Post livre #168


4/4/19 às 13h18

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77 comentários

  1. Faz um bom tempo que não abro o Distro Watch.

    Interessante ver que por lá o Ubuntu está na 5.ª posição, e as demais posições acima tem umas duas ou três baseadas em “forks” / “based” dele (Mint, Elementary)

    E agora que vi, ReactOS (o “engenharia reversa” do Windows) em 11.ª. Deu vontade de puxar para ver se evoluiu.

  2. Vendi minha Intruder 125.
    Apesar de ser uma moto muito robusta e de manutenção barata eu senti a necessidade de mais força nas subidas.
    Coloquei na OLX e teve alguns de POA interessados…., no fim acabei vendendo pra um amigo meu.
    Já to com uma Tenere 250 ‘reservada’, só falta terminar de pagar.
    Assim que tiver novas aventuras eu compartilho com vocês. Abraços!

    1. Faz uns 5 anos ou mais que não tenho moto própria. E uns 3 que não ando de moto de forma diária.

      Faz falta ter-lha, mas não faz falta os gastos que tive e os riscos que corri.

      Desejo uma Intruder 125 ou uma FYM “Custom” 250, mas a grana tá extremamente curta.

  3. O controle da tv acabou de dar defeito. Descobri que posso controla-la por app oficial da fabricante. E até que funciona bem, pena que é cheio de botões pra se chegar aos botões em si (ui/ux bem fraquinha).

    1. Indico para alguns quando acontece isso. Mas na verdade (clichê ligado) vou na 25 de Março comprar um controle paralelo :3.

  4. Só queria comentar que estou muito triste pois nenhum dos dois cinemas da cidade vai trazer o “Nós” do Peele.

    1. aqui em sp há muitas salas, mas mesmo as salas especializadas em filmes não tão comerciais, deixam os filmes pouco tempo em cartaz. vacilou, perdeu… é uma pena, né? seria tão bom q as salas de cinema contemplassem mais filmes. mas acho q as sessões não ficariam cheias no começo… demora pra formar público em todas as áreas da cultura. em breve, por exemplo, o público das salas de concerto vai ficar como nas salas de cinema de filmes não tão comerciais.

  5. Estou em um “Acessa São Paulo” – ponto de acesso gratuito a internet.

    Interessante ver que nada mudou, mas ao mesmo tempo é algo bem útil para a população. Por muitos anos dependi deste tipo de equipamento para “viver online”. Gastava com lan-house ou tempo para ir em um ponto como este gratuito.

    Ao mesmo tempo, me veio a mente agora a questão da privacidade. Não vou questionar como é o do Acessa, mas sei que por muito tempo o fato de estar em uma lan house já era um risco de privacidade enorme dado a falta de conhecimento (inclusive a minha, que trabalhei prestando serviço para algumas) com isso.

    Uma coisa que eu queria tentar fazer tipo um documentário ou dossiê era o projeto “POP Internet”, que tinha pontos de computadores em comércios (a da cidade onde eu estava era em uma padaria) e podia acessar a internet e ver o saldo da conta (era um serviço conjunto com a Caixa Econômica Federal).

      1. (Peguei no meu twitter)

        Acho que criei um bloqueio. Penso em escrever coisas de forma reflexiva (ou narrar em audio e video), mas ao mesmo tempo no fundo sei que vou fazer algo para querer ganhar likes… Como não tenho ganhado likes (ou ganhava críticas e apagava o texto…)

        Eu tinha um costume forte (hoje está bem reduzido) de retratar estações antigas de trem. Para mim era um hobby para me sentir bem e dentro de uma comunidade (participava de um grupo). Tive desavenças e saí do mesmo.

        A vontade de fazer coisas esbarra nos traumas e bloqueios que tive durante a vida. É um porre…

        1. documentar é relevante do ponto de vista histórico. vc provavelmente vai gerar material q pode ser útil em alguma pesquisa, além de atender os curiosos no tema. querer likes faz sentido no mundo de hj, mas não deveria limitá-lo.
          eu acho q dá pra levar as coisas de modo mais suave. estou tentando encarar assim. não ficar obcecado com mais nada e ficar mais de boas com as minhas limitações (q são muitas). fora isso, é o terreno livre da criatividade.
          se fizer faça para VC ficar satisfeito. com certeza alguém mais ficará tb.

          1. Falou tudo. Inclusive ter um espaço na web é bacana por conta disso. Um blog mesmo, já serve. Só abrir uma “coluna” e documentar.

            E olhar, eu até gosto desses materiais mais caseiros, a leitura costuma ser agradável. Da umar ar de Manual até.

  6. Sobre o filme ‘Persona’…
    Vi muitos filmes do Bergman, mas não todos, na mesma época em q vi Truffaut, Rossellini, Viscoti, Buñuel, Fellini, Pasolini, Woody Allen, Chaplin, Tati, Hitchcock, Renoir, Varda, Haneke, cinema novo brasileiro (e o italiano), film noir etc etc etc. Tudo isso é uma amálgama de referências bem fortes pra mim, então, pra um filme me animar, ele tem q estar dentro dessas referências. E, felizmente, muitos estão, mas, claro, geralmente não são os de super-herói (os de anti-herói têm mais chances).
    Daí que qdo vi ‘Persona’ pela primeira vez, pensei, pô, taí de onde o Palahniuk tirou a história dele pro ‘Clube da luta’. Mas o próprio Bergman fala sobre caminhar entre sonho e realidade qdo fez ‘Persona’, além das próprias lutas internas do Bergman, e q no meio das filmagens se apaixonou pela Liv Ullmann, então… Acho q este é um daquele tipo de filme q não há muito o q entender, é uma experiência totalmente autoral e fílmica, ponto.

    Queria muito rever os filmes do Bergman… talvez o faça em breve. Aproveito pra ver todos q ainda não vi. Desconfio q ele seja o diretor q mais conseguiu explorar as exasperações da alma humana (fustigada pela presença da crença cristã) no século passado. Todos os outros já citados passaram perto em algum momento, mas nunca foram tão longe.

      1. pois é, na prática são só três: facebook, twitter, instagram (+ amazon pra compras e google para generalidades)

      2. – Facebook
        – Twitter
        – Google
        – Microsoft
        – (Insira aqui um servidor de publicidade tipo Taboola / Outbrain)
        – (Insira aqui um banco)
        – (Insira aqui um site governamental)
        – (Insira aqui um banco de dados hacker)

    1. Esses dias me peguei questionando a “obrigatoriedade” de uma presença na web. Talvez eu esteja fechado (ou acho até agora que esteja) num grupo que não depende nada das redes. Depois de um tempo vai perdendo a graça. A receita parace que não muda nunca.

    1. Fabio, acabei de escutar. Ficou ótimo. Gostei muito do conteúdo e da forma como vocês abordaram. A desenvoltura foi tanta que nem parece que é o primeiro episódio. Já compartilhei. Ouvindo a história dos cangurus e javalis, lembrei dessa matéria da Revista Piauí: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/estranhos-no-paraiso/
      Aguardo o próximo programa e vida longa ao projeto!

      1. muito obrigado pelas palavras, otávio.
        vamos melhorando pouco a pouco, mas acho q já deu pra, de início, fazer algo bacana de ouvir. não é gravado num estúdio, mas acho q o som ficou claro e as pautas q a gente que trazer me parecem bem originais. sempre q quiser comentar, fique à vontade. e valeu por compartilhar!
        obrigado pelo link! acho q tinha me deparado com essa matéria na época, mas saiu totalmente do radar.

    1. bom hein
      legal esse film n furniture também

      esse grande forro branco quebrou bastante a força dos metais pretos da casa
      nesse sentido, uma fansworth ainda mais branca /esterelizada me parecia mais intensa e até mesmo mais sombria do que essa releitura em preto

      1. “nesse sentido, uma farnsworth ainda mais branca /esterelizada me parecia mais intensa e até mesmo mais sombria do que essa releitura em preto”

        uma TODA branca mesmo, sem qualquer resquício de cinza ou qualquer outra cor, seria a casa perfeita do coringa de tão surreal que ela seria! :)

    1. – Shingeki no Kyojin (tentar, né, porque o arco atual é um porre até no mangá),
      – One Punch Man,
      – Ultraman da Netflix, talvez?

    2. – Um Soco Homem
      – Meu Academia Herói

      Sei lá o que mais.

      (Tou vendo se assisto “Rascal Bunny”, de um rapaz e uma menina sobre a adolescência)

      1. Esqueci que vai sair “Cães sem Dono”. Me apaixonei por esta série.

    3. one punch man, com certeza. e mob 100 (q tô vendo agora). fora isso… fico caçando coisa pra ver qdo estou à toa.
      tenho visto um, no netflix, mas não é anime, ‘hilda’. cara, q trilha sonora fantástica desse desenho. é de temática infantil, mas é muito, muito caprichado. espero q muitas crianças sejam influencias por esse tipo de música (eletrônica com sintetizadores).

          1. Por aí ;)

            Em tempos: esta parte da segunda temporada que eu me lembre não acompanhei pela webcomic. Tou com a expectativa de vir uma última temporada para fechar (e é a parte que imagino que vai dar tipo um anti-climax).

    4. Talvez algum de esporte se tiver

      faz tempo que não vejo animes, nem sei que ainda me prende mais

      1. Assisti sem querer o último capítulo dublado de Free quando saiu na Rede Brasil (agora só para “premium” no Crunchyroll).

        É interessante.

        1. Esse curiosamente foi um dos últimos que vi, gostei muito

          Tinha começado aquele Attack on Titan na esperança de ser curso, aí descobri que estava ainda acontecendo e desisti. Sem paciência e tempo para Animes sem fim.

          1. Para “Animês sem fim”, tenho um método: dou uma olhada na “webcomic” antes para ver como está o ritmo da história. Foi assim com My Hero Academia.

      2. bem q podia ter um anime de um menino gazeteiro como protagonista. até chegar um cara de um site tech e resolver matá-lo sem dó – por diversão e prazer estético para telas full hd. e ele, sei lá, ressuscitar e ir atrás de editores de sites tech do mal. eu acompanharia algo assim tranquilamente.

  7. https://www.youtube.com/watch?v=ntSvI2qaRxU

    Essa semana saiu esse trailer do Coringa. Até tinha esquecido que haveria esse filme. Enfim, achei o trailer estranho: tem uns trechos bem legais com algumas coisas muito clichê que parecem até deslocadas. Mas ficarei de olho, gosto do ator e ele está visualmente muito parecido com um amigo, que é meio perturbador também.

    1. Alguém escreveu no Twitter que parece o trailer de “Incels: A origem”, haha.

      Você se lembra de algum filme estrelado por um vilão que tenha saído bom? Sem o antagonismo do herói, dificilmente a história se sustenta. Regra geral, a relação herói–vilão desses personagens comerciais de Marvel e DC representam dicotomias das mais rasas.

      De qualquer maneira, estou falando aqui de curioso porque não sou o público-alvo…

      1. Vilão de super-herói nem sei,acho que até pouco tempo nem era comum esse tipo de filme.

        Agora filmes com protagonistas totalmente vis tem vários bons.

      2. Eu gostei do Venom, que em teoria é um vilão. Você precisa ignorar os quadrinhos pra gostar de fato, mas como filme, me divertiu.

        Mas é o único que eu consigo lembrar 🤔

        1. Malévola também!

          O que acontece é o vilão ser mais humanizado e acabar sendo vendido como um anti-heroi. Tô curioso pra ver se (e como) vão fazer isso com o Coringa.

        2. Achei horrível, não consegui ver inteiro. E olha que adoro filmes de super-heróis, principalmente os da marvel.

      3. Tem duas HQs mais conhecidas onde o Coringa é o “protagonista”, e funcionam muito bem: “A Piada Mortal”, do Allan Moore, e “Coringa”, do Brian Azzarello. Essa última bebe bastante da água do Heath Ledger e lembra bastante o do Phoenix.

        Normalmente, pra tentar sanar a presença do seu nemesis, esses filmes de vilão tentam humanizar os personagens. Malévola e Venom são bons exemplos recentes. O primeiro foi muito elogiado pelo público e crítica; o segundo foi controverso, mas também se saiu bem.

        A história de origem desse filme parece que vai se aproximar da contada na Piada Mortal, onde justamente o Coringa deixou de ser um agente do caos e passou a ter motivação, crescendo muito como personagem. Em alguns momentos você chega a ter empatia por ele.

        A moral da história também parece que vai seguir a da HQ: Para um bom homem se tornar um louco, basta um dia ruim.

      4. A ideia, pelo trailer, parece ser enfatizar a jornada do herói do Campbell, só que dessa vez sobre a visão do vilão que era uma pessoa normal (com problemas familiares) para uma vilão que se torna vilão por conta da ação social (aquela cena dele apanhando dos marginais é algo que traz o personagem pro dia-a-dia das pessoas e justifica, em termos, quaisquer ações posteriores).

        Acho que vamos ter a ideia de ascensão, queda e retorno tipificados no filme pelo viés do autor. Algo realmente parecido foi feito com a Malévola da Angelina Jolie e recentemente com o road movie do Wolverine (Logan) que se tornou um filme de queda do herói e relacionamento parentais com pano de fundo de heróis.

        ~~

        No meu entendimento, a função desses filmes no imaginário moderno está, aos poucos, tomando o lugar de duas instituições que tínhamos antes: os “cautionary tales” e as história de deuses mitológicos. Eles repetem, via de regra, essas fórmulas de história que se iniciam dicotômicas e terminam com nuances que já foram bastante exploradas por várias mídias, principalmente literatura. Ao mesmo tempo em que apresentam os arquétipos sociais e psicológicos com outras máscaras para as novas gerações.

        Acho que eles tem o seu valor como forma de entretenimento e como formação para crianças e adolescentes. Como eu disse aqui outra vez, o problema nunca foram os filmes de heróis e sim a infantilização dos homens de meia-idade que os veem achando esperando mais do que um filme infanto-juvenil que lida com problemas básicos da sociedade de maneira arquetípica. O problema são os nerds, em resumo, que não conseguem (ou não querem) amadurecer o seu gosto e suas opiniões. E isso vale pra uma série de coisas atualmente.

        1. simplesmente não querem e se recusam a amadurecer.
          e isso está sendo muito lucrativo, diga-se…
          tanto q qdo quero buscar alguma informações sobre mangá, anime ou coisa q o valha, faço as escondidas, pq realmente embaraçoso esse meio pela falta de maturidade encarar as coisas. tipo choradeira pela falta de compreensão do mercado editorial na questão de aumento de preços. e por aí vai.
          como na minha juventude vi coisa muita além da minha maturidade, acho q meu padrão é alto e me qualifica como rabugento para a maioria desses assuntos. depois q vc assiste bergman (q me parece impossível infantilizar), só pra dar um exemplo, não tem como voltar atrás.

          1. Falando em Bergman, no fim de semana vimos Persona aqui e terminamos o filme intrigados. Eu já tinha visto O Sétimo Selo e é mais digerível/fácil de entender;Persona é muito maluco. Criamos N teorias, lemos várias críticas e, embora algumas cenas sejam memoráveis, acabamos sem uma explicação mais lógica para o que acontece ali. (Sim, talvez seja essa a intenção e, se for o caso, estou bem com isso.) Você viu?

          2. Nem precisa(va) ir até o Bergman. Dentro do próprio universo dos quadrinhos e das histórias maniqueístas e dicotômicas da Marvel/DC poderíamos ter as técnicas de conto moderno (com tramas/subtramas conforme nos mostra o Hemingway em diversas vezes, mas, principalmente em “Hills Like White Elephants”), absurdo (tipo “Rinocerontes” do Ionesco, algo que cairia como uma luva numa história do próprio Coringa) já forçaria o telespectador a ter uma outra visão e um gosto mais apurado em termos de história.

            O problema é que a Disney/Marvel (mais do que a Warner/DC, mas são ambas) preferem manter a infantilização porque isso vende em todas as idades (tanto para os jovens adultos infantis quanto para as crianças e adolescentes) e é mais fácil de manter a produção em massa (quase fordiana) que mantém o cinema blockbuster. Antigamente tínhamos uma trilogia em 5/9 anos e hoje em dia temos 22 filmes em quase 11 anos. O ritmo alucinante que o capitalismo pede para essas produções manterem-se relevantes impede que ocorram grandes mudanças narrativas e grandes mudanças de rumo em termos de personagens (redondos e rasos) porque não se tem tempo hábil para isso. Manter-se preso na trama fácil e de técnica infantil é lucro certo e mantém toda a engrenagem da Disney (parques, brinquedos e filmes) funcionando de maneira como nunca antes tinha ocorrido. E isso inclui manter o público de meia-idade infantil e imaturo. Não tem como ter um filme relativamente bem trabalhado em 2/3 anos, quem dirá 22 em 11 anos.

        1. os protagonistas são adolescentes, né? há aí a busca de identificação com a audiência (adolescente mesmo e a dos jovens adultos). eu vi e gostei. sempre acho legal essas histórias com algum personagem demoníaco tramando as coisas. geralmente é melhor personagem, mesmo não sendo o protagonista.

          1. Death Note, pelos criadores, é só um “thriller policial/sobrenatural”, não era para ter esta relevância toda.

            Mas por incrível que pareça, a historinha dá uma provocação psicológica tremenda, ainda mais com um protagonista que é o anti-herói/vilão da história.

            Ainda acho uma das melhores histórias que já saiu e muito mau analisado por muitos. Quem vê como “história de herói” ignora as contradições de Light e L. Não é uma “jornada de herói”, mas mais algo relacionado a “missão na terra”.

            E Ryuk é meio que “nossos olhos” e o provocador de parte da história.

            (Se o otaku brasileiro/mundial tivesse entendido a história mesmo, não teria eleito a galera da “direita vingadora”)

      5. Star Wars episódio 5 e ep 3, Hannibal, the usual suspects…
        Onde os fracos não tem vez também conta?

        1. Aliás, assisti onde os fracos não tem vez esse final de semana passado, já que estava de saída da Netflix. Não acredito que demorei tanto para ver esse filme

    2. o trailer não me animou muito, apesar do joaquim phoenix ser incrível. depois do heath ledger fica difícil ver o coringa no cinema de outro modo… o joaquim tá muito forte no meu imaginário de cinema em outros papéis. eu não o teria escolhido. tinha q ser alguém mais vida louca mesmo.

      1. O Coringa do HL é legal, mas acho que é possível seguirmos em frente ou por outra ótica. Vez ou outra quando a Warner reprisa o Bátema antigo com o Jack Nicholson, relembro como há outras possibilidades.

        1. acho que ainda não vimos um coringa realmente insano (o do heath ledger era “racional” demais: calculava todos os passos, etc)

          1. acho que esse foi o grande hype e decepção do Esquadrão Suicida….

      2. Eu gosto do cast do Joaquim Phoenix (que tem quem diga que é o irmão menos talentoso da família) porque ele tem um bom histórico de personagens mentalmente atormentados e vilões ambíguos.

        Existe um filme com ele, do James Gray, chamado “Amantes” que coloca ele numa posição que me pareceu a mesma do filme: de um homem perturbado que entende que precisa continuar mesmo depois da vida bater nele mais do que o normal.

        Lógico que no filme temos uma motivação amorosa forte (pelo título se imagina) e um arco muito mais sutil de desenvolvimento da descida do personagem, mas a ideia central me parece ser bastante parecida.

        1. sim! esse filme, ‘amantes’, me impressionou muito. q filme, cara! q filme!
          quero revê-lo, inclusive, pq o vi já há uns bons anos.
          tem um outro papel dele, muito tb, q ele é um padre no filme ‘Contos Proibidos do Marquês de Sade ‘.
          então fica difícil descolar o joaquim desses papéis mais realistas. aí qdo parte pro coringa, eu acho q tem q ter um tipo de loucura irreal, extrapolada… uma perturbação assassina como em ‘laranja mecânica’. se sair muito disso, acho q fica melodramático demais, humaniza demais, dá até peninha do coringa… e não é por aí. é pra ser loucaço mesmo. anarquia e destruição total. bom, esse é o coriga q eu idealizo.
          o coringa do batman ninja tava muito bom, diga-se.

          1. A ideia dele ser agente do caso e não ter motivação nenhuma senão o próprio caos não vai rolar nesta leitura do personagem. O trailer já deixa claro que ele vai ser um efeito colateral do sistema urbano e das cidades atuais. Por isso acho que ele vai estar mais focado no processo de degradação do homem até ele se tornar um agente desse caso controlado dentro da cidade.

            Acho que nesse sentido o Joaquim cai bem no papel exatamente por esses outros papéis de homens caídos que ele já fez.

    3. será que não vai repetir o mesmo erro dos outros filmes pós-nolan? quero dizer: tentam fazer esse filme “sério” e “realista” quando de fato o material pede muito mais fantasia e mágica. Ele pode ficar simplesmente… fora de lugar.

  8. Cabei de ler “Homo Deus” (que é meio que a continuação de Sapiens, outro livro sensacional) e lembrei muito do Ghedin e sua cruzada pela privacidade aqui no MdU ao ler sobre o dataísmo.

    Inclusive se vocês ainda não leram ambos os livros, recomendo bastante. Ah, e se tiver algum livro legal na mesma pegada para recomendar, fico aberto a sugestões. =D

    1. Livro bom demais! Endosso a indicação.

      Estou lendo agora o Rápido e devagar, do Daniel Kahneman, um pesquisador da área da psicologia. O livro desmonta como o cérebro da gente funciona a partir da premissa de que existem dois “sistemas”: o 1, que é super ativo e está ligado o tempo todo com o que acontece à nossa volta; e o 2, que é mais lento, analítico e preguiçoso.

      Não acho que ele se relaciona tanto com os do Yuval Harari, mas tem vários momentos “ahhhh então é isso!” que senti também enquanto lia principalmente o Sapiens.

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