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Os escritórios no pós-pandemia, com Thatiana Cappellano

A pandemia de covid-19 ainda não acabou, mas arrefeceu. Com isso, muitas empresas têm retornado aos escritórios. Como será essa volta? Jacqueline Lafloufa e Rodrigo Ghedin recebem Thatiana Cappellano, sócia-fundadora da 4CO, para falar disso. Os escritórios serão os mesmos de antes da pandemia? O que muda agora? Há espaço para abordagens híbridas?

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Indicações culturais

  • Thatiana: O filme Eu, Daniel Blake [Globoplay], de Ken Loach.
  • Ghedin: O podcast Crime e castigo, da Rádio Novelo.
  • Jacque: O audiolivro Snow Crash, de Neal Stephenson, publicado pela Audible/Amazon.

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2 comentários

  1. confesso que me surpreendi com a entrevistada — achava que ela teria uma abordagem muito mais pró-empresas e o resultado foi razoavelmente satisfatório (dentro dos limites possíveis de atuação num mercado como esse, é claro)

    muito interessante ela reconhecer como são arcaicas as relações entre trabalhador e capital, sobretudo nas empresas “descoladas” e “moderninhas”

    para além disso, acho importante discutir as especificidades concretas do mundo do trabalho nas metrópoles brasileiras, nas quais os tempos de deslocamento casa–trabalho são absurdamente desumanos (sem falar nas condições igualmente desumanas do transporte de massas, usualmente superlotado e eventualmente sucateado). As parcelas da classe trabalhadora que mais precisam se submeter à humilhação cotidiana dos longos deslocamentos são justamente aquelas com menores possibilidades de negociação — ou mesmo de trabalho remoto. Vivemos uma irracionalidade sistêmica que, no entanto, é muito útil à racionalidade do capital no país.

    e sobre aqueles — odiosos! — sistemas de monitoramento de movimento de mouse, acho fantástico como surgiram soluções como as apresentadas nesse texto: https://slate.com/technology/2021/12/mouse-movers-market-corporate-productivity-tracking.html

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