Post livre #119

O post livre é a prova de que é possível ter discussões legais fora do Facebook, longe das redes sociais. Da manhã de sexta até a noite de domingo, o espaço de comentários está liberado para falarmos sobre quaisquer assuntos.

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132 comentários

  1. estava vendo os preços das placas de vídeo e acho q elas subiram muito… tem relação com criptomoedas e essa parada toda? sério q as pessoas tão comprando placa de vídeo pra mineração de bitcoins!?

    1. Não de bitcoins, mas de outras moedas, chamadas de altcoins/shitcoins. Existem softwares que mineram várias altcoins ao mesmo tempo, pelo que entendo, focando nas que são mais lucrativas no momento (visto que na maioria dos casos, quanto mais GPUs focando em uma moeda -> maior dificuldade). Entretanto, como bitcoin ainda é a moeda de troca entre uma altcoin para outra, o valor dela influencia o de todas as outras altcoins. Bitcoin está listado em praticamente todas as exchanges, o mesmo não pode ser dito sobre outras altcoins.

  2. Criei um perfil no Tinder com meu número de celular e desde então recebo ligações de números de SP ligando até 8 vezes seguidas. Coincidência? Acho que não.

      1. Ao total foram 19 números diferentes, não atendi nenhuma ligação e bloqueei todos os números.

    1. Você provavelmente já conhece o /r/brasil (hehe), então fica a sugestão de outros subreddits.

      /r/Askhistorianshttps://www.reddit.com/r/AskHistorians/

      /r/badhistory – https://www.reddit.com/r/badhistory/

      Esse segundo é bom pra conhecer opiniões de historiadores de certas coisas populares, mas provavelmente erradas, sobre História.

      /r/polandball e /r/polandballart – https://www.reddit.com/r/Polandball

      Procura ver os posts da depression month, ou só as comics com mais upvotes de todos os tempos.

      /r/CasualConversation – https://www.reddit.com/r/CasualConversation/

      Algumas vezes é um pouco feliz demais até, mas o pessoal sempre é super gente fina nesse subreddit.

      /r/sysadmin – https://www.reddit.com/r/sysadmin/

      Sobre infraestrutura de TI.

  3. a firma na qual trabalho está pensando em transformar alguns contratos de clt em contratos de home office – o famigerado teletrabalho.

    a mim me pareceu uma boa, pq poderei ser, como tantos jovens, um nômade digital (é risível, eu sei). mas o q me preocupa é: dá pra fica fora do país nesse tipo de contrato clt ou é só fora do escritório, mas em território nacional?

    dei uma pesquisada na internet e não achei nada muito claro sobre isso…

    1. Acho que depende do seu contrato/chefia.

      CLT não quer dizer, necessariamente, um contrato de 44h. Eu trabalhei com carteira assinada como remoto por quase 6 meses pra uma agência de SP e nunca pus os pés na sede deles, por exemplo (a carteira foi assinada aqui em POA quando eles fizeram o trabalho todo dentro da UFRGS e foi dada baixa novamente por aqui através de um escritório deles que foi aberto com um advogado trabalhista).

  4. um ponto já sendo discutido no super grupo do mdu: lives. vcs conhecem algum youtuber q faça boas lives? mesmo q o canal não seja tão bom, mas as lives sejam boas?

      1. Nossa… são os piores. Não aguento mais esse jornal q virou a central do psdb

      2. antes tinha um pessoal q pensava diferente ali, agora é só reaça, coxinha, isentão e filósofo pop. dureza… não tem nenhuma pessoa interessante mais ali. tinha o saldiva – não sei se ainda tem… mas tentei entrevistar ele uma vez e senti um estrelismo ali: não quis me receber.

  5. bom, não esperei o q vcs acham, mas tá criado o grupo PL MdU. Posso adicionar os interessados e veremos a dinâmica dele. Quem sabe não se torna uma boa forma de ficar por dentro dos mais diversos assuntos?

    1. mandem seus nomes q eu acrescento e deixo vcs como adms tb para decisões futuras. vcs preferem colocar aqui a forma de encontrá-los ou preferem q eu deixe um email?

  6. vcs participam de algum grupo de telegram ou whatsapp aberto e q valha muito a pena participar? eu, em parte do tempo, me sinto um tanto desinformado de coisas para além da imprensa. obviamente isso é algo vago e o ‘para além da imprensa’ há muita coisa de origem duvidosa. enfim, no intuito de me ‘proteger’ das redes sociais tb sinto q me isolei um pouco.

    1. Não conheço nada interessante, seria uma boa, algo tipo esse post livre em um grupo, tentou o Reddit?

          1. Eu acho que só teve o canal e, mesmo assim, por um breve período de tempo.

            Seria interessante um grupo do MdU, eu postaria por lá (se não morresse como morreu o “grupo” aqui do Discus).

          2. vou criar o grupo no telegram, o q acham?
            seria uma extensão do post livre.

          3. manda ae seu contato q eu te incluo e vc tem q incluir mais dez pessoas. vai ser uma piramide.

      1. isso, algo como um post livre, mas em um grupo.
        não tentei o reddit… não sei, esse site não me inspira muito.
        vc participa de algo por lá?

        1. Eu tentei tanto no site quanto no app mas não me prendeu muito, o que não me prendeu foi o app, não me agradou. Participo da r/Brasil e outras.

          1. mas o pessoal q posta ali tem algum juízo ou é só teoria da conspiração? ou ainda: logo descamba para polarizações?

          2. r/Brasil é esquerda x direita o dia todo. Cada um defendendo cegamente o seu lado, mas ainda é um dos melhores em português (a ponto de ter os conspiracionistas postando em outros subs “livres” da escória direitista/esquerdista). Os subs em inglês tendem a ser do mesmo modo.

            o r/InternetBrasil é bom (principalmente para a área técnica de redes/internet). Assim como r/GameseCultura. Mas são mega específicos.

  7. Sobre o caso Facebook, uma coisa que venho observando em muitos comentários de notícias são relatos de pessoas abandonando a rede social com uma certa facilidade… o que me surpreende, pois pelo menos pra mim isso ainda é um pouco difícil, embora eu ainda tenha vontade de fazer isso. Obviamente, quando alguém abandona o Facebook, é porque aquilo que ela acessa não lhe faz muita falta, ou ela já encontrou alternativas em outros serviços (outras redes sociais, como Instagram, Twitter e até o Whatsapp já meio que substituem o Facebook). E eu encontro dificuldade justamente por causa disso: pra mim é mais prático deixar tudo centralizado numa rede só (tenho conta em outras redes mas utilizo muito pouco). Será que isso é sinal que estou ficando velho? Rs…

    1. Isso é muito caso a caso… Eu tenho perfil em quase todas as redes, e pra cada uma eu dei um propósito: Facebook pra manter contato com os verdadeiros amigos, Twitter pra notícias, Instagram pra seguir artistas que eu gosto, Disqus meio que backup do Twitter além dos comentários, Reddit pra variar um pouco. Tenho Telegram também, que uso pra participar de grupos que me interessam e como backup do WhatsApp. Mas a maioria usa bem menos redes que eu ?

  8. Pessoal… Galaxy J7 ou Moto G5?
    To buscando um smart até 1k… alguma outra dica?
    Não é pra mim, é para minha mãe…

      1. Whatsapp, facebook e fotos (mas nada de muito exigente, nesse ultimo quesito).
        Ahh, e tela razoavelmente grande!
        Pensei nesses dois, pq aparentemente são os mais comentados nessa faixa de preço.

  9. Para agenda, compromissos, lista de coisas a fazer etc. vocês estão mais para ferramentas analógicas ou para as digitais? O que está dando certo com vocês?

    1. Essa semana eu estou sincronizando meus compromissos através do Google Agenda, pra tentar (mais uma vez) criar o hábito… O legal dele é que, se você colocar data e lugar, o Waze te avisa que horas você precisa sair de carro pra chegar no compromisso na hora certa.

    2. Eu sempre fui digital pois ODEIO escrever a mão. Logo: google agenda + google keep
      Usava o evernote pra guardar tudo da faculdade mas a limitação no plano gratis fodeu tudo

  10. sobre o atropelamento e morte de uma mulher por um carro autônomo da uber/volvo… vcs acompanharam o caso? eu tenho observado essa questão desde 2016 com alguma atenção e, claro, não é algo q eu desejaria q acontecesse, mas q aconteceu por motivo óbvio: a tecnologia ainda está em teste. mas o q mais me incomodou com o desdobramento da notícia por aqui (mais do q a imprensa disse e menos do q dizem nos comentários das notícias) é a preocupação com esse projeto, com essa demanda de um trânsito menos violento e a pouca atenção com a pessoa q morreu… a polícia, como sempre, se apressou em culpar a mulher, as vias americanas são moldadas para os carros fluírem etc etc etc. há um descaso e um desvio da escala humana das coisas q é absurda. havia dois humanos envolvidos: a mulher atropelada e o cara q deveria monitorar… o cara q deveria monitorar, nitidamente obeso e aparentemente mexendo no celular tb concentra problemas e esse cara é bem diferente da imagem q a uber passou dos motoristas nos primeiros testes exibidos à imprensa. enfim, várias coisas e muita insensibilidade.

    1. Eu acredito que o sonar do carro falhou por não ter notado a mulher na via e freado para impedir/minimizar o atropelamento, mas vamos acompanhar o resultado da perícia técnica para saber de fato as reais causas do atropelamento. Para a mídia é mais fácil culpar quem não está vivo para se defender.

      1. mas será q existe uma perícia capaz de analisar o q essa tecnologia faz se ela ainda está em teste? será q a empresa vai fornecer os dados necessários para uma perícia praticamente incapaz de saber o q houve? a questão é tão complicada q a chefe de polícia, e o porta-voz, esquecerem ou são ignorantes, q não dá pra comparar a direção de um carro autônomo com a direção de um carro condizido por uma pessoa, pq os parâmetros, todos ainda sem regulação, são totalmente diferentes… q perícia técnica será essa?

        1. Tem muita gente criticando o LIDAR do carro. Sei perícia é impossível atribuir culpa ou dizer que houve falha, mas o vídeo passa essa sensação muito forte. Se fosse um humano ao volante, seria mesmo difícil evitá-lo; a via era bem escura e ela surge de repente na frente do carro. Mas um LIDAR deveria ter notado porque ele não depende de luz visível para “enxergar” o que está ao redor.

          Algo assim aconteceria, era inevitável. Importante acompanhar o desdobramento das investigações e atribuição de culpados.

          1. esse modelo da volvo é incrível no aspecto frenagem. não à toa esses carros foram usados para o teste. eles pegaram os melhores carros pra q eles rodassem e fossem, em conjunto com os sensores, mais eficientes. esses carros, mesmo com a direção humana, são mais seguros, pq freando mais rápido, os danos são menores. a volvo estava desenvolvendo um airbag externo e ele, provavelmente, poderia ter ajudado em algo num acidente assim… mas a volvo já foi muito criticada qdo anunciou a invenção de um tinta reflexiva q deveria ser usada por ciclistas pra eles ficarem mais visíveis à noite. ora… os ciclistas não precisam ficar mais visíveis do q manda a lei, pq se o cara não tiver seguindo as regras de trânsito, não tiver sóbrio, não tiver tirando racha, vc pode estar carregando uma árvore de natal acesa q vc será atropelado do mesmo jeito numa bike dividindo o mesmo espaço. era o caso ali do acidente. a mulher não parecia seguir para a ciclofaixa e sim só cruzando a via, mas ali pertinho do local do acidente tinha uma cliclovia e poderia ter um ciclista ali. o ciclista segue em frente e para os carros tem uma via de conversão à direita. tá tudo sinalizado no chão e o motorista, humano ou não, tem q ler tudo isso e dirigir protegendo os outros (carros menores, ciclistas e pedestres)… isso não aconteceu. um motorista humano talvez conseguisse, sim, num carrão daquele, prestando atenção, evitar o atropelamento, pq a visão não parecia tão escura qto aquela imagem da câmera.

      1. indiferença.
        hahahah
        pode vir o Papa Bento pra cá que eu não dou a mínima.

        1. manja aquele sticker do lula no telegram puxando o olho pra baixo como quem diz ‘”tô de olho em vc; fica esperto!”? então… imagine-se recebendo um desse agora.

          1. tecnicamente ele é… ele só deixa de ser papa depois… qdo já estiver com o papai do céu.

  11. https://twitter.com/Tecnoblog/status/976903851684089862
    O Trump está claramente mirando na China, mas à princípio atinge o mundo todo. Um representante dos States deu uma declaração afirmando que haverão negociações com diversos países, inclusive o Brasil, pra isenta-los das novas tarifas (sobre o aço e o alumínio, por exemplo). Aparentemente, os States querem mesmo ferrar com a China, e manter um círculo de países aliados, notadamente os de governos democráticos.
    Imagino o reboliço que isso pode causar; vi reportagens falando em taxas que no total ficam acima de U$50 bilhões para produtos chineses, o que parece ser uma baita pedra no sapato do modelo chinês de produção e nos planos de financiar uma invasão de mares territoriais no Índico e no Pacífico https://youtu.be/a6EyB3ovhOY https://youtu.be/q8i7Oxnyf2A Já pensou se a China entra em recessão por causa disso? É muito difícil prever os desdobramentos do mercado… Essas tarifas sobre produtos chineses podem resultar numa nova crise econômica de proporções globais, ou podem simplesmente alimentar novos tigres asiáticos, como a Tailândia, o Vietnã e o Camboja.

    1. Ja era hora de alguém fazer algo para frear a china, esta agressão chinesa a territorios que não lhe pertencem é extremamente perigosa, e vai acabar desencadeando conflitos globais.
      Acho que a solução pra isso é dissolver aos poucos a economia chinesa e investir em outros países menores, principalmente da África para gerar um equilibrio econômico, afinal foi justamente este investimento massivo na china que gerou este monstro ignorante.

      Por isso, finalmente posso aplaudir uma ação do trump.

      1. O engraçado é que a própria China tem planos pra “investir” na África, levando pro continente o seu modelo (escravagista?) de produção. E aliás vale ressaltar que de fato a África é apontada como o próximo grande chão de fábrica do mundo, mas eu aposto mais num crescimento do Sudeste Asiático.

        1. Considerando que a boa parte da África mal possui infraestrutura e a educação é mínima, para a China implementar lá seu modelo social, político e econômico não haveria muitos obstáculos e a população acabaria por aplaudir os chineses por trazer desenvolvimento ao seus devidos países, fortalecendo ainda mais a China, fora que é mais um ponto estratégico no planeta para progredir militarmente no oceano indico e atlântico, daqui a pouco quando nos dermos conta a China vai estar criando bases do nosso lado.

          Por isso deveria ter um interesse global em investir na África antes que a China faça, pois uma vez que os chineses entrem ali, não tem mais volta.

          1. A China já está na África, com fábricas de produtos “plagiados”, mas as multinacionais ocidentais também estão indo pra África. A disputa pelo mercado africano já começou.

          2. As montadoras chinesas já estão na África faz anos. Elas esperam dar merda na Ásia pra migrar em massa pra África com as fábricas e todo o poder fabril deles.

            Angola é território quase que completamente dominado pelos chineses a, pelo menos, 15 anos. Lá por 2006 quando eu comecei a traduzir uma parte massiva do meu trabalho era pra uma empresa chinesa que estava “aportuguesando” toda a operação dela pra Angola (e, levando em conta que Angola tem uma disputa política interna entre uma semi-imperialismo português com o UNITA, é um terreno bastante fértil para se vender o modelo de produção capitalista semi-escravo de baixo salário pra África, principalmente Angola e Nigéria).

          3. Economicamente é possível que já haja dominância de mercado, mas culturalmente eu duvido. E quanto mais para o norte da África, pior; no Magreb o paradigma dominante parece ser o do século XII, e os chineses são um povo único, de difícil compreensão (nem me arrisco a falar muito, pra não dizer alguma besteira) e nada mouro.

          4. Eu acredito que Angola é o objetivo principal da China no curto prazo e, no longo prazo a Nigéria. O norte não é um lugar aprazível para esse aculturamento necessário. Não agora, pelo menos (nunca se saber quando os EUA podem mandar um pouco de democracia pra esse pessoal).

          5. O Magreb nunca terá democracia de fato. Eles convivem com paradigmas muito conflitantes: não sabem se respeitam os estados nacionais ou se tentam ressuscitar o califado, e em nenhum dos cenários eles parecem valorizar um dos pilares das democracias capitalistas ocidentais, que é a liberdade.

          6. A tal “liberdade” né.

            Acho que eles nem querem, a sociedade deles não é feita, inicialmente, pra democracia pro grau de liberdade que nós temos atualmente (e nem os de antes). O que nos pode soar muito ruim, mas, sem saber internamente como o país funciona e como a sociedade se organiza, não tem como opinar (acho inclusive muito absurdo que as pessoas falem sobre isso como se fosse algo de outro mundo e quando falam das castas na Índia rola quase uma admiração, sendo que são organizações bastante similares em termos de alijamento de direitos e cerceamento de liberdades individuais).

          7. Eu sou um grande interessado em filosofia, história, sociologia e religiões, e acho que já deixei isso meio que evidente aqui, por meio dos debates que travamos nesses Posts Livres. Resumindo: eu conheço um bocado do paradigma mouro. Podemos nós mesmo ter críticas à liberdade, mas no fim gostamos de conviver com ela. Agora imagine um lugar onde ser cristão, budista ou judeo é muito mal visto, e passível de retaliação sob vistas grossas de autoridades… Já temos nosso próprio experimento desse tipo em andamento, que é a perseguição aos fiéis do candomblé. E claro que eu desaprovo tal atitude, mas pelo menos aqui esse problema tem sido levado mais à sério por nossas autoridades.
            Então, por mais que hajam problemas de qualquer ordem, eu prefiro nosso paradigma de liberdade à opressão moura.

      2. se trocar ‘china’ por nome de outros países equivalentes em seu comentário daria simplesmente na mesma. ah, e teria q trocar o ‘trump’ pelo nome do respectivo presidente, claro. ou seja, sua fala é uma espécie de efeito da propaganda política agindo sobre a mente de uma pessoa desavisada… acho melhor vc ficar atento.

        1. Sim, pode-se trocar “China” por “Rússia” e “África” por “Cáucaso”, por exemplo. Daqui de longe, a Rússia parece Brasília, onde como bem cravou Josias de Souza comentando sobre as manobras do vigarista pra se livrar do impeachment, “a união faz a farsa”.

    2. E sobre a China junto com o Japão ser um dos maiores investidores do tesouro americano, qual a relação desse tipo ação para frear a China, sendo eles um dos maiores investidores da divida publica americana ou não tem relação?

      1. Compra títulos quem quer. De certa forma, essa compra massiva dos chineses são apenas um investimento de segurança, pra caso uma taxação viesse a ocorrer. Mas uma coisa é receber 2% ao ano sobre um título público, outra é ter todo um parque industrial lucrando horrores (e de repente ficando obsoleto por causa de tarifas de importação e concorrência com outros países).

    3. trump é um negociador e, presumo, deve saber o q está fazendo nessa área. mas outros aspectos dele, e nem entro no mérito de pagar amantes para se calarem, o desqualificam de modo inédito. ele conquistou a antipatia global em tão pouco tempo q deixou o bush filho no chinelo. políticas protecionistas não ajudam muito no fluxo global das coisas. isso me faz lembrar do ativista francês josé bonvé (de esquerda), na frança. ele destruía plantações de transgênicos (o q eu aprovo) e tinha lá seu discurso antiglobalização (q eu tb aprovo, mas acho insustentável, pq não há resistência a esse modelo em escala igualmente global). o pessoal caiu matando em cima dele…

      1. Sim, o Trump tem dado demonstrações de que entende de economia e de negócios. Justo, afinal ele é empresário. Mas muitas vezes o Trump perde a oportunidade de ficar calado; com relação ao aquecimento global, por exemplo. Ele parece ser aquele tipo de pessoa que precisa opinar sobre tudo e não deixa as pessoas falarem.
        Com relação à globalização, não me parece que ele queira intencionalmente barrar o fenômeno; Trump quer mesmo é tirar proveito da globalização, nem que seja “apenas” depredando a economia chinesa e frustrando as intenções imperialistas do presidente imperador Ji Jinping.

        1. Não acho que ele entenda de negócios + economia. O que ele está fazendo com essa manobra é tentar jogar o peso da nova produção, caso ela fique cara na China, de volta pros EUA. O problema disso é que a MdO norte-americana é cara (salário mínimo alto e nível de escolaridade igualmente alto) e com uma massa de “colarinho azul” incapaz de absorver a produção que os EUA precisam hoje.

          O que pode, primariamente ocorrer, como foi dito, é migrar o eixo exploratório pra países periféricos da Ásia e para a África litorânea, principalmente porque isso ajuda a escoar melhor a produção. O que pode, numa cenário de caos perfeito, ocorrer é termos uma alta no preços dos produtos eletrônicos que os americanos consomem e com isso uma diminuição de receitas e vendas por parte dessas empresas (que poderia levar a uma onda de demissões no vale, por exemplo) o que pode jogar os EUA numa recessão novamente.

          Acima de tudo, porém, quando se olha pro modelo capitalista precisamos entender que a prosperidade dos países centrais (Europa e EUA, principalmente), só é possível com a massiva exploração dos países periféricos, seja a AL (com matéria prima e agronegócio) ou a Ásia com a sua MdO absurdamente barata. Esse modelo não se sustenta com trabalhador ganhando bem nas duas pontas.

          1. Prever o que pode acontecer é muito difícil. Eu aposto no Sudeste Asiático como possível beneficiário de uma crise chinesa pois lá também há um vasto parque industrial instalado, com mão de obra barata e melhor educada que na África.
            Eu acho que o Trump entende de economia, mas de um ponto de vista empresarial, pois esses movimentos são uma sabotagem contra a China. E ele atingiria muitos países com essas medidas, mas ao partir para negociações bilateriais, Trump mostra que quer impedir a ascensão da China como potencia dominante, pretensão essa que Ji Jinping declarou abertamente, tendo inclusive colocado a data de 2050 como “ano da virada”. Muitos países enxergam os States como uma potência decadente, e querem tomar seu lugar como nação mais influente, notadamente a China e a Rússia, com a Índia correndo por fora. Ou seja, nesse nosso mundo capitalista de produção orientada ao consumo, sempre haverão países dispostos a dominar vários outros com políticas imperialistas.

          2. O problema não é dominar, isso é relativamente fácil quando se tem dinheiro, o problema é conseguir dominar e manter os baixos custos de vendas internamente (leia-se: conseguir ter a sua produção explorando outro país). A China já tem se tornado um mercado menos atraente quando falamos de montagem simples de eletrônicos porque eles estão numa tendência de alta do poder de compra e com uma classe média, quase toda vinda do campo, que está se instalando nas cidades e tendo acesso a consumo. Isso é ruim pra um modelo econômico que se mantém sendo o chão-de-fábrica do mundo (ainda) e por isso mesmo a nova política econômica chinesa tende a ser muito mais de investimento em qualificação de MdO e criação de patentes e tecnologia do que apenas de montagem e serviços.

            A migração do eixo fabril mundial da China pra outro local está acontecendo faz uns 10 anos, pelo menos, agora pode se intensificar, lógico, mas já era algo que aconteceria. O problema pros EUA é conseguir manter o preço baixo tendo que montar esses equipamentos em outros locais. O grande problema da economia capitalista é que ela se baseia no constante crescimento o consumo (e do lucro) o que n]ão vai ocorrer com produtos mais caros e/ou pessoas com menor acesso. Aliado a isso ainda temos o fato de que no Reino Unido e nos EUA as ideias trabalhistas (no sentido de social-democracia) estão ganhando terreno com a juventude pós-2008 e temos uma cenário perfeito para mudar um pouco desse paradigma de acumulação de capital, concentração de riquezas e economia de consumo. Vai ser difícil, mas acredito ainda nisso.

          3. Você parece esperar alguma mudança nesse paradigma atual, de sociedades de consumo e liberdade. Eu acho que seria bom mesmo que houvessem algumas; deveríamos dar alguns passos pra trás. Eu mesmo tenho alguns planos pouco comuns, de retorno geracional: pretendo construir um sistema caseiro de armazenamento de água e outro de geração de energia, além de criar minha própria horta. A idéia é depender menos do estado e ter uma alimentação minimamente mais saudável, trocando o vendendo qualquer excedente. Às vezes me pergunto o tamanho da economia de recursos naturais que um país como o Brasil teria, se todo mundo fizesse isso que eu pretendo fazer.

          4. Poxa, não sei se é bem esse o caminho. Água encanada e o grid elétrico são duas conquistas sociais muito incríveis e que facilitam muito a vida de todos. Negar isso é um capricho (legal e tudo mais, mas um capricho).

          5. Não neguei nada. Apenas pretendo diminuir a dependência do estado. E repare que eu disse “diminuir”, e não “eliminar”; um sistema eólico por exemplo geraria energia suficiente pra abastecer algumas lâmpadas por exemplo, ou um chuveiro pra uma pessoa.
            A questão da água é um pouco mais grave. Assistimos “bestializados” e em silêncio a destruição da Amazônia, e com ela se vai nosso equilíbrio hídrico. Some a isso governos como o do Ayatollah Alckmin, que junto com suas Geraldetes fazem do atraso uma estratégia eleitoreira, e demoram décadas pra fazer obras necessárias pra prevenir crises hídricas. Enfim, só vejo bons motivos pra estocar águas por meios próprios, nem que seja apenas para lavar roupa.

          6. Depende muito de onde você vive o quanto de dinheiro você tem.

            Nas duas pontas sociais temos um grupo que estaria/está melhor obtendo a sua própria energia de fora do grid brasileiro, por exemplo. Assim como água (era comum, onde eu morava, que as pessoas tivessem água de poços artesianos dada a quantidade de vezes que o abastecimento era cortado durante o ano, chegando as vezes a 18 dias num mês, idem pra energia elétrica).

            E eu morava na cidade (periferia) nessa época (ainda moro, mas agora em Porto Alegre só falta luz/água quando chove) e quase todo mundo na minha rua tinha um sistema alternativo (quando não principal) de abastecimento de água com poços. E pelo menos uns 50% dos moradores tinham geradores a diesel em casa (era comum termos cortes de energia que duravam 2 meses, das 8h as 18h, no verão) e alguns atualmente tem, em conjunto com pastorais e outras ONGs, sistemas de abastecimento energético de luz solar e eólico (a UFRGS tem um sistema bastante em conta para manter uma casa funcionando, por exemplo).

            Concordo com você quando a pessoa tem acesso, mora num bairro perfeitamente atendido pela rede de água e energia (não entramos ainda na questão do esgoto) e consegue ter uma vida de “classe média” como eu gosto de chamar. Fora disso, é mais complicado e as vezes é uma realidade que nos foge da compreensão.

          7. eu não sei dos dados exatamente, mas será q a maioria da população brasileira vive nessa condição de abastecimento intermitente ou é uma fração menor q a ‘classe média’. nunca morei em bairros nobres de sp e tb nunca morei nas periferias mais periféricas, por assim dizer, e, pelo q me lembre, tirando recentemente, com a cagada do psdb, nunca sofri com desabastecimento de água e energia… e acho salutar essas iniciativas q dão independências às pessoas. estava com um plano assim, de morar fora de sp e ter uma casa com horta, energia solar, reaproveitamente de água e tal… mas, como vc disse, seria necessário alguma grana pra isso.

          8. Não tenho dados (e nunca fui atrás) mas como eu disse aqui em POA é comum termos problemas de energia elétrica nas chuvas (e não precisa ser necessariamente forte) ou no forte do verão quando a rede está sendo utilizada ao máximo com os ar condicionados ligados, isso é um forte indicio de que Porto Alegre tem problemas de abastecimento.

            Posso citar de cabeça 3 evidências anedóticas sobre o assunto:

            1) Meu pai mora em Alvorada, periferia de POA (RM), ele tem problemas de abastecimento de energia constantemente (a ponto de ter feito um “financiamento” de um gerador + caixa d’água) e isso causa, depois de menos de 4h de falta de energia, problemas no abastecimento de água (lógico). Das últimas 4 semanas ele teve cortes de luz que, somados, dão mais de 12h/mês.

            2) Uma parte da minha família e amigos ainda mora em Gravataí (e minha mãe leciona em uma escola estadual) então eu ainda sei que a cidade tem problemas de abastecimento de energia nos meses de jan:mar (com ~2h de corte diário) e posterior corte de água.

            3) Em Porto Alegre o bairro nobre é o Moinhos de Vento. No ápice da crise de energia da cidade (2015) esse bairro sofria, assim como toda a cidade, com problemas de infraestrutura de rede elétrica (aqui em POA ainda temos uma estatal-mista de energia, a CEEE) e até o problema ser resolvido a PMPA chegou a instalar um gerador em 2 das ruas mais caras do bairro mais caro da cidade (deu problema, apareceu no jornal e a PMPA diz que repassou os custos aos lojistas da rua). Nesse mesmo período o bairro Sarandi (extremo norte da cidade, onde eu moro) dentro de uma das vilas perigosas e de classe baixa, estava fechando 48h sem energia. No outro extremo da cidade, na Zona Sul no Belém Velho, outro bairro periférico, chegaram e bater em 32h sem luz. Quando ocorreu um temporal que varreu a cidade quase do mapa (jan/2015) aqui onde eu moro ficou 38h sem luz, no Moinhos de Vento esse tempo sem luz foi de 6h.

            Quando eu digo que tem realidades distintas que fogem a da bolha de quem vive numa cidade grande e numa zona de classe média (fora da periferia) é nesse sentido.,Falta percepção da realidade fora da bolha social para as pessoas, usualmente de classes mais abastadas (média pra cima). Não é por mal, apenas uma constatação que se dá quando se escuta uma série de coisas que na periferia soam absurdas ou risíveis.

            Ah, e a classe alta usa geradores e poços para alcançar os “cinco noves de confiabilidade” e ficar apenas em casos extremos sem energia/água. Conheço amigos da engenharia que trabalham em projetos de casas desse pessoal e quase todas tem sistemas redundantes de energia e água.

          9. A ideia é boa mas exige dinheiro e tempo (o que você não tem se precisa trabalhar). Meu sonho ideal é literalmente ir morar no campo com acesso mínimo a internet e capacidade de viver muito mais do que eu tenho disponível ao redor e menos do que eu preciso recair numa empresa milionária para conseguir. De quebra, não ajudar o agronegócio.

            Acho que a atual geração americana e europeia tem uma visão muito mais pragmática do capitalista que a nossa geração atualmente tem. Eles viveram o capitalismo em todas as suas mazelas econômicas e sociais e entendem já que não é o caminho certo a seguir (enquanto o brasileiro nutre uma simpatia obscena por empresas e acredita que o problema do país é ter “Estado demais” em termos de regulamentação) e que uma social democracia é melhor do que esse capitalismo “hur dur freedom” que vendem pra nós. Acho que isso vai impactar o Brasil em uns 4/5 anos, principalmente se der resultado nos EUA.

    4. Viu que ele também impôs tributação nas importações de aço para tentar atingir a China?
      O problema é que, junto com a China, o Canadá e Brasil são os maiores exportadores. Isso acabou fodendo até quem não tinha nada a ver com a história.

      1. Um representante dos States deu uma declaração afirmando que haverão negociações com diversos países, inclusive o Brasil, pra isenta-los das novas tarifas (sobre o aço e o alumínio, por exemplo). Aparentemente, os States querem mesmo ferrar com a China, e manter um círculo de países aliados, notadamente os de governos democráticos.

  12. Falando em Facebook, revi os apps que dou permissão, aí fiquei com umas dúvidas:

    1. Digamos que tiro a permissão do disqus, se eu logar pelo email (teria que criar, já que sempre fiz pelo facebook), eu perco todas as informações ou eles identificam?

    2. Tem como eu ver no gmail todos os sites que criei conta de um jeito fácil? Pois queria aproveitar para removar a conta de diversos serviços que não lembro de ter entrado.

      1. 1. Muito obrigado.

        2. Não era necessariamente isso, era sobre criar conta usando o email, não login pelo Google, tipo uma busca dentro do gmail para saber todos os sites que já fiz cadastro.

        1. Ah sim… aí é um pouco mais difícil, porque aí vai depender de cada site que você fez a conta. A única solução que eu vejo é fazer uma busca no Gmail mesmo, com termos como “Bem-vindo” ou “Ative”, etc…

          1. Vou dar uma olhada, costumo usar o msm nickname em tudo msm. Muito obrigado.

    1. Escândalo de fim de semana.
      Daqui a pouco ninguém lembra mais e tudo segue normalmente.

      1. Esse parece que não é um escândalo “comum” não… até porque tem o governo americano (e principalmente Trump) envolvido no meio, então a mídia tá comendo em cima…

        1. Realmente, na mídia vai demorar um pouco mais para desaparecer, mas para os usuarios da plataforma este assunto parece irrelevante.

    2. Tbm acho que logo já muda o foco para outro escândalo. Entre as pessoas no qual eu convivo, percebi que cada vez mais estão deixado de utilizar, foram poucos os comentários sobre. Parte de login em app com a conta do Facebook nunca usei, tenho poucas coisas utilizando a mesma senha da rede

    3. Sinceramente não me surpreende. Tem uma massa de gente que não entende os riscos de responder a essas enquetes inocentes “que não cobram nada”, e essas pessoas continuarão sem entender o que fizeram de errado. Pra elas, isso não foi nada, e elas estão no controle. Perceber a engenharia social que pode manipular opiniões é uma tarefa que exige uma certa proatividade, incomum em quem está acostumado à passividade da televisão (e leva essa relação com a notícia para o Facebook).

      1. mas o facebook é um espaço em q é possível fazer ativismo – uns de forma honesta e outros de com fins escusos. dizer q ele é joça, ok, mas dizer q as pessoas não encontraram um uso e se ‘apropriaram’ dele é algo improvável de sustentar. eu, pessoalmente, do modo tradicional (interagindo com amigos etc) não uso, mas para ativismo e consultas de serviço (tal estabelecimento abre q horas, serve o q etc) eu uso sim.

        1. Mas a maioria não faz ativismo. A galera entra e fica rolando o feed, e nesse nosso tempo de smartphones, “rolar o feed” é o novo “zapear os canais de tv”. Ativismo resume-se a compartilhar publicações de espelhos, muitas vezes sem efeito fora das bolhas nas quais muitos vivem.

          1. sim, ativismo é feito por minorias, mas acho q não dá para subestimá-los, pelo menos não num contexto maior de influência. compartilhar determinados conteúdos tb pode ser uma forma de ativismo e não vale a pena ir em busca de um ‘ativismo autêntico’. nesse zapear a pessoa pode se deparar com algum conteúdo de um ativista, afinal, é uma rede e pode ser q essa relação se dê, mesmo com a interferência do algorítimo do facebook. as bolhas existem, claro, mas há tb uma consciência se formando do quão prejudicial podem ser essas bolhas. haverá resistência das pessoas me sair da bolha, assim como há resistências em outras (vida saudável, dirigir com atenção etc).

    4. Estou muito mais ativo no Telegram (que chegou em 200 milhões de usuários ativos) do que no Facebook que desinstalei o app há meses. Sei que são propostas diferentes, mas acho mais proveitoso usar meu tempo no Telegram.

      1. Acho fascinante como o telegram é um software leve/otimizado mesmo com as várias funções que tem

        1. E ele pode substituir vários outros apps. Eu mesmo uso o Telegram para salvar mensagens/fotos/documentos úteis, lista de compras do mercado, previsão do tempo usando um bot, recebimento de ofertas de produtos, acompanhar rastreamento do Correios, baixar vídeos do Youtube.

      2. gosto cada vez mais do telegram!
        mas acho q logo vai nos decepcionar… vai vendo.

    5. vai superar isso depois de um belo textão do zuck falando em comunidades e blábláblá.

        1. mas os eua é o país dos processos. tem aquela anedota do cara q processou uma empresa q vendia amendoim depois de comprar um pacote de amendoim, na seção de amendoins, de um mercado especializado em amendoins, e, ora bolas, não ter se deparado com a frase ‘este pacote contém amendoim’ e ter passado mal comendo amendoim do qual ele era alérgico. parece q ele ganhou, inclusive.

          1. um amigo meu passou 1 ano fazendo intercâmbio em Chicago. Ele falou que copos de café devem vir com dizeres tipo “este recipiente pode conter liquido quente”.
            Não duvido que isso exista por que um malandro resolveu acionar o processinho para tentar faturar uma grana.

          2. sim! é exatamente por isso q eles precisam ser explícitos em tudo, pq tem um cara q vai lá e processa a depender do q acontecer… e vai ter um caso lá de 1816 q vai dar respaldo pra ele. é dureza ser empreendedor nos eua.

          3. dureza são essas questões legais.
            mas comparar com o brasil é inviável… aqui temos uma política do anti-negócio. aliás, sr. dória se elegeu com a bandeira de facilitar o empreendedorismo da locomotiva do país, sp, mas… como se vê, era outro marketing barato.

          4. Doria Doria Doria aventureira reira ??? é o novo Serra. Fez a população de trouxa ao fazer a prefeitura de escada. Ayatollah Alckmin criou um monstro.

        2. e tem o sensacionalismo tb, né? eu assisto bastante do noticiário sério americano e eles são mega sensacionalistas. um jornalista top da cnn perguntar para uma amante do trump se o sexo entre eles foi consensual sendo q ela não tinha feito qualquer menção a um estupro é sensacionalismo barato. há queixas contra abuso sexual contra o cara, mas qdo vc está diante de uma pessoa q não tem essa queixa, qual o sentido de fazer essa pergunta? então eu creio q uma parte do q nos chega sobre essa questão do face tem muito de sensacionalismo.

    6. e não se deve subestimar os gays, os canadenses e, ora só, os veganos! o cara q vazou as ‘boas práticas’ da CA se apresentou assim: ‘sou apenas um cara gay, canadense e vegano’.

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