Novos notebooks (não disse de quem)

Neste podcast, eu costumo comentar dois ou três links selecionados da curadoria diária que faço no Manual do Usuário. (Desta vez foi só um. Desculpe.) Recomendo que você dê uma olhada no arquivo de links para descobrir mais links.

Um novo MacBook “barato”, 0:08

Diga olá para o MacBook Neo.

MacBook Neo bate MacBook Air com o chip M1 em benchmarkMacMagazine.

Um novo notebook, o meu, 5:28

O que eu uso (2026).

Espanso.

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4 comentários

  1. Acho “besteira” se forçar a usar o Linux e acho mais besteira ainda comparar o macOS com o Linux. Linux é algo completamente diferente do macOS. O macOS tem como objetivo principal se prender dentro do ecossistema de uma empresa e te fazer comprar mais coisas (iPad, iPhone, Apple Watch etc) enquanto quanto menos fricção nessa adoção ela tiver, melhor para ela. O Linux é um SO feito, essencialmente, de forma comunitária com alguns patrocinadores (como a Steam, Red Hat e até a Microsoft) que colocam dinheiro e criam soluções para rodar no Linux mantendo essas soluções de forma gratuita. O Proton da Steam é um exemplo disso. São coisas diferentes, muito diferentes. A Apple cria uma necessidade e mura os usuários para que eles sigam sempre presos à maneira Apple de fazer as coisas, transformando usabilidade e privacidade em artigos de luxo. O Linux tem como ideia central partilhar e abrir todo o conhecimento que o constrói.

    Um exemplo besta é fazer o exercício de imaginação de que a Apple criou o Proton e conseguiu fazer jogos de Windows rodarem no macOS. Em pouco tempo teríamos um Macbook Gamer custando 5 mil USD (cujo o grande incentivo de comprar seria rodar jogos feitos pro Windows, originalmente) ao passo que, com todos os problemas do projeto GNU/Linux, o Proton está disponível de graça qualquer distribuição. Essa diferença é essencial para comparar MS, Apple e o mundo Linux. São ideologias e conceitos diferentes.

    Não é que os desenvolvedores do Gnome não se preocupam com a UI do sistema. É que mudar alguma biblioteca gráfica pode inviabilizar muitas distros no meio do caminho, deixar muita coisa quebrada pra trás e inviabilizar diversos projetos. Enquanto a Apple simplesmente lança algo novo e quem quiser que pague mais alguns 3 mil USD pra usar.

    De novo, olhares e conceitos diferentes.

    ~~

    Ideologicamente é claro que eu prefiro o Linux, migrei do Windows 11 pro Manjaro + i3 faz pouco mais de 6 meses e hoje ele é meu SO principal e eu faço as mesmas coisas que fazia no Windows.

    O ponto principal é que o Linux é diferente de Apple/MS. MS e Apple são, ideologicamente, a mesma coisa, você escolhe o que se adapta melhor ao seu uso diário (pessoal e profissional) e aceita que vai estar preso à uma empresa complicada (pra dizer o mínimo) em termos capitalistas. **Mas isso não é demérito, é apenas capitalismo.**

    Mas muito legal a sua iniciativa, até pra sair da bolha de jornalismo tech (onde todo mundo usa Mac) e trazer um pouco da vivência pessoal. Mas eu acho que esse Thinkpad vai ser vendido, igual o Android, daqui uns 3 meses =D

  2. quando estou no computador do trabalho (com aquela desgraça de windows) também sinto uma dor na alma não tendo acesso fácil às aspas curvas — a ponto de às vezes abrir o word só pra ter acesso fácil às aspas verdadeiras quando preciso escrever algo simples

    o power toys resolve o problema do travessão, da meia-risca e das reticências, mas não o das aspas

  3. Fala, Ghedin!

    Acabei de ouvir e acho que você não precisa se forçar a usar Linux no âmbito pessoal, em substituição ao Mac; ainda que seja bacana usá-lo um pouco, como já fazia antes, para trazer mais conteúdo e dicas no MdU.

    Suas queixas e estranhamentos são importantes. Afinal, se PC é Personal Computer, as coisas devem atender necessidade e gosto do usuário e não o contrário.

    Uma coisa do iOS que sinto falta demais no Android, por exemplo, é aquele toque no topo da tela para que a rolagem da página volte para o início (até me pergunto se é por alguma restrição de patente ou algo assim).

    Também me incomoda muito a falta de rolagem suave das páginas no Linux.

    Quanto ao **espanso**, faz muito tempo que usei. À época, não me adaptei muito bem e hoje uso o [keyd](https://github.com/rvaiya/keyd) e o [Autokey](https://github.com/autokey/autokey). Neste último, talvez dê para criar os atalhos que você deseja.

    Aqui, uso assim: digitando `:email` é preenchido `meu-e-mail@provedor.com`, `:dt` = `2026-03-07` (data), “:hr” = `17:37` (hora) etc. Também acredito que consiga emular os atalhos do Mac para os símbolos.

    1. Obrigado pelo comentário tranquilizador, Diego.

      Não conhecia o keyd nem o Autokey. Darei uma olhada! Vou aproveitar esse notebook para fazer um “DE-hopping”, testar Gnome, LXQd, XFCE e tudo mais. Acho que será divertido!