentos como disputamos outras coisas.”

      Achei bonito isso aqui, vai pro meu caderninho de frases que gosto

  5. bozo: liberando a possibilidade de adolescentes usarem armas em clubes de tiro.
    bozo: destruindo as universidades públicas (as quais tenho reservas pelo corporativismo e falta de contato com a sociedade).
    bozo: conseguiu unir 7 ministros do meio ambiente de governos diferentes… porque o atual está tocando o terror.
    bozo… o horror, o horror, o horror…

    1. Tenho amigos com crise de stress por conta dessas merdas todas.
      Se não rolar revolta da população não sei o que vai sobrar do país.

      1. Eu tive uma crise de pânico/depressão essa semana por conta do governo. Parei pra pensar em tudo e percebi que não vou ter aposentadoria e que a minha carreira foi jogada no lixo com esse corte (mestrado e doutorado não sonhos distantes de antigamente e que eu tinha me preparado para fazer; agora são sonhos impossíveis).

        Eu acho que a população está sem entender ainda o que fazer. A oposição não tem força (e nem estou falando de partidos e sim de coletivos organizados para ser resistência contra o que se avizinha) e o governo surfa numa onda de merda que ele mesmo cria diariamente. Duvido que a população brasileira tenha forças pra fazer qualquer coisa. Não no curto prazo (2019 e Q1 de 2020).

        Brasil ainda vai ser aquela terra de Mad Max: um deserto criado pelo agronegócio onde impera a lei do mais forte com armas, gasolina, milicias e uma elite governando tudo de cima, sem contato nenhum com o povo que morre nas ruas em busca de sobrevivência. Somos a distopia que aguarda o mundo; uns 100 anos antes.

        1. Sei que é uma pergunta boba, mas para tentar terminar seu mestrado, será que não compensaria tentar uma vaquinha online ou divulgar seu trabalho para tentar algum patrocínio? Aí poderia até sei lá, tentar por aqui ou no exterior, fazer alguma forma que você conclua seu trabalho, e quando voltar e (quem sabe) a política arrefecer, consiga um bom trabalho aqui ou até mesmo lá fora?

          Sei que o melhor é ter apoio governamental, sem dúvida nenhuma. Mas sei lá, me passou pela cabeça a ideia que no seu arredor, haja gente que daria valor a sua pesquisa. Ou que consiga a sorte de poder migrar seu trabalho para alguma outra instituição que lhe patrocine, nem que seja internacional.

          1. Eu já fui chamado em umas três empresas aqui em POA (por incrível que pareça Porto Alegre é o local para se estar quando se pesquisa processamento de linguagem natural) que se interessaram pela pesquisa e pela aplicação em determinadas aplicações (principalmente atendimento ao cliente). Foram o Instituto Eldorado, uBots e a Thoughworks. Mas nenhuma delas retornou contato, mesmo depois de meses e comigo enviando alguns lembretes.

            No exterior é bem complicado, eu precisaria tentar um programas Erasmus, mas eles só trabalham com Linguística Cognitiva e Psicolinguística (ao menos são as linhas que abrem pra Finlândia, Espanha e Suécia), isso implicaria em readaptar quase todo o trabalho da graduação e do anteprojeto da dissertação de mestrado.

            Faculdades privadas, ao menos no RS, não tem bolsas ou financiamentos para pós-graduação. Os PPG que eu entrei em contato (PUCRS, ULBRA e Unisinos) são todos muito bem pagos. As faculdades privadas menores não tem letras/tradução/linguística.

            E fazer pós-graduação sem bolsa (CAPES, FAPERGS ou mesmo FAURGS, no caso da UFRGS) é bem complicado, principalmente porque pesquisa é uma coisa que exige bastante dedicação diariamente.

            Essa semana ainda enviei um email para uma vaga de Linguista Computacional. Só posso rezar agora pro recrutador ir com a cara do meu CV, porque o conhecimento que eles precisam eu tenho =)

          2. precisamos ter cuidado com esse tipo de alternativa: é uma espécie de uberização do trabalho do pesquisador

            essa alternativa pode ser válida (e até bastante interessante) em casos isolados. Não duvido que o pirula levantasse um bom dinheiro de crowdfunding pra fazer um pós-doc sem bolsa, por exemplo. Mas não funciona para 99,9% dos pesquisadores. É no fundo uma gambiarra para o desmonte de políticas públicas de fomento à pesquisa.

            eu também estou MUITO mal com essa história toda. Os bolsonaros estão destruindo o que sobrava de futuro para o país.

        2. Tudo que eu espero é que você esteja errado.
          A aprovação do governo só cai, se organizar direitinho a gente da um jeito.

          1. Sobre as bolsas e verbas em geral de instituições privadas: uma boa parte é verba federal. Das grandes que me vem à cabeça, todas precisam, e muito, de verbas federais. E pra quem pensar em falar em estado mínimo, um lembrete: não existe interesse real em estado mínimo; existe interesse em controlar as ações e os meios do estado; minimizar suas instituições é só uma das formas de controle.

    2. Trabalhei para clube de tiro. Nem falo muito porque senão…

      O que posso dizer é que já atirei com airsoft e chumbinho, mas nunca com arma de fogo mesmo

      PS: uma curiosidade sobre a questão do tiro: noto que este interesse por armas já vem há uns 2 ou 3 anos, quando começou a pipocar justamente estandes de airsoft por aí.

    3. A questão do corporativismo nas UFES é real. E alguns professores também tem problemas com a sociedade real. Mas sem elas imensa maioria das pessoas pobres não terá nenhum acesso a ensino superior (foi-se o tempo em que as UFES eram para as elites, e talvez seja esse o problema dessa gente).

      Adeus bolsas de mestrado e doutorado (que já era pífias) e boa parte dos programas de pesquisa está sem dinheiro e sem renovação. Algumas UFES e IF’s estão com dinheiro até setembro/outubro apenas (lembrando que já tivemos cortes com o Temer e que a política da Dilma não foi exatamente boa).

      Como diria Darcy Ribeiro “A crise da educação no Brasil não é uma crise; é projeto”.

    4. É um misto de angústia, tristeza, revolta, inanição…
      Eu nem sei o que pensar.
      Fico zoado das ideias ao ver que o desemprego e a miséria estão batendo nas portas de novo, alguns amigos próximos angustiados por não conseguir empregos e vivendo de bicos. Enquanto isso, a prioridade do desgoverno é flexibilizar porte e posse de armas.

    5. E eu estava pensando em estudar no Instituto Federal aqui da cidade (ao menos algumas disciplinas)…., vamos ver o que vai ser disso….

    1. Cara, estou escutando e achei bem interessante e lógico até.

      Atualmente não tenho mesa (tenho uma bagunça…), e a tela fica alta, mas em compensação como fica do lado da cama (preguiça…), a posição que uso é deitado e com o teclado no colo.

      Quando eu estiver em algum canto novo (não sei quando) tentarei este modo.

      Em tempos: geralmente tentava em outras épocas usar com monitor na altura dos olhos ou um pouco acima, mas que eu deixasse o queixo alinhado horizontalmente e não rebaixado.

      E preciso escutar mais a rádio USP…

      1. a rádio tem coisas BEM legais. vale mesmo ouvir, seja no rádio ou tune-in. esses programas no youtube foram uma boa idéia pra vc poder ouvi-los qdo quiser. e sempre tem alguma coisa boa, inclusive, sobre tecnologia.
        olha… acho q essa tua opção pode dar uma prejudicada no longo prazo, hem? não é por estar deitado q os músculos não estão trabalhando. tem q melhorar isso aí!

  6. Existe algum blog de tecnologia com proposta semelhante ao Manual do Usuário?
    Atualmente acompanho apenas o MdU, Tecnoblog, MeioBit.

    1. Eu diria pra deixar de acompanhar o Meio Bit e começar a ler matérias sobre tecnologia em locais menos canalhas e menos enviesados [o Tecnoblog não é exatamente um local bom, mas, perto do 1/2 bit é um oásis]; o Meio (do Pedro Dória) tem uma seção de Cotidiano Digital muito boa. Existe a lista “Norte” que trata de 3 assuntos diários sobre tecnologia. Ainda existem sites como o do Benedict Evans (inglês) ou a lista do Pinguins Móveis.

      Se você quiser seguir na tendência do MDU, defendida pelo Ghedin (até onde eu me lembre) é só procurar por Slow Web.

      1. Próximo ao estilo do Ghedin é o citado ZTop do Henrique e Nagano. http://www.ztop.com.br

        O ZTop como Slow Web veio acho que um pouco antes, se não, na mesma época do Ghedin lançando este site.

    2. Já que você lê o tecnoblog, sugiro o Ztop do Henrique Martin(s?) e do Mario Nagano.

      1. Henrique Martin mesmo. E o Ztop é bacana pois o Henrique e o Nagano tem excelentes contatos no jornalismo de tech e tal como o Ghedin, trazem bastante informação aferida.

        E o Nagano sempre traz ótimas curiosidades geeks

    3. Aproveitando a deixa, uma coisa que eu queria entender: por que todo site de tecnologia cobre filmes de heróis, filmes que entram e saem da Netflix e coisas do gênero? Digo, o que tem de tecnologia nessa área?

      Sei que os principais motivos são cliques (as pessoas clicam muito) e interesse (um bando de nerdão +40 que mais parece adolescente fã de super-herói), mas sei lá, né? Mesmo aqui, que, como disseram, é um lance mais autoral, eu tento manter a linha editorial. Gosto de plantas, mas não vou publicar um tutorial de como (tentar) não matar seu pé de manjericão.

      Vocês conseguem enxergar outra motivação para essa interseção esquisita entre tecnologia e um filão do cinema?

      1. Cara, é só ver nos USA que o Gizmodo e o io9 unificaram-se (claro, mas com uma subdivisão interna). É uma tentativa de unificar as matérias relacionadas a nerds/geeks.

        Penso que é uma tentativa de tirar o site apenas da visualização dos “ratos de tecnologia” e tentar abranger mais gente também. Pelo que notei foi a tentativa do TechTudo, e o que no final de alguma forma o Tecmundo conseguiu fazer melhor que todos (somando o fato que os caras colocavam instalador de adware forçando o redirecionamento, e muitas vezes tinha qualidade baixa de jornalismo por lá).

        (Me pergunto quem foi o louco de tentar botar o cardoso para escrever por lá no Techtudo, diga-se de passagem..)

      2. Você tá numa birra com os heróis hein? haha

        Mas acho curioso também essa pauta do que entra e sai da Netflix, até porque ela é sempre incompleta e só um gigante copia e cola de sei lá onde. Mas confesso que lamento é não ter um equivalente para o que entra e sai no Amazon Prime, aquela coisa agridoce.

        Btw, publique sobre plantas. Nada mais slow web do que cuidar de plantas.

        1. Hahaha, não é birra (embora tenha um pouco), é o conteúdo estranho que aparece nesses sites. Vale para Game of Thrones também, para ficar em um exemplo fora dos lunáticos com roupa ridícula que “salvam” a Terra espancando os outros.

          Eu escrevo ocasionalmente sobre plantas na minha newsletter pessoal. Fica o convite para assiná-la :)

          1. Um pouco…
            Entendo a pauta HBO GO, mas não GoT — quer dizer, entender eu entendo, mas faria muito mais sentido se fosse conteúdo sci-fi tal como Westworld etc.

            E assino há muito tempo, sei que o menino gazeteiro não foi sua primeira vítima, teve um (ou mais?) manjericão também

      3. Sério: “Até a Taylor Swift não consegue parar de falar de Game of Thrones” 🙄

        Da descrição do site: “CNET tracks all the latest consumer technology breakthroughs and shows you what’s new, what matters and how technology can enrich your life.” 🤔

      4. Eles colocam tudo como ~cultura pop/geek/nerd~

        É o combo ancap, programador com problemas mental e de socialização que são “resolvidos” no grito contra as minorias que “roubam” eles.

        Incels.

        1. Até hoje me devo uma indicação do Pedro Burgos, isso na época do Giz, que ele recomendava um filme chamado “Zero Charisma”, justamente sobre um nerd que vivia em um “mundo social fechado” nos próprios preconceitos.

      5. tem um produto da xiaomi (eu acho q é da xiaomi, pq vi um review de um portuga q gosta de plantas e produtos tecnológicos uma vez e ele tinha um *smart* sei lá o q controlava a vida da plantinha) q não deixar a sua planta morrer.

        de fato super-herói não tem nada a ver com tecnologia, mas tomou conta do imaginário nerd q, sei lá, na década de 90, já foi mais povoado pelo interesse em dinossauros, por exemplo. eu chuto dizer q é uma moda. ‘star wars’ não era tudo isso q é hj há algum tempo… pode ser q os mais jovens de 15 a 20 não sejam lá assim tão fãs desse carnaval louco (além da obsessão fálica em sabres e roupas de latex apertadas). pode acontecer o mesmo com os super-heróis. a comoção social global com o fim dos ‘vingadores’ foi patética (nitidamente artificial)… ‘game of thrones’ tá no mesmo nível: um interesse global numa geleia pretensamente política…

        os super-heróis tapam um buraco intelectual gigantesco enorme em pessoas q se interessam não em tecnologia, mas em produtos e subprodutos tecnológicos. ou seja, não estamos diante de leitores cidadãos, mas de leitores (maus leitores, porque não sabem ler direito) consumidores.

        (vc até tem por aí pessoas q fazem o movimento pendular de aproximação com ciência e entretenimento pop, mas qdo o pêndulo está no lado mais ‘fraco’, vc vê um baita entusiasmo e engajamento; qdo o pêndulo está do lado mais ‘forte’, é aquela massaroca de referências embotadas, agressivas, misóginas etc, vide Cardoso.)

        pergunta pra qualquer nerd qual é o maior evento do ano (até agora): a foto do buraco negro ou fim dessa bagaça mequetrefe q atente por ‘vingadores’?

  7. Vocês se sentem influenciados pelo passado das empresas na hora de decidir sobre uma compra?
    Explico: estou precisando comprar um note novo e o que melhor se encaixa nos meus requisitos de configuração/preço é um da Lenovo, mas fico ressabiado com os casos que envolveram a empresa no passado (spyware pré instalado, cerificados maliciosos etc).
    Eu sei que uma instalação limpa do SO resolve isso, mas ainda assim… Não confio na empresa mais.
    Alguém já passou por algo semelhante ou é só paranóia minha mesmo?

    1. Eu tenho um Lenovo e não me arrependo de ter adquirido ele. Ele não tinha nada de malware ou afins.

      1. Que legal! Poderia comentar um pouco sobre a experiência geral com o note? :)

        1. Já tenho ele uns três anos. Ele tinha 4GB de RAM, fiz um upgrade e hoje tem 12GB RAM.

          Nunca tive problema com ele, só formatei ele uma vez. A bateria tem duração boa e ainda continua muito bem.

    2. Com certeza. Esses escândalos dizem muito sobre a empresa. De duas, uma: ou o controle de qualidade é relaxado, ou a direção não tem o respeito ao cliente como prioridade.

    3. Confesso que o tal do consumo consciente é um prego que bate no meu âmago às vezes.
      Por exemplo, tento evitar as lojas de departamento que estiveram envolvidas em denúncias de mão de obra escrava, porém é um desafio árduo ter conhecimento de toda uma cadeia produtiva (isso me lembra um questionamento trazido na série The Good Place).
      Outro exemplo: jamais poria meus pés numa Havan da vida. Tenho ojeriza.

  8. Pessoal, atualmente uso um Galaxy S8 Plus e um iPad 2018. Surgiu a oportunidade de trocar o S8 Plus pelo iPhone 7, vocês acham que vale a pena?
    Estou bastante interessado na integração do iPad com o iPhone mas tenho realmente medo de me arrepender pra cacete.

    Detalhes
    Meu Galaxy S8 Plus já não dura tanto a bateria
    Uso apenas fone bluetooth
    Carregador sem fio, nunca usei.
    Modo Dex também não.

    1. se vc quer integração vale a pena.

      mas tem que ver a duração da bateria do iphone 7 e o armazenamento.

      1. Seria o de 32gb… Quanto à bateria, se durar umas 5 horas já tá bom..
        Hoje com meu uso, esse s8+ chega ao meio dia já pedindo carregador.
        E meu uso não é TÃO intenso não..

        1. se vc não joga, recomenda a troca, até pq o iphone tem mais recursos de segurança e privacidade que o android.

    2. Eu iria de Iphone. O 7 ainda é uma boa compra e tem suporte ao iOS12 – e provável que ao 13.

      Sem falar da parte da integração, já que você tem um iPad. Sou adepto ao Android, mas reconheço que o ecossistema da Apple é imbatível nesse aspecto.

  9. Pessoal, estou olhando pro Galaxy S10e como o professor Girafales olha pra Dona Florinda. Mas o S9 tá com um preço ótimo e, tirando o tamanho dele, também me atenderia.

    Vocês acham que vale a pena juntar até o S10e cair pra uns 2,3 mil (lá pra Setembro/2020), ou posso ir de S9 sem medo ainda esse ano na Black Friday?

    1. Qual aparelho você tem atualmente?
      Dependendo vale a pena esperar mesmo..

      1. Tenho um Mi Mix 2.

        Tô querendo trocar mais pelo abandono da Xiaomi pelo aparelho. Tem alguns bugs violentos nele (uns vindos de updates anteriores), e ela só lembra do Mi Mix 2S, o irmão mais rico.

        Também acho a integração dos produtos da Samsung (tenho um Galaxy Watch que uso 110% do tempo pra tudo) melhor que da Xiaomi.

        1. Já usei xiaomi por muito tempo, hoje em dia uso um S8 Plus e o Galaxy Watch também.
          Sendo assim, talvez valia a pena o s9 mesmo… vai ter atualização por mais uns 2 anos pelo menos..
          Eu mesmo queria um menor, s9 ou s10e.
          Se achar o s9 por 2.400 vai de boa.

  10. Depois do post sobre app de anotações, venho aqui com algumas questões (todos precisam rodar no android):

    quais apps de calendário recomendam? e de nuvem e fotos?

    Estou quase assinando o fastmail para além de sair do google, usar o calendário deles.

    1. Eu tô usando Office 365 + Outlook.

      A Microsoft melhorou bastante o app deles, e os 1TB do OneDrive inclusos no Office me atendem que é uma beleza.

    2. Usava o Sunrise, porque tinha um widget muito bom para android. Minha tela inicial era só o calendário e uma fileira de apps. Infelizmente, morreu depois da aquisição pela Microsoft e desde então estou sem também.

    3. De calendário uso a função que tem no Outlook mesmo, fica tudo no mesmo lugar. Para nuvem uso o Fotos pq sobe e mantém a qualidade de imagens no máximo, tive um problema com o Onedrive quando ele era Skydrive e todas as minhas fotos foram compactadas e já eras, ficaram com kb de tamanho e resoluções de gif. Mas para documentos uso o Onedrive mesmo, para músicas o Music da Google pq já funciona com o Chromecast direto.
      Para edição de fotos uso o Snapseed quando quero algo bom e rápido, pois tem a função pincel que é útil quando quero destacar somente uma área como clarear um olho ou escurecer uma silhueta; VSCO pago quando quero só o filtro, mas minha mente já trabalha pensando no filtro enquanto estou vendo a paisagem ou objeto a ser fotografado; e o Adobe Lightroom quando quero editar algo para ficar 100% ótimo, quando a foto tem que ficar nítida e não artificial, aí mexo nas sombras sem alterar o preto, mexo na matiz para mudar o céu sem alterar o tom de pele ou do chão, um trabalho mais delicado, normalmente faço isso quando tenho tempo tipo em consultório de dentista ou fila pra pagar conta.

  11. Alguém aqui acompanha a F1? Onde assistem às corridas e quais meios usam para se informar?

    Nunca fui de acompanhar esporte mas depois de assistir o doc da Netflix me ocorreu que seria um esporte legal de assistir.

    1. Assisto a todas corridas, sou fã de F1. Acompanho sempre na Globo/Sportv e leio alguns sites pra me manter informado: blog do Flavio Gomes, Grande Premio, Autosport, blog do Livio Orichio.

      1. Massa!

        Estou acompanhando o grande prêmio (site, podcast) e to achando do caralho. Obrigado pelas dicas!

        Já foste ao GP do Brasil?

        1. Já sim, acompanhei in loco por mais de 10 vezes, mas deixei de frequentar por conta do ambiente machista e tóxico que é o autódromo. Não posso dizer que todos os setores são assim, mas em todas as vezes assisti no setor G, que é o mais “em conta”, e 90% do público é formado por homens brancos que se divertem ficando completamente bêbados e assediando moralmente praticamente todas as mulheres que se dirigem às arquibancadas. Chega a ser vergonhoso.

          Há um hábito nesse setor (reta oposta) em que milhares de pessoas saem do treino classificatório no sábado e já vão direto pra fila para o próximo dia. Essas pessoas passam umas 15 horas na calçada fazendo churrasco e bebendo, e entram no dia seguinte completamente embriagados e falando besteira pra qualquer mulher que passe na frente. Deprimente…

          1. Realmente é um publico bem desgraçado.
            Como sou do sul tenho que planejar com antecedência se quiser ver o GP, talvez valha a pena ir pra um setor mais caro, pra evitar esses brucutus.

    2. Pra mim, meu interesse morreu com o Senna.
      Até acompanhei um pouco depois, mas ficou desinteressante…
      Corrida, de um modo geral, ficou sem graça. Não sei bem a razão, mas, sei lá, pilotar é legal, ver os outros pilotando…
      Pra não falar q me desinteressou totalmente: estou curioso com as corridas com carros elétricos. Acho q daí podem surgir coisas interessantes, com carros fazendo coisas q os pilotos não conseguem. Tipo, ganha o melhor piloto, mas tb o carro mais esperto.

      1. Chegou a assistir o documentário na Netflix? Recomendo fortemente.

        Sobre a Formula E, os comentários são de que a categoria ainda não está 100%, críticas aos carros, pistas, etc. Tenho curiosidade, pena que o Nelsinho vai parar.

        1. não vi! está na lista. o único doc q vi foi daquele japonês sobre o senna. e foi bem legal, pq mostrou um lado dele q a glogo NUNCA nos mostrou. saber do comportamento rebelde dele foi surpreendente. e fico feliz em saber q ele jamais concordaria com q a irmã dele anda aprontando no mundo político. ele certamente seria uma voz dissonante.

      2. Nenhuma categoria chega perto hoje em emoção do que a MotoGP. Pra quem gosta de corrida e se desinteressou pela F1, recomendo fortemente.

    3. Sou fã de automobilismo, vejo F1 desde quando era criança e acompanho diversas categorias além da F1.

      Assistir à corrida, não tem jeito, é na Globo. Porém a equipe de transmissão é muito abaixo da crítica, eu normalmente deixo a TV no mudo e ouço uma fonte alternativa. Ultimamente ouço a rádio BandNews, que tem como repórter a melhor jornalista que escreve sobre F1 em português (disparado, não tem competição), vale a pena ouvir só pelos comentários dela, apesar do resto do povo atrapalhando (https://juliannecerasoli.com.br/). Se você manjar de inglês e tiver vontade de gastar R$10-15 ao mês para assinar o app da F1, vale muito a pena também o áudio que eles disponibilizam no app da transmissão da rádio da BBC.

      No dia a dia, eu assino o RSS da Julianne Cerasoli e do Flavio Gomes (tem um texto primoroso, não acompanha as corridas in loco, mas entende do esporte, https://flaviogomes.grandepremio.com.br/) e ouço o podcast da BBC (Chequered Flag F1 https://podcasts.apple.com/br/podcast/chequered-flag-formula-1/id130520763, tem em agregadores Android também), não leio nada de hard news regularmente.

      No twitter, acompanho alguns perfis que são úteis na hora da corrida e de saber alguma breaking news, como jornalistas e equipes (https://twitter.com/neltenks/lists/motorsport).

      É isso, espero que você curta e se mantenha acompanhando o esporte. Dica: 26/05 tem as 500 Milhas de Indianapolis, não é F1, mas é uma corrida muito bacana de assistir.

      Sobre Interlagos, para mim o melhor setor disparado é o A, não tão mais caro que o G, pessoal menos intragável e visão de mais da metade da pista.

    4. Eu assisto F1 desde criança, sou fã, dela e de tantas outras categorias de automobilismo.

      Assistir às corridas, não tem jeito, só na Globo. Mas a equipe de transmissão é sofrível, então deixo o volume zerado a ouço outro áudio. Hoje estou ouvindo a rádio BandNews, que tem como repórter a melhor jornalista que escreve em português sobre F1 disparado, sem comparação, vale a pena só pelas intervenções da Julianne Cerasoli, apesar do resto da equipe tentar atrapalhar. Se você manja inglês e tem disposição em pagar a assinatura do app, o áudio que eles disponibilizam da rádio BBC é excelente também (mas esse áudio só vem nos apps, não pelo site desktop, vai entender…).

      No mais, assino o RSS da Julianne Cerasoli e do Flavio Gomes (esse tem um texto primoroso e entende do esporte, mas não acompanha as etapas in loco, então acaba sendo um pouco mais superficial na análise) e ouço o podcast Chequered Flag F1, da rádio BBC 5 Live (dá para assinar em qualquer agregador de podcast), não leio hard news com frequência.

      Além disso, sigo alguns perfis no twitter (jornalistas e algumas equipes) que são bem úteis na hora da corrida e também para ficar sabendo de alguma notícia importante.

      Sobre Interlagos, considero o setor A o melhor disparado, preço não muito mais caro que o G, pessoal menos intragável e visão de mais da metade da pista.

      É isso, espero que curta e se mantenha acompanhando automobilismo. Deixo a dica que em 26/05 acontecerá as 500 Milhas de Indianápolis, não é F1, mas é uma corrida espetacular, vale a pena assistir.

      1. Obrigado pelas dicas!!!

        Assinei o app mas como já tenho globoplay não sei se vou ficar.
        Vou ver se funciona legal como segunda tela.

  12. Estou configurando celulares novos para os meus pais, com Android. Eles gostam muito de previsão do tempo, por isso queria um app do tipo que tenha widgets legais. Alguma indicação? Precisa ser em português e se for gratuito, melhor.

    1. Today Weather ou Geometric Weather. Os widgets deles são bem bonitos e completos (e o do Today que mostra a chance de chuva de hora em hora é um achado)

      1. Today Weather é o melhor de todos, sem dúvida, mas pra ter todas as funções precisa pagar (um preço baixo, eu paguei com os créditos das pesquisas do Google).

        Depois desse, o melhor é o Climatempo, mas os Widgets do Climatempo são bem mal feitos.

        Depois desses dois o Weather Mate é bom também.

        1. Achei legal que o Today Weather, na versão gratuita, oferece coletar seus dados ou exibir anúncios. Ganhou pontos comigo pela honestidade. O Geometric Weather, que o Pierre indicou, tem widgets mais bonitos e está em português. Darei uma olhada no Weather Mate também.

    2. Sempre me perguntei que tipo de pessoa tem o hábito de ver a previsão do tempo a ponto de instalar um app e consultar com frequência, a não ser pessoas que utilizam isso na sua área de atuação (por exemplo, surfistas ou pescadores).

      1. Eu consulto pra ver a melhor hora pra sair do trabalho sem pegar enchente. Odeio do fundo da minha alma dirigir na chuva.

        Sim, moro em SP.

      2. Eu preciso! Pedalo diariamente para o trabalho e moto eventualmente…. É essencial saber a previsão.

      3. Quando eu trabalhava fora, era bem útil para saber que tipo de roupa vestir e programar melhor a volta ou outros compromissos que tinha durante ou depois do trabalho.

      4. Idem
        Até porque a previsão de tempo que eu via em jornal era bastante imprecisa (algo como: possibilidade de chuva forte hoje, mas chuva só ocorreria dois dias depois)

      5. em são paulo faz sentido. o tempo varia muito e vc tem q sair preparado de casa…
        ontem, por exemplo, vi a previsão e deixei o guarda-chuva em casa. um peso a menos por carregar num dia q voltaria de mochila cheia.

    3. Eu utilizo o AccuWeather tem um bom tempo, não sei se a interface seria legal para usuários não acostumados, mas o widget é bem simples e direto.

    4. Eu notei que esses Widgets estrangeiros nunca acertam a previsão na minha região. Eu uso o widget nativo do Galaxy S8 (fonte Weather Channel) mas a previsão não é tão precisa aqui no interior de MG. Eu visito os sites do Climatempo e CPTEC/INPE pra confirmar o tempo. Acho esses sites brasileiros mais confiáveis em seus dados.

  13. não sei se vale a pena em comprar esses Smartphone chinesas (estou com receio em comprar) ou devo escolher um Smartphone brasileiro tipo Multilaser, pois eu uso poucos apps só uso para dia a dia tipo mandar msgs e comunicar com meus familiares e também estou pensando em escolher um tablet bom para viagem tipo para assistir filmes e series, animes, ler mangás, jogar stardew valley. pois estou pesquisando por causa de qualidade bom e preço bom e não sou exigente e nem exijo muito do Smartphone e tablet.

    1. Apesar da ressalva do começo, dá uma olhada se o Redmi Go te atende. Como seu uso é bem básico pode ser que ele te atenda bem e custa na faixa de 350 (no Mercado Livre). Só veja se 8 gb de memória interna é suficiente!

      1. entendi, é que eu lido com moto g4 play (ficou velho mas ainda tá vivo mas vou manter ele até no fim do ano) só que entra o questão é que Smartphone chinesa se dá confiar os dados em um smartphone de empresa chinesa? eis o questão.
        não sei que escolher um tablet para viagem vc conhece algum tablet bom?
        obrigado pelo resposta.

        1. No caso da Xiaomi, é possível, apesar de ter que mexer em muitas configurações no aparelho.

          Se você estiver familiarizado com custom ROMs, pode experimentar a Xiaomi.eu, que é basicamente a ROM chinesa (muito mais funções e atualizada), só que bem focada em privacidade e zero China nela.

          Agora, Huawei, Oneplus ou essas menores (Dogee, Vivo, etc) eu não arriscaria.

          1. Bem será que não é arriscado colocar custom rom? E não estou familizado com custom rom. Mas será que existe tutorial em texto e vídeo com legendas? Para caso eu tenha interesse em tentar usar custom tom?
            Obrigado pelo leitura.

          2. Respondendo o comentário do Spots abaixo (shame on you, limite de comentários!):

            No caso da Xiaomi.eu, diria que não. Ela é a rom de fábrica europeia da Xiaomi, só é “limpa” por exigência da legislação da UE e mais umas otimizações da comunidade. Tem até updates via OTA.

            E sobre o processo de instalação, ele é meio chatinho mais pela parte de desbloquear o bootloader, porque na Xiaomi tem um tempo de espera que vai de alguns minutos a até 1 mês. Depois, é só usar alguns comandos simples de ADB e instalar.

            No Youtube, pesquisando por “Xiaomi.eu + seu aparelho”, tem dezenas de tutoriais passo-a-passo super tranquilos, inclusive em PTBR.

  14. Esses dias atrás, reparei que meu notebook pessoal vai fazer 6 anos. Quase uma eternidade para produtos de tecnologia! Desde 2013 ele atende bem às necessidades do dia a dia.

    Specs:
    Asus A45A-VX165H – Intel Core i5 3210M, 6GB, 500GB, Gravador de DVD, Leitor de Cartões, HDMI, Wireless, LED 14”

    O guerreiro veio com o Windows 8, foi pro 8.1 e agora está rodando o Windows 10.

    Por mais que tenha vontade de trocá-lo, não consigo ver no momento um real motivo para isso.

    Alguém mais com uma experiência parecida?

    1. Eu estou numa situação parecida, mas estou precisando trocar meu note velhinho de guerra.
      O difícil é achar atualmente um que tenha uma qualidade razoável sem custar uma fortuna.

          1. Poxa… =/
            O que mais me chama atenção é ter resolução decente. Normalmente os produtos dessa faixa de preço possuem aquelas resoluções ridículas tipo 1366×768. Além da resolução também vir com SSD é bem legal, embora esse item ser contornável caso não viesse, já que é uma modificação simples diferente do caso da resolução que é impossível.

        1. Verdade, parece bem interessante. Lembro que foram lançados a um preço meio alto, mas já estão num valor condizente

        2. Os da Lenovo também estão com um bom custo benefício, mas fiquei meio cismado com a marca depois de tantos problemas de segurança e privacidade.

        3. Nossa, notebook “padrão” com SSD é uma coisa rara de se ver…

        4. Eu acho que o meu novo notebook tem as specs bem semelhantes a esse. Celeron, 4gb de ram, 64gb de memória (olha, tem que fazer uns malabarismos com essa capacidade). Só acho que o Windows 10 não performa bem nele, tem uns engasgos eventuais. Resolvi botando o Linux Mint em Dual Boot.

    2. Os processadores para computadores chegou em um ponto que se você não o usa pra aplicações específicas, um i5 de da série 3XXX pra cima já te atende perfeitamente sem problemas (e isso é ótimo)
      O máximo que precisa fazer quando sentir uma falta de fôlego é colocar um SSD e seguir a vida

      1. ia falar isso agora, colocar um SSD, e se achar muito necessário, aumentar a RAM.

      2. SSD é a primeira coisa que eu troco e que sempre recomendo trocar em qualquer notebook. O ganho de desempenho é insano.

    3. Meu PC é um Dell Inspirion Core 2 Duo 2,9 GHz, radeon 5450 1gb, 8 GB RAM e 320 + 320 gb Hdd, Frankenstein que montei com PCs que ganhava ou negociava com outros. E win 7

    4. Eu!
      O meu notebook é um CCE comprado em agosto de 2010.
      Atualmente está assim:
      – Core i3 M330, 2,13 GHz.
      – 6 GB Ram (dobrei, veio com 3gb)
      – 500 Gb HD
      – 240 Gb SSD (coloquei)
      – Sem leitor óptico
      Para o meu uso ela tá quase bom. Só alguns filmes que, se eu baixar em qualidade muito alta/muito grande, ou o note nem roda, ou roda travando.
      Estou começando a pensar em comprar outro.

    5. meu atual macbook pro é modelo mid2014, comprei no início de 2015 e pretendo continuar com ele por mais uns bons anos. Ainda acho um produto ótimo — e é da geração anterior àquele teclado horrendo que só dá problema. Ainda tem entradas usb tipo A, ainda tem HDMI (aleluia!), ainda tem leitor de cartão de memória e — aleluia de novo! — ainda tem magsafe.

    6. Meu Ideapad s400u vai completar 6 anos.
      Estava muito precisando de um novo na época e estava de olho nesses modelos que vinham com um SSD msata.
      Esse em questão veio com 32GB que prontamente utilizei para instalar linux….Até testei com o Windows, mas a ventoinha fica uma barulheira. (Hoje uso com linux Mint. )
      Até pensei em fazer um upgrade para 8GB de RAM, mas o SO é tão leve que nunca me falta RAM.

    7. Possuo um Asus S550CA com i7 de quarta geração e 8gb de ram. Sou engenheiro e eventualmente faço algumas simulações mais pesadas ou uso Linux, tive que reforçar com um SSD.
      No caminhar das coisas atualmente os sistemas operacionais estão adaptados para rodar em hardware bem simples. Alguém se lembra de como o Windows Vista rodava em um PC modesto da época e como o Windows 10 roda em qualquer coisa hoje?
      De qualquer forma, o bixo tá começando a arregar. Ele está a 24 horas rodando uma simulação para minha pesquisa e não parece estar nada perto de acabar hehe…
      Penso que no futuro terei de me adaptar a ele. Talvez instalar um Linux mais leve (como o Ubuntu 19 ou o Xubuntu) que é mais performático e faz milagre com computadores mais antigos :)

    8. troquei de câmera depois de 10 anos usando a mesma. ela ainda funciona, a antiga. vou fazer uma manutenção nela (nunca fiz) e deixar de reserva ou passar para a esposa (q curte fotografia macro de plantas e insetos) ou para o meu pai (q precisa achar um hobby na vida).

      não precisa trocar, mas ela estava defasada pro trabalho q tenho q fazer às vezes. eu tinha uma canon t1i e depois de juntar uns trocados, foi possível comprar um t7i. o interessante é q comprei na rua 7 de setembro aqui em sp, q é famosa por concentrar lojas do ramo de fotografia. foi ali q comprei meus primeiros filmes p&b da kodak e papel fotográfico há 20 anos…

      se as coisas ficarem nessa média de dez anos tá bom.

    9. Noto que na verdade, apesar de todo o marketing para “sempre renovar produtos”, geralmente o ciclo médio de vida útil de um equipamento de “boa configuração” ou “alta qualidade” é de 10 anos. A partir daí, a troca depende do estado geral do mesmo, mas sempre cogitada desde então.

      O exemplo do Montarroios com a câmera ilustra bem também. Se a pessoa compra já com o intuito de ter uma vida útil alta com ela, já compra com configurações bem superiores. Vale para quase tudo na vida: não se compra algo que não dure tanto. Mas as expectativas acabam muitas vezes alta demais.

      Há também o fator de como foi “formatado” o equipamento ao cliente. Se a pessoa compra um equipamento de “high spec” mas que usa só parte da capacidade da mesma, a durabilidade acaba bem acima do normal.

      1. e olha q dez anos nem é muito no nosso ciclo de vida. tem máquina q dura mais (como disse, a máquina ainda funciona, mas não bem e sempre cuidei dela, afinal, era a única q tinha). com certeza pode durar uns 50 anos ou mais. mas mais as mecânicas, sem tanta eletrônica, me parecem ter mais chance de manutenção. verei daqui há uns 20 anos se ainda acho essas eletrônicas tops, já com dez anos hj, se vão durar até lá. se ainda forem comercializadas saberei.

        agora, tenho um note q acabou de fazer 4 anos. é o q eu levo pra cima e pra baixo. tá durando (acrescentei memória e um ssd nele). tive q trocar o wi-fi original, pq a dell vendeu ele com defeito… e não trocou! o reparo ficou por minha conta. eles só tiraram o modelo de circulação. tb cuido bem, pq conheço pessoas q têm o mesmo modelo, um dell 5470, e ele já tá com alguns problemas. se meu gato não tivesse dado uma detonada (roendo) no cabo de força. acho q ele ainda pode durar um bom tempo. o windows 10 não exige muito dele. a única coisa q tive q fazer é instalar versão mais antiga do photoshop pra ele rodar melhor. fora isso, é um i5 q aguenta o básico. sem necessidade de troca. eu até gostaria de ter um thinkpad, por conta do teclado, mas é caro…

    10. Eu tenho um Mac Mini mid-2011 (i5) que eu coloquei 12GB de RAM e um SSD de 128GB (que estava com a minha mãe mas voltou pra mim esse mês). Meu PC principal é um Frank da vida que eu montei aos poucos. Hoje ele tem uma MB Gigabyte 78LMT com um FX-6300 (six-core), 12GB de RAM, 1 SSD de 128GB, 1 HDD de 1TB e outro HDD de 320GB e uma GTX 750 (que é o gargalo pros jogos mais novos). Ainda tenho um Chromebook da Samsung com Exynos.

      Todos esses computadores tem mais de ~4 anos. O Mac Mini tem 7 anos e ainda roda bem o macOS (mas precisou de um SSD porque o macOS hoje em dia bem dizer não roda sem SSD, o que pra mim cheira a obsolescência programada).

    11. Eu tenho meu notebook desde 2011! É um Vaio i5 (segunda geração Lake), 8 gb de ram e com um SSD. Os upgrades que fiz garantiram uma sobrevida. No entanto, o calor que ele gera me incomoda demais (já limpei tudo e não adiantou). Hoje só o uso para tarefas mais pesadas.
      Como auxílio, tenho um notebook baratinho da Asus, com um Celeron vagabundo e 4gb de ram. Meti um Linux nele e se tornou o parceiro ideal para surfar na web, rodar suíte LibreOffice e coisas mais rotineiras. Ele é beeeem leve e a bateria dura quase 10 horas. E não esquenta!

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