Meu nome é Ricardo Berlim, sou funcionário público, trabalhando com redes e segurança em Brasília (DF).
Apesar de teoricamente estar trabalhando de modo 100% remoto, ainda compareço com alguma regularidade de forma presencial, dessa forma pude manter minha sala.
Boas-vindas ao Thunderbird 128 “Nebula” blog.thunderbird.net [en] / 🗣️ Um Thunderbird importante, de suporte estendido. O suporte a Exchange não foi finalizado a tempo e deve pintar em uma “atualização ponto” (128.x) futura.
Dez anos do Overcast: Uma nova fundação marco.org [en] / 🗣️ Atualização fundacional — sem novidades, com a promessa de facilitar o desenvolvimento de novos recursos. O Overcast é um app de podcasts para iOS.
Novo avanço no debate sobre o Instagram e adolescentes theatlantic.com [en] / 🗣️ A Meta vai abrir o acesso a dados de até seis meses a um pequeno grupo de pesquisadores que estudam o impacto do Instagram no bem-estar de adolescentes e jovens adultos. Pouco, mas melhor que nada.
Não existem muitos apps legais que conversem com o Wallabag, um “Pocket de código aberto”. O Gnome ganhou um que parece bem legal, o Read It Later. (Nome pouco inspirado, né?) / 🔗 flathub.org
Sumo é uma suíte de aplicativos de criação que roda no navegador. Tem de pintura/desenhos, estúdio musical, arte 3D e mais. / 🔗 sumo.app
Um relógio em JavaScript e… só? Dê uma olhada no código-fonte da página. / 🔗 aem1k.com
O fnt é um gerenciador de pacotes, só que para fontes. A maioria dos gerenciadores de pacotes contém fontes, mas achei curioso um só para isso e há a promessa de ser mais completo que a média. / 🔗 github.com/alexmyczko [en]
O Leia Isso, um site popular que oferecia a leitura de artigos de outros sites em uma interface agradável e burlava paywalls porosos, saiu do ar no dia 21 de junho. Conversei com o fundador, que pediu para permanecer anônimo, a fim de entender o que houve e se existe alguma chance do Leia Isso voltar.
Nigel Goodman usou o ditado do teclado de seu celular para escrever uma edição da sua newsletter, o que me lembrou de que nunca falei do Whisper neste Manual do Usuário.
Há anos uso um tipo de aplicativo no computador que poderia ser rotulado de “papelzinho de anotações”: mais simples que um app de notas, como Obsidian e Apple Notas, e sempre à mão — de preferência com um atalho no teclado global.
O que uso no macOS se chama FiveNotes. Nesta quinta (11), o aplicativo da Apptorium ganhou uma grande atualização. O FiveNotes 3 traz novos recursos e, pela primeira vez, está disponível no iOS/iPadOS, com sincronia de dados via iCloud.
No macOS, o FiveNotes 3 vem recheado de novidades, das quais destaco o suporte a temas, janela flexível (dá para mover, redimensionar livremente e fixá-la nos cantos da tela), novos atalhos no teclado, ações para o Atalhos e um sistema de backup local.
No iOS/iPadOS, o app preserva algumas características e, mais importante, sincroniza as cinco notas com o macOS.
Apesar do mesmo nome, a Apptorium vende o FiveNotes 3 como dois apps independentes, em compras únicas. No macOS, sai por R$ 29,90 na App Store. (Apesar de venderem-no por fora, sai mais barato na lojinha da Apple.) No iOS/iPadOS, R$ 14,90.
Ah, um app gratuito para macOS permite a criação de temas personalizados, compatíveis com ambas as versões.
Olá! Meu nome é Eduardo Souza. Moro em Taboão da Serra (SP). Moro com a Carol, minha companheira, que é analista de dados em uma multinacional. No momento apenas estudo, graças a um layoff que rolou em maio. Curso engenharia de software na modalidade de ensino à distância. Em paralelo, estudo pra minha primeira certificação AWS, além do foco em front-end através do FreeCodeCamp. No futuro, além de pagar os boletos, quero colaborar com projetos e iniciativas de software livre.
Lembra do link legal do site “multiplayer” com 1 milhão de caixas de seleção? Alguém criou um site alternativo com 1 (sim, uma) caixa de seleção. Detalhe legal: um gráfico mostra a variação da caixa selecionada e não selecionada nas últimas horas.
O Pixel Mirror, desenvolvido pelo designer de materiais japonês Hakusi Katei, é um cristal que “transforma” o que é visto através dele em arte pixelada.
Você manja de bandeiras de países? Em Flag Match, um joguinho na web, o seu objetivo é adivinhar a quais países correspondem suas bandeiras. (Não estou certo de que existam 236 países no mundo, mas é o que diz a descrição do jogo.)
O WhatsApp, aplicativo mais popular do Brasil, é inescapável. Os poucos que prefeririam não usá-lo, por qualquer motivo, se veem cada vez mais impossibilitados à medida que o app da Meta se transforma em uma espécie de utilitário, um pré-requisito para interações das mais diversas. Ao mesmo tempo, vem sendo desfigurado para abrigar novas funcionalidades que deixam seu uso mais difícil.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais (ANPD) enfim mostrou os dentes e determinou que a Meta suspenda o tratamento de dados pessoais para treinar inteligências artificiais.
A proibição, determinada em caráter cautelar, baseia-se em quatro pilares: ausência de base legal para tratar os dados com essa finalidade; falta de informações sobre as mudanças na política de privacidade; dificuldade excessiva aos usuários para negarem o uso de seus dados; e tratamento de dados de menores de idade sem as devidas salvaguardas.
Vale mencionar o “timing” da determinação, como lembrou Carlos Affonso Souza em sua coluna no Uol: na semana em que estavam previstos o lançamento dos recursos de IA do WhatsApp no Brasil e em que o projeto de lei 2338/23, o PL da inteligência artificial, teve movimentações no Congresso.
A Meta se disse “desapontada” com a determinação. Os argumentos da ANPD me pareceram razoáveis — já viu o labirinto para negar o uso de dados pela Meta?
Carlos Affonso acredita que a determinação, ao focar em uma empresa (e das maiores), passe um recado a toda a indústria. Afinal, existem outras além da Meta fazendo o mesmo tipo de treinamento com dados, incluindo os pessoais.