Post livre #111


26/1/18 às 8h25

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106 comentários

  1. Antes do PL desse FDS encerrar, deixo a recomendação desse texto:

    Federer as a religious exp. do DFW. Já tem 12 anos, muita coisa rolou, mas hoje novamente a história do tennis masculino foi reescrita e esse texto sempre volta a tona por conseguir traduzir em palavras a emoção de ver um dos mais notáveis atletas individuais de nosso tempo (queria achar textos similares para outros esportes)
    http://www.nytimes.com/2006/08/20/sports/playmagazine/20federer.html

  2. Alguém recomenda um bom aparelho de celular (equivalente ao s7 ou s6 da samsung em termos de performance) q não tenha essa carcaça de metal? Estou com alguma alergia a algum componente presente nessa estrutura.

    1. Uma capinha de plástico ou silicone não resolve? Não uso, mas tenho uma para o iPhone 6s que é de polipropileno (um tipo de plástico), super fina (0,5 mm) e leve. É tão discreta que, nos dois meses em que a usei, muita gente nem notava que o celular estava com capinha.

      1. as capinhas não tem ajudado. troquei várias vezes e nada. pode ser q o contato da capinha com o celular tb tenha lá alguma influência…

      2. antei lendo q o silicone é mais neutro, mas o difícil é achar algo q seja verdadeiramente de silicone.

    2. Acho que esses da china tem specs top sem materialidade top. Mas aí é aquela coisa de não ter suporte local

      1. pois é… vc sabe se a motorola ou sony usam metal nas estruturas dos celulares?

  3. Tô em casa de molho, de licença médica, e acabei me deparando com uns vídeos estranhos do Felipe Neto. Estanho no sentido do cara estar rodeado de crianças em sua mansão. Entendo q deve ter muita crianças q gostam dos vídeos dele, q não são para crianças… Enfim, mas em um desses vídeos o tema era o seguinte: “Felipe Neto reage a vídeo de crianças reagindo a vídeos do Felipe Neto”. Os comentários q o Felipe Neto faz são estranhos, no sentido de q há interesse demasiado nas crianças. Fiquei cabreiro e vi mais vídeos onde havia muitas crianças na casa dele (acompanhadas dos pais), mas a situação era bizarra. Não havia um pretexto que fizesse sentido daquelas crianças estarem lá. O cara, antes, fazia vídeos justamente com esse mote: “não faz sentido”. Enfim, achei tudo muito bizarro a ponto de me lembrar do Michael Jackson e de sua condição q envolveu abuso de menores ao viver numa condição de peter pan. Dizer q “essa outra aqui é mais adultinha. eu já saquei q essa menina é mais adultinha; ela usa um lenço no pescoço; ela tem uma pegada mais adulta. ela é aquela menina de, sei lá quantos anos; ela tem, oito?, sete?, mas que na verdade tem tipo uns 16” e “ai meu deus, tô apaixonado por essa menina”., cara, é MUITO bizarro para um marmanjo dizer. Isto, sinceramente, tende a não acabar bem…

    Noutro trecho, uma das crianças canta ‘qdo ela bate com a bunda no chão’ vendo uma mulher dançando de forma sensual no vídeo em companhia dos irmãos neto. a garotinha memetiza o cantar sensual da música… que NÃO É PARA CRIANÇA. Se os pais deixam a criançada ver esse tipo de conteúdo, estamos diante de pais bem irresponsáveis. Me sinto até meio careta falando isso, mas jamais deixaria alguma criança sob minha responsabilidade ver essas coisas.

    1. Você está vendo coisas onde não tem. Está procurando pretextos. Todos os apresentadores e criadores de conteúdo que possuem algo mais voltado para público jovem/infantil falam assim. Não há malícia. Não há maldade. Nunca houve.
      O que há é puro oportunismo, e nisso tiro chapéu. Ele tá ganhando horrores de dinheiro, e lançar o app foi uma jogada digna de cheque mate.

      1. Maicon, a linha fica muito ténue nesse caso e vc há de convir q determinados conteúdos não cabem, especialmente sem a intermediação de um adulto, às crianças. Veja a celeuma daquela apresentação no MAM q mesmo com a presença dos pais foi altamente questionada (inclusive pelo Felipe Neto, diga-se). A interpretação do funk ‘Olha a explosão’, do Mc Kevinho) exibido no vídeo e assistido pelas crianças interpeladas no vídeo se refere, claramente, a questões sexuais nem um pouco indicada para crianças de 7, 8 anos…

        Se todos os apresentadores (sei q vc está generalizando) fazem isto é ainda mais temerário! Uma pessoa que noto, e q é campeã das redes sociais, e que direciona seu conteúdo tb para crianças, é a Anitta (veja show “As poderosinhas”) q, em breve, terá inclusive animação para crianças. Amigo, Anitta não é para crianças, não tem como associar seu trabalho ao universo infantil… E mesmo q passe por uma grande transformação vai ser impossível dissociar a Anitta sensual da Anitta infantilizada. Se ela e youtubers direcionam conteúdos não infantis às crianças isto indica apenas falta de escrúpulos.

        Vc pode achar, claro, q não tem nada demais um comentário deste, mas veja q o ambiente da mansão dos Neto não é indicado para crianças. Pode ser indicado para as maiores loucuras do cosmos – mas só para adultos. E, ainda assim, sabemos q adultos arranjos problemas: veja série de denúncias de assédio sexual na indústria cultural.

        No mesmo vídeo, o Felipe Neto tece comentários em relação às crianças fazendo uma caricatura do que pra ele viria a ser um comportamento gay. Cara, que confusão! A gente sabe no q esse tipo de caricatura leva: homofobia.

        Noutro Post Livre chegamos a discutir a sexualização das crianças da série ‘Stranger Things” e como isso era danoso àquelas crianças. Editoriais de moda indicavam a protagonista como sexy e ela tem 12 ou 14 anos…

        Este vídeo, sinceramente, me deixou atônito. Eu sabia q ele era um sucesso retumbante, mas não entre crianças!

        1. Me lembrei dessa thread no Reddit: https://goo.gl/KTqjw6

          Sim, é preocupante. Existem limites que devem ser mantidos e ninguém, por ora, está discutindo isso (provavelmente porque estão mais ocupados fechando exposições de arte e caminhando nas ruas do país de camiseta amarela).

          1. Outro dia estava conversando com a esposa sobre programas q víamos na infância. A esposa tem dois anos a mais q eu eu disse pra ela q não tinha nenhuma lembrança relevante do Chacrinha. Ela disse q se lembrava vagamente. Pois fomos assistir e, amigo, aquilo era um cabaré q entretinha nossos pais, avós e a criançada da época. O Chacrinha mandava recadinhos diversos para as crianças enqto as imagens se alternavam com mulheres (as chacretes) fazendo danças sensuais. Não era conteúdo pra criança. Querendo ou não a TV foi sendo regulada e “melhorando” as coisas com o tempo. A isso deram o nome de politicamente correto, mas ainda falta muito pra televisão ser correta nesse sentido e agora tb é tarde demais, pq os filtros para kids nas plataformas digitais se mostraram falhos e, claro, atrapalham os negócios (filtros implicam em menos visualizações). A gente ter sido educado nessa cultura de cabaré, de atriz do ramo dos filmes da pornochanchada virar a rainha dos baixinhos… poderia ter deixado a gente mais esperto, mas não.

          2. te escrevi antes de ver a discussão e é justamente sobre os algoritmos do youtube a grita dos caras. e tá corretíssimo. o negócio tá muito zoado, cara! temos promotores públicos pra dar um jeito nisso, mas os caras ou não sabem o q acontece em volta deles ou não estão interessados nesse tipo de coisas por acharem q cercear isso é ser politicamente correto mesmo q o ECA, o qual eles deveriam ter como referência, diga o contrário. daí, eles acham, é melhor seguir os passos do constantino ou do olavão…

          3. os caras dessa thread até sabem e reconhecem o problema, mas não sabem como resolver e já descambam para o “pedófilo nem gente é kkkk”. sem a compreensão do problema como um todo e usando as ferramentas do próprio youtube a coisa não sai do lugar. o youtube tem q ser forçado a tirar esse conteúdo do ar assim como o faz para remover conteúdo de violação de direito autoral. eles se empenham em melhorar isso, mas por q violação de direitos não é um problema pra eles? ora, não tem pressão econômica e nem legal em cima disso. aí fica cada vez pior.

      2. Tem problema sim. Não é porque “todos fazem” que deixa de ser problemático.

        E o oportunismo também é um problema grave quando se trata de crianças, o que mais tem, inclusive, é discussão sobre marketing para crianças.

      3. Se a única medida de sucesso é “ganhar horrores de dinheiro”, aí ok, acho que concordamos que o cara é esperto. Mas aí também estaríamos dando um passo (bem largo) rumo à beira do abismo.

        1. Desculpe a sinceridade, mas já estamos na beira abismo faz uns 600 anos. E mesmo sendo otimista, sei que a evolução não acontecerá agora, só depois de cairmos do abismo, e isso vai demorar. Ouso dizer que, como sociedade, não estamos dando certo como deveria ser

    2. Criança não tem muito critério acerca do que a entretém. Coisas chamativas, coloridas, espalhafatosas ganham a atenção delas, que parece ser muito suscetível a estímulos sensoriais (especialmente a visão).

      E não é à toa que, não só o Felipe Neto, mas um monte de oportunistas do YouTube se aproveitem desse público frágil para faturar um dinheiro fácil — vide a fábrica de animações produzidas por robôs usando termos e personagens infantis, problema denunciado em novembro de 2017 por James Bridle, o que gerou uma reação (enfim) do Google para tentar combatê-lo: https://medium.com/@jamesbridle/something-is-wrong-on-the-internet-c39c471271d2

      Os excessos nas perfomances dos vídeos do Felipe Neto (depois do seu comentário, vi alguns vídeos; o cara está alucinado), o cabelo colorido e até as miniaturas dos vídeos se encaixam nesse padrão. Eu também não deixaria criança alguma sob minha responsabilidade acompanhar o canal dele.

    3. Lendo seu texto percebo que não estou muito preparado para lidar com a educação virtual de um futuro filho meu, mesmo eu usando a internet desde os 11 anos, por aí.

      1. acho q ninguém está muito preparado, mas existe a medida do razoável, né? esses vídeos do felipe neto extrapolam essas medidas e, sinceramente, vejo os comentários dele com grande preocupação.

        eu uso a internet há um bom tempo tb e nem por isso não caio em armadilhas. mas esse tipo de situação já se deu sem a internet. a televisão já não era o melhor das influências, mas ela foi e vem sendo regulada pelo governo. e canais educativos surgiram, como a tv cultura em sp.

        esse vídeos no youtube beiram o incontrolável, mas deveriam, sim, ter a atenção das autoridades. é pra isso q o ECA serve e o Marco Civil da internet talvez possa ajudar tb.

  4. Vocês acompanham sobre tecnologia na ~grande mídia~? Refiro-me aos jornais tradicionais brasileiros ou do estado em que você more e também grandes portais. Há algum caderno ou colunista que acham que se destaca?

    1. A Folha vira e mexe publica algo interessante (muita coisa traduzida, diga-se) e tem o Ronaldo Lemos q, apesar de algumas coisas questionáveis q ele diz, é uma cabeça pensante da área. Tê-lo como colunista é uma boa para um jornal q tem muitos colunistas e pouca qualidade nessa quantidade. Estadão tem o Link q, eu acho, já foi mais relevante antes da imprensa independente e agora ou está junto dessa imprensa ou corre atrás dela. A info exame acabou e tinha coisas interessantes e era da Abril.

      1. Li muito a INFO na época impressa (e lia mais uma boa quantidade de revistas como PC&CIA) nessa mesma época. Sinto falta. Hoje em dia é tudo empacotado mais ou menos igual. Se eu vejo uma matéria no Tecnoblog eu não tenho porque ler novamente em outro lugar porque a visão é a mesma (imparcialidade parcial) e a linguagem também é a mesma.

        Eu não assino nada da grande mídia mas seguido leio coisas de locais variados como Folha, Globo e UOL porque chegam em mim via Twitter ou Telegram/Whatsapp.

        1. Acho q a Info foi uma das grandes responsáveis por educar toda uma geração no q se refere ao sentido q os computadores estavam ganhando no mundo e, consequentemente, num país zoado como o nosso, q teve governantes tomando as piores decisões. Queria até, um dia desses, saber como foi a recepção desse assunto no governo Collor e nos primeiros anos do FHC, se eles deram ou tiraram incentivos do setor.

          Grande mídia tem motivos pra ser grande e por conta disso consegue emplacar coisas boas, mas mais raramente. Nesse sentido, e pelo q eu noto, a Gazeta do Povo foi muito esperta em contratar o Ghedin. Se em cada grande jornal tivesse um cara no mesmo estilo do Ghedin eu acho essas editorias seriam mais relevantes pra quem acompanha mais de perto a área.

          1. INFO foi o que me educou nos passos intermediários. Aprendi BASIC e COBOL com o meu pai – programador da era Cobra Sistemas – e depois disso a INFO me informou sobre o mundo por muito tempo.

            Na época de segundo grau (final dos anos 90) eu estudava no centro de Gravataí e usava uma banca que tinha na subida da minha escola para conseguir revistas em inglês. Pagava caro (R$5, uma fortuna na época) e conseguia revistas com 45/60 dias de atraso. Muito dicionário pra entender as matérias da época hahaha

            Depois disso o meu pai teve tabacaria e eu consumia as revistas de informática dos anos 2000 assim (pegava com ela 1 de cada e devolvia depois de uma semana) nessa época eu consegui filtrar as mais técnicas das mais gerais (até porque eu trabalhava em casa dando suporte e manutenção de computadores) então eu conheci a PC&Cia e outras mais voltadas pra área técnica mesmo (com matérias sobre como construir uma bancada de trabalho, por exemplo).

            A grade mídia tem o seu papel e, muitas vezes, consegue ter opiniões mais distintas da mídia mais independente (por incrível que pareçam, cada vez mais temos opiniões pasteurizadas sobre tecnologia como “tábua de salvação” nesses veículos) através dos colunistas. Mas pouca coisa se salva, via de regra.

            A Gazeta do Povo jamais terá meu acesso. Respeito muito o Ghedin e acessarei sempre que o Paywall deixar o MdU, mesmo sendo o chato nos comentários, mas a Gazeta não tem como, ideologicamente me recuso a acessar ou pagar assinatura pra eles.

          2. antes da internet e a informática florescerem por aqui eu tinha uma relação muito forte com as bancas de jornal (já tinha desde criança, na verdade, atrás de revistas de games, figurinhas para álbuns e outras quinquilharias colecionáveis). era algo similar às locadoras de vídeo. cheguei a fazer estágio numa empresa pública qdo era bem mais jovem e tinha uma banca de jornal lá dentro! era o maior freguês deles. infelizmente já não vejo muito motivo pra entrar numa banca hj e as locadoras desapareceram todas. a única revista q tenho comprado é a 451, mas só de pensar em vê-las acumulando com o tempo, já me aborreço.

            boa estratégia a sua para ler as revistas! qdo se é jovem é necessário desenvolver uma artimanhas. especialmente qdo a grana é curta ou seus pais não veem sentido nos seus interesses (me encaixava nesses dois casos). devia ter feito o mesmo q vc para as revistas estrangeiras… estudei inglês desde os sete anos e acabou q não tinha muito o q ler em inglês fora o q tinha no curso na época e por isso passei um intervalo longe do idioma. mesmo morando em sp, no meu bairro as revistas gringas não chegavam…

            então seguimos caminho parecidos. tb me eduquei com revistas, menos a pc&cia. essa não cheguei a ler. não fui para esse lado tão técnico. eu gostava de ciência e informática, mas não a ponto de q querer me embrenhar nessas coisas. o interesse veio só depois, qdo fui fazer um curso técnico no ensino médio. mas acabei me vendo sem talento para a programação e passei a me interessar por literatura, história… mas tb só fui abraçar isso qdo entrei na faculdade de jornalismo. agora as coisas estão meio q combinadas.

            qto ao noticiário de tecnologia atual, de fato, há uma pasteurização. e, por conta disso, e pela falta de tempo e tb de interesse, passei a monitorar alguns sites noticiosos pelo telegram (q uso muito por conta do trabalho). se sair algo interessante eu vejo por lá, do contrário, não preciso acessar mais nada. as newsletter tb têm cumprido bem o papel de me deixar minimamente informado. na verdade, a internet me permite trilhar a minha própria coleta de informações a partir dos assuntos q me interessam. cheguei ao famigerado vídeo do felipe neto vendo o igualmente famigerado ‘treta news’ q basicamente é um site de fofocas sobre youtubers. curiosamente pelas fofocas e pelas colunas sociais chegamos a um certo nível de compreensão da nossa elite q a grande imprensa não consegue atingir. a história e o estilo de vida do aécio neves, por exemplo, foi toda contada nesse segmento do jornalismo.

            e tenho fé q em algum momento as pessoas vão conseguir fazer uma
            distinção clara do q é a direita e do q é a esquerda e não cair no papo
            furado dos colunistas q se dizem de direita – e dos colunistas de
            esquerda, no mínimo, incoerentes. fora isso, a gazeta reuniu de fato um
            time muito ruim. pode até estar funcionando agora, mas não vai durar a
            longo prazo… o público dessa turma é volátil pra caramba. não à toa
            alguns comentários vão no sentido de atacar o ghedin ou o pessoal q
            escreve com ele por acharem q são textos de esquerda, blá, blá, blá. eu
            não assino nenhum grande jornal: meu acesso à folha é da conta da esposa
            q é cedida pela cunhada. não fosse isso, não sei se assinaria a folha,
            não. eu vou ter q assinar o estadão pra ver o acervo do século xix
            deles q tá todo digitalizado e pesquisável! uma maravilha!

          3. Sim, as newsletters me deixam bem informado em tudo hoje em dia. A do Ghedin e da Meio são as que eu costumo ler de cabo-a-rabo, mas também tenho a do Evonomics e do InterceptBR. Costumo acessar o El País pra notícias de política e o Motherboard pra Tecnologia. Pra clipping diário eu ainda uso o Tecnoblog, eles costumem far cobertura ampla de tudo o que rola diariamente (e por isso larguei o Gizmodo).

            ~~

            O time da Gazeta é bem ruim, e tem ainda umas ações como o “monitorador da escola sem partido” (ou algo assim) que rolou esses tempo e eles, depois de muita repercussão negativa, tiraram do ar.

            E te digo que isso nem tem muita relação com esquerda e direita, eu mesmo tento ler pessoas do espectro conservador pra me manter fora da bolha, por exemplo: ainda escuto o Jovem Nerd, que essa semana tem um programa bostejando absurdamente sobre escola e educação; no Facebook mantenho assinatura de uma página de liberalismo econômico pra entender como essas pessoas chegam as conclusões que chegam.

            Eu acesso a ZH/RBS aqui do RS porque a minha mãe ainda mantém a assinatura digital deles pra ter acesso ao clube do assinante da empresa, que dá muitos descontos em shows e cinemas (consegui 30% de desconto pra uma amiga pro show do Roger Waters em POA assim).

          4. Essa é uma questão sempre complicada em jornais grandes e que têm uma área de cobertura extensa. Em outros veículos nacionais, me parece algo meio implícito, ou pelo menos negado quando questionado publicamente; aqui, fizeram a opção de explicitar o conservadorismo nos costumes e o posicionamento político no centro (embora, graças a alguns blogueiros/âncoras, às vezes o público e mesmo alguns colegas de outros veículos tenham a impressão de que a Gazeta é alinhada à direita).

            E tem também a questão da diferença entre blogueiros/âncoras (Constantino, Borges, Nogi, até a Bia Kunze) e os jornalistas que atuam aqui dentro. Óbvio que eles (blogueiros/âncoras) têm o aval e estão bem alinhados às convicções da casa, mas, pela projeção que têm, muitas vezes uma opinião mais polêmica e fora da curva transcende o alcance da do próprio jornal e acaba tomada como a opinião da Gazeta do Povo. É um risco, né? Para todos os envolvidos.

          5. Em termos de honestidade, prefiro que se posicione, ainda que muitas empresas se posicionem sem se posicionar (como IstoÉ e Veja) eu prefiro que fiquem explícitos os posicionamentos da mídia. Aqui no RS a ZH/RBS tem esse problema de querer ser “imparcial” (e de fato, como você falou da Gazeta, internamente a equipe de jornalismo deles é bastante diversa) mas claramente os editoriais e os colunistas da casa estão no espectro neoconservador (ou, “conservador nos costumes e liberal na economia”) com uma tendência de manutenção do status econômico e um público-alvo voltado aos moradores dos bairros mais caros com segmentação de renda acima de 10SM e idade a partir de 45 anos (normalmente profissionais liberais) o que não é um problema per se (elite falando pra elite) mas se torna um problema quando essa opinião/jornalismo é vendido de forma “imparcial” (não acredito que exista imprensa imparcial, adianto) e, muitas vezes, de forma arrogante até.

            A questão de colunistas/blogueiros é secundária até. A Folha tem o Narloch e o Duvivier, por exemplo. O que mais pega é a editoria, o posicionamento oficial da casa e, principalmente, a cobertura política e econômica do dia-a-dia. São nessas matérias que se percebe, dentro daqueles veículos que se dizem imparciais e não assumem posicionamento, qual é o real posicionamento da chefia.

            Como você disse, se posicionar claramente, em qualquer espectro sócio-econômico, tem seus riscos (assim como tem seu bônus), porém eu prefiro ainda que existe esse posicionamento da empresa de forma explicita.

          6. Na minha infância não tive contatos com bibliotecas, minha educação literária foi basicamente com a banca de revista do bairro.

          7. foi preciso eu sair da escola para as bibliotecas serem atrativas. eu até ia à biblioteca da escola do primeiro grau q eu frequentava, mas eu gostava mesmo é de ler livros sobre insetos, q não eram muitos… pra literatura nunca me entusiasmei muito. hj, sinceramente, nem sei se as escolas públicas têm bibliotecas. deveriam ter, mas do jeito q a coisa está acho q não têm.

          8. Uma revista que me educou bastante em termos de programação e Linux foi a Linux Magazine. Era um ótimo revista com colunas do Mad Dog, Linus e outros. Era uma revista mais voltada pra programação (ainda que eu, assim como você, ache que não tenho o talento/vocação pra ser programador) e foi onde eu dei os meus primeiros passo nessa área aproveitando os tutoriais que eles publicavam (com códigos inteiros e funcionais, lembrando muito o método das antigas revistas da era TK com as listagens de código em BASIC).

            Aliás, um dos melhores cursos de Bash que eu já vi foi a Linux Magazine que publicou (do Júlio Cezar Neves, autor do Bash Profissional) e foi onde eu aprendi quase tudo o que eu sei de bash até hoje.

            Esse ainda está no ar, inclusive: http://www.linuxmagazine.com.br/lm/noticia/baixe_o_curso_de_shell_script_do_julio_cezar_neves

          9. pena não ter tido contato com essa tb. fui descobri o linux muito tarde. até tinha conhecimento dele, mas não cheguei a me aproximar tamanho o fascínio pelo windows à época. mas essa época de um aprendizado pelas revista vive de outro modo nos tutoriais (os mais diversos) na internet. isso não mudou muito.

          10. Em termos. Os tutoriais de código das revistas me pareciam bem mais elaborados e limpos, indo direto ao ponto (pragmáticos?).

            Hoje em dia eu uso para tutoriais o Youtube (mas é bastante complexo de achar um bom e completo tutorial) e o Medium (entendi e implementei uma blockchain rústica com um tutorial que tinha numa “revista” do Medium em inglês).

          11. e bem oportuno esse link, diga-se. eu tenho usado o shell nos últimos tempos, mas limitado a copiar os comandos q me passaram. vou dar uma espiada nele e ver se consigo aprender algo pra não ficar boiando tanto.

          12. Opa, mais um que leu muita INFO na virada do milênio!

            Um assunto recorrente entre quem cobre tecnologia é como esse segmento da imprensa está minguando. Faltam editorias de tecnologia nas redações (a Gazeta do Povo mesmo não tem), mas acho que é reflexo do desinteresse do público. E isso, por si só, talvez seja o maior problema; hoje, uma boa parte do que se faz no jornalismo é ditada pelo que dá audiência, o que é (IMHO) uma medida torta, pobre e que afasta o jornalismo da sua missão. Ainda se cobre alguns tópicos pela importância, ou seja, independentemente de dar cliques, mas não é prioridade e tem que ser muito importante mesmo, ou acaba sendo descartado em prol de coisas mais vendáveis em redes sociais e/ou com maior potencial de viralização.

            Tem uma entrevista muito boa com um correspondente da The Atlantic, na Folha, sobre o assunto: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/01/1952306-fico-feliz-de-ver-o-pacto-com-o-diabo-ser-repensado-diz-critico-as-redes.shtml

            Enquanto não se superar essa mentalidade, a perspectiva de que tópicos importantes da tecnologia terão a atenção devida da imprensa será a menor possível. E é um negócio importante, talvez na mesma medida que a política interna no que afeta as nossas vidas. A própria imprensa é um bom exemplo de como, sem reflexão, qualquer um pode perecer ou ter a existência profundamente alterada em decorrência da tecnologia — no caso dela, pelo Facebook e o Google.

          13. Ghedin, aproveitando essa deixa sobre esse tema no jornalismo e audiência, imprensa etc. vocês tem mais referências? Acho esse assunto muito interessante e queria até correlacioná-lo com o campo de arquitetura e urbanismo, mas é uma área ainda muito obscura para mim

        2. Concordo com seu ponto de vista. As vezes porém esses blogs ~independentes (vou usar essa tag para o tecnobog) não cobrem todo os assuntos. Essa indicação do Lemos achei bastante interessante por isso

      1. O Globo é o jornal grande que menos acesso (na verdade nunca acesso, acho o pior paywall), daí achava que o Pedro tinha decido ficar definitivamente no Meio ou a falar de política apenas

    1. Foi só tirar o PT do poder que o país foi pra frente.

      Pena que tinha um abismo logo na frente.

        1. Nada, tudo culpa da esquerda e do PT. Se tirar ele, com jesus no coração, tudo vai melhorar.

    2. Finalmente a Jararaca vai ter o q merece e com isso o Brasil vai ser o país do futuro. É bom já ir se acostumando com essa ideia de um Brasil ditando os rumos mundiais.

  5. Curiosidade: o que vocês acham dessa variedade de iPhones que estão no mercado? Pessoalmente, acho que funciona bem, eu mesmo só comprei um iPhone com a chegada do SE já que meu uso de smartphone é relativamente simples e ele me pareceu uma boa na faixa de preço.

    Eu vejo muitas pessoas reclamando que jogar um monte de aparelho no mercado confunde o usuário, mas apesar de ser um argumento muito repetido, nunca vi se justificar. A Samsung sempre se deu bem com essa estratégia, a Motorola tem ido por esse caminho e o mesmo vale para a Xiaomi que voltou a ser um protagonista na China.

    Acho que essa história vem do Steve Jobs, que quando voltou para Apple matou vários produtos por causa do foco. Até concordo em alguns aspectos, principalmente em termos de qualidade, mas acho que o custo/benefício de manter várias gerações de iPhone é positivo no geral.

    1. Alcança um público maior, sem dúvida. Por outro lado, gera uma carga de demandas extras (planejamento, logística, suporte pós-venda) que, no caso da Apple, é perfeitamente absorvível (faturamento alto e linha enxuta, apesar da expansão), mas que pode ser mais cruel em outros casos — o da própria Samsung, que, apesar de também ter um faturamento alto, tem uma linha muito mais fragmentada e, disso, acaba não conseguindo manter toda ela atualizada e com frequência lança produtos muito ruins.

      1. Aí me parece uma estratégia e planejamento bem ruim*

        *recém-formado comentando sobre planejamento de empresa multibilionária

      2. Acho que o fato deles simplesmente manterem as linhas antigas, ao invés de fazer novas e acessíveis resolve boa parte desse custo adicional de ter uma linha de várias faixas de preços.

        O risco dessa estratégia é entregar produtos deficitários e manchar a marca, algo que como comentei no post do iPhone, a Apple não costuma fazer.

    2. Quase me animei em comprar esse iPhone mais barato e tals, mas, sei lá, cara. Eu simplesmente não me vejo usando produtos Apple, tanto q nunca comprei um pra uso pessoal. Só uso qdo me são fornecidos no trabalho ou indico a compra no trabalho pra projetos específicos. Sei das diferenças de qualidade e o patamar na qual a Apple se encontra em vários sentidos, mas ainda não me pareceu algo necessário. Essa diversificação pode acabar atingindo um comprador como eu em algum momento. Se a intenção é vender mais, faz sentido.

      1. Algum motivo em específico? Acho que, muito eventualmente, são opções razoáveis até em questão de preço…qualquer iPhone vendido hoje tem performance boa e garantia de suporte melhor que qualquer Android vendido no Brasil.

        1. Olha, na época dos iMacs eu realmente pensei: ‘cara, quero ter um desses’. Foi na mesma época em q tive os primeiros contatos com o MacOS. Depois dessa época, sei lá, não fui convencido a comprar um, mesmo pq eu tb não trabalhava com design. Voltei a me aproximar qdo fui estudar edição de vídeo e por ter aprendido todo o conceito no FinalCut fiquei tentado a comprar equipamentos Apple, mas o preço era proibitivo e como era possível resultado similar com PCs outra vez não vi necessidade. E havia um hype exagerado em torno da marca e do Steve Jobs. Hype tem o efeito totalmente oposto em mim, me afasta, pq eu já não consigo distinguir bem as coisas q motivam aquele hype todo. Fujo do canto da sereia, portanto. Toda vez q tenho contato com um iPad eu acho incrível a qualidade, mas para aí.

          1. Para mim, os maiores ASSETS dos produtos da Apple são confiabilidade e estabilidade. Mesmo com novos iOS e macOS todo ano, o fluxo de trabalho é o mesmo — e, quando muda, é algum acréscimo ou alteração que facilita a tarefa que se realizava.

            Esse tipo de estabilidade é muito difícil em outros ecossistemas. O Google muda tudo o tempo todo, “mata” programas a torto e a direito, sem falar em toda a questão da privacidade que, para mim, já é um impeditivo logo de cara. A Microsoft melhorou bastante (acho difícil cometerem outro Windows 8), mas ainda tem muita coisa legada que é pura e simplesmente ruim e uma linguagem de design que não me passa confiança. Fora disso teríamos o Linux e soluções de código aberto, que, embora me agradem muito, exigem uma curva de adaptação e sacrifícios muito grandes para o padrão de comodidade a que estamos acostumados. (De qualquer forma, tento incorporar o máximo possível dessas soluções e nutro uma grande curiosidade pelo elementary OS.)

            Existe o extra da marca, mas acho que a Apple também cobra pela estabilidade. É um negócio que funciona e que não te deixa apreensivo de, eventualmente, mudar do nada e piorar a experiência. Acho que o incentivo e/ou modelo de negócio influencia muito essa abordagem e é algo que acaba fisgando mesmo aqueles que, num primeiro momento, compram um iPhone pelo status ou pelo logo da maçã. Esse público vem pelo marketing, mas fica pelo produto e serviço entregues.

          2. Tinha me esquecido do lance da privacidade. De fato é um ponto MUITO importante a se levar em conta e no qual o Android é extremamente frágil sendo arranjado pelo Google. Pode ser por aí q eu chegue até a Apple e substitua os Androids e Windows q usamos aqui em casa. (Sem falar na troca de serviços do google por outros, claro.) Mas o q pega é o preço. Ainda acho caro demais e há essa questão do status q pra mim é tão incômodo qto a questão da privacidade. É algo q eu preciso resolver no futuro. Mas vc levantou bons pontos. Eu tenho penado menos com o smarphone, pq eu consigo deixá-lo de acordo com meu uso, então não sofro com as variações q vc menciona.

          3. Acho que nenhuma empresa tem que lidar com o código legado que a MS tem hoje. Tem PDV rodando coisa com código dos anos 90 ainda. Tem missão crítica (softwares de hospital) rodando Windows XP e que a MS ainda precisa manter funcionando pelo mundo todo.

            O XP ainda tinha aquele módulo de compatibilidade. O 98 ainda mantinha DOS rodando por conta de programas de PDV. O 2000/XP/Vista ainda tinha bibliotecas para compatibilidade com o Delphi 5 (quando eu fui estagiário no CPD da UFRGS eu estava migrando os serviços de certificado digital do Delphi 5 e 7 pro PHP exatamente porque a MS tinha dito que o suporte iria terminar em breve).

            Acho que a MS é mais mágica do que Apple por ter um sistema que não é totalmente quebrado e completamente aberto (em termos de HW). A Apple tem um muro muito grande e, cada vez mais, está aumentando esse muro. Minha mãe herdou meu Mac Mini e não instala nada de fora da App Store porque ela recebeu aquele aviso de “software potencialmente perigoso” quando foi instalar, foi o suficiente pra ela nunca mais abrir nada que não fosse de dentro da App Store.

            Nenhuma empresa é pior do que o Google em termos de matar soluções, aplicações e ignorar suporte ao usuário.

          4. A Microsoft está tentando emular essa proteção da App Store, mas com uma versão totalmente à parte, o Windows 10 S. Embora seja um fator limitante severo, para o usuário comum me parece uma boa pelo fato de mitigar em muito os riscos impostos pela abertura a baixar e instalar qualquer coisa saída de qualquer buraco da internet.

          5. Sinto essa noção de privacidade como algo para inglês ver. Posso ser meio Stallman, mas tenho a impressão que todas as empresas sabem muito, mas muito mais do que assumimos que elas sabem. E em níveis iguais.

          6. Todas coletam, mas faz diferença o objetivo. Apple e Microsoft têm incentivos limitados — entender e melhorar produtos — e deixam muita coisa como opcional, sem dificuldade para desativá-las. Já o Google depende diretamente de conhecer o usuário para faturar. Mesmo caso da Amazon.

        2. iPhones são melhores e mais duráveis que Androids. Eu usei um 4S e um 5C e hoje tenho um Android médio e o 5C tem um desemprenho parecido pra melhor no dia-a-dia do que o Alcatel ou um Moto G. Quanto ao suporte, não tenho tanta certeza, ao menos em POA o suporte técnico da Apple é bem capenga (ele é/era feito pea Soma Informática) e deixava muito a desejar (uma amiga minha levou quase 3 meses pra conseguir que trocassem o HD de um Macbook com defeito que ele teve).

          iPad sequer tem compartivo, Android não tem tablets minimamente decentes. E o iPad PRO de 12′ é uma das coisas mais bonitas que eu já em vi em termos de aparelhos. Não tenho uso nenhum pra ele, mas, queria muito ter um.

          Agora, os Macs não tem mais justificativa plausível, exceto se você usa um aplicativo que só pode ser usado no macOS. O Windows 10 é tão (ou mais) estável do que o macOS e com SSD é tão rápido quanto também. A questão de qualidade de HW e SW já não é tão distante como antigamente.

          1. O suporte eu estava pensando em atualização de software mesmo, não questão de suporte técnico. Em SP não teste ainda, mas parece relativamente tranquilo, um Air do meu amigo deu problema do nada e foi tranquilo diagnóstico. Além disso, tem a própria Apple no shopping Morumbi que (em teoria) é mais garantido.

            Os Macs deixaram de ser a melhor opção e ponto final, mas acho que ainda são boas opções falando em notebooks e all-in-one. As últimas decisões polêmicas não me incomodaram tanto assim, só a falta de Esc por causa da touch bar, mas nada demais também.

            Um problema específico do Brasil é que não chegam os produtos de ponta por aqui, não dá para comprar um XPS 15 por exemplo. Considerei pegar um, mas não fiquei muito animado, ainda mais sabendo que o controle de qualidade não parece ser dos mais rígidos.

            No meu caso específico, usei Windows 10 por algum tempo em 2015 e achei horrível aquelas propagandas e tiles se mexendo e logo de cara percebi problemas de DPI com alguns apps. Talvez seja questão de tempo, mas me deu uma péssima impressão, achei mais confortável usar Fedora no notebook da empresa. E, apesar de gostar do sistema, é claro as limitações do Linux como desktop para coisas “normais”.

            Por fim, agora que tenho iPhone, também é mais interessante usar MacOS pela integração limpa entre os sistemas.

          2. As titles melhoraram bastante, mas não gosto delas “mudando” então eu desligo essas atualizações. Sempre tive esse costume no Windows Phone (herdei dele, inclusive, o gosto pela titles).

            O ponto final pra mim foi a falta de suporte nativo pra uma resolução ultrawide no Mac e a resposta capenga/preguiçosa da Apple. Minha mãe acabou comprando o aplicativo que “habilita” a resolução 2560×1080 pra poder usar, mas, acho ainda meio absurdo que não tenha nada nativo pra isso.

            Eu sempre uso Linux quando dá, para uso diário não vejo problemas, ele peca por não ter Word, Trados (que eu uso pra trabalhar) e por ter um suporte a jogos bem incipiente ainda (está melhorando muito com o SteamOS e todo o esforço da Valve em dar suporte ao Steam e aos jogos dentro do Linux). Mas isso eu tinha no macOS também.

            Pelo menos agora a promessa do Windows 10 se integrar com o Xbox One está se tornando realidade. Consigo fazer uma série de tarefas “cross” entre os dois. Vale a pena a experiência.

        3. HOJE talvez, mas tanto iphone 3gs quanto 4s já me deixaram na mão. To aqui com um moto maxx (n sei se ele era hi end na época pq comprei já em período de desova) e tá aqui firme e forte comigo, ou seja, just works.

  6. Boa tarde amigos, tenho uma questão aqui e se alguem ja tiver resolvido isso por favor me ajudar: posso estar enganado, mas a partir do android 6.0 (marshmallow), começou a valer a integração do cartão Micro SD como parte da memória interna do sistema. Só que há um problema: toda vez que você faz isso, depois de algum tempinho ele da erro, corrompe o cartão micro sd e ele por vezes fica inutilizavel ou então com funcionamento ruim. Já li coisas que com todo mundo que dava esse erro e tentava trocar o cartão sd com a SanDisk, por exemplo, eles até recomendavam não usar como memoria integrada do sistema. Enfim, minha pergunta é se eu devo comprar um cartão da Samsung e usar integra-lo como memoria interna do sistema, ou entao eu compro um cartão de “qualquer” marca e uso ele como espaço “externo mesmo? Uma duvida tambem é que, sem integrar da pra mover aplicativos e salvar neles? Uso um moto g 2ª geração (pois é) e só com 8gb interno ta impossivel de usar, praticamente nao tenho nenhum aplicativo.

    1. Quando eu tinha um Redmi 2 PRO eu coloquei custom ROM e tentei fazer isso, no início funcionou, mas alguns apps não funcionavam, não sei se era problema da ROM, do app ou do cartão.

      Também já li que para esse tipo de coisa necessita de um cartão diferente, a nomenclatura se chama “a1”

  7. Bom dia gente!

    Há anos venho acompanhando o fascínio do Ghedin e de outras pessoas que acompanham tecnologia pelo Facebook (vide Emily) e por mais que me esforce, não consigo compreender (não utilizo e não faz parte da minha vida).

    Vocês sentem o mesmo fascínio e conseguem explicar a utilidade?

    1. É uma rede frequentada por mais de dois bilhões de pessoas. Isso já é suficiente para prender a atenção e se desdobra em um tanto de utilidades — sem entrarmos no mérito das ferramentas, que são boas, embora, muitas vezes, feitas com fins/objetivos esquisitos ou inadequados.

      Não sei se “fascínio” descreve bem o interesse que tenho; sou bastante crítico ao Facebook, incomoda-me o alcance e a influência que a rede tem.

    2. Acho q ‘fascínio’ não é bem a palavra. Tá mais pra embotamento…
      Eu tenho a impressão q a época do vislumbramento com o facebook e muitas outras redes sociais acabou.
      Pode haver entusiasmo no engajamento da relação com essas redes, preferências e adesões apaixonadas de fãs, fora isso, no uso q a maioria faz, estamos quase pra sentimento q nutrimos pela televisão, pela geladeira: vc vai lá e usa essas coisas e não fica pensando em “nossa, como esse sinal chega até aqui” ou “uau, como a água congela rápido”.
      Pessoas mais velhas ou crianças até podem ficar fascinadas, fora isso, me parece q o pessoal já encara como coisa normal, quase como algo q está há mais tempo do q está de fato.

  8. Vocês tem algum vício em específico na internet? O meu mais novo é ver vídeos de EDC (EDC é a sigla para “Everyday carry“, ou seja, aquilo que alguém porta diariamente. Refere-se aos equipamentos escolhidos pelo usuário para trazer consigo todos os dias e o dia todo.), fico querendo comprar várias coisas, já tenho vários itens favoritos no Ali, apesar que sei que não precisarei usar a maioria do que quero :/

    1. Promoções
      Umas 5x ao dia entro no gatry/adrenaline/hardmob para ver promoções
      essa vida consumista é foda

      EDIT: esses dias tb me peguei vendo vlogs (!!), coisas tipo casey e andre pilli

      1. Eu não sou assim, mas como disse, tenho várias coisas na lista de desejos do Ali para comprar, além de curtir carteiras, vou trocar de novo a minha, haha, nos últimos 3 anos acho que já comprei umas 10

        1. Falando em carteira você tem alguma recomendação de carteira boa e barata ? Faz um tempo que quero comprar uma mas a maioria acho gorda demais ou pequena a ponto de não caber a identidade
          PS. Só quero carregar Identidade, alguns cartões e dinheiro, nada muito volumoso.

          1. Procura pela dobra, será a minha próxima, ela é bem fininha e cabe identidade

          2. Que caiba identidade a melhor é a “dobra” (procura por quero dobra), e é a proxima que vou comprar

      2. Promoções aqui também, hahaha
        Antigamente eu tinha muito a mania de visitar meu gerenciador de RSS (sdds Google Reader), mas isso se resolveu com um plugin no Chrome que permite ver os feeds com apenas um click do mouse.
        Queria que tivesse algo do tipo para promoções também…

      3. Bicho TODO DIA eu entro no gatry/promobit algumas vezes, sendo que eu tenho 0 dinheiros. De bom pelo menos eu consigo encontrar muitas infos boas sobre certos produtos nos comentarios do gatry.

    2. Não que eu tenha ficado muito viciado, mas acabei trombando com vídeo sobre relógios, aí fiquei o dia inteiro assistindo reviews e guias de compra. Fascinante como tem toda essa cultura de “horologia”, pessoal discutindo os movimentos, história das marcas, dos modelos, etc…

      Aproveitando: acho legal que é uma questão claramente de interesse pelos relógios em si, afinal um Casio de $20 é claramente o melhor custo benefício. Não é algo que se propõe a ser razoável, com o pessoal de tech gosta de falar. Acho meio boring esse discurso do pessoal de tecnologia de “bom é o que atende as suas necessidades”, quando claramente a gente tem interesse em tecnologia pela tecnologia muitas vezes.

        1. Ainda não me convenci desses relógios, talvez se eu fizesse mais esporte aeróbico e tals….mas esse parece bem legal. Uso relógio como adereço de moda mesmo, viveria sem tranquilamente…não teria paciência de carregar todo dia por exemplo.

          Estou pensando em comprar como lembrança na próxima viagem, peguei um na última e gostei: legal ter algo no pulso que te lembra de bons momentos.

          1. Que lindo esse relógio, esse vidro abaulado é muito elegante, acho que usaria muito raramente se tivesse algo assim. Temos aqui uma bela evidência anedótica de que relógios suíços mecânicos realmente são bons.

          2. Esse é mais legal mesmo. Tem outro, herdado também, mais novo (anos 50) que está quebrado (a tela e um ponteiro) que eu preciso mandar arrumar mas ainda não me animei a ver o preço.

            Eu só uso ele quando eu tenho que colocar terno, normalmente, hahahaha. Diariamente eu não uso relógio desde 2010, quando eu perdi um Timex Ironman (tirei do pulso e deixei numa mesa da faculdade).

            Ah sim, nesse dos anos 50 a máquina ainda funciona. Relógio e chocolate parece que são coisas que os suíços fazem bem.

      1. O que mais gostei do último teste que fiz, do Gear Sport, foi ter as horas no pulso. Acho que teria um Nokia Steel, pois me parece o melhor dos dois mundos — é um relógio analógico com bateria de oito meses e que tem alguns recursos “smart” bacanas, como contagem de passos e ajuste automático de fuso horário.

          1. Fico até sem querer mesas porque se não me engano já mandei umas três hahahaha.

            Mas, ainda falta a mochila. Vou preparar uma e mandar, quem sabe assim revivemos essa área? Conheci o Manual através dela ❤️

    3. Também amo esses vídeos, tem um de um cara que curto muito, chama Justin Tse. Gosto de setups e tours de casa e tal hahaha. Se tiver alguns pra indicar também, curtiria bastante! :)

      1. Eu gosto desses vídeos de tech só porque são muito bem produzidos hahaha, me deixa até triste ver esses de setup porque é bem complicado achar esses produtos mais de nicho aqui no Brasil. Fora que mesmo lá é uma bica os acessórios.

        O Jonathan Morrison também faz alguns vídeos nessa pegada de setup, Dave Lee também e foca bastante em notebooks/desktops.

    4. Rapaz, meu vicio eu diria que é o youtube, não sei se existe alguma ferramente pra ver quanto tempo de video eu ja vi la, mas eu fico o dia todo vendo os videos dos mais de 700 canais que sou inscrito, fora os que aparecem recomendados e eu clico. Vejo até poucos filmes/séries por isso.

      1. Eu estava nessa: todo dia, ao chegar do trabalho, ligava a TV e passava mais de uma hora no YouTube. Aí cortei, porque não me parecia muito proveitoso. (Até contei essa história na minha newsletter.)

        Hoje, só vejo vídeos do YouTube nos fins de semana. Estou achando melhor.

        1. acho que preciso ser assim tambem, pior que eu digo: vou fazer o que tenho pra fazer e não vou ver youtube, pois, ao abri-lo eu nao consigo fechar mais…

      2. Caraca!!! 700 canais!!!!!!!!!!! Eu sou inscrito em 10 e já acho que recebo muitos vídeos.

      3. Eu não contei em qtos canais tô inscrito, mas são muitos e estava removendo a inscrição de vários – alguns nem atualizam mais. Me desvinculei desses canais q não param de falar de consumo, pq isso, querendo ou não, estimula a vontade de querer comprar coisas q não preciso.

        Mas, de um modo geral, eu sinto uma certa chateação em usar o youtube. Eu acho q ainda não está redondo pra colocar o conteúdo q eu gostaria de ver, mas sem eu ter q ficar caçando pelos canais…

    5. Já vi muitos, mas agora parei um pouco.
      Mas comprei algumas coisas pelo aliexpress e montei um kit num case pra mim, porém não é um kit que eu carregue pra todo lugar.
      Geralmente levo quando viajo, e sempre acabo usando as coisas que tem nele em casa mesmo.
      Tenho um outro kit que fica no porta-luvas do carro.
      Fora isso, meu EDC mesmo, no sentido puro da palavra (sempre comigo quando saio), é: carteira, chaves, canivete Victorinox Classic, Pendrive 32gb, óculos de grau e sol, relógio, miband2, fone de ouvido sem fio.

  9. Tenho meus receios com o Facebook, mas é um lugar com muita gente para ser ignorado. Então, pegando carona nesse novo direcionamento da rede social, mais focado em conversações, tópicos específicos e grupos, criei um grupo para falarmos sobre apps — para Android, iOS, Windows, quaisquer tipos.

    Aqui: https://www.facebook.com/groups/1559229194131051/

    O grupo é um local para recomendarmos apps novos ou desconhecidos, tirarmos dúvidas e compartilharmos boas ideias e práticas. Fica o convite a todos!

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