Eu entendo que “não pega” como estética para obras (livros, filmes) porque um mundo que “deu certo” carece de conflitos que são o atrativo de quaisquer obras culturais.
Os roteiros básicos que permeiam a maioria das obras tem arcos que necessitam de imperfeições, fraquezas, falhas (no caráter, nas relações, no mundo).
Para encontrar isto num mundo que “deu certo” é preciso algo que “não deu certo” (tipo Tomorrowland citado no vídeo), quebrando a intenção inicial.
Coisas perfeitas não engajam (usando um termo da moda) como coisas imperfeitas.
essa cidadã é fantástica, um acerto do algoritmo do youtube quando me recomendou e, hoje, é um dos poucos canais que sou inscrito.
inclusive conheci o termo solarpunk através desse vídeo, mas devo confessar que prefiro o lado sombrio/pessimista das coisas, o conceito não me atraiu a princípio…
O Futurices é ótimo, e a Bela Eichler excelente!!!
Eu entendo que “não pega” como estética para obras (livros, filmes) porque um mundo que “deu certo” carece de conflitos que são o atrativo de quaisquer obras culturais.
Os roteiros básicos que permeiam a maioria das obras tem arcos que necessitam de imperfeições, fraquezas, falhas (no caráter, nas relações, no mundo).
Para encontrar isto num mundo que “deu certo” é preciso algo que “não deu certo” (tipo Tomorrowland citado no vídeo), quebrando a intenção inicial.
Coisas perfeitas não engajam (usando um termo da moda) como coisas imperfeitas.
essa cidadã é fantástica, um acerto do algoritmo do youtube quando me recomendou e, hoje, é um dos poucos canais que sou inscrito.
inclusive conheci o termo solarpunk através desse vídeo, mas devo confessar que prefiro o lado sombrio/pessimista das coisas, o conceito não me atraiu a princípio…
O Futurices é ótimo, e a Bela Eichler excelente!!!
Vou assistir e já complemento com os vídeos do Andrewism no assunto, esse é um dos primeiros: https://youtu.be/hHI61GHNGJM?si=H97bj_fEuc8_PAyg
E recomendo a leitura: Os Despossuídos de Ursula K. Le Guin