Post livre #172

Toda semana, o Manual do Usuário publica o post livre, um post sem conteúdo, apenas para abrir os comentários e conversarmos sobre quaisquer assuntos. Ele fecha no sábado, na hora do almoço.

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108 comentários

  1. Ghedin, posso sugerir que um dos temas dos futuros “Guia Prático” (ou até do “Tecnocracia” do Guilherme) seja sobre masculinidade tóxica na tecnologia?

    1. boa sugestão!

      e, ligeiro, depois me diga uma forma de indicá-lo caso saiba de alguém q esteja precisando dos seus serviços. falamos sobre isso em outros posts, mas não lembro se vc deixou contato.

      1. O Ghedin tem meu email (e no post da Alessandra Solio tem meu email em um comentário. Ah! Twitter: @VagLigeiro )

  2. não resisti e fui assistir ‘vingadores’ no cinema. nossa, q baita filme!!! incrível mesmo.
    brincadeira, não perco tempo com essa tranqueira…
    fui assistir ‘border’, do ali abbasi, e, amigos, q FILMAÇO! recomendo fortemente. a trama é surpreendente e totalmente inesperada do início ao fim.
    recomendo não pesquisar sobre filme, pq tá cheio de youtuber otário revelando aspectos q é melhor vc só ver na hora.

    1. Estou longe de ser um intelectual, mas acredito que filmes como os Vingadores é mais para entretenimento, passar o tempo.
      No meu caso eu assisti, mas como fui criado meio ogramente nunca tive aquela “febre do rato” de ficar vidrado em algo. No caso dos Avengers como gosto de cenas de ação acho bacana os efeitos…depois de assistir vida segue não sou fanático.

      Obrigado pela dica de filme.

      Eu costume ser mais inclinado , faz uns anos, a assistir filmes e séries da Coreia do Sul. O s filmes são bem sangrentos e algumas séries de TVs como a OCN e TVN também chegam perto no quesito sangue.
      Também gosto de filmes dos outros países asiáticos como China e Japão. Pretendo assistir esse aqui japonês “Assunto de Família (2018)”

      Você gosta de filmes made in coreia? Tem algum para indicar?

      Aproveito para indicar esses aqui que assisti e são de vários gêneros:
      *O homem de lugar nenhum (2010)
      *A Monster Boy (2013)
      * I Can Speak (2017)
      *The Teacher’s Diary (2014) – Tailândia
      *Em Chamas (2018) –
      Não terminei de assistir
      *1987 – When The Day Comes (2017) — quero assistir
      *I Saw the Devil (2010)

      Falta ainda ver a trilogia Old boy, Sympathy.For.Mr.Vengeance e Sympathy for Lady Vengeance.

      1. The Wailing
        Memories of Murder
        The Good the Bad the Weird
        Handmaiden
        Thirst
        A Tale of Two Sisters
        The Host
        The Chaser
        Snowpiercer

        Preferi deixar os titulos em inglês….

        Tá na minha lista o “Taxi Driver” (Taeksi woonjunsa)

      2. em 2018 havia um bom filme coreano em cartaz. protagonizado por uma mulher. não o vi ainda, mas está na fila. depois posso deixar o nome aqui, mas deve ser fácil de achar.

        sobre os ‘vingadores’. cara, é perda de tempo. se queres se divertir com efeitos, jogue um bom jogo de vídeo game. tive q ir a um shopping hj e havia um capitão américa e um homem de ferro lá pra promover o filme. como se fosse necessário. e, de fato, é. porque o filme não tem qualidade, daí o marketing ser parte indissociável de um filme assim. ele não existira como tão sem esse lado promocional. entretenimento é coisa q a gente vê numa sala de dentista, com a tv lá ligada e vc precisa de algo pra entreter quem espera ser atendido. pra isso q serve filmes assim. fora isso, é perda de tempo – e dinheiro (veja o qto esse filme já faturou e o absurdo q isso representa).

        eu vi ‘assunto de família’ no cinema há alguns meses. é um baita filme. os filmes do hirokazu koreeda são ótimos. mostram um japão q não conhecemos, q não tem nada a ver com progresso, tecnologia, vídeo game etc. é o lado zoado da sociedade japonesa: indiferença, desemprego, isolamento… veja todos os filmes q puder dele.

  3. Chance remota de poder ir fazer vida nova em Portugal….
    Essa semana tenho pensado muito sobre isso.
    Minha irmã vai tentar encaminhar papelada de cidadania nos próximos meses.

  4. Lições sobre o filme do Sonic:

    – não tente fazer algo sem ou ser um fã, entender do “universo” que será trabalhado. Ou ter alguém livre o suficiente para trabalhar junto e ajudar na produção.

    – emular um design que veio de um “universo” (games/animação) para outro (“real”) tem que ser bem estudado. O design do Sonic é OK para uma tentativa de trazer um desenho a vida. Mas a galera quer “visual” e não equivalência natural.

    – tinha que ser o Jim carrey para robotinik. Sem mais.

      1. vi o filme do mario qdo era criança.
        no cinema!
        não entendi patavinas. e, sinceramente, não vou me dar o trabalho de rever. deixa pra lá. lembro de todo o contexto da ida ao cinema. mas zero do filme.
        felizmente nossa memória é seletiva.

        1. Me ficou na memória a cena que uma mulher tomava um drink com verme junto a uma trilha sonora que bateu o giro da música com o virar do copo.

          Sem mais.

    1. Apenas não faça.
      Mas não adianta, é o capitalismo que move o mundo, não a paixão pela arte.
      Lembra do filme do Warcraft? Mesmo sendo feito por um fã foi um flop.

      1. E o pior que perto das adaptações que tivemos como Mario, Sonic e Alone in the Dark, Warcraft é uma obra prima.

        Mas, tem um grande problema: tem uma edição lenta (pros dias de hoje) e teoricamente concorre com o público dos filmes da Disney/Marvel e da Warner/DC. Não tem nada, atualmente, que vá conseguir ser “cultura pop” e concorrer com esses megazords do cinema pipoca.

      2. Penso que se fosse tipo “Sonic Adventure”, ok. Tentar reinventar é sempre uma aposta alta.

    2. Tinha que ser estilo Pixar, Dreamworks… Uma animação seria perfeito. Mas erraram feio. Ficou tosco. Poderia ser, tranquilamente, um filme pra streaming ou TV. Jamais para cinema, q, apesar dos pesares, ainda é um lugar ‘nobre’.

      1. Isso.

        Reinventar um personagem para “humaniza-lo” não é algo que se faz jogando em cima da hora o resultado. Bons caras “vazam” para testar personagens, etc…

        No entanto, uma coisa que tenho lido por cima e caiu a ficha é que tem também a questão do orçamento e da valorização do profissional. Cair matando não vai ajudar nisso.

        1. Agora é a imagem do Ghedin

          Ou é um ato de tirania (matou e ainda colou a própria imagem) ou é uma evolução pokémon

  5. Acompanhando alguns dos ultimos posts aqui no MdU, aquele tão citado livro do Lernier (não li), eu fiquei com mais e mais vontade de dar um tempo de todas as redes sociais que eu ainda uso – Reddit, Instagram, Whatsapp – em grande parte por conta da sensação de que tenho perdido muito tempo usando-as e pela minha atenção e concentração que estão em frangalhos. Dito isso, pelo menos pra minha faixa etária (20 anos) essa ainda é uma forma de interação social muito relevante e um tempo atrás alguns amigos comentaram que eu era “ausente demais” das redes; Pra vocês que largaram as “grandes” redes sociais, o que acharam?

    1. Saí do Instagram e do Facebook. Sim, você fica um pouco por fora do dia a dia de amigos e familiares, mas algo que notei é que as grande notícias, aquelas que sempre ficam no topo do feed do Facebook, acabam chegando por outros meios. E isso estimula a conversar diretamente com as pessoas, o que a rede social desestimula — afinal, uma curtida é boa o bastante para sinalizar ao outro “eu vi isso e que legal”.

      Não sei se sou parâmetro porque passo longos períodos sem falar com amigos, gente que considero muito. Mas, sempre que troco uma mensagem ou os encontro pessoalmente, sinto que não usar mais rede social não afetou esses relacionamentos. Continuamos bons amigos.

  6. Você pode escolher entre dois celulares: um muito bom, porém com visual datado (bordas grossas na tela) e outro que também é bom, porém não tanto, mas tem um visual super moderno, um telão ocupando toda a frente do aparelho. Qual você escolheria?

    1. Ponderaria entre o mais barato e o mais recente, mas acho que isso não responde o que você quer. Então detalhando mais: o visual datado não me incomoda, na verdade desse ser um dos últimos critérios. Se o celular super moderno for colorido, talvez isso favoreça a ele, mas sem ambos são retângulos pretos, esgoto todos os outros critérios antes.

    2. Depende o que você quer dizer com muito bom. Hoje em dia são todos muito bons, mesmo para exigentes. Mas colocando nome nos bois, eu imagino algo entre o Pixel 2 (muito bom mas datado) e um, sei lá, Galaxy A50 ou um Zenfone 5 (muito bom mas não tão bom, só que atual). Eu escolheria o Pixel, pq o visual datado tem o pq e não me incomoda. Já se você tem como exemplo em mente um Mi6, por exemplo, e um Galaxy M30, eu ficaria com o Galaxy, mesmo sabendo que é inferior. São tantas opções hoje em dia….

      1. O “dilema” surgiu quando alguém disse que preferiria um iPhone 8 a um Galaxy S10e — mesmo o iPhone 8 tendo um visual mais datado, o iOS e a velocidade geral do aparelho da Apple parecem, a essa pessoa, mais vantajosos.

        1. É que depende da pessoa, vai de cada um, tenho uma amiga que preferiu pegar um iPhone 7 Plus do que um Galaxy S9+, sabendo que o iPhone perde, adorando o S9 principalmente pq tem filho e o pai da criança tem um óculos VR e poderia emprestar, tendo usado meu S8+, mas ela quer aquilo que parecia ser melhor e chamava atenção, e um S9 com capa não chama a atenção, já um iPhone 7 Plus Red na frente do espelho chama. Foi a decisão dela com argumento dela. Todos os outros amigos que tenho, absolutamente, iriam preferir o S10e, mas se tivessem grana pegariam logo um XS Max. E não posso discordar, se eu tivesse com 9k dando sopa também pegaria o que há de melhor principalmente pq jogo bastante.

          1. Eu sou o que pontuou a questão do iPhone 8 no lugar do S10e que uso atualmente.

            No meu caso, o maior problema é que o Android “quebrou” meu workflow de fotografia. Eu costumo tirar foto com a câmera, importar no Fotos do MacOS e depois as edições feitas já são enviadas para o iCloud e já ficam no iPhone. Usando o S10e com o Google Photos, eu consigo enviar para a nuvem do Fotos, mas naturalmente tem alguns problemas com esse esquema.

            O AirDroid quebra uma galho como AirDrop para outras coisas que não foto, mas acho menos prático de usar porque preciso abrir o client no smartphone e no notebook para usar.

            Como são casos de uso comum para mim, sinto falta dessa praticidade. Por outro lado, teria que pesar outras coisas como a ótima saída de fone de ouvidos da Samsung.

            De qualquer forma, o ponto é que o design inadequado do iPhone estaria lá no fim das preocupações nessa discussão e, chuto eu, que isso vale para a maioria das pessoas no estado atual. Especialmente falando, sei lá, da diferença de um S8 para um S10 nesse aspecto.

            Ainda mais lembrando que, antes do S6, a linha Galaxy vendia como água e era algo tenebroso ao meu ver tanto em qualidade de acabamento quanto esteticamente.

    3. Contando que seja um celular recente, o mais bonito. Não vejo muita necessidade um celular com um hardware muito merabulante pois não existe bateria para aguentar todo o potencial do celular. Agora, se for entre um pixel 2 como o amigo acima/abaixo comentou, será ele mesmo por conta das atualizações.

    4. Confesso que a parte estética me chama muito a atenção. Fiquei gamado num Samsung A50 depois que o vi pessoalmente no shopping. Porém, outros fatores pesam para mim, como câmeras/bateria/capacidade de armazenamento/qualidade da tela.

      1. Se não custasse 2k eu teria um A50 facilmente, tem hardware ok, tela excelente, câmeras competentes, bateria boa. Só que talvez eu não daria nem 1.5k

        1. Eu falo assim, mas meu teto para celular é uns 1.5k também.
          Eventualmente o preço vai cair, já se encontra próximo dos 1800.

          1. Se eu estivesse necessitando muito pegaria um Moto Z3 Play, que está abaixo disso. Ainda hoje vi promo do Zenfone 5 por 1177.

  7. Caros, alguém aqui usa cadeira de PC comprada pela internet? Caso positivo, qual marca, modelo e loja?

    Comprei uma de tela há alguns meses que gostei bastante, mas não tinha notado o quão vagabunda era a materialidade dela e bom, quebrou e estou aqui na bondade do superbonder (sim). Acho que vou arriscar comprar online dessa vez.

    1. não tem conserto não?

      E pelo pouco que sei, é tudo a mesma coisa…

      1. Não tem peça de reposição, por isso tá na super cola
        Pior que a cadeira era confortável

    2. Opa! Eu uso! Comprei numa loja chamada Agrotama, uma cadeira “presidente” da marca Tander. Tenho há quase 2 anos e está perfeita. Uma coisa que eu fiz na época da compra e que sugiro é que olhe a capacidade máxima de peso que ela suporta. Eu comprei um modelo que aguenta bem mais peso do que o meu, assim garanto que ela vai durar. Outra coisa que pra mim era essencial é a função “relax”, que te deixa reclinar a cadeira.

    1. Achei meio forçado o jeito como ele achou alguns triângulos, mas penso que como é um filme voltado para as “massas”, a maioria não irá ter um pensamento crítico sobre isso… Funcionando, OK para eles.

  8. Galera, boa tarde. Como vcs “descobrem” novas fontes de informação na tecnologia fugindo de sites mainstream?
    Alguma recomendação para achar sites interessantes como o MdU?

  9. Semana passada surgiu a pergunta sobre empresas que prometeram soluções tecnológicas e falharam….
    Lembrei de uma muito importante: juicero!

      1. Essa história da Juicero me rendeu altas risadas quando o pessoal “quebrou” toda sua utilidade ao espremer o saco com as mãos.

    1. Não é bem tecnológica, mas tem a Soylent que colocou umas barrinhas alimentares no mercado e que provocavam náuseas nos consumidores.

  10. Aqui uma pergunta aberta ao Ghedin:

    Eu acompanho o MdU e vários outros sites por feed RSS (no Android via Newsfold e no desktop via site do Feedly).

    De uns tempos para cá, no feed do MdU vem a mensagem “leia no site é mais legal”. Mas não sei o que tem de diferente.

    Sei que é importante para vários sites que o leitor vá para a página, onde tem recomendações de outros posts, anúncios e afins.

    Mas aqui, o seria mais legal?

    E para não ficar só na pergunta ao Ghedin, questiono os outros colegas: o que vocês utilizam para acompanhar blogs e notícias?

    Eu nunca me dei bem com Twitter ou recursos de listas, que tem também no Facebook, para este fim. Notificações de navegador acho muito invasivo. A rede social que mais uso, o Instagram, não sigo nenhum perfil de notícias ou blogs de tecnologia.

    Puxando aqui pela memória, acho que comecei com o finado Google Reader lá em 2008 e usei até a sua morte, migrando para a plataforma do Feedly até hoje.

    1. É só uma mensagem simpática para convidar o leitor do feed a aparecer aqui de vez em quando, mas poderia argumentar que o layout provavelmente é mais agradável, você vê a foto do topo (que não vai no RSS, não sei por qual motivo) e ler e participar dos comentários :)

      1. Entendi :)

        E você, como se mantém informado?

        Todas as notas que são compartilhadas alí no Telegram do MDU (que esqueci de incluir no meu comentário como fonte também), não é fruto de garimpo, né?

        1. A minha dieta é bem diversificada. Tem RSS, tem listas do Twitter, alguns curadores humanos como Charles Arthur e John Gruber e agregadores como o Techmeme.

      2. se eu abrir e ler toda a matéria no feedly o MdU contabiliza como uma visita? ou só se abrir o site?

    2. Honestamente, a lista de sites que eu acompanho diariamente é bem enxuta (Folha, Gazeta Online [um jornal local do ES], Manual do Usuário e Tecnoblog). Assim, o meu modo de acompanhá-los é bem espartano: um link para cada um na barra de favoritos do Firefox :)

    3. Nunca gostei do twitter, instagram parei e facebook uso para memes.

      acompanho todos os sites que gosto por rss msm e uso o feedly no PC e palabre no android.

    4. Telegram. Qualquer site de TI que se preze tem uma lista de transmissão/canal no Telegram. Lá eu sigo o MDU (para discussões) e o Tecnoblog (para ler coisas rápidas). E só acompanho esses dois sites de TI. Depois disso assino a lista do MDU, Norte, Benedict Evans (o qual eu discordo quase sempre) e o Meio (do Pedro Dória).

  11. O muro da Apple é quentinho e caro, como um condomínio de super-luxo nos Jardins ou uma bela casa de praia em Ibiza. Tudo funciona, até que não funciona. E como dá lucro (e muito) as outras empresas estão indo na onda e os aparelhos atuais estão cada vez mais complexos de impossíveis de serem desmontados e, por conseguinte, serem arrumados. Foi-se o tempo, ao menos para a maioria das pessoas, que era possível mudar HDD/SSD, memória RAM e outros componentes dos computadores, hoje é quase tudo soldado na MB. Assim como antigamente ser trocavam baterias com problemas nos telefones, hoje em dia eles sequer abrem a tampa traseira. E assim caminhamos rumo ao apocalipse ambiental (mesmo que as empresas se digam “verdes”) sem possibilidade de arrumar qualquer aparelho ou mesmo dar um upgrade tímido. A Califórnia quer mudar isso, contudo (ou ao menos a parte de poder arrumar as coisas).

    Do Meio: “A Califórnia estava para aprovar uma lei que dá a todo consumidor o direito de consertar equipamentos de tecnologia. Muitas empresas — a Apple puxa o bonde — afirmam que abrir aparelhos viola a garantia. Assim, conseguem bloquear acesso a sua tecnologia e cobrar caro pelo serviço. Quando o Nebraska quase passou uma lei assim, há dois anos, a Apple pressionou: afirmou que o estado se tornaria o paraíso de hackers, atraindo atividades ilegais. Um lobista conseguiu barrar a intenção na Califórnia. Seu argumento foi outro. Manejando errado smartphones, consumidores disparariam uma série de acidentes incluindo explosões de baterias. Mas a pressão nos EUA aumenta e estas leis começarão a passar brevemente.”

    Será a Apple vai conseguir jogar o seu lobby pesado de novo e murar ainda mais todo mundo?

  12. É, amigos, Huawei chegou no Brasil com o P30 Pro e sua câmera de luneta, e seu irmão mais novo (senti falta da linha Honor, mas divago).

    Tirando o preço de uma CGzinha deles, depois de todas as tretas envolvendo privacidade, espionagem e outros problemas que parecem livro do Tom Clancy, vocês arriscariam comprar um aparelho da marca?

    1. Não

      Mas o motivo principal seria falta de confiança no pós venda da empresa

      1. Eles devem ter feito uma boa pesquisa de campo aqui. O P30 Pro vem com dois anos de garantia, suporte telefônico 24h, pequenos reparos em até 1h e troca de película gratuita. De nada adiantará se a rede de assistências não for gigante, mas é um pacotão (sem igual, acho?) para deixar o consumidor bem despreocupado.

        Um aspecto que parece meio indigesto nos celulares da Huawei é a EMUI, a interface que a empresa aplica ao Android. Copia um monte de coisas da Apple e parece não ser muito azeitada para o gosto estético do Ocidente. Enfim, falo somente com base em fotos e vídeos. Espero mexer em um, em breve, para formar uma opinião mais sólida.

        1. Não sei se você já mexeu na MIUI, Ghedin. A EMUI é bem parecida (ambas bebem da água da Apple, também), mas tem algumas funções adicionais, mais ou menos como a One UI, da Samsung.

          Sobre a rede de assistências, não sei se ela comentou, mas provável que seja em parceria com alguma fabricante daqui (Positivo?). E 2 anos é um atrativo BEM interessante, visto que o tempo de vida médio dos aparelhos Android gira em torno disso ou menos.

          A questão é: Será que o consumidor brasileiro – até o que compra o Galaxy S e iPhone do ano – tá disposto a pagar 5 mil reais num aparelho de uma fabricante que acabou de entrar (tá, retornar…) no mercado? Historicamente, temos uma aversão à marcas estreantes por aqui. Vide o exemplo das montadoras francesas e chinesas.

          1. As japonesas e as coreanas conseguiram entrar no mercado, acho que dependendo do investimento eles conseguem reverter isso…especialmente porque eles já têm um produto que compete em um bom nível com os concorrentes e supera todos em um aspecto chave.

        2. Parece bom, mas ainda sinto um quê de estar sendo early adopter e todos sabem o que acontece com os EA

        3. Eu já tive linha P, V e Honor, e devo afirmar, e não apenas dizer, que mesmo nos tops de linha a interface não é tão fluida quanto uma MIUI ou One UI. Estão falando horrores de bem do P30, assim como do P30 Pro já falavam, mas meu P20 normal, P10, Honor V10 e Honor 8 e 9 sofriam de um efeito fantasma na tela, tipo queda de fps mesmo. O engraçado é que dizem que isso acontece com amoled, mas não IPS. Em fóruns diziam ser falta de otimização, pois dentro de apps não haviam reclamações, e nisso assino embaixo, porém em certos detalhes da interface como na abertura do multitarefas ou das configurações dava pra notar uma lentidão que normalmente é vista em aparelhos com a RAM lotada (vejo isso todo dia no Moto G5 Plus que uso para trabalho {e que passo trabalho, diga-se de passagem}
          Não vejo mais reclamações sobre desde o P20 Pro, então devem ter arrumado. Mas o sistema em si sempre teve funções que usei muito.

    2. pagar cinco pilas nesse aparelho é atestado de vacilo – se o cara se enfiar numa dívida.
      com esse valor compra-se câmera, lente, tripé e acessórios pra tirar uma foto não só da lua, mas do cosmos inteiro.
      esse valor só se justifica pra quem tem pra torrar com artigos de luxo. a origem do dinheiro, como dizia MC Daleste, não viria ao caso, mas podemos deduzir…
      jamais compraria algo q fica ‘ultrapssado’ em menos de um ano, pq o p40 já deve estar sendo preparado.

  13. Bom dia pessoal! Há anos tenho usado o Google Drive como suíte de produtividade online (especialmente planilhas), mas recentemente tenho repensado o uso de produtos do Google por conta da coleta massiva de dados que a empresa promove. Contudo, a única alternativa que conheço é o Office online, da Microsoft. Assim, fica a dúvida: será que a Microsoft é mais digna de crédito com relação à privacidade que o Google? Se não, há para onde correr?

    1. Creio que o histórico de respeito à privacidade da Microsoft seja melhor que o do Google, embora ainda se trate de uma gigante multinacional e que tem uma divisão de publicidade online — que, aliás, passou por umas mudanças recentemente.

      Tem que ser web? Por aqui eu me viro até que bem com o Numbers da Apple. Tem também a eterna alternativa livre, o LibreOffice. Tenho ouvido muita gente elogiar o Airtable como alternativa ao Excel, mas nunca usei e não saberia dizer o que ele tem de diferente/melhor.

      1. Eu venho usando algumas ferramentas da suíte LibreOffice a algum tempo e funciona até bem, mas meu uso não é nada extraordinário e boa parte das vezes não preciso criar nada “mágico” (fórmulas ou algo parecido, coisas essas que não “manjo”). Mas até documentos do Microsoft Office funciona bem também, dificilmente tenho problemas.

      2. O AirTable é quase um Access (ele se organiza em bases de dados, por exemplo).

        Eu acho que pra maioria dos usos tanto a solução da Apple como o LibreOffice dão conta do recado.

        Eu não posso usar nenhum dos dois porque a minha pesquisa de PLN usa arquivos grandes CSV que são manipulados direito apenas pelo Excel e o meu trabalho de tradutor exite que eu use tanto memoQ como Trados Studio e ambos só exportam pro Word. Sem falar que as ferramentas de revisão do MS Office são absurdamente completas quando comparadas com qualquer outra suíte. Sem falar que me irrita o fato da Apple querer salvar tudo no iCloud por padrão.

        Mas pro uso que o OP apresentou, qualquer outra suíte Office vai ser OK.

        1. Não sei qual o uso que você faz dos CSVs, mas supondo que você esteja trabalhando com Python na sua pesquisa, tenho acostumado a mexer com dados desse tipo de arquivo com Pandas e Jupyter.

          Não é mais prático em todos os casos de uso, mas é bom que as eventuais análises/filtros já ficam em código e dá para versionar e reaplicar de forma mais simples em arquivos similares.

          1. O que eu faço, basicamente, é exportar arquivos em XML com padrões verbais, nominais, lematização e n-gramas pra um CSV e abrir no Excel. O Excel é o escolhido por enquanto porque é onde eu ainda mantenho um certo grau de conhecimento e consigo organizar, criar gráficos e filtrar os resultados.

            Estou tentando migrar pro Pandas + Jupyter faz um tempinho, mas meu conhecimento de Python é bem básico e limitado (pelo menos quando comparado com as linguagens primárias que eu sei: PHP e C) e isso me impede de ir adiante com maior firmeza.

            E o problema atual é que eu estou “avulso”, sem empresa e sem grupo de pesquisa por detrás. Estou mantendo a pesquisa ativa por mim mesmo, solitário (o grupo de pesquisa da UFRGS abandonou a pesquisa em MWEs assim eu eu me formei e nenhuma empresa anda contratando linguista computacional), me baseando em corpora livres e ferramentas GPL como o MWE Toolkit. Ou seja, eu vou mais errando do que acertando nessa vida haha

      3. E o Numbers/Pages/Keynote tem (têm) versão online no iCloud.com, mas ela está anos-luz atrás do google (embora os aplicativos locais funcionem bem).

      4. Acho importante ser web porque migro bastante entre PC do trabalho e PC de casa (e faço eventualmente consultas das planilhas pelo celular), e a consulta via navegador facilita muito. Talvez um bom motivo para migrar para o Office, além de a Microsoft ter um histórico melhor com relação à privacidade, seja a possibilidade de “pulverizar” os dados entre mais de um cia, em vez de concentrar tudo em um só lugar, como apontou o Gabriel Arruda.

        Confesso que tenho um certo receio de migrar para soluções menores (embora não esteja fechado a essa ideia), pela segurança dos dados mesmo, ou, em outras palavras, pela confiança de que, no futuro, as minhas planilhas não desapareçam junto da empresa por trás.

    2. Eu acredito que o simples fato de estar espalhado em várias empresas já é motivação suficiente, antes ter dados esparsos espalhados por várias grandes empresas do que ter todos em uma só.

      O que aumenta muito o poder de exploração dessas empresas é ter diversos tipos diferente de dados, não somente em grandes quantidades.

        1. as vezes, concentrar tudo num lugar só é pratico.

          meu principal uso do Drive e Docs é o compartilhamento de arquivos e algguns recursos do servidor do google. pros arquivos pessoais, uso o office mesmo, mas as tabelas e alguns docs são fundamentais que sejam web e compartilhados.

          infelizmente, ainda não ha nenhuma ferramenta online tão boa quanto o google. o Office Web chega perto, porem longe.

  14. Nas últimas semanas li ou ouvi mais de uma pessoa dizendo que tem dificuldade em assistir a um filme sem ser importunada pelo celular. Que dá vontade de ver se tem notificações ou só dar uma olhada nele no meio da exibição do filme.

    Vocês sentem isso? Se sim, conseguem resistir à tentação ou não se importam?

    1. Completamente. É um problema que não me afeta no cinema: a “convenção social” de não usar celular no cinema segura o ímpeto, e o ambiente facilita uma concentração maior no filme.

      Porém, em casa é muito difícil para mim assistir a um filme inteiro (ou qualquer programa de TV) sem checar o celular. Felizmente é um problema que já identifiquei e que tenho tentado me policiar, deixando o celular distante e simplesmente raciocinando que, bem, muito provavelmente nada de tão urgente está me esperando.

      Aliás, essa foi uma das motivações para ter deixado de usar o Facebook, Instagram e Twitter, o que facilitou muito as coisas, mas não resolveu — eventualmente estou eu lá checando o e-mail ou um site de notícias qualquer.

    2. Em casa, sim, porque tem muitas coisas que me dispersam, como poder parar pra pegar comida e bebida ou banheiro. Nesse meio tempo, acontece de também checar a telinha.

      Agora, no cinema, é foco total. Até em respeito aos demais na sessão, e também por ter uma fonte só de foco (uma tela gigantesca na minha frente e o som me cercando como uma “bolha”, aumentando ainda mais o isolamento). A exceção é se o filme for chato.

      Aliás, aproveitando o gancho, eu tenho uma tese que chamo de “Teoria da Pipoca”, relacionada diretamente ao foco no cinema: A quantidade de pipoca que eu como é inversamente proporcional à qualidade do filme. Ou seja, quanto melhor o filme, mais eu fico focado nele e até esqueço de comer. Se for ruim, a pipoca acaba ainda no 1º ato.

      Meu recorde dessa teoria foi em Vingadores Ultimato (apesar dele não ser tão querido entre os frequentadores daqui): em 3h de filme, comi exatamente UMA pipoca e joguei 50 reais no lixo.

    3. Eu consigo tranquilamente, até pq me policio.

      e só uso duas redes sociais, facebook e whatsapp.

      no facebook só vejo notificação se eu abrir o aplicativo, ou seja, nunca recebo na tela de bloqueio, já no whatsapp ela só chega, mas o celular não vibra, não toca, não emite nada, isso me ajuda bastante.

    4. Não me importo nenhum pouco, ainda mais por não ter muito o que fazer por lá, além de responder as mensagens.

      Faz alguns anos que mantenho essas configurações, mas não recebo notificação de nada (tudo desligado).

    5. Se o filme não estiver muito legal e o celular estiver ali próximo…

      No cinema, não faço porque não sei o quanto prejudicaria alguém próximo. Só fico atento se for em caso que eu já esteja esperando uma mensagem importante.

    6. No cinema nem tanto, mas em casa isso tem se mostrado uma situação mais comum do que eu gostaria. A solução mais trivial que eu tenho usado é deixar o celular bem longe enquanto tô assistindo, e geralmente funciona pra mim. Aliás, esse foi uma das atividades rotineiras que me fez perceber que estava com a atenção toda fragmentada pelo uso do celular

    7. Se eu tocar no celular durante um filme é pq o filme não me atraiu caso eu não tenha dormido antes, mas no geral eu não para de assistir para olhar o celular, em outros momentos acontece aquela olhada rápida só para ver se tem notificação, mas em filmes, alguns programas e algumas atividades ainda estou resistente

    8. sim, não (a não ser no cinema/teatro/etc) e mais ou menos

      a mão coça (inclusive pra ver informações sobre o filme no tvtropes ou no reddit ou mesmo no twitter em caso de séries recentes)

    9. Eu ignoro o telefone, mas minha esposa ainda puxa de vez em quando.
      O pior do telefone é quem manda a mensagem, pois acha que estamos na obrigação de responder imediatamente. Tem gente que insiste!
      Um tempo atrás eu estava inclinado a voltar a usar um dumbphone.

    10. Muito mesmo, o fomo ou mdpa (medo de perder algo) vem batendo forte ultimamente.
      Não sei se é porque eu estou resolvendo várias coisas pelo celular (fechando um agendamento de viagens) que isso se agravou ou o que seja. Sou ansioso por natureza e o celular é um dos gatilhos/forma de alívio.
      Porém já percebi que consigo esquecer totalmente do celular se estiver bem entretido com algo ou alguém – fiquei três dias andando pelo parque dos lençóis maranhenses sem qualquer tipo de sinal de telefonia; foi uma experiência desintoxicante, diria.

    11. Ignoro facilmente o celular, principalmente pq gosto de assistir filmes que prendam a atenção e façam a gente ficar concentrado pra não perder detalhes da história. Série já é um pouco diferente pq às vezes o ritmo de um episódio é arrastado então acabo olhando as notificações.

    12. Eu não gosto muito de ir no cinema, acho que vou uma vez por ano e olhe lá, então esse não é exatamente um problema que eu tenho =)

      Mas, quando eu gostava de ir (e eu já gostei bastante) eu me lembro de sempre desligar o telefone quando entrava para evitar ser importunado ou mesmo cair em tentação em alguma parte ruim do filme.

      Hoje em dia eu vejo quase tudo em casa e, mesmo assim, telefone é algo que eu só uso quando alguém me liga ou quando eu quero tirar alguma foto do meu cachorro. Minha média de uso semanal é de 2h, por exemplo, com o aplicativo do Reddit sendo o maior consumidor de tempo.

      Hoje em dia apenas meu pai, madrasta, irmãos e minha mãe tem as notificações ativadas pra SMS e ligações, o resto de todos os aplicativos estão desligados (ok, tem o alarme também).

      Nada na vida é tão urgente que precise de notificações de aplicativos. Qualquer emergência real vai chegar até mim por uma ligação, então, foda-se.

    13. No meu caso, não. Minha vontade de mexer no celular só vem em momentos de tédio/monotonia (dá pra considerar isso uma coisa boa, né?), o que não é o caso quando estou assistindo um filme (em um cinema, principalmente) – pode até acontecer assistindo um filme/série em casa, mas quando sou interrompido (o vídeo está carregando, por exemplo).

    14. em casa sim, mas apenas quando vou ao banheiro.
      Só se o filme/série estiver muito ruim. Aí eu pauso e vou ler alguma coisa no celular até voltar, ou não.

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