Post livre #164


7/3/19 às 12h27

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134 comentários

  1. Curioso esse aumento repentino no número de Xiaominions. E como são chatos…

    1. serão mais chatos qdo tiverem todos eles um pocophone em mãos.
      ‘eu tenho um pocophone, vc não tem…’.

  2. Por algum motivo, o YT mostrou pra mim um vídeo de ricaço viajando (acho que foi pq vi alguns do Casey N viajando). Caí na armadilha e quando menos espero, me vejo assistindo vídeos do filho mais novo do Galvão Bueno…

    1. Eu PRECISO deixar meu Youtube logado senão saio da bolha. E fora da bolha, a vida é pior.

        1. Do jeito que está, funciona bem na verdade. Se eu usar extensão, o problema é que de vez em nunca eu vejo fora os vídeos. Além do fato que gosto do histórico (Escuto muita música, então deixo no histórico para saber o nome da mesma e eventualmente puxar a mesma).

          Queria tipo “abrir um pouco a porteira”, dado que sei que há conteúdos mais relevantes por aí. O ruim é:

          – Ao pouco que vejo, youtuber no Brasil é bem “padrão”: “Crap Shots”, falatórios desnecessários e tom de voz geralmente “soberbo”.
          – Outro ponto é que dado que o foco de muitos é “caçar audiência”, é sempre o negócio de pegar a “fórmula do bolo” e varia-la: “INSANO!”, “NUNCA VIU ISSO!”, ETC… etc…
          – Na verdade busco uma empatia de quem assisto. Por exemplo, gosto do canal “Ônibus na Rodagem”, que apesar de o cara geralmente fazer um monólogo enquanto dirige, me soa uma pessoa com alta empatia e que curte o que faz, sabe? É um dos poucos “youtubers” brasileiros que sigo, diga-se de passagem.

          Acho que já deve ter visto, mas gosto deste vídeo do Techmoan (tem outros similares no mesmo canal) que faz uma crítica dos “padrõezinhos” de “clickbait” no Youtube

          https://www.youtube.com/watch?v=fDLGfeoOwJ8

          PS: penso em um dia fazer um canal no Youtube também, mas sei lá, só sonho…

      1. parece q depois de um tempo ficou feio e sujo estar numa bolha, mas, ora, isso não é de hj. todo mundo tem afinidades com grupos de interesse específicos. bolhas são necessárias pra nossa sanidade.

    2. Nunca mais vi os vídeos dele… depois da fama, as coisas ficam meio chatas… vi o cara mais e mais obcecado com o número de inscritos, as propagandas pra empresas… as viagens em primeira classe só pra propaganda. E depois de me dar conta q o avião é poluidor pra caralho, aí desanimei mais ainda…

      1. Mudei inclusive do Chrome pro FF porque o FF impede que os sites fiquem perguntando essa asneira.

        1. Ow Fred, o Chrome tem como bloquear. Mas é “escondido” nas configurações

    1. Odeio essa notificação! Muitos sites pergunta toda vez que entra nele se eu quero receber notificação.

    2. A única notificação que permito receber pelo navegador é do WhatsApp Web.

        1. Positivo.

          Limpar besteirol de computador é meu trabalho. Isso quando não encontro uma inicialização corrompida, e tenho que relembrar via tutorial que tenho que fazer chkdsk…

    3. negócio irritante, mas tinha preguiça de procurar a configuração para desabilitar, até que recentemente fui atrás disso (google is your friend) e finalmente desabilitei…firefox fanboy here

  3. Na próxima terça-feira (12), farei o lançamento da campanha de financiamento coletivo do Manual do Usuário, via Catarse. Já havia contado aqui (no #162); agora, antecipo o texto de apresentação da campanha:

    Por que você deveria financiar o Manual do Usuário

    Está no Medium porque é mais fácil compartilhá-lo enquanto rascunho. (O texto também será publicado no blog.) Se encontrarem algum erro de digitação ou trecho difícil de entender, me avisem.

  4. Uma curiosidade: quantos podcasts vocês assinam e quantos vocês efetivamente ouvem por semana? É para o meu TCC (mentira, não é não, mas é como se fosse)

    No meu caso contei 71 assinaturas, mas devo ouvir, no máximo, uns dez por semana, quando muito (anticast, foro de teresina, ficções, viracasacas, lado b do rio, guia prático, pouco pixel, nbw, teologia de boteco, epep, pistolando, arquicast, entre outros, mais os eventuais e os menos periódicos)

    1. Eu tenho 32 assinaturas aqui mas escuto regulamente umas 6/7 delas.

      Os que eu sempre escuto:

      – Mupoca (bastate irregular mas gosto dos assuntos que eles trazem)
      – Anticast (melhor podcast esquerdopata).
      – Decrepitos (porque preciso de um tempinho na política de vez em quando).
      – Potter Entrevista (bom podcast da RBS com um viés isentão).
      – Projeto Humanos (quando sai é certeza de bom conteúdo).
      – Boa Noite Internet (mais calmo, mais relax, tratando de conceitos da vida).
      – NBW (política hard).

      Ainda escuto os dois da casa e fico grato pela mudança de mesa do Guia Prático. Pulei apenas o de fotografia até o momento (porque, junto com assunto “investimentos” são coisas que eu ojerizo) e o Tecnocracia que me agrada muito.

      1. Como assim vc não gosta de fotografia? Não gostar de fotografar ou ser fotografado é compreensível, agora não gostar de fotografia? Fotografia, cara! Fotografia é uma das coisas mais bacanas (e não foram muitas, pq a maioria implica em muita destruição) q a humanidade conquistou para si.

        Agora, investimentos eu entendo perfeitamente.

        1. Acho que eu gosto de fotografias, o que eu não gosto são das discussões ao redor da fotografia. Câmeras, lentes, exposição e todos os meandros técnicos e discussões “nerds” sobre o tema. Me cansa demais. Mas o que eu posso falar, eu gosto de retrogames e conseguiria ficar discutindo isso por anos sem me cansar.

          Investimento é a coisa mais insossa que eu consigo imaginar.

          1. Concordo. De fato, discussão técnica sobre fotografia é algo bem chato. Fora que muitos “Nerds” de fotografia são tão ou mais chatos ainda.

            Mas uma dica: o legal na fotografia é quando você busca resultados, não coisas técnicas. Prefiro tirar uma foto apenas com a técnica básica de alinhamento de posição (achar uma forma da foto ficar legal) do que se matar com ISO e abertura.

          2. compreendo tb. no podcast não falamos só de aparelhos, mas dos novos significados da fotografia por conta dos aparelhos. nesse sentido a fotografia é um pouco parecida com a música, q pra mudar, depende de tecnologias (acho q é o flo meneses q fala isso sobre música). discussões muito técnicas (as quais nem posso contribuir muito) ou sempre lentes, câmeras, sensores etc interessa pra quem tira fotos com mais entusiasmo. mas a história da fotografia é interessantíssima. além de termos dois grandes teóricos falando do assunto: barthes (‘câmara clara’) e flusser (‘filosofia da caixa preta’).

          3. Também entendo, a discussão técnico em torno dos parâmetros da fotografia pode ser realmente bem chata, mas acho que ela se torna interessante quando bem integrada a uma discussão mais ampla sobre a nossa cultura fotográfica (o estatuto da imagem em nossa sociedade, como nos relacionamos com as imagens, etc). Quando o assunto se resume aos parâmetros técnicos, concordo que é chato.

          4. Respondendo a todos sobre as fotografia (heresia, segundo @Fabio, e isso que nem falei que não gosto de viajar, de programas de culinária, de conceito aberto em espaços residenciais e de cerveja artesanal): exatamente esse o problema, o assunto se tornar sobre a técnica apenas. As transformações, os impactos socioculturais e quaisquer interações que advenham da fotografia me interessam, mas, falar sobre exposição, poses, câmeras, lentes e técnicas de fotografia me deixa tão chateada quanto uma aula de latim eclesiástico.

          5. Só uma letra: se quer uma coisa “chata” sobre fotografia que vale a pena entender melhor é enquadramento.

            Isso, podemos dizer, é 80% de uma foto. Se tu pegar sobre enquadramento (e apesar dos termos, não é tão difícil), rapaz, tu pega gosto. :) Enquadramento é que nem design, diga-se de passagem.

            Foi assim que aprendi a curtir um pouco mais de fotografia.

            Os outros 10% é a parte supertécnica (que celulares e câmeras boas fazem de forma automática) e 10% é o assunto.

        2. existe algum curso gratuito, básico, sobre os fundamentos da fotografia? tipo, enquadramento?

          tenho muito preguiça do youtube.

          se fosse escrito seria bem melhor.

          salvo se for muito bom e vc recomende, vou pro youtube

          1. veja esse reality de fotografia do arte1. é um verdadeiro curso de fotografia (dos conceitos principais pra ser fazer uma boa foto). outra forma de se aprender a linguagem é ver fotos dos grandes mestres. bibliotecas podem te ajudar nessa ou livrarias q possuem seção de fotografia. passe um tempo com esses livros e eles vão te ajudar. um livro bacana q pode ajudar tb é o ‘a natureza das fotografias’, de stephen shore. talvez seja um pouco difícil encontrá-lo, por estar esgotado, mas vale a tentativa. enquadrar o assunto ou objeto na foto é relativamente simples e ainda vc tem a edição pra ajustar o recorte q quer fazer. dependendo da sua cidade, instituições culturais costumam dar cursos básicos de fotografia. o sesc, por exemplo.

    2. Na verdade vou escutando não exatamente “podcasts” mas “mixtapes” de música eletrônica que acho aleatoriamente no Youtube.

      Não tenho tanta paciência para escutar podcasts, apesar de querer achar algum que seja relevante.

      1. Rapaz, outro dia me peguei viciado numas playlists de youtube das mais variadas. Tudo por causa daquelas de lo-fi com um anime em loop.

    3. atualmente assino 22, sempre tento diminuir, para ter mais tempo livre, mas vira e mexe acabo aumentando, já cheguei a ter 40, fiz uma limpa e fiquei com 15, agora está aumentando de novo;

      eu escuto todos os episódios, só não ouço quando tem um ou outro episódio que não me chama a atenção eu pulo. mas isso é raro.

    4. Estou ouvindo Jogabilidade mas mais para preencher o tempo com assuntos mais leves e até fora do meu alcance, pois não jogo quase nada do q eles tratam.nos programas. Estou limpando meu pocketcast pra ficar só com q ouço.

      Os q eu ouço com relativa atenção a depender dos temas q abordam são:
      > Talking politics
      > Hidden brain
      > Recode decode
      > Outras mamas
      > Pizza de dados
      > Vergecast
      > Ficções
      > Ilustríssima / Café da manhã
      > Os do Nexo (são 4)
      > Foro de Teresina
      > Caixa preta
      > Hipster ponto tech
      > Xadrez verbal
      > Guia prático, claro, mas só qdo não participo, pq tenho vergonha de me ouvir falando disparates…
      É mais alguns outros.

      Acho q ainda esse mês farei um podcast com a esposa sobre abolicionismo animal e paradas relacionadas. Vai ser legal. Tomei cuidado pra ter um som razoável, apesar de não ter um estúdio em casa. Vamos gravar na sala e torcer pra não fazerem muito barulho. Acho q vai ser legal, pq vamos falar de algo q não vemos em nenhum outro podcast – com exceção do “Outras mamas”, mas elas têm outra pegada (feminismo e veganismo).

        1. opa! a ideia é fazer dois programas por mês. vai ser difícil em meio as tarefas q temos, mas vale tentar. aviso sim!

      1. Que nome bom esse outras mamas

        Se estiver curtindo o Jogabilidade (curtindo no sentido mais amplo possível), recomendo o Mothership do pessoal do Overloadr, que são parceiros. Escuto eles nessa mesma premissa que você disse.

        1. acho q elas escolheram esse nome pra se contrapôr ao especismo do ‘mamilos’. mas é só um palpite.

          ouço esse tb esporadicamente, meio q alternando entre o jogabilidade e o motherchip, mas no mesmo sentido: pra passar o tempo qdo não quero saber de assuntos muito complicados. e vira e mexe dá pra pegar uma dica de jogo indie pra deixar salvo pra comprar nas promoções. o último q ouvi falou de um jogo ótimo q mistura jazz (um dos meus gêneros preferidos e q faz parte do jogo) com fuga de animais: ‘ape out’.

          1. “acho q elas escolheram esse nome pra se contrapôr ao especismo do ‘mamilos’. mas é só um palpite.”

            GENIAL

          2. na primeira leitura não tinha associado mamilos ao podcast tb, só ao tecido

    5. Contei 51, mas devo ter esquecido de assinar alguns ainda.

      Alguns nunca ouvi, apenas assinei para não esquecer de ouvir futuramente (definitivamente sou acumulador digital).

      Tenho escutado muito pouco. Escutava mais quando tinha que realizar algum trabalho repetitivo no PC. Gostava bastante do Visual+Mente, os do pessoal do Overloadr e o Aparelho Elétrico.

      1. Aliás, ultimamente tenho assistido mais a canais de Youtube do que Podcast.

        1. assistia mais antes, agora menos. e ainda falando de joguinhos, tem um canal chamado ‘nautilus’, conhece? é legal.

          1. Conheço de levs, já participaram alguma vez dos podcasts do Overloadr, mas nunca dei atenção a eles em si

    6. Eu queria aproveitar e perguntar: em que momentos vocês ouvem (ou conseguem ouvir) os seus podcasts? Pergunto porque eu queria muito ter o hábito de ouvir podcasts, mas não consegui me adaptar ao formato. Acredito que a mídia (somente áudio) seja perfeito pra ouvir enquanto se faz outra coisa que não exija muita concentração (dirigir, pegar o busão, lavar a louça, etc.), mesmo assim eu ainda prefiro ouvir música/programas de rádio e vídeos no Youtube. Talvez o que pesou mais é que a maioria dos episódios dos podcasts são bem longos, 60 minutos em média, e percebo que prefiro coisas mais curtas mesmo.

      1. Eu escuto quando eu trabalho (sou tradutor). Peguei esse hábito quando trabalhei numa revista científica na faculdade e ficava numa sala enorme sozinho o dia todo (era também o estoque e sala de reuniões da revista) e precisava responder emails, traduzir, revisar abstracts e lidar com fluxos fiscais e editoriais da revista.

        Hoje eu escuto, ainda, quando estou jogando Path of Exile.

        1. Nossa! Mas você consegue pensar no texto que está lendo/traduzindo ao mesmo tempo em que escuta o podcast?

          1. Sim, desenvolvi essa habilidade e as pessoas acham muito doida (todo mundo me pergunta isso). Na moral eu sempre tive uma capacidade de foco anormal (cheguei a ir no neurologista por conta disso quando era pequeno e achavam que eu tinha autismo), consigo me concentrar trabalhando do lado do meu irmão jogando e gritando sem problemas. Com fone é suave demais.

      2. Com trabalho repetitivo ou ócio. As vezes o ócio é em casa, às vezes é num transporte público, às vezes numa viagem.

      3. Lavando louça, limpando a casa, etc.

        Eventualmente quando faço atividades “não verbais” (quando edito coisas no photoshop — mas não quando trabalho com texto no illustrator/indesign, por exemplo — ou quando desenho)

    7. Tenho sete assinaturas. O único que ouço assiduamente é o Foro de Teresina. Os demais, depende do tema. O que limita bastante é a duração média dos podcasts. Tendo a evitar os que têm episódios de horas, que são a maioria. Todos os sete que assino são curtos — o maior é, justamente, o Foro.

      1. Ghedin, já ouviu a coluna do Kennedy Alencar na CBN que sai em formato podcast? Acho ele um dos melhores comentaristas de política e é curto. Assim como o Durma com Essa, sai de segunda a quinta no começo da noite

      2. Curioso, não gosto dos curtos. Pra mim, entre 50 a 1:40 é meu tamanho ótimo, mas não sei porque.

    8. Os que escuto com mais regularidade são:
      – A Política como ela é (Kennedy Alencar);
      – Spin de Notícias;
      – Mamilos;
      – Duolingo Spanish Podcast;
      – Anticast;
      – Petit Journal;
      – Escolha Segura;
      – Vida de Jornalista;
      – Rádio Companhia;
      – Viracasacas;
      – Chutando a escada;
      – Pistolando;
      – Boa noite internet;
      – Extremos;
      – Radio Ambulante;
      – Pedarilhos;
      – Xadrez Verbal;
      – Mas você vai sozinha;
      – Durma com essa;
      – Lado B do Rio;
      – Projeto Humanos;
      – Cocatech;
      – Mobile Tech Roundup;
      – Boletim do Globalismo Brasileiro;
      – Área de Transferência;
      – NBW;
      – Foro de Teresina (meu favorito);
      – Maria vai com as outras;
      – Tecnocast;
      – Guia Prático;
      – Tecnocracia;
      – Pontapé (Antigo: Zé no Rádio);
      – Um podcast na mochila;
      – Corredores sem filtro;
      – Sem filtro;
      – 30 minutos.

      Muitos podcasts eu escuto em velocidade acelerada!
      Escuto enquanto arrumo a casa, passeio com os cachorros, preparo comida, corro…

    9. Tenho 30 assinaturas e ouço uns 10 por semana.

      Anticast, Bola Presa, Café Belgrado, Bala na Cesta, NerdCast, Guia Prático, Foro de Teresina, Chutando a Escada, Vida de Jornalista, Xadrez Verbal e outros.

    10. Só assino os que ouço todos os episódios. 8 ao total, alguns são sazonais e outros são quinzenais, então dificilmente aparecem 8 episódios por semana, só ocorre quando tem NFL e F1 ao mesmo tempo. Meu tempo para ouvir é reduzido (não posso trabalhar ouvindo) e também tem a faculdade, então ouço basicamente nos deslocamentos e na academia, então eu filtro bastante o que assino, tem podcasts que já ouvi episódios e achei legais, mas quando vejo que toda semana tem um episódio de 2h… dá uma preguiça e não assino.

    11. zero

      nem podcasts nem vídeos do youtube

      pra mim não faz sentido, é o retorno ao rádio e à televisão, onde somos o participante passivo

      isso sem contar que 10 minutos de áudio/vídeo correspondem (para mim) a , digamos, 1 minuto de texto

      minha internet é praticamente só texto, nada de áudio e vídeo

    12. Possuo 16 assinaturas, maioria do B9, aí tenho o guia prático, o Tecnocracia, o Nerdcast, o Ultrageek, o Xadrez Verbal, o Área de Transferência, o Anticast, o Porta 101 e o Pod-C. Ouço absolutamente todos, mas não nego que meus preferidos são o Xadrez Verbal, o Anticast, o Mamilos, o Ultrageek e o Pod-C, esses eu não falho um episódio, os outros dependendo do assunto não ouço.

    13. Eu assino 36 podcasts e escuto regurlamente uma média de 10. Os outros ouço quando o assunto me chama a atenção somente. Muitos desse são de tecnologia, o que faz que abordem o mesmo conteúdo vez ou outra.

  5. Usando o Lev, 3ª semana.

    Na verdade NÃO estou usando ele. Essa semana desanimei de ler e ficou na mochila guardado, esperando minha vontade de revirar as páginas.

    Acho que desanimei porque tou mais viciado em ver besteiras online do que ler algum livro na qual já vi, revi ou vi resenha, ou apesar do título, não me interessa a leitura.

    Vicio em internet é uma praga, diga-se de passagem. Falo que vou sair, mas não saio.

    (toda vez que penso no meu vicio em internet, aí lembro do trecho de uma animação [xxxHolic], onde a bruxa [e conselheira espiritual] Yuko, para atender uma viciada online, corta um laptop com um bastão)

    https://www.youtube.com/watch?v=HiQ7A7Q3LYM

    1. Eu tenho um Kindle que eu consegui colocar uns livros novos nele e vou ver se tento ler mais esse ano. Mas mesmo assim, foi a compra mais inútil da minha vida até o momento. E é assim pra maior parte das pessoas que eu conheço que compraram um e-reader.

      1. Eu não acho que foi uma compra inútil (e nem acho que para você o seja, apesar de dizer.) Nós sabemos a função dele, então é que nem comprar um livro mesmo: a gente vê e depois guarda. Ou alimenta como dá e vai lendo.

        No meu caso, a discussão vai além. Soma-se o vício (uma ideia era pegar o reader e colocar um navegador nele, mas ainda não arrisquei isso).

        1. Eu considero inútil porque eu uso muito pouco, mas, verdade seja dita, não foi um gasto muito alto (comprei por R$99 numa promoção de dia dos namorados em 2015).

          Continuo lendo livros físicos e o Kindle chega a ficar sem bateria.

    2. nem fala em vício, depois daquela sugestão de app do ghedin, tenho diminuído, mas é difícil, pq passo 4-5 horas em transporte público por dia, mas tenho tentado ficar online somente nesse período, felizmente tenho conseguido reduzir o uso.

      1. Minha situação é essa:

        – Acordo. O PC fica literalmente ao lado da cama bagunçada em um quarto bagunçado.
        – Ligo o mesmo (isso quando não o deixo ligado tocando uma música para dormir).
        – Vejo Twitter, Youtube, E-mails, Whatsapp, Facebook, UOL, G1, Manual do Usuário, alguns outros sites.
        – Tomo café
        – Volto ao PC e faço o que fiz no 3º tópico, enquanto espero ligações de trabalho (isso se não tem trabalho pré planejado para o dia).
        – Saio para trabalhar
        – Durante o caminhar, dedilho o celular e vejo Twitter, Whats e MdU, e alguns outros sites. (não gosto de ver Youtube no celular)
        – Faço meus trabalhos.
        – Eventualmente (em momentos de tédio), estou dedilhando o celular.
        – Volto pra casa
        – Volto ao 5º tópico.
        – Vou TENTAR dormir (sou péssimo para pegar no sono), ao som de algum house que deixei rolando no Youtube.

        E isso posso dizer que é em um tempo que hoje não dependo tanto da internet para trabalhar (Eventualmente consulto tutoriais para resolver problemas em computadores de clientes). Mas tinha uma época que trabalhei com criação de sites, mas na época ainda não havia tanto movimento social que eu participava.

        O cúmulo foi entre 2006 a 2013, migrando entre fóruns, comunidades pequenas (sou bem seletivo quanto a isso) e seção de comentários. Que eu me lembre, nunca fui ativo plenamente em um IRC por exemplo (apesar de usa-lo para puxar animês) ou ICQ, eu era mais MSN graças a indicações.

        Quando falo vício, é o fato que a internet pode me ter dado até coisas relevantes, mas muitas não foram úteis ou me fizeram um mal e ainda assim continuo a teimar. O fato de comentar na internet é uma delas. Gosto de comentar, mas tem horas que sei que abuso e me fecho. Outra que perdi um pouco o tino de fazer novas amizades assim, ou fico perdido quando tento conversar com alguém que conheci aqui quando falo na vida real.

        1. sempre me pego mexendo no trabalho também.

          mas quando acordo evito usar o celular, só o uso quando estou dentro do ônibus, no máximo antes disso dou play em algum podcast.

          são gatilhos que uso para evitar, uso um esquema assim pra beber água tb, heheh

    3. leio no celular mesmo, à tarde, na volta do serviço (10-15min ônibus, 20min trem, de manhã não leio, vou descansando/cochilando)

      pra mim não faz sentido comprar em leitor dedicado, é mais um gadget pra carregar, e não uso mochila

    1. EU tenho uma teoria bem boa que o exército no final não tá nem aí para o sal no rabo. Só apoiaram ele porque até hoje poucos políticos deram algum apoio financeiro e político ao exército e à classe.

      Mourão que antes também bradava asneiras, hoje pensa 50 vezes antes de dizer algo.

      Se fosse para ter um golpe militar, já tinha tido desde Lula. Exército hoje só quer um dinheirinho para viver e ter o poder que tem de não ser incomodado.

      Na hora que exporem os podres dos desvios dentro do exército, aí o risco de golpe é alto

      1. Os militares claramente querem voltar ao poder por vias democráticas. Usaram o Bolsonaro pra catapultar os seus projetos e os seus nomes mais valiosos. Não por nada que o HM sempre se descola do Bolsonaro quando pode.

        Acho que o clã + Moro + Guedes não chega no final do ano na cadeira presidencial e, com isso, abre-se a possibilidade de termos um militar democraticamente eleito.

        Concordo que enquanto não rolar uma devassa que ameaça o poder militar eles não vão fazer nada. Golpe é um fantasma bem longe dos quartéis atualmente.

        1. Sei não.

          Salvo engano, quem segura bem as pontas é o hoje infelizmente debilitado Augusto Heleno (e temos que dar muitos “graças a deus” por ele estar vivo). é uma das vozes mais bem ponderadas do exército e é o que tenta falar à classe que quaisquer atitude deles pode ser um tiro no pé, dado que a população daqui já passou por uma ditadura, e até bandido tem mais armamento que o próprio exército (isso sem contar os infiltrados).

          Sinceramente acho que militares podem participar da política, desde que seja para defender a parte humana deles – as questões de soldo, reconhecimento de trabalhos, ações sociais, etc.

          Os “caveiras”, os que gostam de sangue e guerra, devem ter isolamento para deixa-los falando sozinho.

          Mas dado que parte da população até apoia o exército para isso (não a toa tolerou até certo ponto as intervenções), e muitos jovens entram por causa disto também…

          Falta “humanidade” no exército, o ruim é que não vai se resolver nem hoje, nem muito menos agora.

      2. Sua teoria faz sentido e tem embasamento.

        Entre os militares de baixa e média patentes o Bolsonaro é EXTREMAMENTE popular, o que não é nenhuma surpresa já que ele é capitão, que é uma patente intermediária dentro da caserna. Mas entre os oficiais superiores ele nunca foi unanimidade, sendo visto com um certo desprezo e desdém por parte de oficiais superiores, principalmente generais.

        Dizem que por anos o apelido dele, entre os oficiais superiores, era “bunda suja” por ter sido um péssimo militar. EU vejo o fato de ter tantos militares no governo como uma tentativa de “autoafirmação” dele entre os patentes altas, uma forma de buscar aceitação e reconhecimento entre as pessoas que ele admira, mas que nunca foi admirado de volta. Coisas que Freud explica.

        No meio de tudo isso, eu vejo os militares meio que tentando vender seu “peixe”. Mostrar que são uma organização que respeita a Constituição e a democracia hoje em dia, e que também são mais “eficientes” em administrar a maquina estatal do que os político tradicionais.

        Os militares sabem que o fracasso do governo Bolsonaro vai manchar a imagem das Forças Armadas, por isso que entre as facções governistas são eles que tão sendo chamados de “moderados”, pois pro povão o presidente e o exército são “a mesma coisa”. Quando 0 Mourão dá uma entrevista ou declaração, não é apenas uma fala do vice presidente, mas também é o pensamento e opinião do Alto Comando por trás.

        Se a situação política chegar a ponto em que os militares perceberem que o presidente prejudica a imagem das Forças Armadas, não vão pensar duas vezes em pedir ou forçar a renuncia dele, e quando eu digo “forçar” falo em sentido de não darem mais nenhum apoio a ele, mas um golpe mesmo EU acho muito difícil acontecer.

    2. É a era do boçalismo (de eleitos e eleitores). Frases do tipo serão a moldura de um governo desgovernado. Maulocos, psicopatas e oportunistas em todas as esferas.

      1. O ser humano em sua essência é um animal como qualquer outro: busca alimento, defende território e tenta sobreviver.

        O botulismo no final é parte do eco de nosso lado animal: queremos nos sentir certos do pior jeito possível.

        1. Tenho dificuldade em aceitar essa ideia de “animal como qualquer outro”. Não somos. Pessoas têm raciocínio muito superior, têm noções de moral, sabem que é preciso conter os instintos, são civilizadas. Jogar problemas contemporâneos na conta dos instintos é uma admissão de derrota da ideia de civilização.

          1. Uso como forma de lembrar que sempre haverá este “degrau anterior”. Há anos que “evoluímos”, mas sempre tem o que está “fora do padrão da manada” – eu como alguém mezzo cínico, entendo que sempre haverá este risco de uma hora voltarmos a buscar nosso “instinto animal” (o último capítulo de “Admirável Mundo Novo, onde o selvagem se auto flagela e uma manada de “civilizados” acompanham em gozo o “espetáculo” é uma mostra disto – é tipo o ser humano atual assistindo big brother ou vendo treta no twitter/facebook/comentários/etc…).

            De qualquer forma estaremos sempre derrotados como civilização enquanto não achar a “forma certa” de fazer toda a humanidade se entender como ser consciente – estes últimos anos políticos provam facilmente isso.

            Outra que lembra que somos filhos da natureza também. E é ela no final que vai dar a cartada que diz se estamos certos em nosso caminho.

    3. bolsonaro é um ignorante e um psicopata, e nunca fez questão de esconder isso (por exemplo, com suas homenagens a torturadores)…normalmente eu faço 2 comentários quando aparece (mais) uma barbaridade desse “governo”: “parabéns aos seus eleitores” e “cada povo tem o governo que merece”

      ps. e o queiroz ainda não apareceu…

  6. Estive olhando alguns planos da suíte do Office 365 e os preços estão bastante atrativos:
    – No plano individual fica R$239 por ano, dando 20 reais por mês
    – No plano em grupo fica R$299 por ano, dividindo em 12 parcelas para 6 pessoas temos R$4,15 por mês
    Tudo isso para ter office, powerpoint, excel e 1TB de armazenamento no One Drive, que é a parte que mais chama a atenção.
    Atualmente eu uso o Libre Office e o Google Docs e eles tem me atendido bem e a minha dúvida é: o Office compensa? Alguém que usa pode dar um parecer a respeito?

    1. Qual seu uso dos pacote office? se for raro não vejo pq mudar, mas é bom pq todo mundo usa, então vc nunca sofrerá com compatibilidade de arquivos, 1tb de armazenamento é maravilhoso tb, além do mais tem 60 minutos de skype, na minha opinião compensa demais.

      1. Uso diariamente para escrever e ler textos (sou estudante). Os macros do excel fazem falta, visto que mesmo não sendo de código livre o Office tem mais material do que o próprio Livre Office

        1. eu tenho uma assinatura até o final do ano, tenho uns 5 usuários, estaria interessado em comprar uma? tentei no kotas mas não aceitaram, aí desisti, rs

    2. Uso, dividimos eu e minha namorada, sempre pegamos em alguma promoção de cartão com código vendido no varejo, no último ano pagamos R$ 220. Eu gosto do Office, mas o principal para mim é o One Drive, o modo como ele está integrado ao Windows é bem interessante, virou meu backup online e funcionou a contento para recuperar os arquivos quando tive problema no SSD, nem precisei buscar o backup offline.

  7. Gheds, você ainda se interessa por minimalismo? O que acha do Matt D’Avella?

    1. Eu gosto do minimalismo enquanto chamado à realidade. Em uma sociedade que já é consumista e aspira se tornar ainda mais, à imagem da norte-americana, o minimalismo pode ter um poder transformador bastante profundo. (Não à toa esse tipo de coisa ecoa bastante nos EUA e que seja de lá que saiam os maiores entusiastas do negócio, como D’Avella, Leo Babauta, a dupla d’Os Minimalistas e outros.)

      Para mim, a utilidade termina aí. Esses caras que vendem minimalismo como filosofia de vida tentam dar mais profundidade a um pires, um negócio que deveria ser, em essência (e dentro da própria proposta), simples: o consumo não vai te fazer feliz e pode até piorar o seu humor. Por isso me parece um contrassenso o surgimento de tantos cursos, workshops, documentários, toda a indústria que se formou em torno do minimalismo. É irônico e praticamente uma admissão de derrota que um conceito surgido para combater o consumismo desague em mais consumo.

      Ano passado escrevi um textinho sobre o que chamo de “minimalismo de palco”. Acho que ali desenvolvo melhor o raciocínio.

      Os vídeos do Matt D’Avella são bem roteirizados e têm uma produção caprichada. Não esperaria menos de um videografista profissional. Os temas são interessantes também, bem escolhidos. Têm aquele ar elitista que também parece intrínseco à ideia mais “institucionalizada” de minimalismo, mas talvez isso seja inerente a todo movimento de contracultura. Assisti a alguns, mas não é um canal que eu acompanhe. (Não acompanho nenhum de minimalismo ou temas afins.)

  8. Comecei a investir na Monetus, e de acordo com o meu perfil, eles colocaram tudo em renda fixa, como estou começando agora, tenho um perfil conservador, acham que está bom ou tem outra coisa segura agora que renda mais? está rendendo 106,04% do CDI

      1. Na época achei sim, e como a monetus é bem automatizada, achei bom para início.

    1. A Monetus especifica em que papéis investe? Essa porcentagem não é nada de outro mundo, está dentro do normal para renda fixa. E imagino que seja bruta, ou seja, não considera a mordida que a Monetus dá, que, segundo vi no site, é de 0,60% ao ano sobre o total investido. (A Warren cobra menos, 0,50%; e a Vérios, mais, 0,95%).

      É bem provável que estejam investindo só em Tesouro Direto (a Warren faz assim em renda fixa), coisa que você mesmo pode fazer, sem intermediários e pagando menos taxas. A B3, parceira do Tesouro, passou a cobrar 0,25% ao ano em 2019 (menos da metade da Monetus).

      Outra vantagem de investir diretamente é que você pode aproveitar a oscilação dos papéis e vender de volta os títulos ao Governo ganhando na diferença. No segundo semestre do ano passado comprei alguns TD IPCA+ 2035 que já valorizaram +10%. Minha intenção é levá-los até o resgate, mas para quem gosta de altas emoções, esse é outro caminho possível.

      No começo de 2018 coloquei uma grana na Warren. Foi um momento ruim — a instabilidade da bolsa norte-americana destruiu os ganhos —, mas hoje ele está ganhando por pouco (0,5 ponto percentual) do CDI do período.

      1. Um detalhe sobre a taxa da vérios é que os 0,95 já incluem todos os gastos como a taxa da b3, custodia e etc. O custo apenas deles acaba variando de 0,40 a 0,65, dependendo de como é alocado, como mostra aqui https://verios.com.br/custos/

        Eu tenho na Verios a na Monetus.

        A vantagem que eu vejo da Verios é que eles distribuem entre vários títulos do TD e tudo fica no seu CPF, e quando você precisa sacar eles sabem quais títulos vale a pena mexer aproveitando a marcação de mercado. Dá pra fazer sozinho como o Ghedin comentou, mas já exige bem mais tempo. O ruim é que pra ter acesso a renda variável é só a partir de uns 50 mil.

        A Monetus/Warren/Magnetis coloca em um fundo, e nesse fundo é feito a distribuição entre vários ativos. A vantagem é que com pouco dinheiro você já consegue acesso a coisas melhores, mas pra renda fixa acaba não fazendo diferença porque você não vai ganhar muito mesmo, ehehehe.

        1. Hmmm, interessante. Na Warren, seu dinheiro é aplicado em um fundo e esse fundo faz a gestão e as aplicações nos ativos. Como qualquer outro fundo, na real. O grande mérito desses aplicativos é isso aí mesmo que você comentou: eles facilitam o acesso e colocam barreiras mínimas para investir em fundos. O papo de “robô investidor” parece mais marketing — não por que não usem, mas porque imagino que todo gestor de fundo deva ter algumas aplicações automatizadas dando insights para ajudar na tomada de decisões.

          1. Ah sim, todo fundo tem um contrato em que diz o mínimo que será investido por exemplo, em títulos do governo e qual percentual é “livre”, esse percentual livre provavelmente tem muita automatização.

      2. Sim especifica, o meu está assim:

        Títulos Públicos Federais 57,25% (tesouro direto)
        Títulos de Crédito Privado 18,53%
        Debêntures 14,63%
        Fundos de Direitos Creditórios 9,59%

        E como estou só com renda fixa, a taxa da monetus é:
        Fundo de renda fixa Monetus: taxa de administração de 0,3% ao ano.

        1. Boa a divisão da sua carteira, já conseguiu montar s reserva de emergência e agora esta montando a carteira para médio e longo prazo?
          Debêntures deve ser bem atrativa para se investir nessa modalidade, e pesquise bem antes de empestar a sua grana para uma empresa, pq tem um risco de calote e sem proteção de FGC. Já os robos é uma boa alternativa de se investir depois de pesquisado os custos, eu prefiro fazer diretamente para compras do tesouro.

          1. na verdade isso é para a reserva de emergência, e também para quando me formar abrir meu escritório, rs.

            e sobre debêntures, é aplicação automática, coloquei a grana na monetus e eles fizeram essa divisão.

      3. Tenho uma graninha na poupança e não estou satisfeito com a rentabilidade dela, porém tenho grande receio em fazer investimentos. Esses sites (Monetus/Warren) garantem uma rentabilidade maior que a poupança sem muita complicação (conhecimento sobre investimentos) ou tem que conhecer o ramo? Nos sites parecem ser tão fáceis…

        1. Sites como Monetus/Warren ajudam muito quem não tem muita pratica, mas até para esses sites é bom conhecer um pouco sobre investimentos para poder analisar qual é mais adequado para o teu perfil e custo de serviço. Acho super valido estudar outras formas de investimentos e com a mesma segurança da poupança e até mais seguro que a poupança no caso títulos do tesouro, vc tem bons rendimentos e ganha mais que a poupança.

      4. Assim como vc vejo vários comentários de quem faz especulação com Tesouro, aproveitando os altos e baixos para fazer compra e venda, acredito que deixei de ganhar uma grana no Tesouro por não realizar isso. TD sigo o que faço com algumas ações ‘buy and hold’ rsrsrs

  9. Viram a treta do facebook com os números de telefone?

    Fui excluir o meu de lá e eles desativaram o 2FA ‘-‘, aí tive que ativar de novo, não sei pq disso….

    E aproveitando, vocês acham que todas as empresas usam isso? o número de telefone para outros fins além de segurança? engraçado que pelo que li, as nossas informações eram centradas pelo número de telefone, o mais correto seria uma numeração única, me parece um erro básico.

    1. Eu vi em algum lugar (acho que no Tecnoblog, não lembro) ensinando a ativar o 2FA somente por código (app) sem usar o número de celular. Se eu achar de novo eu coloco aqui como resposta.

      Mas, isso só serve pra lembrar que nem tudo informado em vários serviços na internet (no caso do Facebook, menos ainda) é usado somente para os fins que eles afirmam ser.

      1. Eu vi no meiobit, e já ativei somente por 2FA, o problema é que eu já tinha, só que tirei o telefone e ele foi embora junto.

        infelizmente isso me parece bem comum.

      2. Uso o Authy para todos os serviços que suportam a autenticação em dois passos por aplicativo. Além de ser ruim para a privacidade, SMS é inseguro — não é criptografado e está sujeito à corrupção de funcionários das operadoras, um problema que tem crescido.

        1. tb o uso, fora que ele fica salvo na nuvem, coisa que o do google não fez, o que acho um absurdo, mas ainda bem que temos opções.

          pena que no cadastro dele pede número de telefone tb, menos mal que ele é uma camada adicional, então pra roubar a conta com ele tem que dar muita volta até conseguir.

  10. Um ator pornô é eleito com muitos votos e as pessoas se chocam com golden shower? Não compreendo…

    1. O país já era o da piada pronta… a partir desse ano então…

    2. Curiosamente a minha bolha IRL não estava sabendo desse episódio inusitado

        1. Isso é bastante normal em qualquer governo. As pessoas tem uma tendência de separar a persona do governante do seu corpo de governo. Paulo Guedes e Moro, talvez, gozem do mesmo prestigio, ao passo que a maior parte do alto escalão atual é bucha de canhão. Desde Onyx, passando por Bebiano até chegar nos menos cotados como líderes nas casas. Quem tem vidraça é o Paulo Guedes, que disputa o cargo de anticristo com o o Amôedo, e o Moro que tem pretensões de ser presidente em 2022.

          1. Essas taxas elevadas são comuns mesmo em início de mandato. O que me surpreende é que não imaginava que elas se mantivessem mesmo com um início tão ruim como o do Bolsonaro. Quase todo dia, literalmente, tem alguma barbeiragem, constrangimento ou erro crasso. Era óbvio que seria um governo incompetente, mas nesse nível é surpreendente.

            Quanto ao Moro, acho que ele está mais interessado em uma cadeira no STF do que em cargo eletivo.

          2. @Ghedin acho que o Moro ainda aspira um cargo eletivo, principalmente de presidente, pelo que ele coloca nas suas entrevistas e como ele anda atuando com o seu super-pacote anti-crime que tem mais holofotes eleitoreiros do que aplicações práticas. Pode mudar, principalmente num cenário pulverizado com o Joaquim Barbosa saindo pelo PSB (algo que quase ocorreu esse ano que não me admiraria nada ocorrer em 2022). Claro, contudo, que é muito cedo para falar qualquer coisa.

            Sobre o governo em si, ninguém esperava que fosse tão ruim. Não precisa ter nem oposição. Nem se ouve falar de PT, PSOL, PSB, PDT ou PCdoB no cenário macro do país. Quem se queima diariamente são eles mesmos com birras e picuínhas típicas do “baixo clero” do legislativo.

            Acho que a popularidade dele ainda se segura pelo culto à personalidade dele. Ele se descola de qualquer problema ou crise jogando a carta dos costumes e da religião. Tem dado certo, ainda que a população já tenha dado sinais, fora dos seus meios de luta, que as reformas e as ações do presidente estão cansando rápido demais.

            Enfim, mantendo-se a toada de agora, não me espanta que ele caía antes de 2019 fechar.

          3. @Pilotti

            O “culto à personalidade” do Bolsonaro aos poucos vai caindo. Diferente de Lula, que já é uma imagem alimentada por décadas de atos do sindicalista e deputado, muitos entraram na onda do sal no rabo esperando “o fim da corrupção” e bláblá, no entanto tenho notado bastante gente resignada com ele. O que sobra é bot pago dando audiência e pescando atenção de incauto ou gente que já elegeu ele com as seguintes ilusões:

            – “Liberalecolismo”
            – “Porte de Arma” (isso aí dá uma coisa a parte, pois realmente aumentou a procura por clubes de tiros, mas cara, a situação é de pé na frente e pé atrás… tem coisa que nem dá para falar por aqui).

            Moro concordo contigo, ele quer cargo eletivo, não STF, senão ele ainda estaria como juíz da Lava-Jato, pois seria mais fácil e prático migra-lo para uma cadeira em STJ ou STF. E ele, mais que ninguém, sabe que diferente de um cargo eletivo, em ambas as instâncias, ele disputaria seu ego com outros.

            Guedes tá só falando com o mercado, de costas à população, fazendo o jogo dele. Na hora que o holofote ficar nele, vai ser divertido ver ele fugindo.

    3. O louco nesta história é que não é o se chocar com o “golden shower” (quase teve um “goatse” por ali também, só faltou isso para zoar ainda mais o barraco).

      O pior é o sal no rabo divulgar isso da forma que ele fez. O que tem que se compreender é a partir daí.

      Tipo, se os dois caras da “performance” (vamos dizer assim, dado que era um espaço público e um contexto claro que era o carnaval) divulgassem por si só, ia dar um rolo danado. Apesar de ser espaço público, a ocorrência foi bem restrita.

      Foi filmado por um terceiro (que até hoje ninguém sabe quem o foi), repassado provavelmente via redes de mensagens (como whats e telegram) e assim repassado a quem publicou o vídeo (dizem que pode ter sido o filho, e não o presidente, mas divago e não duvido que possa ser ambos os casos).

      Imagine se fosse a Dilma fazendo isso? Ou a Marta (que detalhe que ela é sexóloga).

      Outro ponto: o que rola de video de violência ou humilhação pelas redes não é brincadeira.

      PS:

      Incrível como a galera esqueceu de um dos primeiros memes em vídeo, que era o funk da educadora sexual e o dedinho…

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