Post livre #162


21/2/19 às 8h00

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72 comentários

  1. Às véspera do Oscar e, sinceramente, nem aí pra essa premiação… Ando com dificuldades em conseguir ver filmes na quantidade q via antes – pela falta de tempo e tb por estar priorizando outras coisas -, mas, pensando bem, essa importância q damos ao evento (todo ano), parece, em grande parte vem do fato de ser uma época meio parada no Brasil… Contudo, dessa vez, temos fatos (seja na cultura, seja na política, ou qualquer outra área) aos montes pra dar de ombros se filme x ou y ganha estatueta.

    1. Acho que é colonialismo puro darmos importância ao Oscar, afinal, temos outras premiações na mesma época e ninguém dá nada por elas.

      Eu sequer acompanho a premiação faz uns 8 anos. Filmes então, eu vejo o que me dá na telha e raramente uma indicação ou estatueta do Oscar faz alguma diferença na hora de escolher o filme que eu vou ver.

      O último filme “de Oscar” que eu vi foi Spotlight.

      1. Pois é… também me pergunto por que todo esse estardalhaço aqui pela premiação do Oscar e tão pouca atenção a outros, como Cannes, Berlim e o Bafta. Gosto de muita coisa que o cinema norte-americano produz, mas não é a unanimidade que a atenção que o Oscar gera pode dar a entender; tem muita coisa legal feita na Europa também. Até aqui, ora.

      2. como o ghedin disse abaixo, há outros festivais e acrescento q eles dão a maior pelota pro cinema brasileiro, q é o q importa afinal, mas o cinema brasileiro só vai ser bom mesmo se ganhar essa porrinha de estatueta… ridículo. se ganhar vai ser na de filme estrangeiro… pô, qualé, é uma premiação cafona dos caras, pra indústria e audiência americana, e fica esse rame-rame.

  2. Já que o blog tem foco em privacidade, vai a pergunta:

    ontem já perguntei sobre emails que respeitam a privacidade, e vi o fastmail e proton, estou pensando ainda qual devo assinar.

    mas em questão de documentos? dropbox sei que é bom, mas ele respeita a privacidade? e o mega, respeita msm? tem outros? quais?

    e em relação a fotos? o único que me vem a cabeça e respeita é o da apple, mas eu não uso IOS (ainda, mas até lá…), então quais seriam as opções?

    1. MEGA o próprio Kim “Bulk dos Power Rangers” Dotcom orientou a não usar mais, porque foi vendido pra uma empresa chinesa obscura.

      Dropbox eu não uso, por isso não sou capaz de opinar.

      OneDrive, talvez?

    2. Parei de usar o Dropbox depois daquela polêmica com os recursos de acessibilidade no macOS. (Escrevi sobre o assunto na época.)

      Uma boa alternativa me parece o SpiderOak One. Não sei se os downloads e uploads são rápidos, mas pelo que li da política de privacidade, passam confiança.

      Outra solução orientada à privacidade é criar a sua própria nuvem doméstica com a ajuda de produtos como o Nextcloud. Nunca mexi com isso; imagino que não seja simples nem muito barato, mas…

      Para fotos, tem alguns serviços independentes similares ao Google Fotos, como o Shoebox e o Everalbum, mas não li as políticas de privacidade deles.

      Caso você migre para a Apple, aí dá para usar o iCloud para tudo isso.

  3. Caros, sobre SSD:

    Pretendo instalar um SSD M2 no meu notebook (e manter o HDD junto) e também fazer upgrade da RAM. A dúvida que tenho é: primeiro eu clono meu HD pro SSD e depois formato, ou formato primeiro, depois clono? Ou tanto faz? Ou o procedimento é outro?

    1. vc tem muito arquivo importante? eu comprei hoje um sdd, deve chegar na semana que vem e vou instalar do zero.

    2. Instala do zero no ssd e deixa a instalação antiga como “recovery”.

    3. Na verdade, nunca fiz o procedimento (por isso a sugestão de formatar), mas o correto é usar uma ferramenta de clonagem e/ou organização de dados. Não precisa formatar o SSD, a ferramenta vai fazer isso.

    1. Infelizmente minha mochila é vazia (exceto quando vou de bicicleta com ela no supermercado para comprar cerveja). 😎

    2. A vergonha não deixa! hahahaha
      (acho que é o caso da maioria da galera aqui :P)

  4. Comprei um Saraiva Lev (1ª Gen) em uma ponta de estoque da Santa Ifigênia por 50 continhos.

    Achei um bichinho interessante e até achei bacana saber que dá para “raquiá” para “transforma-lo” na versão na qual ele se originou, que tem até um navegador embutido.

    Vamos ver se tomo vergonha na cara e começo a ler algo.

    “Agora não tenho mais desculpas”

    1. tenho um kindle com o mesmo motivo, ver se leio mais, no início até que sim, infelizmente hoje em dia ele fica mais parado que em uso, mas vira e mexe me motivo com algum livro e leio, rs

      1. Quero comprar um Kindle pelo mesmo motivo dos citados, hehe! O meu medo é deixar ele parado, tal como eu faço com os livros. Ler em tablet ou no PC, com vários barulhos no local é desagradável, sem contar o fator da tela brilhosa.

        1. se vc já não lê muito, não vai mudar muita coisa (comigo foi assim), só que um kindle é muito mais conveniente, pois vc pode levar quantos quiser, não pesa e a luz não incomoda vc nem as pessoas ao seu redor, aí vc pode ler no escuro tranquilamente.

        2. Sinto dizer, mas o Kindle não ajuda ninguém a ler mais. As únicas vantagens são que os e-books costumam ser mais baratos que os livros físicos e o sistema de anotações e marcações é mais fácil de recuperar do que anotações manuais em livros de papel.

          1. Eu comprei um no meio do ano passado e li um pouco mais do que eu costumo ler. Foram uns 8 livros desde então.

    2. Eu tenho um Pense Bem em casa.

      Tou pensando em pegar os livros digitalizados do Pense Bem e jogar no Lev. Aí uso o E-Book para brincar com o Pense Bem…

  5. Pro povo mais criativo do mundo, o fechamento da fábrica da Ford deveria ser boa notícia, afinal novos horizontes podem surgir, mas o BR não tem horizonte a frente, pq está tão apegado ao velho, ao antigo, q parece não conseguir deixar de depender de indústrias como a automobilística. Com uma reforma educacional q é basicamente moral q se aproxima, toda fábrica q fechar vai deixar um mar de gente sem perspectiva… Economia criativa não é algo q parece a vai ser proposto por esquerda e muito menos pela direita.

    1. (Eu tinha tentado prometer para mim mesmo que ia evitar de discutir contigo, mas não resisto.)

      Só o fato das eleições 2018/2019 ter dado o resultado atual, já mostra como é a mentalidade de parte do Brasil. É mais fácil e cômodo ficar ao antigo e ao “dito fácil”, e enquanto muitos que lidam com sociologia não entenderem isso, vamos ficar só reclamando disto.

      Para muitos, o trabalho intelectual e especializado não tem valor. Só ver que conserto de celular (e até de computador) é feito de forma improvisada, não extremamente técnica.Curso técnico é caro, e o cara que trabalha na área acaba cobrando caro demais, fazendo parte da população que não tem condições de pagar ficar fora da possibilidade de ter um serviço “de qualidade” (qualidade tem valor, e quem se dá o valor é porque “merece” – frase comum de efeito que faz uma segregação social e até intelectual, diga-se de passagem).

      O cara vai preferir fazer bolo em casa, ou virar vendedor terceirizado de eletrônicos em um shopping online do que virar videomaker, desenhista, guia turístico, professor especializado ou desenvolvedor de aplicativos – isso falando de gente que saiu de uma grande demissão. “Melhor achar trabalho em empresa, eles pagam tudo quando demitem sem justa causa e ainda fico no seguro desemprego”.

      Falta valor ao trabalho e a si mesmo, só que quem faz isso (os ditos “de direita liberal”) o fazem baseado em um conceito de falsa meritocracia (meritocracia por si só tem falsidades, mas não sei como discutir isso), que acaba pegando parte destes que pegaram o seguro desemprego e enganando eles para pensarem que investindo o seguro desemprego em algo, eles vão ganhar bem mais…

      1. hahaha! podemos conversar numa boa.
        estou fazendo pouco caso de quem perde o emprego, CLARO, mas o q me incomodou foi a saída em socorro do Doria, pra resolver o problema… é só mais uma autoridade q não trará nada de novo. bom, isso já sabemos.
        acho q a economia criativa, por si só, não é salvação, mas poderia ser um caminho. precisamos de uma outra mentalidade econômica pra sobreviver em tempos de escassez q virão e, sem falar, q vamos deixar um mundo bem zoado para as gerações futuras.
        há a urgência do presente e concordo com seu último parágrafo: falta valor ao trabalho. o q temos hj e chamamos de trabalho é só manutenção de privilégios alheios.

        1. Obrigado.
          o q temos hj e chamamos de trabalho é só manutenção de privilégios alheios.

          Sua última frase é perfeita e se me permitir, vou twittar.

          Na verdade, sei lá, para mim não existe exatamente uma salvação. Já perdi a fé, tou vivendo como dá e sei dos meus privilégios (por assim dizer).

          No entanto, e aí vai no primeiro parágrafo que deixei para provocar a discussão, enquanto a sociologia não entender a mente do cara que quer o fácil, não adianta muita coisa.

  6. O pessoal anda jogando algo legal? Eu tinha vários planos de jogar mas estou bem enrolado nesse começo de ano. Gosto dos jogos antigos, qdo passou todo o hype. Estou interessado no HellBlade, mas ainda não comprei, pq acho caro e tb não teria tempo. Mas a vontade é grande.

    1. Hellblade vale muito, contudo, precisa de uma preparação porque a ideia do jogo depende de como você hoje (ambiente). Silêncio + bons fones; Se jogar no escuro/penumbra melhora a experiência.

      É um jogo bastante curto, em poucas horas você termina.

      Minha opinião é que a Ninja Theory deu aquela “levantada” na barra dos jogos com essa obra. Assim como o Fumito Ueda fez no PS2 com Shadow of The Colossus e Ico, Hellblade fez agora com a tecnologia de som e modo como a mecânica de jogo funciona.

      1. um amigo q trabalha com som em berlim comentou essa parada… tenho um fone aqui e jogaria com ele. tinha me interessado só por isso, depois li mais sobre a história no jogo. vou esperar aquelas promoções bacanas da steam e compro. e eles tiveram um baita cuidado nas pesquisas, doaram grana pra instituições q cuidam de pessoas com problemas como a da personagem do jogo e tal. parece bom em muitos aspectos.

    1. esse nunca nos deixa na mão qdo precisamos de conselhos financeiros – e pra vida.

    2. Mas ele já deve ser um aposentado a essa altura, não? Desde qdo ele começou do zero com 10k… Não duvido q ele seja um bilionário.

      1. Quem é dono de um time de futebol nos EUA já está aposentado.

        Anos atrás (2) um user no Reddit fez um dossiê dele e largou online. Nunca soube se era verdade o que falaram (desde rasteira em sócio até alpinismo social no casamento).

    3. Um dia, o dinheiro não valerá mais dinheiro…

      E ae?

      (sim, sei que é ironia sua relativa ao comentário do “gerador de nadanor”)

  7. Pessoal, recentemente migrei para o OS X e estou tendo muita dificuldade em encontrar um player de mídia decente. O iTunes é um ótimo quebra-galho pra usuários casuais, mas pra mim peca em aspectos fundamentais – não atualizar a biblioteca automaticamente pra mim é um absurdo, e me incomoda muito que ao adicionar arquivos à biblioteca ele renomeie automaticamente as pastas e arquivos. Isso é péssimo pra usuários de torrent que querem continuar seedando os downloads.

    Tentei o Swinsian, achei meio básico e cru. Clementine, achei um bom player, mas o visual datado e engessado atrapalha a experiência pra mim. No final, tive de voltar ao saudoso foobar2000, que estou emulando via Wine – mas também me incomoda o fato de ter que fazer essa gambiarra pra usar algo tão simples (um player leve, simples, funcional, visualmente agradável e que faça update automático dos arquivos da biblioteca). Existe uma versão pro OS X, mas é pura gambiarra de versão mobile, por ora.

    Alguém tem uma luz no fim do túnel?

  8. Fui nessa semana assistir a um breve ciclo de palestras do centro de pesquisa e formação do sesc sobre preservação do patrimônio digital brasileiro na web.

    http://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/preservacao-do-conteudo-brasileiro-na-web

    Duas coisas me chamaram a atenção, em particular na fala de uma representante da Biblioteca Nacional:

    1. diferente de outros países (e talvez de forma completamente involuntária) o Brasil já prevê o depósito legal de conteúdo eletrônico (ou seja, incluído o da web) desde DOIS MIL E QUATRO! Para efeito de comparação, o Reino Unido só obteve legislação similar em 2013 (salvo engano).

    Na prática, isso quer dizer que o Estado brasileiro está AUTORIZADO a criar uma plataforma similar ao Wayback Machine, guardando cópias de instâncias de todas as páginas com domínio .br ou páginas brasileiras em outros domínios (com o detalhe de que ninguém sabe dizer o tamanho disso). No Reino Unido, por exemplo, até 2013 a Biblioteca Nacional enviava OFÍCIOS EM PAPEL aos donos de sites para solicitar cópias para registro. O Brasil, curiosamente, já tem legislação adequada há 15 anos mas nunca a aplicou (e imagino que os legisladores não tenham se dado conta disso).

    2. Para além da preservação do conteúdo próprio da web, há uma enorme preocupação inclusive com o depósito legal de livros tradicionais em novos formatos: como você faz o depósito legal de um livro lançado apenas em formatos proprietários (como o do Kindle)? Ou, mesmo que o formato não seja proprietário, o que fazer caso ele dependa de um dispositivo específico para ser lido? (aliás: nesse contexto ainda não se descobriu ou se formulou um método mais eficaz de salvaguarda que o da velha microfilmagem)

    1. Portugal, aliás, já tem há anos uma política pública de preservação da web portuguesa, bem como uma “versão nacional” do wayback machine: arquivo.pt

      1. Também fiquei curioso e fui atrás da informação. Na verdade era um projeto de lei de 1988 que só virou lei em 2004. No texto da lei não encontrei referência específica a conteúdo eletrônico, provavelmente seria aplicado por analogia, visto que o dispositivo original se refere ao depósito legal de publicações na Biblioteca Nacional e que, obviamente, por ter sido originalmente redigido em 1988, não faz menção nenhuma a conteúdo digital. Veja: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10994.htm

        1. o pulo do gato está aqui, olha: “Depósito legal: a exigência estabelecida em lei para depositar, em instituições específicas, um ou mais exemplares, de todas as publicações, produzidas por qualquer meio ou processo, para distribuição gratuita ou venda.”

          Note que isto inclui qualquer publicação: tuítes, comentários em portais, essa nossa discussão

          1. Como você mesmo falou, acredito que isso foi proposto e aprovado de forma totalmente involuntária. Acho que propuseram algo bem genérico, justamente pra evitar entrar nas especificidades dos meios e processos…

    2. obrigado por nos trazer. é uma informação bacana, gabriel.

      em tempos: lembremos que há sites em pt br no web archive, e o responsável de lá ja convocou para projetos no país

    3. Poxa, queria ter participado desse. Quando nos encontramos lá.
      Gosto bastante desses cursos q eles dão.

  9. Gostei do Galaxy S10 e S10e
    Podia ter mais opções de cores, mas a opção branca já me agrada bastante.

    1. Sabe o que eu mais gostei? No meio de tantos celulares gigantes, o S10e acabou ficando num tamanho excelente, pequeno. Só queria que a linha mais básica tivesse aparelhos daquele tamanho também – todos os novos das linhas A e M são enormes…

      1. Ainda é a velha lógica do Galaxy S Mini, né? A versão menor vem capada, mas nem tanto — câmeras a menos, sem sensor biométrico na tela nem design com bordas curvadas.

        O que é interessante é como a teoria da ancoragem faz com que um aparelho de US$ 750, preço que custavam os topos de linha alguns anos atrás, pareça “barato”. (Mesma coisa que a Apple fez com o iPhone XR, aliás.) Como os componentes internos que mais importam (SoC e memórias) parecem ser os mesmos, isso só reforça aquela ideia que mandei aqui no blog quando o iPhone X foi anunciado: o de que as empresas criaram uma nova faixa de celulares para gente realmente rica, do tipo que compra produto Apple no Brasil sem nem olhar a etiqueta.

    2. No mês seguinte à compra ele já para de receber atualização…

  10. Alguém usa o Proton Email como principal? criei conta mas ainda não transferi os cadastros pra ele, pode ser algo bobo, mas como não manjo das coisas, o projeto durará muito ainda?

    1. Criei uma conta lá, mas raramente acesso. Ele parece funcionar bem com e-mails normais, o app é legal, mas você pode ter problema para configurá-lo em clientes normais, como o Mail.app e o Outlook.

      Se fizer a migração completa, conta para nós como foi.

      1. pensei que você usasse, rs.

        pretendo trocar e colocar todos os meus logins nele, o que acho difícil é para o dia-a-dia, no caso passar meu email para os outros, visto que meu nome a escrita não é como a pronuncia, e acaba facilitando depois do @gmail, e se falar @protonmail me parece uma tarefa a mais para as pessoas, até pensei em pegar a versão pro e criar um email customizado, mas não estou disposto a pagar o preço.

        1. Eu uso o Fastmail. E, sim, é chato pronunciar e-mails diferentes, tanto que às vezes ainda dou o endereço do meu velho Gmail mesmo (que, de qualquer forma, cai na caixa do Fastmail).

          1. Em termos práticos, você não sente muita diferença. O que acontece é que, quando você usa um negócio gratuito, ele não é gratuito na real; você só paga com outra moeda — no caso, seus dados. Então entre dar meus dados ao Google e pagar uns trocados por mês, prefiro a segunda opção.

        2. Eu abri duas contas gratuitas no disroot, foi bem avaliado nos subs sobre privacidade, no reddit, resolvi testar, pelo menos pra sair do gmail.

          o interessante é que te permite usar pelo thunderbird, que faço questão.

          mas a encriptação fica por sua conta, se quiser usar.

    2. Eu uso como email principal. Nunca tive problemas, ainda que ele seja grátis. O Gmail, hoje, eu uso apenas pra cadastros na internet.

      Se você tem como arcar com os 5 dólares do Fastmail (dá uns 18/20 reais), é uma opção melhor (no meu entendimento) porque você terá uma segurança maior de que o produto não é você.

      Protonmail é tipo o Telegram, eu uso porque é a opção menos pior no momento.

    3. Uso como segunda conta de e-mail. É um bom serviço, mas prefiro o Fastmail q já uso há alguns anos. Google é similar não rola mais.

        1. foi o q eu encontrei na época qdo estava saindo indignado do google. e foi uma boa opção. não tinha tantas referências pra fazer a escolha, mas hj posso indicar sem receio.

  11. Hoje coloquei no ar o programa de assinaturas do Manual do Usuário. Acesse-o aqui.

    Estou divulgando ele primeiramente em um post livre porque é onde estão os leitores que participam mais assiduamente dos debates no site — você!. Como se fosse um “soft opening”. Pretendo começar a divulgação geral no dia 12 de março.

    Peço que deem uma olhada na página e apontem quaisquer problemas ou dúvidas — do texto, dos valores, das recompensas, enfim, de tudo.

    Se quiserem já assinar, sintam-se à vontade. (Isso também é importante para testar se o processo de assinatura funciona e se o e-mail de boas-vindas está fácil de entender e com todas as informações.) E caso queiram divulgar a campanha em suas redes, também não tem problema.

    Sempre será estranho, a mim, pedir a tantas pessoas para que me paguem diretamente pelo meu trabalho, ainda mais um negócio que está disponível gratuitamente. Deixo de lado a timidez porque confio no que estou fazendo e porque a continuidade disso depende de financiamento. Se você gosta do Manual e deseja que ele continue no ar indefinidamente, agora há um meio de ajudar nesse sentido.

    Novamente, o link: https://www.catarse.me/manualdousuario

    Obrigado!

    1. Já estou apoiando o projeto!

      afinal, foi vc quem me abriu os olhos quanto a privacidade e estou usando várias dicas relacionado a isso, então nada mais do que justo eu contribuir de alguma forma.

      e o email de boas-vindas está funcionando normalmente.

    2. Estou apoiando o projeto também! Acredito no jornalismo crítico e vejo o Manual como um site que enxerga a tecnologia por esse viés.

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