Post livre #116

No post livre, abrimos os comentários para conversar sobre quaisquer assuntos. Vale tecnologia? Vale. Dúvidas sobre… sei lá, imposto de renda? Também. Dilemas da vida adulta? Com certeza. O espaço é fechado na noite de domingo.

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139 comentários

  1. confesso que não li a discussão toda do iPhone X porque não entendi se o problema era o notch, a nokia, o essential phone ou o tecnoblog.

    mas só queria dizer duas palavrinhas: Raymond Loewy. Isso (ainda, por incrível que pareça) ajuda a explicar tudo.

    (ou como fazer o que o dieter rams fazia com a mão e a cabeça do raymond loewy)

  2. Caros, seria estúpido ter múltiplas contas correntes em bancos diversos para aproveitar benefícios de serviços parceiros de ambos?

    Por exemplo, gostaria de ter ido ao Lolla, mas o preço e formas de pagamento estavam fora do meu alcance. Porém, clientes Next/Bradesco tinham preços menos piores e opções de maior parcelamento. Itaú tem meia no cinema bom deles. Outros bancos devem ter outras parcerias interessantes e assim vai. O que acham?

    1. Depende da forma como você administra essas contas, e quais são as taxas que elas cobram por manutenção. Eu sugiro você ficar com a conta que tiver as vantagens que você mais costuma aproveitar. Não acho que seja vantajoso manter uma conta que tem benefícios que você pouco costuma usar.

      Eu mesmo tô tentando migrar do Bradesco Universitário para o Banco Inter pra fugir das taxas de manutenção, meu período de estágio acabou e não quero o banco comendo meu dinheiro só porque ele tá lá depositado. Então, quero economizar o máximo possível enquanto não consigo um emprego.

      Aproveitando o post, recomendo muito esse vídeo sobre as taxas que os banco cobram, embora seja um vídeo patrocinado, tem muitas verdades no que é dito.

      https://www.youtube.com/watch?v=lnvYTFBbFb0

    2. Com as opções mais em conta (pacotes de serviços mínimos) de contas correntes dos grandes bancos, ou contas digitais gratuitas, e por consequência cartões de crédito gratuitos, acho válido.

      Por exemplo as meias-entradas e ingressos antecipados de shows para quem possui Ourocard (tem os mais básicos nacionais baratinhos) do Banco do Brasil, ou descontos no Uber pra usuários do Credicard (Credicard Zero).

      Vai de ter um bom controle, para que os possíveis gastos com mensalidades ou anuidades não seja maior que o desconto obtido com esses benefícios.

  3. Srs, sobre seguros pra carro…

    Estou pra comprar um Picanto e fui cotar o seguro dele: 8 MIL reais. Não, não bati a mão no número errado. Minha idade (24) e meu CEP jogaram o seguro pro espaço.

    Buscando alternativas minimamente viáveis, fiquei entre a Ituran, que não gostei muito por só ter cobertura em caso de PT na batida, e a tal da Youse, que tem cobertura completa (roubo, furto, batida parcial/total e terceiros) por um preço dentro da sanidade.

    A questão é que todo aquele jeitão de tiozão-descolado-prafrentex-comsotaquepaulistanoforçado da empresa não me passou muita confiança…

    E aí, o que vocês acham? Alguém já contratou? Dá pra confiar?

    Quem me conhece mais das antigas sabe do meu “trauma” com seguradoras. Tenho um baita medo de dar cabeçada com seguro de novo, por isso a dúvida cruel com essa.

    1. Essa Youse não é da Caixa Economica? Não sei se isso ajuda

      Aqui na família há alguns anos estamos de porto seguro. Quando precisei, nunca tive problemas (recarga/troca de bateria e guincho por pneu furado + roubo de estepe).

      1. Sim, é esse mesmo. Ele é registrado na SUSEP e tudo mais, só falta umas referências.

        E, sobre a Porto, o tal seguro de 8 mil foi justamente o deles kkkkk

        A média de seguro pra mim ficou entre 6500 e 8000. Já a Youse ficou 3500. Tamanha diferença em relação as outras seguradoras me deixou com uma pulga atrás da orelha.

        1. Você precisa de seguro com muita frequência?
          porque essa diferença de valor é considerável, talvez investida vc conseguiria cobrir eventuais tretas com um valor abaixo desses 4.5k

      1. É um Picanto 2014, na FIPE ele tá 29.800,00.

        Cotei com outros carros mais baratos e menos visados, e a facada foi praticamente a mesma.

        Minha rua é de boas com relação a roubos, mas os arredores são bem zuados. Tanto que tem algumas regiões por Santo André que nem o Uber funciona. Isso não me ajuda muito com o seguro.

        1. Nossa. 8k no ano dá pra investir em tanta coisa.
          Aqui houve uma procura por rastreadores, o tal do tk103. Fora que é muito comum instalar bloqueador.

  4. Só passei pra dizer que não é pq o iPhone X veio com o notch e as outras estão copiando que é algo bom, a Apple fez a cagada de design e agora a maioria vai seguir, pisaram na merda e esfregaram na calçada inteira, é assim que vejo.

      1. Discussão bem desnecessária, e ridícula, diga-se de passagem.

        1. é uma pena q tanta gente (e muita gente inteligente, diga-se) se mobilize por conta de um detalhe. pode ser um problema pra empresa, mas ao ver qual é a empresa, dá pra sacar q isso não será um problema… complicado.

          1. Não sei se a discussão é desnecessária. A base dela está em aspectos muito relevantes no meio, como design, inovação, propriedade intelectual… se tirarmos isso, sobra pouco — um “guia de compras” e a parte econômica/comercial, ou seja, se vende ou não, que são áreas importantes, mas não o foco de publicações especializadas como o Tecnoblog ou, para não ficarmos só na imprensa brasileira, o The Verge, que está batendo bem forte na Asus por conta disso.

            Na última vez em que algo assim ocorreu, e em intensidade menor (embora com um player maior), o caso ficou anos rolando na Justiça norte-americana — o do Galaxy S original.

          2. Só que o The Verge trata do assunto do mesmo modo do Tecnoblog, como se a solução inicial fosse da Apple.

            Por isso que eu digo que a discussão é desnecessária: porque a Apple é quem vai ser sempre a “inovadora padrão” dentro da mídia, se outros fizeram é irrelevante pelo tamanho da Apple. É bizarro e não traz a informação completa, porém, dificilmente será mudado o modus operandi da imprensa no curto prazo, sempre vai ser Apple x resto em questões de inovações com um ou outro caso mais isolado aqui e ali.

            Linke pro The Verge falando da “clone wars”: https://www.theverge.com/circuitbreaker/2018/2/28/17062030/iphone-x-clones-android-mwc-2018

          3. Vou fazer o advogado do diabo aqui e questionar novamente o seu argumento por outro ponto de vista: se o iPhone X não existisse ou não tivesse o notch, você acha que a Asus ou outras fabricantes teriam seguido essa “tendência”?

            Uma coisa é colocar no mercado um recurso inovador, mas que uma meia dúzia de entusiastas vai comprar e colocar à prova; outra, é mudar um produto tão difundido e com um público muito maior. Vejo muito mérito no que fizeram a Essential (e a Xiaomi, com seu Mi Mix sem notch e quase sem bordas frontais), mas não dá para tomá-las como parâmetro de mercado. Se a funcionalidade fosse mais complexa e irreproduzível por terceiros, vá lá; não é o caso, tanto que até uma Asus da vida, sem falar nas chinesas, já estão copiando.

            E isso nos leva de volta ao ponto inicial e que, para mim, está no cerne da questão: quem elas copiam? Não posso falar pelos gerentes de produtos dessas empresas, mas tenho a forte impressão de que não é a Essential…

          4. Mas absolutamente ninguém questionou quem elas copiam, isso é uma tergiversação do ponto inicial.

            Ninguém em sã consciência diz que a cópia é feita por causa do Essential (inclusive fica bem claro diversas vezes que não é essa a discussão) a questão é que a imprensa coloca a criação na conta da Apple (a inovação) e quando questionada sobre o direito de criação da Essential fala exatamente a mesma coisa que você me disse agora: mas eles só copiam porque a Apple fez sucesso.

            Sim, isso nunca foi questionado. Esse não é o cerne da questão.

            E a Apple tem méritos absurdos com o iPhone, seja o X ou seja a série “normal”, eu mesmo disse que impossível de comparar a usabilidade dos aparelhos Android com os da Apple. iOS é algo muito melhor acabado e tem uma base fiel de pessoas que vão usar não importa o que ocorra (por isso acho que não existe mérito nenhum na Apple colocar qualquer conceito a prova com os seus usuários, a imensa maioria, mesmo que não goste, vai comprar e usar).

          5. desnecessária a notícia e a questão de fato não é, mas os desdobramentos nos comentários foram, em grande parte, desnecessários. mas é a minha opinião pessoal e realmente não consigo me interessar muito sobre esse lado estético dos aparelhos… acho q é só estético, mas sei lá, tem coisa mais importante pra discutir…

        2. Desnecessária é,. claro, mas ridícula não. Só segue o nível do blog em questão.

      2. fui ver a discussão por curiosidade, pq o tema não é lá tão assim do meu interesse e ele foi encabeçado justamente por um cara q eu estava discutindo noutro post… o tal do root. falou umas groselhas (post tb do felipe) e o qual tive q comentar dado inconsistência do q li. desconfio q o autor já está de saco cheio desse cara. e, na real, eu noto uma certa perseguição ao felipe. não digo de vc, claro, mas tudo o q esse cara escreve vem alguém lá corrigir, dar pitaco, dizer q poderia ter dito de um jeito ou de outro… o mesmo não ocorre com outros autores. não sei, mas qdo essa massa se une, fica caçando pelo em ovo.

        1. Eu tenho uma grande rejeição ao Tecnoblog pelas opiniões deles (que eu considero abjetas) mas esse tópico me mandaram pelo Telegram por causa da discussão. Nem sei quem é o tal Felipe e muito menos o Root que estava discutindo com ele, porém, é inegável que:

          i) Na mídia é comum ignorar qualquer coisa vinda de fora da Apple como inovação e ignorar que outras empresas fizeram isso antes e, pior de tudo, a desculpa normalmente é “mas a Apple fez funcionar porque ‘just works'” que são desculpas cabíveis numa discussão de bar e não entre jornalistas pagos pra fazer isso. Claro que as empresas estão pegando o tal do chifre, que é horrível, e usando porque a Apple usou e deu certo, mas a questão que o cara levantou não foi essa.

          ii) O comentário passivo-agressivo é comum ao pessoal da mídia de TI do Brasil (e deve ser do mundo, não sei) tanto que eu já vi várias vezes ocorrer em vários blogs (o Joel Nascimento certa vez fez um comentário desses e mais alguns outros num post sobre o Windows Phone, que traz muitos fanboys, que eu achei desnecessário e me fez parar de escutar o podcast do MdU, por exemplo). Não chega a ser o discurso de ódio do Meio Bit, claro, mas se você escreve matérias e as coloca para o público vai ter que lidar com trolls, com correções e com pessoas mal educadas, faz parte do seu ofício, infelizmente. Uma solução seria encerrar os comentários (assim não teria esse tipo de problemas), mas como eles estão abertos, lide com isso como um adulto e não como um menininho que foi contrariado.

          iii) Se não ocorrer com outros autores do blog, provavelmente existe um motivo e esse motivo está contigo no próprio autor e não nos leitores.

          1. para o item i, ok. pode ter um grande vacilo aí, mas o poder da apple, em termos de atratividade, é grande demais até para profissionais envolvidos com o q ela faz. não é desculpa, mas é um fator q qualquer ser humano está passível de ser suscetível.

            já o ii, sinceramente, eu nem noto. mas aí é falta de recurso meu mesmo. joel nascimento já me chamou de imbecil sem citar meu nome (direito dele) e eu o chamei de analfabeto político sem citar o nome dele (direito meu). ficamos empatados nos maus modos, mas tá tudo certo. acho q esperar x comportamento de autores é errado… assim como se deve esperar x, y e z do público, o autor tb pode entrar na onda e, convenhamos, qual o problema do autor se manifestar como acha q deve nos comentários? não é antiético isso. ele se arrisca em escrever e depois tb em comentar (duplo risco e ele não tem q ser um diplomata)… o autor têm o ônus e tb o bônus de escrever, ora. acho ótimo qdo o autor dá as caras nos comentários seja da forma q for. bem melhor q, por exemplo, escrever algo numa discussão e encerrá-la subitamente por achar q o interlocutor nem merece mais sua atenção como faz o tal jovem root. a ironia, qdo bem aplicada, é uma das partes mais atraentes das discussões. sem ela o q temos: um modorrento encontro de lordes.

            e o iii, cara, pegam no pé dele sim. outros autores do site, mesmo tendo margem para críticas, não são criticados. eu já fiz observações para uma publicação do paulo higa e ele civilizadamente respondeu. (depois de algum tempo ficou evidente q eu estava certo e ele errado, chora paulo higa). tb critiquei uma simples capinha de podcast q, me parece, o mobilon mesmo fez, certa vez e, nossa, o cara encarou como uma ataque pessoal, tirou onda de mim e fez pouco caso. nitidamente não sabe receber críticas… e eu fui o único a criticá-lo, mas fui acusado de hater, de querer pagar de espertalhão e tals. e na mesma discussão fiz observações positivas a outros trabalhos (q eu tb não sabia q era dele), mas aí já não contou mais, pq se vc criticou vc é feio, sujo e malvado. curiosamente, um tempo depois, ouvi num podcast com a participação dele algo como ‘é muito bom receber críticas e tal’… e a contradição se fez. compreensível pois humano. não sou leitor assíduo do tecnoblog (passei a ver mais depois q os segui no telegram, mas tenho ficado só nos textos mesmo), mas eu notei essas insistentes correções, críticas e tiradas para um único autor (o felipe ventura). lendo o texto e lendo as críticas dava pra notar uma área inexplicável. exceto, claro, aquela ação juvenil de q se uma pessoa nova aparece, os grupelhos se alinham para rechaçá-la. o estímulo ao comportamento juvenil parte do próprio site q, e tb é compreensível, não vê razões para bater de frente com esse tipo de audiência (infantiloide, consumista, machista/racista) sob o risco de perder parte considerável de sua audiência. fechar os comentários teria o mesmo resultado, já q parte da audiência nem deve ler os textos direito e já sai escrevendo e ajuda na movimentação do site. essa situação se desfaz qdo, por exemplo, o matheus gonçalves traz os seus posicionamentos políticos e questões políticas para os comentários (textos!). acho uma pena isso não ser a tônica dominante do site… mas aí já seria outro site e, provavelmente e infelizmente, sem lugar nos tempos de hj.

          2. Sobre o (ii) se a pessoa não quer ter de lidar com esse tipo de problema não deveria ser autor e publicar textos para outras pessoas lerem. Que vá plantas soja, por exemplo, que não reclama e não pega no pé. Além de tudo, a “competição” é completamente assimétrica quando uma pessoa tem o veículo de informação a seu favor – e pode escrever/falar para muitas pessoas. Parece que esse pessoal de blogs ainda não se deu conta disso. Acho completamente absurdo que um autor vá lá e seja passivo-agressivo com o seu leitor, por pior que esse seja. Prefiro que seja agressivo, que brigue de fato. Mas não terei isso enquanto estivermos na égide da pós-modernidade.

            Sobre o (iii) o Mobilon, por vezes, achei que tinha problemas mentais. Sério mesmo. Asperger ou algo assim. Depois vi que é só mais um “guri de ap”, como se diz no RS, que não consegue lidar com críticas de maneira madura e ataca qualquer um que olhe torto. Tem aos montes por aí, principalmente trabalhando com TI.

            Tecnoblog vai vira o Gizmodo ainda.

          3. não acho q autores e leitores são intocáveis. o espaço de comentário é uma coisa meio doida mesmo e tem esse lance da vantagem de quem escreve, mas a caixa de comentário reduz isso, pq um leitor pode, sim, encontrar problemas graves no texto e desbaratá-lo por assim dizer. mas tb pode haver uma troca legal entre autores e leitores e apenas entre leitores. o MdU foi e é um bom exemplo disso, a meu ver.

            é… tem gente q não sabe encarar uma crítica e fica se contorcendo pra se esquivar dela e desqualificar quem critica. mas felizmente isso tem cura: amadurecimento. basta querer.

            de uns tempos pra cá houve, sim, uma elevação de um certo tipo de comentário reacionário q fazem no tecnoblog. ou as pessoas q têm algo a dizer para além do discurso reacionário (não importando o espectro ideológico) se afastaram ou elas não são mais leitoras do site. esse público reacionário se expandiu, claro, e certamente vai se encaixando nesses fluxos como faziam em salas de bate-papo e fóruns, pois o discurso reacionário não nasceu junto com as redes sociais como fica parecendo… vc sabe disso tudo, claro. mas é deprimente… vc lê o texto e depois os comentários e se o texto teve algum efeito positivo em vc ele praticamente se perde ao se tomar ciência de certas opiniões tão mesquinhas (e irresponsáveis em certa medida). a diversidade de opiniões vai sumindo e logo fica a predominância de um certo público ao qual o site não pode mais se livrar mesmo sendo indesejável. afinal, esse mesmo público é patrulheiro e ao menor sinal de mudança editorial começam a se comportar como uma horda e fazem o q podem para esculachar quem escreve, o site, o ambiente, tudo…

          4. Não acho que seja intocável e nem quero que ele seja assim. Só acho que o modo passivo-agressivo acovarda a discussão quando usado porque encerra em si mesmo qualquer visão que o autor pudesse defender sobre o texto. Se ele está sendo perseguido pelo site, provavelmente é por se portar assim. E aquele era um comentário que eu poderia ter feito sem jamais ter lido um texto do Felipe, por exemplo, e eu provavelmente receberia um comentário-resposta desse tipo.

            Sobre críticas, é complicado receber, lógico. Mas faz parte do jogo. Imagino uma pessoa dessas dentro da academia apresentando um trabalho pra um banca de mestrado/doutorado.

          5. poxa, ele até colocou um link para o comentário…
            acho q leituras diferentes podem ser feitas para aquela resposta, tanto q estamos tendo, e, de um modo geral, o público reagiu em parte em concordância com o autor e em parte em concordância com o comentarista. eu acho q vc foi severo demais com a resposta dele. mas eu não era de lá, então só registrei.

          6. Eu gosto do Tecnoblog, tem suas falhas claro, mas ainda assim acho melhor que a maior parte dos sites que cobrem tecnologia no Brasil.

            Eu concordo muito com essa sua visão de idealização da Apple, e é justamente um dos defeitos que eu sinto no Tecnoblog, várias vezes eu senti que eles amenizavam as críticas em relação a Apple em comparação a outras empresas. Um exemplo disso foi quando meses atrás eles fizeram uma matéria completa intitulada “Os muitos problemas do Pixel 2 e Pixel 2 XL”, que foi muito bem escrita, mas não fizeram nenhuma semelhante ao iPhone X, que aquela altura já apresentava tantos relatos de problemas quanto os Pixels.

            Esse comportamento passivo-agressivo existe na mídia de TI do mundo inteiro, mas não sei se ele surgiu “naturalmente” na mídia brasileira, ou se foi “importado” de sites gringos famosos.

          7. Os principais que vi eram relacionados a tela, em algumas unidades apareceu uma listra verde repentinamente, um outro problema mais geral foi que a tela parava de responder em ambientes mais frios, casos de burn in se não usar o brilho automático, a facilidade com que aparecia riscos na tela, relatos de estalo ou zumbido no som em alto volume. Fora todos aqueles bugs bizarros do iOS 11.

          8. Não consigo determinar se é melhor ou pior, diria que é melhor, mas a régua dos blogs de TI do Brasil é bem baixa também.

            Quanto a Apple, eu digo que em todos os blogs existe um deslumbramento em relação as soluções que ela traz consigo e um ar blasé em relação as soluções que outras empresas trazem. Sempre foi assim e sempre será, pelo visto.

            Esse comportamento passivo-agressivo é uma das piores coisas da nossa época. Antes era muito mais incomum um pessoa trazer consigo esse tipo de “falha”,. agora, além do cinismo, todo mundo se torna irônico, sarcástico e passivo-agressivo como escudo pra não ter opinião ou desqualificar a opinião alheia. É o problema da ideia de que “discutir é inútil”.

          1. hum… então pode haver uma explicação aí. pq é um comportamento diferente do pessoal qdo ele escreve.

      3. Já vi, não quis me meter mas concordo que o notch em si é da Apple, não do essential, e as cópias puxam para o lado da Apple com aquele trapézio. Dizer que foi a Essential que começou a moda só pra não admitir que foi a Apple pra mim é criancisse

        1. O Essential Phone achou a solução pra tela “infinita” e a Apple fez o mesmo de acordo com a necessidade dela. A solução era essa, por enquanto não tem muito o que inventar. Assim como a loja de aplicativo que surgiu primeiro no Ubuntu e como o sistema novo de arquivos do macOS surgiu anos atrás no Solaris da Sun (claro, todos devidamente atualizados e integrados ao ecossistema e necessidades da Apple). Indicar isso não é demérito da Apple, soluções são sempre bem vindas, de qualquer lado. O problema é mesmo o modo como a mídia cobre as coisas.

    1. Eu tenho a impressão que as cópias agradam muito os consumidores que querem um aparelho com aparência de iPhone, mesmo que esse entalhe seja de gosto duvidoso, o fato de parecer um produto Apple parece já atrair a atenção das pessoas.

      Meu antigo Redmi 3S tinha a traseira praticamente igual ao iPhone 6, e não foram poucas as pessoas que perguntaram “quanto foi o seu iPhone” ou diziam “o seu iPhone é tão bonito” kkkkkkkk

      1. Sim, só que isso são para os leigos, que devem ser a maioria. Pra mim o redmi 3s não é parecido com o iPhone 6

        1. Eu tbm não acho, tanto que eu fazia questão de dizer que aquele era um aparelho bem mais barato kkkkk
          Mas eu acho que é justamente essa a questão, os leigos são maioria e as fabricantes fazem aparelhos para essa grande massa do público, que se impressiona facilmente com o número de megapixels, com o tamanho da tela e etc.
          Por isso acredito que embora o notch da Asus esteja sendo criticado pela mídia, e por quem gosta de tecnologia, ele talvez possa fazer sucesso com o grande público que associa a Apple como sinônimo de qualidade, e pensam “se tá copiando o iPhone deve ser bom”.

      1. Ah cara, eu até que entendo (em partes). Acho que boa parte da galera que ama tecnologia, gosta de ver produtos com identidade própria

      2. Acho que é pelo fato da ASUS, além de ter copiado na caruda o iPhone X, copiou o que ele tinha de pior. Se pelo menos tivesse acrescentado algo que agregasse positivamente ao produto ou “se inspirado” em um design mais funcional como o do S8 (IMHO), o hate seria menor com certeza.

        E na boa, ser humano nenhum vai conseguir me convencer que tacar um chifre na tela do smartphone agrega algo positivo nele.

          1. Se formos nessa levada, não sobraria muito do que escrever, já que boa parte do que acontece, especialmente em tecnologia, é perfeitamente ignorável para a maioria esmagadora das pessoas.

          2. É que parece perda de tempo.. O produto tem lá algo que me desagrada, posso ficar xingando asus lixo odeio vocês, tomara que quebrem etc. ou posso seguir com a vida e eliminar esses produtos de uma eventual lista de compras.

  5. Oscar domingo: dentre todos os indicados a qualquer coisa, quais foram seus filmes favoritos dessa última leva?

    1. um dos q eu não esperava nada e me surpreendeu muito mesmo foi ‘loving vincent’. qdo vi como essa animação foi feita então… achei incrível.

      dos q eu vi: ‘blade runner 2049’, ‘get out’, ‘dunkirk’ são ótimo filmes. falta ver muita coisa… pq tb vi bem menos filmes novos esse ano.

      1. Achei Dunkirk maravilhoso, que bom que vi numa sala de cinema. Não seria a mesma coisa na telinha de casa

          1. Dadas as minhas últimas experiências no cinema (gente inconveniente mexendo no celular, falando alto, levando sacos gigantes e barulhentos de salgadinho), tenho achado mais negócio ver em casa mesmo. O que é uma pena, porque a experiência do cinema, quando mais próxima do ideal, é inigualável.

            Vi Dunkirk em casa, alugado por streaming. Custou meia entrada de uma sessão de cinema — e a pipoca e a bebida, muito mais em conta :)

          2. alguns filmes merece especialmente ser vistos no cinema, Dunkirk é um deles. O som foi cuidadosamente feito, coisa que quando eu fui ver em casa nem consegui passar dos minutos iniciais pois o som de casa era pifio e sem ele em alta qualidade estragava COMPLETAMENTE a experiencia, juro.

          3. foi o primeiro filme que consegui realmente sentir a presença do som para além das músicas
            abriu meus ouvidos para os outros filmes que assistirei

          4. ‘o filho de saul’ foi o q mais me impressionou em termos de som. a temática é próximas, mas se passa num campo de concentração e a história é terrível. totalmente terrível… sem espaço para heroísmo.

          5. tem q ir em cinema em q vá mais adultos q gostam de filmes, aí isso para. mas geralmente isso se dá em filmes q não são blockbuster e salas q não essas tipo cinemark e tals. foi assim q encontrei paz no cinema… além, claro, das salas de cinema de centros culturais da sua cidade. lá não tem essas maldições.

          6. primeiras sessões no fim de semana mesmo já é bem melhor q aquelas do fim da tarde e noite. são quase sempre vazias, com muitos aposentado (eles se comportam) e sem aquela juventude q levará o país à frente. recomendo.

          7. dos jovens eu só esperava q eles crescessem (em termos de amadurecimento e não de altura), mas, pô, nem isso fazem mais. que dureza… senta, come a pipoca, namora, mas fica quietinho, filhote. não estraga o barato dos outros… mas não: isso é muito complicado para um jovem entender e cumprir. lastimável…

          8. ah, acho que nesse filme os 15 reais a mais fazem diferença (considerando preço do ingresso e água, pipoca é dispensável)

          9. costuma voltar coisa nos cinemas daí?só lembro de uma ação do cinemark exibindo kubrick anos atrás

          10. sim, especialmente no cinesesc e no circuito mais de arte (espaço itaú e congêneres).

        1. tentei rever em casa, nao consegui passar dos minutos especiais. No cinema, no primeir momento que tem um tiro, era estrondoso, ate me assustei. Já em casa, como nao tenho sequer um sistema de som bom, foi horrivel, fechei o filme na hora, não deu pra continuar.

    2. Faz anos que não tenho paciência pra ver filme.

      Dos oscarizados eu recomendo The Square (Suécia), o Destino de uma nação e o Corra!.

  6. Tenho uma dúvida acerca de jornalismo: o que se convencionou a chamar de fanfic também se enquadra dentro do que se convencionou a chamar de fake-news ou são coisas diferentes?

  7. caros, compartilho a minha experiência com o nubank. o cartão funciona tão bem q cancelei o meu cartão q já tinha há uns 15 anos. o nubank era pra ser o meu cartão de emergência caso algo desse errado com o primeiro, mas o controle q tenho é tão grande q o cartão principal se tornou desnecessário – um unicard. se essa empresa continuar cuidando direitinho do app e o aperfeiçoá-lo, acho q a coisa pode ficar ainda mais interessante. com o nubank estou, finalmente, conseguindo gastar menos, o q é um feito inesperado.

    1. Agora eles têm um produto novo, a NuConta. Não li direito ainda os pormenores, mas pelo que entendi, trata-se de uma conta corrente. Bem interessante.

      1. tb estou de olho, mas acho q vou continuar com a minha conta. tenho algumas vantagens nela como não pagar tarifa e por serviços. como não tem custo algum, mesmo sendo ruim, tá ok. o cartão de crédito tb não tinha tarifa, mas era tão ruim q não teve jeito. se o nubank fizer uma tarifa razoável por um bom pacote de serviços, vai compensar, pq os bancos brasileiros, apesar de terem trilhões, não investem em seus apps e serviços de atendimento. o q é explicável, já q não têm concorrência. agora a coisa parece mudar. pra eu não cancelar o cartão unicard, me ofereceram um cartão sem anuidade para pessoas muito ricas (coisa q eu não sou mesmo). nem assim interessou. acho q nem o nubank sabe q está com essa bola toda.

          1. é q não tenho conta nesse banco e a pouca experiência q tive com ele foi ruim

          2. Isso é verdade pra todos os bancos.

            Minha experiência com todos os bancos foi ruim. Péssima.

            Minha experiência com o NuBank foi terrível também (experimente atrasar uma fatura e precisar do atendimento deles).

            Fiquei com o BB porque me deram desconto nas tarifas e sem taxa de manutenção e porque essa conta eu tenho desde 2006 quando comecei a trabalhar, coisa de hábito velho mesmo.

          3. ah, lembrei… acho q fui consultar abertura de conta jurídica e pleitear um cartão bndes… foi frustrante. acabei parando bradesco. mas qdo eles viram q eu era um pobretão me deram o mesmo tratamento do bb. serviços são bons até vc precisar demais deles ou sair um pouquinho do planejado. eu tive um problema recente com o nubank, toda hora eles ativam bloqueios mesmo fazendo compras nos mesmos lugares. alegam, roboticamente, tratar-se de segurança, qdo é só vacilo mesmo… nada é perfeito.

          4. Eu tinha uma fatura muito baixa (R$20) e me esqueci completamente de pagar. Quando eu vi, tinha duas faturas (R$38) para pagar só que eu não conseguia pagar a primeira (por causa do vencimento) e tive que ligar pra lá.

            Foi uma das 3 piores experiências com atendimento que eu tive (só perdeu pra Oi e GVT) e eu acabei cancelando o cartão depois de 4 meses de uso (e paguei ~R$200 ao todo) porque assim eu conseguia gerar um boleto com toda a minha dívida.

            Pra mim que não gosto de cartão de crédito foi uma mão na roda. Só sinto falta dele quando quero um Uber.

          5. quero tentar me livrar dessa dependência do cartão de crédito e, por sorte, o nubank acabou ajudando. nem imaginava q ia conseguir um, na verdade… a minha esposa tentou depois, mesmo recomendação minha e não conseguiu.

            o atendimento q eu tive foi por chat no nubank e acho q foi só por isso q não me aborreci tanto. eu sei q tem aí um frisson exagerado por causa desse cartão e dessa marca. mas, sei lá, é tudo tão zoado por aqui q qdo aparece algo um pouco melhor o pessoal pira.

          6. Minha preferência pelo nubank se dece as informações em tempo real. Estive na Coréia recentemente e lá não se usa senha, você insere o cartão e já tá pago. Mas em valores mais altos a compra era recusada, se fosse um cartão normal não saberia porque, mas no nubank eu recebia a notificação de que houve problema na transmissão da senha (que não tinha sido transmitida de qq forma) e aí acabava pagando em dinheiro. Mas continuava usando o cartão e não precisava ficar em 0800 a cobrar internacional da vida pra saber o que tava rolando com o cartão. Fiz um atendimento via chat e fui prontamente atendido.

  8. jovem q escreveu sobre o youtube, respondo aqui mesmo depois de vc ter apagado:

    estou justamente escrevendo sobre isso, mais especificamente, sobre o youtube kids e o youtube acessado por crianças. tem uma professora, a ivana bentes, q há uns dez anos, disse, lá no começo do youtube, q ele era o esgoto da internet. não havia face ainda… e talvez ela tenha acertado. mas tem muita coisa boa tb, né? não sei se o q pior da tb migrou para o youtube, acho q a nossa cultura de produção de vídeo vem dessa escola informal chamada tv brasileira (e nela vc pode incluir tudo de bom e todo o lixo). mas veja: até o lixo, o q consideramos lixo, é feito por bons profissionais na parte técnica. o programa ‘pânico’, q considero abjeto, tem bons profissionais envolvidos. a alienação pode vir de várias formas… até na alta literatura a depender do vc lê… agora o alerta q vc dá importante: o ‘em alta’ é o algoritmo trabalhando e veja q algoritmo anti ético é esse. é algo ultrajante e q não deveríamos aceitar, mas a grana fala mais alto… infelizmente.

    1. Eu não apaguei, apenas dei uma editada kkkk, não tá aparecendo aí pra vc?
      Concordo com o vc, e pelo que tenho visto, esse não é um problema só no Brasil. O que é mais assistido no YT EUA também é muito lixo, vide aquele cara com a polêmica da floresta de suicídios, só fez ganhar mais inscritos e sofreu uma punição muito leve da Google. Por muito menos o YouTube exclui vídeos e canais menores. A impressão que fica é que os canais maiores tão se tornando uma elite dentro da plataforma, e que nem a própria Google ousa tocar neles.

      Tem muita coisa boa no YouTube? Claro que tem, mas sinto que a mediocridade tá sendo muito mais estimulada do que vídeos que possam nos ajudar a entender as coisas de uma forma melhor.

      1. mas aí é o youtube copiando o modelo da tv e vc pode ter certeza q tem muita gente da tv trabalhando no youtube como executivo. vendo o chefão do youtube falar no canal do casey neistat sobre o logan paul (um desconhecido pra mim até então) foi algo próximo do patético. além do cara não transmitir muita força, tergiversou pra caralho… elites se formam naturalmente, especialmente elites endinheiradas escoradas nos valores ocidentais de beleza, sucesso e padrão de consumo (o próprio neistat e suas viagens despropositadas em primeira classe num misto de molecagem e propaganda). o lado grotesco do youtuber tem o seu público e seu apelo. acho q eu e vc já demos alguma pelota às várias formas possíveis de grotesco no entretenimento em algum momento da vida pq o grotesco tb tem a sua força atrativa. até aí acho natural esse interesse, mas ele tá ganhando proporções bizarras e é esse o novo problema e não propriamente o conteúdo q já conhecemos desde q a televisão foi ficando mais soltinha…

          1. dá uma olhada nessa publicação, ‘o império do grotesco’, de muniz sodré e raquel paiva, lançada em 2002. tente deixar de lado o esquerdismo dos autores caso vc tenha outras ideologias, mas veja se não parece q eles estão falando do agora. eles falam do grotesco na televisão, mas serve para a tv de hj e para a… internet.

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          2. Muito bom o texto, e de fato bem atual, mudou-se a plataforma mas a espetacularização do grotesco só aumenta.
            Não sei se você já assistiu, mas tem um filme dos anos 70 chamado “Rede de Intrigas” que trata dessa relação de como o grotesco consegue atrair a audiências, e os interesses por trás disso.

  9. Antigamente diziam que a TV “emburrecia e alienava” a população, o que em parte é verdade, mas hoje percebo que as emissoras só davam aquilo que o povo gosta de assistir. E também percebo que o que havia de pior na TV migrou para o YouTube. Sensacionalismo, manipulação de notícia, discurso de ódio travestido de “opinião” e por aí vai, principalmente na categoria “em alta” onde estão os vídeos mais assistidos e comentados!
    Tem tanto lixo fazendo sucesso, que encontrar um canal com um mínimo de qualidade tá se tornando cada vez mais dificil, e pior, são esses canais que mais sofrem com os censores e falta de monetização.
    Muito tem se discutido sobre o ambiente tóxico que o Facebook se tornou, mas não vejo o YouTube muito atrás nisso, e até já me questiono se as fake news não sejam mais influentes lá do que no Facebook.
    Enfim, é só um desabafo mesmo de alguém que tem vontade de vomitar quando vê que os vídeos mais assistidos são coisas como: “desafio daquilo”, “trollei fulano de tal” “meu político de estimação HUMILHA jornalista que o questionou” e etc.

  10. Estou pensando em fazer uma central de mídia, aí fiquei pensando, o que é melhor: um raspberry pi ou configuro um roteador? e pq?

    1. faz tempo que penso em fazer algo assim. até cogitei comprar um “Android TV Box”.
      Só preciso de algo que fique baixando o que eu quero e consuma pouca energia.

    2. tenho um hd ligado ao meu note e qdo quero ver algum filme uso o plex via chromecast. nem tudo funciona bem, mas quebra o galho. eu queria q o hd ficasse ligado direto no roteador, mas como mudei o firmware dele para um dd-wrt isso não foi mais possível.

    3. Compre um Pi2 ou Pi3 pra fazer isso. O 1 não dá mais conta do recado.

      É relativamente simples de configurar tudo. O roteador vai ter a vantagem de estar ligado em algo que já fica ligado o tempo todo e a desvantagem de ter que configurar a rede em tudo (e caso precise, ter um “servidor” para gerenciar).

    4. Já pensou em comprar um Mini PC? É bem mais completo, você poderá executar qualquer tipo de arquivo (de vídeos a tabelas no excel, ou mesmo ler PDFs e abrir um arquivo do Word ao mesmo tempo).

      Terá acesso a qualquer canal de streaming e tudo sem fio (se vc quiser).

  11. Tô esperando faz um tempão pra assistir Sociedade Hacker e assinar o Amazon Prime, mas assim não ajuda.
    Netflix vai liberar várias séries e filmes que tenho interesse nesse mês e no seguinte (maioria séries originais), uma hora vai acabar no esquecimento e nem vou mais assinar isso.
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    Que seja pirateada eternamente e não lucrem nada, assim eu espero.

          1. Acho que só baixei o app ‘-‘
            Não lembro se pediu login, mas acho que loguei com a minha conta da Amazon (sem assinatura).

    1. poxa… a tradução errou feio no espírito da série: fsociety é um foda-se para as sociedades e os caras me lançam um ‘sociedade hacker’. tem q piratear só por causa desse vacilo.

      1. Coisas do marketing, provavelmente, o cara deve ter olhado o nome original e pensou “ninguém vai se ligar do que é” e mandou colocarem isso pra dar o tom da série logo no título e conseguir chamar atenção da tia Cotinha que mora em São José dos Campos logo de cara. É assim que nasceu “A Química do Mal”, por exemplo.

        Ou de algum diretor de dublagem que acha que traduzir é barbada. Dificilmente um tradutor profissional faria isso, mas, ao contrário do que a maioria pensa, ele não tem palavra nenhuma na hora de traduzir algo, principalmente nomes.

        1. esse aí o cara mandou muito mal… se fosse por falta de opção como ‘hurtlocker’ q virou, eu acho, ‘guerra ao terror’, ok… mas falta inspiração ao pessoal de um modo geral. deveriam contratar vc.

          1. Não é nem questão de contratar X ou Y, a questão é que o cara do marketing acha que se tu colocar “Senhor Robô” ou deixar o nome original como nome da série no Brasil o pessoal não vai associar diretamente com algo relacionado à tecnologia (ou não vai associar ao sucesso internacional da série), então ele mantém o nome original e coloca um subtítulo pra deixar claro a intenção da série ou do filme.

            O tradutor é o menos culpado nesses casos.

            A Netflix sofre disso com legendas, uma vez que eles não tem revisor (quem traduz faz a revisão junto) e acaba que erros clássicos como chamar “dog tag” [1] de “placa de cachorro” se perpetuam por capítulos inteiros até alguém arrumar.

            ~~

            [1] Esse é um ótimo exemplo porque vira e mexe aparece errado. Tinha um jogo, Gabriel Knight, que tinha uma hora que eu tinha que pegar a placa de identificação do soldado, a tal dog tag, mas tinham traduzido literalmente como “placa doe cachorro” e eu fiquei quase 2 dias procurando o tal cachorro no cenário (era pré internet com acesso livre e eu tinha quase zero conhecimento de inglês na época).

          2. hahaha, ótimo!

            é verdade, eu me esqueço completamente q por trás dessas ‘grandes’ decisões estão equipes de marketing muito empenhadas em entregar o ‘melhor’ aos clientes…
            só desconfio q não é muito eficiente se orientar por esses subtítulos. será q as pessoas realmente se orientam por isso e não pelas sinopses q, me parecem, tem mais espaço pra pessoa entender o q se passa?

          3. Ah, vai saber. Tem que levar em conta que esses diretores estão, muitas vezes, desde os anos 70 na emissora e não vão se modernizar tão facilmente, ainda mais quando eles já tem um nome e uma série de sucessos na carreira.

            Eu, particularmente, acho que hoje em dia dificilmente se vai atrás de algo sem saber o que é, a maior parte das pessoas que eu conheço (o que não é muito válido) se guia muito mais indicações do que por títulos ou sinopses. É o caso da “Casa de Papel” que todo mundo vem me perguntar se é bom/se eu já vi. Stranger Things, Black e House of Cards foram todas séries que ganharam corpo na base das indicações do que por meio de bons títulos traduzidos ou/e com um subtítulo explicando a série.

          4. Stranger Things é um caso que eu adoraria ver como o pessoal do marketing traduziria.

            No SBT sairia, é claro, com o já clássico “Parada sinistra”. Mas gosto mais do “Bagulho sinistro”.

          5. afetaria a sólida credibilidade do sbt e poderia fazer parecer q o silvio santos não tem consciência do q se passa no mundo real.

            e, a propósito, satisfeito por ele ter q pagar uma multa de 50 milhões por operações ilegais passadas com o seu banco. não é nem um arranhão na fortuna conquistada com muita exploração da miséria, mas já é algo coisa.

          6. Não é sério não. É um chute meu. Mas não duvido que não fosse algo perto disso. Ainda mais no SBT/Record.

          7. bom… sbt e record, de fato, são mundialmente conhecidas pelas suas más decisões (e programas ruins). não seria surpresa uma ‘coisa estranha’ como esta acontecer.

          8. hahaha. não estou bem lembrado disso, mas, puta merda! por quê!? POR QUÊ!?
            só pode ser zoeira a sério da record.

    2. Mas Mr Robot não é da Amazon, deve ter contrato para liberar o streaming apenas quando sai a nova temporada. Teoricamente o único modo de poder ver a série por streaming é pelo USA Live (que só funciona nos EUA) ou pelo HULU (que só funciona nos EUA também).

      Netflix também é assim para séries que não são dela. É questão contratual.

      E sim, normalmente piratear é muito mais simples, ainda mais com o Tempo de Pipoca por aí.

      Recomendo Amazon só pra quem quer ver Seinfeld, Parks and Recreation e The Office (USA) ou gosta de Lore e American Gods, que são as originais deles que valem mais a pena. De resto, são tão ruins quanto a Netflix, com a diferença que são mais novos e ainda não tem tanto lixo nas produções próprias (esses dias entrei na conta da minha mãe na Netflix e até achar alguma coisa que preste eu passei por umas 10 camadas de produções deles e por uns 10 filmes do Adam Sandler).

      1. Eu achava que fosse deles, perdão pelo vacilo Amazon kkkk (mas agora mesmo que eu não assino).

        Eu não pirateio porque não sei como fazer no iOS pra baixar um torrent e assistir legendado… Tentei, não consegui, desisti.

        Cara, eu gosto da maioria das séries “originais do Netflix” (coloquei entre aspas porque já teve série que achava que fosse deles por ter visto o logozin na capa em algum lugar e presumir errado kk), mesmo as que dizem ser ruim haha

        Por exemplo The Good Place (é deles, não?), ouvi um digital influencer falar que não gostou da série, assisti e gostei bastante.

        1. Segundo a Wikipédia The Good Place (com a Kristen Bell) é da NBC.

          Tem coisas boas, mas, a imensa maioria é descartável mesmo como entretenimento. Filmes idem.

          No macOS é só baixar o Tempo de Pipoca e fazer streaming via torrent da pirataria. Ou então baixar torrent (transmission) e usar o Plex pra indexar + pegar capas/posters + legendas (ele faz automático isso tudo).

          1. o popcorn time é cofiavel? existe alguma versão dele que não vá minerar bitcoin ou sequestrar meu PC? ahahah

  12. Tô esperando faz um tempão pra assistir Sociedade Hacker e assinar o Amazon Prime, mas assim não ajuda.
    Netflix vai liberar várias séries e filmes que tenho interesse nesse mês e no seguinte (maioria séries originais), uma hora vai acabar no esquecimento e nem vou mais assinar isso.

    Que seja pirateada eternamente e não lucrem nada, assim espero eu.

  13. É sexta! Se você pudesse tornar a vida de um desconhecido muito melhor, com um pequeno gesto, você me daria um convite pro TIM BETA?!

    1. eu tenho tim beta e nubank. mas não vou me esforçar por essas empresas pra elas ficarem ainda mais poderosas, lamento.

    2. O TIM Beta vale tanto a pena assim? Eu sei que o plano é interessante, mas na época em que tentei ver qualquer coisa sobre ele, parece que havia a necessidade de uma conta ativa no Facebook, o que eu não tenho (e nem quero ter). Mas fico pensando porque eu hoje assino um plano controle da vivo e uso um pré pago da TIM, mas passo tanta raiva com a qualidade de sinal que nunca me empolguei muito com o Beta.

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