Olá pessoal!
Estou pensando em migrar para Linux. Meu PC é um Vaio de 2013. Ele tem SSD e roda muito bem o Windows 10, mas gostaria que ele tivesse um desempenho mais apurado.
Se não me engano ele é i5 e tem 8 GB de RAM.
Que distro vocês me sugerem, focada em desempenho? Meu uso será navegador e pacote Office basicamente. Anteriormente, usei Mint, Ubuntu e Kurumin, mas faz anos que não me aventuro com Linux e não sei como tá o cenário atual. Se puderem me ajudar, ficarei muito agradecido!
62 comentários
Obrigado a todos pelas dicas!!!
Acabei indo pelo óbvio e instalei o Ubuntu 24.04
Sugiro o Linux Mint, é parecido com o Ubuntu, só que mais leve.
As distros que vc citou serão de uso agradavel no seu pc, apenas lembrando que nao existe mais o kurumin, vc pode testar:
Fedora
Mint
Ubuntu
Pop OS
ou até mesmo um distro como o Elementary OS que prima pela beleza e é muito parecida com o macos. Uma sugestão, se possivel, aumente sua RAM para 16 GB, verá que o ganho por R$ investido será grande.
Mint.
Considerando a máquina mencionada e o uso. Penso que praticamente qualquer distribuição vá te atender bem. Acho que um ponto a ser considerado é qual teu grau de conhecimento sobre o sistema. Pois, se for iniciante algumas distribuições são mais voltadas a facilitar isso. E nesse caso eu recomendaria (Linux Mint/Zorin/Big Linux/Pop). Se tiver um conhecimento mais avançado pode ir para distros que podem te dar um desempenho melhor mais cobram ajustes extras (MxLinux/CachyOS/Clear Linux). Meu uso profissional basicamente envolve o que tu relatou (edição de texto e navegador) o notebook que uso é jurássico comparado com o teu, mas usando MXLinux com XFCE, kernel Xanmod tenho um rendimento razoável. Com libreoffice com dois ou 3 arquivos de texto aberto, navegador com umas 12 abas, gerenciador de arquivo e Telegram aberto o consumo fica girando em torno de 5 gigas. Dos 8 gigas da máquina não uso swap física, optei por separar 1gb de swap comprimida na ram (zram) utilizando o zstd como algoritmo. A ideia é preservar um pouco o desgaste do ssd (usando também o F2FS como sistema de arquivo). MXLinux eu penso ser um sistema equilibrado para esse fim. Não exige tanto ajuste manual, tem bom suporte a programas no repositório, suporta os flatpak. No meu notebook em casa (Lenovo ideapad310, com um I7 de 6 geração e 20 de ram) uso o PopOS.
Minha contribuição. Opte pelo LXDE ou XFCE, os qusis são ambientes leves e personalizáveis. O mais importante, tenha um SSD, vou partir do princípio que sua máquina tem um, caso contrário, vai sofrer raiva com hd mecânico. Seguindo as sugestões, terá um sistema rodando satisfatoriamente bem. Por fim, o Debian 12 é minha sugestão de sistema. Ficará muito bem servido.
O KDE Plasma está bem leve. Acho que no nível do XFCE, que parece ter tomado o caminho contrário e ficado mais pesado. Outra alternativa mais simples, na linha da proposta do XFCE e LXDE, é o LXQt. (Curiosidade: foi criado pelo mesmo cara do LXDE).
Não sugeri o Plasma por dois motivos. Primeiro que é um ambiente muito confuso, tem muita coisa desnecessária sob meu ponto de vista, apesar é claro de ser muito bonito. Segundo, crasha demais e isso acaba se tornando um inconveniente. Quanto ao XFCE, por aqui em minhas máquinas,ele carrega usando em torno de 800MB de memória RAM, o que é algo muito bom em relação a outras interfaces.
Bah, será? Sei da fama do ambiente gráfico do KDE, e talvez seja só… fama? Ou algo superado? Ele é confuso por ter muitas opções, mas tem uma configuração padrão bem decente e, se não quiser/precisar mexer, é bem intuitivo — para quem vem do Windows, bem mais que o Gnome ou mesmo o XFCE.
O Plasma não consome muito mais que isso de RAM no pós-inicialização. Talvez consuma até menos. É bastante leve, ao contrário dos tempos de KDE 3/4.
Curiosamente estava testando hoje o KDE Plasma 6.0.5. Estou convicto de que é o ambiente gráfico mais bloated e bugado que existe atualmente. Não chega a ser um filme de terror, mas me incomodou bastante. Muitos comportamentos de tela são bem inconvenientes, como abrir um diálogo que tem busca e não podermos sair digitando pra filtrar o que queremos, exigindo mais do que um TAB inclusive. Ou essa moda doida copiada do GNOME de o cursor no canto esquerdo superior (hot corner) colocar o ambiente em overview mode (sei que é configurável, mas é o default). E não é só isso: o tempo de boot piorou em relação à versão 5.x.x, e o tempo de resposta da interface tá atingindo o patamar GNOME, o que é um insulto, na minha opinião. Fora que algumas coisas simplesmente não funcionam direito, como a busca de arquivos. Sem mencionar os crashes batendo ponto aqui e ali.
Do ponto de vista de infra, de quem mantém uma distro, o KDE Plasma é de longe o ambiente gráfico mais complicado de buildar e empacotar. Várias funcionalidades, como o cubo 3D, podem não funcionar, e o desenvolvedor da distro tem que adivinhar como consertar, pois não há sequer um erro ou entrada de log. A cascata de dependências é algo colossal. Pra colocar em perspectiva: 177 pacotes (KDE) vs 64 pacotes (LXQt). E isso na minha distro ultra minimalista… Ainda não consegui eliminar 100% vestígios do Qt5, coisa que no LXQt 2.0.0 eu consegui com tranquilidade. É muito caos, sinceramente. E eu gostaria de saber que funcionalidades relevantes o KDE Plasma tem que o LXQt ou Xfce não tem.
Se tiver HD mecânico uma alternativa pode ser evitar os procedimentos mais lentos (ligar) mantendo apenas suspenso. Também possível mitigar essa função com o uso do Preload e talvez troca do swap para o zram. Mas concordo com o XFCE
Faço minhas as suas palavras. Inclusive, vou além e digo que a grande maioria das distros mainstream se parecem muito, não fazendo muito sentido o debate de qual escolher, e sim qual ambiente gráfico utilizar. Algo que o The Linux Experiment já observou aqui: https://www.youtube.com/watch?v=DJ_4hfuidG0
O LXDE é claramente o ambiente mais rápido e leve pra Linux, embora semi-abandonado (commits aqui e ali no Github, mas nada significativo). Seu visual super cru pode incomodar um pouco, por isso talvez o LXQt seja uma opção mais interessante, dado que é basicamente tão leve quanto, por incrível que pareça, além de ter funcionalidades mais alinhadas com as necessidades modernas.
O Xfce continua sendo meu favorito pois é também muito leve e ao mesmo tempo bastante flexível pra configurações, sem ser aquele oceano sem fim de menus e sub menus e abas do KDE, hahaha! A versão 4.18.x (ou seja, os últimos pacotes lançados, e não a versão 4.18 oficial, lançada há 1 ano e meio) conseguiu tornar o ambiente praticamente tão ágil quanto a clássica versão 4.12, além de introduzir uma série de funcionalidades interessantes, como busca, undo, melhor suporte a HiDPI (devido ao GTK3), etc.
Dito tudo isso, com 8 GB de RAM o gargalo provavelmente será imposto pelos browsers, que hoje são devoradores alucinados de memória. Dá pra usar, claro, mas se houver fome por abas e multitasking, a coisa vai complicar e não tem distro minimalista que resolva rsrs
As pessoas já escreveram muito sobre Linux, então vou complementar dizendo que seu desempenho no uso do navegador ficará muito mais rápido se você instalar o Ublock Origin. Não use outro bloqueador de anúncios junto, porque isso reduz desempenho e o youtube aparentemente te detecta e fura o bloqueio. Inclusive recomendo usar firefox no iphone e android, justamente porque pode usar esta extensão também lá. Tem outras extensões que podem melhorar a navegação como SponsorBlock (tira o patrocinador dos videos de youtube), I still don’t care about cookies (automaticamente esconde ou bloqueia pop-ups de cookies, aceita cookies necessários ou todos se voce definir assim), e uns esquemas de uso como não abri mais de 9 abas, diminuir a resolução do youtube (720p é metade dos dados de 1080p) , etc.
Endosso a recomendação e faço uma correção: o Firefox para iOS não tem suporte a extensões.
Eita, me lembrei errado. Vi que o Firefox Focus no iOS apenas bloqueia rastreadores, e também preserva a privacidade e se mantém leve por excluir cookies histórico senhas e arquivos cada vez que abre, então deve dar um gás extra.
Show, obrigado pela excelente dica!
Depende. Debian Testing é a melhor distro possível para qualquer pessoa. É atualizada, não quebra, não tem problema de compatibilidade, porém… você precisa ter a disciplina de atualizar semanalmente (como qualquer outro sistema).
Mint não vale o tempo.
Ubuntu é interessante, mas totalmente instável e você vai precisar quebrar a cabeça em algumas coisas.
Debian ou… se quiser usar algo novo e muito promissor, POP_OS!
Eu apenas discordo em relação ao Mint. Para mim, em relação ao usuário leigo penso que ele é uma senão a melhor possível. Ferramentas gráficas de gestão que facilitam os ajustes. Para as máquinas dos funcionários do escritório e amigos que pedem eu sempre sugiro. Depois de feito os ajustes, sempre configuro para manter a atualizações e limpeza de pacote no automático. E para o dia-a-dia simplesmente funciona. Computadores do escritório funcionam a praticamente 5 anos sem que tivesse necessidade de maior intervenção. Apenas faço uma limpeza básica todo final de ano. Mas estou pensando em adotar uma instalação padronizada com btrfs e no final de ano apenas dar um rollback para o estado dele logo pós instalação. Seria um “reset” mais rápido.
Ubuntu…
Tenho a versao mais atualizada e rodando dignamente (honesto) em um antigo Itautec Infoway At0100 tem 4 GB de RAM e as seguintes configurações:
Processador AMD Athlon II X2 260u 1.80ghz
Qualquer distro roda bem aí. Tenho um Dell 5558, e o Gnome e o KDE rodam muito bem nele.
Se você quer algo extremamente estável, tem o Debian. Se você acha que ter que configurar tudo no Debian é paia, tem o SpiralLinux, que é um Debian já configurado para um usuário comum.
Se possível, use Flatpak. Mesmo no Debian você terá os softwares atualizados.
Agora, se você quer algo parecido com o Windows, tem o ZorinOS, que é bem legalzinho.
Eu tenho um perfil semelhante ao seu e uso o Mint XFCE.
Nossa diferença é que eu não uso mais Office nenhum há décadas. Usei para criar ebooks para publicação na Amazon e só.
Faz tempo isso, mas a impressão que ficou foi que MS Office segue imbatível. Então se vc faz uso intensivo dele, talvez seja melhor colocar mais ram, como foi sugerido, e seguir com o Windows.
Acho que vou tentar o Mint XFCE. Já usei no passado com Cinammon, mas acredito que o XFCE seja ainda mais leve.
Sobre Office, meu uso é bem suave, só pra ler alguma coisa que alguém manda em .doc ou .xls.
Se o uso não envolve muitas coisas abertas, talvez possa também optar por alguma sistema que tenha um acabamento mais “Polido” com gnome/kde.
Mas o Mint, Zorin, BigLinux são os que conseguem (em minha opinião) ter uma boa coesão estética. PopOS também
Quanto ao Office, sugeriria você começar testando usar o LibreOffice na sua instalação de windows atual e ver se consegue se acostumar. A integração ainda não é 100% com os formatos proprietários da Microsoft e portanto, dependendo da complexidade do uso, não funcionará. Neste caso, a sugestão é usar o Office 365 online ou o Google Drive – você precisará upar os arquivos para a web antes de editá-los, o que faz com que o workflow não seja tão fluido quanto só clicar no arquivo e começar a trabalhar.
Sobre as distros, depende do seu costume e interesse em experimentar interfaces diferentes. Se ele já roda o W10 creio que pode haver uma melhora na performance mas a difefença entre as distros não será tão grande (em contraponto com um pc que precisaria usar uma distro extremamente leve, caso contrário não funcionaria pra nada). Eu instalei o Linux Mint em um pc antigo da minha avó e funciona super bem e em um pc meu de 2015 eu tenho Ubuntu instalado e também funciona bem.
Se o desempenho for sua única motivação, calibre bem suas expectativas, pois corre o risco de se frustrar.
Dito isto, se tiver um pendrive com espaço razoável, recomendo usar o Ventoy e, com ele, adicionar várias ISOS e testá-las no modo “Live CD”.
Recomendo Linux Mint ou Linux Pop!_OS (que uso atualmente). São bem estáveis.
Boa sorte na transição!
Pedir recomendação de distro é sempre complicado. Se você perguntar pra 100 pessoas, arrisca receber 100 respostas diferentes kkkkkkk.
Negócio é ir nos obvios e testar o comportamento na sua máquina e como você se adapta a eles.
Eu iria nos mais óbvios: Fedora e Ubuntu.
Gosto do Fedora. É bem leve na minha configuração, que é quase igual a sua.
Mint, Opensuse ou Fedora.
Qualquer distribuição vai trazer um desempenho muito mais vantajoso que o Windows. Eu particularmente uso Debian e atualmente tô usando a versão 12 em um laptop de 2008 (CoreDuo, 4GB). E tenho usado todos os dias, vai fazer já quase 1 ano de uso diário e intensivo, sem problemas.
Seu laptop (no meu ponto de vista) ainda é novo, i5 de 2013, ainda tem bastante chão pela frente. Ubuntu ou Linux Mint funcionaria bem e são bem estabelecidas no mercado, achar material de apoio é mais fácil, fora que é padrão Windows de instalação (next > next).
Concordo com o relato da galera que “Linux para ressuscitar máquina velha é lenda”.
Segue aqui meu relato sobre tentar instalar Linux numa máquina antiga, do ano passado: https://manualdousuario.net/orbita-post/frustracao-com-linux-em-maquina-antiga/
Há uns 2 anos instalei o Ubuntu em um MacOS late 2011 com SSD e 16Gb de RAM. Funciona? Funciona. Mas o gerenciamento de energia era tenebroso. Parecia um Opala 6 cilindros na subida. Consumia a bateria muito rápido.
Acabei usando o OpenCore Legacy Patcher e atualizando pra um MacOS mais recente. Não ficou um primor mas pelo menos a bateria demora mais pra acabar.
O ponto do linux “salvar PC velho” é que ele roda melhor em comparação ao windows no mesmo hardware (salvo incompatibilidades), não que ele faz milagre. O Vaio de 2013 do OP que roda bem Windows 10 não vai enfrentar problemas de performance com nenhuma distro linux popular.
https://minios.dev/pt/
Interessante, não conhecia esse. parece um equivalente modernoso ao damnsmalllinux
2013? Reciclagem. Depois o Linux não roda, e a culpa é dele…
Quer usar Linux? Antes leia o Guia Foca Linux.
Oi Marcelo!
Já usei Linux em diversos momentos da vida, desde 2003. Uso porque curto!
O meu note era top em 2013, e até hoje roda bem o Windows 10. O objetivo é usar um sistema que seja mais “limpo” e use menos recursos. E você sabe que temos diversas distros focadas nisso, incluindo ambientes desktops como o XFCE que foram criados justamente para esse propósito
Ainda assim, é um quebra galho. Não é o S.O. o problema, e sim os aplicativos. Qualquer navegador vai pesar. Qualquer editor de imagem vai pesar. Pode servir como um quebra galho, só pra acesso a web, e mesmo assim, com paciência.
Isso, como coloquei no post, é só pra navegador web e libreoffice.
Antes de escolher sugiro dar uma olhada no Fedora.
Instalei a versão 40 em um notebook antigo tipo esse citado pelo OP. Lenovo, ~ 2013, 8 Gb, i5 primeiras gerações.
Fedora Spin i3.
O que mais gostei até o momento foi a instalação bem leve, ocupou uns 2.3 Gb ao final.
Suporte aos pacotes da distro parece bem melhor do que quando testei a distro em desktop muitas versões atrás.
Atualmente resolvi testar o Fedora em mais uma distro hopping, agora para sair do eixo Debian/Arch/Suse.
Este notebook que antes era backup/lab foi promovido a máquina de produção esses dias e tem aguentado bem.
Porta HDMI já tinha morrido mas consegui projetar em um monitor secundário usando um daqueles adaptadores USB para HDMI.
Bom, primeiro, assinando embaixo dos colegas que há limitações para “resgatar um PC velho com Linux”. Vale uma reflexão: quando a lei de Moore estava ativa isto era mais real do que agora. Tipo, processadores melhoravam e sistemas operacionais (Windows) inchavam, mas os programas nem tanto (pois ainda não era comum partir de 512Mb de RAM para 4Gb).
Hoje não. Um navegador que rodava suave em 8Gb em 2013 não tem o mesmo desempenho hoje por conta de todo peso que foi adicionado.
Mas, então, quis comentar porque eu tenho um (ainda Sony) Vaio que comprei usado em 2014, 2015, foi meu computador principal durante um ano, depois virou meu notebook de viagem/computador reserva. i5, 8Gb RAM, originalmente com um HD 750Gb. Sempre rodou Linux Ubuntu, pois é meu SO padrão. Foi um saco para acessar a BIOS e destravar para instalar o Linux, depois não me deu dor de cabeça.
Resistiu bravamente após ganhar um SSD genérico e minha esposa usou até um mês atrás, quando enfim, após a bateria arriar, a carcaça começar a despedaçar, enfim parou de ligar. Ele usava para navegação, fazer chamadas no Zoom e no aplicativo do curso de inglês, de boas.
Eu uso os computadores (ou doo) para serem usadas até o último suspiro. Eis que chegou a hora de se despedir deste guerreiro.
Vou reiterar o comentário do Juarez… Cuidado com o que você busca, linux não vai ‘salvar um pc velho’. A navegação web ainda é muito pesada, independente do sistema.
Eu uso linux pela segurança e privacidade. Já tentei Windows 7 uma vez, só pra ver como o notebook ficava…. o negócio ficou barulhento. Windows é bem otimizado, mas fazia a ventoinha ficar ligada em alta com muito mais frequencia.
Ubuntu 24.04 (está lindão)
Manjaro Gnome (eu amo essa distro, é só instalar e usar)
OpenSUSE (Desempenho superior e estabilidade acima de qualquer outra distro)
ZorinOS (Queridinho da galera que curte Linux)
BigLinux (Distro Brazuca e muito boa)
Vai no Chrome OS. Ou bota mais ram no teu pc. Linux em 2024 tá complicado. Parece que nos anos 2010 a coisa funcionava melhor. Tudo mudou muito de lá pra cá. Acho que Linux em 2024 só pra quem é obrigado a trabalhar com ele.
Hein? Linux no desktop hj é infinitamente melhor que 2010. Qualquer distribuição Linux atual, usando Gnome ou KDE, bate de frente com windows e mac.
Para o uso de “navegador e pacote Office basicamente”, vai de ChromeOS, uso em Notes e PCs antigos para essas funções em casa e realmente ajuda bastante o OS. Mas é claro, existem as limitações do sistema.
Eu iria de Zorin OS. Mas como já falado aqui, esqueça essa do Linux ressuscitar máquinas antigas. Eu uso o Zorin em um dos meus meus notebooks com 4GB de memória. Roda bem para acessar internet, “word” e “excel”. Para outros usos, tenho outra máquina.
Sobre a parte das máquinas antigas, tem que levar em conta que muitos programas ficaram pesados ao longo do tempo. Não adianta tu querer instalar em um PC de 2007, com 512 MB da RAM. Pode até instalar, mas o uso não vai ser tão bom. Navegar na internet nem pensar tbm. Tu abre o Firefox, vai demorar horas pro navegador aparecer.
A não ser que tu se contente em usar no modo “somente texto”, tem que saber os comandos sem precisar de interface gráfica, igual os PCs da pré-história com tela preta e letras verdes
Meu notebook de 2009
Sempre usei Linux, e a única alteração foi instalar SSD
Indicaria o ubuntu-mate, que uso desde 2014, mas parece que o projeto não está mais em desenvolvimento pleno.
Ah, wi-fi e bluetooth funcionam normalmente, e impressora com scanner conectada via wi-fi.
Uso Firefox, Chrome, Thunderbird, LibreOffice, GIMP e Obsidian.
Debian com XFCE4.
Cara, estive na sua situação. Migrei para o Linux Mint, é o menos pior.
Desacreditei nessa história que o linux ressucita máquinas obsoletas, é lenda. O ganho de desempenho que vc terá, tem um ganho sim, não compensa a dor de cabeça. Até hoje o bluetooth do meu note HP não funciona.
Continue com o Windows até a máquina ir para o céu das máquinas, eu colocaria mais 8 GB de RAM, isso sim vai deixar seu note mais esperto.
Veja, para ter algum ganho de desempenho vc terá que usar ambientes mais leves que, indo direto ao ponto, são feios comparados com o Win10.
Não é só beleza, faltam recursos que vc só terá acesso via console. Agora se isso não é problema eu iria de Mint, como já citei, ou Lubuntu. Sendo este último mais recomendado para a sua máquina.
O Linux é inimigo do Bluetooth e Wi-Fi
Depende da fabricante do módulo do Wi-Fi/Bluetooth. Intel é suave, funciona de primeira em qualquer distro. Já de outras marcas, como Broadcom, costumam ser treta.
Estou com esse problema no meu laptop: se ligo a caixa de som Bluetooth, o wi do para de funcionar. No desktop, isso não acontece. E, pela.primeira vez, não encontrei solução nos foruns.
Mint e Ubuntu continuam opções válidas, com o segundo sendo mais pesado para uma configuração menos atual. De qualquer forma, há outros ambientes gráficos mais leves, até mesmo sob o guarda-chuva da Canonical (e comunidade) – conferir o Kubuntu e o Xubuntu.
Se o “office” ao qual se refere for o da Microsoft, talvez você se frustre, a não ser que aceite utilizar uma versão como a de 2007 a partir do Wine, por exemplo. Caso dependa de periféricos que usem bluetooth, pode encontrar obstáculos, mas você precisará testar seu hardware para descobrir isso.
Quanto ao “Office”, existem algumas opções. Tem o próprio LibreOffice que vem nas distros Linux. Tem também o WPS Office e o OnlyOffice (ambos tem o layout idênticos ao da MS).
Quem precisa trabalhar com arquivos DOC(X), PPT(X) e XLS(X) sem ter de lidar com a perda de formatação não pode abrir mão do Microsoft Office facilmente. Não migro para o Linux por conta desse motivo. Tenho usado o LibreOffice com frequência, mas sempre há os formatos proprietários da Microsoft.
Acho que uma distribuição baseada em debian, como o mint e o ubuntu é uma boa opção para quem vem do Windows, pela disponibilidade dos pacotes e etc…
Agora pacote office só se for online rsrs
Se quiser se aventurar por algo diferente, você pode testar o popOs o fedora ou o manjaro (prefiro com a interface KDE, por ser mais personalizável)
Opa Thiago!
Quando falei do Pacote Office, pensei no Br-Office rsrs
Então a suíte de escritório não será um empecilho.